You are on page 1of 101

Anápolis, Goiás | 8 a 27 de janeiro

Nome: Grupo local:

Aliança Bíblica Universitária do Brasil

Sumário
Programação .............................................................................................................................. 5 Estudos Bíblicos Indutivos .......................................................................................................... 8 Exposições Bíblicas ................................................................................................................... 25 Palestras................................................................................................................................... 41 Silêncio Reflexivo...................................................................................................................... 52 Oficinas ..................................................................................................................................... 64 Construindo pontes: “engenharia” da Verdade ...................................................................... 88 Orientações para a parte prática .............................................................................................. 92 Avaliações ................................................................................................................................. 95 Levantamento de perfil universitário ..................................................................................... 101

Palavra de Boas Vindas
Querid@s participantes do IPL 2012, Sejam muito bem-vind@s! Depois de vários meses de preparação, é uma alegria recebê-l@s para caminharmos juntos nas próximas três semanas, neste estratégico encontro de formação. Dizer que o IPL é um encontro de formação significa enfatizar o valor de cada momento, cada conversa, cada atividade, cada experiência. Estaremos sendo “formados” por tudo isso, e não apenas durante as programações “oficiais”. Buscamos cobrir, dentro da programação, as três áreas fundamentais para que esta formação seja potencializada: área bíblico-teológica (conhecimentos), área ministerial (ferramentas) e área pessoal (valores). A seriedade do encontro tem a ver com este caráter “formativo”, com a expectativa de preparação de uma nova liderança estudantil nacional, comprometida com o serviço à universidade, à igreja e à sociedade! Neste IPL, esperamos conversar mais e melhor sobre a questão da verdade. Que desafios, implicações e transformações a "Verdade" única de Deus produzirá para a nossa "práxis" missionária? Sendo essa "Verdade" não apenas verbal, mas, sobretudo "encarnada", que caminhos relacionais estaremos descobrindo com o Mestre? Sabendo que essa "Verdade" realmente esteve entre nós, estaremos dispostos a seguir seu convite e "sujarmos os nossos pés"? Que a graça de Deus seja com todos nós! Equipe de apoio do IPL

.

Programação Anápolis. Goiás 8 a 27 de janeiro 5 .

janeiro Goiás 8 a 27 de .6 Anápolis.

Goiás 8 a 27 de janeiro 7 .Anápolis.

O texto bíblico é santo e inspirado. Sugerimos que iniciem e/ou terminem o EBI com uma oração. mas compreender o que Deus está dizendo. “onde”. pule pra próxima e evite as divagações. o líder do EBI é livre para pular. 2. Os EBI´s foram preparados pela equipe de obreiros. Talvez você não tenha muita experiência na condução de um EBI. Conduza o momento com tranquilidade e creia que Deus há de produzir muita edificação em cada um de nós! 4. janeiro Goiás 8 a 27 de . ou tenha conduzido tantos que já está muito bem acostumado. A resposta esperada para esse tipo de pergunta é bem objetiva (“o que”. mas as perguntas do roteiro não. Por isso.). No início de cada pergunta colocamos uma letra entre colchetes indicando o tipo de pergunta: [O]= Observação. Haverá revezamento e cada participante terá a oportunidade de dirigir pelo menos 1 EBI. Dirigir um EBI preparado por outra pessoa é sempre uma aventura. omita alguma pergunta. aproveite essa oportunidade para aprender! Dê o verdadeiro e merecido valor para o estudo bíblico. reformular ou acrescentar perguntas de acordo com o que julgar necessário. Assim que o grupo encontrar a resposta no texto.Estudos Bíblicos Indutivos Orientações para os líderes de EBI Um bom EBI é um estudo no qual os participantes conseguem se envolver com o texto bíblico a ponto de compreender o que Deus diz por meio dele e permitir que tal mensagem impacte seus corações e gere neles uma mudança de vida. O importante não é completar as perguntas. Cada EBI apresenta um roteiro de perguntas que tem por objetivo nos ajudar a mergulhar no texto bíblico e aplicá-lo à nossa vida. estude-o um dia antes. Por isso. [A]= Aplicação. [I]= Interpretação. 7. se surgir alguma dificuldade. “qual”. Não gaste muito tempo com as perguntas de Observação. Elas são as mais importantes! 9. mas não deixe de fazer pelo menos uma pergunta de Aplicação. 6. As perguntas de Interpretação e Aplicação são mais abertas e espera-se que o grupo discuta mais sobre elas. Permita e estimule todos a contribuírem expressando sua percepção sobre o texto. peça ajuda a alguém da equipe de obreiros. “quem”. Durante esses dias aqui em Anápolis teremos o imenso privilégio de estudarmos o Evangelho de Lucas. Mas. Portanto. gostaríamos de deixar algumas orientações para que possamos aproveitar ao máximo esses momentos: 1. ore meditando no texto e. Ao final lembrem-se de decidir quem ficará responsável para dirigir o EBI no dia seguinte. Que Deus nos abençoe e conduza em cada um desses EBI´s no IPL! Que sejamos transformados nesses encontros com a Palavra e uns com os outros a cada manhã! Equipe de Obreiros 8 Anápolis. 5. fique de olho no relógio! Se for necessário. 3. Portanto. etc. Uma das responsabilidades do líder de EBI é cuidar para que a discussão termine no tempo estipulado a fim de não prejudicar as demais atividades da manhã. Teremos 11 EBI´s durante todo o IPL. quando você estiver escalado para dirigir o EBI. 8.

. [O] Quem eram Zacarias e Isabel? Como Lucas os descreve? (v.Estudos Bíblicos Indutivos | Segunda-feira. e alguns sacerdotes nunca receberam esse privilégio. Anápolis. [A] Termine este EBI orando em duplas pelas famílias uns dos outros. [O] O que aconteceu no santuário do Senhor quando Zacarias estava oferecendo incenso? (v. Rm 3:10). mas somente um Templo. 14-17)? Compare com Malaquias 3:1-2 e 4:5-6. Goiás 8 a 27 de janeiro 9 . 66) 3. [O] Qual foi a reação de Zacarias ao anúncio de Gabriel? Quais foram as conseqüências? (v. Como você tem se relacionado com seus pais e/ou filhos? De que forma sua vida em família pode ser um instrumento na missão de “preparação do caminho” pra que Jesus alcance os corações de seus colegas na universidade? 10. Destarte. 6) e João Batista seria “grande aos olhos de Deus” (v. a ocasião em que Zacarias ofereceu o incenso foi o momento mais importante da sua vida inteira” (Leon L. p. Tamid 5:2). [A] Parte do ministério de João Batista seria fazer voltar os corações dos pais aos filhos e dos filhos aos pais (Ml 4:6 e Lc 1:17). *.+ Oferecer incenso era considerado um grande privilégio. Em que sentido. Um sacerdote não podia oferecer incenso mais de uma vez na sua vida inteira (Mishna. [I] Por que Isabel ficou 5 meses sem sair de casa depois de engravidar? Se ela se sentia humilhada perante o povo por ser estéril. então. Morris. [I] A Bíblia afirma que ninguém é justo (Ec 7:20. [I] O anjo disse a Zacarias que a oração dele tinha sido ouvida. 6. 18-22) 7. [A] Zacarias e Isabel eram “justos aos olhos de Deus”( v. Qual era a oração de Zacarias? (v. [O] O que o anjo disse a Zacarias a respeito do menino que ia nascer (v. 8-12) 4.13) 5.. 9 de janeiro Preparando o caminho Natan de Castro Texto base: Lucas 1:5-25 1. 15). Zacarias e Isabel eram justos? “Havia muitos sacerdotes. por que não saiu contando pra todo mundo que estava grávida? 8. 5-7) 2. Qual é o conceito de grandeza em nossa sociedade? E o que é ser “grande aos olhos do Senhor”? Qual tipo de grandeza nós temos buscado? 9.

4-6)? Qual é a relação desta viagem com Miquéias 5:2? 3. mas não era.Estudos Bíblicos Indutivos | Terça-feira. Deus assegurou que um decreto emitido em Roma obrigaria um homem desconhecido e sua esposa grávida a viajarem até Belém. O que você entende por essa expressão? Leia também Marcos 6:3. mas era Deus interferindo na história da humanidade para cumprir sua própria palavra. janeiro Goiás 8 a 27 de .” (Douglas Connelly. achava que o recenseamento era ideia sua.14) pede que Deus seja glorificado e que haja paz entre os homens. “Maria e José moravam em Nazaré da Galiléia. mas a grande pergunta é: Temos visto o Menino do qual falamos? Ore agora a Deus pedindo pra que nesses dias de IPL possamos ver Jesus (na Palavra e na comunhão) e que nossa missão de anunciá-lo seja uma conseqüência desse encontro com Ele! 10 Anápolis. [A] O cântico da multidão de anjos (v. ao longo do rio Jordão. eles contaram o que viram. a cento e trinta quilômetros de Belém pelo caminho mais curto e cento e quarenta quilômetros pelo caminho mais comum. [I] Por que José foi com Maria para Belém (v. O imperador achava que era ele que estava no controle. 45-46) 4. mas antes disso eles foram vê-lo. para que Jesus nascesse onde Deus havia dito que nasceria. As pistas (envolto em panos e deitado numa manjedoura) despertaram a curiosidade dos pastores para que fossem ao local e vissem o menino Jesus. Portanto. [O] Que informações lhe chamam a atenção nos versículos 1 a 3? 2.) para nós mesmos? Para refletir: No versículo 17 vemos que os pastores saíram contanto a todos sobre o menino. Nossa vida acadêmica tem produzido glória pra Deus e pacificação entre os homens? Estamos na faculdade com o objetivo de amarmos a Deus e ao próximo ou desejamos apenas glória e paz (segurança financeira. [I] No versículo 7 lemos que Maria deu à luz o seu “primogênito”. César. 10 de janeiro Vendo e anunciando as Boas Novas Natan de Castro Texto base: Lucas 2:1-20 1. conforto. [A] Como costumamos encarar as circunstâncias difíceis ou obrigações desagradáveis que nos são impostas? De que forma o episódio do recenseamento nos ensina sobre a soberania de Deus? Como podemos enxergar os eventos que envolvem nossa vida a partir da ótica de um Deus que dirige a história? 5. [A] O que essa história nos ensina sobre evangelização? Temos falado de uma pessoa ou de um conceito aos nossos colegas de faculdade? Temos convidado nossos colegas para verem o Messias ou pedimos que memorizem o plano da salvação e repitam uma oração de entrega? 7. 6. 8-14) O evangelho (boas novas) que o anjo anunciou aos pastores foi uma pessoa (Cristo) e não um conceito (salvação). Sabemos que a tarefa missionária inclui “falar de Jesus”. [O] O que aconteceu entre os pastores nas colinas de Belém? (v. p. em Roma. etc. Aprendemos aqui que precisamos ver (conhecer pessoalmente) Jesus antes de falarmos dele às pessoas.

posteriormente morto. como segue: um no deserto. [A] Pensemos em como temos lidado com nossas posses: a) Nossas túnicas (roupas e calçados): Quantas peças de roupa você tem? Quantos pares de sapato/tênis? João disse que quem tivesse duas deveria dar uma a quem não tivesse nada. os publicanos não deveriam roubar fazendo “caixa dois” ao coletar os impostos. durante o IPL? Nossa comida: Quantas refeições fazemos por dia? Quanto gastamos com alimentação? Como podemos reduzir nosso alimento (jejum) a fim de alimentar outros? (Leia Isaías 58:5-12) Nosso salário/bolsa/mesada: O que nos faz desejar uma renda maior? Queremos ter mais pra repartir mais ou pra consumir mais? Como podemos aprender a nos contentar com o salário (ou bolsa/mesada) que recebemos? b) c) Anápolis. Lucas se despedira de ambos com a constatação de que tanto um como o outro ‘cresciam e se fortaleciam’(Lc 1. por exemplo)? Praticamente todas as instruções que João deu às pessoas. [O] O que João disse ao povo diante da suposição de que ele fosse o Messias? (v. Como podemos obedecer a esse ensinamento quando voltarmos pra casa ou mesmo aqui. Depois que João Batista viveu trinta anos no anonimato. (Fritz Rienecker. 2. os publicanos e os soldados a mostrarem os frutos do arrependimento? (v. [O] Em qual contexto o ministério de João Batista se iniciou? Em que consistia seu ministério? (v. a fim de mostrarem que realmente estavam arrependidas. [O e I] Qual era o tom e o teor da mensagem de João? O que ele quis dizer com a metáfora do machado posto à raiz das árvores? (v. Goiás 8 a 27 de janeiro 11 . o outro em Nazaré. 19-20). 4-6 e Isaías 40:3-5) 3.40.Estudos Bíblicos Indutivos | Quarta-feira. 10-14) 6. 2. 15-18) 7. p. 11 de janeiro O arrependimento que é visível Natan de Castro Texto base: Lucas 3:1-20 “A narrativa de Lucas dos cap. e os soldados não deveriam exigir propinas. 79) 1. [I] O que significa “preparar o caminho para o Senhor” e “fazer veredas retas para ele”? Em que sentido João Batista fez isso por Jesus? 4. 1-3) 2. 8. mas contentar-se com seus salários. diziam respeito à forma como elas deveriam lidar com suas posses: a multidão deveria repartir túnicas e comida com os necessitados.80. [A] João foi preso e. [O] De que maneiras práticas João ensinou a multidão. ele se apresentou publicamente”. 7-9) 5. o rapaz João e o menino Jesus. 1 e 2 havia deixado ambos. por denunciar os pecados de Herodes (v. Quais riscos nós corremos hoje ao denunciarmos pecados individuais e sociais? Qual é sua reação ao ver injustiças na faculdade (colegas colando e professores picaretas. [O] Como Lucas e Isaías descrevem o ministério de João Batista? (v.52).

Estudos Bíblicos Indutivos | Quinta-feira. [I] No versículo 8 Simão Pedro diz a Jesus ajoelhado: “Senhor. 21. para o apostolado (Jo 21. Primeiro para o discipulado e mais tarde. pois ele estava diante do Messias? O chamado: “Não tenhas medo. [A] Jesus já conhecia esses homens aos quais agora faz uma convocação formal (Jo 1. Por que ele reage assim ao invés de querer simplesmente tocá-lo. pois sou um pecador ”.. e João por duas vezes o denomina de “mar de Tiberíades” (Jo 6. é melhor responder! (RS. [O] Que ordem Jesus deu a Simão Pedro? Qual a reação/resposta de Simão Pedro a Jesus? #Nota: a palavra Mestre. tecnicamente correta.1-18).) Agora vamos para a leitura? Olhando em volta: 1. [A] Pedro foi convocado a servir a Cristo após duas pescas milagrosas. de lago. Os demais escritores o chamam de o “mar da Galiléia”. Os originais e outras passagens dão a entender que eles não abandonaram tudo de forma transloucada e irresponsável. Como estes textos refletem na sua vida e compromisso com o Mestre? 6. afasta-se de mim.1-11 Bom dia. janeiro Goiás 8 a 27 de . a partir deste momento tu serás um pescador de vidas humanas. em grego transliterado: epistata. pessoal! Pra começar. 12 de janeiro Quando Ele chama. [O] Onde estava Jesus e o que ele estava fazendo? #Nota: Lucas é o único evangelista que se refere ao grande lago da Galiléia.1) 2.. chamando-o de forma. (KJ) 5. pai de João e Tiago.” (King James) #Nota: É digno de nota o fato de Jesus haver escolhido seus discípulos entre homens que estavam dedicados a um trabalho árduo. mas quando Ele chama.1. mas sim que renunciaram a seus lucros – especialmente os dessa última pescaria – e entregaram a administração da empresa a Zebedeu.18-22). gastem um tempo orando uns pelos outros. [O e I] O que aconteceu quando jogaram as redes na água? Veja também em João 21.40-42. não tem nada a ver com aquele filme.6-11. por tudo que aprenderam juntos e compartilharam durante esse tempo de estudo! 12 Anápolis. 2. vamos gastar um tempo agradecendo pela noite de descanso que tivemos. não entre líderes religiosos preguiçosos e desocupados. E você. Nilsa Oliveira Texto base: Lc: 5. e significa: “aquele que tem o direito de mandar” 3. ou a outros membros da família (Mt 4. que fica a 220m abaixo do nível do mar e mede 21km de comprimento por 12 km de largura.1-2). só aparece em Lucas. quando uma vez mais se achava indigno para o ministério. O que há em comum nas duas situações? Pense bem: 4. outra pesca que poderia ter sido frustrada. como e o que tem renunciado para seguir a Jesus? Para encerrar. Hoje vamos estudar sobre um momento importante no ministério de Jesus e seus discípulos: o chamado! Calma.

[ O e I ] No versículo 7 a fé do centurião é revelada como uma fé pura. como esse homem de fé apresentado aqui (veja: Atos 10. responsável por um grupamento igual ou superior a 100 soldados. Embora os judeus sejam de fato o povo escolhido.Estudos Bíblicos Indutivos | Sexta-feira. 13 de janeiro Um gentio revela sua fé em Jesus Nilsa Oliveira Texto base: Lc: 7.17-18 e 27. para onde foi em seguida e com quem se encontrou no caminho? 2. At 10. como verdadeiros filhos. e a exemplo da certeza absoluta do caráter imutável de Jesus. Como podemos relacionar isso nos textos Mt 8. compartilhe com os seus amigos sobre como a fé pura do centurião reflete na sua fé! Para encerrar.1-2. Goiás 8 a 27 de janeiro 13 . atendê-lo? #Nota: um centurião era um oficial militar romano. [ O e I ] A tradição rabínica considerava o judaísmo como uma garantia herdada e absoluta da entrada no Reino de Deus e por isso também se dizia: filhos de Deus (Is 41. de outros elementos. o que eles têm em comum? 5. Isso nos lembra de outro homem. O NT cita alguns centuriões notáveis. cooperação e sensibilidade (VS.10-17 e 10.1-10.34-36? Gaste um tempo olhando para você: 6. [O] O que Jesus estava fazendo.43). Que notícia é essa e o que ela revela sobre o coração da pessoa que a enviou? 4. [A] Pensando no que aprendemos hoje sobre fé e coração puro diante de Deus.1-13 Bom dia pessoal. fiquem atentos e leiam em versões diferentes.12. Mt 8. que tal a gente gastar um tempo fazendo essas leituras? Por favor. se possível. [ O e I ] No meio do caminho Jesus recebe uma notícia. [O e I] Qual foi o pedido feito a Jesus e por que Ele deveria considerá-lo. 5-6) Pense bem: 3. Jesus mostra seu lado humano ao ficar admirado (surpreso) com a fé e com a compreensão que aquele homem demonstrou ter a cerca de seu poder e autoridade divina. hora de começar a investigação! Hoje vamos conversar sobre um homem muito honrado e sobre a sua fé inabalável. então? Olhando em volta: 1. gastem um tempo orando uns pelos outros. por tudo que aprenderam juntos e compartilharam durante esse tempo de estudo! Anápolis. os líderes judeus admiravam sua honradez. em geral. Vamos lá.2. que não precisa da presença física de Jesus nem. Cornélio em Atos 10. Embora gentio. muito menos. Jesus está comemorando a entrada dos gentios (todos os que não são judeus) no Reino do Pai. Você se vê nessas palavras? Olhem os textos acima. 23.8). mas apenas da sua palavra.

Lucas nos conduz à conversa de Jesus com seus seguidores a respeito de um certo semeador.5) Situação 2 (v.” (v. Na tentativa de nos achegarmos a ela de uma maneira diferente. 1. 14 de janeiro Um certo semeador. Judéia e arredores.. janeiro Goiás 8 a 27 de . Não há relato desse semeador fazendo qualquer coisa a não ser semear e continuar semeando.7) Situação 4 (v. anote o nome de três pessoas que se encaixariam nas seguintes questões: a) Alguém que até ouviu atentamente a Palavra. Comente quem são essas mulheres.Estudos Bíblicos Indutivos | Sábado. quais são suas histórias e qual a importância delas revelada nessa narrativa. é o papel das mulheres no ministério e na narrativa evangélica. [O] No livro de Lucas. sua semente e as terras nas quais elas caem. mas não idêntico. como a postura do semeador poderia servir como exemplo para você (lembrando que a semente é a palavra de Deus)? 4.6) Situação 3 (v. Agora.5) 2ª Explicação sobre o que acontece (v. Enquanto ele ia fazendo o que estava designado a ser feito.13) (v.. proclamando as boas novas do Reino de Deus. A] Pense na figura do semeador: “um semeador saiu a semear sua semente.6) (v. uma das ênfases dadas pelo autor. sua semente e as terras nas quais elas caem Aline Cavalcanti Texto base: Lucas 8: 1-18 Jesus continua seu ministério itinerante na Galiléia. mas não creu e continuou do mesmo jeito: 14 Anápolis.7) (v.8) 1ª Explicação sobre o que acontece (v.14) (v. aos relatos de Mateus e Marcos. Nos versículos de 1 a 3 há um exemplo dessa situação.12) (v. as sementes iam caindo em terrenos diversos. preencha o quadro abaixo para termos um panorama geral: Semente: Semeador: Onde a semente cai? Situação 1 (v. [O] Essa é uma parábola muito conhecida. 2. Pensando em seu dia-a-dia como cristão na universidade e no trabalho do seu GB.5).8) (v. [I.15) 3. Semelhante. [A] Pense em amigos que você teve a oportunidade de apresentar o Evangelho durante essa sua jornada na universidade.

b)

Alguém que ouviu, curtiu, até frequentou algumas reuniões ou te acompanhou a uma reunião da igreja, mas, por algum motivo, se afastou da fé tão rapidamente quanto se aproximou dela: Alguém que ouviu, mas, por causa de uma espécie de sedução promovida por “curtir a vida”, “aproveitar a faculdade”, “querer enriquecer a qualquer custo”, etc, não tem sido capaz de dar frutos bons por serem “sufocados” por essas coisas: Oraremos por essas pessoas no fim de nosso estudo.

c)

d)

5. [I, A] No versículo 15 há uma explicação do que parece ser o ideal que aconteça quando uma pessoa tem contato com o Evangelho. Converse um pouco sobre isso e se auto avalie. 6. [I] Os versículos 16, 17 e 18 parecem estar soltos nesse texto, sem qualquer conexão com o que foi dito anteriormente. Conecte os versos 16 e 17 com o v.10. Como parece ser resolvido o problema “para que vendo, não vejam...” com “não há coisa oculta que não haja de manifestar-se...”? 7. [I] Continuamos com o nó no verso 18. Pense nesse versículo e relacione-o com as seguintes sentenças: “Deus proporcionará mais verdade ainda àquele que apropriar-se ao que já teve ocasião de ouvir” e “para ouvir os mistérios de Deus é mister uma mente sincera e receptiva, porquanto, na ausência da mesma, esses mistérios se perdem e contribuem para a perdição eterna dos que não acolhem”. 8. (Pergunta adicional) Brian McLaren, no livro “A mensagem secreta de Jesus”, faz a seguinte afirmação: “...as parábolas têm a capacidade de ir além de meramente informar seus ouvintes; têm também o poder de ajudar a transformá-los em pessoas interativas, interdependentes, humildes, desejosas de aprender mais, de ser perseverantes....” (p.67). Quando observarmos o encaminhamento da parábola que acabamos de estudar, você consegue concordar com McLaren? Esse é um texto marcado por desafios de interpretação e aplicação. Há, certamente, em você, alguns motivos de oração brotando por causa desse texto. Coloque alguns deles nesse momento de oração e não se esqueça de colocar diante de Deus as pessoas que você elencou na pergunta quatro.

Anápolis, Goiás 8 a 27 de janeiro

15

Estudos Bíblicos Indutivos | Segunda-feira, 16 de janeiro

Uma dose a mais de amor
Aline Cavalcanti Texto base: EBI Lucas 10:25-37 1. [Introd] Vamos começar esse momento com uma “brincadeirinha”: com o objetivo de nos fazer lembrar a passagem, leia-a em voz alta. Agora, o estudante mais velho do grupo vai reproduzir essa história como se estivesse contando para um amigo que nunca a ouviu! Lembre-se de manter a riqueza de detalhes que estão contidas no texto  2. [O,I] Uma pessoa muito instruída nos costumes judaicos resolve fazer perguntas para Jesus. Há, no texto, indícios sobre quais eram as intenções desse homem? Podemos dizer que as perguntas que ele fez são fruto de um interesse genuíno pelo ensino de Jesus? (v. 25, 27, 29 e 37) 3. [I] A pergunta: “que farei para herdar a vida eterna?” parece ser uma forma bem usada para abordar Jesus (Lc. 18:18, Mt. 19:16, Mc. 10:17). Jesus reage de forma diferente nos casos. O que justifica a forma como Jesus agiu dessa vez (v.25-28)? 4. [O,I] Repare nos elementos da parábola (personagens, atitudes...). No que essa história poderia provocar o perito na Lei? 5. [A] Essa parábola expõe como antagônicos os comportamentos de um sacerdote e um levita, e o comportamento de um samaritano com relação ao socorro a uma pessoa em situação de vulnerabilidade. Pense eu seu dia-a-dia. Quais seriam os motivos que fariam você se comportar semelhantemente ao sacerdote e ao levita? 6. [O,I] Vamos pensar agora no samaritano (membro de um povo que, historicamente, era “desprezado pelos judeus por causa de sua raça, reputado por eles como um herético religioso, um pagão, um bárbaro...”):

O que ele estava fazendo? (v.33) O que aconteceu com seus sentimentos quando viu o homem que precisava de ajuda? (v.33) O que ele fez? (v.34) O que aconteceu com seus afazeres? Houve alguma mudança de plano por parte do samaritano? (v.35) Além de socorrer, ele providenciou alguma forma do homem se recuperar totalmente? (v.36) Cite uma palavra que defina o tipo de amor que esse samaritano teve para com o necessitado.

16

Anápolis, janeiro Goiás 8 a 27 de

7. [A] O samaritano, ao socorrer o homem necessitado, não estava cumprindo qualquer tipo de dever, fez de modo altamente voluntário. Conversem sobre como anda o amor de vocês pelas pessoas dentro da universidade. Como está essa relação medíocre dever X voluntariedade extravagante? 8. [O,A] O texto escolhido termina com a continuação do diálogo de Jesus com o perito na Lei. O que é dito (v.36-37) e no que esse diálogo te constrange e te encoraja? Dediquem um tempo em oração pedindo a Deus que nos ensine a amar ao próximo de forma tão extravagante e abundante quanto o samaritano da parábola amou o homem necessitado.

Anápolis, Goiás 8 a 27 de janeiro

17

21 e 34? 11. Elenque com seu grupo de EBI quais são essas verdades. [O] No verso 15. 2. nesse momento. [O.34. quais são os principais blocos desse texto e nomeie-os. 18 Anápolis.Estudos Bíblicos Indutivos | Terça-feira. volte a Lucas para ler os versos 20 e 21. [I] Leia os versos de 16 a 19. [O] Essa é uma passagem comprida. Qual ligação esse texto tem com a parte anterior de nossa passagem? 7. [I] Qual a semelhança entre o rapaz do verso 13 e o rico insensato? 6. qual é o diagnóstico que Jesus faz acerca das verdadeiras intenções desse homem? 3. há um banquete sobre o que devemos saber acerca de nossa atitude diante das inquietações da vida e também acerca da forma como Deus tem cuidado daqueles que lhe pertencem. sugiro que você pense no contraste que há entre investir em tesouros terrenos versus investir em tesouros no reino de Deus. janeiro Goiás 8 a 27 de . [A] O verso 33 é muito intrigante. insaciabilidade. [O] Ainda nos versos de 22 a 34. rapidamente.I] Um homem se levanta fazendo uma petição a Jesus (v.14). Em seguida leia Eclesiastes 3:13.22 ao v. 8. Se lermos sem cuidado a resposta de Cristo (v. O que esses versículos acrescentam para sua compreensão da situação do homem rico? 5. estima e amor desordenado aos bens). (Pergunta adicional) O título desse EBI foi inspirado no nome de uma música famosa de Geraldo Vandré. Quais têm sido seus desafios pessoais nessa área? 9. chegamos até a pensar que ele foi bem grosseiro. 17 de janeiro Pra não dizer que Ele não falou das flores Aline Cavalcanti Texto base: Lucas 12:13-34 1. Jesus denuncia a avareza (que pode ser entendida como ganância. nossa postura diante da vida. Observe. baseada na passagem estudada. Trazendo à tona a afirmação do verso 15. Poderíamos problematizá-lo e passar horas debatendo sobre ele. [I] Qual a ligação que há entre os versos 15. “Pra não dizer que não falei das flores”. [A] O verso 29 termina com “não vos entregueis a inquietações”.13). cujo refrão é: “Vem. Qual a instrução de Cristo acerca da atitude correta diante desse mal e qual a justificativa dessa atitude? 4. Até aí parece haver problema na atitude desse homem rico descrito na parábola? Agora. com seu grupo.I] Leia do v. [O. Mas. vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer” Compare a ideologia contida nesse refrão com o ensinamento de Cristo sobre como deve ser. cobiça. Como essa luta tem sido expressa na sua vida? 10.

Não existe uma opção intermediária. Moisés e os Profetas – Pode ser uma referência que equivale a todo o Antigo Testamento. [I] Como o versículo 26 reforça a ideia que a nossa vida pós-morte terá uma condição imutável? [A] Essa percepção lhe alerta para algo? 4. em como livrá-los de alguma forma do inferno. o homem rico. Goiás 8 a 27 de janeiro 19 . para onde eles vão? Como a situação se inverte na vida dos dois? 3. A parábola também não está tratando literalmente de uma doutrina de como serão exatamente as coisas depois da morte. 1. Leia a parábola em Lucas 16. Depois de sentir na pele o que é estar em tormento. Ela trata de questões mais internas do coração humano e da devoção judaica da época. Obs. A parábola não trata especificamente de riqueza e pobreza como uma condição para ser salvo. [I] Que caminho ele escolhe para isso? 5. a Palavra de Deus. Ou seja. Ela também é relevante para hoje. Jesus trata inicialmente da Parábola do Administrador Infiel concluindo que as riquezas deste mundo podem servir aos anseios humanos ou divinos.: Os judeus associavam a riqueza como benção de Deus. [O] O que ela fala a respeito do homem rico quanto ao seu estilo de vida? O que ela fala sobre Lázaro? 2.Estudos Bíblicos Indutivos | Quarta-feira. pois o estilo de vida moderno em relação ao Deus verdadeiro é muito parecido com o estilo de vida dos fariseus em relação a Deus. Ou utilizamos os recursos financeiros para adorar a Deus ou para não adorar a Deus. Inferno – No Novo Testamento é o lugar de habitação final dos condenados à punição eterna. É um desfeche de onde Jesus queria chegar com seus ensinamentos! Uma palavra forte e contundente. A reposta de Abraão é muito clara! Ela evidencia uma verdade que acontecerá mais tarde sobre ressuscitar alguém dos mortos! [I] O que faltou de verdade para que os judeus se arrependessem? Anápolis. que simbolicamente representa o céu. 19-31 Dicionário: Regalar – Sentir grande prazer. como por exemplo: existirá um lugar de tormento para quem não for salvo pela fé e um lugar de consolo para quem for salvo pela mesma fé. do sofrimento. [O] Após a morte de ambos. e que após a morte o ser humano não poderá escolher mais seu destino. isso era muito forte para eles. ela não proíbe que alguém enriqueça e muito menos incentiva que sejamos pobres a tal ponto do mendigo. no juízo final. O coração adúltero dos judeus corrompidos pelo amor ao dinheiro desprezava os ensinamentos da lei. Ela traz alguns princípios que não podem contradizer o resto da Bíblia. 18 de janeiro Não quero escutar! Luiz Felippe Schmitt Não podemos entender o final do capítulo 16 de Lucas sem ler o começo. Seio de Abraão – hóspede de honra e comunhão na casa de Abraão. alegrar-se. pensa em seus familiares. A parábola do Rico e Lázaro é uma conclusão do capitulo 16. dos profetas e por último o anúncio do Reino de Deus através de João Batista.

[A] Qual é a diferença em ter recursos financeiros e adorar a Deus e ter recursos financeiros e servir ao dinheiro como um deus? [A] Se o homem rico adorasse a Deus você acha que mudaria alguma coisa em relação ao mendigo que morava em sua porta? 7. [A] O que você está verdadeiramente fazendo para que mais pessoas ouçam e entendam o evangelho e que elas saibam que suas escolhas para depois da morte precisam ser decididas nesta vida? Eixinho – O monumental – Aprendendo a Ouvir I 20 Anápolis. janeiro Goiás 8 a 27 de . Pense na evangelização: as pessoas de hoje não procuram escutar a palavra de Deus.6. em geral querem adaptá-la ou rejeitá-la. Pensemos agora nos estilos de vida e adoração.

4. [A] Que atitudes suas se assemelham com a dos fariseus quando você procura a Deus? [A] Em que medida você está se enxergando no grau da sua espiritualidade? Anápolis. muitos destes do baixo escalão. Pecador – Todos os seres humanos são. a lei do AT ordenava que os dízimos fossem pagos pelos donos de terras. eram judeus. 1. e muitas vezes iam além dela. O fariseu foi muito além daquilo que era exigido. seja com um irmão em Cristo. para não se arriscar a comer um alimento do qual o dízimo de Deus não havia sido pago. que protege ou auxilia. É interessante observar que os cobradores de impostos judeus não tinham direitos civis. [O] Como é a oração do publicano? O que ele falava? Como ela contrasta com a oração do fariseu? 6. Bem diferentes! Nós podemos ter o hábito de vez por outra fazer comparações de nossa espiritualidade. Como diz Lowerence O. Publicano – Cobradores de impostos. [O] Por que foram ao templo? Como orava o fariseu? Quais palavras ele utilizou? 3. A lei do Antigo Testamento estabelecia apenas um dia por ano no qual o judeu piedoso deveria jejuar – o dia da expiação (Lv 16. 5. [I] O fariseu orava sinceramente? Era costume da época chegar no templo a qualquer hora e fazer a oração em pé! O fariseu era considerado um exemplo de religiosidade. Goiás 8 a 27 de janeiro 21 . é uma condição. eles não podiam sequer testificar perante um tribunal rabínico. O fariseu dava o dízimo daquilo que comprava.Estudos Bíblicos Indutivos | Quinta-feira. 9-14 Dicionário: Propício – Favorável. seja com uma pessoa que não é crente.29). uma perversão moral inata que conduz ao erro. [O] Qual foi o veredito de Jesus em relação aos dois personagens dessa parábola? [O] Dá para imaginar como entender isso para os judeus-fariseus deve ter sido difícil? [I] Que princípio de vida Cristo está trazendo no final dessa parábola? 7. qualquer que fosse a produção de sua terra. favorecedor. da mesma forma que era visto pelo fariseu – uma companhia que só era adequada aos trapaceiros. Richard: “ Jejuo duas vezes por semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo “. Richard segue: É importante lembrar que o publicano era considerado pela sociedade como um todo. [I] Do que a parábola trata? (Verso 9) 2. Nossa avaliação depende muito de como vemos as coisas. 19 de janeiro Como você se vê? Luiz Felippe Schmitt A questão da justificação é bem interessante! Quando estamos justos diante de Deus? A estória de hoje trata de dois olhares de si mesmo. Que esse estudo ajude a compreendermos como olhamos para nós em relação a Deus e aos outros! Leia a parábola em Lucas 18. vigaristas e adúlteros. [I] Como era a autoconfiança do publicano? [O] Ele chegou a entrar no templo? [I] Você acha que o fariseu falou a verdade na sua oração a respeito do publicano? Lowerence O. e jejuava duas vezes por semana! Semelhantemente. em procurar obedecer a Lei (Lei dada a Moisés). alguém que era disciplinado em estudar.

perceberíamos que comparados com sua infinita estatura moral. com 5 cm de altura na régua da moralidade. Você e eu. Dilbert – Sucesso 22 Anápolis. Mas se tão somente olhássemos para Deus. como Deus quer que cheguemos a Ele em oração? Como você pretende orar a Deus daqui para frente? Lowerence O.8. o melhor dentre nós está infinitamente aquém do Senhor. Richard: O problema é que os outros seres humanos não são padrão de comparação pelo qual Deus mede a justiça de alguém. janeiro Goiás 8 a 27 de . podemos parecer muito superiores aos outros que medem apenas meio ou 1 cm na estatura moral. [A] Na verdade.

você concorda com Cristo? 4. Essa parábola Jesus está contando aos seus discípulos. 1-15 Dicionário: Fariseu – Membro de uma seita judaica surgida no séc. [O] Qual solução ele traz para seu problema? [I] Você acha que ele agiu com sabedoria? Por quê? 3. serviço. esperto.. direcionada com os propósitos finais errados! Agora. lealdade. [O] Qual pecado veio a tona descoberto pelo homem rico em relação ao seu funcionário (o administrador)? Qual foi o dilema ou crise que assolou o administrador? 2. Sua atitude foi até elogiada. Jesus faz uma afirmação difícil para seus discípulos no verso 8. Jesus traz algumas lições com sua fala. equivale a um tonel. nos Evangelhos. perspicaz. se puder! 5. prudência. [A] Ele empenha toda sua energia no seu crescimento monetário aqui na terra. ou melhor dizendo. não a da corrupção. Jesus sabiamente utiliza a estória de um administrador ladrão que tenta dar a volta por cima antes de ser demitido pelos seus atos corruptos. pode ser usado também na causa do Reino de Deus. ele ensina sobre projeto de vida. C. Percebe-se uma determinação do administrador no versículo 4 (Leia). que se torna uma divindade em oposição a Deus.Estudos Bíblicos Indutivos | Sexta-feira. é acusado de hipocrisia e excessivo formalismo. Goiás 8 a 27 de janeiro 23 . [I] Como você interpreta essa afirmação. investimento a longo prazo. porém os fariseus também a escutavam atentamente. azeite e outras bebidas. Coros – Antiga medida hebraica. que se caracteriza pela observância exageradamente rigorosa das prescrições da lei escrita. Ainda sobre investimentos financeiros. Riquezas de origem iníqua – o dinheiro. falta em você algo como cristão para chegar a essa mesma garra e motivação em investir nas coisas eternas ou não? Explique se puder! 6. [I] Por que não dá para servir a Deus e as riquezas ao mesmo tempo? Anápolis. [O] Que recomendação Jesus está fazendo para o uso do dinheiro no verso 9 e como seria isso na prática? [A] Mostre exemplos. mas a de criar uma previdência para seu futuro. olhamos para o mundo e percebemos quanto dinheiro gasto com coisas temporais. mordomia e devoção. Cados – Vaso de barro para guardar vinho. olhe para sua vida e compare-a com a de um grande investidor mundano. 20 de janeiro Imagine se essa energia fosse usada para o bem! Luiz Felippe Schmitt Ser hábil é algo importante nesta parábola. quanta energia foi mal direcionada. II a. Vamos ver como Jesus ensina tudo isso e que lições podemos trazer para nossas vidas! Leia a parábola em Lucas 16. 1. [I] O que Jesus quer dizer com “quem for fiel no pouco será fiel no muito”? 7. Atilado – sagaz. mas que.

[A] De fato.8. [I] Que características do coração humano você percebe na parte final desse texto? 9. você tem servido a Deus ou ao dinheiro? Qual dos dois tem sido seu Senhor? Recruta Zero – Motivação 24 Anápolis. janeiro Goiás 8 a 27 de .

8 de janeiro Evangelho de Lucas: a Verdade para uma cultura pluralista Reinaldo Percinoto Jr. por testemunhas oculares” 3. desde o começo” 4. “fatos que se cumpriram entre nós” 2.Exposições Bíblicas Domingo. “para que *lendo+ tenhas a certeza das coisas que te foram ensinadas” E agora. Texto: Lucas 1:1-4   Lucas. “transmitidos. “investiguei tudo cuidadosamente. José? Anápolis. um historiador Lucas. um teólogo da salvação  Um não-judeu no meio do Novo Testamento  Boas notícias para pessoas reais. “um relato ordenado” 5. Goiás 8 a 27 de janeiro 25 .. com necessidades reais  Salvação integral!  Iniciando o seu relato – 05 estágios racionais (1:1-4) 1..

3. Sobre Jesus: Aquele que ferirá a Serpente: Gn 3. o Eterno: Mq 5.15 / A Benção das Nações: Gn 12. Maria compreende seu papel na “história maior” – e não se prende a seus desejos egoístas ou à percepção temporal.22 / O Rei Eterno: Dn 7. D) Cantorias Os três cantos usam da linguagem típica de adoração do A. a serva fiel 1.12 / Nascido em Belém. O papel de Maria (ou sua missão) é ceder o seu ventre e junto a José. janeiro Goiás 8 a 27 de 26 . João: Profeta do Altíssimo: Is 40... Lugar “inesperado”: Nazaré.2 2.3 B) O Anúncio 1.13 e 14 / O Intercessor: Is 53.T. Sua “grandeza” está na submissão ao Senhor. exaltando a bondade e a misericórdia do Senhor “Lembrou-se da sua misericórdia para com Abraão” Zacarias (Esperança): O Benedictus. elevam à alma a adoração. 2.3 / Grande e Poderoso: Sl 101. Maria conhecia a Lei e os profetas e temia seu Senhor (o anjo refere-se à Davi e à Jacó). canto de ação de Graças. para brilhar sobre aqueles que estão vivendo nas trevas (. A mensagem de Gabriel: Alegre-se favorecida (agraciada) / Você conceberá pelo ES/ O menino se chamará Filho do Altíssimo / Deus dará o trono de seu pai Davi/ Ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó / Isabel..Exposições Bíblicas | Segunda-feira. A contemplação da grandeza de Deus e seus feitos. ao espírito de assombro.)” Anápolis. Obediência e humildade são virtudes dos servos. milagrosamente. o cuidado familiar.. profético (sobre João e sobre Jesus) e cheio de esperança “(. ao sincero deslumbramento! Isabel (Amor): Um breve canto. na Galiléia / Pessoa “inesperada”: Uma jovem possivelmente pobre e ainda sem experiência como mãe ou cuidadora de um lar. receptivo.) nos visitará o sol nascente. está em sexto mês de gestação C) Maria. 118. 9 de janeiro O cumprimento da promessa I: o anúncio e as cantorias! Giovanna Amaral Texto: Lucas 1:26-80 A) Cumprindo o que havia sido prometido! 1. humilde e amoroso “A mãe do meu Senhor” Maria (Fé): O Magnificat. Sua questão ao anjo é uma “dúvida sincera” e não uma teimosia (Bem aventurados os que não viram e creram) 2. A compreensão de Maria sobre a ação redentora de Deus na humanidade.

(referências: É impossível a “neutralidade” sobre o ministério de Cristo . Os desejos de Cristo são os mesmo do que os do Pai.10 a 13 / Gl 4. C) O Jesus menino 1. A profecia (também um canto) de Simeão: Luz aos gentios e Glória à Israel. Goiás 8 a 27 de janeiro 27 . 100 % homem. Lucas: Introdução e comentário. 2003. Curitiba. Volume 1. Editora Encontro. João. 1. Tão novo e tão seguro de si! . perfeito e puro. Valdir. FRESTON. Semelhança com Samuel 2.1) 2. 4. (referência da humildade de Cristo em Gl 3. Anápolis. cumprindo a Lei que “ revela o pecado da humanidade”. Russell Norman. Editora Ultimato. Duas referências sobre crescimento. que crê no Messias bebê. São Paulo. D) Crescendo. Nem Monge.15) BIBLIOGRAFIA HENDRIKSEN. Editora Milenium.4) B) As profecias: 1. Editora Cultura Cristã.. Porém Simeão introduz um discurso nada agradável! Ele traz “más notícias”: Cristo trará contradição em Israel. O novo testamento interpretado versículo por versículo. 2003. sabedoria.23 e sobre Maria Jo. O coração “entesourado” de Maria! 2. A angústia de Maria e José: uma repreensão e uma não compreensão! a. 1985. As primeiras palavras “registradas” de Cristo: “Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?” 3. São Paulo. Nem Executivo: Jesus. o resgate do primogênito (Ex 13. MORRIS. em um profundo e perfeito relacionamento com o Pai. Leon L. obediente! Cristo é O homem perfeito.mas. Volume 2: Lucas. A circuncisão. 2011. a purificação de Maria. São Paulo.. William. Série Cultura Bíblica. 19 : 25 a 27).Exposições Bíblicas | Terça-feira. A profetiza Ana: Uma mulher piedosa. STEUERNAGEL. 1983. Comentário do Novo Testamento: Lucas.. e algo desagradável acontecerá com Maria: “uma grande espada atravessará sua alma”. voluntariamente. O Deus que se autolimita. Fazendo Teologia de Olho na Maria. graça diante de Deus e os homens. desde o início: Cristo. 10 de janeiro O cumprimento da promessa II: o início do Reino sem fim! Giovanna Amaral Texto: Lucas 2:21-52 A) Cumprindo a Lei de Moisés 1.Lc 11. CHAMPLIN. 2.. um modelo de Espiritualidade. Vida Nova. Paul. 100% Deus (referência Hb.

. 11 de janeiro O perigo dos caminhos alternativos Reinaldo Percinoto Jr. A genealogia (vv. (vv... Texto: Lucas 3:21 – 4:15 1..4) A segunda possibilidade. A tentação (4:1-15)       No deserto.9-12) 5.3.22) 3..5-8) A terceira... E agora.. Quarenta dias.21. (vv. O batismo (vv.Exposições Bíblicas | Quarta-feira. José? 28 Anápolis. Introdução 2.23-37) 4. A primeira possibilidade de “descaminho” (vv... janeiro Goiás 8 a 27 de . Jejuando.

12 de janeiro O “mapa” para uma vida autêntica! Reinaldo Percinoto Jr. tal filho”.17-19) 2. 24-26) 3. humildade e integridade: condições do zelo (vv.20-26)   Desejem o que o mundo despreza! (vv.31) A natureza da atitude amorosa: três ilustrações (vv.47-49) 6..35) 4.. Introdução (vv..29. Texto: Lucas 6:17-49 1.43-45) 5.30) A “regra de ouro” (v.. (v. (vv.36-38) Discernimento. E agora.27a) Amor expresso em atos e palavras (vv. 27B. mas a maneira de construir. Goiás 8 a 27 de janeiro 29 .20-23) Rejeitem o que o mundo admira! (vv. Julgando sem julgar (vv. Fundamentos (vv.Exposições Bíblicas | Quinta-feira. 27-35) [título de livro de Carlos Drumond de Andrade]       Agapė: amor até mesmo aos indignos (v..39-42) “Cultivando” um bom tesouro (vv..46-49)   Necessidade da prática (v. “Amar se aprende amando”* (vv. José? Anápolis. Revelando um vazio de valores (vv.46) O terreno era o mesmo.36-45)    Olhar para o alto ajuda a enxergar dos lados! (vv.28) Amor: atitude que refreia a vingança e a avareza (vv.32-34) “Tal Pai.

50 8. janeiro Goiás 8 a 27 de . 36 2.41. Jesus e a mulher) – vv. Introdução (o fariseu. Texto: Lucas 7:36-50 1.44-48 7.38 3.Exposições Bíblicas | Sexta-feira. Jesus e a mulher) – v. Uma mulher derrama seu amor (em retrospecto) – vv. Conclusão (os fariseus. E agora José? 30 Anápolis.37. Uma mulher derrama seu amor (em ação) – vv.42a 5.49.39.40 4. 13 de janeiro O dia em que um juiz virou réu! Reinaldo Percinoto Jr. Um diálogo (Simão julga erradamente) – vv.42b. Um diálogo (Simão julga corretamente) – vv.43 6. Uma parábola – vv.

o que faço com esses números?” Anápolis. mas agora com uma diferença (8:22-56)   sem grandes multidões o tempo de partida se aproxima 3. 57-62)  rica estrutura literária (04 pontos de comparação)  Quem quer ser um. o funeral e o arado (vv.58)  O funeral das normas culturais (vv.62) 6. 37-50)   Quatro incidentes curtos: falta de fé. Introdução 2. 51-56) 5. O discipulado (9:1-36)    Uma nova fase no ministério de Jesus “Quem.?” . Texto: Lucas 8:19 – 9:62 1.. raposas.uma sequencia de respostas Uma sequencia extra: messiado =>> cruz! 4. “E eu. lentidão. rejeitado? (vv. Mais lições acerca do discipulado (vv.b) A raposa.60)  Quem ara não pára! (vv.. 14 de janeiro Sobre discípulos.. Um novo agrupamento de milagres.a) A rejeição samaritana (vv. Goiás 8 a 27 de janeiro 31 . é este. Jesus e os discípulos (vv.59. 51-62) 5. 5. funerais e arados Reinaldo Percinoto Jr.. intolerância Conclusão da “seção galiléia”.61.Exposições Bíblicas | Sábado. Ainda há muito para aprender. pois. orgulho.57.

Todo crente em Jesus tem o espírito Santo (At 1.29)  Antes de ensinar a oração modelo (11.9-13. nos oferecendo total garantia de que Deus atende às nossas súplicas (vs.16)  Antes de escolher os doze apóstolos (6.19). Isto por si só já mostra que.5-8) e o ensino de Jesus a cerca da perseverança na oração (11. Orar “Pai Nosso” equivale a conhecer a três Pessoas da Trindade.12)  Antes da confissão de Pedro em Cesaréia de Filipe (9. 9-13). que nos dá acesso à sua mente. sendo o primeiro e maior deles o dom da salvação (1Co.12-13).34-35) # O ensino de Jesus sobre oração (11.9-13) Lucas é o evangelho da oração e nos revela o apelo de Jesus para que sejamos ousados e perseverantes na oração (vs.21)  Depois das curas que fazia (5. 5.1-4) O Pai Nosso que aparece nos vs. pois apenas nela e por meio dela essa oração é possível. abrimos a alma para a sua maravilhosa e completa ação (Ef. Teu é o Reino). 4. mas do que uma “fórmula fixa”. (Gerald Bray. (King James. 2b-4 é mais curto do que o Pai Nosso que aparece em Mt 6.1)  E na Cruz (23.18)  No momento em que foi transfigurado (9.Exposições Bíblicas | Segunda-feira. Lucas registra mais sete vezes em que Jesus orou:  Quando foi batizado (3. O argumento é que se nós que estamos sob a influência do pecado universal (13. 16 de janeiro Um exemplo a ser seguido Nilsa Oliveira Texto: Lucas 11:1-13 # Além das orações de Jesus que aparecem nos outros evangelhos. Gl 5. ainda assim. janeiro Goiás 8 a 27 de . 5-8).22). enraizado em seu ser interno. mas quando pedimos que espírito santo dirija as nossas vidas.1-9). quanto mais o pai da humanidade fica feliz em presentear seus filhos com os dons espirituais. # A parábola do amigo insistente (11. sete pedidos em Mateus. são cinco pedidos em Lucas. o Pai Nosso é um modelo de oração. algo que jamais ocorreria de outra forma. Orar “Pai Nosso” é entrar em um novo relacionamento com o Deus.30 com 1Ts.8. somos amorosos para com os nossos filhos. Edição de Estudo) 32 Anápolis.

com o passar dos séculos. mas sim aquela pessoa que. a implantação e o desenvolvimento da nova natureza do reino não podem permanecer ocultos ou tímidos.23-31). Jesus não é claro sobre o número de salvos. 17 de janeiro O Reino de Deus Nilsa Oliveira Texto: Lucas 13:18-30 # A semente de mostarda e o fermento (18-21) Estas duas comparações ensinam que o Reino de Deus começa pequeno. como no mundo e nas almas humanas. A mesma quantidade usada por Sara em Gn 18.Exposições Bíblicas | Terça-feira. 19.13. com o tempo.25.12. 8. # Estreita é a porta do Reino (22-30) No verso 22 começa uma seção que vai até 16. Tanto nas plantações quanto na cozinha (onde a alimentação é preparada). Goiás 8 a 27 de janeiro 33 . arrependida de sua condição mundana e pecadora. mas depois. a expressão grega três satos significa uma grande quantidade de farinha (pouco mais de 10 kilos).8. pois a porta é estreita e não permite que passemos carregando nosso “Eu” ou o “mundo”. o Cristianismo se tornou a maior das religiões da terra. No primeiro século da Igreja. lutar (concentrar toda força e atenção). Edição de Estudo).6-8. 20. O verdadeiro salvo não é necessariamente o religioso e bem instruído. a ignorância dos pagãos (gentios) em relação ao Reino de Deus em Cristo era quase total. até de forma invisível. Anápolis. com o objetivo de responder a duas questões especiais. (King James. em Cristo. se torna poderoso e eficaz (At 1. 28.6. mas adverte que muitos tentariam buscar a salvação (entrar no Reino) depois de ser tarde demais (portas fechadas). Entretanto. que muito preocupavam os teólogos da época de Jesus e de hoje: “Quem entrará no Reino de Deus?” e “serão muitos ou poucos os que terão esse acesso privilegiado?”. Apesar das multidões que vinham à procura de curas e outras bênçãos. (King James. Edição de Estudo). No original. sente o desejo inesgotável de.

O evangelho é ministrado de graça e tudo já está preparado para o grande evento. preferem trabalhar. Mt 8. virá o fim dos séculos e a completa implantação do Reino de Deus (Rm 11. 25. 34 Anápolis. às bodas do céu. Assim que a Casa estiver com sua lotação preenchida. Verso 20: Os homens deram uma série de desculpas falsas. Ap 19. comprar e vender seus bens temporais a receber o Reino eterno de graça (Ef 2. em forma de parábola. Os homens procuram eximir-se da responsabilidade de atender ao convite do Senhor. (King James. Jesus aproveita a manifestação deste homem para adverti-los. ganhar.9). Os justos são os que forem justificados por Deus por causa do sacrifício expiatório de Jesus Cristo e que tiverem comprovado sua fé mediante as suas ações na terra (Mt 25.1-10. mas da vida espiritual.6 de acordo com Tg 2. serviço e humildade.2-4). e qualquer recusa será entendida como uma afronta. uma vez que ninguém compra terras e propriedade sem ver. ou boi de arados sem experimentá-los. pois preferem cuidar de suas prioridades terrenas a fazer parte do Reino (Jo 3. especialmente no juízo final. Nem mesmo a rigidez das cerimônias matrimoniais dos antigos judeus privaria o jovem marido de levar sua esposa ao banquete e atender ao convite do seu Senhor. mas conforme o testemunho de Cristo que se doou completamente. o cristão sábio é aquele que age de maneira a agradar a Deus e obter a sua aprovação na ressurreição dos justos.29.11. 26.29. como o casamento. revelando uma atitude de total abnegação (Fp 2. Verso 11: Deus não honrará seus filhos segundo a prática mundana de exaltar aos que tem influência nesta vida. Por isso. Verso 9: Jesus não está falando apenas de boas maneiras. Obviamente não há desculpas para não aceitar tal honra. Is 25. 18 de janeiro Humildade e Hospitalidade Nilsa Oliveira Texto: Lucas 14:7-24 # Os humildes serão exaltados (7-14) Verso 7: Jesus já antevia as discussões insensatas por posições e poder na comunidade dos cristãos e recomenda que o servo entregue esse assunto ao Pai e aguarde sua promoção em paz. Edição de Estudo). na qual a humildade é o primeiro requisito para a exaltação. # A parábola do grande banquete (15-24) Verso 15: Era comum aos estudiosos das escrituras associarem o reino futuro de Deus a um grande banquete (13. Verso 14: Todas as nossas intenções e ações têm sua recompensa.25). preferem seus relacionamentos no mundo.3-5). janeiro Goiás 8 a 27 de .6.34-40).8-9).Exposições Bíblicas | Quarta-feira. Verso 24: A parábola do maravilhoso banquete (grande ceia) nos ensina: Deus convida a humanidade para entrar em seu Reino e cear com Ele e seus amigos. sobre o fato de que nem todos entrariam no Reino de Deus.

etc)  Seu ministério traz divisão (12:51)  Sábado na casa de um fariseu.Exposições Bíblicas | Quinta-feira. 19 de janeiro Perdidos e achados Phil Rout Texto: Lucas 15 Introdução Contexto:  Jesus a caminho de Jerusalém e a cruz (9:51. Goiás 8 a 27 de janeiro 35 . Em pauta: Um grande banquete (14:7-24)  Qual o preço de seguir a Jesus? (14:25ss) Estrutura de Lucas 15:  Dois grupos de ouvintes (v1-2)  Uma parábola (v3ss) que atinge ambos A Ovelha e a Moeda:  A alegria na terra pelo reencontro do que estava perdido  A alegria no céu pelo arrependimento de um pecador Os Filhos:  Um filho ‘rebelde’ se arrepende (v11-20)  Um pai compassivo derrama graça (v20-24)  Um filho ‘escravo’ se ira (v25-31) Rebelde! Você pode ser um filho! Escravo! Você pode ser um filho! Anápolis. 18:31ss.

janeiro Goiás 8 a 27 de . oração e esperança Conclusão:  Cada ouvinte tem dois pecados para se arrepender. por causa do juízo que vem vindo A fé que salva conduz o crente por um novo caminho Lucas 17:1-19 – atitudes condizentes com a verdadeira fé em Jesus  Tratar o pecado com seriedade  Tratar o pecador com misericórdia  Tratar o serviço como um dever  Tratar o Senhor como nossa Salvação  angústia.Exposições Bíblicas | Sexta-feira. 20 de janeiro A terceira via da fé salvadora Phil Rout Texto: Lucas 17 Introdução:  Como se parece a fé salvadora? Contexto:     Capítulos 16-18: Os dois grupos – ‘rebeldes’ e ‘escravos’ – em foco O lugar de Lucas 17 dentro dessa estrutura Crer nas palavras de Jesus é de importância crucial. Quais são os seus? É preciso agir! 36 Anápolis.

2) Recursos escassos e demanda crescente  (v. 5-9) Anunciando o Reino quando bem recebidos  (v. 10-12) Anunciando o Reino quando mal recebidos  (v.Exposições Bíblicas | Segunda-feira... Betsaida e Cafarnaum  (v. 23-24) Olhos e ouvidos privilegiados Aplicação Anápolis. 17) O retorno alegre da parte prática  (v. Goiás 8 a 27 de janeiro 37 . Corazim. 3-4) Cordeiros entre lobos  (v. 18-20) Cuidado com a alegria visível!  (v. 13-16) Ai se eu te pego. 1) Em duplas “preparando o caminho para o Senhor ”  (v. 23 de janeiro Os 36 grupos de parte prática de Jesus Natan de Castro Texto: Lucas 10:1-24  (v. 21-22) Jesus ora em ação de graças  (v.

13) O envio do filho amado (v. 17-18) “É pau. 9) Plantar.Exposições Bíblicas | Quinta-feira. 19) Um assassinato suicida Aplicação 38 Anápolis. é pedra. 14-15a) O filho amado é assassinado (v. 10-12) Hostilidade contra os servos (v. 26 de janeiro A parábola dos lavradores maus Natan de Castro Texto: Lucas 20:9-19 Intro 1: Esboço de Lucas         (1:1-4) Prefácio (1:5 – 2:52) As narrativas da infância (3:1 – 4:13) João Batista e a preparação para o ministério de Jesus (4:14 – 9:50) Jesus na Galiléia (9:51 – 19:44) Viagem da Galiléia para Jerusalém (19:45 – 21:38) Jesus em Jerusalém (22:1 – 23:56) A Paixão (24:1-53) A Ressurreição e Ascensão Intro 2: Esboço de “Jesus em Jerusalém”          (19:45-48) Jesus “chuta o pau da barraca” no Templo (20:1-8) Os religiosos questionam a autoridade de Jesus (20:9-19) A Parábola dos lavradores maus (20:20-26) 1ª cilada: O pagamento do imposto a César (20:27-40) 2ª cilada: O conto da viúva negra que matou 7 maridos (20:41-44) O xeque-mate de Jesus: O Cristo é Senhor de Davi! (20:45-47) Versão zipada do discurso de Jesus contra os religiosos (versão completa em Mt 23) (21:1-4) A oferta da viúva pobre (21:5-38) O discurso escatológico de Jesus Intro 3: A parábola dos lavradores maus a) Jesus contou uma parábola contra os religiosos. janeiro Goiás 8 a 27 de . b) Nós somos os religiosos!!!        (v. 15b-16) Consequências para os lavradores e para a vinha (v. é o fim do caminho” (v. arrendar e se ausentar (v.

22-24) O testemunho “duvidoso” das mulheres (v. 1995. 1-8) Procurando entre os mortos Aquele que vive (v. 25-27) Aula de Cristologia do Antigo Testamento (v. Neste livro ele expõe com muita propriedade exegética as parábolas da narrativa da Viagem (Lucas 9:51 a 19:48) e propõe aplicações contemporâneas a cada uma delas.Exposições Bíblicas | Sexta-feira. 36 e 40) O “cupom fiscal” da paz (v. 44-45) Aula de Cristologia do Antigo Testamento II (v. 37-39 e 41-43) Jesus não é Gasparzinho (v. 28-29) O “drible” de Jesus (v. Kenneth. 46-49) Vocês são testemunhas destas coisas A ascensão   (v. Goiás 8 a 27 de janeiro 39 . Egito. Síria. 52-53) Jerusalém: Lugar de adoração e tentação Aplicação BIBLIOGRAFIA COMENTADA: BAILEY. 19b-21) A Cristologia de Cleopas (v. 30-32) Mesa: Lugar onde muito mais que pão é partilhado (v. Iraque e Palestina. São Paulo. 9-12) Mulheres loucas ou homens céticos? Encontrando Jesus na estrada         (v. 13-16) De volta pra casa (v. As parábolas de Lucas. Este livro é resultado da imersão do autor nas culturas do Oriente Médio. 33-35) De volta pra Jerusalém Jesus chega pro jantar     (v. Anápolis. 17-19a) “Sobre o que que ocês tão proziano?” (v. Bailey passou mais de 20 anos mergulhado nas línguas e costumes dos camponeses do Líbano. 27 de janeiro O dia em que a morte morreu! Natan de Castro Texto base: Lucas 24:1-53 As primeiras testemunhas da ressurreição   (v. Vida Nova. 50-51) A despedida (v.

CHAMPLIN. Comentário bíblico bem completo. É uma obra mais para consulta do que pra leitura seqüencial. Tem uma visão bem ortodoxa do texto bíblico. em geral. Mundo Cristão. A linguagem de Deus. Paulus. 1992. Na primeira parte do livro (Jesus em suas histórias) o autor reflete sobre as parábolas da narrativa da viagem (Lucas 9:51 a 19:48). Evangelho de Lucas: Comentário Esperança. Na segunda parte faz o mesmo com as seis orações de Jesus registrada nos evangelhos. Eugene H. Não diviniza Maria. Editora Cultura Cristã. Ivo. São Paulo. Russell Norman. São Paulo. 1992. Leon L. Ler os autores desta série sempre me ajuda a manter um equilíbrio nesse pêndulo e buscar a prática da missão integral. Esta obra é bem completa e apresenta uma linguagem bem acadêmica. O autor é alemão e traz uma excelente contribuição pra nós. MORRIS. Editorial Press: São Paulo. 40 Anápolis. KISTEMAKER. STORNIOLO. Vida Nova. Excelente livro do Peterson! Por ser poeta e pastor. Fritz. Série Cultura Bíblica. Lucas: Introdução e comentário. Observa e interpreta bem. mas aplica pouco. política e econômica que espiritual). Volume 2: Lucas. Esta série foi elaborada para as CEB´s (Comunidades Eclesiais de Base) da igreja católica com o objetivo auxiliar os leigos a dirigirem estudos bíblicos nas casas. O autor comenta o texto bíblico versículo por versículo após traduzi-los do grego. 2005. Os evangélicos brasileiros. O novo testamento interpretado versículo por versículo. Maria: Um modelo bíblico de espiritualidade. 2011. As Parábolas de Jesus. janeiro Goiás 8 a 27 de . mas consegue ser pastoral e prático. 2002. PETERSON. São Paulo. 1983. São Paulo. é bem conciso. Editora Hagnos. Editora Ultimato: Viçosa. como todos os desta série. Expõe 40 parábolas de Jesus de maneira sucinta e prática. consegue vasculhar a riqueza da linguagem utilizada por Jesus em suas histórias e orações. O livro é de fácil leitura e tira a poeira das tradições da igreja que nos confundem em relação ao natal. latinos. Editora Evangélica Esperança. Curitiba. João. traz uma boa introdução aos livros bíblicos e cada capítulo termina com perguntas para discussão (como os EBI´s). enfatizam mais a salvação espiritual e escapista (justificação pela fé pra ir morar no céu depois que morrer). RIENECKER. mas a apresenta como um bom modelo de espiritualidade a ser seguido por todos os cristãos. A leitura é fácil. que somos viciados em autores norte americanos. 2002 O autor é protestante e faz uma exposição sobre as narrativas em que Maria aparece nos Evangelhos. Os autores são católicos e advogam a teologia da libertação (O Evangelho traz libertação mais social. Nele o autor vai direto ao ponto e não se perde em explicações minuciosas de detalhes. pois explica as parábolas propondo aplicações contemporâneas. Douglas. Excelente pra preparação de sermões ou EBI´s quando não se tem muito tempo pra consultar muitas obras de apoio. Excelente pra elaboração de sermões e EBI´s. Como ler o Evangelho de Lucas: Os pobres constroem a nova História. Este comentário de Lucas. CONNELLY. Simon. São Paulo.

 A espera como parte da formação  Administrando esse poder para a harmonia  O doar-se (negar-se)  O problema da "pluralidade sexual" na visão cristã de família (apetites sobrepondo as alianças e o domínio próprio – porque os apetites não podem nos submeter) – misericórdia X tolerância secular – o pecado da igreja  Tendo paz e liberdade Anápolis. Goiás 8 a 27 de janeiro 41 .Palestras Pura humanidade! José Miranda Filho Projeto de uma vida a dois:  Sonhos o Como são formados o Escapismos e medos o Esperanças (reais X escapistas)  Procura o Pré-requisitos  Projetos em comum  Compatibilidades  Ter condições de receber o amor que temos para dar o Dificuldades  Impaciência  Hormônios  Pressão social (o ET)  Sustento  Adaptação dos projetos (harmonização dos planos)  Auto sabotagem  Objetivos (Foco) o Reino de Deus o Construção de uma família cristã (o que é uma família cristã) o Companhia na caminhada  Esperança e vontade de Deus o Perseverança o Sujeição à soberania de Deus o Confiança em Deus que quer o melhor para nós o Aceitar o não representa tanta fé como receber o sim Sexualidade:  O natural  O projeto de Deus. dinheiro e poder).  Domando um poder (sexo.

Liberdade. Deus e o próximo – 10 mandamentos 2. tu me amas? Faça isso. janeiro Goiás 8 a 27 de . O que é liberdade? 6. Aquele que tem os meus mandamentos. O que é “mandamento razoável”? Nós       Relacionamentos – necessidade de validação Egocentrismo natural – desde a infância Qual é a base sobre a qual montamos nossos relacionamentos? Onde quero chegar nos meus relacionamentos? Que projetos tenho para construir junto com alguém? Que valores sustentam meus sonhos? A Redenção  O Reino de Deus é “Justiça.... sexo e poder)  Precisam ser domados antes de montados (não domados eles te derrubam)  Disciplinas (diferentes conforme a maturidade de cada um)  Somos todos pecadores (aos pés da cruz?)  Liberdade X Escravidão (Gálatas 6) – pessoas x coisas/prazeres – fins e meios  A lei (a de Deus e a natural) é inevitável – na sua ausência surge a lei do mais forte (que é lei)  Leis sobre a prática do sexo Pecado e Amor 1. Lei e Sexualidade Contexto  Grandes mudanças no mundo (turbilhão – desmoralização do “profetismo científico”)  Surpresa das religiões (a sede humana não é saciada pelo secularismo)  Conceito hedonista de amor (entre os cristãos liberais) Queda (escolha em quem confiar – obediência em quem cremos)  Verdade truncada = mentira  Hedonismo (anti comunitário)  Cavalos (dinheiro.”  Características da “lei” do amor 42 Anápolis. 5.. Temor – obediência – amor 3.. Pedro.. 4.

o religião e fé na universidade. Ele discutiu ideias. No campo político: o falta der quadros no movimento político => oportunidade para o cristão (chamado e companheiro).Características da Universidade Brasileira atual:  No campo das ideias: o pragmatismo X reflexão crítica. o política do movimento estudantil (DCEs e semelhantes) e política dos universitários  1. o Ética Cristã X ética do movimento político universitário. testemunho coerente). o pseudo-ciência e conteúdo midiático. Riscos e enganos no envolvimento com a universidade    a responsabilidade do cristão na academia (crescimento numérico. diferenciação pelo evangelho. condenou falsas doutrinas. A universidade é o local onde passamos a maior parte de nosso tempo durante os anos que lá estudamos. Ele foi ao encontro dos anseios das pessoas. exige nosso tempo e consome nossas energias. Jesus nos envia para “Jerusalém” e “Samaria”.2. considerando que antes de nos enviar “aos confins da terra”. A marca do ministério de Jesus foi que ele se envolveu com pessoas de forma profunda e dedicada. 1. Precisamos então refletir sobre esses anos que passamos na universidade de forma que eles sejam significativos para nossas vidas e para o Reino de Deus.br No documento da IFES “Living Stones” temos que uma de nossas prioridades como movimento é envolver-nos com a universidade (“engaging” no documento inglês e “conectarse” na tradução para o espanhol). lidando com o sucesso. A universidade é a nossa “Jerusalém” ou a nossa “Samaria”. motivação (discernimento da vocação e excelência acadêmica). Envolvimento com a Universidade (13/01/2012) 1. A vida pública de Jesus Cristo durou apenas três anos (menos que um curso de graduação clássico) mas afetou profundamente a história de toda a humanidade.1. Fez isso com muita sabedoria e demonstrando ser hábil no uso da palavra e possuidor de uma didática impressionante. vaidade e orgulho (soberba) Anápolis. o tecnicismo X ciência. Nela também estamos construindo nossa identidade (profissional e também pessoal). preocupou-se em libertar as pessoas de ideias erradas e da ignorância.Palestras Envolvendo-se com a Universidade e com os Universitários Alberto Carlos Guimarães Castro Diniz adiniz@unb. Goiás 8 a 27 de janeiro 43 . Queremos nessas duas palestras discutir as formas e implicações desse envolvimento. desafiou paradigmas. Ela concentra a maior parte de nossas preocupações.

janeiro Goiás 8 a 27 de .2. Papel da ABU (braço da Igreja). 2. Alguém precisa prantear sobre a situação dos jovens universitários brasileiros. c) Militância nas várias esferas. Envolvendo-se com pessoas a) desenvolvendo relações de amizade. 2. a) reconhecimento da situação.3 Problemas e riscos a) reconheça-se um pecador fraco e incapaz (para que a força de Cristo se aperfeiçoe na tua fraqueza). b) identificando carências escondidas e necessidades sufocadas (indo além do que se vê). c) superando preconceitos. Envolvimento com os Universitários e as Universitárias (14/01/2012) 2.2. d) ser um canal de benção e libertação. b) Visão estratégica X estratégia do Reino. Um olhar cristão sobre o universitário. c) a necessidade do discipulado (a velha receita) 44 Anápolis.1. b) o preço do discipulado. e) visão de longo prazo. o preço do discipulador (lidando com a nota cinco).

Se para o calouro cristão esse livro ajuda no “reconhecimento de área”. Mas este livro faz uma análise de momentos históricos importantes que contribuíram para a formação dos dias atuais e o pensamento daqueles que os geraram. Editora Ultimato. Vale a pena ler. ‘Na atualidade.)." (p. Um extrato do primeiro parágrafo do livro: “Nós vivemos em um mundo pós-cristão. ISBN: 978-85-98486-31-4 Indicação do Pr. 31) (Por Natan Borges) Educação e Justiça na América Latina. Francis Schaeffer. ISBN: 978-85-7779-025-8 Rubem trabalha de uma forma muito boa a questão de que também somos chamados para ser missionários em Jerusalém e Samaria (família. a autora reforça a primazia dos relacionamentos não apenas como meio para a evangelização. evangelizar e discipular. 2008. para o cristão que quer se envolver com pessoas. 1999. Editora Cultura Cristã. Editora SOCEP. Geralmente os livros sobre evangelismo trazem uma abordagem mais racional (apresentação conceitual do plano de salvação + métodos de proclamação verbal). Como devemos olhar para esse mundo pós-cristão e nos comportar como cristãos nele?” E Ele escreveu isso em 1969! Igreja? Tô Fora!. Se não entendermos que Cristo nos libertou para que fôssemos autênticos. Ricardo Barbosa. Rebecca Manley Pippert. 2005 Uma abordagem cristã sobre Educação e Justiça na América Latina. Editora Cultura Cristã. 2003. 2007. no entanto. Alexandre Brasil (Org. mas como parte dela: "Aprendi com a experiência o que a Escritura ensina em I Tessalonicenses 2:8: para compartilhar o Evangelho devemos compartilhar nossas próprias vidas. No entanto. ABU Editora. universidade. Um excelente ferramenta para embasar discussões mais profundas na universidade sobre a fé e a moral cristãs. A simples possibilidade de uma obra assim escrita é questionável. esoterismo e “Os desafios da comunidade evangélica universitária”. militância política. Fábrica de Missionários. ISBN: 85-86886-79-3 Na mesma linha do anterior. Como viveremos?. quando o assunto é "igreja" a história muda drasticamente. Editado pela MPC apresenta capítulos escritos por ABUenses e é todo na linha da “Missão Integral”. Sugestões de leitura pós-IPL Ponha isto na cabeça – Arquivo universitário. Goiás 8 a 27 de janeiro 45 . Contra-capa do livro: “Este livro não tem a pretensão de apresentar uma cronologia completa da cultura ocidental. Útil para o ministério na universidade. Compila artigos em português e espanhol de professores e pesquisadores cristãos preocupados em servir a comunidade cristã com suas competências acadêmicas e testemunhar como cristão em suas atividades profissionais na academia. Neste. Tenderemos a ver os não-cristãos mais como objetos de nossos esforços evangelísticos do que como pessoas de verdade. 2003. ISBN: 8573251972 Este é o livro mais contextualizado sobre o tema que já foi traduzido para o português. podemos identificar o crescente interesse das pessoas pelo assunto "espiritualidade".” Morte na Cidade. Ao ler e refletir sobre as ideias apresentadas. você se sentirá desafiado a repensar a igreja e a rever sua postura como discípulo de Jesus diante de Sua comunidade em missão no mundo. Schaeffer trata de temas como: a solidão e significância do homem e a persistência da justiça e da compaixão de Deus. discipulado. mentalidade contemporânea. 1a ed. veremos a evangelização como um projeto e não como um estilo de vida. Evangelismo Natural. continua relevante e atual para quem quer tratar com seriedade e profundidade questões éticas e filosóficas de nossa época. nosso ser.3. Forte e desafiador. Sou fã da parte final do artigo do Ramachandra.’I Anápolis. Francis Schaeffer. As pessoas se mostram interessadas em conhecerem mais acerca dos princípios de Deus e da vida e ensinamentos de Jesus. Editora Mundo Cristão. Rubem Amorese. emprego. 1999 Um livro perfeito para quem chega na universidade e para quem quer ser relevante na vida de quem chegou. Muito Bíblico. nossa cidade). O capítulo sobre “falando ao homem sem Bíblia” é muito instrutivo. MPC. Ricardo Agreste. o livro dá excelentes dicas. Alguns Tópicos: “Vida equilibrada e produtiva na universidade”. só que menor. Este estudo é feito com a esperança de que seja lançada luz sobre as características principais de nossa época e que soluções possam ser encontradas para a miríade de problemas que enfrentamos. ISBN: 85-86886-71-8 (tradução Gabriele Greggersen) Apesar de escrito em 1976.

São muitos os autores que identificam a ruptura da humanidade com a verdade. lugar principal onde essas ideias se desenvolvem e onde passamos uma boa parte do tempo convivendo com pessoas que foram transformadas por essas ideias e encontram-se longe da Verdade. Tenha paciência com as histórias que ele gosta de contar para ilustrar cada capítulo. S. Primeira edição em português de um clássico de C.S. Ele trata das questões do mundo pós-moderno e dos princípios bíblicos na definição de chamado. salvação e libertação. 2005.O Chamado. que a Verdade é uma pessoa. No segundo capítulo ele apresenta o principio de Lei Moral (que depois ele ilustra em parábola-ficção no livro “Aquela Força Medonha” da trilogia cósmica). 1a edição. Martins Fontes. Lewis. Inspira bons momentos de oração e meditação. Se você tem alguma experiência na participação em “órgãos colegiados” da universidade vai vê-los claramente na parte quatro do capítulo primeiro.Lewis.S. a uma ruptura com Cristo e toda a plenitude da Vida que Ele nos dá. ou a realidade como muitos dizem. Considerando que o tema do IPL é a verdade e que. O terceiro capítulo é sensacional. Ficção e alegorias no melhor estilo de Lewis. Editora Cultura Cristã. como que a filosofia ocidental moderna trocou a realidade do mundo (compreendida pelo senso comum) por uma subjetividade. v. Chesterton. Jesus Cristo. Lewis. Uma leitura gostosa e desafiadora. Interessante também para discutir questões de submissão. cremos que a verdade liberta e salva e. C. demonstra em “Chesterton e o Universo” (Editora da UnB. Os Guinness.K. ISBN 85-86886-30-0 Os Guinnes considera que secundaristas. Scott Randall Paine. 2008). creio que entender como essa ruptura com a realidade se dá pode nos ajudar muito no ministério na escola e na universidade. Em termos gerais e filosóficos. 1 e 2. Lewis . Normalmente eles apontam o início do século XX. That Hideous Strength (Aquela Força Medonha – trad. nem consigo avaliar corretamente se essa ideia é correta. jovens profissionais e pessoas de meia-idade. 2001. Silva Horta). mas creio que isso não está nas nossas mãos. mas concordo com essa visão e compartilho abaixo algumas referencias para aqueles que quiserem desenvolver mais o assunto. todos enfentam a questão do sentido e propósito da vida. a ruptura com a realidade (como dizem) é uma ruptura com a verdade e pode levar. ainda mais. S. universitários. 102 p. se desconecta da verdade. No primeiro capitulo Lewis ilustra o problema que vai tratar com um caso especifico da literatura inglesa (tenha paciência). se perdendo em um emaranhado de construções lógicas que 46 Anápolis. até se instalar sutilmente entre toda a sociedade ocidental. estudando a obra de G. Considerando nossa missão de sermos instrumentos de Cristo na promoção da verdadeira vida. A Abolição do Homem. A Martins Fontes já relançou os dois primeiros: Além do planeta silencioso e Perelandra. Indo além: Criando pontes a partir de uma reflexão sobre a ruptura do conhecimento com a verdade. Por isso sugiro nesse anexo alguns pontos que precisam ser trabalhados (refletidos e aprofundados) se queremos ser relevantes e significativos para a nossa geração na universidade. Lewis desenvolve uma argumentação muito lógica e coerente sobre a moralidade. Segundo alguns autores isso se iniciou na filosofia ainda no século XVII e foi aos poucos ganhando espaço entre os pensadores. como cristãos. Europa América. 4. Um bom caminho para criar pontes no mundo acadêmico e uma leitura prazerosa e desafiadora. o desenvolvimento científico o progresso e como essas coisas desumanizaram o homem. que valorizando o interior. acho que este terceiro sai em 2012. Ele trata do assunto de forma profunda e racional. relacionamentos familiares e vida profissional. Pontos para aprofundamento no meio acadêmico e no cuidado com o jovem de hoje Às vezes queremos dizer tudo. Não sou sociólogo ou filósofo. janeiro Goiás 8 a 27 de . aproveitar ao máximo a oportunidade. das lutas éticas e morais enfrentadas pelo cristão nesse meio. C. não somos imprescindíveis e os únicos a terem compreensão do assunto e situação. em diferentes medidas. No terceiro capítulo a gente se regala com a lucidez lógica e a argumentação de C. como a marca onde essa ruptura atingiu a sociedade de forma mais prática e generalizada. mas também Bíblica e devocional. Uma forma diferente de tratar da questão do cristão no mundo acadêmico e científico.

Concordo com ele. A extrapolação desse conceito leva a um distanciamento da verdade em outras áreas do conhecimento como a psicologia e a sociologia. em “Explorando a Realidade – o entrelaçamento de ciência e religião” (Edições Loyola. é como ela realmente afeta os jovens.” Anápolis. “mais recentemente. desqualificando o caráter dos mesmos. segundo Ignacio Ramonet. Ele desenvolve. que é Cristo. A minha ideia do Universo é que é uma ideia minha. A mídia (internacional e nacional) tem subestimado os movimentos de protesto. se distanciam da realidade do indivíduo. SET/2011). Termino citando um exemplo na literatura. como se fossem manifestações de jovens irresponsáveis e mimados contra causas sem sentido. vai além e mostra como a ruptura com a realidade atingiu às ciências de forma geral. Outro ponto que precisa ser melhor trabalho na interpretação da situação social mundial que vivemos hoje. pois é visível (e outros autores afirmam o mesmo) que a adoção do método científico como ferramenta de trabalho generalizada para se fazer ciência em detrimento do método histórico (não generalista) transformou todas as outras áreas do conhecimento. mas que influenciadas pelo subjetivismo. em vez da verdade sobre a realidade. o virtual o lugar do real (concreto). mostrando como isso atingiu certa ala das ciências físicas. onde pela primeira vez em um século. Um exemplo que hoje nos atinge diretamente e mostra o tamanho do problema da falta de verdade/realidade está na financeirização da economia.Revista Piaui n. excelentes oportunidades de criar pontes que levem nossos colegas a um confronto consigo mesmos e suas cosmovisões e a chance de apresentarmos a Verdade. SET/2011). Esse é um exemplo que o Miranda gosta de dar e pode comentar melhor do que eu. onde modelos bem construídos não precisam guardar relação com a realidade. Essa ruptura com a verdade leva também a uma ruptura com a ética (ainda mais se é pressionada pelo produtivismo dos nossos dias. Temos na análise crítica e aprofundada da influencia da ruptura com a verdade sob o desenvolvimento do pensamento ocidental (filosófico e científico) e a repercussão disso na sociedade contemporânea. Um exemplo de ruptura com a verdade na economia e que afeta todo o mundo globalizado está na suspensão dos acordos de Bretton Woods. do homem John Polkinghorne. Segundo ele. Deu-me o mundo exterior por exemplo de Realidade. “um quadro de devastação social legado pelo neoliberalismo. Devemos ser cuidadosos em não repetir apenas o discurso dos outros. Esse distanciamento da verdade/realidade se manifesta em várias áreas do conhecimento e das atividades humanas. Veja “Os Alquimistas” . Hoje em um mundo governado pela ilusão estruturada dos mercados. nas relações sociais e na ética. o especulativo o lugar do produtivo. 2008). no momento em que as economias deixaram de indexar suas moedas (virtual) a uma reserva de ouro (real) abriu-se espaço para a a especulação e a formação das bolhas. as novas gerações têm um nível de vida inferior ao de seus pais” (Le Monde Diplomatique Brasil. Goiás 8 a 27 de janeiro 47 . decorrente da crise dos mercados financeiros.” “Seja o que for que esteja no centro do Mundo. 60. a ala radical do pós-modernismo sugeriu que. mas especificamente na não indexação das moedas ao ouro. onde as bolsas tomaram o lugar da indústria. Buscam-se verdades gerais. devemos nos conformar com um conjunto de opiniões que expressem pontos de vistas pessoais ou sociais”. Roubo dois versos de Alberto Caieiro (o Fernando Pessoa que se opunha aos filósofos): “O Universo não é uma ideia minha. mas pelo que eu entendo. Por trás das manifestações na Inglaterra existe. vivemos e construímos as políticas de nossa sociedade em cima de conceitos e padrões desconectados da realidade.acabou criando “algumas das confusões e transtornos tão característicos contemporâneo”.

Como responder aos desafios dos novos tempos? Onde está Deus em meio a tudo isso? “*. com o próximo e com a criação. Com isso. regimes ditatoriais na América Latina. vocês devem amarse uns aos outros.. contexto de Guerra Fria. político e cultural..Palestras Caminhos e descaminhos da Missão Integral (1969 a 2012) Sarah Nigri “Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros.+ a fé tem de se articular de tal forma que responda aos novos desafios e interrogações que surgem da situação do mundo contemporâneo..] Cada geração de cristãos tem a grande tarefa de proclamar o evangelho dentro de seu próprio contexto socioeconômico.. se vocês se amarem uns aos outros.” (René Padilha – O que é Missão Integral) 48 Anápolis.” (René Padilla – O que é Missão Integral?) O desenvolvimento da Missão Integral na América Latina  Fins da década de 60: o Transformações políticas e sociais em todo mundo. todos saberão que vocês são meus discípulos.” Jesus – João 13:34-25 “A missão vai muito além das palavras: tem a ver com a qualidade de vida – ela se demonstra na vida que restaura o propósito original de Deus para a relação do ser humano com o Criador. movimentos independentistas na África e na Ásia. Como eu os amei. etc. [. janeiro Goiás 8 a 27 de .

a FTL tem desenvolvido um trabalho de reflexão teológica que abarca os campos da missão.” (Longuini – O novo rosto da missão)  1970 – Nascimento da Fraternidade Teológica Latino-Americana “Em linhas gerais. que a proclamação do evangelho é inseparável da manifestação concreta do amor de Deus. uma identidade que lutava por sua autoctonia. também. Tomou consciência da profunda crise que pela qual passava a América Latina nas esferas do social. sempre presente.” (Longuini – O novo rosto da missão) I Congresso Lausanne de Evagelização Mundial – Suiça. político.” (René Padilla – O que é Missão Integral?) “Lausanne I foi um verdadeiro marco histórico para o movimento evangélico porque marcou a recuperação de um conceito integral da missão cristã. Colômbia.Em busca de uma teologia contextualizada e latino-americana  Congresso Latino-Americano de Evangelização – CLADE I – 1969 o Realizado em Bogotá. De acordo com Luiz Longuini Neto. 1974 “Se algo ficou claro em Lausanne I é que tanto a ação social como a evangelização são aspectos essenciais da missão da igreja." (René Padilla – O que é Missão Integral?) Anápolis. da pastoral e a preocupação. o CLADE I: “Rejeitou a influência e a manipulação dos missionários norte-americanos – pelo menos uma massiva. com o tema: “Ação em Cristo para um continente em crise”. econômico e religioso. com a contextualização. Goiás 8 a 27 de janeiro 49 . gritante e vergonhosa influência – afirmando que havia uma identidade evangélica mas.

Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus. e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. cultura. sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida.. sem distinção de raça. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. de opressão e de discriminação. as palavras que não se ratificam com as ações são vazias. mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana. e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Assim como a fé que não se demonstra com feitos é uma coisa morta. toda pessoa. classe social. Portanto. nem a ação social evangelização. [.] O evangelho se comunica não somente pelo que se diz.Responsabilidade social cristã “Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. 1974) Manila (1989) e Cidade do Cabo (2010): incertezas e possibilidades “Há ainda muitos que querem reduzir a missão da igreja a uma evangelização entendida como a comunicação oral do evangelho. religião. cor. janeiro Goiás 8 a 27 de . A fé sem obras é morta. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. nem a libertação política salvação. e não explorada.. nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar.” (René Padilla – O que é Missão Integral?) 50 Anápolis.” (Extraído do Pacto de Lausanne. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação. Quando as pessoas recebem Cristo. afirmamos que a evangelização e o envolvimento sociopolítico são ambos parte do nosso dever cristão. mas também pelo que se faz.

Associação Nacional de Evangelicais – ANE .Visão Nacional de Evangelização – VINDE .Fraternidade Teológica Latino-Americana – FTL .Visão Mundial . Quito . Quito . “Missão 2006”. Consulta sobre Evangelização Mundial . em Curitiba 1983 – Congresso Brasileiro de Evangelização.Fraternidade Teológica Latino-Americana – FTL .Associação Evangelística Billy Graham .Missão Latino-Americana – MLA . Bogotá .1969 – CLADE I.1966 – Wheaton.1970 – Constituição da FTL.1988 – Congresso Nordestino de Evangelização C o n g r e ss o s I n st i t ui ç õ e s .Sociedade de Estudantes de Teologia Evangélica – SETE . III Congresso Internacional de Evangelização Mundial Latino-americanos . Lima .2012 – CLADE V.Seminário Bíblico LatinoAmericano – SBL . Filipinas.2000 – CLADE IV.Comitê Evangelical para a América Latina – CEAL .Visão Mundial . II Congresso Internacional de evangelização mundial .1979 – CLADE II.1966 – Berlim. Conferência Internacional de evangelistas itinerantes -1989 – Manilla.1974 – Lausanne. Cochabamba .2003 – II Congresso Brasileiro de Evangelização.Aliança Evangélica Mundial – AEM .2006 – Congresso Missionário – ABUB.Aliança Bíblica Universitária do Brasil – ABUB . Goiás 8 a 27 de janeiro 51 . Belo Horizonte Nacionais . Congresso Internacional de Evangelização Mundial – Pacto de Lausanne .1983 – Amsterdã.2010 – Cidade do Cabo.1983 – Wheaton.1976 – Congresso Missionário – ABUB.Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos – CPPC . Congresso Mundial de Evangelização . Conferência Internacional sobre natureza e missão da igreja .Congressos e instituições evangelicais Mundiais . San José .1962 – Clase – Consulta Latino-Americana sobre Evangelização . Congresso sobre Missão Mundial .1980 – Pattaya. África do Sul. Viçosa .1992 – CLADE III.Comunidade Internacional dos Estudantes Evangélicos (CIEE) .Associação Evangélica Brasileira – AEVB Anápolis. Belo Horizonte .

janeiro Goiás 8 a 27 de . rever anotações. Gostaríamos de dar algumas sugestões para que você aproveite bem esse tempo:   Utilize os primeiros minutos apenas para silenciar-se. Em seguida leia o material e suas anotações com atenção. É um momento para silenciar. refletir e ouvir. Não tenha pressa! Isso não é vestibular! Se for apenas ler e responder. Colocamos alguns textos e perguntas para ajudá-lo. Bom encontro! Equipe de obreiros 52 Anápolis. não gastará nem 15 minutos. assumir compromissos e. ouvir a voz suave de Deus nos falando. escrevendo suas percepções e orações.Silêncio Reflexivo Orientações: o que é esse tal de “Silêncio Reflexivo”? O Silêncio Reflexivo é um espaço na grade do IPL que tem por objetivo nos auxiliar na “digestão” do que temos ouvido e aprendido durante o encontro. O objetivo é meditar. aprofundar conceitos. orar. acima de tudo.

” Eugene Peterson 1. desejos e possíveis ansiedades. chegamos a conclusão de que o que precisamos não é primariamente informação. 9 de Janeiro Descobrindo quem você é… Bruno Barreto “O grande desafio espiritual é descobrir. Goiás 8 a 27 de janeiro 53 . O que mais te chamou a atenção na introdução e na primeira exposição do livro de Lucas? 3. colegas e amigos. algo que nos diga coisas acerca de Deus e de nós mesmos. condicional e temporal que recebemos dos pais. Nós só investimos em algo seguro. que nos modele em nosso verdadeiro ser. que o amor limitado. filhos. Anápolis. incondicional e eterno de Deus. Registre sua primeira oração no IPL 2012. Com quais expectativas você inicia seu IPL? Registre e ore por essas expectativas. professores. Como você recebeu a primeira palestra sobre “Pura Humanidade”? O que vem à sua mente ao pensar sobre este tema? 4. que nos trará algum retorno” Tais Machado “Ao lermos a Bíblia. com o passar do tempo. mas de formação. cônjuges. 2. é um reflexo do amor ilimitado.Silêncio Reflexivo | Segunda-feira.” Henri Nouwen “Nosso relacionamento com o outro se baseia na troca ou no capital.

10 de Janeiro A criança interior… Bruno Barreto “Podemos transformar lugares hostis e barulhentos em pequenos momentos de oração e ações de graça. que também não sabe o que quer. Quais são seus maiores desafios em praticar a mordomia cristã? Quais áreas de sua vida precisam ser confrontadas com este conceito? 3. Queremos sempre mais. Ela só sabe que não quer aquilo que lhe oferecem. Nunca conseguirão.Silêncio Reflexivo | Terça-feira. a empresa. oficina que escolheu? 2. um intervalo entre reuniões. lugares que precisam ser preenchidos pela presença de Deus. das quais sempre esperamos tudo. janeiro Goiás 8 a 27 de . são como grandes mães. Mas os outros podem até se esforçar em realizar nossos desejos. Neles é que nos abrigamos. Está sempre insatisfeita. É a negação de se compatibilizar com a realidade. Pois nossos desejos são imensos. Nem percebemos como essa postura nos remete à postura de uma criança insatisfeita. A sociedade. Um assento de ônibus. uma pausa no meio do dia. O que te inquietou nessa 1a. nós os transformamos em lugares tranquilos” Ricardo Barbosa de Souza “Exigimos tudo dos outros e ficamos zangados quando eles não nos possibilitam ter a vida que sonhamos. fugindo da realidade deste mundo. a Igreja. Essa criança temperamental não sabe o que quer realmente. o que fica de aprendizado para você sobre esta temática? 54 Anápolis. uma parada no trânsito. a família. Anselm Grun 1. Quando aprendemos a criar esses espaços vazios. Ao encerrar o tema “Pura Humanidade”. Qual o impacto do nascimento de Jesus em sua vida? 4. Como você se relaciona com a infância de Jesus? Que aspectos desta parte da vida de Jesus te remetem a sua própria infância? 5. É imatura”. incomensuráveis. E são culpadas quando nos sentimos insatisfeitos.

p. 25) “Entrar no deserto de aflição é encontrar a estrada da liberdade em relação às nossas perversões. 11 de Janeiro A Verdade vem à tona. Kierkegaard) 1. você concorda com John White? 2.. p. O que você achou interessante na primeira noite sobre “pontos de contato”? Anápolis. Que verdades estão vindo à tona sobre você durante o EBI e as exposições? 3. mas de toda a palavra de Deus” (Lc 4. entre outras coisas é ser envolvido nos caminhos e nas atividades de Deus.*. “O homem foi concebido para duvidar de si mesmo. é o processo que chamamos de arrependimento” (James Houston – Meu legado espiritual. Orar. Goiás 8 a 27 de janeiro 55 . Quanto à oração.. 149) ”Escrito está que nem só de pão viverá o homem.K.+ este é o ensinamento explícito do Novo Testamento” (S. 54) “O verdadeiro discipulado é imitação de Cristo. e ele o convida a participar desse domínio através da oração” (John White – A Luta. Ele dirige os negócios do universo. confissão e satisfação. Que lições você pôde tirar da palestra “Caminhos da missão integral”? 5. Como foram seus dois dias de oficina? O que aprendeu? 4.Silêncio Reflexivo | Quarta-feira.. mas não duvidar da verdade. Um seguidor de Cristo. e isso foi exatamente invertido” (G. Fernando Costa “A oração não consiste em você tentar comover a Deus. p.. Chesterton – Ortodoxia.4). realmente imita Cristo. diferente de um simples admirador. Isso é possível por meio de três passos: contrição.

mais indecisos. exposição. Quais expectativas seu grupo de PP tem vivido? 56 Anápolis. p. O que chamou sua atenção na noite passada? E nesta manhã (EBI. Todavia. seja na vida familiar. janeiro Goiás 8 a 27 de . A verdade é uma questão de vida ou morte – por ela morremos. mas. e subverte os poderes caídos por meio da fraqueza da cruz (Cl 2.15). 91) “Eu não vim chamar os justos. Sua maior dificuldade tem sido conhecer ou pôr em prática o que já sabe (Caso haja)? 5. palestra sobre “juventudes brasileiras”)? 2. Nossa singularidade e nosso crescimento em santidade andam juntos. Ficaremos satisfeitos na multidão. dirigindo-se a indivíduos. empresas ou governos” (A mensagem da Missão. 29) “O que a maioria das pessoas precisa não é mais conhecimento da fé. Tiago e João no barquinho Fernando Costa “E levando os barcos para terra. p. Lembre-se da primeira vez que ouviu o chamado de Jesus.K. nas artes. Chesterton – Ortodoxia. os pecadores ao arrependimento” (Jesus Cristo) 1. sim. não importando as conseqüências.11) “O Evangelho desmascara os ídolos da vida pública e pessoal. fazendo o que os outros fazem e nos comportando dentro das normas da moralidade convencional” (James Houston – Meu legado espiritual. e mais aceitaremos o consenso popular. p. por ela vivemos” (James Houston – Meu legado espiritual. p. 12 de Janeiro Pedro. Este chamado ainda é significativo para você? 3. deixaram tudo e o seguiram” (Lc 5. mas também a todas suas atividades. 19) “Quanto maior nossa segurança em Cristo.Silêncio Reflexivo | Quinta-feira. mas determinação espiritual para pôr em prática o que já conhece. transigentes e vazios seremos. quanto menos percepção tivermos de nossa identidade singular em Cristo. mais decididos estaremos a fazer o que a verdade nos chama a fazer. ciência ou tecnologia. O que você tem aprendido com as conversas diárias com outros irmãos de fé? 4. 21) “O teste de toda felicidade é a gratidão” (G.

o dirigente da sinagoga. Lia do Valle “A prática do silêncio é evitada porque é através dele que os fantasmas da alma.” Ricardo Barbosa de Sousa “E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados.. Mas é através do silêncio que encontramos o poder de Deus que faz sucumbir os fantasmas e medos e que renova em nós a alegria da paz e comunhão íntima com o Senhor. é que define uma fé perseverante”. que até perdoa pecados? E disse à mulher: A tua fé te salvou. Como tem sido o trabalho de preparação para a parte prática? Sobre quais questões você precisa orar especificamente? 2. 13 de Janeiro Silenciar é confiar. os medos e angústias que vivem nos esconderijos do coração. John White 1. O que te chamou a atenção na palestra de ontem a noite? Quais “projetos de engenharia” você tem percebido em você? Que tal apresentá-las a Deus em oração? 3. Goiás 8 a 27 de janeiro 57 . Lucas 7:48-50 “A fé é a resposta do homem à iniciativa de Deus. O que te marcou na exposição bíblica de hoje? Por quê? 4.Silêncio Reflexivo | Sexta-feira. surgem com todo o seu poder e terror. chegou alguém da casa de Jairo.” John White “Enquanto Jesus ainda estava falando.“ Lucas 8:49 “Tal capacidade de não deixar de obedecer quando tudo parece estar dando errado.. e disse: "Sua filha morreu. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este. é ter fé. vai-te em paz”. Não incomode mais o Mestre". De que forma a palestra de hoje te ajudou a repensar sua experiência missionária no contexto universitário? Anápolis.

. janeiro Goiás 8 a 27 de .] Não podemos mais separar a vida espiritual da vida em comunidade.Silêncio Reflexivo | Sábado. A proclamação das boas-novas encontra sua principal fonte na comunidade. vá e proclame o Reino de Deus". 14 de Janeiro É no silêncio que Deus nos chama a servir.” Henri Nouwen “Jesus lhe disse: "Deixe que os mortos sepultem os seus próprios mortos. Como você avalia sua caminhada até aqui? Se o IPL acabasse hoje. porém..” John White “Deus revela a plenitude do amor divino na comunidade. Como foi o encerramento dos momentos sobre a “engenharia da Verdade”? O que mais te marcou? Que atitudes você tomará nessa área de sua vida a partir do que aprendeu nessa semana? 2. 1/3 do encontro já se foi. atingindo as pessoas ao seu redor. Completamos uma semana de IPL hoje..” Lucas 9:60 “Você é uma ponte para o Deus Eterno no lugar onde ele o colocou. [. Escreva uma oração registrando sua gratidão por essa semana e suas expectativas para o restante do IPL. Lia do Valle “A voz que nos chama Amados irá dar-nos palavras para abençoar outros e revelar-lhes que eles não são menos abençoados do que nós. você. O que você destacaria de importante no que ouviu na palestra de hoje? Por quê? 4. o pertencer a Deus do pertencer um ao outro e o ver a Cristo do ver um ao outro Nele. Como você tem percebido Cristo nesses dias ao estudar o Evangelho de Lucas? 3. o que levaria de lição pra casa? 5. Tudo o que você tem a fazer é obedecer a Deus. 58 Anápolis.. Todo o poder da eternidade pode passar por você.” Henri Nouwen 1.

A adoração fixa o nosso norte. quais são as dificuldades que você encontra para fazer do dia de descanso um dia de real descanso no Senhor? 3.. Lewis) “*. Entretanto. (. em vez de polarizar as duas irmãs. mas com o afeto de Maria..Silêncio Reflexivo | Segunda-feira. O que mais lhe chamou a atenção no EBI e na Exposição Bíblica de hoje? 4. pois alguém deve fazer o jantar.). por sua vez.. 16 de Janeiro Contemplar para agir Pablo Gomes “Respondeu o Senhor: ‘Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas.. O que o sarau cultural lhe permitiu aprender quanto à relação “evangelho e cultura”? Que motivos. e esta não lhe será tirada’”. Registre um pouco como foi esse dia. você teria para agradecer a Deus? 2. Na sua rotina.” (Osmar Ludovico) “Já vi gente que andava tão ocupada em espalhar o cristianismo. e Maria. reordena a nossa vida. S. Maria escolheu a boa parte. podemos reconciliá-las.. proporcionados por esse momento. (Jesus. insatisfeitos e irritadiços. Goiás 8 a 27 de janeiro 59 . Na comunhão com o Pai. não pode ficar para sempre aos pés de Jesus. desejosos de desfrutar da intimidade do Senhor e de permanecer a seus pés. que jamais dedicou um só pensamento a Cristo”. Ora somos como Marta. conforme Lucas 10. É uma atividade integrada à totalidade da vida. tudo é afetado.” (Helmut Thielicke) “Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso. Não é uma atividade isolada do resto da vida (. Faça uma reflexão sobre o dia de descanso desfrutado ontem.+ quem não adora. todavia apenas uma é necessária.41-42) “Ora somos como Maria. Há tempo de meditação e tempo de ação. agitados e envolvidos no ativismo frenético. Como você tem vivido e experimentado os momentos de oração individual e comunitária? Há algo que você tem aprendido neles para colocar em prática quando você voltar para casa? Anápolis. (Paul Freston) “Todos nós preferimos não ver.” (Platão) 1. Há tempo de orar e tempo para sair à luta no trabalho e no ministério. A disposição de Marta para o trabalho é louvável. fica literalmente desnorteado.. cujos efeitos se fazem sentir em cada canto da existência”. Reconciliar as duas irmãs no coração significa trabalhar como Marta. (C. Porque encarar a miséria do próximo é o primeiro ato de amor ao próximo.) Quem fecha os olhos também acaba ficando de braços cruzados.

Como foi a primeira parte da oficina que você participou ontem? Esse primeiro momento lhe trouxe motivos de louvor e/ou oração? Se sim. I. São pessoas que vivem sempre correndo atrás de algum lugar onde imaginam que Deus esteja.23) “Nós vivemos de fato em um mundo faminto de solidão. onde ele escolheu habitar”. (Miguel Perosa). quase uma traição”. (Ricardo Barbosa de Sousa). faminto de meditação e amizade verdadeira”. onde o homem se vê diante de Deus. onde a ‘bênção’ está. (Provérbios 18. janeiro Goiás 8 a 27 de . Deus está presente em algum outro lugar: em alguma reunião abençoada. Packer) “A instabilidade espiritual caracteriza-se pela nossa inquietação e incapacidade de perceber a presença de Deus em nós.13) “O fato de Deus agir vagarosamente e por meios naturais. 17 de Janeiro Aprendendo a ouvir Pablo Gomes “Aplicai os ouvidos para ouvir minha voz. É testemunhar a existência”. e. ou nós que deixamos de ouvir?”. “As Escrituras afirmam que somos o templo ou a morada do Espírito Santo. está o Deus vivo e verdadeiro. pensamento e/ou caráter você percebe que precisa tomar a partir do que foi trabalhado no EBI e/ou na exposição do Evangelho de Lucas hoje? 60 Anápolis. silêncio e privacidade. Que mudanças de atitude. num culto ‘quente’ ou numa ‘vigília poderosa’. comete insensatez e passa vergonha”. (J. Lewis) “Quem ouve *a Deus+ devotadamente. mas raramente no dia-a-dia? É ele quem deixa de falar. na intimidade da alma. (Ricardo Barbosa de Sousa) “Por que Deus nos fala tanto em retiros e acampamentos. que se faz acessível por meio de seu amor pelos homens. Tornamo-nos incapazes de olhar para dentro e encontrá-lo lá. (C. sede atentos para escutar minha palavra!” (Isaías 28.Silêncio Reflexivo | Terça-feira. ao mesmo tempo. ou. [O] ama apaixonadamente”. Para muitos. para muitos é um desapontamento. na linguagem mais popular. Como foi a noite ABUB? O que pôde aprender e como você se sentiu ao ouvir um pouco mais sobre o movimento estudantil em todo o Brasil? 3. quem conhece *a Deus+ profundamente. registre-os 2. “Quem responde antes de ouvir. (Paul Freston) “Escutar é uma experiência transformadora. S. O templo é o local de encontro. Dentro de nós. *O+ ama intensamente.” (Osmar Ludovico) 1.

Anápolis. Os simples seguem a atitude dos discípulos.” (John Stott) “Quando os cristãos se importam uns com os outros. Já estamos quase chegando ao dia esperado e preparado de envio para a parte prática.” (Ricardo Barbosa) “Os sábios tomam a atitude dos mestres e ficam fechados a luz de Deus. qual o seu estilo de vida? Tenho optado pela busca do poder ou pela vida simples? Escreva uma oração de confissão. mesmo sem levar em consideração as necessidades dos outros. ouça. e a missão nos leva de volta para a oração. Jesus Cristo se torna mais visivelmente atraente. palestra)? Liste e ore sobre isso! 3.” (Ricardo Barbosa) 1. Ontem finalizamos o segundo bloco de oficinas. Goiás 8 a 27 de janeiro 61 . exposição.” (John Stott) “A espiritualidade vivida e encarnada por Jesus de Nazaré foi sempre uma espiritualidade comprometida com a vida e com todo o propósito divino em salvar o homem do pecado e de todas as suas consequências. torna inviável qualquer outro estilo de vida. Olhando sinceramente para dentro de si. 2. Tem algo que tenho sido desafiado a mudar nas minhas atitudes e práticas? E o que mais lhe marcou nesta manhã (EBI.” (Jesus – Mateus 14. Entretanto. e com os pobres.” (Ricardo Barbosa) “A opção pelo poder é uma opção maligna. Tente pensar nas situações de injustiça que poderá encontrar no lugar onde estará e se coloque diante de Deus como instrumento de transformação. que estão por aprender.35b) “Uma santificação pessoal que queira desconsiderar *o+ afastamento publicamente visível da igreja em relação ao mundo confunde os desejos piedosos da carne religiosa com a santificação da igreja conquistada na morte de Cristo pelo selo de Deus.Silêncio Reflexivo | Quarta-feira. tendo sido uma espiritualidade comprometida com a historia e com os desafios do seu tempo. o fato de 800 milhões de pessoas estarem na pobreza mais absoluta e 10 mil morrerem de fome todo dia. jamais poderia ser classificada dentre de estereótipos determinados pelas tradições humanas. pois nunca sofreu qualquer tipo de alteração. 18 de Janeiro Ouvir é uma opção Morgana Boostel “Aquele que tem ouvidos para ouvir.” (Dietrich Bonhoeffer) “Nossa obediência cristã exige um modelo de estilo de vida simples.” (José Comblin) “Precisamos orar para participar da missão.

” (José Comblin) “Quem somos nós? Somos pecadores a quem Deus transformou em filhos amados. apazigua. Você definiria seu relacionamento com Deus como maduro? Qual sua maior dificuldade no caminho da maturidade? O que esses dias de IPL tem te falado sobre o processo de transformação da prática devocional? 3. cada pessoa pode encontrar seu ritmo. 19 de Janeiro Em Cristo Morgana Boostel “Jesus pediu a seus ouvintes não a perfeição consumada. presente. Nesse sentido. janeiro Goiás 8 a 27 de . pela mediação do Filho.” (Osmar Ludovico) “E através da oração que entramos na comunhão com o Pai. sua periodicidade. Toda a lei e toda a profecia se submetem ao chamado maior do amor.” (Ricardo Barbosa) 1. das ambições. priorizar os relacionamentos não é uma opção. o amamos e lhe obedecemos.Silêncio Reflexivo | Quinta-feira. Ela abre o caminho para a nossa compreensão de missão. Deixa de ser abstrato. ser maduro é ter um relacionamento maduro com Cristo. habitando entre nós. O que você tem aprendido nessa convivência? Ela tem sido fácil ou difícil? 2. confiamos nele.” (John Stott) “Devoção é. portanto. e os próximos dias serão de convivência intensa. da insatisfação e das preocupações para nos relacionarmos. alegra e enche de santo temor.” (Osmar Ludovico) “Em Cristo o amor do Pai se revela de forma concreta. do ativismo. a disciplina da oração. isso significa construir laços profundos de amizade e intimidade com Deus. Assim. “A devoção é a escola onde aprendemos a aquietar nossa alma. Não oramos para que Deus faça a nossa vontade. no poder do Espírito Santo. mas para que façamos a sua. mas o centro do evangelho. ao próximo e a si (Lc 10. O que mais lhe desafiou nas palestras sobre “discipulado e relevância no mundo de hoje”? Ore pela orientação das suas prioridades.27). subjetivo e desencarnado para se tornar real. sua intensidade para a prática da intimidade com Deus.” (Osmar Ludovico) “Estar ‘em Cristo’ é estar relacionado com ele de forma madura e orgânica. da meditação bíblica exercitadas no contexto do recolhimento e da solitude. saindo da agitação da tagarelice. 62 Anápolis. com o Pai de Jesus Cristo que nos perdoa. pela ação do Espírito Santo. encarnado. mas um movimento para a perfeição. Você e seu grupo de parte prática têm passado muitos momentos juntos. aceita. Não há uma receita universal para isso – pelo contrario. no qual o adoramos. com o próximo e consigo.” (Osmar Ludovico) “A palavra de Deus nos afirma que o grande mandamento é amar a Deus.

Hoje é o último Silêncio Reflexivo no programa do IPL. recebê-lo como resposta a uma interrogação da vida no presente. pela agenda dos que pensam que a vida é medida pelo acumulo de bens ou compromissos que possuem.” (Ricardo Barbosa) “Compreender o evangelho é vive-lo de novo. nossa correria e agitação nos leva a pensar que a ordem do mundo depende de nossa agenda.Silêncio Reflexivo | Sexta-feira. somos constantemente levados pela pressa dos outros.” Brian D. McLaren “Nossa maquiagem não interessa pra Deus. As vezes chegamos a pensar que separarmos o mundo não funcionara. ele sempre olha o coração. Hoje será o envio das equipes de parte prática. mas aqueles com uma compreensão do Reino de Deus não conseguem perder isso de vista. 20 de Janeiro Reflexões sobre o Reino de Deus Morgana Boostel “Algumas pessoas podem se esquecer de que Deus ama os inimigos e de que eles na verdade são os seus próximos. não cremos mais num Criador. Sobre quais motivos você gostaria de orar especificamente em relação aos próximos dias? Anápolis.” Ricardo Barbosa de Sousa “Nos sentimos cansados porque não sabemos parar.” (José Comblin) 1. Goiás 8 a 27 de janeiro 63 . De que forma esse momento contribuiu para o seu aproveitamento do IPL? Pretende continuar esse exercício depois do IPL? 3. reinventá-lo a cada situação que surge. O que aprendeu hoje no EBI e na exposição bíblica? De que forma sua meditação na Palavra tem te conduzido à oração? 2.

não para Eu não tenho data pra comemorar Às vezes os meus dias são de par em par Procurando agulha num palheiro Nas noites de frio é melhor nem nascer Nas de calor. / Administrador dos interesses internos de um palácio. de bicha. dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão Da caridade de quem me detesta A tua piscina tá cheia de ratos Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não para Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não para Não para. não.m. dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão Da caridade de quem me detesta A tua piscina tá cheia de ratos Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não para Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não para Não para. Mordomo: s.Oficinas Vivendo a mordomia do tempo Lia do Valle PARTE I O tempo não para (Cazuza) Disparo contra o sol Sou forte. maconheiro Transformam o país inteiro num puteiro Pois assim se ganha mais dinheiro A tua piscina tá cheia de ratos Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não para Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não para Não para. / Benefício concedido pelo Estado a altos funcionários. não. não. se escolhe: é matar ou morrer E assim nos tornamos brasileiros Te chamam de ladrão. não para Dias sim. o tempo não para Dias sim. alimentação e serviços gerais. 64 Anápolis. / Administrador dos bens de um estabelecimento. constante de morada. janeiro Goiás 8 a 27 de . não para Conceitos:   Mordomia: s. Função do mordomo. mordomado. Chefe dos criados de uma grande casa. / Aquele que trata dos negócios de uma irmandade ou confraria e administra seus bens. sou por acaso Minha metralhadora cheia de mágoas Eu sou um cara Cansado de correr Na direção contrária Sem pódio de chegada ou beijo de namorada Eu sou mais um cara Mas se você achar Que eu tô derrotado Saiba que ainda estão rolando os dados Porque o tempo.f.

teu. / Estado da atmosfera: tempo úmido.” I Crônicas 29:11 “Ao SENHOR pertence à terra e tudo o que nela se contém.” Salmos 24:1 2. nós não somos donos de nada.7 e 2:22. de quatro tempos. 17:22-28. para exprimir relação de tempo (passado. // Ganhar tempo. Salmos 24:1.”. Lucas 12:42)” Bruce Milne Ao contrário do sistema consumista em que vivemos hoje. Isaías 42:5. e sujeitai-a. Field). 50:10-12 e 121:1-2. e sobre todo o animal que se move sobre a terra. ou seja. às opiniões: no meu tempo. Medida de duração dos fenômenos. é o poder.6-9. a honra. era diferente! / Estação: o tempo da vindima. aos costumes. Salmos 8. portanto temos que cumprir esta ordem. // Perder seu tempo. / Música Divisão do compasso: compasso de dois. Atos 14:15-17. Um dia teremos de dar contas a Ele pela maneira como usamos os dons que nos foram concedidos (Mateus 25:26 ss. presente. Deus permanece como proprietário de tudo (I Crônicas 29:11. tempo médio adiantado de 12 horas: o tempo civil conta-se de zero a 24 horas a partir da meia-noite. Deus é Criador e dono de tudo e de todos:   Do Universo: Gênesis 1:1 e 14:22. e enchei a terra. pense. // Ter tempo. / Prazo: dê-me tempo para pagar-lhe. ônus e vínculos” (O. // Passar o tempo a. SENHOR. com mudança de data à meia-noite. contemporizar. reflita e comente: “Nosso domínio (sobre as coisas que Deus criou) necessita ser equilibrado através da mordomia. aplicar-se a coisas inúteis ou sem resultado.28 e 2. // Astronomia. tempestade. // Mau tempo. a grandeza. porem Deus nos dá uma ordem: “Frutificai e multiplicai-vos. 2. o mundo e os que nele habitam. Apocalipse 5:9. / Época. relativamente a certas circunstâncias. / Momento fixado: chegar a seu tempo. Do homem: Gênesis 1. Tempo: s. é o reino. I Coríntios 6:19-20. empregá-lo em. a Bíblia nos fala que tudo vem de Deus e tudo é dele. “Teu. I Crônicas 29:13-14. SENHOR. Da Criação de Deus: Gênesis 1. a vitória e a majestade. nossa “posse é portanto arrendada e não de uma propriedade livre com isenção de pensões. porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra. Tempo civil. / Gramática. Uma rápida volta pela Bíblia sobre Mordomia: 1. / Duração limitada: empregar bem o tempo. leia. Modificação da forma do verbo.27.m. não estar apressado. futuro) com o momento em que se fala ou com o momento indicado pelo verbo principal. ao estado das coisas. e tu te exaltaste por chefe sobre todos. chuva. / Tempo disponível: não tenho tempo.15. e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus. Salmos 24:1). A terra não é nossa e tudo o que ela produz também não é nosso. Goiás 8 a 27 de janeiro 65 . O homem é o mordomo:  O que isso tem a ver com minha vida como cristão? Anápolis. Pare.

A ordem deixada por Deus Deus nos criou e nos deu autoridade sobre todas as coisas com o objetivo de sermos seu mordomo. sem respeito com o meio ambiente. Se o tempo está nos servindo ou se nós estamos servindo ao tempo. R.” Wayne Grudem Nosso desafio é:      Mordomia do Meio Ambiente: Gn 1 : 26-30. janeiro Goiás 8 a 27 de . pedem resposta imediata e devoram nosso tempo. Gn 2:15 Mordomia do corpo: Sl 139:13-16. a oração e o louvor. Demandas sem fim nos pressionam a cada nova hora que surge. I Tm 6: 17-19. Porém. para que todo o ser humano tivesse o privilegio e o dever de cuidar e gerenciar daquilo que Ele criou. para que com sua inteligência e sabedoria saiba da melhor maneira gerenciar tudo isso que Ele criou. os juízos morais. foi criado por Deus como instrumento adequado para representar de forma física a nossa natureza humana. Neale “Vivemos em constante tensão entre o urgente e o importante. freqüentemente as tarefas urgentes. portanto. criada à semelhança da própria natureza divina. E. Tg 1:9-11 Mordomia do tempo: Ec 3: 1-8. De fato. 24.Se eu tivesse tempo. Pv 2:1-8 Mordomia dos bens materiais: Mt 6: 19-21. 19-20 Mordomia da mente (inteligência e sabedoria): Pv 1:7. as demonstrações de amor e preocupação uns pelos outros – tudo fazemos pelo uso do corpo físico que Deus nos deu. I Co 6:12. a leitura de um livro importante: atividades que geralmente podem esperar um pouco mais.’”.. uma visita a um amigo querido. 66 Anápolis. apesar de menos importantes. que temos visto hoje? Como cristãos somos mordomos de Cristo ‘’Nosso corpo.” (Charles E. Este é o papel que Deus dá ao homem. Será que é isso que o ser humano tem feito? Há alguma justificativa para a poluição e a extração desvairada. Mt 6:19-21 Resumindo tudo isso em: “Quando usamos bem o nosso tempo conseguirmos ser bons mordomos de Cristo!” O desafio maior é: Sermos bons mordomos do nosso tempo! PARTE II “Nada caracteriza melhor a vida moderna do que o lamento: ‘. O problema é que muitas tarefas importantes não precisam ser feitas hoje nem mesmo nesta semana. Hummel) Avaliação O nosso desafio agora é avaliar como está nossa vida em relação à mordomia do tempo.. quase tudo o que fazemos se faz por meio do uso do corpo físico: o pensamento. Horas adicionais para oração e estudo da Palavra.

Teologia Sistemática: Atual e Exaustiva.terra. Cronograma do Ano. do mês. “Quando colocamos a nossa agenda. Quadro dos Objetivos de Crescimento. pois assim assumimos um lugar de servos que O amam no exercício de cidadãos do Reino. Cronograma da Vida. da minha vida que tenho dedicado a Cristo? Uau!!! Por que tantas perguntas assim? Calma. Livres da Tirania da Urgência. Goiás 8 a 27 de janeiro 67 . Editora Ultimato. Charles E. da minha semana. podemos gozar da liberdade que Ele nos oferece.dicionariodoaurelio. Wayne.“ Bibliografia: http://www. Cronograma do Dia.”       Quadro das prioridades.bibliaonline. 1999. 2005 GRUDEM.Perguntas importantes Em que fase da vida eu estou? Quais são minhas prioridades? Como tenho vivido as prioridades e o urgente? O que é prioridade? O que é urgente? O que é ser Mordomo de Cristo em relação a Mordomia do Tempo? Qual o tempo do meu dia.Viçosa-MG. Na ponta do Lápis “O maior perigo que você corre é deixar as coisas urgentes impedirem as importantes de acontecerem. 2011.chamada.br/biblia/ http://www.br/cazuza/45005/ MILNE. o nosso tempo. os nossos planos a serviço do Senhor. HUMMEL.br/ http://letras. Cronograma do Mês.com. Anápolis.com.com.Estudando as Doutrinas da Bíblia? ABU Editora Ultimato. Bruce.São Paulo. os nossos sonhos. São Paulo. Editora Vida Nova.com/ http://www. vamos colocar tudo no papel para as coisas se organizarem e assim avaliaremos como anda o tempo que temos gastado em nossa vida.

Chamados à integridade a) A necessidade de fundamentos sólidos. Perspectiva de vida: a) A saúde espiritual é um resultado direto do tempo em que passamos com Deus.A escolha de proclamar o Evangelho. constantes e na mesma direção fazem uma longa caminhada. Rm 1. janeiro Goiás 8 a 27 de .A ‘escolha’ dos Diáconos.Deus escolhendo. b) Tempo a sós com Deus nos ajuda a parecer com Jesus.  9.Paulo foi escolhido.  Liderança servidora – o modelo é o do nazareno Jesus  Parceiros de responsabilidade > o processo de prestar contas.  4.2 . c) Viver na perspectiva (da vida) de Deus acalma nosso coração e nos ajuda a estabelecer prioridades.Uma escolha específica.Oficinas Mentoria e discipulado de estudantes – Levando o discipulado a sério Fernando Costa A vocação: Quem escolhe a quem? Sobre o processo de escolha o livro de Atos apresenta inúmeros fatores:  2 . 2. b) Viver responsavelmente. mas uma postura básica na vida” Paul Freston O modelo de liderança a partir do convívio com juventudes 1. 3 . O tipo de liderança (Mentoria / Discipulado) “O discipulado cristão não é uma lista de regras. A grande motivação para mantermos uma vida íntegra surge de um sentimento de gratidão.20 .  6.  13.15.  “O ascetismo é o esforço de levar o discipulado a sério” c) Confiabilidade: refletir a fidelidade de Deus 68 Anápolis.    Pensar o discipulado como um processo. Perceber quem está caminhando conosco e se caminha para o mesmo lugar.A escolha de Pedro.  10. Visão do presente x Visão do passado e do futuro* A caminhada “Quem deixa tudo também é amparado pelos que já deixaram tudo”.47 .1 . Não desprezar os pequenos começos: passos curtos.

James Houston. Anápolis. 2. 1998. por favor. “A vocação espiritual do pastor ”. Eugene Peterson. 2006. 2010 “Vença a fadiga espiritual”. Ultimato. “Meu legado espiritual”. Organizações e possibilidades. Escreva o nome de cada uma delas. Jonathan Lamb. ABU Editora. Certeza Unida. MC. Como o movimento missionário estudantil tem possibilitado o desenvolvimento de seu chamado à liderança? Indicações: “O discípulo radical” John R. A cooperação na perspectiva do Reino de Deus. Lembre-se de quantas pessoas você ensinou/compartilhou/orou e.A estrutura do Discipulado     A família do Discípulo/Discipulador. Goiás 8 a 27 de janeiro 69 . Perceba quantas pessoas tornaram-se seus discipuladores durante o processo de crescimento. Textus. também escreva o nome de algumas. *Visão do presente x Visão do passado e do futuro – O exercício 1. 2006.W. A mentoria a partir da literatura. 3. 2010. Stott. Como você tem se envolvido no discipulado de pessoas (individualmente e/ou com o auxílio de grupos) ? 4. Paul Borthwick. “Integridad: liderando bajo la mirada de Dios.

castigava-o com um monólogo sem pausas e ia embora pensando: Ufa! Uau! Consegui! Estamos na primavera e espero que a culpa não volte até o inverno(e meus amigos não-cristãos esperavam o mesmo!). janeiro Goiás 8 a 27 de . se não entregasse o pacote inteiro. sem ao menos saber quem eu era e no que cria. todas as vezes que a culpa se tornava grande demais de suportar.” Mesmo quando Rebecca se tornou cristã. Ela tinha a preocupação de parecer uma pessoa esquisita assim que falasse uma única palavra sobre Cristo.” Mas. quanto ficava ofendida quando alguém queira empurrar religião para mim. algo surgia dentro dela de modo paradoxal. “Nunca me ocorreu que o bom senso e minha compreensão de não-cristã quanto à forma de se relacionar agradavelmente com as pessoas pudesse ser tão valiosas. para que Ele a ensinasse evangelizar e a libertasse dos seus temores. pegava o primeiro nãocristão que via diante de mim. “Mas. Então comecei a procurar pessoas e me importar com aqueles que Deus havia colocado ao meu redor. pensava que deveria bloquear suas concepções e seu bom senso para que fosse “espiritual “ e evangelizar era algo muito espiritual para ela. O resultado disso é que ela se esquivava de testemunhar sua fé o máximo que podia. 70 Anápolis. pois realmente tinha de me sentir ofendida por ser tratada por um projeto evangelístico de alguém. de uma vez só. Sua oração nesse sentido consistiu-se em três pedidos: Para que Deus tocasse a vida dos estudantes. sem respirar. apesar de não ter me ocorrido que isso tinha muito que ver com evangelismo. a não ser que realmente me importasse com meus amigos céticos.Oficinas Evangelismo pessoal e apologética cristã Baseado no livro Evangelismo Natural (Rebecca Pippert) Luiz Felippe Schmitt 1. Mas ainda sim me sentia culpada por não mostrar um esquema do Evangelho a todos os não-cristãos que encontrava. sabia. eles nunca se interessariam pelo evangelho. a qualquer estranho que encontrasse. Quanto à evangelização pessoal Quais são algumas dificuldades que temos em nos dispormos a evangelizar as pessoas? Quais seriam alguns dos meus possíveis impedimentos pessoais? Ofender as pessoas? Ferir sua dignidade como ser humano? Devo ser sensível com as pessoas e esquecer o evangelismo ou devo esmagá-las e deixar para lá sua dignidade como ser humano? Medo de como a pessoa vai reagir ou medo do que ela vai pensar de mim? Na Experiência de Rebecca a forte preocupação com as reações das pessoas fazia ela se calar. Queria fazer o mesmo. Quando eu não era cristã. Hoje vejo que era uma reação apropriada. “Sabia que.” No fundo do seu coração duas coisas estavam impedindo o seu testemunho: uma era a preocupação com a reação das pessoas e a outra é que ela imaginava que. em vez de ser vista como uma pessoa. Parecia que evangelizar era algo que requeria insensibilidade e uma capacidade de despejar um esquema memorizado do Evangelho. por exemplo. não estaria “evangelizando”. Sempre fiquei muito impressionada com a forma pela qual Jesus demonstrava compaixão às pessoas com as quais se relacionava.

para saber o que ia acontecer. Assim. Então. Ela começava a falar de Jesus e sua amiga parecia interessada. . tentando uma conversa particular comigo mesma. chegaram à pergunta: críamos ou não em Deus? A conversa vinha tranqüila e informal. Trazendo algumas de suas lições.” Anápolis.Não acredito que você esteja dizendo isso. Pelo fato de não sabermos o que é sermos humanos(ou espirituais. E era isso que ela estava dizendo. Rebecca conta algumas de suas experiências na evangelização de seus colegas. . Esquecemo-nos de que somos chamados a sermos testemunhas do que vimos e conhecemos. neste aspecto). pode dizer-lhes qualquer coisa! – respondeu ela imediatamente. nas bases de nossos fortes laços humanos. No entanto. De repente percebi como era ridículo tudo aquilo. O que a surpreendeu foi o fato de eu ser humana também. Essa é uma reação natural. e não um super discípulo cujos pés nunca tocam o chão. eu nunca soube que os cristãos tinham consciência de que nós odiamos ser um ouvinte de um monólogo ambulante – respondeu ela( o que foi demais para minhas habilidades evangelísticas). . Mas. lutamos para nos relacionar natural e humanamente com o mundo. Mas fico brava quando pessoas empurram “religião” para cima de mim.” O diálogo prosseguiu com Rebecca: . me diga. tive a plena consciência de que a estava perturbando. Quer dizer. sua amiga parecia distanciar-se. Por exemplo: muitos de nós evitamos evangelizar as pessoas porque achamos que podemos ofendê-las. apesar de minha boca continuar se movendo. “Continuei falando sobre Jesus. eu também me ofendo com táticas similares. enquanto era capaz de ouvir a mim mesma falando sobre Cristo.Olhe. Em seu livro. O ponto chave é a autenticidade e a obediência. eu não posso crer que você esteja falando honestamente! – respondeu ela. não daquilo que não sabemos. Para ela um problema com o nosso evangelismo não é a falta de informação – é que não sabemos sermos nós mesmos. lá estava eu. por favor. Se você achar que estou indo longe demais. Eu lhe contara que odiava ser o projeto evangelístico de alguém.Nessa época Rebecca fortaleceu grandes laços de amizade com uma missionária da IFES chamada Ruth Siemens e ela desafiou Rebecca a começar um estudo bíblico com seus amigos não-cristãos. a maioria dos cristãos que conheço enfrenta grandes dificuldades em compartilhar sua fé exatamente porque tem receio de estar ofendendo alguém. não um doutorado em teologia. . Goiás 8 a 27 de janeiro 71 . – Diga aos cristãos que fui eu quem disse isso. Mas. senti-me livre para comunicar minha fé.Por quê? – perguntei-lhe. uma reação humana e uma reação compartilhada. “Sua reação foi perspicaz. que percebera que tínhamos uma coisa importante em comum: eu não queria despejar o evangelho e ela não queria ser o balde. sinto-me muito mal com isso tudo. a partir do momento que ela se entusiasmava em falar de Jesus. Aprofundando ela diz: Nossa inabilidade com não-cristãos reflete nossa inabilidade em lidar com nossa própria humanidade. Mas quantas vezes já dissemos a um não-cristão que esse é o verdadeiro motivo de nossa hesitação? Cabe aqui um exemplo pessoal que ilustra isso: Um dia Rebecca conversando com uma amiga. certo? Ela olhou para mim com total descrença. Eu estou bastante entusiasmada com Deus e com que ele fez em minha vida.Mas contanto que deixe claro às pessoas que você tem consciência de quem são elas. tentando imaginar como parar.Bem. .Veja – disse eu-. Evangelismo Natural.

” “Aprendi com a experiência da escritura em I tessalonicenses 2:8 para compartilhar o Evangelho devemos compartilhar nossas próprias vidas. Quando comecei a temer e respeitar a Deus com intensidade e. senti uma nova liberdade para compartilhar minha fé. aulas. mas na pessoa e no trabalho de Jesus Cristo.” Ajuda-nos a libertarmos dos temores. no contexto das situações diárias da vida. este alguém era Jesus e não eu. trabalho. sem problemas elas vêem Rebecca. servilo. a evangelização pode ser algo Natural? Será que falar de Deus não pode ser parte natural e integrada de nossa conversa sobre filmes. “Eu as estava servindo por me sentir temerosa diante do que as pessoas pensariam de mim. uma vez que eu não tentava agradá-los. as pessoas ouviam e queriam saber mais. então. por receio de machucar ou ofender alguém ou qualquer outro temor acabamos por ficar calados no anúncio do evangelho. perceber que o evangelho não é meu.” “Evangelismo não é algo que você apenas “faz” .” 72 Anápolis. apenas um pouco mais audaciosa. provas.? Fazer as pessoas entrarem na minha vida ajudará a elas olharem como é ser um cristão. Perceber isso me libertou da covardia ao ser acusada de mesquinha. E a ironia era que. Se alguém se sentia culpado por ser ofensivo. mas a Deus. e o tiro saía pela culatra. embora ele se entrelace com a minha personalidade. veremos a evangelização como um projeto e não como um estilo de vida. Se não entendermos que Cristo nos libertou para que fôssemos autênticos. Não me sentia chamada a ser ofensiva. O que precisamos é sermos um pouco mais audaciosos! Audácia – Impulso de ânimo para cometimentos arrojados ou difíceis. Rebecca continua: “Deus não estava pedindo para que eu me firmasse nas minhas próprias idéias e emoções. janeiro Goiás 8 a 27 de .Um impedimento de testemunharmos nossa fé é o temor as pessoas e isso limita nossas ações. “O paradoxo que constantemente vivencio é que quando permito que as pessoas entrem em minha vida – para verem quem eu sou. Evangelismo implica levar pessoas a sério. nosso ser. intrepidez. ousadia. Era idéia dele e não minha que o único caminho para Deus era ele. Tenderemos a ver os não-cristãos mais como objetos de nossos esforços evangelísticos do que como pessoas de verdade. petulância. os problemas e os sucessos – elas dizem que vêem Deus. quer ganhasse o concurso de Miss popularidade ou não. atrevimento! Mas. É quando oculto as coisas (ironicamente pensando na “reputação de Deus”) e tento aparentar que tudo está “no lugar”. passear por sua ilha de preocupações e necessidades e então compartilhar Cristo como Senhor. Eu poderia responder assim: Eu sei e não é interessante que Jesus tenha dito tantas coisas mesquinhas? Não seria intrigante estudar sua palavra e descobrir porque ele fez declarações egoístas?” Muitos de nós. No caso é o temor a Deus que nos liberta dos outros temores. com toda a dor.lá fora – e volta para dentro de sua vida normal. namoro etc. valor.

Uma coisa é verdadeira porque parece certa ou porque lhe ensinaram assim ou porque crêem que se parece com alguma coisa científica. A Fé é algo para mente e coração. Expondo e não impondo nossa fé Ficando Calmos Livrando-se da Conversa de Crente Fazendo algumas perguntas Ajudando as pessoas a ver falhas em seus próprios sistemas de crenças. porque crêem naquilo que dizem crer.2 Mostrando as Razões da Nossa Fé! Sinceridade não quer dizer o caminho certo. Goiás 8 a 27 de janeiro 73 . Precisamos levantar questões que lidem com a fonte de autoridade. normalmente elas se surpreendem pela falta de embasamento para suas crenças e pelo quão vulneráveis elas parecem. A Natureza Básica do Mundo b. as duas coisas não podem ser separadas. Natureza Humana d. Na verdade. Quando ajudamos as pessoas a clarear suas idéias. qual é de fato a mensagem do Evangelho? 2.       Sugerir as possíveis defesas que um não-cristão pode ter. Quais evidências justificam nossa fé em Cristo? 1. Em outras palavras.2. Nosso estilo e nossa atitude mostram conteúdo da mesma forma que nossas palavras. 2.1 A forma que comunicamos é tão importante quanto aquilo que comunicamos. Evidências Históricas 2. Evidências Filosóficas a. Evidências Pessoais Anápolis. Moralidade c. Desenvolvendo Habilidades Conversacionais Quais seriam os possíveis impedimentos dos não cristãos a fé cristã? Existem princípios que poderiam nos ajudar na maneira que expomos nossa fé? Existem modelos de conversação que nos ajudam a transmitir nossa mensagem? Afinal. O problema fundamental do mundo e como lidar com ele 3. É neste ponto que podemos levar as pessoas a avaliar suas idéias de uma forma lógica de modo que concluam por elas mesmas que suas idéias não são adequadas.

3 Desenvolvendo Habilidades Conversacionais Modelo A: Investigar. crenças. se eu não for. vamos entrando nos níveis mais profundos da mente de uma pessoa. Quando ele vier. amor. eu vo-lo enviarei. eu for. sentido da vida. Epistemologia – perguntando a fundo. porém.). se. Por exemplo: Por que você acha que a experiência de nascer de novo não legítima? “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá. porque eu vou para o pai e não me vereis mais. porque não crêem em mim. 7-11 74 Anápolis. número de filhos. Modelo C: Relações. O que fazer nossa reação Modelo B: Círculos Concêntricos Conversas podem ser comparadas a cebolas. 1. A natureza humana: nosso dilema 3. João 16. À medida que vamos tirando as camadas superiores. Crenças – Todos têm crenças em relação a assuntos como política. da justiça. Estimular – Despertar a curiosidade para o evangelho. o Consolador não virá para vós outros. convencerá o mundo do pecado. etc. áreas de interesse. estimular. antes compreender a mensagem. Jesus Cristo: nossa solução 4. do juízo. da justiça e do juízo: do pecado.2. epistemologia    Relações – Qual é a situação de uma pessoa em relação a um denominador comum(escola. Deus e assim por diante. janeiro Goiás 8 a 27 de . contar    Investigar – quem a pessoa é. porque. porque o príncipe deste mundo já está julgado”. A natureza de Deus: seu propósito 2. Contar – Mas. .

respondendo ao desafio intelectual que ela faz. [. 45-46. 2) Pratique a Lei do Senhor.. b) Corre-se o risco de interpretar o texto fora do seu contexto. p. Pontos positivos: a) Ideal pra pregações curtas em ocasiões especiais (aniversários.” (Eugene Peterson. “Maravilhosa Bíblia”. Exemplo 2: I Timóteo 4:12: Título: “O líder exemplar” 1) Seja um exemplo “na palavra”. 5) Seja um exemplo “na pureza”. b) Fácil de ser desenvolvido. Vejamos os motivos apontados por Paulo. ignorando assim a intenção do autor bíblico. por exemplo). Anápolis. Tiago e João pra estudarmos a Bíblia: Paulo (II Timóteo 3:16-17):__________________________________________________________ Pedro (II Pedro 1:19):_______________________________________________________________ Tiago (Tiago 1:25):_________________________________________________________________ João (João 20:30-31):_______________________________________________________________ Os três tipos de pregação Textual: A sua forma segue as partes de um texto curto (1 a 3 versículos) usando as sentenças do versículo como as divisões principais do sermão. Pedro. 2) Seja um exemplo “no procedimento”. 3) Seja um exemplo “no amor”. 3) Ensine a Lei do Senhor. Exemplo 1: Esdras 7:10: Título: “O bom mestre da lei” 1) Estude a Lei do Senhor. Pontos negativos: a) Nem todas as passagens se prestam a esse tipo de tratamento sem parecerem forçadas.. Goiás 8 a 27 de janeiro 75 .br) Perguntas iniciais 1) O que é pregar? Você acha que a pregação é importante? Por quê? 2) Você já teve a oportunidade de pregar alguma vez? Como foi? Sondando as motivações “É possível se aproximar da Bíblia com toda sinceridade. 4) Seja um exemplo “na fé”. grifos meus).Oficinas Como transformar seu EBI numa exposição bíblica Natan de Castro (natan@abub.] nem todos que se interessam pela Bíblia e até se entusiasmam com ela querem se envolver com Deus. c) Fácil de ser lembrado pelos ouvintes. pela orientação moral que oferece ou pela edificação espiritual que promove sem tratar de modo algum com um Deus pessoal e revelador que tem desígnios pessoais a seu respeito.org.

ainda não achei pontos negativos na pregação expositiva! Como preparar um sermão expositivo Fase 1: Estudo pessoal (igual para o EBI e para a Exposição) Reconhecendo abismos e construindo pontes: “. Exemplo 1: Tema: “Vida no Espírito” 1) Precisamos ser batizados com o Espírito (I Co 12:13). Mt 12:38-39). Abismo Geográfico: os eventos que a Bíblia descreve ocorreram há milhares de quilômetros 76 Anápolis. e. mas se escondeu muitas vezes da multidão e se recusou a atender seus pedidos de milagres (Mc 1:36-38.. Nossos óculos têm lentes culturais. b) Facilita a retenção do ensino por se concentrar em um único texto. Mc 9:30-31. preocupações.. Ouça o Mundo”. OBS: A meu ver. Expositiva: É aquela que explica a Bíblia dentro de uma unidade expositiva (perícope ou parágrafo) seguindo a própria estrutura do texto e respeitando a intenção original do autor. “Ouça o Espírito. 3) Precisamos ser cheios do Espírito (Ef 5:18). 2) Jesus é o mesmo hoje. mas dentro da perspectiva do autor de Hebreus (sumo sacerdote perfeito). acabamos impondo-os ao texto bíblico. c) A Bíblia será serva e não senhora do pregador. [. Na verdade. 2) Precisamos negar a carne p/ viver no Espírito (Gl 5:16). a menos que sejamos extremamente cautelosos. 3) Jesus cura independente de se ter fé (Jo 5:7-9). 3) Você precisa de fé pra ser curado (Mc 6:5-6). O exemplo 2 citado acima é totalmente anti-bíblico: 1) Jesus quis curar o leproso em Marcos 1:41. p. d) Corre-se o risco de impor opiniões pessoais aos textos utilizados por não analisá-los em seus contextos originais. pois permite ao pregador dizer o que quiser utilizando textos bíblicos. b) Dificulta a retenção da mensagem por fazer o ouvinte abrir a Bíblia em vários lugares diferentes durante a pregação. c) Valoriza a criatividade do pregador. b) Torna os ouvintes mais exigentes e críticos quando a pregação é ruim. Infelizmente a pregação tópica é a mais utilizada hoje em dia. “Pontos negativos”: a) Exige esforço e muito tempo de preparação.Tópica (ou temática): A sua forma resulta de um assunto escolhido pelo pregador. b) Mostra que a Bíblia ensina em várias partes o tema escolhido. interesses e convicções. c) Fornece um excelente modelo de estudo bíblico para o ouvinte. esses pontos negativos são positivos por fazer os pregadores vencerem a preguiça e prevenir os ouvintes de ensino bíblico adulterado. Pontos positivos: a) A Bíblia é senhora do pregador (ele expõe e não impõe).” (John Stott. e) Ensina a Palavra no contexto em que o Espírito Santo escolheu ao inspirar os escritores bíblicos. Exemplo 2: Tema: “Milagre de Cura” 1) Jesus sempre quer curar (Mc 1:41). É desse tipo de pregação que trataremos nesta oficina. 2) Jesus é mesmo hoje (Hb 13:8). todos nós lemos a Bíblia de maneira diferente. indagações... Pontos positivos: a) Permite ensinar os ouvintes sobre um tema específico sem necessariamente se prender a uma seqüência. Pontos negativos: a) Tende a não valorizar o texto básico. Utilizam-se vários textos de forma que sirvam ao tema que se deseja expor. d) Obriga o pregador a expor temas não prediletos ao pregar livros inteiros. nossos preconceitos. 210) 1. Após a explicação de cada subdivisão do texto o pregador aplica o ensino aos seus ouvintes. janeiro Goiás 8 a 27 de .] quando nós vamos ler a Bíblia chegamos com nossa própria agenda.

5. Aplicação: O pilar do “aqui e agora” “Conduzir as pessoas à Bíblia significa mostrar que a Bíblia responde às suas perguntas. Abismo Temporal: o último livro bíblico. Anote: repetições de palavras. 3. comparação de idéias. parábola.) 2. O contexto (histórico.). Como ele estruturou seu texto? Ao fazer a Observação. Da mesma forma. Precisamos de três elementos básicos para construir uma ponte: dois pilares que sustentam uma via. (contexto histórico). B) O significado original. bíblias em outras versões e. naturalmente você caminhará para a Interpretação. foi escrito a mais de 1. pronomes. textual amplo). por último. Os éticos há muito organizaram as perguntas morais feitas pelas pessoas em quatro categorias. As chaves gramaticais (verbos. Qual é o assunto (tema) principal do texto? 2. e a Bíblia as responde: Anápolis. Observação: O pilar do “lá e então” 1. contrastes (coisas ou idéias opostas). discursiva. C) O significado coerente (contexto textual imediato e textual amplo). 2. Interpretação: A via Ocupe-se com 3 questões básicas: 1. Essas etapas são muito interligadas. Ao interpretar busque: A) O significado natural (literal). 4. preposições. conjunções. Abismo Cultural: os personagens bíblicos tinham práticas e costumes diferentes dos nossos. Lembre-se de utilizar recursos bibliográficos (dicionários. Por que o autor bíblico tratou desse tema? 3. comentários bíblicos). As pessoas fazem essas quatro perguntas essenciais.900 anos. Abismo Circunstancial: os eventos bíblicos ocorreram em circunstâncias específicas da vida de seus interlocutores. etc. Interpretação e Aplicação (OIA). A estrutura (as divisões principais do texto). etc. bíblias de estudo. textual imediato. Pergunte: faça 6 perguntas ao texto: Quem? Onde? Quando? O quê? Como? Por quê? 3.do Brasil. etc. há três etapas necessárias para se realizar um bom estudo bíblico: Observação. Abismo Lingüístico: nenhum livro da Bíblia foi escrito em português. Apocalipse. Olhe: A forma literária (narrativa. Goiás 8 a 27 de janeiro 77 . poética.

Como distinguir entre a verdade e o erro? Ou seja. busque especificamente: A) Algo para crer. 115-116). precisamos percorrer a fase 1 (OIA) não por perguntas. Os elementos básicos de uma exposição são: Explicação do que observamos e interpretamos (OI=E). Quem eu devo ser? Ou seja. Ao fazermos um sermão expositivo. para fins didáticos. Geralmente. “A Verdade na Prática”. Por isso. Interpretação. Ilustração do que aprendemos (I). Aplicação e Ilustração (OIAI). no entanto. Podemos utilizá-lo ou não dependendo da parte do texto a ser discutida (no caso do EBI) ou explicada (no caso da exposição). No EBI: Observação Interpretação Aplicação Ilustração Na exposição: Explicação Ilustração Aplicação OBS: O elemento Ilustração não é indispensável nem no EBI. A que causas devemos dedicar a energia de nossa vida? Ou seja. 78 Anápolis. etc. Após meditar nos pontos principais do texto. Fase 2: Estruturando o sermão expositivo Do “OIAI” ao “EIA” A segunda fase na preparação de um EBI é montar um roteiro de perguntas que leve os participantes do estudo a percorrerem o mesmo caminho que percorremos em nosso estudo pessoal (fase 1). e Aplicação do ensino na vida dos ouvintes (A). O que devo fazer? Ou seja. pois isso facilitará a compreensão do ouvinte do sermão.1. Nesta apostila do IPL 2012 temos alguns exemplos de EBI e Exposição Bíblica. janeiro Goiás 8 a 27 de . Assim. D) Algo para corrigir (quais atitudes individuais ou coletivas devem ser tomadas? Que falhas devem ser confessadas?). B) Algum motivo de louvor. adicionamos ao EBI algum elemento que ilustre o ensino (tirinha. como obter discernimento? *saber+” (Dan Doriani. p. É muito importante também acrescentarmos a Ilustração (I) na exposição. as perguntas precisam ser de Observação. um EBI é composto basicamente por Observação. mas em nosso discurso. C) Algo para pedir a Deus. letra de música. Interpretação e Aplicação (OIA). como posso tornar-me a pessoa ou obter o caráter que me permite fazer o que é certo? [ser] 3. Assim. nem na exposição.). “OIAI” se transforma em “EIA”. qual é o meu dever? [fazer] 2. que objetivos devemos buscar? [ir] 4. citação.

Embora a mensagem seja mais importante que o mensageiro. 26). e a ensinar [pathos + logos] os seus decretos e mandamentos e decretos aos israelitas. o caráter do mensageiro interfere diretamente na recepção da mensagem por parte do ouvinte. Pregação Cristocêntrica.” (Esdras 7:10) Anápolis. Portanto. Ponto 1: EIA Ponto 2: EIA Ponto 3: EIA Comentários de improviso Conclusão do sermão Oração final Total: Duração aproximada 1 minuto 2 minutos 1 minuto 3 minutos 6 minutos 6 minutos 6 minutos 2 minutos 2 minutos 1 minuto 30 minutos Nº de páginas 1/3 1 1/3 1 2 2 2 1 1 1/3 11 Exercício: Elabore o esboço de um sermão expositivo a partir de Marcos 10:46-52 Fase 3: Pregando seu Sermão Os três elementos de retórica (Logos. que o orador transmite e os ouvintes experimentam. Pathos – os traços emotivos da mensagem incluindo a paixão. p. determinado mais significativamente pelo interesse expresso pelo bem-estar dos ouvintes. Aristóteles acreditava que o ethos era o componente mais poderoso da persuasão. mas também em poder. fervor e sentimento. existe o seguinte caminho entre a Bíblia e o ouvinte: BÍBLIA → Ethos → (Quem somos) Pathos → (Como pregamos) Logos → OUVINTE (O que pregamos) O exemplo de Paulo em Tessalônica: “Porque o nosso evangelho não chegou a vocês somente em palavra *logos]. Pathos e Ethos) “Na retórica clássica três elementos compõem cada mensagem persuasiva: Logos – o conteúdo verbal da mensagem incluindo sua arte e lógica.” (Bryan Chapell.” (I Tessalonicenses 1:5) O exemplo de Esdras em Jerusalém: “Pois Esdras tinha decidido dedicar-se a estudar [OIA] a Lei do Senhor e a praticá-la [ethos]. em seu favor. nos colocamos como mediadores entre a Bíblia e nossos ouvintes. no Espírito Santo e em plena convicção [pathos]. Goiás 8 a 27 de janeiro 79 .Sugestão de divisões e proporções em um sermão expositivo de 30 minutos Componentes do Sermão Saudação e anúncio do texto Leitura do texto Oração inicial Introdução do sermão (contexto histórico e/ou sistemático). Quando pregamos. Vocês sabem como procedemos [ethos] entre vocês. Ethos – o caráter percebido do orador.

A Verdade na Prática. ABU Editora. ABU Editora. Philip. Antonia Leonora. Hélio de Oliveira. Editorial Lampara. Dan. São Paulo. Eugene. Mundo Cristão. YANCEY. 1997. 2007. Cultura Cristã. John. Jesús. São Paulo. Modelo de Predicador. VAN DER MEER. O Estudo Bíblico Indutivo. Editora Sepal. O Perfil do Pregador. 80 Anápolis. Editora Vida. Goiânia. ___________. PETERSON. Vida Nova. 2007. 2003. Seminário Presbiteriano Brasil Central. Bryan. SILVA.Exercício: Identifique o elemento ethos nos seguintes textos bíblicos: I Tessalonicenses 2:7-12:_______________________________________________________ II Tessalonicenses 3:7-10:_______________________________________________________ I Timóteo 4:11-16:_____________________________________________________________ II Timóteo 2:15-16:_____________________________________________________________ Tito 2:7-8:____________________________________________________________________ Tiago 3:13:___________________________________________________________________ BIBLIOGRAFIA/LEITURAS RECOMENDADAS: ATIENCIA. Ouça o Mundo. STOTT. 2008. Pregação Cristocêntrica. CHAPELL. São Paulo. 2010. A Bíblia: o livro para hoje. DORIANI. 1993. São Paulo. Bolívia. San Pedro. Maravilhosa Bíblia. São Paulo. Entendes o que lês?. Cultura Cristã. Jorge. 1998. ___________. janeiro Goiás 8 a 27 de . Apostila: Curso Básico de Exposição Bíblica. Ouça o Espírito. 2007. FEE Gordon e STUART Douglas. São Paulo. ABU Editora. A Bíblia que Jesus Lia. 1999. São Paulo.

que influências têm moldado e formado sua percepção e práticas de oração e o lugar que ela ocupa na sua vida. Goiás 8 a 27 de janeiro 81 . Como se ensina e pratica a oração? Minha prática de Oração:  Como pratico a oração em:     Minha vida pessoal? Meu ministério? O que me motiva e o que me ajuda a orar? (pensar em fatores internos e externos) Quais são minhas lutas (dificuldades) com a oração? E o que me impede de orar? (pensar em fatores internos e externos) Como me sinto a respeito da minha “vida de oração”?  Anápolis. Descreva como é a sua prática de oração hoje. ministério ou em um grupo de colegas cristãos. comunidades ou pessoas têm formado meu entendimento sobre a oração? Minha história de Oração:    Quais foram os conceitos ou entendimento inicial que tive sobre oração e sua importância? De que maneiras têm crescido ou tem mudando o meu entendimento sobre a oração? Pense na sua Igreja. não julgue sua vida de oração como boa ou má. e Ele nos tira de onde estamos e nos aproxima Dele.Oficinas Minha história pessoal: entendendo e praticando a oração Por: Ivanilsa de Oliveira (nilsa@abub. O que eu entendo sobre Oração:    Como defino a oração? Com quais diferentes tipos de oração estou familiarizado? Que livros. Seja honesto (a).org. em nossa realidade humana. não descreva um modelo do que deveria ser ou o que você gostaria que fosse. Lembre-se que Deus nos encontra onde estamos.br) O propósito desse exercício é ajudar a identificar como você entende a sua oração. nem a compare com os seus ideais.

é a capacidade de ouvir a voz de Deus e obedecer à sua Palavra. Local: encontre um lugar silencioso e livre de interrupções. 2Tm 3. “A meditação cristã.10. Samuel. → Paulo: a herança da Palavra a Timóteo (1Tm 4. Moisés. Postura: a mais confortável e que distraia menos. p. Definição e equívocos → Oração é. Celebração. Atos dos Apóstolos).6 .Interiores Meditação .44-47) → Josué: vivendo pela Palavra (Js 1. Josué. 119. a capacidade de responder à voz de Deus de acordo com a Sua Palavra. Testemunho bíblico  O testemunho dos personagens bíblicos e do registro bíblico (p. 82 Anápolis. numa definição simples.38-42). Oração 1.4-9. 1.6-9) → Davi: ansiando pela Palavra (Sl 1.1-8.” (Foster.Disciplinas espirituais .ex. numa definição simples.78 → Cristo: ouvindo e vivendo a voz do Pai (Jo 14. Jo 15.ex. Salomão. Testemunho Bíblico:  O Deus que fala também deseja ser ouvido: → Adão e Eva: comunhão e ruptura (Gn 1-3) → Moisés: o vínculo da vida pela Palavra (Dt 6. 119) ou Sl 63. 32.14-17) 3. Formas  Meditação nas Escrituras: ouvindo a voz de Deus → Alerta: limite o seu foco e planeje bem (p. Lc 10. Salmos. Devocionário. janeiro Goiás 8 a 27 de . 47) 2. Davi. 2. Preparação    4. Guia Devocional. Grade anual de leitura) Tempo: separe uma parte do dia para a meditação regular.11-16. Daniel.

28]. perseverem na oração. Lista(s) de oração (p.26-27) B. tenha vontade ou não. → “… a experiência do jejum é mais um banquete com a palavra *e a presença+ de Deus que a abstinência de comida. em todas as ocasiões. Rm 8. Anápolis.”).. A prática da oração: 1..” Henri Nowen.26-27) C. 4. Jejum 1. Ef 6. Família / Trabalho / Igreja / Vizinhança): é possível começar com uma ficha que caiba na carteira. Então é preciso esforçar-se arduamente para afirmar que este é o momento de estar com Deus.15-17.”).. esteja satisfeito ou não. 14. [Lc 9. Goiás 8 a 27 de janeiro 83 .. Não sabemos orar.9-13) → Da persistência na oração (Mt 7.32-38). pág. Postura: condizente com a sua devoção.. 5.” (Foster. 3. Preparação: seja prático (p..7-11)  O testemunho de Paulo (e dos apóstolos) A.. café).ex. O testemunho de Cristo: → Do hábito e da prioridade da oração (Mc 1. Local e hora: sossego e tranqüilidade. 6. Disciplina significa criar limites ao redor do nosso encontro com Deus. → Intercessão (“. “Oração é disciplina. Nossos horários e locais não podem estar tão cheios a ponto de não haver como conciliar um encontro... Definição e equívocos → Jejum é a abstenção voluntária de comida a fim de auxiliar a prática da meditação e da oração. Mas o Espírito nos assiste em nossa fraqueza! (Rm 8. Duração: seja freqüente e fervoroso / comece devagar (15 minutos por dia).35. (Tg 4. → Do conteúdo da oração dos discípulos (“Pai Nosso” – Mt 6. → Persistência / perseverança (“...ex.. 11. 2. 93). → É também uma disciplina que restaura equilíbrio em nossa vida.46.”). → Constância (“....”). → Variedade (“.3. mas não em excesso.. com toda oração e súplica.18): → Dependência do Espírito Santo (“Orem no Espírito. Oração é uma luta que envolve (cf. goste ou não. por todos os santos. Celebração... Você retorna ao lugar de solitude com Deus.”).

Cristo – nossa fonte de entendimento e sabedoria (Lc 2. → Neil Postman (1981): crianças de 6 a 18 anos passam 15 -16 mil horas na frente da TV e 13 mil horas na escola.  O apostolo João definiu Vida eterna como conhecimento de Deus (João 17..1-11). café.16-18). [Você] nunca poderá ter uma mente cristã sem ler as Escrituras.8. Paulo (At 9. 2Tm 3.3) 2. Prática 1. Definição → O estudo cristão é a prática de uma dieta mental sadia e equilibrada a fim de se alcançar uma vida mais parecida com a de Cristo. Fp 4. 6. Jesus (Mt 4.. 13. Cl 2. 69). O desafio de ser renovado em nosso entendimento (Rm 12.) que você acha que não viveria sem. 3. Esdras (Ed 8. convocação nacional (Jl 2. etc.9). o que nos afeta não é só o conteúdo. Mt 22. Mt 4. 84 Anápolis.23). porque você não pode ser profundamente influenciado pelo que não conhece. até horas e dias.1-11. Progressão: 1 refeição. 19. Testemunho bíblico    A Palavra como fonte do nosso entendimento (Sl 1. facebook. 119.14-17.66) → “É muito difícil para qualquer cristão que passa a maior parte do tempo vendo televisão ter uma mente puramente cristã. mas o próprio hábito de assistir TV! (Hughes. Elias (1Rs 19.9.  O ensino de Cristo: →A restauração do jejum correto (Mt 6. Estudo 1. 2Cr 20. p.16-18) →A prescrição do jejum (Mt 9. Disciplinas. até os 20 anos de idade.8). Testemunho bíblico  Pluralidade de exemplos bíblicos: → Dia da Expiação (Lv 23. Conjugue com meditação e oração. 10). janeiro Goiás 8 a 27 de . 1 alimento ou alguma coisa (televisão. p.1-2.7-11.27).16.2. chocolate. Daniel (Dn 1.  “Você é o que você come”.1-2). → Moisés (Dt 9. assistem 1 milhão de comerciais (1 mil por semana!).21-23).14-17).1-4).67.16).” (Hughes. mas também “Você é o que você pensa!”.40-52.97-100).15. 2.37-40. Ester (Es 4. vídeo game.

3. Prática  Aplicando-se à leitura da Palavra prolongada e sistemática: → Desafio: ler a Bíblia toda em um ano; estudar um livro da Bíblia de cada vez (dicas: Bíblia de estudo ou dicionário bíblico); → Dica de leitura: Tremper Longman, Como ler a Bíblia com o coração e a mente (Cultura Cristã).  Aplicando-se à leitura dos clássicos cristãos (sabedoria cristã antiga): A. Biografias (p.ex. Livro dos Mártires). B. Ficção (p.ex. O Peregrino, As Crônicas de Nárnia). C. Devocionais (p.ex. A Imitação de Cristo). D. Teologia (p.ex. Cristianismo Puro e Simples).  Aplicando-se a outras leituras e outros estudos: → Literatura secular, rádio, música, documentários, cinema, teatro, natureza, etc.  Aplicando-se ao estudo pessoal, coletivo (familiar) e rotineiro: → Quanto mais cedo você começar, mais fácil se tornará!

Orando com Jesus  Pai Nosso – Orar "Pai Nosso” preconiza, em primeiro lugar, a confissão de que Jesus tem o direito de orar a Deus dessa maneira porque Deus é seu Pai natural, ao passo que, em relação a nós, trata-se de um privilégio do qual graciosamente nos foi permitida a participação. Isso se dá por termos sido unidos a Cristo pelo poder do Espírito Santo, o que mais nos capacita a orar de forma legítima e eficaz - legítima por termos sido adotados por Cristo; efetiva, pois graças à adoção de Deus, derramou-nos o Espírito Santo no coração. Orar "Pai Nosso" equivale a conhecer a três pessoas da trindade, pois apenas nela e por meio dela essa oração é possível. Que estás no céu - O Deus que adoramos é o Ser absoluto, diante do qual inexiste alguém maior. Por essa razão, sua exclusividade não nos foi transmitida pelas palavras "deus" ou "senhor", mas pelo grande título "Todo - Poderoso", versão das palavras hebraica (El shaddai) e grega (Pantokrator). No mundo antigo havia muitos deuses e senhores; no entanto, poderia existir apenas um Todo - Poderoso. Nessa palavra simples serão resumidas sua soberania, seu poder e caráter ímpar - todas as características que precisamos recordar para santificar-lhe o nome.

Anápolis, Goiás 8 a 27 de janeiro

85

Santificado seja o Vosso nome – não é uma oração por mudança ou melhoria em Deus, e sim em nós. Na oração para que seu nome seja colocado à parte para receber a honra especial devida, também oramos por nós mesmos, pedindo que sejamos feitos dignos portadores dele, testemunhas genuínas do amor que o transformou em sacrifício para que pudéssemos ser purificados de nossos pecados e capacitados a estar nos lugares celestiais com ele. Que ele nos conceda a graça de santificarmos seu nome em nossa existência e, desse modo, cumpramos a prece que Jesus nos ensinou a orar. Venha a nós o Vosso Reino – Celebramos e buscamos o seu Reino em nossas vidas e na vida de outras pessoas. A vinda de Seu Reino significa, primeiramente, a vida e os recursos de Seu Reino para nós. A qual nos é dada por Jesus, através do Espírito Santo. Seja feita a Vossa vontade – A vinda do Reino de Deus se realiza quando a sua vontade, não a nossa, é feita em nossa vida. E quando tomo consciência da vontade de Deus, me torno ciente de que não a estou cumprindo. Perceber isso significa ter a plena consciência de que sem a ajuda divina nada posso fazer, mesmo desejando. A única solução é o arrependimento e a submissão à sua vontade, algo que o Espírito Santo torna possível ao agir em nosso coração. Assim na terra como no céu – Recebemos e buscamos a Sua vontade em nós e nos outros. Submetemos-nos a Ele e pedimos sua graça e poder. A “vontade” do Pai quer dizer a bondade e generosidade de seu coração ante toda a sua criação. É o caminho da vida, como disse Paulo, “a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável”. O Pão nosso de cada dia, dá-nos hoje – Dependemos de Deus para todas as nossas necessidades humanas. Pedimos a Deus por nossas necessidades cotidianas por que, como Pai, Ele tem se dedicado a cuidar de nós e nos dar o que necessitamos; como faz um bom pai que ama a seus filhos. Dá-nos o pão e satisfaz nossas necessidades em diferentes formas. Através da terra fértil e do trabalho, bem como através da generosidade daqueles que cuidam e nos ajudam. Perdoa as nossas dívidas – Confessamos nossos pecados e pedimos que nos restaure. Quando pedimos o seu perdão, o que realmente estamos pedindo? Deixemos que as palavras de Davi nos ensinem: “Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e mais brando do que a neve serei. Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagastes exultarão. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova em mim um espírito estável. Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. Devolve-me a alegria de tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer ”. Salmo 51: 7 - 12 Assim como perdoamos aos nossos devedores – Perdoamos e colocamos a outros em liberdade. O pedir e receber o poder de Deus implica também permitir que esse perdão preencha nossos corações e flua de nós, perdoando aqueles que nos tem magoado.

86

Anápolis, janeiro Goiás 8 a 27 de

Não nos deixe cair em tentação – Submetemos nossas vidas a sua sábia direção. Tentações são aquelas coisas que despertam em nós o desejo de agir mal e pecar contra Deus, contra nós mesmo e contra os outros. Ainda que as tentações possam estar fora de nós, suas raízes estão dentro de nós. A Bíblia nos recorda (Tiago 1: 13 - 15) que não podemos salvar a nós mesmos. Reconhecemos que devemos ser guiados por nosso Pai, pois estando só sucumbiremos ao poder da tentação. Mas livra-nos do mal - Pedimos a Deus que nos livre do mal dentro e fora de nós. O mal não só está dentro de nós, como também existe fora de nós, em sistemas e em outros. A fonte deste mal é Satanás, que nos ataca direta e indiretamente. Paulo nos chama atenção (Ef 6: 10 - 13) que não podemos derrotar ou nos sobre por ao mal por nós mesmo, senão que levantemos nossas debilidades a Deus, que é o nosso refugio e libertador. Pois Teu é o Reino, o poder e a Glória, para sempre – O reconhecimento de que o Reino, o poder e a glória pertencem somente a Ele. O Reino de Deus não mudará. Seu poder e sua glória serão tão visíveis como o são agora, na vida de homens e mulheres que mudaram e que tomaram sua cruz e seguiram a Jesus. Amém! - Sim, nosso Senhor, isso te pedimos!

Bibliografia: Bíblia Sagrada, Nova Versão Internacional, NVI – Editora Vida: São Paulo, 2003 Douglas e Marylin Stewart, Apostila Oração, EFO – Venezuela, 2009. Gerald Bray, Teu é o Reino. Publicações Shedd, 2009. Matheus Iglesias, Apostila Discipulado, CF – Rio de Janeiro, 2009. Richard Foster, Celebração das Disciplinas. Editora Vida: São Paulo, 2009.

Anápolis, Goiás 8 a 27 de janeiro

87

Ela sempre se lançou firmemente em meio às grandes disputas intelectuais que cada época tem apresentado como obstáculos à fé em Deus. a lanchonete das universidades e o shopping center local constituem os novos palcos de debates nos quais as declarações de verdade por parte do cristianismo são julgadas e testadas. O título original do livro. as quais fundamentam e justificam esse amor. O cristianismo deve se distinguir por sua relevância para a vida. A crença em Deus acha-se inseparavelmente associada a crenças sobre Deus”. e não nas salas de seminário das universidades. rigorosamente fundamentada nas doutrinas da criação e da redenção. (…) A apologética tradicional tem um histórico honrado dentro da tradição cristã. Todavia. O foro de discussões mudou radicalmente. em inglês. (página 10) “É nesse ponto que se torna possível discernir uma séria debilidade em determinados raciocínios apologéticos. No entanto. em 2008. Hoje. (…) A idéia de “ponto de contato”. Frequentemente. e não apenas por sua racionalidade Anápolis. adoração e confiança nele. a imprensa nacional. Acreditava-se que as estratégias apologéticas não dependiam de tempo ou lugar ”. sobretudo nas salas de seminário de 3 velhas universidades. Para citar apenas um exemplo. tanto na substância quanto na forma. Crer em Jesus Cristo não significa apenas amá-lo. lida com crenças. revela a importância da questão”. uma apresentação e defesa de suas reivindicações de verdade e importância no grande mercado das ideias. como isso deve ser feito? A apologética tradicional sempre se apoiou no elogio à 2 racionalidade das declarações cristãs quanto á verdade . adorá-lo ou confiar-se à ele. nem tudo está bem. publicado pela Editora Vida. (página 11) “A situação de fato mudou. Ela tem servido bem á igreja ao longo dos séculos e continuará a servi-la no futuro. O estúdio de televisão. janeiro Goiás 8 a 27 de 1 88 . É crer em certas coisas bem definidas a seu respeito. onde a racionalidade era vista como critério máximo de justificação . elas já não ocorrem no âmbito das universidades e dos livros-texto. resultando em um empobrecimento qualitativo da apologética cristã. negligenciando os recursos filosóficos à sua disposição. tais raciocínios parecem depender do senso comum ou da tradição filosófica ocidental. o imenso potencial teológico das doutrinas cristãs da criação e da redenção foi muito pouco explorado. que o cristianismo deve pelejar por sua vida.Construindo pontes: “engenharia” da Verdade Reinaldo Percinoto Jr Trechos do livro “Apologética cristã no século XXI: ciência e arte com integridade”. é uma apologia da fé cristã . tais como o enigma do sofrimento humano ou as dificuldades encontradas para provar a real existência de Deus. (página 09) “O objetivo principal da apologética cristã é criar um clima intelectual e imaginativo que conduza ao nascimento e ao cultivo da fé em toda a sua plenitude e riqueza. (…)O objetivo da apologética consiste em conferir integridade e profundidade intelectuais à evangelização. A fé cristã não lida apenas com sentimentos ou emoções. É no mercado das ideias. assegurando assim que a fé permaneça arraigada na mente e no coração. de Alister McGrath. um mundo em que as reivindicações de verdade do cristianismo eram testadas. A apologética tradicional parece muitas vezes radicada em um mundo moribundo. “O que é apologética cristã? Em seu sentido primordial. é “Bridge-building”.

para entender (ouvindo deles) por que não se juntam a nós. Quase sempre. mas os resultados justificam o investimento nesse tipo de rigor intelectual e preocupação pastoral”. É preciso identificar tais razões. Deixar de considerá-las ou de avaliá-las resultará em uma apologética truncada. uma série de problemas locais exige respostas. (página 12) Acima de tudo. Existe uma relutância em ouvir aqueles que se acham fora da comunidade da fé. os cristãos se veem tachados de alienados. bem como os expedientes a elas associados. por exemplo. defrontando-se com uma série de barreiras intelectuais que podem ser neutralizadas ou até mesmo sobrepujadas. atitudes e valores. a apologética tradicional buscou tecer elogios ao cristianismo 4 sem nunca questionar por que tanta gente não é cristã . em aceitar um conjunto de valores que se opõem ao da cultura dominante. a menos que a lacuna seja interligada por Anápolis. devemos nos conscientizar de que a apologética é mais do que um louvor à atratividade cerebral oferecida pelo cristianismo. pois só assim o cristianismo continuará a ser uma opção viva para toda e qualquer localidade. geralmente o fazem por motivos que escapam totalmente à teia de interesses da apologética tradicional. Portanto. São parte de uma matriz mais ampla de argumentos. Em certo sentido. Não se trata de “argumentos” no sentido de questões justificadas racionalmente em sua contraposição á fé cristã. por sua vez. as teorias não passam de teorias. É trabalho árduo. de carne e osso. Sem essa ponte. de um abismo entre os dois lados de uma garganta. As questões locais nos obrigam a desenvolver uma apologética de sabor local.13. Tais pressões existem de fato. gente que não pertence ao mesmo ambiente de seus companheiros. (…) Feitas as contas. inconsciente ou deliberadamente. 'Construindo pontes” implica a existência de uma lacuna. coletivamente. Isso pode resultar na formação de uma contracultura cristã. incapaz de satisfazer a seriedade que o desafio atual à fé nos coloca. Aqueles que ainda não descobriram o cristianismo e os que o rejeitam. Muito embora as grandes questões globais. a cabe ao apologista fazer as relações com a vida das pessoas. concluímos que a apologética não tem que ver com a vitória de alguma argumentação sobre outra. por meio de argumentos aos quais não devem faltar sensatez.16) “O título deste livro evoca uma imagem que. seu objetivo é conquistar pessoas. pressões desse tipo não são de natureza intelectual. É inócuo enaltecer o apelo que tem a fé cristã. uma vez que exige a um só tempo o domínio da tradição cristã. os quais. A apologética clássica sempre tratou o cristianismo simplesmente como um conjunto de ideias. se isso não se fizer acompanhar de um sério esforço para descobrir por que tanta gente a considera tão pouco atraente. uma apologia”. outsiders culturais. O apologista eficaz é aquele que ouve antes de falar e que despende todo o esforço necessário para vincular os recursos de tradição apologética cristã tanto ás necessidades do indivíduo quanto á sua capacidade de lidar com argumentos e imagens. e tudo isso de tal forma que o público possa se beneficiar dele. deixando implícito que ser cristão não é algo que se possa considerar aceitável. como. Ser cristão consiste. Elas afetam as pessoas. Estes ficarão permanentemente isolados. a capacidade de ouvir sem preconceitos e a disposição de fazer o esforço necessário para expressar idéias nesse nível. do mundo atual. moldam sua atitude em relação à fé e instilam nelas 5 preconceitos .intrínseca. Que razões seriam essas? A História sempre conspira contra o cristianismo ao apontar para ligações passadas inaceitáveis entre a igreja cristã e situações de opressão política ou social. quase sempre. Por conseguinte. temos de aceitá-lo em toda a sua plenitude.14) “A apologética é um recurso. continuem na ordem do dia nessa nova geração. Um desafio exige uma defesa. A cultura sempre joga seu peso contra o evangelho. 15. nada são além de idéias abstratas suspensas no ar sem nenhuma fundamentação na realidade da vida. Goiás 8 a 27 de janeiro 89 . (pág. produzem um clima cumulativo hostil à fé. para que possa desafiá-las. A arte da apologética eficaz é trabalhosa. (pag. nos oferece uma chave do método aqui utilizado. o sofrimento.

mas não destruída. a criação é capaz de apontar para seu criador. mesmo em nossa condição decaída. (página 19) “O primeiro grande insight encontrado pelo leitor das Escrituras é que Deus criou o mundo.” (página 20) “Antes de seguirmos adiante. e que identifica os melhores pontos para a construção de pontes. a memória dessa conexão permanece viva. Isso nos obriga a demarcar uma linha divisória muito clara entre a natureza humana original e a decaída. 90 Anápolis. mais do que isso. Seria alguma surpresa. Ponto de contato é um ponto de apoio dado por Deus para a auto revelação divina. Contudo. Continuamos a ser criaturas de Deus. transformando esses indícios em realidade. por causa do nosso pecado. constituir motivo de espanto o fato de que podemos discernir “sinais de transcendência” (Peter Berger) na vida humana. Eles existem para serem usados. para que o contato seja estabelecido. nossa responsabilidade consiste em construir sobre esses fundamentos.uma ponte.” (págs.. portanto. O apologista cristão descobrirá. Os pontos de contato não são. meios adequados para atrair pessoas só Reino de Deus. nos religar a ele em toda sua plenitude. trouxesse consigo a marca de sua natureza? E que essa marca tivesse um valor considerável como ponto de partida para a apologética?(. o protótipo e o que hoje existe. Tampouco são adequados em si mesmos para atrair as pessoas especificamente à fé cristã. A ligação com o “Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Pedro 1:3) é algo ainda por fazer. Cabe ao apologista mostrar que o evangelho cristão é coerente com esses pontos. o ser humano. ela pode se valer do ponto de partida dado por Deus no âmbito da própria natureza da ordem criada. contudo. Por meio da graça de Deus. Embora exista uma ruptura entre o ideal e o empírico. eles são pontos de partida para esse objetivo.” (página 21) “De certa forma. É um catalisador. devemos esclarecer um sério equívoco em relação à natureza e função desses pontos de contato. A imagem de Deus em nós acha-se desfigurada. quando muito.. assim como as localizações e os tipos das pontes a serem construídas. entre o ideal e o real. não é a natureza humana que Deus planejou. que Deus já lançou os fundamentos dessas pontes no mundo e no coração humano. O “ponto de contato” é um desses tais fundamentos”. portanto. incluindo o cristianismo. então. se essa criação carregasse um testemunho dele? Ou que o ponto alto da sua criação. O testemunho de Deus em sua criação pode agir como uma espécie de gatilho. apontar para a existência de um ser supremo criados e benevolente. encantado. Esses pontos de contato não estão ali por acaso. estimulando as pessoas a formularem perguntas sobre o significado da vida ou sobre a realidade de Deus. o pecado do homem se encaixa nisso? A doutrina cristã da redenção afirma que a natureza humana. mas não um substituto da revelação divina. Podem. A apologética cristã eficaz é aquela que tem como objetivo localizar os pontos onde se dá a separação entre o evangelho e os indivíduos e as comunidades do mundo todo. a apologética não precisa estabelecer os fundamentos do conhecimento cristão de Deus. janeiro Goiás 8 a 27 de . 21 e 22) “De que modo.) (…) Não deve. não são suficientes. que ele é capaz de explicá-los e. sua presença tornou-se como que um sonho. foi-nos deixada uma memória latente de Deus capaz de nos quebrantar para. Se já existe algum ponto de contato. fazendo as ligações necessárias. então. como a vemos e entendemos hoje. Fomos criados para a presença de Deus. em si mesmos. A natureza e a localização dessas lacunas variam de cultura para cultura e de um indivíduo para outro. os pontos de contato criam um clima de receptividade ao teísmo. De proporcionar tudo o que prometem. entre o reino da criação decaída e o da redimida. Pela generosa graça divina. juntamente com a insinuação de sua restauração por meio da salvação.

” (página 25) “'O verdadeiro conhecimento de Deus' (Calvino) só pode ser decorrência da revelação. esse sentimento de insatisfação como uma consciência da ausência de Deus. anunciado na criação e manifesto em sua substância plena e gloriosa na Bíblia e em Jesus Cristo. Uma pesquisa recente entre estudantes mostrou que as duas principais razões para rejeição do cristianismos são: “os cristãos são hipócritas” e “os cristãos são muito exclusivistas”. Kachur. e não àquilo para o que ela aponta. O apóstolo convida aqui seus leitores a apresentar uma defesa racional da esperança em têm em cristo. 4 5 Uma exceção notável é If is a God. Sproul (Minneapolis/. p. Tal conhecimento. que pode ser restaurada. 2 V. por sua misericórdia. um aperitivo daquilo que está por vir. A criação estabelece uma potencialidade frustrada pelo pecado. Sproul. um estímulo. contudo. o evangelho cristão é capaz de interpretar essa ânsia.” (páginas 22. Robert M. Se não formos além da placa no poste. p. O conhecimento natural de Deus realiza plenamente seu propósito no momento em que sugere tanto a necessidade quanto a possibilidade de um conhecimento mais completo de Deus do que aquele insinuado pela ordem natural. Anápolis. (…) As doutrinas da criação e da redenção combinam-se e interpretam esse sentimento de insatisfação e falta de realização como perda da comunhão com Deus. Goiás 8 a 27 de janeiro 91 . Deus. 1986). se seguirmos na direção indicada pela placa. mas sim para uma direção ou sentido. de R. John Gerstner e Arthur Lindsey. sucumbiremos à religião da natureza. providenciou antecipações e pistas de tal conhecimento salvador no mundo. p. 1974). Classical Apologetics: a rational defense on the christian faith and a critique os presupositional apologetics (Grand Rapids: Zondervan.” (página 24) “A criação é como uma placa de sinalização. mesmo que não saiba que nome dar a essa coisa. por meio da graça divina. revelando-nos também a insuficiência e a pobreza daquilo que agora possuímos. Apologética é ali definida como “defesa racional da religião cristã (v. sobre as quais repousa a apologética cristã eficaz: existe uma relação com Deus. começamos a nos perguntar se esse vazio espiritual pode ser preenchido de algum modo. C. devotando a ela nossa adoração. o excelente estudo de R. portanto. suficiente para nos comover a ponto de nos sentirmos desejosos de recobrá-la em sua totalidade. 13 e 16) 3 Há alguns comentários importantes sobre as limitações da racionalidade em Francis Chaeffer. é a percepção ou a consciência da presença passada de Deus e a atual debilidade dessa presença.” (página 31) 1 O termo grego é usado nesse sentido em 1 Pedro 3. Why are there atheists?. e uma espera por Deus em nosso interior ainda insatisfeita. 23 e 24) “O ponto de contato. que foi rompida. Todavia. Essa placa chama nossa atenção. É precisamente essa percepção de insatisfação que está por trás da ideia de um ponto de contato. Triology (Leicester: Inter-Varsity Press. 1984). 123-5. que não aponta para si mesma. 1990). (…) Grande parte das pessoas reconhece que falta algo em sua vida. e assim preparar o caminho para sua reparação. HIS (February. No momento em que nos damos conta de nossa finitude. que nos falta algo. (…) A consciência dessa percepção de vazio ressoa por toda a cultura secular.7-10. no caso. mas. porém. E talvez se sinta incapaz de fazer algo a respeito. trai a si mesmo quando se deixa perceber como um conhecimento completo em si mesmo.(…) Aí reside a essência da dialética entre a doutrina da criação e a da doutrina da redenção. É como uma alavanca.15. Bethany. “Why I’m not a Christian”. chegaremos ao conhecimento verdadeiro do Deus vivo. contudo. Nenhuma dessas duas razões é de origem “acadêmica” ou “intelectual”. a mágoa e a dor dessa frustração persistem em nossa experiência. porque trata de algo que podemos ver e sentir. C. para o seu Criador.

. Coletem todas as informações que julgarem necessárias além daquelas que já estão na ficha do seu grupo: número de pessoas esperadas na(s) reunião(ões) e atividades. Na última reunião antes de ir para o local da parte prática cada um deve escrever suas expectativas: o que espera aprender. idade?. Também podem utilizar conteúdo trabalhado durante o IPL. Cabe a ele(a) zelar pelo grupo. vocês devem se aproveitar de sua experiência anterior em seu grupo. Uma boa dose de criatividade (dinâmicas interativas. ansiedades.. Compartilhem no grupo e intercedam uns pelos outros. janeiro Goiás 8 a 27 de ..      92 Anápolis. um(a) tesoureiro(a) e um(a) redator(a). Quanto ao conteúdo dos estudos e atividades que dirigirão. o que dinamiza a reunião/atividade e facilita a assimilação. o relatório final a ser entregue. Vocês devem entrar em contato com as pessoas responsáveis pela igreja ou local onde estarão na parte prática. Poderá se basear nos diários pessoais de cada integrante do grupo e nas reuniões de avaliação diárias. que dons procurará desenvolver.. servir. Sobre o redator: cabe a essa pessoa registrar o que acontecerá durante a parte prática. participativas. profissionais?. se responsabilizar pelo movimento de caixa (entradas e saídas) e elaborar o relatório de prestação de contas. encenações) e um compartilhar que inclui as experiências que você e seu grupo têm vivido na faculdade também irão ajudar. tempo que terão. pelo bom andamento das atividades e apoiar os outros membros da equipe em suas necessidades. conhecem a ABU?). Já o tesoureiro deve elaborar o orçamento do grupo. Sobre o coordenador: não é quem manda. Dica: um estudo ou programa pode ser elaborado e ministrado por duas ou três pessoas. mas quem procura facilitar. secundaristas?. condução para ir e voltar. com a ajuda do restante da equipe.Orientações para a parte prática Antes de ir   Escolham um(a) coordenador(a) para o grupo. Cada um deve preparar um esboço do estudo ou da parte do programa em que é responsável e depois apresentar ao grupo para sugestões e feedback. É o responsável pelo grupo. ajudar. como será a acomodação e alimentação. medos. expectativas das pessoas responsáveis quanto à maneira pela qual vocês podem servir melhor.… Dividam as responsabilidades quanto aos estudos e/ou atividades a serem realizadas. quantos universitários?. desde que com o cuidado de adaptá-lo ao novo público alvo. A partir dessas anotações elaborará. perfil desses participantes (são líderes?.

Usem e abusem do seu potencial.).. antes de dormir. Goiás 8 a 27 de janeiro 93 . ou quando retornarem (no momento “só sei que foi assim. Procurem enturmar-se. Descubram o melhor horário dentro de sua programação e não deixem de fazê-la. Estejam atentos ao local e cultura de onde estiveram hospedados. são bons e baratos. Não deixem de anotar os endereços e outras informações relevantes (onde estuda. hábitos e costumes.. Sejam criativos. liderança regional) e as datas e locais dos próximos eventos regionais de treinamento. não deixem que seus hospedeiros façam tudo enquanto vocês apenas assistem. Todo dia. usem talentos manuais. sejam amigos e bons ouvidos. e/ou comprem uma lembrancinha para aqueles que lhes acolheram. Afirmar o que precisa ser afirmado. Passem para eles: nome e endereço dos contatos na região (assessores. Esbanjem as suas capacidades de adaptação e improvisação quando forem necessárias: se o público-alvo for muito maior ou menor do que o esperado. pelas pessoas com quem vocês estão travando contato e pelos outros grupos da parte prática. além de fazerem parte de nosso ministério de forma bastante estratégica. suas impressões. Aproveitem esse tempo para interceder: uns pelos outros. encorajar a mudança naquilo que precisa ser aperfeiçoado. Percebam “detalhes” como vestimentas. Deixem tudo em ordem e façam com aquele espírito de excelência! Não se esqueçam de expressarem sua gratidão a seus hospedeiros. principalmente daqueles que se mostrarem interessados em começar um grupo ou participar de um já existente. conversas significativas. Demonstrem que estão ali para servir. Usem os seus diários pessoais nesse momento de compartilhar. O planejamento prévio não é uma camisa-de-força.. Mas lembrem-se toda divulgação será bem-vinda.Durante a parte prática  A primeira coisa a fazer é se apresentar à liderança da igreja ou projeto. Procurem desenvolver o saudável exercício de dar e receber feedback. algum estudo ou atividade extra requeridos ou qualquer outra situação inesperada. O que foi atingido? O que foi frustrante e por quê? O que aprenderam? O que foi novo e abençoador? Diante dessa experiência. Façam uma reunião diária de avaliação. perspectivas.. o que colocam como alvo para aprender e/ou amadurecer daqui em diante? Livros da ABU Ed.. Apresentem o que vocês irão fazer e coloquem-se à disposição para ajudar no que for preciso... O(a) redator(a) deve estar atento em suas anotações nessa reunião. Por exemplo. gastem tempo com as pessoas. a programação.         Anápolis. se o perfil dos participantes for diferente do imaginado. vocabulário. Escolham alguém da equipe para ficar responsável pela literatura. . retomem aquela folha onde escreveram suas expectativas. Usem bem essa ferramenta.. Na última reunião de avaliação do grupo.”). façam anotações sobre o dia: como foi. Mostrem total disposição e empenhem-se em colaborar sempre.

).. Lembrem-se dos líderes em potencial. esquetes. janeiro Goiás 8 a 27 de .. portanto. no momento “preparação”.. elaborar um relatório final a ser entregue à coordenação do IPL (ipl2012@abub. providenciando cópias para cada integrante do grupo. preparem uma apresentação das experiências que o grupo teve aos demais participantes do IPL (inclua testemunhos pessoais. Mas.org. o tempo é curto. apesar da euforia em repartir um bocado do que viveram.   94 Anápolis. O(a) redator(a) deve.Depois  No dia 24.br). certifiquem-se de que não irão ultrapassar o tempo determinado. atenção. Correspondam-se com as pessoas com quem tiveram mais contato durante a parte prática. com a ajuda do grupo. Não se esqueçam de passar esses contatos para os líderes da região. A data limite para a entrega deste relatório é o dia 25 de fevereiro.

Quais passos práticos vou tomar. O que você esperava aconteceu? O que mudou? Que perspectiva adicional o Senhor lhe deu? Numa folha separada. Identifique até 5 itens da lista que mais se destacaram durante suas reflexões e orações. São significativos? (Tem de ser pessoal para você. que sabe que faria uma diferença. daqui pra frente. O que Deus está dizendo a mim? 7. avalie se esses passos práticos que você escreveu se adequam a esses critérios: a.Avaliações Avaliação Pessoal Você precisará verificar:    A grade horária do IPL Todos os materiais e suas anotações O seu caderno de notas e seu diário Faça agora um breve inventário do seguinte: 1. quando e como) b. para que eu obedeça a Deus. Dificuldades que enfrentou (Falta de pontualidade? Indisciplina? Falta de concentração? Por que as teve? Como as enfrentou?) Leia em sua apostila/diário quais eram suas expectativas no início do IPL. Conversas significativas (Quais foram? Sobre o que conversaram? Por que foram significativas?) 2. Algo que toca no seu coração. Ele está chamando a minha atenção. Goiás 8 a 27 de janeiro 95 . Como eu deveria responder/obedecer? 9. naquilo que Ele falou? Depois disso. por meio de qual principio bíblico? 8. Responda às seguintes questões: 6. Exemplos e modelos (Que pessoas ou coisas lhe impressionaram? Por quê?) 3. anotar tudo que chama a sua atenção/que sente que Deus está falando ao seu coração. São mensuráveis? (Não adianta decidir que vai orar mais se não definir quanto. Perguntas perturbadoras (Algumas das perguntas que ouviu em conversas ou estudos o perturbaram? Por quê?) 5. Evite decidir algo que não crê que faria diferença!) Anápolis. Sonhos que teve (Teve algum sonho interessante? O que o impressionou?) 4. Não deixe nada de fora! Passe um tempo refletindo sobre sua lista e orando.

Faça isso agora. Quais são os livros da Bíblia que penso em estudar nesse ano? Em quais áreas/temas percebo que devo me aprofundar nesse ano? 96 Anápolis. e compartilhar seus planos e orar. Dicas práticas para a continuidade desse processo de formação:    Escolha 2 datas nesse ano para estar a sós e avaliar sua vida. do que tomar um passo muito grande e cair!) 10. Anote-as e reserve-as em sua agenda. Sentar com uma outra pessoa. um pelo outro. Quando você voltar. São atingíveis? (Não adianta decidir que vai ler a Bíblia por 4 horas por dia. 11. e outro. talvez dois e depois desistiria. estudos e ministério. tomar um passo curto e pequeno. Você faria por um dia. É muito melhor.c. e depois tomar outro. procure alguma pessoa com quem você possa compartilhar seus planos e a quem você possa pedir que ore por você e que o(a) acompanhe. janeiro Goiás 8 a 27 de .

Goiás 8 a 27 de janeiro 97 .Avaliação da Parte Prática Dê sua nota seguindo o parâmetro: (1) Ruim (2) Satisfatório (3) Bom (4) Muito bom (5) Excelente Tópico A preparação antes de ir Nota Por quê? A organização As atividades realizadas O relacionamento entre a equipe e a igreja ou entidade servida Os relacionamentos entre os membros da equipe A contribuição ao IPL Anápolis.

Avaliação do evento Dê sua nota seguindo o parâmetro: (1) Ruim (2) Satisfatório (3) Bom (4) Muito bom (5) Excelente Tópico Impressão geral do local (foi apropriado para um IPL?) Louvor e Oração Nota Por quê? Grade Horária Os Quartos A Comida Informações recebidas antes do IPL Como foi a experiência do Silêncio Reflexivo? O que você achou das boasvindas da parte prática? Apostila do IPL Comentários: OFICINA (Dar nota de 1 a 5) Nome da oficina : Conteúdo Didática Relevância Nome da oficina: 98 Anápolis. janeiro Goiás 8 a 27 de .

. Goiás 8 a 27 de janeiro 99 .manhãs a EBI's 1 semana a EBI's 2 semana Sarau cultural Movimentos do Movimento .. Comentários: Conteúdo Relevância Como você resumiria o IPL em uma frase? Anápolis.ABUB Refletindo sobre a experiência Ecos do Movimento Discipulado e relevância no mundo de hoje Comentários: Conteúdo Didática Material Relevância EXPOSIÇÕES (Notas de 1 a 5) Giovanna Amaral Natan de Castro Nilsa Oliveira Phil Rout Reinaldo Percinoto Jr. mordomo Culto de abertura do IPL Momento de oração .PALESTRAS e tudo o mais (notas de 1 a 5) Pura Humanidade! Missão Integral Juventudes Brasileiras Conectar-se com a Universidade Construindo pontes:“engenharia da Verdade” Quem quer ser um m.

O que mais te impactou no IPL? O que poderia ter sido melhor no IPL? Outros comentários (que não teve chance de comentar até agora!) 100 Anápolis. janeiro Goiás 8 a 27 de .

Levantamento de perfil universitário Anexo à palestra de Alberto Diniz 1.Trabalho Não trabalha ( ) um período ( ) Trabalha apenas durante as férias ( ) dois períodos ( ) finais de semana ( ) em horários vagos entre as aulas ( ) Durante o período de aulas trabalha: Anápolis.Atividades na Igreja nome da Igreja local: _________________________________________________ participa de : grupo de jovens da igreja ( ) grupo de louvor na igreja ( ) grupo de ensino na igreja ( ) cargos na igreja: ________________________________________________________ 4.Geral Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Idade: ___ anos Tempo no curso: __ anos Curso: ________________________ Região: ___________________ estuda em escola: pública ( ) escola privada ( ) Tempo na ABU __ anos Cidade: ___________________ curso noturno ( ) curso diurno ( ) Fez o ensino médio em: escola pública ( ) mora: com os pais ( ) família: cristã ( ) sozinho ( ) não cristã ( ) escola privada ( ) escola confessional evangélica ( ) em república só de cristãos ( ) em república com não cristãos ( ) tempo de conversão: ____ anos 2.Atividades Acadêmicas Participa ou já participou de : (indique quando positivo o número de semestres) Iniciação Científica ( ) Empresa Junior ( ) o Iniciação Pedagógica ( ) grupo de pesquisa ( ) atividade de extensão ( ) equipes de competição ( ) PET ( ) monitoria ( ) projetos de férias ( ) (n de vezes) Já exerceu ou exerce atividade de : representante de órgão colegiado ( ) Outra: _____________________________________________ representante de turma ( ) outra representação ( ) membro de centro (ou diretório) acadêmico de curso ( ) membro de diretório central ( ) Outra atividade no movimento estudantil: _____________________________________________ Está satisfeito com o curso? sim ( ) não ( ) Pretende fazer mestrado? sim ( ) não ( ) 3. Goiás 8 a 27 de janeiro 101 .