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Redes Aéreas De Distribuição

Nome: Elivan Bessa de Carvalho

de um modo geral. trazendo de forma objetiva e direta sistemas de seccionamento. abordaremos redes aéreas nos sistema de distribuição. economicamente viável. Esse risco é sobretudo acentuado durante os períodos nos quais a rede é fortemente solicitada. podendo ocasionar a interrupção do fornecimento de energia e a sobrecarga em certos elementos da rede gerando prejuízos econômicos e operacionais. não é. dimensionamento elétrico que constitui em um dimensionamento das cargas elétricas. . desde o seu surgimento. De maneira similar de abordagem traremos a conhecimento o ações que as harmônicas apresentam no circuito. O regulador de tensão é um equipamento instalado em redes de distribuição e subestações que tem por finalidade a manutenção da tensão de saída de um circuito elétrico. Abordaremos também as correntes de curto circuito em circuitos primários de distribuição. contemplando com clareza e objetividade. elétrico bem como os seus equipamentos e componentes.Introdução Nesse artigo acadêmico. comtemplando seu surgimento e maneiras de correção com aplicação de capacitores e reguladores de tensão É atribuído a queda de tensão ao aumento da corrente devido ao excesso de reativo leva a quedas de tensão acentuadas. ou eventual acidentes de natureza diversas. Embora os capacitores elevem os níveis de tensão. A melhoria dos níveis de tensão deve ser vista como um benefício adicional dos capacitores. os efeitos causados em decorrência de sua ação. sua instalação visando apenas esse fim. mantendo-a constante independente da tensão de entrada. que contemplam a proteção do sistema em casos de descargas atmosféricas. bem como a constituição de sua estrutura. sistemas de proteção. como também.

frequentemente. Com relação às redes de iluminação pública (IP). Ambos são. mas porque a rede em si ocupa bem menos espaço. as quais podem prejudicar a própria rede elétrica ou mesmo os equipamentos dos consumidores. Geralmente mais cara. C) Rede Aérea Rede elétrica em que os condutores geralmente nus. são redes que derivam das redes de distribuição das concessionárias. na qual os condutores são nus (sem isolamento). Existem quatro tipos de redes de distribuição de energia elétrica. principalmente quando há contato de galhos de árvores com os condutores elétricos. ficam elevados em relação ao solo e afastados de outras superfícies que não os respectivos suportes. pois os condutores são encapados com isolação suficiente para serem trançados. até a medição de energia inclusive. A) Sistema de Distribuição Parte de um sistema de potência destinada à distribuição de energia elétrica. encontrados equipamentos auxiliares. utilizados para corrigir anomalias na rede. F) Alimentador de Distribuição . resultando em menor número de perturbações. B) Distribuição de Energia Elétrica Transporte de energia elétrica a partir dos pontos onde se considera terminada a transmissão (ou subtransmissão). • Rede de Distribuição Aérea Compacta: Surgidas no Brasil na década de 1990. tais como capacitores e reguladores de tensão. essa rede é utilizada em condições especiais. que também podem ser do tipo aéreo ou subterrâneo.Redes aéreas de Distribuição Conceitos Nas redes de distribuição de média tensão também são. não somente porque os condutores tem uma camada de isolação. D) Rede de Distribuição Aérea Urbana (RDU) Rede elétrica destinada ao fornecimento de energia em tensão de distribuição e cujo traçado se desenvolve na área configurada urbana. frequentemente. E) Rede de Distribuição Primária Rede elétrica destinada a levar energia de uma subestação de distribuição a transformadores de distribuição ou a pontos de consumo. essas redes são mais susceptíveis à ocorrência de defeitos (curtos-circuitos). São eles: • Rede de Distribuição Aérea Convencional: É o tipo de rede elétrica mais encontrado no Brasil. as redes compactas são muito mais protegidas que as redes convencionais. Exatamente por isso. • Rede de Distribuição Aérea Isolada: Esse tipo de rede é bastante protegida.

G) Tronco de Alimentador Parte de um alimentador de distribuição que transporta a parcela principal da carga total. laticínios.procurar atribuir a cada alimentador. a posteação da rede secundaria deverá ser dimensionada de modo a permitir a sua futura implantação. através de chaves seccionadoras que permitam a transferência de carga de um para outro. se possível onde existam guias colocadas. .partindo-se do princípio que ao alimentador cabe a função de suprir as cargas . J) Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade de consumo que. . .o posicionamento de interligação e chaveamento de alimentadores deverá ser de tal forma que favoreça a confiabilidade dos consumidores especiais. que alimenta.obedecer a sequência de fases desde a S/E. . sempre que possível. tomada em conjunto e dividida pelo número de consumidores desta classe. etc. K) Demanda Média das potências elétricas instantâneas solicitadas por consumidor ou concessionária durante um período especificado. torres repetidoras. diretamente ou por intermédio de seus ramais. L) Demanda Máxima Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado. deverá ser prevista a interligação dos mesmos para manobras de emergência. . áreas de dimensões semelhantes evitando. transformadores de distribuição da concessionária e/ou de consumidores. após concluídos os trabalhos de instalação. estão em condições de entrar em funcionamento. I) Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios que liga uma rede de distribuição a uma ou mais unidades de consumo. H) Rede de Distribuição Secundária Rede elétrica destinada a levar energia de transformadores de distribuição aos pontos de consumo. hospitais. evitando ângulos e curvas desnecessários.sendo necessário mais de um alimentador.procurar sempre utilizar arruamentos já definidos e o traçado aprovado pela Prefeitura. N) Fator de Carga Traçado da Rede Primária Tronco de Alimentadores O traçado deve obedecer as seguintes diretrizes básicas: .para os arruamentos onde há previsão de rede primária. . acompanhar a distribuição das cargas (com suas previsões). bombas d'águas.Parte de uma rede primária numa determinada área de uma localidade.procurar equilibrar as demandas entre os alimentadores. M) Demanda Diversificada Demanda média de um consumidor de um grupo de consumidores da mesma classe deste grupo. . trechos paralelos na mesma rua ou circuitos duplos. tais como.

com neutro acessível. .600 e 220/127 V A utilização dos transformadores de 150 e 225 KVA somente se justifica quando a concentração de carga junto ao poste do transformador é muito elevada. Ramais de Alimentadores No traçado deve-se obedecer os seguintes critérios: . perdas e capacidade térmica dos condutores conforme Anexos 06 e 07. sempre que possível. dirigidos em sentido paralelo uns aos outros. Em casos gerais de cargas distribuídas aproximadamente homogêneas. .1 e 12. Transformadores Serão trifásicos na classe de tensão de 15KV com primário em triângulo e secundário em estrela. Dimensionamento de condutores . como no atendimento a edifícios de uso coletivo através da rede secundária. . na bitola dos condutores a serem utilizados e na evolução da estimativa da carga. e relações de tensões nominais prevista para as seguintes ligações: . a diferença de tensão compreendida entre o barramento da subestação e o ponto mais desfavorável onde se situa um transformador de distribuição ou um consumidor primário. Essas configurações permitem o atendimento em 220/127V de toda gama de densidades de carga característica de rede de distribuição aérea. Entende-se como queda de tensão máxima na rede primária. 150 e 225 KVA. orientados de maneira a favorecer a expansão prevista para o bairro por eles servidos.rede primária Dimensionamento elétrico As bitolas e características dos condutores a serem utilizados nos projetos de rede primária de distribuição estão apresentadas no ANEXO 06. O dimensionamento dos condutores deve ser efetuado observando-se a queda de tensão máxima permitida.os ramais devem ser.4 e 3.200/12.deve ser levada em consideração a posição da fonte de energia no sentido de se seguir o caminho mais curto. deve-se portanto evitar a instalação de transformadores de distribuição no tronco.800/13. 30. nas potências nominais de 15. de modo a verificar se as condições de fornecimento estão em consonância com os parâmetros considerados satisfatórios pela CONCESSIONÁRIA conforme itens 3. é realizada a simulação para um período mínimo de cinco anos. 45. 75.através de seus ramais. 112. Com base no traçado previsto para a rede primária.5.13.devem ser planejados evitando-se voltas desnecessárias. Configuração da Rede Secundária Sempre que possível serão adotados os circuitos típicos de acordo com as combinações das bitolas dos condutores apresentados nos ANEXOS 10. deve-se sempre preferir transformadores menores e redes mais leves.5.

projetando-se que. As instalações de transformadores devem atender os seguintes requisitos básicos: . .0% para projeto (inicial) e 5. No dimensionamento elétrico deve-se considerar que o atendimento ao crescimento da carga será feito procurando-se esgotar a capacidade da rede. conservadas as mesmas bitolas dos cabos. Assim. prevendo. substituição e perdas.localizá-lo de forma que as futuras relocações sejam minimizadas. num período aproximado de 3 anos deva atingir um carregamento em torno de 100% do carregamento nominal. . deverá também ser levado em consideração o modo de carregamento dos mesmos. De modo geral os transformadores devem ser dimensionados em função do crescimento da carga. e também os limites de capacidade térmica dos condutores. subdivisão do circuito no 5º ano. Na falta de maiores informações sobre o crescimento de carga da área. No cálculo elétrico dos projetos de redes secundárias deverão ser utilizados os coeficientes de queda de tensão de (% por KVAx100m) indicados nos ANEXOS 10.Os transformadores deverão ser dimensionados de tal forma a minimizar os custos anuais de investimentos iniciais. dentro do horizonte do projeto. O número de fases inicialmente deve se restringir ao mínimo necessário com base na previsão de carga.localizá-lo tanto quanto possível no centro de carga. quando o transformador alimenta somente a Iluminação Pública. Considerando uma distribuição de carga basicamente homogênea nos circuitos. modificações e perdas dentro do horizonte do projeto normalmente de 5 anos. o carregamento deve situar-se em torno de 100% do KVA nominal. o novo circuito reduzido em seu tamanho a 60% do inicial. Para o cálculo do crescimento da demanda deverão ser aplicados fatores multiplicativos do ANEXO 08. resultará que no final do 2º quinquênio não irá ultrapassar também os 5. .localizá-lo próximo às cargas concentradas. e desde que no fato do 1º quinquênio a queda de tensão não ultrapasse a 5. e da diversidade das condições climáticas regionais. 1 e 12. Dimensionamento de condutores . sendo a carga sempre considerada equilibrada ou igualmente distribuida pelos circuitos monofásicos existentes. observando-se o limite de queda de tensão de 3. No dimensionamento dos transformadores. um projeto mais econômico.0% operativo (final).0% de queda de tensão. principalmente as que ocasionam flutuação de tensão.0%. que é função das peculiaridades da demanda diurna e noturna. em função do índice anual de crescimento e o tempo considerado. conforme ANEXO 09. ficando a complementação do mesmo destinado a atender futuros aumentos de carga. se possível. a rede secundária deverá ser dimensionada para atendimento à evolução da carga prevista até o 10º ano subsequente. conseguindo-se desta forma. ampliações.rede secundária Critérios Gerais A rede secundária deverá ser dimensionada de tal forma a minimizar os custos anuais de investimento inicial.

pode-se utilizar religador ou seccionalizador. . salvo nos casos onde a proteção é feita por disjuntor na cabine consumidora.desde que a extensão do sub-ramal seja igual ou inferior a 100m. deve-se utilizar religador ou chave fusível.a capacidade de interrupção. devem ter a tensão nominal e o nível básico de isolamento compatíveis com a classe de tensão do sistema e também atender as demais condições necessárias em função do seu ponto de instalação. cuja probabilidade elevada de interrupções tenham sido constatada através de dados estatísticos. usando religador ou seccionalizador.a corrente nominal da chave fusível deve ser igual ou maior do que 150% do valor nominal do elo fusível a ser instalado no ponto considerado. Em princípio esses equipamentos devem ser instalados nos seguintes pontos: a) em troncos de alimentadores . d) em ramais de consumidores em A.T. não tenha nenhum obstáculo para a visão das chaves do local do transformador. levando-se em conta a coordenação dos mesmos com o disjuntor.no início de ramais que suprem áreas sujeitas a falhas. poderá ser instalado o corta-circuito fusível apenas no início do subramal. usar chave fusível. e) em sub-ramais que alimentam apenas um transformador . c) em transformadores . b) em ramais de alimentadores .deverão ser protegidos através de chaves fusíveis de capacidade adequada. no mínimo. cujas características especiais exijam uma elevada continuidade de serviço. observando-se o item e) a seguir. igual à máxima corrente de defeito nesse ponto. Critérios para seleção de equipamentos de proteção Os equipamentos a serem instalados nas RDU. .após cargas. . no caso de dois circuitos protegidos por um mesmo disjuntor. Nos demais casos não abrangidos pelo item acima. não tenha empecilhos à locomoção direta no trecho transformador à chave. mediante utilização do "loadbuster".onde o valor da corrente de curto-circuito mínimo não é suficiente para sensibilizar dispositivos de proteção de retaguarda.1.Proteção e seccionamento Proteção Contra Sobrecorrente Localização dos Equipamentos A aplicação de equipamentos de proteção contra sobrecorrente deverá ser condicionada a uma análise técnico-econômica de alternativas dos esquemas de proteção de cada circuito.quando o ramal . associada ao valor de X/R do circuito. .todos os transformadores deverão ser protegidos através de chaves fusíveis. a) Chaves e elos fusíveis a. com elos fusíveis de amperagem adequada à potência do transformador.próximo à saída de cada circuito da subestação.para possibilitar o desligamento de ramais sem necessidade de prejudicar o fornecimento a outros consumidores deverão ser utilizadas chaves fusíveis equipadas com dispositivos para permitir abertura em carga. seja ramal ou sub-ramal. no ponto de instalação. devese utilizar religador ou seccionalizador. para proteção de redes primárias . . deve ser. .

do lado da fonte em relação à chave fusível. no caso do disjuntor.elo fusível deve suportar continuamente. Zona de Transição Aéreo-Subterrâneo a) Travessias . Proteção Contra Sobretensão Para proteção de redes e equipamentos. . c) Seccionalizadores A instalação de seccionalizadores requer que os mesmos só possam ser usados no lado da carga em série com o religador ou disjuntor. a. No caso das chaves normalmente fechadas instalar apenas um jogo de para-raios. Religadores Os religadores deverão ser empregados em derivações de alimentadores sujeitos a defeitos intermitentes. tendo um dispositivo de religamento automático na retaguarda. Religadores e Seccionalizadores Instalar um conjunto de para-raios em cada lado (fonte e carga). Reguladores de Tensão ligados em delta aberto Instalar dois jogos de para-raios por fase. a sobrecarga que o transformador é capaz de suportar sem prejuízo de sua vida útil. fazendo com que estes defeitos não tenham repercussão na rede primária. sem fundir. conforme ANEXO 14. Banco de Capacitores Instalar para-raios em cada fase. os elos fusíveis para a proteção dos transformadores deverão possuir capacidade de condução de corrente adequada. sendo um do lado da fonte e outro do lado da carga. na própria estrutura nos locais em que as mesmas operam normalmente abertas. . d)Em transformadores situados em locais de alta incidência de surtos atmosféricos. onde deverá ser instalado apenas um para-raios. comprometendo a coordenação.deverá ser adotada para a interligação entre bornes do secundário do transformador e o barramento da rede secundária cabos isolados. na própria estrutura. para proteção de transformadores de distribuição Idealmente um elo fusível de proteção de transformador de distribuição deve cumprir os seguintes requisitos: . Chaves à Óleo Instalar um conjunto de para-raios em cada lado (fonte e carga). etc). conforme ANEXO 13. e) Em todos os transformadores adjacentes à saída de rede rural ou de um ramal extenso. contra sobretensões de origem atmosférica. deverão ser projetados para-raios nos seguintes pontos: Transformadores de Distribuição a) Em todos os transformadores situados em fim de linha. quando suas correntes de carga são elevadas e do mesmo modo os seus curto faseterra. escolas.alimentar apenas um consumidor.2. de modo a interferir no relé de neutro da subestação.elo fusível deve operar para curto-circuito no transformador ou rede secundária. poderá ser utilizada chave fusível sem dispositivo para abertura em carga. com exceção da fase central. b) Em todos os transformadores que atendam cargas especiais (hospitais. c) Em todos os transformadores com capacidade igual ou superior a 75 KVA.

Aterramento a) Os aterramentos das carcaças dos equipamentos especiais. Bancos de Capacitores e Chaves a Óleo). começaram a surgir perturbações nas formas de onda de tensão e corrente. e) escolha de estruturas. comerciais e industriais. d) Deverá ser instalada uma haste de aterramento. Religadores. junto à calçada. Através deste trabalho sobre rede aérea de distribuição. pode-se observar todo um processo de óticas diversas como o dimensionamento dos transformadores. d) proteção e manobra. f) áreas arborizadas. c) afastamentos ou distâncias mínimas. a cada 300 m. pára-raios e secundários de transformadores deverão ser interligados através do neutro. deverá haver um aterramento específico para o local. instalados na área urbana.Deve-se instalar para-raios tanto no ponto de descida. Para entradas subterrâneas com extensão acima de 18 metros. b) Todos os transformadores da área urbana deverão ser aterrados com seis hastes em alinhamento. Correntes harmônicas nas Instalações Elétricas As harmônicas e suas influências em circuitos Com o crescente desenvolvimento de novas tecnologias e o aumento da utilização de equipamentos eletrônicos em instalações residenciais. Desta forma. b) traçado de alimentadores e circuitos secundários. até então desconhecidas. locação e estaiamento. em toda área de distribuição da cidade (sistema multi-aterrado com neutro contínuo). instalar para-raios também junto ao transformador. quando não houver nenhum aterramento nesse trecho da rede. Os para-raios deverão estar localizados nas próprias estruturas. e) Junto aos equipamentos especiais (Reguladores. Seccionalizadores. recomenda-se que na elaboração dos projetos sejam observados os critérios e as especificações referentes a: a) previsão de carga e dimensionamento de circuitos primários e secundários. em todo o final da rede secundária. . b) Entradas Primárias Subterrâneas Instalar para-raios no ponto de descida. os tipos de estrutura e por fim a ligação dos ramais. independentemente do valor da resistência de terra local. c) Deverá ser instalada uma haste de aterramento. como no ponto de afloramento do cabo subterrâneo.

que diz o seguinte: Quando num circuito trifásico. que pode ser considerado como sendo 0. Quando isso ocorrer. carregadores de bateria.2. dentre outros. Quando a taxa de terceira harmônica e seus múltiplos estiver entre 15% e 33% a seção do condutor neutro NÃO deverá ser inferior à seção dos condutores de fase. Como consequência disto não se considera o neutro como sendo um condutor carregado.86 (a norma traz outras possibilidades para a determinação deste fator). me refiro à 3ª harmônica e múltiplas.2 da NBR 5410.. consultar o anexo F da norma. Com o vertiginoso aumento de vendas de equipamentos eletrônicos baseados nesses componentes. a soma fasorial das correntes de fase faz com que estas sejam nulas no neutro.. fontes de alimentação para computadores e periféricos. são ocasionadas por dispositivos não-lineares. deve-se prever a circulação de correntes harmônicas na instalação e levá-las em conta no dimensionamento dos condutores. transistores e diodos para o controle das formas de onda de tensão e corrente. Com o advento da eletrônica e da automação nas instalações elétricas. para se determinar a seção do condutor neutro. . Porém.2. Assim temos como teoricamente nula a corrente neste condutor. até pelo fato de esta afirmação ser feita no parágrafo 6. Podemos começar consultando o Artigo 6. tem em comum o fato de utilizarem dispositivos como tiristores. as perturbações harmônicas tem-se tornado um problema encontrado com frequência em instalações mais críticas. O NEUTRO DEVE SER CONSIDERADO UM CONDUTOR CARREGADO e a capacidade de condução de corrente será afetada pelo que a NBR chama de "fator de carregamento de neutro".1: Quando a taxa de 3ª harmônica e seus múltiplos for superior a 15%. diacs.Essas perturbações harmônicas.6. esclareceu alguns pontos que tentarei resumidamente expor aqui: Em um circuito trifásico dito equilibrado. Esta necessidade todos nós conhecemos muito bem.1. tais como: reatores eletrônicos para lâmpadas de descarga. Quando estas harmônicas forem superiores a 33% PODE ser necessário um condutor neutro com seção maior que a dos condutores de fase (caso típico de equipamentos de tecnologia da informação). A questão é: como considerar este parâmetro no dimensionamento da instalação? Dimensionamento de condutores de baixa tensão na presença de harmônicas conforme a norma ABNT NBR 5410". na presença de correntes harmônicas de sequência zero.6.2. Esses equipamentos. Deve-se ainda observar o que cita o parágrafo 6. a taxa de terceira harmônica e seus múltiplos for inferior a 15%.6. pode-se usar a tabela 48. Faz-se necessário lembrar ainda que as correntes de fase devem ser compostas pelo quadrado da soma das correntes. já bem conhecida. a fim de se dimensionar o condutor neutro.5.2 da NBR 5410:2004. a corrente de neutro é dada pela soma das correntes harmônicas nas fases e sua intensidade variará conforme a "Taxa de distorção harmônica" no referido circuito. Ao citar "harmônicas de sequência zero". fundamental e harmônicas ao quadrado.

64 x 81. Os principais problemas encontrados são:    Motores: aumento de temperatura. resultando numa corrente de 81.Entenderemos melhor com um exemplo: Considerando um nobreak com corrente fundamental de 70A e 45A de terceira harmônica teremos uma taxa de 3ª harmônica de 64.1 do anexo F e obteremos um fator fh (a ser multiplicado pela corrente de fase) de 1. teremos a corrente no condutor neutro de 1. a corrente deverá ser dividida por 0. com amplitudes adequadas. o que pode ocasionar o disparo dos dispositivos termomagnéticos e diferenciais. das perdas por efeito Joule. Ao estarem presentes perturbações harmônicas no sistema.  .4A. diminuição da vida útil. Vemos que a corrente nas fases é de 81. igual a 133. Dispositivos de proteção: correntes harmônicas provocam um aquecimento ou um campo magnético acima daquele que haveria sem a sua presença.4. em frequências múltiplas inteiras da fundamental (para circuitos de corrente alternada de baixa tensão. utilizando-se uma função senoidal pura de 60 Hz (fundamental). Como a taxa é maior que 33% devemos considerar a tabela F. a corrente tende a circular pela periferia do condutor (efeito pelicular). A análise desses sinais permite o tratamento das grandezas elétricas instantâneas através da representação por uma somatória (série infinita) de funções sinusodais. 60 Hz) Pode-se dar um exemplo. independentemente do método de instalação. consequentemente. Consequências Todos os equipamentos elétricos são projetados para funcionarem utilizando a função senoidal fundamental (60 Hz). Está presente no enrolamento dos transformadores.3% (no exemplo não são consideradas as outras componentes harmônicas). Assim. fios e cabos da instalação elétrica. diminuição do rendimento.5A. Aquecimento: à medida que a frequência dos sinal de corrente aumenta (harmônicas).4A e no neutro é de 133. Medidores: erros de medição. aumentando sua resistência elétrica e. aumento de ruídos. a instalação elétrica pode sofrer danos e os equipamentos à ela conectados.5A.86. É o somatório dessas funções que gerará a forma de onda utilizada pelos equipamentos da instalação elétrica. etc. é então possível gerar uma onda alternada periódica retangular. motores.. Como se formam as harmônicas Uma tensão ou corrente harmônica pode ser definida como um sinal senoidal cuja frequência é múltiplo inteiro da frequência fundamental do sinal de alimentação. resultará num condutor maior para o neutro.. o que. Como esta taxa é maior que 15%. Se a esta função fundamental forem adicionadas funções senoidais de frequências múltiplas inteiras ímpares (em relação à fundamental).64. ocasionando em muitos casos o mal funcionamento e até o desligamento dos aparelhos.

que têm como principal função a compensação reativa capacitiva. Para minimizar as perdas devido a essa energização.1 – Equivalente linha de transmissão ou distribuição Sabemos que. entre outros. podemos usar compensadores reativos. também há necessidade da corrente de magnetização. Como essa é constituída principalmente de indutâncias. como compensadores estáticos e síncronos.1. como aumentar a tensão nos terminais da carga. a Reatância indutiva (XL) dos circuitos é alterada. Bancos de capacitores são conjuntos de capacitores. uma vez que a impedância do cabo não é zero. Seja o equivalente de um sistema conforme Figura 1. Além da compensação reativa. Tensão elevada entre neutro e terra: Ao circular correntes harmônicas pelo condutor neutro. para termos uma maior transferência de potência. devido a fatores como custo menor. Com isso. Figura 1. . pois esta varia diretamente com a frequência. reduzir as perdas na transmissão. os bancos de capacitores também podem ser ligados em série com o sistema a fim de melhorar o sistema. Na indústria. a potência é dada por [1]. a fim de fornecer a potência necessária para magnetizar o sistema. provoca-se uma queda de tensão entre esse condutor e a terra. suportáveis pelos capacitores sem perda acelerada de vida. para duas barras conectadas por uma impedância. podemos fazer isso inserindo um banco de capacitores em série.  Tensão máxima.  BANCO DE CAPACITORES Compensação reativa Em cargas indutivas existe a necessidade de potência reativa para excitar os ramos de magnetização. Em sistemas de potência. Especificação e Dimensionamento de Banco de Capacitores  Unidades Capacitivas  Tensão nominal e níveis de isolamento. devemos minimizar a impedância entre as linhas. diminuindo o fator de potência e aumentando a queda de tensão. maior facilidade de instalação e manutenção. a maioria das cargas é indutiva.  Potência reativa à tensão nominal. Redução do fator de potência e aumento da queda de tensão: ao termos múltiplas frequências na rede elétrica. e melhorando alguns aspectos no sistema. compensando o fator de potência. etc.Logo. aumenta-se o valor da impedância total do circuito. Levam vantagem em relação a outros compensadores.

 A potência total deve ser de 95 a 105% do valor determinado nos estudos de planejamento. .  Número de Grupo de Capacitores em série/fase.frequência e amortecimento. Para se dimensionar o banco de capacitores a ser usado.  Esquema de ligação. Perdas dielétricas máximas. a de maior potência e tensão.  Corrente de descarga do Banco de Capacitores para curto-circuito próximo a este( módulo.  São usados os seguintes critérios para dimensionar bancos de capacitores:  A capacidade nominal das unidades capacitivas deverá ser preferencialmente. objetivando.módulo . e existem tabelas para facilitar o dimensionamento dos bancos de capacitores. não deverá ser superior a 10%. assim. um menor custo unitário de kVAr. é preciso chegar a um consenso e buscar a forma mais econômica.  Tensão e corrente transitória de Energização mais Desfavorável com o número provável de Energizações por dia .  Potência reativa trifásica à tensão nominal do sistema.  Uso Interno ou Externo. caso haja falha em uma célula.  A sobretensão num grupo de capacitores. Essa análise pode ser um pouco tediosa. frequência e amortecimento).  Número de capacitores em paralelo em cada grupo série.  Banco de capacitores  Tensão nominal e níveis de isolamento.  A tensão do banco não deve ser a nominal do sistema. mas igual ou ligeiramente superior à máxima tensão prevista.

dezenas de milhares de reguladores. geralmente formado por semicondutores. fez aumentarem as reclamações dos consumidores. principalmente nos Estados Unidos. A aplicação de reguladores de tensão nos sistemas de distribuição de energia elétrica de média tensão teve início na década de 1940. teremos ligações que utilizam 2 ou 3 tanques.Regulador de tensão Um regulador de tensão é um dispositivo. fornecendo aos pontos de consumo uma regulação de tensão adequada e conferindo qualidade ao fornecimento de energia. Vantagens Os reguladores de tensão trazem basicamente 3 consequências benéficas:    Satisfação do consumidor. Nos países desenvolvidos. onde os centros de consumo estão espalhados por vastas áreas. Assim. Sua função principal é manter a tensão produzida pelo gerador/alternador dentro dos limites exigidos pela bateria e pelo sistema elétrico que esta alimentando e para tanto é necessário que a tensão de entrada seja superior à tensão de saída. em função da sua grande extensão territorial.O regulador de tensão de média tensão é um equipamento instalado em redes de distribuição e subestações que tem por finalidade a manutenção datensão de saída de um circuito elétrico. Por conta disso. hoje se encontram instalados em vários pontos daquele país. O regulador de tensão mantém a tensão de saída constante(estabilizada) mesmo havendo variações na tensão de entrada ou na corrente de saída. mantendo-a constante independente da tensão de entrada. tais como diodos zener e circuitos integrados reguladores de tensão. Redução das perdas na distribuição. Na prática cada regulador de tensão regula sua própria fase nos sistemas monofásicos e trifásicos. distantes dos pontos de geração e aliado a isso o aparecimento de grande quantidade de novos aparelhos eletroeletrônicos sensíveis a oscilações de tensão. Aumento do faturamento das concessionárias de energia elétrica . sendo que este conjunto é denominado Banco de Reguladores De Tensão. que tem por finalidade a manutenção da tensão de saída de um circuito elétrico. que passaram a exigir boa qualidade na distribuição de energia elétrica.

. Em circuitos de distribuição longos. Corrente de curto circuito em tensão Primária de distribuição Um curto-circuito é uma ligação de baixa impedância entre dois pontos a potenciais diferentes. superiores a 10 vezes a corrente nominal do circuito. surgem esforços mecânicos entre os condutores ou entre componentes dos equipamentos (são os chamados efeitos mecânicos) e aquecimentos dos condutores ou das partes condutoras dos equipamentos (são os chamados efeitos térmicos). ou seja. que é a situação mais comum. em geral. os outros curtos-circuitos também podem dar origem a incêndios e explosões (que às vezes são denominados efeitos explosivos). o que exige técnicas especiais para sua identificação (são os chamados curtos-circuitos de alta impedância). Há nesse instante uma rápida elevação da corrente atingindo valores. Com a elevação da corrente. existe além do acoplamento magnético entre o primário e o secundário um acoplamento elétrico. No caso dos curtos-circuitos através de arcos elétricos podem ocorrer ainda explosões e incêndios.Princípio de funcionamento O princípio de funcionamento do regulador de tensão é similar ao de um autotransformador. a corrente de curto-circuito pode ser da ordem da corrente de carga. Se não houver uma pronta atuação da proteção. Existem 2 possibilidades de funcionamento: elevador (Figura 3) ou abaixador (Figura 4). Essa ligação pode ser metálica quando se diz que há um curto-circuito franco ou por um arco elétrico. uma situação intermediária é a dos curtos causados por galhos de árvores ou outros objetos que caem sobre as linhas.

reatores e condutores para reduzi-la. por sua vez. introduzir reatores que limitam a corrente de curto-circuito deixando-a no valor anterior. Como regra geral de proteção nas médias e altas tensões. situada a maior distância da SE. pode ser motivada por: .m. economicamente. As causas dos curtos-circuitos Os curtos-circuitos são causados por uma falha da isolação sólida. condutores e equipamentos das instalações elétricas e seus sistemas de proteção precisam ser dimensionados levando-se em conta os maiores valores das correntes de curto circuito que podem ocorrer em cada parte do circuito. considera-se que os efeitos mecânicos devem ser suportados pelos equipamentos e faz-se a proteção contra os efeitos térmicos. dos geradores e pelas impedâncias (principalmente as reatâncias dos condutores e equipamentos) entre os geradores e o ponto de curto. Esse artifício é usado geralmente pelas concessionárias que instalam reatores de núcleo de ar na saída das subestações (SE) sempre que há aumento da capacidade de geração ou interligação com outros sistemas de geração. conforme o caso. Neste instante começa a ser mais importante o efeito térmico: os condutores ou partes condutoras dos equipamentos têm suas temperaturas aumentadas podendo sofrer alterações na sua estrutura ou deterioração de sua isolação. Os barramentos. necessite de disjuntores de maior capacidade de interrupção que uma indústria de maior porte. passando pelos valores sub-transitório e transitório para atingir. Sempre que houver aumento da capacidade geradora. Convém frisar que o valor da corrente de curto-circuito não depende das cargas de uma instalação mas somente da fonte. Em alguns casos é possível. Os motores que passam a funcionar como geradores contribuem para aumentar a corrente e os transformadores. A falha da isolação. Os valores das correntes serão determinados pela f.e. os cálculos precisam ser refeitos. ao invés de redimensionar os equipamentos e barramentos. líquida ou gasosa que sustenta a tensão entre condutores ou entre condutores e terra. depois de vários ciclos. sendo possível que uma indústria de pequeno porte instalada próximo a uma grande SE (subestação) ou usina. pode ser também causada por uma redução da distância entre os condutores (ou entre condutores e terra).Vamos nos restringir aqui aos efeitos térmicos e mecânicos. No instante do curto-circuito a corrente sobe rapidamente atingindo o valor de crista e vai em seguida diminuindo exponencialmente. o valor permanente de curto-circuito.

     danos mecânicos .) descargas parciais . da fenolite. se não for rapidamente suprimida por meio de equipamentos de atuação rápida de proteção. sobretensões .isolantes porosos (orgânicos e inorgânicos) apresentam uma redução rápida da sua rigidez quando absorvem umidade (é o caso do óleo. pode-se diminuir a resistência mecânica da barra o que pode ser mais econômico do que usar uma barra mais resistente.. corrosão. Sob ação do campo elétrico surgem nesses vazios descargas que por vários mecanismos (erosão. surge uma força de repulsão que tende a afastar as duas peças e que é proporcional à intensidade da corrente e inversamente proporcional à distância entre eles. umidade . semanas. . diminuindo a distância entre os isoladores. 2. uso abusivo .quebra de isoladores. quebra de suportes. que ocorrem quando se efetua um desligamento (voluntário ou provocado) ou um ligamento de um circuito.exigindo de um equipamento potência maior que a nominal provoca-se uma deterioração mais ou menos rápida da isolação que trabalhará a uma temperatura mais alta que a de projeto. Esses aquecimentos podem representar uma redução da resistência mecânica dos condutores e se eles forem isolados. Condutores paralelos imersos em campo magnético e percorridos por correntes ficam submetidos a forças diretamente proporcionais ao produto das correntes e inversamente proporcionais à distância entre eles. da porcelana porosa usada em baixa tensão. quando se fala em barra mais ou menos resistente estamos falando no módulo de resistência e não nas dimensões da barra O efeito térmico A corrente de curto-circuito provocará o aquecimento dos condutores percorridos. arvorejamento) vão mais ou menos lentamente reduzindo a rigidez dielétrica até sua perfuração (o tempo pode ser de dias. queda de poste. São muitas as soluções possíveis.as isolações sólidas sempre apresentam alguns vazios no seu interior. média ou alta tensão) quando cai um raio nas proximidades ou diretamente nas linhas do circuito. etc. e as atmosféricas que surgem nos condutores de um circuito (em baixa.dois tipos de sobretensões podem levar a uma perfuração da isolação: as de manobra (ou internas). etc. pois. É importante frisar que. do papelão. a destruição do material isolante com risco de incêndio. No ponto de contato entre dois condutores em que haja mudança na direção do percurso da corrente. meses ou anos). Os efeitos mecânicos São dois os princípios que regem os efeitos mecânicos que interessam ao dimensionamento de barramentos e equipamentos: 1. do papel.

como se fosse um regulador de tap´s. Regulador de tensão tem a finalidade de não deixar a tensão ficar abaixo do normal para o consumidor final. Na rede elétrica. o que exige métodos específicos para se identificar. e vai se acentuando de forma. componentes que que constituem o sistema. A aplicação de capacitores em sistemas de energia se deve principalmente à correção do fator de potência que é nada mais. é possível observar todo um processo que comtempla diversos fatores como. quinta. nobreaks. etc. computadores. videogames. do que consequências dos efeitos causados pelas ações das harmônicas. elevados a 10 vezes a corrente nominal do circuito. e por fim a ligação dos ramais. os tipos de estrutura. O surgimento de curto circuito em circuitos de distribuição.). amperímetro ou o cosfímetro. dimensionamento dos transformadores. O curto-circuito pode se apresentar como franco ou por um arco elétrico. se usa capacitor de um determinado valor para corrigir o fator de potência ou seja por em fase a corrente com a tensão para reduzir gastos de energia elétrica desnecessariamente. os instrumentos utilizados para determinar o valor do capacitor pode ser o wattímetro. Causando assim danos de natureza térmica e mecânica. que vai variando de acordo com a queda de tensão.Resumo O assunto abordado rede aérea de distribuição. São os conhecidos como curtos-circuitos de alta impedância. eletrônicos. as harmônicas mais comuns de aparecerem na rede são as ímpares (terceira. Devido a algumas características físicas.). Exemplos: motores de indução. esse último é o mais indicado O regulador de tensão mantém a tensão de saída constante (estabilizada) mesmo havendo variações na tensão de entrada ou na corrente de saída. tiristores. . chamada de frequência fundamental). Desta vale enfatizar que no decorrer da elaboração dos projetos sejam observados os critérios e as especificações referentes a: a proteção e funcionalidade do sistema com o uso de equipamentos e instrumentos de medição e controle do sistema em si. Ao se usar motores ou outro tipo de carga indutiva em corrente alternada. Nas regiões distantes das subestações são usado s reguladores de tensão. São causadas por equipamento que têm carga nãolinear (transistores. a corrigir a anomalia. como elas são somadas à corrente fundamental. que é a circunstância mais banal. uma caso intermediário é a dos curtos causados por galhos de árvores ou outros objetos que caem sobre as linhas. O aparecimento das harmônicas. diodos. seccionamento. Corrente harmônica é uma corrente elétrica que tem uma frequência que é múltipla da frequência original da rede (60 Hertz. O regulador de tensão tem instrumentos de acompanhamento e controle . provoca perdas de potência na rede e aumentam o nível de corrente e tensão na rede e nos aparelhos. sendo que normalmente a terceira é a maior. conhecidos como reguladores de trecho. nas subestações de energia e colocado um RT por fase. etc. a corrente de curto-circuito pode ser em razão da corrente de carga. em geral. Há nesse momento uma rápida elevação da corrente atingindo valores. etc. Um curto-circuito é uma ligação de baixa impedância entre dois pontos a potenciais diferentes. que somos nós. causando a diminuição da vida útil nos mesmos. sétima. as correntes harmônicas se somam com a corrente fundamental causando distorções na forma de onda original da rede. se tornando a mais problemática.

melhorando o nível da tensão. Acontece nesse período uma ligeira elevação da corrente atingindo valores. a corrente total equivalente fica reduzida. Um curto-circuito é uma ligação de baixa impedância entre dois pontos a potenciais diferentes.Portaria DNAEE N°466 de 12 de novembro de 1997.NT . A senóide que possui a mesma frequência da onda original é chamada fundamental e as outras senóides da série.arteche. reduzindo as perdas e aumentando a capacidade disponível do sistema. Disponível em:< http://www. consequentemente. Vale apena ressaltar.br>.tla.002 . superiores a 10 vezes a corrente nominal do circuito. que é um caso mais comum. Enfim há de se concluir que por sua efetividade.Padronização. As formas de onda periódicas não-senoidais podem ser matematicamente decompostas em uma série de senóides (série de Fourier) que somadas. CONCESSINÁRIA . visto como o dimensionamento dos transformadores.com. em geral. entre todos os distúrbios da rede. O curto-circuito pode se exibir como franco ou através de um arco elétrico. geralmente formado por semicondutores. e por fim a ligação dos ramais. Regulador de tensão tem como desígnio de não admitir que a tensão permaneça inferiormente do habitual que se encontra no sistema elétrico.011 . são chamadas harmônicas.. a corrente poderá vir da corrente de carga.Especificação.NC . os harmônicos são hoje. tipos de estrutura. sistemas de seccionamento. Acesso em: 16 de abril 2013.Grupo Arteche. Concluindo assim a constituição e formação de um sistema que contempla as redes aéreas em um sistema de distribuição. Disponível em:< http://www. tornando os níveis de tensão estáveis.Postes de concreto armado para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. os que mais contribuem para deteriorar a qualidade da energia elétrica Capacitores podem ser instalados na entrada ou então perto das cargas individuais. que seja observado o critérios e especificações referentes a: a proteção e funcionalidade do sistema com o uso de equipamentos e instrumentos de medição e controle do sistema. tais como diodos zener e circuitos integrados reguladores de tensão. entende metodologia que comtempla diversos fatores. Um regulador de tensão é um dispositivo.NTD – 01 . e diversos componentes que que constituem o sistema. de frequências múltiplas da fundamental. Apresentando danos de caráter térmico e mecânico. CONCESSINÁRIA.O curto circuito em circuitos de distribuição. Bibliografia Manual TLA Capacitores de Potência.Conclusão O Apresentado referente a rede aérea de distribuição. Acesso em 16 de abril de 2013 .Fornecimento de energia em tensão primária . São os conhecidos como curtos-circuitos de alta impedância. o que trará a necessidade de processos específicos para se encontrar. CONCESSINÁRIA . Com o emprego de capacitores e a melhoria do fator de potência.com>. Disposições Gerais para o fornecimento de Energia Elétrica. para que se possa garantir um sistema confiável e seguro. reduzindo também a queda de tensão na linha e. uma caso intermediário é a dos curtos causados por galhos de árvores ou outros objetos que desabam sobre as linhas. recompõem a forma de onda original. bem como melhorando o nível de tensão.