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TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Resumo histórico.

O herético movimento das “testemunhas de Jeová” começou em 1872 com um Homem de vida repreensível, Charles Taze Russel, nascido em Allenghemy, Pensilvânia, USA, em 16 de fevereiro de 1852. Russel, no início de sua vida, foi Presbiteriano; migrou para a Igreja Congregacional; dela passou para o adventismo de cuja teologia judaizante retirou os “fundamentos” de sua nova seita. Aliciando um grupo de simpatizantes (adventistas e outros), criou uma equipe de “estudos das Escrituras” (1879), aplicando aostextos sagrados suas “interpretações” particulares, sem qualquer habilitação teológica para tal empreendimento. Sua cultura geral também era limitada. Em 1884, ele oficializou elegalizou o grupo com o nome de “Watch Tower Bible and Tract Society” (Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados). Fixou-se no Brooklyn, New York, em 1909, onde seencontra até hoje e de onde “comanda” as Testemunhas de Jeová-TJ (assim serão intensificados nas referências seguintes) em todo mundo. Russel transformou seus “estudos bíblicos” em livros: sete volumes, o último dos quais, publicado depois de suamorte. Até hoje, em princípio, as “doutrinas” das TJ baseiam-se na obra de seu criador. Charles Taze Russel faleceu em 1916, sucedendo-o o habilíssimo advogado Joseph Franklin Rutherford, a quem se atribui a publicação do livro que sintetiza as heresiasrusselitas: “Seja Deus Verdadeiro”, além de muitas outras obras. Rutherford, em 1931, emmeio a uma crise interna, convenceu a uma assembléia de seus liderados a trocar o nomede “Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados” para “Testemunhas de Jeová”, nomepelo qual são popularmente conhecidos. Falecido de câncer em 1942, o comando passou a Nathan H. Knorr, menos brilhante, mas mais político. Além das obras denominacionais e das revistas, os TJ “traduziram” as Escrituras, adaptando os textos sagrados aos seus pressupostos doutrinários, com o nome de “Tradução Novo Mundo das Escrituras Cristãs” (TNM). Em virtude da tendenciosidade, não se recomenda a Bíblia TNM1.

Metodologia de Pregação e Ensino.
A metodologia de “evangelização” das TJ não consiste no sistema de realizaçãode grandes “campanhas evangelísticas” ou fazer “sermões evangelísticos” na “Casa de Oração”, onde os “refratários” não penetram, mas irem de casa em casa, distribuindopanfletos, vendendo livros e revistas a baixo custo e propondo estudar com a família “visitada” as Escrituras. Seus “estudos bíblicos” são-lhes o meio de catequese. Visitam depreferência, lares cristãos, e a muitos ludibriam com a docilidade de seus agentes e aaparente veracidade interpretativa. Os crentes leigos, amantes da Bíblia, são presas fáceis dos tais “estudantes das Escrituras”. O método é correto e eficiente, mas o ensino é tendencioso, visando a “transformação” do crente em TJ. Eles afirmam que todos os líderes cristãos de quaisquer ramos do cristianismo são falsos mestres e falsos profetas, e tentam provar tal afirmação, apelando para as Escrituras próprias da TNM. Quando, pois, nós os chamamos de falsos, fica, perante os seus alunos de estudos bíblicos, “palavracontra palavra”. As melhores saídas para os leigos cristãos: Primeira, não recebê-los e não aceitar

seus “estudos bíblicos”. Seg undo: solicitar do pastor de sua Igreja estudos bíblicos, em sua casa ou no templo, sobre suas principais heresias. Cada ovelha deve ouvir o pastorde sua grei, jamais acreditar em estranhos, confiando-lhes o pastoreio de sua alma. Siga asrecomendações e as advertências da Segunda Epístola de João: “Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo. Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas- vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (II João vs. 7-11). 2. “Dar boas vindas” a um herético significa recebê-lo com alegria, acolhê-lo, dar-lhe ouvidos, admitilo como mestre ou líder concorrente dos ministros de sua comunidade cristã.

PRINCIPAIS HERESIAS DAS TJ. Superioridade do Humano sobre o Divino.
Para Russel, acompanhado, na prática, por seus seguidores, a autoridade de seusescritos é superior ao das Escrituras. Sem eles, acreditam a revelação escriturística tornase inoperante e ininteligível. Eis, para que dúvida não fique a sua declaração: “Se os seis volumes de “Estudos Bíblicos” (ainda não havia o sétimo) é praticamente a Bíblia, arrumada em tópicos com textos bíblicos comprobatórios, podemos, e nãoimpropriamente, denominar os volumes de “A Bíblia em Forma Organizada”. Isto é, eles não são meros comentários da Bíblia, mas são praticamente a própria Bíblia (grifo nosso).Mais ainda, além de conhecermos pessoas que conseguem ver o plano divino diretamente na Bíblia, sabemos também que se alguém abandona os “Estudos Bíblicos”, mesmo depois de tê-los usado e depois de se familiarizar com eles, lendo-os durante dez anos- seele os abandona então, ignorando-os e indo diretamente à Bíblia, nossa experiênciacomprova que, mesmo depois de ter compreendido a Bíblia durante dez anos, essa pessoafica nas trevas dentro de dois anos. Poroutro lado, se ela tivesse lido apenas os “Estudos Bíblicos”com suas referências e não tivesse lido nenhuma página da Bíblia, continuarian a luz no final dos dois anos, porque teria a luz das Escrituras” 3 A superioridade do magistério russelita sobre o das Escrituras é escancarada. Sem as obras de Russel a Bíblia torna-se inoperante. Rutherford, seu zeloso sucessor, também faz de seu “Seja Deus Verdadeiro” literatura “indispensável” a “correta” compreensão das Escrituras: “Portanto, se o leitor iniciar o estudo da Bíblia com a ajuda deste livro, não será seduzido nem levado a estudar a Palavra de Deus de acordo com os erros desconcertantes e misteriosos do cristianismo. Será convidado a estudar de acordo com o que o próprio Deus diz em sua Palavra”.

4 A Bíblia, por si mesma, conforme os TJ, é incapaz de levar ao pleno conhecimento do “plano divino”, revelar a vontade de Deus ao pecador, convencê-lo deseu pecado e movê-lo ao arrependimento. Em resumo: ninguém terá acesso à revelação, senão pelas obras escritas dos TJ. Tais autores ocupam o lugar do Espírito Santo como “iluminadores” das mentes. Sem eles, inútil será ler a Bíblia, pois, comopretendem, Deus “esclarece” aos pecadores a sua vontade por meio dos TJ. O crente que tem as Escriturascomo sua única regra de fé e norma de conduta e se apega à “Sola Scriptura”, valioso esólido primado da Reforma, rejeita e rechaça, terminantemente, os heréticos TJ. Não nosesqueçamos da recomendação do Mestre: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo 5.39). A Palavra de Deus, iluminada pelo Espirito Santo, fala diretamente à mente e ao coração do eleito (culto ou analfabeto) sem qualquer intermediação de finitos, mortais e falíveis mediadores humanos.

O Filho – Primeiro Ser Criado?
Os TJ, por seus mentores, sustentam a herética e esdrúxula doutrina da “criação do Verbo”. Ensinam e impõem como dogma, sem o mínimo fundamento bíblico, que o Filho foi a primeira criação de Jeová e, como ser criado, ocupando a primogenitura da criação, viu-se colocado pelo Pai em proeminente posição, elevado à categoria de “associado” do Criador em todos os atos e feitos criacionais seguintes. Portanto, pregam os TJ, “todas as coisas foram feitas por Jeová, agindo pela pessoa do Filho, um ser criado como os demais seres”. Conclusão: o universo, a vida e o homem foram criados por meio de outra criatura, Jesus Cristo. O que se conclui de tal aleivosa ministração doutrinária: Cristo, o Verbo, não é eterno, nem Filho, nem divino (Deus, igual e consubstancial com o Pai), mas apenas uma criatura, um servo ou mordomo sem autoridade própria, que executou e executa as ordenanças de Jeová seu Criador. Sobre essa insuportável depreciação da Segunda e soberana Pessoa da Trindade, ouçamos o senhor Joseph Rutherford, falando de Cristo: “Assim ele está classificado entre as criaturas de Deus, sendo o primeiro entre elas e também o mais amado e favorecido”. Ele não é o autor da “Criação de Deus; mas logo que Deus o criou como seu Filho primogênito, Deus o usou como seu obreiro associado na criação de todo o resto das criaturas”. O senhor Rutherford cita Colossenses 1.16-18 e Jo 1.1-3. Estes textos, porém, nada dizem sobre a suspeitíssima e antibíblica tese da “criação de Cristo”. João 1.1-3 diz que o Verbo que estava no princípio com Deus era Deus, o Criador. Cl 1.15-18 fala também do Verbo criador no e pelo qual todas as coisas vieram à existência, razão porque Ele tem a primazia sobre o que criou. Deus não pode ter criado a si mesmo. Além do mais, um ser criado não pode ter a mesma essência e a mesma susbstância de seu criador como é o caso de Jesus Cristo. Ele mesmo declarou ser igual ao Pai, e quem o vê, vê o Pai: “Eu e o Pai somos um”( Jo 10.30). “Quem me vê a mim vê o Pai”( Jo 14.9). Para os TJ Cristo não é, em si mesmo, divino, mas um ser criado, divinizado pelo Criador.

1-3 assim: “Originalm ente a Palavra era. antecedendo. qualificando-o. e a Palavra era um deus. não há. ao sujeito. Tradução Novo Mundo. portanto. e considerando que o predicativo complementa o substantivo subjetivo “Logos”. a diferença tipográfica entre DEUS e Deus é exatamente como se encontra na “Diaglott”. como fazem os TJ. corretamente traduzido. Esta distinção se esclarece na tradução da “Emphatic Diaglott” em João 1. Há uma regra da linguagem grega de concordância regencial dos verbos de ligação que estabelece: quando o predicativo nominal vem antes do verbo. O adjunto predicativo é Theós (Deus). não simplesmente um “ser criado inferior”. que é Jeová. participando. como segue: “No Princípio era o Logos. palavra por palavra. “e o Verbo era Deus”. e nada do que se fez foi feito sem ele”.1-3. lendo-se como segue: “Num principio era o Verbo e o Verbo estava com DEUS. mas da substância dos seres criados e. A oração. e um deus era o Verbo”. “Theós” por “um Deus”. não da e ssência da divindade criadora. verte felizmente o texto de Jo 1. é a da versão Almeida Revista e Atualizada: “era Deus”.“Deus”. Sobre a tradução da TNM de Jo 1-3. fica claro que o Logos é da mesma natureza de Theós. A tradução interlinear da “Diaglott” do grego. os TJ chamam Jesus Cristo de “um Deus”. mas pela deturpação textual da Tradução Novo Mundo: “Sendo poderoso e possuindo esta alta categoria oficial de Logos e existindo antes de todas as outras criaturas. e o Logos era Deus”. não pelos originais gregos. B. Por que quem fez o principal e primeiro ser não poderia ter feito os demais seres? Para os russelitas. nenhuma razão para se traduzir. mas não o Deus Todopoderoso. torna ainda mais clara à distinção entre Jeová como DEUS e o Logos como Deus. Além da teologicamente inconcebível figura de “um deus criado”. Deixemos que o senhor Rutherford “explique” (?) tamanho absurdo.Deus poderoso. O sujeito da oração é “ho Logos” (O Verbo). externo ao ser de Deus. está no original de forma invertida.A oração coordenada. observemos o seguinte: A. portanto. da mesma “qualidade”. A “New World Translation of the Christian Greek Scriptures”. e o Logos estava com DEUS. a criação é “obra de uma criatura¸ criada para criar”. mas não Todo-Poderoso Jeová? Na linha da tese de uma “divindade criada”. sendo predicativo do sujeito “ho Logos”. e a Palavra estava com Deus. da mesma essência. Este estava originalmente com Deus”. “Em nossa citação”. dispensa-se o “artigo” definido. publicada em 1950. segundo essa norma. Este estava em um princípio com o DEUS”. Estava no princípio com DEUS. . como costuma fazer a língua grega (Kai Theós en ho Logos). os TJ fazem “Deus criar um Deus” para que essa “estranha criatura” seja “o Criado r asssociado”. Consequentemente. ele era um Deus. “Tudo foi feito por ele.

seria apenas “um Deus”. C. colocado à vista da humanidade. indica que ele é o soberano da criação. E Deus aqui se refere ao Pai.Para traduzir Theós por “um Deus” pelo fato de não trazer artigo definido. Deus se revela em seu eterno Filho. útil nos serão os comentários de “Chave Lingüística do Nono Testamento”. Paulo. ficaria assim: “Houve um homem enviado por “um Deus” cujo nome era João”. Ele é o princípio. Sobre o texto em discussão. No pensamento grego. vê o Pai. Emanuel.primogênito. de modo que quem o vê. neste tópico. sejam soberanias. O mesmo acontece em Jo 1. o Todo-Poderoso. Nele tudo subsiste. em figura humana. que não tenha os mesmos atributos. o mesmo procedimento valeria para Jo 1:6 que. Ele é antes de todas as coisas. porque aprouve a Deus que nele residisse toda a plenitude”. Ei los: “Eikon. tanto as celestes como as terrestres. Jeová. antes “abscôndito”. pela mesma lógica. nos céus e sobre a terra. tanto no grego da Septuaginta como na “coinê” do Novo Testamento as incidências do nome Theós sem artigo (definido ou não)10.O revelador do Pai: “imagem do Deus invisível”. bem como a sua superioridade sobre a criação. isto é.18: “Ninguém jamais viu Deus (sem artigo)”. Tudo foi criado por meio dele e para ele. representação”. O termo não indica que Cristo foi criado. quer principados. o próprio Deus. é Deus conosco. citado à exaustão. sendo a causa não causada do universo. 15 -19: “Este é a imagem do Deus invisível. O texto básico dos TJ. cópia. por questão de coerência. eternidade. A palavra enfatiza a preexistência e singularidade de Cristo.O Logos preexistente: “Ele é antes de todas as coisas”.O Logos pelo qual toda a criação veio à existência. o Primogênito de toda criação. agora. deveriam traduzir: E ninguém jamais viu “um Deus”. Sendo o meio ou o princípio pelo qual o existente veio a existir. o primogênito de entre os mortos. São inumeráveis. uma imagem partilha da realidade que representa. “Ele é” (autós estin). descreve o Verbo encarnado como: A. Jesus Cristo. portanto. sejam tronos. tem de ser traduzido por um Deus”. Deus não pode manifestar-se. em e por meio de pessoa que não lhe seja da mesma natureza e essência. quer potestades. B. ou a regra russelita só vale para o Deus Filho? .Primogenitura do Filho de Deus. com o qual pretendem provar que Cristo foi o “primeiro ser criado” é Colossenses 1. Pode estar presente também a idéia de Cristo ser o herdeiro da criação de . “Protótokos. significa existência contínua. para em todas as coisas ter a primazia.imagem. pelo contrário. Ele é a cabeça do corpo. seguindo a “infalível regra dos TJ. “Cristo é a perfeita imagem de Deus”. pois nele foram criadas todas as coisas. segundo a norma fixa dos TJ. da Igreja. Os TJ.C. do homem e dos poderes. Em todos os casos. as visíveis e as invisíveis. o Filho de Deus é propriamente chamado de “O Primogênito de toda criação”. Então. as visíveis e as invisíveis. revelar-se.

da mesma natureza.sustentar. ele é a “potência primária” da criação.18). por ser divino ( não divinizado) revelador de Deus: “Ninguém jamais viu a Deus. A palavra refere-se à prioridade em tempo e ao poder originador (Lightfoot e Moule)”. não significa o “primeiro gerado”. mas a idéia de tempo é mais apropriada. múltiplas primogenituras: primogênito de Maria (Lc 2.“Ele mesmo” em contraste com as coisas criadas (Abbott). ver também Lightfoot)”. De synístami.29). participando da ordem da criação. conforme o costume judaico”. quando se refere a Cristo relacionado ao Pai e à obra da criação. “Pró. isto é. primogênito dos mortos (Cl 1. Este texto conclui e explica Jo 1. A prep. Aqui significa “Ele”. O Filho de Deus possui. Ind. possivelmente. Van Groningen sustenta a tese. princípio. A palavra primogênito12.7). e não outro”. aquele que tem “primazia” sobre o universo criado. tanto instrumental como local (Moule). manter. Usada com o tempo presente do verbo. Isto se aplica às grandes coisas do universo e também a menores (Lohse). denota Cristo como a “esfera” dentro da qual a obra da criação ocorreu (Bruce). a idéia expressa à imutabilidade da existência. como o primogênito era o principal herdeiro na família. o “gerador” de descendência. Cristo não é “um princípio”.18). o “princípio de tudo”.antes”.nele”.O pronome é usado enfaticamente. a ordem e a harmonia de todas as coisas criadas: Ele é a imagem do Deus invisível. é quem o revelou”( Jo 1. Ele é o princípio de coesão do universo (Lightfoot). o primogênito da criação. Matin NCB). essência e substância do Pai em cuja pessoa encontra-se a origem. primogênito dos irmãos redimidos (Rm 8. o primogênito dos mortos.começo. o Deus unigênito. At. “Autós-(Ele). em virtude de sua encarnação e ministério. primogênito da criação (Cl 1. mas todas as coisas estão nele”.1-3. ver também Moule. A prep. mas do eterno Filho de Deus. A prep.15). o poder. aquele que possui o “múnus” ministerial da criação e da revelação.bekôr) é essencialmente . Deus mesmo é a fonte unificadora que abrange tudo em funcionamento harmônico. que a figura vetotestamentária do “primogênito” (prototokos . mas.Deus. o “Verbo Criador”. que está no seio do Pai. Lightfoot. e muito menos “o primeiro criado”. “En autô. o único. como alegam os TJ. Todas as leis e propósitos que guiam a criação e o governo do universo residem nele (Lghtfoot).através dele. “Synésteken. com genitivo descreve Cristo como o instrumento imediato da criação (Abbott. “Archê. A prep. no entanto.18). origem.perf. Dentro da ordem trinitária. “Ele não está em todas as coisas. seguindo muitos pensadores. “Di’autou. “a sua existência é anterior a todas as coisas” (Abbott. O texto referido não fala de um Cristo criado. muito menos o primeiro de uma serie o principal de uma ordem. ele é o Unigênito de Deus (Jo 1. é. pode se referir à prioridade em tempo ou oposição.

Igualdade absolutamente nivelada em todos os níveis atributivos e sapienciais das pessoas da Trindade.Consubstancialidade sem qualquer grau de diferenciação entre o Pai. e isto. pronuncie-se: “Bem. o Criador. Os TJ renegam veementemente a doutrina da trindade em termos injuriosos e comparações degradantes. portanto. Quem afirma que Cristo não é Deus. T. permitamos que o próprio herético. da redenção. sem qualquer divergência ideológica. não um Deus que a si mesmo se pinta. F. Sobre tamanho absurdo. C. poderia alguém perguntar: se Deus não é o autor desta doutrina confusa. é que Satanás deu origem à doutrina da trindade”. e abundantemente. conscientes e ativas. nega o Pai (I Jo 2. A unidade perfeitíssima que estabelece a unicidade divina firma-se nos seguintes postulados: A. não um Deus que se define e se explica. Depois de algumas divagações históricas inconseqüentes. atribuindo a Satanás a autoria do triteismo cristão13. isto é. E. mas a doutrina. que nada provam ou comprovam. chamado de “primogênito” do Pai. B. D. o Redentor e revelador do Pai.Igualdade absoluta do Pai. Como eterno gerado. são três pessoas absolutamente convergentes. não são três individualidades divergentes e inespecíficas. não somente da herança.Consensualidade integral. Filho. mas se revela por meio das pessoas distintas em atividades definidas como Pai. a segunda estrela maior dos TTJ. depositário. tipifica o Messias. cognitivas e volitivas. quem é? ”. integrada. exato e sem retoques. nega o Filho e. Rutherford. do governo e da preservação.messiânica. o fanático Rutherford responde: “A conclusão óbvia. exercendo ministérios determinados no plano geral da criação. mostrando-nos o seu retrato em tamanho natural. santidade e integridade dos seres divinos. corporativa e interativa entre as pessoas da ordem trina. o Consolador e revelador do Filho. Chamam o Deus trino de monstro de três cabeças.23). na qualidade de Unigênito. herdeiro do Pai. mas de todos os poderes paternos. Espírito Santo. Não são três cabeças de uma só pessoa como alegam os TJ. o Filho e o Espírito Santo. é um Deus que mostra o que faz e o que deseja. senhor C. das promessas e de todas as bênçãos divinas. sem nenhum conflito relacional. sim. Ele não nos diz: sou um Deus trino. ele pode ser figurativamente. A Negação da Trindade. A palavra “trindade” não aparece nas Escrituras. . do Filho e do Espírito Santo.Perfeição absoluta das três pessoas trinitárias. São três pessoas perfeitamente identificadas. O Senhor das Escrituras é um Deus que se revela e revela sua vontade. consequentemente.Impecabilidade.

Então.7-13. A revelação da pessoa e da obra do Pai clarifica-se e se consuma na pessoa do Filho encarnado. que está no seio do Pai.18). concede a “imortalidade” ou “a vida eterna”. Se ambos são co-iguais. Porque ambos. do Filho e do Espírito Santo. nas pessoas do Pai. A eternidade lhe é um atributo exclusivo. Trindade no Velho Testamento. co-divinos. integram-se. a “primeira criatura da criação”.EGO EIMI. mas DEUS.1) é. em si mesmos. somente os cegos e os tendenciosos não se defrontam com a divindade revelada nas pessoas distintas do Pai.Eternidade natural. em várias . na pessoa do Filho. ora se diferencia. é que o revelou ” (Jo 1. e isto tão perfeitamente. identificando-se com o Verbo ou Filho encarnado (Gn 16. C. é eterno. coessenciais. o Messias pré. o Logos (Palavra criadora) e o Espírito (Gn 1. Ml 3. contêm-se. que já se manifestavam. essencial e intrínseca da unidade trina: Deus. processada paulatinamente. A Palavra (Logos) causando a dinâmica criadora: “Haja.encarnado. O Espírito de Deus “pairando sobre as águas” primevas do caos. Deus. a doutrina da Trindade é fundamental na estruturação e conservação da fé cristã.1-21.9).1-28. Aparecem. Filho de Deus (Ex 3. do Filho e do Espírito Santo. Nesse episódio. revelando DEUS. revelou-nos o Deus trino único das Escrituras. 4ss). coeternos. o EU SOU da revelação sinaítica não é outro senão o Messias.”. por exemplo: A. Portanto. Gn 18.1-3). o seu revelador único: “Ninguém jamais viu a Deus.27. as obras divinas são rigorosamente as mesmas: “Crede-me que estou no Pai. o Anjo do Senhor é chamado de Yhwh (v. que aquele que vê o Filho. e houve. B. Gn 19.10)”. e o Pai. não se diz que o Filho é “um Deus”. e que o Pai está em mim?”(Jo 14.A ação de um Deus plural como em Gn 1. em mim.G.16 e Gn 11. Filho de Deus.O Anjo de Javé (Mala`ak YHWH) que. consubstanciais e consensuais. interagem-se na unidade trina. o Filho está no Pai: Não crês que estou no Pai. Aqui... é “eterno” em si mesmo. no Velho Testamento. ora se iguala a ele. seguindo Calvino. vê o Pai (Jo 14. do ponto de vista revelacional. em imagens. no Deus único.Os três elementos dinâmicos da criação: O Criador. Hoje. crede ao menos por causa das mesmas obras” (Jo 14. o Deus unigênito. pois assim como o Pai está no Filho. embora de maneira discreta. em si e por si mesmo. como pretendem os TJ. a imortalidade é uma graça concedida aos regenerados. o Filho não pode ser “obra do Pai”. porém. A revelação gradativa. 2ss). figuras e símbolos como. quem falou na “Sarça Ardente” foi o Messias. ministrado pelo Espírito Santo.11). Jesus Cristo. na opinião de Van Groningen16. que a si mesmo se chama EU SOU. Não podemos aceitar o absurdo de sua negação. revelando “o DEUS”. Por tudo o que se disse. não é “imortal”. Ao homem eleito e regenerado o Pai. neste texto: Deus criando o universo.

no batismo de Jesus Cristo. O Espírito Santo.Ef 4. mas tudo a meia-luz. C. portanto. esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”(grifos nossos). mas consensuais. Se o Pai e o Filho são pessoas. pois também em seu nome Jesus ordenou o batismo. e o amor de Deus.19: Ide. Is 61. clara e absoluta.I Pe 1.16. como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação. O Pai. pessoa real e individualizada. graça e paz vos sejam multiplicadas “(grifos nossos).13: “A graça do Senhor Jesus Cristo. a menção ao Pai. e do Espírito Santo”. estando ainda convosco. para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo. O Filho.viu de maneira concreta. mas o Consolador. eu sou a verdade. . indiscutivelmente verdadeiro.10). uma só fé. eu sou o caminho. co-iguais e consubstanciais. vejamos outros textos do Novo Testamento: A.2: “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai. A Trindade estava. tudo vem à luz. por suas pessoas distintas. um só batismo. o Espírito Santo.4-6: “Há somente um corpo e um Espírito. um só Deus e Pai de todos e está em todos ” (grifos nossos). há um só Senhor. o Espírito Santo igualmente o é. ao Filho e ao Espírito Santo são claras.Menções recíprocas interpessoais das pessoas divinas (Is 48. eu sou a vida. não permitindo à mente humana visualizar os perfis das pessoas trinitárias. Verbo encarnado. tornando-se diamantinas. estabelecendo o princípio da declaração batismal trinitária. em quem me comprazo”. perfeitamente visíveis e verificáveis no Novo Testamento. Os vestígios e as pegadas do Deus trino são evidentes e fortes no Velho Testamento. absolutamente concreto e histórico. que pode “ser visto” pelo nobilíssimo batizando (eiden-aor.1. batizando-os em nome do Pai. não como três “modos” de operação ou revelação de Yhwh. ser objetivo. de horao18. na Bênção Apostólica. registrada em II Co 13. Is 63.oportunidades17: Eu sou a Luz. D.17: “Batizado Jesus. e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. a Trindade é imaginada ou percebida por meio de atos e pronunciamentos do Pai.Jo 14. do Filho e do Espírito Santo. saiu logo da água.” Para reforçar a ideia da Trindade. Trindade no Novo Testamento. e viu o Espirito Santo de Deus descendo como pomba. e eis que se lhe abriram os céus. e a messianidade fica comprovada por citações neotestamentárias. B. No Velho Testamento. vindo sobre ele. fazei discípulos de todas as nações.26: “Isto (Eu) vos tenho dito. por outro lado. distinguindo-lhes a especificidade ministerial. mas por intermédio de três Pessoas inegavelmente distintas e com ministérios específicos. que dizia: Este é o meu Filho amado. conforme a economia do Deus soberano. 9. No Novo Testamento. a quem o Pai enviará em meu nome. em santificação do Espírito. E eis uma voz dos céus. verificada em Mt 28. A Trindade está presente. Nos textos aludidos. fato que os TJ não podem negar. O Deus trino plenamente se manifesta em textos como Mt 3. e do Filho.16.

12).O cristão verdadeiro crê num Deus único. o Pai. cuja unicidade se estabelece pelo amor consensual eterno entre as Pessoas distintas. o Filho. dispensa comentário a seu respeito. a paternidade divina sobre nos é estabelecida e exercida pelo Filho. sem qualquer propósito divergente. que Jesus não falava de si mesmo. preservador. Claro. conforme a nossa fé credal.3). Rejeitamos sumária e veementemente o antitriteismo dos TJ.31 cf Jo 14. falando com a autoridade divina: “Se vós permanecerdes na minha palavra (grifo nosso) sois verdadeiramente meus discípulos. Por outro lado. e isto porque a sua palavra é eterna. nosso Senhor Jesus Cristo.A de ter a palavra divina autoritativa. sem incidência de contraditório.. DEUS: Pai = Filho = Espírito Santo. Cristo é filho por geração eterna. Jo 12. Jo 15.3. Somos filhos por regeneração. garantia que somente um ser divino poderia dar com tanta segurança. A divindade de Cristo é irrefutável. devemos entender que não dizemos a mesma coisa pronunciada pelo seu Filho amado. Jo 15. em mim. O Pai. mas formando um só corpo divino. mas em decorrência da paternidade eterna de seu unigênito Filho. Quando Cristo o chama de Pai. semelhante tratamento se reveste de conteúdo real. se Cristo faz as mesmas obras do Pai. como o Pai.33).10 9 cf 14. Para as Escrituras e para nossa fé não há questionamento: Deus é nosso criador. Aqui o Messias fala da “garantia” de cumprimento das profecias escatológicas. e a verdade vos libertará”( Jo 8. consolador. Deus. e o Pai. porém. . Os três são UM sem a mínima contradição. pois lhe somos filhos por adoção mediante graciosa intervenção de Cristo Jesus e do Espírito Santo (Jo 1.24. rei e mestre nas pessoas do Pai. Basta apenas dizer que ele recebe a designação de Pai. As Pessoas Trinitárias. O próprio contexto imediato posterior (v. as minhas palavras não passarão ” (Lc 21. isto é. salvador. pois não há individualismo no conjunto trinitário: os três são UM. Quando nós o chamamos de Pai. crede ao menos por causa das mesmas obras”. natureza.A de possuir. do Filho e do Espírito Santo. Cristo disse. e assim eternamente será. Poderão alegar citando Jo 14. o Filho as exerce no Novo como. sendo o primeiro a ser clara e indiscutivelmente revelado tanto no Velho como no Novo Testamento. B. ação e poder: O Filho e o Pai são UM. Sempre foi assim. seres criados e não gerados por ele. e conhecereis a verdade. As funções que o Pai exercia no Velho Testamento. não por nossa causa. nenhuma pessoa da Trindade fala por si mesma. Deus. pois verdadeiramente ele é o Pai eterno do Filho eterno.10. 47. por exemplo: A. guia. a Palavra eterna: “Passará o céu e a terra.11) da possível alegação contrária esclarece a unidade indissolúvel e consensual de Pai – Filho: “Não crês que estou no Pai. deve-se concluir que é igual ao Pai em essência.

. e louvor” (Ap 5. vos digo. o Salvador. Fp 3.31). “Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim.17. porém. “E.1). 25. mas não adorou a si mesmo nem ensinou que seus discípulos deviam adorálo ”. e honra e glória. no entanto. 5. chamando para si tamanha responsabilidade com fundamento em sua própria autoridade pessoal: “Eu. histórico e percebido de Israel é Yhwh. negam a Cristo o direito à adoração: “Não conclua erradamente que os cristãos devem adorar a Cristo.3. 13). ainda que morra. Deus conosco. O próprio Messias declarou que o culto é devido somente a Deus (Mt 4. Mt 14. 19. crede também em mim ” (Jo 14.A de se tornar. Jo 9.5. Deveras.38. o Senhor da vida e da morte. o Pai da eternidade. credes em Deus. (33.18.25 cf At 17.1. declarar-se YHWH: “Desde já vos digo. A ele se presta culto terrestre e celeste.27.38. o legislador. Mt 28.2. isto é. subordinado ao “Todo – Poderoso Jeová”..20. ele é um deus. Mt 20. unitivamente. Emanuel.Eu. Mc 5. EU SOU.42. o Rei (Kyrios) dos reis.32. pessoalmente. para que. o Deus eterno.7). porém. Os TJ. Somente o próprio Deus podia fazer isso. o da Igreja é Jesus Cristo.A de ser adorado ao lado do Pai: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder. Mt 2. Pode. Mt 9. paralelamente com o Pai. viverá” (Jo 11. At 5. diz: E todos os anjos de Deus o adorem ” (Hb 1. um “ser criado”. tão desprezível! F.Gl 3. Não podem ser chamados de “cristãos” quem trata a Segunda Pessoa da Trindade de maneira tão depreciativa. O Salvador revelado.2 cf Mt 5.6. Sendo Jesus a encarnação de Deus e pessoa integrante. vos digo”?. um poderoso. na terra e debaixo da terra” (Fp 2.37-41).10 e ainda Lc 24. e sabedoria. creiais que EU SOU ” (Jo 13.21. As . objeto de nossa fé: “Não se turbe o vosso coração. eu sou o que sou.30. e riqueza. ). fez. ele é Deus. da Trindade. logo. nos céus. Mt 15. antes que aconteça.33. Is 6. e o Filho. ao introduzir o Primogênito no mundo. D. Jesus podia estar dizendo: Eu sou o que digo ser.43). Observa-se que no Novo Testamento o “Todo – Poderoso”.52.A de redimir e salvar o seu povo (Mt 1.13. 5. quando acontecer.17. eu sou um ser eterno.auto-existente. 12 cf Ap 5.A de reeditar e reformular os mandamentos de Javé no Sinai: “ Ouvistes o que foi dito aos antigos. o Pastor do novo Israel. é Deus encarnado.” Mt 5. perguntamos aos TJ. e força. E.. os magnos e perpétuos mandamentos de seu Pai.. “Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho.). G. 5 comparado com Jo 12. Jeová do Velho Testamento encarna-se em Jesus Cristo (Cf Is 60. novamente.19 comparado com Lc 2. Cristo.C. o Senhor dos senhores.A de.14 etc. 5. o Mestre. eu sou plenoexistente. eu sou o Ser.3.19). não foi isto o que lhes ensinou.13.10). refazer com várias alterações.Lc 2. Jo 4. Com a expressão “EGO EIMI”. Tt 2. 76-79. eu sou Deus ( YHWH). Gl 4. Lc 1. é legitimamente o EU SOU.6.

16.13). E. Deus bendito para todo o sempre. Ap 3. segundo a carne. Alguns intérpretes sinceros e outros tendenciosos. Vejamos. que o Logos era “um deus”.5). Cl 1.“Ninguém jamais viu a Deus.16. em seu Filho. aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (II Pe 1.10. (Grifos nossos).35 e outros). “O espírito santo é a força ativa invisível do Todo – Poderoso Deus. Amém ” (Rm 9.27-29. no entanto. I Co 8.21. e também deles descende o Cristo. a Trindade. é para todo o sempre” (Hb 1. o EU SOU.“Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20. Porém. que estimula . Jesus Cristo. Lc 1. que ele realmente é Deus. adulteraram o original. pela tradução Novo Mundo. é quem o revelou” (Jo 1. para eles.“Deles são os patriarcas. as evidências bíblicas da divindade de Cristo são tão abundantes e contundentes que não há como ignorá-las. rejeitá-las e negá-las.26. que muitos pronunciamentos escriturísticos confirmam a tese da divindade de Cristo: A. fazendo o texto defender o a priorismo da “unicidade divina” em um único ser. servo e apóstolo de Jesus Cristo.3. verdade.A de realizar obras próprias de Deus como: criação e preservação (vejam Jo 1. o qual é sobre todos. Em Jo 1.“Mas acerca do Filho: O teu trono.6. Mt 25. I. YHWH. Os TJ negam a existência do Espírito Santo.20).)21. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna ” (I Jo 5.A de possuir atributos divinos como: eternidade.“Simão Pedro. Hb 7.18). Deus. Jeová.32. o Filho. Eis como o define Rhuterford. ó Deus. e estamos no verdadeiro.1). literal. Eis por que afirmamos com todas as letras: Cristo.17. Jo 5. Jo 5. B. amor. e o Verbo era Deus. Hb 13.14. Os TTJ. Jo 14. D.6.10 A Divindade Declarada do Filho. D.afirmações bíblicas transcritas no capítulo seguinte mostram contextualizantemente. H. C.“Aguardando a bendi ta esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo ” (Tt 2. das citações acima.8). é Deus.8.2 diz-se expressamente que o Verbo estava com Deus. I Jo 3. desmontaram. auto-existência. o Deus unigênito. C.28). imutabilidade. dizendo. procuram negar o significado visível.1. por meio de exegeses textuais e contextuais. feriram a gramática grega. o Espírito Santo.4.“Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro. Hb 1. santidade (vejam Jo 1. que está no seio do Pai.

” (At 15. e é pessoal. esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”( Jo 15. naquela mesma hora.O Espirito Santo é o Parácleto = Advogado. a fim de que esteja para sempre convosco” (Jo 14.8).1). significa “vento”.16. um “vento” interceder. pois ele nos ensina todas as coisas. envia do. Não se pode imaginar um “vento”. Você conhece um “vento” (ou força) no exercício do magistério eclesiástico? F.16). o “outro”. uma “força ativa”. as coisas que deveis dizer”( Lc 12. Jesus afirmou que enviaria “outro Consolador”.age separadamente do Filho: “Se eu não for o Consolador não virá para vós” (Jo 16. exercendo os ministérios do fortalecimento e da intercessão: “ Também o Espirito.O Espírito Fala.13). a quem o Pai enviará em meu nome. não se trata de “força ativa de Deus. o Espirito Santo é quem levava os apóstolos a ordenarem. D. Pode. Ora. com gemidos inexprimíveis. Jo 15. porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos”( Rm 8. “A preconceituosa tradução “Novo Mundo”.26.os seus servos a executar a sua vontade”22.O Espírito Convence: “Quando ele vier.12 cf I Co 2. fortalecer os fracos e ter mente? C.O Espírito Intercessor. da justiça e do juízo”( Jo 16. A pessoalidade tanto quanto a divindade do Parácleto são inegáveis. “Porque o Espirito Santo vos ensinará. Com todas as aleivosias dos TJ..O Espírito Ensina: “Mas o Consolador.29). Jo 16. Eis a declaração do Mestre: “E eu rogarei ao Pai. “Disse o Espirito Santo: Separai -me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”( At 13. Portanto. porventura. ordenar? . mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira. Você conhece um “vento” ( ou força) que convence o mundo? E. falarem e escreverem conforme as corretas determinações divinas.28). em todos os lugares de incidência da expressão “Espírito Santo”.. “Então disse o Espirito a Filipe: Aproxima -te desse carro e acompanha-o” (At 8.26. hálito” . Você já viu um “vento” (ou força) falar. 26.27). Na verdade. nos assiste em nossa fraqueza. grafa-a com letra minúscula sob a alegação de sua inexistência e de que o termo grego “Pneuma”. não há como negar a pessoalidade e a divindade do Espirito Santo. 26). determinar. agirem. o Espírito Santo. e com funções diferentes. se Jesus e “um”. D.2).1).O Espirito Emite Parecer: “Pareceu bem ao Espirito Santo e a nós. é igualmente pessoal. convencerá o mundo do pecado. e ele dará outro Consolador.. embora complementares (Ler Jo 14. “Ruach” em hebraico.7). porque não sabemos orar como convém. O Espírito -Parácleto. como ensinam os TJ. isto porque Jesus é um Consolador (I Jo 2. como se uma palavra não pudesse sofrer mudanças de denotações ou ser usada figurativamente. segundo argumentos e textos abaixo relacionados: A. semelhantemente. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espirito. 7 cf I Jo 2.

“Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas.18). à blasfêmia contra o Filho do Homem.7). indagar.O Espírito pode ser Resistido. opor resistência moral e espiritual.O Onisciência do Espírito.O Espírito Pode Ser Tentado.Espírito. não contra uma força da natureza. tentavam ir para Bitínia. 2. deixa -se levar por elemento natural.Procurar devassar o futuro. Portanto. não obedecer. significa blasfemar contra a divindade e.O Espírito Impede Missão. pesquisar. a blasfêmia contra o Espírito Santo é relacionada.Investigar. sois guiados pelo Espírito. autoridade. por ignorarem e menosprezarem a Terceira Pessoa da Trindade. Você já viu um "vento” ( ou força) realizando. até mesmo as profundezas de Deus” I Co 2. “Se. administrando. conforme Aurélio é: “1 . vós sempre resistis ao Espirito Santo. neste contexto. Por isso vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens. estudar. cometem pecado imperdoável.O Espírito Guia. esquadrinhar. Afirmar que o Pai e o Filho não agem por meio de uma pessoa. 3. distribuindo-as como lhe apraz. contra o Parácleto.10). mas o Espirito de Jesus não o permitiu”( At 16. Um “vento” (ou força) pode ser tentado? M. assim como fizeram vossos pais. Você já viu um “vento” ( ou força) emitindo ordem negativa contra os desejos dos apóstolos ? I. também vós fazeis” ( At 7. individualmente"” I Co 12. não acatar. significa: não se submeter.” Você já viu um “vento” ou “força ativa de Deus” “perscrutar até mesmo as profundezas de Deus? Você não acha que é muita pessoalidade. Os TTJ.11). especialmente. defrontando Mísia. sujeito a blasfêmia. Quem é conduzido pelo “vento”. sondar. “Tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia. a cada um.O Espírito Concede e Administra Dons Espirituais.29. Blasfema-se contra Deus.10 cf I Co 2. “Por que entrastes em acordo para tentar o Espírito do Senhor?” ( At 5. conhecer mas não aceitar.6.Investigar minusiosamente. não estais debaixo da Lei” ( Gl 5. Lc 12.11). Mc 3. 4. “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos. mas por intermédio de um “vento” ou “força ativa”. H.9). O que se estabelece aqui é: A incapacidade da Lei em contraste com a capacidade e a disposição do Espírito para orientar a vida regenerada do cristão. perquirir.51). são duas pessoas sujeitas a tal tipo de pecado. No contexto . sabedoria e capacidade inigualável de perquirição para uma “força ativa de Deus”? J. inteligência. penetrar. indagar com escrúpulo.G. “Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito. O Espírito conduz o salvo em Cristo Jesus no caminho da verdade e santidade cujo destino final é o reino consumado do Cordeiro. Resistir. porém. ministrando e individualizando dons carismáticos? K. Perscrutar.31 cf Mt 1232. antiteticamente.Procurar conhecer. . L. Porque o Espírito a todas as coisas perscruta. mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada” ( Mt 12. impessoal e imponderável da natureza.

A nossa felicidade. contrastado com Logos. eu hoje te gerei ” (Hb 1. na doutrina cristológica dos TTJ. Comentemos estas incríveis afirmações. Trata-se. A “diabologia” russelita encontra-se expressa no “Seja Deus Verdadeiro” nos seguintes termos a“Aquele que agora é o Diabo não foi sempre assim. consequentemente. não o Filho eternamente gerado de Deus. no qual fostes selados para o dia da redenção”( Ef 4. simples “criatura”. Você já viu alguém “entristecer” um “vento” ( ou força)? Somente uma pessoa. princípios éticos e razão pode ser entristecida. não passa de um “ser criado”. inicialmente. Sustentam. foi a “queda de Satã. o “Associado”. “Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho. de descaridosa afronta ao Redentor. o Diabo: “Foilhe dada uma posição de grande confiança e responsabilidade: o de superintendente da humanidade”(grifo nosso).O Espírito Pode Ser Entristecido. B. e a das deles também. colocam Satanás na privilegiadíssima condição de “filho de Deus”. Diabo. 13 Testemunhas de Jeová – cont. mas efetivamente uma criatura. Era um filho espiritual de Deus. Houve um tempo em que desfrutou uma alta posição na família de Deus. não recebeu de Jeová. “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus. em tempos imemoriais. executivo e supervisor. esse.30). foi -lhe dada uma posição de grande confiança e responsabilidade: o de superintendente da humanidade”23. privilégio que “a Primeira Criatura”.N. Paradoxalmente. Emanuel.A humanidade. futuro “associado” de Jeová nos feitos criadores. seria hoje nosso chefe. “uma alta posição na família de Deus”.O Diabo antecedeu ao Filho de Deus. eternamente gerado. e que a Segunda Pessoa da Trindade. pelo ministério magisterial de Russel e Rutherford. mas apenas uma inicial “obra de criação de Jeová”.” Se ele tivesse permanecido fiel no exercício da superintendência. agressivamente heréticas: >Cristo. sim.5)? O inacreditável é que o senhor Rutherford acredita. “a criatura”. tanto o emergente como o consolidado. Somente na cabeça de homens sem escrúpulo e. antes da criação e da queda satânica. o Verbo encarnado. Isto nos leva a entender que eles acreditam que: a. O Diabo. sem Deus. não foi entregue à superintendência do Filho de Deus. um filho de Deus? Os TJ ensinam. que Cristo não é Filho de Deus. que o . recebe a honrosa qualificação de “filho espiritual de Deus” e de ter assumido. citando Ap 12. sendo mais glorioso que ele em virtude da filiação divina. mas a Lúcifer.“Como filho de Deus. cabe tamanha irreverência e tão imensa coragem profanadora do inefável nome do Salvador. realmente. mas uma “criatura”. é o Unigênito do Pai.7-9. a doutrina ou dogma (não somente uma hipótese) de que ao Filho criado Jeová concedeu poderes de associado na obra da criação e de governo do universo. embora seja a primeira a ser criada e a mais importante na ordem criacional. provida de sentimento.” A. por outro lado. Cumpre-nos o dever de alertar os TJ de que o Diabo não passou e não passa de mera criatura espiritual. Deus conosco. no entanto.

entendendo que. a alma humana.“O Diabo. pois sua queda dos céus deu-se. a doutrina do “castigo eterno” tanto para os demônios como para todos os réprobos. onde também se encontram não só a besta como o falso profeta. foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre.” “Há muitas evidências de que esta visão se realizou durante 1914 – 1918 E.” . intensa. nem mais o seu lugar se achou nos céus. permitamos que os nossos ouvidos sejam agredidos pelo que nos diz. A Bíblia diz o contrário: A. isto é. e os seus anjos foram lançados com ele. Verifiquemos parte do texto mencionado com a conclusão “rutherforiana”: “Miguel e os seus anjos batalharam contra o dragão. os justos para a vida eterna” (Mt 25. exterminado. irão para o fogo eterno. onde estarão o Diabo e seus anjos malignos.C. Então. e batalhava o dragão e os seus anjos. morto no lago de enxofre. ainda não havia “caído”. quando tentou o homem na Éden. conforme as profecias russelitas. representados nas figuras da besta e do falso profeta: “Serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos”. malditos. o próprio Rutherford: “. E foi precipitado o grande dragão. Aqui se expressa indubitavelmente. chamada o Diabo. Não há como evitar o literalismo da condenação. sobre questões escatológicas. que engana todo o mundo. Podem crer: não há seita mais contraditória e mais herética.( grifo nosso)”. a antiga serpente. C.“E irão estes para o castigo terno. de 1914 a 1918.46). a respeito. Cuidado com os seus “missionários a domicílio. É a isso que levam intérpretes inconscientes e inescrupulosos. isto é. o sedutor deles.”.Diabo.41). cotejada com parâmetros doutrinários das Escrituras e da Reforma..”. um Mortal? Sobre a inaceitável e estapafúrdia doutrina russelita da mortalidade de Jesus Cristo. o céu acabou “virando um inferno”. Os malditos. consequenciou a do homem. foi “habitat” dos “infernais” anjos caídos. transformando-o em “pecador. preparado para o Diabo e seus anjos” (Mt 25. Não possuía uma alma im ortal: Jesus.10). pois são essas heresias que vivem e ensinam sob o título “convincente” de “estudos bíblicos”. somos mais sábios e mais informados que ele. e serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos”( grifo nosso). que a dos TTJ. os reprovados. morreu.“Apartai -vos de mim. mas não prevaleceram. Os seus formuladores de preceitos dogmáticos estabeleceram que o Diabo será aniquilado.Até o homem Cristo Jesus era mortal. Admitindo que a queda de Lúcifer. forçados somos a concluir que os céus. a não ser que queiramos adulterar o pronunciamento do divino Mestre. contínua e eternamente. e Satanás. ele foi precipitado na terra. por ocasião do grande juízo. B.. por longos e imensuráveis tempos. se dermos ouvidos à teologia jeovista.( Ap 20. para o fogo eterno. Jesus Cristo. porém.

B. e.“As Escrituras mostram definitivamente que a imortalidade pertenceu originalmente apenas a Jeová Deus. antes da encarnação pela qual se lhe deu a “oportunidade de ser fiel”. Sem nenhum pudor teológico. a quem homem algum jamais viu. Cristo Jesus foi o primeiro a receber a imortalidade como uma recompensa ao seu proceder fiel na terra( grifo nosso). mas por outros tópicos indiscutivelmente claros: A. A imortalidade é uma recompensa dada por fidelidade”25.I Tm 6.. à de um simples mortal. ou simplesmente um ser moralmente neutro? Não gozava da bênção da imortalidade? Os TTJ entendem. porque são impedidos pela morte de continuar. conforme o herético Rutherfor.6: “Porque um menino nos nasceu. no céu. as Escrituras comprovam-lhe: a explícita divindade. Que desrespeito àquele que diz: “Eu sou a ressurreição e a vida!”( Jo 11.. Sobre Cristo. o único que possui imortalidade. Príncipe da paz”(grifo n osso).. Ele. “Deus forte.que guardes o mandato imaculado. incontemplável por olhos humanos irregenerados. fala também de seu retorno glorioso e triunfante. Ressaltemos os absurdos da alegação russelita da imortalidade de Cristo: Se ele recebeu a imortalidade por causa de seu “fiel proceder na terra”.1-3. por merecimento. concluise que. e o seu nome será: Maravilhoso conselheiro. nosso Redentor. a qual. por isso. um filho se nos deu.” Fizeram-no virar da posição primaz “sobre todas as coisas”. Por isso.I Jo 5.20: “. até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo. e é também conferida agora como galardão aos que pertencem à verdadeira congregação ou “corpo de Cristo”.14. porque continua para sempre.irrepreensível. “Rei dos Reis e Senhor dos senhores” (cf Ap 17. segundo eles. é “o único que possui imortalidade” em si mesmo na unidade trinitária. Amém”( grifo nosso). Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (grifo nosso). o Filho de Deus era infiel. o Cordeiro. a salvação pelas obras fica plenamente estabelecida pela declaração enfática: “A imortalidade é uma recompensa dada por fidelidade”. 14-16 ( texto invocado pelas TJ): “. como “primeiro ser criado. Mas ele foi privilegiado. desqualificam o Filho de Deus. nem é capaz de ver. o governo está sobre os seus ombros.. Pai da eternidade. era mortal. não somente por Jo 1.” C. pelo depoimento supra. tem o seu sacerdócio imutável. este.. no entanto. em seu Filho Jesus Cristo.25). Trata-se de uma profecia messiânica em que o Messias prometido seria. O texto menciona o Cristo glorificado em glória ofuscante. e efetivamente é. à semelhança dos “testemunhas”.Is 9. Além do mais.Estamos no Verdadeiro. em suas épocas determinadas..São feitos sacerdotes em maior número. Ap 19. antes da encarnação. Deus forte. há de ser revelada pelo bendito e único Soberano. que habita em luz inacessível. Pai da eternidade. equiparado a qualquer pecador que “recebe”. a imortalidade. também pode salvar totalmente os que por .18. o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Cristo. A ele honra e poder eterno.16). e estabelecem um sistema sotérico escandalosamente arminianista e racionalista. a dádiva da imortalidade. credenciado a conceder vida eterna aos seus eleitos na condição de Sacerdote imutável: “. a eternidade. que não.

descaridosamente.Ressuscitar significa “retornar à vida”. E homem não tem alma. O “nada” não ressuscita. Os TJ. vítima perene da morte. Portanto. o “reino eclesiástico” de Jeová. acabam afirmando. B. pessoal e consciente”. negam a reali dade e a pessoalidade existencial do espirito. O texto é claro: Cristo. sobre tamanha heresia. O Filho de D eus somente é “mortal” para os TJ e heréticos similares. se alma (ou espírito) não existe. o Rei Jesus Cristo foi morto na carne e ressuscitado uma criatura espiritual invisível. esses. De contradição em contradição. sendo a ressurreição primicial de todos os mortos. nada mais. sofrendo a implacabilidade da morte biofísica. formando. causa -lhes horror imaginá-lo em sua existência preexistente. eles rejeitam a “existência do espirito” e. seguindo-lhes o raciocínio. como pode “o espirito” de Cristo “morrer”? E. Você. o que “ressuscitou” foi apenas “um vento” ou “uma força ativa”. Sobre a estapafúrdia e contraditória doutrina da “oculta ressurreição espiritual” de Jesus Cristo. não dê ouvidos a quem lhe nega a divindade e a eternidade existenciais. pelos seus “falsos profetas”. o mundo não o verá mais. “ressuscitar”? O inexistente morre? O que não existe ressuscita? Mas eles “afirmam categoricamente” que o “Espirito” de Cristo levantou-se de entre os mortos. O seu corpo. não ressuscitou corporalmente. Ou Cristo ressurgiu corporalmente de entre os mortos. Eis. morrendo. redivivo. de entre os mortos. alinharemos os seguintes e irrespondíveis argumentos: A. afrontam o eterno Logos. simplesmente desapareceu do túmulo. vão .ele se chegam a Deus. Pois é o que. afirmam que o “Espírito de Cristo” está ressurreto e vivo com Jeová.A antropologia cristológica deles é: Cristo foi um homem. que ama Jesus Cristo. com a tese da ressurreição espiritual invisível de Cristo. vivendo sempre para interceder por eles”(Hb 7. por outro. que a si mesmos se apresentam como súditos do Rei dos reis invisível. mas como um espírito”. que retornou ocultamente. Por um lado. no máximo.23-26). contradizendo os ensinos da inexistência da alma ou do espírito. Durmam com um barulho desses! C. As “testemunhas”. jamais uma “entidade viva. possui imortalidade em si mesmo. não passa de “vento” ou. o que nos diz “Seja Deus Verdadeiro”: “Assim. O físico do Divino Mestre teve o mesmo destino de qualquer ser humano inerme: desceu à sepultura. rejeitando-lhe a verdadeira encarnação e a real e absolutamente atestada e patente ressurreição corporal. Ora. ass everam enfaticamente que Jesus. sendo humano e mortal. o Rei dos reis. porque a alma não existe.” “Levantou-se este primogênito dentre os mortos.Os TTJ sustentam que “espírito” ( pneumo -grego e ruach -heb. a partir de 1918.) não é “nada”. ou não ressurgiu. “um poder impessoal ativo de Jeová”. Ora. não como criatura humana. Ressurreição Corporal de Cristo. Logo. garantia da ressurreição dos “fiéis testemunhas de Jeová”. levantar-ser.

Espírito não morre.4-14. creste? Bem-aventurados os que não viram e creram”( Jo 20. I Co 15. portanto.20)”. suportemos deles mais estas parvoíces: “O corpo em que Cristo Jesus foi visto ascender em direção ao céu não foi o corpo pregado no madeiro. Cristo comprovou. Diante da autorizada palavra do Salvador devem cessar todos os argumentos contrários. pois. Não. A resposta do Mestre aos TJ é enfaticamente contundente e decisiva. At 1. o Cristo. Deus nos teria enganado. porque um espírito não tem carne nem ossos. Outros textos ajudam a confirmar o que este declara. Ei-los: “Paz seja convosco”! E. Dizendo isto.19. é absolutamente . ressuscitar: o imortal não ressurge. o contrário. Deus conosco. mas crente. pelas interpretações russelitas. apresentando-nos uma realidade falsa. Jesus lhes disse: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então. Respondeu Tomé: Senhor meu e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste. Sustentar o oposto é desmentir o Rei dos reis. 9-11. inclusive dizendo. que falem os confusos TJ. demonstram. D.19-22. que um “espírito não podia ter carne o osso como os tinha o Cristo ressurreto”. e o que não morre não pode. Portanto.angariando adeptos incautos. porque um espírito não tem carne nem ossos. diametralmente. E. mostrou-lhes as mãos e os pés. por causa da alegria. Alegraram-se. Quando a nuvem o ocultou da sua vista. Reiteremos a afirmação do Cristo ressurreto: “Apalpai-me e verificai. E os que não são incautos. a realidade inconteste de sua ressurreição corporal. logicamente. e estando admirados. como vedes que eu tenho”. lhe apresentaram um pedaço de peixe assado [ e um favo de mel]. o Mestre faz os discípulos crer num corpo ressurreto fantasioso. como vedes que eu tenho (grifo nosso). por não acreditarem eles ainda. E ele comeu na presença deles”( Lc 24. então ele dissolveu esse corpo como tinha feito aos outros corpos que revestiu durante os quarenta dias” Jesus apareceu com “outros corpos”? As Escrituras.27-29 cf Jo 2. apalpai-me e verificai. a ressurreição de Cristo foi corporal. materializado com propósitos enganadores. > “E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos.1-19). entretanto. dizem. que sou eu mesmo. não seja incrédulo. são rebeldes contra a genuína Palavra de Deus. Verboencarnado.Dizem que Jesus “apareceu” em “visões” ou “materializações” de seu anterior corpo físico. chega também a mão e põe-na no meu lado.O que morreu de Jesus foi o corpo físico. Foi o corpo que ele tinha materializado para a ocasião a fim de aparecer a seus discípulos. de modo irrefutável. Duro será o juízo sobre os TJ por chamarem o Filho de Deus de mentiroso e tapeador. os discípulos ao verem o Senhor. a viva voz. Sobre a questão. dizendo isto. lhes mostrou as mãos e o lado. E. E o que morre é também o que ressuscita. Se assim fosse. Ensinam que o Cristo que subiu ao céu à vista de seus discípulos não passava de um Jesus materializado. 38 -42). um Cristo ressurreto imaginário. “(Jo 20. Jo 21. Leiam os seguintes textos descritivos da ressurreição corporal do divino Filho de Deus: > “Por que sobem dúvidas ao vosso coração? Vede as minhas mãos e os meus pés. e não podia ser de outra maneira. com argumentos demonstrativos visuais e verbais.

repugnância.. respeito e adoração. exceto que não se decompôs ou corrompeu. como insinuam as “testemunhas”. perfeitamente identificáveis. exatamente como apareceu às mulheres. embora incorruptível e revestido de imortalidade. somente se admite como atos procedentes de pessoas desprovidas de autocensura e insanas espiritualmente e desorientadas psicologicamente. se dissolveu em gases ou se está ainda preservado algures como um memorial de amor de Deus. está à destra de Deus Pai. divinamente embalsamado. de transcrever os absurdos doutrinários deles causa-nos aversão.ninguém sabe”. sem qualquer sombra de dúvida. muito mais racional e lógico. por dever de ofício. nem seu corpo viu a corrução (At 2. Então. no retorno. o Todo Poderoso Jeová deu um sumiço no corpo de seu “primeiro Filho criado?” Com que intenção? Fazer -nos crer. Acreditamos. 35ss). numa ressurreição corporal? Teria o Grande Jeová gaseificado o corpo de seu Unigênito. vencer obstáculos físicos: o Filho de Deus ressurreto apareceu no interior de uma casa. aos fugitivos no caminho de Emaús..19). Afastemos de nosso convívio e de nossas mentes semelhantes heréticos e tão depravantes heresias. que foi capaz de comer peixe assado na presença dos discípulos (Lc 24.. na sua ressurreição corporal.. Quem fala de Cristo com imagens e linguagens deste jaez. Os TJ de Jeová. não sabem o que realmente aconteceu ao suposto corpo morto de Jesus. tão concretamente real. Ora dizem que tomou o destino de qualquer cadáver humano. como dizem as Escrituras. mas em corpos físicos (I Co 15. aos doze reunidos. possui capacidades ignoradas por nós como. acreditar no milagre da ressurreição pneumossomática do Messias e aceitar que seu corpo ressurreto. demonstra não ter o mínimo respeito ao Pai e ao seu Filho unigênito. ora que se dissolveu em gases. para que finalidade ou propósito? Mantém-no.real e verdadeiro. Paulo ensina que os mortos ressuscitarão transformados. para julgar vivos e mortos. Até a obrigação. piedosos. conforme supõem os seguidores de Russel? Por que Jeová fez isso? Ele praticaria tão esquisita idiossincrasia? Em vez de inventar que o corpo desfalecido de Cristo dissolveuse em gases ou está preservado em algum local oculto para “memorial de amor”. “estando às portas trancadas”. Tratar Cristo dessa maneira desairosa e escandalosamente execrável. negando a ressurreição física de Cristo. digno de toda confiança. de onde governa o mundo e de onde virá. em algum lugar secreto para “memorial de amor”. Eis o que dizem: “Não sabemos coisa alguma o que veio a ser dele (o corpo do Senhor) . Cristo não ficou no túmulo. por exemplo. O Cristo que ressurgiu. aos discípulos junto ao mar de Tiberíades e a Tomé: corpo palpável. “falsamente”. . para depois submeter-se à prova do tato (Jo 20.27-31). parece-nos. reverência.42).

o que significa duração eterna. isto é. a existência da “geena”.. A ira sem fim de Deus contra os irremediavelmente corruptos reveste-se de mais candência na seguinte narrativa apocalíptica: “Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão. . e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. nem de dia nem de noite. quando pecaram. “inferno tormentoso. para onde os ateus contumazes. A ira divina ( e horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo) também se realiza eternamente. O amor de Deus expressa-se imorredouramente no gozo eterno dos justificados e salvos em e por Cristo Jesus.9-11).22. os réprobos. A nossa crença firma-se nas Escrituras. Que nos diga isso o senhor Rutherford: “Considerando então que inferno significa sepultura ou a cova de sepultamento comum à humanidade. se Deus não poupou anjos. são penalizados contínua e ininterruptamente.“A fumaça do tormento sobe pelos séculos dos séculos”.“. que não agridem nossa razão nem conturbam nosso bom senso. B. expressão que descreve sofrimento imitigável. O céu e o inferno mostram os dois lados de Deus: o imensurável amor e a implacável justiça. contra eles.”). intenso e extenso. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos. não têm descanso algum nem de dia nem de noite”. o inferno (tradução de “sheol. e não têm descanso algum. precipitando-os no inferno.“Atormentados com fogo e enxofre”. também expressa ódio e furor incomensuráveis contra a perversidade dos injustos: “Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até ao mais profundo inferno.” local e estado de sofrimento eterno. E o local de realização da misericórdia do Redentor é o Céu. antes. os apóstatas irrecuperáveis e os anjos caídos serão lançados.” “geena e “tártaro”). Notem bem: a. “Ora. reservando-os para o juízo” (II Pe 2.O Inferno não Existe? Os TJ pregam e ensinam que não há inferno.. um para bênção e outro de tormento ardente”. Sustentamos. Para eles.” “hades. também esse beberá do vinho da cólera da sua ira. cumprindo a implacável justiça divina. E o lugar de efetivação intensa e contínua da ira divina é o inferno. O mesmo Deus que possui um amor (ágape) inefável. os entregou a abismos de trevas.4). consumirá a terra e seus meses e abrasará os fundamentos dos montes” (“Dt 32. os adoradores da besta e da sua imagem (grifo nosso). significa simplesmente “sepultura”. C. e quem quer que receba a marca do seu nome” (Ap 14. a não ser como sinônimo de sepultura. não poderia significar ao mesmo tempo um lugar de tortura ardente ou um lugar de dois compartimentos.

mas com certeza. No inferno. um fato realmente possível. igualmente os Réprobos penam eternamente em cumprimento da justiça de Deus. o sedutor deles. se um dos teus olhos te faz tropeçar. de modo algum incluiria tais informações na parábola. para a vida eterna”. Porém. estando em tormentos. mas incisiva e imperativa ordenação do Redentor. apelando para a dignidade e a pureza espirituais. levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio” (Lc 16. que pode não ser a narrativa de um fato real. preparado para o Dia bo e seus anjos”. mesmo em detrimento da perfeição corporal. tendo os dois. que estavam à sua esquerda. vindicando nele os pecados dos escolhidos.48 cf Mc 9. destino final dos réprobos.47. um sofrimento interminável.22. Jesus quebra essa norma simbólica. no juízo final. o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim. o inferno. por amor. A perfeição física simbolizava a espiritual. O Justo não perdoa o injusto. Os TJ e os Adventistas do Sétimo Dia fazem inacreditáveis malabarismos exegéticos para desqualificar a parábola do “Rico e o Mendigo”. > “Então. no texto em apreço. separando. e morte de cruz. Jesus sustenta a realidade do céu e de seu oposto. a verdade pura. pode justificá-lo. > “Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão. é uma história verossímil. porém os justos. Todas se inserem na realidade da existência humana e comunicam.23). > “O Diabo.Assim como. embora em linguagem parabólica. antes o entregou à morte. onde não lhes morre o verme nem o fogo se apaga”( Mc 9. cobrando seus pecados no Cordeiro imaculado. os salvos deliciam-se das bênçãos eternas. de linguagem parabólica. um quadro retirado de conceitos verdadeiramente factíveis. o defeito físico. malditos. para onde vão os redimidos. Elas descrevem realidades por meio de imagens objetivas e comparações retiradas da vida real ou de realidades espirituais. Sobre o inferno e as penas eternas. e serão . Lembremos que o Pai não perdoou o seu próprio Filho. por meio de figuras simbólicas. o fogo que continua queimando indefinidamente. para o fogo eterno. não. recorramos ao ensino escriturístico: > “E. O dano à alma leva à perdição. foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre. destinando os rejeitados. ou duvidasse da existência do céu. para o fogo eterno. Não se trata. local de sofrimento por absoluta alienação de Deus e ausência completa de esperança. “E irão estes para o castigo eterno. se Cristo não acreditasse na permanência da vida consciente da alma (ou espírito) depois da morte. morreu também o rico e foi sepultado. cumpridor da retíssima justiça divina por seu martírio na ignominiosa cruz. os bodes das ovelhas. onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta. arranca -o. Nenhum sacerdote poderia oficiar perante Deus no altar se tivesse o mínimo defeito físico. ao inferno.43-46). e do inferno. isto é. Portanto. seres lançado no inferno. é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que. nada de mirabolante e fantasioso na urdidura das parábolas do Mestre Jesus.

especialmente dos perversos. pois. > “A congregação.atormentados de dia e de noite. o tártaro e o hades foram lançados para dentro do lago de fogo.16. tanto da ordem angelical pervertida como da humana depravada. Não.(Ap 20.21.17. Sl 49. predestinado. pelos séculos dos séculos (grifo nosso)”. O “hades” é o estado intermediário dos mortos sem Cristo. Ap 2. aqui na existência terrena. a opinião dos TTJ.14. invariavelmente. pois. “Lago de fogo e enxofre” é a “Geena” que. como no céu expressa seu inefável amor terno.10). . é a situação final de todos os perdidos. ali padecerão para sempre( Ap 20. Atentem para o que dizem sobre eles mesmos. na “geena”. A prova disso é que “sheol” foi empregado para designar a morada dos ímpios como. por exemplo.14 fica assim: “Então.000 constitui-se dos que Jeová ressuscitou e introduziu na “congregação celeste” (TJ) em 1918. a capital ou o corpo governante da organização universal de Jeová. se restringe a este número seleto.18-28. significa “sepultura”30. isto é. > “A fim de estarem finalmente unidos com Cristo na congregação celeste. teriam que terminar a sua carreira terrestre fiel até a morte. No Velho Testamento.3. 14) serão lançados no “lago de fogo e enxofre”. Os “testemunhas” afirmam que a palavra “sheol”. Por ocasião do juízo final.17. nas seguintes citações. Grande parte dos 144. Admira-nos ver pessoas inteligentes seguindo cegamente o unissônico comando da corneta russelita. o corpo ministerial selecionado ou eleito dos que.000 de Ap. SOMENTE 144.13. Sl 31. Estes são. 13. 14 representam o número total e final dos TJ. mas em outras. os que dão legítimo testemunho de Jeová. Jó 24. entre outras: Jó 21. a congregação celeste. inimigos de Deus. Ensinam. os corajosos e eficientes pregadores do reino. 1. algumas incidências do termo continham o sentido de “cova”. (I Pe 2. estava presente. a idéia de habitação dos mortos.10). “abismo” ou “túmulo”. que ainda há no mundo alguns que comporão o referido número perfeito dos redimidos exaltados ao posto de liderança. o corpo intermediário (hades) dos reprovados bem como o “tártaro” (traduzido por morte em Ap 14. o inferno realmente existe. reinam e reinarão com o Rei sobre os demais que vivem e viverão na terra. Sl 9.”. ele é feito no céu. os apóstolos e outros que foram escolhidos depois.1431. do céu.10).000: > “Em Apocalipse 14. diferentemente do “hades”. os 144. como Jesus o fizera. Os russelitas tocam a marcha de uma nota só.000 em conformidade com o decreto de Deus. os “crentes perfeitos e exclusivos”. por outro lado.”. A tradução literal de Ap 20. a Bíblia é conclusiva ao predizer que o número final dos pertencentes à congregação celestial será 144. nem sempre.” Contra. nele Deus executa sua implacável e perpétua justiça. quando a revelação estava em processo delineante.000? Os russelitas afirmam que os 144.

6). ( Lc 22. inacreditável. Se o “testemunha” ressurgiu nessa data. como já dissemos. pois. por outro.000 o número dos que participam do “corpo de Cristo”. ninguém viu.Espírito. estes também devem terminar sua carreira terrestre fiéis até a morte. cujos membros reinarão com Cristo no reino celestial de Deus. não foram imediatamente levados ao céu. ao morrer. De acordo com a Palavra de Deus. permanece ora na terra”. para uma existência espiritual”. não morre e. num momento. um “pequeno rebanho” tem esta esperança. quaisquer dos que morrem agora são “mudados. > “Nem todas as testemunhas de Jeová esperam ir para o céu. um espírito. Apenas um pequeno restante. exercer qualquer ação.000 dos TTJ fazem parte os apóstolos e as demais “testemunhas verdadeiras” do passado. cognitivos e volitivos na tal “congregação celestial”.Admitindo-lhe a existência. perguntamos. como afirmam que exercem. negam. aquele que está “em linha para se associar a Cristo”. limitou a 144. não ressuscita.30. ninguém sabe. para uma existência espiritual eterna junto com Jesus Cristo no seu “corpo” celestial ou congregação. muito menos. O Todo. Ap 20. “criam” um “imaginário reino espiritual” composto de “espíritos vivos”. Se a ressurreição dos “testemunhas” em 1918 nã o foi corporal. Dormiram na sepultura até a primeira ressurreição à vinda de Jesus Cristo ao templo de Jeová em 20 1918. não pode ressurgir e. mas o seu corpo fica na sepultura. especialmente a de governar com o Rei do reino jeovista.Embora fossem todos recebidos numa aliança para o Reino ou congregação celestial. ressurgiu? O espírito não pode ser pelas razões seguintes: A. O que. –I Co 15. num abrir e fechar de olhos. . que o “candidato terreno” a testemunha de Jeová. que dormiram na sepultura até a “primeira ressurreição” invisível em 1918. por um lado. mas viverão nesta terra sob o governo de Cristo Jesus e sua congregação nos céus. Veiculam. o corpo continua “dormindo”. é mudado num momento. “reinam com Cristo na e pela “congregação celeste”. Ap 14. B. essencialmente contraditórios. portanto. a não ser os privilegiados videntes russelitas de então. Alguns dos que estão em linha para se associar com Cristo Jesus na congregação celestial ainda permanecem na terra hoje. ressurretos. preordenado ao rol dos 144.000. Dos 144. Os “testemunhas”.29. reintegrado ao pó. A partir dessa data. unindo-se com a cabeça da congregação.13”. o suficiente para completar a inteireza daquele corpo.poderoso Deus. apenas uma pequena proporção. é que o “candidato” a “testemunha de Jeová” na militância terrestre. não existe como ser pessoal consciente e. Realmente. a realidade pessoal do espírito e.42-54. no momento da morte é “transformado” e incluído na “congregação celestial”.”. inclusive os dos apóstolos. Contudo. quando foram levantados à glória com sua cabeça. “O absurdo maior. num abrir e fechar de olhos”. para os russelitas. ao morrer. > “Todas as outras criaturas que recebem vida de Deus por intermédio do Reino não farão parte da “congregação de Deus”. que coloca todos os membros na sua organização como lhe agrada. portanto.

estão excluídos da relação dos selecionados descendentes de Abraão.000: é a multidão dos permanentemente comandados por seus “irmãos”? eternamente comandantes. Em decorrência do “estado eterno” a que foram submetidos. pode ter esperança de “subir ao céu” para integrar o restritíssimo conjunto dos selados. no meio da qual os “verdadeiros TJ”.4.000.Os de primeira categoria. conforme pretendem . tribos. O literalismo. não farão parte da “congregação de Deus” (dos 144. mas viverão nesta terra sob o governo de Cristo Jesus e sua congregação nos céus. essencialmente gentios. habitantes dos céus. “co-herdeiros e coregentes na gloriosa teocracia de Jeová”33. pois se encontram. Depois dos israelitas selados. povos e línguas (Ap 7. por convicção própria.Eram homens virgens: “São estes os que não se macularam com mulheres. 02. nenhum elemento feminino. C.9.9). composta de todas as nações. à vista do exposto. privilegiados. O admirável é: há pessoas que aceitam semelhante doutrina e nela acreditam. afirmam. subordinase a Cristo e aos “testemunhas” dos 144.000 pelas seguintes razões: A. dois tipos distintos de salvos na ordem soteriológica dos TJ: 01. Logo. Estes.000. porque são castos” (Ap 14.9. autoridades espirituais sobre a “grande multidão” de que fala Apocalipse 7. Tal divisão por privilegiamento fere a idéia de unidade universal do corpo do Cristo.000-TJ selecionados).9). não gentios. à ética e à disciplina dos jeovistas.000 pelo que se deduz de Ap 14. jamais chegarão ao nível dos membros do restrito e pequeno corpo dos 144. os jeovistas.Os de segunda categoria.000.a Igreja triunfante.4-8). . Portanto. “os príncipes do Todo-poderoso” alegam não estar.Não havia mulher no seletivo grupo dos 144. aparece a inumerável multidão internacional. dizem ser os mediadores da vida eterna: “Todas as criaturas que recebem vida de Deus por intermédio do reino (grifo nosso).Os TJ são.” Há. Como a liderança fanática do “reino” aceita mulheres. os que ficarão na terra sob o comando do Rei e de seus “príncipes” ( os de primeira classe). método adotado pelos TJ. B. 144.000. portanto. não nos permite incluir no texto o que ele literalmente não contém: outra raça além da judaica (Ap 7. qualificados coregentes celestiais preordenados. A massa redimida cosmopolita e heterogênea a que se refere Ap 7. membros do corpo seleto dos 144.Eram judeus. inclusive as que saem vendendo livros e revistas da seita e ministrando “estudos bíblicos” de casa em casa. por mais dedicado que seja à doutrina. Os russelitas não podem fazer parte dos 144. promovem a própria desqualificação para inclusão no seletíssimo rol dos 144. São realmente pobres de espírito. prefigurados no número simbólico de sua totalidade. na “congregação celestial” espiritualmente ressurretos.

Os benefícios. superam os malefícios. os 144. honestamente. indubitavelmente. com o título: “Sangue. por ser um campo propício à infestação e proliferação de microorganismos. Tais remanescentes apresentam-se como exclusivos súditos do reino de Jeová. é muito menor que as curas obtidas. O casamento. que um “remanescente fiel”. sabemos. na maioria dos casos. Considerando que os seus líderes estelares eram casados. fora do grupo seleto.9 são de TJ da “congregação terrestre”. A hematolatria dos TJ está amplamente defendida e dogmatizada em um livreto. O número de mortes em conseqüência de sangue contaminado transfundido. Do número total. mas privados do privilégio de pertencerem à “congregação celestial”.000 porque não são todos judeus. humildemente. entre o risco iminente de óbito e uma possível contaminação. estatística e proporcionalmente. Todos estão. veículo de vida e de morte. A necessidade de sangue para um paciente submetido a uma cirurgia profunda e extremamente arriscada é enorme e. a transfusão de sangue. Um dos argumentos é a possibilidade de contaminação. abriram mão do sexo para se dedicarem ininterruptamente ao Cordeiro. permanecerá na terra como zelador do patrimônio natural de seu Rei. em oposição à evidência textual. Sangue. Nele se nega. não são realmente celibatários vocacionados. intransigentemente. Síntese conclusiva: Os russelitas estão fora dos 144. Medicinalmente falando. a partir de 1918. pois o sangue é veículo de inúmeras doenças contagiosas. alardeiam que são os exclusivos selados. Não lhes restava tempo para as esposas (Ap 14. Jesus Cristo. imprescindível. os TJ têm alguma razão. literalistas que são. submetidos à autoridade dos “superiores” do “reino espiritual”. mas os 144. não fazem voto de castidade. TJ e o Sangue. e muitíssimas vidas têm sido salvas.4). Porém. é uma instituição divina. uma parte já está “reinando” com Jeová nos céus.000. A multidão referida em Ap 7. cumpria-lhes excluirem-se do grupo masculino celibatário. Entretanto. . Medicina e a Lei de Deus”. casam-se e constituem família.000. prefere-se o mal menor. salvos. Fora da seita russelita não há salvação.Pelo que se sabe do passado e do presente dos TJ. Pregam. príncipes de Jeová. ambos os sexos ingressam na seita. todavia. não existe salvo. certamente. quando aconteceu a suposta e duvidosa “ressurreição espiritual. sustentam. lançado em 1961.

O cordão umbilical é o “hemoduto” pelo qual o líquido sangüíneo é transfundido do organismo materno para o corpo do descendente. Nesse ato de culto. O exemplo mais candente e complicador. Ninguém gerou nem possui seu próprio sangue. Não há um servo de Deus sequer que não tenha se alimentado. realidade e universalidade do sistema geracional. o sangue é um componente químicofísico do organismo animal. há dois simbolismos opostos e. embora sendo TJ. processo a que se submetem todos os seres vivos pulmonares. dizer de seu descendente: Você é sangue de meu sangue.leucócitos. quer dizer. fenômeno observável na proliferação geral. sejam aleijados. e a vida . plaquetas e hemoglobina. a alma não. O sacrifício no Velho Testamento exigia. receberam sangue materno transfundido: é a divina transfusão. ao estabelecer a sucessão pela reprodução procriativa. osso de meus ossos. amar a Deus com “toda” sua alma. Os TJ ensinam que doar ou receber sangue significa “dar ou receber uma parte da alma. convergentes: Vida e morte. do ponto de vista da permanência de cada célula. amar a Deus de “toda” alma. ao mesmo tempo. pela mesma lógica. nesse caso. incluindo aqueles que foram criados à “imagem e semelhança de Deus”. carne de minha carne. foi o “Todo Poderoso Jeová. mas também não o terá para doá-lo. inegabilidade. herdou-o de seus antepassados. Diante da veracidade. Um “testemunha” que tenha baixo teor de células hemácias. Literalmente a progênie humana alimenta-se do sangue progenitor. O primeiro a transfundir sangue. no entanto. não podendo. E. O sangue de uma criança. O Sangue do Sacrifício. O plasma sangüíneo sofre transformações constantes por contínuas mortes celulares e conseqüentes reposições por renovação. primário e inconseqüente. legitimamente. durante todo o período intra-uterino. é daqueles que.Sobre a transfusão. A alma é um ente de natureza espiritual. que seja vítima de acidentes com fortes sangramentos. Nesse caso. A mutabilidade do sangue decorre da mutabilidade da alma ounvice versa? O líquido hemácio muda. apesar dos “testemunhas”. de todo o ser ou corpo? Transfusão Universal. Literalismo ingênuo. todos os TJ. Em termos mais diretos e claros: o filho “bebe” o sangue da mãe. por causa da tipologia implicada. O sangue é a vida. infecções localizadas ou generalizadas hemopatias diversas. faltando-lhes membros como braço ou perna. de sangue humano. não se mantém inalterável até a velhice. a alma deles também sofreu mutilação? Podem eles. no estado protoplasmático ou fetal. o derramanento de sangue. querendo ou não. não se poderia “amar a Deus com “toda” a alma”. hemorragias internas ou externas( hemofilia). e isso por ordenação divina. isto é. “com todo o se sangue”. pois uma coisa não se confunde com outra e nem dela decorre. esse se encontra privado de parte de seu sangue. Toda mãe pode. conforme raciocinam.

Nada lhe foi dito a respeito. isto é. era propriedade de Javé. come. na aliança da graça. que dispunha dela como bem lhe aprouvesse. a vida do adorador.13). misticamente. a carne do Cordeiro sacrificial. Na ordem dada a Pedro. ao crente é ordenado comer de tudo que se vende no mercado. 54. e esta pertencia a Deus. Na presente dispensação. do sangue de Cristo.55). A expressão: “Em virtude da vida” deve ser traduzida: “À custa da vida” ou “Em lugar da vida”. Cada crente regenerado. tem-na eternamente. o único que.9. Rejeitar a transfusão por questões religiosas é. autorizado por Deus. Na verdade. o Senhor da vida pode dizer. A nossa vida inclusa na vida de Cristo foi derramada diante de Deus pelo derramamento de seu sangue. atraso e pobreza de espírito. O simbolismo sacrificial. tanto a apropriação de animais.11-16).pertence a Deus. sem a mínima ofensa ao Pai: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna. significava entregar-se e dedicar-se eternamente a Deus. nada significa teologicamente.10). 10. porquanto é o sangue em virtude da vida ” (Lv 17. da universal família sacerdotal de Cristo (I Pe 2. Como o sacerdote vetotestamentário comia a carne do sacrifício. desautorizando. perder a vida biológica. quebrando o tabu da tipologia soteriológica. perdeu o sentido. isto é. Sem derramamento de sangue. alimenta-se. mas depois de esgotar completamente o sangue. considerados anteriormente imundos. pois o que tipificavam realizouse em Cristo Jesus. o Salvador não observa como faria um TJ. que estava no sangue. e o meu sangue é verdadeira bebida” (Jo 6. em visão. A expressão: “Descendo do céu” quer dizer: tudo agora é santo. a hemolatria. não há remissão de pecados. antes rejeitados por escrúpulos religiosos. répteis da terra e aves do céu” (At 10. Agora. sombra do verdadeiro. Porque o sangue significava a vida.25-27 cf At 6. Derramando o sangue em sacrifício a Javé. pois a minha carne é verdadeira comida. como a recepção dos gentios. Deus não admitia no sistema litúrgico protótipo. o sacrificado perdia a vida para Deus recebê-la. comer sim. Isto pode ser dito assim: Quem receber a vida (figurada no sangue) que de mim procede. que a entregou ao Pai pelo derramamento de seu castíssimo sangue. produzindo a vida perene em cada redimido.11). incluindo a carne vermelha em virtude do sangue entranhado (At. o entregava expiatoriamente sobre o altar: “Porque a vida da carne está no sangue. para matar e comer “toda sorte de quadrúpedes. morreu por nós. que. efetivamente. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar. sem morte física. e eu o ressuscitarei no último dia. o crente. derramar o sangue. A morte é à saída da vida física e entrada na vida eterna. Tanto era impuro o animal não selecionado para o holocausto como o gentio. A minha vida pertence a Cristo. Portanto. dotado da vida eterna. porque Cristo. Qualquer outro sangue. Jesus Crtisto. reveste-se de conteúdo vicário. para fazer expiação pela vossa alma. Eis porque o Redentor. animal ou humano. vedado ficava ao homem apropriar-se do que pertencia com exclusividade ao Senhor. espiritualmente. . na dispensação da graça. Em suma: a hemolatria jeovista é anacrônica e despida de fundamentos teológicos. Ela resulta de literalização inconseqüente de tipos desfeitos. dispondo do sangue. Ambos. substitutivamente.

A mesma tese da sujidade infectante do sangue. também não serve para glorificar a Deus.13). sofreu a penalidade em nosso lugar. Não tenha medo. é imenso. meios de que Deus se utilizou para mantê-lo vivo e sadio até hoje. pode redundar na quebra de um dos mais sérios. tudo por conveniências preconcebidas e tabus religiosos.” Um pai “testemunha” que recuse. Entre um mandamento humano e um divino. se necessitar. em conseqüência da paterna negação. receba sangue. Quem não pode doar o seu sangue ao semelhante necessitado. não deve ser. com toda a tua alma). O autor do presente trabalho. Como Deus pode receber um “amor santo e puro” por meio de um sangue tão sujo. de doar o seu sangue. O Sangue Contaminado. a qual devemos obediência? A resposta para o servo de Cristo é óbvia: o de Deus. conspurcar o amor hemocêntrico dos russelitas: Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu sangue (quer dizer. importantes e candentes mandamentos do decálogo: “Não matarás. se puder. formalmente. ideologicamente formulado: Não transfundirás o teu sangue. por outro lado. venha falecer. veículo de bênção interativa e dialogal entre o seu proprietário infectado e infectante e o imaculado Salvador. na mente preconceituosa dos TJ. Um meio transmissor de doenças. de receber ou permitir recepção de líquido ou soro sangüíneo. O fantasma da contaminação. Se você pode salvar vidas com seu sangue. igualmente não pode doá-lo ao seu Redentor. O Resgate. para obstacular ou. Não fique receoso. algumas mortais. em decorrência. repleto de toxinas e microorganismos? Se o meu sangue “não presta” para ajudar o meu próximo. levantada pelos TTJ. o risco de contaminação. O preceito imperativo da seita jeovista. naqueles tempos. consequentemente. em 1968 e 1982. não crêem que Jesus veio. incorrendo na penalidade preconizada por “Jeová”. para impedir a transfusão sangüínea. Deus o recompensará. diminuindo muitíssimo. não deixe de fazê-lo. no mínimo. serve. Os TJ não professam a doutrina da expiação. is to . permitir que seu filho.A Transfusão e o Mandamento. a quase zero. A medicina moderna toma todas as precauções cabíveis para não captar sangue contaminado. debilitado em seu sistema circulatório. certamente o seu genitor quebrará o sexto mandamento (Ex 20. e ele. recebeu transfusões de sangue. o Todo Poderoso legislador. novembro de 2001. os cuidados eram menores e os recursos científicos inferiores. E. “fezse pecado” por nós e.

do desejo. . iniciando a sua purificação e marcando o começo do julgamento e inspeção de seus seguidores gerados em espírito. os féis “testemunhas”. o princípio reformado da “sola gratia” é inteiramente despropositado e inócuo. o salvo geovista é “transformado” pelo Grande Deus e. mas na sua “obediência” pessoal e na de seus perfeitos seguidores: “Por meio da obediência indefectível Jesus provou a perfeição do seu organismo humano. expiação e regeneração. resumidamente. adquire direito ao “valioso” sacrifício de Cristo em seu favor. da decisão e da opção do homem. segundo os russelitas. marcando o fim do tempo dos gentios e o início do tempo final do reinado de Satanás. o “verdadeiro povo do “reino teocrático” de Jeová. produto da vontade. onde estão e estarão somente os eleitos selecionados para “reinarem com Jesus”. Em 1918. mas se mantêm. liberta) os que o seguem e são inteiramente fiéis ao Todo Poderoso Deus e guardam integralmente os seus mandamentos. Por esta razão foi exaltado e feito Sumo Sacerdote para entrar no “próprio céu” onde ofereceu o valor de seu sacrifício humano perfeito em favor de “todos os que lhe obedecem”. Cristo voltou invisivelmente a terra. pelo poder de Jeová. os “testemunhas”. de “Um Homem sem Pecado”. Os que almejam o resgate devem “informar-se da misericórdia de Deus em Cristo Jesus e permanecerem firmes nessa confiança. Não aceitam a doutrina da “fé salvadora”. Quem obedece a Jeová. A salvação. Cristo. nesse estado. Nada de substituição.000) estará completo. mediante sua existência sem pecado. não no sacrifício vicário de Cristo. A existência dos “jeovistas”. um dom gratuito de Deus. Pode um cristão reformado aceitar tão crassa e absurda heresia de um sistema autosotérico de resgate merecido? Escatologia. Cristo não nos substitui na morte vicária. alguns permanecem na terra. não “redime” pelo seu sangue derramado. “resgata” pelo “valor de seu sacrifício oferecido ao Pai”. continuamente expia nossos pecados pelo sacrifício de efeito e conseqüência eternos. tendo dominado os poderes gentílicos e derrotado as potências malignas. firma-se. como se notou. é a prova de que Cristo voltou e já está separando as ovelhas dos cabritos”. Deus regata o pecador pela introdução no seu universo próprio (o seio da humanidade). onde dormiam não em corpos físicos. Para eles. A idiossincrática doutrina escatológica dos TJ é. bem como da devoção a seu Pai”. o Sumo Sacerdote entrou no “templo espiritual”. na soteriologia jeovista. o número total dos crentes reinantes (144. sinceros e íntegros até a morte. Os crentes jeovistas falecidos levantaram-se dos sepulcros. mas espirituais (então espírito existe?) e ajuntaram-se a Cristo no “templo espiritual”.é. recebeu de Jeová o domínio geral. Para eles. portanto. entra na vida espiritual do templo. depende dos méritos do pecador. Os russelitas vivos sobre a terra não podem encontrar-se com os irmãos ressurretos (?). Imediatamente após a morte. Acreditam na salvação pelas obras pias resultantes do esforço pessoal do seguidor jeovista. a seguinte: Em 1914. Cristo. mas. No final da coleta. A localização de tal templo não se define. Aos “benefícios” do sacrifício de Cristo farão jus os que permanecerem fiéis. Defendem uma fé racional. Por enquanto. Jeová “resgata” (solta.” O resgate.

serão ressuscitados pelo poder de Cristo. C.Usurpar a posição de Jeová. por exempolo. ”Ref.15-17. então os que se acharem vivos serão mudados num momento. serão ressuscitados em poder.21-23. 42-44.“Além da ressurreição dos 144. Lc 16( parábola do Rido e Lázaro). Para verificar-se o contrário.15. mesmo diante de todas as evidências bíblicas contrárias. mas a “destruição definitiva” sem qualquer tipo de dor prolongada.Fazer a humanidade retroceder ao barbarismo da incredulidade. Com sua mente pervertida. Mt 15. não é um local e estado de sofrimento eterno. consulte Fp. liquidada pela morte. dos justos e dos injustos. Satanás e seus anjos serão libertados e terá a incumbência de provar a fé e a integridade dos “testemunhas” sobre a terra. e os corpos dos ímpios serão por ele ressuscitados para desonra. de novo a: A. pois o próprio Jeová. I Co 15. logo depois do “Armagedom”.jogar a humanidade milenária aperfeiçoada contra o Grande Deus. I Ts 4. 9.48. nesse ponto. sendo. não possui uma alma”.47. Esses. empreendê-la-á com suas milícias angélicas. com a Palavra de Deus em textos como Mc. a eternidade. como “afirmam os cristãos clericais”. por se aliarem a Satã. com o nome de ressurreição.000 em processo de complementação. pois.33). Ap 14. por seu comandante Jesus Cristo. e feitos semelhantes ao corpo glorioso de Cristo. os que deles divergem. No fim do milênio. Para os rebelados contra Jeová e seu Cristo não haverá ressurreição. para eles. é o “fim da existência”. a grande. haverá uma ressurreição terrestre. e os mesmos corpos dos mortos. novamente unidos às suas almas para sempre. Jo 5. serão com ele lançados no “lago de fogo e enxofre” para serem exterminados em “eterna destruição”. O que pregam. Alguns cairão. para os TJ. A escatologia jeovista pressupõe a doutrina da não existência da alma. inconseqüente se lhes torna falar em ressurreição. Fp 3. Os corpos dos justos. A morte.28. Diante de semelhante afirmação doutrinária. A nossa escatologia é a que se encontra sumariada no Catecismo Maior de Westminster cujos textos transcrevemos: “Pergunta 87: Que devemos crer com respeito à ressurreição”? Resposta: Devemos crer que no último dia haverá uma ressurreição geral dos mortos. sanguinolenta e terrível batalha em que Satanás será derrotado e amarrado” por mil anos.” “Pergunta: 88: O que virá imediatamente após a ressurreição”? . A escatologia russelita elimina completamente o “castigo eterno”. Dizem que “o homem é uma alma. At 24.21. pelo Espírito de Cristo e em virtude de sua ressurreição. Começará. tentará. como Cabeça deles. O inferno. Dessa batalha os crentes jeovistas não participarão. espirituais e incorruptíveis. 1. é o começo de uma nova existência. como por um juiz ofendido. B.11. que nada tem a ver com a anterior. Tal posição contrasta-se.21-23.29. que têm permanecido na sepultura.2. porém. Dn 1 2.

11.8. II Ts 1.20.4. todas as coisas se lhe submetem.36). Fp 3. Mt 24.21.10.Repentino: Mt 24.11.42. de cujo dia e hora homem nenhum sabe. Eis porque se recusam a votar. Mt 25.13. I Ts 4. Mt 24. . ou existem para juízo dos ímpios ou serão punidas por Deus. Maior. D. Consultar as perguntas: 86. E.15. 89 e 90 do C.30. Hb 9. Há.20. I Co 15.4. será pessoal. Lc 2. 25-28. Hb 9. corporal.35. 1. obediência e submissão. I Ts 3. O Retorno de Cristo será: A. em si mesmo. Os russelitas dizem que o Estado é.3.II Tm 4.7. At 3. o hino e o brasão nacionais. I Ts 4. organizações estatais malignas. II Pe 2.2. Esquecem-se de que Jeová selecionou um povo e o organizou em nação. Mc 13. A volta de Cristo. de serem convocados para guerra. pública. Tt 2. Ap 3. Ap 1.44.2427. Tt 3.13. Mt 22. mas se servem dela. como aconteceu na Segunda Guerra Mundial. Também omitem o fato de que as Escrituras. Ap 19.44. Tt 2. a prestar serviço militar e a reverenciar os símbolos pátrios como a bandeira.11-13. 37-44. e dão glórias a Jeová. 27. crêem o reformados.3. 33-37.36. Deus é Senhor do bom e do perverso. Os TJ e o Governo. são bons reinvidicadores de seus direitos. Ap 20. I Ts 5.25. bom ou ruim. Eles não servem a pátria. afirmam que todo governo.7. sendo o anúncio de sua chegada internacionalmente audível.2.Glorioso: Hb 9.28).13. Cl 3.19. Tt 2. Lc 21.20. Os seus compatriotas lutam com sacrifício de suas vidas para eles se beneficiarem da paz conquistada. At caps. I Co 15. 1-3. Mt 17.13. e controla o bem e o mal.28. Mt 26. 1-4. coisa alguma existe e nada funciona.1-7. Esquivam-se. de maneira claríssima.Físico: At 1. Conclusão: gozam a paz do Demônio. B. inclusive por meios legais.11. Cl 3. 10 e 16). diabolicamente mau.30.Visível: Mt 24. 21. é instituído por Deus (Rm 13. mundialmente visível.Pessoal: At 1. mas essas. Lc 21.15-17. 26. Ap 1. 37-38.Resposta: Imediatamente após a ressurreição vira o juízo geral e final dos anjos e dos homens. orem e estejam sempre prontos para a vinda do Senhor.7. 1-12. At 3. À margem do Criador e Governador de tudo e de todos. ”(Ref. evidentemente. I Ts 3. 13-17 cf At 16. Hb 9.11-16. C.64. para que vigiem. At 1.28. e que os “filhos do reino de Jeová” não podem prestar-lhe serviço. 21. Ap 16. I Ts 2. depois de seu reinado especial sobre a Igreja militante e sobre governo geral do mundo.28. Mt 24. At 22.16. 22.4. I Pe 2. Mc 13.

a eletrodoméstico. iluminação. Possuem um “parque gráfico” imenso no Brooklyn. Tomando os sinais diacríticos dos massoretas. Depois apareceu o nome YHWH. à semelhança do Estado. à semelhança do que fazem os TJ? Certamente. O primeiro nome de Deus mencionado nas Escrituras é Elohim (cap 1º de Gn). Os TJ atribuem às ordens mercantil e empresarial ao Diabo. estudiosos judeus. a têxtil. Jesus teria contado a Parábola dos Talentos (Mt 25. de comunicação. Todas as Bíblias com linguagem atualizada desprezaram a pronúncia Jeová para nome divino derivado do tetragrama sagrado-YHWH. Como viveríamos nas metrópolis sem água. No final da era judaica e início da cristã. a de equipamentos hospitalares e cirúrgicos. N. O comércio.. chamarem-se “Testemunhas de Yawe” ou Javé. Quando o hebraico deixou de ser idioma falado e o judaísmo se enfraqueceu. esgoto. não. de transporte coletivo. entre uma indústria de bens de consumo e outra que abastece o mercado corrupto e viciado de produtos pornográficos e viciantes. ensinam os TJ. . Petrus Galatinus. mais que todas as outras seitas. eles são seus bons e eficientes parceiros. a metalúrgica. que era consonantal. mas se utilizam desse “ministério satânico” com extrema eficácia. 14-30) se o seu conceito a respeito de comércio e banco fosse depreciativo. como afirmam. associado ao de Elohim que. inventaram sinais vocálicos (diacríticos) Pelos quais recuperaram a pronúncia hebraica. São contra o comércio por oposição a Satanás. criou a pronuncia “Jehovah” com os sinais vocálicos de ELOJHIM e ADONAI ( E de Elohim. Os “testemunhas”. Os seus “missionários” são hábeis agentes comerciais. O Nome Jeová. para ser mais históricos coerentes. pavimentação. U.A. por sua natureza. somente a partir de 1518 é que se pronuncia o nome de Deus dessa maneira: Jeová. deveriam. defesa e saúde? A sociedade urbana não sobrevive sem estrutura industrial. promovendo de casa em casa abundante venda de livros e revistas da seita. Ai de nós sem a indústria alimentícia. no capítulo 2 de Gênesis é traduzido por Senhor Deus (YHWH ELOIM). mas usufruem delas nas feiras. por Kyrios. bancária e comercial. Devemos distinguir entre uma panificadora e uma adega. D.Y. cremos. 13-17). Portanto. conforme a vontade de Deus e para sua glória (Tg 4. defensores da tradição.. sistema de trânsito.Os TJ e o Comércio. que são lite ralistas. a pronúncia da língua. a eletrônica. Paradoxo! Tudo funciona. Há comércios e comerciantes anticristãos. Yhwh foi vertido para o grego geral por “Iabé” e para o da Septuaginta e o do Koinê. onde produzem literatura própria para abastecer a seita no mundo inteiro. e O e A de Adonai). mas outros existem benéficos e necessários. perdeu-se.S. é também uma força e um poder diabólicos. Se o comércio é do Demônio. nos supermercados e nos “Shoppings tanto como compradores como vendedores”. os Massoretas. em 1518 A.

afirmando que ele é apenas “um deus”.Conclusão: Ficou demonstrado. passou (e passa) pelo mesmo processo de aniquilação. beneficiando-se de satanás.Negam a existência do inferno.Negam a eternidade do Filho de Deus. ensinando que o inferno é a sepultura. negando as penalidades eternas no Hades e na Geena.Negam a justiça punitiva de Deus. pregando que o espírito não passa de um vento. Jesus Cristo. imagem e semelhança de Deus. 06. em cujas narinas o Criador insuflou o espírito (ruach. portanto. que os TJ não podem ser aceitos como cristãos evangélicos. dizendo que a sua existência originou-se de um ato criador de Jeová.Negam a redenção por meio da vicariedade de Cristo. E quem doa parcele de seu sangue. Servem-se da pátria. 12. ele é uma alma. 02. 08. pneuma). com base nos próprios russelitas e outros autores. 04. mas não o Deus Todo Poderoso. e que doar parte dele significa doar parte da alma. isto é.Negam a verdadeira divindade de Cristo. 07. mas não a servem. Todos os seres humanos morrem literalmente. inclusive Cristo. 05. afirmando que o “sangue é a alma”. o Verbo Eterno.Negam. dizendo que o homem não tem uma alma. um poder ou influência de Deus na execução de sua vontade. em decorrência da rejeição da alma. não passa de uma criatura.Negam a existência pessoal do Espírito Santo. no estado intermediário da alma e no estado final em corpo ressurreto. aos direitos e às liberdades fundamentais do homem.Negam os deveres cívicos: reverenciar a bandeira pátria. menosprezando a soberania de Deus e seu gerenciamento sobre todas as . fica impedido de amar a _Deus com “toda” a sua alma. prestar serviço militar. um ser vivente. É a seita da negação: 01. Ele foi o primeiro ser criado e. sustentando a esdrúxula doutrina do resgate por meio da estrita obediência ao “Homem perfeito”. Jeová. 09. pregando que todo governo é de procedência maligna. pois negam todas as doutrinas essenciais e fundamentais da fé cristã. à cidadania. a imortalidade do ser humano.Negam todo o sistema financeiro da sociedade.Negam a existência da alma humana.Negam a transfusão de sangue.Negam o governo. 03. 11. votar. 10. respectivamente. extinguem-se completamente. sustentando que é obra satânica. mas dele se aproveitam. “um deus” para eles. no caso de ameaça à soberania nacional. atender à convocação para a guerra.

1976.P. Revista e Atualizada no Brasil. S. seu Deus. Vol. 7. co-eternas. Ed. 1952. 3. pregam contra sua fé. 5. C. a divindade de seu Salvador e outras aberrações. Francisco Fernandes. Não há governo que não seja instituído por Deus (Rm 13. Belo Horizonte. 30/31. SP. II. Jo 1. seu Redentor.1-7 e I Pe 2. 9.Negam. 1964. pág. dispensam-no.Bíblia Sagrada. S. 10. . Fritz Rienecker e Cleon Rogers. pág.Abdênago Lisboa: “Seja Deus Verdadeiro e Rutherford Mentiroso”. Watchtower Bible and Tract Society. em Port. Imprensa Batista Regular.Predicativo. seu Consolador. Paulo e O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. 4. A Voz Bíblica. Deus o livre de tais anticristos! 1. 2ª Edição.Seja Deus verdadeiro. 39ª Ed. a eternidade de sua alma. Tanto a New World Translation of the Christian Greek Scriptures como a Emphatic Diaglott são rejeitadas por todos grandes mestres da língua grega.coisas.“As Doutrinas dos Testemunhas de Jeová Comparadas com as Escrituras.. 5. 13. Edições Vida Nova.Chave Linguística do Novo Testamento Grego.1-2. Editora Globo. Soc. citado por Homero Duncan em “As Doutrinas dos Testemunhas de Jeová Comparadas com as Sagradas Escrituras”. Bíblica do Brasil. pág. Guaratinguetá. 2ª Ed.Russel. tradução de João Ferreira de Almeida. atribuído a Rutherford. Brooklin. Imprensa Batista Regular.Eis a regra de E. b. Dic. pags. página 27.1-2. Canaã. 31. coessenciais.Nomes próprios dispensam o artigo”. versão tendenciosa dos TTJ. com o disfarce de “Estudos Bíblicos”.Emphatic Diaglott.13-17). em sua casa tais heréticos que. 6.Substantivos predicativos definidos levam o artigo somente quando seguem o verbo principal. sem menção de autor. 2. 1985. 8. 1996. c. Russel Norman Champlim. Colwell: “a . a Trindade. De Verbos e Regimes.. NY. Jo 1. USA. Apud Homero Duncan em As Doutrinas dos Testemunhas de Jeová comparadas com as Escrituras. SP. com veemência. a unicidade de Deus em três pessoas co-iguais. S. Não acolha irmão. Edit.Caso contrário. 10.Seja Deus Verdadeiro. finalmente. Paulo. consubstancias e eternamente unidas pelo amor (ágape) divino. inclusive os poderes governamentais. 5. pag.

. Campinas. 1ª Ed. Em Português. Lua Para o Caminho. SP.A.Gerard Van Groningen em Revelação Messiânica no Velho Testamento. Tradução de Cláudio Wagner. 06. Grand Rapids. 1974. 20. Lisboa em Seja Deus Verdadeiro e Rutherford Mentiroso. pág. Campinas. 1990. B. USA.11. Kittel define “primogênito” como: a . SP..Chave Linguística do Novo Testamento. Edição. citando “A nSentinela” de 1º de janeiro de 19609. consultar o Dicionário Internacional de Teologia.19.Sobre a Trindade. 29 18. págs. 1952. III “Ed”. 2ª Edição em Port. 1968. K. Lua Para o Caminho.Gerard Van Groningen – Revelação Messiânica no Velho Testamento. Imprensa Batista Regular. VIII. ver pág. Kittel.Júlio Andrade Ferreira em Religiões em Balanço. BH. 871 s. v. 13. 1ª Ed em Português.Seja Deus Verdadeiro. b. 1969. 1995. 19.Sobre o termo “primogênito”. págs. 15-18. C-O primeiro ou principal em proeminência.Sobre “Ego eimi”. No caso da Trindade. Sucomision Leteratua Cristiana de la Iglesia Cristiana Reformada. SP. citações das análises de Cl 1. 4ª Ed. 86s. Petrópolis. 97/98. poder e soberania. Edições Vida Nova.Consultar J. 1964.Origem do homem e dos animais (bearing for the first time of animals and men). em vários pontos. em El Evangelio Segun San Juan. 19.. Paulinas. ES. WM. 16. VI pág.comentário de Jo 13. H. Eerdmans Publishing Company. vol. 12. págs. . 421. 1ª Ed. 1983 e também as palavras “protótocos” e “prototokeia” em Theological Dictionary of the New Testament” .Chave Linguística do Novo Testamento Grego.Primeiro gerado. 1ª Ed. consultar C. 14. Vol.Guilhermo Hendriksen. 17. v. Edit. 189. Michigan. Vitória.um estudo sobre os “irmos” modernos”. págs. pág. 84 a 99. Grand Rapids. RJ. Pág. 1ª Edição. 196 a 205. 1987. Canaã. 12. Apostila de Seminário.a. pág. autoridade.a. a linha de pensamento de Louis Berkhof em Teologia Sistemática. 349. Dodd em A Interpretação do Quarto Evangelho. USA. 201s. São Paulo. 16. o filho que abre a madre. estamos seguindo. cap. Vida “Nova. Michigan. Van Baalen em “O Caos das Seitas”. 15. 1977.

procede do hebraico “àni hu”. SP. SP 1ª Ed. obra citada. Vol.Consultar “Seja Deus Verdadeiro”. 1990. 33. Ed. 34. York. 224. 1974.“Seja Deus Verdadeiro. 2. 1990. 342. Int. Ed. pág. Belo Horizonte. Vida Nova.. 1952.comentário de Jo 19. pág.13. 1ª Ed.P. obra citada. referindo se ao nome inefável de Deus-YHWH. 186. pags.Seja Deus Verdadeiro.Seja Deus Verdadeito. 56.Seja Deus Verdadeiro. 58. . 53/54. Em Port. pág. no texto. obra citada. do Antigo Testamento. citando “ A Verdade”. de Teol. 2ª Ed.F. “bôr” (cova). 27. obra citada. pág. obra citada. 21. pág. págs. 298. 30. 24. 22. MG.A. 67 e 69... Lisboa em Seja Deus Verdadeiro e Rutherford Mentiroso. pág. Esse autor afirma explicitamente que Ego Eimi. 115. Vida Nova. 126. 32. 2ª Ed. Vida Nova. Van Baalen em “O Caos das Seitas”.S. Van Baalen em O Caos das Seitas. Elwell.B.Studies. K. pág.Seja Deus Verdadeiro. obra citada. e 128 . Série Cultura Cristã. 86. SP. pás. obra citada.Resgate por Muitos. 31. 128. Canaã.Transfusão de Sangue.. W. pág. Ed. 1990.Seja Deus Verdadeiro. 25. obra citada. segundo parágrafo. 26. “qeber” ( sepultura). 104. vol. 129 citado por Abdênago Lisboa em Seja Deus Verdadeiro e Rutherford Mentiroso. págs. último parágrafo. 23. III. . pág. Portuguesa. págs. “´erets tahbit” (terra inferior) “´abaddon” (abismo) ver Dic. 1ª Ed. obra citada. 55/56.“Sheol”.. Ed.Aspectos Sacrificiais do: Enciclopédia da Igreja Cristã. 28. pág. N. S. 36.. K.Júlio Andrtade Ferreira em Apostila de Seminário.. Bruce em João-Intrudução e Comentário. BrookYin.Sobre os termos hebraicos “sheol”. Editor Walter A.T. 1ª Ed. § 2303. 134 e 669.Seja Deus Verdadeiro. 29. 35.!. Sangue.Ed.Escatologia – J. 86.J. pág. Vida Nova. pág. 193 a 196. Imprensa Batista Regular. USA.Seja Deus Verdadeiro.F.Enciclopédia da Igreja Cristã.

37. Apostila de Seminário. Ed. J.. II. pág. Port. Lisboa. recomendamos a leitura de “À Luz do Cristianismo”. RJ. 41.AHist. 39. 711/712. Coleção Reino de Deus. Enc. pág.Júlio A.Louis Berkhof em Teologia Sistemática. Seitas e Heresias. além das obras utilizadas e citadas no rodapé.69. Religiões em Balança. SP.. Schnell.Dic. Centro de Documentação Bíblica. 194. Lisboa em “ Seja Deus Verdadeiro e Rutherford Mentiroso”. da Bíblia. pág. Trad. págs. 38. 88. 4ª Ed. 1971. E Com. do texto massorético. Ferreira. obra citada. obra de W. Petrópolis. 4ª Ed. obra citada. autor de “30 Anos Escravizado à Torre de Vigia”. Luz para o Caminho. Universal Produções Ind. Vozes. Cabral em Religiões.A. . 184.. Rua Carlos Mardel. 42. 40. Da Bíblia. 29 a 32.J.Sobre os TTJ. RJ. 1ª Ed. Campinas. 1996. Port. págs.