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MANUAL DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS EM PROPRIEDADES RURAIS.

Projeto Gráfico - André Gustavo Dinardi Peixoto Conteúdo - Patrícia Santos e Elaine Lourenço Projeto - Aline Bortoli e Ticiana Oliveira Contato - marketing@bomfuturo.com.br Volume 1 - Ano 2010

Plante arroz Se você tem metas para 10 anos. então preserve o Meio Ambiente."Se você tem metas para um ano. então eduque uma criança Se você tem metas para 1000 anos. Plante uma arvore Se você tem metas para 100 anos." Autor: Confúcio .

..........................16 Tipos de licenciamentos..........................................14 LicenciamentoAmbiental....................................................................................................................................................................................................................11 Destinação de resíduos sólidos......................................05 Boas práticas agrícolas..............................................................................12 Queimadas.........................................................................................................................................17 Área de preservação permante e área de reserva legal...............................................................................................................................22 .............................................................09 Armazenamento de combustíveis líquidos e gazes inflamáveis..........................................08 Depósito de embalagens vazias de defensivos.ÍNDICE Diretrizes de meio ambiente do Grupo Bom Futuro.........07 Tratamento de embalagens vazias de defensivos.................06 Armazenamento de defensivos..................

é compromisso do grupo ter uma comunicação aberta transparente com partes interessadas. piscicultura e energia. incentivar seus trabalhadores. redução de riscos e melhores condições de trabalho. através de acompanhamento de indicadores. tendo como base os seguintes compromissos: REQUISITOS LEGAIS Atender exigências legais aplicáveis e os requisitos do sistema de gestão. CONSCIENTIZAÇÃO E COMPROMETIMENTO Informar. considerando os impactos e benefícios nas dimensões econômica. além da utilização de novas tecnologias e investimentos que revertam para diminuição da poluição. PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO Controlar a poluição através da avaliação de aspectos ambientais e minimização de seus impactos em todas as operações do grupo.DIRETRIZES DE MEIO AMBIENTE DO GRUPO BOM FUTURO O Grupo Bom Futuro. ambiental e social. COMUNICAÇÃO Manter canal permanente de comunicação em todos os níveis do grupo. SUSTENTABILIDADE Assegurar a sustentabilidade de projetos. 5 . empreendimentos e produtos ao longo do seu ciclo de vida. educar. têm como princípio preservar o meio ambiente. Além disto. sementes. determinação de objetivos com metas arrojadas. Com o comprometimento de todas as lideranças. MELHORIA CONTÍNUA Promover a melhoria contínua dos desempenhos ambientais. parceiros e contratados a cumprirem as normas estabelecidas. pecuária. bem como compromissos assumidos com partes interessadas. capacitar e comprometer trabalhadores quanto às questões ambientais. atuante nas áreas agro-industrial.

tornando eficiente todas as etapas de cultivo da lavoura. colheitadeiras. • Manutenção e troca de máquinas e veículos regularmente. tratores. etc. etc. 6 . APÓIA E REALIZA PESQUISAS VOLTADAS À ATIVIDADE AGRÍCOLA: • Controle de pragas e doenças • Eficiência de cultivo (aumento de produtividade) • Redução de aplicação e volume de defensivos e insumos • Desenvolvimento de variedades resistentes à pragas e doenças. EFICIÊNCIA DE CULTIVO: • Uso de variedades de plantas resistentes a pragas e doenças e de alta produtividade. E REALIZA TAMBÉM: • Integração Lavoura Pecuária • Adubação Verde • Rotação de Culturas • Realiza Manejo Integrado de Pragas. prezando sempre pelo bom funcionamento de seus equipamentos.BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS A empresa buscando se tornar agente de desenvolvimento sustentável e ambientalmente correto aplica as seguintes práticas agrícolas: PROTEÇÃO DE SOLO: • Plantio Direto (100% da área de cultivo) • Prevenção de erosão com implementação de terraços e curvas de nível USO CORRETO DE EQUIPAMENTOS DE ALTA TECNOLOGIA E MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS • Equipamentos como pulverizadores. • Regulagem de máquinas e equipamentos. minimizando desperdícios e danos aos produtos.

) • Sistema de drenagem de possíveis efluentes (canaletas de escoamento) Além da estrutura. escritório. curral. com sistema de ventilação • Iluminação natural (telhas translúcidas) e artificial (lâmpadas à prova de explosão) • Piso cimentado e impermeável • Cobertura resistente e sem goteiras • Instalações elétricas em bom estado de conservação • Portas que impeçam o acesso de animais e pessoas não autorizadas no local • Presença de Placas de Sinalização de Perigo e Mantenham distância • Localização do depósito deve estar no mínimo 30 m de cursos d’água e quaisquer outras estruturas que alojam pessoas ou animais (residência. pocilga. cantina. galões. ventilação do ambiente e verificação de vazamentos de produtos. • Para a formação de pilhas. • Manter sempre o rótulo das embalagens dos produtos nas embalagens lacradas e em uso. alguns outros itens devem ser observados: ORGANIZAÇÃO DOS PRODUTOS NO DEPÓSITO: • Devem estar armazenados sobre estrados. evitando agravar risco de incêndio.ARMAZENAMENTO DE DEFENSIVOS (AGROQUÍMICOS) De acordo com recomendações da ANDEF e da NBR 9843. etc. evitando contato com o piso • As pilhas de produtos devem ficar distantes das paredes no mínimo 50 cm. bombas. distantes do telhado no mínimo 1 m e distante entre elas no mínimo 1 m. facilitando assim a circulação do funcionário. 7 . etc. • Produtos de classes diferentes devem ser armazenados separados (Ex. CARACTERÍSTICAS DAS INSTALAÇÕES: • Depósito de alvenaria. deverá ser respeitado o número de embalagens (caixas.: Defensivos e Fertilizantes) • Produtos inflamáveis devem ser intercalados com produtos não inflamáveis.) recomendadas por produto e com os rótulos voltados para fora.

TRATAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE DEFENSIVOS Após a utilização completa de todo o conteúdo na preparação da calda. que poderá ser feita de duas maneiras. • Tampar a embalagem e agitá-la por 30 segundos. perfurando o fundo. • Despejar a água dessa lavagem no tanque do pulverizador ou no de preparação de calda • Repetir esta operação por 3 vezes. ainda no local a lavagem da embalagem. deve ser realizada. 8 . TRÍPLICE LAVAGEM: • Colocar ¼ do volume da embalagem de água limpa. • Inutilizar a embalagem plástica ou metálica.

perfurando o fundo. por 30 segundos • A água dessa lavagem deve ser transferida para o interior do tanque do pulverizador • Inutilizar a embalagem plástica ou metálica.LAVAGEM SOB PRESSÃO: • Encaixar a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador • Acionar o mecanismo para liberação do jato de água • Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem. 9 .

10 . madeira. mureta com 1 m de altura e tela de proteção acima da mureta até o telhado. associado a cortina de lona para proteção contra chuvas.DEPÓSITO DE EMBALAGENS VAZIAS DE DEFENSIVOS As embalagens vazias deverão ser acondicionadas em depósitos apropriados. • Calçadas de 1 m de largura no perímetro do depósito • Porta/Portão. • No entorno do depósito. deixar espaço entre a parede e o telhado para ventilação. para manter o depósito trancado. evitando o acesso de pessoas não autorizadas no local. Se for de alvenaria. com as seguintes características: • O depósito deverá ser dimensionado de acordo com a quantidade de embalagens vazias gerada em cada propriedade • Altura mínima de 3 m • Material da estrutura ficará a critério regional (metálica. alvenaria) • Telhado projetado com beiral de no mínimo 1 m. • Piso cimentado com canaletas direcionadas para caixa de contenção de efluentes.

caixa de passagem e sumidouro) (Fig. Inflamável. Observar sempre a acomodação e organização das embalagens no depósito.5 m. 01) • O pátio de abastecimento deve ter canaleta em seu entorno para captação de efluentes. etc. evitando transbordamento e nunca ultrapassar de 1 ano o período de entrega. ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS De acordo com regulamentos descritos na NR 20 e ABNT NBR 17.) • Manutenção do STE (canaletas e caixas de tratamento) 11 . programando datas periódicas de entregas das mesmas nas centrais de recebimento de embalagens mais próximas. dimensionada para conter 10% a mais do volume armazenado nos tanques • Deve ter Sistema de Tratamento de Efluentes – STE (Caixa de sólidos.• O perímetro do depósito deve estar delimitado por cerca de arame de altura mínima de 1 m e distante do depósito no mínimo 1.505 CARACTERÍSTICAS DAS INSTALAÇÕES DOS TANQUES: • Tanques aéreos devem estar dispostos sobre bases de no mínimo 50 cm de altura • Deve ter piso impermeável (cimentado/concreto) • Bacia de contenção (mureta). • Placas de sinalização de alerta sobre riscos e acesso restrito de pessoas autorizadas. Também deve possuir portão e placas de sinalização de alerta e risco. bacia de contenção.) • Sinalização de segurança (Proibido Fumar. STE. caixas de separação de água e óleo. • Proteção contra incêndio: acero no perímetro do depósito de no mínimo 30 m de largura O tempo de permanência destas embalagens no local deverá ser monitorado. direcionadas para o STE • Deve estar identificado o tipo de combustível estocado • Tipos diferentes de combustíveis devem ficar distantes no mínimo 6 m e em bacias de contenção diferentes • Deve estar distante de outras instalações no mínimo 30 m PONTOS A SEREM OBSERVADOS: • Existência das estruturas recomendadas (piso. etc. canaleta.

004/2004 Ainda é comum em propriedades rurais. frigoríficos.: óleos. medicamentos. SERÃO TRATADOS COMO RESÍDUOS SÓLIDOS E SEMISSÓLIDOS RESULTANTES DAS ATIVIDADES DE ORIGEM: • Industrial – beneficiamento de produtos (grãos. óleo. destinação.: graxa.DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Baseado na norma da ABNT NBR 10. resíduos de ambulatório • Risco ao meio ambiente (se gerenciado de forma inadequada) – ex. • Risco à saúde pública. sementes tratadas.) OS RESÍDUOS SÓLIDOS SÃO CLASSIFICADOS EM: CLASSE I – PERIGOSOS • Estes materiais devem ter armazenamento.: resíduos de ambulatório CLASSE II – NÃO PERIGOSOS • • • • • • • Exemplos: Restos de comidas Sucatas (Ferros. lixos. construídas geralmente em locais pouco freqüentados por pessoas.) • Doméstica – esgoto. restos de cultura e beneficiamento de produtos • Corrosividade – ex. EPIs usados. pluma.: Lodos de tratamento de efluentes.) Papel e papelão Plásticos Borracha Madeira 12 .: defensivos • Patogenicidade – ex. latão. próximo a Reservas Legais (matas protegidas) e Áreas de Preservação Permanente (beira de cursos d’água). pneu • Inflamabilidade – ex. ou seja. sucata. restos de alimentos • Hospitalar – ambulatórios (luvas.: solventes • Reatividade – ex. Com o passar do tempo com o preenchimento da trincheira o lixo é queimado e o local aterrado e então é feita a abertura de nova trincheira.) • Agrícola – embalagens de defensivos. que é um conjunto de atitudes que visa minimizar ou eliminar o impacto que os resíduos podem causar ao meio ambiente. a abertura de grandes trincheiras. etc. etc. etc. disposição e tratamentos específicos.: lâmpadas com vapor de mercúrio • Toxicidade – ex. resíduos de manutenção de máquinas e veículos (graxa. provocando mortalidade e doenças – ex. seringas. sem escolha do local adequando. etc. peças. classificando-os e dando a eles destinação final correta. Para a destinação de resíduos sólidos é recomendado a implementação de um Plano de Gestão de Resíduos Sólidos (PGRS).

para posterior entrega nos estabelecimentos. cádmio. onde cada resíduo é descartado separadamente. Há empresas especializadas na reciclagem de pneus (refinarias. Certas atitudes evitam transformar as fazendas em verdadeiros lixões. mercúrio e seus compostos. • Descarte de óleo lubrificante queimado: Devem ser recolhidos por empresas especializadas que darão a destinação adequada (ex. ALGUNS EXEMPLOS DE DESCARTE ESPECÍFICOS DE MATERIAIS: • Descarte de pneus: Estes devem ser recolhidos ou enviados de volta aos fornecedores. indústrias de cimento. etc. 13 . ou seja. Podem ser montados pontos de coleta em cada sede.) • Descarte de pilhas e baterias: Todas as pilhas e baterias compostas com chumbo.A implementação de um sistema de coleta seletiva é uma atitude que faz parte de um PGRS. após usadas devem ser entregues nos estabelecimentos que a comercializam ou rede de assistência técnica autorizada. AZUL VERMELHO VERDE AMARELO PRETO MARROM LARANJA BRANCO ROXO CINZA PAPEL E PAPELÃO PLÁSTICO VIDRO METAL MADEIRA ORGÂNICOS PERIGOSOS HOSPITALAR RADIOATIVOS NÃO RECICLÁVEIS E todo material separado corretamente pode ser comercializado ou recolhido por empresas que fazem o descarte final corretamente. destinam os materiais coletados para empresas recicladoras. indústria de pavimentação. Para facilitar a separação podem ser instalados latões de cores específicas para cada material.: refinarias).

Trata-se de uma alternativa geralmente eficiente. 14 .QUEIMADAS Melhor não provocar O fogo é normalmente empregado para fins diversos na agropecuária. rápida e de custo relativamente baixo quando comparada a outras técnicas que podem ser utilizadas para o mesmo fim. apesar de ser eficaz. também normalmente empregado para consumir lixo produzido (queima de lixões. folhas e lixos domésticos). é altamente prejudicial à saúde e ao meio ambiente. O fogo. no preparo do corte manual em plantações de cana-de-açúcar etc. na remoção de material acumulado. na renovação de áreas de pastagem.

• Construir aceiros ao redor da área a ser queimada com largura que ofereça segurança. compreendido entre o pôr e o nascer do sol. desordens cardiovasculares. • Avisar os vizinhos com. bronquite. • Prestar atenção à força e direção do vento e só queimar quando o vento estiver fraco. • O comprovante de autorização para realização de queima controlada deverá permanecer no local. evitando-se os períodos de temperatura mais elevada e respeitandose as condições dos ventos predominantes no momento da operação de forma a facilitar a dispersão da fumaça e minimizar eventuais incômodos à população. etc. alergias. folhas. entretanto quando isto for totalmente inevitável a queimada deve ser realizada com autorização do órgão ambiental. • Mobilizar equipe(s) de controle e combate a incêndios no local durante o período em que estiver realizando a queimada. • Realizar a queima no período noturno. cana. A fumaça provoca diversas doenças (Respiratórias – asma. 15 . • Nunca coloque fogo nos resíduos (lixo). / Dermatológicas / Cancerígenas) Diminuição da visibilidade provocada pelo acúmulo de fumaça no ar Existem várias técnicas viáveis que podem substituir com sucesso o uso do fogo nas áreas agrícolas. no mínimo. Inicie no sentido dos ventos. RECOMENDAÇÕES PARA QUEIMA CONTROLADA: • Solicitar ao Departamento de Meio Ambiente que providencie a autorização junto a SEMA para queima controlada. irritação dos olhos e garganta. etc. 05 (cinco) dias de antecedência sobre o local. em época do ano permitida. dia e hora previstos para a queimada. Nunca comece um fogo na direção contrária dos ventos.OBSERVE O QUADRO ABAIXO: PREJUÍZOS Perda de fertilidade do solo BENEFÍCIOS Eficiente limpeza de área (pasto. de forma controlada e protegendo do fogo as áreas de preservação permanente e reserva legal.) Principal causa de incêndios florestais Baixo custo de execução Diminuição de produtividade Poluição atmosférica (liberação de gases tóxicos) Contribui para o aumento do efeito estufa e conseqüentemente para o aquecimento global.

sob qualquer forma possam causar degradação ambiental. oficina e almoxerifado • Lavadores de veículos • Pátio de descontaminação de agrotóxicos • Oficinas • Depósito de adubos. ATIVIDADES LICENCIÁVEIS • Armazém • Algodoeira • UBS • Piscicultura • Suinocultura • Confinamento de bovinos • Posto de abastecimento. licencia as atividades de empreendimentos que utilizam de recursos ambientais.LICENCIAMENTO AMBIENTAL O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente. defensivos e embalagens vazias • Poço tubular • Unidades de geração de energia (Usinas Hidrelétricas) 16 . consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou ainda daquelas que.

Vencimento Área Aberta 17 . para fins de controle e monitoramento daquelas propriedades que nunca foram licenciadas Nº CAR Nome da propriedade R.P.P.TIPOS DE LICENCIAMENTOS: • Cadastro Ambiental Rural (CAR) O CAR consiste no registro das propriedades rurais junto a SEMA.L Área da propriedade A.

C Área da propriedade R. que é expedida à propriedade que se encontra em situação regular quanto às áreas destinadas à preservação permanente (APP) e reserva legal (ARL).L.• Licença Ambiental Única (LAU) Após a emissão do CAR o proprietário de imóvel rural deverá requerer junto a SEMA a Licença Ambiental Única.L R.L. Nº LAU vencimento Nome da propriedade R.T 18 .

estão ambientalmente corretas. Nº LO vencimento Atividade licenciada Atividade licenciada 19 .• Licença de Operação (LO) A Licença de Operação visa atestar que as atividades com potencial poluidor que são desenvolvidas dentro de um empreendimento.

TODOS OS ARMAZÉNS E CANTINAS DO GRUPO.Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais. industrialização.• Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais (CC-SEMA) O CC-SEMA visa o controle dos empreendimentos destinados à extração. SOMENTE DEVERÃO USAR MATERIAL DE ORIGEM LEGAL. coleta. transporte. licenciamento. QUE UTILIZAM LENHA COMO FONTE DE ENERGIA OU CALOR. com a maioria das atividades realizadas por meios virtuais (internet). comercialização e reposição florestal. MADEIRA DE REFLORESTAMENTO (EUCALIPTO. que é o sistema responsável pela organização operacional das atividades de cadastro. subprodutos ou matéria-prima originária de qualquer formação florestal. armazenagem e consumo de produtos. TECA. transformação. OU SEJA.) E LENHA DE VEGETAÇÃO NATIVA COM ORIGEM DE DESMATAMENTO LEGAL. 20 . SERINGA. O cadastramento junto ao CC-Sema permite que as empresas consumidoras tenham acesso ao Sisflora . beneficiamento. ETC.

construção de represa. irrigação. 21 . • Licença para Motosserra Todas motosseras da propriedade devem ser cadastradas e ter licença para uso junto ao IBAMA. represas ou até mesmo de águas subterrâneas (poço tubular) é necessária a solicitação de uma autorização. perfuração de poço profundo entre outras atividades que irão utilizar volume significativo de água. lago/lagoas. concessão ou licença (Outorga) ao Poder Público. deverá ser solicitada a outorga de uso da água.• Outorga para o Uso da água Para o uso de águas de um rio. canal de derivação. Sempre que uma atividade como tanques de piscicultura. No caso de Mato Grosso é solicitada junto à Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA).

com cobertura vegetal nativa e cuja função ambiental é a preservação dos rios. da biodiversidade e a proteção do solo. De acordo com a legislação estadual ás Áreas de APP devem ter as seguintes larguras: 22 .ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANTE E ÁREA DE RESERVA LEGAL ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) As áreas de APP – Área de Preservação Permanente são as áreas protegidas.

lagoas. deverão seguir as seguintes medidas: 23 . açudes.As áreas que configuram represa. lagos e reservatórios d’água.

ÁREA DE RESERVA LEGAL (ARL) As áreas de ARL – Área de Reserva Legal são áreas que deverão estar localizadas no interior da propriedade. de acordo com a tipologia florestal: EM TODAS AS PROPRIEDADES ADMINISTRADAS PELO GRUPO BOM FUTURO SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDOS OS ATOS A SEGUIR: ANIMAIS SILVESTRES É proibido: Manter animais silvestres em cativeiro sem a devida licença ou autorização Caçar animais silvestres em todas as propriedades adiministradas pelo grupo PESCA É proibido pescar: Em período de proibição (piracema) Espécies preservadas Espécies com tamanhos inferiores ao permitidos Quantidades superiores às permitidas Com aparelhos. petrechos e métodos não permitidos 24 . com objetivo de garantir conservação dos processos ecológicos e da biodiversidade. A legislação Estadual estabelece os seguintes percentuais de preservação destas áreas. o uso sustentável dos recursos naturais e o abrigo e proteção da flora e fauna silvestres. técnicas. descontado a área de preservação permanente.

O homem fazendo queimada.UMA FLORESTA ENCANTADA Saí pra ver o luar. Olhando para todos os lados. Só fui perceber no fim. Que falava de paz e união. Procurei então uma floresta. Que a floresta estava dentro de mim. Em cada palavra que escrevia. Encontrei as mais lindas estrelas. Matando a floresta encantada. Não sei se conseguia e se devia. Depois eu compus uma canção. . Dizer-te que dentro de mim Havia uma floresta sem fim. Percebi que estava tudo no fim. Pensando no que iria encontrar.

Sem queimadas e sem tristeza. Divina Maria Ferreira . Era uma floresta de muita beleza. Mais longe eu avistava. E quanto mais eu navegava.Nas asas do vento voei. Uma floresta encantada. Nas águas do mar naveguei.11 anos .

Rondonópolis MT Fone/Fax [66] 3411 8000 .www.br .Rua Pernambuco.bomfuturo. 1.267 I Cidade Salmen I Cep 78705-040 .com.