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EMENDA
O CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - IMÓVEL - PENHORA - DESCONSTITUIÇÃO - PROTEÇÃO POSSESSÓRIA - LITISCONSÓRCIO
NECESSÁRIO - AUSÊNCIA DO VÍNCULO. Ausente o vínculo jurídico entre o Embargante e o Executado descabe a formação do litisconsórcio
necessário passivo. APELAÇÃO CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - IMÓVEL - FRAUDE À EXECUÇÃO - SOLVÊNCIA DO
EXECUTADO - BOA FÉ - GARANTIA REAL NÃO INSCRITA -PENHORA - DESCONSTITUIÇÃO - PROTEÇÃO POSSES-SÓRIA CABIMENTO.1. O possuidor de boa fé, terceiro adquirente de imóvel, poderá, por meio de embargos, proteger a posse de bem turbada pela
constrição judicial em autos de execução.2. Sendo o embargado-exeqüente titular de direito de crédito garantido por hipoteca cedular, a ausência do
devido registro da garantia real, mister cometido ao credor para obter eficácia erga omnes, elide a prova tout court da má fé de terceiro adquirente.3.
Chancela-se a procedência dos embargos fundados na boa fé, independente do exame quanto à solvabilidade do devedor originário, quando se deve
tutelar posição jurídica daquele que, na cadeia sucessória das transmissões, compra o bem de outrem que já o houvera adquirido do executado, e o faz
após verificar a inocorrência de quaisquer ônus inscritos no registro imobiliário público. APELAÇÃO CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS - FIXAÇÃO. Na hipótese de procedência dos embargos, deve ser confirmada a decisão monocrática que condena
o embargado ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, arbitrados dentro dos parâmetros legais. APELAÇÃO CONHECIDA E
NÃO PROVIDA.
(1634499 PR Apelação Cível - 0163449-9, Relator: Rosana Amara Girardi Fachin, Data de Julgamento: 26/09/2001, Segunda Câmara Cível (extinto
TA), Data de Publicação: 11/10/2001 DJ: 5982)

O CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - IMÓVEL - PENHORA - DESCONSTITUIÇÃO - PROTEÇÃO
POSSESSÓRIA - LITISCONSÓRCIO NECESSÁRIO - AUSÊNCIA DO VÍNCULO. Ausente o vínculo
jurídico entre o Embargante e o Executado descabe a formação do litisconsórcio necessário passivo.
APELAÇÃO CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - IMÓVEL - FRAUDE À EXECUÇÃO - SOLVÊNCIA
DO EXECUTADO - BOA FÉ - GARANTIA REAL NÃO INSCRITA -PENHORA - DESCONSTITUIÇÃO PROTEÇÃO POSSES-SÓRIA - CABIMENTO.
1. O possuidor de boa fé, terceiro adquirente de imóvel, poderá, por meio de embargos, proteger a
posse de bem turbada pela constrição judicial em autos de execução.
2. Sendo o embargado-exeqüente titular de direito de crédito garantido por hipoteca cedular, a
ausência do devido registro da garantia real, mister cometido ao credor para obter eficácia erga
omnes, elide a prova tout court da má fé de terceiro adquirente.
3. Chancela-se a procedência dos embargos fundados na boa fé, independente do exame quanto à
solvabilidade do devedor originário, quando se deve tutelar posição jurídica daquele que, na cadeia
sucessória das transmissões, compra o bem de outrem que já o houvera adquirido do executado, e o
faz após verificar a inocorrência de quaisquer ônus inscritos no registro imobiliário público. APELAÇÃO
CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS - FIXAÇÃO. Na hipótese de
procedência dos embargos, deve ser confirmada a decisão monocrática que condena o embargado ao
pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, arbitrados dentro dos parâmetros legais.
APELAÇÃO CONHECIDA E NÃO PROVIDA.

Processo: 0163449-9

APELAÇÃO CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - IMÓVEL - PENHORA DESCONSTITUIÇÃO - PROTEÇÃO POSSESSÓRIA - LITISCONSÓRCIO NECESSÁRIO AUSÊNCIA DO VÍNCULO.
Ausente o vínculo jurídico entre o Embargante e o Executado descabe a formação do
litisconsórcio necessário passivo.
APELAÇÃO CÍVEL - EMBARGOS DE TERCEIRO - IMÓVEL - FRAUDE À EXECUÇÃO SOLVÊNCIA DO EXECUTADO - BOA FÉ - GARANTIA REAL NÃO INSCRITA -PENHORA DESCONSTITUIÇÃO - PROTEÇÃO POSSES-SÓRIA - CABIMENTO.
1. O possuidor de boa fé, terceiro adquirente de imóvel, poderá, por meio de embargos,

APELAÇÃO CÍVEL . Sendo o embargado-exeqüente titular de direito de crédito garantido por hipoteca cedular. nesse caso o vício inicial não se transmite ao terceiro de boa fé. É o relatório. arbitrados dentro dos parâmetros legais. em que é Apelante Banco do Brasil S/A e Apelado Hitler Pullig. d) "a boa-fé. 3.1 b) a ausência de registro da hipoteca não impede a configuração da fraude à execução. através das quais o Apelado pugna pelo desprovimento do recurso. vieram os autos à conclusão. e) não deve o Apelante ser condenado ao pagamento de honorários. Presentes os pressupostos de admissibilidade. através da qual o Magistrado singular determinou a desconstituição da penhora sobre os bens de propriedade do Recorrido. b) ocorreu fraude à execução. verifica-se no caso presente. mister cometido ao credor para obter eficácia erga omnes. Banco do Brasil S/A apela da sentença que julgou procedente a pretensão contra ele deduzida por Hitler Pullig nos autos de embargos de terceiro. § 4odo Código de Processo Civil. basta para que se verifique a situação do último proprietário. requer que os honorários sejam reduzidos e fixados de acordo com o artigo 20. não pode prevalecer sobre as disposições gravadas no Código de Processo Civil". Assevera o Apelante. na cadeia sucessória das transmissões. Vistos.proteger a posse de bem turbada pela constrição judicial em autos de execução. eis que "agiu licitamente". no "exercício regular do direito". e o faz após verificar a inocorrência de quaisquer ônus inscritos no registro imobiliário público. 2. deixando de reconhecer a alegada fraude à execução. relatados e discutidos estes autos de Apelação Cível nº 163. a ausência do devido registro da garantia real. independente do exame quanto à solvabilidade do devedor originário. Resulta ponderar que o embargante não adquiriu o bem diretamente do executado. c) está demonstrada a insolvência do executado. Não é crível que o adquirente tivesse que perquirir toda a cadeia sucessória do imóvel em . em síntese.2 devendo o Apelado buscar o ressarcimento dos prejuízos que suportar mediante ação de cobrança a ser ajuizada em face do primeiro adquirente.3 alternativa. Na hipótese de procedência dos embargos. pois a alienação do imóvel foi feita quando "já pendia contra o alienante demanda capaz de alterar-lhe o patrimônio de modo a torná-lo insolvente". compra o bem de outrem que já o houvera adquirido do executado. Não merece acolhimento a preliminar da necessidade de formação de listisconsórcio necessário passivo. quando se deve tutelar posição jurídica daquele que.EMBARGOS DE TERCEIRO . para tanto. porém. elide a prova tout court da má fé de terceiro adquirente. Chancela-se a procedência dos embargos fundados na boa fé. de Umuarama. 1.HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FIXAÇÃO. Com as contra-razões. 2ª Vara Cível. invocada tão-somente em fase de apelação. único fundamento aceito para julgar procedentes os embargos.449-9. a ausência de vinculo jurídico entre o executado e o embargante. deve ser confirmada a decisão monocrática que condena o embargado ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. que: a) o processo é nulo por não ter sido observado o litisconsórcio passivo necessário entre o Apelante (credor penhorante) e os alienante do imóvel (Alfredo Grigori de Souza e Alberto Pereira da Silva). conheço do presente recurso de apelação. APELAÇÃO CONHECIDA E NÃO PROVIDA.

No mérito. ora Apelante. veja-se: "FRAUDE DE EXECUÇÃO . o que efetivamente se realizou. afigura-se irrelevante o exame da solvabilidade do Executado. Inexistindo registro da penhora sobre bem alienado a terceiro. e prova de que o terceiro. proteger a posse de bem turbada pela constrição judicial em autos de execução.questão.CPC. não apenas porque o Embargado não questionou esta circunstância. sabia ou deveria saber do impedimento".)".BOA-FÉ . tanto que no registro imobiliário nenhuma anotação de ônus havia sobre o dito imóvel.EMBARGOS DE TERCEIRO .FRAUDE DE EXECUÇÃO .ALIENAÇÃO NA PENDÊNCIA DE EXECUÇÃO . o ônus de provar a má-fé do Recorrido. in verbis: "PROCESSUAL CIVIL .ADQUIRENTE DE BOA-FÉ . Com efeito.FRAUDE À EXECUÇÃO .Precedentes". conforme pacificado entendimento da Corte Superior. Relevantes a este respeito.LEI Nº 8. Assim. e o fez com as cautelas exigidas. ART. 659. cuja posição jurídica merece a tutela judicial.BOA-FÉ. na cadeia sucessória das transmissões. os seguintes julgados: "EXECUÇÃO .. julgou com acerto o Magistrado singular ao reconhecer que o possuidor de boa-fé. eis que. E mais: incumbia ao Exeqüente. pois a formação do litisconsórcio a teor do artigo 47 do Código de Processo Civil e a propósito colacionamos: "O litisconsórcio necessário"tem lugar se a decisão da causa propende a acarretar obrigação direta para o terceiro. Não há fraude de execução na aquisição feita por terceiro de boa-fé. a prejudica-lo ou a afetar seu direito subjetivo"4.EMBARGOS DE TERCEIRO . mas também porque os elementos de prova constantes dos autos . igualmente não assiste razão ao Apelante. comprou o bem de outrem que já o houvera adquirido do executado. Nos .953/94 . basta que ele tome as precauções necessárias daquele que está adquirindo.EMBARGOS DE TERCEIRO . in casu.PENHORA . Não se reconhece a fraude de execução quando inexistente a inscrição da distribuição do processo de execução ou da penhora no registro imobiliário. sem que houvesse inscrição da distribuição do processo de execução e sem prova de que o adquirente sabia da existência da demanda capaz de levar o primitivo proprietário à insolvência (. incumbe ao exeqüente e embargado fazer a prova de que o terceiro tinha conhecimento da ação ou da constrição . 2. o Embargante tomou as cautelas necessárias para verificar a situação do bem. que adquiriu o bem de outros que não os executados. a boa-fé do Apelado restou sobejamente configurada.7 Ressalte-se. Conclui-se pois que sem razão neste particular o apelo. que compra o bem de outro que não o executado.BOA FÉ PRESUMIDA EMBARGOS DE TERCEIRO . antes da penhora. E no presente caso.. que o fato das alienações terem sido realizadas após a execução não impedem que se acolha a pretensão do terceiro embargante de boa-fé. tendo constatado que inexistiam quaisquer ônus inscritos no registro imobiliário público. por ocasião da aquisição do imóvel. I. terceiro adquirente de imóvel.INEXISTÊNCIA DE INSCRIÇÃO DA PENHORA .estão a revelar que.6 Desta maneira. poderá.5 "FRAUDE DE EXECUÇÃO . o que não ocorreu.AQUISIÇÃO FEITA DE OUTROS QUE NÃO OS EXECUTADOS . por meio de embargos. Senão.PROCEDÊNCIA .ALIENAÇÃO DEPOIS DE INSTAURADA A EXECUÇÃO E ANTES DA PENHORA. eis que o que importa para a solução da lide é a constatação da boa-fé do Embargante-Recorrido. ainda.notadamente a ausência do registro da garantia real concedida em favor do Apelante . não é possível imputar ao terceiro de boa fé a ausência de formalidade essencial (registro da hipoteca) cuja competência era exclusiva da instituição financeira. ilustrados em recentes precedentes.INEXISTÊNCIA DE REGISTRO.

489-2. 9 STJ . 26 de setembro de 2001.INTELIGÊNCIA DO ART. REsp 246625/MG. 659 do CPC. autorizando o uso de embargos de terceiro em defesa da titularidade e posse sobre o imóvel pelos adquirentes".10 Eis as razoes pelas quais voto pelo desprovimento do presente apelo. na redação que lhe foi dada pela Lei nº 8. II.unânime. 181. REsp 248323/SP. 3. Caso em que. in Comentários ao CPC Theotônio Negrão. Aldir Passarinho Junior. 32a. Min. 8 STJ . é perfeitamente cabível a fixação dos honorários de sucumbência em percentual sobre o valor dado à causa. arbitrados dentro dos parâmetros legais.953/94.4ª Turma. Ante o exposto.2ª CC. Ag.2a. Ruy Rosado de Aguiar.4ª Turma... edição. REsp 218419/SP.953/94. a natureza e importância da causa. torne-se eficaz para impedir a venda a terceiros em fraude à execução.4ª Turma. hipótese dos autos. 6 STJ . vejamos: "EMBARGOS DE TERCEIRO PROCEDENTES . a alienação. 160. 5 STJ . anteriormente à venda de imóvel. vem entendendo que não basta à configuração da fraude à execução a existência. ainda que posterior à citação na ação de execução e da intimação da penhora.4a Turma. REsp 243497/MS. rel. AC 293654-1. 4 STF. Tendo a sentença proferida atacado o mérito. o zelo do profissional advogado. Min. 1. Min. Min. nos termos do voto acima relatado. em conhecer e negar provimento ao presente recurso de apelação. O julgamento foi presidido pelo Senhor Juiz FERNANDO VIDAL DE OLIVEIRA. 2. DJ 28/08/00 . exigível a inscrição da penhora no cartório de registro imobiliário para que passe a ter efeito erga omnes e.termos do art.4ª Turma. computando-se. senão. o lugar da prestação do serviço.unânime. Juiz Batista Franco.maioria. além do trabalho e o tempo exigido para realização desses serviços (. ainda que relativamente a casos anteriores à Lei nº 8.unânime. Carlos madeira. na hipótese de procedência dos embargos. de ação movida contra o alienante capaz de reduzi-lo à insolvência. 23/11/99 . in totum. 186. ACORDAM os Juízes integrantes da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Alçada do Estado do Paraná. DJ 07/05/01 . DJ 12/02/01 . nessa circunstância. Por fim.) O Superior Tribunal de Justiça. Turma. com voto.9 Por estas razões. por unanimidade de votos. para o fim de manter. Min. havido a inscrição da penhora no Cartório competente". p. rel. rel.)". também não assiste razão ao Apelante no que tange aos honorários advocatícios. rel. merece ser mantida a sentença monocrática que rejeitou a alegação de fraude à execução. São devidos honorários de advogado em embargos de terceiro julgados procedentes ou improcedentes. REsp 103719/SP. Min. ROSANA FACHIN Juiz Relator 1 Fls. à míngua de tal requisito. aí. 183. e dele participou o Senhor Juiz MORAES LEITE. 20.maioria.HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA FIXAÇÃO . 7 STJ . rel. DO CPC. julg.8 "(. somente admitindo tal situação quando já tivesse.unânime. rel.. 3 Fls. ************************************************************ . 107. deve ser confirmada a decisão monocrática que condena o embargado ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. Barros Monteiro. 2 Fls. Curitiba. 10 TAMG . então. eis que. DJ 25/06/01 .. Rel. a decisão singular. § 3º. Ruy Rosado de Aguiar. Aldir Passarinho Junior. é eficaz. DJ 04/05/00 .

legjur. Ônus da prova do exequente.com.4800 Embargos de terceiro.Prova de Má-Fé do Terceiro Adquirente O reconhecimento da fraude à execução depende do registro da penhora do bem alienado ou da prova de má-fé do terceiro adquirente. portanto a Justiça não poderia estabelecer esse requisito.http://direito-publico. e que cabe ao credor comprovar que houve conluio entre alienante e adquirente para fraudar a ação de cobrança. ************************************************ ausência de registro de penhora http://www. no entanto. em outubro.br/noticias/1530839/ausencia-de-registro-dapenhora-do-veiculo-no-detran-elimina-a-presuncao-de-fraude-a-execucao Ausência de registro da penhora do veículo no Detran elimina a presunção de fraude à execução A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a ausência de registro de penhora de um veículo no Departamento de Trânsito (Detran) elimina a presunção de fraude à execução. O Estado.DJe 30/03/2009 Reconhecimento da Fraude à Execução . § 4º e 1.legjur. Fraude à execução. questionou a decisão com o argumento de que a lei não exige o registro da indisponibilidade do veículo no órgão de trânsito para a caracterização de fraude. Para a relatora. a turma. como o Código Brasileiro de Trânsito exige que todos os veículos sejam registrados perante os órgãos estaduais de trânsito.953/1994.jusbrasil. Adquirente de boa-fé.046. cuja penhora deve ser inscrita no cartório competente.) . ministra Eliana Calmon. 659. Ausência de registro da penhora. conforme o parágrafo 4º do artigo 659 do Código de Processo Civil (CPC). no entanto. 593. Com esse entendimento a turma rejeitou um recurso do Estado do Rio Grande do Sul contra um acórdão do Tribunal de Justiça (TJRS) que havia negado o reconhecimento da presunção de fraude porque a penhora não havia sido registrada no Detran. STJ Súmula nº 375 . mesmo tendo o vendedor sido citado em julho de 2001 e vendido o veículo meses depois. CPC. Prévio conhecimento do embargante acerca do gravame não comprovado. LegJur: 115. a jurisprudência do STJ passou a adotar para os veículos automotores um entendimento semelhante ao aplicado para os imóveis. reiterou que o STJ já superou o entendimento de que a citação da execução fiscal é suficiente para caracterizar alienação fraudulenta de bem de devedor da Fazenda pública.com/jurisprudencia/htm/2010/753384stj_2011_8_8_103741(i).Registro da Penhora .4103.18/03/2009 .com/jurisprudencia/jurisp_index.php?palavra=aus %C3%AAncia+de+registro+de+penhora&palavra2=&chkeme=on&incsum=on&opc ao=1&mat=todas&tri=&pag=100&pagina=1 ****************************************** http://www. Lei 8. (OBS vide nova lei ?/2006 alter. 333. Acompanhando o voto da relatora. arts.7000. Precedentes do STJ. mesmo que a alienação do bem tenha sido feita após a citação do devedor em uma ação de execução fiscal.php ?tip=jurisp&co2=BLJ049004938#i000 ************************************* Doc.

******************************** litisconsorte penhora fraude execução terceiro de boa fé (pesquisa) .

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