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TABELA DE AVALIAÇÃO DE SEVERIDADE

EFEITO CRITÉRIO: SEVERIDADE DO EFEITO INDICE DE SEVERIDADE

PERIGOSO SEM ENVOLVE NÃO CONFORMIDADE COM A LEGISLAÇÃO GOVERNAMENTAL SEM AVISO PRÉVIO, OU
10
AVISO PRÉVIO PODE POR EM PERIGO A INTEGRIDADE FÍSICA DO TRABALHADOR., SEM AVISO ANTECIPADO.

PERIGOSO COM ENVOLVE NÃO CONFORMIDADE COM A LEGISLAÇÃO GOVERNAMENTAL COM AVISO PRÉVIO, OU
9
AVISO PRÉVIO PODE POR EM PERIGO A INTEGRIDADE FÍSICA DO TRABALHADOR., COM AVISO ANTECIPADO.

ITEM INOPERÁVEL, OU TODA A PRODUÇÃO DEVE SER SUCATEADA OU COM REPARO ACIMA DE
MUITO ALTO 8
1 HORA

CLIENTE MUITO INSATISFEITO, OU PARTE DA PRODUÇÃO É SUCATEADA OU COM REPARO DE


ALTO 7
1/2 A 1 HORA

CLIENTE INSATISFEITO, OU PARTE DA PRODUÇÃO É SUCATEADA OU COM REPARO MENOR QUE


MODERADO 6
1/2

ITEM DE CONTROLE COM NÍVEIS DE DESEMPENHO REDUZIDO, OU TODA A PRODUÇÃO TEM DE


BAIXO 5
SER REPARADA FORA DA LINHA

DEFEITO NOTADO NA MAIORIA DOS CLIENTES, OU OS PRODUTOS DEVEM PASSAR POR


MUITO BAIXO 4
CRITÉRIO DE SELEÇÃO

DEFEITO EVIDENCIADO EM 50% DOS CLIENTES, OU UMA PARTE TEM DE SER RETRABALHADA
MENOR 3
FORA DO LOCAL DE ORIGEM.....

DEFEITO APONTADO APENAS POR CLIENTES ACURADOS, OU O PRODUTO/SERVIÇO PODE SER


MUITO MENOR 2
RETRABALHADO SEM SUCATEAMENTO

NENHUM NENHUM EFEITO IDENTIFICADO, OU INCOVENIÊNCIA INSIGNIFICANTE 1


TABELA DE AVALIAÇÃO DE OCORRÊNCIA
TAXA DE FALHAS POSSÍVEIS
PROBABILIDADE DE FALHA ÍNDICE DE OCORÊNCIA
(POR MIL ITENS)
MUITO ALTA: >=100 10
FALHAS PERSISTENTES 50 9
ALTA: FALHAS FREQUENTES 20 8
10 7
5 6
MODERADA: FALHAS OCASIONAIS 2 5
1 4
BAIXA: 0.5 3
RELATIVAMENTE POUCAS FALHAS 0.1 2
REMOTA: FALHA IMPROVÁVEL <=0,010 1
TABELA DE AVALIAÇÃO DE DETECÇÃO
TIPOS DE INSPEÇÃO DETECÇÃO CRITÉRIO ÍNDICE DE DETECÇÃO
A B C

NÃO PODE DETECTAR OU O RESULTADO NÃO FOI VERIFICADO, COM CERTEZA


X QUASE IMPOSSÍVEL 10
ABSOLUTA DE NÃO DE DETECÇÃO.

O CONTROLE É ALCANÇADO SOMENTE COM A VERIFICAÇÃO ALEATÓRIA, TENDO


MUITO REMOTA 9
POSSIBILIDADES DE NÃO DETECÇÃO.

O CONTROLE É ALCANÇADO SOMENTE COM INSPEÇÃO VISUAL, TENDO TB. POUCA


REMOTA 8
CHANCE DE DETECÇÃO.

CONTROLE É ALCANÇADO COM DUPLA INSPEÇÃO VISUAL, TENDO POUCA CHANCE DE


MUITO BAIXA 7
DETECÇÃO.

CONTROLE É ALCANÇADO COM MÉTODOS GRÁFICOS, TAIS COMO CEP, PODENDO


BAIXA 6
DETECTAR ANOMALIAS.

CONTROLE É BASEADO EM MEDIÇÕES POR VARIÁVEIS, OU MEDIÇÕES PASSA-NÃO


MODERADA PASSA EM 100% DOS PRODUTOS QUE DEIXAM O PROCESSO, DETECTANDO 5
ANOMALIAS.

DETECÇÃO DAS FALHAS É FEITA EM OPERAÇÕES SUBSEQUENTES DO PROCESSO E


MODERADAMENTE ALTA 4
NA VERIFICAÇÃO DO PRIMEIRO RESULTADO, TENDO BOAS CHANCES DE DETECÇÃO

DETECÇÃO DE FALHAS, COM BOAS CHANCES, ATRAVÉS DE RESULTADOS


ALTA (PRODUTOS/SERVIÇOS) DISCREPANTES, OU AINDA NO FORNECIMENTO, SELEÇÃO, 3
INSTALAÇÃO, VERIFICAÇÃO DE ITENS COMPONENTES.

CONTROLE QUASE CERTAMENTE IRÁ DETECTAR NO PRÓPRIO PROCESSO INICIADO,


MUITO ALTA 2
COM INTERVENIÊNCIA IMEDIATA NO LOCAL.

CONTROLE CERTAMENTE DETECTARÁ FORMAS DISCREPANTES ANTES DE SER


QUASE CERTAMENTE 1
ACIONADO ETAPAS INICIAIS DO PROCESSO
FONTES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS
AVALIAÇÃO - PONTUAÇÃO DOS ÍNDICES
CONDIÇÃO INFORMAÇÕES DISPONÍVEIS ÍNDICES A SEREM USADOS

DADOS ESTATÍSTICOS
O PRODUTO OU PROCESSO COMPARATIVOS; DADOS DE DADOS (HISTÓRICOS OU
NÃO POSSUI HISTÓRICO CONFIABILIDADE COMO ATUAIS), CP OU CPK, OUTROS
ORGANIZADO DE DADOS, CAPACIDADE DE PROCESSO, INDICADORES DE FALHAS
MAS É SIMILAR A OUTRO DISTRIBUIÇÕES, MODELOS, COMPARATIVOS
SIMULAÇÃO.

DADOS ESTATÍSTICOS
O PRODUTO OU PROCESSO PRÓPRIOS, COM HISTÓRICOS
DADOS (HISTÓRICOS OU
POSSUI UMA BASE DE BASEADOS EM
ATUAIS), CP OU CPK, OUTROS
DADOS COM HISTÓRICO DE CONFIABILIDADE, CAPACIDADE
INDICADORES DE FALHAS.
FALHAS CONHECIDO. DE PROCESSO, MODELOS
MATEMÁTICOS E SIMULAÇÃO.

O DESING, PROJETO OU
PROCESSO É JULGAMENTO DA CRITÉRIO SUBJETIVO. USE O
COMPLETAMENTE NOVO E EQUIPE/ANALISTA DE CONSENSO DA EQUIPE OU
NÃO EXISTE QUALQUER PROCESSOS EXPERIÊNCIA DO ANALISTA.
DADO DISPONÍVEL.
RPN
0 ATÉ 120
121 ATÉ 250
251 ATÉ 520
521 ATÉ 1000
PRIORIDADE DE INTERVENÇÃO NAS CAUSAS
RISCO
MENOR: NENHUMA AÇÃO SERÁ TOMADA (OU TOMADA A LONGO PRAZO COM A ÓTICA DE MELHORIA CONTÍNUA).
MODERADO: AÇÃO DEVE SER TOMADA - MÉDIO PRAZO.
ALTO: AÇÃO DEVE SER TOMADA, VALIDAÇÃO SELETIVA E AVALIAÇÃO DETALHADA DEVEM SER REALIZADAS - CURTO PRA
CRÍTICO: AÇÃO DEVE SER TOMADA, MUDANÇAS ABRANGENTES SÃO NECESSÁRIAS. TALVEZ A PRODUÇÃO DEVA SER INTE
NTERROMPIDA.
8/25/2009 20:37

FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) ou Análise


dos Modos e Efeitos das Falhas
ects Analysis) ou Análise
os das Falhas

Desenvolvimento:
João Marcelo Teixeira de Freitas
jmtfreitas@yahoo.com.br
31 3427 52 35 - 31 9254 33 87
FMEA - ANÁLISE DOS MODOS DE FALHAS E SEUS EFEITOS FMEA Nº
FMEA: POJETO/PROCESSO ÁREAS ENVOLVIDAS: APROVAÇÃO DO CLIENTE: ETAPA: PÁGINA:

PROCESSO/PRODUTO: CLIENTE/PROJETO: DATA 1ª EMISSÃO

RESPONSÁVEL PROJETO/MANUFATURA: EQUIPE: DATA REVISÃO:

OCORRÊNCIA

OCORRÊNCIA
SEVERIDADE

SEVERIDADE
RISCO (RPN)

RISCO (RPN)
DETECÇÃO

DETECÇÃO
NOME DO
ITEM/NOME/FUNÇÃO DO PROJETO/ MODO DE FALHA EFEITO (S) DA FALHA EM CAUSA (S) POTENCIAL DA CONTROLE ATUAL DE CONTROLE ATUAL DE AÇÃO PREVENTIVA
RESPONSÁVEL AÇÃO TOMADA
PROCESSO POTENCIAL PODENCIAL FALHA PREVENÇÃO DETECÇÃO RECOMENDADA
E PRAZO

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