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LEIS EXTRAVAGANTES – PROF.

SILVIO MACIEL
AULA 16 – 07/01/2011
LEI AMBIENTAL (Lei 9.605/98) – PARTE GERAL (art. 2 ao 28)
CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE
CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO AMBIENTAL

Conceito: SINAMA.

ART. 66
Art. 66. Fazer o funcionário público afirmação falsa ou enganosa, omitir a verdade, sonegar
informações ou dados técnico-científicos em procedimentos de autorização ou de licenciamento
ambiental:
Pena - reclusão, de um a três anos, e multa.

É uma modalidade específica de falsidade ideológica, portanto prevalece sobre o art. 299 do
CP.

Sujeitos do crime:
 Sujeito ativo: funcionário público da Administração Ambiental, ou seja, crime próprio que
exige qualidade especial do sujeito ativo.
 Sujeito passivo: administração ambiental e a coletividade.

Condutas: fazer afirmação enganosa ou falsa, omitir a verdade, deixar de apresentar
informações devidas ou sonegar informação técnica cientifica.
 O crime pode ser cometido por ação ou omissão.
 O crime tem que ocorrer em procedimento de autorização ou de licenciamento ambiental,
se não for num desses dois procedimentos não há esse criem, podendo então ocorrer o art.
299, CP.
ART. 67




Art. 67. Conceder o funcionário público licença, autorização ou permissão em desacordo
com as normas ambientais, para as atividades, obras ou serviços cuja realização depende de ato
autorizativo do Poder Público:
Pena - detenção, de um a três anos, e multa.
Parágrafo único. Se o crime é culposo, a pena é de três meses a um ano de detenção,
sem prejuízo da multa.
Noção geral: neste crime pune-se o funcionário que concede a licença, autorização ou
permissão ilegalmente.
Sujeitos do crime:
 Sujeito ativo: funcionário público.
 Sujeito passivo: Administração Ambiental.
Condutas: conceder licença, autorização ou permissão ilegalmente.
Consumação e tentativa:
 Consumação: se dá com a simples concessão ilegal ainda que não acarrete nenhum
prejuízo a Administração Ambiental.
 Tentativa: é perfeitamente possível.
Elemento subjetivo: dolo e culpa.
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Aula 16 - 07/01/11

Ex: a polícia tortura a vítima no Brasil.284. (Incluído pela Lei nº 11. incompleta ou enganosa. (Incluído pela Lei nº 11. 69-A. de cumprir obrigação de relevante interesse ambiental: Pena . 69-A Art. 1 Art. Condutas: obstar ou dificultar a fiscalização.284.284. 69. Sujeitos do crime:  Sujeito ativo: qualquer pessoa. de 3 (três) a 6 (seis) anos. de 2006) TORTURA (Lei 9455/97) • Competência: quem julga o crime de tortura é a Justiça Comum. Elaborar ou apresentar. ART. no licenciamento. sem prejuízo da multa. o agente público impedido de exercer suas funções. eventualmente. 1º Constitui crime de tortura: 2 Aula 16 . de 2006) Pena . estadual se for militar estadual (ex. 69 • • • • Art. 68. concessão florestal ou qualquer outro procedimento administrativo. e multa. Parágrafo único.(Incluído pela Lei nº 11. ela é socorrida e morre em razão da tortura na Argentina. Consumação e tentativa:  Consumação: o crime se dá com a simples conduta  Tentativa: é possível.  Sujeito passivo: o estado.reclusão. estudo. laudo ou relatório ambiental total ou parcialmente falso ou enganoso. de 2006) § 1o Se o crime é culposo: (Incluído pela Lei nº 11. a pena é de três meses a um ano. e multa. se há dano significativo ao meio ambiente. Obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público no trato de questões ambientais: Pena . IV.284. CF . Estadual ou Federal. de um a três anos. 68 Art.284. e multa. Deixar.ART. ART. de 2006) Pena .detenção.detenção.07/01/11 .  Justiça militar: não julga crime de tortura.  Justiça federal: quando houver interesse da União (art. ART. de um a três anos. a coletividade e. 109. Portanto tortura praticada por militar é julgado pela justiça comum.detenção. CF) ou crime à distancia (art. Se o crime é culposo. 109. ou vice-versa. inclusive por omissão: (Incluído pela Lei nº 11. aquele que tiver o dever legal ou contratual de fazê-lo. de 1 (um) a 3 (três) anos. de 2006) § 2o A pena é aumentada de 1/3 (um terço) a 2/3 (dois terços).crime ocorrido em parte no Brasil e parte no estrangeiro). Elemento subjetivo: dolo. PM) ou federal se for militar federal (ex. exército). pois tortura não é crime militar. em decorrência do uso da informação falsa.

• Sujeito do crime:  Sujeito ativo: qualquer pessoa. se resulta morte. III . II). salvo a hipótese do § 2º. portador de deficiência. adolescente ou maior de 60 (sessenta) anos. por exemplo. função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. c) em razão de discriminação racial ou religiosa. § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia. liberdade religiosa). adolescente.  Sujeito passivo: qualquer pessoa. I.constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça.07/01/11 . • Bem jurídico: incolumidade física e psíquica da pessoa. § 4. incorre na pena de detenção de um a quatro anos. I). 1. iniciará o cumprimento da pena em regime fechado. a vítima ou a testemunha dizer. a pena é de reclusão de quatro a dez anos. idoso e portador de deficiência a pena é aumentada de 1/6 a 1/3 (art. Art. Pena .  Se o sujeito ativo for funcionário público a pena é aumentada de 1/6 a 1/3 (art. § 5º A condenação acarretará a perda do cargo.se o crime é cometido mediante seqüestro. § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas. c) em razão de discriminação racial ou religiosa. b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa. • Natureza do crime: crime material.constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça.  Se a vítima for criança. exige resultado naturalístico que é o sofrimento físico ou mental. § 7º O condenado por crime previsto nesta Lei. 1. declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa. § 3º Se resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima.  No caso de sofrimento mental não é necessário o exame de corpo de delito para comprovar o crime. § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço: I . de dois a oito anos. a intenso sofrimento físico ou mental. crime comum. causando-lhe sofrimento físico ou mental: a) com o fim de obter informação. sob sua guarda. com emprego de violência ou grave ameaça. gestante. II . causando-lhe sofrimento físico ou mental: a) com o fim de obter informação.reclusão. II – se o crime é cometido contra criança. gestante.I . 1. § 4. § 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a sofrimento físico ou mental. como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo. por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal. ou seja. ART.submeter alguém. basta. 3 Aula 16 . a reclusão é de oito a dezesseis anos. b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa. poder ou autoridade. 1º Constitui crime de tortura: I .se o crime é cometido por agente público. a vida e também a liberdade (ex. declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa. quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las.

“b” ou “c” (finalidades específicas chamadas de elemento subjetivo do tipo). o Só há este crime se o torturador coagir a vítima a praticar crime. § 4. Ex: os agentes torturam o filho para que o pai confesse o crime. poder ou autoridade. o Esse crime só se aplica se for discriminação racial ou religiosa. declaração da vítima ou de terceira pessoa.  Sujeito passivo: quem está sob a guarda. haverá algum crime do código penal.reclusão. o O torturar responde pelo crime de tortura. Portanto a lei não pune discriminação de qualquer natureza. etc. c) Tortura discriminatória: em razão da discriminação racial ou religiosa. constrangimento ilegal.07/01/11 . como por exemplo. Neste caso. poder ou autoridade do torturador. como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo. pessoal. 1º Constitui crime de tortura: II . com emprego de violência ou grave ameaça. mas não consegue causar sofrimento físico ou mental. civil. Neste caso. 1. Nestes casos a uma dupla subjetividade passiva. mais o crime praticado pelo torturado. de dois a oito anos. pois o sujeito passivo é tanto torturado quanto a pessoa obrigada a prestar informação. o A informação pretendida pode ser do próprio torturado ou de terceira pessoa. segundo a doutrina.submeter alguém.  Finalidades: a) Tortura prova: obter informação. I). Se a tortura ocorrer por outra espécie de discriminação aplica-se o Código Penal. por agir em coação moral resistível. “b”) mais o crime de roubo. • Sujeitos do crime:  Sujeito ativo: somente quem detém guarda poder ou autoridade sobre a vítima (crime próprio).  Se o sujeito ativo for funcionário público a pena é aumentada de 1/6 a 1/3 (art. o torturado responde pelo crime de tortura (art. ou seja. Ex: o gerente foi torturado para obrigar a praticar o crime de roubo. mesmo que o torturador não alcance o fim visado. I. • Elemento subjetivo: dolo de constranger acrescido de umas das finalidades específicas. não há esse crime se o torturador coagir a vítima a praticar contravenção penal. • Objetividade jurídica: integridade física e psíquica e ávida da vítima. 1. declaração ou confissão pretendida pode ser de qualquer natureza: criminal.• Consumação ou tentativa:  Consumação: se dá no momento que a vítima tem o sofrimento físico ou mental. Ex: o ex-namorado tortura a ex-namorada para que ela diga se está transando com outra pessoa. previsto nas letras “a”.  Tentativa: é possível. Art. se o agente constrange a vítima. o A informação. b) Tortura para à pratica de crime: a vítima é obrigada a praticar um crime por omissão ou ação. sob sua guarda. Já o torturado não responde por nada. a intenso sofrimento físico ou mental. ART.  Os crimes das letras “a” e “b” estão consumados mesmo que a finalidade pretendida não seja alcançada. II. 4 Aula 16 . 1. Pena .

OMISSÃO PERANTE A TORTURA – art.  Sujeito passivo: pessoa presa ou sujeita e medida de segurança (internação ou de tratamento ambulatorial). sendo que o sofrimento físico ou mental deve ser intenso. § 4. b) Aplicar medida de caráter preventivo. • Consumação e tentativa:  Consumação: se dá com o sofrimento físico ou mental da vítima. gestante ou deficiente. gestante. Ex: agentes penitenciários torturam o preso como castigo pessoal do mau comportamento dele. II. Se a vítima for criança. § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas. § 4. etc. idoso e portador de deficiência a pena é aumentada de 1/6 a 1/3 (art. Ex: o pai tortura para que ele não use droga. • Essa relação de subordinação do sujeito ativo e passivo pode ocorrer tanto na esfera pública quanto privada.07/01/11 . Ex: o pai tortura o filho.  Tentativa: é possível se o infrator pratica o ato ilegal. • Objetividade jurídica: idem do art. 1. I. 5 Aula 16 . I). • Consumação e tentativa: idem do art. o policial tortura o preso. • Objetividade jurídica: idem do art. Ex: preso tortura outro preso. 1. • Sujeito do crime:  Sujeito ativo: quem tem o dever de evitar o crime ou quem tem o dever de apurar o crime. pode ser praticado por funcionário público ou particular. • Sujeitos do crime:  Sujeito ativo: qualquer pessoa.  Agora se for funcionário público aplica-se o aumento de pena de 1/6 a 1/3 (art. II). Ex: submeter o preso a choques elétricos. 1. mas não consegue causar sofrimento físico ou mental na vítima. incorre na pena de detenção de um a quatro anos. quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las. b) Prática de ato não resultante de Ex: colocar o preso no Regime Disciplinar Diferenciado sem ordem judicial.  Se a pessoa for idosa. 1. afogamentos. 1. 1. 1. § 4. • Formas de execução: a) Pratica de ato não previsto em lei. • Elemento subjetivo é o dolo de constranger acrescido das seguintes finalidades: a) Aplicar castigo pessoal. por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal. II). etc.art. § 2. adolescente. II. aumenta-se a pena de 1/6 a 1/3 (art. • Elemento subjetivo: dolo. TORTURA CONTRA PESSOA PRESA OU SUJEITO A MEDIDA DE SEGURANÇA . 1. § 1 § 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a sofrimento físico ou mental.

não precisa ser declarado pelo juiz. 1. • Esses efeitos são automáticos. decorre da própria lei e não da opção do juiz. Ex: se for condenado a 2 anos. § 4. sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira.  Tentativa: não é possível. 121.  São penas. • Crime preterdoloso: dolo na tortura e culpa na lesão ou morte da vítima. a pena é de reclusão de quatro a dez anos.  São efeitos da condenação automáticos.07/01/11 . § 2.  Lei 4. emprego ou função e a interdição pelo dobro do prazo da condenação. • Se para torturar o infrator mantém a vítima seqüestrada responderá pela tortura com a pena aumentada 1/6 a 1/3 (art. EFEITOS DE CONDENAÇÃO – art. delegado federal não apura tortura praticada por agente federal.se o crime é cometido por agente público. portador de deficiência. III). se resulta morte. será interditado por 4 anos.898/65 (Lei de Abuso de Autoridade): perda da função e a interdição para qualquer função pública por até 3 anos. § 4. pois se trata de crime omissivo puro ou próprio.  Lei 9. 2 Art. CAUSAS DE AUMENTO DE PENA – art.se o crime é cometido mediante seqüestro. ele responde pelo crime da tortura. CP) versus crime de tortura qualificada pela morte: a diferença é o dolo. • Efeitos cumulativos: perda do cargo. mais o crime de lesão ou homicídio. TORTURA QUALIFICADA PELA LESÃO GRAVE OU MORTE DA VÍTIMA. • Se o agente quer causar a lesão ou morte. gestante. 6 Aula 16 . II – se o crime é cometido contra criança. não são automáticas. emprego ou função pública mais interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da condenação. • Homicídio qualificado pela tortura (art. padrasto ver a esposa torturando o filho dela e nada faz. o resultado da morte é o crime culposo da tortura e o dolo é de torturar. 1. 1. § 5. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território nacional.  Sujeito passivo: qualquer pessoa. função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. a reclusão é de oito a dezesseis anos. EXTRATERRITORIALIDADE DA LEI DE TORTURA – art. No segundo.4455/97: perda do cargo. § 5º A condenação acarretará a perda do cargo. Consumação e tentativa:  Consumação: se dá com a simples omissão ainda que a tortura seja apurada ou evitada por terceira pessoa. III.• Ex: policial federal presencia o colega torturando o preso e não evita tortura. que podem ser aplicadas ou não pelo juiz. § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço: I . III . Portanto foi condenado por tortura automaticamente sofre os efeitos. adolescente ou maior de 60 (sessenta) anos. § 3º Se resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima. No primeiro o dolo é de matar e a tortura é o meio de execução escolhido para matar.

tortura e terrorismo. § 4o A prisão temporária. § 2o.848. sobre a qual dispõe a Lei no 7. corrupção. prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade. 213. V . no rol do art. VII-B . VII . II. IV e V). 1o. 1o São considerados hediondos os seguintes crimes. de 2 de julho de 1998). § 1o). e homicídio qualificado (art. o juiz decidirá fundamentadamente se o réu poderá apelar em liberdade. 3o e 4o). de 7 de dezembro de 1940 . 273. 159.falsificação. podendo o juiz inserir outros crimes. graça e indulto.homicídio (art.latrocínio (art. 157. Parágrafo único. 121. LCH): tráfico.07/01/11 . ainda que cometido por um só agente. a prática da tortura. in fine). 158. III . se o apenado for primário. • Crimes equiparados a hediondos (art. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e o terrorismo são insuscetíveis de: I .• Aplicação da lei penal brasileira a um crime ocorrido no Brasil. mas submete a lei dos crimes hediondos. III. IV .anistia. no caso dos condenados aos crimes previstos neste artigo. de 21 de dezembro de 1989. 2o e 3o). não são crimes hediondos. Sistema misto: a lei traz um rol não exaustivo. quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio. e §§ lo. adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais (art. Fica a critério do juiz em cada caso concreto. HEDIONDO (Lei 8. 2º Os crimes hediondos. caput e § 1o. Considera-se também hediondo o crime de genocídio previsto nos arts. caput e §§ 1o e 2o). se ele não estiver nesse rol. terá o prazo de 30 (trinta) dias. com a redação dada pela Lei no 9. 7 Aula 16 .960. 2o. 1 da Lei dos Crimes Hediondos. 2. exemplificativo de crime hediondo. § 1o A pena por crime previsto neste artigo será cumprida inicialmente em regime fechado. Art. 2. Só é crime hediondo no Brasil quem tiver.fiança. tentado ou consumado. I. § 3o.epidemia com resultado morte (art. 2o e 3o da Lei no 2. II . consumados ou tentados: I . § 2o). Sistema judicial (subjetivo): lei não define quais são os crimes hediondos. O juiz não tem nenhuma margem de discricionariedade. ou seja. II . portanto a tortura fora do Brasil se o torturador for brasileiro ou se o torturador estiver em território brasileiro.estupro de vulnerável (art. Sistema legal (enumerativo) . A lei de tortura possui extraterritorialidade.889.extorsão qualificada pela morte (art.BRASIL: a lei definiu um rol taxativo quais são os crimes hediondos. caput e §§ 1o. § 3o Em caso de sentença condenatória. VI . todos tipificados no Decreto-Lei no 2. • Crimes hediondos: Art.extorsão mediante seqüestro e na forma qualificada (art. § 2o A progressão de regime. nos crimes previstos neste artigo.Código Penal.677. caput.072/90) • Conceito: a três sistemas para conceituar o crime hediondo. de 1o de outubro de 1956. 217-A. não é hediondo por mais grave que seja. definir se o crime é ou não hediondo. § 1o-A e § 1o-B. 1. dar-se-á após o cumprimento de 2/5 (dois quintos) da pena. 3. 267. se reincidente. 121). e de 3/5 (três quintos).estupro (art.

I a III e art. 33 “caput”.  Segunda corrente: ainda não foi tipificado no Brasil o que é crime de terrorismo. 20. 34. 33.  A tortura equiparada a hediondo é toda a lei. Lei 7170/83. anistia. 8 Aula 16 . graça e indulto  LCH: proibi os três.  Terrorismo (duas correntes):  Primeira corrente: art. § 1. da Lei de Drogas.07/01/11 .  O STF considera constitucional a proibição do indulto.•  O trafico equiparado a hediondo é o art. Proibição de anistia. graça e indulto. art.  CF: proibi apenas anistia e graça. pois o indulto é um tipo de graça.