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BREVE INTRODUÇÃO SOBRE ONDAS
Onda é a manifestação de um fenômeno físico no qual uma fonte perturbadora fornece energia a um sistema e essa energia desloca-se através de pontos desse sistema Observemos a propagação de um impulso numa corda para mel!or entendermos esse conceito

"abe ressaltar que não é a onda que se movimenta mas a energia fornecida pela mão #fonte perturbadora$ E%istem tr&s tipos de ondas quanto ' direção de propagação( • )nidimensionais • *idimensionais • +ridimensionais "abe ressaltar também que dependendo do meio sob o qual a energia propagase, temos uma velocidade de propagação correspondente Ondas !armônicas são tipos de ondas cu-a fonte perturbadora e%ecuta um movimento uniforme O comprimento de onda é o período espacial correspondente ao período temporal + "on!ecendo-se a velocidade de propagação podemos caracteri.ar uma onda através da freq/&ncia ou do comprimento de onda #v0λ f$

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ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO

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A NATUREZA DA LUZ
4 nature.a da lu. sempre foi um dos temas que sempre c!amaram a atenção dos grandes cientistas da !umanidade 5esde a antig/idade #677 a " $ com Euclides até Einstein e 8lanc9, no séc :: ;o-e em dia, duas teorias que e%plicam a nature.a da lu. são aceitas( a teoria corpuscular e a teoria ondulatória <a teoria ondulat=ria, a lu. é tratasda como sendo campos eletromagnéticos oscilantes propagando-se no espaço Essa teoria e%plica fenômenos como refle%ão, refração, difração, etc <a teoria corpuscular, a lu. é tratada como sendo pacotes de energia c!amados f=tons Essa teoria e%plica fenômenos como o efeito "ompton e o desvio do raio luminoso ao passar perto de corpos celestes 4 velocidade da lu. no v>cuo pode ser considerada como sendo 677777 9m1s, o que nos d> um erro menor que 7,3 ?

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ÍNDICE DE REFRAÇÃO

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Arande.a que e%pressa a velocidade que a lu. possui num determinado meio de transmissão B definido por n0c1v, onde • c é a velocidade da lu. no v>cuo • v é a velocidade da lu. no meio em questão "abe salientar que o índice de refração depende do comprimento de onda da lu., o que, nas fibras =pticas, ir> provocar a dispersão do impulso luminoso, limitando a capacidade de transmissão de sinais Esse efeito e%plica a e%peri&ncia de <e2ton da decomposição da lu. branca através de um prisma, como também a formação do arcoíris E%emplos( v>cuo n03,7C >gua n03,6C vidro n03,DC diamantes n0@,7

REFLEXÃO E REFRAÇÃO
Euando uma onda incide numa superfície de separação de dois meios de índice de refração diferentes, com uma certa inclinação, uma parcela da energia atravessar> a superfície e propagar> através do meio de transmissão, enquanto que outra parcela refletir> na superfície, continuando no meio incidente

4o passar para o meio de transmissão, a onda sofre um desvio de sua direção natural regido pela lei de Snell #ni senθi0nt senθt$

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por simplicidade. ÂNGULO CRÍTICO E REFLEXÃO INTERNA TOTAL Euando um raio de lu. indicando apenas a sua direção de propagação utili. muda de um meio que tem índice de refração grande para um meio que tem índice de refração pequeno a direção da onda transmitida afasta-se da normal #perpendicular$ 4 medida que aumentamos o Fngulo de incid&ncia i.RAIOS DE LUZ O Site da Eletrônica Fibras Ópticas 8odemos.ando os raios de lu. o Fngulo de incid&ncia recebe o nome de Fngulo crítico )ma incid&ncia com Fngulo maior do que este sofre o fenômeno da refle%ão interna total !ttp(11222 li facens br1eletronica H . o Fngulo do raio refratado tende a G7o Euando isso acontece. representar a lu.

transparentes o bastante para guiar um fei%e de lu. pode tomar no interior da fibra.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas FIBRAS ÓPTICAS )ma fibra =ptica é um capilar formado por materiais cristalinos e !omog&neos.. devido aos v>rios camin!os possíveis que a lu. cu-a a função b>sica de garantir a condição de aguiamento da lu. diminuindo a dispersão do impulso e aumentando a largura de banda passante da fibra =ptica !ttp(11222 li facens br1eletronica D . pode ser feita de vidro. conforme o tipo de aplicação 4 casca. pl>stico e até mesmo o pr=prio ar pode atuar como casca #essas fibras são c!amadas de bundle$ Essas fibras são limitadas quanto ' capacidade de transmissão 8ossuem atenuação elevada #maior que D d*19m$ e pequena largura de banda #menor que 67 K. vidro.adas em transmissão de dados em curtas distFncias e iluminação FIBRA DE ÍNDICE GRADUAL (GRADED INDEX) Este tipo de fibra tem seu nIcleo composto por vidros especiais com diferentes valores de índice de refração. os quais temo o ob-etivo de diminuir as diferenças de tempos de propagação da lu. ou se-a. no nIcleo. 9m$ e são utili. #visível ou infravermel!o$ através de um tra-eto qualquer 4 estrutura b>sica desses capilares são cilindros conc&ntricos com determinadas espessuras e com índices de refração tais que permitam o fenômeno da refle%ão interna total O centro #miolo$ da fibra é c!amado de nIcleo e a região e%terna é c!amada de casca 8ara que ocorra o fenômeno da refle%ão interna total é necess>rio que o índice de refração do nIcleo se-a maior que o índice de refração da casca Os tipos b>sicos de fibras =pticas são( • fibra de índice degrau • fibra de índice gradual • fibra monomodo FIBRA DE ÍNDICE DEGRAU (STEP INDEX) Este tipo de fibra foi o primeiro a surgir e é o tipo mais simples "onstitui-se basicamente de um Inico tipo de vidro para compor o nIcleo. com índice de refração constante O nIcleo pode ser feito de v>rios materiais como pl>stico. etc e com dimensJes que variam de D7 a H77 µm.

onde • n#r$ é o índice de refração do ponto r • n3 é o índice de refração do nIcleo • r é a posição sobre o raio do nIcleo • α é o coeficiente de optimi. utili. por esse motivo..ados para a sua fabricação são sílica e sílica dopada São empregadas basicamente em telecomunicaçJes pois possuem bai%a atenuação #7. é necess>rio que o diFmetro do nIcleo se-a poucas ve.4 variação do índice de refração em função do raio do nIcleo obedece ' seguinte equação n#r$0n3 #3-#r1a$α ∆$. evitando assim os v>rios camin!os de propagação da lu. 9m$ !ttp(11222 li facens br1eletronica N . dentro do nIcleo.es maior que o comprimento de onda da lu. é construída de tal forma que apenas o modo fundamental de distribuição eletromagnética #raio a%ial$ é guiado. ao contr>rio das anteriores. empregadas em telecomunicaçJes O Site da Eletrônica Fibras Ópticas FIBRA MONOMODO Esta fibra.M d*19m em 3677 nm e 7.ado para a transmissão 4s dimensJes típicas são @ a 37 µm para o nIcleo e L7 a 3@D µm para a casca Os materiais utili.ação • ∆ é a diferença entre o índice de refração da casca e do nIcleo Os materiais tipicamente empregados na fabricação dessas fibras são sílica pura para a casca e sílica dopada para o nIcleo com dimensJes típicas de 3@D e D7 µm respectivamente Essas fibras apresentam bai%as atenuaçJes #6 db19m em LD7 nm$ e capacidade de transmissão elevadas São.@ d*19m em 3DD7 nm$ e grande largura de banda #37 a 377 A. consequentemente diminuindo a dispersão do impulso luminoso 8ara que isso ocorra.

as equaçJes de Ka%2ell e que transporta uma parcela individual #mas não igual$ da energia luminosa total transmitida Esses modos podem ser entendidos e representados como sendo os possíveis camin!os que a lu. como as causadas por descargas atmosféricas e instalaçJes elétricas de altas tensJesC • imunidade a interfer&ncias de freq/&ncias de r>dio de estaçJes de r>dio e radar. em relação ao ei%o da fibra.ada e o nImero de modos K é dada por O@ para fibras de índice gradual K= H O@ para fibras de índice degrau K= @ PROPRIEDADES DAS FIBRAS ÓPTICAS 4 fibra =ptica apresenta certas características particulares. o nImero de modos est> relacionado @ ⋅ π ⋅ a ⋅ 4< com a freqüência normalizada O que é uma grande. que podemos tratar como vantagens. se resolvermos as equaçJes de Ka%2ell para as condiçJes #c!amadas condiçJes de contorno$ da fibra. abertura numérica. portanto. mas é canali. é regida pelas equaçJes de Ka%2ell 4ssim. pode ter no interior do nIcleo <uma fibra =ptica. para que ele sofra a refle%ão interna total no interior do nIcleo e propague-se ao longo da fibra através de refle%Jes sucessivas MODOS DE PROPAGAÇÃO Euando tratamos a lu. que é um guia de onda. quando comparadas com os meios de transmissão formados por condutores met>licos. a lu. tais como diFmetro do nIcleo. etc encontramos um certo nImero de soluçJes finitas 5essa maneira. λ onde • a é o raio do nIcleo • λ é o comprimento de onda • 4< é a abertura numérica 4 relação entre a freq/&ncia normali.a definida por O = . comprimento de onda. como por e%emplo umidadeC • aus&ncia de diafoniaC !ttp(11222 li facens br1eletronica M . tais como • imunidade a ruídos e%ternos em geral e interfer&ncias eletromagnéticas em particular.ada em certos modos Kodo de propagação é. e impulsos eletromagnéticos causados por e%plosJes nuclearesC • imune a influ&ncia do meio ambiente. que percorre a fibra =ptica não se propaga aleatoriamente. pela teoria ondulat=ria. uma onda com determinada distribuição de campo eletromagnético que satisfa. a lu.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas GUIAMENTO DE LUZ EM FIBRAS ÓPTICAS ABERTURA NUMÉRICA B um parFmetro b>sico para fibras multimodos #degrau e gradual$ que representa o Fngulo m>%imo de incid&ncia que um raio deve ter.

ados. instrumentos. onde 8e • 8s é a pot&ncia de saída • 8e é a pot&ncia de entrada <as fibras =pticas. etc CARACTERÍSTICAS DE TRANSMISSÃO DA FIBRA ÓPTICA ATENUAÇÃO 4 atenuação ou perda de transmissão pode ser definida como a diminuição da intensidade de energia de um sinal ao propagar-se através de um meio de transmissão 8s 4 f=rmula mais usual para o c>lculo da atenuação é a seguinte 37 ⋅ log . aeronaves. controle e proteção$ Pedes de transmissão de dados e fac-símile Pedes de distribuição de radiodifusão e televisão Pedes de estIdios. a atenuação varia de acordo com o comprimento de onda da lu. grandes distFncias entre pontos de regeneraçãoC • cabos de pequenas dimensJes #pequeno diFmetro e pequeno peso$ o que implica em economia no transporte e instalação APLICAÇ ES DAS FIBRAS ÓPTICAS Pedes de telecomunicaçJes • entroncamentos locais • entroncamentos interurbanos • cone%Jes de assinantes Pedes de comunicação em ferrovias Pedes de distribuição de energia elétrica #monitoração.ada Essa atenuação é a soma de v>rias perdas ligadas ao material que é empregado na fabricação das fibras e ' estrutura do guia de onda Os mecanismos que provocam atenuação são • absorção • espal!amento • deformaçJes mecFnicas ABSORÇÃO Os tipos b>sicos de absorção são • absorção material !ttp(11222 li facens br1eletronica L . utili. cabos de cFmeras de +O Pedes internas industriais Equipamentos de sistemas militares 4plicaçJes de controle em geral Oeículos motori. respeito ao sigilo das informaçJes transmitidasC • capacidade de transmissão muito superior a dos meios que utili.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas • grande confiabilidade no que di. navios.am condutores met>licosC • bai%a atenuação.

Fe e "u$ os quais. provocada pela sua vibração e rotação dos >tomos em torno da sua posição de equilíbrio. "r. ).4 absorção material é o mecanismo de atenuação que e%prime a dissipação de parte da energia transmitida numa fibra =ptica em forma de calor <este tipo de absorção temos fatores e%trínsecos e intrínsecos ' pr=pria fibra "omo fatores intrínsecos.. 3@H7 nm e 36L7 nm na fai%a de bai%a atenuação da fibra Esse ion é comumente c!amado de >gua e é incorporado ao nIcleo durante o processo de produção B muito difícil de ser eliminado !ttp(11222 li facens br1eletronica G . e a absorção do infravermel!o. temos a absorção do ultravioleta. "o. a qual cresce e%ponencialmente no sentido do ultravioleta. devido ao seu taman!o. provocam picos de absorção em determinados comprimentos de onda e%igindo grande purificação dos materiais que compJem a estrutura da fibra =ptica 4 absorção do O.#!idro%ila$ provoca atenuação fundamentalmente no comprimento de onda de @M77 nm e em sobre tons #!armônicos$ em torno de GD7 nm. temos a absorção devido aos ions met>licos porventura presentes na fibra #Kn.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas • absorção do ion O. a qual cresce e%ponencialmente no sentido do infravermel!o "omo fatores e%trínsecos. <i.

variação de pressão. variação no perfil de índice de refração. os modos de alta ordem #Fngulo de incid&ncia pr=%imo ao Fngulo crítico$ não apresentam condiçJes de refle%ão interna total devido a curvaturas de raio finito da fibra =ptica 4s microcurvaturas aparecem quando a fibra é submetida a pressão transversal de maneira a comprimi-la contra uma superfície levemente rugosa Essas microcurvaturas e%traem parte da energia luminosa do nIcleo devido aos modos de alta ordem tornarem-se não guiados !ttp(11222 li facens br1eletronica 37 . *rillouin estimulado$ sendo o mais importante e significativo o espal!amento de PaQleig! Esse espal!amento é devido ' não !omogeneidade microsc=pica #de flutuaçJes térmicas.adas$ de lu. etc Esse espal!amento est> sempre presente na fibra =ptica e determina o limite mínimo de atenuação nas fibras de sílica na região de bai%a atenuação 4 atenuação 3 neste tipo de espal!amento é proporcional a H λ DEFORMAÇ ES MECÂNICAS 4s deformaçJes são c!amadas de microcurvatura e macrocurvatura. flutuaçJes de composição. Kie. pequenas bol!as.ESPAL!AMENTO O Site da Eletrônica Fibras Ópticas B o mecanismo de atenuação que e%prime o desvio de parte da energia luminosa guiada pelos v>rios modos de propagação em v>rias direçJes E%istem v>rios tipos de espal!amento #PaQleig!. por irradiação. ou se-a. Paman estimulado. as quais ocorrem ao longo da fibra devido ' aplicação de esforços sobre a mesma durante a confecção e instalação do cabo 4s macrocurvaturas são perdas pontuais #locali.

onde • t3 é o tempo de propagação do modo de menor ordem • ∆ é a diferença percentual de índices de refração entre o nIcleo e a casca dada por ∆0#n3-n@$1n3 !ttp(11222 li facens br1eletronica 33 . pois o índice de refração é constante em todo o nIcleo Rogo. dada em K.@ d*19m DISPERSÃO B uma característica de transmissão que e%prime o alargamento dos pulsos transmitidos Este alargamento determina a largura de banda da fibra =ptica.. e est> relacionada com a capacidade de transmissão de informação das fibras Os mecanismos b>sicos de dispersão são • modal • crom>tica DISPERSÃO MODAL Este tipo de dispersão s= e%iste em fibras do tipo multimodo #degrau e gradual$ e é provocada basicamente pelos v>rios camin!os possíveis de propagação #modos$ que a lu. 9m. pode ter no nIcleo <uma fibra degrau.4 atenuação típica de uma fibra de sílica sobrepondo-se todos os efeitos est> mostrada na figura abai%o( O Site da Eletrônica Fibras Ópticas E%istem tr&s comprimentos de onda tipicamente utili. a diferença entre os tempos de c!egada é dado por τ0∆t3.L d*19m • 3DD7 nm com atenuação típica de 7. todos os modos via-am com a mesma velocidade.ados para transmissão em fibras =pticas( • LD7 nm com atenuação típica de 6 d*19m • 3677 nm com atenuação típica de 7. os modos de alta ordem #que percorrem camin!o mais longo$ demorarão mais tempo para sair da fibra do que os modos de bai%a ordem <este tipo de fibra.

possuem uma certa largura espectral finita #∆λ$...ida #∆λ pequeno em torno de 3677 nm$ e é da ordem de alguns ps1#nm 9m$ CONCLUSÃO Os tipos de dispersão que predominam nas fibras são • degrau( modal #de. Essa dispersão s= é percebida em fibras monomodo que tem dispersão material redu. temos que cada comprimento de onda en%erga um valor diferente de índice de refração num determinado ponto. provocando uma diferença de tempo de percurso. no v>cuo • # é o índice de refração do nIcleo DISPERSÃO DE GUIA DE ONDA Esse tipo de dispersão é provocado por variaçJes nas dimensJes do nIcleo e variaçJes no perfil de índice de refração ao longo da fibra =ptica e depende também do comprimento de onda da lu. onde c dλ • ∆λ é a largura espectral da fonte luminosa • c é a velocidade da lu.4 dispersão modal ine%iste em fibras monomodo pois apenas um modo ser> guiado O Site da Eletrônica Fibras Ópticas DISPERSÃO CROM"TICA Esse tipo de dispersão depende do comprimento de onda e divide-se em dois tipos • dispersão material • dispersão de guia de onda DISPERSÃO MATERIAL "omo o índice de refração depende do comprimento de onda e como as fontes luminosas e%istentes não são ideais. ou se-a.enas de K.. causando a dispersão do impulso luminoso ∆λ dn 4 dispersão provocada pela dispersão material é dada por 5 = . logo cada comprimento de onda via-a no nIcleo com velocidade diferente. levando-se em conta a @ @ dispersão modal e a material é dada por σ @ + = σ K + σ " . onde • σ" é a dispersão crom>tica • σK é a dispersão material !ttp(11222 li facens br1eletronica 3@ . 9m$ • monomodo( material guia de onda #37 a 377 A. 9m$ • gradual( modal material #menor que 3 A. 9m$ 4 dispersão total numa fibra =ptica multimodo gradual.

as quais formarão o nIcleo da fibra 4 cada passagem do maçarico na e%tensão do tubo. o pu%amento. quando atingem a região de alta temperatura. mas possui dimensJes macrosc=picas$ 4 segunda etapa de fabricação da fibra.ontal numa m>quina c!amada torno =ptico que o mantém girando em torno de seu ei%o <o interior do tubo são in-etados gases #cloretos do tipo Si"lH. deposita-se uma camada de D a 37 µm e esse processo repete-se até que o nIcleo ten!a dimensJes apropriadas Os =%idos AeO @ e 8@OD tem a função de variar o índice de refração da sílica pura #SiO @$ de acordo com suas concentraçJes !ttp(11222 li facens br1eletronica 36 . é comum a todos os processos MCVD (MODIFICATED C!EMICAL VAPOUR DEPOSITION) Este processo consiste na deposição de camadas de materiais #vidros especiais$ no interior de um tubo de sílica pura #SiO @$ O tubo de sílica é o que far> o papel de casca da fibra =ptica. Ae"lH. enquanto que os materiais que são depositados farão o papel do nIcleo da fibra O tubo de sílica é colocado na posição !ori. reagem com o o%ig&nio #g>s de arraste$ formando =%idos como SiO @. vidro composto e pl>stico 4s fibras =pticas fabricadas de sílica pura ou dopada são as que apresentam as mel!ores características de transmissão e são as usadas em sistemas de telecomunicaçJes +odos os processos de fabricação são comple%os e caros 4s fibras =pticas fabricadas de vidro composto e pl>stico não tem boas características de transmissão #possuem alta atenuação e bai%a largura de banda passante$ e são empregadas em sistemas de telecomunicaçJes de bai%a capacidade e pequenas distFncias e sistemas de iluminação Os processos de fabricação dessas fibras são simples e baratos se comparados com as fibras de sílica pura ou dopada O Site da Eletrônica Fibras Ópticas FABRICAÇÃO DE FIBRAS DE SÍLICA PURA E%istem H tipos de processos de fabricação deste tipo de fibra e a diferença entre eles est> na etapa de fabricação da preforma #bastão que contém todas as características da fibra =ptica. etc liberando o "l@ Ocorre então a deposição de partículas submicrosc=picas de vidro no interior do tubo.MÉTODOS DE FABRICAÇÃO DAS FIBRAS ÓPTICAS Os materiais b>sicos usados na fabricação de fibras =pticas são sílica pura ou dopada. AeO@. etc $ com concentraçJes controladas )m queimador percorre o tubo no sentido longitudinal elevando a temperatura no interior do tubo para 3D77o" apro%imadamente Os gases.

usa-se um plasma não isotérmico formado por uma cavidade ressonante de microondas para a estimulação dos gases no interior do tubo de sílica <este processo. obt&m-se fibras de boa qualidade porque a reação que ocorre no interior do tubo não tem contato com o meio e%terno. e o tubo fec!a-se por tensJes superficiais O Site da Eletrônica Fibras Ópticas 8or esse processo. ilustrado abai%o. dessa maneira evita-se a deposição de impure. especialmente a !idro%ila #O.4p=s a deposição do nImero correto de camadas é efetuado o colapsamento do tubo #estrangulamento$ para torn>-lo um bastão s=lido e maciço denominado preforma Ssso é feito elevando-se a temperatura do queimador a 3L77-@777o".as. não é necess>ria a rotação do tubo em torno de seu ei%o. em relação ao K"O5 é que ao invés de usar um maçarico de o%ig&nio e !idrog&nio.-$ "om esse processo. pois a deposição uniforme é obtida devido ' simetria circular da cavidade ressonante 4 temperatura para deposição é em torno de 3377 o" 4s propriedades das fibras fabricadas por este método são id&nticas ao K"O5 !ttp(11222 li facens br1eletronica 3H . pode-se fabricar fibras do tipo multimodo degrau e gradual e monomodo PVCD (PLASMA C!EMICAL VAPOUR DEPOSITION) 4 diferença b>sica deste método.

e obt&m-se preformas de diFmetro relativamente grande.am-se dois queimadores que criam a distribuição de temperatura dese-ada e também in-etam os gases #reagentes$ Obtém-se assim uma preforma porosa que é cristali. que é feita de cerFmica ou grafite.OVD (OUTSIDE VAPOUR DEPOSITION) Este processo baseia-se no crescimento da preforma a partir de uma semente. também c!amada de mandril Este mandril é colocado num torno e permanece girando durante o processo de deposiç'o que ocorre sobre o mandril Os resgentes são lançados pelo pr=prio maçarico e os cristais de vidro são depositados no mandril através de camadas sucessivas <esse processo ocorre a deposição do nIcleo e também da casa. o que proporcionam fibras de grande comprimento #H7 9m ou mais$ 4p=s essas etapas teremos uma preforma porosa #opaca$ e com o mandril em seu centro 8ara a retirada do mandril coloca-se a preforma num forno aquecido a 3D77o" que provoca a dilatação dos materiais 4través da diferença de coeficiente de dilatação térmica consegue-se soltar o mandril da preforma e a sua retirada O pr=prio forno fa. a casca e o nIcleo são depositados mas no sentido do ei%o da fibra #sentido a%ial$ <este processo utili. também o colapsamento da preforma para torn>-la cristalina e maciça Esse processo serve para a fabricação de fibras do tipo multimodo e monomodo de boa qualidade de transmissão O Site da Eletrônica Fibras Ópticas VAD (VAPOUR AXIAL DEPOSITION) <este processo. tornando-o e%tremamente produtivo !ttp(11222 li facens br1eletronica 3D .ada num forno elétrico ' temperatura de 3D77o" Este processo obtém preformas com grande diFmetro e grande comprimento.

num forno #normalmente de grafite. ambas controladas por computador O controle desse processo é feito através de um medidor =ptico de diFmetro #que funciona a laser$ !ttp(11222 li facens br1eletronica 3N . que utili. obtida a preforma. esta é levada a uma estrutura vertical c!amada torre de pu%amento e é fi%ada num alimentador que a introdu.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas PUXAMENTO )ma ve. por qualquer um dos métodos descritos acima. a fibra =ptica O diFmetro da fibra depende da velocidade de alimentação da preforma no forno e da velocidade de bobinamento da fibra.a maçaricos especiais ou lasers de alta pot&ncia$ com temperatura de apro%imadamente @777 o" que efetua o escoamento do material formando um capilar de vidro.

adas em iluminação DOUBLE CRUCIBLE (DUPLO CADIN!O) Este processo é semel!ante ao anterior. que forma a casca$ e fibras bundle #esticando-se apenas o bastão.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas FABRICAÇÃO DE FIBRAS DE VIDRO COMPOSTO Os vidros mais utili. mas os vidros v&m na forma de bastão. as quais são utili. o qual efetua o escoamento dos materiais ao mesmo tempo 4ssim.ados são o SiO@-*@O6-<a@O sendo o índice de refração controlado pela concentração de <a@O MÉTODO ROD$IN$TUBE Este método consiste na inserção de vidros na forma de bastão e tubo simultaneamente no forno de pu%amento. que contém dois cadin!os <este processo.idos no forno do pu%amento. com a casca formada pelo pr=prio ar$. que forma o nIcleo e aplicando-se o silicone. obtem-se fibras degrau do tipo sílica-sílica #casca e nIcleo de vidro$ e variaçJes como fibras de sílica-silicone #esticando-se apenas o bastão. a geometria dos vidros alimentadores não é tão importante como no processo anterior <este processo consegue-se a variação do índice de refração através da migração de ions alcalinos que mesclam a concentração dos vidros interno e e%terno !ttp(11222 li facens br1eletronica 3M . que forma o nIcleo. os quais são introdu.

construção do cabo e materiais isolantes Estes cabos eram pouco afetados nas suas características pelas traçJes e torçJes e%ercidas sobre os cabos durante a fabricação e instalação T> nos cabos =pticos. compressão adequadas • degradação com o tempo #envel!ecimento$ • facilidade de manuseio. quando o revestimento prim>rio for o silicone aplica-se uma camada de nQlon <o caso do acrilato não é necess>ria a aplicação do nQlon !ttp(11222 li facens br1eletronica 3L .ação de atenuação por curvaturas • características de transmissão est>vel dentro da maior gama de temperatura possível • resist&ncia ' tração. confecção de emendas.ante #autolubrificante$ 4ssim sendo. instalação. vibração. pois a mesma tem ruptura te=rica a 3L77 9gf1mm <a pr>tica costuma-se não e%ceder @D7 g de tensão para fibras de 3@D µm de casca O revestimento da fibra =ptica deve ser desli. a situação é diferente porque as características de transmissão dependem apenas da fibra =ptica e sua fragilidade é not=ria <o pro-eto de cabos =pticos são observados os seguintes itens( • nImero de fibras • aplicação • minimi. curvatura. etc 5urante a fabricação e instalação não se deve aplicar tensJes e%cessivas sobre a fibra. mas possuem resist&ncia mecFnica #esforços mecFnicos$ bem maiores que as fibras de sílica +&m grandes aplicaçJes em iluminação e transmissão de informaçJes a curtas distFncias e situaçJes que oferecem grandes esforços mecFnicos 's fibras O Site da Eletrônica Fibras Ópticas CABOS ÓPTICOS O uso de fibras =pticas gerou uma série de modificaçJes nos conceitos de pro-eto e fabricação de cabos =pticos para telecomunicaçJes <os cabos de condutores met>licos as propriedades de transmissão eram definidas pelo condutor.FABRICAÇÃO DE FIBRAS DE PL"STICO 4 fabricação de fibras de pl>stico é feita por e%tração 4s fibras =pticas obtidas com este método t&m características =pticas bem inferiores 's de sílica.

elementos de tração bem resistentes ESTRUTURA LOOSE (NÃO ADERENTE) <este tipo de estrutura. são utili.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas CONSTRUÇÃO DE CABOS ÓPTICOS 4 construção de cabos =pticos é efetuada através de v>rias etapas de reunião de v>rios elementos. enc!imentos. aplicação de capas. tais como e%trusoras e planet>rias <este processo efetua-se a cordagem das fibras em torno de elementos de apoio e tração 8ara garantir-se uma probabilidade de longa vida para o cabo.ão. encordoamentos em equipamentos especiais. é necess>rio não submeter a fibra a tensJes elevadas 8ara isso. elementos tensores e tubos os quais absorvem as solicitaçJes mecFnicas aplicadas no cabo Esses elementos são muito importantes na construção do cabo assegurando estabilidade dimensional do mesmo ESTRUTURA TIG!T (ADERENTE) <este tipo de estrutura. a fibra =ptica fica afastada da estrutura do cabo acondicionada em tubos #pl>sticos ou met>licos$ !ttp(11222 li facens br1eletronica 3G .ados. por esta ra. durante a construção. as fibras =pticas estão em contato com a estrutura do cabo =ptico 8ossuem.

esta é a primeira medida. a saber( • atenuação espectral • atenuação de inserção • atenuação por retroespal!amento • largura de banda • abertura numérica • perfil de índice de refração TESTE DE ATENUAÇÃO ESPECTRAL Este tipo de teste mede a atenuação da fibra =ptica numa fai%a de comprimentos de onda. ap=s percorrer toda a fibra nos v>rios comprimentos de onda que se dese-a medir a atenuação.ação das fibras =pticas são efetuadas mediçJes que verificam as características de transmissão das fibras. a pot&ncia de saída 4p=s isso. calcula-se a atenuação por 4 = 37 ⋅ log Ud*V 8e !ttp(11222 li facens br1eletronica @7 . e mede-se a pot&ncia de lu. normalmente contendo o comprimento de onda em que a fibra operar> B efetuado em laborat=rio devido ' comple%idade e precisão e fornece dados sobre a contaminação que pode ter ocorrido na fabricação da preforma e pu%amento. principalmente o O. nesse ponto.O teste consiste em se medir a pot&ncia de lu. uma ve. sem alterar as condiçJes de lançamento. ou ainda. que pode ser considerado como a pot&ncia de entrada.ívelC esta é a segunda medida 5e posse das duas 8s medidas. corta-se a fibra a @ ou 6 metros do início.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas MEDIDAS EM FIBRAS ÓPTICAS 8ara a caracteri. que @ ou 6 metros tem atenuação despre.

acoplamento FS*P4-FS*P4 optimi.monocromador • #H$ . • #@$ .lentes • #6$ .fibra de lançamento • #D$ .acoplamento FO<+E-FS*P4 optimi.detector =ptico • #L$ .ado • #37$ .fibra =ptica a ser medida • #M$ . normalmente mede-se no comprimento !ttp(11222 li facens br1eletronica @3 .fonte de lu.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas Onde( • #3$ .ado • #33$ . nas casca • #N$ .ado TESTE DE ATENUAÇÃO DE INSERÇÃO Este teste é mais apropriado para situaçJes de campo e ele mede a atenuação da fibra =ptica apenas num comprimento de onda.acoplamento FS*P4-5E+E"+OP optimi.eliminador de lu.medidor de pot&ncia • #G$ .

na primeira é efetuada uma calibração dos dois instrumentos. para con!ecermos a pot&ncia de lu. O teste divide-se em duas etapas. na fibra =ptica.de onda que o sistema opera O teste utili. percorre toda a fibra =ptica 4 diferença entre as duas ser> o valor de atenuação O Site da Eletrônica Fibras Ópticas !ttp(11222 li facens br1eletronica @@ . e na segunda é efetuada a medida de pot&ncia ap=s a lu. que ser> lançada.a dois instrumentos port>teis( o medidor de pot&ncia e a fonte de lu.

locali. incidente O instrumento fa. a lu. a lu. atenuação das emendas.ação é muito comum em todas as fases de implementação dos sistemas =pticos Os instrumentos e acess=rios utili. etc "omo desvantagens.TESTE DE ATENUAÇÃO POR RETROESPEL!AMENTO Este teste é reali. na fibra dada por v0c1n # c é a velocidade da lu. uso deste fenômeno da seguinte forma( • Aera-se um impulso luminoso que é inserido na fibra =ptica sob teste • 4o percorrer a fibra até um ponto :. uso do fenômeno do espal!amento de PaQleig!. pois o camin!o de propagação é o mesmo • O O+5P mede a pot&ncia de lu.ados neste teste são clivador. que é a irradiação da lu. que significa refletômetro =ptico no domínio do tempo O instrumento fa. é necess>rio fornecer-l!e o índice de refração da fibra sob teste 8ara este c>lculo. atenuação nos conectores.ado com um instrumento c!amado O+5P #optical time domain reflectometer$. que retorna ' fonte. cordão de fibra de lançamento pr=prio para o O+5P utili. e%istente nesse ponto • "omo o espal!amento é !omog&neo em todas as direçJes. parte dessa energia luminosa retorna ' fonte #O+5P$ • 4 lu. é atenuada • 4o c!egar no ponto :. proporcional ' lu. que retorna ' fonte também é atenuada B importante observar que a atenuação do retorno ' fonte é igual ' atenuação do sinal até o ponto :. o instrumento fa.ação do ponto :. no v>cuo e # é o índice de refração fornecido ao instrumento$ B importante observar que a atenuação s= é precisa se o espal!amento de PaQleig! for !omog&neo em toda a fibra =ptica 4s vantagens deste tipo de medida é que necessitamos de apenas uma ponta da fibra. provoca o espal!amento de PaQleig! das moléculas de vidro desse ponto.a defeitos. não é destrutivo. ∆t uso da seguinte f=rmula R = v . com intensidade proporcional ' lu. possibilita medir comprimentos. onde @ • R é a distFncia entre o ponto : e o início da fibra =ptica • ∆t é o tempo de propagação do sinal luminoso de ida e volta ao ponto : • v é a velocidade da lu. das moléculas de vidro.ado #pig tail$ e o O+5P O Site da Eletrônica Fibras Ópticas !ttp(11222 li facens br1eletronica @6 . podemos citar( • 8ossui pequena fai%a dinFmica de medidas • 4 atenuação s= é precisa se o espal!amento de PaQleig! for !omog&neo em toda a fibra =ptica • <ecessita do índice de refração • <ão mede atenuação espectral Sua utili. bem como o tempo gasto para que o impulso gerado v> até o ponto : e retorne ao início da fibra 8ara que o O+5P possa calcular a locali.

se os impulsos tiverem forma Aaussiana #distribuição de Aauss$.TESTE DE LARGURA DE BANDA O Site da Eletrônica Fibras Ópticas Este teste determina a m>%ima velocidade de transmissão de sinais que uma fibra =ptica pode ter. mede a capacidade de resposta da fibra =ptica O teste é reali.ado com o ob-etivo de sabermos se a fibra =ptica tem condiçJes de operar com a ta%a de transmissão especificada para o sistema E%istem duas formas b>sicas de reali.no domínio do tempoC $ no domínio da freq/&ncia 8ara a reali.ação do teste no domínio do tempo devemos reali. mede-se a largura dos impulsos ' meia altura #D7? da m>%ima amplitude$ $ calcula-se a largura de banda por( * = onde( 3 @ D ⋅ σS − σ@ E !ttp(11222 li facens br1eletronica @H .através do laser de g>s.armos a medida( . gera-se um impulso luminoso de curta duração $ com o oscilosc=pio mede-se as formas de onda dos impulsos de entrada e saída .ar a montagem da figura abai%o Kedida no domínio do tempo . ou se-a.

se os impulsos não apresentarem forma Aaussiana.endo uma varredura na freq/&ncia de modulação 4 energia luminosa é introdu.@ σS é a largura ' meia altura do impulso de saída @ σE é a largura ' meia altura do impulso de entrada O Site da Eletrônica Fibras Ópticas . fa. manutenção$ Este teste consiste em modularmos uma fonte de lu.. obtem-se a largura de banda passante no +∞ domínio da freq/&ncia definida por( . senoidalmente.#W$0 8s#W$ 8E#W$ onde( 8s#W$ é a pot&ncia de saída em função da freq/&ncia de modulação 8E#W$ é a pot&ncia de entrada em função da freq/&ncia de modulação 4ssim obtemos( onde pode-se obter a banda passante * 4 largura de banda típica para fibras multimodo é menor que 3777K..#W$ B recomendado para situaçJes de campo #instalação. através de medidas. 9m #D77 a N77$ em LD7nm e para fibras monomodo temos de 37 a 377A. da função .ida na fibra =ptica e detectada na outra e%tremidade por um medidor de pot&ncia Kedida no domínio da freq/&ncia O m=dulo da função transfer&ncia é dado pela seguinte e%pressão( . = −∞ +∞ −∞ ∫ 8S # t $ ⋅ e −i⋅ϖ⋅t dt dt ∫ 8E # t $ ⋅ e −i⋅ϖ⋅t onde ( 8S # t $ é a forma do impulso de saída 8E # t $ é a forma do impulso de entrada O teste de largura de banda no domínio da freq/&ncia consiste na obtenção direta. 9m em 3677nm !ttp(11222 li facens br1eletronica @D .

num anteparo graduado 5esta maneira se obtem o Fngulo de abertura do fei%e luminoso TESTE DO PERFIL DE ÍNDICE DE REFRAÇÃO !ttp(11222 li facens br1eletronica @N .D "omo a abertura numérica é equivalente ' distribuição de lu. no campo distante 4s medidas são obtidas através de um detector que percorre um deslocamento angular ou pela pro-eção do fei%e de lu.@ o que corresponde a um Fngulo α0@6 e α033.D a 3$  . o teste mede a intensidade de lu. onde( TESTE DE ABERTURA NUMÉRICA 4 abertura numérica é um nImero que define a capacidade de captação luminosa da fibra @ =ptica e é definida por( 4< = n3 − n@ @ . onde( n3 é o índice de refração do nIcleo n@ é o índice de refração da casca α ou ainda( 4< = sen . podendo variar de 7. onde tem maior importFncia O valor típico para abertura numérica nas fibras multimodo D713@Dum é 7.ado em sistemas de fibras multimodo pois quando emendamos fibras com larguras de banda diferentes o resultado pode ser imprevisível )ma   e%pressão que prev& estatisticamente a largura de banda resultante é( * = ∑*i −3 γ   i −γ O Site da Eletrônica Fibras Ópticas *i é a banda passante do i-ésimo trec!o é o fator de concatenação de modos determinado empiricamente #para fibras =pticas multimodo 0 7.L é um valor típico.a é intrínseca ' pr=pria fibra e é definida na fabricação. do campo distante. desse campo Kedida da distribuição de lu. onde( @ Esta grande.Este teste é importante ser reali.

c!amada m>quina de fusão. protegendo-a contra quebras e fraturas 4p=s a proteção a fibra emendada é acomodada em recipientes c!amados cai%a de emendas 4s cai%as de emendas podem ser de v>rios tipos de acordo com a aplicação e o nImero de fibras )mas são pressuri. o que provoca o derretimento das fibras e a sua soldagem O arco voltaico é obtido a partir de uma diferença de potencial aplicada sobre dois eletrodos de metal 4p=s a fusão a fibra é revestida por resinas que tem a função de oferecer resist&ncia mecFnica ' emenda.o cabo não deve ser tracionado pelas fibras ou elementos de enc!imento ad-acentes a elas.ação CONFECÇÃO DE EMENDAS E%istem dois tipos b>sicos de emendas que podem ser efetuadas( .o cabo deve ser limpo e lubrificado a fim de diminuir o atrito de tracionamento .a velocidade de pu%amento não deve ser muito elevada para permitir uma parali. ap=s o alin!amento apropriado. para .durante todo o pu%amento . no campo pr=%imo INSTALAÇÃO DE CABOS "abos =pticos requerem cuidados especiais para instalação pois as fibras são materiais fr>geis e quebradiços 5eve-se observar que( .deve-se pu%ar o cabo com um destorcedor para permitir uma acomodação natural do cabo no interior do duto ou canali. esta sim com limites específicos O valor do índice de refração num determinado ponto é proporcional ' distribuição de lu. através de uma célula de carga .ação imediata se necess>rio .não se deve e%ceder a m>%ima tensão de pu%amento especificada para o cabo Esta deve ser monitorada. limpa e clivada.ida numa m>quina .>veis ou imperme>veism.o cabo não deve sofrer curvaturas acentuadas. mas sim pelos elementos de tração ou aço e%istentes no cabo .Este teste tem maior importFncia na fase de fabricação de fibras =pticas <ão e%istem limites para o perfil de índice .emenda por fusão . que qualquer imperfeição no mesmo implica numa diminuição da banda passante da fibra =ptica .uma ve.emenda mecFnica EMENDA POR FUSÃO <este tipo de emenda a fibra é introdu. ser submetida ' um arco voltaico que eleva a temperatura nas faces das fibras. do campo pr=%imo O Site da Eletrônica Fibras Ópticas Kedida da distribuição de lu. outras resistentes ao sol. o que pode provocar quebra das fibras em seu interior . para instalação aérea !ttp(11222 li facens br1eletronica @M .

ar pois o custo desses dispositivos é relativamente barato. além de serem reaproveit>veis CONECTORES Os conectores utili. sendo que e%istem tr&s tipos de acoplamentos frontais( .quando a superfície de saída é igual ' de entrada . c!amados líquidos casadores de índice e refração.quando a superfície de saída é maior que a de entrada .4 "RSO4AEK é o processo de corte da ponta da fibra =ptica B efetuada a partir de um pequeno ferimento na casca da fibra =ptica #risco$ e a fibra é tracionada e curvada sob o risco.ido de emendas a reali.quando a superfície de saída é menor que a de entrada E também e%istem dois tipos de acoplamentos lenticulares( .simétrico !ttp(11222 li facens br1eletronica @L . assim o ferimento se propaga pela estrutura cristalina da fibra O Site da Eletrônica Fibras Ópticas 4 qualidade de uma clivagem deve ser observada com microsc=pio EMENDA MECÂNICA Este tipo de emenda é baseado no alin!amento das fibras através de estruturas mecFnicas São dispositivos dotados de travas para que a fibra não se mova no interior da emenda e contém líquidos entre as fibras . que tem a função de diminuir as perdas de Fresnel #refle%ão$ <este tipo de emenda as fibras também devem ser limpas e clivadas Este tipo de emenda é recomendado para aqueles que tem um nImero redu.am acoplamentos frontais ou lenticulares.

alin!amento .montagem simplesC .para fibra Inica .montagem .para v>rias fibras #mIltiplo$ "onector para fibra Inica !ttp(11222 li facens br1eletronica @G .características de transmissão das fibras E%istem conectores( .forma construtiva est>velC .O Site da Eletrônica Fibras Ópticas .pequenas atenuaçJesC .assimétrico Os requisitos dos conectores são( .proteção das faces das fibras Os fatores que influenciam na qualidade de um conector são( .

a o alin!amento podemos ter v>rios tipos de estruturas sendo que os mais comuns são os circulares e os tipo O-APOOOE Os tipos circulares são recomendados para conecçJes duradouras enquanto que os O-APOOOE para situaçJes provis=rias de conecçJes de fibras nuas#sem revestimento$ +ipos de alin!amentos de fibras =pticas !ttp(11222 li facens br1eletronica 67 .O Site da Eletrônica Fibras Ópticas "onector mIltiplo "om relação ' forma que se reali.

Rargura espectral( os lasers tem largura espectral menor que os leds. e diferenciam-se entre sí sob diversos aspectos( .adas( RE5 e R4SEP "ada um destes dois tipos de fontes oferecem certas vantagens e desvantagens. o que proporciona menor dispersão material .+ipos e velocidades de modulação( os lasers tem velocidade maior que os leds.8ot&ncia luminosa( os lasers oferecem maior pot&ncia =ptica se comparados com os leds RE5 ( #-M a -3Hd*m$ R4SEP ( #3d*m$ . mas necessitam de circuitos comple%os para manter uma boa linearidade !ttp(11222 li facens br1eletronica 63 .' F%#&'( Ó)&*c+( 8ara sistemas =pticos.O Site da Eletrônica Fibras Ópticas F%#&'( Ó)&*c+( T*)%( . encontramos dois tipos de fontes =pticas que são freq/entemente utili.

de acordo com o comprimento onda dese-ado( X 4lAa4s #arseneto de alumínio e g>lio$ para LD7 nm X SnAa4s8 #arseneto fosfeto de índio e g>lio$ para 3677 e 3DD7 nm O Site da Eletrônica Fibras Ópticas 4través das características de ambos os elementos. pois a dificuldade de fabricação é maior . vamos tomar um laser a g>s #. emitido pelo laser é mais concentrado que o emitido pelo led.4coplamento com a fibra =ptica( o fei%e de lu."ustos( os lasers são mais caros que os leds. faremos um breve entendimento sobre os conceitos b>sicos do laser. menor a sua energia Euando um elétron gan!a energia ele muda de sua =rbita para uma =rbita mais interna. bem como o seu funcionamento como fonte =ptica LASER 8ara entendermos o funcionamento de um laser.Puídos( os lasers apresentam menos ruídos que os leds 4mbos podem ser fabricados do mesmo material.es mais$.Oida Itil e degradação( os leds tem vida Itil maior que os lasers #apro%imadamente 37 ve.OariaçJes com temperatura( os lasers são mais sensíveis que os leds ' temperatura . ra.ação dos fenômenos )m >tomo é composto de um nIcleo e de elétrons que permanecem girando em torno do mesmo em =rbitas bem definidas Euanto mais afastado do nIcleo gira o elétron. vemos que o laser é o que nos fornece uma maior pot&ncia luminosa e uma menor largura espectral.e<e$ de maneira did>tica onde os nImeros usados são ilus=rios para maior visuali. além de ter degradação bem definida . permitindo uma efici&ncia de acoplamento maior . sendo este um estado não natural para o >tomo mas sim forçado !ttp(11222 li facens br1eletronica 6@ .ão pela qual é amplamente empregado nos circuitos =pticos 5esta forma..

volte a sua condição natural. a energia arma. girando em =rbitas maior internas B como se o >tomo fosse engatil!ado para o disparo de ondas eletromagnéticas #os f=tons$ Esse estado é conseguido através de altas tensJes de polari.enada em forma de ondas eletromagnéticas Se tivermos uma quantidade de >tomos suficientes engatil!ados e se a concentração de lu. liberando a energia recebida em forma de ondas eletromagnéticas de comprimento de onda definido em função das =rbitas do >tomo O Site da Eletrônica Fibras Ópticas E%istem duas condiçJes b>sicas para que o fenômeno laser aconteça( • Snversão de população • 4lta concentração de lu. não proporcional ' corrente vida Itil bai%a #37777 !oras$ sensível a variaçJes de temperatura !ttp(11222 li facens br1eletronica . coerente altas pot&ncias monocromaticidade diagrama de irradiação concentrado altas tensJes de polari.$ 4s características típicas de um laser são( • • • • • • • • 66 lu. ou se-a. liberando portanto.ação flu%o de lu. é a perturbação necess>ria para que o >tomo dispare."omo esse estado não é natural. for suficiente teremos um efeito multiplicativo onde o f=ton gerado gera outros f=tons. o >tomo por qualquer distIrbio tende a voltar a seu estado natural. 4 inversão de população é o estado em que uma grande quantidade de >tomos ficam com elétrons carregados de energia. obtendo-se assim o fenômeno laser #emissão de radiação estimulada amplificada pela lu.ação fornecidas ao laser #@77 ' 677O$ 4 alta concentração de lu.

ou se-a. ou mais$ Os lasers usados em sistemas =pticos são feitos de materiais semicondutores. grande banda de passagem #3 A!. da diferença de intensidade de campo elétrico e dos espel!os #face polida$ do cristal semicondutor !ttp(11222 li facens br1eletronica 6H .O Site da Eletrônica Fibras Ópticas • alto custo • pr=prio para sinais digitais • altas velocidades. os quais geram comprimentos de onda apropriados para transmissão #-anelas de bai%a atenuação$ 4 cavidade onde ocorre o fenômeno laser é obtida através da diferença entre os índices de refração das v>rias camadas.

O Site da Eletrônica Fibras Ópticas E%istem dois tipos de lasers quanto ao tipo de fabricação( . c!amados lasers AR5 #gainguide laser diode$ . c!amados lasers SR5 #inde% guide laser diode$ 4s suas principais diferenças são( a$ "orrente de acionamento AR5( D7 ' 3@7 m4 SR5( 37 ' N7 m4 b$ 4stigmatismo AR5( forte SR5( muito fraco c$ Sensibilidade AR5( bai%a !ttp(11222 li facens br1eletronica 6D .ida por corrente.Rasers cu-o guia de onda é incorporado pela variação de índice de refração.Rasers cu-o guia de onda #cavidade ressonante$ é indu.

SR5( alta d$ +écnica de fabricação AR5( simples SR5( comple%a O Site da Eletrônica Fibras Ópticas Os lasers são geralmente montados em m=dulos que tem a função b>sica de garantir um perfeito funcionamento e alin!amento em condiçJes de operação. pois são componentes !erméticos ou selados !ttp(11222 li facens br1eletronica 6N .