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República Federativa do Brasil - Ministério dos Transportes

Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT Diretoria de Planejamento e Pesquisa Coordenação Geral de Meio Ambiente

NOTA TÉCNICA: INSTRUÇÕES SOBRE OS TRANSPLANTES E ESTIMATIVA DE QUANTITATIVO DE JERIVÁS

RODOVIA: BR-116/RS TRECHO: Div. SC/RS (Rio Pelotas) – Jaguarão (Front. BR/URU) SUBTRECHO: Entr. RS-703 (p/Guaíba) – Acesso a Pelotas SEGMENTO: km 300,540 ao km 511,760 EXTENSÃO: 211,22 km CÓDIGO DO PNV: 116BRS3275-116BRS3355

Camaquã/RS | Novembro/2012

....................................................... 3  3  EPÍFITAS ........... 12  Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 1 .. ............ ........... J JERIVÁ ....................... ... ............................ ........... .. .1 1  3......................... ........ .................................................... ..................................................... .... 5  3............... 5  MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DE EP PÍFITAS – BR-116/RS . . 7  TOS E INFORMAÇÕES DE D CAMPO ........................ ........1 1  QUANTITATIVO ESTIM MADO DOS JER RIVÁS (SYAGR RUS ROMANZO OFFIANA) ................. .................................. 10  DOCUMENT METODOLO OGIA PARA DEFINIÇÃO D DE SUPRES SSÃO DE INDIVÍDUOS D DA ESPÉCIE E ............. .. 5  RECIBO DE DOAÇÃO DE D MATERIA AL VEGETAL L ............................................... ......................................... .............................................SUMÁRIO O 1  2  A APRESENTA AÇÃO .................2 2  4  5  6  RESGAT TE .............................. ........... 2  PROCEDIME ENTOS PAR RA O TRANS SPLANTE DE E ESPÉCIES IMUNES AO O CORTE E AMEA AÇADAS DE E EXTINÇÃO O .... .... ................................................................................... ........ ............................................. 11  6.... .............

trecho Div. . Cont En ng. segm apresenta Nota a Técnica.1 A APRESENTA AÇÃO A ST TE . Ftal Alin ne Ceolin CREA-RS 1 184294 Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 2 .540 ao km 511. mento km 300. BR/UR).A Acesso a Pelotas. empres sa de enge enharia con nsultiva.. detentora do contrato nº 631/2012. referente aos a proced dimentos ad dotados pa ara o Progr rama de trole da Sup pressão de Vegetação o e Conserv vação da Flo ora. 5 código PNV V 116BRS3 3275-116BR RS3355.Serviç ços Técnico os de Enge enharia S.A A.760. SC/ / RS (Rio Pe elotas) Jaguarão (Fron nt. RS-703 (p/ Guaíba) G . subtrecho o Entr. cujo objet to é a Gestão Ambiental abrang gendo a ervisão e o Gerenciam mento Amb biental das Obras de Implantaçã ão/Construç ção com Supe Pavim mentação ou o Duplicaç ção na Rod dovia BR-11 16/RS.

visando o à estabilidade da árvore. podendo va ariar confo orme o po orte da ár rvore.0 m de profun ara o suces sso do proc cedimento de d transpla ante que o torrão de solo s seja fundamental pa zes. deve ser com mpactado o solo em vo olta da árvo ore. para que a árvo ore não de espenda nutri ientes.2 PROCEDIME ENTOS PAR RA O TRA ANSPLANTE DE ESPÉCIES IMUN NES AO CORTE E A AMEAÇADA AS DE EXTIN NÇÃO As espécies ind dicadas par ra transplan nte estarão o marcadas s com fita z zebrada e deverão t das para lo ocais com característic c cas similare es ao de or rigem. Para as palmeiras s Butiá (Bu utia capitat ta) e Jerivá á (Syagrus s romanzof ffiana) o ideal é uma u poda visando v a retirada r de folhas seca as e depau uperadas. No os dias subs sequentes.0 metro do o tronco. estab Quan nto a irrigação. doentes e mal m localizados. para a melhor ser transplanta adap ptação. Quanto ao Camba ará (Gochna atia polym morpha) e a Coronilha a (Scutia buxifolia b ) deve se er realizad da uma po oda leve. Se as s espécies s de gran nde porte transplantadas não o estiverem m bem bilizadas ap pós a comp pactação do o solo. at tingindo A escavação da ndidade. deixando apenas as a folhas jo ovens e cen ntrais. consider rando as co ondições cli imáticas Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 3 . a fim de evitarem e ferimentos nos caules e estipes. omenda-se o uso de maquinário compatív vel com o porte das s árvores a serem Reco trans splantadas. entarde ecer do dia. d visand do o mel lhor pegamento. mantido em volta das raíz ova deverá á ter dime ensões que excedam m as dime ensões do torrão e após o A co trans splante. no favoráveis. deve e-se escora ar a árvore. pode ser re ealizada em m intervalos. a fim de ev vitar que Depo fungos se instalem nos fer rimentos. • e co onhecidas como c Figue eiras (gêne ero Ficus) e para a Para as diversas espécies ra-do-banha ado (Eryth hrina cristag galli) pode-se procede er uma pod da geral Corticeir da copa de modo a deixá-la com 2/3 de seu volume e inicial. . deve e ser realiz zada procu urando elim minar os ramo os depaupe erados. A po oda na árv vore a ser transplant tada. essa a deve ser r realizada a diariamen nte na primeira sem mana do trans splante. .5 a 2. a trincheira a deve ser feita a pelo o menos 1. que objet tive uma boa execu ução de transplante. É 1. • • ois de feita a poda. A seguir est tá descrita a a poda específica para cad da espécie e a ser trans splantada. de eve-se imed diatamente e fazer o tra ansplante.

1 Butiá – Butia a capitata Figura 2. Corticeira – Ery rytrina cristaga alli Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 4 . Figura 1.Exem mplos de po oda de indiv víduos após transplan nte.

pois sã ão ornamen ntais. como roc chas. Pode em fixar-se até mesmo o em objeto os elevados s. Send do assim. As plantas ep pífitas não prejudicam p hospedeira.2 Manual de e identificaç ção de epífi itas – BR-11 16/RS Figura 3. a extração ilegal é a principal p sa da vulnerabilidade dessa espé écie. este é um tecido formado por células mortas que atuam m como uma esponja ab bsorvendo a umidade e nutriente es do ar. brom mélias e orq quídeas. Bromélia – A Aechmea recu urvata Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 5 . As brom mélias são muito res sistentes às à intempé éries e ada aptam-se c com facilid dade ao manejo de um lugar para outro. poste es de luz e telhas. 3. poeira e pequenos s insetos mort tos. t Na área á de influência da duplicação o da BR-11 16/RS enco ontram-se 2 tipos de epífitas. Orq quídea – Cattl tleya intermed dia Figura 4. 3. em seguida pela destruição o dos habita ats onde caus estas s ocorrem. co om grande incidência de luz e umidade. O principal motivo de esta situaçã ão é o valor econôm mico que elas representa am. descritas sucintamente a seguir.3 EPÍFITAS tas são pla antas que vivem v sobre outra pla anta e não enraízam no solo. varia Orqu uídeas . Este tipo de plant ta não possui caule. apenas a árvore h fixam m-se para alcançar a se eu ambient te ideal. As orquí ídeas têm as a raízes re evestidas co om uma espé écie de velame. O principal uso come ercial para as orquíde eas é ornamental. servem co omo nutriç ção.1 Resgate Justif fica-se o re esgate das epífitas de evido ao gr rau de vuln nerabilidade e em que estas e se enco ontram atualmente. que depois d de decompos stos e misturados. São usualment te utilizadas como res sidência pelos mais ados insetos. Brom mélias . as a folhas fo ormam rosetas verticais ou acha atadas que e podem form mar uma esp pécie de co opo central para reten nção da águ ua. oc correndo Epífit em florestas f tro opicais.sã ão comuns s em áreas com clim ma quente e e úmido o. po orém a grande maioria apresent ta flores pequ uenas e folh hagens pou uco atrativa as.são o plantas o ornamentais nativas do contine ente americ cano.

Cravo-do-m mato – Tilland dsia geminif iflora Figura 9. Br romélia – Aech hmea calycula ata 1 Bromélia – Billbergia nu utans Figura 12. Orquídea O – Ac cianthera pube bescens Figura 7. Bromélia B – Vrie esea gigantea a Figura 6.Figura 5. Cravo o-do-mato – Ti illandsia aeran nthos Figura 10. Barba-de-velho – Tillan ndsia usneoi ides Figura 11. Orquídea – Oncidium O sp Figura a 8. Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 6 .

carre Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 7 . vege O primeiro documen nto deve ser mpletado com a anteriormente ao carre egamento do d material lenhoso. oriu undo da A se supressão de vegetação para p limpez za de terren no e o termo de aceite e de transplante de etação. este deve ser preenc chido em duas vias pelo Lote responsável ou u pela equ uipe da Ge estão Ambiental e en ntregue ao o responsáv vel pelo egamento.4 RECIBO DE DOAÇÃO DE D MATERIA AL VEGETAL L eguir será apresenta ado o recib bo de doa ação de material m ve egetal.

  Coordenadas UTM  e/ou Km (origem)  x  y  Coordenadas UTM  e/ou Km (destino)  x  y  Nº  Espécie  Volumes  m³  m   st                                                                                                                                                                   ______________. ______________ de____ de_____.  O  receptor  é  ciente  de  que  não  poderá  destinar  economicamente  o  material  objeto  desta  doação.                               RODOVIA BR‐116/RS – DUPLICAÇÃO TRECHO GUAÍBA – PELOTAS  Programa de Supressão de Vegetação  RECIBO DE DOAÇÃO DE MATERIAL VEGETAL Nº________    O  DNIT/RS.  faz  doação  a  _______________________________________  CNPJ  nº  _____.  de  material  vegetal  oriundo  da  Supressão  da  Vegetação  do  Lote            ._____._____‐_____.    __________________________________________  Assinatura  8 .  por  meio  deste.  endereço  _________________________________.  conforme  Licença  de  Instalação  nº  875/2012  e  Autorização  de  Supressão  nº  685/2012.  emitidas  pelo  IBAMA.

    ______________._____.  da  equipe  que  fará  o  acompanhamento periódico dos exemplares transplantados. Portaria IBAMA nº 37N de 1992 e Plano Básico Ambiental.    ______________________________  Proprietário: __________________________  CNPJ/CPF nº ___.519/1992.___‐__  9 .  de  acordo  com  Lei  Estadual  nº  9.  por  meio  deste. _____________ de____ de _____.___._____‐_____.   O  proprietário  autoriza  a  entrada  em  sua  propriedade.   Relação das  espécies          Origem (km e/ou  coordenadas)          Coordenadas UTM  (destino)  x  y                  Quantidade          O receptor dos transplantes.  transplanta  para  a  propriedade  de  _____________________________________  CNPJ/CPF  nº  _____.    RODOVIA BR‐116/RS– DUPLICAÇÃO TRECHO GUAÍBA – PELOTAS  Programa de Monitoramento e Conservação da Flora  RECEBIMENTO DE TRANSPLANTE(S) DA FLORA Nº________    O  DNIT/RS.  endereço  ______________________________________.099/2002.  os  seguintes  indivíduos  vegetais  do  Lote            .conforme  Licença  de  Instalação  nº  875/2012  e  Autorização  de  Supressão de Vegetação nº 685/2012. acima descrito. emitidas pelo IBAMA. responsabiliza‐se pela preservação destes  indivíduos.  Decreto  Estadual  nº  42.

5 DOCUMENT TOS E INFORMAÇÕES DE D CAMPO o docume entos e info ormações de d campo necessárias s para o A seguir serão descritos os amento do Programa de d Supressão da Vege etação. Termo de d recebime ento de transplantes da d flora. Lista de transplantes efetuado os. Licença para uso de motosser rra. Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 10 . Dados de cubagem m de material vegetal suprimido. anda • • • • • Termo de d doação/r recebimento material lenhoso.

mesm Além m dos par râmetros de fitossa anidade. uma vez que os tran nsplantes d de indivíduo os desta procedimento e assim red écie não es stava previsto no Inv ventário Flo orestal e por p conseq quência não o foram espé orçados previam mente. Sugere e-se como o critério de limitaç ção de altura mínima.0 metros de altura tota al.6 METODOLO OGIA PARA DEFINIÇÃO D DE SUPRES SSÃO DE INDIVÍDUOS D DA ESPÉCIE E JERIVÁ forme recom mendação do Departa amento de Florestas e Áreas Pro otegidas (DE EFAP). segurança do procedimento e porte do os indivíduos. Para isso. o qu ue torna o procedimento de tran nsplantes de d 100% dos indivíduos i e extremame ente oneros so. cênic cos. altur A lim mitação de altura mínima m justifica-se para que indivíduos s com porte que caracterizam mudas m não sejam con ntabilizados s para operação de t transplante e. i suger re o transp plante sele etivo. elabo orada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEM MA) e tamp pouco no Código C Flo orestal Esta adual (Lei 9. dando prioridad de para ind divíduos potencialmente e saudáveis s e com maiores chan nces de prosperar ao o procedime ento. a Conf espé écie Syagru us romanzo offiana. a abundância des ste na regiã ão. prop põe-se limit tar uma ra mínima e máxima das d árvores s a serem tr ransplantad das. foi inclusa nos procedimentos de transp plantes da as espécies arbóreas s descrito no Plano Básico biental (PBA A). o qual de efine as espé écies imune es ao corte no estado do RS. Amb Ress salta-se que e a espécie e não conte empla a List ta das Espé écies Amea açadas de Extinção E do Rio R Grande do Sul (20 002). . com fo olhas pinadas. Porta anto. pois o o de exem mplares tornariam os s procedim mentos de transplant tes com grande número os elevado os. con nhecida pop pularmente e como Jerivá.0 met tros e meno or que 6. stata-se ainda.0 metro os.519/92). Somando-se ao o fato do Je erivá não ser s ampara ado por ne enhuma leg gislação esp pecífica. para que dessa Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 11 . Reco omenda-se que a ope eração de transplante t e seja efetu uada em in ndivíduos de d Porte Médi io maior qu ue 2. visando v dim minuir o nú úmero dest tes que ser rão submet tidos ao duzir custos s. dificuldade de acess so. A ca arência de máquinas adequada as por par rte das con nstrutoras para exec cutar as oper rações de transplante t com indivíduos de grande porte vem a ju ustificar a proposta p em questão q de limitar a altura das ár rvores para a indivíduos s adultos. os custo exem mplares com altura to otal de até é 2. mencio onados no PBA. torna-se fundam mental a cri iação de pa arâmetros para definição dos ind divíduos a serem transp plantados. caracte erizando porte e pequeno o. e tem m-se a con ncepção da a importânc cia da espé écie em te ermos ecoló ógicos e No entanto. ao mo tempo em que pro omova a co onservação da flora e da fauna. Indivíduo os acaules s (plântulas) ou com m folhas simples não serão trans splantados. principalmente ao longo da ro odovia a cons ser duplicada d (Guaíba-Pelotas).

os 9 lot tes de obr ra foram percorridos p pelas equ uipes de ervisão Ambiental com m uma velo ocidade ent tre 30 a 40 km/h e paradas em lo ocais de Supe grande concen ntração de jerivás.Grande 156 57.Mé édio 278 31. apon A classificação o das árvo ores foi re ealizada lev vando em considera ação os se eguintes critérios: • • • equeno: Até é 2.7% P.8% P. Ca ada equipe e contou co om dois observadore es e um ntador. 6.0% To otal 518 5 100 0. as placas p de sinalização s da rodov via.3% P.Pequeno 120 13.Mé édio 232 44.6% P.7 7% P. Porte Pe Porte Mé édio: maior r que 2.2% P.0% To otal 270 2 100 0.Pequeno 138 26.0 0 metros de e altura tot tal.0 metros m de altura total.2% P.Grande 2165 51.Mé édio 82 2 25.Pequeno 48 16. por As alturas exem mplo.00% Total Percentual Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 12 .3% P.2 2% P. os no Qua r amostrais obtidos no o levantamento são apresentad a adro 1 a Os resultados segu uir. o maquinário dispo onível seja capaz c de efetuar a op peração.Mé édio 205 28.54% P. Também foi utiliz zado um telêmetro pa ara medição o das distâncias das árvores á em relação à faixa de domínio.0% To otal 325 3 100 0.Grande 474 54.Pequeno 51 15.8 8% P.Mé édio 137 77 32.8% P.Grande 188 57.Pequeno 124 23.Mé édio 97 7 29.Grande 161 31.8% P.4% P.0 metros m e me enor que 6.Grande 190 58.0 0% P. Porte Gr rande: Acim ma de 6.Pequeno 40 12.4% P.1 Quantitativo estimad do dos Jerivás (Syagrus s romanzof ffiana) m de obter uma estim mativa do quantitativo de árvores s desta esp pécie prese entes no A fim local do empre eendimento o.4 4% P. Resultados R m a contag gem dos jer rivás Lote 1 Lote 2 Lote 3 Lote 4 Lote 5 Lote 6 Lote 7 Lote 8 Lote 9 P.9 9% P.0% To otal 733 7 100 0.0% To otal 397 3 100 0.Mé édio 94 4 34.Mé édio 122 30.0% To otal 4. obtidos com Q Quadro 1.0 metro os de altura total.0% To otal 516 5 100 0. que te em 2. ten ndo em vist ta que o peso o do estipe e da copa é considera avelmente menor.Pequeno 20 7.45% P.8 8% P.Grande 192 66.01% To otal 290 2 100 0.8% P.Mé édio 50 0 17.9% P.8 8% Total dos Lotes P.7% P.Mé édio 217 42.Pequeno 75 18.Pequeno 702 16.0% To otal 872 8 100 0.0% To otal 323 3 100 0.9% P.Grande 200 50.form ma.244 100 0.3% P.Grande 162 31.Pequeno 86 11.Grande 442 60.8% P. a fora am estimad das a partir de ponto os de refer rência conh hecidos como.5 me etros.1 1% P.4% P.

Devido à ocorrê ência de locais com vegetação muito m densa a. onde o a acesso pont tual não e ser realiz zado e a visualizaçã ão ficou pr rejudicada. trans Nota Técnica: Instruções so N obre os transplantes e e estimativa de quantitativo de d jerivás 13 . o quantitativo apresentado pode configura-se uma u estim mativa. pod dendo hav ver diferen nça nos v valores fin nais de splante e co orte.

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