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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL

DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ

COMPRE E PAGUE LTDA., pessoa jurídica de direito privado com sede nesta capital na Rua
da Cultura, nº 18, Centro, vem, mui respeitosamente, por seus patronos que a esta
subscrevem, com fulcro nos artigos 522 e seguintes do CPC, interpor, tempestivamente, o
presente

AGRAVO POR INSTRUMENTO

COM PEDIDO DE PROVIDÊNCIA LIMINAR

por restar inconformada com a r. decisão, proferida nas fls.100/101 dos autos da AÇÃO DE
COBRANÇA nº 1234, em trâmite na 5º Vara Cível da Comarca de Teresina-PI, em que contende
com COMPROU PAGOU LTDA., pessoa jurídica de direito privado com sede nesta capital na
Rua das Falcatruas, 171, Centro, em que recurso de apelação oportunamente proposto pela
empresa ré, ora agravante, foi recebido apenas em efeito devolutivo, em inadmissível
descompasso com a legislação ordinária.

Requer, assim, que V. Exa. se digne em receber e processar o presente instrumento,
juntamente com o comprovante de pagamento do prévio preparo, de acordo com as
formalidades legais, para que possa a agravante ver reformada a aludida decisão na forma
das inclusas razões.

Informa estarem os patronos da causa e os documentos que compõem o presente
instrumento elencados em folha anexa; ao tempo que indica, por oportuno, a Dra. Camilla
Nérica, inscrita na OAB/PI sob o nº 1.111, com escritório profissional nesta capital na Avenida
Dom Severino, 2190, Bairro Jóquei, para intimações na forma da Lei Processual Civil.

Termos em que,

Pede e espera deferimento.

Teresina, 25 de agosto de 2009

Camilla Nérica Henrique Simões

Advogada - OAB/PI 1.111 Advogado - OAB/PI 2.222

Tiago André

Advogado - OAB/PI 3.333
• NOME COMPLETO DOS PATRONOS DA CAUSA

COMPRE E PAGUE LTDA.: Dra. Camilla Nérica, OAB/PI 1.111, Dr. Henrique Simões, OAB/PI nº
2.222 e Dr. Tiago André,OAB/PI 3.333, todos já devidamente habilitados nos autos, procuração
anexa, endereço profissional nesta capital na Avenida Dom Severino, 2190, Bairro Jóquei.

COMPROU PAGOU LTDA.: Dr. Albertino Neiva Veloso, OAB/PI 3.040, devidamente habilitado
nos autos com procuração anexa. Endereço profissional nesta capital na Rua Alm. Área Leão,
268, Bairro São Cristóvão.

• DOCUMENTOS QUE INSTRUEM O AGRAVO

1. Cópia da decisão agravada;
2. Cópia da certidão da intimação da decisão agravada;
3. Cópia da procuração outorgada aos advogados da Agravante;
4. Cópia da procuração outorgada aos advogados do Agravado;
5. Cópia da petição inicial e dos documentos que a acompanham;
6. Cópia da manifestação do exeqüente acerca da Exceção de Pré-executividade.

..:: RAZÕES DO AGRAVO ::..

AGRAVANTE: COMPRE E PAGUE LTDA.
AGRAVADO: COMPROU PAGOU LTDA.

AÇÃO DE COBRANÇA - Processo n°: 1234/2008, 5ª Vara Cível de Teresina-PI

Egrégio Tribunal de Justiça,

Colenda Câmara,

Ínclitos julgadores,

COMPRE E PAGUE LTDA., já devidamente qualificada, vem perante Vossas Excelências
apresentar os fundamentos fáticos e jurídicos que emprestam embasamento ao presente
Agravo de Instrumento, que tem o fito de reformar a decisão interlocutória da lavra do MM.
Juiz titular do foro em epígrafe em que recurso de apelação oportunamente proposto pela
empresa ré, ora agravante, foi recebido apenas em efeito devolutivo, em inadmissível
descompasso com a legislação, na forma que se passa a argüir.

1. SÍNTESE DA LIDE

Ocupando a posição de Agravante no presente instrumento figura COMPRE E PAGUE
LTDA., livraria que há anos exerce atividades nesta capital sempre com honradez e
integridade, destaque-se. Ocorre que em meados do mês de Dezembro de 2008 houve
incêndio acidental no estabelecimento comercial que acabou por destruir integralmente todo o
estoque de livros – parte destes adquiridos da distribuidora COMPROU PAGOU LTDA., ora
Agravada.

Assim, em exercício de seus direitos, a aludida distribuidora ingressou com Ação de
Cobrançaem 14.03.2009, pleiteando receber as prestações não pagas de compra realizada
pela livraria em 15.10.2008, que totalizavam um total de R$ 27.000,00 (vinte e sete mil reais).
Esta ação em comento teve desfecho em 27.06.2009, ocasião em que sentenciou o douto Juiz
titular da 5ª Vara Cível desta capital, condenando a empresa ré ao pagamento de - pasmem -
R$ 42.000,00 (quarenta e dois mil reais)!

Inconformada com a condenação, haja vista ser um valor completamente destoante do
acertado na compra, a empresa interpôs recurso de Apelação em 02.07.2009, e, exercendo o
necessário juízo de admissibilidade, o magistrado de primeiro grau recebeu o recurso tão-
somente em seu efeito devolutivo, ignorando a situação da condenada, bem como clara
previsão legal, como oportunamente se transcreverá.

Em apertadíssima síntese, são os fatos. Passa-se então a elencar os pressupostos
recursais, para só então adentrarmos no mérito do recurso.

2. DOS PRESSUPOSTOS RECURSAIS

Não são necessários grandes esforços para perceber que restam preenchidos os
pressupostos de admissão do Agravo. Em poucas palavras: a modalidade por instrumento é a
cabível e adequada (art. 522 do CPC); é interposto tempestivamente (art. 188 e art. 522 do
CPC ); apresenta regularidade formal (art. 514 do CPC); o preparo já se encontra pago, como
bem demonstra o comprovante em anexo; e, por fim, não há fatos impeditivos ou extintivos
do direito recursal.
Igualmente, encontram-se presentes os pressupostos subjetivos, na medida em que
detém a recorrente tem interesse jurídico e legitimidade (art. 499, §2º, do CPC).

Assim, nada obsta o recebimento do presente Agravo na modalidade por instrumento
para que se processe nos seus legais efeitos e reste modificada a decisão atacada na forma
das razões que se passa a elencar.

3. DO PERICULUM IN MORA E DO FUMUS BONI IURIS

Com o advento da Lei n 11.187/2005, que alterou o caput do artigo 522 do
Código de Processo Civil, o agravo há de ser, em regra, retido nos autos da ação principal; a
menos que o agravante demonstre o risco de lesão grave e de difícil reparação que acomete
sua pretensão – justificando, assim, a urgência na tramitação e julgamento da matéria
ventilada nas razões recursais.

É o que elucida o mestre BERNARDO PIMENTEL SOUZA, in verbis:

Apesar de a regra ser o cabimento do agravo retido, cabe agravo
de instrumento contra as decisões interlocutórias que causam
lesão grave e de difícil reparação, das decisões de juízo negativo
de admissibilidade da apelação na origem e quanto aos efeitos do
recebimento do recurso apelatório (artigo 522, in fine), bem assim
contra outras decisões interlocutórias recorríveis mediante agravo
de instrumento por força de lei (artigos 475-H e 475- M, § 3º,
primeira parte, ambos do Código de Processo Civil, acrescentado
pela Lei n. 11.232, de 2005, e artigo 100, primeira parte, da Lei n.
11.101, de 2005). Por tudo, a regra do agravo retido é afastada
nas seguintes exceções, nas quais o agravo deve ser por
instrumento: da decisão interlocutória proferida na liquidação de
sentença, da decisão interlocutória que rejeitar a impugnação ao
cumprimento da sentença, da decisão interlocutória de
inadmissão da apelação, da decisão interlocutória relativa aos
efeitos do recebimento da apelação, da decisão interlocutória de
decretação da falência, enfim, de qualquer decisão interlocutória
geradora de lesão grave e de difícil reparação, como nos
exemplos insertos no artigo 558 do Código de Processo Civil.

In casu, pode-se verificar, nos documentos que compõem o instrumento deste
agravo e das razões aduzidas na petição inicial, que a agravante, diante da condenação
exorbitante, e, cerceado seu direito a recurso em efeito suspensivo, encontra-se
indiscutivelmente em ameaça de grave lesão, pois uma descapitalização desta monta
certamente deixará em ruínas a aclamada livraria, em afronta a princípios cardeais de direito,
como a conservação da empresa, do devido processo legal, do duplo grau de jurisdição, da
plena defesa, entre outros.

Se a análise do mérito deste recurso for postergada para oportunidade futura –
ou seja, se este agravo for retido aos autos da ação principal para ser apreciado como
preliminar de eventual apelação – não se conferindo liminarmente efeito suspensivo à
apelação – a empresa certamente será jogada à falência, sem o amparo jurisdicional que por
direito possui.

Destaque-se também que o artigo 527, inciso III, do Código de Processo Civil
confere ao Relator do recurso a possibilidade de deferir, em antecipação, total ou
parcialmente, a pretensão recursal.

O mestre CÁSSIO SCARPINELLA BUENO ensina que:
Assim, por exemplo, quando o autor pede a tutela antecipada e o
juiz de primeiro grau de jurisdição nega a ele, autor, tem de
agravar de instrumento. Quando a situação é de urgência, é
possível que esse agravo de instrumento antecipe os efeitos de
seu provimento, é dizer, antecipe a tutela do próprio recurso (do
mérito do recurso), que, por definição, coincide com o pedido
negado em primeiro grau de jurisdição.” (In: Tutela Antecipada.
São Paulo: Saraiva 2004. p. 93).

Isso posto, imperioso que se tenha como demonstrado o periculum in mora
exigido pelo legislador no caput do artigo 522 do Código de Processo Civil, evitando-se, assim,
lesão ao direito cuja proteção invoca-se perante este douto Juízo para que seja o presente
Agravo processado em sua modalidade por instrumento, com a devida antecipação
da tutela, sendo conferido a este efeito suspensivo para que restem resguardados os direitos
aludidos por esta peticionante.

4. DAS RAZÕES DO PEDIDO

O Código de Processo Civil brasileiro consagra a regra da produção do efeito
suspensivo na apelação, como revela o proêmio do artigo 520: “A apelação será recebida em
seu efeito devolutivo e suspensivo”. Trata-se de regra tradicional, consagrada desde o Cânon
1
1638 do Código de Direito Canônico: “Appellatio exsecutionem sententiae suspendit”

O artigo 520 do CPC é claro ao determinar que a apelação, em regra, é recebida em
seu duplo efeito: suspensivo e devolutivo. Será recebida apenas neste último nas hipóteses
reguladas nos incisos I a VII deste dispositivo, que – frise-se desde já – não abarca a situação
em comento neste recurso.

Reza o dispositivo:

Art. 520. A apelação será recebida em seu efeito devolutivo e
suspensivo. Será, no entanto, recebida só no efeito devolutivo,
quando interposta de sentença que:

I. Homologar a divisão ou a demarcação;
II. Condenar à prestação de alimentos;
III. (Revogado pela L-011.232-2005
IV. Decidir o processo cautelar;
V. Rejeitar liminarmente embargos à execução ou julgá-los
improcedentes;
VI. Julgar procedente o pedido de instituição de arbitragem.
VII. Confirmar a antecipação dos efeitos da tutela;

Resta claro, prima facie, que a presente lide não se enquadra em nenhuma destas
hipóteses constantes no rol do artigo 520, CPC. Porém, por apego ao debate, tecem-se breves
esclarecimentos acerca destas.

1A apelação suspende a execução da sentença” (Código de Direito Canônico. Promulgado pelo Papa JOÃO
PAULO II, traduzido pelo Padre JOÃO CORSO e pelo Bispo TARCÍSIO ARIOVALDO DO AMARAL, e comentado
pelo Padre JESÚS HORTAL. 11ª ed., 1998, p. 700 e 701). Ao comentar o cânon 1.638, reforça o Padre JESÚS
HORTAL: “No novo Código, todas as apelações judiciárias, exceto a do cân. 1644 § 2º, são em suspensivo,
quer dizer, impedem provisoriamente, até nova decisão, a execução da sentença” (p. 701). Remata o
canonista: “No caso da apelação, vale o axioma: ‘durante a litispendência, nada deve ser mudado’” (p.
701).
Ensina o já invocado mestre BERNARDO PIMENTEL SOUZA que:

A regra da existência de efeito suspensivo na apelação,
entretanto, é afastada em várias hipóteses, vale dizer, exceções.
Muitas são extraídas dos próprios incisos do artigo 520 do Código
de Processo Civil: não há efeito suspensivo no recurso apelatório
interposto contra sentença homologatória da divisão ou da
demarcação, condenatória de alimentos, proferida em processo
cautelar, de rejeição liminar ou de improcedência em embargos à
execução, de procedência do pedido de instituição de arbitragem
e da sentença de confirmação da antecipação dos efeitos da
tutela. As respectivas apelações não produzem efeito suspensivo.
Por conseguinte, o recurso apelatório não impede a imediata
eficácia da sentença, razão pela qual é possível a respectiva
execução desde logo. A execução, entretanto, será apenas
provisória, consoante a regra consagrada na segunda parte do §
1º do artigo 475-I e na segunda parte do artigo 521. A regra da
execução provisória da sentença sujeita a apelação sem efeito
suspensivo, entretanto, não é absoluta.

Por força do novel artigo 587 do Código de Processo Civil, com a redação conferida
pela Lei n. 11.382, de 2006, é definitiva a execução aparelhada em título extrajudicial na
pendência de recurso sem efeito suspensivo, salvo no caso de apelação interposta contra
sentença de improcedência de embargos do executado recebidos com efeito suspensivo pelo
juiz de primeiro grau, quando a execução passa a ser provisória (artigos 587 e 739-A, § 1º,
ambos do Código de Processo Civil, com a redação conferida pela Lei n. 11.382, de 2006). No
mais, a execução fundada em título extrajudicial é processada de forma definitiva, como
também corre a execução na pendência de apelação interposta contra sentença de
indeferimento liminar da petição inicial dos embargos (artigo 739). Na verdade, a segunda
parte do novel artigo 587 afasta a execução definitiva somente na pendência de apelação
interposta de sentença de improcedência de embargos recebidos com efeito suspensivo pelo
juiz de origem (artigo 739-A, § 1º), mas não quando os embargos do executado são rejeitados
liminarmente (artigo 739) ou são recebidos sem efeito suspensivo (artigo 739-A, caput).
Fixadas as premissas, eis as primeiras conclusões acerca do efeito suspensivo no recurso
apelatório: 1ª) a apelação geralmente produz efeito suspensivo, o qual impede a eficácia da
sentença e a respectiva execução; 2ª) em hipóteses excepcionais, a apelação não produz
efeito suspensivo, quando há lugar para a execução da sentença, em regra provisória; 3ª) a
execução da sentença impugnada mediante apelação sem efeito suspensivo geralmente é
provisória, mas pode até mesmo ser definitiva, em hipótese excepcional.

Desta feita, fica cristalino que a empresa ré, ora Agravante, teria direito a efeito
suspensivo quando do processamento de seu recurso de apelação, inclusive sendo
esta determinação letra de lei, como bem ficou demonstrado durante o desenvolvimento
deste tópico.

Ainda por apego ao debate, colacionam-se os seguintes julgados que demonstram a
forma uníssona com que a jurisprudência pátria tem encarado situações desta esteira, para
que fique assim reforçado, juntamente com a lei e a doutrina já transcritas, o pleito da
peticionante.

RECURSO - APELAÇÃO - EFEITOS - EMBARGOS À EXECUÇÃO
JULGADOS PROCEDENTES - RECEBIMENTO DO RECURSO
APENAS NO EFEITO DEVOLUTIVO - INADMISSIBILIDADE –
ARTIGO 520 DO CPC - RECEBIMENTO NO DUPLO EFEITO –
RECURSO PROVIDO. VOTO N°: 13871 AGRV.: 7.291.985-0
COMARCA: CAMPINAS AGTE. : BANCO SANTANDER S/A. AGD. :
MARIA ELISA CODÓ DE GODOY

AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXECUÇÃO FISCAL - EMBARGOS À
EXECUÇÃO - REJEIÇÃO LIMINAR - RECURSO DE APELAÇÃO -
RECEBIMENTO APENAS NO EFEITO DEVOLUTIVO -
DESCABIMENTO • ANTE A RELEVÂNCIA DOS ARGUMENTOS
INVOCADOS PELO AGRAVANTE E VISLUMBRANDO-SE RISCO
IMINENTE DE LESÃO GRAVE OU DE DIFÍCIL REPARAÇÃO (ART. 558
CPC), CUMPRE SEJA O RECURSO RECEBIDO EM AMBOS OS
EFEITOS - RECURSO PROVIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N°
907.518-5/5-00 COMARCA: SÃO PAULO AGRAVANTE: SERVIÇO
SOCIAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO -
SECONCI – SP AGRAVADA: FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO
VOTO 11480

AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO CAUTELAR SATISFATIVA
AJUIZADA PELA PREFEITURA DE SOROCABA PARA DEMOLIÇÃO DE
TORRE DE RETRANSMISSÃO DE TELEFONIA CELULAR, JULGADA
PROCEDENTE - APELAÇÃO DA EMPRESA DE
TELECOMUNICAÇÃO RECEBIDA APENAS NO EFEITO
DEVOLUTIVO - GRAVAME IRREPARÁVEL OU DE DIFÍCIL
REPARAÇÃO CARACTERIZADO – PRETENSÃO AO EFEITO
SUSPENSIVO AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 892.721-5/0-00
COMARCA: SOROCABA AGRAVANTE: TNL PCS S.A. (OI) AGRAVADO:
PREFEITURA MUNICIPAL DE SOROCABA VOTO N° 6749

5. DOS REQUERIMENTOS

Ex positis, requer-se

a. O recebimento do presente agravo, e o seu processamento sob a forma de
instrumento, ante o periculum in mora e o fumus boni iuris demonstrados;

b. A antecipação da tutela recursal para liminarmente reformar a decisão
interlocutória proferida, nos moldes apresentados ao longo dessa petição,
garantindo seja recebida a aludida apelação em seu duplo efeito, na forma do
caput do art. 520, CPC;
c. A intimação da Agravada na pessoa de seu patrono, para, querendo, contra-arrazoar
o presente recurso;

d. Ao final, o provimento integral do recurso, para confirmar os efeitos da tutela
recursal, antecipada em sede de liminar.

Termos em que,

Pede e espera deferimento.

Teresina, 25 de Agosto de 2009

Camilla Nérica Henrique Simões

Advogada - OAB/PI 1.111 Advogado - OAB/PI 2.222
Tiago André

Advogado - OAB/PI 3.333