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Escola Livre de Musica Arte & Som

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Eduardo Cassim

2012 Aleluia e Glória ao Rei
“Louvai ao Senhor. Louvai a Deus no seu santuário; .... louvai-o com instrumentos de cordas... Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor.” (Salmos cap.150: versos.1, 4 e 6)

"O segredo de uma vida empolgante não está em descobrir maravilhas, mas em procurá-las". A frase de Augusto Ruschi

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Índice

...................................................................................................................................................................... Noções Musicais Básicas ...........................................................................................................................5 Introdução ao Violão e à Guitarra ..............................................................................................................8 Conhecimentos Gerais .......................................................................................................................... 8 Afinando o Instrumento ........................................................................................................................ 8 Postura........................................................................................................................................................9 Posição do Corpo .................................................................................................................................. 9 Posição do Instrumento ....................................................................................................................... 10 Posição da Mão Esquerda ................................................................................................................... 17 Posição do Polegar .............................................................................................................................. 17 Posição do Pulso ................................................................................................................................. 17 Posição da Palma da Mão ................................................................................................................... 18 Posição do Dedo Mínimo.................................................................................................................... 18 Posição do Cotovelo Esquerdo ........................................................................................................... 18 Posição da Mão Direita ....................................................................................................................... 19 Usando os Dedos da Mão Direita ....................................................................................................... 19 Tocando com os Dedos da Mão Direita .............................................................................................. 20 Tocando com a Palheta ("picking") .................................................................................................... 20 Exercícios 0 ..................................................................................................................................... 23 Tablaturas .................................................................................................................................................29 Noções Elementares de Teoria Musical .......................................................................................... 30 Lendo Tablaturas .....................................................................................................................................35 Violão, Guitarra e Baixo ..................................................................................................................... 35 Intervalos..................................................................................................................................................42 Formação de Acordes (parte I) ...............................................................................................................42 Formação de Acordes (parte II) ...............................................................................................................44 Noções de Campo Harmônico ............................................................................................................ 44 Progressão de Acordes .............................................................................................................................45 Tabela de Transporte de Acordes ............................................................................................................46 Escalas......................................................................................................................................................47 Introdução ........................................................................................................................................... 47 Escala Cromática................................................................................................................................. 52 Escala Diatònica Maior ....................................................................................................................... 53 Escala Diatônica Menor Pura .............................................................................................................. 53 Escala Diatônica Menor Melódica Descendente ................................................................................ 54 Escala Diatônica Menor Melódica Ascendente .................................................................................. 55 Escala Diatônica Menor Harmônica ................................................................................................... 56 Escalas Pentatônicas ........................................................................................................................... 56 Escala Pentatônica Maior ................................................................................................................ 57 Escala Pentatônica Menor ............................................................................................................... 58 Escala de Tons Inteiros ....................................................................................................................... 59 Escalas Complementares..................................................................................................................... 59 Boxes................................................................................................................................................... 63 Preencher Escalas ................................................................................................................................ 65

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Exercícios 1 ..................................................................................................................................... 66 Exercício (para ganhar velocidade) .........................................................................................................66 Exercícios 2 ( Ritmos, Musicas, Acordes e Dedilhados que iremos aprender) .............................. 70 Modos ......................................................................................................................................................90 Técnicas de Improviso Parte I.................................................................................................................93 Técnicas de Improviso Parte II ..............................................................................................................94 Palavras Finais .........................................................................................................................................99 Referências ...............................................................................................................................................99

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mas este é o caminho para nos tornarmos bons músicos e desenvolvermos de fato todo nosso potencial) cada um em seu ritmo devemos sim nos dedicar. ao entendimento do que de fato é música para que haja um despertar de consciência afim de que possamos nos aproveitar desta arte como realmente devemos. devemos criar nossas pr*prias metodologias de ensino e buscar cada ve" mais nos aperfei&oar.c om . no mínimo. 'uitas pessoas se quei(am sobre ter que despender algum tempo para entender como funcionam as coisas dentro da música. é preciso que haja amor e dedica&!o aos estudos. ouvirmos coisas boas que nos tragam todo o sentimento e ensinamentos que devem. mas sim amar a esta arte e entende#la tendo o compromisso de pratic$#la da melhor maneira possível. através dela conseguimos transmitir todo o sentimento que desejamos de forma que todas as pessoas sintam isto e com certe"a vale a pena todo o esfor&o para o fa"ermos bem. a emo&!o que sentimos quando interpretamos uma obra vale por todo esfor&o. a música é a mais elevada forma de e(press!o do ser humano.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 4 Introdução É muito importante que as pessoas que gostam de música se dediquem aos estudos ou. ou seja. er músico n!o é ganhar dinheiro fa"endo qualquer coisa que se intitule música. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . %studar música n!o é uma tarefa f$cil. afinal.

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Noções Musicais Básicas
Os nomes das notas +s nomes das sete notas musicais que usamos s!o, DÓ - RÉ - MI - FA - SOL - LA – SI Para escrevermos a música usamos a pauta ou pentagrama composta de - linhas e . espa&os contados sempre de bai(o para cima. /s notas DÓ - RÉ - MI - FA - SOL - LA - SI, forma a escala de tom maior. /s notas da escala também podem ser chamadas de graus. DÓ I RÉ II MI III FA IV SOL V LA VI SI VII

/lguns países como a /lemanha, a 0r!#1retanha e os %stados 2nidos, ainda hoje empregam estas notas. A LA B SI C DÓ D RÉ E MI F FA

SOL

3o 1rasil, usamos as letras do alfabeto também para denominar as cifras, ou seja, os acordes.

Acorde:
/corde é uma combina&!o de sons sucessivos quando arpejados ou simult4neos. Fórmula: 5*rmula é o conjunto de intervalos 6notas7 que caracteri"am um acorde.

Cifras: 8ifras s!o símbolos criados para representar acordes. /s cifras s!o e(pressas por letra do alfabeto, números e sinais, sendo,

A L!

B Si

C D"

D R#

E Mi

F F! So$

+ acorde quando maior é representado apenas pela letra maiúscula 6e(, 87, quando é menor coloca# se um m 6minúsculo7 em seguida da letra 6e(, 8m7. +s acidentes sustenido 697 e bemol 6b7 aparecem logo na frente da letra maiúscula quando indicam a nota fundamental alterada 6e(, 897, podendo também em alguns casos aparecer antes do número que indica o grau a ser alterado :e(, 8;' 69-7<.

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+bs, / nota&!o de acordes por cifras, ainda n!o est$ mundialmente padroni"ada, portanto é possível se encontrar alguns casos de um mesmo acorde sendo notado de maneiras diferentes.

ACIDE%&ES %(istem dois acidentes, 1%'+= 6 b 7 e o 2 >%3I?+ 6 9 7. 2 >%3I?+ 9, %leva a altura da nota em @AB tom 1%'+= b, /bai(a a altura da nota em @AB tom

/tentem para a regrinha, 1ai(ando um C ubindo um C %(emplo, =D subindo um C =D bai(ando um C E F =D9 C F =$b C # 1%'+= 6 b 7 C # 2 >%3I?+

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+bs., /s notas 'I e I n!o admitem 2 >%3I?+ . /s notas 5D e ?G n!o admitem 1%'+=. TABELA DE NOTAS E SEUS ACIDENTES: : : DÓ : : DÓ# : : RÉ# : : : FÁ# : : : RÉ : : MI : FÁ : : SOL : : RÉb : : Mib : : : SOLb : : SOL# : : LÁ : : LÁb : : LA# : : : SI : DO : SIb : :

/s notas em 1emol ou ustenidos podem emitir o mesmo som mas recebem dois nomes diferentes. Podemos di"er que, ?b e igual a 89, %b é igual a ?9, 0b é igual a 59, /b é igual a 09 e 1b é igual a /9 +bserve a disposi&!o das notas no bra&o do instrumento

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Notas em sustenido

Intervalo: Intervalo é a dist4ncia de freqHência sonora que e(iste entre duas notas. + menor intervalo possível entre duas notas é de meio tom 6um semitom7. Por e(emplo, o intervalo entre as notas 8 e ? é de @ tom, ou B semitons. 3o sistema de cifras, a dist4ncia 6ou intervalo7 é sempre definida em rela&!o I nota J@J 6a fundamental7. %m um acorde, cada nota corresponde a um intervalo.

Acidentes ou Semitons: 8omo j$ foi dito, o intervalo entre 8 e ? é de @ tom, e o menor intervalo possível entre duas notas é de meio tom. =ogo, entre 8 e ? e(iste uma terceira nota. %sta nota pode ser chamada de 89 6d* sustenido7 ou de ?b 6ré bemol7. %stas notas que ficam entre as notas naturais s!o chamadas de acidentadas. 89 6d* sustenido7 é a nota d* elevada em meio tom e ?b é a nota ré bai(ada em meio tom, logo, s!o a mesma nota 6o que chamamos JenarmoniaJ7.

Enarmonia, 8omo j$ vimos, enarmonia é uma mesma nota ou um mesmo acorde, definidos com nomes diferentes.

Oitavas: /s escalas musicais se repetem depois de terminar. +u seja, ao se chegar I última nota da escala, volta#se I primeira. / nota que se repete tem o mesmo tom da primeira, mas o seu timbre é bem mais agudo. /s notas naturais s!o apenas ;. + termo usado como KL 6oitava7 é repeti&!o do @M grau) também indica a mesma nota em outra oitava mais grave ou mais aguda.

Arpejos: /rpejos s!o as notas de um acorde tocadas separadamente, em seqHência, ao invés de todas juntas.

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L corda pressionada na -L casa corresponde ao som da NL corda solta 6corda de bai(o7 + som da NL corda pressionada na .L casa corresponde ao som da BL corda solta 6corda de bai(o7 + som da BL corda pressionada na -L casa corresponde ao som da @L corda solta 6corda de bai(o7 + som da -L corda pressionada na . e(ta 6'i7.c om . a >erceira 6 ol7. 'i (Duas oitavas abaixo + bra&o do instrumento est$ dividido em casas 6pequenos ret4ngulos delimitados por uma fina pe&a de metal ou algum outro material7. no sentido da cabe&a 6tarrachas7 para o corpo do instrumento. você precisa de um par4metro para afinar uma corda e partindo dela afinar as outras. Oé -L corda. @L corda.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som " Introdução ao Violão e à Guitarra Conhecimentos Gerais / contagem das cordas se fa" da mais fina para a mais grossa. a Quinta6=$7. >ocando as seis cordas soltas. 'i BL corda. a Quarta 6Oé7. estaremos alterando sua tens!o e conseqHentemente o som emitido por sua vibra&!o. Para afinar nesse tom você precisa ter pelo menos @ corda afinada. /s casas s!o contadas. =$ PL corda. /o pressionarmos uma das cordas com um dedo da m!o esquerda. produ"em as seguintes notas. sem pressionar nenhuma casa delas. resumindo. ol . estaremos tocando uma outra nota musical. você pode colocar as outras de acordo com o tom da pr*pria. assim.L casa corresponde ao som da PL corda solta 6corda de cima7 'as para afinar o instrumento. a egunda 6 i7 e você afinar a corda 'i6%7 por e(emplo. i NL corda.L corda. + som da -L corda pressionada na -L casa corresponde ao som da . a ou a Primeira 6'i7. Isso pode ser feito através da utili"a&!o de um diapas!o 6vendido em casas e du ar do ca ss im @ h ot m a il . a mais usada é no tom de %. é nela que est!o afinados os instrumentos na maioria esmagadora das músicas e(istentes. Afinando o Instrumento / afina&!o ser em v$rios tons.L corda solta 6corda de bai(o7 + som da .

pressionando a parte traseira da co(a. com o ded!o no lugar CerradoE. ao sentar. Para o iniciante e intermedi$rio. Você pode pensar em v$rios guitarristas famosos que tocam dos modos mais estranhos. causando dor) se for mais alto. enfim. menor desgaste e efic$cia.. ent!o se você conseguir colocar a corda no mesmo tom afine as outras a partir dela. de assento redondo. ao receber benefícios nestes três itens. causando dor. ou seja. impedindo a livre circula&!o do sangue. sendo que se você j$ possui uma técnica avan&ada e toca de uma maneira diferente da ensinada aqui n!o significa que esteja errado. pois o som do telefone é de . se o banco for mais bai(o. Posição do Corpo / postura correta do corpo influencia diretamente em seu rendimento) além de facilitar o acesso Is partes do instrumento. como os casos acima citados que tratam de Weith Oichards e) Pat 'etthenX. mas a quest!o é que tudo é muito relativo. as pernas ficar!o JpenduradasJ. sem incomodar#se com pontas. esquecendo problemas como dores. com a parte errada da palheta. sem encosto. recomenda#se o seu uso.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som # especiali"adas7. cuja altura permita que. evita o cansa&o e dores. quando dever$ ser consultado um ortopedista. se você tiver metade da técnica que eles têm esque&a esta parte de Postura e fa&a como achar melhor. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . a menos que aconte&am incUmodos de origem física. cansa&o e JdormênciaJ da perna.c om . É claro que. a articula&!o do joelho ficar$ dobrada em e(cesso. através de outro instrumento ou ainda através do telefone. + assento deve ser redondo 6preferência Is bordas arredondadas # também por causa da circula&!o sanguínea7 para possibilitar um posicionamento correto na abertura das pernas. %stes padrTes s!o universais e proporcionam benefícios comprovados. pois o instrumentista ter$ que se preocupar somente com o aprendi"ado da técnica. suas pernas tenham um 4ngulo reto desenhado ao joelho. Postura / import4ncia de se dominar um posicionamento correto de todo o corpo ao tocar um instrumento reflete diretamente em três fatores. se tornar$ muito mais f$cil o aprendi"ado. principalmente para o iniciante. ?eve#se sentar preferencialmente em um banquinho. +bs. conforto. estes padrTes foram feitos para que haja um m$(imo aproveitamento do instrumento. Isto evita dois problemas.R S" isto significa que a Quinta corda solta tem o som correspondente ao do telefone. cansa&o e até o surgimento de problemas ortopédicos com o passar do tempo.

barriga retraída. causando sifose. a posi&!o do instrumento deve ser semelhante Iquela obtida sentado. e nunca fique JcorcundaJ # estes procedimentos podem tra"er sérios riscos I saúde com o passar dos anos.graus para cima. %(perimente com alguns livros. encontrado em lojas especiali"adas. /lguns músicos usam e recomendam um apoio para a perna esquerda # um pequeno banquinho. n!o s* ao tocar7. %m pé. /o tocar de pé. ombros para tr$s. numa posi&!o confort$vel e que forne&a equilíbrio. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . em rela&!o ao solo. M'OS ?edos da m!o esquerda @ # Indicador B # 'édio N # /nular . caso se adapte melhor. escoliose e outros males I coluna. antes de adotar novas condutas. de uns K a @Rcm de altura.. /s pernas devem ficar ligeiramente afastadas. sua aparência e sua saúde. o instrumento deve ficar nesta mesma posi&!o # para isso. você vai adaptar estes conselhos ao seu pr*prio estilo # mas os pr*s e contras.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 1$ Você deve sentar#se I beira do banquinho. %mbora a princípio seja esteticamente feio. principalmente ortopédicos n!o mudar!o. /p*s posicionar o instrumento. encostado ao abdUmen) o bra&o dever$ ficar a um 4ngulo apro(imado de .c om . ua coluna deve ficar Jencai(adaJ. 3unca empine o JtraseiroJ. ent!o. costas retas. /p*s dominar o instrumento. utili"e#o. você notar$ que nesta posi&!o é possível alcan&ar o @M traste com facilidade. empre use a correia # evita quedas. mas isso vai acarretar uma série de problemas que ser!o demonstrados com os benefícios da correta postura. Y 'ínimo ?edos da m!o direita P Y Polegar I Y Indicador ' Y 'édio / Y /nular Posição do Instrumento + instrumento dever$ ser apoiado na perna esquerda. 6 ente#se assim sempre. Pese. Pode legal andar pelo palco com a guitarra pendurada no joelho. regule corretamente o comprimento da correia. mesmo sentado. para que se posicione o instrumento entre elas. en(ergar toda a e(tens!o do bra&o e posicionar comodamente a m!o direita.

guitarras e contrabai(os de corpo pequeno e escala curta7. é a cravelha mais perto da pestana. se houver cravelhas na parte inferior da cabe&a do viol!o. no caso das meninas. É necess$rio observar a seqHência que as cordas dever!o ser postas nas cravelhas. ent!o. a terceira corda ficar$ na cravelha mais distante da pestana a segunda corda na intermedi$ria e a primeira na mais pr*(ima da pestana do viol!o. incomodar o seio esquerdo. os melhores fabricantes utili"am em grande maioria as fechadas pois estas mantém a lubrifica&!o necess$ria internamente. 8oloque a ponta das cordas na perfura&!o do rolo da cravelha e enrrole o resto da corda.&arra-a. 2ma dica. é muito possível que você esteja usando um instrumento grande demais para o seu tamanho.c om . a PL corda deve ser colocada sempre de forma a ficar na parte superior da cabe&a. e tem por finalidade aumentar ou diminuir a tens!o das cordas do seu viol!o. abertas ou hermeticamente fechadas. as de fi(a&!o individuais ou agrupadas. de forma a mante#las leves e livres do ferrugem. /s cordas devem ser colocadas de forma que para apertar as cordas o instrumentista fa&a um movimento anti#hor$rio. e desta forma aumentar e diminuir a tonalidade do instrumento. para evitar que tenhamos que ficar procurando visualmente onde est!o presas as cordas. você pode precisar de um pequeno peda&o de corda para reaproveitamento de cordas que venham a arrebentar pr*(imo ao cavalete. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . um instrumento menor 6violTes para crian&as. %sta seqHência é utili"ada universalmente. e as cordas mais finas ficam nas pr*(imas cravelhas. ainda sobre a perna esquerda. 3as cravelhas abertas é aconselh$vel a limpe"a e lubrifica&!o com *leo de m$quina periodicamente.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 11 e o posicionamento acima n!o permitir alcan&ar o @M traste. S$ v$rios modelos de cravelhas. ( )AR&ES DO VIOL'O Cra*e$+a . ou ap*ie o instrumento um pouco mais para a direita. >ente. impossibilitar você de en(ergar a escala e. + nome correto é cravelha.

. mm e R. um número maior que R. mm e R. e quando a pestana tem a fun&!o de trasto "ero. Para diminuir a curvatura gira#se o tirante no sentido hor$rio. Para aumentar a curvatura gira#se o tirante no sentido anti#hor$rio.. + giro n!o jamais poder$ ser superior a uma volta completa. isto deve ser feito com todas as cordas soltas. consulte um especialista para evitar maiores problemas. &irante %(istem três tipos de tirantes os ajust$veis os em formato de J>J e os ocos em formato de J+J. + manuseio do tirante s* deve ser feito ap*s uma consulta cuidadosa nas instru&Tes de manuseio que acompanham o instrumento. /ten&!o. / medida deve ficar entre R. mm provavelmente ocorrer!o trastejamentos. %m alguns instrumentos funciona como se fosse o trasto "ero e neste caso ela deve ter o mesmo formato que o bra&o.c om . que protege o encai(e onde fica um parafuso de ajuste do tirante ajust$vel. que nada mais é que uma placa de material sintético.M e KM trastos dependendo do trasto da cai(a. BRA0O )estana 5ica no início do bra&o do viol!o.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 12 Ca/e$in+a %m alguns violTes para cordas de a&o. h$ casos em que o ideal é mandar o viol!o para um especialista. a e du ar do ca ss im @ h ot m a il . + tirante é colocado numa concavidade ao longo do bra&o. É errUneo pensar que o tirante é capa" de corrigir qualquer tipo de empenamento do bra&o.K mm quer di"er que você tem um viol!o com cordas pesadas demais. + aumento ou a redu&!o da tens!o do tirante pode ajudar a fa"er pequenos reparos em curvaturas criadas pela press!o das cordas no bra&o do viol!o.K mm. presa a cabe&a do viol!o com parafusos. mede#se a dist4ncia entre a base interna da corda e a superfície dos -M e PM ou . encontramos a cobertura do tirante também chamada de capelinha. além desta fun&!o a pestana possui entalhes por onde passam as cordas. em sua escala tiver. Para verificar a concavidade. e ajustam a distancia entre elas. Ponha as cordas novamente e verifique se isto resolveu caso a curvatura continue superior a R.. ou menor que R.K mm. Para verificar se a curvatura do bra&o do seu viol!o est$ dentro dos padrTes você deve inserir uma bra&adeira na @L casa e pressione a PL corda uma casa acima do trasto da cai(a 6ver %scala7 isto deve ser na @NL ou @-L casa dependendo do seu viol!o. ou seja a corda bate nos trastos subseqHentes e isto significa que o bra&o necessita de ajustes.

neste caso o uso de cunhas de madeira colocadas sob a pestana poder!o ajuda#lo na reali"a&!o de reparos tempor$rios. h$ violTes em que a jun&!o da cai(a ao bra&o é feita no @. bra&o cai(a de resson4ncia. utili"e os dedos sempre perto do trasto direito da casa. e a parte superior é arredondada com o intuito de evitar que estes metais venham a machucar o e(ecutante. ap*s este trasto é comum que hajam s* mais P trastos. /s escalas dos violTes de corda de n$ilon s!o em grande maioria planas. Casas Intervalos entre um trasto e outro onde dever!o ser postos os dedos. recebe o nome de trasto da cai(a. mas nunca em cima do trasto. a dist4ncia maior entre as cordas permite ao instrumentista a utili"a&!o efeitos como as pu(adas. Bot1es Indicadores que facilitam a locali"a&!o do instrumentista nas casas do viol!o geralmente s!o encontradas nas casas . onde estão encravados os trastos e botões que servem para auxiliar o executante na localização das casas e geralmente se localizam nas seguintes casas 7ª. para evitar que ao ser tocadas batam nos primeiros trastos. enquanto que os violTes de corda de a&o e guitarras apresentam escalas levemente abauladas. /s escalas de violTes utili"ados para solos geralmente s!o mais largas. &rastos !o filetes met$licos.É uma peça de madeira colada na superfície do braço e caixa do violão. /presentam#se nas mais variadas formas. 9ª e 12ª. hoje em dia a escasse" e o alto custo deste material fe" com que os fabricantes tenham substituído o marfim por outras substancias sintéticas. têm perfil em J>J. /s cordas devem sair da pestana com a mesma altura dos trastos. e @B. Esca$a A madeira utilizada para a construção da escala é o ébano o jacarandá e outras madeiras duras. Z. /ntigamente os trastos eram bastante altos em rela&!o ao bra&o do viol!o.. mas isso n!o é uma regra.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 13 profundidade destes entalhes é de grande import4ncia. /ntigamente era comum o uso do marfim no rastilho e na pestana dos violTes. diminuindo ou aumentando a necessidade de esfor&o do e(ecutante para toca#las e até prejudicando a afina&!o. isto prejudicava a e(ecu&!o do instrumento. / escala se junta a cai(a de resson4ncia geralmente no @BM trasto. + trasto que se locali"a nesta jun&!o.M. + número de casas é geralmente @Z ou BB no total. estes pontos de locali"a&!o podem e du ar do ca ss im @ h ot m a il . Para evitar que o e(ecutante tenha que fa"er esfor&o desnecess$rio.c om . 3os instrumentos de cordas dedilh$veis dividem o ponto numa série de semitons. pois é ela que regular$ a altura das cordas. isto facilita a e(ecu&!o de acordes.

outros apenas uma perfura&!o indicando que poder!o ser utili"adas cordas de n$ilon ou a&o e outros nos quais as cordas s!o presas por cravos e que também sugerem a utili"a&!o de cordas de guitarra.. /s medidas da dist4ncia da corda até o primeiro trasto da cai(a de resson4ncia varia dependendo das finalidades do instrumento.R mm ViolTes @L 8orda entre B. CAI2A DE RESSO%3%CIA O4 5ARM6%ICA7 &am/o É a parte mais importante da cai(a de resson4ncia. %(istem cavaletes que além da possibilidade de ajuste da e(tens!o das cordas também possibilitam o ajuste de altura das cordas. mas para reali"ar um ajuste destes é necess$rio verificar se o bra&o n!o apresenta#se desajustado em rela&!o I cai(a de resson4ncia. / madeira mais utili"ado para confec&!o dos violTes de alta qualidade é o pinho e o abeto embora haja no mercado até tampos feitos de madeira compensada ou laminada.K a P. e por sua ve" também influencia no timbre do instrumento. pois o trasto da @BL casa fica e(atamente na metade do comprimento de escala do viol!o. além destas o cedro também é utili"ado. é ainda interessante salientar que a PL corda é .. 0uitarras @L 8orda @. e a @BL casa pode servir como base da locali"a&!o do cavalete m*vel. o plano muitas ve"es tem um imperceptível abaulamento. / sequ*ia é muito utili"ada pelos norte americanos devido a facilidade de encontrar este tipo de madeira nos estados unidos. + cavalete m*vel geralmente é utili"ado em violTes de tampo abaulado. isto deve ser feito para compensar o aumento de tens!o das cordas quando pressionadas.. Ca*a$ete7 É a sustenta&!o do rastilho.RR mm e du ar do ca ss im @ h ot m a il .R a N.PR mm PL 8orda B. na parte superior do bra&o ou simplesmente n!o e(istirem. o cavalete pode ser m*vel ou fi(o. milímetros mais longa do que a primeira. + tampo pode ser plano ou abaulado. este abaulamento é feito para evitar possíveis rachaduras provocados por impacto ou mudan&as bruscas de temperatura.BR a .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 14 ser colocados na frente da escala. + tipo de cavalete sinali"a o tipo de cordas a ser utili"ada. e(istem cavaletes que tem encai(e para cordas de guitarra.BR mm PL 8orda entre N.. no que di" respeito ao timbre do viol!o..c om .

e além disso é ele uma das partes do viol!o que influencia no timbre. mas alguns fabricantes europeus e norte#americanos est!o utili"ando o jacarand$ italiano. a boca também é um local que influencia no timbre do viol!o. onde a madeira é fr$gil e recebe grande quantidade de press!o da estrutura.c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 15 Rasti$+o + rastilho fica encai(ado no cavalete e é encarregado de transmitir a vibra&!o das cordas I cai(a de resson4ncia. +utras madeiras utili"adas com freqHentemente e com bons resultados s!o a nogueira africana. sua finalidade é proteger o tampo do viol!o de arranhTes provocados pelo pelo instrumentista ao tocar. ela fa" parte do acabamento do viol!o e tem a fun&!o de refor&ar o tampo na parte da boca. o maple e o pl$tano e du ar do ca ss im @ h ot m a il . Roseta e o Mosaico É a decora&!o que circunda a boca do viol!o. Fai-a Latera$ e F8ndo 0eralmente s!o feitas do mesmo tipo de madeira. conforme o local em que é feita o tamanho e a quantidade de bocas. /ntigamente era feito de marfim ou osso. Boca7 É o local por onde passa o som da cai(a de resson4ncia. o mogno. uma ve" que a variedade brasileira est$ um tanto quanto escassa. barateando os custos das empresas. hoje em dia os materiais sintéticos tomaram este lugar. e ao contrario do que se pensa. n!o é s* um enfeite. + rastilho mal posicionado pode provocar problemas de afina&!o. Esc8do É muito comum em violTes de a&o encontrarmos uma prote&!o de material sintético que fica na parte inferior do tampo. o melhor tipo de madeira utili"ado é o jacarand$ brasileiro.

que através dele formamos a melodia.c om .>. D4RA0'O F é a qualidade pela qual podemos distinguir o prolongamento das notas. I%&E%SIDADE F é a for&a empregada na e(ecu&!o dos sons. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . SOM F é o choque entre dois objetos sonoros.<= tom.o8 . altura! intensidade! timbre e dura"#o$ AL&4RA F é a propriedade que podemos distinguir os sons graves. possui quatro qualidade b$sicas. SEMI&OM . F eleva o som em um semitom.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 1 O VIOL9O O VIOLÃO: instrumento de seis cordas. /s músicas poder!o ser tocadas forte. harmonia e o ritmo. BEMOL . sendo elas contadas de baixo para cima: (DEFI%I0:ES B9SICAS ESCALA F é uma série de sons ascendentes ou descendentes na qual o último som ser$ a repeti&!o do primeiro. &IMBRE F é a qualidade pela qual podemos distinguir o corpo sonoro 6instrumentos7. F abai(a o som em um semitom. fraco etc. M@SICA F é uma arte cuja a matéria fundamental é o som.F é o menor intervalo entre dois sons &OM F é o intervalo formado por dois semitons. S4S&E%IDO . I%&ERVALO F é a dist4ncia entre dois sons. médios e agudos.?.

com seus dedos posicionados como na fig.@. /lém disso. >em#se ainda alcance melhorado das cordas superiores. uma pessoa pode ter acesso de K#@R casas da escala. e por isso mesmo deve ser treinado com afinco e gerar uma autocobran&a permanente. A|---|---|---|---| E|---|---|---|---| Posição do Pulso + pulso dever$ ficar.casas. e(iste obstru&!o de tendTes e nervos da m!o. =embre#se. pode#se alcan&ar no m$(imo . 8om os dedos nesta posi&!o. fig. Posição do Polegar Veja os esquemas abai(o. a polpa G|---|---|---|---|6digital7 deve estar no meio do bra&o. temos como dedos da m!o esquerda. até tornar#se um h$bito comum. fig. 8om o polegar do meio para bai(o do bra&o. Você deve ser capa" de tra&ar uma linha imagin$ria que passe pela parte de fora de seu antebra&o e alcance a articula&!o de seus dedos com as costas da m!o.c om .B. diretamente atr$s D|---|---|---|---|da corda 607. 8omo padr!o universal. 6=es!o por %sfor&os Oepetitivos7.Fmínimo. % ainda é saud$vel. nas quatro B|---|---|---|---|primeiras casas.%. =embre#se. pressione o bra&o com D|---|---|---|---|a polpa do polegar.O. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . @Findicador) BFmédio) NFanelar e . embora existam técnicas do uso do polegar para prender notas # mas isto é mais avan&ado e e(ige um domínio muito maior do posicionamento total da m!o esquerda. especialmente utili"ando#se alguma velocidade. porque com o passar dos tempos. a palma da m!o nunca deve apoiar#se no bra&o.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 1! Posição da Mão Esquerda + posicionamento da m!o esquerda é talve" o aspecto técnico mais importante e mais difícil a ser dominado pelo iniciante 6e talve" até por intermedi$rios7. e n!o com o n* do dedo. o B|---|---|---|---|polegar dever$ estar atr$s da corda 6e7. diretamente G|---|---|---|---|atr$s de seus dedos.2 e|-1-|-2-|-3-|-4-|/gora. sem ocasionar JmutingJ 6abafar as notas7 indesejado. +s benefícios do correto posicionamento de polegar e pulso s!o comprov$veis. >ambém n!o é padr!o colo# E|-1-|-2-|-3-|-4-|car o polegar sobre o braço. a press!o é feita com a polpa do A|---|---|---|---|polegar. 8om o polegar posicionado na parte de cima do bra&o. reto.1 e|---|---|---|---|Posicione seus dedos de acordo com a fig. em qualquer ocasi!o. podendo levar a ocorrência de =.

e au(ilia no desenvolvimento da digita&!o com ele. %ste n!o é o procedimento correto. /s unhas da m!o esquerda devem estar sempre bem cortadas. 6veja >/1 no final7. todos os dedos devem e(ercitar manter esta dist4ncia. Principiantes tendem a dei(ar o lado da palma da m!o pr*(ima do indicador mais perto do bra&o do instrumento do que o lado do dedo mínimo. e bem li(adas. eu posicionamento ter$ de ser encontrado individualmente. Posição do Dedo M nimo + posicionamento do dedo mínimo é um problema comum entre principiantes) é normal que ele se posicione distante da escala. como um ponto de equilíbrio. Imagine uma linha passando entre o encontro de seus quatro dedos 6e(cluindo o polegar7 e a palma da m!o. j$ que é um dedo geralmente mais fraco do que os outros. =embre#se. mas como e(ercício pode ajudar muito na corre&!o da m$ postura da palma da m!o esquerda. eu posicionamento influi diretamente na posi&!o do pulso e palma da m!o. +bs. 3a verdade. e você n!o deve sentir o peso do cotovelo como uma carga. >reine seu dedo mínimo para que ele fique sempre a uma dist4ncia m$(ima de @ polegada 6apro(imadamente B. %sta reta deve ficar paralela ao lado de bai(o do bra&o do instrumento.c om . o bra&o dever$ ficar rela(ado. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . Posição do Coto!elo Esquerdo + posicionamento do cotovelo tem uma import4ncia especial no conte(to geral da Jm!o esquerdaJ. mantenha seu dedo pressionando a nota. %le é como um JpênduloJ entre o corpo e sua m!o esquerda. além de ser diretamente relacionado com a posi&!o da coluna. até que você tenha que descê#lo para a corda seguinte) ao subir. posicione o mínimo na corda superior imediatamente ap*s tocar a nota da corda em quest!o. Isto torna o seu retorno mais r$pido. ao descer da PL para a @L corda. pela falta de seu uso em outras atividades corriqueiras.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 1" Posição da Palma da Mão / palma da m!o esquerda deve sempre permanecer paralela ao lado de bai(o do bra&o do instrumento. mas na pr$tica. e sim.. e o problema tornar#se um verdadeiro desafio. o simples controle do mais rebelde # o mínimo # mantém os outros nos seus devidos lugares. mas ficar$ num ponto nem muito perto e nem muito afastado da lateral de seu corpo. 2m bom e(ercício para treinar esta postura é tocar os e(ercícios pseudocrom$ticos 6colocarei alguns ao final deste artigo7 com o lado da palma da m!o pr*(ima ao dedo mínimo encostada I parte inferior do bra&o do instrumento. tente efetuar os e(ercícios pseudocrom$ticos da seguinte maneira. para que haja perfeito contato das pontas dos dedos com as cordas.cm7 da escala. o mais rente possível.

como uma continua&!o delas # mas deve#se evitar é que seu bra&o direito fique perpendicular Is cordas. embora n!o seja descartado de forma alguma # músicos cl$ssicos. é até l*gico que o som seja obtido de maneira diferente dos outros dedos. m. mantenha a unha deste dedo como as dos i. ao olhar o dedo pelo lado da digital. os nomes dos dedos da '?. m.a devem estar com um comprimento tal que. pela irregularidade da superfície. come&amos posicionando o instrumento I altura do abdUmen # mesmo quando de pé. +s dedos i. + seu uso é primordial para que se obtenha um som claro e definido) sem elas. seja ouvido o som obtido pela unha com facilidade. Quanto mais bai(o. 2m ponto importantíssimo para o uso dos dedos da '? 6m!o direita7 é as unhas. de acordo com o gosto e estilo de cada músico) como o polegar geralmente trabalha com a marca&!o dos bordTes 6bai(os7. o uso dos dedos e o uso da palheta. sem a palheta.a. o som ficar$ JabafadoJ. o comprimento deve ser tal que ao passar o dedo pela corda. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . seja possível en(ergar um peda&o mínimo de unha.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 1# Posição da Mão Direita e o seu posicionamento corporal e do instrumento estiver conforme foi descrito no início deste artigo. flamencos e até bai(istas usam este dedo. dando assim uma variedade no som obtido pelo músico. /s unhas do i. /lguns músicos utili"am um acess*rio chamado JdedeiraJ 6feita de pl$stico ou osso #encontrada em music shops7. Por este motivo. que substitui a unha do polegar. além da forma&!o de calos nos dedos. devemos primeiro adequar a m!o direita a isto. "sando os Dedos da Mão Direita /ntes de continuarmos. bai(o ou guitarra # e(istem técnicas para o uso dos dedos da m!o direita ao tocar. o que pode interferir também no som. a devem ter as unhas com tamanho adequado. Qualquer que seja seu instrumento # viol!o. n!o pode JprenderJ na corda7. respectivamente. / unha do polegar pode ou n!o ser usada. 3a pr$tica. seu antebra&o direito dever$ estar formando um 4ngulo de apro(imadamente @PR graus com o bra&o do instrumento. mais perpendicular ficar$ seu bra&o direito. dois enfoques b$sicos. /gora. + uso do dedo mínimo n!o é muito popular. %ste 4ngulo pode variar um pouco # alguns músicos tocam com o bra&o quase paralelo Is cordas. pFpolegar) iFindicador) mFmédio) aFanular em inglês. tFthumb) pFpointer) mFmedium) rFringer. mas nunca comprida demais para dificultar a passagem do dedo pela corda 6ou seja. m. e você estudar ou desenvolver técnicas com sua utili"a&!o. outro conceito. Para isto.c om .

e n!o o contr$rio. a. ele se posicionar$ da mesma forma. 3o caso de se tocar utili"ando a unha. e seu uso com técnica apurada fornece velocidade e precis!o indiscutíveis. %mbora diversos professores adotem esta técnica para iniciantes. defina bem seu estilo para dei(ar ou n!o as unhas da '? crescerem. deve ser utili"ado por um tempo limitado. #ocando com a Palheta $%pic&ing%' / palheta 6pic[7 é um assess*rio obrigat*rio para a maioria dos guitarristas. sem nenhuma irregularidade. para que n!o JprendamJ na corda ou fa&am barulhos indesej$veis. com ou sem apoio. claro. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . embora facilite a locali"a&!o das cordas. + polegar ficar$ separado dos outros dedos da '?. m. a fim de obter um condicionamento para o posicionamento da '?. no viol!o. o pulso ficar$ a uma pequena dist4ncia do tampo do instrumento) a m!o se posicionar$ sobre o aro.c om . +s dedos i. mais met$lico. + guia para os seus dedos deve ser a sua técnica e o seu cérebro. de acordo com o som que se deseja obter 6escolha de captadores e timbre7 # mas numa posi&!o semelhante. sem toc$#la) sem apoio. s* que um pouco mais virado para o instrumento. porque. + som da unha nas cordas do contrabai(o real&a o som agudo. cria um vício na necessidade de um JguiaJ para os dedos. !o poucos os grandes guitarristas se utili"am somente dos dedos para tocar e solar 6'ar[ Wnopfler. fa"endo uma linha quase reta com o lado superior do antebra&o. /lguns músicos utili"am o apoio para o polegar e sem apoio para o resto dos dedos. eu som é característico. e esta for sua inten&!o. ficam perpendiculares Is cordas. como uma forma de locali"ar a '? relativamente Is cordas. tocar!o a corda e n!o se encostar!o I corda nenhuma ap*s o fato. bai(istas e até violonistas modernos. para tocar contrabai(o com as unhas você ter$ que ter cuidado dobrado com elas # as cordas s!o muito mais prejudiciais ao seu formato. do ?ire traits é um grande e(emplo7.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 2$ /s unhas devem ser li(adas e polidas. e você tocar bai(o. eles tocar!o a corda e Jdescansar!oJ na corda seguinte. e na guitarra. tudo bem. 8om apoio. acompanhando a forma da ponta dos dedos. semicurvados. 'as lembre#se. 'antenha#as assim para que elas o ajudem. com as pontas dos dedos prontas para tocar as cordas. +s dedos da '? podem tocar utili"ando duas técnicas. a posi&!o da m!o direita ser$ a seguinte. e(igindo manuten&!o contínua. #ocando com os Dedos da Mão Direita / técnica para tocar utili"ando os dedos baseia#se muito no seu estilo) basicamente. e podem até quebr$#las.

para que se consiga um movimento uniforme e r$pido. como se fosse uma gangorra. além de problemas ortopédicos futuros.7 . escolha uma palheta de formato regular 6quase triangular. /lém de descontrolado. + posicionamento da '? para tocar com a palheta é o seguinte. Vamos ao deslocamento lateral. posicione a palheta na dire&!o da PL corda. / superfície da palheta dever$ ficar paralela I corda. / palheta deve ser segura de maneira firme. %mbora alguns espertos acreditem que esta técnica d$ mais velocidade. /gora. quase imperceptível. mas o esfor&o direcionado para os dedos para no pulso. mas concentre#se nos dedos. sobre a palheta. mas suficientemente segura para n!o cair durante seu uso. 3%' a m!o sobre a ponte ou cavalete. 3\+ se deve apoiar qualquer dedo no instrumento. segure a palheta do modo correto. para perceber a rota&!o.c om . 5a&a o seguinte.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 21 /s palhetas s!o encontradas em diversos formatos. vire sua palma da m!o para cima. >ente todas. se o movimento através dos dedos é difícil para você. +s outros dedos da '? devem ficar curvados para dentro da palma. + movimento de dedos é conseguido pelo movimento do polegar para frente e para tr$s ou para cima e para bai(o. É claro que este movimento dever$ ser mínimo. 3otou como sua m!o desloca#se lateralmente em rela&!o ao pulso] Você viu que. %stes maus#h$bitos devem ser cortados desde o início. n!o fa&a o movimento vir do cotovelo. e evita o movimento do cotovelo. você pode e(perimentar outras espessuras e tamanhos. com os cantos arredondados7. + movimento da palheta através do pulso é obtido ou com a rota&!o do pulso ou com o deslocamento do pulso para os lados. as B maneiras podem ser efetuadas de . vai ser engra&ado # sen!o tr$gico.. pela tens!o e(agerada que é utili"ada. Isto é rota&!o do pulso. tocar com uma guitarra equipada com 5loXd Oose. e n!o transversal. fa&a os movimentos vindos do pulso. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 6imagine você acostumar com o apoio na ponte e precisar. Você dever$ buscar precis!o e velocidade com a técnica correta. Parece ridículo. de espessura média. + movimento da palheta é obtido de duas maneiras. egure a em me(er o bra&o direito. jeitos. %(istem músicos que utili"am a técnica da palhetada inclinada para obter um timbre diferente em uma ou outra música. ela deve ser segurada entre a polpa do dedo polegar e o n* da última articula&!o do dedo indicador. um dia. para ver qual se adapta melhor a você 2ma dica. mas n!o é um padr!o a se seguir. com o movimento dos dedos ou com o movimento do pulso. tamanhos e espessuras. @mm. + curso da palheta dever$ ser mínimo.. palheta do modo correto.. na dire&!o da @a. depois. o som obtido n!o é claro. Vamos e(agerar. / $rea de contato entre palhetaAcorda é de. usando o dedo indicador como suporte. pois s!o dificílimos de abandonar depois de instalados. com a ponta voltada para as cordas do instrumento. e depois para bai(o.. n!o com for&a. este movimento ocasiona cansa&o e dores. no m$(imo. na verdade. /p*s acostumar#se com seu movimento. Para come&ar.

técnica e velocidade com o tempo. mas vamos come&ar com N. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . >reine os N no início. movimento. s* pra bai(o. alternado.c om . pulos entre as cordas. s^eep do^n. alternate F s* pra cima. s^eep up.. obter clare"a. Isto proporciona um costume que lhe levar$ a dominar as palhetadas.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 22 %(istem diversos estilos de palhetada. para acostumar#se com o posicionamento. Procure obter sempre o menor movimento possível da '?. /cho que os nomes se auto#e(plicam..

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 23 E-ercAcios B e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 24 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 25 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 2 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 2! Obs.primeira posição e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .:Todas as notas .

Você vai perceber que n!o é a for&a que far$ o rendimento do e(ercício melhorar. até que se torne um h$bito. comece na altura da -L casa. @Ls casas. =embre#se sempre de estar se autopoliciando. somente para cima e alternadas.E7 %ste é o e(ercício mais comum em aulas de guitarra # mas é t!o b$sico que é utili"ado como JaquecimentoJ até para instrumentistas e(perientes. apostila.. de modo que no fim você esteja livre de qualquer tens!o. 5a"endo isto. onde elas s!o mais estreitas7. por ser muito mais simples do que uma partitura. /dote um e(ercício 6provavelmente um crom$tico7 para se aquecer. da cabe&a aos pés.. /ssim ele ser$ altamente útil para ambas as m!os.. se você sentir dificuldade nas . procure fa"er o mesmo e(ercício algumas ve"es sem colocar o polegar no bra&o.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 2" 3!o esque&a de nenhuma das recomenda&Tes de postura avaliadas até aqui. 8orrigindo o posicionamento do mínimo. o que nem sempre tra" algo produtivo de início. leia primeiro o pr*(imo item da empre que for estudar ou tocar. você come&ar$ tocando sem tensTes. a técnica. e|------------------------------------------1-2-3-4-3-2-1------------| B|---------------------------------1-2-3-4----------------4-3-2-1----| G|-------------------------1-2-3-4-----------------------------------| D|-----------------1-2-3-4-------------------------------------------| A|---------1-2-3-4---------------------------------------------------| E|-1-2-3-4-----------------------------------------------------------|. sem toca#la . %sta nota&!o é muito utili"ada hoje em dia. pegar o instrumento e sair tocando. somente segure a nota entre parênteses. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . e sim.etc e você sentir press!o demasiada do polegar contra o bra&o. fa&a um rela(amento total.min. >reine em todas as casas. +bs. no m$(imo em . Descendente: E|------------------------------------------1-2-3-4-------------| B|---------------------------------1-2-3-4-(4-4-4)--------------| G|-------------------------1-2-3-4(4-4-4)-----------------------| D|-----------------1-2-3-4(4-4-4)-------------------------------| A|---------1-2-3-4(4-4-4)---------------------------------------| E|-1-2-3-4(4-4-4)-----------------------------------------------| +bs. 5a&a este e(ercício utili"ando palhetadas somente para bai(o. e sem aquele neg*cio de chegar. empre fa&a isso. e você n!o conhece tablaturas. +s e(ercícios est!o em tablaturas.c om . %scala pseudocrom$tica 6pseudo por ser uma Jfalsa#escala..

técnica em geral. V$ bem devagar e atenha#se. mas a tablatura é uma saída muito eficiente. por enquanto. _$ sabemos que cada linha corresponde a uma corda do instrumento. ou seja.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 2# Ascendente: E|--5-4-3-2-----------------------------------------------------| B|---(5-5-5)-5-4-3-2--------------------------------------------| G|------------(5-5-5)-5-4-3-2-----------------------------------| D|---------------------(5-5-5)-5-4-3-2--------------------------| A|------------------------------(5-5-5)-5-4-3-2-----------------| E|---------------------------------------(5-5-5)-5-4-3-2--------| 8omece estes e(ercícios com muita calma e aten&!o. o que j$ n!o acontece com a tablatura 6apesar de algumas também apresentarem marca&!o de tempo7 onde você precisa conhecer o tempo da música para toc$#la. Veja a seguir as e(plica&Tes. como no e(emplo abai(o. guitarra e bai(o além de outro tipo diferente para bateria e outro ainda mais diferente e muito mais pobre para gaita7 que indica todas as notas e acordes que devem ser efetuados durante a música. enfim. a corda mais fina 'i 6misinha7 é a corda que é representada primeiro na tablatura 6no caso do bai(o a tablatura come&a na corda 07. pois é muito simples e objetiva. 2ma partitura é o método mais completo para se escrever e tocar música porque possui a marca&!o do tempo da música e através de uma partitura é possível tocar#se uma música mesmo sem conhecê#la.c om . a NL corda na BL casa e assim por diante. os números que s!o colocados correspondem I casa que ser$ tocada. a BL corda na @L casa. Quando as notas 6os números7 s!o representadas uma embai(o da outra. no acorde /m. toca#se a @L corda solta. I coloca&!o de dedos. significa que devem ser tocadas simultaneamente como no caso dos acordes e(emplificados abai(o. a paciência é uma das maiores virtudes do homem. 5ique completamente rela(ado e preste muita aten&!o ao seu posicionamento. e você precisar$ dela. Am E G F C e|-------------0-------0-------3-------1-------0----------------| B|-------------1-------0-------3-------1-------1----------------| G|-------------2-------1-------0-------2-------0----------------| D|-------------2-------2-------0-------3-------2----------------| A|-------------0-------2-------2-------3-------3----------------| E|-------------X-------0-------3-------1-------X----------------| e du ar do ca ss im @ h ot m a il . Tablaturas >ablatura é uma representa&!o gr$fica do bra&o do instrumento 6viol!o. movimento de palheta. /s cordas representadas na tablatura correspondem de cima para bai(o Is cordas do viol!o 6ou guitarra7 da mais fina para a mais grossa. =embre#se sempre.

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 3$ %oC1es E$ementares de &eoria M8sica$ e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 31 C$a*es e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 32 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 33 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

as cordas s!o numeradas de cima para bai(o :%< F 'i maior 6é a primeira corda7 :/< F =$ 6é a segunda corda7 :?< F Oé 6é a terceira corda7 :0< F ol 6é a quarta corda7 :1< F i 6é a quinta corda7 :e< F 'i menor 6é a se(ta corda7 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 34 +bs.

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 35 Lendo Tablaturas (iolão) Guitarra e *ai+o %alf &end ('eio &end # Pu(a#se a corda meio tom para cima ou para bai(o 6equivalente a uma casa7 elevando#se a nota original até onde se deseja. Full &end (bend inteiro # Pu(a#se a corda um tom inteiro para cima ou para bai(o 6equivalente a duas casas7 elevando#se a nota original até onde se deseja.&end # 5a"#se o bend ou meio bend e depois se toca a nota. &end ( )elease (bend e soltar # Pu(a#se a corda meio tom ou um tom inteiro para cima ou para bai(o elevando#se a nota original até onde se deseja retornando em seguida para a nota original. *r+. e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 3 *r+. -nison &end (bend un.bend e soltar # 5a"#se o Pré#1end retornando em seguida para a nota original.&end ( )elease (pr+. Super /ibrato # / afina&!o é variada com grande intensidade através de 1ends ou /lavancadas.c om .ssono # >oca#se as duas notas simultaneamente fa"endo o 1end na nota mais grave até ela chegar na mesma afina&!o da nota mais aguda. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . /ibrato # / corda é vibrada com 1ends pequenos e r$pidos com um dedo da m!o esquerda ou através de alavancadas.

Off (puxada # 8oloca#se os dedos sobre as notas que ser!o tocadas. sem toc$#la.On (martelada # >oca#se a primeira nota e depois se soando a segunda nota com outro dedo. Slide 2 # ?esli"a#se o dedo até a nota indicada partindo de algumas casas abai(o. %ammer.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 3! Slide 0 Y >oca#se a primeira nota e arrasta#se com o mesmo dedo até uma segunda nota. Slide 1 # 5a"#se o lide @ tocando#se a segunda nota. pressionando sua casa. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . tocando a primeira nota e ent!o soa#se a segunda nota tirando o dedo da primeira nota mantendo a segunda pressionada. porém sem toc$#la.c om . *ull.

martelando 6Sammer#+n7 e pu(ando 6Pull#+ff7. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 3appin4 (to5ues # 'artela#se a nota indicada com o indicador ou dedo médio da m!o direita e a segunda nota que deve estar pressionada pela m!o esquerda é pu(ada.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 3" 3rill (4ar4anteio # /lterna#se rapidamente entre a nota indicada e a pequena nota entre parênteses. %arm6nico Artificial # + harmUnico é obtido na m!o direita palhetando#se a nota e encostando logo em seguida o polegar da m!o direita sobre a corda ainda vibrante.c om . %arm6nico 7atural # / nota é tocada encostando#se levemente na corda sobre a casa indicada.

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3#

3remolo &ar (alavancada # ?esce#se a nota o número indicado de tons acima ou abai(o, depois retornando ao tom original.

*alm 'ute (silenciar com a palma # / nota é parcialmente abafada com a palma da m!o direita que encosta levemente na6s7 corda6s7 perto da ponte.

'uffled Strin4s (cordas abafadas # /bafa#se as cordas com a m!o esquerda e toca#se 6palheta#se7 com a m!o direita normalmente quantas ve"es estiver indicado

*ic8 Slide (arran9ada # Passa#se a borda da palheta pelo comprimento de determinada corda a fim de obter um som e(*tico.

e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om

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4$

3remolo *ic8in4 (pal9etada tremolo # Palheta#se a corda o mais r$pido possível.

As ima4ens acima s#o parte inte4rante do site :3ablature Explained: $

e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om

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SÍMBOLOS
SÍMBOLO b `6a7 `b6a7 1h 15 6`7ra O S `b6a7FFFb6`7 6`7ba c ccccc `vvvvvv c^Abar dddddd `bab` A e `Aa `ea S h d P p > 6` ...7 > 6`7 f`b /.S. P.'. m ` 6`7 b d ou v g SI %IFICADO 1end 1end de ` a a 1end de ` a a Salf 1end 5ull 1end 1end em ` e Oelease em a Oelease 1endAOeverse 1end 6soltar o 1endA1end reverso7 Sold 1end Sold 1end Pré#1end VibratoA1end Vibrato Vibrato Vibrato com alavanca uper Vibrato =egato lide para cima lide para bai(o lide de ` a a para cima lide de ` a a para bai(o Sammer Sammer#+n Sammer#+nAPull#+ff Pull#+ff Pull#+ff >apping >apping SarmUnico 3atural SarmUnico 3atural SarmUnico /rtificial Palm 'ute Palm 'ute 3ota abafada, percursiva 6este ` n!o indica um nota7 3ota subentendida 6n!o deve ser palhetada7 Palhetada acentuada ?ire&!o da palhetada 6d acima v abai(o7 ?ivisor de compassosAde frases

e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om

sétima 6menor7 .@AB tons P tons E2EM)LO 8 para ?b 8 para ? 8 para %b 8 para % 8 para 5 8 para 59 8 para 0 8 para 09 8 para / 8 para 1b 8 para 1 8 para 8 e du ar do ca ss im @ h ot m a il . tons . Pm P' .j .m . %OME egunda 'enor egunda 'aior >er&a 'enor >er&a 'aior Quarta Perfeita 6justa7 Quarta /umentada ou Quinta ?iminuta Quinta Perfeita 6justa7 Quinta /umentada ou e(ta 'enor e(ta 'aior ou étima ?iminuta étima 'enor étima 'aior +itava DIS&3%CIAS @AB tom @ tom @ @AB tons B tons B @AB tons N tons N @AB tons .' ou sétima maior maj. enarmUnicos enarmUnicos enarmUnicos Formação de cordes !"arte I# +s intervalos recebem denomina&Tes diversas. quarta 6justa7 @@ décima primeira 6justa7 9@@ décima primeira aumentada bquinta diminuta 6quinta justa7 9quinta aumentada bP se(ta menor b@N décima terceira menor P se(ta 6maior7 @N décima terceira 6maior7 M ou dim sétima diminuta .' enarmUnicos RE)RESE%&A0'O Sinais Nome fundamental bZ nona menor Z nona 6maior7 9Z nona aumentada m menor 6maior7 . @AB tons .aum.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 42 Intervalos %O&AS I%&ERVALOS E%ARMO%IA ?* Oeb Oé Oé9 'ib 'i 5$ 5$9 olb ol ol9 =$b =$ ibb ib i @ Bm B' Baum.tons .dim . como abai(o especificado 6cada tom equivale a duas casas ou trastes7.c om . Nm N' . -dim -j -aum.

Vamos Is regras. +s acordes principais s!o formados por tríades. N'. qualquer que seja a escala em quest!o. 2m acorde de Oé 'aior com . aqueles com os quais você deve ser capa" de harmoni"ar a grande maioria das melodias.'J corresponde I f*rmula.c om . veja os e(emplos. três notas encontradas na escala a que o mesmo pertence e. 8om .a.' ou IhIII'hV_hVII' e du ar do ca ss im @ h ot m a il . ré #### @ 6nota fundamental7 f$9 ### N' 6intervalo de ter&a maior7 l$ #### -_ 6intervalo de quinta justa7 d*9 ### .@. ré #### @ 6nota fundamental7 f$9 ### N' 6intervalo de ter&a maior7 l$ #### -_ 6intervalo de quinta justa7 /ssim a cifra ? corresponde I f*rmula. ou seja. &I)O 'aior 'enor /umentado ?iminuto étimo %O&AS D4E COM):E IhIII'hV_ IhIIImhV_ IhIII'hV/um IhIIImhVM IhIII'hV_hVIIm E2EM)LO 8h%h0 8h%bh0 8h%h09 8h%bh0b 8h%h0h1b ACORDE 8 8m 8/um 68-h7 8M 8. Exemplo 0: 2m acorde de Oé 'aior tem como cifra ? e compreende três notas. -_. . a posi&!o relativa destas notas é sempre a mesma.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 43 ABREVIA&4RAS ' m _ h ou /um M 'aior 'enor _usta 6perfeita7 /umentada ?iminuta /gora é f$cil.regras b$sicas é possível formar os principais acordes.' 6sétima maior7 /ssim a cifra J?. N'. @.'J e compreende as notas. -_ ou IhIII'hV_ Exemplo 1. 'aior tem como cifra J?. /gora basta aplicar esta seqHência de regras I qualquer uma das escalas e montar os acordes correspondentes.

/nalisando os resultados terminamos com as seguintes f*rmulas. P e .s!o formados por ter&as maiores 6isto est$ indicado ao lado de cada par7. enquanto os demais 6B.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 44 Formação de cordes !"arte II# Noç. um acorde diminuto. %ste padr!o repete#se em todas as escalas maiores. N. =embre#se que a ter&a pode ser maior ou menor 6veja li&!o IV7. e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om . +bserve que os pares @. 8 ? % 5 0 / 1 % 'aior 5 0 / 'aior 1 'aior 8 ? 3!o h$ necessidade de repetir a oitava. e . . harmoni"e 6ou organi"e7 a escala em ter&as. %m seguida escreva a escala com os números 6graus7 correspondentes a cada nota. trastes7. este padr!o é sempre o mesmo para todas as escalas maiores. isto é. N e P formam acordes menores e a de número . 8 I ? ii % iii 5 IV 0 V / vi 1 viiM 8 VIII /lguns números foram escritos com tipos menores de prop*sito. 8 ? % 5 0 / 1 Perceba % 0 'aior 5 / 0 1 / 8 'aior 1 ? 'aior 8 % ? 5 que as tríades @. . coloque lado a lado a I e a III nota. como a de 8 por e(emplo.es de Campo -arm. vejamos outra. /gora acrescente o V grau da escala ao lado do par j$ e(istente. Isto é denominado de harmoni"a&!o em ter&as diatUnicas. e . Primeiro escolha uma escala qualquer. como a seguir.nico %(istem v$rias abordagens possíveis para o aprendi"ado dos princípios de forma&!o de acordes uma delas j$ foi vista na P/O>% I.7 s!o formados por ter&as menores. / ra"!o ficar$ evidente daqui a pouco. enquanto as de número B. / seguir. 2ma ter&a é dita menor quando o intervalo que a separar da tUnica 6I7 for @ @AB tons 6N trastes7 e é maior quando este intervalo for de B tons 6. Importante. / harmoni"a&!o em ter&as diatUnicas tem ent!o o seguinte resultado.formam acordes maiores.

no caso o de 8. Oepita a seqHência v$rias ve"es e(perimentando diferentes ritmos e batidas. enquanto os acordes menores s!o descritos como sendo tristes. que contem N acordes maiores. acordes. como por e(emplo. ou seja. ?o ponto de vista pr$tico seria interessante que você pegasse um esquema contendo todas as notas do bra&o da guitarra e construísse suas pr*prias tríades nas mais variadas posi&Tes no bra&o do instrumento. %sta seqHência de . agora resta aplicar este mesmo principio com todas as @B notas musicais e você ter$ construído os principais acordes em todos os tons e. quando tentam e(pressar com palavras esta diferen&a. quando você for tentar JtirarJ uma música procure inicialmente por acordes do mesmo campo harmUnico. Portanto. /ssim.c om . +u seja. por isto mesmo. Am &< %ste conjunto forma o que se denomina de campo harmUnico. músicas com motivos tristes. C Dm Em F . s!o comumente utili"ados na composi&!o musical. +bserve que construímos uma seqHência de acordes com as notas que formam a escala de 8. costumam descrever o som dos acordes maiores como alegres. Parece que todos os acordes se encai(am perfeitamente] Você deve ser também capa" de perceber 6sentir7 que quando chega ao 0 ele parece estar pedindo que uma outra nota seja tocada logo em seguida. Isto é uma progress!o de acordes. certas e du ar do ca ss im @ h ot m a il . o que é igualmente importante. %ste JapeloJ é comumente denominado de tens!o. tendem a ser construídas em acordes menores e vice#versa. + importante nisto é que os acordes de um mesmo campo harmUnico soam bastante bem quando tocados uns com os outros e. o campo harmUnico para cada um dos tons musicais. é a seguinte. >oque esta progress!o. É evidente que a seqHência acima reflete apenas o campo harmUnico de 8. Pro$ressão de cordes Você j$ percebeu a diferen&a entre um acorde maior e um menor] +s músicos 6e simpati"antes7. %ste tipo de sentimento que é normalmente gerado por diferentes acordes é também utili"ado na constru&!o de padrTes seqHenciais denominados CprogressTesE.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 45 /corde 'aior /corde 'enor tUnica6I7h ter&a maior6III'7 h quinta justa6V_7 tUnica 6I7 h ter&a menor 6IIIm7 h quinta justa h 6V_7 /corde ?iminuto tUnica 6I7 h ter&a menor 6IIIm7 h quinta diminuta 6VM7 %ste mesmo esquema utili"ado na confec&!o de acordes permite que se discuta a no&!o de campo harmUnico. 8 5 0 8. Pegue uma seqHência de acordes qualquer de uma can&!o. N menores e @ diminuto.

por e(emplo. 'onte esta mesma progress!o para as diferentes escalas. % 09 /. até atingir um clíma( 6com certa freqHência a parte mais alta7. menor com sétima. %(perimente com esta progress!o em diferentes escalas e com diferentes batidas. e tem justamente estas características de acúmulo de tens!o e posterior libera&!o. % na escala de %. / partir da cifra original. por e(emplo. que é uma das mais comuns nos dias atuais. Que na escala de 8 resultaria em 8 % 5. etc.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 4 notas condu"em a um crescendo. /crescente os acidentes da cifra original 6menor. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . procure#a na coluna Oé. %sta progress!o tomada como e(emplo. siga na hori"ontal até a coluna ol e obtenha a cifra correspondente neste tom.c om . ?a pr*(ima ve" que ouvir uma boa musica 6cl$ssica ou popular7 tente perceber a tens!o se acumulando em determinados trechos.7. IV e V de uma escala musical. para ser em seguida liberada. 8 I ? II % III 5 IV 0 V / VI 1 VII 8 VIII 3a escala de ?. a um acúmulo de tens!o. ? 0 / ?. é denominada de progress!o I IV V. Tabela de Trans"orte de cordes ?igamos que a música que você tem est$ no tom Oé 6?7. neste caso a de 8. 2ma outra progress!o bastante comum é a I III IV. Quando você volta ao 8 esta tens!o é liberada. % você quer transport$#la para o tom ol 607. ela teria a seguinte forma&!o. Veja abai(o. %la é denominada I IV V porque é composta dos acordes de numero I.

ol. =$ e i. branca.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 4! D" 8 89 ? ?9 % 5 59 0 09 / /9 1 D"> 89 ? ?9 % 5 59 0 09 / /9 1 8 R# ? ?9 % 5 59 0 09 / /9 1 8 89 R#> ?9 % 5 59 0 09 / /9 1 8 89 ? Mi % 5 59 0 09 / /9 1 8 89 ? ?9 F! 5 59 0 09 / /9 1 8 89 ? ?9 % F!> 59 0 09 / /9 1 8 89 ? ?9 % 5 So$ 0 09 / /9 1 8 89 ? ?9 % 5 59 So$> 09 / /9 1 8 89 ? ?9 % 5 59 0 L! / /9 1 8 89 ? ?9 % 5 59 0 09 L!> /9 1 8 89 ? ?9 % 5 59 0 09 / Si 1 8 89 ? ?9 % 5 59 0 09 / /9 D" 8 89 ? ?9 % 5 59 0 09 / /9 1 %scalas Introdução Para se entender melhor as escalas vamos usar o e(emplo de um piano ou teclado. s!o os sustenidos 697 ou bem*is 6b7. do 8 para o ?. e outras. branca.. as teclas pretas seriam. Oé. ?e volta ao teclado. etc. que s!o as brancas. preta. temos no nosso JtecladoJ as teclas para ?*. uma branca7) j$ do % para o 5. 5$. ?e uma tecla para outra. @AB tom 6semi#tom7. branca.c om .e os bem*is 6b7 s!o usados para diminuir a nota em um semi#tom.7 tem#se @AB tom 6ou semitom7 de diferen&a. @ semi#tom 6uma branca7.. temos B semi#tons 6uma preta. no teclado. independentemente da cor 6ou seja. Veja no teclado. % as teclas pretas. branca. /lgumas notas tem entre si @ tom de diferen&a . BF?9 ou %b) NF59 ou 0b) . @F89 ou ?b) . +s sustenidos 697 s!o usados para aumentar a nota em um semitom. da esquerda para a direita. preta.F09 ou /b) -F/ ou 1b e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 'i.

'as isso n!o ser$ t!o difícil. / escala abai(o é a de ?* 'aior 6ou simplesmente de 87. ?. %(istem.c om . vamos apenas abordar os tipos de escalas mais usuais. uma ve" que o número de escalas possíveis de serem construídas no bra&o do instrumento é praticamente ilimitado. ent!o. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 e||-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--| fina B||-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--| || G||-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--| || D||-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--| || A||-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--| \/ E||-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|grossa 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 e |-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--| B |-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--| G |-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--| D |-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--| A |-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--|-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--| E |-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--| 3ote que as notas se repetem da mesma maneira ap*s o @Bo traste. como j$ vimos. normalmente em algarismos romanos. você tem que decorar as notas até o @@M traste. cavaquinho. nem vamos. sabendo o nome das cordas soltas. % as 3otas 'usicais. bai(o. 896ou ?d7.7 os semitons s!o marcados pelos trastes. em principio. /. + bra&o do seu instrumento. 5. como abai(o e(emplificado para a escala de 8. podemos determinar todas as notas no bra&o # e vai ficar assim.. por isto. 3ote que a mesma n!o apresenta qualquer nota JsustenidaJ 697 ou JbemolJ 6b7 e. a partir das quais na verdade se derivam todas as demais.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 4" 3os instrumentos de corda com bra&o e trastes 6viol!o. %m qualquer escala pode#se sempre identificar as notas por uma seqHência numerada 6ou graus7. as teclas do nosso teclado s!o correspondentes Is casas da guitarra. ?96ou %b7. esgotar aqui o assunto de escalas musicais. %. s!o @B. /ssim. 096ou /b7. 0. 596ou 0b7. =ogo. /96ou 1b7 e 1. 8. é dividido em semitons pelos trastes. na verdade. 3!o pretendemos. di"er que as escalas podem ser maiores ou menores. guitarra. Podemos. é considerada uma escala sem acidentes. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . as notas do @Bo traste s!o as mesmas das cordas soltas. Portanto. /li$s. inúmeras escalas musicais..

@ traste no bra&o da guitarra. mas sim os intervalos que as separam. nas quais esta distancia é de @AB tom ou. é novamente o pr*prio 8. e assim sucessivamente até a oitava que. I tom II tom III semitom IV tom V tom VI tom VII semitom VIII Para chegarmos Is escalas menores é inicialmente importante mencionar que estas s!o sempre derivadas do VI grau de uma escala maior. C tom D tom E semitom F tom tom A tom B semitom C 3este momento o mais importante nisto tudo n!o s!o as notas desta escala de d* maior. que muito provavelmente você j$ conhece a bastante tempo. é sempre a seguinte. obviamente. a terceira é %. para a segunda 6II7. Porque] 'uito simples. que é 8. esta distancia é também de @ tom. I / II 1 III 8 IV ? V % VI 5 VII 0 VIII / %(istem v$rias coisas importantes I se observar nestas duas escalas 68 e /m7. que @ tom equivale a B trastes no bra&o da guitarra. ?a primeira 6I7. %m resumo as notas na escala de d* maior 687. qualquer que seja ela. Pode#se. que é ?. você deve ent!o estar apto a construir qualquer escala maior.c om . 8omo veremos mais adiante. como visto na li&!o I. ent!o. +bserve o intervalo 6a dist4ncia7 que separa cada uma destas notas. =embre#se. / nota correspondente ao I grau é também denominada de tUnica 6a que d$ o tom7. este intervalo é de @ tom. 8om esta informa&!o.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 4# I 8 II ? III % IV 5 V 0 VI / VII 1 VIII 8 /ssim. as distancias que separam as notas nas escalas maiores s!o sempre as mesmas. isto para n!o falar na forma&!o de acordes. bem como da VII para a VIII nota 6de 1 para 87. ent!o a escala de /m 6l$ menor7 é a seguinte. s!o as seguintes. ?a segunda 6II7 para a terceira 6III7 que é %. 3esta escala a distancia s* n!o é de @ tom da III para a IV nota 6de % para 57. o conhecimento de escalas é fundamental para o processo de solo e improvisa&!o. 8omo o VI grau da escala de 8 é /. e os intervalos que as separam. a primeira nota 6ou grau7 da escala de 8 é o pr*prio 8. a segunda é ?. +bserve primeiro que e du ar do ca ss im @ h ot m a il . generali"ar que a seqHência de notas numa escala maior.

pela seqHência de distancias das escalas maiores o VI grau deveria se separar do VII por @ tom e o VII do VIII por @AB tom. a pr*(ima escala maior deve ser a de 0 6sol maior7. que também é de @ tom. Isto. +u seja. semitom. %(istem outros tipos de escalas menores. +u seja. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . que é de @ tom. %sta escala que est$ sendo chamada de menor é. tom. tom. a escala menor natural. / escala de 0 poderia ent!o ter a seguinte configura&!o. Para que você se torne capa" de. considerando que o V grau desta escala é 0. A B C D E F ?igo poderia porque. tom. ou seja. logo n!o h$ problema. >ambém n!o h$ problema na separa&!o entre o III 617 e o IV grau 687. Porém. +s graus separam#se da seguinte forma. na verdade. ou do V 6?7 para o VI 6%7. %la é na verdade uma seqHência da escala de 8. semitom. I tom II semitom III tom IV tom V semitom VI tom VII tom VIII + importante aqui é também que esta seqHência é a mesma em todas as escalas menores. ou seja. a de que a forma mais adequada de construir novas escalas maiores é a partir do V grau da escala maior anterior. do IV 687 para o V 6?7. pode improvisar em qualquer uma das duas escalas. partindo da escala 8 e. / distancia que separa o I 607 do II grau 6/7 é de @ tom) aqui tudo certo. so"inho. / que separa o II grau 6/7 do III 617 é também @ tom. do ponto de vista pr$tico. que é de meio#tom. significa que improvisa&Tes e solos podem ser feitos indiscriminadamente em qualquer uma das B escalas . +utra coisa importante é observar a distancia que separa cada uma das notas na escala de /m. 3ote que a seqHência n!o é a mesma das escalas maiores. qual seja. tom. construir todas as escalas maiores e menores basta apenas mais uma informa&!o. se você estiver tocando uma música em 8. na de 8 ou na de /m sem qualquer problema.c om . na verdade n!o tem. 6###################%scala de /m#####################7 8 ? % 5 0 / 1 8 ? % 5 0 / 6####################%scala de 8####################7 Por isto a escala de /m é considerada a relativa de 8. tom. ent!o vejamos.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 5$ a escala de /m é também uma escala sem acidentes. Isto tem um motivo que se tornar$ *bvio um pouco mais tarde. sem sustenidos ou bem*is. e n!o. +s intervalos que separam as notas nas escalas maiores s!o sempre os mesmos. /gora olhe a escala acima.

portanto. %m conseqHência disto surge. se a seqHência de intervalos é a mesmo em todas as escalas maiores ent!o. I ? II % III 59 IV 0 V / VI 1 VII 89 VIII ? / relativa menor da escala de ?. I 0 II / III 1 IV 8 V ? VI % VII 5 VIII 0 +bserve que agora os intervalos est!o certos. que é a seguinte. o V grau da escala de 0. também tem os mesmos B acidentes e mantém as distancias características das escalas menores separando cada nota. a de %m. / escala menor relativa de 0 é. constr*i#se a partir do VI grau. tom. semitom. +bserve que para manter a seqHência de intervalos das escalas maiores 6tom. %nt!o a pr*(ima escala maior é a de ?. %la tem. que é um 59. tom. @ acidente na escala. tom. transformar o 5 em 59. acima apresentada. é preciso fa"er com que as distancias da escala de 0. estando a melodia em qualquer um destes B tons. I % II 59 III 0 IV / V 1 VI 8 VII ? VIII % 8olocando as duas lado a lado teremos. solos e improvisa&Tes podem ser feitos indiscriminadamente nas escalas de 0 ou %m. % a relativa menor da escala de 0 ent!o. a seguinte forma. é.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 51 +bserve que na escala acima esta distancia é de @AB tom do V para o VI 6de % para 57 e de @ tom do VI para o VII grau 6de 5 para 07. semitom7 é preciso incluir mais @ acidente na escala de ? 6agora s!o portanto B acidentes7. portanto 1m que. construída a partir do VI grau. tom. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . ou seja. sigam esta seqHência. que é o V grau da escala maior anterior.c om . / conclus!o é mais ou menos *bvia. porém. 6####################%scala de %m######################7 0 / 1 8 ? % 59 0 / 1 8 ? % 6#####################%scala de 0#####################7 ?a mesma forma que para a escala de 8 e sua relativa menor /m. portanto.É s* aumentar o VI grau em @AB tom.

semitom. veja na >eoria 'usical. tom.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 52 I 1 II 89 III ? IV % V 59 VI 0 VII / VIII 1 / pr*(ima escala maior seria construída a partir do V grau da escala de ?. aplique seu conhecimento sobre elas. tom. Escala Crom/tica É uma escala completa formada por intervalos sucessivos de @AB tom. 8om esta base sobre escalas. tom e tom para as escalas menores. tom. tom. / 6l$ maior7. construindo escalas maiores a partir do V grau da escala maior anterior os acidentes v!o aparecendo de forma gradual. tom. tom e semitom para as escalas maiores e tom. semitom. ou seja.c om . Procure observar também que. tom. que os intervalos que separam as notas de uma escala devem seguir as seqHências padroni"adas. C C# D D# E F F# G G# A 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 A# B 1/2 1/2 C 1/2 D D# E F 1/2 1/2 1/2 F# G G# A A# B 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 C 1/2 C# D 1/2 1/2 E F F# G 1/2 1/2 1/2 G# A A# B C 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 C# D 1/2 1/2 D# E 1/2 1/2 F F# G G# A A# B 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 C C# D 1/2 1/2 1/2 D# E 1/2 1/2 F 1/2 G G# A A# B C C# D D# E 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 F 1/2 F# G 1/2 1/2 A A# B C 1/2 1/2 1/2 C# D D# E F 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 F# G 1/2 1/2 G# A 1/2 1/2 B C C# D 1/2 1/2 1/2 D# E F 1/2 1/2 1/2 F# G 1/2 1/2 G# A 1/2 1/2 A# B 1/2 1/2 e du ar do ca ss im @ h ot m a il . que s!o. a forma&!o 6o desenho dos intervalos7 das escalas mais utili"adas e. semitom. =embre#se sempre de que a relativa menor dever$ derivar#se a partir do VI grau da escala maior e.

tom. as cifras n!o representam acordes e sim notas. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . tom e semitom. pois dela originam#se todos os acordes. I II III IV V VI VII C D Eb F G Ab Bb 1 1/2 1 1 1/2 1 1 +bs. tom e o segundo de semitom. VIII C I D 1 II E III IV F# G 1 1/2 V A 1 1 VI B VII C# 1 1/2 VIII D I E 1 II F# III IV G# A 1 1/2 V B 1 1 VI C# VII D# 1 1/2 VIII E I F 1 II G III IV A Bb 1 1/2 V C 1 1 VI D VII E 1 1/2 VIII F I G 1 II A III IV B C 1 1/2 V D 1 1 VI E VII F# 1 1/2 VIII G I A 1 II B III IV C# D 1 1/2 V E 1 1 VI F# VII G# 1 1/2 VIII A I B 1 II C# III IV D# E 1 1/2 1 V F# 1 VI G# VII A# 1 1/2 VIII B Escala Diat.nica Menor Pura É formada de B tetracordes sendo o primeiro composto de tom. É formada por dois tetracordes de tom. semitom.c om VIII C . tom) separados por um intervalo de um tom. as cifras n!o representam acordes e sim notas. separados por um intervalo de um tom.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 53 Escala Diat0nica Maior >ambém conhecida como %scala 3atural. I II III IV V VI VII C D E F G A B 1 1 1/2 1 1 1 1/2 +bs.

I D 1 II E III F 1/2 1 IV G 1 V A 1/2 VI Bb VII C 1 1 VIII C VIII D I E 1 II F# III G 1/2 1 IV A 1 V B 1/2 VI C VII D 1 1 VIII E I F 1 II G III Ab 1/2 1 IV Bb 1 V C 1/2 VI Db VII Eb 1 1 VIII F e du ar do ca ss im @ h ot m a il . tom) separados por um intervalo de um tom.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 54 I D 1 II E III F 1/2 1 IV G 1 V A 1/2 VI Bb VII C 1 1 VIII D I E 1 II F# III G 1/2 1 IV A 1 V B 1/2 VI C VII D 1 1 VIII E I F 1 II G III Ab 1/2 1 IV Bb 1 V C 1/2 VI Db VII Eb 1 1 VIII F I G 1 II A III Bb 1/2 1 IV C 1 V D 1/2 VI Eb VII F 1 1 VIII G I A 1 II B III C 1/2 1 IV D 1 V E 1/2 VI F VII G 1 1 VIII A I B 1 II C# III D 1/2 1 IV E 1 V F# 1/2 VI G VII A 1 1 VIII B Escala Diat. I II III IV V VI VII C D Eb F G Ab B 1 1/2 1 1 1/2 1 1 +bs.nica Menor Mel1dica Descendente É formada de B tetracordes sendo o primeiro composto de tom. tom e o segundo de semitom. as cifras n!o representam acordes e sim notas. tom. semitom. Idêntica a diatUnica menor pura.c om .

tom.nica Menor Mel1dica Ascendente É formada por B tetracordes sendo o primeiro composto de tom.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 55 I G 1 II A III Bb 1/2 1 IV C 1 V D 1/2 VI Eb VII F 1 1 VIII G I A 1 II B III C 1/2 1 IV D 1 V E 1/2 VI F VII G 1 1 VIII A I B 1 II C# III D 1/2 1 IV E 1 V F# 1/2 VI G VII A 1 1 VIII B Escala Diat. I II III IV V VI VII C D Eb F G A B 1 1/2 1 1 1 1 1/2 +bs. semitom separados por um intervalo de @ tom.c om . semitom. tom e o segundo de tom. I D 1 II E III F 1/2 1 IV G 1 V A 1 VI B VII C# 1 1/2 VIII C VIII D I E 1 II F# III G 1/2 1 IV A 1 V B 1 VI C# VII D# 1 1/2 VIII E I F 1 II G III Ab 1/2 1 IV Bb 1 V C# 1 VI D# VII E 1 1/2 VIII F I G 1 II A III Bb 1/2 1 IV C 1 V D 1 VI E VII F# 1 1/2 VIII G I A 1 II B III C 1/2 1 IV D 1 V E 1 VI F# VII G# 1 1/2 VIII A I B 1 II C# III D 1/2 1 IV E 1 V F# 1 VI G# VII A# 1 1/2 VIII B e du ar do ca ss im @ h ot m a il . as cifras n!o representam acordes e sim notas.

a 'úsica 8ountrX. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . elas surgiram com as músicas celtas. ambas derivadas das escalas maior e menor.c om . até hoje s!o dominantes nas músicas européias. %(istem B tipos b$sicos de escala pentatUnica.nicas %scalas pentatUnicas s!o escalas contendo apenas . a menor e a maior. I II III IV V VI VII C D Eb F G Ab B 1 1/2 1 1 1/2 1 1/2 1/2 Obs: as cifras não representam acordes e sim notas. etc. tom e o segundo de semitom.nica Menor -arm.notas. semitom. tom e meio e semitom separados por um intervalo de @ tom. melosa e hoje em dia s!o encontradas em muitos tipos de música..EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 5 Escala Diat.. possuem uma conota&!o triste. como por e(emplo o 1lues.nica É formada de B tetracordes sendo o primeiro composto de tom. I D 1 II E III F 1/2 1 IV G 1 V A 1/2 VI Bb VII C# 1 1/2 1/2 VIII C VIII D I E 1 II F# III G 1/2 1 IV A 1 V B 1/2 VI C VII D# 1 1/2 1/2 VIII E I F 1 II G III Ab 1/2 1 IV Bb 1 V C 1/2 VI Db VII E 1 1/2 1/2 VIII F I G 1 II A III Bb 1/2 1 IV C 1 V D 1/2 VI Eb VII F# 1 1/2 1/2 VIII G I A 1 II B III C 1/2 1 IV D 1 V E 1/2 VI F VII G# 1 1/2 1/2 VIII A I B 1 II C# III D 1/2 1 IV E 1 V F# 1/2 VI G VII A# 1 1/2 1/2 VIII B Escalas Pentat.

que contem as seguintes notas. portanto uma escala derivada simplificada denominada pentatUnica da l$ maior. tom e meio separadas por tom e meio.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 5! Esca$a )entatEnica Maior >omemos como e(emplo a escala de /.c om . I A @ II B @ III C> IV E @ @AB V F> @ VI A @ @AB 5ormada de duas tríades sendo a primeira composta de tom. I C 1 II D 1 III E 1 1/2 IV G 1 V A VI C 1 1/2 I D 1 II E 1 III F# 1 1/2 IV A 1 V B VI D 1 1/2 I E 1 II F# 1 III G# 1 1/2 IV B 1 V C# VI E 1 1/2 I F 1 I G 1 II G 1 II A 1 III A 1 1/2 III B 1 1/2 IV C 1 IV D 1 V D V E VI F 1 1/2 VI G 1 1/2 I A 1 II B 1 III C# 1 1/2 IV E 1 V F# VI A 1 1/2 I B 1 II C# 1 III D# 1 1/2 IV F# 1 V G# VI B 1 1/2 %sta escala pode ser utili"ada em substitui&!o I escala maior para e(ecu&!o de solos e improvisos.>em#se. tom e a segunda de tom. / 1 89 ? % 59 09 / / escala pentatUnica é obtida pela elimina&!o do IV e do VII graus da escala. e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

c om . a verdadeira escala blues contem P notas. pode também ser utili"ada em substitui&!o a escala diatUnica menor em solos e improvisos.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 5" Esca$a )entatEnica Menor %ntretanto. possui todas as notas desta última escala. / escala de /m. como mencionado na introdu&!o. assim como a escala maior. o blues é freqHentemente solado com uma escala menor. pentatUnica de /m. relativa de 8. I II III IV V VI A B D E F# A 1 1 1/2 1 1 1 1/2 5ormada de duas tríades compostas de tom. tom e meio separadas por @ tom I C 1 II D III F 1 1/2 1 IV G 1 V A VI C 1 1/2 I D 1 II E III G 1 1/2 IV A 1 1 V B VI D 1 1/2 I E 1 I F 1 II F# III A 1 1/2 II G 1 1/2 1 III A# 1 IV B 1 V C# IV V C D 1 VI E 1 1/2 VI F 1 1/2 I G 1 II A III C 1 1/2 IV D 1 1 V E VI G 1 1/2 I A 1 II B 1 1/2 III D 1 IV E 1 V F# VI A 1 1/2 I B 1 II C# 1 1/2 III E 1 IV F# 1 V G# VI B 1 1/2 %sta escala. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . pode ser repetida para qualquer nota. como a seguir. / 1 8 ? % 5 0 / / pentatUnica menor é obtida pela elimina&!o do II e do VI graus e. o que contribui para o car$ter dúbio que este tipo de musica possui. como você pode ver em PentatUnica 1lues. %mbora você possa utili"ar esta escala para solos e improvisos de blues.

e. tê# las como referência para uso. 3ovamente. C 1 D 1 E 1 F# 1 G# 1 A# 1 C 1 D D 1 E 1 F# 1 G# 1 A# 1 C 1 D 1 E E 1 F# 1 G# 1 A# 1 C 1 D 1 E 1 F# F 1 G 1 A 1 B 1 C# 1 D# 1 F 1 G G 1 A 1 B 1 C# 1 D# 1 F 1 G 1 A A 1 B 1 C# 1 D# 1 F 1 G 1 A 1 B B 1 C# 1 D# 1 F 1 G 1 A 1 B 1 C# Escalas Complementares 8om uso um pouco mais restrito. estas estruturas revelam %scalas com JclimasJ específicos e sentidos étnico eAou regional. 8aso você e(perimente a %scala no tom e(emplificado e goste.c om . monte seu pr*prio 1o(. as %scalas fora do tom e(emplo J8J s!o utili"adas normalmente somente no tom indicado7 e du ar do ca ss im @ h ot m a il . friso a import4ncia de conhecê#las.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 5# Escala de #ons Inteiros É formada de intervalos sucessivos de @ tom. 6+bs. em casos raros.

e du ar do ca ss im @ h ot m a il .#-#bP#b. 8 # ?b # % # 5 # 0b # / # 1b # 8 Eni4m=tica: @#bB#N#. 8 # ?b # %b # 5 # 0 # / # 1 # 8 Oriental: @#bB#N#.9#-#P#b. 8 # ? # %b # 59 # 0 # /b # 1 # 8 %>n4ara 'aior: @#B9#N#. 8 # ?9 # % # 59 # 0 # / # 1b # 8 ?umoi: @#bB#. 8 # ?b # % # 59 # 09 # /9 # 1 # 8 %irajos9i: @#B#bN#-#bP#@ /#1#8#%#5#/ %>n4ara 'enor: @#B#bN#.9#-9#P9#.c om .#b-#b. 1#8#%#5#/#1 %indu: @#B#N#.#b-#P#.9#-#bP#. 8 # ?b # %b # 5 # 0 # /b # 1 # 8 7apolitana 'aior: @#bB#bN#.#-#P#.#-#bP#.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som $ 7apolitana 'enor: @#bB#bN#.#-#bP %#5#/#1#8#% I@ato: @#bB#.

8 # ? # %b # 59 # 0 # /b # 1b # 8 Sobretom: @#B#N#. 8 # ?b # %b # % # 5 # 0b # /b # 1b # 8 *elo4: @#bB#bN#-#b.9#-#P#b.#b-#bP#b. 8 # ?b # % # 5 # 0 # /b # 1 # 8 'o9ammediana: @#B#bN#.#-#bP#.#b-#bP#b.c om . 8 # ? # % # 5 # 0b # /b # 1b # 8 &alinesa: @#bB#bN#-#bP 8 # ?b # %b # 0 # /b # 8 Ci4ana: @#bB#N#. e du ar do ca ss im @ h ot m a il .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 1 8 # ? # % # 5 # 0 # /b # 1b # 8 Espan9olaAFlamenca: @#bB#N#.9#-#bP#b. 8 # ?b # %b # 0 # 1b # 8 %>n4ara Ci4ana: @#B#bN#. 8 # ?b # % # 5 # 0 # /b # 1b # 8 Espan9ola B 7otas: @#bB#bN#N#.#-#bP#.#-#bP#b. 8 # ? # % # 59 # 0 # / # 1b # 8 Crabe: @#B#N#.

8 # ?b # %b # 5 # 0 # / # 1b # 8 *ersa: @#bB#N#.#@#B#bN#.ope: 0 # / # 1b # 8 # ? # %b # 5 # 0 6o 1 e % podem ser naturais e o 5 pode ser 97 Espan9ola: 8 # ?b # % # 5 # 0 # /b # 1b # 8 E4. 8 # ?b # % # 5 # 0b # /b # 1 # 8 Al4eriana: @#B#bN#.#b-#bP#.9#-#bP#. 8 # ? # %b # 59 # 0 # /b # 1 # 8 # ? # %b # 5 &iEantina: 8 # ?b # % # 5 # 0 # /b # 1 # 8 %avaiana: 8 # ? # %b 65Fpassing tone7 0 # / # 1 # 8 Dudaica: % # 5 # 09 # / # 1 # 8 # ? # % 'on4oliana: 8#?#%#0#/#8 Et.pcia: 8 # ? # 5 # 0 # 1b # 8 Daponesa: 8 # ?b # 5 # 0 #/b # 8 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .#-#P#b.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 2 8 # ? # %b # 5 # 0 # /b # 1 # 8 Davanesa: @#bB#bN#.

+ 1+` :B< é o desenho da %scala 'enor. Veja estes dois 1+` abai(o. escalas. %nt!o se movermos o desenho inteiro para a direita ou para a esquerda. Posicione o I grau na nota que você deseja como tUnica e você ter$ a %scala 'aior da tUnica escolhida. você poder$ tocar B. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . e você reconhecer as notas na PL corda e decorar os + 1+` :@< representa uma %scala 'aior. os 1+`% s!o transport$veis para qualquer casa no bra&o do instrumento. Isto é f$cil de entender. Posicione o I grau na nota escolhida como tUnica # você obter$ a %scala 'enor correspondente. n!o estaremos alterando os intervalos entre eles. [1] e||----|-X--|-X--|----|----| B||----|----|-X--|----|-X--| G||----|-X--|----|-X--|-X--| D||----|-X--|----|-X--|-X--| A||----|-X--|-X--|----|-X--| E||----|----|-X--|----|-X--| [2] e||-X--|-X--|----|----|----| B||----|-X--|----|-X--|----| G||-X--|----|-X--|-X--|----| D||-X--|----|-X--|-X--|----| A||-X--|-X--|----|-X--|----| E||----|-X--|----|-X--|----| +bserve que n!o aparece o número das casas e nem qual a tUnica desta escala. + que determina a posi&!o das notas em rela&!o ao intervalo é sua posi&!o no bra&o do instrumento. através delas você passa a ter um conhecimento real de como se formam os acordes. os dois desenhos acima s!o baseados em intervalos. como fa"er uma transcri&!o e até o improviso. implesmente por um motivo.c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 3 C9inesa: 5#0#/#8#?#5 ou 8 # % # 59 # 0 # 1 # 8 *o+es + conhecimento das %scalas é fundamental para qualquer músico. é indispens$vel para qualquer atividade. 1+`% . de como funciona uma composi&!o.

'aior e 'enor no bra&o todo sabendo somente locali"ar a nota que inicia a escala. é menos uma corda pra você decorar. ent!o os 1+`% . do capotraste significam tocar a corda solta. decorando os 1+`% b$sicos.c om . você determina a %scala 'aior e a %scala 'enori7. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 (x)||--x--|-----|--x--|-----|--m--|-----|--x--|--M--|-----|--x--|-----|--x--| (x)||--M--|-----|--x--|-----|--x--|--x--|-----|--x--|-----|--m--|-----|--x--| (x)||-----|--m--|-----|--x--|--M--|-----|--x--|-----|--x--|--x--|-----|--x--| (x)||-----|--x--|--x--|-----|--x--|-----|--m--|-----|--x--|--M--|-----|--x--| (m)||-----|--x--|--M--|-----|--x--|-----|--x--|--x--|-----|--x--|-----|--m--| (x)||--x--|-----|--x--|-----|--m--|-----|--x--|--M--|-----|--x--|-----|--x--| 8omo a @a e a Pa cordas s!o a mesma nota. quando desenhados todos juntos no bra&o da guitarra. +s ` I esq.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 4 8omo as escalas relativas usam as mesmas notas. s!o complementares. e os unindo. /ssim n!o é necess$rio que se decore as escalas e você saber$ o que est$ fa"endo. %sque&a as casas. você poder$ utili"ar as escalas. escolhendo a nota >Unica. 8ortando o bra&o em 1+`% . certo 6lembre#se. e n!o somente repetir$ um monte de notas que você aprendeu onde deveriam estar. 'Fmaior mFmenor para identificar o I grau de cada escala. 2tili"ando a escala de 8 6?* 'aior7. e a simbologia. [Padrão I]: |--x--|--x--|-----|--x--| |--x--|--M--|-----|--x--| |--x--|-----|--m--|-----| |--x--|-----|--x--|--x--| |--m--|-----|--x--|--M--| |--x--|--x--|-----|--x--| [Padrão II]: |-----|--m--|-----|--x--|--M--| |-----|--x--|--x--|-----|--x--| |--x--|--M--|-----|--x--|-----| |-----|--x--|-----|--m--|-----| |-----|--x--|-----|--x--|--x--| |-----|--m--|-----|--x--|--M--| [Padrão III]: |--x--|--M--|-----|--x--| |-----|--x--|-----|--m--| |--x--|-----|--x--|--x--| |--m--|-----|--x--|--M--| |--x--|--x--|-----|--x--| |--x--|--M--|-----|--x--| e du ar do ca ss im @ h ot m a il . Vejamos o bra&o somente com as posi&Tes das notas. isto é.

escalas. Preencher Escalas + preenchimento de %scalas é outro artifício para dar uma abrilhantada e varia&!o aos solos e também Is progressTes de acordes 6pequenos Jlic[sJ entre um acorde e outro7. 3!o se preocupe em decorar os 1+`% . identificando apenas a tUnica 6>7 e as notas da seqHência a serem tocadas 6(7. %sses @AB tons s!o as III e VI notas da %scala 'aior. e||---|---|---|---|---|-x-|-x-|-x-|---|-x-|(T)|---| B||---|---|-x-|(T)|---|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---| G||---|-x-|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---|---|---|---| D||---|---|---|---|-x-|-x-|---|---|---|---|---|---| A||---|---|---|---|---|(T)|---|---|---|---|---|---| E||---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---| e||---|---|---|-x-|(T)|---|---|---|---|---|---|---| B||---|---|---|---|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---|---| G||---|---|---|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---|---|---| D||---|---|---|-x-|-x-|-x-|(T)|---|---|---|---|---| A||---|---|---|-x-|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---|---| E||---|---|---|---|(T)|---|---|---|---|---|---|---| e du ar do ca ss im @ h ot m a il . elas podem e devem ser usadas como saltos entre %scalas ou entre acordes como Jbac[J para uma frase cantada pelo vocalista. tente compreender os t*picos abordados acima) procure tocar os 1+`% devagar e com muita calma 6aplicando todos os nossos conhecimentos anteriores7.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som 5 [Padrão IV]: |-----|--x--|-----|--x--|--x--| |-----|--m--|-----|--x--|--M--| |--x--|--x--|-----|--x--|-----| |--x--|--M--|-----|--m--|-----| |-----|--x--|-----|--m--|-----| |-----|--x--|-----|--x--|--x--| 8om esses . 3ovamente. despre"ando os graus. 1+`% você pode tocar B. 2ma ve" dominadas estas seqHências. encai(e um 1+` nela e saia tocando nas posi&Tes indicadas. enquanto toca cada nota. ?ivirta#se. Veja em que >om est$ a música na qual você pretende improvisar. @B maiores e @B menores. sem compromisso nenhum. +bserve as rela&Tes entre um 1+` e outro. qual seria ela. em qualquer lugar do bra&o do instrumento. Por enquanto.c om . Pense. encontre a nota no bra&o do instrumento. Você estar$ come&ando a solar e improvisar. %les s!o baseados em %scalas 'aiores e adicionam Jpassing tonesJ 6notas de passagem7 constituídas por @AB tons. por e(emplo.

>--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >-------5-----------6-----------7-----------8------| >-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >-------5-----------6-----------7-----------8------| >-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >-------5-----------6-----------7-----------8------| >-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| e du ar do ca ss im @ h ot m a il . e|0|(T)|---|---|---|---| B| |-x-|-x-|-x-|---|---| G|0|-x-|-x-|---|---|---| D|0|-x-|-x-|(T)|---|---| A|0|-x-|-x-|-x-|---|---| E| |(T)|---|---|---|---| 1 2 3 4 5 E-ercAcios . >ente e(ecut$#lo o mais r$pido e limpo possível.c om . a menos que você utili"e uma Pestana '*vel 6aquele acess*rio que se prende ao bra&o do instrumento alterando a afina&!o para cima sem me(er nas tarrachas7. 3ote que os 6R7 na pestana correspondem Is cordas soltas. %&erc'cio !"ara $an(ar velocidade# %ste e(ercício é *timo para soltar os dedos e ganhar velocidade.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som e||---|---|---|-x-|-x-|-x-|---|-x-|(T)|---|---|---| B||---|---|---|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---|---|---| G||---|---|-x-|-x-|-x-|(T)|---|---|---|---|---|---| D||---|---|-x-|-x-|-x-|-x-|---|---|---|---|---|---| A||---|---|---|(T)|---|---|---|---|---|---|---|---| E||---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---| %sta forma abai(o s* pode ser usada com >Unica em 5 6f$ maior7 por utili"ar as notas soltas.

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som ! >--------------------------------------------------| >-------5-----------6-----------7-----------8------| >-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >-------5-----------6-----------7-----------8------| >-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5-6-8---8-6-5| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| >--------------------------------------------------| e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som " e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som # e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

RitmosF M8sicasF Acordes e Dedi$+ados G8e iremos a/render.c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !$ E-ercAcios = . e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !1 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !2 Data: ____/_____/_______.c om . e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

c om . I Ritmo: Fox: P I X I e du ar do ca ss im @ h ot m a il .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !3 Ritmo: Fox: Com a Mão Direita: P (bater nas cordas com o POLEGAR) X (bater nas cordas com OUTROS DEDOS) I (puxar as cordas com dedo INDICADOR) Fox Abafado: P I * Com a Mão Direita: P (bater nas cordas com o POLEGAR) * (bater nas cordas com outros dedos e ABAFAR) I (puxar as cordas com dedo INDICADOR Data: ____/_____/_______.

Meu Barco é pequeno (Lá+ ou A) A A minhas maos A A Jerusalém A A A Alcançar. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . E7 E7 A Meu barco sem Cristo ao céu nao ira nas águas afundará Mas quando Jesus meu barco guiar aos céus poderei E7 Ele e meu piloto e tudo vai bem na viagem para E7 Meu barco e pequeno e grande e o mar.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !4 Ritmo: Valsa: P X X Com a Mão Direita: P (bater nas cordas com o POLEGAR) X (bater nas cordas com OUTROS DEDOS) Para fazer os acordes usar Mão Esquerda: 2 1 3 4 Data: ____/_____/_______.c om . Jesus segura O numero de acordes foi diminuído e simplificado para facilitar o aprendizado.

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !5 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

X e du ar do ca ss im @ h ot m a il .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som ! Ritmo: Country: P Data: ____/_____/_______.c om .

1Mi1Fá+ 1Re7 Ao meu redor. 1Re+ 1Sol+ 1Sol7 Que Ele está sempre ao meu redor CORO 1Dó+ 1Lá7 pra me guiar.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !! Ritmo: Blue: P I P X P Data: ____/_____/_______. Há sempre alguém que não provou (Sol ou G) 1Sol+ 1Sol7 1Dó+ 1Lá7 Há sempre alguém 1Sol+ 1Re7 que não provou 1Sol+ 1Re7 O grande amor do meu Senhor. ao meu redor. 1Sol+ 1Sol7 1Dó+ 1Lá7 Com seu amor 1Sol+ tão puro e bom. 1Re+ 1Sol+ 1Sol7 Que Ele está sempre ao meu redor pra me guiar. 1Sol+ bem certo estou.c om . 1Sol+ 1Sol7 1Do+ 1Lá7 Desde então 1Sol+ eu descobri 1Re+ 1Sol+ 1Sol7 Que Ele estará ao meu redor quando eu partir. 1Sol+ 1Sol7 1Do+ 1Lá7 Pode meu pai 1Sol+ me abandonar. 1Sol+ 1Sol7 1Dó+ 1Lá7 Não sei contar 1Sol+ o que senti 1Re7 1Sol+ 1Re7 Quando Jesus me redimiu. INTRODUÇÃO 1Re+ 1Sol+ 1Re7 Ele está sempre ao meu redor 1Sol+ 1Sol7 pra me guiar. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 1Dó+ 1Lá7 Posso perder todos os meus bens 1Sol+ 1Re7 1Sol+ 1Re7 E um bom amigo me faltar. 1(Sol+ Re+ Mi-) Ao meu redor (Re+) 1Sol+ Deus sempre está. 1Sol+ 1Sol7 1Do+ 1Lá7 Porém eu sei. pra me guiar.

respeite o tempo (nº de ritmo). sem parar para trocar os acordes.Ritmo: BLUE (OBS: mesmo dedilhado do balada) e du ar do ca ss im @ h ot m a il . vai prestar atenção na letra do louvor e tentar cantar e tocar. Treinar até conseguir cantar e tocar o louvor. sem se preocupar em cantar o louvor. (pode passar 1 louvor extra). 2ª semana: Agora que você já sabe os acordes sem olhar na apostila. Objetivo é aprender os acordes e troca-los com agilidade.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !" Acorde:Sol+7 (G7) IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 3 2 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 1 2ª corda Si 1ª corda Mi 1ª semana: Treinar seqüência dos acordes conforme o número de ritmo (tempo). Dedilhado . Não se preocupe se no início tiver que parar na hora de trocar os acordes.c om .

1Re+ 1Re+ 1(Do+ La-) 1(Do+ La-) Glória a Deus por suas maravilhas. 1(Do+ Do-) 1Sol+ 1polegar glória a Deus! glória a Deus! Glória a Deus! Acorde:Do-(C-) V IV III II 6ª corda Mi 1 3 4 2 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 1(Do+ La-) A terra era sem forma e vazia. e o Espírito do nosso Deus 1Re+ Se movia sobre a face das águas. pela sua grandeza. pela sua grandeza. Ele reina antes da fundação do mundo. 2ºacorde=2ªe3ªpartes do ritmo) Nosso Deus é soberano (Sol+ ou G) Introdução: 1(Sol Mi-) 1Si1(Do+ La-) 1Re+ Nosso Deus é soberano. 1(Do+ La-) 1Re+ E fez separação das águas 1(Sol Mi-) da terra seca.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som !# Ritmo: Básico: P X I P I X I P Data: ____/_____/_______. 1(Sol Mi-) 1Si1(Do+ La-) 1Re+ Nosso Deus 1(Sol é soberano. 1Si1(Do+ La-) 1Re+ Foi Ele quem criou os luminares. Ele reina Mi-) 1Si- antes da fundação do mundo. OBS: acordes entre parêntese 1(1ºacorde=1ªparte do ritmo. 1(Sol Mi-) 1SiFoi Ele quem criou o céus dos céus. Louvor: 1(Sol Mi-) 1Si1(Do+ La-) 1Re+ Nosso Deus é soberano.c om . Ele reina antes da fundação do mundo. criou a natureza 1(Sol Mi-) 1(Sol Mi-) 1Si1Si- e formou o homem. Glória a Deus por suas maravilhas.

e Si. La. Não se preocupe se no início tiver que parar na hora de trocar os acordes. Dedilhado . sem se preocupar em cantar o louvor. sem parar para trocar os acordes. Objetivo é aprender os acordes e troca-los com agilidade.na 3ª corda Sol ► puxar dedo 2 .Ritmo: BÁSICO Com a Mão Direita: P ► no acorde de Re+ (bater o polegar na 4ª corda Ré) ► no acorde de Do+.na 2ª corda Si ► puxar dedo 1 .(bater o polegar na 5ª corda Lá) ► no acorde de Sol+ e Mi. respeite o tempo (nº de ritmo).c om . vai prestar atenção na letra do louvor e tentar cantar e tocar.(bater o polegar na 6ª corda Mi) ► puxar dedo 1 .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "$ 1ª semana: Treinar seqüência dos acordes conforme o número de ritmo (tempo).na 1ª corda Mi ► puxar dedo 2 .na 2ª corda Si ► puxar dedo 3 . 2ª semana: Agora que você já sabe os acordes sem olhar na apostila. (pode passar 1 louvor extra). Treinar até conseguir cantar e tocar o louvor.na 3ª corda Sol ► puxar dedo 2 .na 2ª corda Si OBS: Em 1 ritmo – Fazer 2 dedilhados Ritmo: Repique: P X I P I P X P e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "1 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "2 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "3 Ritmo: Guarânia: P X P X X Ritmo: Valseado: P I P I X I e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "4 e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "5 IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som " IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "! IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi IV casa III casa II casa I casa 6ª corda Mi 5ª corda Lá 4ª corda Ré 3ª corda Sol 2ª corda Si 1ª corda Mi e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

c om .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "" OI>'+ e du ar do ca ss im @ h ot m a il .

EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som "# e du ar do ca ss im @ h ot m a il .c om .

fa&a p*s#gradua&!o em Sist*ria da 'úsica 2niversal # mas avisa que n!o vai sobrar tempo pra você praticar seu instrumento. todos vocês saibam como derivamos uma %scala 'enor de uma %scala 'aior. teríamos. D E F A B C D É claro que s!o as mesmas notas.7. Vamos dar uma relembrada # utili"emos ?* 'aior 687. a %scala 'enor é.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #$ Modos +s 'odos s!o na verdade. mas n!o nos referimos I ela desta maneira por diversos outros motivos. C I D II E III F IV V A VI B VII C oitava 8ontando a partir do VI grau. de maneira simples. mas partimos do II grau.. e você usar estas notas e fi"er uma pequena melodia solada sobre o acorde de 8. somente novas escalas derivadas de uma escala maior. vai parecer e(atamente como a escala de 8 6o que n!o refrescou em nada. % o que difere um do outro.7. é sobre qual tom e progress!o estaremos tocando nossa melodia. Isto é chamado de 'odo ?*rico 6?orian 'ode7. embora todos contenham as mesmas notas. 6/m7 A B C D E F A 1aseado neste mesmo conceito pode#se constatar que é possível formar outras escalas. teoricamente.c om .. Portanto. temos a relativa menor. 8ome&ando em ? 6ré7 e prosseguindo na mesma escala de 8 6d* maior7.. se quiser saber o final desta hist*ria. come&ando em cada um dos graus da %scala 'aior # é assim que formamos os 'odos. somente um 'odo. da %scala 'aior a partir do seu VI grau. que incidiriam numa volta Is origens da >eoria 'usical 6o colunista da SarmonX 8entral. 'as se você pedir a alguém que toque um acorde de ?m 6ré menor7 enquanto você debulha algumas notas desta escala. simplesmente e(traímos as mesmas notas. recomenda. /credito que ap*s todos os nossos artigos. na mesma ordem. 3ossa escala 'aior é. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 5oi usado o ?m porque é o II grau do campo harmUnico de 8 6?*7. ?avid 0ood. vai sentir uma diferen&a enorme no clima obtido..

. para fa"er uso desta informa&!o o conhecimento das escalas é fundamental. e este n!o for o seu caso n!o h$ problema. cada escala maior tem uma relativa menor derivada a partir do VI grau. é possível construi#las a partir de qualquer grau da escala maior.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #1 +----------------------------------------------------+ | CAMPO HARMÔNICO DE C (dó maior) | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ |nota| 3 | 4 | 5 | 3 | 4 | 5 | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | C | C | Cmaj7 | Cmaj9 | CEG | CEGB | CEGBD | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | D | Dm | Dm7 | Dm9 | DFA | DFAC | DFACE | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | E | Em | Em7 | Em7b9 | EGB | EGBD | EGBDF | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | F | F | Fmaj7 | Fmaj9 | FAC | FACE | FACEG | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | G | G | G7 | G9 | GBD | GBDF | GBDFA | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | A | Am | Am7 | Am9 | ACE | ACEG | ACEGB | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ | B | Bmb5 | Bm7b5 |Bm7b5b9| BDF | BDFA | BDFAC | +----+-------+-------+-------+-------+-------+-------+ Podemos fa"er o mesmo com todos os graus. / escala de 8. S$. iniciando#se em qualquer ponto da mesma. assim como posso construir uma escala contendo as mesmas notas a partir do VI grau. pelo menos a principio. 8omo j$ sabemos. com suas características. para que serve isto] /gora você precisa usar um pouco o ouvido e du ar do ca ss im @ h ot m a il . pois você dever$ ser capa" de compreender a coisa assim mesmo. modos distintos de se tocar uma escala diatUnica. 3a BL tabela abai(o temos todos os 'odos. tem a de /m como sua relativa. E F A B C D E %ste modo. 6###################%scala de /m####################7 8 ? % 5 0 / 1 8 ? % 5 0 / 6#####################%scala de 8#####################7 / quest!o é simples. ter$. Para que você possa efetivamente utili"ar os diferentes modos é importante conhecer as escalas musicais em todos os tons. Porém. por e(emplo. portanto. obtendo um 'odo diferente para cada grau em que iniciarmos. 'uito bem. que se inicia no III grau da escala 6%.c om . e você iniciar em %. no caso da escala de 87é denominado de modo 5rígio. Oeveja abai(o. por e(emplo.

e VIIb IIb. /gora pe&a oa diferente] 'ais alegre ou mais triste] Para entender de %m você precisa rever li&!o anterior sobre acorde forma&!o de acordes. isto é. Oepita este mesmo procedimento iniciando em ?. Vb. JheavX metalJ suave. porque eu disse para tocar o e(atamente como a escala de 8. / tabela abai(o resume os modos com suas principais características. isto é. >oque a escala sobre o acorde de 8 e depois sobre o de ?m. se possível. VIb. HEnico D"rico FrAIio LAdio Mi-o$Adio E"$io L"crio %scala 'aior IIIb e VIIb IIb. 'aior 'enor 'enor 'aior 'aior 'enor 'enor CARAC&ERÍS&ICA SO%ORA imponente. +bserve que neste sistema utili"ou#se modos diferentes em um mesmo tom. Jdo^nJ. a saber. blues e roc[ >riste 6escala menor natural7. as notas componentes de cada modo eram e(atamente as mesmas e. RA4 I II III IV V VI VII %OME _Unico ?*rico 5rígio =ídio 'i(olídeo %*lio =*crio &I)O . modos possíveis em cada uma das escalas. uso geral %(*tico 6oriental7 + interessante agora seria que você construísse os . IIIb. %la deve soar para que ele toque %m e repita a escala.c om . um amigo. /contece que é também possível construir modos diferentes mantendo o I grau fi(o e modificando o tom em cada uma delas. IIIb. uso geral levemente triste. majestoso. aberto J^eepXJ. VIb e VIIb IV9 VIIb IIIb.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #2 e. Isto é um pouco mais complicado e e(ige que se decore algumas regras b$sicas. oriundas da escala de um mesmo tom.acorde. de % I %. música countrX Jdar[J. VIb e VIIb e du ar do ca ss im @ h ot m a il . doce. alegre. modos diferentes em tons diferentes. por isto. Pe&a para que ele toque o acorde de 8 enquanto você e(ecuta a escala no modo 5rígio. Que tal o efeito] %sta escala iniciando no II grau é conhecida como modo ?*rico.

tocasse cada um deles.. sem pratic$#lo no bra&o) por outro lado. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . ?9 F I grau ou usar /9 F I grau. I. 8ontinuamos.h IIm. temos dois caminhos para improvisar através dos modos. em seguida. VIIm-bA. conforme o que foi visto na matéria da nossa última aula.h.. n!o basta saber um determinado tom intelectualmente. IV. se você n!o dominar os intervalos das escalas. IIIm.AZ. logo 8m .AZ.L7.h V. no item nM . a7 3o caso de um improviso em que um dos acordes é ?9. VIm. podemos usar modos do 1b F I grau do 8 d*rico ou usar %b F I grau do 8 e*lio. /grupar alguns acordes vi"inhos usando um s* campo B.c om .. 3ote que este acorde n!o pode ser III grau.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #3 'antendo 8 como tUnica. HEnico D"rico FrAIio LAdio Mi-o$Adio E"$io L"crio 8 ? % 5 0 / 1 8 >om F 8 8 ? %b 5 0 / 1b 8 >om F 1b 8 ?b %b 5 0 /b 1b 8 >om F /b 8 ? % 59 0 / 1 8 >om F 0 8 ? % 5 0 / 1b 8 >om F 5 8 ? %b 5 0 /b 1b 8 >om F %b 8 ?b %b 5 0b /b 1b 8 >om F ?b eria também conveniente que você escrevesse cada um dos modos para os diferentes tons e. se BbFZb. / falta desse conhecimento o levar$ a aplicar uma s* escala para muitos acordes. n!o adianta partir para o improviso. do ?9 lídio. Exemplificando: eguindo o padr!o do campo maior. por e(emplo. b7 3o caso de um acorde 8m. Procure perceber as diferen&as entre eles do ponto de vista mel*dico. @. cada um dos modos apresenta#se da seguinte forma. 6tríade h . T)cnicas de Im"roviso Parte I /ntes de entrarmos no assunto. podemos usar os modos dele mesmo. empobrecendo a sua linguagem. Pensar por acorde. temos. J'odos 0regos e seus intervalosJ. aproveito a oportunidade para reafirmar a idéia de equilibrar sempre a pr$tica com a teoria durante o aprendi"ado.

@. Pattern em se(tina 6seis notas por tempo7..B.) com algumas varia&Tes.B.@.c om .. Pense na escala como um alfabeto numa nova língua.B) @... o /b.. Primeiro teremos que conhecer as letras para depois come&armos a falar essa nova língua.@) @.. qualquer um dos modos de /b Jvarre essa harmonia inteiraJ. >ente memori"$#las. em termos de modos gregos.. h pode ser lídio 6campo do %b7) o 8m.B) etc. É *bvio que as possibilidades com patterns s!o infinitas combina&Tes matem$ticas... @. + pr*(imo passo ser$ aprender algumas palavras#chave e frases simples que utili"aremos com freqHência. [Am Pen] 5 6 7 8 e|-T-|---|---|-x-| B|-x-|---|---|-x-| G|-x-|---|-x-|---| D|-x-|---|-T-|---| A|-x-|---|-x-|---| E|-T-|---|---|-x-| 6note que J>J é a tUnica da escala F /) os J(J s!o as outras notas que usaremos7.B. Veremos agora as varia&Tes do pattern de um patern.. pode ser e*lio 6campo do /b7 junto com %b... @... por enquanto. você deve e(plorar ao m$(imo essas combina&Tes..@. temos.B. Pratique bem estes patterns antes de prosseguir. T)cnicas de Im"roviso )arte II Vamos relembrar uma escala que j$ vimos anteriormente.@..B. para que possa tocar sem ter que olhar para elas..EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #4 3o primeiro caminho.@) @. %staremos colocando o 1+` na -a casa. @.B. 3ote que estas três varia&Tes come&am com o dedo @ e s!o para palhetada alternada.. s* pode ser mi(olídico. Vamos ver as duas primeiras JfrasesJ 6lic[s7 nessa nova linguagem.. 3o segundo caminho. no formato de 1+`.B.@) @. se pensarmos por acorde. /lém dos e(emplos dados..B.@.. lick 1 e|-----------------------------| B|-----------------------------| G|---------------5-------------| D|-------5---7-------7---------| A|---7-------------------------| E|-----------------------------| e du ar do ca ss im @ h ot m a il . @.. Veja no >/1 abai(o a %scala de /m 6Pen7 # 6=$ 'enor PentatUnica7. pode ser d*rico 6campo do 1b7) o 5m. que.B.B.

=embre#se que estamos praticando improvisa&!o. 5a&a o mesmo com o lic[ B.7 /gora você est$ livre para repetir qualquer trecho dos lic[s. fa&a uma pequena pestana com seu dedo @ apertando as B cordas de uma s* ve" na -a. e o e gostar do que ouvir. =embre#se que improvisar e praticar o improviso s!o duas coisas diferentes. na mesma ordem em que aparecem nos >abs. B. Quando estamos praticando.7 >oque o =ic[ @ junto com uma base em /m. ?epois. dentro das limita&Tes. % a idéia aqui é tocar somente B lic[s com o m$(imo possível de varia&Tes que conseguirmos. comece a tocar algumas notas mais de uma ve". memori"e as notas. N. casa7. mas procure ser o mais criativo possível dentro do que temos. 8ontinue usando somente as notas dos lic[s. mas use somente as notas pertencentes ao =ic[. tente adicionar algumas notas aos lic[s @ e B. termine as frases na última nota do lic[. %les podem parecer bem restritos. sentindo que as frases est!o se encai(ando na melodia. que é a última nota dos lic[s 6que n!o por acaso. 'esmo que você acredite que esgotou todas as possibilidades.c om . =embre# se sempre. pare e recomece tudo de novo. é a tUnica7.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #5 lick 2 e|---5-------------------------| B|---5-------------------------| G|-------7---5-----------------| D|---------------7-------------| A|-----------------------------| E|-----------------------------| 6+bs. Vamos utili"ar estes lic[s em N etapas. continue praticando. eja o mais criativo possível. volte I escala apresentada no início # pratique um pouco so"inho. /p*s algum tempo praticando os N passos acima. tentando encai(ar as notas sobre a melodia. @. %stes s!o somente passos b$sicos para aumentar seu vocabul$rio nessa nova linguagem. tente lembrar o e du ar do ca ss im @ h ot m a il . 2se qualquer ritmo que quiser. /inda n!o toque as notas fora da ordem em que aparecem # nosso objetivo é acostumar o ouvido e as m!os a alcan&ar um alvo. no lic[ B. duplicando notas e trechos. 2sando o pouco que aprendemos. as B primeiras notas s!o tocadas simultaneamente) para conseguir isto. devemos nos concentrar numa idéia específica. resultado n!o for agrad$vel.7 /ssim que estiver confort$vel. >ente terminar as frases na útlima nota. você se surpreender$ com a quantidade de música que pode ser criada.

/plique os N passos vistos anteriormente nos lic[s abai(o # depois junte tudo e fa&a uma JsaladaJ de improviso. adicione hammers#on e pull#offs. 6nota&!o em >/1. lide 6JescorregadaJ7. a técnica de slide consiste em Jdesli"arJ o dedo sobre a corda até atingir uma nota alvo. /m. ou seja. a >Unica. obtendo a nota com um pull#off. sempre terminando na nossa nota alvo. ser$ necess$rio o conhecimento de N técnicas. mais ve"es poder$ usar o mesmo lic[ de maneiras totalmente diferentes. Pull#off 6JtiradaJ7. s!o os mesmos @ e B JincrementadosJ. slide#up F A ) slide#do^n F e7. slides. É claro que aprender a improvisar é muito mais do que decorar uma penca de lic[s. obtendo outra nota7 ou palheta uma nota e depois a solta. utili"ar todos os lic[s presentes neste artigo. Para e(ecut$#los. a nota n!o é palhetada # ao invés disto. que podem ser usados sobre a mesma base # todos s!o no mesmo tom. etc.c om . /gora. +u ela é conseqHência de um hammer#on 6você d$ o hammer#on e logo ap*s tira o dedo. Voltemos ao desenho inicial do 1+` de /m 6Pen7. 6nota&!o em >/1 F h7. a nota também n!o é palhetada nos pull#off. tente fa"er isto com ele. lembram#se das tUnicas 6>7] + nosso alvo é esse. 6nota&!o em >/1 F p7. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . mas criando e anotando você acabar$ aumentando o seu vocabul$rio musical. vou dei(ar mais alguns lic[s. Quanto mais técnicas você souber. golpeia#se a corda com o dedo na casa indicada para obter a nota. d$ um pull#off. pull#off e slides. ent!o pode ser usada a mesma escala. pra come&ar a Jenrolar a línguaJ. Sammer#on 6JmarteladaJ7. bends. lick 3 e|--------------|----------------| B|--------------|----------------| G|--------------|--5-------------| D|-------5-h-7--|------7---------| A|--/7----------|----------------| E|--------------|----------------| lick 4 e|---/5--|-----------------------| B|---/5--|-----------------------| G|-------|--7-p-5----------------| D|-------|----------7------------| A|-------|-----------------------| E|-------|-----------------------| 3otou que os lic[s N e .EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som # que fe") anote... empre que aprender um lic[. Vou relembrar estes conceitos. Pode#se desli"ar para cima na escala 6slide up7 ou para bai(o 6slide do^n7. Ponha o som 6base7 pra rodar e m!os I obra. hammer#on. de formas variadas.

lick 6 e|--------------|----------| B|--------------|--5-------| G|--------------|--5-------| D|-------5------|------7---| A|--/7-------7--|----------| E|--------------|----------| /qui. nos >/1s. e é importante saber quando us$#lo. É *bvio que você dever$ usar seu senso musical e seu JfeelingJ. deve come&ar em uma casa mais bai(a e subir até a -a + segundo movimento é um hammer# on. grupos de N notas tocadas dentro de um tempo. e o movimento do slide é muito r$pido. onde palhetamos a nota da . e du ar do ca ss im @ h ot m a il .a casa 6j$ com o dedo prendendo a nota da -a. mas as barras podem ajudar um pouco no início. 3os B lic[s. ou seja.. comece com um slide até a casa . obtendo a nota sem palhetar. temos tercinas. =embrando novamente que n!o estamos representando tempo nos >/1js. foi utili"ada uma barra para separa conjuntos de notas # n!o estamos utili"ando no&Tes de tempo.a casa. fica difícil ao ouvinte di"er se você come&ou o slide em uma nota dissonante 6fora da escala7 ou n!o. >erminamos com a tUnica.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #! 3o lic[ N. mas procure tocar cada grupo de notas de maneira definida 6@o grupo. >erminamos da mesma forma que no lic[ @. mas procure JagruparJ os movimentos. =embre#se que silêncio também fa" parte da música. casai7 e retiramos imediatamente o dedo # obtendo assim.# normalmente. 3o lic[ .c om . 8omo a nota inicial n!o é tocada.. Bo grupo. iniciamos com outro slide#up. mudar o tempo em que tocamos as notas. n!o temos a indica&!o de onde come&ar a desli"ar o dedo) vai muito de sua percep&!o musical. a nota que j$ estava presa na -a casa. como se e(istisse uma pequena pausa quando encontrar uma barra dentro do >/1.7 # é outro artifício do improviso. lick 5 e|---8-p-5------|--5----------|-------------|-------------|-----| B|-----------8--|------8-p-5--|--8-p-5------|--5----------|-----| G|--------------|-------------|----------7--|------7-p-5--|-----| D|--------------|-------------|-------------|-------------|--7--| A|--------------|-------------|-------------|-------------|-----| E|--------------|-------------|-------------|-------------|-----| 3este lic[ -. come&ou#se com um slide simult4neo de B notas 6através de uma JpestaninhaJ7) aí vemos um pull#off. palhete a nota da -a casa e imediatamente JmarteleJ a . e damos um toque especial com um Jdouble#stopJ 6duas notas tocadas juntas7 # continue fa"endo a JpestaninhaJ para este movimento. + importante é identificar que o slide é slide#up 6A7.

na Na casa7. lic[ K e|-------------|-------------|-----| B|-------------|--5----------|-----| G|--7-p-5------|------7-p-5--|-----| D|----------7--|-------------|--7--| A|-------------|-------------|-----| E|-------------|-------------|-----| 3ote neste lic[ a repeti&!o da mesma seqHência de pulls#off. você precisar$ fa"er uma JpestaninhaJ prendendo as B primeiras cordas na -a casa para poder fa"er as tercinas com rapide" e precis!o. 5inali"amos com um pull#off seguido de slide#do^n 6aqui temos a indica&!o de onde iremos parar.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som #" lick 7 e|--------------|-------------|-----| B|--------------|-------------|-----| G|--------------|----------5--|-----| D|---7-p-5------|--5-h-7------|--7--| A|-----------7--|-------------|-----| E|--------------|-------------|-----| 3este lic[. ou seja. e du ar do ca ss im @ h ot m a il . alternamos hammers#on com pulls#off. alternando as notas pr*(imas. 3ote que os B primeiros grupos s!o uma repeti&!o. lick 9 e|--8-p-5------|--8-p-5------|--8-p-5-\-3--| B|----------5--|----------5--|-------------| G|-------------|-------------|-------------| D|-------------|-------------|-------------| A|-------------|-------------|-------------| E|-------------|-------------|-------------| 3este lic[.c om . continuando com as tercinas.

estudando. Irm#os /itale # %ditora de música +taniel Oicardo # 'étodo de Viol!o 5ernando 'arineli • 'É>+?+ ?% VI+=\+ % 02I>/OO/ # V+=. o que você est$ fa"endo e >2?+ ?% 1+'iii *e+er. ?omine os assuntos b$sicos a princípio e aos poucos v$ se aprofundando nos assuntos mais comple(os e que e(igem um pouco mais 6muito mais7 de aten&!o. tente entende#la por completo. para alguns. Portanto procure estar atento a novos aprendi"ados. depende de cada um. novas técnicas. tenha uma vis!o ampla sobre a música. mas deve ficar claro que este é um processo geralmente lento. siga sempre em frente.ncias • • • • • • • 'etodo de Viol!o %rudito#'inhas Primeiras 3otas ao Viol!o 6Vol @7.EDU AR DO C A SSI M Escola Livre de Musica Arte & Som ## Palavras Finais %ste metodo 6%scola =ivre de 'usica Arte & Som 7 possui os assuntos necess$rios para que você tenha um bom conhecimento sobre música. I Oivaldo 'endes VI+=\+ P/ + / P/ + # ?V? # Oivaldo 'endes S/OP/ 8OI >\ 8I5O/?/ # Oivaldo 'endes 'É>+?+ # +=+ %V/30É=I8+ # Oivaldo 'endes '/P/ ?% /8+O?% # OIV/=?+ '%3?% • /18 '2 I8/= # Pauta e >ablatura # Oivaldo 'endes 8aderno de 'úsica Pautado 8om Introdu&!o k >eoria 'usical • >+Q2% 5D8I= VI+=\+ 8=D I8+ # Oivaldo 'endes • /postila. com certe"a ele vale a pena quando você consegue um certo domínio sobre um instrumento. novos estilos. /ula Pr$tica de Viol!o BR@R # %li"angela /lves 1rum 8orreia e Priscila Prati Igreja 'aranata de 8h$cara Parreiral e du ar do ca ss im @ h ot m a il . o estudo da música. dedica&!o e pr$tica. 3unca desista. =embre#se que um bom músico é aquele que se dedica e que sempre est$ se aperfei&oando. apesar de parecer chato. conhe&a.c om . de fato.