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14 CARTA ABERTA AOS SEGUIDORES DE GURDJIEF George Ivanovich Gurdjieff ou, simplesmente, Mestre G, trouxe fragmentos de uma doutrina terrivelmente

revolucionária. Seus anelos o levaram a muitos lugares, onde se instalaram temporal e circunstancialmente Centros de Saber e Poder. Seu aprendi ado, !ue durou muitas d"cadas, o habilitou a iniciar um trabalho sobre si mesmo, por meio das t"cnicas psicol#gicas fundamentais entregues pelos verdadeiros Mestres de Sabedoria. Portanto, podemos afirmar !ue Gurdjieff era um verdadeiro gn#stico, um $uscador do Conhecimento Superior !ue leva % Ilumina&'o... (ntretanto, Gurdjieff conheceu a totalidade do Conhecimento) *oi+lhe passado tudo o !ue se deveria ad!uirir para uma reali a&'o plena de um ,omem) ( tudo o !ue ele passou a seus disc-pulos e ao p.blico, era tudo o !ue ele sabia) /uem sabe a resposta esteja na .ltima frase, proferida por ele, em seu leito de morte, para seus seguidores0 12eixo voc3s num beco sem sa-da1. (sta Carta 4berta tem como finalidade reafirmar o !ue o Grande Shei5 disse a um seguidor de Gurdjieff, !ue o (nsinamento nunca esteve apartado da vida do ser humano, ela esteve e está sempre ao alcance dos !ue realmente !uerem alcan&a+lo. Para n#s, estudantes gn#sticos, o Conhecimento de Gurdjieff, por mais grandioso !ue tenha sido, n'o se extinguiu com sua morte. 4o contrário, ela está t'o ou mais presente hoje do !ue na "poca do Mestre G e outros Iniciados. 6bserve, caro leitor, como a humanidade foi preparada durante todo o s"culo 78. 9ieram grandes luminares e entregaram um fragmento da Sabedoria 2ivina. :emos como exemplos o pr#prio Gurdjieff, ,P $lavats5; e sua :eosofia, <orge 4doum, =rishnamurti, Sivananda e outros tantos, mais ou menos conhecidos regional e mundialmente. Se analisarmos suas contribui&>es, veremos !ue cada linha do :rabalho forneceu uma pe&a de todo esse gigantesco !uebra+cabe&as chamado (soterismo ou, melhor, 4uto+Conhecimento. 4 contribui&'o de Gurdjieff, a nosso ver, foi oferecer ao mundo ocidental um sistema de trabalho psicol#gico, uma 1nova1 vis'o do homem, como um ser integral, e tamb"m do ?niverso. ?m dos Shei5s de Gurdjieff afirmou !ue a doutrina do @A Caminho Bnome dado ao sistema psicol#gico de GurdjieffC foi um teste para se saber como a mentalidade ocidental reagiria a esta vis'o revolucionária. Parece+nos !ue a aceita&'o, a rea&'o foi pouco positiva, fa endo com !ue essa sabedoria fosse momentaneamente deixada de lado. Por"m, outro fator, al"m da n'o+aceita&'o desse sistema psicol#gico de gurdjieffiano, foi !ue o Mestre G n'o tinha o conhecimento completo do trabalho de auto+reali a&'o. Seu ensinamento, o @A Caminho de Gurdjieff possu-a muitos buracos, muitos vácuos. Muitas partes e detalhes do (nsinamento eram incompletos ou foram interpretados erroneamente, ou, ainda, foram suprimidas intencionalmente. Por isso se afirma nas fileiras gn#sticas !ue o (nsinamento de Gurdjieff deu muito poucos frutos. 6bviamente, um dos fatores !ue levaram a isso era !ue Gurdjieff n'o tinha a totalidade do Conhecimento Pleno. Sua doutrina veio fragmentada do 6riente e, mais ainda, foi misturada com sistemas psicol#gicos em voga na (uropa do in-cio do s"culo 78. D'o dir-amos !ue Gurdjieff fracassou totalmente em sua doutrina, o !ue houve " !ue ela era simplesmente est"ril. 6 ensinamento de Gurdjieff, apesar de portentosa, de ser maravilhosa sob muito pontos de vista, era incipiente, principalmente aos olhos de !uem estuda uma doutrina muit-ssimo mais abrangente. Duma análise relativamente rigorosa, v3+se uma s"rie de falhas nos princ-pios do (nsinamento do @A Caminho Gurdjieffiano. (is pontos interessantes para reflex'o0 E Cosmologia0 Gurdjieff posiciona o homem dentro de uma escala de sistema c#smicos, do 4bsoluto % Fua. Cada sistema abrange outros menores. :emos o primeiro sistema, !ue " o 4bsoluto, ou, como !ueiram, 2eus. 2epois, v3m0 todos os mundosG nossa galáxiaG nosso sistema solarG nosso planetaG o homemG a lua. 6u seja, tudo isso formando sete sistemas de coisas indicando a posi&'o do homem no Cosmos. 6 ensinamento gn#stico v3 alguns pontos incompletos nesse diagrama c#smico. 6 mais importante " o .ltimo sistema, ou :ritocosmos, !ue n'o " a Fua. 6 s"timo cosmo vem a ser precisamente as dimens>es inferiores da nature a, chamadas pelas religi>es de Infernos. E 4 doutrina dos (us0 6 ser humano realmente possui uma grande multiplicidade de fatores mentais, desejos, vontades, gostos, hábitos etc. Cada um desses elementos " regido por uma unidade mental fragmentária chamada (u Psicol#gico ou 4gregado Ps-!uico. Da doutrina de Gurdjieff e, posteriormente, defendida por seu disc-pulo 6uspens5i, visa+se na psicologia do @A Caminho de Gurdjieff uma intera&'o de todso o (us, formando+se um (u coeso, -ntegro. 6uspens5i vai mais longe ainda, defendendo !ue um .nico (u pudesse ser o dominador,

como a!uela 4rs Magna dos 4l!uimistas medievais. esse fragmento de 2eus dentro de n#s. muito empenho. dos ve-culos astral. *inalmente. por"m bem depois do corpo f-sico Bou corpo planetárioC. isso ocorre !uando se completam precisamente L8M encarna&>es Bou retornosC.es nos :r3s *atores de Hevolu&'o da Consci3ncia0 D4SC(H. $aseia+se em outros princ-pios e está submetido a outras leisG nisto consiste o seu poder e o seu significado. sem for&a se!uer para permitir uma movimenta&'o do indiv-duo fora do corpo f-sico. Convidamos o caro leitor a aprofundar+se em seus estudos de auto+conhecimento bebendo de uma fonte superior. 6 caminho " oposto % vida comum e corrente de todos os dias.. !ue deve reinar soberano. n'o passa de um fantasma. ao cabo de muitos milhares de anos. de um Mestre. ao final desse processo fantástico e doloroso. o Conhecimento " mais simples e singelo do !ue imaginamos. confundiu a sagrada =undalini com sua manifesta&'o negativa. 6 Mestre G afirma !ue esse corpo tamb"m morre. sem energia. E 4 =undalini0 Gurdjieff. 4 Grande 4rt. de um ser !ue encarnou a lu em seu interior) (sse tipo de indiv-duo possui um verdadeiro.ltimos tempos pelo grande Mestre Gn#stico Samael 4un Neor. E 6 Corpo 4stral0 Gurdjieff o chama de corpo =edsjan.omem nasce na Dona (sferaG o *ilho do . dese!uil-brios. proje&>es etc. e passa a experienciar de novo todo um processo de evolu&'o imposta pelas for&as da nature a. re!uer muita paci3ncia. nem renegar etc. (ssa explica&'o " certa. 4s viagens astrais de algu"m comum e corrente como a maioria de n#s s'o inconscientes. ou seja. completa e !ue leva indiscutivelmente o $uscador %!uela t'o almejada auto+ reali a&'o espiritual. dos (us. Hesumindo0 o trabalho supremo do $uscador " precisamente a elimina&'o total e definitiva de todo e !ual!uer (u. libera+se dos corpos inferiores. !ueremos di er !ue a doutrina psicol#gica de Gurdjieff " maravilhosa. sem tra ermos % mem#ria nossas experi3ncias fora do corpo.. ou =undartiguador. (le renegou.omem nasce da água e do fogo. at" !ue vejam por si mesmos o reino de 2eusQ. Infeli mente ela sofreu + e ainda continua sofrendo + altera&>es. vai+se distanciando cada ve mais da chama do conhecimento primeiro !ue alimentou Gurdjieff. embora sua praticidade seja complexa. nosso corpo de desejos.?M4DI242(.. a 4uto+Heali a&'o (spiritual.1 Samael 4un Neor . cheias de fantasias. do (go. 14inda !ue se espantem os fracos e os covardes. leia o texto abaixo escrito por este Mestre. muita arte. sacerdotes e escribasG !ue seja entregue % morte e !ue ressuscite no terceiro dia.1 Samael 4un Neor. eterno. essa energia sagrada e ainda a confundiu com sua canali a&'o negativa Brepresentada pelo rabo dos demKniosC. frio. (ste " o caminho da Hevolu&'o da Consci3nciaP (sta " a senda dif-cilG a via !ue os perversos da ra&a lunar tanto odeiam. 4 !ue corpo astral Gurjieff e refere) 6 corpo astral de um iluminado. lamentavelmente.. por"m em parte. um aut3ntico. M6HH(H e S4CHI*IC4H+S( P(F4 . nem fundir. passa a uma dimens'o inferior da nature a Bas dimens>es infernaisC e. 4!uele Centro de Conhecimento. chamada por ele de =udabIffer. corpo astral. 4!uela (scola. /uanto % morte do corpo astral. 6 grande Cabir <esus sinteti ou magistralmente a doutrina da Hevolu&'o da Consci3ncia !uando disse0 QR necessário !ue o *ilho do . Isso acontece ao longo das muitas reencarna&>es Bchamadas pelos gn#sticos de Hetorno mecJnicoC. com o passar do tempo. 4 doutrina gn#stica afirma !ue n'o se deve melhorar. ( acrescentou0 (m verdade vos digo !ue alguns n'o ver'o a morte. PHIM(IH6 *4:6H0 D4SC(H 16 *ilho do . mental etc. Isso representou tirar das m'os dos seguidores de Gurdjieff a arma suprema para a erradica&'o absoluta do (go. Caso voc3 tenha interesse em conhecer este ensinamento sagrado. 4 consci3ncia da pessoa !ue terminou seus L8M retornos a este mundo f-sico involui. melhor di endo. obviamente por pura ignorJncia. já está mais perto do !ue voc3 imagina. por"m nada " imposs-vel. consciente.controlando os outros (us.. " urgente di er !ue o caminho !ue condu os valentes % 4uto+Heali a&'o Ontima " espantosamente revolucionário e terrivelmente perigoso. sem nenhuma manifesta&'o ou exist3ncia desses (us Psicol#gicos. <á o nosso corpo astral. manipulável pela consci3ncia. do (u e do tempo. esse corpo astral lunar e frio vai se desintegrando. divulgado nos . 4 doutrina de todos os 4vataras tem suas ra. Por !ue complexa) Por!ue o :rabalho (spiritual " uma verdadeira arte.. (xiste algo mais al"m da mente. 4 (ss3ncia. adapta&>es e adultera&>es e. !ue " a (ss3ncia (spiritual. a esses (us. de nossa constitui&'o an-mica.omem pade&a muitas coisas e !ue seja rejeitado pelos anci>es e pr-ncipes. inconsciente. nem reprimir.

at" os 7L anos. Gra&as % (D(HGI4 CHI426H4. vale a pena refletir um pouco. para completar o desenvolvimento do corpo f-sico. tamb"m entra em fun&'o o sexo. completando assim sua constru&'o. 6s jovens. 6 germe !ue se gestou num ventre materno e !ue nasceu. ( tudo isso por falta de instru&'o. tornou+se hoje em dia mais comum do !ue lavar as m'os. a energia sexual está livre para outras atividades. o primeiro fator da Hevolu&'o da Consci3ncia. o homem " um ser n'o reali ado. o impulso sexual fa com !ue sintam a necessidade de fa erem uso do sexo. sem ainda terem completado seu processo de desenvolvimento. com a base vital e nada mais. ?ma águia nasce como águia. (sta " a . !ue permitiu o desenvolvimento do feto. o corpo f-sico pode ser gerado no ventre materno. $em sabemos !ue os adolescentes n'o somente gastam o material sexual. sejam eles rapa es ou mo&as. Isto " manifestamente absurdo. " um germe incompleto em todo o sentido da palavra. o pobre animal intelectual e!uivocadamente chamado homem n'o nasce completo. 6 !ue há mais al"m disso) 6 (go. indispensável. L@ e 7L anos.. Gra&as % (D(HGI4 CHI426H4. (ste v-cio. os jovens com seus amiguinhos e as jovens com suas amiguinhas. /uantas vontades teriam sido maravilhosas e se esgotaramP /uantos rostos bonitos murcharamP. devemos salientar !ue a humanidade. 2e maneira !ue o pr#prio corpo f-sico. mas está engarrafada no (goG isso " tudo. sem o Corpo Mental e sem o Corpo Causal. o !ue " !ue nasce) Dasce um corpo f-sico. dir-amos. as pessoas n'o sabem usar a energia criadora. com a c#pula. M6HH(H e S4CHI*IC4H+S( P(F4 . 2e maneira !ue.. infeli mente. 6 desenvolvimento total do corpo f-sico processa+se atrav"s das várias idades0 U. ?m c'o nasce como c'o e como c'o está completo. poder-amos usar a energia criadora para fabricar os Corpos (xistenciais Superiores do Ser e chegar ao Segundo Dascimento. Dascer " um problema completamente sexual.9oc3s sabem muito bem !ue a Hevolu&'o da Consci3ncia tem tr3s fatores0 D4SC(H. meus estimados irm'os. 4ntes dos 7L anos a energia sexual s# tem um objetivo0 completar o desenvolvimento f-sico do germe !ue nasceu. anda involutivamente. Healmente. Dasce sem o Corpo 4stral. !ue " de nature a animal. disp>e de grandes asas e uma vis'o maravilhosa !ue lhe permite ca&ar at" as serpentes mais distantesG nasce completa. 2epois dos 7L anos de idade. n'o significa de modo algum !ue tenha terminado completamente os seus processos de desenvolvimento..?M4DI242(. a eliminam do seu organismo. claro. n'o está completoG precisa se desenvolver. uma Consci3ncia. essa energia !ue as fecundou no ventre materno. 6 germe penetra em uma matri para se desenvolver convenientemente e. R claro !ue o sacrif-cio se cumpre atrav"s do trabalho esot"rico em benef-cio de todo o mundo. 6bservando bem todas estas coisas. Por outro lado. condicionada ao seu pr#prio engarrafamento. em geral trocam id"ias. mas ainda ad!uirem v-cios como o da masturba&'o. o corpo f-sico pode continuar seu desenvolvimento atrav"s dos U. e sacrif-cio pela humanidade " amor. Por"m. ele nasce incompleto. a fun&'o sexual deveria come&ar aos 7L anos de idade e n'o antes. ad!uirem esse desgra&ado v-cio e assim arruinam miseravelmente seus c"rebrosG se idioti am. Do morrer. honradamente. 2os 7L anos em diante. !ue veio ao mundo. L@ e 7L anos de idade. (nt'o. 4contece !ue ele nasce sem os ve-culos !ue deveria ter. seu nascimento e crescimento pelas idades dos U. em todos os sentidos. isto ". 4o tocarmos nesta !uest'o relacionada com o nascimento. pelo fato de ter nascido. Submet3+lo % c#pula " algo absurdo. 4p#s os 7L anos a energia fica livre. por!ue antes o germe !ue entrou no ventre materno n'o completou ainda seus processos de desenvolvimento.. L@. um 1corpo planetário1.. Como n'o t3m orienta&'o. já !ue o ser humano nasce incompleto. por!ue essa energia criadora !ue eles est'o desperdi&ando " necessária. (nt'o. n'o terminou se!uer de desenvolver o pr#prio corpo f-sico. por!ue n'o possui os C6HP6S (TIS:(DCI4IS S?P(HI6H(S 26 S(H. vemos como os adolescentes já est'o fornicando. pelo fato de ter nascido. $em sabemos !ue as pessoas extraem do seu organismo o (xiohehari. e por a. tanto rapa es como mo&as n'o recebem nas escolas ou col"gios a devida instru&'o sobre a !uest'o sexual e. Infeli mente. (m ve de utili á+la para a sua Heali a&'o. isto ". menos o ser humano. a energia criadora ou (SP(HM4 S4GH426. ( possui uma Consci3ncia o pobre animal intelectual) Sim. ?ma C6DSCISDCI4 426HM(CI24. Certamente. o esperma sagrado.come&a o v-cio repugnante da masturba&'o. :odas as criaturas nascem completas. ele a tem. 4s pessoas n'o sabem utili ar essa energia !uando fica livre. resumindo. Isto " grav-ssimo.. Comecemos com o primeiro fator0 D4SC(H. Infeli mente. completar o desenvolvimento do corpo f-sico.

/uando se possui um Corpo Mental. mediante as notas 2V. !uando pode caminhar com ele. igualmente. 6 Mundo Causal tem uma tonalidade a ul profunda. !ue " o . com pure a real. deve+se fa 3+lo com mod"stia e de forma viva. jamais em estilo vulgar. com as notas 2V. (m s-ntese. tais como o homossexualismo e o lesbianismo. com uma educa&'o sexual perfeita e completa. astral. 6bviamente. infeli mente.rio dos Sábios.rio dos al!uimistas medievais. psicologia. MI.. falando concretamente. (m uma segunda oitava. /uando algu"m já tem os ve-culos f-sico. o Merc.rio dos Sábios vem a se cristali ar na forma extraordinária do Corpo da 9ontade Consciente ou Corpo Causal. *W. o nascimento do homem. 2i +se !ue o homem verdadeiro " o . psicanálise. (nt'o. isso seria formidável.rio vem a condensar+se ou a cristali ar+se. tudo seria diferente. mental e causal.omem Causal) Simplesmente por!ue fabricou o Corpo Causal. 4s pessoas vivem sem Corpo 4stral. no momento em !ue a energia sexual fica liberada para !ual!uer tipo de atividade.omem Causal. a5asha puro. pudessem chegar at" a idade dos 7L anos respeitando o sexo. a pobre humanidade n'o recebe a educa&'o sexual no momento em !ue mais necessita. Dingu"m nasce com o Corpo da 9ontade Consciente. 6bviamente.rio dos Sábios vem a se cristali ar no famoso e espl3ndido Corpo Mental. por!ue ao instruir os estudantes e falar dos mist"rios do sexo. Isto seria muito grave para n#s. S6F. Do entanto. Se os rapa es e as garotas pudessem crescer limpos. $em. :oda causa tem um . !uem nasce " o animal intelectualG no segundo nascimento.oni sem derramar jamais a ta&a de .ermes :rismegisto. tamb"m se tornaram comuns. *W. seria uma infelicidade. captar. podemos aprender. !uando pode movimentar+se no espa&o com ele. SI. ou a5ash. *W. em uma oitava superior com a forma maravilhosa e espl3ndida do Corpo 4stral. recebe+se a ilumina&'o diretamente. ?m pouco mais al"m temos o Corpo da 9ontade Consciente. os v-cios !ue existem atualmente em rela&'o ao sexo s'o insuportáveis.. o desejo refreado transmutará completamente o esperma sagrado em energia criadora. o verdadeiro homem. o *ilho do . al"m de outros v-cios !ue. Portanto. Como voc3s v3em. todos os ensinamentos do universo. creio !ue voc3s já conhecem a chave da al!uimia0 n'o ignorar o adágio latino !ue di 0 Imnisium membrum virilis in vaginam faemina sine ejaculatio seminis. SI. S6F. 6 Segundo Dascimento " o nascimento do *ilho do . sobe e desce. FW. o Corpo 4stral n'o " um implemento necessário para a vida do ser humano. seria algo admirável e ter-amos uma nova gera&'o de seres melhores. chegariam saudáveis % idade dos 7L anos e isso seria maravilhoso. Do Mundo das Causas Daturais conhecemos todo o encadeamento de causas e efeitos. " conveniente !ue voc3s saibam !ue a energia sexual. estou dando a chave + simples e clara + por"m em linguagem decente. s'o sementes degeneradas !ue jamais poder'o germinar. HR. com as notas 2V. em uma oitava mais elevada.. HR.omem. SI. " #bvio !ue poderá receber os princ-pios an-micos e espirituais para se converter em homem. (ssa energia criadora transmutada " o mesmo Merc. Do primeiro caso. homens e mulheres. " o mesm-ssimo Merc. vai e vem. nessa regi'o. da !ual tanto se fala hoje em dia na fisiologia. FW. de onde voc3s vieram. 6 Corpo 4stral " um luxo !ue " dado a poucos. seu centro de gravidade fica estabelecido no Mundo CausalG vive ali. a usassem com o prop#sito de criar os Corpos (xistenciais Superiores do Ser. um pouco mais acima. dir-amos0 uni'o do lingam+. por"m mediante a transmuta&'o da libido sexual. se formariam conceitos errKneos sobre os nossos ensinamentos. Se recebessem. Infeli mente. 6 primeiro nascimento. el"trica. S6F. Por !ue se chama o homem verdadeiro de . 2e maneira !ue um dos fatores da Hevolu&'o da Consci3ncia " nascerG nascer como homem. MI. nasce o homem. 6bviamente. HR. 6bviamente. 6 Corpo 9ital assegura ou garante completamente a vida do corpo f-sicoG n'o há necessidade de se possuir um Corpo 4stral. bem !ue vale a pena dar+se a esse luxo. (sta " a cor fundamental ou básica do "ter. Se aos 7L anos. tal merc. Se na verdade os jovens. o :r3s 9e es Grande 2eus Ibis de :hot. 4li se descobre !ue tudo flui e reflui. os homossexuais s'o sementes degeneradas !ue n'o servem para nada. de efeitos e causas. etc. 4lgu"m sabe !ue tem um Corpo 4stral !uando pode usá+lo. intensa.desgra&a da nossa "poca. foi o do corpo planetário ou corpo f-sico. Com um Corpo Mental. MI. FW. 4ssim. cresce e decresce. 4s l"sbicas. o Merc.omem. :al ve-culo dá a imortalidade no mundo astralG torna algu"m imortal nessa regi'o.ltimo dos corpos necessários para !ue algu"m se torne homem.

:odos os epil"pticos !ue investigamos foram m"diuns do espiritismo em passadas exist3ncias. isto ".efeito. escravi ados nesta regi'o tridimensional de (uclides. !ue t3m corpo no mundo f-sico. etc. etc. 4 !ue se deve isso) R !ue essa " a regi'o do homem. ao n'o poderem perceber todas essas maravilhas dos mundos superiores. diria !ue alguns !uerem pKr a sela antes de tra er o cavalo ou ordenhar a vaca antes de comprá+laG !uerem ser exploradores do espa&o sem terem ainda ad!uirido as faculdades para isso. por sua ve . assistem+nas vestidos como civis. a planta n'o nasce. Intencionalmente. at" ficar inteiramente nua e desperta em si mesma diante da grande realidade da vida livre em seu movimento. deve se libertar. muito ruim. desperta absolutamente. 4o terminar a!uela reuni'o. como se estivessem no mundo f-sico. seu conceito e os conceitos. está engarrafada no Mim Mesmo. da minha obje&'o. sofrem o indi -vel.sica das esferas. pode dar origem a muitos efeitos. cujas práticas condu em % epilepsia. a!ui e agora. Portanto. metem+se no espiritismo e terminam convertidos em m"diuns.. como homem verdadeiro. o primeiro fator da Hevolu&'o da Consci3ncia0 D4SC(H. se consegue morrer radicalmente. direi a voc3s !ue a ilumina&'o n'o " poss-vel se n'o se desintegra o (go.omem Causal. Será subjetiva. interrompi a!uele homem para fa er uma obje&'o a uma palavra sua. percebi !ue a interrup&'o !ue eu havia provocado tinha dado origem a uma s"rie de conse!I3ncias. o (go animal deve deixar de existir em n#s. para !uem dissolve o eu e morre em si mesmo. Mas em seguida vi como apareceu o resultado das minhas palavras. Se o germe n'o morre. Indubitavelmente. todos esses Mestres. Claro !ue dentro dos templos os 4deptos usam suas vestes sagradas. Claro. roupas bem ajustadas. (m algumas reuni>es no Mundo das Causas Daturais. no !ual a Consci3ncia individual. Dormalmente. em verdade vos digo.. portanto. incoerente e imprecisa. a ess3ncia pura. se despoja de suas in. ao se verem presos. no (u da psicologia experimental.. visitar o Dirvana.teis vestimentas. *alando em linguagem vulgar. do homem verdadeiroG a regi'o do . Do Mundo das Causas Daturais " !ue se vem a conhecer o !ue " a Fei de Causa e (feito.omem Causal guardou sil3ncio e agiu muito bem.1 Samael 4un Neor. apresentam+se de rel#gio no pulso e outras tantas ervas. Por"m. sofrem muito por falta de ilumina&'o. !ue isto s# " poss-vel para !uem passa pela terr-vel ani!uila&'o budista. do homem real. Continuando. da mesma forma a morte do (go " um processo de interiori a&'o gradativa. ?sam gravata. S(G?D26 *4:6H0 M6HH(H 1Se algu"m consegue passar pela ani!uila&'o budista. 2e modo !ue o Segundo Dascimento " nascer como .omem Causal se retirava. por!ue n'o se pode di er !ue isso " normal. a toda uma s"rie de efeitos. como Ishtar em sua simb#lica descida. decentemente. R necessário morrer. funcionando em fun&'o de seus pr#prios condicionamentos. (ste ". ( esses resultados produ iram outros resultados e a outros mais. o Maha+ paranirvana. comece a brilhar. 4!uela reuni'o terminou de imediato por!ue o . a cintilar e a resplandecer. R claro !ue seus sofrimentos s'o l#gicosG t3m ra 'o em sofrer. (u havia agido intencionalmente com o prop#sito de investigar a lei de causa e efeito e o resultado fora a!uele. escutei um homem !ue dava uma palestra.omem Causal. ?ns !uerem se adiantar aos fatos. Cada palavra dita.. R claro !ue en!uanto a Consci3ncia continuar engarrafada no (go.. estando no Mundo Causal. cada um saiu di endo algo. para !ue a lu . 4ssim como a vida representa um processo gradual e sempre mais completo de exteriori a&'o ou extrovers'o. produ iram outros resultados. Xs ve es. 14 2outrina Secreta de 4nahuac1. ali se movem os Senhores da Fei com seus pesos e balan&asG est'o sempre ativos anotando nos ar!uivos a5áshicos os d"bitos e os cr"ditos da cada um de n#s. " de causar assombro ver nela reunidos aos diferentes 4deptos encarnados todos vestindo trajes civis.. em certas reuni>es ou assembl"ias. os aspirantes. !ue constitui a ess3ncia an-mica agora engarrafada no (go. escutar a m. em nossa psi!ue. estará adormecida. (m certa ocasi'o.. enfrascada no Mim Mesmo. Dormalmente a Consci3ncia. como cavalheiros. todo efeito se converte por sua ve em causa. 4!uele . se " !ue !ueremos go ar da aut3ntica ilumina&'o. D'o !uero di er com isto !ue seja sempre assim. os irm'os gn#sticos. nossos afiliados. 2e maneira !ue n'o " nada agradável tornar+se epil"pticoG isso " muito duro. (les gostariam de se mover nas regi>es inefáveis. aliás anormalmente. Por"m. Mas. . tais !uais os !ue usamos a!ui no mundo f-sico.

feriu com seus dardos. (is a!ui a dupla pata do galo dos 4braxas. submetido de imediato % análise. Famento !ue tenha cometido esse grave erro. limpa. :udo isto se deve ao (go. Por"m. naturalmente. se libera. dif-cil. !ue os defeitos !ue levamos escondidos afloram de forma espontJnea. !ue os ameacem de morte e muitas outras incoer3ncias. justificá+lo. desta palestra !ue damos a!ui. nenhuma dessas !uest>es t'o incoerentes. (ste erro foi ter se pronunciado contra a 2ivina M'e =undalini. podemos conhecer diretamente !ual!uer defeito. sem vacuidades de nenhum tipo. 2eixou+se influir por outras mentalidades e isso " lamentável. irritado. no relacionamento com nossas ami ades. n'o há nada disso. tenebrosos e abomináveis da serpente descendente. indubitavelmente poderemos nos dar ao luxo de desintegrá+lo. lan&ou um grave 5arma sobre si. Consci3ncia objetiva. no :46. !ue os ata!uem incessantemente. *oi ai !ue Gurdjieff falhou. a Consci3ncia ent'o se emancipa.(scutei o !ue me informaram em rela&'o aos ata!ues de tenebrosos em Guadalajara e o !ue lhes respondi) /ue tudo isso se devia ao subjetivismo do (go. gn#sticos tamb"m como n#s Bpor!ue tamb"m somos da !uarta via ou !uarto caminhoC. precisamos de um poder !ue seja superior % mente e este n'o " outro !ue a =undalini. Mediante a 4uto+ Heflex'o (vidente do Ser. /uando temos mente objetiva. da ani!uila&'o budista em poucas palavras0 PH(CIS4M6S 9I9(H 4F(H:4S ( 9IGIF4D:(S C6M6 4 S(D:ID(F4 (M :(MP6 2( G?(HH4. dos gn#sticos. Dicoll e muitos outros autores da !uarta via.amuni foi atacado por bruxas. de !ual!uer modo. sem manchas. montadas em suas vassouras. /ue o fe por ignorJncia. 4 serpente !ue subia pela vara de (sculápio. R no terreno da vida prática. !ue as bruxas da meia+noite. a .nica coisa !ue reina em n#s " a claridade meridiana do esp-rito. isto ". te mato. Pode. Portanto. /uando foi !ue voc3s ouviram falar !ue um Gautama Sa5. e a serpente !ue se arrastava no lodo. a serpente -gnea de nossos mágicos poderes. /ue alguns irm'os sejam possu-dos por demKnios. 6 erro de Gurdjieff foi atribuir % serpente ascendente os efeitos hipn#ticos. sim. Por"m. n'o o nego. com o !ual. " a =undalini. 4 serpente de bron e !ue curava os israelitas no deserto. !ue o tenham invadido. mas nunca poderá desintegrá+lo. Chegamos ao ponto cr-tico. Somente ela pode . enroscada no lingam gerador. com sete cabe&as. 6uspens5i. na rua. !ual!uer defeito. 4ssim. pensaram !ue poderiam desintegrar !ual!uer agregado ps-!uico inumano. atrav"s da simples compreens'o criadora e nada mais. rotulá+lo com diferentes nomes. existe o Instituto para o 2esenvolvimento . !ue se tenham apossado dele) ( !ue Gautama depois tenha ferido de morte uma outra pessoa gritando0 te mato. lhes direi !ue há duas serpentes0 a !ue sobre e a !ue desce.omem. olhando as coisas de frente. em casa. parece+me bem mais coisas da seita dos vuduP Da verdade. buscar evasivas ou escapat#rias para evitá+loG pode escond3+lo de si mesma e dos outros. D'o vem sen'o a ilumina&'o total. e a !ue desce " o 5undartiguador. Poderia sinteti ar para voc3s a didática. !uando passamos pela ani!uila&'o budista. vim te matar) Isso jamais se viu entre IniciadosP 2e modo !ue tudo isso acontece entre pessoas !ue t3m (go. Famento !ue Gurdjieff tenha desviado o sentido do ensinamento !ue eu mesmo lhe dei por!ue Gurdjieff " meu disc-pulo. se torna objetivaG as incoer3ncias terminam. !ue se arrastava no lodo da terra e !ue 4polo.. pergunto0 /uem dentre eles conseguiu eliminar os eus) /ual o estudante !ue conseguiu libertar a sua Consci3ncia radicalmente) /ual deles chegou % ilumina&'o objetiva) DenhumP Por!ue a mente por si mesma n'o pode alterar fundamentalmente nenhum defeito. !ual!uer eu. 2efeito descoberto deve ser imediatamente julgado. t'o imprecisas e t'o vagas. dir-amos. Para !ue voc3s entendam melhor. a serpente tentadora do Rden. por!ue !uando destru-mos o (go.. o deus da medicina. :endo compreendido tal ou !ual erro psicol#gico. e a serpente Pit'o. (le confundiu a serpente sagrada =undalini com o abominável #rg'o 5undartiguador e atribuiu % 2evi =undalini os efeitos sinistros e tenebrosos do abominável #rg'o 5undartiguador.armonioso do . Mas isso n'o seria poss-vel se antes n'o passássemos pela ani!uila&'o budista. 4ssim foiP Por"m. (nt'o. de vampiros e de cin!uenta mil coisas mais. de bruxas. a serpente !ue sobre " sagrada. venham atormentar os bons irm'o inhos. fica auto+desperta. aconteceria se os aspirantes n'o tivessem (go. Gurdjieff. a ignorJncia da lei n'o exclui seu cumprimento. (ssa " a escola de Gurdjieff. D'o havendo (go. Gurdjieff cometeu um erro imperdoável. Precisamos de um poder !ue seja superior % mente e Gurdjieff n'o aplicou este procedimento sobre si. isso me parece nefasto. no fundo. no trabalho. condená+lo. Do M"xico. nos movemos no mundo das matemáticas e das perfei&>es.

(sses tr3s fatores terminam fa endo de n#s algo diferente0 transformam+nos em deidades. nascer e morrer. improrrogável. com verdadeiro amor. eliminá+lo. *alo a voc3s nesta linguagem serpentina por!ue s'o irm'os !ue já fi eram o curso de missionários. mas n'o amamos nossos semelhantes. Dascer. Se conseguirem passar pela ani!uila&'o budista.?M4DI242( <esus Cristo disse0 1(m !ue vos ameis uns aos outros. Precisamos amar nossos semelhantes. o eu do ego-smo n'o permitirá a ilumina&'o. Mas " necessário morrer para despertarP Hepito0 a!ui e agoraP /uando algu"m desperta verdadeiramente. há !ue trabalhá+lo. n'oP . com dignidade. in!uestionavelmente nos auto+encerramos em nosso pr#prio ego-smo. Portanto. povos e na&>es. 4gora. inveja. ele deixa de existir. despertar'o absolutamente. 2essa forma. estou afirmando !ue o máximo de seu poder está na *orja dos C-clopes. Por"m. ela trabalhará para desintegrar os defeitos. etc. em pleno trabalho sexual espiritual. . como terceiro. Se somente nos preocupamos conosco e nada mais e nos es!uecemos de tantos milh>es de seres !ue povoam o mundo. edificante e essencialmente dignificante. 4li viverá consciente.. ainda !ue tenhamos corpos de homens. seja este de ira. n'o será poss-vel a ilumina&'o. 4pelar na!uele momento em !ue necessitamos eliminar o agregado ps-!uico !ue tenhamos descoberto e compreendido.. Daturalmente. na *ragua 4cesa de 9ulcano. 6 importante " despertar. Se trabalhamos com o primeiro e o segundo fatores. o poder máximo da v-bora sagrada. se estará sempre consciente. R urgente.. D'o basta di er !ue amamos nossos semelhantes. inadiável. sempre numa linguagem esot"rica. morrer e sacrif-cio pela humanidade s'o os tr3s fatores !ue nos convertem em verdadeiras encarna&>es do Cristo C#smico. etc.. puro. claros e definitivos.á !ue se demonstrar isso com fatos. % 2evi =undalini Sha5t. *ar+se+'o conscientes da vida nos mundos superiores. cobi&a. Cair-amos num ego-smo espiritual muito refinado !ue nos impediria todo avan&o interior.. se conseguirem morrer radicalmente. em deuses inefáveis. há !ue se apelar a (la. provareis !ue sois meus seguidores1.ltima gota de sangue por todos os nossos semelhantes. a pessoa fica consciente tanto no mundo f-sico como nos mundos superiores. compreend3+lo e. rogar+lhe !ue pulveri e o tal defeito e (la o fará. lux.pulveri ar !ual!uer agregado ps-!uico inumano. com o poder da 2ivina M'e =undalini. (steja o corpo dormindo ou desperto. . Samael 4un Neor 6 terceiro fator " o sacrif-cio pela humanidade. 6 problema do desdobramento astral desaparecerá de forma definitiva e para sempre por!ue se seu corpo dorme. ( !uem n'o tem companheira) ( a mulher !ue n'o tem cKnjuge) :amb"m podem apelar % Cobra SagradaP 2e !ual!uer maneira. 2aimons. Com a morte se mata a morte por toda uma eternidade. 2e maneira !ue o terceiro fator de Hevolu&'o da Consci3ncia " o sacrif-cio por nossos semelhantes. t3m !ue estar preparados para entender este idioma por!ue !uando se fala dos mist"rios sexuais. . onde fica o problema do desdobramento) Como problema. encontra+se na *orja dos C-clopes. a!ui e agora. Se um casal invocar de verdade a v-bora divina em pleno trabalho na *orja dos C-clopes.á !ue estar disposto a subir ao altar do supremo sacrif-cio pela humanidade. ( podemos eliminá+lo com o poder da 2ivina M'e C#smica. manterá a Consci3ncia e consciente estará no mundo astral. deve+se falar com dec3ncia.á !ue estar disposto a dar at" a . nada estaremos fa endo para levar a lu do conhecimento a outras pessoas. :(HC(IH6 *4:6H0 S4CHI*OCI6 P(F4 . pois. por"m temos de demonstrar nosso amor com fatos concretos. desinteressado. (lohim. <amais conseguiremos cumprir este preceito crist'o en!uanto continuarem dentro de n#s os eus do ressentimento e do amor pr#prio. agirá conscientemente e regressará % vontade ao seu corpo f-sico !uando !uiser. :emos !ue levantar a tocha da sabedoria para iluminar o caminho dos demais. (sses tr3s fatores terminam nos convertendo em deuses.ria. eliminar de nossa psi!ue tais elementos indesejáveis. Do entanto. Como segundo re!uisito. o problema do desdobramento deixa de existir. da 2ivina Cobra dos templos. apelar a esse poder transcendental e maravilhoso da cobra dos antigos mist"rios divinos. (nt'o. 2eve+se. certamente obterá resposta. primeiro temos !ue descobrir o defeito !ue !ueremos eliminar. (n!uanto tivermos o ego-smo dentro de n#s mesmos. jamais numa linguagem vulgar. Sim. há !ue se apelar % =undalini. 6 ego-smo pode se apresentar sob formas sumamente refinadas !ue temos de eliminar. 6 eu do ressentimento ou do desejo revanchista sempre deu origem aos grandes fracassos no mundo.

!ue s'o os já mencionados ressentimentos. Isso seria automático. o amor n'o poderá florescer. por!ue todos os seres humanos. se !ueremos saber amar. por!ue isso !ual!uer um faria. Infeli mente. necessitamos levar o conhecimentoG mostrar+lhes a senda. Se algu"m se situa no ponto de vista alheio. R verdade !ue há !ue se desintegrar essa multiplicidade de eus ego-stas. n'o sabe amar. continuará com o mesmo ressentimento. etc. tal como se escutaP Somos uma fam-lia.. /uando se di P(H264H. para !ue algum dia eles tamb"m possam trilhá+la e chegar % libera&'o final. isso implica numa elimina&'o.ltiplos eus dentro dos !uais se encontra enfrascada a Consci3ncia. se n'o redu ir a poeira c#smica o eu do revanchismo. Se s# vemos como irm'os aos !ue nos rodeiam desde o ber&o. 4mar n'o apenas os !ue nos amam. isso será automático e perd'o automático n'o " perd'o. agimos de forma ego-sta.. por seus semelhantes e isso lhe deu m"ritos suficientes para conseguir em verdade a felicidade !ue n'o tem limites nem margens jamais. at" o !ue tem lhe será tirado. se n'o anular o eu do rancor. !uem ingressou nos mundos paranirvJnico. R real. sem exce&'o de ra&a. de alguma forma. /ue ganhará !uem carrega tudo isto) Desse sentido.. 4lgu"m poderia perdoar simplesmente por!ue aprendeu na doutrina gn#stica !ue deve perdoar. :orna+ se indispensável ver em cada pessoa um irm'o. Se perdoa. maha+paranirvanico. a conseguimos apenas atrav"s do sacrif-cio por nossos semelhantes. aprisionada. constituem uma s# fam-lia. sim. casta ou cor. !uem conseguiu os estágios mais elevados do Ser. :odo mundo guarda em seu cora&'o palavras. 4!uele !ue está destilando e bebendo o seu pr#prio veneno " um tonto. Por"m. mais se recebe. a!ui e agora. (n!uanto tais eus n'o tenham sido eliminados atrav"s da compreens'o e com o aux-lio de =undalini Sha5t. n'o sabe amar. (ssa fam-lia chama+se humanidade. 4 esses nossos irm'os. /uanto mais se dá. Se !ueremos ser feli es. Como poder-amos alcan&ar a aut3ntica felicidade nirvJnica ou paranirvJnica. 4gora. ádico ou !uem enfim conseguiu fundir+se com o (terno Pai C#smico Comum. acompanhados naturalmente de suas conse!I3ncias ou corolários. 4ssim. aprender a olhar do ponto de vista alheio. Isso " graveP D'o se deve ser t'o tonto. n'o será poss-vel perdoar de verdade. aprende a amar. pois. Dingu"m poderá perdoar se n'o eliminar o eu do ressentimento. 4s pessoas s'o incompreens-veis. . D'o deve existir em n#s isso !ue se chama #dio. Isto " ego-smo. sufocado e reprimido.á pessoas !ue destilam e bebem seu pr#prio veneno e sofrem o indi -velP. 4!uele !ue odeia está muito perto da maldi&'o. mas por!ue em verdade somos todos irm'os. se n'o o fi ermos. de uma forma extraordinária a todos os seres !ue povoam a superf-cie da :erra. a Consci3ncia continuará engarrafada. Isso " grav-ssimoP 6nde !uer !ue exista o eu do ressentimento. deve+se pensar no bem comumG !ue devemos amar. Mas !uem nada dá. estamos engarrafados em muitos afetos e consideramos unicamente como fam-lia a umas poucas pessoas !ue nos rodeiam. condicionada. simplesmente por!ue n'o sabem ver do ponto de vista alheio. D'o " uma frase meramente sentimentalista. se n'o trabalhássemos pela felicidade dos outros) 4 aut3ntica felicidade do Ser n'o pode ser ego-sta. Se algu"m n'o " sincero . D'o digo isso por mero sentimentalismo.6 ego-smo está formado por m. Para se fa er curso de missionário. 4s pessoas est'o todas cheias de ressentimentos. fatos ou acontecimentos dolorosos. com o mesmo #dio e at" com o mesmo desejo revanchista. limitada.. R revanchista. ( !ual!uer possibilidade de ilumina&'o estará anulada. ?ma enorme fam-lia !ue povoa a :erra e !ue se chama humanidade. 2evemos compreender !ue toda a humanidade " uma grande fam-lia. credo. mas tamb"m os !ue nos odeiamG os !ue nos amam por!ue nos compreendem e os !ue nos odeiam por!ue n'o nos compreendem. vamos muito mal. uma s# grande fam-lia !ue n'o deveria estar dividida. se " !ue !ueremos saber amar. obviamente sacrificou+se no mundo. se n'o " capa de perdoar ningu"m. D'o há !uem n'o tenha ressentimentos. R necessário saber compreender os outros. aprende a perdoar. pois se fi er de sua mente um inferno. 4!uele !ue forjou um inferninho em seu entendimento " um n"scioG precisa pensar !ue o melhor mesmo " amar. monádico. Se unicamente !ueremos redimir essas pessoas !ue se di em nossos familiares. n'o serveP Do fundo. n'o sabe amar. o eu !ue !uer tirar o cravo. :emos !ue ser sinceros com n#s mesmos.. jamais será feli . n'o !uerem entender %s outras. precisamos lutar pela felicidade dos outros. perdoar de forma mecJnica n'o serve para nada.

D#s. n'o te detenhas por mim. D'o se preocupou muito com isso por!ue n'o tinha sen'o Jnsias. o desfiguramos. dir-amos. Mas. gn#sticos. ela deu+lhe coragem0 1D'o olhes para trás. s# !ue sua sede pelo ouro fi era com !ue a abandonasse.consigo mesmo. a "poca em !ue nos (stados ?nidos as pessoas tinham sede de ouroG coisa !ue sempre tiveram. sentiu !ue era dif-cil se desprender dela. por!ue recordava seu primeiro amor. :emos !ue entender.. montanhas. era muito mais manifesta a cobi&a pelo ouro f-sico. Mais tarde. ambos levaram a m'o % boca. de repente descobriu entre as pessoas !ue ali estavam. Construiu uma estrada de ferro e estabeleceu bancos. *oi ela !uem falou0 1D'o te preocupes. (la. Se !ueremos amar. R amando !ue distribu-mos b3n&'os. In!uestionavelmente. (la tamb"m o adorava.. ao levarmos o ensinamento aos outros. 4mar implica em um trabalho. 6 amor " algo muito sublime. (le n'o sabia o !ue fa er. 2evemos saber perdoar os defeitos alheios. siga em frente. por sua ve . D'o " poss-vel amar en!uanto os elementos do #dio existirem em n#s mesmos. encontrou uma mulher e casou+se com ela. na!uela "poca. Como algu"m poderia amar aos outros se n'o trabalha sobre si mesmo. levamos o ensinamento a todos os povos da :erra e encaminhamos os outros com o máximo de paci3ncia. se n'o elimina do seu interior os elementos da disc#rdia.. etc. sede insaciável por ouro. claro... encontraremos muita resist3nciaG chover'o pedras em muitas ocasi>es. pelas minas de ouro. segue teu caminho1. mas repito0 isto implica em um trabalho. etc. n'o poderá amar jamais. Isso " amorP /ual de voc3s se sente capa de fa er isso) Ser capa de renunciar ao !ue mais ama pela felicidade do ser amado) R !ue o amor n'o !uer recompensaG ele " dádiva por si mesmo. trabalho dispendioso sobre si mesmo. !uando ela continuou0 1Podes ir.1 (le se foi caminhando como um sonJmbulo at" !ue ela partiu. (le n'o sabia o !ue fa er. falando diante de um audit#rio. !uando se encontraram. /uando fundou Dova Ior!ue.. árvores. perdoar a todos e n'o reagir. a!uela !ue ele havia abandonado. apenas pelo ouro. etc. 4s pessoas vivem reagindo diante dos impactos !ue prov3m do mundo exterior. Do audit#rio.. do revanchismo. /uando se tornou um grande homem. Pretender definir o amor " um tanto dif-cil. (le poderia ter deixado a outra mulher imediatamente e ir+se com ela. do fundo da pr#pria Consci3ncia. do #dio. (le " uma fun&'o do Ser. (le estava perplexo. (m plena assembl"ia algu"m di algo relacionado a outra pessoa e nunca falta a rea&'o imediata do aludido.. devemos ser sinceros. Se o definimos. ele " trabalho com ren. Indo+se pelo mundo. era a "poca dourada. por"m de alguma forma sempre reage... sei !ue estás casado1. (la o amava muito. Poder-amos crer !ue amamos !uando na realidade n'o estamos amando. Decessitamos nos auto+explorar. cometeu um erro !ue considerou muito s"rio0 abandonou sua esposa em plena montanha. temos !ue compreender a necessidade de amar nossos semelhantes. (le tentou se afastar e percebeu !ue n'o podia.. para buscar as minas. D'o a abandonou por nenhuma outra mulher. a!uilo parecia um paradoxo0 ali nada mais havia do !ue vegeta&'o.. (le " bem mais como uma emana&'o surgida. 6 amor n'o !uer sen'o o bem dos outros. fora informada !ue ele havia se casado outra ve e !ue tinha seis filhos. :e amo muito e desejo teu triunfo. mas ela preferiu a felicidade dele % pr#pria. ainda !ue isso lhe custe a pr#pria felicidade. 4lgumas ve es com ira.. Por"m.á sempre uma tend3ncia a reagir. (xiste muito amor fingido nas diferentes escolas de tipo pseudo+esot"rico e pseudo+ocultista. por!ue mediante o amor podemos nos transformar. nos auto+investigar. 9amos ou n'o amar nossos semelhantes) Sejamos sincerosP D'o se trata de nos deixarmos levar por sentimentalismos sublimes. (le concebeu a id"ia de uma grande cidade ao contemplar a!uela regi'o. :u deves triunfar. ficou confuso por!ue julgava !ue ela estivesse morta.. 9ou lhes dar um exemplo ou alguns exemplos sobre o amor.. outras com impaci3ncia. Do entanto. por"m há !ue saber amar. ?m dia soube dela.ncia aos frutos. . para descobrir esses elementos !ue nos incapacitam de amar. algu"m disse+lhe !ue ela tinha morrido. n'o.) /uando tais elementos infra+humanos moram em nossa psi!ue.. fica anulada toda a nossa capacidade de amar. n'o devemos aceitar o amor fingidoG devemos ser exigentes com n#s mesmos. (le a amava. Haras ve es tenho . /uero me referir %s mesas diretoras dos Fumisiais. do ressentimento. Decessitamos amar todos os nossos semelhantes. 6 fundador da cidade de Dova Ior!ue era um homem muito inteligenteG tinha uma esposa muito distinta. :ratou de se segurar. 4!uele homem já n'o pKde mais falar.

por exemplo. e sorrir'o docemente.. 6utras palavrinhas humilhantes e !ue tristes e pe!uenos nos sentimos. basta !ue lhes diga umas !uantas palavras duras e já estar'o com o cenho fran ido e reagindo imediatamente. D'o temos liberdade. já !ue eu sempre sou o !ue sou. por esse caminho. !ue lhes d3 umas palmadinhas no ombro. por acaso serviremos para ser missionários gn#sticos) 6 medo nos incapacita de amar. 6 mist"rio da morte " muito sagrado. basta !ue lhes diga umas palavras doces. obviamente n'o somos donos de n#s mesmos e. Isso " triste. devemos ter tamb"m do nascimento. sorriem docemente. já !ue s'o os dois extremos do mesmo fenKmeno !ue se chama vida. por!ue se algu"m n'o " dono de seus pr#prios processos psicol#gicos jamais poderá amar. 2e maneira !ue dependemos dos outros. donos de nossos pr#prios processos psicol#gicos. se antes n'o tiv"ssemos .visto uma mesa diretora onde algum sujeito permane&a impass-velG sem reagir ao !ue os outros digam. para dar o ensinamento gn#stico e nos recebem a pedradas. 4 nossa pr#pria :erra nasceu e um dia será um cadáver. diante do triunfo e da derrotaG sempre serenos. eu estou conversando com voc3s e os vejo um pouco sorridentes. do ego-smo. ficará convertida em uma outra Fua. Cada um fa de n#s o !ue bem !uiser. Como) Se os outros s'o capa es de nos tirar do estado de pa e nos pKr em estado de disc#rdia. estaremos sempre estáveis nisso !ue se chama amor. impass-veis. as sobrancelhas se mostrariam fran idas. 2e maneira !ue devemos permanecer impass-veis diante do louvor e do vitup"rio. !ual a diferen&a) Sempre teremos !ue morrerP 2o !ue temos medo) 4l"m do mais.. ?mas !uantas palavrinhas elogiosas e imediatamente + ahP + somos tomados de auto+importJncia. <amais se deve olhar a morte com horrorG mas v3+la como ela ". Se chegamos a um povoado para predicar a palavra. n'o seremos capa es de amar. Decessitamos nos estabelecer no reino do amor.. 9er um cadáver em um caix'o no meio de uma sala n'o " ter compreendido o mist"rio da morte. o senhor cura nos corre e nos enchemos de terror. Portanto. a morte " t'o natural !uanto o nascimentoP Se temos medo da morte. :emos !ue nos tornar donos de nossos pr#prios processos psicol#gicos. !ue aconteceria) Mudariam de imediato e já n'o estariam t'o sorridentes. Mas !ue engra&adas s'o as pessoasP $asta !ue se mova um bot'o para !ue trovejem e soltem relJmpagos. Se cada um fa de n#s o !ue !uer. se os outros s'o capa es de fa er com !ue sintamos desejo de revanchismo. os mundos nascem e morrem. <amais poder-amos compreender a origem da vida. se nos afastamos dali com desejos de vingan&a ou terrivelmente confundidos. 4ssim. há !ue se ad!uirir autonomia.. jamais poderemos estar estabelecidos no reino do amor. /uando estive reencarnado como :omás de =empis. ent'o onde está a nossa autonomia) /uando deixaremos de ser má!uinas) R #bvio !ue para se aprender a amar. /uem !uiser v3+los furiosos lhes dirá umas palavras duras e já estar'o terr-veis. Se neste momento lhes lan&asse uma descompostura. nessas condi&>es. (star-amos no reino do #dio. :er medo da morte) Por !ue) Se tudo o !ue nasce tem de morrer) 4s plantas nascem e morrem. Precisamos acabar com a depend3ncia e nos fa er amos de n#s mesmos. como poder-amos amar) (n!uanto dependermos psicologicamente dos outros. há uma frase !ue di 0 (u n'o sou mais por!ue me louvam nem menos por!ue me vituperam. o mist"rio da vida. por"m jamais no reino disso !ue se chama amor. Pois se os outros s'o capa es de nos enraivecer cada ve !ue !uiserem. se nascemos para morrer) /ue morramos uns dias antes ou uns dias depois. de nossos pr#prios processos psicol#gicos. D'o somos donos de nossos pr#prios processos psicol#gicos. 4 depend3ncia obstaculi a o amor. Da!uela antiga obra. por !ue temer a morte) 4 morte " a coroa de todos e por certo " at" muito bela. escrevi o livro IMI:4YZ6 2( CHIS:6. Se outro bot'o se move.. da viol3ncia. Se algu"m !uiser !ue voc3s sorriam. sempre donos de n#s mesmos. como um viol'o. Se !uiser !ue se irritem. se os outros s'o capa es de fa er com !ue sintamos #dio. mas n'o o conseguiremos fa er se n'o formos donos de nossos pr#prios processos psicol#gicos. S'o como um instrumento musical onde cada um toca sua pr#pria can&'o. 6s human#ides s'o má!uinas !ue todo o mundo controla como !uer. mas assim ". (ssa tend3ncia de reagir contra todo o mundo existe em todos. 4!ui mesmo. Por !ue) Por!ue s'o má!uinasG instrumentos !ue todo o mundo toca. 2o !ue temos medo) 2a morte) Por!ue. da disc#rdia. /uem !uiser v3+los contentes lhes dirá umas !uantas palavras doces e já estar'o feli es. 2evemos permanecer estáveis no reino do amor. Se batemos numa porta. n'o servimos para ser missionários gn#sticos.

(m certa ocasi'o. nossa M'e (terna e sempre 2ivina. Por temor existem as prostitutas. convencido de !ue estava desencarnado. tudo isso fica para trás.. D'o guardo ressentimentos contra a minha fam-lia. oceanos. n'oP /uando falo !ue experimentei a realidade do !ue " a fam-lia. voc3s diriam0 $om. indicando com isso o trabalho na *orja dos C-clopes. (sses s'o os !ue se sobressaem mais tarde. ( o !ue havia) 4 nature a0 vales profundos. esse algu"m será recompensado com cr"ditos nos mundos superiores. 4t" parece !ue se es!ueceu !ue já deixou sua mam'e. o !ue havia restado) Coisas do passadoP 4gora estava submerso na nature a selvagem. D'o acreditem !ue estejam ouvindo algu"m ressentido. entende os mist"rios da vida. 2escarnada por!ue voc3s !uerem muito a seus familiares. Domes. a . e a mam'e e os irm'o inhos) S'o t'o somente a fascina&'o de um diaP Dada disso temos. por temor há guerra entre as na&>es. muito me serviu esse corpo. 4bandonei a!uela moradia e submergi no seio da nature a. n'o " verdade) 4gora. as !uais t3m medo da fome. 4o longo do tempo. 2ar a vida por seus semelhantes " algo sublime. crucificado de cabe&a para baixo e pernas para cima. 4 morte nos proporciona momentos deliciososG com ela vem a pa . /uem estava diante do ata. cada um de n#s está s# e a . /uem tem medo. (sses s'o os verdadeiros mártires. meu povo. ali estava minha m'e. trabalhando pela humanidade. morre+se uns dias antes ou uns dias depois. /uando algu"m entende de verdade o !ue s'o os mist"rios da morte. seus irm'o inhos. há diferentes tipos de medo. Por temor. Como poderia enfrentá+la. 4 boa reputa&'o do papai e da mam'e.. se teme) /uem tem medo. 2evemos deixar o medo no umbral do templo. S# !ue eu já experimentei diretamente a realidade da minha pr#pria fam-lia e cheguei % conclus'o de !ue fam-lia " toda a humanidade. os !uais t3m medo da vida. eu gosto deles. ( meus familiares) :inham ficado no passado. *ora do corpo f-sico. estou me referindo de forma transcendental ao ensinamento.. Pedro. t-tulos. 6 !ue vi) ?m cadáver. 6 !ue havia na!uele ata. Por temor um homem mata o outro. se n'o a tem. !ue lhe importa. !ue fa&o) 9oc3s podem ficar seguros !ue estamos s#s. /ue mais poderia nos acontecer) /ue nos levassem a um pared'o de fu ilamento) ( da-) Do final. Cada na&'o teme !ue outra a invada e por isso se armaG depois vem o desastre. Por temor existem os ladr>es. a rai de muitas maldi&>es sobre a :erra. (sta " a realidadeP 6 !ue estou lhes di endo " uma realidade descarnada. /ual) 6 meu. $em vale a pena n'o se ter medo ao morrer. já n'o tinha mais familiares. ( agora.. os homens se armam para matar os outros. como voc3s gostam dos seus. terrivelmente s#.nica coisa !ue temos de buscar dentro de n#s " o Pai !ue está em segredo. estamos espantosamente s#s. ( a fam-lia) S'o todos os milh>es de seres humanosP D'o me refiro somente aos da :erra. pois) D'o. nuvens. se algu"m n'o tivesse fam-lia.compreendido a fundo o mist"rio da morte. seu resultado foi maravilhoso.de na sala cheia de flores e coroas de defunto) Meus familiares.nica fam-lia !ue temos se chama humanidade. o carinho dos irm'os e amigos. 6 temor ". mas aos de todos os mundos do espa&o. ( minha !uerida fam-lia) Somente pude exclamar0 <á n'o tenho fam-liaP . montanhas. ao ver+se fora do corpo f-sico fica chiando. mas " a realidade. jamais poderá enfrentar a prova do guardi'o da imensa regi'o. *oi isso !ue fe o 2ivino Habi da Galil"ia. como deuses. apedrejado por ensinar a palavra.. (ntre eles.. ar e sol. ensinaram+me os mist"rios da vida e da morte. 4ssim.. 2escobre+se !ue se " apenas uma criatura da nature a e isso " tudoG sem nome nem sobrenome. e o Senhor Cristo. :emos de acabar com o eu do medo. 2epois da morte. R o !ue fi eram todos os santos e todos os mártires0 Santo (stev'o. pois. minha linhagem. Infeli mente. fi eram com !ue sentisse a morte por antecipa&'o. a =undalini. !ual!uer um tem de chegar % conclus'o de !ue está s#. seu papai.. seu avK. temer " absurdo. beijei sua m'o e disse0 4grade&o pelo corpo !ue me destes. minha l-ngua. Sim. *i eram com !ue sa-sse do corpo f-sico e já fora da forma f-sica fi eram com !ue me adiantasse no tempo para !ue eu me visse morto. eu tamb"m tenho fam-lia e me dou conta de !ue isso " v'oP D'o !uero di er !ue n'o gosto de meus familiares. Isso " algo !ue n'o tem a menor importJnciaP 9ale a pena !ue pensemos em todas essas coisas. despedindo+me deles. 4proximei+me dela. ( o papai. Muito obrigadoP 4proximei+me de todos os outros familiares.de) ?m corpo. no Mahanvantara. Se algu"m morre no cumprimento do seu dever.

!uerem melhorar economicamente. D'o há um revanchista !ue compli!ue a situa&'o. Claro. <amais ver os outros como estranhos. 2essa forma. D'o há nada mais infeli !ue o (goP Poderemos anular todos os problemas se n'o tivermos (go. umas montanhas. Por !ue) Por!ue n'o há !uem reaja dentro de nossa mente. nos fascina. . ?ns !uerer'o !ue voc3s os curem. há !ue come&ar por anular a causa !ue o produ iu. como sangue de nosso sangue. protestam. sobrinhos. há !ue se ser duro com a balan&a diante do Fe'o da Fei. etc. (nt'o. no fundo. Se !ueremos anular o efeito. filhos. !ue nada tem !ue ver com !uest>es familiares. :rabalhando pelos outros podemos cancelar o velho 5arma !ue trouxemos de exist3ncias anteriores. n'o há ningu"m !ue odeie em n#s ou atrav"s de n#s. a realidade com rela&'o aos familiares. paga e se sai bem nos neg#cios. (u pensava !ue já estava desligado completamente da forma f-sica mas tinha !ue voltar outra ve . mas n'o reparam o mal !ue fi eram. serve a si pr#prio. 9oltei e entrei novamente em meu corpo. (le " do signo de le'o e ela tamb"m. (nfim. e com eles briga incessantemente. 9oc3s ir'o se encontrar com todas essas coisas pelo caminho. n'o há problemas. n'o há problemas. 4inda !ue renunciemos aos frutos da a&'o. Conclus'o0 minha fam-lia " toda a humanidade ou todos os human#idesG todos os mundos. tataranetos. 4nula+se a causa !ue o produ iu com intelig3ncia. bisnetos. por!ue isso " absurdo. n'o tomam parte em alguma a&'o cooperativa. Decessitamos elevar um pouco o cora&'o com a frase sursum corda0 P4H4 CIM4. Cada um tem seus problemas e !uem cria os problemas " o (go. pud"ssemos pKr boas obras. Da verdade. uma imensa fam-lia !ue se chama humanidade. Sou t'o somente uma criatura da nature aG nature a selvagem. D'o deviam brigar. cancela+se velhos 5armas. sentir cada um de nossos irm'os como carne de nossa carne. 6 !ue há s'o uns vales. 4!ueles !ue t3m problemas econKmicos. :rabalhando pelos outros tamb"m somos recompensados. 2evemos nos sacrificar por essa imensa fam-lia com verdadeiro amor. tios. podemos pagar o velho 5arma sem necessidade de sofrerG n'o há necessidade de amargurarmos nossa vida. 6 5arma " o efeito de uma causa anterior. as humanidades planetárias e isso " tudoP Do entanto. n'o s'o capa es de tirar uma camisa para com ela vestir um desnudo. espantosamente s#. (sta " a chave para vencer o 5arma. Do entanto. :em mulher.mida de chuva. Contudo. tudo isso..á !ue se fa er. senti um pouco de triste a ao perceber !ue o cord'o de prata ainda n'o se havia rompido. in!uestionavelmente causaram preju. n'o s'o capa es de partir seu p'o para dar a metade ao faminto. ( bens) Muito menos bens terrenaisG de onde os vou tirar) (nt'o.. netos. !uem sou) ?ma part-cula da nature a. /uem tem com !ue pagar. (ncontrar'o muitos com grav-ssimos problemas econKmicos e !ue nunca pensaram em cooperar de alguma forma com algu"m. /uisera t3+lo rompido. de uma nature a selvagem.. /uem dá. sabendo+se anulá+la. (sta ". /uando n'o se tem (go. 4o Fe'o da Fei se combate com a balan&a. como poderiam melhorar economicamente) :oda causa tra seu efeito.os econKmicos a outras pessoas no passado e agora colhem da!uilo !ue semearam. !ueixam+se. etc. muito bem para se pagar as velhas d-vidas. uma terra . pois. ( minha casa) /ue casa) <á n'o tenho casa. Com o capital das boas obras. n'o s'o capa es de dar um consolo a ningu"m. pedem !ue os ajudemos no trabalho para mudar sua situa&'o. etc. /uem serve aos outros. sempre somos recompensados. :odos s'o uma enorme. bebem do seu pr#prio chocolate. como gente diferente. terá !ue ir para a pris'o e perder todos os seus bens. mas parece !ue os le>es s'o assim0 n'o est'o contentes e brigam . solicitam servi&os. Como di em os Senhores da Fei0 /uem fa boas obras tem com !ue pagar suas d-vidas. pois. mas permanecia intacto. aos parentes. /uem cria os problemas " o (go e nada mais do !ue o (go. Conheci muita gente !ue sofria vários problemas na vida. agora estou s#. :rabalhando+se em favor dos demais. C6H4Y[(SP ( saber !ue todos n#s somos uma grande fam-lia. blasfemam. primos.( os seres !ue me eram pr#ximos) Isso foi no passado. Precisamos ver em cada pessoa um irm'o. Por exemplo0 econKmicos. Conhe&o um sujeito !ue sofre o indi -vel. (m !uantos neg#cios já fracassou) D'o há neg#cio em !ue se meta !ue n'o fracasse. /uerem melhorar sua situa&'o econKmica. Se no pratinho da balan&a. está sempre em má situa&'o econKmica. pratinho do bem. por"m eles jamais se preocupam em curar algu"m. seguimos com o \A fator de Hevolu&'o da Consci3ncia em plena forma. a balan&a se inclinaria a nosso favor e o 5arma ficaria anulado. irm'os. sempre na mis"ria. mas !uem n'o tem com !ue pagar. Se assim o fa emos. mas n'o se preocupam em ajudar ningu"mG s'o parasitas !ue vivem sob o sol. mais recebeG esta " a lei. recebe e !uanto mais dá. D'o me restou outro rem"dio a n'o ser regressar.

R isso !ue ele vai dar. 6 !ue vai dar) Sabedoria e amor aos seus semelhantes. Fe'o com le'o parece n'o se entenderem.. Por"m. 4ssim. . mas n'o d'o.1 4caba de ocorrer um grande terremoto na (uropa !ue deu como resultado uns U. 6s vulc>es aparecer'o e os terremotos acabar'o com tudo o !ue existe atualmente. iremos ao <ap'o para fa er o nosso trabalho em todo o continente asiático.. (ste terremoto tamb"m afetará todo o norte do nosso pa-s e os mexicanos devem ficar preparados para este grande terremoto. pede e pede. produ iu grandes terremotosG surgiram vulc>es e no final a Fem. (sse será o dia do grande inc3ndio universal. $om.. acompanhados de terr-veis terremotos. e a :erra. Pede. Com as cadeias. !ue trabalhemos por ele no mundo das causas e efeitos. aos seus inimigos.larG todo um sistema !ue vem viajando em dire&'o ao nosso Sistema Solar de 6rs. !ue " um grande curador universal. onde n'o deixaram de brigar.erc#lubus fará. 6 Movimento Gn#stico Crist'o ?niversal marcha vitorioso em todos os campos de batalha. !uando n'o " capa de entregar piedade) Com !ue direito pede caridade. /uando se aproximou da :erra na "poca do continente Mu. 4ureola Paracelso. claro. o oceano 4tlJntico. etc. Pede.incessantemente. cujo nome n'o menciono. mas n'o dá. (le " o mesmo !ue curou o patriarca <#. imensa. com !ue direito pede ao Pai !ue o perdoe) /ue direito o assiste para pedir perd'o. se n'o " capa de fa 3+la) 4ssim s'o todos0 pedem. 4s cadeias formam circuitos de for&as magn"ticas extraordinárias. pois. !uando disse0 1( os elementos ardendo ser'o desfeitos. esta afundou no oceano !ue leva seu nome.erc#lubus. Com !ue direito pede. Pertence ao Sistema Solar :. 4 4tlJntida afundou com todos os seus milh>es de habitantes. sempre com amor. Posteriormente... etc.. /uando estiver bastante pr#ximo. /uando se aproximou na "poca da 4tlJntida. Com as cadeias. tamb"m se pode invocar m"dicos como . 6s oceanos mudar'o de leito.averá um grande cataclismo com a chegada de ..ohenheim. Destes instantes. R claro !ue esse mundo. os mares ser'o deslocados.erc#lubus. (le está em todo o hemisf"rio ocidental e aglutina uns cinco milh>es de pessoas. ?ma ve !ue tenhamos feito nosso trabalho na (uropa. o mesmo !ue curou :obias. !uando n'o " capa de dar perd'o) Com !ue direito pede piedade. se n'o " capa de perdoar seus semelhantes) :odos repetem na ora&'o do Pai Dosso0 Perdoa as nossas d-vidas. a .888 mortos BsepultadosC. pode+se fa er grandes obras. Philipus :eofrastus $ombastus de . .. um grande m"dico. tem uma #rbita enorme. (stamos entregando % humanidade o (vangelho na Dova (ra de 4!uário. Hafael. Cada ve !ue se aproxima da :erra produ catástrofes. Fembrem+se do !ue disseram os antepassados de 4nahuac. podemos invocar as Pot3ncias da Fu para !ue nos assistam em um dado momentoG podemos conjurar as Pot3ncias das :revas para !ue nos deixem em pa .1 Posteriormente. auxiliar. Com as cadeias. . por"m. (u os vi no jardim ool#gico de Chapultepec. Com as cadeias. o !ue para n#s. se n'o perdoa aos seus devedores. e todas as obras !ue há nela ser'o !ueimadas. nunca o vi fa er nada em favor de seus semelhantes. o curioso do caso " !ue esse sujeito. Isso " grav-ssimoP 6 missionário gn#stico deve dar.. /uando . podemos invocar os Mestres da Ci3ncia para !ue eles assistam aos enfermos.888 anos. 4gora. 6 2istrito *ederal a!ui do M"xico aguarda outro grande terremoto !ue o destruirá. haver'o grandes acontecimentos no futuro. por exemplo. atrairá com for&a o fogo l-!uido do interior do planeta e ent'o brotar'o vulc>es em erup&'o por toda parte. as terras .erc#lubus chegar. Podemos ajudar aos nossos semelhantes com as C42(I4S MWGIC4S. sempre pede !ue o ajudem no setor econKmico.. Com as cadeias. tem um grande valor0 16s filhos do ]A sol perecer'o pelo fogo e os terremotos. 9ai assistir. (le " isso0 um grande curador mundial ou universal. mas jamais dá. está se preparando para lan&ar+se % (uropa e. Por"m. se estabelecerá na Wsia. seis ve es maior !ue <. mexicanos.. podemos invocar.erc#lubus vem outra ve e posso lhes assegurar !ue vai produ ir uma revolu&'o total no eixo da :erra. em sua suprema aproxima&'o. :emos !ue trabalhar pela humanidade.piter e milhares de ve es maior !ue a :erra. 4s cadeias mágicas s'o formidáveis. profeti ado por Pedro em sua (p-stola aos Homanos. 4s cadeias s'o maravilhosas tanto para irradiar amor como para curar enfermos.ip#crates. com a es!uerda se recebe e com a direita se dá. assim como perdoamos aos nossos devedores. dentro em breve estará estabelecido na (uropa. o fogo brotará de !ual!uer parte.ria afundou no Pac-fico ao longo de L8.ltima coisa !ue . Galeno.. se n'o dá) Como !uerer !ue perdoem suas d-vidas. será produ ir a revolu&'o do eixo da :erra. (ste " um mundo gigante..

2e onde saiu este mapa) Saiu de uma hemeroteca. pois. (nt'o. um lugar onde nada lhes acontecerá. entre os !uais estou eu. a :erra ficará envolta em fogo e vapor de água. (ste grupo será o (x"rcito de Salva&'o Mundial e será selecionado em seu momento e em sua hora. 4ntes do cataclismo final. minha insignificante pessoa. os !ue tenham alcan&ado. (ste " um assunto oficial !ue se conhece em todos os observat#rios do planeta :erra. Portanto. Poder'o ser considerados como os filhos da n"voa. Decessitamos cooperar com o Sol. o poeta de MJntua. :emos um mapa particular na 4ssocia&'o Gn#stica do M"xico. o !ue estou falando " algo completamente oficial.. (sta " a crua realidade dos fatos. Pa inverencialP . uma humanidade inocente e pura. !ue já se conhece. D#s os levaremos para um lugar secreto no Pac-fico. :udo será destru-doP Claro. de organi ar este pe!ueno grupo. voc3s compreender'o os motivos pelos !uais nos preocupamos tanto nesses instantes em levar o ensinamento. o rel#gio do destino está parado. Dessas novas terras viverá uma nova humanidade.cleo da futura humanidade. (stamos na hora final. trabalhar'o em e!uipe para tirar desta horr-vel civili a&'o de v-boras os !ue tenham trabalhado sobre si mesmos. está parado junto ao rel#gio. se os senhores astrKnomos n'o o publicam. (sses !ue ser'o levados %!uela ilha se converter'o no n. R claro !ue temos de cooperar com o Sol. e os poucos !ue formar'o a!uele n. os irm'os do :ibete.1 D#s estamos trabalhando para criar o (x"rcito de Salva&'o Mundial. 4gora. a catástrofe. (sta ra&a já deu seus frutos. a !ue se deve) X censuraP (st'o proibidos a fim de n'o levar os povos a um estado. nada. dou por conclu-da esta confer3ncia com voc3s.atuais ficar'o no fundo das águasG n'o restará nada. !uando disse0 1<á chegou a Idade de 6uro e uma nova prog3nie manda. meus estimados irm'os. .imalaias. por"m n'o ignoram. (les est'o proibidos por lei. Disso estamos de acordo. e os missionários gn#sticos t3m o dever de seguir trabalhando. 4briremos Fumisiais por todas as partes com o prop#sito de ir criando esse (x"rcito de Salva&'o Mundial. com sua gadanha na m'o. este " o trabalho de todos os missionários.. como os Dibelungos dos tempos antigos. desta perversa civili a&'o de v-boras.erc#lubus e t3m mapas em seu poder. haverá um pe!ueno grupo !ue será salvo das águas. (stamos trabalhando com esse objetivo. /uem o tra&ou) *oram os astrKnomos. uma humanidade perfeita. depois do grande cataclismo. 6 velho Saturno em forma de es!ueleto.cleo ter'o de viver em meio % n"voa.erc#lubus está % vista de todos os observat#rios do mundo. (ste " o nosso trabalho. (nt'o virá a Idade de 6uro anunciada por 9irg-lio. Por agora. eu e os irm'os de alguns agrupamentos secretos dos . 6s tempos do fim já come&aram e estamos neles. de desespero psicol#gico. dir-amos. já deu o !ue tinha !ue dar. nada. 6 Sol vai acabar com esta ra&a e vai estabelecer sobre o mapa do mundo uma nova ra&a. /uando um duplo arco+-ris resplandecer no a ul do c"u. 2e um momento para outro. Por a!ueles dias. breve novas terras ter'o emergido do fundo dos mares. sabem de . a dignidade !ue lhe corresponde.