Billy idol a mais requintada e histérica filósofa-teóloga de seu tempo, Simone Weil, Existencialismo, inteligência emocional.

Juízo de fato, juízo de valor. Deus, café bom. 20130027960181 Mas Sartre também deixa claro que essa é uma situação absurda. A empresa humana — o esforço individual — é em última análise fútil. Não há Bem último, nenhum Deus, nenhum conjunto transcendente de valores contra o qual todos são (ou serão) julgados. Mais uma vez, a conseqüência de viver sob um regime vicioso e imoral está clara aqui. Igualmente óbvio é que a descrição de Sartre da provação humana individual transcende as condições particulares de Paris sob a ocupação nazista. Meio século depois, nossa provação pode parecer menos desoladora e intensa, mas suas características básicas permanecem idênticas (se aceitarmos o ateísmo de Sartre). Hoje em dia podemos estar inclinados a uma visão mais otimista, mas no sentido estrito a condição humana continua absurda e fútil. Essas duas palavras iriam tornar-se favoritas do existencialismo, quase virando clichês. Entre os mais triviais filósofos de café da Rive Gauche elas se tornaram um lema: se você não considerasse a vida absurda e fútil, não poderia ser um existencialista. A luz disso, vale a pena examinar essas duas palavras-chave um pouco mais a fundo. O que, precisamente, elas dizem sobre as características básicas e a natureza da nossa provação individual? Fútil vem de uma palavra latina que significa “derramamento”, i.e., transbordamento ou vazamento inútil de uma jarra. Atualmente tende a significar ineficaz, incapaz de produzir qualquer resultado duradouro ou de valor. Absurdo significava originalmente desarmonizado e agora significa nãoconforme à razão ou aos costumes. Mas o uso inglês dessa palavra tem conotações jocosas que com freqüência não se verificam no uso europeu continental. Para Heidegger, a condição humana era algo da máxima seriedade, e mesmo para Sartre ela não era motivo para rir. Ironicamente, a atitude pragmática e bemhumorada dominante no mundo anglófono é que pareceria mais necessitada de existencialismo do que a formal seriedade continental. Nossa atitude de “senso comum” tende muitas vezes a uma superficialidade desprovida de conteúdo filosófico. A tentativa existencialista de delinear a provação individual pode dar uma certa profundidade ao “eu” raso da moderna autopercepção

Roma é saqueada pelos visigodos. Fogo fátuo combustão estrondo CRONOLOGIA DE DATAS SIGNIFICATIVAS DA FILOSOFIA . séc... Se não há tal coisa como um Bem ou um Mal último.387 a. séc.. C. Nós escolhemos realizar um ato melhor que outro e o fazemos por nossa própria escolha. Aristóteles funda o Liceu ateniense. quer eu goste ou não disso. que foi de fato o primeiro filósofo francês a abraçar o existencialismo.ocidental. 324 d. Como Sartre indicou. Constantino muda a capital do Império Romano para Bizâncio.C. Início da filosofia ocidental.. C.. C. a primeira universidade. Gabriel Marcel. Em Atenas. ao lado da Torre Eiffel e da catedral de Notre Dame. Deixe-se esmagar ou concorra à presidência. 335 a. 410 d. O romance de uma caveira Juliette Greco ficou famosa cantando canções existencialistas nos porões do Quartier Latin. 399 a. e Jean-Paul Sartre sentava-se a uma mesa do Café de Flore escrevendo filosofia. um valor último. escola rival da Academia. Sócrates condenado à morte em Atenas. c... mas tenha consciência do que está fazendo. prenúncio da . Santo Agostinho escreve suas Confissões. Isso vem a ser exatamente o oposto de um liberalismo casual e confuso em que tudo dá no mesmo.. Platão funda a Academia. VI a. C. Germain viraram atrações turísticas de Paris. com Simone de Beauvoir na mesa ao lado. Com cada opção que faço estou não apenas criando a mim mesmo como implicando toda uma moralidade. A filosofia é absorvida pela teologia cristã. C. Devemos aceitar que são todas de fato equivalentes.. bastaria isso para fazer pensar. A futilidade e o absurdo podem ser auto-estimulantes e também autoderrotistas... C. fim do Morte de Pitágoras. VI a. A cantora de preto e o filósofo de café no Boulevard St. 400 d. com Tales de Mileto. então nenhuma atividade humana é intrinsecamente melhor que a outra. C..

1889 Nietzsche. sucumbe à loucura em Turim. 529 d. levando o empirismo a novos extremos. introduzindo a filosofia hindu na metafísica alemã. marcando o fim do pensamento helênico. 1543 Copérnico publica De revolutionibus orbium caelestium (Sobre as revoluções dos orbes celestes). Início do empirismo. 1740 conduzindo o empirismo a seus limites lógicos. advogando a “solução final” para os problemas da filosofia. Fechamento da Academia de Atenas pelo imperador Justiniano. 1633 Galileu é forçado pela Igreja a abjurar a teoria heliocêntrica do universo. anunciando uma ruptura entre a filosofia analítica e . após declarar que “Deus está morto”. Fim do Império Bizantino. 1492 Colombo chega à América. provando matematicamente que a Terra gira em torno do Sol. 1677 Morte de Spinoza permite a publicação da Ética. 1710 Berkeley publica os Princípios do conhecimento humano. meados do Tomás de Aquino escreve seus comentários sobre séc. 1807 Hegel publica A fenomenologia do espírito: apogeu da metafísica alemã. 1920 1927 Heidegger publica Sein und Zeit (Ser e tempo). 1641 Descartes publica as Meditações. 1781 Kant. década de O Círculo de Viena apresenta o positivismo lógico. Início da grande era da metafísica alemã. 1689 Locke publica o Ensaio sobre o entendimento humano. 1716 Morte de Leibniz. Renascimento em Florença e renovação do interesse pela aprendizagem do grego. 1921 Wittgenstein publica o Tractatus logico-philosophicus.Hume publica o Tratado sobre a natureza humana.C. introduzindo o conceito de gravidade. Era da escolástica. tomada pelos turcos. 1818 Schopenhauer publica O mundo como vontade e representação.XIII Aristóteles. 1453 Queda de Bizâncio. despertado de seu “sono dogmático” por Hume. início da filosofia moderna. 1739.Idade das Trevas. 1687 Newton publica os Principia. publica a Crítica da razão pura.

portanto. Prometeu foi castigado (amarrado num rochedo para que as aves de rapina. mas nunca deveria ser aberta. roubou uma centelha de fogo e a trouxe de presente para os humanos. explica por que.. Como os mitos sobre a origem do mundo são genealogias.. em certas batalhas. alianças e relações sexuais entre forças sobrenaturais que governam o mundo e o destino dos homens. oferecendo a ele seus dons e ele escolheu a deusa do amor. guerras e. em outras. Zeus. Dela saíram todas as desgraças. Auge da análise lingüística. os troianos eram vitoriosos e. Os deuses estavam divididos. De que vale poder contar nos dedos as dores que são t manson Merleau-Ponty CIENTISTAS em 90 minutos . a quem foi entregue uma caixa que conteria coisas maravilhosas. A cada vez. a vitória cabia aos gregos. que narra a guerra de Tróia. Um titã. de Wittgenstein. cheia de curiosidade e querendo dar a eles as maravilhas. O poeta Homero.. Vemos.. Pandora. mais amigo dos homens do que dos deuses. Pandora foi enviada aos humanos e. o fizeram raptar a grega Helena. Explica-se. A causa da guerra... aliavase com um grupo e fazia um dos lados . sobretudo..vencer uma batalha. aliás. 1943 Sartre publica L’être et le néant (O ser e o nada). doenças. Afrodite.ou os troianos ou os gregos . alguns a favor de um lado e outros a favor do outro. As outras deusas. 1953 Publicação póstuma de Investigações filosóficas. Elas apareceram em sonho para o príncipe troiano Paris. Prometeu. enciumadas. e isso deu início à guerra entre os humanos.a continental. abriu a caixa.. mulher do general grego Menelau. por Paul Strathern Arquimedes e a alavanca em 90 minutos Bohr e a teoria quântica em 90 minutos . que o mito narra a origem das coisas por meio de lutas. devorassem seu fígado) e os homens também. a origem dos males no mundo. a morte. o rei dos deuses.. pestes. Qual foi o castigo dos homens? Os deuses fizeram uma mulher encantadora. assim. diz-se que são cosmogonias e teogonias.. na Ilíada. foi uma rivalidade entre as deusas. eternamente... ficava com um dos partidos. avançando no pensamento de Heidegger e instigando o surgimento do existencialismo.

E o poeta brasileiro.. a poetisa brasileira Orides Fontela escreveu: O vento. Como a vida é senha de outra vida nova . não notamos a origem cultural dos valores éticos. Como a vida é tudo. Watson e o DNA em 90 minutos Curie e a radioatividade em 90 minutos Darwin e a evolução em 90 minutos Einstein e a relatividade em 90 minutos Galileu e o sistema solar em 90 minutos Hawking e os buracos negros em 90 minutos Newton e a gravidade em 90 minutos Oppenheimer e a bomba atômica em 90 minutos Pitágoras e seu teorema em 90 minutos Turing e o computador em 90 minutos Proposigonogia Freqüentemente. Como a vida é nuda. o sol. . Como a vida é nada. Traição. o frio Tudo vai e vem. . se tu não tivesses me feito chorar ao ponto de secar toda a água que trazia em meu corpo Não ultrapasses a faixa amarela. Capitães de areia Graciliano ramos. como se fossem naturais ou fáticos.. Como a vida é muda. Poligamia. João Cezar Castro Rocha literatura brasileira missão ou entretenimento Eu cuspiria em tua cara. A naturalização da existência moral esconde. o mais importante da ética: o fato de ela ser criação histórico-cultural.Crick. tudo vem e vai. as sociedades tendem a naturalizá-los. existentes em si e por si mesmos. Não que eu me importe com a tua morte. por sua vez. Para garantir a manutenção dos padrões morais através do tempo e sua continuidade de geração a geração. do senso moral e da consciência moral. Carlos Drummond.. lamentou: Como a vida muda. porque somos educados (cultivados) para eles e neles. É que eu não jantei ainda A esse respeito.. a chuva. portanto.

mico mesversário Divide-se em patrística grega (ligada à Igreja de Bizâncio) e patrística latina (ligada à Igreja de Roma) e seus nomes mais importantes foram: Justino. já que tudo foi criado por Deus. Eusébio.. havia três posições principais: 1. Clemente. desconhecida pelos antigos. . surge uma distinção. Beda e Boécio. Os que julgavam fé e razão irreconciliáveis e a fé superior à razão (diziam eles: “Creio porque absurdo ”). da consciência moral e do livre-arbítrio. Introduziu. a esse respeito. mas subordinavam a razão à fé (diziam eles: “Creio para compreender”). isto é.Como a vida é vida ainda quando morte . 2. Precisou também explicar como o mal pode existir no mundo. superior ao simples conhecimento racional. entre verdades sobrenaturais e verdades naturais. Mob dic n pode se vingar de um animal Cachinhos dourados Desculpe. pelo qual o homem se torna responsável pela existência do mal no mundo. de juízo final ou de fim dos tempos e ressurreição dos mortos.. os Padres da Igreja as transformaram em verdades reveladas por Deus (através da Bíblia e dos santos) que. por serem decretos divinos. entre verdades reveladas ou da fé e verdades da razão ou humanas.. a idéia de “homem interior”. as primeiras introduzindo a noção de conhecimento recebido por uma graça divina. Santo Agostinho. de encarnação e morte de Deus. e.. Santo Ambrósio.. São João Crisóstomo. isto é. . irrefutáveis e inquestionáveis. gsts. Com isso. A patrística foi obrigada a introduzir idéias desconhecidas para os filósofos greco-romanos: a idéia de criação do mundo. Dessa forma. Os que julgavam fé e razão conciliáveis. São Gregório Nazianzo.. etc. de pecado original. sobretudo com Santo Agostinho e Boécio.. seriam dogmas. Como a vida vale mais que a própria vida sempre renascida. Para impor as idéias cristãs. de Deus como trindade una. isto é. Orígenes. Atenágoras. Como a vida é forte em suas algemas. o grande tema de toda a Filosofia patrística é o da possibilidade de conciliar razão e fé. qr dizer.. Isidoro de Sevilha. que é pura perfeição e bondade. Tertuliano.. Como a vida é bela .

de Aristóteles. respostas. Erasmo. Kepler e Nicolau de Cusa. Marcílio Ficino. nenhuma moralidade pode derivar do fato objetivo. Nahmanides. Duns Scoto. Alfarabi e Algazáli. Escoto Erígena. mas afirmavam que cada uma delas tem seu campo próprio de conhecimento e não devem misturar-se (a razão se refere a tudo o que concerne à vida temporal dos homens no mundo. costuma-se dizer que. a fé. Por causa desse método de disputa . conhecida como disputa: apresentava-se uma tese e esta devia ser ou refutada ou defendida por argumentos tirados da Bíblia. Campannella. chamado David Hume. Do lado judaico: Maimônides. conclusões baseadas em escritos de outros autores -. Santo Alberto Magno. a tudo o que se refere à salvação da alma e à vida eterna futura). profundamente cético e ateu. Averróis. Quando eu digo que a fé e a razão não são conciliáveis não pense que estou a dizer que a fé revela uma verdade que a razão não pode alcançar. Renascimento. Guilherme de Ockham. Montaigne. Segundo Hume. refutações. A fé de que a minha alma irá para um paraíso após a morte não é mais consistente do que a fé de que Deus irá me fazer voar quando eu pular de um penhasco. tudo o que podemos saber é o que experimentamos. Platão. Santo Anselmo. Pé de frango. São Boaventura. Assim. Só porque a sobriedade é propiciadora de um comportamento correto . um santo). já que não se pode dizer que ela se sustenta em algo que esteja além de nossos desejos. Daí derivamos os chamados fatos.3. defesas. Roger Bacon. Os que julgavam razão e fé irreconciliáveis. Aristóteles. Os nomes mais importantes desse período são: Dante. uma idéia é considerada verdadeira se for baseada nos argumentos de uma autoridade reconhecida (Bíblia. Mas desses fatos não é possível derivar nenhuma moralidade. Jean Bodin. Outra característica marcante da Escolástica foi o método por ela inventado para expor as idéias filosóficas. Os teólogos medievais mais importantes foram: Abelardo. Do lado árabe: Avicena. asa de galinha se quiser ficr cmg d 1 risdnh 60 De acordo com essa visão. mas que a própria fé pode ser um fiasco.teses. Yeudah bem Levi. Santo Tomás de Aquino. uma idéia era considerada uma tese verdadeira ou falsa dependendo da força e da qualidade dos argumentos encontrados nos vários autores. isto é. o pensamento estava subordinado ao princípio da autoridade. de Platão ou de outros Padres da Igreja. um papa. É bem curioso que Kierkegaard se alie aqui a um filósofo escocês do século XVIII. na Idade Média. Maquiavel. Giordano Bruno. Tomás Morus.

Ayer Nostradamus. Corretamente Kierkegaard percebe que mesmos os chamados fatos podem ser determinados por nossa atitude. E cria seu mundo em função dos valores que tem. Kierkegaard também antecipa a fenomenologia do século XX. (Esse procedimento. é hoje conhecido como falácia naturalista. encarnação. os emotivistas concluem rapidamente que não se pode usar a razão sobre questões morais e que os juízos morais são expressões de atitudes irracionais ou não-morais. que vê todas as formas de consciência como “intencionais” — Jesus gostava de vinho e peixe e isso não quer dizer que vinho e peixes são “objetivamente gostosos”.não podemos por isso dizer que devemos permanecer sóbrios. (Por exemplo.) Dessa forma. Os emotivistas sustentam que nos juízos morais não se afirma ou não se diz nada sobre fatos. Partem de uma premissa.) Mas a crença de Kierkegaard na superioridade da verdade subjetiva (em relação à verdade objetiva) levou-o a duvidar da visão de Hume sobre a primazia do fato. Rousseau e Kant procuraram conciliar o dever e a idéia de uma natureza humana . E mais a frente. diante de um bordel ou de um retiro religioso. o cristão e aquele que busca o prazer podem ver “fatos” diferentes. Jesus. os juízos morais não são governados pela lógica e não possuem condições de verdade. Não é difícil ver nesse pensamento as sementes do relativismo atual. com sua rejeição de toda a noção de verdade objetiva. Confrontados com a mesma realidade. cada indivíduo é. propriedades ou qualidades objetivas. a saber. na taxonomia de Hare. Kierkegaard e Hume concordam que um “dever” não pode decorrer de um “ser”. nossos valores determinam os “fatos”. Ao se posicionarem contrários às teses de que os juízos morais são equivalentes a enunciados não-morais (naturalismo) e as teses de que são enunciados sui generis sobre fatos morais discerníveis por intuição ou apelação a convicções (intuicionismo). que tenta incluir a ética na filosofia. em certa medida. Em considerável medida. de que as únicas questões sobre as quais podemos raciocinar são as questões fáticas. o criador do seu próprio mundo. também no Tratado. mas se expressa uma atitude emocional subjetiva ou se procura inculcar em outros uma atitude emocional que é nossa. escreve Hume: “Nosso senso do dever segue sempre o curso usual e natural de nossas paixões” Para o emotivismo. ou provocar neles determinado efeito emotivo.

como relações pessoais diretas entre indivíduos isolados ou independentes. não tem sentido falar da sua verdade ou falsidade. fins e leis estabelecidos pela Cultura? Não estaríamos de volta ao problema da exterioridade entre o sujeito e o dever? A resposta a essa questão foi trazida. a pergunta que fizemos antes: Se a ética exige um sujeito consciente e autônomo. que obedecem. agora. numa época determinada. por Hegel. por terem admitido a relação entre a ética e a sociabilidade dos seres humanos. esquecendo a relação sujeito humano-Cultura e História. normas. a rigor. No entanto. não se podendo comprovar empiricamente e. artes. seres históricos e culturais. sociedade civil.que precisa ser obrigada à moral. inscrita nas instituições ou na Cultura. Estado). social. Em segundo lugar. religião. tenderam a perder de vista o problema da relação entre o dever e a Cultura.. não são. definido como um conjunto de valores. Conan Julio severo . diz Hegel. como explicar que a moral exija o cumprimento do dever. Em primeiro lugar. mas tratando-a a partir de laços muito frágeis. Para Ayer. isto é. fixadas pelas instituições sociais (família. ciências. organização política.). transpõe – se também para uma separação entre enunciados descritivos e normativos. todas. Isso significa que. Os juízos morais desempenham somente uma função expressiva. As relações pessoais entre indivíduos são determinadas e mediadas por suas relações sociais. A moralidade é uma totalidade formada pelas instituições (família. como juízos morais comuns do tipo “é errado roubar dinheiro”. São estas últimas que determinam a vida ética ou moral dos indivíduos. existe uma outra vontade. coletiva. expressões normativas de valor. no entanto. pública – cria as instituições e a moralidade como sistema regulador da vida coletiva por meio de mores. Um dos mais renomados emotivistas. proposições: não há nada nelas que possa ser verdadeiro ou falso14. educando os indivíduos para interiorizarem a vontade objetiva de sua sociedade e de sua cultura. etc. Desta forma. pois poderíamos repetir. técnicas. Somos. Hegel critica Rousseau e Kant por dois motivos. A. O estabelecimento da oposição ser e o dever-ser. que o objetivo de Ayer ao desenvolver sua análise dos juízos morais fosse simplesmente eliminar a fonte de uma possível objeção contra sua tese empirista radical e não o de propor uma teoria metaética completa. J. Ressaltamos. no século XIX. relações de trabalho. isto é. dos costumes e dos valores de uma sociedade. os emotivistas operam uma dicotomia entre. A vontade objetiva – impessoal. Ayer considera que as proposições morais não se referem a fatos. por terem dado atenção à relação sujeito humano-Natureza (a relação entre razão e paixões). ao enfatizarem a questão da natureza (Natureza e natureza humana). que determina a nossa: a vontade objetiva. quando deveriam têla tomado a partir dos laços fortes das relações sociais. muito mais poderosa. além de nossa vontade individual subjetiva (que Rousseau chamou de coração e Kant de razão prática).. aos mesmos valores e aos mesmos costumes. por conseguinte.

» Enquanto isso na liga/sala da justiça. O diabo pode ser o ser mais maligno q exist.Vegetarianismo cão Fé natural no sobrenatural Ilha 30 mulheres Hillsong United. se devêssemos usá-la como base para o nosso compromisso religioso.. Mas um simples juízo de probabilidade é insuficiente para uma fé religiosa que se destina a ser a base da felicidade eterna. abraçar o risco e dar o «salto» da fé. Logo. devemos desistir da procura da certeza. MS n o mais maligno q se pode pensar. D.. logo. este deveria ser perpetuamente adiado. Em segundo lugar. New Age Freqüentar igreja e cinema Henry James Evelyn waugh A alma de uma mulher peruano Karl Jaspers “Se acha e não é merda nenhuma. mas a investigaç ão objectiva envolve uma atitude de distanciamento.” Comercializamos animais por q/ Antes de mais. Em terceiro lugar. a fé deve ser uma devoção apaixonada de cada um. nunca podemos alcançar uma certeza completa sobre acontecimentos históricos. «Sem risco. POR QUE HUME NÃO É EMOTIVISTA? emotivismo FÉ E CRENÇA 1 Manual de Exegese Resposta judaica Cristologia Êutifron JOHN HICKtexto6 FUNDAMENTOS DA RELIGIÃO DE RAZÃO EM KANT O SILÊNCIO DE ABRAÃO: OS DESAFIOS PARA A ÉTICA EM TEMOR E TREMOR DE KIERKEGAARD A FILOSOFIA MORAL DE IMMANUEL KANT . A fé é precisamente a contradição entre a paixão infinita da intimidade individual e a incerteza objectiva. não há fé. a investigação histórica nunca está definitivamente concluída.

Que é a verdade? A SINGULARIDADE DE JESUS DICOTOMIA OU TRICOTOMIA? Ciência da Lógica i NFERNO Dois tipos de possibilidades metafísicas A POSSIBILIDADE DA IMPOSSIBILIDADE DE EXISTIR UM CISNE NÃO-BRANCO: UM ESTUDO SOBRE A METODOLOGIA CIENTÍFICA DE KARL POPPER Caio Heleno erinson A REFUTAÇÃO KANTIANA DO ARGUMENTO ONTOLÓGICO Mariana godon .

.

262 convite fil .

Deus na filosofia contemporânea: História Concisa da Filosofia Ocidental Cristianismo e filosofia nos 3 primeiros séculos Argumentação Sólida e Plausível .

.

Ciência da Lógica .

Cyberchase Cansei de ser sexy Eu n posso provar que eu n sou a encarnação de um d. expansão.o niilismo de scho Cullmann Dissertação confúcio e outros OTTO. Destruição da família. Comercializar tem a ver com troca de interesses. Pessoas já foram comercializadas. Rudolf Não há nada além da vontade. mas animais ainda são. .