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LEI COMPLEMENTAR Nº 38, de 05 de dezembro de 2011. (Vide Decreto nº 3 /2013)

CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE ITAPEMA - CTM.

O Prefeito Municipal de Itapema, Estado de Santa Catarina, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, Faz saber que a Câmara de Vereadores de Itapema aprovou e eu sanciono, promulgo e publico a presente LEI:

DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

Art. 1º Esta Lei Complementar dispõe sobre o Código Tributário do

Município de Itapema - CTM, que regulará o sistema tributário municipal, regulando as limitações de tributar, estabelecendo normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre: I - definição de tributos e de suas espécies, bem como, em relação aos impostos discriminados na Constituição da Constituição da República Federativa do Brasil, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes; II - obrigação, tributários; lançamento, crédito, prescrição e decadência

III - adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. IV - definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte, inclusive regimes especiais ou simplificados.

LIVRO PRIMEIRO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

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Art. 2º O sistema tributário municipal é regido pelo disposto na

Lei Orgânica Municipal, neste Código, em leis complementares, em leis ordinárias, em decretos regulamentares e normas complementares, obedecidos os mandamentos citados no art. 1º.
Art. 3º

Os tributos integrantes do sistema tributário municipal

são: I - impostos; II - taxas; III - contribuições.

TÍTULO II LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 4º A expressão "legislação tributária" compreende as leis, os

tratados e as convenções internacionais, os decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e as relações jurídicas a eles pertinentes.

CAPÍTULO II LEIS, TRATADOS, CONVENÇÕES INTERNACIONAIS E DECRETOS

Art. 5º Somente a lei pode estabelecer:

I - a instituição de tributos, ou a sua extinção; II - a majoração de tributos, ou sua redução; III - a definição do fato gerador da obrigação tributária principal e do seu sujeito passivo; IV - a fixação da alíquota do tributo e da sua base de cálculo. V - a cominação de penalidades para as ações ou omissões contrárias aos seus dispositivos, ou para outras infrações nela definidas; VI - as hipóteses de exclusão, suspensão e extinção de créditos tributários, ou de dispensa ou redução de penalidades. Parágrafo Único - Não constitui majoração de tributo, para os fins do disposto no inciso II deste artigo, a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo.

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Os tratados e as convenções internacionais revogam ou modificam a legislação tributária interna, e serão observados pela que lhes sobrevenha.
Art. 6º Art. 7º O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das

leis em função das quais sejam expedidos, determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas nesta Lei.

CAPÍTULO III NORMAS COMPLEMENTARES

8º São normas complementares das leis, dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: Art.

I - os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas; II - as decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa, a que a lei atribua eficácia normativa; III - as práticas administrativas; reiteradamente observadas pelas autoridades

IV - os convênios que o Município celebrar com a União, os Estados, o Distrito Federal e outros Municípios. Parágrafo Único - A observância das normas referidas neste artigo exclui a imposição de penalidades, a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo.

CAPÍTULO IV VIGÊNCIA E EFICÁCIA DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

9º A vigência e a eficácia, no espaço e no tempo, da legislação tributária rege-se pelas disposições legais aplicáveis às normas jurídicas em geral, ressalvado o previsto neste Capítulo. Art. Art. 10. A legislação tributária do Município vigora fora do seu

território, no país, nos limites em que lhe reconheçam extraterritorialidade os convênios de que participe, ou do que disponham as leis de normas gerais de direito tributário, expedidas pela União.
Art. 11. Salvo disposição em contrário, as leis tributárias entram

em vigor na data de suas publicações, contudo: I - os atos administrativos, a que se refere o inciso I do art. 8º, entram em vigor e passam a ter eficácia na data de suas publicações;

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II - as decisões, a que se refere o inciso II do art. 8º, entram em vigor na data de sua publicação, tendo eficácia normativa trinta (30) dias após esta publicação; III - os convênios, a que se refere o inciso IV do art. 8º, entram em vigor e tem eficácia normativa na data neles prevista; Parágrafo Único - A eficácia normativa das leis tributárias, salvo as exceções previstas na Constituição da República Federativa do Brasil e na Lei Orgânica do Município, ocorre no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação, e decorridos noventa (90) dias desta mesma publicação, em relação aos dispositivos de lei referentes aos tributos que: I - os instituem ou majorem; II - definem novas hipóteses de incidência; III - extinguem ou reduzem isenções, salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao contribuinte e observado o disposto no art. 101.

CAPÍTULO V APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

Art. 12. A legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos

geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início e não esteja completa nos termos do art. 30.
Art. 13. A lei aplica-se a ato ou fato pretérito:

I - em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, excluída a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados; II - tratando-se de ato não definitivamente julgado: a) quando deixe de defini-lo como infração; b) quando deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão, desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento de tributo; c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática.

CAPÍTULO VI INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

Art.

14.

A legislação tributária será interpretada e integrada

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§ 1º O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei. I . mas não para definição dos respectivos efeitos tributários. I . conceitos e formas.pl conforme o disposto neste Capítulo. 15. II . conceitos e formas de direito privado. pela Constituição do Estado ou pela Lei Orgânica do Município.os princípios gerais de direito público.os princípios gerais de direito tributário. II . para aplicar a legislação tributária.a analogia. IV . Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: Art. ou à sua graduação. 17.www. utilizados. expressa ou implicitamente.Informação legal em tempo real http://www.br . na ordem indicada: Art. 16.à capitulação legal do fato. para definir ou limitar competências tributárias. 19.suspensão ou exclusão do crédito tributário. 18. interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado em caso de dúvida quanto: Art. Na ausência de disposição expressa. utilizará sucessivamente. o conteúdo e o alcance de institutos. ou à natureza ou extensão dos seus efeitos.à autoria. II . III . I . imputabilidade.à natureza ou às circunstâncias materiais do fato. ou lhe comine penalidades.LEISMUNICIPAIS. 5 de 82 14/03/2013 10:18 . pela Constituição da República Federativa do Brasil.à natureza da penalidade aplicável.a eqüidade.leismunicipais. III .dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias. do conteúdo e do alcance de seus institutos. A lei tributária não pode alterar a definição. a autoridade competente.com. III . ou punibilidade.com. Art. IV . A lei tributária que define infrações.br/cgi-local/form_vig.outorga de isenção. Os princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição. Art. § 2º O emprego da eqüidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido.

do encargo ou da função de arrecadar tributos. CAPÍTULO II LIMITAÇÕES DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA 23.cobrar tributos: 6 de 82 14/03/2013 10:18 . na constituição do Estado de Santa Catarina e na Lei Orgânica do Município. 22. A capacidade das funções de arrecadação e/ou fiscalização de tributos. e observado o disposto nesta Lei.pl TÍTULO III COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS atribuição constitucional de competência tributária compreende a competência legislativa plena. III . Art. 20. Sem prejuízo de outras contribuinte. A Parágrafo Único . atos ou decisões administrativas em matéria tributária. a qualquer tempo. 21. às pessoas de direito privado. é vedado ao Município: Art. Art. por ato unilateral do Município.com. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida.exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. poderá ser conferida por uma pessoa jurídica de direito público interno a outra.LEISMUNICIPAIS. Art.instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. ressalvadas as limitações contidas na Constituição da República Federativa do Brasil. serviços.br/cgi-local/form_vig. § 1º As atribuições compreendem as garantias processuais que competem ao Município. § 3º Não constitui delegação de competência o cometimento. II . garantias asseguradas ao I .leismunicipais.www. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. A competência tributária é indelegável. e os privilégios § 2º A atribuições podem ser revogadas. títulos ou direitos. ou de executar leis.O não exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição da República Federativa do Brasil a tenha atribuído.br .com.Informação legal em tempo real http://www.

"a". observado o disposto na alínea "b". não previstos nesta Lei. inclusive suas fundações. "a". Estados. anistia ou remissão. atendidos os requisitos da lei. assecuratórios do cumprimento de obrigações tributárias por terceiros. jornais. d) livros.com. "b" e "c".com. que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente 7 de 82 14/03/2013 10:18 . VI . taxas ou contribuições. periódicos e o papel destinado à sua impressão.leismunicipais. e do § 2º não se aplicam ao patrimônio e aos serviços relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. nem exoneram o promitente comprador da obrigação de pagar impostos relativamente ao bem imóvel. redução de base de cálculo. § 5º Qualquer subsídio ou isenção. § 4º As vedações expressas no inciso VI.www. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou majorou. das entidades sindicais dos trabalhadores. concessão de crédito presumido.Informação legal em tempo real http://www.utilizar tributo com efeito de confisco. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. c) patrimônio e serviços dos partidos políticos. das instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos. b) templos de qualquer culto. só poderá ser concedido mediante lei específica municipal. no que se refere ao patrimônio e aos serviços vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes.br .pl a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. e não as dispensam da prática de atos previstos em lei. relativos a impostos. § 2º A vedação do inciso VI. por lei. da condição de responsáveis pelos tributos que lhes caiba reter na fonte. § 1º O disposto no inciso VI não exclui a atribuição. às entidades nele referidas. IV .br/cgi-local/form_vig. compreendem somente o patrimônio e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas previstas nos respectivos estatutos ou dos atos constitutivos. Distrito Federal e dos Municípios. § 3º As vedações do inciso VI.LEISMUNICIPAIS.instituir impostos sobre: a) patrimônio e serviços da União. c) antes de decorridos noventa (90) dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou majorou.estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. V .

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tributo ou contribuição. § 6º A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente, assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato gerador presumido. § 7º É vedado ao Município estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino. § 8º A vedação do inciso III, "c", não se aplica à fixação da base de cálculo do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano. § 9º A vedação expressa no inciso VI, "c", no que tange exclusivamente às entidades de assistência social com sede no Município, abrange também o patrimônio e os serviços cujo resultado comprovadamente seja aplicado nas finalidades essenciais, desde que, cumulativamente, e enquanto atender aos seguintes requisitos: I - àqueles previstos no art. 24; II - esteja regularmente Assistência Social; III - esteja regularmente Assistência Social; IV - seja Social; portadora do inscrita no Conselho Municipal de

inscrita

no

Conselho

Nacional

de

Certificado

de

Entidade

de

Assistência

V - seja declarada de utilidade pública;
Art. 24. O disposto no art. 23, VI, "c" é subordinado à observância

dos seguintes requisitos pelas entidades nele referidas: I - não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título; II - aplicarem integralmente, no País, os manutenção dos seus objetivos institucionais; seus recursos na

III - manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão. Parágrafo Único - Na falta de cumprimento do disposto neste artigo, a autoridade competente pode suspender a aplicação do benefício.

LIVRO SEGUNDO NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO

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TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 25. Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, que não

constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

e

cobrada

Art. 26. A natureza jurídica específica do tributo é determinada

pelo fato gerador da respectiva irrelevantes para qualificá-la:

obrigação

tributária,

sendo

I - a denominação e demais características formais adotadas pela lei; II - a destinação legal do produto da sua arrecadação.

TÍTULO II DAS HIPÓTESES DE INCIDÊNCIA

Art. 27. Hipóteses de Incidência representam o momento abstrato,

previsto em lei, hábil a deflagrar a relação jurídico-tributária, que se confirma com a ocorrência do fato gerador.

TÍTULO III FATO GERADOR

Art. 28. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida

em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência, confirmando as Hipóteses de Incidência.
Art. 29. Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação

que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática abstenção de ato que não configure obrigação principal.
Art. 30.

ou

a

Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido o fato gerador, e existentes os seus efeitos: I - tratando-se de situação de fato, desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios; II - tratando-se da situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente constituída, nos termos de direito aplicável. Parágrafo Único - A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de

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dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, observados os procedimentos estabelecidos em legislação específica.
Art. 31. Para os efeitos do inciso II do art. 30 e salvo disposição

de lei em contrário, os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados: I - sendo suspensiva a condição, desde o momento de seu implemento; II - sendo resolutória a condição, desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio.
32. A definição abstraindo-se: Art.

legal

do

fato

gerador

é

interpretada

I - da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, responsáveis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos; II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.

TÍTULO IV OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 33. A obrigação tributária é principal ou acessória.

§ 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente. § 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. § 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária.

CAPÍTULO II SUJEITO ATIVO

Art. 34. Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito

público titular da competência para exigir o seu cumprimento.
Art. 35. Salvo disposição de lei em contrário, a pessoa jurídica de

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direito público interno, que se constituir pelo desmembramento territorial de outra, sub-roga-se nos direitos desta, cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria.

CAPÍTULO III SUJEITO PASSIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA

Art. 36. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada

ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Parágrafo Único - O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa de lei.
Art. 37. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada

às prestações, positivas ou negativas, que constituem o seu objeto.
38. Salvo disposições de lei em contrário, as convenções particulares, relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos, não podem ser opostas à Fazenda Pública, para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. Art.

CAPÍTULO IV SOLIDARIEDADE

Art. 39. São solidariamente obrigadas:

I - as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal; II - as pessoas expressamente designadas por lei. Parágrafo Único - A solidariedade comporta benefício de ordem. referida neste artigo não

Art. 40. Salvo disposição de lei em contrário, são os seguintes os

efeitos da solidariedade: I - o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais; II - a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo;

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41. § 2º A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito.Informação legal em tempo real http://www. o lugar da sua sede. III . ou.quanto às pessoas jurídicas de direito público.a interrupção da prescrição.LEISMUNICIPAIS.br/cgi-local/form_vig. ou na eleição inadequada.leismunicipais. de domicílio tributário.com.de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício de atividades civis. Na falta de eleição. em favor ou contra um dos obrigados. 42. legislação aplicável. considerar-se-á como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação. aplicando-se então a regra do § 1º. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação. CAPÍTULO VI DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO Art.www. o de cada estabelecimento. III . comerciais ou profissionais.da capacidade civil das pessoas naturais. bastando que configure uma unidade econômica ou profissional. II . A capacidade tributária passiva independe: I . favorece ou prejudica aos demais. II .quanto às pessoas jurídicas de direito privado. CAPÍTULO VII RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA 12 de 82 14/03/2013 10:18 .quanto às pessoas naturais. pelo contribuinte ou responsável. ou. sendo esta incerta ou desconhecida. a sua residência habitual.pl III . CAPÍTULO V CAPACIDADE TRIBUTÁRIA Art. § 1º Quando não couber a aplicação das regras fixadas em qualquer dos incisos deste artigo.br . considera-se como tal: na forma da I . quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo. qualquer de suas repartições no território da entidade tributante. o centro habitual de sua atividade.com.de estar a pessoa jurídica regularmente constituída. ou da administração direta de seus bens ou negócios.

46.com.o adquirente ou remitente.br/cgi-local/form_vig.pl SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Sem prejuízo do disposto neste Capítulo. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação. 47. do legado ou da meação. Art. III .com. Art. transformadas ou incorporadas. 45. São pessoalmente responsáveis: em hasta pública. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. salvo quando conste do título a prova de sua quitação. excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. 43. contribuições de melhoria e a contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública.o espólio.LEISMUNICIPAIS.o sucessor a qualquer título e o cônjuge meeiro. II . A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão. 13 de 82 14/03/2013 10:18 .Informação legal em tempo real http://www. Art.No caso de arrematação sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço. 44. e bem assim os relativos a taxas pela prestação de serviços referentes a tais bens. pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos. Os créditos tributários relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade.leismunicipais. sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes. Art. transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até a data do ato pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas.br . SEÇÃO II RESPONSABILIDADE DOS SUCESSORES Art. O disposto nesta Seção aplica-se por igual aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição à data dos atos nela referidos.www. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. desde que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data. Parágrafo Único . a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário à terceira pessoa. aos constituídos posteriormente aos mesmos atos. a I . limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão.

ou seu espólio. sob a mesma ou outra razão social. somente podendo ser utilizado para o pagamento de créditos extraconcursais ou de créditos que preferem ao tributário.leismunicipais. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. III .LEISMUNICIPAIS. indústria ou atividade. consangüíneo ou afim.em processo de falência.subsidiariamente com o alienante. produtiva isolada.com. responde pelos tributos. II . II . quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente. em processo de § 2º Não se aplica o disposto no § 1º deste artigo quando o adquirente for: I . filial ou unidade produtiva isolada permanecerá em conta de depósito à disposição do juízo de falência pelo prazo de um (01) ano. SEÇÃO III 14 de 82 14/03/2013 10:18 . a contar da data da alienação.parente.pl Parágrafo Único . sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual. se o alienante cessar a exploração do comércio. I . e continuar a respectiva exploração.br/cgi-local/form_vig. § 1º O disposto no caput deste artigo não se aplica na hipótese de alienação judicial: I . por qualquer título. indústria ou profissão. fundo de comércio ou estabelecimento comercial.integralmente. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. ou sob firma individual. devedor em a sucessão § 3º Em processo da falência.de filial ou unidade recuperação judicial. em linha reta ou colateral até o 4º (quarto) grau. II .identificado como agente do falido ou do recuperação judicial com o objetivo de fraudar tributária.br .Informação legal em tempo real http://www. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido.www. 48. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis (06) meses.sócio da sociedade falida ou em recuperação judicial.com. contado da data de alienação. o produto da alienação judicial de empresa.O disposto neste artigo aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado. ou sociedade controlada pelo devedor falido ou em recuperação judicial. devidos até a data do ato: Art. do devedor falido ou em recuperação judicial ou de qualquer de seus sócios. industrial ou profissional.

às de caráter moratório. contrato social ou estatutos: Art.br . Salvo disposição de lei em contrário. III .com. A responsabilidade é pessoal ao agente: 15 de 82 14/03/2013 10:18 .as pessoas referidas no art. VII .os administradores devidos por estes.o inventariante. V .br/cgi-local/form_vig. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes à obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. prepostos e empregados.LEISMUNICIPAIS. respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis: I . natureza e extensão dos efeitos do ato.pl RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS Art. Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte. pelos tributos IV . pelos tributos devidos por seus filhos menores.os diretores. pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário. II . II . VI . em razão do seu ofício. 49. III . 49. a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade. I . escrivões e demais serventuários de ofício.Informação legal em tempo real http://www.com.www. em matéria de penalidades. de pelos tributos devidos por seus bens de terceiros. ou perante eles. Art.os pais.os mandatários. no caso de liquidação de sociedade de pessoas. 51. pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles. 50. 52. Parágrafo Único . gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado.leismunicipais.os tabeliães.os sócios. tutelados ou curatelados.o síndico e o comissário.O disposto neste artigo só se aplica. pelos tributos devidos pelo espólio. SEÇÃO IV RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÕES Art.os tutores e curadores.

com.quanto às infrações conceituadas por lei como crimes ou contravenções. 53.pl I .com.leismunicipais. O crédito tributário decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza desta. Art. relacionados com a infração. quando o montante do tributo dependa de apuração. 49. ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito. mandato. salvo quando praticadas no exercício regular de administração. 55. função. se for o caso.www. fora dos quais não podem ser dispensadas. preponentes ou empregadores. ou que excluem sua exigibilidade não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. TÍTULO V CRÉDITO TRIBUTÁRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. contra estas. prepostos ou empregados. 56. contra aquelas por quem respondem. c) dos diretores. sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. II . O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou se extingue. sua extensão ou seus efeitos.LEISMUNICIPAIS. CAPÍTULO II 16 de 82 14/03/2013 10:18 . acompanhada. a sua efetivação ou as respectivas garantias. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. As circunstâncias que modificam o crédito tributário. contra seus mandantes.quanto às infrações que decorram direta e exclusivamente de dolo específico: a) das pessoas referidas no art. cargo ou emprego.quanto às infrações em cuja definição o dolo específico do agente seja elementar. Art. b) dos mandatários. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. nos casos previstos nesta Lei. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída. Art.Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização.br . 54.Informação legal em tempo real http://www.br/cgi-local/form_vig. Parágrafo Único . ou as garantias ou os privilégios a ele atribuídos. III .

recurso de ofício. Parágrafo Único . desde que a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se considera ocorrido.www. tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de fiscalização. ou outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios.Informação legal em tempo real http://www. é 58. nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento somente pode ser efetivada. Art. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução.leismunicipais. II . determinar a matéria tributável.impugnação do sujeito passivo. 60. Art. § 1º Aplica-se ao lançamento a legislação que. III .com. A modificação introduzida. identificar o sujeito passivo e sendo o caso. no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação. neste último caso. autoridade administrativa. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude de: I . sob pena de responsabilidade funcional. § 2º O disposto neste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de tempo.iniciativa de ofício da hipóteses previstas no art.LEISMUNICIPAIS.br . em relação a um mesmo sujeito passivo.pl CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I LANÇAMENTO 57. 17 de 82 14/03/2013 10:18 . calcular o montante do tributo devido. propor a aplicação da(s) penalidade(s) cabível(eis). nas Art.A atividade administrativa de lançamento vinculada e obrigatória. Art. 64. posteriormente à ocorrência do fato gerador da obrigação. assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. 61. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente. exceto. para o efeito de atribuir responsabilidade tributária a terceiros.br/cgi-local/form_vig. Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento. ainda que posteriormente modificada ou revogada. quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira. de ofício ou em conseqüência de decisão administrativa ou judicial. Salvo disposição de lei em contrário. Art.com. ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas. 59.

no prazo e na forma da legislação tributária. em caso de contestação. na forma da legislação tributária. § 2º Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela autoridade administrativa a que competir a revisão daquela. indispensáveis à sua efetivação. 62. 63. Art. O lançamento é efetuado e revisto autoridade administrativa nos seguintes casos: Art. ou de terceiro legalmente obrigado.quando a pessoa legalmente obrigada. a autoridade lançadora. IV . no prazo e na forma da legislação tributária.quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo. a juízo daquela autoridade. que dê lugar à aplicação de 18 de 82 14/03/2013 10:18 . por parte da pessoa legalmente obrigada. ressalvada. embora tenha prestado declaração nos termos do inciso II. a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa. quando vise a reduzir ou a excluir tributo. § 1º A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante. o valor ou o preço de bens. avaliação contraditória.www. erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória.LEISMUNICIPAIS. Quando o cálculo do tributo tenha por base. recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente.quando a lei assim o determine. O lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro. por quem de direito. e antes de notificado o lançamento.quando a declaração não seja prestada.leismunicipais. 64.com.com. mediante processo regular. quando um ou outro. presta à autoridade administrativa informações sobre matéria de fato. 65. de ofício pela I . III . serviços ou atos jurídicos.quando se comprove omissão ou inexatidão. só é admissível mediante comprovação do erro em que se funde. no exercício da atividade a que se refere o art. deixe de atender. direitos. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado. administrativa ou judicial.br/cgi-local/form_vig.quando se comprove falsidade. arbitrará aquele valor ou preço. ou tome em consideração.pl SUBSEÇÃO ÚNICA MODALIDADES DE LANÇAMENTO Art. sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados. II . VI .br . V .Informação legal em tempo real http://www.

65. Art. porém. ou terceiro em benefício daquele. no lançamento anterior. visando a extinção total ou parcial do crédito.com. na imposição de penalidade. nos termos 19 de 82 14/03/2013 10:18 . de ato ou formalidade essencial. VIII . ou omissão. fraude ou simulação.pl penalidade pecuniária. expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado. praticados pelo sujeito passivo ou por terceiro. Parágrafo Único . sem prévio exame da autoridade administrativa. ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou. O lançamento por homologação.com. sob condição resolutória da ulterior homologação do lançamento. tomando conhecimento da atividade assim exercida pelo obrigado. considerados na apuração do saldo porventura devido e. II as reclamações e os recursos administrativos. VII .LEISMUNICIPAIS. § 2º Não influem sobre a obrigação tributária quaisquer atos anteriores à homologação.quando deva ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. IX . § 4º Se a lei não fixar prazo à homologação. que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento.a moratória. fraude ou simulação. § 3º Os atos a que se refere o § 2º serão.br/cgi-local/form_vig. opera-se pelo ato em que a referida autoridade.leismunicipais. pela mesma autoridade.quando se comprove que. sendo o caso.A revisão do lançamento só pode ser iniciada enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.br . CAPÍTULO III SUSPENSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. a contar da ocorrência do fato gerador. considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito.quando se comprove que o sujeito passivo. salvo se comprovada a ocorrência de dolo. agiu com dolo. será ele de cinco (05) anos. ou sua graduação. expressamente a homologa. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário: I .Informação legal em tempo real http://www. 66.www. § 1º O pagamento antecipado pelo obrigado nos termos deste artigo extingue o crédito.

68. III .o parcelamento.em caráter geral.em caráter individual. VI . 67. ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo. dentro do prazo a que refere o inciso I. V .O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso. as garantias que devem ser fornecidas pelo beneficiado no caso concessão em caráter individual. A moratória somente pode ser concedida: I . a moratória somente abrange os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder.sendo o caso: a) b) se c) de os tributos a que se aplica. Parágrafo Único .o prazo de duração do favor. 69. quando devidamente autorizada por lei. Art.o depósito de seu montante integral. IV . por lei expressa.br . II . Salvo disposição de lei em contrário. o número de prestações e seus vencimentos.LEISMUNICIPAIS. A lei que conceda moratória em caráter geral ou autorize sua concessão em caráter individual especificará.A moratória não aproveita aos casos de dolo. por despacho do Secretário Municipal de Finanças.pl regulados neste Código. ou dela conseqüentes.a concessão de medida liminar em mandado de segurança.as condições da concessão do favor em caráter individual. III . II . Parágrafo Único .com. sem prejuízo de outros requisitos: I . Art.com. em outras espécies de ação judicial.leismunicipais. SEÇÃO II MORATÓRIA Art.www. após a manifestação da Procuradoria-Geral do Município.a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada.Informação legal em tempo real http://www. 20 de 82 14/03/2013 10:18 .br/cgi-local/form_vig. fraude ou simulação do sujeito passivo ou do terceiro em benefício daquele.

§ 3º O atraso no pagamento de qualquer parcela importará na sua atualização monetária e fluência de juros pelos mesmos índices e forma previstos no art.br/cgi-local/form_vig. 85 desta Lei. ou de terceiro em benefício daquele.UFRM. § 1º O crédito a ser parcelado será atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora pelos mesmos índices e forma previstos no art. § 4º O inadimplemento de três (03) parcelas consecutivas ou alternadas importará no imediato cancelamento do parcelamento.leismunicipais. Os créditos tributários inscritos em dívida ativa poderão ser parcelados de acordo com os critérios estabelecidos nesta Seção ou em Lei específica.www. até a data da formalização do parcelamento. Parágrafo Único . no caso do inciso II deste artigo. 85 desta Lei. sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do crédito. § 5º O valor de cada parcela não poderá ser inferior a cinquenta (50) Unidade Fiscal de Referência Municipal .Informação legal em tempo real http://www. serão aplicados juros simples de um por cento (01%) ao mês sobre o saldo devedor de cada mês de parcelamento. SEÇÃO III DO PARCELAMENTO E DO REPARCELAMENTO SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. nos casos de dolo ou simulação do beneficiado. a revogação só pode ocorrer antes de prescrito o referido direito.No caso do inciso I deste artigo. cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora: I . atualizadas de acordo com o índice utilizado para atualização do tributo. 71. nos demais casos.br .com imposição da penalidade cabível.sem imposição de penalidade.LEISMUNICIPAIS. A concessão de moratória em caráter individual não gera direito adquirido e será revogada de ofício. restabelecendo-se a dívida aos valores originais e abatendo-se as parcelas pagas.pl Art.com.com. sendo que o vencimento da primeira parcela dar-se-á no décimo (10º) dia a contar da data da formalização do mesmo. II . § 2º Ao montante apurado na forma do § 1º. 70. 21 de 82 14/03/2013 10:18 .

leismunicipais.br . devedor na primeira conforme determinem parcela.com.18 |60 |50 | |--------------------|----------------|-----------------| |19 . SUBSEÇÃO II PARCELAMENTO APÓS A INSCRIÇÃO EM DÍVIDA PROPOSITURA DO PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL ATIVA E ANTES DA O parcelamento dos créditos tributários.com.06 |80 |70 | |--------------------|----------------|-----------------| |07 .Nas hipóteses das multas decorrentes de artifício doloso ou fraudulento.24 |50 |40 | |--------------------|----------------|-----------------| |25 .Informação legal em tempo real http://www. 74. 73. 72. do saldo garantia.br/cgi-local/form_vig. poderá ser concedido em até trinta e seis (36) parcelas mensais e sucessivas. os percentuais previstos no caput deste 22 de 82 14/03/2013 10:18 . § 2º A dívida reparcelada poderá ser dividida em até trinta e seis (36) prestações mensais e sucessivas. É permitido o reparcelamento mediante o pagamento de vinte por cento (20%) apresentação de regulamentares. As multas e os juros previstos nesta Lei sofrerão redução inversamente proporcional ao número de meses do parcelamento. inscritos em dívida ativa e antes da propositura do processo de execução fiscal. de acordo com a tabela abaixo: _______________________________________________________ |QUANTIDADE DE MESES/| PERCENTAGEM DE | PERCENTAGEM DE | | PARCELAMENTO |REDUÇÃO DA MULTA|REDUÇÃO DOS JUROS| |====================|================|=================| |À VISTA |90 |80 | |--------------------|----------------|-----------------| |02 . Art.36 |30 |20 | |____________________|________________|_________________| Parágrafo Único .www. e as normas § 1º O reparcelamento somente poderá ser concedido para créditos inscritos em dívida ativa.pl Art. economicamente viável para o Município. Parágrafo Único .LEISMUNICIPAIS.30 |40 |30 | |--------------------|----------------|-----------------| |30 .As parcelas deverão respeitar o valor mínimo fixado em normas regulamentares.12 |70 |60 | |--------------------|----------------|-----------------| |13 . sendo vedada a aplicação dos descontos previstos na Subseção II deste Capítulo. Art.

www. 75.com.br/cgi-local/form_vig. 71 desta Lei. 23 de 82 14/03/2013 10:18 . respeitado o valor mínimo fixado no § 5º do art. a partir da última vincenda.pl artigo serão aplicados pela metade. 76 poderão ser parceladas em até cinco (05) vezes. Art. O parcelamento dos créditos tributários. 76. _______________________________________________________ |QUANTIDADE DE MESES/| PERCENTAGEM DE | PERCENTAGEM DE | | PARCELAMENTO |REDUÇÃO DA MULTA|REDUÇÃO DOS JUROS| |====================|================|=================| |À VISTA |90 |80 | |--------------------|----------------|-----------------| |02 .30 |40 |30 | |--------------------|----------------|-----------------| |30 . as multas aplicadas por Art. de acordo com a tabela abaixo: Art. As multas de que trata o art.06 |80 |70 | |--------------------|----------------|-----------------| |07 . após a propositura do processo de execução fiscal poderá ser concedido em até trinta e seis (36) parcelas mensais e sucessivas. Art. O parcelamento dos créditos tributários. É facultado ao contribuinte antecipar parcial ou totalmente o valor de parcelas vincendas.Informação legal em tempo real http://www. SUBSEÇÃO III PARCELAMENTO APÓS A DA PROPOSITURA DO PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL 78. Não serão objeto de redução descumprimento de obrigação acessória. Parágrafo Único .Para efeito do disposto no caput. 76 e 77 desta Lei.36 |30 |20 | |____________________|________________|_________________| 79.18 |60 |50 | |--------------------|----------------|-----------------| |19 .24 |50 |40 | |--------------------|----------------|-----------------| |25 . quando serão abatidos os valores previamente calculados a título de juros.br .leismunicipais.12 |70 |60 | |--------------------|----------------|-----------------| |13 . sendo que as multas e juros previstos nesta Lei sofrerão redução inversamente proporcional ao número de meses do parcelamento. de forma decrescente. aplicam-se os termos dos artigos 75. serão antecipadas as parcelas.com. 77.LEISMUNICIPAIS. após a propositura do processo de execução fiscal. Art.

leismunicipais. 80.o pagamento antecipado e a homologação do lançamento nos termos do disposto no art. na forma e condições Parágrafo Único . de imóveis. O pagamento de um crédito não importa em presunção de pagamento: Art.a consignação em pagamento.Informação legal em tempo real http://www. II .pl CAPÍTULO IV EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I MODALIDADES DE EXTINÇÃO Art.com. 82.a decisão administrativa irreformável. assim entendida a definitiva na órbita administrativa. IV . 81. XII .www.br/cgi-local/form_vig. SUBSEÇÃO I DO PAGAMENTO Art.a decisão judicial passada em julgado.com.a remissão. VII . 65 e seus §§ 1º e 4º. IX . 59 e 64. 24 de 82 14/03/2013 10:18 . VIII . XI . que não mais possa ser objeto de ação anulatória. III .br .a prescrição.o pagamento. VI .a transação.a conversão do depósito em renda. A imposição de penalidade não elide o pagamento integral do crédito tributário.A lei disporá quanto aos efeitos da extinção total ou parcial do crédito sobre a ulterior verificação da irregularidade da sua constituição.LEISMUNICIPAIS. X . Extinguem o crédito tributário: I .a compensação.a dação em pagamento estabelecidas em lei.a decadência. V . observado o disposto nos arts.

83. Existindo simultaneamente dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com a mesma pessoa jurídica de direito público.Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.www. dia normal o dia em que há Art. 85. Parágrafo Único .Considera-se expediente normal na repartição. Parágrafo Único .com.com. 84. II . poderão ser objeto de parcelamento na forma disciplinada nesta Lei ou em lei específica.Informação legal em tempo real http://www.A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do pagamento.A extinção do crédito pago por intermédio de cheque ou transferência bancária dar-se-á após a confirmação da liberação dos respectivos valores. 88. Quando a legislação tributária não dispuser a respeito. ficam automaticamente prorrogados para o primeiro dia normal seguinte. acrescido de juros de mora de um por cento (1%) ao mês. nas condições que estabeleça. relativos ao mesmo ou a diferentes tributos ou provenientes de penalidade pecuniária ou juros de mora. o vencimento do crédito ocorre trinta (30) dias depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento. a 25 de 82 14/03/2013 10:18 .quando total. § 2º Os créditos tributários decorrentes de lançamento de ofício ou denunciados espontaneamente e depois de consolidados. quando vencidos em dias não normais.br/cgi-local/form_vig. apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou por outro índice que vier a substituí-lo. na repartição competente do domicílio do Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento.quando parcial.LEISMUNICIPAIS. § 1º A penalidade de juros a que se refere o caput deste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada pelo devedor dentro do prazo legal para pagamento do crédito. das prestações em que se decomponha. Art. Art. Os créditos tributários do Município. sem prejuízo da imposição das penalidades cabíveis e da aplicação de quaisquer medidas de garantia previstas nesta Lei ou em lei tributária específica. cheque ou transferência bancária. O crédito não integralmente pago no vencimento será atualizado monetariamente pelo INPC . de outros créditos referentes ao mesmo ou a outros tributos. seja qual for o motivo determinante da falta. Art. 87. Parágrafo Único . 86. O pagamento poderá ser efetuado em moeda corrente.br .leismunicipais. Art.pl I . Art. o pagamento é efetuado sujeito passivo.

depois às taxas e por fim aos impostos. de igual tributo sobre o mesmo fato gerador. É lícito ao Município contratar instituições financeiras para receberem tributos municipais. 90. Art. § 2º Julgada procedente a consignação. próprios do sujeito passivo contra a Fazenda Municipal.primeiramente. o pagamento se reputa efetuado e a importância consignada é convertida em renda.de recusa de recebimento. A importância do crédito tributário pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo. o sujeito passivo terá direito à compensação do referido montante com débito de tributo. 89.www. sem prejuízo das penalidades cabíveis.pl autoridade administrativa competente para receber o pagamento determinará a respectiva imputação.em primeiro lugar.com.de subordinação do recebimento ao cumprimento de exigências administrativas sem fundamento legal. 91. Art.de exigência. aos débitos por obrigação própria. II . obedecidas as seguintes regras. nos casos: I . Art. III . IV . ou ao cumprimento de obrigação acessória.leismunicipais. vencidos ou vincendos.br .na ordem crescente dos prazos de prescrição.com. às contribuições de melhoria. § 1º Constatado o pagamento indevido. mediante reconhecimento da Fazenda Municipal e observado o seguinte: 26 de 82 14/03/2013 10:18 .br/cgi-local/form_vig. ou subordinação deste ao pagamento de outro tributo ou de penalidade. por mais de uma pessoa jurídica de direito público. julgada improcedente a consignação no todo ou em parte. II . e em segundo lugar aos decorrentes de responsabilidade tributária. na ordem em que enumeradas: I .na ordem decrescente dos montantes.Informação legal em tempo real http://www. III . cobra-se o crédito atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora. SUBSEÇÃO II DA COMPENSAÇÃO O Secretário Municipal de Finanças está autorizado a proceder a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos.LEISMUNICIPAIS. § 1º A consignação só pode versar sobre o crédito que o consignante se propõe pagar.

atendendo: I . II . aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária celebrar transação que. III . Parágrafo Único . § 3º A compensação efetuada na forma do inciso I do § 1º deste artigo fica sujeita à posterior homologação. II . É vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo.pl I . sobre os quais não incidam discussões administrativas ou judiciais pendentes de decisão.br/cgi-local/form_vig. independente de reconhecimento e autorização prévia.nas demais hipóteses a compensação fica condicionada ao prévio reconhecimento e autorização do Secretario Municipal de Finanças. SUBSEÇÃO III DA TRANSAÇÃO Art. quanto à matéria de fato. devendo o procedimento ser declarado na escrituração fiscal.A lei indicará autorizar a transação em cada caso.LEISMUNICIPAIS. 27 de 82 14/03/2013 10:18 . mediante autorização legislativa específica. o crédito decorrente de erro formal na apuração do montante devido poderá ser compensado pelo sujeito passivo nos meses subseqüentes. 92. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo.leismunicipais. importe em resolução de litígio e conseqüente extinção de crédito tributário. observados os prazos decadenciais. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial.tratando-se de antecipação de pagamento do ISS sujeito ao lançamento por homologação.ao erro ou ignorância escusáveis do sujeito passivo. nas condições que estabeleça.br . mediante concessões mútuas.à diminuta importância do crédito tributário. É facultado ao Município.www.à situação econômica do sujeito passivo.Informação legal em tempo real http://www.com. 94. Lei específica poderá autorizar o Secretário Municipal de Finanças a conceder.com. Art. a autoridade competente para SUBSEÇÃO IV DA REMISSÃO Art. por despacho fundamentado. remissão total ou parcial de crédito. 93. § 2º O reconhecimento do direito à compensação dar-se-á a pedido do sujeito passivo e abrangerá tão somente créditos líquidos e certos.

o disposto no art. SUBSEÇÃO V DA DECADÊNCIA O direito da Fazenda Pública constituir tributário extingue-se após cinco (05) anos.A prescrição se interrompe: I .www. Parágrafo Único .br/cgi-local/form_vig.pl IV . II .a considerações de eqüidade.br . Parágrafo Único . ao sujeito passivo.do primeiro dia do exercício lançamento poderia ter sido efetuado. 95. de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento.da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado.leismunicipais. o lançamento anteriormente efetuado. contados da data da sua constituição definitiva.por qualquer ato inequívoco. ainda que extrajudicial. seguinte àquele em que o II .LEISMUNICIPAIS. SUBSEÇÃO VII DA DAÇÃO EM PAGAMENTO 28 de 82 14/03/2013 10:18 . SUBSEÇÃO VI DA PRESCRIÇÃO Art.a condições peculiares a determinada região do Município. IV .O direito a que se refere este artigo extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto. 70. por vício formal.Informação legal em tempo real http://www. A ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em cinco (05) anos.pelo despacho do Juiz que ordenar a citação em execução fiscal e retroagirá à data da propositura da ação.por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. o crédito I .pelo protesto judicial. contados: Art. 96.com. III .com. V . contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação.O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. Parágrafo Único . em relação com as características pessoais ou materiais do caso. aplicando-se. quando cabível. importe em reconhecimento do débito pelo devedor.

Parágrafo Único . ou dela conseqüente.br .com. SUBSEÇÃO I ISENÇÃO Art. é sempre decorrente de lei que especifique objetivamente as condições e requisitos exigidos para a sua concessão. salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições. dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído.pl Art. mediante com lei CAPÍTULO V EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. II . 99. 11.Informação legal em tempo real http://www. quando não concedida em caráter geral. A forma e as condições da extinção do crédito tributário pela dação em pagamento de imóveis poderá ser despacho do Secretário Municipal de Finanças específica. 98. 100.às taxas e às contribuições. pode ser revogada ou modificada por lei.br/cgi-local/form_vig. A isenção. A isenção.www. A isenção.A isenção pode ser restrita a determinada região do Município. em função de condições a ela peculiares. observado o disposto no parágrafo único do art. II .a anistia. Parágrafo Único . 97. 101. sendo o caso. em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do Art. é efetivada. Art.leismunicipais. Excluem o crédito tributário: I . o prazo de sua duração. Art. ainda quando prevista em contrato.LEISMUNICIPAIS. efetuada. por despacho do Secretário Municipal de Finanças ou pessoa por ele designada. a qualquer tempo. 102.a isenção e. em cada caso. 29 de 82 14/03/2013 10:18 . os tributos a que se aplica e.aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.com. Salvo disposição de lei em contrário. a isenção não é extensiva: I .A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias.

quando não concedida em caráter geral. SUBSEÇÃO II ANISTIA Art. II .limitadamente: a) às infrações da legislação relativa a determinado tributo. em função de condições a ela peculiares.Informação legal em tempo real http://www. d) sob condição do pagamento de tributo no prazo fixado pela lei que a conceder. o despacho referido neste artigo será renovado antes da expiração de cada período. CAPÍTULO VI 30 de 82 14/03/2013 10:18 . sejam praticados com dolo. conjugadas ou não com penalidades de outra natureza. o disposto no art. quando cabível. 103.br/cgi-local/form_vig. Parágrafo Único .leismunicipais.pl cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua concessão. 70. c) a determinada região do Município.em caráter geral. b) às infrações punidas com penalidades pecuniárias até determinado montante. § 1º Tratando-se de tributo lançado por período certo de tempo. aplicando-se. mesmo sem essa qualificação. 105. em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua concessão.br . não se aplicando: I . aplicando-se. 104. Art.LEISMUNICIPAIS. o disposto no art. por despacho do Secretário Municipal de Finanças. II . ouvida a Procuradoria Geral do Município. quando cabível. em cada caso.aos atos qualificados em lei como crimes ou contravenções e aos que.salvo disposição em contrário. fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em benefício daquele. 70. § 2º O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido.com. A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede.com.www. cessando automaticamente os seus efeitos a partir do primeiro dia do período para o qual o interessado deixar de promover a continuidade do reconhecimento da isenção. é efetivada. A anistia. A anistia pode ser concedida: I . Art.O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. às infrações resultantes de conluio entre duas ou mais pessoas naturais ou jurídicas.

ou. transferência do respectivo encargo financeiro somente será feita a quem prove haver assumido referido encargo. revogação ou rescisão de decisão Parágrafo Único . o sujeito passivo terá direito à compensação do referido montante com débito de tributo. I . Art. III .www. à restituição total ou parcial do tributo.pl DA RESTITUIÇÃO ADMINISTRATIVO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO - REPETIÇÃO DE INDÉBITO O sujeito passivo tem direito.com. a contar do protocolo na repartição fiscal. contados: I .br/cgi-local/form_vig.LEISMUNICIPAIS. pelos mesmos índices § 1º A restituição vence juros equivalentes aos que seriam devidos para pagamento em atraso.com. Art. A restituição total ou parcial será igual ao desembolso. devidamente atualizada. O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de cinco (05) anos. autorizando o sujeito passivo a compensar o montante com débitos próprios.Informação legal em tempo real http://www.nas hipóteses dos incisos I e II do art. 108. seja qual for a modalidade do seu pagamento nos seguintes casos: Art. ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido. 109. lei. § 2º O pedido de restituição deverá ser analisado pela autoridade competente no prazo máximo de noventa (90) dias.leismunicipais.Constatado o pagamento indevido. 106. da data da extinção do crédito tributário. no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento. na determinação da alíquota aplicável.erro na identificação do sujeito passivo. estar por este expressamente autorizado a recebê-la. 106. condenatória.reforma. II . por sua natureza. A restituição de tributos que comportem. Art. a partir da data do recolhimento indevido.br . na forma da aplicáveis ao recolhimento em atraso. 107.cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido em face da legislação tributária aplicável. § 3º A falta de análise nesse prazo convalida o pedido de restituição apresentado. nos termos do artigo 91. 31 de 82 14/03/2013 10:18 . independentemente de prévio protesto. anulação. no caso de tê-lo transferido a terceiro.

da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado. em função da natureza ou das características do tributo a que se refiram. inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade. que sejam previstos em lei. preferencialmente por meio eletrônico. seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula. 106. Parágrafo Único . CAPÍTULO VII GARANTIAS E PRIVILÉGIOS DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o juiz determinará a indisponibilidade de seus bens e direitos. seu espólio ou sua massa falida.www.com.A natureza das garantias atribuídas ao crédito tributário não altera a natureza deste nem a da obrigação tributária a que corresponda. devidamente citado. Parágrafo Único .Informação legal em tempo real http://www. ou seu começo. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens.leismunicipais. 112.na hipótese do inciso III do art. excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis.com. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa. não pagar nem apresentar bens à penhora no prazo legal e não forem encontrados bens penhoráveis. anulado. 110. no âmbito de suas atribuições.O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de terem sido reservados pelo devedor bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida inscrita. A enumeração das garantias atribuídas neste Capítulo ao crédito tributário não exclui outras que sejam expressamente previstas em lei. aos órgãos e entidades que promovem registros de transferências de bens. § 1º A indisponibilidade de que trata o caput deste artigo limitar-se-á ao valor total exigível. a fim de que. 113. especialmente ao registro público de imóveis e às autoridades supervisoras do mercado bancário e do mercado de capitais. Art. Na hipótese de o devedor tributário. Art. Art. 111. façam cumprir a ordem judicial. do sujeito passivo.LEISMUNICIPAIS.pl II . responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e das rendas. comunicando a decisão.br . de qualquer origem ou natureza. revogado ou rescindido a decisão condenatória. devendo o juiz determinar o imediato levantamento da indisponibilidade dos bens ou valores que 32 de 82 14/03/2013 10:18 . Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas.br/cgi-local/form_vig.

quanto à natureza e valor dos bens reservados. II . nem aos créditos com garantia real.O concurso de preferência somente se verifica entre pessoas jurídicas de direito público. conjuntamente e pro rata. São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência. na seguinte ordem: I .União. § 1º Contestado o crédito tributário. Art.Na falência: I .LEISMUNICIPAIS. 115.com. A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a a concurso de credores ou habilitação em falência.o crédito tributário não prefere aos créditos extraconcursais ou às importâncias passíveis de restituição. II .a lei poderá estabelecer os limites e condições para preferência dos créditos decorrentes da legislação do trabalho. mandando reservar bens suficientes à extinção total do crédito e seus acrescidos. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho ou do acidente do trabalho. nos termos da lei falimentar.Estados.leismunicipais.Municípios.br/cgi-local/form_vig. Parágrafo Único . Distrito Federal.a multa tributária prefere apenas aos créditos subordinados. concordata. conjuntamente e pro rata. se a massa não puder efetuar a garantia da instância por outra forma. ouvido. O crédito tributário prefere a qualquer outro. Art. SEÇÃO II PREFERÊNCIAS Art.br . III . judicial. 116.Informação legal em tempo real http://www. III . 114. o representante da Fazenda Municipal.pl excederem esse limite.com. § 2º O disposto neste artigo aplica-se aos processos de recuperação judicial. o juiz remeterá as partes ao processo competente.www. no limite do valor do bem gravado. seja qual for a natureza ou o tempo de sua constituição. 33 de 82 14/03/2013 10:18 . inventário ou arrolamento. recuperação Parágrafo Único . § 2º Os órgãos e entidades aos quais se fizer a comunicação de que trata o caput deste artigo enviarão imediatamente ao juízo a relação discriminada dos bens e direitos cuja indisponibilidade houver promovido.

Contestado o crédito tributário. LIVRO TERCEIRO TÍTULO I DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS E SUAS ESPÉCIES CAPÍTULO I DOS IMPOSTOS Art. São pagos preferencialmente a quaisquer outros os créditos tributários vencidos ou vincendos. 116. 124. Art. 121.br/cgi-local/form_vig. nenhuma repartição municipal celebrará contrato ou aceitará proposta em licitação pública sem que contratante ou proponente faça prova da quitação de todos os tributos devidos à Fazenda Municipal. Art. 34 de 82 14/03/2013 10:18 .LEISMUNICIPAIS. 118. relativa ao contribuinte. proceder-se-á na forma do disposto no § 1º do art.com. Art. Art. Parágrafo Único . Art.ITBI. Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica.Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana IPTU. Salvo quando expressamente autorizado por lei.Informação legal em tempo real http://www. Os impostos componentes do Sistema Tributário municipal são exclusivamente: I . A concessão de recuperação judicial depende da apresentação da prova de quitação de todos os tributos. São pagos preferencialmente a quaisquer créditos habilitados em inventário ou arrolamento. 132 desta Lei. observado o disposto nos arts. exigíveis no decurso do processo de inventário ou arrolamento. 123.www.br .leismunicipais. a cargo de pessoas jurídicas de direito privado em liquidação judicial ou voluntária. ou a outros encargos do monte. exigíveis no decurso da liquidação. 119.com. a cargo do de cujus ou de seu espólio. 122.pl 117. os créditos tributários vencidos ou vincendos. Art. ou às suas rendas. Art. Nenhuma sentença de julgamento de partilha ou adjudicação será proferida sem prova da quitação de todos os tributos relativos aos bens do espólio.Imposto sobre Transmissão de Bens Inter-Vivos . relativos à atividade em cujo exercício contrata ou concorre. 66. II . 120. A extinção das obrigações do falido requer prova de quitação de todos os tributos.

sobre o imóvel. impostos serão instituídos por leis SEÇÃO I DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA .br . mesmo que localizadas fora da mesma.www. que embora não localizado na zona urbana.Informação legal em tempo real http://www. § 2º O IPTU incide.IPTU considera a propriedade.pl III . a posse ou o domínio útil de bem imóvel por natureza ou acessão física. 125. agrícola. que embora localizado na zona urbana. a posse ou o domínio útil de bem imóvel por natureza ou acessão física. 126. § 4º. 35 de 82 14/03/2013 10:18 .com.br/cgi-local/form_vig. nos termos da lei específica. 127. 182. Sem prejuízo da progressividade no tempo.ISS.tem como Hipóteses de Incidência a propriedade. SUBSEÇÃO II DA HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA E DO FATO GERADOR O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana . como definido em lei civil.LEISMUNICIPAIS.IPTU . facultado pelo disposto no art.leismunicipais. de 10 de julho de 2001 . inciso II da Constituição Federal. Art. também. regulamentado pela Lei nº 10. o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana . pecuária ou agro-industrial.IPTU. Art. § 1º A lei municipal considerará urbanas as áreas urbanizáveis ou de expansão urbana constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes.Estes municipais específicas. destinados à habitação. § 3º O IPTU não incide sobre o imóvel.IPTU SUBSEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana . como definido em lei civil. Parágrafo Único .Estatuto da Cidade. à indústria ou ao comércio. 128.Imposto Sobre Serviços . Art. terá alíquotas diferentes de acordo com a localização e o uso do imóvel. seja utilizado para exploração extrativa vegetal. localizado na zona urbana ou de expansão urbana do Município ou em áreas a ela equiparadas por lei.257. O fato gerador do IPTU ocorre no primeiro dia de cada exercício financeiro. seja utilizado como sítio de recreio e cuja eventual produção não se destine ao comércio. localizado na zona urbana do Município ou em áreas a ela equiparadas por lei. Art.com.

com. Art. SUBSEÇÃO IV BASE DE CÁLCULO Art. tomando-se por base tabela de referência.Os valores unitários do metro quadrado da construção e do terreno. § 2º Se verificada no cadastro imobiliário a falta de dados necessários ao lançamento do imposto. A administração tributária fará a apuração do valor venal da propriedade predial e territorial urbana. § 1º O lançamento poderá ser feito para cada unidade imobiliária autônoma. nos termos da lei específica. nos casos de reforma ou modificação do uso sem a prévia licença do órgão competente.LEISMUNICIPAIS. como contribuinte. SEÇÃO II 36 de 82 14/03/2013 10:18 .www. SUBSEÇÃO V DO LANÇAMENTO 132. o titular do domínio útil ou o possuidor a qualquer título de bem imóvel. A base de cálculo do IPTU é o valor venal do imóvel. 131. o lançamento será efetuado com base nos dados apurados mediante procedimento fiscal com a devida notificação do contribuinte. com base nos dados constantes no cadastro imobiliário do Município. para fins de definição da base de cálculo deste tributo.br/cgi-local/form_vig.leismunicipais.pl SUBSEÇÃO III DO SUJEITO PASSIVO Art. com critérios objetivos. anualmente. nos termos da lei específica. 129.com. O lançamento do IPTU será procedido de ofício pela autoridade fazendária. Art. serão atualizados anualmente de acordo com critérios estabelecidos em lei. nos termos da lei específica. Parágrafo Único . 130. no tempo em que se materializar o fato gerador. utilizando-se os dados existentes no Cadastro Imobiliário e mediante lei especifica. decorrente da existência de imóvel não cadastrado.Informação legal em tempo real http://www. O Sujeito Passivo do IPTU é o proprietário. vedada a atualização superior ao INPC Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IBGE) ou outro índice que vier a substituí-lo.br . no início de cada exercício financeiro.

com.a cessão de direitos relativos às transmissões referidas nos incisos anteriores. 133.no usufruto de imóvel. como definidos na lei civil. da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis por natureza ou acessão física.br .na data da formalização do ato ou negócio jurídico. O Fato Gerador é a confirmação Incidência e considera-se ocorrido: Art. de direitos reais sobre imóveis. na data em que transitar em julgado a sentença que homologar ou decidir a partilha. por ato oneroso.leismunicipais. de bens imóveis.ITBI SUBSEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. e de direitos reais sobre imóveis. na data de assinatura do respectivo auto. por ato oneroso. O Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis .br/cgi-local/form_vig. O ITBI tem como Hipóteses de Incidência: I . na data em que transitar em julgado adjudicatória. bem como a cessão de direitos à sua aquisição.com. relativamente ao que exceder à meação. por natureza ou acessão física. VII .www. das Hipóteses de I .pl DO IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO DE BENS IMÓVEIS . VI . exceto os de garantia. na data em que ocorrer o fato ou ato jurídico determinante da consolidação da propriedade na pessoa do nu-proprietário.LEISMUNICIPAIS. exceto os de garantia. IV . a qualquer título. por ato oneroso. III . a qualquer título.Informação legal em tempo real http://www. adjudicação a sentença III . SUBSEÇÃO II DA HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA E DO FATO GERADOR Art.na adjudicação sujeita à licitação e na compulsória. II .a transmissão inter vivos. 134.a transmissão inter vivos. V .na remição.na dissolução da sociedade conjugal. apto a ser levado a registro no Cartório de imóveis: 37 de 82 14/03/2013 10:18 .ITBI - considera a transmissão inter-vivos.na adjudicação e na arrematação.na extinção de usufruto. na data da sua constituição. a qualquer título. II . 135. na data do depósito em juízo.

com.na transmissão da nua-propriedade.os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram. Art. a base de cálculo será o valor dos bens imóveis que ultrapassar o respectivo quinhão.na cessão onerosa de direitos hereditários. em realização de capital.com. serão considerados apenas os bens imóveis.Informação legal em tempo real http://www. b) na dação em pagamento. SUBSEÇÃO III DA NÃO-INCIDÊNCIA Art. Art.www. § 2º No total partilhável e no quinhão. ou sobre os quais versarem os direitos. se situarem no território deste Município. II . de bens imóveis ou de direitos reais sobre os mesmos. VIII . O Imposto é devido quando os bens imóveis transmitidos. 136. para fins de cálculo do imposto. 137. § 1º Na cessão onerosa de direitos hereditários formalizada no curso do inventário. f) na transmissão do domínio útil. tudo quanto se lhe incorporar natural ou II . quando se formalizar nos autos do inventário. por ato oneroso.LEISMUNICIPAIS. III na transmissão ao alienante anterior. d) na permuta. 138. e) na cessão e rescisão de contrato de promessa de compra e venda quitado. em razão do 38 de 82 14/03/2013 10:18 . na data em que transitar em julgado a sentença homologatória da partilha. III .leismunicipais.o solo e artificialmente.o direito à sucessão aberta. g) nas demais transmissões inter vivos. quando reverterem aos primitivos alienantes. c) no mandato em causa própria e seus substabelecimentos. incluída a cessão de direitos à aquisição. O ITBI não incide: I . não previstas nas alíneas anteriores. ainda que a mutação patrimonial decorra de ato ou contrato celebrado ou de sucessão aberta fora do respectivo território.pl a) na compra e venda pura ou condicional.na desincorporação dos bens ou dos direitos anteriormente transmitidos ao patrimônio de pessoa jurídica. mencionados nos §§ 1º e 2º. Consideram-se bens imóveis para os fins do imposto: I .br/cgi-local/form_vig.br .

para a lavratura de escritura pública e/ou registro no ofício competente.com.Informação legal em tempo real http://www. Art. 39 de 82 14/03/2013 10:18 . decorrer de transações mencionadas neste artigo.na promessa de compra e venda. O reconhecimento da exoneração tributária não gera direito adquirido.br/cgi-local/form_vig.com.LEISMUNICIPAIS.no usucapião. pelo não-cumprimento da condição ou pela falta de pagamento do preço. VIII . salvo se a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda de bens ou direitos. cisão ou extinção de pessoa jurídica. incorporação. como contribuinte: I . emitida pela Fazenda Municipal. V .na retrovenda e na volta dos bens ao domínio do alienante em razão de compra e venda com pacto de melhor comprador. se apurado que o beneficiado prestou informação falsa. § 2º Considera-se caracterizada a atividade preponderante referida neste artigo quando mais de 50% (cinqüenta por cento) da receita operacional da pessoa jurídica adquirente. 139. 140. É obrigatória a comprovação da exoneração tributária do ITBI.na transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoas jurídicas em realização de capital e na transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão.na extinção de condomínio. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil. § 1º O disposto no inciso II deste artigo somente tem aplicação se os primitivos alienantes receberem os mesmos bens ou direitos em pagamento de sua participação. o cedente. nos 2 (dois) anos anteriores e nos 2 (dois) anos subseqüentes à aquisição. SUBSEÇÃO V DO SUJEITO PASSIVO Art. SUBSEÇÃO IV DO RECONHECIMENTO DAS EXONERAÇÕES TRIBUTÁRIAS Art. VII .pl desfazimento da alienação condicional ou com pacto comissório.br . O Sujeito Passivo do ITBI é. tornando-se devido o imposto respectivo corrigido monetariamente desde a data da transmissão. VI . 141.leismunicipais. IV .nas cessões de direito. total ou parcial. no capital social da pessoa jurídica.www.

146. para fins de cálculo do imposto. ainda que judiciais. O valor venal será determinado nos termos do Art.ISS considera a prestação de serviços ainda que esses preponderante do prestador. Art. SEÇÃO III DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS .com.br/cgi-local/form_vig. SUBSEÇÃO VI DA BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ITBI é o valor venal do imóvel objeto da transmissão ou da cessão de direitos reais a ele relativos. Não serão deduzidos da base de cálculo do imposto os valores de quaisquer dívidas ou gravames. III . isolados ou em condomínio. 147. quando a promessa de transmissão preceder ao inicio da construção e apresentados. não se constituam como atividade 40 de 82 14/03/2013 10:18 . os financiadores deverão informar.nas demais transmissões. cada um dos permutantes em relação ao imóvel ou ao direito adquirido.Informação legal em tempo real http://www. Art. II . III . O Imposto Sobre Serviços . Não se incluirá na base de calculo de imóveis.na permuta. o valor a ser efetivamente financiado em moeda corrente nacional. que onerem o bem.notas fiscais referentes ao material e serviços relativos à construção. o valor da construção executada pelo promissário comprador. 143. nem os valores das dívidas do espólio. Art. 144. o adquirente do imóvel ou do direito transmitido. quando solicitado: I . Nas transmissões realizadas através de financiamento.br .projeto de construção aprovado e licenciado para construção. Art.outros elementos que se façam necessários para a comprovação mencionada no caput deste artigo. 142.www. Parágrafo Único . Art.Não se aplica o disposto no caput deste artigo às transações com incorporações imobiliárias.pl II .leismunicipais.LEISMUNICIPAIS.ISS SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 145.com. 131 deste Código.

com. III .LEISMUNICIPAIS. § 3º O ISS incide ainda sobre os serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização. Art.do caráter permanente ou eventual da prestação. de 31 de julho de 2003.do cumprimento de quaisquer exigências legais. § 1º O ISS incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. na forma prescrita pelo inciso II do art. IV . necessários à comprovação dos fatos geradores citados no item 15 da Lista de Serviços disposta na Lei Complementar Federal nº 116. 149.As informações individualizadas sobre serviços prestados a terceiros.172.do nome dado ao serviço prestado. II . ainda que estes não se constituam como atividade preponderante do prestador.leismunicipais. com o pagamento de tarifa pelo usuário final do serviço. 197 da Lei Federal nº 5. O Fato Gerador do ISS é a confirmação das Hipóteses de Incidência. SUBSEÇÃO III DA NÃO-INCIDÊNCIA 41 de 82 14/03/2013 10:18 .do recebimento do preço ou do resultado econômico da prestação dos serviços. Parágrafo Único .da existência de estabelecimento fixo.Código Tributário Nacional. ressalvadas as exceções expressas na lista citada. relativas à atividade.www. O ISS tem como Hipóteses de Incidência a prestação de serviços constantes da Lista de Serviços disposta na Lei Complementar Federal nº 116. regulamentares ou administrativas.pl SUBSEÇÃO II DA HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA E DO FATO GERADOR Art. de 25 de outubro de 1966 . § 2º Os serviços previstos na Lista de Serviços ficam sujeitos ao ISS ainda que sua prestação envolva o fornecimento de mercadorias. V . § 4º A incidência do ISS independe: I . 148. serão prestadas pelas instituições financeiras.com. permissão ou concessão. sem prejuízo das cominações cabíveis.br/cgi-local/form_vig.br . quando ocorrido efetivamente a prestação dos serviços dispostos na lista citada no caput do art. 148 desta Lei.Informação legal em tempo real http://www. de 31 de julho de 2003.

Informação legal em tempo real http://www. juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras.com. relativos aos serviços prestados diretamente pelas mesmas aos seus associados. Art. III . o valor dos depósitos bancários.Não se enquadram no disposto no inciso I os serviços desenvolvidos no Brasil. Parágrafo Único . como contribuinte. cujo resultado aqui se verifique.LEISMUNICIPAIS. recebido ou não. em conseqüência da sua prestação.as entidades culturais. 150. dos diretores e membros de conselho consultivo. ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior.www.as exportações de serviços para o exterior do País. sem fins lucrativos. conselho de administração ou de conselho fiscal de sociedades. pessoa física ou jurídica. 42 de 82 14/03/2013 10:18 . bem como dos seus administradores.br . SUBSEÇÃO IV DO SUJEITO PASSIVO 151. com ou sem estabelecimento fixo que tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador. 153.a confecção de impressos gráficos para posterior utilização ou incorporação em processo de industrialização ou comercialização.com. o principal. A base de cálculo do ISS é o preço do serviço.pl Art. sócios-gerentes e dos gerentes-delegados. Art.a prestação de serviços em relação de emprego. O Sujeito Passivo do ISS é.leismunicipais.o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários. O Sujeito Passivo do ISS é. associações e fundações. SUBSEÇÃO V DA BASE DE CÁLCULO Art. § 1º Considera-se preço de serviço tudo o que for cobrado em virtude da prestação do serviço. V . o prestador do serviço. IV . por não ficar configurada a atividade de composição gráfica.br/cgi-local/form_vig. o sucessor ou um terceiro definido em lei específica. como responsável. recreativas e esportivas. II . 152. dos trabalhadores avulsos. O imposto não incide sobre: I .

integrará a sua base de cálculo. Na hipótese de serviços enquadrados em mais de um item ou subitem da Lista de Serviços citada no caput do art. Art. existentes em cada Município. Na determinação da base de cálculo do ISS dos prestadores dos serviços a que se referem os subitens 4. mediante aplicação para os diversos serviços.br/cgi-local/form_vig. ou não sendo ele conhecido.23 da Lista de Serviços citada no caput do art.as exceções expressamente previstas na Lista de Serviços citada no caput do art. 148 desta Lei. ou ao número de postes. como tal entendida a que subordinar a sua efetivação a eventos futuros ou incertos.pl § 2º Na falta do preço previsto no § 1º. Art. nos documentos fiscais.leismunicipais. serão deduzidos do preço do serviço. de 31 de julho de 2003 citada no caput do art. 148 desta Lei. o mesmo será fixado mediante estimativa ou através de arbitramento.os valores repassados a associadas pelos serviços prestados aos 43 de 82 14/03/2013 10:18 . Não integram a base de cálculo do ISS: I . Art. 148 desta Lei. § 5º O valor do imposto. à extensão da ferrovia. a base de cálculo será proporcional. mera indicação para fins de controle e esclarecimento ao usuário do serviço. 148 desta Lei forem prestados no território de mais de um Município. da alíquota mais elevada. § 3º Integra a base de cálculo do imposto o valor correspondente ao desconto ou abatimento concedido sob condições.com. rodovia.05 da Lista de Serviços citada no caput do art. II . § 4º O imposto é parte integrante e indissociável do preço do serviço. sob pena de o imposto ser calculado na forma mais onerosa. 154.O contribuinte deverá manter escrituração fiscal que permita diferenciar as receitas específicas das várias atividades. de acordo com as diversas incidências e alíquotas previstas em lei específica.LEISMUNICIPAIS.Informação legal em tempo real http://www. Parágrafo Único . constituindo o seu destaque. prestados por uma mesma empresa ou pessoa a ela equiparada. cobrado dos usuários ou contratantes.02 e 7. 148 desta Lei.04 da Lista de Serviços disposta na Lei Complementar Federal nº 116. 155. dutos e condutos de qualquer natureza.com. cabos de qualquer natureza. § 6º Quando os serviços descritos pelo subitem 3. que reflita o preço do serviço corrente na praça.22 e 4.www.br . assim considerada a receita operacional bruta mensal: I . quando cobrado em separado. conforme o caso. 156.o valor dos materiais fornecidos pelo prestador dos serviços previstos nos itens 7. o imposto será calculado com base no preço do serviço.

4. sócio. odontólogos. que preste serviço em nome da sociedade. para consecução dos seus objetivos sociais.LEISMUNICIPAIS.faturas canceladas. nos termos da lei aplicável. § 1º Quando os serviços a que se referem os itens 4. pelas pessoas físicas ou jurídicas cooperadas.os valores repassados aos seus clientes reembolso. § 2º Não se aplica o disposto no § 1º deste artigo. 17. VI .os valores relativos a prêmios de seguros para cobertura de despesas decorrentes de falecimento dos titulares dos planos de saúde. 148 desta Lei forem prestados por sociedades uniprofissionais. laboratórios.com. 5.06. quando associadas.os valores repassados às pessoas físicas e jurídicas de direito público ou privado. fisioterapeutas.08.Informação legal em tempo real http://www. 4. pelas despesas médicas pagas por esses. o imposto poderá ser lançado por valor fixo expresso nos termos da lei específica.01.SUS. credenciadas ou contratadas nos termos da Lei. empregado ou não. pelos serviços prestados aos seus clientes. III .01. entre estes e aquelas e pelas cooperativas entre si. cujo tributo será recolhido no respectivo Município.16.19 e 17.20 da Lista de Serviços citada no caput do art.do resultado financeiro do efetivo exercício da atividade. 4.15.br . a sociedade: 44 de 82 14/03/2013 10:18 . II do cumprimento de quaisquer exigências legais ou regulamentares relativos ao exercício da atividade sem prejuízo das penalidades cabíveis.www. a título de IV .12. 17. Art. em relação a cada profissional habilitado. e demais prestadores de serviços na área da saúde. sujeitando-se à tributação sobre o faturamento. II .11. 17.01.br/cgi-local/form_vig. 7. V .leismunicipais. tais como médicos. o imposto será calculado por meio de importâncias fixas na forma do caput.02. 4. Quando os serviços forem prestados por profissional autônomo.com. os valores dos serviços prestados em outros Municípios. 157. hospitais. § 1º Serão igualmente deduzidos da receita operacional bruta mensal.14. assim entendido aquele praticado entre as cooperativas e seus associados. bem como os materiais e medicamentos utilizados nos atendimentos. 4. 4. para efeito de base de cálculo do ISS. clínicas. § 2º A incidência do imposto e sua cobrança independem: I .os valores relativos a ressarcimentos de despesas médicas e hospitalares ao Sistema Único de Saúde . 4.pl seus clientes decorrentes de ato cooperativo. embora assumindo responsabilidade pessoal.16.

de duração e a natureza do acontecimento ou da II .Informação legal em tempo real http://www. energia e assemelhados.que exerça atividade não prevista nos itens enumerados no § 1º. a partir de base de cálculo estimada. podendo observar outros contribuintes de idêntica atividade. não podendo o contribuinte iniciar suas atividades sem efetuar o pagamento desse tributo.o volume de receitas em períodos anteriores. independentemente de qualquer formalidade. a sua projeção para os períodos seguintes. III .br/cgi-local/form_vig.quando se tratar de contribuinte ou grupo de contribuintes cuja espécie.com.pl I . IV .LEISMUNICIPAIS. III . nos seguintes casos: I . o imposto deverá ser pago antecipadamente.br .a localização do estabelecimento. com a assinatura da 45 de 82 14/03/2013 10:18 . II . III . II .www. § 3º A autoridade competente para fixar a estimativa levará em consideração.que tenha como sócia pessoa jurídica. O imposto poderá ser fixado pela autoridade fiscal. conforme o caso: I . V . ou sua revisão. § 1º Considera-se de caráter provisório a atividade cujo exercício seja de natureza temporária e esteja vinculada a fatores ou acontecimentos ocasionais ou excepcionais.com. sob pena de interdição do local.leismunicipais.quando se tratar de atividade exercida em caráter provisório.o valor dos materiais de uso e consumo empregados na prestação de serviços e outras despesas. § 2º Na hipótese do § 1º. Art. instalações.que tenha sócio não habilitado na área dos serviços prestados. 158. será efetuada em procedimento regular em que constem os elementos que fundamentam a apuração do valor da base de cálculo estimada.o tempo atividade.quando o contribuinte não emitir documentos fiscais ou deixar de cumprir com regularidade as obrigações acessórias previstas na legislação. aluguéis. tais como salários e encargos. § 4º A fixação da estimativa. IV .quando se tratar de contribuinte de rudimentar organização. modalidade ou volume de negócios ou de atividades imponham tratamento fiscal diferenciado.o preço corrente dos serviços.

O valor do ISS será lançado a partir de base de cálculo arbitrada.cancelar a aplicação do regime. após regularmente intimado. à falta de opção. § 5º O contribuinte submetido ao regime de estimativa ficará sujeito à legislação aplicável aos contribuintes em geral.existência de atos qualificados em lei como crimes ou contravenções ou que. a critério da Fazenda Municipal. sejam praticados com dolo. ressalvado ao Fisco.serem omissos ou. parcial ou individual.constatada fraude contra a Fazenda Municipal. mesmo sem essa qualificação. II . III .com.br . os esclarecimentos exigidos pela fiscalização.pl autoridade fiscal e a cientificação do contribuinte ou responsável. nos casos previstos nos incisos I e II deste artigo. § 7º Os valores fixados por estimativa constituirão lançamento definitivo do imposto. 46 de 82 14/03/2013 10:18 . ou a superveniência de fatores que modifiquem a situação fiscal do contribuinte. IV .rever os valores estimados.Informação legal em tempo real http://www. II . ficar desobrigado da emissão e escrituração da documentação fiscal. desde que comprovada a existência de elementos suficientes à efetuação do lançamento com base no preço real do serviço. III . perdendo o regime de estimativa fiscal a sua eficácia. os elementos necessários à fiscalização das operações realizadas. por inverossímeis ou falsos.LEISMUNICIPAIS. prorrogável por igual período por manifestação expressa da autoridade competente. não merecerem fé os livros ou documentos exibidos pelo sujeito passivo. hipóteses: sempre que se verificar qualquer das seguintes I . por iniciativa própria ou a requerimento do contribuinte. valerá pelo prazo de um (01) ano.www. fraude ou simulação. inclusive nos casos de perda.não possuir o sujeito passivo. evidenciados pelo exame de livros e documentos fiscais do sujeito passivo. ou prestar esclarecimentos insuficientes ou que não mereçam fé.br/cgi-local/form_vig. de forma geral. lançar o imposto sonegado.não prestar o sujeito passivo.leismunicipais. ou apurados por quaisquer meios diretos ou indiretos. a qualquer tempo: I . podendo. pela inobservância de formalidades intrínsecas ou extrínsecas. Art. 159. § 6º O regime de estimativa de que trata este artigo. desde que não haja outros meios de apurar os valores tributáveis. ou deixar de exibir. mesmo no curso do período considerado. extravio ou inutilização de livros ou documentos fiscais.com.

CAPÍTULO II DAS TAXAS As taxas são tributos que têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. 47 de 82 14/03/2013 10:18 .pl V . desde que observados os princípios fundamentais de contabilidade e as normas brasileiras de contabilidade. 160. sem se encontrar o sujeito passivo devidamente inscrito no cadastro mobiliário. Parágrafo Único . instalações. VII . resultante do arbitramento os § 2º O arbitramento não exclui a incidência de atualização monetária. 161.as condições próprias do contribuinte e os elementos que possam evidenciar sua situação econômico-financeira. na forma estabelecida em lei específica e considerando os seguintes elementos: Art. b) as despesas fixas e variáveis.flagrante insuficiência do imposto recolhido. c) aluguel do imóvel. acréscimos moratórios e multas sobre o valor do imposto que venha a ser apurado. § 1º Serão deduzidos do imposto pagamentos realizados no período. das máquinas e equipamentos utilizados.br .com. face ao volume dos serviços prestados.br/cgi-local/form_vig.os preços correntes dos serviços no mercado. I .LEISMUNICIPAIS. VI . § 3º A escrituração contábil fará prova a favor do contribuinte. efetiva ou Art. O arbitramento será fixado pela autoridade fiscal competente. ou a utilização.prática de subfaturamento.exercício de qualquer atividade que constitua fato gerador do imposto.O arbitramento referir-se-á aos fatos ocorridos no período em que se verificarem os pressupostos mencionados neste artigo. em condições semelhantes. III . tais como salários e encargos. II .www. tais como: a) valor dos materiais de uso e consumo empregados na prestação de serviços e outras despesas.com. nem da penalidade por descumprimento das obrigações principais e acessórias que lhes sirvam de pressupostos.os recolhimentos feitos em períodos idênticos pelo contribuinte ou por outros contribuintes que exerçam a mesma atividade. energia e assemelhados. em vigor à época da apuração.Informação legal em tempo real http://www.leismunicipais.

Considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que. aos costumes.br . específico e divisível.com. b) potencialmente.As taxas não poderão ter base de cálculo ou fato gerador idêntico aos que correspondem aos impostos nem ser calculada em função do capital das empresas. quando sendo de utilização compulsória.Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável. Parágrafo Único . 162. quando possam ser destacados em unidades autônomas de intervenção.www. limitando ou disciplinando direito. permissão ou autorização do Poder Público. Art. independentemente do pagamento de taxas: I . consideram-se compreendidas no âmbito da competência do Município aquelas instituídas em lei específica. sejam postos à sua disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento. II . à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos. de utilidade ou de necessidade públicas.o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.LEISMUNICIPAIS. em razão de interesse público concernente à segurança.a obtenção de certidões em repartições públicas.pl potencial.utilizados pelo contribuinte: a) efetivamente. à disciplina da produção e do mercado. regule a prática de ato ou abstenção de fato.São a todos assegurados.divisíveis. interesse ou liberdade. por parte de cada um dos usuários. à higiene. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. Parágrafo Único . Os serviços públicos consideram-se: I . Para efeito de instituição e cobrança de taxas. Parágrafo Único . Art. III . de serviço público. separadamente.específicos. Art. II . 163. quando por ele usufruídos a qualquer título.br/cgi-local/form_vig. à ordem. CAPÍTULO III DAS CONTRIBUIÇÕES 48 de 82 14/03/2013 10:18 . ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão.Informação legal em tempo real http://www. 164. quando suscetíveis de utilização.com. com observância do processo legal.leismunicipais.

conforme lei específica. e) determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou para cada uma das áreas diferenciadas. § 1º A Contribuição de Melhoria tem com fato gerador o acréscimo do valor do imóvel localizado nas áreas beneficiadas direta ou indiretamente por obras públicas. 167. III .www.br/cgi-local/form_vig. b) orçamento do custo da obra.leismunicipais. d) delimitação da zona beneficiada. de qualquer dos elementos referidos no inciso anterior.regulamentação do processo administrativo de instrução e julgamento da impugnação a que se refere o inciso anterior. A contribuições: Art.Informação legal em tempo real http://www.pl 165.publicação prévia dos seguintes elementos: a) memorial descritivo do projeto.fixação de prazo não inferior a trinta (30) dias. A Contribuição de Melhoria será instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária. para impugnação pelos interessados.br . § 1º A contribuição relativa a cada imóvel será determinada pelo rateio da parcela do custo da obra a que se refere a alínea "c". pelos imóveis situados na zona beneficiada em função dos 49 de 82 14/03/2013 10:18 . c) determinação da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição. sem prejuízo da sua apreciação judicial. A lei relativa à Contribuição de Melhoria observará os seguintes requisitos mínimos: I . nela contidas.com.LEISMUNICIPAIS. decorrente de obra pública. Art.com. II . SEÇÃO I DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA 166. competência municipal compreende as seguintes I . Art.Contribuição de Melhoria.Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública. II . do inciso I. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. § 2º Considera-se ocorrido o fato gerador na data da publicação do demonstrativo de custo da obra de melhoramento executada na sua totalidade ou em parte suficiente para beneficiar determinados imóveis.

§ 1º O contribuinte que não deseja pagar a COSIP na fatura de energia elétrica do seu imóvel deverá pagar mediante carnê a ser requerido junto à municipalidade. § 2º Por ocasião do respectivo lançamento. SEÇÃO II DA CONTRIBUIÇÃO PARA O CUSTEIO DO SERVIÇO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA COSIP Considera-se o Serviço de Iluminação Pública. O valor da contribuição.br/cgi-local/form_vig. da forma e dos prazos de seu pagamento e dos elementos que integram o respectivo cálculo. Art. aquele destinado a iluminar vias e logradouros públicos.com. de acordo com os índices dispostos em lei específica.br . que deseja pagar a COSIP na fatura de energia elétrica de um outro imóvel de sua propriedade deverá requerer junto à municipalidade. LIVRO QUARTO TÍTULO IV ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA CAPÍTULO I DO CADASTRO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS 50 de 82 14/03/2013 10:18 .leismunicipais. cada contribuinte deverá ser notificado do montante da contribuição.com. de acordo com as informações contidas no cadastro imobiliário do Município.pl respectivos fatores individuais de valorização. 170. 168. Art. emitida pela concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica. quando houver.www. estabelecido na forma deste artigo. assim como. acrescido da área edificada. será obtido de acordo com a lei específica e o recolhimento será efetuado mensalmente. 169. A COSIP corresponderá ao custo mensal do Serviço de Iluminação Pública rateado entre os contribuintes.LEISMUNICIPAIS. considerando o somatório da área total do terreno ou fração ideal. as atividades acessórias de instalação. § 2º O contribuinte proprietário de imóvel sem benfeitoria de energia elétrica. Art.Informação legal em tempo real http://www. por meio de nota fiscal fatura. acrescido dos valores das despesas administrativas e bancárias para a realização da referida cobrança. bem como quaisquer outros bens públicos de uso comum. manutenção e expansão da respectiva rede de iluminação.

III .São considerados responsáveis pelo fornecimento de informações: I . nos casos de condomínio. II . Art. Para manter o cadastro imobiliário atualizado os responsáveis serão obrigados a fornecer os elementos de atualização na forma e prazo determinados em lei ou regulamento. O Município manterá atualizado.as construtoras. sob sua responsabilidade. Art. O cadastro imobiliário é constituído: I .o cadastro mobiliário. O cadastro tributário compreende o seguinte: I . um cadastro tributário. II . 171. 174. 175. imobiliárias e corretores de imóveis. IV .o cadastro imobiliário. 172. com a descrição pormenorizada de todas as características exigidas pela legislação.pl Art.br . com a descrição pormenorizada de todas as características exigidas pela legislação. A inscrição dos imóveis será processada de ofício. III .LEISMUNICIPAIS.qualquer dos condôminos.pelos dados levantados pelo Poder Público das construções existentes ou que vierem a ser construídas nas áreas urbanas ou de expansão urbana. II .leismunicipais.o proprietário. em relação à sua unidade. 173. 51 de 82 14/03/2013 10:18 .Informação legal em tempo real http://www.br/cgi-local/form_vig. Art. SEÇÃO II DO CADASTRO IMOBILIÁRIO Art. V .com. incorporadoras.pelos dados levantados pelo Poder Público de todos os terrenos existentes nas áreas urbanas ou de expansão urbana do Município.o adquirente ou promitente comprador. Parágrafo Único . com a descrição de todas as características exigidas pela legislação.pelos dados levantados pelo Poder Público dos imóveis situados na área rural do Município.os loteadores.www. o possuidor ou o titular do domínio útil. pela repartição competente.com.

a natureza do feito. Art.do promitente comprador. nos casos de III . II . convenção condominial.pl VI . Parágrafo Único .da massa falida ou da sociedade em liquidação. V . das construtoras e incorporadoras. massa falida ou sociedade em liquidação. quando se tratar de imóvel pertencente a espólio.LEISMUNICIPAIS. condomínio. II .Informação legal em tempo real http://www. conforme disposto em regulamento. III . enquanto correr o inventário.do condômino. VI .br . Art.com.da averbação que consolida a posse ou o domínio útil junto ao Registro de Imóveis.leismunicipais. o juízo e o cartório por onde correr a ação. em relação à sua unidade. A inscrição dos imóveis no Cadastro Imobiliário far-se-á em nome: I .da averbação da propriedade junto ao Registro de Imóveis. 178. 180.com. Art. O prazo para inscrição no cadastro imobiliário é de trinta dias (30). VII . 177. 179. do cadastro deverá constar tal circunstância. enquanto não transferidos os lotes ou unidades autônomas.da condomínio.do proprietário.www. dos possuidores do imóvel. bem como os nomes dos litigantes.do espólio.Considera-se testada principal a frente do imóvel ou o acesso disponível. 176. considera-se o logradouro correspondente a sua testada principal. VIII . O prazo para alteração ou inscrição de imóvel no Cadastro Imobiliário é de trinta dias (30). Art. do possuidor ou do titular do domínio útil. Art.os tabeliães e os oficiais de registro de imóveis. Para fins de inscrição do imóvel no cadastro imobiliário. síndico ou liquidante. se este estiver na posse do imóvel. contados da data de expedição do documento hábil.dos loteadores. contados a partir da data de expedição: I . IV .o inventariante. quando da constituição de 52 de 82 14/03/2013 10:18 . Em caso de litígio sobre o domínio de imóvel.br/cgi-local/form_vig.o titular da posse ou propriedade que goze de imunidade ou isenção.

cabendo ao interessado informar tal condição. 176 e 180. através de certidão emitida pelo cartório do juízo por onde correr a ação.com. § 2º A inscrição de que trata este artigo deve ser efetuada antes da instalação ou do início da atividade a ser exercida. físicas ou jurídicas. 181. Art.com.de ofício. 53 de 82 14/03/2013 10:18 . cartório notarial e de registro. quando do desmembramento. sendo vedada a exigência de qualquer outra formalidade ou documento. os nomes dos litigantes.por solicitação do interessado ou de seu representante legal ou preposto.Informação legal em tempo real http://www. sucursal ou escritório.LEISMUNICIPAIS. falência ou liquidação judicial.do registro.leismunicipais. § 4º A concessão de inscrição ao sujeito passivo não dispensa a necessidade de obtenção dos alvarás e autorizações públicas previstas em lei para o exercício de sua atividade. Os registros no Cadastro Mobiliário serão efetuados: I . individualmente ou em sociedade. posto. O descumprimento da obrigação prevista nos arts. sujeita o infrator à multa de trezentas (300) UFRM por descumprimento.www.pl IV . Do cadastro imobiliário deverá constar a existência de litígio sobre o domínio de imóvel.br/cgi-local/form_vig. Art. Art. habitual ou temporariamente. as atividades de caráter eventual ou temporário. 184. Art. 175. V . ainda que por meio de agência. que exerçam qualquer atividade. com ou sem estabelecimento fixo. II . § 1º A obrigação estabelecida pelo caput abrange também as pessoas físicas ou jurídicas imunes ou isentas do pagamento de tributos municipais.da abertura do inventário. § 3º A inscrição deverá ser concedida ao sujeito passivo mediante a simples apresentação do instrumento constitutivo e da inscrição no CNPJ.br . que vierem a se estabelecer ou iniciar atividade no Município. SEÇÃO III DO CADASTRO MOBILIÁRIO 183. empresa ou entidade da Administração Pública Direta e Indireta. 182. O Cadastro Mobiliário será constituído de informações indispensáveis à identificação e à caracterização econômica ou profissional de todas as pessoas. condomínio. dos possuidores do imóvel e a natureza do feito. e ainda o órgão.

com.pl III .br . Art.área útil atividade(s). na condição de ME ou EPP. centro de treinamento. IV identificação responsável(eis). unidade de reparação.indicação da opção pelo Simples Nacional. os elementos necessários à sua perfeita identificação. o ato constitutivo e da inscrição no CNPJ.nome. 54 de 82 14/03/2013 10:18 .atividade(s) a ser(em) desenvolvida(s). ERBT / Telecomunicações.endereço do estabelecimento e de correspondência.contabilista responsável. IX . além do referido contrato. a ser usada para o desenvolvimento da(s) VIII . III . ponto de exposição. unidade de trabalho. telefones e endereço para correspondência dos sócios ou responsáveis. e indicação do tipo de estabelecimento: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) sede do estabelecimento. unidade de abastecimento de combustíveis. X .natureza jurídica do estabelecimento.leismunicipais. depósito fechado. centro de processamento de dados. Parágrafo Único . se este for diverso. deverá apresentar procuração hábil. fornecendo os seguintes dados: I .br/cgi-local/form_vig. posto de coleta. garagem própria. mencionando. quando efetuadas por representante legal. além de outras informações exigidas pela legislação.caracterização do estabelecimento como matriz ou filial. escritório administrativo. com indicação do(s) código(s) CNAE correspondente(s). VI . II .As solicitações de registros. este deverá estar acompanhado de cópia autenticada do contrato social e. almoxarifado.com.LEISMUNICIPAIS. qualificação. 185. do(s) sócio(s) administrador(es) ou V . com indicação da inscrição no CRC.Informação legal em tempo real http://www. VII . se por preposto.www.número de empregados. O interessado deverá promover a inscrição cadastral de cada estabelecimento autônomo.através de recadastramento.

endereço diverso.pl § 1º Além dos dados previstos no caput. e no interesse do Município. § 2º As previsões deste artigo incluem os micro-empreendedores individuais. da atividade e de correspondência.www.com. pessoa física ou jurídica. § 2º Consideram-se estabelecimentos autônomos: I . quando exigível. § 1º Além dos dados previstos neste artigo. que § 3º Não são considerados como locais diversos dois ou mais imóveis contíguos e com comunicação interna. Sempre que necessário.leismunicipais. Art. podendo ainda serem solicitados o fornecimento dos seguintes dados: I .Informação legal em tempo real http://www. A inscrição de pessoa física no Cadastro Mobiliário será concedida mediante a apresentação do Cadastro da Pessoa Física CPF e da habilitação profissional. em caráter geral ou setorial.atividade(s) a ser(em) desenvolvidas. por ocasião da respectiva abertura. que deverão cumprir as demais exigências previstas em leis específicas.com. Art. mediante 55 de 82 14/03/2013 10:18 . poderão ser solicitadas outras informações em documento hábil. 186. II . Art. conforme modelo instituído pela Secretaria Municipal da Fazenda. a Secretaria Municipal de Finanças poderá determinar. O Alvará de Licença será expedido somente após o pagamento da Taxa de Licença para Instalação e Localização e deverá ser conservado permanentemente em local visível do estabelecimento. A licença para instalação e localização será concedida mediante a expedição de Alvará.os pertencentes a diferentes pessoas físicas ou jurídicas.br/cgi-local/form_vig. ainda que localizados no mesmo endereço e com idênticas atividades econômicas. 188. 187. a atualização do Cadastro Mobiliário.LEISMUNICIPAIS.os pertencentes a mesma funcionem em locais diversos. 189. se este for II . conforme modelo instituído pela Secretaria Municipal da Fazenda. instalação ou início da atividade. após vistoria pelos órgãos competentes. nem os vários pavimentos de um mesmo imóvel. SUBSEÇÃO I DO RECADASTRAMENTO Art.br . poderão ser solicitadas outras informações no documento hábil para inscrição.

III não exonera posteriormente.leismunicipais. o contribuinte de débitos constatados Parágrafo Único . 56 de 82 14/03/2013 10:18 . 191. Parágrafo Único .o deferimento do pedido ficará sujeito ao prévio exame da autoridade fiscal.O estabelecimento cuja inscrição esteja suspensa será considerado como não inscrito.No caso de venda ou transferência do estabelecimento sem a observância do disposto neste artigo. a requerimento do contribuinte. 192. Art.com. o adquirente ou sucessor será responsável pelos débitos e multas do contribuinte inscrito.suspensão voluntária das atividades.fatos que. no prazo de sessenta (60) dias. A inscrição no Cadastro Mobiliário poderá ser suspensa. II . 193. estes fatos deverão ser comunicados ao órgão fazendário competente. Art. 190.com.br . II .pl recadastramento.somente será concedida para o contribuinte que esteja em dia com o cumprimento das obrigações previstas na legislação municipal. comprovadamente. Art. III . por solicitação do interessado.Informação legal em tempo real http://www. Art. conforme modelo instituído pela Secretaria Municipal de Finanças. A suspensão da inscrição surtirá efeito a partir do mês em que for requerida. legislação. A inscrição suspensa poderá ser reativada a qualquer tempo. Art. 194. mediante formulário próprio.O requerimento será feito em documento hábil. venham a impedir o exercício da atividade desenvolvida.LEISMUNICIPAIS. no caso de paralisação temporária das atividades do estabelecimento em virtude de: I . O recadastramento constitui sujeitando seus infratores às obrigação tributária sanções previstas na SUBSEÇÃO II DA SUSPENSÃO Ocorrendo qualquer alteração nos dados cadastrais. acessória. a suspensão temporária ou a cessação das atividades.br/cgi-local/form_vig.www. Parágrafo Único . observado o seguinte: I .ocorrência de sinistro ou calamidade pública.

Parágrafo Único .LEISMUNICIPAIS. a correspondente ao início da suspensão concedida. 196. SUBSEÇÃO III DA BAIXA Art. que comprove(m) a A Parágrafo Único . II .Além dos dados previstos no caput. e somente produzirá efeito a partir da data em que se confirmar a inatividade.no caso de pessoa jurídica: a) documentos fiscais exigidos ou autorizados pela Fazenda municipal.br . § 1º A Administração Tributária comunicará à autoridade competente 57 de 82 14/03/2013 10:18 .no caso de pessoa física. 195.www. a partir da comunicação de quaisquer dos fatos previstos no art.br/cgi-local/form_vig. poderão ser solicitadas outras informações no documento hábil para baixa. será considerada como data de efetivo encerramento.com. 197. 200 desta Lei. A inscrição. 198. conforme modelo instituído pela Secretaria Municipal de Finanças. SUBSEÇÃO IV DOS REGISTROS DE OFÍCIO Art. documento(s) cessação das atividades no Município.A reativação da inscrição cadastral surtirá efeitos a partir da data em que for constatada pela autoridade fiscal a ocorrência do disposto neste artigo. Verificada. Art. a inscrição Parágrafo Único . a alteração ou o cancelamento de ofício do Cadastro Mobiliário será feito pela Administração Tributária. econômica. b) outros documentos que comprovem a inatividade do estabelecimento.Na concessão de baixa de inscrição de contribuinte com atividade suspensa. a qualquer momento. concessão da baixa de inscrição não exonera o contribuinte de débitos constatados posteriormente.pl Art. sujeitando o contribuinte às penalidades previstas na legislação municipal.com. a cessação do motivo da suspensão ou a existência de atividade cadastral será reativada de ofício. que deverá ser instruído com os seguintes documentos e informações: I . A baixa cadastral pode ser concedida a requerimento do contribuinte.leismunicipais.Informação legal em tempo real http://www.

ainda que venham ser apurados posteriormente à declaração do contribuinte ou a baixa de ofício.pl a ocorrência de qualquer infração legislação urbanística do Município. Parágrafo Único . 202. observado o disposto nesta Lei.com.br/cgi-local/form_vig. Art. a competência e os poderes das autoridades administrativas em matéria de fiscalização e da sua aplicação.A fiscalização sujeita todas as pessoas naturais ou jurídicas.A inscrição. no ato da inscrição ou da atualização dos dados cadastrais. 199.leismunicipais. regulará.www. não implicam em sua aceitação pelo fisco. obedecer ou não o Plano Diretor e as II . 200. As declarações prestadas pelo contribuinte ou responsável. na forma da lei. que poderá revê-las a qualquer época.A anotação de término ou paralisação da atividade não extingue débitos existentes.de ser lícita ou não a atividade.do estabelecimento Posturas Municipais. retificação ou cancelamento cadastral compulsório e de ofício. que determinará o cadastramento.Informação legal em tempo real http://www. o exame de 58 de 82 14/03/2013 10:18 . e compreende o acesso ao domicílio tributário do fiscalizado. bem como providenciar os alvarás e licenciamentos que forem necessários. Parágrafo Único . A legislação tributária. ao Código de Posturas ou à § 2º O contribuinte será intimado para regularizar a sua situação cadastral junto à municipalidade. em caráter geral. Parágrafo Único . em relação ao objeto ou ao local do estabelecimento. Art. alteração ou cancelamento efetuados na forma do caput terão caráter precário e serão realizados independentemente: I . sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. contribuintes ou não. Constatada pela administração municipal a existência de estabelecimento ou o exercício de atividade sem o devido cadastro. CAPÍTULO II FISCALIZAÇÃO Art.br . o fato será noticiado à autoridade competente. a omissão ou incorreção dos dados cadastrais. ou especificamente em função da natureza do tributo de que se tratar. inclusive as que gozem de imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal.LEISMUNICIPAIS. 201. O cumprimento da legislação tributária municipal será fiscalizado por servidores públicos nomeados para o exercício da função.com. Art. independentemente de prévia ressalva ou comunicação.

livros e documentos fiscais. A autoridade administrativa que proceder ou presidir a quaisquer diligências de fiscalização lavrará os termos necessários para que se documentem os procedimentos e fixará prazo para a conclusão daquelas. somente de forma excepcional. pelo fisco. § 4º O disposto no § 3º não se aplica à fiscalização efetuada durante a prestação de serviço de transporte. de quaisquer livros e documentos que: I .pl mercadorias. 205.br/cgi-local/form_vig. com prazo mínimo de cinco (05) dias úteis. 203. os comprovantes dos lançamentos neles efetuados e os comprovantes de recolhimento de tributos municipais deverão ser conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários a que se refiram.br .devam ser contribuinte. arquivos. ainda que aí não seja o domicílio tributário do fiscalizado nem sua residência. ou da obrigação destes de exibi-los. em que é obrigatório o porte do documento fiscal que deverá ser apresentado incontinenti à autoridade fazendária. industriais ou prestadores de serviços.Informação legal em tempo real http://www. Art. 204. industriais ou prestadores de serviços. poderá ser prorrogado pelo prazo necessário à conclusão do serviço. § 1º Os termos a que se refere este artigo serão lavrados onde se verificar a fiscalização. § 5º O disposto no § 3º não impede a imediata apreensão. obrigatoriamente mantidos no estabelecimento do II . não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias.Os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal.LEISMUNICIPAIS. Art. em um dos livros fiscais exibidos. à pessoa sujeita à fiscalização.possam estar sendo ou tenham sido utilizados para a supressão ou redução ilegal do imposto. cópia autenticada pela autoridade a que se refere este artigo. Art.com. livros. documentos comerciais ou fiscais dos comerciantes. contábeis ou comerciais dos comerciantes. prorrogável por igual período e. sempre que possível. § 2º O Termo de Início de Fiscalização fixará o prazo da mesma. § 3º A apresentação de qualquer livro ou documento será precedida de intimação. que será de sessenta (60) dias. Parágrafo Único . atendendo à complexidade da fiscalização. arquivos.com.leismunicipais. Para os efeitos da legislação tributária.www. quando lavrados em separado deles se entregará. Os bens e documentos que constituam prova material da infração ou crime contra à ordem e ao sistema tributário do 59 de 82 14/03/2013 10:18 . ficando estes obrigados a exibi-los.

V . II .da decisão definitiva em processo administrativo ou judicial. a juízo da autoridade administrativa. Da apreensão será lavrado termo em que conste: I . Parágrafo Único . Art. dia e hora da apreensão.assinatura e identificação do depositário. detentor dos bens e documentos e das III . 209. § 1º O agente fiscal poderá designar depositário qualquer pessoa idônea. 207. 208. a juízo da autoridade administrativa. ser-lhes devolvidos.descrição dos bens e documentos apreendidos. mediante recibo.LEISMUNICIPAIS. Art. Os bens apreendidos poderão ser restituídos a requerimento do interessado. o próprio infrator.A apreensão poderá ocorrer nos locais onde se exerçam as atividades tributáveis ou em trânsito. mediante recibo. 206. VI .www.Ao final do processo de fiscalização.com. Art.com. Art.local.leismunicipais. se houver. Art. contra recibo no original. 210. precedidos de publicação. os documentos apreendidos poderão.indicação do local onde ficarão depositados. Esgotado o prazo estabelecido. salvo tratar-se de comprovação de fraude ou dolo. IV . os documentos serão devolvidos ao contribuinte.br .do deferimento de pedido de restituição.Informação legal em tempo real http://www. Parágrafo Único .pl município podem ser apreendidos. a municipalidade ou. O prazo para retirada de bens apreendidos é de sessenta (60) dias a contar: I . § 1º Os bens de fácil deterioração poderão ser levados à hasta 60 de 82 14/03/2013 10:18 . Durante o processo de fiscalização. excepcionalmente. II . a requerimento do interessado. § 2º Cópia do termo de apreensão será entregue ao depositário e ao detentor dos bens e documentos apreendidos. sem manifestação do interessado.br/cgi-local/form_vig. os bens serão levados à hasta pública ou a leilão. quer estejam em poder do infrator ou de terceiros.assinatura e identificação do agente fiscal responsável pela apreensão.identificação do testemunhas.

obtida em razão do ofício sobre a situação econômica do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza seus negócios ou atividade. função.os síndicos. ao proprietário se reserva o direito de.Informação legal em tempo real http://www.os inventariantes. são obrigados a prestar à autoridade administrativa. atividade ou profissão.br . 212. ofício. ministério. caixas econômicas e demais III . a partir do próprio dia da apreensão.requisição de autoridade judiciária no interesse da Justiça.br/cgi-local/form_vig.leismunicipais.pl pública ou a leilão. Até trinta (30) dias após a realização da venda em hasta pública ou do leilão de bens apreendidos. V . declarada de utilidade pública. Sem prejuízo do disposto na legislação criminal. em processo regular.quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe. VI . é vedada a divulgação. pleitear do Município a restituição do valor que excedeu ao de todas as suas obrigações tributárias. bancárias. I .os tabeliães. no órgão ou entidade 61 de 82 14/03/2013 10:18 .solicitações de autoridade administrativa no interesse da administração pública. § 2º A juízo da autoridade administrativa. § 1º Excetuam-se do disposto neste artigo. escrivães e demais serventuários de ofício. de informação ou financeira e o estado de por parte da Fazenda Municipal ou de seus servidores.www. II . atividade ou profissão. 211.as empresas de administração de bens. Parágrafo Único . ministério.A obrigação prevista neste artigo não abrange a prestação de informações quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo. em razão de seu cargo. Art. todas as informações de que disponham com relação aos bens. casas instituições financeiras.LEISMUNICIPAIS. Mediante intimação escrita. leiloeiros e despachantes oficiais. desde que seja comprovada a instauração regular de processo administrativo.os corretores.os bancos. negócios ou atividades de terceiros: Art. além dos casos previstos no art. VII . comissários e liquidatários. função. ofício. II . os seguintes: I . 214. bens perecíveis de valor reduzido poderão ser entregues para consumo em instituição assistencial local.com. 213. IV . acrescidas das despesas administrativas a que deu causa.com. Art.

aplicam-se as penalidades previstas na Seção I. do Título V.Informação legal em tempo real http://www. § 2º O intercâmbio de informação sigilosa. do Livro Quarto deste Código. o sujeito passivo será cientificado através de notificação. II . Estadual.trocar informações de natureza fiscal com as Fazendas Federal. 215. bem como de outros Municípios.www. 214. 217. será realizado mediante processo regularmente instaurado. da multa e juros devidos. independentemente deste ato.requisitar o auxílio da força pública federal. I .LEISMUNICIPAIS.nome. mediante recibo. 62 de 82 14/03/2013 10:18 . CAPÍTULO III DA NOTIFICAÇÃO DO LANÇAMENTO Art. Do lançamento dos tributos municipais. ou. da atualização monetária.descrição do valor principal. domicílio tributário ou endereço do sujeito passivo. § 3º Não é vedada a divulgação de informações relativas a: I . III . A notificação de lançamento terá as características definidas em modelo oficial. II . ou quando necessário à efetivação dê medida prevista na legislação tributária.br/cgi-local/form_vig.leismunicipais.br .com.inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Municipal. quando vítimas de embaraço ou desacato no exercício de suas funções. e a entrega será feita pessoalmente à autoridade solicitante. I . Ao descumprimento das obrigações constantes deste Capítulo. no que couber. estadual ou municipal. com o objetivo de investigar o sujeito passivo a que se refere a informação.pl respectiva. do Capítulo I.parcelamento ou moratória. no âmbito da administração pública.representações fiscais para fins penais. Art. sempre que solicitada. que formalize a transferência e assegure a preservação do sigilo. será preenchida sem rasuras ou emendas e conterá: Art. Para atuar com maior precisão e segurança. ainda que não se configure fato definido em lei como crime ou contravenção. II . 216. por prática de infração administrativa. e reciprocamente. a Fazenda Pública poderá: Art. na forma que se estabelecer em convênio entre elas celebrado.com.

na data da assinatura.com. IV . As intimações ao sujeito passivo serão feitas por uma das seguintes formas: I .leismunicipais.com.se pessoal. mediante assinatura do sujeito passivo. quinze (15) dias após circulação do Boletim Oficial do Município.indicação da origem e natureza do crédito.pessoalmente.intimação para pagamento ou impugnação.www. com indicação do Parágrafo Único . o recibo de entrega. 218. II .se por carta. IV . mencionando especificamente a disposição da lei em que seja fundado. II . a data da efetiva § 3º Tratando-se de intimação por carta com aviso de recebimento. III . na data indicada pelo correio no Aviso de Recebimento .br . respectivo prazo e data do seu início. registrando o ocorrido. de seu representante legal ou de preposto idôneo.no diário oficial eletrônico do Município.data da emissão.Informação legal em tempo real http://www. III . a autoridade fiscal registrará o fato e a administração tributária poderá optar em o termo via postal.AR. II e III. na data em que foi postado no sítio eletrônico do Município.por Edital de Notificação publicado no Boletim Oficial do Município. mediante aviso de recebimento ou fazer a entrega pessoal. § 1º Se o fiscalizado se recusar a receber o termo ou a exarar o recibo. CAPÍTULO IV DAS INTIMAÇÕES Art. identificação e assinatura da autoridade notificante.pl III . § 2º Considera-se feita a intimação: I .O prazo para pagamento ou impugnação será de trinta (30) dias a contar da data da notificação.AR. V .LEISMUNICIPAIS. 63 de 82 14/03/2013 10:18 .se por edital. na presença de duas testemunhas.se pelo diário oficial eletrônico do Município.br/cgi-local/form_vig. IV .por carta registrada com Aviso de Recebimento . é suficiente para comprovação da mesma. quando não for possível a intimação na forma dos incisos I.

notificações.matéria já tratada em consulta anteriormente formulada pelo próprio consulente. quando formulada pelo sujeito passivo: I . Aplica-se o disposto neste Capítulo a todas as intimações realizadas pela Administração Tributária. até trinta (30) dias após a ciência da resposta. poderão formular consulta sobre a interpretação e integração de dispositivos da legislação tributária municipal: I . 221.com. § 3º Não será recebida consulta que verse sobre: I . contra o Art. inclusive cientificação de termos. 219. podendo a Secretaria Municipal de Finanças determinar a instrução do processo com parecer fiscal. salvo em caso de alteração da legislação. Mediante petição escrita dirigida à Secretaria Municipal de Finanças.com.suspende o prazo para pagamento do tributo. 64 de 82 14/03/2013 10:18 .br . A consulta. b) seja objeto de medida de fiscalização já iniciada. V . 220.os órgãos da administração pública.pl Art. § 2º A resposta às consultas obedecerá aos critérios regulamentares. ressalvadas as disposições específicas. III .www.matéria que: a) tenha motivado a lavratura de notificação fiscal consulente.br/cgi-local/form_vig. autos de infração. § 1º A resposta à consulta aproveita apenas a quem a formulou. em relação ao fato objeto da consulta.legislação tributária em tese.matéria que tenha sido objeto de decisão proferida em processo contencioso administrativo em que o consulente tenha atuado como parte.leismunicipais. decisões administrativas tributárias.fato definido em lei como crime ou contravenção.LEISMUNICIPAIS.o sujeito passivo. II . IV . CAPÍTULO V DA CONSULTA Art.Informação legal em tempo real http://www. III . sobre matéria de interesse comum de seus representados. II .as entidades representativas de categorias econômicas.

os mesmos deverão ser inscritos na dívida ativa municipal.LEISMUNICIPAIS. à Procuradoria Município a cobrança judicial da dívida ativa municipal. CAPÍTULO VI DÍVIDA ATIVA Constitui dívida ativa municipal a proveniente de crédito. indicará obrigatoriamente: I . por uma das formas previstas no art. § 2º Cumpre ao órgão fazendário cooperar com a Procuradoria Geral do Município para garantir eficiência na cobrança judicial da dívida ativa.O Termo de Inscrição em Dívida Ativa e a Certidão de Dívida Ativa poderão ser preparados e numerados por processo manual. Art. autenticado pela autoridade competente. 225. regularmente inscrito na repartição administrativa competente. Art. 222. com relação ao consulente. Sempre que os débitos não forem pagos em tempo hábil e não houver impugnação ou recurso pendente de apreciação pelas autoridades fazendárias. pela lei ou decisão final proferida em processo regular. Compete. mecânico ou eletrônico.pl II . salvo nos casos em que houver autorização expressa.leismunicipais.o valor originário da dívida. devendo prestar as informações solicitadas por esta ou pelo Poder Judiciário. bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato.www. 218 desta Lei.O aviso da inscrição em dívida ativa deverá ser comunicada ao sujeito passivo.br/cgi-local/form_vig. Geral do § 1º Recebida pela Procuradoria Geral do Município a certidão de dívida ativa. Art.br . A inscrição será feita pelo órgão competente para apurar a liquidez e certeza do crédito. O Termo de Inscrição da Dívida Ativa. durante o prazo fixado no inciso I.o nome do devedor.com. cessa a competência do órgão fazendário para agir ou decidir a respeito do crédito respectivo. o domicílio ou a residência de um e de outros. Art.com. o inicio de qualquer medida de fiscalização. 223. Art. destinada à apuração de infrações referentes à matéria consultada. privativamente. Parágrafo Único . 224. sempre que conhecido. Parágrafo Único . 65 de 82 14/03/2013 10:18 .impede. dos co-responsáveis e.Informação legal em tempo real http://www. depois de esgotado o prazo fixado para pagamento. 226. II .

a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida. a liquidez do crédito. Art. acusado ou interessado.Informação legal em tempo real http://www. 227 A omissão de quaisquer dos requisitos previstos no art.a origem. IV . o prazo para defesa.www.br/cgi-local/form_vig. se neles estiver apurado o valor da dívida. domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido. se for o caso. A certidão negativa demonstra a inexistência de débitos tributários em relação ao sujeito passivo.A certidão conterá. § 1º A requerimento do interessado será expedida certidão negativa de débitos que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa.com.br . V . que somente poderá versar sobre a parte modificada.o número do processo administrativo. § 2º As certidões negativas serão sempre expedidas nos termos em que tenham sido requeridas e serão fornecidas em até cinco (05) dias da data da entrada do requerimento na repartição.leismunicipais. tendo o efeito de prova pré-constituída. Art. § 1º A fluência de juros de mora não exclui. para os efeitos deste artigo.a data e o número da inscrição. Parágrafo Único .pl III . de estar a dívida sujeita à atualização monetária. 226 ou o erro a eles relativo são causas de nulidade da inscrição e do processo de cobrança dela decorrente. CAPÍTULO VII CERTIDÕES NEGATIVAS Art. além dos requisitos deste artigo. devolvido ao sujeito passivo. da notificação de lançamento ou do auto de infração. a indicação do livro digital ou físico e a folha onde está a inscrição.LEISMUNICIPAIS. mas a nulidade poderá ser sanada até a decisão de primeira instância. no registro de dívida ativa. 66 de 82 14/03/2013 10:18 .com. bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial para cálculo. VI . § 2º A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca. A dívida regularmente inscrita goza da presunção de liquidez. mediante substituição da certidão nula. certeza e exigibilidade.a indicação. a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite. 228. 229.

voluntária ou involuntária. CAPÍTULO II PENALIDADES SEÇÃO I ESPÉCIES DE PENALIDADES Art. Art.leismunicipais. Art.As certidões previstas neste fornecidas independentemente do pagamento de taxa.O disposto neste artigo não exclui responsabilidade criminal e funcional que no caso couber. 230.br . porém.pl § 3º Nos casos em que as certidões negativas forem disponibilizadas por meio eletrônico. sem prejuízo dos danos que causar a terceiro. pelo crédito e juros de mora acrescidos. Parágrafo Único .LEISMUNICIPAIS. As infrações serão punidas com as seguintes penas: 67 de 82 14/03/2013 10:18 . ou o seu suprimento. 235. 233. 229 as certidões de que conste a existência de créditos não vencidos ou cuja exigibilidade esteja suspensa. Parágrafo Único . estas não serão fornecidas nas formas previstas nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. juros de mora e penalidades cabíveis.www. a TÍTULO V INFRAÇÕES E PENALIDADES CAPÍTULO I INFRAÇÕES Art. caso em serão certidões positivas com efeito de negativa. será dispensada a prova de quitação de tributos. Art.com. A certidão negativa expedida com dolo ou fraude que contenha erro contra a Fazenda Pública responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir. que importe em descumprimento por parte do sujeito passivo ou responsável. Tem os mesmos efeitos previstos no art. de obrigação tributária principal ou acessória. Constitui infração toda ação ou omissão. Independentemente de disposição legal permissiva. As certidões emitidas terão prazo de validade de sessenta (60) dias. estabelecidas na legislação tributária municipal.Informação legal em tempo real http://www. respondendo. 231. quando se tratar de prática de ato indispensável para evitar a caducidade de direito. exceto as relativas a infrações cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator.br/cgi-local/form_vig. todos os participantes no ato pelo tributo porventura devido. Art. 234.com. capítulo serão 232.

ME.LEISMUNICIPAIS. O auto de infração terá as características definidas em 68 de 82 14/03/2013 10:18 . Art. Seção I. a multa a ser aplicada será de vinte por cento (20%) do valor do tributo. 237. II . 53 desta Lei. fica o Secretário Municipal de Finanças autorizado a efetuar a compensação com créditos próprios líquidos e certos. em duas (02) vias de igual forma e teor.leismunicipais. o disposto no art.multa.com. observado. 238. exceto as Micro Empresas .cassação de sistemas ou controles especiais.com. será lavrado auto de infração. Parágrafo Único .www. sem prejuízo da exigência do tributo com todos os acréscimos legais. após aplicadas as correções previstas no artigo 85 desta Lei. na modalidade Pregão.No caso de contribuintes em débito com o Município e desde que haja requerimento expresso do sujeito passivo. estabelecidos em benefício do sujeito passivo.pl I . 236.celebrar contratos ou termos de qualquer natureza em que for parte o Município ou seus órgãos de administração indireta.br/cgi-local/form_vig. § 1º As penalidades mencionadas neste artigo serão disciplinadas em leis específicas. 91. em qualquer hipótese. Sempre que for constatado o não cumprimento de obrigação tributária acessória.participar de qualquer modalidade de licitação.br . quando este não for recolhido dentro do prazo. os I . SEÇÃO II DA PROIBIÇÃO DE TRANSACIONAR COM O MUNICÍPIO Além das penalidades cominadas na contribuintes em débito com o Município não poderão: Art.Informação legal em tempo real http://www. nos termos do art. § 2º Sendo a lei omissa. CAPÍTULO III DO PROCEDIMENTO FISCAL PARA IMPOSIÇÃO DE PENALIDADES SEÇÃO I DO AUTO DE INFRAÇÃO Art. § 3º O descumprimento de qualquer obrigação acessória para a qual não haja previsão de penalidade específica implicará na aplicação de multa correspondente à de cinquenta (50) UFRM. nos termos da lei federal. II .

ou registro. V .Informação legal em tempo real http://www. a completa verificação de sua TÍTULO VI DO CONTENCIOSO TRIBUTÁRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 1º O prazo para pagamento do valor auferido no auto de infração será de trinta (30) dias. este fato constará no corpo do auto de infração. 241.descrição clara e precisa da infração.capitulação do fato. seu representante legal ou preposto idôneo. e sua respectiva penalidade.com. Art. Este Título disciplina a fase contenciosa do processo de 69 de 82 14/03/2013 10:18 . III .br . 239. mediante citação expressa do dispositivo legal dado como infringido.nome. Art. II . com indicação do VI . SEÇÃO II DA REPRESENTAÇÃO Qualquer pessoa pode representar ação ou omissão que possa resultar em evasão de renda ou infração à legislação tributária do Município. 240.com.www. endereçando-a ao Secretario Municipal de Finanças. e conterá: sem rasuras ou emendas não I . será preenchido ressalvadas.leismunicipais.LEISMUNICIPAIS. das razões que o impediram. 218 desta lei. devendo o autuante proceder a entrega da mesma mediante a aposição da assinatura de duas testemunhas. pelo notificante.intimação para pagamento ou impugnação.br/cgi-local/form_vig. § 2º Quando da entrega do auto de infração ao autuado houver a recusa a colocação da assinatura por parte deste último. na forma do § 1º do art. contados do dia seguinte à data em que se considerar efetuada a intimação. identificação e assinatura do autuante.data da emissão. com referência às circunstâncias pertinentes.pl modelo oficial. A autoridade que receber a representação determinará as providências necessárias para procedência ou improcedência. domicílio tributário ou endereço do sujeito passivo. respectivo prazo e data do seu início. IV .a assinatura do autuado.

III . III . membros da Diretoria. II . contra: Art. São competentes para julgar: I . As autoridades julgadoras são incompetentes para declarar a inconstitucionalidade ou ilegalidade de lei. II . conjunta ou individualmente.os despachos e decisões proferidas por autoridade incompetente ou com preterição do direito de defesa.os atos e termos praticados por pessoa incompetente.decisão em processo administrativo de revisão. 246. acionistas. pelo sujeito passivo. 243. nos termos de lei específica.Informação legal em tempo real http://www. Parágrafo Único . sócios. o Conselho Municipal de Contribuintes.notificação de lançamento. II . Art.de interesse de pessoa jurídica de direito privado de que sejam titulares. 244. A fase contenciosa do processo inicia-se apresentação de impugnação. Conselho Fiscal ou órgãos equivalentes.br/cgi-local/form_vig.pl determinação e exigência do crédito tributário. 242.que tratem de notificação de lançamento ou auto de infração por eles emitidos.Os órgãos julgadores poderão apreciar a alegação de ilegalidade ou inconstitucionalidade reconhecida por entendimento manso e pacífico do Supremo Tribunal Federal.br . Art.LEISMUNICIPAIS. Os Julgadores de Processos Fiscais.auto de infração. os membros do Conselho Municipal de Contribuintes e o Representante da Fazenda Pública junto ao Conselho são impedidos de atuar em processos: Art. São nulos: I .em segunda instância. do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina. o Secretário Municipal de Finanças. I .com.de interesse de seus parentes consangüíneos ou afins até o quarto grau inclusive. II .em que tomaram parte ou condição ou a qualquer título.www. tenham interferido em qualquer IV .em primeira instância. 245. Art. III os lançamentos cujos elementos sejam insuficientes para 70 de 82 14/03/2013 10:18 . decreto ou normas complementares.com. com a I .leismunicipais.

posteriores que dele § 3º A nulidade será declarada de ofício pela autoridade julgadora nas respectivas esferas de competência. por cópia.LEISMUNICIPAIS.pl determinar a matéria tributável e o respectivo sujeito passivo.expressamente. a ser recolhido mediante documento de arrecadação municipal .www. a desistência do litígio na esfera I . CAPÍTULO II DAS AUTORIDADES PROCESSUAIS SEÇÃO I DO ÓRGÃO PREPARADOR Art. por solicitação do interessado. que mencionará expressamente os atos por ela alcançados e determinará as providências necessárias ao prosseguimento do feito.br . Opera-se administrativa: Art.DAM. por pedido do sujeito passivo. 247. II .Informação legal em tempo real http://www. Compete ao Órgão Preparador organizar o processo na forma 71 de 82 14/03/2013 10:18 . § 1º A falta de intimação ou a intimação nula fica suprida pelo comparecimento do interessado. Às partes interessadas é facultada vista dos autos na repartição em que se encontram. ao tomarem conhecimento de qualquer das ocorrências referidas no inciso II. as irregularidades. comunicarão o fato ao órgão julgador. de modo a permitir o prosseguimento do feito.com. a ser emitido pela Secretaria de Finanças.com. que determinará. 248. incorreções ou omissões deverão ser sanadas de ofício ou mediante requerimento da parte interessada. vedada a sua retirada e permitido o fornecimento de cópias ou certidões. a partir do momento em que lhe sejam comunicados formalmente todos os elementos necessários à prática do ato.leismunicipais. § 2º A nulidade do ato só prejudica os dependam diretamente ou sejam conseqüência. o arquivamento do processo. § 4º Sempre que possível.br/cgi-local/form_vig.tacitamente: a) pelo pagamento ou pedido de parcelamento do crédito tributário discutido. Art. mediante o pagamento do preço equivalente a quinze por cento (15%) do valor de uma UFRM. b) pela propositura de ação judicial relativa à matéria objeto do processo administrativo. de ofício. 249.Os órgãos próprios da Secretaria Municipal de Finanças. Parágrafo Único .

o Órgão Preparador encaminhará o processo para decisão.br/cgi-local/form_vig. 72 de 82 14/03/2013 10:18 .um representante da Procuradoria-Geral do Município. § 5º O Órgão Preparador estará sob a coordenação do Auditor Fiscal do Município.LEISMUNICIPAIS.dois representantes da Secretaria Municipal de Finanças. podendo determinar as diligências que entender necessárias. a autoridade julgadora formará livremente sua convicção. I . findo o qual o processo subirá à autoridade competente para decisão ou despacho final. SEÇÃO III DO CONSELHO MUNICIPAL DE CONTRIBUINTES O Conselho Municipal de Contribuintes é um órgão de composição paritária de caráter deliberativo.Na apreciação das provas.br .um representante da Secretaria de Governo e Planejamento Estratégico.www. § 2º As intimações feitas para as finalidades previstas no § 1º deverão ser cumpridas no prazo de dez (10) dias.Informação legal em tempo real http://www. III . II . competente para o julgamento de recursos administrativo-tributários em segunda instância.com. oito membros titulares e oito membros suplentes. sendo composto por um Presidente. independente de qualquer outra providência. das mesmas representações. § 4º Verificada a intempestividade da reclamação. § 1º O Órgão Preparador deverá verificar se a instrução do processo preenche os requisitos legais em todas as suas fases.pl dos autos forenses. sem a resolução do mérito. § 3º O não atendimento às intimações no prazo previsto no § 2º ensejará o arquivamento do processo.com.leismunicipais. corrigindo eventuais vícios e irregularidades. sendo: Art. O Secretário Municipal de Finanças é a autoridade responsável pelo julgamento dos Processos Administrativos Fiscais em primeira instância. SEÇÃO II DA AUTORIDADE JULGADORA DE PRIMEIRA INSTÂNCIA 250. Parágrafo Único . determinando as diligências que forem necessárias. 251. Art.

para um mandato de até dois (02) anos. § 2º As sessões serão públicas em todas as suas fases e as decisões serão tomadas por voto nominal e aberto. com os respectivos suplentes. de ilibada reputação escolhidos entre os seus conselheiros titulares e nomeados pelo Prefeito. O Presidente do Conselho deverá ser pessoa eqüidistante da Secretaria Municipal de Finanças. determinadas pelo conselho. fora do horário de expediente da Administração Municipal. § 1º No caso de vacância do cargo titular. Os membros integrantes do Conselho.br . § 3º As sessões deverão ser realizadas em dias úteis. 253. assumirá imediatamente o suplente.com. VI . § 3º Os representantes do Executivo poderão ser reconduzidos por um mandato. que cumprirá o tempo restante do mandato.com.pl IV . Art. deverá ser convocado seu suplente. Art. no prazo de trinta (30) dias. 253.leismunicipais.LEISMUNICIPAIS. (Redação dada pela Lei Complementar nº 40/2013) Art. obrigatoriamente.br/cgi-local/form_vig.um representante indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil. sendo nula de pleno direito a decisão que não observar qualquer destes requisitos. no mínimo. § 2º No caso de vacância simultânea dos cargos titulares e suplentes. podendo ser reconduzidos. podendo ser reconduzido. § 1º No caso de impedimento de qualquer dos membros do Conselho. para um período de até dois (02) anos. formação em nível médio com notório saber ou atuação na área tributária e fiscal. após o qual deverão cumprir um interstício de um mandato.www. 252. serão nomeados substitutos para o cumprimento do tempo restante do mandato. § 4º As entidades representadas ou o executivo poderão substituir seus próprios representantes a qualquer tempo. Os membros integrantes do Conselho deverão possuir. 254. deverão possuir formação de nível superior. Art. de V . Os conselheiros serão nomeados pelo Prefeito Municipal. § 1º No caso de vacância será nomeado substituto para cumprir o 73 de 82 14/03/2013 10:18 .um representante indicado pelas entidades sindicais patronais com base territorial no Município de Itapema. V .um representante indicado pelo Sindicato dos Contadores.um representante indicado pelas entidades sindicais trabalhadores com base territorial no Município de Itapema.Informação legal em tempo real http://www.

é de competência exclusiva da Secretaria do Conselho: I . terá as seguintes atribuições: I . salvo concessão de licença na forma prevista no Regimento Interno. § 2º Além de outras que lhe forem deferidas pelo Regimento Interno. proferindo. quando necessário. Art. O Conselho terá uma secretaria com a organização e as atribuições que forem fixadas no seu Regimento Interno.presidir as sessões. nomeados pelo Secretário Municipal de Finanças. escolhido entre os servidores efetivos e estáveis do Município. no prazo de trinta dias. O Conselho entrará em recesso anualmente por prazo não superior a quarenta e cinco (45) dias. A falta de comparecimento de qualquer conselheiro a três (03) sessões consecutivas ou a oito (08) alternadas. 256. devendo o Presidente comunicar imediatamente o fato às respectivas representações para efeito de indicação de substituto. durante cada ano. irregularidades ou faltas funcionais.definir período de recesso do Conselho. II . lavrando as respectivas atas. 255. V . Art.leismunicipais. III encaminhar as decisões transitadas em julgado para o 74 de 82 14/03/2013 10:18 .dirigir os trabalhos do Conselho.comunicar à autoridade competente. O Presidente do Conselho. nos casos previstos no Regimento Interno do Conselho.br/cgi-local/form_vig. além das previstas nesta Lei e no Regimento Interno do Conselho. por prazo superior a quinze dias consecutivos.www.com.Informação legal em tempo real http://www.com. ocorridas em repartição administrativa. § 1º A secretaria do Conselho será composta por um secretário e um assistente de secretaria. substituto para o período de ausência do titular. que completará o mandato. na forma deste artigo. decidindo as questões que lhe forem apresentadas. § 2º Licenciado o Presidente. IV . 258.br .pl tempo restante do mandato. de que haja provas ou indícios em processo submetido a julgamento no Conselho. Art.dirigir o expediente da Secretaria. ou a requerimento de qualquer conselheiro. de ofício. importará. voto de desempate. 257.LEISMUNICIPAIS. em renúncia ao mandato. III . será nomeado. Art. obedecidos os requisitos fixados neste artigo. nele compreendido o período definido pelo Executivo Municipal como férias coletivas. II .representá-lo perante quaisquer pessoas ou órgãos.secretariar as sessões.

por sessão de julgamento que presidir e os Conselheiros farão jus ao subsídio no valor de cento e trinta (130) UFRM.Informação legal em tempo real http://www. Art. por sessão. limitado a quatro (04) sessões remuneradas por mês. por sessão de julgamento em que funcionarem como titular.br . Art.pl Ministério Público. § 3º O secretário e o assistente. 261. em detrimento da Fazenda Pública Municipal ou dos contribuintes. fará jus ao subsídio no valor de cento e trinta (130) UFRM. A representação da Fazenda Municipal junto ao Conselho Municipal de Contribuintes será exercida. O representante da Fazenda Municipal pessoalmente de todos os atos processuais.br/cgi-local/form_vig. III . designado na forma deste artigo. da legalidade e da preservação da ordem jurídica. A reclamação será apresentada por petição escrita. SEÇÃO IV DA REPRESENTAÇÃO DA FAZENDA MUNICIPAL Art. respectivamente. II .fazer-se presente nas sessões de julgamento. podendo usar da palavra. 75 de 82 14/03/2013 10:18 . por Advogado lotado e com exercício na Procuradoria Geral do Município. será intimado CAPÍTULO III DO JULGAMENTO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA Art. nomeados na forma do § 1º deste artigo. O Presidente do Conselho Municipal de Contribuintes fará jus a subsídio no valor de cento e cinquenta (150) UFRM. bem como apresentar sugestões de medidas legislativas e providências administrativas que julgar úteis ao aperfeiçoamento dos serviços de exação fiscal. além de outras atribuições previstas em Lei e no Regimento Interno do Conselho: I . perceberão gratificação de quarenta (40) e trinta e cinco (35) UFRM. § 2º O Representante da Fazenda Municipal.com. § 1º Compete aos representantes da Secretaria de Finanças. no julgamento de cada processo. 260.com.representar ao Procurador Geral do Município e ao Secretário Municipal de Finanças sobre quaisquer irregularidades verificadas nos processos. ordinárias e extraordinárias. Tribunal de Contas e Câmara de Vereadores.www. 262.LEISMUNICIPAIS. por sessão de julgamento em que participar. 259.leismunicipais. designado pelo Procurador Geral.a defesa do interesse público.

em despacho fundamentado. § 2º A apresentação de reclamação à autoridade incompetente não induzirá perempção ou caducidade. no prazo de dez (10) dias. A reclamação terá efeito suspensivo e poderá ser apresentada no prazo de trinta (30) dias contados da cientificação do ato fiscal impugnado. que deverão assinar em conjunto. o sujeito passivo e a Fazenda Pública serão intimados para.br/cgi-local/form_vig. depósito prévio ou valor de qualquer outra natureza poderá ser exigido para o oferecimento da reclamação. apresentar quesitos e indicar assistentes técnicos. na qual o sujeito passivo alegará. § 7º Ocorrendo divergência entre o perito e o assistente técnico. quando entender necessárias. designando desde logo o perito e o prazo para a entrega do laudo. prestar as 76 de 82 14/03/2013 10:18 . a quem de direito. no prazo de quinze (15) dias. endereço e qualificação profissional.www.pl dirigida ao Secretário Municipal de Finanças. de uma só vez e articuladamente. Art.leismunicipais. informando nome. podendo impugnar os quesitos impertinentes. no prazo de dez (10) dias. § 2º Nenhuma taxa. O processo recebido pelo órgão preparador será remetido à autoridade notificante para. juntando as provas que possua e apresentando o pedido de diligências ou de perícias que entender necessárias. toda a matéria que entender útil. será o autor intimado para regularizar. § 1º A reclamação será encaminhada ao Secretário Municipal de Finanças. a realização perícias. 263. oferecendo as razões em que se fundamentem. § 6º O laudo elaborado pelo perito nomeado será submetido à apreciação dos assistentes técnicos.LEISMUNICIPAIS. cada um redigirá laudo em separado. devendo ser encaminhada.br .Informação legal em tempo real http://www. contra recibo. efetivos e estáveis. § 4º Determinada a perícia. sob pena de extinção do feito sem julgamento do mérito. de acordo com as normas regulamentares. Art. sem prejuízo da inscrição em dívida ativa do crédito tributário contestado. de ofício ou a requerimento do interessado. 264. § 1º Inexistindo quaisquer dos requisitos formais previstos na legislação. § 5º O perito será nomeado pelo órgão julgador a partir de lista oficial a ser instituída por ato do Secretario Municipal de Finanças. via Setor de Protocolo do Município.com.com. formulando aqueles que julgar necessários. sendo a lista composta por servidores públicos municipais. § 3º O Secretário Municipal de Finanças determinará. preço público de expediente. de ofício.

poderá remeter o processo à Procuradoria Geral do Município para parecer jurídico no prazo de dez (10) dias.com. III . II . 266.a decisão deverá ser provimento ou desprovimento. sempre que entender necessário. também.LEISMUNICIPAIS. Art. juntar os documentos necessários à defesa do ato praticado. o qual será uma síntese de todo o processo. IV . Parágrafo Único . observando o I .br .serão decididas primeiro as preliminares e depois o mérito.pl informações.deverá reclamação.www. a ser cumprida no prazo de dez (10) dias.pedido de esclarecimento. CAPÍTULO IV DO JULGAMENTO EM SEGUNDA INSTÂNCIA SEÇÃO I DOS RECURSOS Art.O Secretário Municipal de Finanças. as questões levantadas na reclamação deverão ser III . será encaminhado ao Secretário de Finanças. fundamentada.br/cgi-local/form_vig. SEÇÃO II DO RECURSO ORDINÁRIO 77 de 82 14/03/2013 10:18 . II .pedido de reconsideração. a fim de sanar eventuais falhas que prejudiquem o julgamento do feito.recurso ordinário. podendo.Informação legal em tempo real http://www. além de requerer perícias ou diligências que julgar necessárias. que proferirá decisão.leismunicipais. 265.deverão ser expressos os efeitos da decisão e o prazo para seu cumprimento ou interposição de recurso. São facultados os seguintes recursos perante o Conselho Municipal de Contribuintes: I .a decisão deverá ser precedida de relatório. Municipal seguinte: Instruído o processo.todas analisadas. expondo as razões do VI . ser pronunciado o provimento ou desprovimento da V .com. baixar o processo em diligencia.

o lançamento efetuado. § 4º Do recurso em face de decisão que não conhecer da reclamação apresentada. II . Cada Conselheiro pode. com efeito suspensivo. o Conselho Municipal de Contribuintes apreciará exclusivamente as causas que motivaram o não conhecimento. que deverá ser interposto no prazo de quinze (15) dias contados da data em que se considerar feita a intimação da decisão: Art. Art. II . devendo manifestar-se por escrito.com. § 2º Mesmo perempto. sem prejuízo da inscrição em dívida ativa do crédito tributário impugnado.LEISMUNICIPAIS.pelo sujeito passivo. o sujeito passivo. 269. 268. As decisões serão tomadas por maioria simples de votos. que deverão ser cumpridas no prazo de dez (10) dias.www. sempre que esta for contrária à Fazenda Pública e de valor excedente a quantia de um mil (1. de ofício.br .pelo Secretário Municipal de Finanças. § 3º A decisão que anular. contados da data do pedido. e o Representante da Fazenda terão direito ao uso da palavra por quinze (15) minutos cada um. Art. 270. pelo prazo de dez (10) dias. por vício formal. I . durante a sessão: I .com. quando receberá o processo em carga.pedir vista do processo. será o recurso encaminhado ao Conselho Municipal de Contribuintes. não estará sujeita ao reexame necessário previsto no inciso II deste artigo.000) UFRM. Art. Das decisões de primeira instância caberá recurso ordinário ao Conselho Municipal de Contribuintes.propor a realização de diligências a fim de sanar eventuais falhas que prejudiquem o julgamento do feito. Presidente do Conselho o voto de desempate.leismunicipais. cabendo ao 78 de 82 14/03/2013 10:18 .br/cgi-local/form_vig. caso o Secretário Municipal de Finanças não o tenha interposto o recurso em razões próprias.Informação legal em tempo real http://www. os autos serão remetidos ao Secretário Municipal de Finanças para apreciação do mérito. no corpo da própria decisão.pl 267. fará o reexame necessário da matéria na situação disciplinada no inciso II. permitidas réplica e tréplica por cinco (05) minutos. § 5º Reformada a decisão nos termos do § 4º. Durante a sessão de julgamento. pessoalmente ou através de seu procurador devidamente constituído através de procuração. presentes a maioria absoluta dos Conselheiros. § 1º O Conselho Municipal de Contribuintes.

II . que deverá manifestar-se sobre a matéria. de decisão do Conselho Municipal de Contribuintes.www. visando a reconsideração de decisão de mérito não unânime do Conselho Municipal de Contribuintes. no prazo de cinco (05) dias contados da respectiva cientificação. 79 de 82 14/03/2013 10:18 . o Secretário Municipal de Finanças ou o Recorrente poderão. IV . com efeito suspensivo. I . proferida em recurso ordinário de que não caiba mais recurso. SEÇÃO III DO PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Art. querendo. para manifestar-se por escrito. apenas com efeito devolutivo.br/cgi-local/form_vig.o relator ou o Representante da Fazenda poderão solicitar ao Presidente as diligências que julgarem necessárias. será dado oportunidade à parte contrária. por escrito.os processos serão distribuídos por sorteio. ao relator. § 2º Não será conhecido o pedido que for considerado manifestamente protelatório. 271.com. dispensada a prévia publicação de pauta. contado da cientificação da decisão. III . contraditória ou obscura. SEÇÃO IV DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO Art. interpor pedido. no prazo de dez (10) dias. observado o seguinte: Art.br .pl A tramitação do processo no Conselho Municipal de Contribuintes far-se-á de acordo com as normas do seu Regimento Interno. § 2º Da apresentação de razões e documentos na forma do § 1º.LEISMUNICIPAIS. no prazo de trinta (30) dias.Informação legal em tempo real http://www.será dado vista do processo ao Representante da Fazenda. Cabe pedido de esclarecimento ao relator do acórdão. quando a decisão recorrida for omissa. 273. § 1º O relator levará a julgamento o pedido de esclarecimento na reunião subseqüente à do seu recebimento. A Procuradoria Geral do Município.leismunicipais.as pautas de julgamento serão publicadas com antecedência mínima de quinze (15) dias. § 1º As partes poderão apresentar razões e documentos suplementares até a publicação da pauta de julgamento.com. 272.

II .com. cuja existência se ignorava na ocasião do julgamento. a realização de diligências ou perícias.com. O órgão julgador determinará.se basear em prova cuja falsidade seja demonstrada no pedido de reconsideração.violar literal disposição de lei. Será indeferida a realização de perícia ou diligência quando: I . designando desde logo o perito e o prazo para a entrega do laudo. 275. IV . V . naquilo que for compatível.br/cgi-local/form_vig. § 2º Deferida a perícia. as regras atinentes ao recurso ordinário.forem considerados suficientes os elementos presentes nos autos para a formação do convencimento. § 1º O requerimento de diligência ou perícia deve indicar os motivos que a justifiquem e serão realizadas na forma prevista em regulamento. Art.Informação legal em tempo real http://www. 80 de 82 14/03/2013 10:18 .leismunicipais. CAPÍTULO V DAS DILIGÊNCIAS E PERÍCIAS 274. correndo por conta do requerente o seu custo. aplicarse-ão. II .LEISMUNICIPAIS.www. de ofício ou a requerimento.fundada em erro de fato.pl § 1º A decisão de mérito poderá ser reconsiderada pelo Conselho Municipal de Contribuintes quando: I . § 2º Não cabe pedido de reconsideração lançamento por erro formal. VI . III . Art. que por si só possa modificá-lo.for contrária à prova dos autos. o Recorrente e a Fazenda Pública serão intimados para indicar assistentes técnicos e apresentar quesitos no prazo de quinze (15) dias. resultante de atos ou documentos dos autos. quando entender necessárias.for apresentado documento novo. de decisão que anulou § 3º No processo e julgamento do pedido de reconsideração.br .contrariar jurisprudência assente do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça.seja destinada a apurar fatos vinculados à escrituração comercial ou fiscal ou a documentos que estejam na posse do requerente e que possam ser juntados aos autos.

LIVRO QUINTO DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. Parágrafo Único . CAPÍTULO VI DA EFICÁCIA DAS DECISÕES Art. quando cabível.de segunda instância quando não caiba mais recurso ou. § 3º O pedido a que se refere o § 2º será apreciado na forma determinada pelo Regimento Interno do Conselho.www. em primeira instância. quando não provada a ocorrência de fato novo.com.a prova especializado.de primeira instância quando esgotado o prazo para recurso ordinário. que será atualizado pela acumulação anual da variação positiva do INPC Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.leismunicipais. Art.UFRM.em segunda instância. V .br .a verificação for impraticável. 81 de 82 14/03/2013 10:18 . do fato não depender de conhecimento técnico IV .br/cgi-local/form_vig. o prazo para cumprimento de despacho será de cinco (05) dias contados da data em que se considere cientificado aquele que o deva cumprir. § 2º Ao Conselho cabe apreciar pedido de revisão da decisão que indeferir. 276.pl III . apurado pelo IBGE. II .Informação legal em tempo real http://www.Na falta de disposição expressa na legislação tributária. Fica instituída a Unidade Fiscal de Referência Municipal . como indexador de referência de valores. não tenha sido tempestivamente proposto. Parágrafo Único . 277. § 1º A decisão que indeferir o pedido de diligência ou de perícia deverá ser fundamentada.Serão também definitivas as decisões de primeira instância. a diligência ou a perícia. especificando as razões do indeferimento. São definitivas as decisões: I . O prazo para cumprimento das decisões definitivas será de trinta (30) dias contados da data em que se considerar efetuada a intimação do sujeito passivo.LEISMUNICIPAIS. na parte que não for objeto de recurso ordinário ou que não estiver sujeita a recurso de ofício. 278.com.

com.br .pl verificada no período compreendido entre os meses de novembro do ano anterior a outubro do ano em curso. mas realizado antes do prazo final nele estabelecido. Art. Contribuições e dos Impostos referidas no art. mediante decreto. poderá prorrogar ou suspender os prazos previstos neste Código. Art. Esta Lei revoga especificamente a Lei Complementar nº 23 . excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento. para vigorar a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente. com valor inicial de dois reais e trinta e dois centavos (R$ 2. municipais serão instituídos por leis Art.com. 279. 05 de dezenbro de 2011. 280. ou de tributo recolhido dentro do período de vigência do ato. Art. Esta Lei Complementar será regulamentada no prazo de cento e oitenta (180) dias.Permanecem válidos os tributos instituídos pela Lei Complementar nº 23.leismunicipais. 283. Os prazos fixados na legislação tributária serão contínuos. 282. Parágrafo Único . de 22 de dezembro de 2005 e alteração posta pela Lei Complementar nº 25 . de 22 de dezembro de 2005. Sabino Bussanello Prefeito Municipal 82 de 82 14/03/2013 10:18 . Município de Itapema. § 2º Verificada no Município a existência de situação anormal declarada como situação de emergência ou estado de calamidade pública. § 1º Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato. Os tributos ordinárias específicas.br/cgi-local/form_vig. 281. Esta Lei Complementar entra em vigor na data da sua publicação. contados da data do início da sua vigência. quando as Leis ordinárias específicas das Taxas. até 31 de dezembro de 2011.LEISMUNICIPAIS. 281 destra Lei acarretarem instituição e/ou majoração dos mesmos.www. de 14 de dezembro de 2006. o Chefe do Poder Executivo.32). § 3º A aplicação do disposto no § 2º deste artigo não acarretará na restituição de quantia paga a título de tributo ou acréscimo legal recolhido antes do início de vigência do ato de prorrogação ou suspensão.Informação legal em tempo real http://www. Art.