Programa Socialista para o Brasil

O fortalecimento da Nação é o caminho, o socialismo é o rumo

Apresentação
1) O PCdoB está convicto de que, no transcorrer das primeiras décadas do século XXI, o Brasil tem condições para se tornar uma das nações mais fortes e influentes do mundo !m pa"s so#erano, democrático, socialmente avançado e inte$rado com seus vi%in&os sul e latino'americanos (o lon$o de mais de cinco séculos, apesar das adversidades, o povo #rasileiro construiu uma $rande )aç*o +odavia, o processo conflituoso de sua construç*o trou,e para sua realidade presente um con-unto de pro#lemas ao qual a atual $eraç*o de #rasileiros está c&amada a solucionar (s deformações e dilemas acumulados ao lon$o da &ist.ria, se n*o forem superados com rapide%, poder*o condu%ir o pa"s a retrocessos /) ( $rande crise do capitalismo da época atual 0 a par dos riscos e danos 0 descortina um per"odo &ist.rico oportuno para o Brasil atin$ir um novo patamar civili%acional que solucione estruturalmente as suas contradições 1ste novo passo é o socialismo renovado, com feiç*o #rasileira O socialismo é o sistema que pode reali%ar as potencialidades da )aç*o, defend2'la com firme%a da $an3ncia estran$eira, e $arantir ao povo, seu $rande construtor, o direito a uma vida di$na e feli% Por isto, o socialismo é o rumo O fortalecimento da )aç*o é o camin&o 4 imperativo, portanto, a$ora e -á, a luta pela reali%aç*o de um novo pro-eto nacional de desenvolvimento como meio para fa%er o pa"s pro$redir e avançar

I- Desafios históricos da construção da Nação
5) )aç*o nova, o Brasil for-ou uma cultura ori$inal, #ase de uma civili%aç*o fle,"vel, criativa, a#erta e assimiladora, a

despeito de estruturas sociais e pol"ticas arcaicas persistentes 1m#ora -ovem, o povo #rasileiro foi temperado por conflitos e lutas 0 muitas ve%es de armas nas m*os 0 pela li#erdade e pelos direitos sociais, pela independ2ncia e a so#erania do pa"s +al processo marcou sua &ist.ria com o fio vermel&o do san$ue derramado desde a resist2ncia ind"$ena e dos africanos contra a escravi%aç*o, passando pelo enfrentamento &eroico 6s ditaduras, até as lutas operárias e populares caracter"sticas de nosso tempo O povo é o &er.i e o autor da nacionalidade, o empreendedor dos avanços ocorridos no pa"s 1le resulta do amál$ama, através da misci$enaç*o e da mestiça$em, de tr2s $randes vertentes civili%at.rias7 os amer"ndios, os ne$ros africanos e os portu$ueses O processo &ist.rico dessa formaç*o foi doloroso, marcado pela escravid*o e pela viol2ncia, condicionado pelos interesses de uma elite coloni%ada 8as a s"ntese é $randiosa7 um povo novo, uno, com um modo ori$inal de afirmar sua identidade 9*o caracter"sticas que se enriqueceram com aportes de contin$entes de outras nacionalidades europeias, asiáticas e ára#es que emi$raram para o pa"s desde o final do século XIX ( mescla da #ase de cultura popular, de ori$em "ndia e africana fundiu'se com os elementos europeus dominantes, $erando a cultura #rasileira 0 um dos elementos marcantes da identidade nacional ( condiç*o de povo uno, no presente, é um trunfo do Brasil que, ao contrário de outras nações, n*o enfrenta $rupos étnico'nacionais que reivindiquem autonomia ou independ2ncia frente 6 )aç*o e ao 1stado

O primeiro ciclo civili acional !rasileiro" #ormação do povo$ da Nação e do %stado
:) ( ideia, vitoriosa, de uma naç*o aut;noma e um povo livre, $erminou e se fortaleceu no conflito contra o dom"nio colonial !m desses marcos criativos de afirmaç*o da nacionalidade ocorreu no século X<II, com a e,puls*o dos &olandeses que ocuparam o )ordeste +odas as forças da Col;nia 0 clero, camadas po#res, escravos e ne$ros livres e

"ndios, estes =ltimos, liderados por >elipe Camar*o 0 uniram'se na campan&a que derrotou, sem a a-uda de Portu$al, a principal pot2ncia de ent*o, ?olanda >ato decisivo na consolidaç*o e unidade do territ.rio que veio a formar o Brasil @) ( Independ2ncia foi fruto de um processo cumulativo resultante de lutas, que possi#ilitou a ruptura em 1A// (o contrário do que proclama a &istorio$rafia oficial, n*o foi uma doaç*o da 8etr.pole portu$uesa, e sim das -ornadas populares de Bio de Caneiro, 8inas Derais, 9*o Paulo e Pernam#uco, e nos campos de #atal&a em Ba&ia, 8aran&*o e Piau" O rompimento com a opress*o colonial tem ra"%es nas $uerras do século X<II contra os &olandesesE na Con-uraç*o 8ineira de 1FAG, que pro-eta o perfil &eroico do alferes +iradentesE na Con-uraç*o Baiana de 1FGA O processo da Independ2ncia do Brasil passa pelo epis.dio do F de 9etem#ro de 1A//, mas vem de muito antes e vai até muito depois, com destaque para o / de Cul&o de 1A/5 da Ba&ia ( conquista da autonomia pol"tica n*o si$nificou, porém, a derrota dos setores a$romercantis 0 aliados internos da e,ploraç*o estran$eira, principalmente a in$lesa 0 que permaneceram 6 frente da pol"tica, da economia e da sociedade O pro-eto autonomista e democrático de Cosé Bonifácio foi dei,ado de lado e su#stitu"do pelo pro$rama dos latifundiários, dos traficantes de escravos e da Casa de Bra$ança Isso estimulou &eroicas re#eliões de nature%a repu#licana e democrática7 a Confederaç*o do 1quador no )ordesteE a Ca#ana$em no ParáE a Balaiada no 8aran&*oE a >arroupil&a no Bio Drande do 9ulE a 9a#inada na Ba&iaE a Praieira em Pernam#uco, massacradas pelo re$ime monárquico escravista (o final do Império, o#-etivamente, a unidade nacional estava consolidada e o Brasil detentor de um territ.rio continental H) O predom"nio conservador n*o eliminou o anseio por li#erdade e democracia, que lo$o assumiu a luta pela divis*o das terras, autonomia do pa"s, pela (#oliç*o e pela

o desenvolvimento. 1G/: e a &eroica Coluna PrestesE a fecunda 9emana de (rte 8odernaE as $randes lutas operárias do in"cio do século XX e as $reves $erais K1G1F e 1G1G)E e a fundaç*o do Partido Comunista do Brasil.pansiva do . que marca a entrada consciente do proletariado na luta pol"tica O movimento de 1G5J introdu%iu o Brasil no século XX Instituiu o voto feminino Criou o salário'm"nimo. derru#ou a Bep=#lica <el&a 0 das oli$arquias 0 e a#riu uma nova etapa da vida do pa"s Os pren=ncios de 1G5J v2m dos férteis anos da década de 1G/J. que incluiu os escravos re#elados 0 cu-o s"m#olo &ist. um anti$o anseio da construç*o democrática do Brasil ( Bep=#lica ficou. os setores médios das cidades. a sua lon$a duraç*o dei. a inte$raç*o nacional. so# o dom"nio das forças conservadoras. frustrando o pro$rama repu#licano mais avançado.Bep=#lica ( (#oliç*o resultou de um vasto movimento de massas. depois de muita luta. os levantes de 1G//. a intelectualidade avançada e os primeiros elementos da classe operária O ato emancipat.ou marcas. com o movimento tenentista.rico é Ium#i dos Palmares 0.rio se materiali%ou sem a distri#uiç*o de terras aos li#ertados e sem $arantir'l&es condições de so#reviv2ncia 1stes limites n*o retiram a $rande%a da (#oliç*o >oi uma conquista que eliminou o escravismo +odavia. que permanecem no racismo e na condiç*o de vida dos ne$ros F) ( o#ra renovadora da (#oliç*o foi completada em 1AAG pela Bep=#lica. a distri#uiç*o de terras e a afirmaç*o da so#erania nacional O segundo ciclo civili acional" %stado &nacionaldesenvolvimentista'$ direitos tra!alhistas$ progresso educacional e cultural A) O movimento de 1G5J. liderado por Det=lio <ar$as. que conce#ia o 1stado como instrumento para promover a democracia. a Consolidaç*o das Leis do +ra#al&o KCL+) e começou a implantar a se$uridade social ( fase mais e.

desi$ual e so# dominaç*o imperialista Muas classes $an&am relev3ncia7 o proletariado.mico KB)M1) 1 foi esta#elecido o monop.leo é )ossoO. intensificou'se a a#ertura para o capital estran$eiro. su#stituindo a oli$arquia a$rário'e.portadora O 1stado foi o principal instrumento da promoç*o do desenvolvimento O elemento fundamental do financiamento da economia foi o capital estatal. e a produç*o a$ropecuária aumentou muito 1la se desenvolveu tecnolo$icamente e se interiori%ou rumo ao Centro'Oeste e ao )orte 11) 1sse processo pol"tico se deu através de uma série de rupturas parciais. que viria a ser a classe &e$em. se$uidas de recomposições. entre forças sociais distintas e &etero$2neas (s >orças (rmadas da década de 1G:J até os anos 1GAJ atuaram intensamente na esfera pol"tica. principalmente ur#ano. entre eles a Petro#ras. &á a criaç*o da siderur$ia nacional )o se$undo $overno de Det=lio <ar$as foram criados $randes empreendimentos estatais. com participaç*o do capital privado nacional e estran$eiro ?ouve a transiç*o da economia a$rário' e.portadora para a industrial ur#ana >ormou'se um espaço econ.nica. com facilidades 6 implantaç*o das transnacionais O Plano de 8etas do $overno Cuscelino Pu#itsc&eQ contri#uiu para alar$ar o processo de industriali%aç*o 1J) O sistema de propriedade predominantemente latifundiário foi mantido O capitalismo apoiado pelo 1stado avançou no campo. e a #ur$uesia industrial.mico inte$rado e um mercado interno )os anos 1G:J.leo ( partir da se$unda metade dos anos 1G@J. sur$ida no curso da campan&a c"vica NO Petr. promovendo $olpes antidemocráticos O .desenvolvimento nacional foi o per"odo de 1G5J a 1GAJ 1ntre os pa"ses capitalistas o Brasil foi o que mais cresceu G) O desenvolvimento capitalista #rasileiro foi marcado por ter sido tardio. e o Banco )acional de Mesenvolvimento 1con. deformado.lio estatal do petr.

. a populaç*o mais que triplicou e ur#ani%ou'se (s camadas médias e.le$o para a continuidade da fase desenvolvimentista até 1GA1 O es$otamento desse ciclo de @J anos deveu'se 6 fadi$a do sistema de financiamento do modelo. que deu ori$em 6 crise da d"vida p=#lica na década de 1GAJ O pa"s foi su#metido ao controle e 6 receita de recess*o.pandiram'se ( concentraç*o de renda e rique%a se deu com "ndices entre os mais altos do mundo O Brasil reforçou a sua identidade nacional >oram constitu"dos aparel&os p=#licos de educaç*o. que a-udaram a elevar a n"vel superior a formaç*o de uma cultura e de uma identidade #rasileiras %sgotamento do &nacional-desenvolvimentismo' 15) O $olpe militar de 1GH: ceifa o $overno democrático de Co*o Doulart e susta a reali%aç*o das reformas que dinami%ariam o desenvolvimento O pr. esse percurso de @J anos está marcado por per"odos ditatoriais e de democracia restrita. se-a pela via inflacionária. com severas limitações 6s li#erdades pol"ticas. 6 participaç*o democrática do povo. foi permanente para a construç*o do Brasil 1/) 1ntre 1G5J e 1GAJ. e de dura perse$uiç*o ao Partido Comunista do Brasil e demais forças revolucionárias 8esmo assim os tra#al&adores e as massas populares reali%aram mo#ili%ações decisivas 6s conquistas alcançadas ( luta dos comunistas. a enfrentam lançando o /R Plano )acional de Mesenvolvimento que dá f. ap.imperialismo estadunidense interveio na vida pol"tica do pa"s 1m $eral. em#ora atuando so# duras condições. produç*o cient"fica e pol"ticas para a cultura.micoO.terno 0 principalmente nos anos 1GFJ 0. se-a pela via do pesado endividamento e.prio $olpe sim#oli%a as adversidades internas e as imposições do imperialismo contra o pro-eto nacional O es$otamento do Nnacional' desenvolvimentismoO -á começa a se manifestar no curso da crise capitalista mundial de meados dos anos 1GFJ Os $overnos militares.s o per"odo do Nmila$re econ.

mico de 1GA1 a /JJ/ é ne$ativo7 duas Ndécadas perdidasO O le$ado positivo é a redemocrati%aç*o conquistada em 1GA@. deu ao pa"s um arca#ouço -ur"dico e pol"tico democrático. cortou direitos tra#al&istas e a$ravou a de$radaç*o social ( )aç*o. além de incorporar importantes conquistas sociais (o final da década de 1GAJ. maior depend2ncia. privati%aç*o criminosa e corrupta do patrim. em /JJ/. aviltada. livre curso 6 financeiri%aç*o. desnacionali%aç*o da economia. em especial a #ur$uesia industrial. retroa$e A vitória de *ula" uma mudança significativa 1H) ( vit. com o ascenso ao centro do poder de forças democráticas e pro$ressistas ( decad2ncia nacional começou a ser revertida e a resist2ncia ao neoli#eralismo passou a se reali%ar em mel&ores condições )uma din3mica de acirrada #atal&a pol"tica a democracia . a democracia foi maculada pelo autoritarismo e pela mutilaç*o da Constituiç*o )o plano social. Constituinte e Miretas'-á ( Constituiç*o de 1GAA. a partir do $overno Collor 0 mas so#retudo nos de >ernando ?enrique Cardoso 0. (nistia. é um marco na &ist.s $randes mo#ili%ações populares pelas li#erdades democráticas. mesmo tendo &avido luta popular 9ua N&erança malditaO inclui desmonte do 1stado nacional. tin&am perdido força e -á n*o eram mais capa%es de liderar um pro-eto nacional de desenvolvimento Dom(nio do neoli!eralismo e decad)ncia nacional 1@) )os anos 1GGJ. o ideário neoli#eral é aplicado com radicalidade. semiesta$naç*o )o plano pol"tico.ria de Lui% Inácio Lula da 9ilva para presidente da Bep=#lica. os setores #ur$ueses. ap.ria recente (#riu novo ciclo pol"tico no pa"s.nio p=#lico.desempre$o e Internacional arroc&o salarial do >undo 8onetário K>8I) 1:) O per"odo econ. mesmo com suas limitações.

voltado para so#erania.floresceu. na atualidade.ricas o $overno Lula. ampliaç*o da democracia. ainda com limitações. distri#uiç*o de renda e inte$raç*o da (mérica do 9ul O desafio da contemporaneidade 1F) O desafio.i$e sustentaç*o popular #aseada no avanço democráticoE . e. desde seu in"cio.ria pol"tica e socioecon. NperiféricaO (firmar e defender a naç*o contra as investidas e imposições imperialistas e &e$emonistas Conformar a uni*o da luta patri.tica com as demandas democráticas e sociais no seio do povo O verdadeiro fortalecimento da )aç*o e.mica ( remoç*o dos o#stáculos acumulados e. a so#erania foi fortalecida e o povo o#teve conquistas 1sta vira$em sinali%ou uma nova via de desenvolvimento e o começo real de sua retomada a partir de /JJ@ Pelas circunst3ncias &ist. que pudesse responder 6s contradições fundamentais da realidade #rasileira O $overno teve de superar a $rave crise que &erdou 1le livrou o pa"s do pro-eto neocoloni%ador da (lca e p.pressou uma dualidade de interesses em funç*o do acordo pol"tico que foi levado a selar Mualidade que implicou compromissos e limites na definiç*o e consecuç*o da transiç*o para um pro-eto de desenvolvimento nacional.i$e soluções relacionadas 6 ela#oraç*o do )P)M 1A) (s contradições estruturais e fundamentais da realidade #rasileira e.i$em como resposta consequente superar7 a ( condiç*o de naç*o su#-u$ada. é condu%ir o processo pol"tico a um patamar mais promissor O Brasil precisa e tem condições de efetivar um )ovo Pro-eto )acional de Mesenvolvimento K)P)M) com reali%ações arro-adas 1ste pro-eto é c&amado a suplantar os impasses e deformações resultantes das vicissitudes da sua &ist.s fim 6 tutela do >8I so#re o pa"s 1ssa tomada de posiç*o permitiu'l&e retomar o desenvolvimento.

a produtividade.nus 6s demais re$iõesE & as #arreiras e os limites 6 emancipaç*o das mul&eres.# a condiç*o de 1stado conservador.i uma economia moderna e avançada.nioE d a propriedade latifundiária improdutiva ou de #ai. v"timas de viol2ncia.$ica do capital e pelos preconceitos de $2nero (pesar das conquistas alcançadas. cerceadas ao e. inovador. cient"fica e tecnol. que $aranta ampla li#erdade para o povo e sua participaç*o pol"tica na $est*o do 1stadoE c a condiç*o de economia dependente e de desenvolvimento médio. o#stáculo ao aumento da produç*o e da democrati%aç*o da terraE e a defasa$em da renda do tra#al&o em relaç*o 6 renda do capital.a de contar com todo o potencial de mais da metade de sua populaç*oE . impondo um pesado . com um re$ime de tra#al&o desvalori%ado e a reduç*o de direitos tra#al&istasE f as desi$ualdades sociais e as tensões no seio povo +er o desenvolvimento como fator de distri#uiç*o de renda e pro$resso social 1sta#elecer reformas que universali%em os direitos sociaisE com#ater o racismo. so# controle dos c"rculos financeiros 1m defesa do 1stado democrático. a &omofo#iaE com#ater a intoler3ncia reli$iosaE $ as desi$ualdades re$ionais que concentraram o pro$resso e a rique%a nas re$iões 9udeste e 9ul. alimentados pela l.erc"cio de postos nas inst3ncias de decis*o e poder ( )aç*o perde força e dei.mica. na divis*o internacional do tra#al&o imposta pelas $randes pot2ncias Li#erar'se da depend2ncia econ. que ocorre em proporç*o elevada )*o se constr. laico.$icaE suplantar a estrutura de produç*o centrada em produtos primáriosE e a elevada concentraç*o da renda e do patrim. as mul&eres continuam discriminadas no tra#al&o e na vida.

mica Conforme indica a tend2ncia &ist. resultante de concepções e práticas predat.sito primordial resolver a contradiç*o essencial do capitalismo7 produç*o cada ve% mais social em conflito crescente com a forma de apropriaç*o privada da renda e da rique%a Como .terna. dos recursos &"dricos. provenientes do monop. a soluç*o viável &o-e é o )ovo Pro-eto )acional de Mesenvolvimento.as vulnera#ilidades da cultura e da consci2ncia nacional.rica7 ou toma o camin&o do avanço civili%acional. decorrentes da press*o ideol. de parcerias estraté$icas com pa"ses e com re$iões da NperiferiaO e de diversificaç*o comercial e.$ica de valores nocivos 6 afirmaç*o da so#erania do pa"s. ou se su#mete ao -u$o das $randes pot2ncias e 6 decad2ncia socioecon. camin&o #rasileiro para o socialismo Convicto quanto 6 via#ilidade desta alternativa derivada da din3mica &ist. estran$eiros e locaisE e l a condiç*o de pa"s voltado primordialmente para os 1!( e a 1uropa 9ustentar e aprofundar a lin&a de inte$raç*o sul' americana. da fauna . responsável pela poluiç*o am#iental e destruiç*o de parte das florestas.i a de$radaç*o am#iental. a superaç*o dessas contradições $an&a a dimens*o de conquista estraté$ica 4 condiç*o para um desenvolvimento avançado e um futuro de #em'estar social O Brasil vive uma encru%il&ada &ist. iniciada no per"odo do $overno Lula 1G) 1m nossa época. latino'americana. o Partido Comunista do Brasil apresenta aos #rasileiros o seu Pro$rama II- Programa Socialista para o Brasil /J) O o#-etivo essencial deste Pro$rama é a transiç*o do capitalismo ao socialismo nas condições do Brasil e do mundo contempor3neo O socialismo tem como prop.rica da construç*o do pa"s.rica o#-etiva.rias.lio midiático e da ind=stria cultural.

sociedade superior. sociais. e da predomin3ncia das formas de propriedade social dos meios de produç*o 4 um sistema comprometido com a solidariedade entre as nações. 6s particularidades &ist. e 6 correlaç*o de forças no 3m#ito do sistema de poder mundial Com pertinácia. reformas e renovações. econ. étnicas de cada naç*o. no século passado. <ietn*. o socialismo prosse$ue no cenário mundial renovado e re-uvenescido pelas lições da &ist. em cada realidade. culturais. o socialismo vive ainda sua inf3ncia Meu seus primeiros passos. foi derrotada 8as.micas. ao modo de cada um. decorre do avanço da consci2ncia social 4 resultado o#-etivo do desenvolvimento cientifico e tecnol. con&eceu um ciclo de edificaç*o 9eu le$ado é precioso Influenciou em várias dimensões a marc&a da &umanidade por conquistas civili%at.i$2ncia voluntarista. C&ina. em#ora frondosa.rias (quela e. com etapas e fases 9ua conquista e construç*o adotam camin&o peculiar. deve distri#uir os #ens e a rique%a conforme o resultado da quantidade e qualidade do tra#al&o reali%ado 4 uma sociedade de alta produtividade social do tra#al&o. com a pol"tica de pa% e de cooperaç*o entre os 1stados.ria 1ntre elas. Bep=#lica Popular Memocrática da Coreia e Laos tiveram capacidade para . opositor resoluto da a$ress*o imperialista e defensor da ami%ade entre os tra#al&adores e povos do mundo O socialismo inicia seus passos na história /1) ?istoricamente. do salto das forças produtivas que o capitalismo é incapa% de colocar a serviço da &umanidade Consiste na edificaç*o de um poder de 1stado dos tra#al&adores. com a !ni*o das Bep=#licas 9ocialistas 9oviéticas K!B99) 8esmo so# circunst3ncias adversas.ricas. destaca'se o aprendi%ado de que n*o &á modelo =nico nem de socialismo e nem de revoluç*o +am#ém n*o &á passa$em direta do capitalismo para o socialismo 9ua edificaç*o passa por um per"odo de transiç*o.peri2ncia. su-eito. Cu#a. superior 6 do capitalismo )*o é uma e.$ico.

peri2ncias da (mérica Latina Os $overnos de tr2s pa"ses proclamaram a determinaç*o de reali%ar a transiç*o do capitalismo ao socialismo7 <ene%uela.nimo de crise.ricos e impõe a construç*o de alternativas .i a nature%a )a contemporaneidade. ele e. destr. atin$iu sua etapa imperialista Mesde ent*o perdeu o papel pro$ressista e civili%at. 1quador e Bol"via Mestaca'se ainda o fértil re$ime democrático da Sfrica do 9ul )o alvorecer do século XXI emer$e uma nova luta pelo socialismo +apitalismo$ um sistema esgotado historicamente //) ( nova -ornada li#ertária #rota da resist2ncia do movimento revolucionário. viol2ncia 1sta realidade realça os seus limites &ist. da senilidade do capitalismo Mepois de 5JJ anos de e.udanças na realidade mundial .ploraç*o so#re os tra#al&adores 1m #usca do lucro má.ist2ncia.acer#ou tais conte=dos e caracter"sticas O capital financeiro a$i$antou'se O rentismo desenfreado se so#rep.rio que &avia tido na superaç*o da milenar sociedade feudal ( &umanidade so# seu dom"nio tem padecido enormemente 1m ve% da pa%. as ameaças constantes 6 democracia Condena mil&ões 6 fome e ao desempre$o (umenta a e. tam#ém. a $uerraE em ve% da li#erdade. supere. as -ovens e. em#ora ainda dominante pol"tica e ideolo$icamente Cá na passa$em do século XIX para o XX. do avanço da consci2ncia e luta dos tra#al&adores.s 6 produç*o ( so#erania dos pa"ses e a autodeterminaç*o dos povos s*o desrespeitadas e ne$a'se 6 maioria das nações o direito ao desenvolvimento ($ravaram'se. do enriquecimento da teoria transformadora e. é um sistema es$otado &istoricamente.ploraç*o. em um está$io inicial. o#-etivamente. os conflitos entre as pot2ncias imperialistas Capitalismo se torna cada ve% mais sin.resistir e manter &asteada a #andeira do socialismo ($re$am'se a essa renovaç*o.imo.

mica atual tende a a$ravar o decl"nio da &e$emonia dos 1stados !nidos. para reunir as condições pol"ticas e or$3nicas da transiç*o ( quest*o essencial. com a intensificaç*o de tend2ncias 6 multipolari%aç*o e 6 insta#ilidade no sistema internacional +ransiç*o cu-a ess2ncia é marcada pelo decl"nio relativo e pro$ressivo dos 1!( e pela rápida ascens*o da C&ina socialista 1ssas tend2ncias s*o fomentadas e alimentadas pela din3mica de desenvolvimento desi$ual do capitalismo que tende a se intensificar com a crise internacional desse sistema +em sido fator importante. a crise econ. as tend2ncias em curso n*o delineiam ainda uma nova correlaç*o de forças entre as forças revolucionárias e contrarrevolucionárias em escala mundial. a intelectualidade pro$ressista.i$e o prota$onismo da classe tra#al&adora Papel que requer elevaç*o de sua unidade e de sua consci2ncia no plano pol"tico e social e apoio de seus aliados O leque de alianças a#arca os demais setores das massas populares ur#anas e rurais. por um lado.s'Duerra >ria. e o ponto de partida para a transiç*o. mas da transiç*o preliminar do capitalismo para o socialismo +raça o camin&o. é a conquista do poder pol"tico estatal pelos tra#al&adores da cidade e do campo 1ste triunfo e. os empresários pequenos e médios. tam#ém. as camadas médias. se$undo a realidade atual./5) ( nova luta pelo socialismo se dá num mundo em mudanças nas suas relações de poder no século XXI 1stá em curso uma transiç*o do quadro de dominaç*o unipolar que marcou o imediato p. e aqueles que se dedicam 6 produç*o e defendem a so#erania da . a crescente luta dos tra#al&adores e dos povos (ssim. que continuam a prevalecer apesar da acumulaç*o dos fatores de mudanças pro$ressistas e revolucionárias A transição do capitalismo ao socialismo no Brasil /:) O presente Pro$rama do PCdoB n*o trata da construç*o $eral do socialismo. em#ora estes ainda preservem ampla supremacia de poderio militar Por outro.

o socialismo n*o triunfa sem a#sorver a causa da so#erania e da afirmaç*o nacional Poder$ construção econ-mica$ luta de ideias /H) O poder pol"tico conquistado por essas forças. e. re$ulados pelo novo Poder +odavia. &etero$2nea. econ. na sua etapa preliminar de construç*o /F) Por sur$ir das entran&as do modo de produç*o capitalista e das suas instituições. pela vit. solidário Por sua ve%.ria do empreendimento revolucionário Luta pela construç*o de uma nova formaç*o pol"tica. apoiada na teoria revolucionária mar. privada. no esforço comum da edificaç*o de um pa"s so#erano. incluindo vários tipos de empreendimentos. com le$alidade democrática. como as cooperativas Poderá contar com a e.ist2ncia de formas de capitalismo de 1stado.presso na nova Bep=#lica de democracia popular. e com o mercado. de ampla li#erdade pol"tica para o povo. mista.mica e social 9omente o socialismo é capa% de sustentar a so#erania da )aç*o e a valori%aç*o do tra#al&o. tem potencial para iniciar a edificaç*o do novo 1stado democrático 1stado de #ase popular. p=#lica. com m=ltiplas formas de propriedade estatal. pro$ressivamente devem prevalecer as formas de propriedade social so#re os principais meios de produç*o /A) ( transiç*o estará su-eita 6 reaç*o dos valores e das formas da vel&a sociedade 1m s"ntese. ela transcorre so# a .)aç*o ( participaç*o da -uventude e das mul&eres é fator destacado para a vit. democrático. n*o'li#eral.ista'leninista 0 empen&a'se em con-unto com outras or$ani%ações e lideranças pol"ticas avançadas.ria deste o#-etivo /@) O Partido Comunista do Brasil 0 or$ani%aç*o pol"tica de van$uarda da classe operária e do povo tra#al&ador. a transiç*o para a nova sociedade ainda terá uma economia mista. que condu%irá a transiç*o para o socialismo.

o ritmo e o 2. democrática e popular.to da correlaç*o de forças em plano mundial Mesta circunst3ncia resulta uma situaç*o que definirá o processo. a soluç*o viável é o socialismo Contudo. s*o a condiç*o principal .i$2ncia decorre da e. $erador dessa #ase moderna de forças produtivas.ito das novas formações pol"tico'institucionais.rica contempor3nea de um novo avanço civili%acional 1ste consiste na afirmaç*o e no fortalecimento da )aç*o.disputa ine.rica 5J) ( transiç*o para o socialismo. imprescind"veis ao pro$resso civili%acional ( com#inaç*o e o avanço da luta nacional. o alcance do socialismo n*o é imediato 4 preciso reunir condições e meios pol"ticos e or$3nicos para se conse$uir a transiç*o para esse novo sistema O Pro$rama atual está situado nessa perspectiva. na atualidade. de rupturas profundas. está destinada a ser o terceiro $rande salto civili%acional afirmativo da naç*o #rasileira +em um conte=do nacional. indo além das reformas n*o conclu"das pelo processo pol"tico atual 4.i$2ncia &ist. que se complementam.ist2ncia -á de uma #ase técnico'cient"fica que permite $randes passos para a conquista de uma sociedade avançada O sistema capitalista.orável entre dois camin&os. democrático e popular Buscará completar e consolidar essas tarefas. e condicionada pelo conte. na din3mica da evoluç*o pol"tica #rasileira. tornou'se incapa% de utili%á'la como impulsionadora de nova fase do pro$resso social Conforme indica a tend2ncia &ist. uma transiç*o revolucionária. econ. na plena democrati%aç*o da sociedade e no pro$resso social que a época demanda 1sta e. na din3mica concreta da revoluç*o #rasileira. voltado para responder a esse $rande desafio perante a encru%il&ada &ist. as formas de luta.rica o#-etiva.micas e sociais O desafio do terceiro ciclo civili acional /G) O Pro$rama atual de transiç*o para o socialismo está situado &istoricamente Procura responder. portanto. 6 e.

egemonia e acumulação de forças 51) ( conquista da &e$emonia pelas forças interessadas na transiç*o ao socialismo e. adquiriram um fundamento que orienta sua aç*o prática +ais tarefas s*o7 relacionar a atuaç*o na esfera institucional 0 $overnos democráticos e parlamentos e a construç*o de frentes amplas 0 com a intervenç*o pol"tica que tem por fim a mo#ili%aç*o e a or$ani%aç*o das massas tra#al&adoras e do povo. con-u$adas na evoluç*o do pensamento do PCdoB. s. ou menos. situaç*o favorável para se atin$ir relativo pro$resso 1sta poss"vel circunst3ncia pode resultar em conquistasE no entanto. e uma profunda democracia incorpora o povo e l&e dá poder real ( verdadeira independ2ncia e afirmaç*o do pa"s. tempo de equil"#rio contestado e instável +al poder pode até mesmo n*o apresentar uma preponder3ncia n"tida de uma classe dominante. &á a possi#ilidade de ocorrer em pa"ses da NperiferiaO do sistema mundial e de democracias recentes como o Brasil formas de poder transit. a interrelaç*o de tr2s tarefas fundamentais imprescind"veis que.os #ásicos7 o pol"tico e o prático O primeiro é o movimento pela aplicaç*o deste Pro$rama. com a finalidade de responder aos desafios da luta presente e futura 5/) (ntes de alcançar o o#-etivo estraté$ico. que durem mais. a perman2ncia dessa situaç*o n*o .para a transiç*o preliminar ao socialismo 4 verdadeiramente nacional o que é popular. e o pleno avanço democrático e social. fonte principal de crescimento do Partido e força' motri% fundamental das mudançasE e a participaç*o criadora e permanente na luta de ideias. ser*o poss"veis com a a#ertura da via para o socialismo .rio. pelo crescimento e fortalecimento partidário e de demais forças pro$ressistas O se$undo.i$e acumulaç*o de forças de caráter revolucionário via reformas estruturais e rupturas +al processo tem dois ei.

podendo tam#ém se desencamin&ar de rumo Novo pro/eto Nacional$ caminho !rasileiro para o socialismo 55) O presente Pro$rama traça o camin&o. requer respostas pol"ticas e econ. ou o 2.i$2ncia de novo Pro-eto )acional. fa% indicações so#re meios pol"ticos e or$ani%ativos que possam levar 6 vit.ito pleno das tarefas necessárias. e o n"vel das lutas para tanto ( formulaç*o de tal pro-eto adquire uma dimens*o inédita. podem influir na tra-et.ria e no n"vel das #atal&as.ito.$arantiria o 2. eleitoral da tend2ncia pol"tica avançada.ecuç*o de um )ovo Pro-eto )acional de Mesenvolvimento K)P)M) 9eu conte=do deve partir das condições pol"ticas e econ. pro$ressistas e populares em eleições presidenciais impulsionará a luta pela aplicaç*o do )P)M ( derrota.micas que n*o se limitem a remediar o impasse $erado pela $rande crise do capitalismo Impõe'se distin$uir novas oportunidades e camin&os . ou circunst3ncias pol"ticas imprevis"veis.ria das forças democráticas. em qualquer situaç*o.micas do Brasil e do mundo. a transiç*o ao socialismo deve ser o norte constante do PCdoB 5@) ( $rande crise $lo#al do capitalismo da época atual 0 cu-a fase a$uda começou em setem#ro de /JJA 0atin$iu o Brasil em pleno crescimento. do n"vel de or$ani%aç*o e mo#ili%aç*o das massas populares e do 3m#ito eleitoral que.ria da conquista da Bep=#lica de democracia popular. condutora da transiç*o para o socialismo O camin&o para se alcançar esse o#-etivo maior consiste no delineamento e e. isto é. na atualidade. na correlaç*o de forças e nas condições de luta +odavia. é o cenário das #atal&as pol"ticas principais na luta pelo poder 5:) ( vit. impondo medidas emer$enciais e estruturais 1la criou uma situaç*o mundial e nacional nova para a cont"nua e.

rias e acumula forças 1sta conduta visa ao alcance da &e$emonia dos interesses dos tra#al&adores e da maioria da )aç*o 4 um meio de apro. o#tém vit. o pro$resso social e a inte$raç*o solidária da (mérica Latina 5A) ( aliança pol"tica para sua concreti%aç*o tem como alvo atin$ir e derrotar os setores pol"ticos e sociais pr. porém. quando o Brasil sou#e aproveitar as contradições das $randes pot2ncias capitalistas para se industriali%ar )a atualidade. antilatifundiária e antioli$arquia financeira e visa a suplantar a fase neoli#eral.5H) ( ela#oraç*o de um )P)M deve considerar o impacto dessa $rande crise.ecuç*o ( luta em todos os terrenos pela sua concreti%aç*o eleva a consci2ncia pol"tica e social.' imperialistas e os $randes #eneficiários de sua rede rentista' especulativa Ou se-a. deve atin$ir patamar superior em relaç*o ao aplicado no per"odo pol"tico a#erto pelo $overno Lula 1le tem ess2ncia anti'imperialista. se #uscará neutrali%ar outros setores capitalistas 1sta nitide% quanto aos alvos permite confi$urar uma lar$a frente pol"tica e social que tem como centro os tra#al&adores e en$lo#a amplos se$mentos da )aç*o 0arefas$ conte1do$ principais !andeiras . de culmin3ncia do capital rentista e parasitário 9eu fundamento pro$ramático compreende a luta pela so#erania e defesa da )aç*o. a democrati%aç*o da sociedade. tal como em 1G/G'55. visa a derrotar os setores que se separaram da )aç*o e se uniram aos espoliadores estran$eiros )outro plano. nas condições atuais. o PCdoB defende um pro-eto nacional vinculado 6 perspectiva da transiç*o ao socialismo 1ste n"tido norte aprofunda e dá um rumo consequente 6 sua e.imaç*o da conquista do poder que instaure o novo 1stado de democracia popular %ss)ncia$ alvos e alianças 5F) O )ovo Pro-eto )acional de Mesenvolvimento.

cient"fica e tecnol. inovador Imprimir uma marc&a cont"nua do desenvolvimento.tenso territ.rio Me desenvolvimento nacional associado aos seus vi%in&os sul e latino'americanos que a#ra perspectiva para uma nova formaç*o pol"tica.mica e social avançada em todo o continente :1) 1dificaç*o de um 1stado democrático. ampla participaç*o e consulta popular na decis*o dos temas de $rande interesse nacional Inovaç*o institucional com o financiamento p=#lico de campan&as eleitorais e voto no partido Bi$oroso %elo com o patrim. na luta para vencer a depend2ncia econ.$ica e cultural )a definiç*o e e.5G) O )P)M deve responder a um con-unto de tarefas fundamentais7 construç*o de uma naç*o democrática. econ. asse$urando acessi#ilidade de uma -ustiça á$il ao povo e controle . de ampla li#erdade pol"tica para o povo Com#inaç*o entre democracia representativa e democracia direta. avançado na ind=stria do con&ecimento e $rande produtor de alimentos e ener$iaE vida di$na para o povo I$uais oportunidades e universali%aç*o dos direitos #ásicosE desenvolvimento cont"nuo e am#ientalmente sustentávelE afirmaç*o e florescimento da cultura #rasileira e da consci2ncia nacionalE aprofundamento e consolidaç*o da inte$raç*o da (mérica do 9ul e das parcerias estraté$icas em 3m#ito mundial :J) O fortalecimento e a defesa da )aç*o !ni*o de interesses nacionais em con-u$aç*o com as reivindicações sociais e a ampla participaç*o democrática do povo Isto se manifesta numa aç*o comum nacional contra os intentos de dominaç*o imperialista na re$i*o.ecuç*o de uma estraté$ia de defesa nacional que asse$ure ao pa"s a so#erania so#re seu e. pr.spera e solidária. de um 1stado democrático e inovador de suas instituiçõesE um pa"s de alta tecnolo$ia.mico'financeira.nio e os recursos p=#licos Darantir os serviços p=#licos de qualidade Memocrati%aç*o do Poder Cudiciário.

terno para $arantir $est*o efica% Implantaç*o das ouvidorias para criar canais de participaç*o popular >i. aca#ando com a vitaliciedade e possi#ilitando altern3ncia >ortalecer as >orças (rmadas enquanto instituições comprometidas com a ordem democrática e indispensáveis para defender a so#erania nacional Darantia do direito 6 comunicaç*o. #iocom#ust"veis. da tecnolo$ia e da inovaç*o Mefinir um Plane-amento 1straté$ico de Mesenvolvimento 9eu conte=do indica ro#usto investimento p=#lico e forte papel re$ulador do 1stado Buscar a condiç*o de pot2ncia ener$ética e.rios conforme as re$iões de e. com a a#ertura de acesso $ratuito aos meios de comunicaç*o de massa. especialmente.rio nacional.clusiva produç*o de alimentosE o plantio dos elementos a$r"colas para produç*o de ener$iaE e a conservaç*o e utili%aç*o cient"fica da #iodiversidade. as reservas de petr. pot2ncia ener$ética.$ica permanente Mefiniç*o de marcos re$ulat. de ampliaç*o e fortalecimento do mercado interno e das empresas nacionais Construç*o de uma #ase industrial voltada para a produç*o de maior valor a$re$ado e de instituições e re$ras que criem um sistema avançado de inovaç*o tecnol. so#retudo de mal&a ferroviária que cu#ra o territ. com pro$resso da ci2ncia. ener$ias renováveis e dom"nio do ciclo completo do átomo para fins pac"ficos Construç*o permanente de ampla infraestrutura. monta$em dos meios para estender a nave$aç*o fluvial e de ca#ota$em e edificaç*o de portos O plane-amento deve en$lo#ar decisões de uma pol"tica econ.plorando.pansiva.ar mandato para ministros do 9upremo +ri#unal >ederal. so#eranamente.leo.mica e. em especial da área do pré'sal e com a diversificaç*o da matri%. em prol dos partidos e dos movimentos sociais Be$ime federativo que permita associar os tr2s n"veis da >ederaç*o em iniciativas e planos con-untos :/) )aç*o desenvolvida. na ind=stria farmac2utica .ploraç*o a$r"cola Mestinar terras para a e.e.

como7 9udene e Banco do )ordesteE 9udam e Banco da (ma%. a partir de aperfeiçoamento e atuali%aç*o da CL+ e com a $arantia plena da or$ani%aç*o sindical desde o local de tra#al&o Luta por mais empre$os. adolescentes. )orte e Centro'Oeste.ual Darantia dos direitos de crianças. mel&ores saláriosE salário i$ual para tra#al&o i$ual entre &omens e mul&eresE pelo respeito e ampliaç*o dos direitos tra#al&istas e previdenciáriosE pela formali%aç*o do mercado de tra#al&oE e. so#retudo. fortalecimento e criaç*o de entes estatais. &armoni%aç*o. e pol"ticas de acessi#ilidade universal para as pessoas com defici2ncia +ratamento das tensões e diferenças no 3m#ito do povo sempre em prol do fortalecimento da unidade da )aç*o :@) 9uperar desi$ualdades re$ionais Mesenvolvimento &arm. efetivaç*o e $arantia dos direitos das etnias ind"$enas O 1stado com#aterá as opressões e discriminações que desrespeitem a li#erdade reli$iosa.nica Besolver as contradições e tensões e. pela reduç*o constitucional da -ornada de tra#al&o sem reduç*o salarial.istentes no 3m#ito do povoE promoç*o da i$ualdade social para que avance a construç*o de uma sociedade solidária e &umanista Luta prioritária contra o racismo e por pol"ticas de promoç*o da i$ualdade social para os ne$rosE proteç*o. $arantindo o pro$resso de todas as re$iões Pol"tica de desenvolvimento especial para )ordeste. com #ase nos avanços da produtividade do tra#al&o ::) <ida social &arm.:5) <alori%aç*o do tra#al&o Bevers*o da atual transfer2ncia de renda da esfera do tra#al&o para o capital Memocrati%ar o sistema de relações sociais do tra#al&o.niaE 9udeco e a criaç*o de um Banco de fomento para a re$i*o Centro' Oeste .nico e inte$rado 8edidas de reduç*o pro$ressiva das desi$ualdades re$ionais. -ovens e idosos. e a livre orientaç*o se. #aseada em fortes investimentos p=#licos e incentivos fiscais Bevitali%aç*o.

prias 1ntretanto. &o-e relativamente adormecido. compat"veis com as atuais e. %oneamento econ. ou se-a.mico que $aranta ao povo tra#al&o e vida di$na :A) Mefesa da cultura #rasileira Luta permanente por sua afirmaç*o e florescimento 1nfrentamento da press*o ideol. e adotar pol"ticas p=#licas de com#ate 6 viol2ncia praticada contra as mul&eres :F) Proteç*o do meio am#iente 9o#erania nacional. nada) quanto do NsantuarismoO.rico material e imaterial de todas as re$iões . dos recursos &"dricos Plane-amento do uso e ocupaç*o do solo.ploraç*o predat. que paralisa o desenvolvimento Com#ate ao desmatamento.ria Kse$undo a qual o crescimento econ. li#ertando suas ener$ias ( emancipaç*o das mul&eres é o#ra da luta em primeiro lu$ar delas pr.nia 4 necessário asse$urar o equil"#rio ecol. necessitam do empen&o da sociedade (sse$urar tais direitos na esfera do tra#al&o.$ica estran$eira. mas que sustenta a acumulaç*o capitalista.mico é tudo e a proteç*o am#iental. desenvolvimento e proteç*o do meio am#iente.i$2ncias de um desenvolvimento sustentável Luta que promove o avanço civili%acional e é indispensável para $arantir a qualidade de vida no planeta 9uperar a concepç*o dos defensores tanto da e. em tudo distinta do salutar interc3m#io entre os povos Darantir o fomento 6s lin$ua$ens art"sticas e e. da educaç*o e sa=de.:H) 1mancipaç*o das mul&eres 4 uma condiç*o para o pro$resso social (proveitar o imenso potencial das mul&eres.$ico e est"mulo ao uso de ener$ias renováveis Proteç*o de todos os #iomas do pa"s. defesa da fauna. o preservacionismo estático da nature%a.$ico e promover o desenvolvimento socioecon.pressões culturais Preservar o patrim.mico'ecol. com destaque para a (ma%. na lei e na vida. a transformaç*o nas relações entre $2neros e a i$ualdade inte$ral de direitos.nio &ist.$ica que atua para impor uma &e$emonia cultural e ideol.

e manifestações culturais do pa"s >ortalecer a identidade e a diversidade cultural do povo #rasileiro, com pol"ticas que $erem autonomia, prota$onismo e li#erem sua capacidade criativa Beforço das instituições p=#licas que defendam, fomentem e difundam a produç*o cultural e art"stica #rasileira, fortalecendo o 9istema )acional de Cultura, $arantindo orçamento vinculado em todos os n"veis de $overno e promovendo o plane-amento estraté$ico para o setor (sse$urar o acesso a #ens e serviços culturais como quest*o central da cidadania Incorporar o sa#er, a criatividade, a inovaç*o e o con&ecimento como #ase da economia #rasileira do século XXI e dos séculos vindouros, mantendo uma pol"tica de 1stado para ro#ustecer a ind=stria cultural #rasileira e asse$urar o crescimento do mercado interno :G) 9o#erania nacional e inte$raç*o solidária Pol"tica e,terna independente, correspondente a um novo lu$ar e um novo papel pro$ressista do Brasil no mundo em que prevaleçam os valores de cooperaç*o, conviv2ncia democrática, direito internacional, defesa da pa% e da solidariedade com os povos e nações Inte$raç*o solidária da (mérica do 9ul, parcerias estraté$icas com 1stados semel&antes e diversificaç*o do comércio e,terior com prioridade para as relações 9ul'9ul Pela sua dimens*o estraté$ica, lutar para fortalecer a !ni*o das )ações 9ul' (mericanas K!nasul) Minami%ar e ampliar o 8ercosul, reforçando seu caráter de uni*o aduaneira e mercado interno comum, e dando'l&e maior institucionalidade, com o fortalecimento do Parlasul e outros entes @J) Memocrati%aç*o da sociedade Com#ater a enorme in-ustiça social do pa"s, tendo como diretri% que cada cidad*o ten&a os mesmos direitos e condições para o seu desenvolvimento Para superar pro$ressivamente a po#re%a, asse$urar 6s pessoas mar$inali%adas um con-unto #ásico de recursos e direitos sociais Continuidade e e,pans*o de reformas estruturais democráticas que elevem o

denominador comum de direitos e qualidade de vida +ais reformas devem envolver a maioria da )aç*o, as or$ani%ações populares, os $overnos pro$ressistas, os setores empresariais comprometidos com a causa patri.tica

+omo

financiar

o

desenvolvimento

@1) O crescimento econ;mico acelerado e duradouro requer uma elevaç*o su#stancial dos investimentos Isso s. será poss"vel com a invers*o da l.$ica rentista predominante em uma nova concepç*o desenvolvimentista 1ssa demanda e,i$e uma reforma do 9istema >inanceiro )acional, tendo por o#-etivo fortalecer continuamente o sistema p=#lico financeiro como polo #ancário fundamental para o desenvolvimento nacionalE vincular a aç*o do Banco Central do Brasil ao o#-etivo do desenvolvimentoE direcionar o sistema #ancário comercial para o financiamento, em especial de lon$o pra%o, dos investimentos de $rande massa de empresas @/) O financiamento do )P)M, por um lado, e,i$irá tam#ém uma mudança no perfil da d"vida p=#lica, diminuindo seus custos e aumentando seus pra%os, #em como a adoç*o de pol"ticas monetária e fiscal, e,pansivas O esforço pela diminuiç*o da ta,a de -uros e dos spreads #ancários poderá tornar os investimentos produtivos mais atraentes e aliviará o Orçamento da !ni*o do $rande peso da rola$em da d"vida p=#lica (lém disso, essas medidas forçar*o o sistema #ancário a assumir os riscos de financiamento da produç*o, dando liquide% e ritmo ao crescimento Por outro, o Banco )acional de Mesenvolvimento 1con;mico e 9ocial KB)M19), ao fornecer crédito de lon$o pra%o a -uros ra%oáveis, impulsionará o investimento p=#lico estraté$ico e servirá tam#ém de est"mulo ao capital privado ( superaç*o da l.$ica rentista a#rirá possi#ilidades para um mel&or aproveitamento do potencial dos fundos p=#licos de poupança compuls.ria >ortalecer as empresas estatais aumentando a participaç*o do 1stado e criar outras em

setores estraté$icos da economia !tili%ar as rique%as minerais com destaque para as reservas do pré'sal para financiar o desenvolvimento e o pro$resso social Persistir na inte$raç*o financeira e monetária com os demais pa"ses da (mérica do 9ul e com outras nações em desenvolvimento +al iniciativa tornará o pa"s menos suscet"vel 6s imposições do d.lar O >undo 9o#erano do Brasil deve ser fortalecido para a-udar no financiamento do desenvolvimento O capital estran$eiro, se$undo re$ras do )P)M, contri#uirá para o desenvolvimento nacional, desde que direcionado para o investimento e o financiamento de pro-etos produtivos de interesse nacional 1stas diretri%es s. surtir*o efeitos plenos se com#inadas com uma pol"tica cam#ial administrada para asse$urar a competitividade das e,portações #rasileiras e defender contra a especulaç*o a moeda e a economia nacionais

2eformas

para

o

avanço

do

NPND

@5) O )P)M inclui as reformas que compõem o esforço de democrati%aç*o da sociedade #rasileira nas condições atuais 0 pol"tica, educacional, tri#utária, a$rária, ur#ana, meios de comunicaç*o e fortalecimento do 9istema Tnico de 9a=de K9!9), da se$uridade social e se$urança p=#lica a Beforma pol"tica ampla, democrática deve asse$urar o pluralismo partidário, res$uardar o sistema proporcional, fortalecer os partidos e ampliar a li#erdade pol"ticaE implantar um novo sistema de representaç*o pol"tico' eleitoral com financiamento p=#lico de campan&as e voto em listas partidárias Instituir formas de democracia participativa e direta, além da representativa Com#ater a renitente investida para restrin$ir o pluralismo partidário # Beforma nos meios de comunicaç*o de massas tem um papel estraté$ico O direito 6 comunicaç*o é indispensável 6 cidadania e 6 democracia 4 preciso com#ater a monopoli%aç*o do setor, revisar os critérios de concess*o

esta#elecer um novo marco re$ulat. e. fi. cr"tico e laico (cesso e perman2ncia dos estudantes 6 educaç*o p=#lica em todos os n"veis Controle p=#lico so#re o ensino privado. a $arantir que a educaç*o. pro$ressivamente inte$ral 1rradicaç*o do analfa#etismo >ortalecimento do caráter estraté$ico da educaç*o superior p=#lica.para o setor privado.micos dos setores dominantes. estimular a inclus*o di$ital. multiplicar a radiodifus*o comunitária. $arantindo sua qualidade e seu caráter cient"fico. se-a fator de superaç*o da desi$ualdade social d Beforma tri#utária pro$ressiva que tri#ute mais os detentores de fortunas.tens*o que coloquem 6 disposiç*o do povo a produç*o cient"fica das universidades Pol"tica de financiamento que amplie o percentual do PIB destinado 6 educaç*o e controle da aplicaç*o dos recursos 1ssa reforma no seu con-unto visa. rique%as e rendas elevadas 1special tri#utaç*o so#re a especulaç*o e o rentismo Mesoneraç*o da produç*o e do tra#al&o +ri#utaç*o direcionada para a reduç*o das desi$ualdades re$ionais e sociais >im dos privilé$ios socioecon. defender a produç*o nacional em face de tentativas de invas*o estran$eira c Beforma da educaç*o que consolide um 9istema )acional de 1ducaç*o. relacionada com o tra#al&o e o desenvolvimento. rever os critérios p=#licos de pu#licidade oficial. com democrati%aç*o de acesso.ar mecanismos de controle social.pans*o e sustentaç*o da qualidade Investimento si$nificativo e sistemático em pesquisa Pol"ticas de e. &o-e menos tri#utados que a maioria assalariada .rio )a luta pela democrati%aç*o da m"dia é preciso dar 2nfase 6 defesa da produç*o e da cultura nacional. tam#ém. com prioridade para a educaç*o p=#lica e $ratuita. valori%ando a diversidade re$ional e a produç*o independenteE no processo de conver$2ncia di$ital. impedindo a sua desnacionali%aç*o >ormaç*o e valori%aç*o dos profissionais da educaç*o !niversali%aç*o do ensino #ásico. fortalecer um sistema p=#lico de comunicaç*o.

emparedada por poderosos interesses de $randes proprietários rurais. se$uro a$r"cola. saneamento am#iental. preços m"nimos.lios estran$eiros a$ropastoris. em re$ime cooperativo.e ( Beforma a$rária. como moradia di$na e infraestrutura.mica e social pro$ressista O 2. se$urança p=#lica. conforme o 1statuto da Cidade Construir o 9istema )acional de Pol"tica !r#ana .ito da reforma a$rária na etapa atual depende da concentraç*o da luta em torno de um alvo definido7 eliminaç*o da $rande propriedade territorial improdutiva e aproveitamento das $randes parcelas de terras devolutas do 1stado ( terra deve ser parcelada em forma de propriedade familiar. esporte e la%er 8o#ili%aç*o popular para que se avance no processo de re$ulari%aç*o fundiária e com#ate 6 especulaç*o imo#iliária 1. atraindo os proprietários médios e pequenos e #aseando'se no campesinato. e direcionada para uma a$roind=stria avançada 1levar a qualidade de vida dos tra#al&adores e de suas fam"lias (tuali%ar os "ndices que medem a atividade rural produtiva (sse$urar a funç*o social da propriedade da terra Coi#ir a compra de terras por estran$eiros Com#ate 6 $rila$em ( mo#ili%aç*o social diri$ida contra o latif=ndio improdutivo e os monop. a equipamentos. no proletariado rural e na maioria do povo f Beforma ur#ana que $aranta direitos e serviços ao povo.i$ir do 1stado plane-amento ur#ano democrático (plicaç*o dos dispositivos constitucionais e le$ais como a funç*o social da propriedade. neutrali%ando os proprietários capitalistas produtivos.tensiva atrasada ( reforma tem uma finalidade econ. com acesso ao crédito e 6 técnica. mo#ilidade ur#ana. transporte p=#lico com 2nfase no transporte coletivo. precisa ser reali%ada ( produç*o capitalista dominante no campo $era uma realidade contrastante entre propriedades de produç*o intensivo'moderna e de produç*o e. cultura.

e. constituindo um 9istema Tnico de 9e$urança P=#lica que ten&a a participaç*o solidária e o controle da sociedade Beali%ar ações prioritariamente preventivas e de repress*o 6 viol2ncia criminal Com#ate ao crime or$ani%ado e ao narcotráfico @:) 1sse con-unto de reformas articuladas e o fortalecimento dos serviços p=#licos nomeados podem orientar a aç*o pol"tica or$ani%ada de amplo movimento democrático. cu-o valor acompan&e o crescimento econ. normas e limites para a sa=de $erida por $rupos privados 0 que. democrática e eficiente. devem ser su#stitu"dos pelo re$ime =nico de sa=de p=#lica ?umani%aç*o do sistema de sa=de <alori%aç*o dos profissionais e dos $estores do setor & >ortalecimento e ampliaç*o da 9e$uridade 9ocial (lém do direito 6 sa=de. e $arantir mel&ores rendas aos aposentados e pensionistas. estados e munic"pios. contrapondo'se aos o#stáculos conservadores pol"ticos e econ.mico do pa"s Consolidar o 9istema Tnico de (ssist2ncia 9ocial K9!(9) para $arantir o preceito constitucional de acesso universal 6 proteç*o social em todos os ciclos da vida i >ortalecimento da se$urança p=#lica (doç*o de uma nova pol"tica nacional de se$urança orientada pelo direito fundamental do cidad*o a uma vida com pa% e se$urança Pol"tica fundada na inte$raç*o entre !ni*o. o 1stado deve asse$urar a prestaç*o universal e de qualidade de serviços p=#licos e direitos concernentes 6 previd2ncia e 6 assist2ncia social !niversali%ar a co#ertura da previd2ncia social incorporando todos os tra#al&adores. por outro. inclusive os do setor informal 0 &o-e e. dando' l&e qualidade superior que reverta o .nus e o sofrimento para o povo Por um lado. $est*o moderna.clu"dos 0.$ >ortalecimento do 9istema Tnico de 9a=de K9!9). maiores investimentos no sistema.micos dominantes ( -ornada para reali%á' . em perspectiva.ercida pelo poder p=#lico e.

plenamente so#erana. -usta e $enerosa com seus fil&os e solidária com os povos do mundo (provado no 1/R Con$resso do Partido Comunista do Brasil' PCdoB 9*o Paulo. em /F de maio de 1GA@.php?id_documento_arquivo=1 %statuto do Partido +omunista do Brasil P+doB Versão atualizada no Congresso Extraordinário. na fase atual. forte e influente no mundo.org. em agosto de 2010 +ap(tulo I 3 Do Partido (rti$o 1R O Partido Comunista do Brasil. fiel representante dos interesses do povo . e a todos os #rasileiros compromissados com o pa"s e com o pro$resso social Os comunistas alicerçados na força e na luta do povo est*o c&amados a construir um PCdoB forte 6 altura dos desafios desta $rande causa 4 &ora de for-ar. pol"ticas e culturais do povo #ortalecer a Nação$ lutar pelo socialismo @@) 1sta é a proposta deste Pro$rama 9ocialista para o Brasil 1sta é a mensa$em de esperança e luta do PCdoB ao povo e aos tra#al&adores.las canali%a ener$ias para responder 6s necessidades crescentes materiais. democrática e popular que impulsione a -ornada li#ertária para que o mais #reve poss"vel. uma ampla aliança nacional.JA de novem#ro de /JJG http://www. neste século XXI. aos seus aliados. o Brasil se torne uma naç*o livre. fundado em /@ de março de 1G//. no curso da luta.pcdob. é o partido pol"tico da classe operária e do con-unto dos tra#al&adores #rasileiros.br/documento. reor$ani%ado em 1A de fevereiro de 1GH/ e le$ali%ado.

press*o e continuaç*o da elevada tradiç*o de lutas do povo #rasileiro. e. e desenvolvidos para atender 6 realidade do nosso tempo e 6s e. ap. inspirados pelos valores da i$ualdade de direitos.tra#al&ador e da naç*o Or$ani%aç*o pol"tica de van$uarda consciente do proletariado. de uma moral e ética proletária. e 1n$els. no esp"rito do internacionalismo proletário. que . desenvolvida por L2nin e outros revolucionários mar. o PCdoB se re$e.ia a luta antiimperialista de todos os povos por sua emancipaç*o nacional e social. renovados com os ensinamentos da e.peri2ncia socialista do século XX. nos marcos da le$islaç*o vi$ente do pa"s.tica e antiimperialista. patri. $uia'se pela teoria cient"fica e revolucionária ela#orada por 8ar.ploraç*o e opress*o capitalista e imperialista <isa a conquista do poder pol"tico pelo proletariado e seus aliados. maiores de 1A Kde%oito) anos.istas O Partido Comunista do Brasil luta contra a e. de compromisso militante e aç*o transformadora contempor3nea ao século XXI. propu$nando o socialismo cient"fico +em como o#-etivo superior o comunismo (firmando a superioridade do socialismo so#re o capitalismo.i$2ncias de nosso pa"s e nossa $ente (o mesmo tempo.sitos. &umanista e democrática Para levar adiante seus prop. so#erania nacional e pela pa% mundial O Partido Comunista do Brasil é uma or$ani%aç*o de caráter socialista. no $o%o de seus direitos pol"ticos. alme-a retomar um novo ciclo de luta pelos ideais socialistas. li#erdade e solidariedade. pelo presente 1statuto +ap(tulo II 3 Os mem!ros do Partido (rti$o /R ' O Partido Comunista do Brasil KPCdoB) é uma associaç*o livre e voluntária de cidad*os e cidad*s.

#em como propor'l&e a assinatura dU( Classe Operária e a participaç*o nos cursos de formaç*o te. a ele poder*o filiar'se -ovens eleitores maiores de 1H Kde%esseis) anos 9er mem#ro do Partido si$nifica empen&ar'se pela construç*o da unidade de amplas massas populares. a aplicaç*o das suas orientações.aceitam seu Pro$rama e 1statuto 1m caráter e.cepcional. esta#elecer com ele a contri#uiç*o financeira ao Partido. da so#erania nacional e pelo socialismo ( condiç*o de mem#ro do Partido implica em direitos e deveres que se v*o constituindo mediante um processo consciente e pro$ressivo. pelo avanço da democracia.imo de 5J dias ( filiaç*o será re$istrada nos cadastros partidários e comunicada 6 Custiça 1leitoral O or$anismo que admitir a filiaç*o deve indicar ao novo mem#ro do Partido o or$anismo ao qual deve se vincular. por intermédio da >ic&a )acional de >iliaç*o. diri$entes de outros Partidos e personalidades da sociedade civil deverá . esclarecer seus direitos e deveres. e. dos setores democráticos e pro$ressistas na luta por i$ualdade de direitos e di$nidade para o povo #rasileiro. detentores de car$os eletivos. em caráter individual.rico'pol"tica Pará$rafo 1R 0 ( filiaç*o de l"deres de recon&ecida e. a sustentaç*o material e financeira do Partido. a milit3ncia em uma das or$ani%ações partidárias. o estudo e a divul$aç*o das suas ideias e propostas (rti$o 5R 0 ( condiç*o de mem#ro do Partido inicia'se com a filiaç*o.pressando a aceitaç*o do Pro$rama e do 1statuto ( proposta de filiaç*o deve ser a#onada por um mem#ro do Partido e aprovada por uma das or$ani%ações partidárias ( admiss*o formal deve ser comunicada ao novo filiado num pra%o má.press*o. com a filiaç*o.

com a luta em defesa dos direitos do povo. a ser aprovada pelas Comissões Pol"ticas 1staduaisE Pará$rafo 5R 0 para a desfiliaç*o. que empreende esforços permanentes para elevar sua consci2ncia pol"tica. aplicar suas orientações $erais e comprometer'se com a promoç*o da di$nidade da pessoa &umana. da so#erania nacional e pelo socialismo (rti$o @R 0 OsKas) militantes s*o as #ases da força do Partido -unto aos tra#al&adores e ao povo 9*o osKas) filiadosKas) que atuam re$ularmente em uma das suas or$ani%açõesE est*o em dia . votar em seus candidatos. ouvida a opini*o da Comiss*o Pol"tica )acionalE Pará$rafo /R 0 em situações especiais poderá ser solicitada apenas a filiaç*o interna. sua participaç*o na vida partidária e seu compromisso militante 9*o seus direitos7 participar nas reuniões partidárias. da li#erdade. o mem#ro do Partido deverá comunicá'la por escrito 6 Or$ani%aç*o de Base em que atua ou ao Comit2 8unicipal (rti$o :R 0 Os filiados e filiadas s*o um patrim.ter a anu2ncia do Comit2 1stadual. mediante o#tenç*o da Carteira )acional do 8ilitante e passando a atuar re$ularmente em uma das or$ani%ações partidárias 9*o seus deveres7 apoiar as causas e campan&as do Partido. para ele$er e ser eleitoKa) nas inst3ncias partidárias.r$*os de direç*o partidária no 3m#ito em que atua OKa) filiadoKa) pode por sua livre vontade passar 6 condiç*o de militante. opinar e contri#uir na ela#oraç*o da lin&a pol"tica partidária e manifestar'se perante os .nio pol"tico do Partido.

ar de aplicar.ricas e práticas nas inst3ncias partidárias de que fi%er parteE manter suas opiniões. e elevar seu n"vel de cultura e consci2ncia pol"tica Mevem %elar pelo &onroso t"tulo de militante comunista. sendo e. da ela#oraç*o da lin&a pol"tica do Partido e das discussões acerca das questões pol"ticas. se diver$entes. &onrade% e sinceridade com seus compan&eiros e compan&eiras ( condiç*o de militante será comprovada pela Carteira )acional do 8ilitante.pressando livremente as suas opiniões. sem dei.emplo de luta. as ideias e propostas partidárias OsKas) militantes esforçam'se continuamente por aumentar seus v"nculos com os tra#al&adores e o povo. cultivando elevados padrões éticos e morais.i$ir sua participaç*o pessoal e o mais amplo direito de defesa sempre que se trate de resolver so#re sua posiç*o ou conduta .rias de sustentaç*o do PartidoE estudam. te. acatam e aplicam suas decisõesE difundem a orientaç*o. defender e difundir as decisões do PartidoE #) ele$er e ser eleitoKa) em qualquer inst3ncia partidária de que participeE c) ser ouvidoKa) quanto 6 mel&or forma de contri#uir para a atividade do Partido. emitida em termos de norma do Comit2 Central (rti$o HR 0 +odoKa) militante do Partido tem os mesmos direitos e deveres I 0 9*o seus direitos7 a) participar. em uma das suas or$ani%açõesE encamin&ar su$estões e propostas por intermédio de seu or$anismo e pedir informações a qualquer inst3ncia superiorE apelar de decis*o disciplinar a seu respeitoE e.com as contri#uições financeiras o#ri$at. devidamente re$istrada nos cadastros partidários. de solidariedade ao povo e respeito 6 coisa p=#lica. e.

contri#uir para o desenvolvimento da sua lin&a pol"tica. resid2ncia ou área de milit3ncia que implique em alteraç*o do seu or$anismo de atuaç*oE e) com#ater todas as formas de opress*o e prestar solidariedade aos que s*o alvo de quaisquer manifestações de perse$uiç*o pol"tica ou discriminaç*o social. moradia. e. área ou setor de atuaç*o.ual. e as relativas 6 condiç*o da criança e do adolescente.ercer e estimular a prática da cr"tica e autocr"ticaE informar so#re mudança de local de tra#al&o. racista ou étnica. respeitando as decisões democráticas que ali se tomam e contri#uindo para o fortalecimento e desenvolvimento da entidadeE d) prestar contas ao coletivo da sua atividade partidária. dos idosos e portadores de necessidades especiaisE &ipotecar plena solidariedade 6 luta dos tra#al&adores e dos povos em defesa da so#erania nacional e de sua emancipaç*o social.II 0 9*o seus deveres7 a) atuar de acordo com os princ"pios e normas do presente 1statuto. para a filiaç*o de novos mem#ros. de orientaç*o se. pela pa% e contra o imperialismo +ap(tulo III 3 Os 4uadros do Partido (rti$o FR ' . de $2nero. a revista te. reli$i*o. o#servando a disciplina partidáriaE atuar re$ularmente em uma das or$ani%ações do Partido. o Portal do Partido na internet e as demais pu#licações do PartidoE participar das atividades partidárias de formaç*oE c) associar'se 6 entidade ou or$ani%aç*o de massa relacionada com seu tra#al&o. aplicar as suas decisões e defender a sua unidade de aç*o pol"ticaE #) possuir a Carteira )acional do 8ilitante como comprovaç*o de estar em dia com as o#ri$ações de sustentaç*o financeira do PartidoE ler e difundir o -ornal ( Classe Operária.rica.

ideol.emplares dos deveres dos militantes Os quadros se formam mediante processo la#orioso e prolon$ado. a partir de comprovada atuaç*o re$ular em uma das or$ani%ações partidárias. como mem#ros de comissões au.r$*os de direç*o partidária. ou atuam -unto aos . por tarefa partidária. reali%am esforço pessoal permanente por elevar o dom"nio do mar. em funções técnicas de assessoria 6s #ancadas e 6 direç*o partidária (rti$o AR 0 . na atividade institucional e na direç*o de or$ani%ações de massasE c) atuam.ercem atividades de representaç*o pol"tica eletiva ou por indicaç*o do Partido. cient"ficas e culturais.$ica e or$3nica do Partido 9*o os cumpridores e.iliares ou em outras funções de apoioE #) e.$ico com a causa socialista. firme disciplina pessoal e salva$uarda do centralismo democrático na vida partidária s*o o maior est"mulo 6 coes*o e 6 força do Partido Vuadros s*o osKas) militantes que. no 3m#ito das atividades estatais. com#inando o tra#al&o coletivo e o esforço individual 9ua pro$ressiva educaç*o comunista pressupõe assumir e cumprir as tarefas partidárias que l&e s*o dele$adas. acad2micas. delas prestando contas. li$aç*o com o povo. seu desprendimento e dedicaç*o 6s tarefas que l&e foram desi$nadas.Os quadros s*o a coluna verte#ral da estrutura partidária 9*o os principais responsáveis pela unidade do Partido em torno de seus princ"pios e de sua orientaç*o.ismo'leninismo e da lin&a pol"tica do PartidoE est*o ri$orosamente em dia com suas o#ri$ações financeiras -unto ao PartidoE e que7 a) s*o eleitos para funções de direç*o de Comit2s partidários. #em como pela permanente construç*o pol"tica. com esp"rito cr"tico e autocr"tico e %elo pela causa partidária 9eu firme compromisso ideol.

press*o do seu compromisso com a or$ani%aç*o partidária. como favoritismo. assim constitu"dos7 a) Contri#uições anuais equivalentes a pelo menos 1W Kum por cento) do salário ou renda mensal. dentro das possi#ilidades de cada um. potencialidade e disponi#ilidade de cada um.ilitante (rti$o GR ' ( contri#uiç*o financeira do mem#ro do Partido é e. com #ase em critérios que atendam aos interesses do coletivo. ouE #) contri#uições mensais de militantes e quadros. promoç*o e distri#uiç*o. #urocratismo e práticas corrompidas <alori%a osKas) que atuam como profissionais da atividade partidária. para $arantir tais compromissos. sendo o piso esta#elecido com #ase no salário m"nimo. cu-a arrecadaç*o será $erida pelos Comit2s 1staduais.$ica. seu papel social e pol"tico Postula equil"#rio entre a preservaç*o de e. de acordo com a capacidade.( pol"tica de quadros do Partido estimula em todos os n"veis a sua formaç*o e acompan&amento permanente. como fator de educaç*o continuada dos comunistas +ap(tulo I5 3 Da contri!uição financeira e da +arteira Nacional . numa soma de esforços Mefine as tarefas principais para as quais s*o destacadosKas) no tra#al&o partidário Com#ate tend2ncias al&eias 6 cultura pol"tica dos comunistas. equivalentes a pelo menos 1W Kum por cento) do salário ou renda mensal. seus ideais e sua luta ( estruturaç*o material e a sustentaç*o da atividade partidária e dos Comit2s s*o responsa#ilidade coletiva de todos os seus mem#ros. carreirismo. cu-a arrecadaç*o será $erida pelo Comit2 Central ouE . que devem se empen&ar. avaliaç*o. promovendo sua crescente capacitaç*o pol"tica e técnica. individualismo. cultural e ideol.peri2ncia e a altern3ncia das funções desempen&adas pelos quadros na atividade partidária.

traordinárias. mensais ou e. nos termos de norma do Comit2 Central Pará$rafo 1R 0 Os Comit2s partidários. e a ampla iniciativa de aç*o por parte de cada militante e de todas as suas or$ani%ações.ecutivo. #em como para participar de atividades em que os or$anismos de direç*o decidam e. esta#elecer*o normas para a partil&a dos recursos arrecadados entre as diversas inst3nciasE Pará$rafo /R 0 as or$ani%ações partidárias poder*o empreender campan&as coletivas de arrecadaç*o de fundos visando 6 quitaç*o da contri#uiç*o esta#elecida na al"nea XaX. referente aosK6s) militantes do Partido que est*o desempre$adosKas) ou n*o possuem rendimento pr. eletivos ou comissionados indicados pelo Partido. ou em funções de confiança do Le$islativo ou do 1. so# um =nico centro diri$ente7 o .rio da condiç*o de militante do Partido e documento indispensável para ele$er e ser eleitoKa) nas inst3ncias partidárias.press*o das opiniões pessoais de forma livre e responsável. como fator ativo da construç*o das orientações partidárias. em cada n"vel.i$ir a sua apresentaç*o 9erá renovada pelo Comit2 Central para todos osKas) mem#ros do Partido que contri#uem financeiramente com o Partido na forma das al"neas do arti$o GR +ap(tulo 5 3 O +entralismo Democr6tico (rti$o 11 ' ( estruturaç*o e o desenvolvimento da vida partidária assentam'se no princ"pio do Centralismo Memocrático O Centralismo Memocrático estimula a e.c) contri#uições especiais. dos mem#ros do Partido que estiverem no e.prio (rti$o 1JR 0 ( Carteira )acional de 8ilitante é instrumento compro#at.erc"cio de car$os p=#licos.

o para cima.dica e informaç*o re$ular dos or$anismos diri$entes do Partido 6s inst3ncias que os ele$eram e ao coletivo partidárioE e) estrito respeito 6 institucionalidade. com li#erdade de opini*o pessoal. tomadas por consenso ou maioria. o Comit2 Central O Partido a$e como um todo uno. como construç*o coletiva. estando em dia com suas o#ri$ações perante o PartidoE #) eleiç*o de todos os or$anismos diri$entes do Partido de #ai. nos termos deste 1statuto. se$undo sua condiç*o de filiadoKa) ou militanteE direito de ele$er e ser eleitoKa) para as inst3ncias partidárias. se visa a coes*o pol"tica e ideol. so# o primado de uma disciplina livre e conscientemente assumida ( unidade é a força do Partido Com a aplicaç*o e o desenvolvimento criativos do Centralismo Memocrático. s*o válidas para todosE o interesse individual. das normas e re$imentos do Comit2 Central II 0 O centralismo asse$ura a indispensável unidade de aç*o pol"tica de todo o Partido e si$nifica que7 a) as decisões coletivas.Con$resso do Partido e. ou da minoria. 6 pro#idade e 6 impessoalidade na conduç*o das atividades do Partido. su#ordina'se ao do coletivo. nos or$anismos so#re as orientações partidáriasE d) prestaç*o de contas peri. entre um e outro Con$resso. so# o primado da unidade de aç*o pol"tica de todo o Partido I 0 ( democracia é um #em fundamental da vida interna do Partido e si$nifica7 a) i$ualdade de direitos e deveres entre todos os seus mem#ros. sendo que a inst3ncia que ele$e pode destituir osKas) eleitosKas)E c) de#ate amplo.$ica do Partido. ou da maioriaE #) as decisões adotadas por or$anismos superiores s*o válidas para todas as or$ani%ações so# sua -urisdiç*oE decisões adotadas pelo Con$resso e pelo Comit2 Central s*o .

rias para todo o PartidoE c) as diver$2ncias de opiniões n*o e. municipais e locais. em cada estado da >ederaç*o e no Mistrito >ederal. inst3ncias intermediárias estaduais. entendidas como atividade or$ani%ada de mem#ros ou or$ani%ações do Partido 6 mar$em da estrutura partidária. e as Convenções 1leitorais 8unicipaisE d) (ssem#leias de Base e Or$ani%ações de Base Pará$rafo Tnico 0 9e$undo e. temporárias ou permanentes +ap(tulo 5I 3 Normas gerais do sistema de organi ação e funcionamento do Partido (rti$o 1/ 0 O Partido constitui'se num sistema de or$ani%ações articuladas. por deli#eraç*o do Comit2 Central.prias. poder*o ser criados Comit2s com #ase em outros critérios. mantidas as disposições deste 1statuto (rti$o 15 0 . e a Convenç*o 1leitoral )acionalE #) Confer2ncias 1staduais e Comit2s 1staduais. compreendendo inst3ncias e or$anismos superiores nacionais.imem seus mem#ros da o#ri$aç*o de aplicar. assim definidos7 a) Con$resso do Partido e Comit2 Central. em cada munic"pio da >ederaç*o e nas re$iões administrativas do Mistrito >ederal.i$2ncias da aç*o pol"tica e estruturaç*o partidária. em torno de propostas ou plataformas pr. 1stadual ou 8unicipal. e as Convenções 1leitorais 1staduaisE c) Confer2ncias 8unicipais e Comit2s 8unicipais. dispostas se$undo o critério da divis*o territorial administrativa do pa"s. pessoais ou coletivas. defender e difundir as orientações partidáriasE d) n*o s*o admitidas tend2ncias e facções.o#ri$at. de caráter deli#erativo.

r$*os consultivos. estadual ou municipalE c) >.ados 9uas deli#erações e indicações devem ser referendadas pelo respectivo Comit2 e s*o assim constitu"dos7 a) Confer2ncias )acionais. podem ser assumidas como e. poder*o ser constitu"dos >.runs t2m por o#-etivo sistemati%ar e controlar a implementaç*o das orientações partidárias 1les podem ser permanentes ou transit.runs em n"vel nacional. estadual ou municipal Pará$rafo 1R 0 (s Confer2ncias )acionais t2m por o#-etivo consultar o coletivo na ela#oraç*o do posicionamento pol"tico do Partido ou ela#orar pol"ticas pro$ramáticas nas áreas espec"ficas de atuaç*o e sa#er. reuniões setoriais e simp.O sistema de funcionamento partidário compreende tam#ém . que se destinam a reforçar os mecanismos &ori%ontais de ampla consulta. no 3m#ito nacionalE Pará$rafo /R 0 os 1ncontros t2m por o#-etivo de#ater o encamin&amento das orientações partidárias e reali%ar o controle de sua implementaç*oE Pará$rafo 5R 0 os >. em n"vel nacional. ela#oraç*o pol"tica e encamin&amento das orientações do Partido 9*o convocados pelo Comit2 da respectiva -urisdiç*o. sendo que suas ela#orações e propostas s.sios nos diversos n"veis. em n"vel nacionalE #) 1ncontros.press*o da opini*o do Partido se ratificadas pelo respectivo Comit2E (rti$o 1: 0 OsKas) inte$rantes dos Comit2s partidários s*o eleitosKas) .rios e sua composiç*o e o#-etivos s*o fi.ados por deli#eraç*o do Comit2E Pará$rafo :R 0 a critério do Comit2 Central e dos Comit2s 1staduais. com pauta e critérios de participaç*o por eles fi.runs de 8acro'Be$iões nacionais e estaduais para discuss*o e implementaç*o das orientações partidárias traçadas pelos respectivos Comit2sE Pará$rafo @R 0 poder*o ainda ser convocados seminários.

os mem#ros do Partido que se inscreverem na contri#uiç*o prevista na al"nea X#X do arti$o GR )o caso de detentores de car$os p=#licos.para um per"odo definido. de aç*o de massas e de estruturaç*o do Partido nos 3m#itos pol"tico. e será estimulada a eleiç*o de mul&eres. dever*o estar em dia com as contri#uições mensais previstas na al"nea XcX do referido arti$o (rti$o 1@ 0 Os Comit2s ele$er*o dentre os seus mem#ros a Comiss*o Pol"tica. 1staduais e 8unicipais indicar respectivamente oKa) l"der de #ancada na C3mara de Meputados. ideol. dos Comit2s 1staduais e 8unicipais nas cidades com mais de 1JJ mil &a#itantes.$ico e or$3nico. no intervalo entre uma e outra reuni*o do Comit2 respectivo Pará$rafo 1R 0 ( Comiss*o Pol"tica deve ter um n=mero de inte$rantes sempre inferior 6 metade do de mem#ros do Comit2E Pará$rafo /R 0 ( Comiss*o Pol"tica se re=ne ordinariamente a cada 5J Ktrinta) dias. poder*o ser eleitos mem#ros do Comit2 Central. 9enado >ederal. #em como de tra#al&adores e tra#al&adoras. se$undo este 1statuto Os Comit2s ser*o compostos por mem#ros titulares. nas (ssem#leias Le$islativas e C3maras dos <ereadores para inte$rar as respectivas Comissões Pol"ticasE . em especial de operáriosKas) Pará$rafo Tnico 0 9.erce o tra#al&o de direç*o pol"tica.traordinariamente sempre que convocada peloKa) Presidente ou pela maioria de seus inte$rantesE Pará$rafo 5R 0 >aculta'se aos Comit2s Central. que e. eletivos ou comissionados indicados pelo Partido. que este-am em dia com as o#ri$ações -unto ao Partido. ou e.

com mandato má. compostos de no m"nimo 5 Ktr2s) mem#ros.rios no 3m#ito de sua -urisdiç*o. responsáveis pelas 9ecretarias de Or$ani%aç*o.iliares. de Belações Institucionais e Pol"ticas P=#licas e outras. de Comunicaç*o. de 8ovimentos 9ociais. de acordo com as circunst3ncias de cada caso. esta#elecendo a ordem em que assumem interinamente as funções doKa) Presidente em caso de impedimentos temporários doKa) PresidenteE Pará$rafo FR 0 Os Comit2s ele$em. 9indical. em pra%o de até :@ Kquarenta e cinco) dias.ecutivas dos Comit2s ser*o esta#elecidas em re$imento aprovado pelo Comit2 CentralE Pará$rafo 1JR 0 ( Comiss*o Pol"tica do Comit2 Central . ele$e novoKa) PresidenteE Pará$rafo HR 0 )o caso do Comit2 Central poder*o ser esta#elecidos até 5 Ktr2s) <ice'presidentes. que possuem responsa#ilidades e. de >ormaç*o e Propa$anda.Pará$rafo :R 0 (o compor sua Comiss*o Pol"tica os Comit2s devem indicar o#ri$atoriamente Presidente e <ice' presidenteE Pará$rafo @R 0 OKa) Presidente representa re$ularmente a respectiva Comiss*o Pol"ticaE oKa) <ice'presidente cumpre as funções interinas nos casos de impedimento temporário doKa) Presidente. sendo que em caso de vac3ncia do car$o o respectivo Comit2.ecutivas e respondem pelas tarefas cotidianas perante a Comiss*o Pol"ticaE Pará$rafo AR 0 (s Comissões Pol"ticas do Comit2 Central e dos Comit2s 1staduais poder*o nomear Comit2s Provis. #em como as Comissões (u.imo de 1 Kum) ano Pará$rafo GR 0 (s compet2ncias de cada uma das funções e. de Cuventude. de >inanças.

mediante voto a#erto.ecutivo das 9ecretarias. =nico e intransfer"vel. desde que n*o contrariem a orientaç*o $eral do Partido O Partido promove a ampla descentrali%aç*o da atividade de suas or$ani%açõesE estimula o plane-amento #ienal da estruturaç*o partidária e o controle re$ular dos planosE com#ate tend2ncias espontane"stas. como fator de aprimoramento constante do tra#al&o partidário Com#ate tend2ncias autoritárias e o culto 6 personalidade 1stimula i$ualmente a prática de altern3ncia no desempen&o das funções e. setorialistas e corporativistas (s or$ani%ações partidárias em todos os n"veis funcionam so# re$ime de tra#al&o coletivo e responsa#ilidade individual de cada um de seus inte$rantes O Partido estimula a prática da cr"tica e autocr"tica.r$*os diri$entes e dele$adosKas).poderá prorro$ar o mandato dos or$anismos diri$entes intermediários do Partido por até H Kseis) meses (rti$o 1H 0 Os Comit2s podem indicar um 9ecretariado.pressa em contrário neste 1statuto Para ele$er osKas) inte$rantes dos or$anismos e . e pelo voto da maioria dos presentes. para coordenar o tra#al&o e. dentre seus mem#ros. inte$rantes ou n*o das Comissões Pol"ticas. e podem constituir Comiss*o de Controle. é reali%ado . nos termos do arti$o :A deste 1statuto Pará$rafo Tnico 0 os 9ecretariados prestam contas re$ulares de suas atividades 6 Comiss*o Pol"tica respectiva (rti$o 1F 0 (s or$ani%ações partidárias em todos os n"veis t2m li#erdade de iniciativa pol"tica no 3m#ito de sua -urisdiç*o. salvo para matérias com disposiç*o e.ecutivas e de representaç*o do Partido (rti$o 1A 0 (s or$ani%ações partidárias deli#eram quando &ouver quorum de maioria de seus inte$rantes.

ser*o pu#licados nos . devidamente comprovada pela direç*o da inst3ncia partidária +ap(tulo 5II 3 As inst7ncias e organi aç8es partid6rias I 0 (9 I)9+Y)CI(9 1 OBD()I98O9 9!P1BIOB19 M1 MIB1Z[O MO P(B+IMO (rti$o 1G 0 O Con$resso é o . a partir de proposiç*o inicial da direç*o. =nico e intransfer"vel. data e local. a votaç*o final será por intermédio de voto secreto. desde a #ase (s decisões do Con$resso s*o válidas e o#ri$at. envolvendo o con-unto dos quadros. e. su#stitu"das ou revo$adas sen*o por outro Con$resso O Con$resso do Partido é convocado pelo Comit2 Central e. com pelo menos 5 Ktr2s) meses de anteced2ncia.traordinariamente. em votações nome a nome Para ter direito a ele$er e ser eleitoKa).r$*os de imprensa partidária a pauta. é o#ri$at.r$*o supremo de direç*o do Partido 4 a inst3ncia mais democrática de deli#eraç*o so#re a orientaç*o partidária e eleiç*o do Comit2 Central.um intenso e democrático tra#al&o de construç*o coletiva no 3m#ito das inst3ncias que osKas) ele$em. se$undo normas esta#elecidas pelo Comit2 Central e tendo .i$2ncias da orientaç*o $eral do Partido em cada -urisdiç*o )esse processo. #em como os pro-etos de resoluç*o a serem discutidos pelos or$anismos partidários Meve reali%ar'se a cada : Kquatro) anos e.rio que o mem#ro do Partido este-a em dia com sua contri#uiç*o financeira.rias para todo o Partido e n*o podem ser modificadas. militantes e filiados. quando deli#erado por maioria de dois terços do Comit2 Central Pará$rafo 1R 0 O Con$resso do Partido é constitu"do por dele$adosKas) eleitosKas) nas Confer2ncias 1staduais. se$uida de ampla consulta e de#ate. a fim de constituir proposta unitária que mel&or represente as e.

quando constante da ordem do diaE d) determinar a lin&a pol"tica so#re as questões fundamentais da atualidade pol"ticaE e) ele$er o Comit2 Central.rio para todas as or$ani%ações partidárias O Comit2 Central se re=ne ordinariamente no m"nimo a cada : Kquatro) meses 1.erce as funções de Comit2 CentralE #) discutir e deli#erar so#re os pro-etos de resoluç*o do Comit2 Central. apreciar o #alanço de sua atividade e fi. o re$imento interno e eleitoralE ele$er sua 8esa Miretora. e apreciar propostas apresentadas pelosKas) dele$adosKas). re=ne'se sempre que convocado . e.pressa na pauta de convocaç*o de Con$ressos e.imo do Partido entre dois Con$ressos ordinários. asse$urado aos demais o direito a vo% (rti$o /J 0 Compete ao Con$resso7 a) aprovar a ordem do dia dos tra#al&os. salvo disposiç*o e. nos termos do re$imentoE c) modificar o Pro$rama e o 1statuto do Partido.por #ase o n=mero de mem#ros reunidos em (ssem#leias de BaseE Pará$rafo /R 0 os mem#ros do Comit2 Central s*o mem#ros natos do Con$resso. até aquele limite. #em como a Comiss*o de Besoluções e Comiss*o 1leitoralE a direç*o do Con$resso.traordinários 9uas resoluções t2m sentido o#ri$at. desde que seu n=mero n*o ultrapasse 1JW Kde% por cento) do n=mero de dele$adosKas) nacionaisE se isso ocorrer. o CC ele$e os mem#ros com direito a vo% e voto no Con$resso.ar o n=mero de seus inte$rantesE f) -ul$ar os recursos interpostos contra decisões do Comit2 Central ou das direções intermediárias (rti$o /1 0 O Comit2 Central é o or$anismo diri$ente má.traordinariamente. com direito a vo% e voto. na duraç*o deste.

ercendo aç*o disciplinar so#re os Comit2s 1staduais quando necessário e. na esfera federalE &) diri$ir a atividade dos mem#ros do Partido que estiverem no e. o 9ecretariado )acional e a Comiss*o de ControleE c) traçar a orientaç*o partidária de 3m#ito nacionalE d) defender a inte$ridade partidária. ou em funções de confiança do Le$islativo ou do 1. em todos os n"veisE referendar os nomes dosKas) candidatosKas) 6s eleições de 3m#ito estadual indicadosKas) pelas respectivas Convenções 1leitorais 1staduaisE f) diri$ir. a Comiss*o Pol"tica )acional. estimular e avaliar a atividade dos Comit2s 1staduais no cumprimento das deli#erações pol"ticas e or$ani%ativas. por intermédio da Comiss*o Pol"tica )acional. do tra#al&o sistemático -unto aos tra#al&adores. so#re os 8unicipais.peloKa) seuKsua) Presidente.r$*os de comunicaç*o nacionais do Partido. pela Comiss*o Pol"tica ou. propa$anda e formaç*oE e) esta#elecer as normas e procedimentos referentes 6 escol&a dosKas) candidatosKas) aos car$os p=#licos.ar as suas normasE #) ele$er.traordinária dessas inst3nciasE orientar. as #ancadas federais do Partido na C3mara dos Meputados e no 9enado >ederal e aprovar seu re$imentoE $) diri$ir a atividade dos mem#ros do Partido que estiverem no e.erc"cio de car$os p=#licos eletivos ou comissionados indicados pelo Partido. e decidir so#re seus editoresE . na promoç*o de atividades de finanças. na omiss*o destes. oKa) Presidente. e. ainda.ecutivo. dentre seus mem#ros. pela maioria dos mem#ros do Comit2 (rti$o // 0 Compete ao Comit2 Central7 a) convocar o Con$resso do Partido e fi. eletivos ou comissionados indicadosKas) pelo Partido. dos planos e campan&as nacionais. inclusive convocando Confer2ncia e.erc"cio de car$os de representaç*o em entidades de massas e movimentos sociais na esfera federalE i) orientar e controlar os .

de temas $erais ou espec"ficos de interesse e relevo pol"tico e social. e de desenvolvimento da ela#oraç*o pro$ramática e de aç*o pol"tica nos diversos 3m#itos de atividade Pará$rafo 1R 0 (s Confer2ncias )acionais s*o constitu"das pelos mem#ros do Comit2 Central e por dele$adosKas) indicadosKas) pelos Comit2s 1staduais. se$undo normas esta#elecidas pelo Comit2 CentralE . como . su#ordinado 6 Comiss*o Pol"tica )acionalE c) as Bancadas parlamentares na C3mara dos Meputados e no 9enado >ederalE d) a Comiss*o de Controle (rti$o /: 0 (s Confer2ncias )acionais s*o convocadas pelo Comit2 Central.pedir a Carteira )acional do 8ilitanteE Q) aprovar anualmente resoluç*o so#re a utili%aç*o dos recursos do >undo PartidárioE estipular anualmente os percentuais para a distri#uiç*o dos recursos arrecadados das diversas fontes entre as diversas inst3ncias partidáriasE l) promover.r$*o e.r$*o da direç*o $eral entre uma e outra reuni*oE #) o 9ecretariado )acional.r$*os do CC7 a) a Comiss*o Pol"tica )acional.r$*os competentes. como . o re$istro do 1statuto e do Pro$ramaE -ul$ar os recursos interpostos contra decisões da Comiss*o Pol"tica )acional ou de Comit2s 1staduaisE aprovar Be$imento dispondo so#re composiç*o e funcionamento das Comissões Pol"ticas e dos 9ecretariados dos diversos n"veis (rti$o /5 0 9*o . -unto aos . sempre que este -ul$ar necessário o de#ate. a ela#oraç*o e o posicionamento em torno de temas li$ados 6 lin&a pol"tica de intervenç*o e estruturaç*o partidárias.-) e.ecutivo da atividade partidária.

desde que seu n=mero n*o ultrapasse 1JW Kde% por cento) do n=mero de dele$adosKas) eleitosKas)E se isso . com direito a vo% e voto. para discutir os temas constantes da pauta (rti$o /F 0 (s Confer2ncias s*o constitu"das por dele$adosKas) eleitosKas) nas Confer2ncias de inst3ncias precedentes e\ou (ssem#léias de Base.r$*os superiores de direç*o nos 3m#itos estadual e municipal Mevem reali%ar'se a cada / Kdois) anos. se$undo normas esta#elecidas pelo Comit2 Central 9uas decisões s*o válidas para todo o Partido II 0 (9 I)9+Y)CI(9 1 OBD()I98O9 M1 MIB1Z[O I)+1B81MISBI( MO P(B+IMO (rti$o /H 0 (s Confer2ncias s*o os .traordinariamente. e.rias para todo o Partido devem ser ratificadas pelo Comit2 Central (rti$o /@ 0 ( Convenç*o 1leitoral )acional reali%ar'se'á por convocaç*o do Comit2 Central para deli#erar so#re alianças e coli$aç*o com outros Partidos e so#re os candidatos a Presidente e <ice'Presidente da Bep=#lica 4 constitu"da pelos mem#ros do Comit2 Central e por dele$adosKas) indicadosKas) pelos Comit2s 1staduais.Pará$rafo /R 0 para que as resoluções das Confer2ncias )acionais se-am válidas e o#ri$at. quando convocadas por maioria de dois terços do Comit2 ou pelo Comit2 Central. convocadas pelos Comit2s respectivos e. de acordo com normas aprovadas pelos Comit2s de inst3ncia imediatamente superior e as complementares aprovadas pelo Comit2 que as convoca Pará$rafo Tnico 0 osKas) inte$rantes dos Comit2s s*o mem#ros natos das respectivas Confer2ncias.

pela Comiss*o Pol"tica ou.istentes no territ. nos termos das normas de convocaç*o esta#elecidasE d) -ul$ar os recursos interpostos contra as decisões do respectivo Comit2 (rti$o /G 0 (s Convenções eleitorais reali%am'se pelas mesmas normas $erais previstas para as Confer2ncias Ca#e a elas decidir so#re alianças e coli$aç*o com outros Partidos para as eleições e so#re osKas) candidatosKas) aos postos eletivos no 3m#ito de sua compet2ncia. re=nem'se sempre que convocados pelo seuKsua) Presidente.rio so# sua -urisdiç*o Os Comit2s 1staduais re=nem'se no m"nimo a cada 5 Ktr2s) meses e os Comit2s 8unicipais no m"nimo a cada / Kdois) meses 1. pela maioria dos mem#ros do Comit2 . compete7 a) analisar a situaç*o pol"tica no 3m#ito de sua compet2ncia. esta#elecendo o n=mero de seus mem#ros o#servados os limites esta#elecidos no arti$o 51E c) ele$er osKas) dele$adosKas) ao Con$resso e 6s Confer2ncias de inst3ncia superior.traordinariamente. esta#elecer as diretri%es da aç*o partidária de acordo com a orientaç*o do Con$resso do Partido e dos or$anismos partidários superioresE #) ele$er o Comit2 respectivo. ainda. ad referendum dos Comit2s de inst3ncia superior (rti$o 5J 0 Os Comit2s 1staduais e 8unicipais t2m mandato de até / Kdois) anos Miri$em a atividade de todas as or$ani%ações partidárias e.ocorrer o Comit2 ele$e os mem#ros com direito a vo% e voto. até aquele limite. asse$urando aos demais o direito a vo% (rti$o /A 0 ]s Confer2ncias 1staduais e 8unicipais.

Pará$rafo 1R 0 Os Comit2s 1staduais s*o eleitos onde se reali%em Confer2ncias 8unicipais em pelo menos @W Kcinco por cento) dos munic"pios do estado. com #ase no n=mero de militantes re$istrados nos cadastros partidários7 a) até 1JJ militantes7 limite de 1@ inte$rantes para Comit2s 8unicipais e 1G para Comit2s 1staduaisE #) de 1J1 até @JJ militantes7 limite de /5 para Comit2s 8unicipais e /F para Comit2s 1staduaisE c) de @J1 até 1JJJ militantes7 limite de /F para Comit2s 8unicipais e 5G para Comit2s 1staduaisE d) de 1JJ1 até 5JJJ militantes7 limite de 5@ para Comit2s 8unicipais e @1 para Comit2s 1staduaisE e) de 5JJ1 até @JJJ militantes7 limite de :5 para Comit2s 8unicipais e @G para Comit2s 1staduaisE f) mais de @JJJ militantes7 limite de @1 para Comit2s 8unicipais e H5 para Comit2s 1staduais (rti$o 5/ 0 9*o compet2ncias e deveres $erais dos Comit2s 1staduais e 8unicipais7 a) convocar as respectivas Confer2nciasE #) aplicar as decisões dos or$anismos superiores do Partido.ista um m"nimo de 1@ Kquin%e) filiados e mais 1 Kum) filiado para cada mil eleitores ou fraç*o.imos. ter iniciativa e traçar a orientaç*o pol"tica no 3m#ito de sua -urisdiç*o. as re$iões administrativas equiparam'se a munic"pios (rti$o 51 0 ( composiç*o dos Comit2s 1staduais e dos Comit2s 8unicipais o#servará os se$uintes limites má.r$*os partidários que l&e s*o su#ordinadosE reunir'se re$ularmente. o#servado o arti$o /F deste 1statuto )o Mistrito >ederal. informando so#re suas decisões e atividades a todo o . e no Mistrito >ederalE Pará$rafo /R 0 os Comit2s 8unicipais ser*o eleitos nos munic"pios onde e. asse$urando seu cumprimento pelos .

a #ancada parlamentar no 3m#ito de sua compet2ncia e indicar suas liderançasE aprovar o nome dosKas) candidatosKas) indicadosKas) pelas inst3ncias so# sua -urisdiç*oE promover o re$istro dosKas) candidatosKas) aos postos eletivos no 3m#ito de sua -urisdiç*oE $) diri$ir. o povo e suas lutasE d) distri#uir tarefas entre seus mem#ros e acompan&ar a sua atividadeE incentivar a participaç*o. a atividade dos mem#ros do Partido que estiverem no e. aprofundar a democracia interna. por intermédio de sua Comiss*o Pol"tica. %elando pela inte$ridade partidáriaE -ul$ar recursos interpostos contra decisões da respectiva Comiss*o Pol"tica e dos or$anismos so# sua direç*o imediata .coletivo partidárioE c) apoiar.erc"cio de car$os de representaç*o em entidades de massas e movimentos sociais nas respectivas esferasE i) ele$er a Comiss*o de ControleE acompan&ar a atividade dos Comit2s so# sua direç*o e e. ou em funções de confiança do Le$islativo ou do 1.ismo'leninismo e dos documentos do PartidoE f) diri$ir. promover o estudo do mar.erc"cio de car$os p=#licos eletivos ou comissionados indicados pelo Partido. desi$nadamente na atuaç*o entre os tra#al&adores. por intermédio de sua Comiss*o Pol"tica.ecutivosE &) diri$ir a atividade dos mem#ros do Partido que estiverem no e. avaliar com ri$or e isenç*o os quadros que se encontram so# sua direç*o. estruturar e fortalecer as or$ani%ações partidárias que se encontram so# sua direç*o. formar. tendo em conta o mel&or aproveitamento das suas qualidades e aptidõesE e) difundir e estimular a leitura de ( Classe Operária e de outras pu#licações partidáriasE or$ani%ar a contri#uiç*o financeira dos mem#ros do Partido e outras formas de apoio financeiroE enviar re$ularmente contri#uições financeiras ao or$anismo de inst3ncia superiorE fomentar a elevaç*o do n"vel pol"tico'cultural dosKas) militantes.ercer aç*o disciplinar so#re os mesmos. ouvir e levar em conta as opiniões dos mem#ros do PartidoE estimular a cr"tica e a autocr"ticaE con&ecer. fomentar o de#ate.

so# a forma de Comit2s Mistritais.cetuadas as al"neas NaO.iliares ser*o eleitosKas) em Confer2ncias convocadas especificamente para esse fim. de cate$orias. a fim de de#ater a orientaç*o pol"tica do Partido. desde que &a-a um m"nimo de 5 Ktr2s) Or$ani%ações de Base e\ou 5J militantes atuantes em cada um desses 3m#itos +ais Comit2s e. de universidades. N$O e NiO )as Confer2ncias 8unicipais. auscultando seus anseios e aspirações.iliares visando a estruturaç*o e direç*o das Or$ani%ações de Base. #em como inte$rá'losKas) aos cursos partidários (rti$o 55 0 Os Comit2s 8unicipais podem constituir comit2s au. os tra#al&adores e o povo. contri#uindo para a ela#oraç*o da orientaç*o e a intervenç*o pol"tica do Partido 4 participando re$ularmente delas que osKas) militantes materiali%am os critérios de compromisso com a vida partidária e . de empresas. e.ercer*o as mesmas compet2ncias enumeradas no arti$o 5/. NfO. setores ou ramos de atividade. faculta'se aos Comit2s normati%ar a reali%aç*o de Confer2ncias desses Comit2s au.Pará$rafo Tnico 0 (o menos uma ve% por ano os Comit2s 8unicipais devem promover assem#leias plenárias com osKas) filiadosKas) da respectiva área que n*o este-am inte$radosKas) a Or$ani%ações de Base. conforme as necessidades da aç*o pol"tica no munic"pio.iliares so# sua direç*o ou ele$er dele$adosKas) diretamente por intermédio das (ssem#leias de Base ou Plenária de filiados OsKas) inte$rantes dos Comit2s au. se$undo normas do Comit2 8unicipal III 0 (9 (9918BL4I(9 1 OBD()II(Z^19 M1 B(91 MO P(B+IMO (rti$o 5: 0 ( Or$ani%aç*o de Base KOB) é o esteio da aç*o partidária cotidiana 4 o principal elo entre o Partido.

tendo em vista enriquecer a atividade pr. social e cultural Pará$rafo 1R 0 O Partido priori%a a or$ani%aç*o dosKas) militantes em OBs a partir das suas relações de tra#al&o. para mem#ros do Partido que atuem em áreas espec"ficas afins. como medida para fortalecer a presença do Partido entre os tra#al&adores e tra#al&adoras. #em como a força deles na vida partidáriaE Pará$rafo /R 0 e. enquanto cidad*o ou cidad*.istentes para a definiç*o do 3m#ito de atuaç*o das OBs e das formas de funcionamento que asse$urem sua mel&or atividade. empresas e demais locais de tra#al&oE em escolas e universidadesE em locais de moradiaE em assentamentos rurais.pria doKa) militante. tais coletivos equiparam'se a OBs e ele$em dele$adosKas) diretamente 6 inst3ncia respectiva (rti$o 5@ 0 O funcionamento re$ular das OBs.dicas e adequadamente preparadas.rica e pol"tica (s OBs s*o constitu"das por um m"nimo de 5 Ktr2s) militantes do Partido. podem or$ani%ar'se Coletivos. em fá#ricas. é instrumento indispensável ao . fa%endas e empresas ruraisE em setores profissionaisE em or$ani%ações de massa e movimentos sociais Os critérios para a constituiç*o das Or$ani%ações de Base s*o os que mel&or permitam a participaç*o ativa dosKas) militantes na ela#oraç*o e aç*o pol"tica do Partido Os Comit2s devem levar em conta as condições concretas e.cepcionalmente. por decis*o destes. com as orientações do pro-eto pol"tico do Partido e estimular o enrai%amento da atividade partidária na vida pol"tica. com reuniões peri. diretamente vinculados aos Comit2s 1staduais ou ao Comit2 Central.desenvolvem sua consci2ncia te.peri2ncia na ela#oraç*o e implementaç*o da orientaç*o partidária )os Con$ressos e Confer2ncias 1staduais. como forma de aproveitar seu sa#er e e.

inte$rando'se ao pro$rama de formaç*o definido pelo Comit2 ao qual pertenceE e) $arantir a contri#uiç*o financeira dos seus mem#ros. de acordo com as normas estipuladas pelas direções . assim compreendidos7 a) aplicar a pol"tica do Partido. promovendo cursos #ásicos do Partido. atividades culturais.$ico e or$ani%ativo. ideol. com vistas a difundir a le$enda e as #andeiras pol"ticas do PartidoE c) promover a leitura.cumprimento de seu papel e para enrai%ar o tra#al&o partidário no local ou setor de sua atuaç*o 1las devem se reunir ordinariamente no m"nimo a cada HJ Ksessenta) dias e devem ele$er uma direç*o de no m"nimo 5 Ktr2s) secretáriosKas) coordenadoresKas) da OB. mo#ili%aç*o e or$ani%aç*o na luta em defesa dos seus interessesE apoiar e orientar a participaç*o dosKas) militantes nas entidades e movimentos sindicais e populares. para diri$ir o seu tra#al&o nos 3m#itos pol"tico. estudar. meios de comunicaç*o e propa$anda do PartidoE d) incentivar o estudo e a formaç*o dos seus mem#ros. campan&as de assinaturas e a difus*o do -ornal ( Classe Operária e de outras pu#licações. recol&er -unto 6 populaç*o opiniões e cr"ticas para a ela#oraç*o dos pro$ramas de aç*o e da lin&a pol"ticaE manter estreita li$aç*o com o povo. fortalecendo'as e respeitando sua autonomiaE or$ani%ar e diri$ir a campan&a do Partido e de seusKsuas) candidatosKas) nos per"odos eleitoraisE #) desenvolver re$ularmente campan&as de filiaç*o de novosKas) inte$rantes para o PartidoE or$ani%ar campan&as pr. atuar para sua unidade.prias e re$ulares. sendo umKa) delesKas) oKa) secretárioKa) pol"ticoKa) (rti$o 5H 0 (s tarefas fundamentais da OB se vinculam diretamente a $arantir os preceitos #ásicos dos mem#ros do Partido quanto a militar re$ularmente na OB. divul$ar e contri#uir. estudos dos documentos partidários.

#aseada no Pro$rama e 1statuto do Partido O coletivo partidário deve ser vi$ilante com respeito 6 disciplina. a fim de proporcionar'l&es acesso ao de#ate e 6 orientaç*o pol"tica partidária +ap(tulo 5III 3 Da disciplina partid6ria (rti$o 5A 0 O Partido asse$ura sua unidade de aç*o pol"tica por meio da disciplina consciente. promover iniciativas para a sustentaç*o das atividades pr.prias do seu or$anismoE f) %elar pela unidade do Partido. #em como osKas) filiadosKas) de seu 3m#ito de atuaç*o. participar de campan&as de arrecadaç*o de fundos e. aplicá'la -udiciosamente e defend2'la. i$ual e o#ri$at.traordinários. n*o permitindo em seu seio atividade desa$re$adora (rti$o 5F 0 ( (ssem#leia de Base é o momento especial de todo o coletivo da OB. no mais estrito respeito 6 institucionalidade da vida partidária fi. ami$osKas) do Partido.partidárias.ria para todos os seus mem#ros e todas as suas or$ani%ações. convocadosKas) com anteced2ncia m"nima de F Ksete) dias Podem ser convidadosKas).cepcionalmente e sem direito a voto. livremente aceita.ada neste 1statuto e nas normas e re$imentos do Comit2 Central (rti$o 5G 0 . que reali%a o #alanço de suas atividades. define o plano de tra#al&o. ele$e a sua direç*o 4 convocada o#ri$atoriamente por ocasi*o das Confer2ncias partidárias e ele$e osKas) dele$adosKas) de acordo com as normas esta#elecidas ( (ssem#leia de Base é convocada no m"nimo uma ve% por ano Mela participam todosKas) osKas) militantes que inte$ram o Or$anismo de Base. e.

divul$ada pelos .pressos neste 1statuto. aplicando de forma isolada ou com#inada as se$uintes medidas7 a) advert2ncia.r$*os partidários ou destituiç*o dos car$os p=#licos de representaç*o do Partido e desli$amento da #ancada parlamentarE e) desli$amento do PartidoE f) e. por um per"odo má. pelo or$anismo imediatamente superiorE Pará$rafo /R 0 para mem#ros inte$rantes dos Comit2s partidários. se$undo a $ravidade da falta. a disciplina e a ética revolucionária do coletivo 9*o adotadas com #ase nas circunst3ncias de cada caso. deve ser criticado no 3m#ito do or$anismo a que pertença. a disciplina e os deveres partidários e. durante o qual fica oKa) sancionadoKa) impedidoKa) de se manifestar em nome do PartidoE d) destituiç*o de funções nos . asse$urado o . de caráter interno. com ra%oa#ilidade e proporcionalidade 6 $ravidade das faltas e ao $rau de responsa#ilidade do mem#ro do Partido.puls*o do Partido Pará$rafo 1R 0 (s sanções ser*o sempre adotadas pelo or$anismo a que pertença o mem#ro do Partido ou. deli#erada no or$anismo a que pertence oKa) filiadoKa) e comunicada ao imediatamente superiorE #) censura de con&ecimento p=#lico. na omiss*o deste.imo de G Knove) meses. com esp"rito de educá'lo 0 #em como ao coletivo 0. qualquer sanç*o s. a ética. pode ser aplicada por maioria de dois terços dos votos dos presentes.r$*os partidários ou na #ancada parlamentar por tempo determinado. sem prorro$aç*o. sanções disciplinares (s sanções t2m como o#-etivo reforçar a unidade.r$*os de comunicaç*oE c) suspens*o das funções nos .O mem#ro do Partido que infrin$ir os princ"pios pro$ramáticos. para com as o#ri$ações e salva$uardar os interesses partidários O mesmo poderá sofrer.

a decis*o deve ser ratificada pelo or$anismo imediatamente superiorE Pará$rafo :R 0 em caso de desli$amento ou e. #em como convocar testemun&as ca#"veis. ficando oKa) sancionadoKa) impossi#ilitadoKa) de retornar 6 le$enda pelo pra%o de @ Kcinco) anosE Pará$rafo HR 0 a e.s o encerramento da instruç*o do procedimento 0. procedendo'se 6 devida comunicaç*o 6 Custiça 1leitoral.quorumE Pará$rafo 5R 0 nos casos de desli$amento ou e. pode ser adotada por maioria de dois terços de seus inte$rantes e deve ser ratificada pelo Con$ressoE Pará$rafo @R 0 desli$amento corresponde 6 desfiliaç*o compuls.puls*o se aplica aos casos de infraç*o $rave ou reiterada. ou em casos de crimes infamantes ou práticas administrativas il"citas (rti$o :J 0 O or$anismo a que pertence oKa) presum"vel infratorKa) da disciplina partidária comunicar'l&e'á por escrito as faltas que l&e forem imputadas e instaurará o processo disciplinar por intermédio da Comiss*o de Controle 1sta deverá ouvi' loKa).ria doKa) filiadoKa).puls*o de mem#ro do Comit2 Central. recol&er provas preliminares. que deve compreender7 a) pra%o de F Ksete) dias para apresentar sua defesa perante a Comiss*o de ControleE . a decis*o s.puls*o.rio em até 5J Ktrinta) dias 0 contados ap. onde &ouver ostensiva &ostilidade ou atitudes desrespeitosas em relaç*o ao Partido e a seusKsuas) diri$entes. e levar suas conclusões 6 deli#eraç*o do respectivo or$anismo OKa) imputadoKa) terá amplo direito de defesa. produ%ir relat.

#) apresentaç*o de contra'ra%ões so#re o relat. oKa) militante fica impedidoKa) de se manifestar em nome do Partido . sem -ustificativa acatada pelo coletivo. sem pre-u"%o de outras sanções pertinentes. diante de questões que afrontem a ética partidária e que representem repercuss*o ne$ativa para o Partido +al medida é improrro$ável. asse$urada a defesa oral. poderá ser readmitidoKa) por aprovaç*o de maioria de dois terços de seus inte$rantes (rti$o :/ 0 1. podendo ser readmitidoKa) por decis*o do or$anismo imediatamente superior. ou destacadoKa) para atuar com diminuiç*o de responsa#ilidades )o caso de mem#ro do Comit2 Central.rio da Comiss*o de ControleE c) participaç*o pessoal. será consideradoKa) dele destitu"doKa). o or$anismo a que pertence oKa) imputadoKa) deverá instaurar o processo disciplinar que for pertinente Murante o per"odo em quest*o.cepcionalmente. or$ani%ações partidárias podem adotar a suspens*o preventiva de mem#ros.imo de 1/J Kcento e vinte) dias ' sem caráter de sanç*o disciplinar '. a apresentaç*o de provas e de até 5 Ktr2s) testemun&as. na reuni*o do or$anismo que ten&a decidido a respeito das sanções Pará$rafo Tnico 0 Onde n*o &ouver Comiss*o de Controle. s. adotada por maioria de dois terços dos inte$rantes da or$ani%aç*o a que pertence oKa) imputadoKa) e ratificada pelo or$anismo imediatamente superior (té o final do pra%o da suspens*o. pelo pra%o má. o or$anismo a que pertence oKa) imputadoKa) indica uma comiss*o responsável pelo processo disciplinar (rti$o :1 0 OKa) diri$ente partidárioKa) que faltar a 5 Ktr2s) reuniões consecutivas de seu Comit2 ou @ Kcinco) alternadas.

#em como sua orientaç*o pol"tica nacional. na omiss*o deste. fica impedido de se manifestar em nome do Partido. sem prorro$aç*o. o mem#ro do Partido pode solicitar licença das tarefas partidárias pelo per"odo má. pode ser concedida se ratificada pelo or$anismo imediatamente superior e a readmiss*o está su-eita 6 sua aprovaç*o (rti$o :: 0 Vualquer or$anismo do Partido que infrin$ir os princ"pios pro$ramáticos.(rti$o :5 0 1. a disciplina e os deveres partidários e.rio da Comiss*o de ControleE . que deve compreender7 a) pra%o de 1@ Kquin%e) dias para apresentar sua defesa perante a Comiss*o de ControleE #) apresentaç*o de contra'ra%ões so#re o relat. a ética.imo de 1 Kum) ano. nos mesmos termos do caput do arti$o :J. e sem pre-u"%o de sanções individuais pertinentes a seus mem#ros. se$undo a $ravidade da falta. asse$urando'l&e amplo direito de defesa.pressos neste 1statuto. uma das se$uintes sanções7 a) advert2nciaE #) censura p=#licaE c) dissoluç*o do or$anismo Pará$rafo Tnico 0 (s sanções ser*o aplicadas pelo or$anismo imediatamente superior ou. em respeito a questões de foro "ntimo 1m tais casos. pelo su#seq_ente (rti$o :@ 0 O or$anismo acusado rece#erá do or$anismo superior comunicaç*o por escrito das faltas que l&e forem imputadas. mas permanece su-eito 6 disciplina partidária. e 6s o#ri$ações financeiras -unto ao Partido ( licença s. respeitando pu#licamente a sua orientaç*o. sofrerá. em particular o disposto no inciso II do arti$o 11.cepcionalmente.

por parte de mem#ros do Partido ou de qualquer or$ani%aç*o partidária Pará$rafo Tnico 0 Os mem#ros ou or$anismos punidos com sanções disciplinares t2m pra%o de 1@ Kquin%e) dias ap. na reuni*o que decidir a respeito das sanções (rti$o :H 0 1. Comit2s partidários podem adotar a medida de intervenç*o preventiva so#re or$anismos que l&e s*o su#ordinados.c) participaç*o de comiss*o composta por até @ Kcinco) mem#ros do or$anismo a que se imputam as faltas. o qual deve solicitar parecer da Comiss*o de Controle e responder ao recurso no pra%o de HJ Ksessenta) dias +ap(tulo I9 3 Das +omiss8es de +ontrole . pelo pra%o má. asse$urada a defesa oral e a apresentaç*o de provas e até 5 Ktr2s) testemun&as. inclusive o Con$resso.s a sentença para recorrerem por escrito ao or$anismo imediatamente superior. adotada por maioria de dois terços dos inte$rantes do Comit2 e ratificada pelo or$anismo imediatamente superior Murante o per"odo da intervenç*o. é dissolvida a direç*o do or$anismo e nomeada uma direç*o provis.cepcionalmente. #em como da suspens*o e intervenç*o preventivas ou licença concedida.ria (té o final do pra%o da intervenç*o. o Comit2 deverá instaurar o processo disciplinar que for pertinente (rti$o :F 0 Me qualquer sanç*o disciplinar. pode &aver recurso perante a inst3ncia de n"vel superior. diante de questões que afrontem a orientaç*o pol"tica nacional e a ética partidária e que representem repercuss*o ne$ativa para o Partido +al medida é improrro$ável.imo de 1/J Kcento e vinte) dias ' sem caráter de sanç*o disciplinar '.

(rti$o :A 0 (s Comissões de Controle s*o . compostas por 5 Ktr2s) a @ Kcinco) de seus mem#ros Cumprir*o suas funções conforme re$imento aprovado pelo Comit2 Central Pará$rafo 1R 0 4 o#ri$at.r$*os dos Comit2s partidários e t2m por atri#uiç*o7 promover a verificaç*o re$ular do cumprimento da le$alidade estatutária e dos preceitos éticos nas atividades partidárias. quando pertinente 0 sendo isto o#ri$at.rio para a fiscali%aç*o das contas do PartidoE Pará$rafo 5R 0 a Comiss*o de Controle ele$e dentre seus mem#ros umKa) 9ecretárioKa).ria a constituiç*o de Comiss*o de Controle no 3m#ito do Comit2 Central e dos Comit2s 1staduaisE Pará$rafo /R 0 é facultativa a constituiç*o de Comiss*o de Controle no 3m#ito dos Comit2s 8unicipais )a aus2ncia dela. doKa) Presidente do Partido ou da Comiss*o Pol"tica +ap(tulo 9 3 Atuação dos comunistas nas entidades e movimentos sociais (rti$o :G 0 .ercidas pela Comiss*o Pol"tica ou por comiss*o indicada pelo Comit2 para cumprir suas funções. suas funções ser*o e.traordinariamente re=ne'se por convocaç*o de seuKsua) 9ecretárioKa). instaurar e instruir processos disciplinares e de recursos das várias inst3ncias partidárias e fiscali%ar as contas do Partido 9er*o eleitas pelo Comit2 respectivo. e presta contas re$ularmente de suas atividades perante o Comit2 respectivoE Pará$rafo :R 0 a Comiss*o de Controle re=ne'se ordinariamente a cada reuni*o do respectivo Comit2E e.

dos aposentados. atuando cotidianamente nos mais diversos dom"nios da vida pol"tica. entre eles os das mul&eres.Os tra#al&adores da cidade e do campo. de promoç*o dos direitos &umanos. o caráter unitário e a vida democrática dessas entidades e movimentos Pará$rafo Tnico 0 osKas) comunistas que s*o diri$entes de entidades associativas ou movimentos devem atuar em uma . de defesa am#iental. tendo por o#-etivo o#ter conquistas para o povo e infundir consci2ncia ao movimento no rumo do pro-eto pol"tico do Partido (rti$o @J 0 Os mem#ros do Partido atuam o#ri$atoriamente na or$ani%aç*o e mo#ili%aç*o do povo fortalecendo as entidades associativas e movimentos sociais Contri#uem para a defesa dos interesses dos associados e das massas. 6 -uventude e 6 intelectualidade avançada s*o as forças'motri%es centrais do pro-eto pol"tico do Partido O Partido priori%a a aç*o entre os tra#al&adores. tendo presente tam#ém o movimento -uvenil e estudantil. das crianças e adolescentes. em li$aç*o com a aç*o nas diversas esferas institucionais. comunitário e demais movimentos das camadas populares. conforme a orientaç*o do Partido ( aç*o pol"tica de massas. de minorias oprimidas e discriminadas. respeitando. aliados 6s amplas massas populares. defendendo e o#servando a autonomia. de li#erdade de orientaç*o se. dos ne$ros. social e cultural. pela pa% e pela solidariedade internacional entre os povos Com#ate tend2ncias corporativistas e articula a prática desses diversos movimentos com a luta pol"tica. dos ind"$enas.ual. movimentos culturais. das causas democráticas e pro$ressistas em $eral. art"sticos. é o elemento central da intervenç*o e estruturaç*o do Partido ( identidade dosKas) comunistas se le$itima com o enrai%amento entre os tra#al&adores e o povo.

desde o interior das empresas até os sindicatos e centrais sindicais.Or$ani%aç*o de Base do Partido. esforçando'se por difundir suas plataformas de aç*o e para fortalec2'los. diri$idosKas) pelo Comit2 respectivo (rti$o @1 0 Vuando a entidade ou movimento tiver caráter nacional ou a#ran$2ncia em mais de um munic"pio.r$*o au. os mem#ros do Partido que atuam em sua direç*o constituem uma fraç*o.iliar para coordenar a intervenç*o dosKas) comunistas na direç*o da entidade ou movimento )*o tem prerro$ativas de or$anismo partidário e n*o é .r$*o diri$ente das or$ani%ações partidárias Indica umKa) coordenadorKa) e presta re$ularmente contas de suas atividades ao or$anismo ao qual está su#ordinada Pará$rafo 1R 0 ( fraç*o será or$ani%ada sempre que &ouver 5 Ktr2s) ou mais mem#ros do Partido na direç*o da entidade ou movimentoE Pará$rafo /R 0 a atividade dosKas) comunistas na fraç*o n*o e. diri$ida pelo Comit2 Central e Comit2 1stadual.ime seusKsuas) inte$rantes de pertencer a uma Or$ani%aç*o de Base ou Comit2 partidárioE O P(B+IMO 1 O9 +B(B(L?(MOB19 (rti$o @/ 0 O Partido priori%a a aç*o e estruturaç*o entre os tra#al&adores. ao mesmo tempo respeitando sua autonomia or$3nica O P(B+IMO 1 (9 8!L?1B19 (rti$o @5 0 . atuando em seus movimentos e or$ani%ações de massa de todo tipo. respectivamente ( fraç*o é .

ia a luta da -uventude #rasileira. lutando pela concreti%aç*o das suas aspirações.( luta contra a discriminaç*o das mul&eres tem prioridade na atuaç*o do Partido e em sua vida interna O Partido promove a luta pela emancipaç*o das mul&eres. coordenado por uma 9ecretaria do Comit2 Central. #em como na vida partidária (rti$o @@ 0 ( Confer2ncia )acional so#re a Vuest*o da 8ul&er constituirá um >. consoante com as demandas da emancipaç*o da mul&er e sua participaç*o na luta transformadora. contri#uindo para a dinami%aç*o e o fortalecimento pol"tico.rum será e. definindo pol"ticas de ampliaç*o da sua participaç*o nas diversas inst3ncias partidárias e na sua direç*o (rti$o @: 0 O Comit2 Central convocará periodicamente uma Confer2ncia )acional so#re a Vuest*o da 8ul&er para ela#orar e implementar pol"ticas so# a . defendendo seus interesses e direitos. ideol.tica de $2nero.ercido entre uma e outra Confer2ncia O P(B+IMO 1 ( C!<1)+!M1 (rti$o @H 0 O Partido ap. que será palco da construç*o da pol"tica emancipacionista das mul&eres e de acompan&amento de sua aplicaç*o nas diversas esferas de aç*o do Partido O mandato do >. estimulando o desenvolvimento do movimento e da luta -uvenis. pela i$ualdade de direitos entre $2neros. estimula a participaç*o nas entidades comprometidas com esta causa e a preparaç*o e formaç*o dos quadros e militantes mul&eres.rum )acional Permanente.$ico e .

como forma de sua maior participaç*o na vida partidária.iam e participam do movimento ne$ro e das suas or$ani%ações. e. o#servado o critério de sua atuaç*o prioritária no movimento -uvenil por intermédio da !C9 Pará$rafo 1R 0 4 estimulada a eleiç*o de -ovens comunistas para os Comit2s e Comissões Pol"ticas.or$3nico da !ni*o da Cuventude 9ocialista K!C9) +odoKa) -ovem comunista atua na !C9 até completar /@ Kvinte e cinco) anos de idade e.cepcionais em que -ovens comunistas ten&am sua tarefa principal fora do movimento -uvenil O P(B+IMO )( L!+( CO)+B( ( OPB199[O B(CI(L (rti$o @A 0 O com#ate ao racismo é parte inte$rante do pro-eto de emancipaç*o social e nacional pelo qual luta o Partido.ecutivas no or$anismo partidário de que fa%em parteE Pará$rafo /R 0 os Comit2s 1staduais podem definir situações e.ista so#re a especificidade da opress*o racial em li$aç*o com a luta de classes em nosso pa"s (p. e. sempre com o o#-etivo de de#ater a orientaç*o partidária e promover sua educaç*o ideol. até os 5J Ktrinta) se e.$ica. contri#uindo com .cepcionalmente.cepcionalmente.ercer car$os em sua direç*o (rti$o @F 0 +odoKa) -ovem comunista se vincula re$ularmente ao Partido por intermédio de Or$ani%ações de Base ou. e envolve n*o apenas osKas) militantes que atuam nessa frente espec"fica mas todo o coletivo partidário OsKas) comunistas visam desenvolver uma análise mar. participando de (ssem#leias de Base de -ovens comunistas convocadas para fins determinados pelos respectivos Comit2s. n*o devendo ser indicadosKas) a funções e.

erc"cio de car$os p=#licos. desempen&ando suas funções com pro#idade. se$undo norma pr. osKas) comunistas devem pautar a atividade de acordo com as normas e deli#erações dos entes que inte$ram. aplicar as decisões emanadas do . n*o podendo se so#repor a elas Os mandatos eletivos alcançados so# a le$enda do PCdoB pertencem ao coletivo partidário so#eranamente 1m tais funções osKas) comunistas devem empen&ar'se por todos os meios para7 a) defender e difundir a orientaç*o pol"tica e as deli#erações do Partido.r$*o de direç*o a que est*o su#ordinadosKas)E #) %elar pelo nome do Partido. em todas as inst3ncias de $overno de que o Partido participe. manter &á#itos. para a superaç*o do racismo +ap(tulo 9I 3 Atuação dos comunistas em cargos p1!licos de representação do Partido (rti$o @G 0 ( atuaç*o dosKas) comunistas no e. ou em funções de confiança do Le$islativo ou do 1. por intermédio de seus or$anismosE d) empen&ar'se no com#ate a práticas pra$máticas e #urocrati%antes pr.pria do Comit2 Central )esses postos. eletivos ou comissionados indicados pelo Partido. respeito 6 causa p=#lica e aos direitos do povo.ecutivo. #em como das inst3ncias partidárias a que este-am su#ordinadosKas).prias da atuaç*o no seio do 1stado vi$ente. e delas prestando contas re$ularmente ao seu or$anismoE c) participar ativamente da vida partidária. padr*o de vida e laços sociais pr.a formulaç*o de pol"ticas de com#ate ao preconceito e 6s discriminações e com a promoç*o da i$ualdade de direitos.prios de seu meio de ori$emE . constitui importante frente de tra#al&o e está a serviço do pro-eto pol"tico partidário.

se$undo re$imento do Comit2 Central. conforme al"nea NcO do arti$o GR deste 1statuto e as normas das direções partidárias (rti$o HJ 0 Os mem#ros do Partido no e.ercer car$os nos 1. devem manter sua milit3ncia nas or$ani%ações partidárias a que pertençam ou inte$rar um coletivo.ecutivos na mesma esfera )esses casos. ap. de dados e informações a que ven&a a ter acesso. referentes ao car$o que ocupam.erc"cio de car$os p=#licos eletivos ou comissionados indicados pelo Partido.iliar o Partido. so# acompan&amento direto da Presid2ncia e ser*o coordenadas pelosKas) respectivosKas) l"deres (s lideranças s*o indicadas pela Comiss*o Pol"tica. devem licenciar'se da Presid2ncia. com seus con&ecimentos.s consulta aos mem#ros da #ancada (rti$o H/ 0 (s #ancadas parlamentares em cada n"vel funcionam so# as re$ras $erais que norteiam o funcionamento dos .pria Mever*o se reunir . sem deso#ri$ar seus titulares de militarem em uma or$ani%aç*o partidária pr. osKas) Presidentes do Partido n*o devem e.pressa por parte da inst3ncia imediatamente superior (rti$o H1 0 (s #ancadas parlamentares em cada n"vel s*o . a compreender a realidade e desenvolver soluções inovadoras para os pro#lemas contempor3neosE f) efetuar as contri#uições financeiras ordinárias.r$*os dos respectivos Comit2s partidários. nos termos do pará$rafo /R do arti$o 5: 1m re$ra. mesmo no caso em que osKas) detentoresKas) dos mandatos n*o inte$rem os respectivos Comit2s 9er*o diri$idas pela Comiss*o Pol"tica do Comit2 respectivo.e) au. salvo autori%aç*o e.r$*os partidários.

periodicamente para de#ater a pol"tica do Partido.rica é o instrumento de interaç*o do Partido com a intelectualidade avançada do pa"s e de difus*o da sua produç*o intelectual Mifundir a imprensa do Partido é dever de todos os seus mem#ros e de todas as suas or$ani%ações Pará$rafo 1R 0 ( direç*o dos . or$ani%aç*o. é o . #em como para propor osKas) parlamentares que representar*o o Partido em comissões.r$*os nacionais de divul$aç*o do Partido será nomeada pelo Comit2 CentralE Pará$rafo /R 0 Os Comit2s 1staduais e 8unicipais poder*o. fundado em 1G/@. a definiç*o de posicionamento a ser adotado nas votações. responder*o por temas definidos ou participar*o de eventos nacionais e internacionais (s deli#erações da Comiss*o Pol"tica s*o de cumprimento o#ri$at.rio para todosKas) osKas) inte$rantes da #ancadaE as deli#erações da #ancada devem ser ratificadas pelas respectivas Comissões Pol"ticas (s funções de assessoria devem ser compostas em comum acordo entre oKa) parlamentar e a Comiss*o Pol"tica respectiva +ap(tulo 9II . orientaç*o pol"tica e propa$anda da orientaç*o partidária e do socialismo 9*o imprescind"veis para as tarefas cotidianas de aç*o pol"tica. . formaç*o pol"tica e ideol.$ica.Os ve(culos de comunicação partid6ria (rti$o H5 0 ( comunicaç*o partidária é constitu"da por um con-unto de .r$*os de divul$aç*o que se destinam ao tra#al&o de informaç*o.r$*o central do Partido O Portal do Partido na internet é o ve"culo que possi#ilita a comunicaç*o diária com os mem#ros do Partido e com a sociedade em $eral ( revista te. as proposituras le$islativas. #em como para o de#ate e ela#oraç*o so#re temas candentes nacionais e internacionais O -ornal ( Classe Operária.

de acordo com seu pro$rama de tra#al&oE pesquisar e divul$ar a &ist. dotada de personalidade -ur"dica. cient"fico e cultural.$ica e am#iental.ismo e ao fortalecimento da luta pelo seu Pro$rama 9ocialista para o Brasil ( >8D é constitu"da por mem#ros do Partido e personalidades da esfera acad2mica. cultural. no desenvolvimento s. é .ria do povo #rasileiro. entre os quais7 a) promover e patrocinar estudos.sem pre-u"%o da responsa#ilidade pela circulaç*o dos . ela#oraç*o e formaç*o te.prios. econ. editar pu#licações no 3m#ito das respectivas -urisdições +ap(tulo 9III 3 #undação .$ico da naç*o. ciclos de estudos. direç*o e estatuto pr.sios e outras atividades.rico. cient"fico e tecnol. entre outras. nas áreas pol"tica. tecnol.mica. social.r$*os centrais do Partido. cultural e intelectual. filiadosKas) ou n*o. pesquisas e análises so#re a realidade #rasileira e internacional.r$*o de cooperaç*o do Partido para as atividades de pesquisa.ista e pro$ressista ( intelectualidade avançada do pa"s tem relevante papel no processo de transformaç*o da sociedade.rica e pol"tica 4 associaç*o de caráter te. do movimento operário e do Partido Comunista . seminários e simp.sito.cio'econ. na elevaç*o do n"vel de consci2ncia dos tra#al&adores e do povo #rasileiro. por atri#uiç*o do Comit2 CentralE or$ani%ar. por sua iniciativa. confer2ncias.aur(cio :ra!ois (rti$o H: 0 ( >undaç*o 8aur"cio Dra#ois K>8D). cultural.mico. instrumento para a participaç*o dosKas) comunistas na luta de ideias e para o diálo$o e relacionamento com a intelectualidade mar. que se dispon&am a cola#orar com o seu prop. na luta pela so#erania nacional Os comunistas atuam -unto a ela visando ao desenvolvimento do mar.

renda patrimonial.rico'pol"tica Pará$rafo 1R 0 (lém de outras medidas que possa adotar. um percentual m"nimo de /JW Kvinte por cento) dos recursos financeiros rece#idos do >undo Partidário Pará$rafo /R 0 O Comit2 Central indica os mem#ros do Partido para atuarem na direç*o da >8D.veis e im.prio da entidade Pará$rafo 5R 0 Os Comit2s 1staduais podem propor a criaç*o de seções da >undaç*o 8aur"cio Dra#ois. áudio e outros meios necessários para implementar a divul$aç*o dos ideais partidários e as atividades de formaç*o te.do BrasilE #) intera$ir com a 1scola )acional do Partido. nos termos do 1statuto pr. #em como todos os valores. respeitados os termos do 1statuto pr. por doações.veis adquiridos com recursos pr.r$*os do PartidoE c) cele#rar e manter acordos. anualmente.rico' ideol. pro$ramas de +<. Internet.prio da entidade +ap(tulo 9I5 3 Patrim-nio$ administração e finanças (rti$o H@ 0 Constituem patrim. cine.nio do Partido os direitos e as o#ri$ações que adquirir. conv2nios e interc3m#ios com entidades p=#licas e privadas.prios. quando for solicitado. v"deo. #ens m. para promover o tra#al&o de formaç*o pol"tica e te.$ica dos mem#ros do Partido por intermédio de cursos te.ricos e de atuali%aç*o pol"ticaE assessorar. nacionais e internacionaisE editar pu#licações. a direç*o do Partido e as #ancadas parlamentares no desempen&o de suas atri#uiçõesE prestar outros serviços técnicos ou de consultoria e assessoria aos . o Comit2 Central destinará 6 >undaç*o 8aur"cio Dra#ois. le$ados ou por outras formas permitidas em lei (rti$o HH 0 .

mica e financeira do Partido. transpar2ncia e prestaç*o peri. esporádicas ou n*o.pria os percentuais para a distri#uiç*o dos recursos arrecadados das diversas fontes entre as diversas inst3ncias partidárias Os recursos rece#idos do >undo Partidário ser*o distri#u"dos na proporç*o de AJW Koitenta por cento) para o Comit2 Central e /JW Kvinte por cento) para os Comit2s 1staduais. #ens. pro#idade. nos termos do arti$o GRE #) as contri#uições voluntárias.Constituem as receitas financeiras partidárias7 a) os recursos arrecadados com a contri#uiç*o militante. se-a de pessoas f"sicas ou -ur"dicas (rti$o HF 0 Os Comit2s do Partido t2m autonomia para arrecadar e #em aplicar os recursos financeiros no 3m#ito de sua -urisdiç*o. ética. serviços ou tra#al&o estimáveis em din&eiro. permitidos em leiE f) os recursos do >undo PartidárioE $) as outras contri#uições n*o vedadas em lei. respeitada a destinaç*o de recursos prevista no arti$o H:. da descentrali%aç*o e desconcentraç*o das receitasE da le$alidade. provendo as condições necessárias 6 #oa estruturaç*o e ao funcionamento eficiente das or$ani%ações do Partido 1m todos os n"veis. de mem#ros ou simpati%antes do PartidoE c) as campan&as e os eventos de arrecadaç*o financeira reali%adas pelo PartidoE d) a venda de pu#licações e materiais promocionaisE e) as rendas decorrentes de contratos ou conv2nios de nature%a comercial. como doações em espécie. pará$rafo 1RE .dica das contas e controle coletivo Pará$rafo 1R 0 O Comit2 Central disporá em norma pr. as Comissões Pol"ticas prestar*o contas de sua receita e despesa aos respectivos Comit2s e 6 Custiça 1leitoral Mevem ser o#servados ainda os princ"pios da auto' sufici2ncia econ.

os preceitos deste 1statuto.Pará$rafo /R 0 os Comit2s. #em como as normas das direções partidárias (rti$o HA 0 O Partido n*o arcará com . arrendar.plicativas.nus de quaisquer transações financeiras efetuadas em seu nome ou com n=mero de seu C)PC KCadastro )acional de Pessoas Cur"dicas) por quaisquer pessoas.nio partidário. salvo com e.nio social so# a sua titularidade. se violarem os princ"pios da le$alidade e pro#idade. filiadas ou n*o. com livre acesso a toda documentaç*o necessária para #em desempen&ar suas funções O parecer da Comiss*o de Controle respectiva é condiç*o prévia para a apresentaç*o da prestaç*o de contas 6 Custiça 1leitoralE Pará$rafo @R 0 os mem#ros do Partido n*o respondem su#sidiariamente pelas o#ri$ações contra"das em nome do Partido. a Comiss*o de Controle tem a atri#uiç*o de fiscali%ar e dar parecer so#re as contas prestadas pela Comiss*o Pol"ticaE podendo e.i$ir -ustificativas e notas e. ou por danos causados ao Partido. ou &ipotecar #ens. mas poder*o ser responsa#ili%ados -uridicamente por malversaç*o dos recursos e patrim. que prestará contas ao Comit2 respectivo uma ve% ao ano. alienar. locar. em cada n"vel.pressa autori%aç*o da 9ecretaria de >inanças ou doKa) presidente da Comiss*o Pol"tica respectiva . podendo inclusive adquirir. #em como rece#er doações e le$adosE Pará$rafo 5R 0 a administraç*o financeira do Partido é feita pela Comiss*o Pol"tica em cada n"vel. e ao con-unto do Partido por ocasi*o do Con$resso )acional e das Confer2ncias 1staduais e 8unicipais destinadas 6 eleiç*o dos Comit2sE Pará$rafo :R 0 quando &ouver. decidem so#re a administraç*o do patrim. so# responsa#ilidade da Presid2ncia e da 9ecretaria de >inanças.

pressa dos responsáveis ' sendo pass"vel de sanções disciplinares pertinentes (rti$o HG 0 ( prestaç*o de contas do Partido o#edecerá aos Princ"pios >undamentais de Conta#ilidade e 6s )ormas Brasileiras de Conta#ilidade e demais re$ras inscritas em lei. ressalvados os investimentos que nele fi%er. de forma a permitir a aferiç*o da ori$em de suas receitas e a destinaç*o de suas despesas. tendo ao centro o . #em como outras determinações de leiE d) a vedaç*o da conta#ili%aç*o de qualquer rece#imento ou disp2ndio referente 6 >undaç*o 8aur"cio Dra#ois. inclusive7 a) a reali%aç*o de escrituraç*o contá#il so# a responsa#ilidade de profissional &a#ilitado em conta#ilidade.prioE Pará$rafo /R 0 constitui falta $rave a utili%aç*o. em seus #alanços anuais e nos #alancetes dos anos eleitorais. do C)PC de qualquer inst3ncia partidária sem autori%aç*o e. fornecida pela Custiça 1leitoral. que inte$rar*o a conta#ilidade pr. por parte de inst3ncia ou de filiadoKa). #em como a aferiç*o de sua situaç*o patrimonialE #) a o#ri$atoriedade de prestaç*o de contas 6 Custiça 1leitoral. cru%ados. nos termos da LeiE c) a utili%aç*o do Plano de Contas das a$remiações partidárias. sim#oli%ando a aliança dos tra#al&adores da cidade e do campo ( #andeira compõe'se de um ret3n$ulo &ori%ontal vermel&o.Pará$rafo 1R 0 Cada inst3ncia partidária deverá dispor de C)PC pr.pria da >undaç*o +ap(tulo 95 3 Disposiç8es finais (rti$o FJ 0 O Partido Comunista do Brasil utili%a a si$la PCdoB e o n=mero eleitoral H@ 9eu em#lema é constitu"do por uma foice e um martelo.

Mistrito >ederal Pará$rafo =nico7 O PCdoB funcionará por pra%o indeterminado e sua dissoluç*o compete ao Con$resso do Partido. domic"lio e foro em Bras"lia. seç*o terceira.s"m#olo em amarelo e a si$la em #ranco (rti$o F1 0 O PCdoB tem sede nacional. re$istrado no 1R Of"cio de Be$istros de Pessoas Cur"dicas de Bras"lia so# o protocolo de microfilma$em nR JJJHF:@G de // de novem#ro de /JJ@ Be$istro das alterações estatutárias deferido pelo +ri#unal 9uperior 1leitoral. a quem ca#e decidir so#re a destinaç*o de seus #ens a instituiç*o con$2nere (rti$o F/ 0 1ste 1statuto entrará em vi$or ap. retificaç*o ou modificaç*o que porventura ven&a a ser determinada pela Custiça 1leitoral será decidida e encamin&ada pelo Comit2 Central (provado pelo 11R Con$resso do Partido Comunista do Brasil reali%ado de // a /5 de outu#ro de outu#ro de /JJ@ em Bras"lia Pu#licado no Miário Oficial da !ni*o. nos termos da Besoluç*o nR // /AF. Belator 8inistro Derardo Drossi.s sua aprovaç*o em Con$resso e pu#licaç*o no Miário Oficial da !ni*o e na imprensa partidária 9erá re$istrado no Of"cio Civil competente e encamin&ado ao +ri#unal 9uperior 1leitoral para o mesmo fim Pará$rafo Tnico 0 Vualquer dili$2ncia. de /1 de -ul&o de /JJHX (lterado pelo 1/R Con$resso do Partido Comunista do Brasil . pu#licada no Miário da Custiça da !ni*o. nas pá$inas 1@G a 1H5 no dia /5 de novem#ro de /JJ@. de /G de -un&o de /JJH.

dia /G de a$osto de /J1J 9*o Paulo.traordinário do Partido Comunista do Brasil reali%ado em 9*o Paulo.em 9*o Paulo. de @ a A de novem#ro de /JJG (lterado pelo Con$resso 1. /G de Benato a$osto de /J1J Ba#elo Cosé Presidente .