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ROTEIRO PARA ACOMPANHAMENTO DAS AULAS DE DIREITO

PROCESSUAL CIVIL V
INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem por obet!"o prop!#!ar ao al$no o a#ompanhamento
%as a$las %a %!s#!pl!na %e D!re!to Pro#ess$al C!"!l V& m!n!stra%as pela pro'essora
Nar%a %e ()t!ma (ran#o& %a (DCL& sen%o #omposto apenas %e rote!ros %as
$n!%a%es tem)t!#as obr!*at+r!as no #$rso,
Portanto& n-o %e"e ser $t!l!.a%o !sola%amente para e'e!to %e est$%os
preparat+r!os para as at!"!%a%es a"al!at!"as& sen%o ne#ess)r!a a $t!l!.a/-o %a
b!bl!o*ra'!a !n%!#a%a aba!0o& ass!m #omo a e'et!"a part!#!pa/-o %as a$las& anota/1es
em sala e le!t$ra %e b!bl!o*ra'!a #omplementar& %e l!"re es#olha %o est$%ante,
UNIDADES DIDÁTICAS
1 – MEDIDAS DE URGÊNCIA – ANTECIPAÇÃO DE TUTELA E AÇÃO CAUTELAR
2,2, Me%!%as %e $r*3n#!a
2,4, D!'eren/as Ontol+*!#as
2,5, Pr!n#6p!o %a Mot!"a/-o no panorama %as me%!%as %e $r*3n#!a
2,7, Pr!n#6p!o %o #ontra%!t+r!o
2,8, T$tela ante#!pa%a 9 #ons!%era/1es *era!s
2,:, Ante#!pa/-o %a T$tela #ontra a 'a.en%a
2,;, ($n*!b!l!%a%e %o pe%!%o %a t$tela,
2. AÇÃO CAUTELAR – MEDIDA CAUTELAR E PROCESSOS CAUTELAR
4,2, Con%!/1es %a a/-o #a$telar
4,4, In#!%3n#!a %a a/-o #a$telar
4,5, Re<$!s!tos espe#6'!#os %a #a$telar
4,7, Pr!n#6p!os %a a/-o #a$telar
4,8, Pet!/-o !n!#!al %a a/-o #a$telar
4,:, De'esa %o r=$ no pro#esso #a$telar
4,;, Senten/a na a/-o #a$telar
4,>, Re#$rsos Cab6"e!s
4,?, Presta/-o %e #a$/-o
4,2@, Per%a %a E'!#)#!a
422, Arresto
4,24, Se<Aestro
4,25, B$s#a e apreens-o
4,27, Pro%$/-o ante#!pa%a %e pro"as
4,28, Protesto& not!'!#a/-o e !nterpela/-o
3. PROCEDIMENTOS ESPECIAIS
5,2, A/-o %e Cons!*na/-o em Pa*amento
5,4, Cons!*na/-o E0tra$%!#!al
5,5, Cons!*na/-o C$%!#!al
5,7, Dep+s!to 9 Cons!%era/1es Dera!s
5,8, A/-o %e Presta/-o %e Contas
5,:, A/1es Possess+r!as
5,;, A/-o %e N$n#!a/-o %e Obra No"a
5,>, A/-o %e $s$#ap!-o
5,?, Resta$ra/-o %e a$tos, C$6.o arb!tral
5,2@, A/-o Mon!t+r!a
5,22, Embar*os %e Ter#e!ros
5,24, Pro#e%!mento Espe#!al %e C$r!s%!/-o Vol$nt)r!a
BibIiografia básicaE
CFMARA& Ale0an%re (re!tas, L!/1es %e %!re!to pro#ess$al #!"!l, R!o %e Cane!roE LGmen CGr!s& 4@2@,
DIDIER CR& (re%!e, C$rso %e %!re!to pro#ess$al #!"!l, Sal"a%orE C$s Po%!$m& 4@2@,
THEODORO CHNIOR& H$mberto,C$rso %e %!re!to pro#ess$al #!"!l, R!o %e Cane!roE (orense& 4@2@,
BibIiografia compIementar
MARINONI& L$!. D$!lhermeI ARENHART& S=r*!o Cr$., C$rso %e Pro#esso C!"!l, Vol$me 2, S-o Pa$loE
E%!tora Re"!sta %os Tr!b$na!s& 4@@>,
SANTOS& Ernane (!%el!s %os, Man$al %e %!re!to pro#ess$al #!"!l, 22, E%, S-o Pa$loE Sara!"a& 4@@;,
1 – MEDIDAS DE URGÊNCIA – ANTECIPAÇÃO DE TUTELA E
AÇÃO CAUTELAR
1.1. Medidas de urgência
O Esta%o %e"e propor#!onar ao t!t$lar %o %!re!to lesa%o o$ amea/a%o& me!os
<$e s$bst!t$am a a$tot$tela& ) <$e = pro!b!%o o e0er#6#!o %a $st!/a pelas pr+pr!as
m-os,
De"!%o a !sto& o pro#esso %e"e prestarJse ao re#onhe#!mento %o %!re!to e K
repara/-o %o %ano s$porta%o pelo se$ t!t$lar& propor#!onan%oJlhe a obet!"a
#on#ret!.a/-o %o e0er#6#!o %a $r!s%!/-o, O pro#esso %e"e estar "olta%o para a
e'et!"!%a%e %o %!re!to,
Para tanto& ne#ess)r!as& Ks "e.es& pro"!%3n#!as $%!#!a!s antes %o %es'e#ho
nat$ral e %e'!n!t!"o %o pro#esso& a'astan%o s!t$a/1es *ra"es %e r!s#o %e %ano&
%e#orrentes %a s$a !ne"!t)"el %emora, S-o as #hama%as me%!%as %e $r*3n#!a L
ante#!pa/1es %e t$tela e me%!%as #a$telares,
1.2. Diferenças OntoIógicas
Antes %e apontar as %!'eren/as entre ante#!pa/-o %e t$tela e me%!%a #a$telar&
m!ster a %e'!n!/-o %e medida Iiminar& n-o #ontempla%a #omo me%!%a %e $r*3n#!a&
se*$n%o o enten%!mento %o Pro', H$mberto Theo%oro CGn!or,
Me%!%a l!m!nar& se*$n%o ele& = <$al<$er me%!%a $%!#!al toma%a antes %o
%ebate %o #ontra%!t+r!o %o tema <$e #onst!t$! o obeto %o pro#esso& e nessa
#ate*or!a entrar!am %!"ersos pro"!mentos& !n#l$s!"e a %eterm!na/-o %e #!ta/-o& o
!n%e'er!mento %a !n!#!al lo*o no momento %e se$ re#eb!mento et#, A %enom!na/-o %e
Iiminar l!*aJse& t-o somente& ao momento em <$e o pro"!mento = %e#reta%o pelo
$!.& o$ sea& o #r!t=r!o a obser"ar = o temporal& %entro %a se<A3n#!a %e atos <$e
#omp1em #a%a 'ase pro#ess$al, Na%a !mporta& portanto& <$e a man!'esta/-o $%!#!al
e0presse $m $6.o #o*n!t!"o& e0e#$t+r!o& #a$telar o$ at= mesmo %e ante#!pa/-o %a
t$tela $r!s%!#!onal preten%!%a pelo a$tor,
TUTELA ANTECIPADA E LIMINAR
A e0press-o l!m!nar = $ma pala"ra <$e em pro#esso #!"!l e0er#e %$as
'$n/1es& po%en%o ser ela #ara#ter!.a%a #omo $m a%et!"o o$ #omo $m s$bstant!"o,
A e0press-o Ml!m!narN #omo a%et!"o = <$al<$er %e#!s-o pro'er!%a antes %a
o$"!%a %o r=$, Neste sent!%o a t$tela ante#!pa%a po%er) ser #ons!%era%a #omo
l!m!nar,
C) <$an%o men#!ona%a a Ml!m!narN #omo s$bstant!"o passa a e0press-o a ser
#ons!%era%a #omo $m s!nOn!mo %a pr+pr!a t$tela ante#!pa%a,
A t$tela ante#!pa%a po%er) ser #on#e%!%a em <$al<$er tempo, Mas& ela s+
ser) #ons!%era%a #omo $ma l!m!nar se 'or %a%a antes %a o$"!%a %o r=$ no pro#esso,
Medidas cauteIares Medidas antecipatórias
J Re*ra *eral& a #on#ess-o %as me%!%as
#a$telares est-o s$e!tas K a/-o pr+pr!aI
J S$e!/-o aos re<$!s!tos %o art, ;?> %o CPC,
J Instr$mento para obten/-o %e me%!%as
a%e<$a%as a t$telar o %!re!to& sem sat!s'a'3Jlo,
J O#orre apenas a #on#ess-o %e me%!%as
#a$telares <$e& %!ante %a s!t$a/-o %e per!*o&
pro#$ram preser"ar as pro"as o$ asse*$rar a
sat!s'a/-o %o pro"!mento na a/-o pr!n#!pal,
J Se %)& !n"ar!a"elmente& na pr+pr!a a/-o %e
#onhe#!mento& me%!ante %e#!s-o !nterlo#$t+r!aI
J Est) s$e!ta a press$postos e re<$!s!tos
pr+pr!os& estabele#!%os no art, 4;5 %o CPC,
J Me!o %e re#onhe#er& %e mo%o pro"!s+r!o& o
%!re!to mater!al %a parte o prop!#!arJlhe o se$
respe#t!"o e0er#6#!o,
J S-o sat!s'at!"as& par#!al o$ totalmente& se
e'et!"an%o atra"=s %o a%!antamento %os e'e!tos
%o pro"!mento post$la%o,
TUTELA ANTECIPADA
Instr$mento #r!a%o na le*!sla/-o bras!le!ra #omo me!o %e se e"!tar <$e o
per!*o e a %emora %o pro#esso p$%essem trans'orm)Jlo em pro"!%3n#!a !nGt!l para
#$mpr!mento %e s$a '$n/-o nat$ral %e !nstr$mento %e at$a/-o e %e'esa %o %!re!to
s$bet!"o mater!al %a parte "en#e%ora,
C) ha"!a& no pro#esso %e #onhe#!mento& me%!%as e0#ep#!ona!s e restr!tas a
pro#e%!mentos espe#!a!s& on%e o $!. po%er!a %e'er!r Ml!m!naresN& #on'orme o esta%o
%o pro#esso e o *ra$ %e #on"en#!mento *era%o pelas pro"as #olh!%as, PE0,Man%a%o
%e se*$ran/aI A/-o %e N$n#!a/-o %e Obra No"a& Desapropr!a/-o et#,Q,
O a%"ento %a Le! >,?84R?7 #onstr$!$ a s!stem)t!#a %a ante#!pa/-o pro"!s+r!a
%a t$tela sat!s'at!"a& "!san%o a m)0!ma e'et!"!%a%e %a presta/-o $r!s%!#!onal,
Con#e!toE Poss!b!l!%a%e %e o C$!. #on#e%er ao a$tor Po$ ao r=$& nas a/1es %Gpl!#esQ
9 %es%e <$e presentes os re<$!s!tos %o art, 4;5& $m pro"!mento !me%!ato <$e&
pro"!sor!amente& lhe asse*$re o bem $r6%!#o <$e se preten%e #omo obeto %a a/-o,
Não se deve confundir tuteIa antecipada com as Iiminares até então
existentes, já que estas, conforme quer dizer o próprio nome, ocorriam no
início da ação, antes da formação do contraditório enquanto aqueIas podem
ocorrer tanto no início da ação quanto em quaIquer tempo em que ainda não
se possa executar definitivamente a sentença de mérito.
Não se trata de simpIes facuIdade ou mero poder discricionário do juiz,
mas de um direito subjetivo revestido de rigidez quanto à existência dos
pressupostos constantes do art. 273 do CPC.
DIZ-SE, NA ESPÉCIE, QUE HÁ ANTECIPAÇÃO DE TUTELA PORQUE O
JUIZ SE ADIANTA PARA, ANTES DO MOMENTO RESERVADO AO NORMAL
JULGAMENTO DO MÉRITO, CONCEDER À PARTE UM PROVIMENTO QUE, DE
ORDINÁRIO, SOMENTE DEVERIA OCORRER DEPOIS DE EXAURIDA A
APRECIAÇÃO DE TODAS A CONTROVÉRSIA E PROLATADA A SENTENÇA
DEFINITIVA.
Não há momento fixado na Iei para se requerer a tuteIa antecipada. Pode
ser na iniciaI ou até mesmo depois da sentença, antes de seu trânsito em
juIgado.
Pr!n#6p!o %o C ontra%!t+r!o
Para e"!tar <$e o a$tor se "ea #ompletamente %esass!st!%o pelo %e"!%o
pro#esso le*al P<$e = %emas!a%amente morosoQ& pro#e%eJse me%!%as %e
ante#!pa/-o %e t$tela Po$ a#a$telat+r!asQ& por<$e n-o h) o$tro #am!nho para
asse*$rar a t$tela %e m=r!to K parte <$e aparenta ser o mere#e%or %a *arant!a
$r!s%!#!onal,
NO ENTANTO& A PARTE CONTRSRIA NÃO (ICA PRIVADA DO DEVIDO
PROCESSO LEDAL& PORTUE DEPOIS DA ANTECIPAÇÃO& TUE SE DS
PROVISORIAMENTE& ABRE-SE O PLENO CONTRADITÓRIO E A AMPLA
DEFESA& PARA SU A(INAL DARJSE UMA SOLUÇÃO DE(INITIVA,
PRESSUPOSTOS PARA A CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA

E0atamente para *arant!a %o %!re!to %o #ontra%!t+r!o e %a ampla %e'esa&
somente ser) poss6"el a #on#ess-o %a T$tela Ante#!pa%a <$an%o est!"er em r!s#o
%e 'r$strarJse a *arant!a ma!or %a e'et!"!%a%e %a $r!s%!/-o,
Em %$as h!p+teses n-o ser!a ra.o)"el e0!*!r %a parte <$e a*$ar%e a lon*a
mar#ha norma %o pro#esso& 'a.en%oJse presente a $r*3n#!a %o pro"!mentoE
2, Em #aso %e fundado receio de dano irreparáveI ou de difíciI reparação
eRo$I
4, Se "er!'!#a%o abuso de direito de defesa ou manifesto propósito
proteIatório do réu.
Press$postosE
Prova inequívoca
Ma!s %o <$e a s!mples apar3n#!a o$ s$spe!ta %o %!re!to Pfumus boni iurisQ&
e0!*e o art, 4;5 a presen/a %e pro"a !ne<$6"o#a, De"e& o $!.& apo!arJse em pro"a
pree0!stente& n-o ne#essar!amente %o#$mental& %e"en%o ser #lara& e"!%ente e #apa.
%e 'ormar o #on"en#!mento !n%$"!%oso& no momento %a ante#!pa/-o %a t$tela,
Esse <$a%ro po%e alterarJse %epo!s %e %e"!%amente !nstr$6%o o 'e!to& h!p+tese
em <$e o 'e!to po%e ser $l*a%o #ontra a ante#!pa/-o %e'er!%a anter!ormente,
VerossimiIhança da aIegação
Re'ereJse ao $6.o %e #on"en#!mento a ser 'e!to em torno %e to%o o <$a%ro
')t!#o& n-o apenas <$anto K e0!st3n#!a %o %!re!to %o a$tor& mas tamb=m& e
pr!n#!palmente& em rela/-o ao per!*o %e %ano e s$a !rreparab!l!%a%e&bem #omo ao
ab$so %os atos %e %e'esa e %e pro#rast!na/-o %o 'e!to,
Os '$n%amentos %a pretens-o K t$tela ante#!pa%a %e"em ser rele"antes e
apo!a%os em pro"a !%Onea,
Fundado receio
Nas#e %e %a%os #on#retos& se*$ros& obeto %e pro"a s$'!#!ente para a$tor!.ar
o $6.o %a *ran%e probab!l!%a%e em torno %o r!s#o %e pre$6.o *ra"e, A %emora
pro#ess$al n-o po%e& por s! s+& $st!'!#ar a ante#!pa/-o %a t$tela, V !n%!spens)"el a
o#orr3n#!a %o r!s#o %e %ano anormal #$a #ons$ma/-o possa #omprometer a
sat!s'a/-o %o %!re!to s$bet!"o %a parte,
Abuso do direito de defesa
O#orre <$anto o r=$ apresenta res!st3n#!a K pretens-o %o a$tor& totalmente
!n'$n%a%a o$ #ontra %!re!to e0presso o$& a!n%a& <$an%o empre*a me!os !l6#!tos o$
es#$sos para 'orar s$a %e'esa,
PROVISORIEDADE
Tem #ar)ter pro"!s+r!o e& #omo tal& po%er) ser e0e#$ta%aE
J nos pr+pr!os a$tos em <$e 'o! #on#e%!%aI
J n-o est) #on%!#!ona%a K presta/-o %e #a$/-o& mas o $!. po%er) !mpOJla se as
#!r#$nstWn#!as a#onselharem tal me%!%a %e #ontra#a$tela,
J #orre por #onta e r!s#o %a parte <$e a promo"e e n-o #omporta trans'er3n#!a %o
%om6n!o %o bem l!t!*!oso& o le"antamento %e %!nhe!ro nem a pr)t!#a %e atos %e <$e
possa res$ltar *ra"e %ano ao e0e#$ta%o sem pr="!a #a$/-o !%Onea,
REVERSIBILIDADE
N-o se #on#e%er) a ante#!pa/-o %a t$tela <$an%o ho$"er per!*o %e
!rre"ers!b!l!%a%e %o pro"!mento ante#!pa%o,
O a$tor tem o %!re!to %e obter o a'astamento %o per!*o <$e amea/a se$
%!re!to& n-o po%en%o& entretanto& !mpor ao r=$ <$e s$porte esse per!*o, A
ante#!pa/-o %a t$tela n-o se presta a %eslo#ar o$ trans'er!r r!s#o %e $ma parte para
a o$tra,
A me%!%a ante#!pat+r!a %e"e retornar ao status quo ante& em #aso %e s$a
re"o*a/-o pelo $!., Se !sto n-o 'or poss6"el& n-o ser) #on#e%!%a,
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
ANTECIPAÇÃO DA TUTELA CONTRA A FAZENDA
TemJse enten%!%o <$e o part!#$lar& obser"a%os os re<$!s!tos& tem %!re!to %e
obter a ante#!pa/-o %a t$tela mesmo em 'a#e %a (a.en%a PGbl!#a, Embora a Le!
>,75;R?4 "e%e a #on#ess-o %e me%!%a #a$telar <$e es*ote& no to%o o$ em parte& o
obeto %o pro#esso mo"!%o #ontra o Po%er PGbl!#o& n-o representa empe#!lho K
ante#!pa/-o %a t$tela& $stamente por n-o se tratar %e mera me%!%a #a$telar,
Como a (a.en%a PGbl!#a ) se s$bmet!a Ks l!m!nares %e'er!%as em man%a%o
%e se*$ran/a& resta poss6"el a apl!#a/-o %o no"o !nst!t$to 9 ante#!pa/-o %e t$tela
nas a/1es em <$e a mesma '!*$ra #omo parte,
FUNGIBILIDADE DO PEDIDO DA TUTELA
V #erto <$e para a obten/-o %e l!m!nares a#a$telat+r!as& ne#ess)r!a a
#ompro"a/-o %o M'$m$s bon! !$r!sN e Mper!#$l$m !n moraN& ao passo <$e para a
#on#ess-o %as me%!%as ante#!pat+r!as& ne#ess)r!o apo!arJse em Mpro"a !ne<$6"o#aN&
o$ sea& ma!or r!*!%e. nos re<$!s!tos, Ha"er)& #ont$%o& momentos on%e o#orrer-o
%!'!#$l%a%es pr)t!#as para pre#!sar $ma o$ o$tra esp=#!e %e t$tela, Na %G"!%a&
%e"er) optar o $!. em a*!r #om 'le0!b!l!%a%e& pre'er!n%o trans!*!r #om os !nst!t$tos %o
<$e sone*ar a presta/-o $r!s%!#!onal,
N-o se %e"e& portanto& !n%e'er!r t$tela ante#!pa%a somente por<$e a me%!%a
ple!tea%a se #on'$n%e #om me%!%a #a$telar, Ha"en%o e"!%ente r!s#o %e %ano *ra"e
e %e %!'6#!l repara/-o& po%er) o $!. %eterm!nar me%!%as pre"ent!"as <$e& a r!*or&
%e"er!am ser trata%as #omo #a$telares& mesmo por<$e& as e0!*3n#!as para o
%e'er!mento %a t$tela ante#!pa%a s-o ma!s r6*!%os %o <$e as %a t$tela #a$telar,
2. AÇÃO CAUTELAR – MEDIDA CAUTELAR E PROCESSO
CAUTELAR
A/-o Ca$telarE D!re!to %e re#lamar pro"!%3n#!a $r!s%!#!onal %o Esta%o no sent!%o %e
prote*er os bens& pessoas o$ #o!sas %e $m o$tro pro#esso 9 %e #onhe#!mento o$ %e
e0e#$/-o,
Pro#esso Ca $tela rE Instr$mento o$ m=to%o posto K %!spos!/-o %o $r!s%!#!onal para
e0er#!tar se$ %!re!to %e a/-o "olta%o K prote/-o %os bens& pessoas o$ #o!sas %e $m
o$tro pro#esso %!to pr!n#!pal,
Me%!%a Ca $telar E V o pro%$to %o pro#esso #a$telar& = o pro"!mento $r!s%!#!onal
Pl!m!nar o$ senten/aQ <$e #on#e%a a prote/-o %esea%a, Pro"!%3n#!a #on#reta
toma%a pelo +r*-o $%!#!al para el!m!nar $ma s!t$a/-o %e per!to para %!re!to o$
!nteresse %e $m l!t!*ante& me%!ante #onser"a/-o %o esta%o %e 'ato o$ %e %!re!to <$e
en"ol"e as partes& %$rante o tempo ne#ess)r!o para a real!.a/-o #oat!"a %o %!re!to
%o #re%or sobre o patr!mOn!o %o %e"e%or,
AÇÃO CAUTELAR
PROCESSO CAUTELAR MEDIDA CAUTELAR LIMINAR CAUTELAR
V o %!re!to pGbl!#o s$bet!"o
%e se pe%!r prote/-o
#a$telar,
V o !nstr$mento para <$e
se pe/a a t$tela #a$telar,
V o res$lta%o %o <$e se
pe%!$& = o pr+pr!o
pro"!mento,
L!m!nar = a me%!%a #a$telar
%a%a ao !n6#!o %o pro#esso,
Características das medidas cauteIaresE
• Instr$mental!%a%e 9 n-o se l!*a K %e#lara/-o %e %!re!to nem promo"e a
e"ent$al real!.a/-o %ele, S+ aten%e& pro"!s+r!a e emer*en#!almente& perante $ma
s!t$a/-o <$e !mp1e #omo rele"ante para a '$t$ra at$a/-o $r!s%!#!onal %e'!n!t!"a,
• A#essor!e%a%e 9 ) <$e se presta a a#a$telar $ma s!t$a/-o s$r*!%a o$
pre"!sta para a a/-o pr!n#!pal, Entretanto& em se tratan%o %a t=#n!#a pro#ess$al& =
!ne*)"el s$a a$tonom!a pro#e%!mental,
• Pro"!sor!e%a%e 9 a s!t$a/-o preser"a%a o$ #onst!t$6%a me%!ante o
pro"!mento #a$telar n-o se re"este %e #ar)ter %e'!n!t!"o e& ao #ontr)r!o& se %est!na a
%$rar por $m espa/o %e tempo %el!m!ta%o,
• Re"o*ab!l!%a%e 9 a senten/a pro'er!%a em a/-o #a$telar n-o 'a. #o!sa
$l*a%a mater!al& <$e = a e'!#)#!a <$e torna !m$t)"el e !n%!s#$t6"el a senten/a %e
m=r!to n-o ma!s s$e!ta a re#$rso, Portanto& po%e ser a me%!%a #a$telar s$bst!t$6%a&
mo%!'!#a%a o$ re"o*a%a a <$al<$er tempo, N-o se 'ala em %e#!s-o %e m=r!to nas
a/1es #a$telares& por<$e n-o "ersam elas sobre a l!%e,
CIassificação das medidas cauteIares:
I 9 aQ me%!%as #a$telares t6p!#as o$ nom!na%asE s-o as a/1es #a$telares re*$la%as
sob a %enom!na/-o %e pro#e%!mentos #a$telares espe#6'!#osI bQ me%!%as #a$telares
at6p!#as o$ !nom!na%asE #ompreen%en%o o po%er *eral %e #a$tela a%m!t!%o pelo art,
;?> %o CPC,
II 9 aQ me%!%as preparat+r!asE s-o as <$e ante#e%em K propos!t$ra %a a/-o pr!n#!pal&
bQme%!%as !n#!%enta!sE s-o as <$e s$r*em no #$rso %o pro#esso pr!n#!pal& #omo
!n#!%entes %este,
REQUISITOS DA TUTELA CAUTELAR
I 9 Um %ano poten#!alE $m r!s#o <$e #orre o pro#esso pr!n#!pal %e n-o ser Gt!l ao
!nteresse %emonstra%o pela parte& em ra.-o %o periculum in mora.
II 9 a pla$s!b!l!%a%e %o %ano s$bstan#!al !n"o#a%o por <$e preten%a se*$ran/a& o$
sea& o fumus boni iuris,
FUMUS BONI IURIS
N-o = ne#ess)r!o %emonstrar& #abalmente& a e0!st3n#!a %o %!re!to mater!al em
r!s#o, Apenas o %!re!to em r!s#o h) %e ser %emonstra%o& para ser s$'!#!ente K
#on#ess-o %a #a$telar,
In#erte.as o$ !mpre#!s1es a respe!to %o %!re!to mater!al %o re<$erente n-o
po%em ass$m!r a 'or/a %e !mpe%!rJlhe o a#esso K t$tela #a$telar, Apenas !no#orre o
fumus boni iuris <$an%o a pretens-o %o re<$erente& tal #omo mostra%a ao $!.&
#on'!*$rar!a #aso %e pet!/-o !n!#!al !nepta o$ sea& se pet!/-o %e a/-o pr!n#!pal
l!m!narmente !n%e'er6"el,
PERICULUM IN MORA
Para a #on#ess-o %a #a$telar& a parte %e"er) %emonstrar '$n%a%o temor %e
<$e& en<$anto a*$ar%a a t$tela %e'!n!t!"a& "enham a 'altar Ks #!r#$nstWn#!as %e 'ato
'a"or)"e!s K pr+pr!a t$tela, O per!*o %o %ano re'ereJse ao !nteresse pro#ess$al em
obter $ma $sta #ompos!/-o %o l!t6*!o,
Para $st!'!#ar a me%!%a #a$telar& esse per!*o %e"e serE aQ '$n%a%oE <$e n-o
%e#orre %e s!mples esta%o %e esp6r!to %o re<$erente o$ s$a %G"!%a pessoal, Se l!*a
a $ma s!t$a/-o %emonstr)"el atra"=s %e al*$m 'ato #on#retoI bQ rela#!ona%o a $m
%ano pr+0!mo E se rela#!ona #om $ma les-o <$e pro"a"elmente %e"a o#orrer a!n%a
%$rante o #$rso %o pro#esso pr!n#!pal& !sto =& antes %a sol$/-o %e'!n!t!"a %e m=r!toI
#Q <$e sea *ra"e e %e %!'6#!l repara/-o E o %ano h) %e ser a $m s+ tempo *ra"e e %e
%!'6#!l repara/-o& o$ sea& tra*a $m res$lta%o *ra"e <$e sea %e %!'6#!l repara/-o,
COMPETÊNCIA
Se ) e0!ste $ma a/-o pr!n#!pal& o $6.o #ompetente para a me%!%a #a$telar
ser) o mesmo %a #a$sa pr!n#!pal& ha"en%o a %!str!b$!/-o %a a/-o #a$telar por
%epen%3n#!a K<$ela,
Se a!n%a n-o e0!ste a a/-o pr!n#!pal& a %eterm!na/-o %e s$a #ompet3n#!a ser)
#om "!stas K a/-o pr!n#!pal& o$ sea& ser) #ompetente para a a/-o #a$telar o $6.o
#ompetente para a a/-o pr!n#!pal,
Se ho$"er s!%o !nterposto re#$rso na a/-o pr!n#!pal& = %o tr!b$nal a
#ompet3n#!a para a me%!%a #a$telar,
INTERVENÇÃO DE TERCEIROS
AssistênciaE = poss6"el no pro#esso #a$telar& ) <$e o !nteresse %o ter#e!ro para
a$%ar a parte a obter a senten/a 'a"or)"el na a/-o pr!n#!pal po%e ter !n6#!o %es%e o
momento %a t$tela pre"ent!"aI
OposiçãoE N-o = poss6"el no pro#esso #a$telar, A opos!/-o "!sa a obten/-o %e
senten/a <$e lhe sea 'a"or)"el P<$anto ao m=r!toQ& e0#l$!n%o o %!re!to %o a$tor o$
%o r=$, Como no pro#esso #a$telar o obet!"o = %!'erente %o <$e %!s#$t!r o m=r!to %o
#on'l!to& '!#a !n#ab6"el a opos!/-o neste pro#e%!mento,
Nomeação à autoriaE N-o h) +b!#es %a nomea/-o K a$tor!a no pro#esso #a$telar& )
<$e este !nst!t$to "!sa a !n%!#a/-o %a "er%a%e!ra parte r= %a rela/-o $r6%!#o
pro#ess$al,
Denunciação à lide e chamamento do processoE s-o mo%al!%a%es %e !nter"en/-o
<$e %!.em respe!to e0#l$s!"amente ao m=r!to %o #on'l!to& mot!"o pelo <$al n-o =
poss6"el s$a o#orr3n#!a no pro#esso #a$telar,
PROCEDIMENTO DA AÇÃO CAUTELAR
O pro#e%!mento %a a/-o #a$telar& embora n-o possa '$*!r %o s!stema
#ontra%!t+r!o& = restr!to apenas K ap$ra/-o %a ne#ess!%a%e o$ n-o %a me%!%a %e
*arant!a& em #ar)ter pro"!s!onal,
Entretanto& to%as as 'ases %o pro#e%!mento $%!#!al %e"em ser obser"a%as& o$
sea& o !n6#!o %a a/-o #a$telar #om a pet!/-o !n!#!al& #!ta/-o e resposta %o r=$&
!nstr$/-o e senten/a PmelhorE 'ase %e post$la/-o& %e saneamento& %e !nstr$/-o e %e
%e#!s-oQ,
A rela/-o $r6%!#a pro#ess$al #a$telar h) %e ser !nstala%a entre as mesmas
partes <$e tem le*!t!m!%a%e para o pro#esso pr!n#!pal,
CUMULAÇÃO DE PEDIDOS
S+ se a%m!te #$m$la/-o %e pe%!%os #$os pro#e%!mentos seam #ompat6"e!s
<$anto ao r!to, As a/1es #a$telares tem $m r!to #=lere& %!'erente %a a/1es %e
#o*n!/-o& <$e %eman%am r!to ma!s moroso, Entretanto& em #aso %e a%o/-o %e
#$m$la/-o %e pe%!%os& %e #o*n!/-o e #a$telar& este Glt!mo ser!a #on%$.!%o ao r!to
or%!n)r!o& o <$e re%$n%ar!a em pre$6.os ao re<$erente& em #aso %e !n%e'er!mento
%a me%!%a #a$telar em l!m!nar,
N-o se a#onselha a #$m$la/-o %e pe%!%os %e m=r!to e #a$telar& ) <$e #a%a
$m poss$! pro#e%!mentos pr+pr!os e n-o toleram a abor%a*em e sol$/-o
s!m$ltWneas,
PETIÇÃO INICIAL
Os re<$!s!tos %a pet!/-o !n!#!al est-o elen#a%os no art, >@2 %o CPC& sen%o
!mportan%o sal!entar ma!s %o!s re<$!s!tos& <$e n-o po%em ser %!spensa%os e n-o
#onstaram %o re'er!%o art!*oE aQ pe%!%o %e #!ta/-o %o r=$ eI bQ "alor %a #a$sa,
Na pet!/-o !n!#!al tamb=m %e"er) #onter a !n%!#a/-o %a l!%e <$e ser) proposta
'$t$ramente Pno #aso %e a/-o #a$telar preparat+r!aQ& ) <$e o pro#esso #a$telar =
!nstr$mental e ser"e K t$tela %e o$tro pro#esso& <$e a %o$tr!na #hama %e pr!n#!pal
o$ %e m=r!to,
DEFESA DO REQUERIDO
Po%em ser opostos& em %e'esa& a #ontesta/-o e a e0#e/-o, C) a re#on"en/-o&
= !n#ab6"el nos pro#essos #a$telares& e!s <$e n-o se %est!nam K %!s#$ss-o %o
m=r!to %o #on'l!to,
A 'alta %e resposta %o r=$ *era a s$a re"el!a& pro"o#an%oE
aQ e'e!tos pro#ess$a!sE
J o pro#esso #orrer) sem a !nt!ma/-o %o r=$ sobre a real!.a/-o %os atos
pro#ess$a!s& en<$anto n-o t!"er patrono nos a$tosI
J o pro#esso ser) $l*a%o em #!n#o %!as& !n%epen%entemente %e %!la/-o probat+r!aI
bQ e'e!tos s$bstan#!a!sE
J to%os os 'atos ale*a%os pelo re<$erente pres$m!rJseJ-o a#e!tos pelo re<$er!%o,
Embora re"el& po%er) o re<$er!%o !nter"!r nos a$tos& em <$a!s<$er %e s$as
'ases& re#eben%oJos no esta%o em <$e se en#ontra,
MEDIDA CAUTELAR "INAUDITA ALTERA PARTE”
As me%!%as #a$telares representam& <$ase sempre& restr!/1es %e %!re!to e
!mpos!/-o %e %e"eres e0traor%!n)r!os ao re<$er!%o,
Para s$a #on#ess-o& m!ster a %emonstra/-o& a!n%a <$e s$m)r!a& %os re<$!s!tos
le*a!s, M$!tas "e.es& por=m& a a$%!3n#!a %a parte #ontr)r!a le"ar!a a 'r$strar a
'!nal!%a%e %a me%!%a <$e se preten%e& po!s %ar!a a ela a oport$n!%a%e %e !mpe%!r
Pnos #asos em <$e !sso 'or poss6"elQ& a #on#ret!.a/-o %a re'er!%a me%!%a,
Em "!rt$%e %!sto& a le*!sla/-o perm!te ao $!.& #on#e%er a me%!%a #a$telar sem
o$"!r o r=$ 9 antes %a #!ta/-o J& se "er!'!#ar <$e este& se tomar #!3n#!a pr="!a& po%er)
torn)Jla !ne'!#a.,
Essas me%!%as e0#ep#!ona!s po%er-o ser a$tor!.a%as& tanto na a/-o #a$telar
!n#!%ental <$anto na pre#e%ente e n-o %!spensam a #ompro"a/-o %os re<$!s!tos,
Caso a #ompro"a/-o %os re<$!s!tos n-o se '!.erem presentes na pet!/-o !n!#!al&
po%er) o $!. ap$r)Jlos em $st!'!#a/-o pr="!a& $n!lateral& pro%$.!%a pelo re<$erente&
sem a #!3n#!a %a parte #ontr)r!a,
Essa $st!'!#a/-o = real!.a%a %entro %os pr+pr!os a$tos %a a/-o #a$telar,
Em %eterm!na%as s!t$a/1es& o $!. po%e !mpor ao re<$erente a presta/-o %e
$ma #a$/-o "!san%o ressar#!r <$al<$er pre$6.o <$e a pro"!%3n#!a #a$telar possa&
e"ent$almente& a#arretar ao re<$er!%o,
MEDIDAS CAUTELARES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (Leis 7.969/89;
4.348/64; 8.076/90; 8.437/92)
N-o ha"er) me%!%a l!m!nar <$an%oE
2, na a/-o #a$telar t!"er #omo obeto re#lass!'!#a/-o o$ e<$!para/-o %e
ser"!%ores pGbl!#osI
4, "ersar sobre #on#ess-o %e a$mento o$ e0tens-o %e "anta*ens a %!tos
ser"!%oresI
5, o re#$rso "ol$nt)r!o& o$ ex officio& nos #asos a#!ma& ter) e'e!to s$spens!"o&
%e mane!ra <$e a senten/a '!nal %a a/-o #a$telar somente ser) e0e#$ta%a ap+s o
trWns!to em $l*a%o,
JULGAMENTO DA AÇÃO CAUTELAR
O ato %o C$!. <$e %e'ere o$ !n%e'ere a me%!%a #a$telar& inaudita altera parte& =
%e#!s-o !nterlo#$t+r!a, Mas& o pro#esso #a$telar somente se en#erra atra"=s %e $ma
senten/a <$e re#onhe/a a pro#e%3n#!a o$ !mpro#e%3n#!a %o pe%!%o& sal"o nas
h!p+teses %e e0t!n/-o sem resol$/-o %e m=r!to,
Contra re'er!%a senten/a est) pre"!sto o re#$rso %e apela/-o& <$e ser)
re#eb!%o apenas no e'e!to %e"ol$t!"o,
No processo cauteIar, não há que se faIar em coisa juIgada materiaI, ou
seja, não há que se faIar em sentença de mérito, já que este não cuida de
soIucionar o confIito.
Coisa juIgada materiaI ÷ é o fenômeno peIo quaI a sentença de mérito
torna-se imutáveI e indiscutíveI.
Também a característica de provisoriedade da medida cauteIar autoriza
que esta medida, em quaIquer tempo, mesmo depois de proferida a sentença
no processo cauteIar, pode ser revista, quer para modificá-Ia, que para revogá-
Ia.
Entretanto, não pode o requerente renovar o pedido baseado nos
mesmos fundamentos, em caso de seu indeferimento. É que, mesmo não
fazendo coisa juIgada materiaI, há o impedimento de o juiz juIgar novamente
as questões já decididas. Portanto, apenas com base em fatos novos poderá o
requerente renovar o pedido da mesma providência cauteIar.
Não configura decisão extra petita a sentença que defere providência
diversa daqueIa pretendida peIo requerente, considerando a predominância do
interesse púbIico, já que a medida cauteIar se destina a servir outro processo,
e não diretamente ao direito da parte.
Quanto à fixação de honorários advocatícios a títuIo de sucumbência, é
grande a controvérsia doutrinária e jurisprudenciaI na ação cauteIar.
A corrente que nega a imposição da verba baseia-se no fato de que tais
procedimentos seriam meros incidentes do processo principaI. Assim, na ação
principaI é que se daria a apIicação das regras de sucumbência.
A corrente que defende sua apIicação parte do princípio de que existe
uma ação, diversa e autônoma, que não se confunde com a ação principaI,
passíveI da ocorrência do ônus da sucumbência.
RECURSOS CABÍVEIS
2, ApeIação L Contra a senten/a pro'er!%a no pro#esso #a$telar& ser) sempre
re#eb!%a apenas no e'e!to %e"ol$t!"o& %e sorte <$e pro%$. e'e!to !me%!ato Pe0#eto
<$an%o a a/-o #a$telar #on%ena a (a.en%a PGbl!#a a promo"er a re#lass!'!#a/-o o$
e<$!para/-o %e ser"!%ores pGbl!#os& bem #omo a #on#ess-o %e a$mento o$
e0tens-o %e "anta*ens a %!tos ser"!%ores 9 Le! ;,?:?R>?Q,
4, Agravo L na 'orma ret!%a o$ %e !nstr$mento& #ontra as %e#!s1esE
aQ <$e #on#e%e o$ %ene*a a me%!%a #a$telar inaudita altera parteI
bQ <$e %eterm!na me%!%as #a$telares de officioI
#Q <$e !mp1e #a$/-o #omo #ontra#a$tela& o$ <$e a a$tor!.a em s$bst!t$!/-o %e o$tra
me%!%a,
Embora #ab6"el o a*ra"o ret!%o& o $s$al = a !nterpos!/-o %o a*ra"o %e
!nstr$mento& pela *ra"!%a%e e $r*3n#!a #om$ns %as me%!%as pre"ent!"as,
5, Recurso extraordinário e recurso especiaI L Nos #asos %e estarem
presentes as s!t$a/1es <$e a$tor!.em re'er!%os re#$rsos,
PERDA DA EFICÁCIA DA MEDIDA CAUTELAR
Para <$e o re<$erente n-o possa etern!.ar a me%!%a #a$telar <$e obte"e
mesmo antes %e propor a a/-o pr!n#!pal& a le! lhe !mp1e $m pra.o %entro %o <$al
%e"er) pro"!%en#!ar o a$!.amento %esta a/-oE 5@ %!as& %e a#or%o #om o art, >@:
Ppra.o 'atal o$ perempt+r!o L !mprorro*)"elQ,
A #onta*em %esse pra.o %e 5@ %!as se !n!#!a na %ata %a e'et!"a/-o %a me%!%a
#on#e%!%a& a!n%a <$e se em l!m!nar, Ass!m& %e"er) o re<$erente %a a/-o #a$telar
preparat+r!a !nterpor a a/-o pr!n#!pal& obser"a%o re'er!%o pra.o& !n%epen%entemente
%e senten/a a ser pro'er!%a no pro#esso #a$telar,
Conse<A3n#!a %a !nobser"Wn#!a %o pra.o s$praE
Se a a/-o pr!n#!pal n-o = !nterposta no pra.o %e 5@ %!as #onta%os %a
e'et!"a/-o %a me%!%a #a$telar& esta a$tomat!#amente per%e s$a e'!#)#!a& retornan%o
a s!t$a/-o ao status quo ante,
ARRESTO
CONCEITO
Me%!%a #a$telar %e *arant!a %e '$t$ra e0e#$/-o por <$ant!a #erta, Cons!ste na
apreens-o $%!#!al %e bens !n%eterm!na%os %o patr!mOn!o %o %e"e%or,
Asse*$ra a "!ab!l!%a%e %e '$t$ra penhora& na <$al #on"erterJseJ) no momento
a%e<$a%o L real!.a o arresto e& no momento %a penhora %e bens& esse arresto ser)
#on"ert!%o em penhora,
At$a #omo me!o %e preser"ar a responsab!l!%a%e patr!mon!al %o %e"e%or,
Cabe a ação de arresto a quem tem Iegitimação para a execução (ativa)
contra aqueIe que é o devedor da execução (passiva).
O arresto deverá ser proposto perante o juízo competente para a
execução, ou, em exceção, no juízo da situação dos bens (embora
incompetente para a execução forçada).
O arresto se executa de pIano, sem prévia ciência do devedor, com a
apreensão e depósito da coisa arrestada. A indicação do depositário ou sua
nomeação peIo OficiaI de Justiça é essenciaI para sua vaIidade. O réu –
devedor –, incIusive, pode assumir essa condição, se com isto concordar o
credor. Em quaIquer caso, o depositário deve firmar o auto de arresto, dando
recibo dos bens confiados à sua guarda.
PRESSUPOSTOS
Al=m %os re<$!s!tos *era!s para #on#ess-o %e <$a!s<$er me%!%as #a$telares&
s-o ne#ess)r!os os re<$!s!tos espe#6'!#os& <$a!s seamE aQ pro"a l!teral %e %6"!%a
l6<$!%a e #erta P#ompro"a/-o& na #a$telar espe#6'!#a& %a #on%!/-o %e #re%or& atra"=s
%o t6t$lo e0e#$t!"oQ eI bQ pro"a %o#$mental o$ $st!'!#a/-o %e al*$m %os #asos %e
per!*o %e %ano $r6%!#o men#!ona%o no art, >25 P'$n%a%o re#e!o %e '$*a o$
!nsol"3n#!a %o %e"e%or& %e o#$lta/-o o$ %!lap!%a/-o %e bensQE %e"e%or sem
%om!#6l!o #erto man!'esta a$sentarJse o$ al!enar se$s bens& ou %e!0a %e pa*ara
obr!*a/-o no pra.o est!p$la%oI %e"e%or #om %om!#6l!o #ertoE aQ se a$senta o$ tenta
a$sentarJse '$rt!"amenteI bQ #omete <$al<$er art!'6#!o 'ra$%$lento& a '!m %e 'r$strar a
e0e#$/-o o$ lesar #re%ores Pal!ena o$ tenta al!enar bens <$e poss$!I #ontra! o$
tenta #ontra!r %6"!%as e0traor%!n)r!asI p1e o$ tenta por se$s bens em nome %e
ter#e!rosQI #Q tenta al!enar bens %e ra!.& sem '!#ar #om al*$m l!"re e %esembara/a%o&
e<$!"alente K %6"!%a,
A e0!st3n#!a %esses press$postos se %) atra"=s %eE
J prova documental L pR pro"ar a e0!st3n#!a %o #r=%!to l6<$!%o e #ertoI
J justificação prvia L Sem #!ta/-o o$ !nt!ma/-o %a parte #ontr)r!a, Ser) e0!*!%a
<$an%o o #re%or n-o %!sp$ser %e pro"a %o#$mental para %emonstrar o per!*o %e
%ano, E0#e/-oE T$an%o o pe%!%o %e arresto = 'orm$la%o pela Un!-o& Esta%o o$
M$n!#6p!o Pe s$as a$tar<$!asQ& = %!spensa%a a $st!'!#a/-o pr="!a,
J caução L po%eJse %!spensar a pro"a %o#$mental e a $st!'!#a/-o pr="!a se o
#re%or prestar #a$/-o& #aben%o ao $!. '!0ar o se$ "alor e esp=#!e, Essa %!spensa =
apenas para %e'er!mento %a me%!%a em se%e %e l!m!nar& #aben%o ao #re%or
apresentar s$as pro"as no #$rso %o pro#esso #a$telar& para obter senten/a
'a"or)"el& manten%o a l!m!nar antes %e'er!%a,
BENS SUJEITOS AO ARRESTO
Bens %o %e"e%or& m+"e!s o$ !m+"e!s& %es%e <$e penhor)"e!s& ) <$e a me%!%a %e
arresto se #on"erter) '$t$ramente em penhora, S-o arrest)"e!s to%os os bens
penhor)"e!s,
EXTINÇÃO DO ARRESTO
E0t!n*$eJse o arresto& al=m %as #a$sas *en=r!#as %a #essa/-o %as me%!%as
a#a$telat+r!as pre"!stas no art, >@> %o CPCE I 9 pelo pa*amentoI II 9 pela no"a/-oI
e& III 9 pela transa/-o,
Essas s-o& al!)s& #a$sas %e e0t!n/-o %a %6"!%a e& em #onse<A3n#!a& %o
pro#esso pr!n#!pal,
SEQUESTRO
CONCEITO
Me%!%a #a$telar <$e asse*$ra '$t$ra e0e#$/-o para entre*a %e #o!sa <$e
#ons!ste na apreens-o %e bem determinado& obeto %o l!t6*!o& para lhe asse*$rar
entre*a& em bom esta%o& ao <$e "en#er a #a$sa,
O se<Aestro %o bem l!t!*!oso at$a #omo apreens-o %este para *arant!rJlhe a
!nte*r!%a%e,
O bem se<Aestra%o = #olo#a%o sob a *$ar%a %e $m %epos!t)r!o $%!#!al&
nomea%o pelo $!.& a teor %o %!sposto no art, >47 %o CPC,
CABIMENTO
De"e ha"er %G"!%a sobre o %!re!to mater!al a#er#a %o bem e per!*o %e
%esapare#!mento %este, Em *eral& o se<Aestro s+ = a%m!t!%o on%e a le!
e0pressamente o a$tor!.ar, Se*$n%o a %o$tr!na& = $ma me%!%a M"!olenta& o%!osa e %e
e0#e/-oN,
Po%em ser obeto %o se<Aestro as #o!sas m+"e!s e !m+"e!s e as semo"entes,
REQUISITOS
In#$mbe ao a$tor o On$s %e %emonstrar& na pet!/-o !n!#!al& a o#orr3n#!a %os
re<$!s!tos le*a!s& <$e s-oE
O temos %e %ano $r6%!#o !m!nente L "er!'!#a/-o %e al*$m %os 'atos arrola%os
no art, >44 %o CPCE aQ '$n%a%o re#e!o %e %an!'!#a/-o o$ r!0a entre as partes& nos
bens #$a propr!e%a%e = %!sp$ta%aI bQ em #aso %e %!ss!pa/-o %os 'r$tos e
ren%!mentos %e !m+"el pelo r=$& %epo!s %e #on%ena%o por senten/a a!n%a s$e!ta a
re#$rsoI #Q nos #asos %e separa/-o $%!#!al e an$la/-o %e #asamento& on%e $m %os
#On$*e est!"er %!ss!pan%o os bens %o #asalI e& %Q nos %ema!s #asos e0pressos em
le!,
Portanto& = #ab6"el o se<AestroE aQ sobre bens m+"e!s& !m+"e!s o$ semo"entes&
<$an%o lhe 'or %!sp$ta%a a propr!e%a%e o$ posse& ha"en%o '$n%a%o re#e!o %e
%an!'!#a/-o %os mesmos o$ r!0a entre as partesI PRIYAE preo#$pa/-o #om a pa.
so#!al, N-o = a #o!sa <$e #orre r!s#o& mas as pessoas <$e ela apro0!ma, A prote/-o
#a$telar "!sa %!retamente K t$tela %as pessoas, DANI(ICAÇÃOE amea/a so'r!%a pelo
bem l!t!*!oso& n-o apenas <$anto K s$a %eter!ora/-o& mas tamb=mQI bQ sobre 'r$tos e
ren%!mentos %o !m+"el l!t!*!oso& se o r=$ os %!ss!par& %epo!s %e #on%ena/-o por
senten/a a!n%a n-o trans!ta%a em $l*a%o Ppara e"!tar essa h!p+tese& o r=$ po%er)
"alerJse %e #a$/-o !%Onea 9 art, >@8 %o CPCQI #Q %os bens %o #asal& se o #On$*e os
est!"er %!ss!pan%o& em #aso %e separa/-o PEssa h!p+tese %e se<Aestro press$p1e a
a/-o %e separa/-o ) proposta o$ na !m!n3n#!a %e propos!t$ra e atos %o #On$*e
<$e !mportem na %!lap!%a/-o %os bens #om$nsQI %Q nos %ema!s #asos e0pressos em
le! PE0, art, 248 %o CPC L se<Aestro %os bens pro%$tos %e #r!meQ,
CAUÇÃO
PArts, >4: a >5> %o CPCQ
Ca$/-o L *arant!a
A #a$/-o e o %!re!to %e prestar #a$/-o #a$telarmente po%er-o ser re#lama%os
sempre <$e o $so %e prerro*at!"as pro#ess$a!s& %e #ar)ter pro"!s+r!o& p$%er #a$sar
%ano K pessoa,
J Ca$/-o %e#orrente %o %!re!to mater!al E = me%!%a sat!s'at!"a e a pretens-o %a parte
= %e s!mples se*$ran/a %o ne*+#!o $r6%!#oI
J #a$/-o %e#orrente %o %!re!to pro#ess$al E = me%!%a #a$telar& <$e tem por obet!"o
res*$ar%ar ressar#!mento %e pre$6.os <$e possam ser #a$sa%os pelo e'et!"o
e0er#6#!o %e ato pro#ess$al,
• Ca$/-o realE <$an%o se %-o bens em *arant!aI
• Ca$/-o '!%e$ss+r!aE <$an%o a *arant!a 'or pessoa, PE0, '!an/aQ,
Pro#e%!mentoE
J pet!/-o !n!#!al !n%!#an%o o "alor a #a$#!onar e se$ mo%o Preal o$ '!%e$ss+r!aQ,
J C!ta/-o %o re<$er!%o Pmesmo se ele ) t!"er s!%o #!ta%o na a/-o pr!n#!palQ para& em @8 %!as&
a#e!tar a #a$/-o o$ #ontestar o pe%!%o,
J Ha"en%o #on#or%Wn#!a %o re<$er!%o& o $!. $l*a o pe%!%o e %eterm!na s$a
presta/-o& '!0an%o $m pra.o para tantoI
J Ha"en%o #ontesta/-o& o pro#esso ser) !nstr$6%o e $l*a%oI
, se pro#e%ente& o $!. %eterm!na a #a$/-o e '!0a pra.o para s$a presta/-o,
• O $l*amento se %) por senten/a& <$e %esa'!a apela/-o& <$e ser)
re#eb!%a apenas no e'e!to %e"ol$t!"oI
• Se a #a$/-o n-o 'or presta%a no pra.o '!0a%o pelo $!.& a parte so'rer)
as #onse<$3n#!as %e s$a !n=r#!a Pe0, n-o ter) %e'er!%a a me%!%a #a$telar <$e
preten%eI n-o lhe ser-o rest!t$6%os& mas apenas %epos!ta%os& os bens obeto %e
embar*os %e ter#e!rosQ,
• O pe%!%o po%e ser 'e!to %e %$as 'ormasE
J estabele#er a esp=#!e %e #a$/-o ) pre"!sta o$
J pe%!r ao $!. <$e a %eterm!ne& perm!t!n%o a o'erta ao obr!*a%o,
BUSCA E APREENSÃO
A me%!%a %e Mb$s#a e apreens-oN po%e ser apenas me!o %e e0e#$/-o %e o$tras
pro"!%3n#!as #a$telares& #omo se<Aestro e arresto&mas po%e tamb=m ser o '!m
e0#l$s!"o %e $ma a/-o #a$telar,
Essa me%!%a "!sa #ompletar o <$a%ro !nstr$mental %o $6.o #a$telar po!s&
%eterm!na%as h!p+teses n-o se en<$a%ram no Wmb!to %e nenh$ma %as me%!%as
e0!stentes, Por e0emploE
J $m obeto po%e n-o ser l!t!*!oso& mas apresenta *ran%e !mportWn#!a para ap$ra/-o
%e 'atos #ontro"ersosI
J os %o#$mentos& em *eral& n-o s-o pass6"e!s %e se<Aestro,
B$s#a L pro#$ra& #ata& pes<$!sa %e $ma #o!sa o$ pessoa, N-o se es*ota em s!
mesmo po!s& est) sempre l!*a%a K apreens-o %essa #o!sa o$ pessoaI
Apreens-o L ato %e #oer/-o <$e !mpl!#a na ret!ra%a %a #o!sa o$ pessoa %as m-os
%e <$em a %et=m e a s$a entre*a a o$tra,
• Se$ pro#e%!mento = o mesmo %as %ema!s a/1es #a$telaresI
• De'er!%a a me%!%a em se%e %e l!m!nar P!na$%!ta altera parteQ& ser) e0pe%!%o $m
man%a%o %e b$s#a e apreens-o <$e %e"er)& obr!*ator!amente& ass!na%o pelo
C$!. <$e a %eterm!no$,
• O man%a%o ser) #$mpr!%o por %o!s o'!#!a!s& #om or%em para arrombamento
%e portas e0ternas o$ !nternas e %e <$a!s<$er m+"e!s on%e pres$mam <$e
estea o#$lta a pessoa o$ a #o!sa& %es%e <$e n-o se %3 abert$ra "ol$nt)r!a&
<$an%o os o'!#!a!s %e"er-o ser a#ompanha%os por %$as testem$nhas L pelo
'ato %e <$e h) a a$tor!.a/-o pr="!a %e arrombamento,
CLASSI(ICAÇÃOE
2, T$anto ao obeto L %e #o!sas 9 me%!%a real Psomente #o!sas m+"e!sQ o$ %e
pessoas 9 me%!%a pessoal Psomente !n#apa.es& o$ sea& menores e !nter%!tosQI
4, T$anto K nat$re.a L #a$telar e pr!n#!pal,
J#a$telarE "!sa a real!.a/-o !nstr$mental %e o$tro pro#esso& #$a e'!#!3n#!a se b$s#a
asse*$rar,
J pr!n#!pal o$ sat!s'at!"aE "!sa a sat!s'a/-o& por s! s+& na real!.a/-o %e %eterm!na%o
%!re!to Pe0, b$s#a e apreens-o para entre*a %e #o!sa #erta o$ na b$s#a e apreens-o em bens
al!ena%os '!%$#!ar!amenteQ,
O obeto %o nosso est$%o& entretanto& = a b$s#a e apreens-o <$e ser"e para
real!.a/-o !nstr$mental %e o$tro pro#esso& o$ sea& a #a$telar,
PRESSUPOSTOSE
A a/-o #a$telar %e b$s#a e apreens-o n-o e0!*e press$postos espe#6'!#os e
s$bor%!naJse& apenas& aos press$postos #om$ns Ks me%!%as #a$telares em *eralE
periculum in mora e fumus boni iuris,
PRODUÇÃO ANTECIPADA DE PROVAS
PArts, >7; a >7? %o CPCQ
V #ab6"el para perm!t!r <$e a parte #olha %epo!mento %e se$ opos!tor& o$/a
testem$nha o$ real!.e pro"a per!#!al antes %o momento a%e<$a%o& %!ante %a
poss!b!l!%a%e %e pere#!mento %a pro"a,
Os e0emplos ma!s #om$ns s-oE
• Ne#ess!%a%e %e o$"!r testem$nha <$e 'o! abat!%a por %oen/a *ra"e
<$e po%e le")Ja K morte antes %a !nstr$/-o %o 'e!toI
• Ne#ess!%a%e %e #olhe!ta %e %epo!mento %a parte em 'a#e %a
%emonstra/-o <$e !r) '!0ar res!%3n#!a em lo#al %!stanteI
• Ne#ess!%a%e %a real!.a/-o %e pro"a per!#!al em bem m+"el o$ !m+"el&
l!beran%oJo para $t!l!.a/-o,
J Pro%$/-o ante#!pa%a %e pro"asE *3nero
J Esp=#!esE
• Pro"a oralE
, #olhe!ta %e %epo!mento pessoal
, o!t!"a %e testem$nha
• Pro"a per!#!al

Para <$e o $!. a$tor!.e a pro%$/-o ante#!pa%a %a pro"a& = ne#ess)r!o <$e o
a$torRre<$erente %emonstre o $sto re#e!o %e <$e n-o po%e a*$ar%ar pela a$%!3n#!a
%e !nstr$/-o nos a$tos pr!n#!pa!s o$ <$e o bem a ser e0am!na%o po%e pere#er at= o
momento %a per6#!a P'ase !nstr$t+r!aQ,

Essa mo%al!%a%e %e #a$telar tem nat$re.a sat!s'at!"a& mas o $!. somente !r)
a"al!ar a pro"a #olh!%a ante#!pa%amente no momento a%e<$a%o& o$ sea& no
momento %e real!.a/-o %a pro"a no pro#esso pr!n#!pal,
T$anto K ne#ess!%a%e %e !n%!#a/-o& na pet!/-o !n!#!al %a #a$telar& %a l!%e pr!n#!pal
e se$ '$n%amento e a propos!t$ra %a a/-o pr!n#!pal no pra.o %e 5@ %!as& a %o$tr!na
tem "ar!a%o enten%!mento& sen-o "eamosE
Para MisaeI Montenegro FiIhoL Cons!%eran%o <$e a real!.a/-o %a pro"a
ante#!pa%amente n-o a#arreta pre$6.os ao re<$er!%o& n-o se apl!#a a essa #a$telar
o %!sposto no art, >@: %o CPC& '!#an%o o a$tor %esobr!*a%o %e !n%!#ar a l!%e pr!n#!pal
e se$ '$n%amento e at= mesmo %e propor a a/-o pr!n#!pal no pra.o %e 5@ %!as, Se
n-o o#orrer a %!str!b$!/-o %a a/-o pr!n#!pal& a pro"a #olh!%a ante#!pa%amente
s!mplesmente se per%e& sem nenh$m pre$6.o K parte re<$er!%a,
Para Humberto Theodoro JúniorL N-o se apl!#a o pra.o %e e'!#)#!a %a me%!%a
a#a$telat+r!a na pro%$/-o ante#!pa%a %e pro"as& por<$anto o "alor probante %a
pro"a #olh!%a& a!n%a <$e ante#!pa%amente& n-o se per%e #om o tempo, Melhor
%!.en%o& n-o h) #omo o $!. atr!b$!r ma!or o$ menor e'!#)#!a K pro"a ante#!pa%a&
apenas por<$e a parte n-o a $t!l!.o$ em tempo #erto,
Para Ernane FidéIis dos SantosL O a$tor %a a/-o #a$telar %e pro%$/-o
ante#!pa%a %e pro"as n-o '!#a obr!*a%o a !n%!#ar a l!%e e se$ '$n%amento& mesmo
por<$e ele 9 a$tor %a #a$telar J& po%e ser o r=$ %a a/-o pr!n#!pal e preten%e 'a.er
s$a pro"a apenas #om base na poss!b!l!%a%e %e ser a#!ona%o pelo a$tor, Tamb=m
enten%e <$e essa #a$telar es*otaJse #om ela pr+pr!a& n$n#a per%en%o a e'!#)#!a&
nem mesmo por n-o ter s!%o proposta a a/-o %e #onhe#!mento no pra.o %e 5@ %!as,
RESPOSTA DO RVU
A #ontesta/-o por parte %o r=$ %e"er) se restr!n*!r K 'alta %e #on%!/1es %a a/-o
o$& no m=r!to& ne*ar a ne#ess!%a%e %a ante#!pa/-o %a pro"a,
SENTENÇA
A senten/a pro'er!%a na pro%$/-o ante#!pa%a %e pro"as = apenas homolo*at+r!a&
t-o somente para re#onhe#er a e'!#)#!a %os elementos #olh!%os a t6t$lo %e pro"a
$%!#!al,
N-o h) %e#lara/-o sobre a "era#!%a%e %a pro"a mas s!m& a#e!ta/-o %e s$a
real!.a/-o #om 'or/a probante para a a/-o pr!n#!pal,
A "alora/-o %a pro"a #olh!%a ante#!pa%amente '!#ar) a #ar*o %o $!.& <$e a
anal!sar) no momento oport$no& %entro %a a/-o pr!n#!pal,
DESTINO DOS AUTOS
Real!.a%a a pro"a& os a$tos permane#em na se#retar!a %o $6.o a*$ar%an%o a
propos!t$ra %a a/-o pr!n#!pal o$& se ) proposta& ser-o nela apensa%os para
a"al!a/-o oport$na,
ALIMENTOS PROVISIONAIS
PArts, >84 a >87 %o CPCQ
Al!mentos L T3m& $r!%!#amente& sent!%o amploE al=m %a<$!lo <$e se #ome e bebe&
tamb=m o "est$)r!o& hab!ta/-o& rem=%!o e e%$#a/-o,
A obr!*a/-o %e al!mentar =E
• Re#6pro#a entre pa!s e '!lhosI
• E0tens!"a a to%os os as#en%entes& re#a!n%o nos ma!s pr+0!mos em *ra$&
obser"a%o o 'ato %e& para <$e o *ra$ ma!s remoto sea #on%ena%o&
ne#ess)r!o <$e o *ra$ ma!s pr+0!mo estea !sento %e 'a.3Jlo& por 'alta %e
#on%!/1es,
• Entre as#en%entes e %es#en%entes& a obr!*a/-o = pre'eren#!almente& em
pr!n#6p!o& %o as#en%ente, PE0, Se a pessoa tem pa!s e '!lhos e pre#!sa %e al!mentos& os
'!lhos somente '!#ar-o obr!*a%os a al!ment)Jla se os pa!s n-o p$%erem 'a.3JloQ,
• N-o ha"en%o as#en%entes e %es#en%entes& a obr!*a/-o se trans'ere aos
!rm-os *ermWn!#os P%e pa! e m-eQ e& !n%!st!ntamente& aos $n!latera!s,
• Em ha"en%o obr!*a%os %a mesma #lasse em #on%!/1es %e prestar os
al!mentos& <$a!s<$er %eles po%er) ser a#!ona%o& %epen%en%o %a pre'er3n#!a
%o al!mentan%o,
J O %e'er!mento %e al!mentos pro"!s!ona!s %epen%e %a #ompro"a/-o %a ne#ess!%a%e
%o al!mentan%o e %a poss!b!l!%a%e %o al!mentante,
J T$an%o os al!mentos pro"!s!ona!s 'orem re<$er!%os %entro %a a/-o %e separa/-o
o$ %e %!"+r#!o& po%em al#an/ar os %epen%entes %o re<$erente& #omo os '!lhos
!n#apa.es <$e est-o sob s$a *$ar%a& a!n%a <$e eles n-o seam parte %o pro#esso,
J Se n-o ho$"er pro"a %a patern!%a%e& os al!mentos somente po%er-o ser ple!tea%os
ap+s o re#onhe#!mento %a '!l!a/-o,
J T$al<$er $l*amento <$e #on%ena K presta/-o %e al!mentos se %) por senten/a&
<$e %esa'!a re#$rso %e apela/-o, Se$ e'e!to& entretanto& ser) apenas o %e"ol$t!"o&
a$tor!.an%o a e0e#$/-o pro"!s+r!a %o $l*a%o,
Pro#e%!mentoE
J Pet!/-o !n!#!al& #onten%o a $st!'!#at!"a para os al!mentos& o$ sea& a #ompro"a/-o
%o b!nOm!o ne#ess!%a%e Y #apa#!%a%eI
, o "alor %a #a$sa ser) %e 24 presta/1es mensa!s,
J Se*$e o r!to %as #a$telares,
PROTESTO, NOTIFICAÇÃO E INTERPELAÇÃO
PArts, >:; a >;5 %o CPCQ
Con#e!toE S-o pro#e%!mentos n-o #onten#!osos& meramente #onser"at!"os %e
%!re!to& <$e n-o po%em ser !n#l$6%os& te#n!#amente& entre as me%!%as #a$telares,
N-o at$am para preser"ar o pro#esso %o periculum in mora& nem ser"em
espe#!'!#amente para asse*$rar e'!#)#!a e $t!l!%a%e a o$tro pro#esso,
A nat$re.a $r6%!#a e o pro#e%!mento s-o os mesmos para protesto& not!'!#a/-o o$
!nterpela/-o,
J A #on#ess-o %as me%!%as #onser"a%oras s$pra s$bor%!naJse K %$pla e0!*3n#!a %eE
• Demonstra/-o %e !nteresse %o promo"ente no $so %o rem=%!o pro#ess$al L
ne#ess!%a%e %e s$a $t!l!.a/-o para asse*$rar o '!m #ol!ma%o po%en%o a
me%!%a ser !n%e'er!%a por 'alta %e !nteresseE
, se se trarar %e not!'!#a/-o !n#ab6"el perante a le!I
, 'orm$la%o por pessoa <$e n-o %emonstra "6n#$lo #om a rela/-o $r6%!#aI
, protesto absol$tamente %esne#ess)r!o,
• N-o no#!"!%a%e e'et!"a %a me%!%a L o obet!"o %as me%!%as n-o po%e ser
#ontr)r!o K l!ber%a%e %e #ontratar o$ %e a*!r $r!%!#amente,
E0, Not!'!#a/1es 'e!tas a tabel!-es para n-o la"rarem es#r!t$ra o$ n-o as re*!strarem& sob pena %e
n$l!%a%e& por<$e o poss6"el "en%e%or ter!a #ontas a a#ertar #om o not!'!#ante,
J Essas me%!%as n-o po%em se trans'ormarem n$m #oman%o o$ n$ma or%em %o
$!., S$a '$n/-o = apenas transm!t!r a <$em %e %!re!to $ma !nten/-o %o promo"ente,
J Por serem me%!%as $n!latera!s e n-o #onten#!osas& o#orre a !mposs!b!l!%a%e %e
%e'esa o$ #ontraprotesto nos a$tos em <$e a me%!%a = pro#essa%a, Nem se a%m!te
re#$rso #ontra se$ %e'er!mento Psen-o #abe re#$rso& #ab6"el& ent-o& a !nterpos!/-o %e Man%a%o
%e Se*$ran/a <$an%o o %e'er!mento %a me%!%a se mostrar ab$s!"a o$ !le*alQ L s-o me!os %e
s!mples e0ter!or!.a/-o %e "onta%e o$ %e #om$n!#a/-o %e #onhe#!mento,
J O !n%e'er!mento %a pet!/-o !n!#!al %esa'!a re#$rso %e apela/-o,
J Se 'or o #aso %e %e'esa& %e"er) o promo"!%o a$!.ar se$ contraprotesto E protesto
%a<$ele <$e 'o! at!n*!%o por $m protesto,
PROCEDIMENTOE
J pet!/-o es#r!ta,
J Se %e'er!%a& o #$mpr!mento %a me%!%a ser) 'e!ta por man%a%o& sempre <$e
poss6"el& a%m!t!n%oJse a !nt!ma/-o "!a e%!tal& nos #asos %o art, >;@ %o CPCE
• Se o protesto 'or para #onhe#!mento %o pGbl!#o em *eral o$ <$an%o a
p$bl!#!%a%e sea essen#!al para <$e a me%!%a at!na se$s '!nsI
• Se o promo"!%o 'or %es#onhe#!%o& !n#erto o$ est!"er em l$*ar !*nora%o
o$ %e %!'6#!l a#essoI
• Se a %emora %a !nt!ma/-o pessoal p$%er pre$%!#ar os e'e!tos %a
me%!%a& #omo po%e o#orrer nos #asos %o promo"!%o se a$sentar %o
%om!#6l!o em "!a*em o$ em <$e a !nt!ma/-o tenha <$e se #$mpr!r por
#arta pre#at+r!a o$ ro*at+r!a,
DESTINO DOS AUTOS
Depo!s %a pa*as as #$stas& os a$tos ser-o entre*$es ao promo"ente& ap+s o
%e#$rso %e 7> horas& !n%epen%entemente %e trasla%o, Esse pra.o %e"er) ser
obser"a%o para o #aso %e a parte %esear a e0pe%!/-o %e #+p!as o$ #ert!%1es,
N-o h) nesses a$tos& nenh$m t!po %e senten/a& sen%o a at!"!%a%e %o $!.
meramente a%m!n!strat!"a
PROTESTO
Ser"e para pre"en!r responsab!l!%a%e& pro"er a #onser"a/-o e ressal"a %e %!re!tos
o$ man!'estar <$al<$er !nten/-o %e mo%o 'ormal,
N-o a#res#enta nem %!m!n$! %!re!tos ao promo"ente, N-o tem 'e!/-o %e l!t6*!o e =
essen#!almente $n!lateral em se$ pro#e%!mento, O o$tro !nteressa%o apenas re#ebe
#!3n#!a %ele,
A '!nal!%a%e %o protesto po%e serE
J pre"en!r responsab!l!%a%e L E0, en*enhe!ro <$e elaboro$ o proeto e nota <$e o
#onstr$tor n-o est) se*$!n%o se$ plano t=#n!#oI
J pro"er a #onser"a/-o %e se$ %!re!to L E0, a<$ela <$e "!sa a !nterr$p/-o %a
pres#r!/-oI
J pro"er a ressal"a %e se$ %!re!to L a<$ele #ontra a al!ena/-o %e bens <$e possa
re%$.!r o al!enante K !nsol"3n#!a e %e!0ar o #re%or sem me!os %e e0e#$tar se$
#r=%!to,
NOTIFICAÇÃO
Cons!ste na #!ent!'!#a/-o <$e se 'a. a o$trem #on#laman%oJa a 'a.er o$ %e!0ar %e
'a.er al*$ma #o!sa& #om #om!na/-o %e pena,
E0, Lo#a%or <$e not!'!#a o !n<$!l!no para %eso#$par o !m+"el al$*a%o ao '!m %e $m #erto pra.o& sob
pena %e a$!.amento %a a/-o %e %espeo,
Por me!o %a not!'!#a/-o& a "onta%e %o not!'!#ante at$a no m$n%o $r6%!#o& #r!an%o
$ma s!t$a/-o $r6%!#a no"a& <$e "a! le*!t!mar a retoma%a %a #o!sa atra"=s %a "!a
pro#ess$al #onten#!osa a%e<$a%a,
INTERPELAÇÃO
Tem o '!m espe#6'!#o %e ser"!r ao #re%or para 'a.er #onhe#er ao %e"e%or a
e0!*3n#!a %o #$mpr!mento %a obr!*a/-o& sob pena %e '!#ar #onst!t$6%o em mora,
ATENTADO
CONCEITOL Cr!a/-o %e s!t$a/-o no"a o$ m$%an/a %e status quo & pen%ente a
l!%e& les!"a K parte e sem ra.-o %e %!re!to,
A AÇÃO DE ATENTADO = o me!o %e e0er#!tar a pretens-o %e rest!t$!/-o ao status
quo para <$e a s!t$a/-o de fato possa a*$ar%ar a sol$/-o %o pro#esso tal #omo se
a#ha"a ao a$!.arJse o 'e!to,
Cara#ter6st!#as %o atenta%oE
• O#orre altera/-o ')t!#a !l6#!ta& <$e le"ar) a parte #ontr)r!a a s$portar
$m pre$6.o& #aso *anhe a #a$saI
• Compromete a e'!#)#!a %o pro#esso pr!n#!pal ao mo%!'!#ar a base ')t!#a
sobre <$e %e"er) !n#!%!r a presta/-o $r!s%!#!onal,
A a/-o #a$telar %e Atenta%oE
• V pre"ent!"a apenas em rela/-o ao pro#esso pr!n#!pal& por<$e a
altera/-o %anosa %o bem ) o#orre$,
• V pro"!s+r!a por tamb=m somente %$ra en<$anto %$ra a a/-o pr!n#!pal&
na%a !mpe%!n%o <$e a obra %es'e!ta sea reno"a%a& em #aso %e
!mpro#e%3n#!a %a a/-o,
• Tem o obet!"o %e 'a.er pre"ale#er o %e"er <$e #ompete K parte %e
#onser"ar !naltera%o o esta%o %a #o!sa en"ol"!%a no l!t6*!o at= a
sol$/-o '!nal %o #on'l!to,
A AÇÃO CAUTELAR DE ATENTADO o#orre <$an%o a parte& no #$rso %o pro#essoE
J "!ola penhora& arresto& se<Aestro o$ !m!ss-o %e posse L A s!mples "en%a o$
trans'er3n#!a %o bem #onstr!n*!%o& sem a e'et!"a tra%!/-o& n-o = altera/-o na
s!t$a/-o %e 'ato& mas apenas altera/-o na s!t$a/-o $r6%!#a& o <$e #on'!*$ra 'ra$%e
%e e0e#$/-o e n-o atenta%o,
J prosse*$e obra embar*a%a L Po%e o#orrer na a/-o %e N$n#!a/-o %e Obra No"a&
ap+s %e'er!mento %a me%!%a, Em #aso %e presta/-o %e #a$/-o por parte %o r=$& a
#ont!n$!%a%e %a obra n-o #ara#ter!.a atenta%o,
J prat!#a o$tra <$al<$er !no"a/-o !le*al no esta%o %e 'ato L Nas a/1es
possess+r!as& a re!tera/-o %os atos %e esb$lho o$ t$rba/-o ap+s a !nterpos!/-o %o
!nter%!to,
TUANTO AO MOMENTO DE SUA INTERPOSIÇÃOE
Press$p1e o a$!.amento %a a/-o pr!n#!pal& sen%o sempre me%!%a !n#!%ental& sen%o
#ab6"el& !n#l$s!"e& ap+s a senten/a& antes %e se$ trWns!to em $l*a%o,
OCORRENDO O TRFNSITO EM CULDADO E ANTES DE PROPOSTA A
EYECUÇÃO& não é possíveI a ação de atentado& ) <$e !no#orre o re<$!s!to
Mpro#esso em #$rsoN, Somente ap+s a !nsta$ra/-o %a no"a rela/-o pro#ess$al
e0e#$t!"a = <$e se reabr!r) oport$n!%a%e para $m poss6"el atenta%o,
PRESSUPOSTOS %o atenta%oE
J pen%3n#!a %e $ma #a$saI
J !no"a/-o %o esta%o %e 'ato !n!#!alI
J !le*al!%a%e %a !no"a/-oI
J pre$6.o para o !nteresse %a o$tra parte,
COMPETZNCIA
Ser) #ompetente para $l*)Jla& apenas o $!. %a #a$sa pr!n#!pal& at= mesmo <$an%o
os a$tos se en#ontrarem no tr!b$nal& em *ra$ %e re#$rso,
PROCEDIMENTO
J O#orre em a$tos aparta%os& sem s$spens-o %a a/-o pr!n#!pal,
JN-o h) %e'er!mento %e l!m!nar,
Defesa L po%e "ersar sobreE
, ale*a/-o %e n$l!%a%es pro#ess$a!s %a a/-o %e atenta%oI
, ale*a/-o %e <$e o a$tos = ter#e!ro o$ <$e = ter#e!ro o a#$sa%o %e atentar Po r=$Q E
!le*!t!m!%a%e %as partesI
, 'alta %e pro#$ra/-oI
, <$e o 'ato ar*A!%o #omo atenta%o 'o! #ont!n$at!"oI
, <$e = 'alsa a #om$n!#a/-o %e 'ato sobre o atenta%oI
, <$e o a$tor ren$n#!ara o$ #on#or%ara #om o 'ato ar*A!%oI
, <$e n-o e0!ste o$ = n$la a a/-o pr!n#!pal,
Sentença L Ser) DECLARATURIA NEDATIVA se n-o re#onhe#er o atenta%o e
$l*ar !mpro#e%ente a a/-o,
A senten/a <$e $l*ar pro#e%ente a a/-o or%enar) o restabele#!mento %o esta%o
anter!or& a s$spens-o %a #a$sa pr!n#!pal e a pro!b!/-o %e o r=$ 'alar nos a$tos at= a
p$r*a/-o %o atenta%o,
S-o e'e!tos %a senten/a %e pro#e%3n#!aE
J o re#onhe#!mento %a !no"a/-o !l6#!ta %o esta%o %e 'ato #omet!%a pelo re<$er!mento
em %etr!mento %o re<$erenteI
J a or%em %e restabele#!mento %o esta%o anter!orI
J a s$spens-o %a #a$sa pr!n#!pal Pse*$n%o parte %a %o$tr!na& a s$spens-o %o pro#esso pr!n#!pal
%e"e ser anal!sa%o em #a%a #aso& ) <$e& em al*$mas h!p+teses& a paral!sa/-o %o pro#esso bene'!#!a o
pr+pr!o r=$& <$e #omete$ o atenta%oQ,
J a pro!b!/-o %e o r=$ 'alar nos a$tos at= #$mpr!r a %eterm!na/-o Ppro!b!/-o re'erente aos
a$tos pr!n#!pa!sQ,
J a !mpos!/-o %o On$s %a s$#$mb3n#!aE %espesas pro#ess$a!s e honor)r!os
a%"o#at6#!os& !n#l$s!"e,
AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO
P Arts, >?@ a ?@@ %o CPCQ
V o !nstr$mento $r6%!#oJpro#ess$al a%e<$a%o para <$e ter#e!ro o$ o %e"e%or %e
$ma obr!*a/-o %e %ar #o!sa o$ %e pa*ar <$ant!a em 'a"or %o #re%or obtenha o
re#onhe#!mento %e s$a l!bera/-o e #onse<Aente <$!ta/-o& sen%o ne#ess)r!o <$e o
%ep+s!to sea 'e!to na s$a !nte*ral!%a%e, O obet!"o %a A/-o %e Cons!*na/-o em
Pa*amento = e"!tar a mora e s$as #onse<A3n#!as,

A Ação de Consignação em Pagamento encontra respaIdo no Código CiviI, no art. 334:
"Considera-se pagamento, e extingue a obrigação, o depósito judiciaI ou em estabeIecimento
bancário da coisa devida, nos casos e formas Iegais."
HIPUTESES %e #ab!mento %a Cons!*na/-o em Pa*amento Part, 558 %o CPCQE
2, se o #re%or n-o p$%er& o$& sem $sta #a$sa& re#$sar re#eber o pa*amento& o$
%ar <$!ta/-o na 'orma %e"!%aI
4, se o #re%or n-o 'or nem man%ar re#eber a #o!sa no l$*ar& tempo e #on%!/1es
%e"!%osI
5, se o #re%or 'or !n#apa. %e re#eber& 'or %es#onhe#!%o& %e#lara%o a$sente o$
res!%!r em l$*ar !n#erto o$ %e a#esso per!*oso o$ %!'6#!l,
7, Se o#orrer %G"!%a sobre <$em %e"a le*!t!mamente re#eber o obeto %o
pa*amento,
8, Se pen%er l!t6*!o sobre o obeto %o pa*amento,
A CONSIDNAÇÃO EM PADAMENTO PODE SER CUDICIAL OU EYTRACUDICIAL,
CONSIGNAÇÃO EXTRAJUDICIAL
Ser) real!.a%a pelo ter#e!ro o$ pelo %e"e%or perante $ma !nst!t$!/-o o'!#!al& na%a
!mpe%!n%o <$e o %ep+s!to sea real!.a%o perante !nst!t$!/-o pr!"a%a& na h!p+tese %e
n-o ha"er& no lo#al %o %ep+s!to& estabele#!mento o'!#!al PBB o$ CE(Q
V $ma 'orma alternat!"a& o$ sea& $ma op/-o %o %e"e%or para a sol$/-o %o
#on'l!to& ) <$e !ne0!ste part!#!pa/-o $%!#!al no %ep+s!to,
Pro#e%!mentoE
2, O ter#e!ro o$ o %e"e%or #ompare#e a $ma !nst!t$!/-o ban#)r!a o'!#!al Po$ n-o&
%epen%en%o %a h!p+teseQI
4, sol!#!ta a abert$ra %e #onta rem$nera%a o$ <$e sea re#eb!%o o %ep+s!to %a
#o!sa& !n%!#an%o a pessoa %o #re%or e se$ en%ere/o para <$e lhe sea %!r!*!%a
#om$n!#a/-o e0trapro#ess$al& a '!m %e <$e man!'este s$a re#$sa no
re#eb!mento& no pra.o %e %e. %!as,
5, Re#eben%o a #om$n!#a/-o s$pra& po%er) o #re%orE
, #ompare#er no estabele#!mento e le"ar o "alor %epos!ta%oL a#e!ta/-o e0pressa
<$e l!bera o %e"e%or %a obr!*a/-oI
, po%e %e!0ar trans#orrer o pra.o para man!'esta/-o %a re#$sa L !mpl!#a em
a#e!ta/-o t)#!ta& #om a l!bera/-o %o %e"e%orI
, po%e le"antar o %ep+s!to #om ressal"as& ale*an%o <$e o "alor %epos!ta%o est) a
menor %o <$e a obr!*a/-o& o <$e poss!b!l!ta o !n*resso %a a/-o $%!#!al para
#obran/a %a %!'eren/a,
, po%e man!'estar re#$sa por es#r!to& en%ere/a%a ao representante %o
estabele#!mento ban#)r!o& <$e se !n#$mbe %e #om$n!#ar ao %epos!tante L nessa
h!p+tese n-o h) l!bera/-o %a obr!*a/-o,
Neste Glt!mo #aso& o %e"e%or %e"e 9 no pra.o %e tr!nta %!as J& propor a/-o %e
#ons!*na/-o em pa*amento& $ntan%o K !n!#!al o #ompro"ante %o %ep+s!to ban#)r!o
e a #+p!a %a #orrespon%3n#!a or!*!na%a %o #re%or& <$e #ompro"a a re#$sa,
Com rela/-o ao pra.o %e 5@ %!as para a propos!t$ra %a a/-o %e #ons!*na/-o em
pa*amento& a %o$tr!na tem enten%!%o <$e nenh$ma #onse<A3n#!a ter) o %e"e%or
<$e n-o o obser"ar, E0#eto o 'ato %e <$e ter) %e 'a.er no"o %ep+s!to Po <$e n-o =
nenh$m pre$6.o ao %e"e%orQ& ) <$e o %ep+s!to e0tra$%!#!al 'o! re"ert!%o em se$ 'a"or 9
%o %e"e%or& ante a re#$sa %o #re%or em le"antaJlo,
CU[\O COMPETENTE para a A/-o %e Cons!*na/-o em Pa*amento L l$*ar %o
pa*amento& <$e or%!nar!amente #onsta no %o#$mento representat!"o %a obr!*a/-o,
A '!0a/-o %a #ompet3n#!a = relat!"a& e0!*!n%o& ass!m& a pro"o#a/-o %o #re%or <$anto
K !n#ompet3n#!a %a<$ele $6.o& no pra.o pre#l$s!"o %a %e'esa& sob pena %e
prorro*a/-o %a #ompet3n#!a,
CONSIGNAÇÃO JUDICIAL
V $m pro#e%!mento %e $r!s%!/-o #onten#!osa& resol"!%o atra"=s %e $ma senten/a
%e#larat+r!a <$e n-o a#arreta a <$!ta/-o %a obr!*a/-o& mas re#onhe#e <$e esta
o#orre$ %e 'orma re*$lar& sen%o <$eE o que Iibera o devedor da obrigação não é a
sentença proferida, mas, sim, o depósito efetuado,
Le*!t!m!%a%e at!"a L o pr+pr!o %e"e%or o$ ter#e!ro !nteressa%o P'!a%or& s+#!o& %e"e%or
sol!%)r!o,,,Q o$ ter#e!ro %es!nteressa%o Po pa!& <$e preten%e pa*ar %6"!%a %o '!lhoQ,
A %!'eren/a na #onse<A3n#!a %a #ons!*na/-o $%!#!al 'e!ta pelo ter#e!ro !nteressa%o e
pelo ter#e!ro %es!nteressa%o = o 'ato %e <$e o pr!me!ro Pter#e!ro !nteressa%oQ se s$bJro*a
nos %!re!tos %o #re%or& ao #ontr)r!o %o se*$n%o Pter#e!ro %es!nteressa%oQ,
Le*!t!m!%a%e pass!"a L Cre%or o$ pessoa <$e o represente PE0, a%m!n!stra%ora %e
!m+"e!s& !%ent!'!#a%a no #ontrato #omo le*6t!ma para re#eb!mento %os al$*$=!sQ,
De'esas %o r=$ L
1 9 Com$ns a to%os os pro#essosE
J Prel!m!naresE a<$elas %o art, 5@2 %o CPCE !n=p#!a %a !n!#!al, Peremp/-oI l!t!spen%3n#!a& et#,,,
J Remessa %o pro#esso ao $6.o #ompetenteI
J !n"al!%a/-o %os atos pro#ess$a!sE para as h!p+teses %e !ne0!st3n#!a o$ n$l!%a%e %a
#!ta/-o,
2 9 Espe#6'!#as %a A/-o %e Cons!*na/-o em Pa*amentoE
J <$e n-o ho$"e re#$sa o$ mora em re#eber a <$ant!a o$ #o!sa %e"!%aE !n#$mb!n%o
ao a$tor o On$s %a pro"a %a re#$sa& sob pena %e e0t!n/-o sem resol$/-o %e m=r!to&
por 'alta %e !nteresse,
J <$e 'o! $sta a re#$saE h) a #on'!rma/-o %a re#$sa por parte %o r=$, Por=m& este a
$st!'!#a,
J <$e o %ep+s!to n-o se e'et$o$ no pra.o o$ no l$*ar %o pa*amento,
J <$e o %ep+s!to n-o = !nte*ral& '!#an%o o r=$ obr!*a%o a !n%!#ar o montante <$e
enten%e ser %e"!%o,
Senten/a L tem nat$re.a %e#larat+r!a& re#onhe#en%o e "al!%an%o o %ep+s!to )
e'et$a%o pelo %e"e%or o$ pelo ter#e!ro,
PROCEDIMENTOE
J pet!/-o !n!#!alI
J %espa#ho %o $!.& a$tor!.an%o o %ep+s!to %o "alor o$ %o bem P'!#an%o %!spensa%a esta
etapa para os #asos %a A/-o %e Cons!*na/-o proposta ap+s a tentat!"a %e #ons!*na/-o e0tra$%!#!alQI
J C$nta%a %o #ompro"ante %o %ep+s!to aos a$tosI
J %eterm!na/-o %e #!ta/-o %o r=$ 9 para le"antar a #o!sa %epos!ta%a o$ o'ere#er
resposta no pra.o %e 28 %!asI
J ap+s a #!ta/-o& po%er) o#orrerE
, o le"antamento %o "alor %epos!ta%o& #om a e0t!n/-o %a obr!*a/-oI
, a re"el!aI
, apresenta/-o %e #ontesta/-o& #om pro%$/-o %e pro"as e senten/a o$
, a ale*a/-o %e <$e o %ep+s!to n-o 'o! real!.a%o %e 'orma !nte*ral P!nser!%a na
pr+pr!a #ontesta/-oQ& *eran%o a !nt!ma/-o %o a$tor pR #ompletaJlo& no pra.o %e %e.
%!as, Completa%o o "alor& o pro#esso ser) senten#!a%o #om a l!bera/-o %o a$tor %a
obr!*a/-oI em #aso #ontr)r!o& ser-o real!.a%as pro"as e o pro#esso& a '!nal& ser)
senten#!a%o,
Consignação fundada em dúvida sobre quem deva Iegitimamente receber Part,
>?> %o CPCQE
Po%e o#orrer em %$as h!p+tesesE
2 9 Na %G"!%a relat!"a a <$em o pa*amento %e"e ser real!.a%o& sen%o o #re%or
pessoa %es#onhe#!%aI
4 9 Na e0!st3n#!a %e %$as o$ ma!s pessoas <$e se a'!rmam e0#l$s!"amente
#re%oras %a obr!*a/-o,
Pr!me!ra h!p+teseE
O #re%or pro"!%en#!ar) o %ep+s!to %a #o!sa o$ "alor em $6.o e re<$erer a #!ta/-o %o
r=$ por e%!tal& po%en%o o#orrerE
J a a$s3n#!a %o #re%or Pr=$Q L *era a pro#e%3n#!a %o pe%!%o& l!beran%o o a$tor %a
obr!*a/-o& #on"erten%o o %ep+s!to em arre#a%a/-o %e bens %e a$sente& #om a
nomea/-o %e $m #$ra%orI
J o #ompare#!mento %o #re%or em $6.o& a#e!tan%o o "alor o$ a #o!sa %epos!ta%a L
*era a pro#e%3n#!a %o pe%!%o& l!beran%o o %e"e%or %a obr!*a/-oI
J o #ompare#!mento %o #re%or em $6.o& o'ere#en%o %e'esa L *era a pro%$/-o %e
pro"a e o $l*amento %a a/-o,
Se*$n%a h!p+teseE
O #re%or pro"!%en#!ar) o %ep+s!to %a #o!sa o$ %o "alor em $6.o e re<$erer) a
#!ta/-o %e to%os os r=$s& po%en%o o#orrer
J nenh$m %eles #ompare#e L *era a re"el!a e $l*amento ante#!pa%o #om a
pro#e%3n#!a %o pe%!%o& l!beran%o o %e"e%or %a obr!*a/-o e #on"erten%o o %ep+s!to
em arre#a%a/-o %e bens %e a$sente& #om a nomea/-o %e #$ra%or,
J apenas $m %os r=$s #ompare#e& #on#or%an%o #om o %ep+s!to L *era a
pro#e%3n#!a %a a/-o& %es%e <$e o !nteressa%o %emonstre s$a le*!t!m!%a%e #omo
#re%orI
J apenas $m %os r=$s #ompare#e sem& #ont$%o& %emonstrar s$a le*!t!m!%a%e para
re#eber L *era a pro#e%3n#!a %a a/-o& l!beran%o o %e"e%or %a obr!*a/-o&
re"erten%oJse o %ep+s!to em bens %e a$sente& #on'orme a#!maI
J os r=$s #ompare#em em $6.o& #a%a $m %eles s$sten%o s$a #on%!/-o %e #re%or
le*6t!mo L *era a l!bera/-o %o %e"e%or %a obr!*a/-o& sen%o este e0#l$6%o %a
rela/-o pro#ess$al& <$e prosse*$e entre os r=$s& at= a senten/a <$e %e'!ne <$em =
o le*!t!ma%o ao re#eb!mento,
AÇÃO DE DEPÓSITO
PArts, ?@2 a ?@: %o CPCQ
DEPUSITO E O#orre <$anto al*$=m se en#arre*a %a *$ar%a %e #o!sa #orp+rea
alhe!a& #om a obr!*a/-o %e rest!t$!r,
• Dep+s!to Contrat$al E O$ "ol$nt)r!o& %e#orre %o a#or%o %e "onta%e
se*$n%o o <$al $ma %as partes& re#eben%o %e o$tra $ma #o!sa m+"el& se
obr!*a a *$ar%)Jla& tempor)r!a e *rat$!tamente& para rest!t$6Jla na o#as!-o
apra.a%a o$ <$an%o lhe 'or e0!*!%a, Parts, :;4 a :7: %o CPCQ,
Po%e serE
C!"!l L %epos!t)r!o n-o = #omer#!ante, V!a %e re*ra& = gratuito,
Comer#!al L %epos!t)r!o #omer#!ante, V oneroso por nat$re.a,
Re*$lar L Tem por obeto #o!sas n-o '$n*6"e!s& '!#an%o o %epos!t)r!o obr!*a%o a
%e"ol"er a pr+pr!a #o!sa,
Irre*$lar L Tem por obeto #o!sas '$n*6"e!s& a$sta%o me%!ante trans'er3n#!a %o
%om6n!o ao %epos!t)r!o& <$e po%e $sar e #ons$m!r os bens <$e lhe s-o #on'!a%os&
#om obr!*a/-o apenas %e rest!t$6Jlos em obetos <$e seam %o mesmo *3nero&
<$al!%a%e e <$ant!%a%e,
ESSA HIPUTESE DE DEPUSITO 9 IRREDULAR J& ESCAPA DO REDULAMENTO
ESPEC[(ICO DO DEPUSITO E SUCEITAJSE ] DISCIPLINA LEDAL DO MÚTUO
PArts, 24>@RCC 2?2: e :78RCC 4@@4Q& embora n-o sea somente a #on%!/-o %e
'$n*6"el %a #o!sa %epos!ta%a <$e trans'orma o %ep+s!to em mGt$o,
O <$e %es#ara#ter!.a o #ontrato %e %ep+s!to = a o$tor*a ao %epos!t)r!o %o po%er
%e $sar e #ons$m!r a #o!sa a ele #on'!a%a,
• Dep+s!to ne#ess)r!o E E0tra#ontrat$al& o$ sea& o <$e !n%epen%e %o a#or%o
%e "onta%e entre as partes e %e#orre %e "onta%e %!reta %a le!,
, %ep+s!to le*al L E0, al!ena/-o '!%$#!)r!a
, %ep+s!to m!ser)"el L pro"=m %e !nop!na%a ne#ess!%a%e& #omo #alam!%a%e
pGbl!#a& !n$n%a/-o& !n#3n#!o& et#,
AÇÃO DE DEPÓSITO
J V!sa K %e"ol$/-o %a #o!sa ao a$tor& #$o obeto somente po%er) ser #o!sa
!n'$n*6"el,
J O $!. #on%enar) o r=$ a rest!t$!r a #o!sa em 47 horas& %eterm!nan%o a e0pe%!/-o
%e man%a%o para a entre*a %a #o!sa o$ se$ e<$!"alente em %!nhe!ro,
A pet!/-o !n!#!al %e"e #onterE
aQ %es#r!/-o #ompleta %a #o!sa %epos!ta%aI
bQ a est!mat!"a %e se$ "alor em %!nhe!ro,
#Q pro"a l!teral %o %ep+s!to e
%Q pe%!%o& #om as espe#!'!#a/1es,
LEDITIMAÇÃO
At!"a L O %ono %a #o!sa o$ a<$ele <$e %et=m a s$a posse e& nessa #on%!/-o&
'!rmo$ o respe#t!"o #ontrato, E0, a%m!n!stra%or& lo#at)r!o& #omo%at)r!o, Tamb=m os
her%e!ros e s$#essores %o %epos!tante,
Pass!"a L O %epos!t)r!o !n'!el& se$s her%e!ros o$ s$#essores, O <$e se her%a& nesse
#aso& = o e'e!to e0tra#!"!l %os atos %o %ep+s!to& o$ sea& se o %epos!t)r!o #ons$m!$ o bem& a pena %e
pr!s-o n-o po%e ser transm!t!%a para se$ her%e!ro,
COMPETZNCIA
TrataJse %e a/-o pessoal e& #omo tal& s$e!taJse K re*ra %e #ompet3n#!a #om$m
%o 'oro %o %om!#6l!o %o r=$& po%en%o ser o lo#al %a e0e#$/-o %o #ontrato o$ 'oro %e
ele!/-o& se #onstar e0pressamente no #ontrato respe#t!"o,
!"O#$D%&$N'O
2, Pet!/-o !n!#!al& #om a obser"Wn#!a %os press$postos a#!maI
4, #!ta/-o %o r=$ para& em #!n#o %!asE
J entre*ar a #o!sa ao a$torI
J %epos!t)Jla em $6.o o$
J #ons!*nar se$ e<$!"alente em %!nhe!ro o$& a!n%a&
J #ontestar a a/-o,
5, ha"en%o a entre*a %a #o!sa o$ se$ e<$!"alente em %!nhe!ro L e0t!n/-o %a
a/-oI
7, ha"en%o #ontesta/-o& prosse*$e sob o r!to or%!n)r!oI
8, $l*an%o pro#e%ente o pe%!%o L man%a%o para entre*a %a #o!sa o$ %e se$
e<$!"alente em %!nhe!ro L pra.oE "!nte e <$atro horas,
:, N-o #$mpr!%o o man%a%o& = l6#!to ao a$tor promo"er a b$s#a e apreens-o %a
#o!sa,
>, 'r$stra%as to%as as me%!%as para re#$pera/-o %a #o!sa& ser"!r) a senten/a %e
t6t$lo para a e0e#$/-o por <$ant!a #erta& para ha"er o %epos!tante o "alor %o
bem e %ema!s #om!na/1es pe#$n!)r!as %a #on%ena/-o 9 R!to E Cumprimento
de sentença 9 Art, 7;8JC e se*$!ntes,
A pr!s-o #!"!l %o %epos!t)r!o !n'!el 'o! pro!b!%a pelo S$premo Tr!b$nal (e%eral& em
%e.embro %e 4@@>& <$an%o o#orre$ o $l*amento %o re#$rso Espe#!al n^ 7::,757,
Os '$n%amentos %a %e#!s-o res!%em na prote/-o %os %!re!tos h$manos&
#onsa*ra%os pela C( e na rat!'!#a/-o %e trata%os !nterna#!ona!s& em espe#!al o
Pa#to %e S-o Cos= %a Costa R!#a& <$e pro6bem a pr!s-o #!"!l por %6"!%as& sal"o as
pro"en!entes %o %=b!to al!mentar,
AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS
PArts, ?27 a ?2? %o CPCQ
Presta/-o %e #ontas L #ons!ste na apresenta/-o& %e 'orma %etalha%a& %e to%os os
!tens %e #r=%!to e %=b!to <$e res$ltam %a a%m!n!stra/-o %e ne*+#!os alhe!os&
ap$ran%oJse se ) sal%o %e"e%or,
J V $ma a/-o %e nat$re.a %Gpl!#e Po$ sea& a$tor!.a <$e o r=$ 'a/a pe%!%o #ontra o a$tor na
pr+pr!a #ontesta/-oQ, O $!. po%e re#onhe#er a e0!st3n#!a %e sal%o Po$ !ne0!st3n#!aQ em
'a"or %o r=$& a!n%a <$e ele n-o tenha #ontesta%o a a/-o,
J le*!t!m!%a%e at!"aE
, a<$ele <$e tem o %!re!to %e e0!*!r a presta/-o %e #ontas Part, ?28 %o CPCQ o$&
, a<$ele <$e tem o %e"er prest)Jlas Part, ?2: %o CPCQ,
Pro#e%!mento %a a/-o %e e0!*!r as #ontasE
2_ 'aseE
J Pet!/-o !n!#!al& on%e o a$tor re<$erer) <$e o r=$ sea #ompel!%o a prestas s$as
#ontas,
J C!ta/-oE o r=$ ter) o pra.o %e @8 %!as paraE
, apresentar s$as #ontasI
, #ontesta/-o a a/-o P!mp$*nan%o a obr!*a/-o %e prestar as #ontas o$ !n'orman%o <$e as #ontas
) 'oram presta%as anter!ormenteQ o$&
, manterJse re"el,
J Para a h!p+tese %e apresenta/-o %as #ontas& !n!#!aJse a se*$n%a etapa %o
pro#esso& on%e ser-o anal!sa%as e %!s#$t!%as as #ontas apresenta%as,
J Para as %$as Glt!mas h!p+teses& o $!. %e#!%!r)& $l*an%o pro#e%ente o pe%!%o& se
'or o #aso& #on%ena%o o r=$ a prestar s$as #ontas no pra.o %e 7> horas,
J penal!%a%eE n-o lhe ser l6#!to !mp$*nar as #ontas <$e o a$tor apresentar,
4_ 'aseE
J apresenta%as as #ontas& o a$tor ser) !nt!ma%o para man!'estarJse em @8 %!as&
#aben%o ao $!. %e#!%!r por s$a apro"a/-o o$ n-o,
Pro#e%!mento %a a/-o %e %ar #ontasE
J Tem apenas $ma 'ase,
J A pet!/-o !n!#!al ser) !nstr$6%a #om as #ontas <$e o a$tor preten%e prestar&
!n%!#an%o os mot!"os pelos <$a!s %e"e #ontas ao r=$I
J C!ta/-o %o r=$ para& no pra.o %e @8 %!as& a#e!t)Jlas o$ #ontestar a a/-o,
DIREITO POSSESSÓRIO
PArts, ?4@ a ?55 %o CPCQ
Posse E S!mples e0ter!or!.a/-o %a propr!e%a%e, Po%er %e $sar& *o.ar e %!spor %a
#o!sa& obeto %a propr!e%a%e,
A posse rele"ante para o %!re!to = a <$e tra. a !%=!a %e 'enOmeno %$ra%o$ro& 'ato
#ont!n$a%o,
Esse %!re!to %e $so e *o.o %a #o!sa& <$an%o n-o #e%!%o le*almente a o$tra
pessoa& #on'ere ao t!t$lar a 'a#$l%a%e %e rea"3Jla %e <$em <$er <$e estea em s$a
posse, Para tanto& = ne#ess)r!o <$e a posse sea $sta,
A prote/-o possess+r!a = e'e!to espe#6'!#o %a posse, Nela o poss$!%or
ser) mant!%o& em #aso %e t$rba/-o& re!nte*ra%o& no #aso %e esb$lho e prote*!%o& no
#aso %e amea/as #ontra ela,
Estabele#!%a <$e sea a posse& a prote/-o& #omo e'e!to %ela %e#orrente
!n%epen%e %e <$al<$er t!t$la/-o, Ela = prote*!%a pelo s!mples 'ato %e ser posse e
se$ t!t$lar s+ a per%e pelos me!os le*a!s,
E0emplosE
• O lo#at)r!o <$e 'o! e0p$lso %o !m+"el lo#a%o& n-o pre#!sa pro"ar a lo#a/-o
para se re!nte*rar& a!n%a <$e o esb$lho tenha s!%o prat!#a%o pelo lo#a%or,
• At= mesmo a "6t!ma %e esb$lho o$ o propr!et)r!o& se <$!serem re!nte*rarJse
na posse o$ re!"!n%!#ar o bem& %e"em 'a.3Jlo $%!#!almente& pena %e serem
#on%ena%os em $6.o possess+r!o,
Por me!o %e %e'esa %a posse& o $6.o possess+r!o s+ a%m!te pretens-o e
opos!/-o <$e se rela#!onem #om ela,
O $l*amento %a posse 'a"ora"elmente a $m o$ o$tro #onten%or n-o 'a.
#o!sa $l*a%a #om rela/-o ao %om6n!o,
TURBAÇÃO e ESBULHO
O#orrem por "!ol3n#!a& <$e po%e ser '6s!#a o$ moralI por #lan%est!n!%a%e e
pre#ar!e%a%e,
Clan%est!n!%a%eE <$an%o o t$rba%or o$ o esb$lha%or& apro"e!tan%oJse %a a$s3n#!a
%o poss$!%or& t$rba o$ esb$lha& #aso em <$e o "6#!o pre"ale#e& mesmo <$e& %epo!s&
a<$ele tome #!3n#!a %o 'ato,
Clan%est!na = a posse <$e se a%<$!re Ks es#$ras& $san%o %e art!'6#!os para
!l$%!r o <$e tem a posse anter!or,
Pre#ar!e%a%eE <$an%o a posse = le*6t!ma %e !n6#!o& tornan%oJse %e m)J'=& ao ne*ar o
poss$!%or a rest!t$!/-o no %e"!%o tempo, V o <$e o#orre nos #asos %e #omo%ato&
<$an%o o #oman%at)r!o n-o %e"ol"e a #o!sa empresta%a,
Pre#)r!a = a posse <$e se or!*!na %o ab$so %e #on'!an/aI %a reten/-o
!n%e"!%a %a #o!sa <$e %e"e ser rest!t$6%a,
A posse !n$sta n-o *eraE
• D!re!to K a/-o %e $s$#ap!-oI
• D!re!to K prote/-o !nter%!tal& o$ sea& %!re!to %o poss$!r %e "alerJse %a prote/-o
%os !nter%!tos pro!b!t+r!os,
AÇOES POSSESSÓRIAS
A/1es possess+r!as t6p!#asE
• Man$ten/-o %e posse L %est!naJse a prote*er o poss$!%or
#ontra atos %e t$rba/-o %e s$a posse, Se$ obet!"o = 'a.er
#essar o ato %o t$rba%or& <$e molesta o e0er#6#!o %a posse& sem
#ont$%o el!m!nar a pr+pr!a posse,
• Re!nte*ra/-o %e posse L tem o obet!"o %e rest!t$!r o poss$!%or
na posse no #aso %e esb$lho& o$ sea& !n$sta e total pr!"a/-o %a
posse& so'r!%a por al*$=m <$e a "!nha e0er#en%o, Essa per%a
po%e %e#orrerE
2, %e "!ol3n#!a sobre a #o!sa& %e mo%o a t!r)Jla %o po%er %e <$e a
poss$6a at= ent-oI
4, %o #onstran*!mento s$porta%o pelo poss$!%or& %!ante %o '$n%a%o temor %e
"!ol3n#!a !m!nenteI
5, %e ato #lan%est!no o$ %e ab$so %e #on'!an/a,
• Inter%!to pro!b!t+r!o L prote/-o pre"ent!"a& $ma "ar!a/-o %a
a/-o %e man$ten/-o %e posse& em <$e o poss$!%or =
#onser"a%o na posse <$e %et=m e = asse*$ra%o #ontra mol=st!a
apenas amea/a%a& on%e = !mposta pena pe#$n!)r!a para a
h!p+tese %e trans*ress-o %o pre#e!to,
A e0!st3n#!a %estas tr3s a/1es %!'erentes %e#orre %a ne#ess!%a%e %e
a%e<$ar as pro"!%3n#!as $%!#!a!s %e t$tela possess+r!a Ks %!'erentes h!p+teses %e
"!ola/-o %a posse,
O$tras a/1es <$e po%em ser $t!l!.a%as para prote*er a posse& mas n-o s-o
e0#l$s!"amente "olta%as para a t$tela possess+r!aE
• N$n#!a/-o %e obra no"a e
• Embar*os %e ter#e!ros
COMPETZNCIA
Posse %e bens m+"e!s L (oro %o %om!#6l!o %o r=$,
Posse %e bens !m+"e!s L (oro %a s!t$a/-o %a #o!sa,
LEDITIMAÇÃO ATIVA
T$em %et=m& %e 'ato& o e0er#6#!o %e al*$m %os po%eres %o %om6n!o,
, N-o = poss$!%or a<$ele <$e %et=m a #o!sa em s!t$a/-o %e %epen%3n#!a ao
#oman%o %e o$trem& o$ sea& somente a #onser"a em nome %o "er%a%e!ro poss$!%or
e em #$mpr!mento %e s$as or%ens,
, N-o = poss$!%or o mero detentor& <$e o#$pa a #o!sa alhe!a por mera perm!ss-o o$
tolerWn#!a %o "er%a%e!ro poss$!%or,
Na h!p+tese %e posse %!reta L Plo#a/-o& $s$'r$to& #omo%ato& et#Q o e0er#6#!o %os
!nter%!tos possess+r!os& tanto po%e ser %o poss$!%or %!reto #omo %o !n%!reto,
LEDITIMAÇÃO PASSIVA
T$em& e'et!"amente& 'or o a*ente %o ato representat!"o %a mol=st!a K posse %o
a$tor,
H) <$e se %!st!n*$!r& entretanto& a '!*$ra %o <$e esb$lha& t$rba o$ amea/a a
posse alhe!a por !n!#!at!"a pr+pr!a %a<$ele <$e o 'a. a man%o %e o$trem, Esse Glt!mo
n-o = le*6t!mo pass!"amente para os !nter%!tos,
PETIÇÃO INICIAL
Espe#!'!#arE
2, posse %o a$tor& s$a %$ra/-o e obetoI
4, a t$rba/-o& esb$lho o$ amea/a !mp$ta%os ao r=$I
5, a %ata %a t$rba/-o o$ esb$lho P ` Q
7, a #ont!n$a/-o %a posse& embora t$rba%a o$ amea/a%a& nos #asos %e
man$ten/-o o$ !nter%!to pro!b!t+r!oI
P ` Q !mportante para %e'!n!rJse o t!po %o !nter%!toE se %e 'or/a "elha o$ %e 'or/a no"a,
Ações de força nova e força veIha
As a/1es %e man$ten/-o e %e re!nte*ra/-o %e posse "ar!am %e r!to #on'orme
seam !ntenta%as %entro %o ano e %!a %a t$rba/-o o$ esb$lho o$ %epo!s %e
$ltrapassa%o %!to termo,
Força nova ÷ proposta %entro %e ano e %!a %a t$rba/-o o$ %o esb$lho L
pro#e%!mento espe#!al E poss!b!l!%a%e %e obterJse a l!m!nar %e man$ten/-o o$
re!nte*ra/-o %a posse em 'a"or %o a$tor& sen%o <$e& a part!r %a #ontesta/-o& o r!to
se*$!%o = o or%!n)r!o,
Força veIha ÷ proposta %epo!s %e ano e %!a %a t$rba/-o o$ %o esb$lho L
pro#e%!mento or%!n)r!o E sem poss!b!l!%a%e %e pe%!%o %e l!m!nar,
Me%!%a l!m!nar
Depo!s %e #ompro"a%a a posse sobre o bem& o ma!s !mportante = a pro"a %a %ata
em <$e ter!a a#onte#!%o o atenta%o, Se a o#orr3n#!a %ata %e menos %e ano e %!a %a
propos!t$ra %a a/-o L %!re!to %o a$tor %e "er resta$ra%a plenamente a posse
"!ola%a& antes mesmo %a #!ta/-o %o r=$,
Pro"a E %o#$mental o$ $st!'!#a/-o pr="!a,
Compro"a%os os re<$!s!tos s$pra& n-o '!#a ao arb6tr!o %o $!. %e'er!r o$ n-o a
l!m!narE a #on#ess-o %e#orre %a pr+pr!a le!,
Essa a'!rmat!"a en#ontra& Ks "e.es& $l*amentos #ontr)r!os por parte %a
$r!spr$%3n#!a& <$e #ons!%era po%er %!s#r!#!on)r!o %o $!.& o %e'er!mento o$ n-o %a
l!m!nar,
No #aso %e $st!'!#a/-o pr="!a L a #!ta/-o %o r=$ o#orrer) antes %a re'er!%a
a$%!3n#!a& mas se$ pra.o para %e'esa somente 'l$!r) a part!r %a !nt!ma/-o %a
%e#!s-o sobre o pe%!%o %e l!m!narE essa !nt!ma/-o po%er) ser na pessoa %e
a%"o*a%o #onst!t$6%o nos a$tos& o$ pessoal& na 'alta %este,
AÇÃO DE NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA
PArt, ?57 a ?7@ %o CPCQ
Tem #omo '$n/-o #r!ar $m rem=%!o pro#ess$al espe#!'!#o para sol$#!onar os
#on'l!tos s$r*!%os no #on'ronto %o %!re!to %e #onstr$!r #om o %!re!to %e "!.!nhan/a,
DIREITO DE CONSTRUIR L !nte*ra o %!re!to %a propr!e%a%e& <$an%o se$ obeto =
a #o!sa !m+"el& po!s = $stamente atra"=s %a #onstr$/-o <$e o %ono $s$'r$!&
normalmente& %o solo, Esse %!re!to n-o = absol$to e !l!m!ta%oE
Mo propr!et)r!o po%e le"antar em se$ terreno as #onstr$/1es <$e lhe apro$"er& sal"o
o %!re!to %os "!.!nhos e os re*$lamentos a%m!n!strat!"osN 9 Art, 24?? %o CPC,
DIREITO DE VI\INHANÇA L %!re!to %o %ono o$ !n<$!l!no %e pr=%!o %e 'a.er #essar
obras <$e pre$%!<$em o$ !nter'!ram na se*$ran/a& saG%e o$ sosse*o %os <$e o
hab!tem& pro"o#a%os pela $t!l!.a/-o %o pr=%!o "!.!nho, Part, 24;; %o CPCQ, Al=m
%!sso& ma!s espe#!'!#amente& tamb=m asse*$ra <$e = %e'esa ao #on'!nante abr!r
anelas& o$ 'a.er e!ra%o& terra/o o$ "aran%a& a menos %e metro e me!o %o terreno
"!.!nho Part, 25@2 %o CPCQ,
Entretanto& n-o = <$al<$er !n#Omo%o rela#!ona%o #om a #onstr$/-o em !m+"el
#ont6*$o <$e lesa %!re!to e a$tor!.a o embar*o, A!n%a <$e o pr=%!o so'ra pre$6.o no
to#ante K "ent!la/-o e K "!sta& o propr!et)r!o n-o po%e& s+ por !sso& sem <$e haa
ap$ra%o a !n'ra/-o %e %!spos!/-o le*al& !mpe%!r <$e real!.e a obra, De"er) ha"er
s$bm!ss-o ao pr!n#6p!o %a ra.oab!l!%a%e,
CONSTRUÇÃO L To%a real!.a/-o mater!al e !nten#!onal %o homem& "!san%o
a%aptar o !m+"el Ks s$as #on"en!3n#!as,, Tanto e #onstr$/-o a e%!'!#a/-o& re'orma&
%emol!/-o& m$ramento& es#a"a/-o& aterro& p!nt$ra e %ema!s trabalhos %est!na%os a
bene'!#!ar& tapar& %esobstr$!r& #onser"ar o$ embele.ar o pr=%!o,
Essa a/-o po%e ser $t!l!.a%aE
• Em #on'l!tos t6p!#os %e "!.!nhosI
• Em #on'l!tos entre #on%Om!nos& para e"!tar <$e $m #oJpropr!et)r!o e0e#$te
obre #om pre$6.o o$ altera/-o,
• Em #on'l!tos entre o Po%er PGbl!#o e os part!#$lares& para !mpe%!r "!ola/-o %a
le!& re*$lamento o$ post$ra pert!nentes Ks #onstr$/1es,,
RELAÇÃO DE VI\INHANÇAL Ma!s abran*ente %o <$e a s!mples #ont!*A!%a%e
entre %o!s pr=%!os, N-o h) !n#!%3n#!a restr!ta aos pr=%!os <$e tenham l!nha %e
#on'!na/-o entre s!, A #orrente %o$tr!n)r!a ma!s ampla = a<$ela <$e n-o restr!n*e o
re#$rso K re'er!%a a/-o aos pr=%!os #on'!nantes, N-o !mporta a %!stWn#!a <$e os
separa, Se $m pr=%!o so're pre$6.o por obra real!.a%a em o$tro& #om "!ola/-o %e
re*ras no %!re!to %e #onstr$!r& sempre ser) "!)"el o maneo %esta a/-o,
A AÇÃO
Con#e!to L Cons!ste na pro"!%3n#!a toma%a em $6.o para o '!m %e embar*ar o$
!mpe%!r o prosse*$!mento %a #onstr$/-o <$e pre$%!#a !m+"el %e o$trem,
Tanto a'eta os t!t$lares %o %om6n!o <$anto os poss$!%ores,
Perm!te <$e& ao pe%!%o pr!n#!pal& se a#res/a o %e re#onstr$/-o& mo%!'!#a/-o o$
%emol!/-o %e obra !rre*$lar& o$ %e #om!na/-o %e pena para a e"ent$al!%a%e %e
!nobser"Wn#!a %o pre#e!to& al=m %e #on%ena/-o em per%as e %anos,
H!p+tesesE
• In"as-o %e )rea %o "!.!nho
• De!tar *ote!ras
• De"ass)Jla por me!o %e anelas& e!ra%os& terra/os o$ "aran%as
• Comprometer& %e <$al<$er mo%o& a se*$ran/a %as e%!'!#a/1es
• Re%$.!r as ser"!%1es e0!stentes
CONCEITO DE OBRA NOVA PArt, ?57 %o CPCQ
V a e%!'!#a/-o o$ #onstr$/-o <$e pre$%!<$e o pr=%!o "!.!nho o$ pr=%!o #om$m, O
#on#e!to = abran*ente #omoE <$al<$er obra %e en*enhar!a #!"!l L re'orma&
ampl!a/-o& l!mpe.a& p!nt$ra& es#a"a/-o& terraplana*em& %emol!/-o& loteamento et#,
Ela somente ser) #ons!%era%a no"a <$an%o reGne a %$pla #ara#ter6st!#a %e
representar $ma !no"a/-o <$e !mporte em altera/-o pre$%!#!al no rela#!onamento
entre os pr=%!os "!.!nhos,
PROCEDIMENTO
COMPETZNCIA
A/-o real !mob!l!)r!a& #$a #ompet3n#!a = o 'oro %a s!t$a/-o %a #o!sa,
LEDITIMAÇÃO ATIVA Part, ?57Q
J propr!et)r!o o$ poss$6%o pre$%!#a%o
J #on%Om!no
J M$n!#6p!o,
LEDITIMAÇÃO PASSIVA
O %ono %a obra L a<$ele por #onta %e <$em se e0e#$ta a mesma,
Ap+s o %e'er!mento %a l!m!nar& o C$!. man%a !nt!mar o #onstr$tor e os oper)r!os
para paral!sarem o an%amento %os trabalhos %a obra, A #!ta/-o& = #laro& ser)
e'et!"a%a na pessoa %o %ono %a obra,
V OBRIDATURIA A INCLUSÃO DO CaNCUDE NA AÇÃO& por se tratar %e a/-o real
!mob!l!)r!a,
EMBARGO EXTRAJUDICIAL (art. 935 do CPC)
Me%!%a poss6"el& $r*ente& 'e!to pessoal e %!retamente ao %ono %a obra o$& na s$a
'alta& ao #onstr$tor,
(!nal!%a%e L 'a.er #om <$e a #onstr$/-o sea !me%!atamente paral!sa%a& antes
mesmo %a propos!t$ra %a a/-o pr!n#!pal,
Pro#e%!mento
L o a$tor #ompare#e K presen/a %o %ono %a obra& a#ompanha%o %e %$as
testem$nhas& 'a.en%o& "erbalmente& a not!'!#a/-o para a paral!sa/-o %a obra,
L No pra.o %e tr3s %!as %e"er) o not!'!#ante propor $%!#!almente a a/-o&
re<$eren%o a rat!'!#a/-o %o embar*o e0tra$%!#!al& sob pena %e #essar %e$ e'e!to,
L ao %espa#har a pet!/-o !n!#!al& o $!. homolo*ar) o$ n-o a me%!%a e0tra$%!#!al&
#on'orme se apresenta em #onsonWn#!a o$ n-o #om se$s re<$!s!tos le*a!s,
L homolo*a%o o ato& ass$me 'or/a $%!#!al& #$a e'!#)#!a retroa*e ao momento em
<$e o a$tor o prat!#o$,
Se& p,e0,E
J a obra 'o! #on#l$6%a ap+s o embar*o e0tra$%!#!al& a a/-o %e n$n#!a/-o ser) a<$ela
#ompetente para os !nteresses %o a$torI
J o#orre o prosse*$!mento& os atos prat!#a%os pelo %ono #ara#ter!.a atenta%o,
Re<$!s!tos para e'!#)#!a %o embar*o e0tra$%!#!alE
L $r*3n#!a real %a me%!%a& por<$e o %ano pro"o#a%o pela obra no"a ) se !n!#!o$I
L obser"Wn#!a %a 'orma le*al Ppr+pr!o "!.!nho& #R %$as testem$nhasQ
L re<$er!mento %e rat!'!#a/-o $%!#!al %entro %e tr3s %!as,
CUMULAÇÃO DE PEDIDOS
Po%eJse #$m$lar ao pe%!%o %e embar*o %e'!n!t!"o %a #onstr$/-oE
• Embar*o l!m!narI
• Con%ena/-o %o r=$ K re#onstr$/-o& mo%!'!#a/-o o$ %emol!/-o %a obraI
• Com!na/-o %e pena pe#$n!)r!a para !n'ra/-o ao embar*oI
• Con%ena/-o ao pa*amento %e per%as e %anos s$porta%os pelo a$tor em
%e#orr3n#!a %a obra embar*a%aI
• Apreens-o e %ep+s!to %e mater!a!s o$ pro%$tos& <$an%o a obra embar*a%a
#ons!ste em %emol!/-o& #orte %e )r"ores e0tra/-o %e m!nera!s& et#,
EMBARDO LIMINAR
Re<$!s!toE
apresenta/-o& #om a !n!#!al& %e %o#$mentos <$e %emonstrem o pre$6.o <$e a obra
%o r=$ representa para se$ pr=%!o, Sem os %o#$mentos& ne#ess)r!a a $st!'!#a/-o
pr="!a,
De'er!%a a l!m!nar& pr!me!ro !nt!maJse o #onstr$tor e os oper)r!os para a
paral!sa/-o %e !me%!ato& la"ran%oJse o a$to pelo o'!#!al %e $st!/a, Ap+s& 'arJseJ) a
#!ta/-o %o r=$,
Se não houver possibiIidade de deferimento da Iiminar, a ação será extinta
sem resoIução de mérito ÷ a Iiminar é pressuposto de desenvoIvimento da
reIação processuaI.
O %es#$mpr!mento %a l!m!nar #ara#ter!.a crime de desobediência para o
#onstr$tor e os oper)r!os e atentado para o r=$,
Se o embar*o 'or ab$s!"o por parte %o a$tor& este ressar#!r) o r=$ %os pre$6.os
<$e lhe #a$so$& #$o pe%!%o po%er) ser !nterposto atra"=s %e a/-o a$tOnoma o$
re#on"en/-o,
PROSSEDUIMENTO DA OBRA
H)& sempre& $m r!s#o %e pre$6.o para o r=$& em "!rt$%e %a paral!sa/-o !me%!ata
%a obra, Este pre$6.o %e"e ser PARA A OBRA e n-o PARA A PARTE,
Com a #ompro"a/-o %o pre$6.o& = l6#!to o re<$er!mento %e prosse*$!mento %a
obra& #om presta/-o %e #a$/-o& a teor %o %!sposto no art, ?7@ %o CPC,
A '!0a/-o %o "alor %a #a$/-o ser) obt!%a atra"=s %e pro#e%!mento #a$telar&
apenso K a/-o& e0#eto <$anto ao embar*o %e obra em %esa#or%o #om
re*$lamentos o$ post$ras a%m!n!strat!"as& <$an%o a #ont!n$!%a%e se torna !n"!)"el
em <$al<$er h!p+tese,
RITO DA NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA
Ap+s a #on#ess-o %a l!m!nar e #$mpr!%a esta& ser) o r=$ #!ta%o para respon%er
em #!n#o %!as,
A part!r %a6& o pro#e%!mento a%e<$a%o para o prosse*$!mento %a a/-o = o %a
a/-o #a$telar,
AÇÃO DE USUCAPIÃO
PArts, ?72 a ?78 %o CPCQ
Us$#ap!-o L Mo%o %e a<$!s!/-o or!*!n)r!a %a propr!e%a%e o$ %e o$tros %!re!tos
rea!s <$e %e#orre %a posse prolon*a%a no tempo,
En<$anto al*$=m a%<$!re a posse b o$tro a per%e,
A a/-o tem natureza decIaratória e a senten/a pro'er!%a tem efeito ex tunc
Pretroa*!n%o se$s e'e!tos para o !nstante em <$e 'oram preen#h!%os os re<$!s!tosQ,
Esp=#!esE
• E0traor%!n)r!o
%e !m+"e!s L art, 245> %o C,C,
J TempoE 28 anos sem !nterr$p/-o nem opos!/-o,
J In%epen%e %e t6t$lo e boaJ'=,
J O pra.o po%er) ser re%$.!%o se o poss$!%or ho$"er estabele#!%o no !m+"el s$a
mora%!a hab!t$al& o$ nele real!.a%o obras o$ ser"!/os %e #ar)ter pro%$t!"o,
• Bem m+"e!s L art, 24:2 %o C,C,
J Tempo re%$.!%o para @8 anos,
• Or%!n)r!o
De !m+"e!s L art, 2472 %o C,C,
J TempoE 2@ anos #ont6n$os e !n#ontest)"e!s,
J Depen%e %a apresenta/-o %e $sto t6t$lo e boaJ'=,
J Ser) re%$.!%o para @8 anosE
, se o !m+"el ho$"er s!%o a%<$!r!%o onerosamente %a<$ele <$e o t!nha #omo
re*!stra%o em se$ nome& a%"!n%o #an#elamento %o re*!stro poster!ormente& %es%e
<$e
, o poss$!%or nele t!"er estabele#!%o s$a mora%!a o$ real!.a%o !n"est!mento %e
!nteresse so#!al e e#onOm!#o,
De m+"e!s L o pra.o ser) re%$.!%o para @5 anos,
RETUISITOS DERAIS
• Posse prolon*a%a #om animus domini(
• #ont6n$a e !n!nterr$pta
• pa#6'!#a e pGbl!#a
OBSE Se a posse 'o! a%<$!r!%a #om empre*o %e "!ol3n#!a Pposse !n$staQ *era o
%!re!to K pretens-o %e $s$#ap!r& se a "!ol3n#!a Po$ #lan%est!n!%a%eQ ) ho$"er
#essa%o,
IMPORTANTEE A SúmuIa 263 %o ST( %!.E MO poss$!%or %e"e ser #!ta%o&
pessoalmente& para a a/-o %e $s$#ap!-o,N
Isto s!*n!'!#a& se*$n%o ens!namentos %o$tr!n)r!os& <$e a posse n-o pre#!sa ser at$al
para <$e o !m+"el sea $s$#ap!%o& o$ sea& a!n%a <$e o poss$!%or n-o estea ma!s na
posse %o !m+"el& mas este"e %$rante o tempo e0!*!%o e te"e preen#h!%os os %ema!s
re<$!s!tos& po%e promo"er a a/-o& re<$eren%o a #!ta/-o %o at$al poss$!%or,
Polo at!"oE
J Poss$!%or o$
J se$ esp+l!o,
V ne#ess)r!a a o$tor*a $0+r!a %o #On$*e,
Polo pass!"o& 'orma%o por $m l!t!s#ons+r#!o ne#ess)r!oE
J a pessoa em #$o nome est) re*!stra%o o !m+"elI
J to%os os #on'rontantes ser-o #!ta%os e& se 'orem #asa%os& se$s respe#t!"os
#On$*es,
J Tamb=m ser) ne#ess)r!a a #!ta/-o& por e%!tal& %e e"ent$a!s !nteressa%os,
Pro#e%!mentoE
J Pet!/-o !n!#!alI
J #!ta/1esI
J pra.o para #ontesta/-oE 28 %!as,
J Int!ma/-o& "!a postal& %os representantes %as (a.en%as PGbl!#as %a Un!-o& Esta%o
e M$n!#6p!o& para <$e man!'estem !nteresse na #a$sa,
J Int!ma/-o %o M!n!st=r!o PGbl!#o para to%os os atos %o pro#esso& <$an%o a a/-o
"ersar sobre !m+"e!s,
J A%o/-o %o r!to or%!n)r!o,
J Senten/a L e0pe%!/-o %e man%a%o para re*!stro %o bem,
AÇÃO MONITÓRIA
Parts, 22@4Ja a 22@4J#Q
O pro#e%!mento %a a/-o mon!t+r!a = !nterme%!)r!o entre a A/-o Or%!n)r!a %e
Cobran/a e a A/-o %e E0e#$/-o (or/a%a,
En<$anto a A/-o Or%!n)r!a %e Cobran/a = $m pro#esso %e #onhe#!mento& <$e
"!sa $m pro"!mento $%!#!al %e re#onhe#!mento %o %!re!to a E0e#$/-o (or/a%a "!sa K
sat!s'a/-o %o %!re!to ) e0!stente& atra"=s %a $t!l!.a/-o %os me!os $%!#!a!s %e
#oer/-o #ontra o patr!mOn!o %o %e"e%or,
O$ "o#3 tem $m t6t$lo e0e#$t!"o J e0tra$%!#!al o$ $%!#!al Je o e0e#$ta na
mo%al!%a%e %e E0e#$/-o (or/a%a o$ %e C$mpr!mento %e Senten/a& o$ "o#3
%epen%e %o re#onhe#!mento %o se$ #r=%!to por "!a %a a/-o or%!n)r!a& preten%en%o
$ma senten/a re#onhe#en%o se$ #r=%!to& atra"=s %a a/-o or%!n)r!a %e #obran/a,
A A/-o Mon!t+r!a =& po!s& $m pro#e%!mento !nterme%!)r!o& <$e s$bst!t$! a a/-o
or%!n)r!a %e #obran/a por mera op/-o %o #re%or& %es%e <$e #ompro"a%os os
re<$!s!tosE
aQ obeto %a obr!*a/-oI
bQ s$e!tos %a obr!*a/-o e
#Q pro"a %a rela/-o obr!*a#!onal,
a) objeto da obrigação
Po%em ser obeto %a obr!*a/-o& para '!ns %e propos!t$ra %a a/-o mon!t+r!aE
J soma %e %!nhe!ro E <$ant!a #erta& n-o #aben%o "alor !n#erto pen%ente %e
l!<$!%a/-oI
J #o!sa '$n*6"el E obr!*a/-o %e %ar #o!sa *en=r!#as e !n#ertas o$ sea& %e %ar #o!sas
<$e s-o !n%!#a%as pelo *3nero e <$ant!%a%e,
J %eterm!na%o bem m+"el E obeto %e obr!*a/-o %e %ar #o!sa #erta, Somente #o!sas
m+"e!sI os !m+"e!s %e"er-o ser obeto %e a/-o #onten#!osa or%!n)r!a,
Est-o e0#l$6%os& portan%o& obr!*a/-o %e 'a.er e %e n-o 'a.er,
b) sujeitos da obrigação
At!"o L to%o a<$ele <$e se apresentar #omo #re%or& tanto o or!*!n)r!o <$anto o s$bJ
ro*a%o o$ #ess!on)r!o, Tanto pessoas '6s!#as #omo $r6%!#as& %e %!re!to pGbl!#o o$
pr!"a%o,
Pass!"o L Ha"er) %e ser a<$ele <$e na obr!*a/-o '!*$re #omo %e"e%or o$ se$s
s$#essores, Tamb=m n-o h) +b!#es <$anto Ks pessoas $r6%!#as %e %!re!to pr!"a%o,
c) prova
A pet!/-o !n!#!al %a a/-o mon!t+r!a %e"e ser !nstr$6%a #om pro"a es#r!ta,
O On$s %a pro"a se mant=m #omo as re*ras %o CPCE ao a$tor !n#$mbe o On$s %e
'a.er pro"a %o 'ato #onst!t$t!"o %e se$ %!re!to& !n#$mb!n%o ao %e"e%or a pro"a %os
'atos mo%!'!#at!"os& e0t!nt!"os o$ !mpe%!t!"os %a<$ele %!re!to,
PROCEDIMENTOE
J Pet!/-o !n!#!al #onstan%o& al=m %os re<$!s!tos %o art, 4>4 %o CPC& tamb=m a
%es#r!/-o %o 'ato #onst!t$t!"o %o %!re!to& melhor %!.en%o& %e"e o a$tor& !n%!#ar na
pet!/-o !n!#!al a or!*em %e se$ #r=%!to& n-o po%en%o ser %!spensa%a a pro"a es#r!ta
<$e a#ompanhar) a pet!/-o !n!#!al,
J #!ta/-o %o %e"e%or& atra"=s %o man%a%o %e pa*amentoE
, para pa*ar o %=b!to em <$!n.e %!as o$
, para opor embar*os no mesmo pra.o,
J po%er) o#orrerE
, pa*amento %o %=b!to E e0t!n/-o %a a/-o
, re"el!a E #on"ers-o a$tom)t!#a %o %o#$mento em t6t$lo e0e#$t!"o,
, apresenta/-o %e embar*os E prosse*$!mento %o 'e!to at= %e#!s-o, Os embar*os
ser-o proto#ola%os e $nta%os a$tos a$tos pr!n#!pa!s& %!'erentemente %os embar*os
K e0e#$/-o e0tra$%!#!al,
J a %e#!s-o po%er) serE
, re#onhe#en%o a tese %os embar*os e e0t!n*$!n%o a a/-o o$
, ree!/-o %os embar*os e e0pe%!/-o %e man%a%o& prosse*$!n%o o 'e!to pelo r!to %o
art, 7;8JC Pr!to %o #$mpr!mento %e senten/aQ,