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Conceito de direito administrativo Conjunto de normas e princípios que regem a atuação da Administração Pública.

Princípios Básicos da Administração Pública. São eles: Princípios constitucionais expressos e Princípios previstos na lei do processo administrativo Princípios constitucionais expressos Constam do art. 37 caput, da Constituição da !epública "eja: “Art. 37 # A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da $nião dos %stados do &istrito 'ederal e dos (unicípios obedecer) aos princípios de le alidade! impessoalidade! moralidade! publicidade e e"ici#ncia$. Sua principal característica * serem de obser"+ncia obrigat,ria a $nião %stados &istrito 'ederal e (unicípios. São eles: LEGALIDADE IMPESSOALIDADE MORALIDADE PUBLICIDADE EFICIÊNCIA

dica: LIMPE

%e alidade # determina a completa submissão da Administração Pública a lei e ao &ireito. &esde o Presidente da !epública -o"ernador Pre.eito ao mais /umilde dos ser"idores ao agirem de"em obser"ar atenção especial a este princípio. 0a c*lebre .rase de 1ell2 3opes (eirelles encontra#se toda a sua ess4ncia: 5na Administração Pública s, * permitido .a6er o que a lei autori6a enquanto na Administração pri"ada * possí"el .a6er o que a lei não proíbe.7 &mpessoalidade ' destina#se a quebrar o "el/o /)bito do agir em ra6ão do prestígio ou in.lu4ncia do administrado 8particular9 ou do agente 8ser"idor9. &ecorre deste princípio que o .im "isado a de ser o do interesse público. Considerar#se#) des"io de .inalidade a Administração utili6ar de sua compet4ncia para atingir .im di.erente do interesse público. (oralidade ' est) intimamente ligado aos conceito de probidade de /onestidade do que .or mel/or e mais útil para o interesse público. Por este princípio a Administração e seus ser"idores t4m de atuar segundo padr:es *ticos de probidade decoro e boa#.*. Assim a ati"idade administrati"a de"e obedecer não apenas ; lei mas tamb*m seguir princípios *ticos. 0ão se diga que se trata de princípio indeterminado perante o qual não se poder) in"alidar um ato administrati"o. A pr,pria C'<== no artigo >? inciso 3@@AA disp:e que: "qualque cidad!" # pa te le$%ti&a pa a p "p" a'!" p"pula que (i)e a*ula at" le)i(" + &" alidade ad&i*i)t ati(a,,,"

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Publicidade # a administração pública encontra#se obrigada a publicar seus atos para que o público deles ten/a con/ecimento e consequentemente contest)#los. Por eBemplo: o ato de nomeação de um candidato apro"ado em concurso público de"er) ser publicado não somente para que o nomeado possa tomar con/ecimento mas para que os demais candidatos possam contestar8questionar administrati"amente ou judicialmente no caso da nomeação não obedecer rigorosamente a ordem de classi.icação. )"ici#ncia # * o mais no"o dos princípios. Passou a .a6er parte da Constituição a partir da %menda Constitucional n? CD de EF.EG.D=. %Bige que o eBercício da ati"idade administrati"a 8atuação dos ser"idores prestação dos ser"iços9 atenda requisitos de preste6a adequabilidade per.eição t*cnica produti"idade e qualidade. Princípios previstos na lei do processo administrativo A 3ei n? D.7=F de HD.EC.CDDD art. 3? pre"4 que A Administração Pública obedecer) dentre outros aos princípios da: *upremacia do interesse público sobre o interesse particular+ &ndisponibilidade+ ,inalidadeI (otivaçãoI -a.oabilidade e proporcionalidade I Ampla de"esa e contradit/rioI *e urança 0urídicaI Auto'tutela. Princípio da supremacia do interesse público1 &ecorre deste princípio posição de supremacia jurídica da Administração em .ace da supremacia do interesse público sobre o interesse particular. A aplicação desse princípio não signi.ica o total desrespeito ao interesse particular j) que a Administração de"e obedi4ncia ao direito adquirido e ao ato jurídico per.eito nos termos do art. >? inciso @@@JA da C'<==. Princípio da indisponibilidade1 Ks bens direitos interesses e ser"iços públicos não se ac/am ; li"re disposição dos ,rgãos públicos ou do agente público mero gestor da coisa publica a quem apenas cabe cur)#los e aprimor)#los para a .inalidade pública a que estão "inculados. K detentor desta disponibilidade * o %stado. Por essa ra6ão /) necessidade de lei para alienar bens outorgar a concessão de ser"iços públicos. LSerão obser"ados crit*rios de atendimento a .ins de interesse geral "edada a renúncia total ou parcial de poderes ou compet4ncias sal"o autori6ação em leiL 83ei D.7=F<DD par)gra.o único AA9. Princípio da "inalidade1 Amp:e que o al"o a ser alcançado pela Administração * o atendimento ao interesse público e não se alcança o interesse público se .or perseguido o interesse particular. Assim o administrador ao manejar as compet4ncias postas a seu encargo de"e atuar com rigorosa obedi4ncia ; .inalidade de cada qual. Princípio da auto'tutela: LA Administração Pública de"e anular seus pr,prios atos quando ei"ados de "ício de legalidade e pode re"og)#los por moti"o de con"eni4ncia ou oportunidade respeitados os direitos adquiridosL 83ei D.7=F<DD art. >39. Assim a Administração:

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C. -evo a os atos incon"enientes e inoportunos por ra6:es de m*ritoI H. Anula os atos ilegais. Princípio da motivação1 Amp:e ; Administração Pública o de"er de indicar os pressupostos de .ato e de direito que determinarem uma decisão tomada. Princípio da ampla de"esa e do contradit/rio : Mrata#se de eBig4ncia constitucional pre"ista no art. >? inciso 3J : Laos litigantes em processo judicial ou administrati"o e aos acusados em geral são assegurados o c"*t adit- i" e a&pla de.e)a com os meios e recursos a ela inerentesL. C. Contradit/rio N * a garantia que cada parte tem de se mani.estar sobre todas as pro"as e alegaç:es produ6idas pela parte contr)ria. H. Ampla de"esa N * a garantia que a parte tem de usar todos os meios legais para pro"ar a sua inoc4ncia ou para de.ender as suas alegaç:es. Princípio da ra.oabilidade e da proporcionalidade1 Por este princípio se determina a adequação entre meios e .ins "edada a imposição de obrigaç:es restriç:es e sanç:es em medida superior ;quelas estritamente necess)rias ao atendimento do interesse público. 2uest3es ' princípios básicos da administração pública 8P'0<DH#%SA'9 K princípio de legalidade consiste em que: O possí"el .a6er tudo aquilo que a lei não proíbeI O necess)rio indicar nos atos administrati"os a sua .undamentaçãoI S, * permitido .a6er o que a lei autori6a ou permiteI A disciplina depende de leiI Presume#se legítimo todo ato administrati"o enquanto não .or re"ogado ou declarado nulo. 8A'M0<DE#%SA'9 0a administração particular * lícito .a6er tudo que a lei não proíbe. 0a Administração Pública s, * permitido .a6er o que a lei autori6a regra esta que comp:e o princípio b)sico da: 3egalidade (oralidade 'inalidade Ampessoalidade Publicidade E3. 8K.icial de Pustiça A"aliador<M!M<%S#CDDD#'CC9 A proibição de eBcesso que em última an)lise objeti"a a.erir a compatibilidade entre os meios e os .ins de modo a e"itar restriç:es desnecess)rias ou abusi"as por parte da Administração Pública com les:es aos direitos .undamentais re.ere#se ao princípio da: !a6oabilidadeI 3egalidadeI (oralidadeI

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4 . Auto#tutela: signi.ica que a Administração de"e agir com bom senso e de modo proporcional.ici4nciaI 'inalidade. Administração Pública e possuem car)ter instrumental ou seja são instrumentos de trabal/o essenciais para que a Administração possa desempen/ar as suas .irmar que o da: !a6oabilidade: signi.%.ica que a Administração de"e ser"ir a todos sem pre. %B. Poder vinculado1 * o Poder que tem a Administração Pública de praticar certos atos Lsem qualquer margem de liberdadeL. E>. Ks poderes são "erdadeiros poderes#de"eres pois a Administração não apenas pode como tem a obrigação de eBerc4#los. Classi"icação dos poderes Poder 4inculado+ Poder 5iscricionário+ Poder 6ierár7uico+ Poder 5isciplinar+ Poder -e ulamentar+ Poder de Polícia.: A pr)tica de ato 8portaria9 de aposentadoria de ser"idor público. Ampessoalidade: signi.unç:es atendendo o interesse público.ica que a Administração controla os seus pr. A lei encarrega#se de prescre"er com detal/es se quando e como a Administração de"e agir determinando os elementos e requisitos necess)rios. 8Analista Pudici)rio # eBecução de mandados # M!'<!S#CDDD # 'CC9 %m relação aos princípios b)sicos da Administração Pública * A0CK!!%MK a.ici4ncia.er4ncias ou a"ers:es pessoais ou partid)rias.prios atos atra"*s da anulação e da re"ogação.ici4ncia e a pessoalidadeI 3egalidade e a improbidadeI Ampessoalidade e a e. Poderes administrativos Ks Poderes Administrati"os são inerentes . 8M*cnico Pudici)rio<M!M<%S#CDDD#'CC9 São princípios da Administração Pública eBpressamente pre"istos na Constituição 'ederal dentre outros: Publicidade e a pessoalidadeI Amprobidade e o sigiloI %. Andisponibilidade: consiste no poder da Administração de re"ogar ou anular seus atos irregulares inoportunos ou ilegais.

Poder 8ierár7uico1 * aquele pelo qual a Administração distribui e escalona as .i6er incorrer) em crime contra Administração Pública 8C. Extensão do Poder de Polícia : a eBtensão * bastante ampla porque o interesse público * amplo. disciplina dos .es dos Poderes %Becuti"os 8Presidente -o"ernadores e Pre.er publicar as leis! bem como expedir decretos e re ulamentos para sua "iel execução$ I 9 direito brasileiro não admite os c8amados <decretos aut=nomos<! ou se0a! a7ueles 7ue tra.eitos9 para eBpedir decretos e regulamentos para complementar eBplicitar 8detal/ar9 a lei "isando sua . 9bs. :.rgãos ordena e re"er a atuação de seus agentes estabelece a relação de subordinação entre os ser"idores públicos de seu quadro de pessoal.Poder discricionário: * aquele pelo qual a Administração Pública de modo eBplícito ou implícito pratica atos administrati"os com liberdade de escol/a de sua con"eni4ncia oportunidade e conteúdo.: Autori6ação para porte de armaI %Boneração de um ocupante de cargo em comissão. /igiene . Segundo o CM0 5Anteresse público * aquele concernente . %B.. A discricionariedade * a liberdade de escol/a dentro de limites permitidos em lei não se con. %B.em mat>ria reservada ? lei.iscali6a#se delega#se e a"oca#se. Poder disciplinar1 * aquele atra"*s do qual a lei permite a Administração Pública aplicar penalidades .rgãos e de seus ser"idores.unç:es de seus .digo Penal art. 0o Poder disciplinar ela responsabili6a os seus ser"idores pelas . A aplicação da punição por parte do superior /ier)rquico * um poder#de"er se não o . Poder re ulamentar1 * aquele inerente aos C/e.1 Poder disciplinar não se confunde com Poder Hierárquico .uncionais de seus ser"idores e demais pessoas ligadas .iel eBecução.s in. disciplina da produção e do mercado ao eBercício de ati"idades econQmicas dependentes de concessão ou autori6ação do Poder Público a 5 . A C'<== disp:e que: “Art. 3HE9. ordem aos costumes .unde com arbitrariedade que * ação contr)ria ou eBcedente da lei.rgãos e ser"iços da Administração.unç:es de seus .raç:es .: Aplicação de pena de suspensão ao ser"idor público. 0o Poder /ier)rquico a administração pública distribui e escalona as . # Compete pri"ati"amente ao Presidente da !epública: “&4 ' sancionar! promul ar e "a. 7= primeira parte97 Em resumo: atra"*s do qual a Administração Pública tem a .7 8C. segurança .ato em ra6ão de interesse público.ício do interesse público.aculdade de condicionar e restringir o uso e go6o de bens ati"idades e direitos indi"iduais em bene.digo Mribut)rio 0acional art. Poder de polícia1 5Considera#se poder de polícia a ati"idade da administração pública que limitando o disciplinando direito interesse ou liberdade regula a pr)tica de ato ou abstenção de . 0o seu eBercício dão#se ordens ..altas cometidas.

7= HS parte9. Para ser e"ica. Limites do poder de polícia: C.digo Mribut)rio 0acional art. @ecessidade1 a medida de polícia s.tranqRilidade pública ou ao respeito . )"icácia1 a medida de"e ser adequada para impedir o dano a interesse público.aculdade de punir internamente as in.rgãos e ser"iços da AdministraçãoI J N poder "inculado * aquele que a lei con.oabilidade1 * a relação entre a limitação ao direito indi"idual e o prejuí6o a ser e"itadoI 3.rgãos ordenar e re"er a atuação de seus agentes estabelecendo a relação de subordinação entre ser"idores do seu quadro de pessoal AAA N poder regulamentar * a .uncionais dos ser"idores e demais pessoas sujeitas . Administração Pública para a pr)tica de ato de sua compet4ncia determinando os elementos e requisitos necess)rios .aculdade de que disp:e a administração para condicionar e restringir o uso e o go6o de bens ati"idades e direitos indi"iduais em bene. %stão certos apenas os itens : A AA e AAAI A AA e AJI d9 AA AJ e J: e9 AAA AJ e J. ProporcionalidadeAra.raç:es .prio %stadoI AA N poder disciplinar * o que disp:e o gestor público para distribuir e escalonar . a Administração não precisa recorrer ao Poder Budiciário para executar as sua decis3es! > o 7ue se c8ama de auto'executoriedade. 6 .unç:es de seus . sua .ício da coleti"idade ou do pr. de"e ser adotada para e"itar ameaças reais ou pro")"eis de perturbaç:es ao interesse públicoI H.aculdade de eBplicar a lei para sua correta eBecução ou de eBpedir decretos autQnomos sobre mat*ria de sua compet4ncia ainda não disciplinada por leiI AJ N poder /ier)rquico * a . 2C)*DE)* F P95)-)* A5(&@&*D-AD&49* 8Analista Pudici)rio SMP<CDDD9.ormali6ação. propriedade e aos direitos indi"iduais7 8C. disciplina dos .Pulgue ao itens relati"os aos poderes do administrador público 8adaptada9 : A N poder de polícia * .ere .

A e JI 8Analista Pudici)rio # eBecução de mandados M!'<!S<CDDD # 'CC9 0o que se re.ere aos poderes administrati"os * certo que não /) /ierarquia nos Poderes Pudici)rio e 3egislati"o tanto nas .unç:es constitucionais como nas administrati"as. o termo polícia judici)ria tem o mesmo signi.icado de polícia administrati"a. o poder disciplinar con.unde#se com o poder /ier)rquico. o poder discricion)rio não se con.unde com a arbitrariedade. o poder ser) "inculado quando o Administrador pode optar dentro de um juí6o de con"eni4ncia e oportunidade. 8K.icial de Pustiça A"aliador M!M<%S<CDDD # 'CC9 Tuando o &ireito Positi"o # a lei # con.ere ; Administração Pública para a pr)tica de ato de sua compet4ncia determinando os elementos e requisitos necess)rios ; sua .ormali6ação estar) presente o poder de polícia ou regulamentar. discricion)rio ou regrado. /ier)rquico ou "inculado. "inculado ou regrado. regrado ou disciplinar. 8A'M0<CDDE<%SA'9 Poder "inculado * aquele que o direito : atribui ao Poder Público para aplicar penalidades ;s in.raç:es .uncionais de seus ser"idores e demais pessoas sujeitas ; disciplina dos ,rgãos e ser"iços da Administração. con.ere ao %Becuti"o para distribuir e escalonar as .unç:es de seus ,rgãos ordenar e re"er a atuação de seus agentes estabelecendo a relação de subordinação entre os ser"idores de seu quadro de pessoal. con.ere ; Administração Pública de modo eBplícito ou implícito para a pr)tica de atos administrati"os com liberdade na escol/a de sua con"eni4ncia oportunidade e conteúdo. positi"o con.ere ; Administração Pública para a pr)tica de ato de sua compet4ncia determinando os elementos e requisitos necess)rios ; sua .ormação incumbe ;s autoridades administrati"as para eBplicitar a lei na sua correta eBecução. 8&elegado de Polícia Ci"il do &'<CDD=# C%SP%#$nU9. Supon/a que a Administração do &istrito 'ederal 8&'9 determinou que .eirantes ocupantes de )rea pública de"eriam ser trans.eridos para outro local que l/es .ora destinado. A Administração .iBou pra6o para que se procedesse ; trans.er4ncia. %Bpirados todos os pra6os .iBados .oi dada ordem para que a Polícia (ilitar pro"idenciasse a desocupação da )rea pública. Ks ocupantes resistiram usando paus e pedras ;s tentati"as de desocupação. A polícia usou de .orça para cumprir as ordens recebidas. Ap,s o con.ronto dois .eirantes .oram mortos e ")rios so.reram les:es corporais gra"es pro"ocadas por tiros disparados pela polícia. %m .ace dessa situação /ipot*tica assinale a opção correta : a atitude da polícia de"e ser considerada lícita. A coercibilidade * uma das características do poder de políciaI

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a atitude da polícia seria considerada lícita apenas se esti"essem os policiais dando cumprimento a ordem judicialI a coercibilidade * característica do poder de polícia. Para ser lícita a atuação da Administração de"eria por*m ter obedecido ao princípio da ra6oabilidade ou da proporcionalidade que no caso .oi "ioladoI o uso da .orça pela polícia ser) sempre considerado como "iolador de direitos e garantias indi"iduaisI somente ; polícia judicial * lícito o uso da .orça.

3G P9@D9 ' AD9* A5(&@&*D-AD&49*. C9@C)&D9 / t"da manifestação unilateral da Administração Pú lica que, a$i*d" *e))a qualidade, ten!a por fim i&ediat" adqui i , e)$ua da , t a*).e i , &"di.ica , e0ti*$ui e decla a direitos, ou impor o ri"aç#es a") ad&i*i)t ad") "u a )i p -p ia 81el2 3opes (eirelles9. AD9 A5(&@&*D-AD&49 x AD9 BC-H5&C9 A di"erença essencial entre ato jurídico e ato administrati"o reside em que o ato administrati"o tem "inalidade pública. Ato administrati"o * uma esp*cie de ato jurídico. AD9 A5(&@&*D-AD&49 x C9@D-AD9 A5(&@&*D-AD&49 5i"erença entre ato administrativo e contrato administrativo # o contrato * bilateral 8/) duas partes com objeti"os di"ersos9 I o ato administrati"o * unilateral. )%)()@D9* I-e7uisitos de validadeJ do AD9 A5(&@&*D-AD&49 9s )%)()@D9* )**)@C&A&* ; .ormação do ato administrativo! constituem a sua in.ra#estrututa daí serem recon/ecidos como -)2C&*&D9* 5) 4A%&5A5). As letras iniciais "ormam a palavra C9(,&,9- (9B. C9( P%MV0CAA ,& 0A3A&A&% ,K- (A ( KMAJK 9B P%MK C9(P)DL@C&A

dica : C9( ,& ,9- (9B

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O o poder atribuído ao a ente 8agente * aquele que pratica o ato9 para o desempen/o especí.ico de suas .unç:es. Ao estudarmos o g4nero abuso de poder "imos que uma de suas esp*cies o excesso de poder ocorre quando o a ente público excede os limites de sua compet#ncia.

,&@A%&5A5) M o objeti"o de interesse público a atin ir . A .inalidade do ato * aquela que a lei indica eBplícita ou implicitamente. Ks atos serão nulos quando satis.i6erem pretens:es descoincidentes do interesse público. Ao estudarmos o g4nero abuso de poder "imos que a alteração da "inalidade ca acte i1a de)(i" de p"de , c"*2ecid" ta&3#& p" de)(i" de .i*alidade. ,9-(A M o revestimento exteriori.ador do ato. %nquanto a vontade dos particulares pode mani.estar#se li"remente a da Administração exi e forma le"al$ A "orma normal > a escrita. )xcepcionalmente eBistem : INJ "orma verbal : instruç:es moment+neas de um superior /ier)rquico+ IOJ sinais convencionais 1 sinali6ação de tr+nsito. (9D&49 M a situação de "ato ou de direito que determina ou autori6a a reali6ação do ato administrati"o. Pode "ir eBpresso em lei como pode ser deiBado ao crit*rio do administrador. %Bemplo : dispensa de um ser"idor ocupante de cargo em comissão. A C'<== di6 que o cargo em comissão * aquele declarado em lei de li"re nomeação e eBoneração. Portanto não /) necessidade de moti"ação do ato eBonerat,rio mas se .orem eBternados os moti"os o ato s, ser) ")lido se os moti"os .orem "erdaadeiros. 9BB)D9 M o conteúdo do ato. Modo ato administrati"o produ6 um e.eito jurídico ou seja tem por objeto a criação modi.icação ou compro"ação de situaç:es concernentes a pessoas coisas ou ati"idades sujeitas ; ação do Poder Público. %Bemplo : 0o ato de demissão do ser"idor o objeto * a quebra da relação .uncional do ser"idor com a Administração. A@C%APQ9! -)49RAPQ9 ) C9@4A%&5APQ9 59 AD9 A5(&@&*D-AD&49 A@C%APQ9 ) -)49RAPQ9 A lei D.7=F de HD.EC.CDDD disp:e que :

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eitos . reali6ada pela Administração # e somente por ela # por não mais l/e convir sua exist#ncia. : 5 A Administração pode anular seus pr/prios atos 7uando ei"ados de "ícios que os tornem ile ais porque deles não se originam direitosI ou revo á'los por motivo de conveni#ncia ou oportunidade respeitados os direitos adquiridos e ressal"ada em todos os casos a apreciação judicial7. >F9 <2uando importem anulação! revo ação ou convalidação de ato administrati"o os atos administrativos deverão ser motivados com indicação dos .a"or)"eis para os destinat)rios decai em cinco anos contados da data em que .quando &%)RA&*. 9 Budiciário com relação aos atos administrati"os praticados pela Administração pode 1 A@C%A. LK direito da Administração de anular os atos administrati"os de que decorram e. Principais liç:es : A Administração com relação aos seus atos administrati"os pode 1 A@C%A. ).oram praticados sal"o compro"ada m)#.quando &@C94)@&)@D)* ou &@9P9-DC@9* ao interesse publico. Assim : -evo ação # * supressão de um ato administrati"o le ítimo e e"ica. P$!ASP!$&V0CAA : Súmula F73 do *D. Anulação # in"alidação de um ato ile ítimo e ile al Administração ou pelo Budiciário. -)49RA. o controle 0udicial sobre o ato administrati"os se restringe ao eBame dos aspectos de le alidade. >39.atos e dos .undamentos jurídicos L 8art.)&D9* 5)C9--)@D)* : reali6ada reali6ada pela 10 .prios atos quando eivados de vícios de le alidade e pode revo á'los por motivo de conveni#ncia ou oportunidade respeitados os direitos adquiridosL 8art. Conclusão 1 a administração controla seus pr/prios atos em toda plenitude isto * sob aspectos de legalidade e de m*rito 8oportunidade e con"eni4ncia9 ou seja exerce a autotutela. >E JAAA 9.*L 8art.quando &%)RA&*.LA Administração deve anular seus pr.

ação . C9@4A%&5APQ9 59* AD9* A5(&@&*D-AD&49* 5A con"alidação * o re"a.eitos E% *'&( 8retroa e . Crit>rio nG N F classi.EC. a partir da sua declaração.A revo ação gera e.eitos # E% &'&( ) ou seja retroa e.7=F de HD.ica restrita aos pressupostos estabelecidos pela norma legal.&CAPQ9 59* AD9* A5(&@&*D-AD&49* A classi. As imposiç:es legais absor"em quase por completo a liberdade do administrador pois a ação para ser ")lida .eitos do ato9.eitos da con"alidação são ex)tunc 8retroati"os9. A lei D. >>9. Assim 1 */ > admissível o instituto da con"alidação para a doutrina dualista! 7ue aceita possam os atos administrativos ser nulos ou anuláveis. W o que ocorre por exemplo quando a Administração emite um c8e7ue ou assina uma escritura de compra e venda ou de doação sujeitando#se em tudo . data de início dos e.imento de modo válido e com e"eitos retroativos do 7ue "ora produ. C%A**&. Ao praticar tais atos a Administração Pública ela se nivela ao particular e não com supremacia de poder.icação quanto a liberdade de ação : AD9* 4&@CC%A59* # são aqueles nos quais a lei estabelece os re7uisitos e condiç3es de sua reali. 11 . AD9* 5) 5&-)&D9 P-&4A59 P-AD&CA59* P)%A A5(&@&*D-APQ9 A Administração Pública pode praticar certos atos ou celebrar contratos em re ime de 5ireito Privado I5ireito Civil ou 5ireito ComercialJ . Serão apresentados abaiBo os crit*rios mais adotados pelos concursos.CDDD disp:e que : LKs atos 7ue apresentem de"eitos sanáveis poderão ser convalidados pela pr/pria Administração em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuí6o a terceiros L 8art.s normas do &ireito Pri"ado. 9s vícios sanáveis possibilitam a convalidação ao passo que os vícios insanáveis impedem o aproveitamento do ato 7 Ks e. @ão A anulação gera e.re "ariação em "irtude da di"ersidade dos crit*rios adotados.icação dos atos administrati"os so.ido de modo inválido78Celso AntQnio Uandeira de (ello CCS edição editora (el/oramentos 33G9.

pria lei pre"4 # quanto a escol/a da con"eni4ncia e da oportunidade.pico atributos do ato administrati"o. Crit>rio nG O ' classi.AD9* 5&*C-&C&9@S-&9* # são aqueles que a administração pode praticar com a liberdade de escol8a de seu conteúdo de seu destinat)rio de sua oportunidade e do modo de sua reali6ação. AD9 @Q9 ACD9')T)CCDU-&9 # depende de pronunciamento do Pudici)rio. %ste item j) .ícios por meio delas eBpedem#se agradecimentos encamin/am#se pap*is documentos e in. )sp>cies de Atos 7uanto ? "orma de exteriori.iel eBecução das leis 8C'<== art. São as 5cartas7 o. A terminologia utili6ada di"erge bastante entre os autores. )*PMC&)* 5) AD9* A5(&@&*D-AD&49* Bandeira de (elloJ Iestudo baseado em Celso Ant=nio Tuanto as esp*cies de"em os atos ser agrupados de um lado sob o aspecto .eitos para . =F AJ9 + -esoluç3es F praticados pelos /r ãos cole iados em suas deliberaç3es administrativas !a exemplo dos diversos ! Dribunais IDribunais Budiciários! Dribunais de Contas J e Consel8os IConsel8os de Contribuintes! Consel8o Curador do .ormal e de outro lado sob o aspecto material 8 ou seu conteúdo9. 12 . &iscricion)rio são os meios e modos de administrar e nunca os .ir determinado serviço+ Alvarás ' utili6ados para a expedição de autori. Arbitr)rio * aquilo que * contr)rio a lei. @ão se con. lei em todos os seus elementos # C9(.ação e licença! denotam a7uiesc#ncia da Administração no sentido de ser desen"ol"ida certa ati"idade pelo particular.ormaç:es em geral.RD*! Consel8o @acional da Previd#ncia *ocialJ + &nstruç3es! 9rdens de serviço! Avisos ' utili6ados para a Administração transmitir aos subordinados a maneira de condu.9-(9B' Ao praticar o ato discricionário a autoridade * li"re # dentro das opç:es que a pr. Ao praticar o ato administrati"o vinculado a autoridade est) presa .icação quanto ao modo de eBecução AD9 ACD9')T)CCDU-&9 # possibilidade de ser eBecutado pela pr.ação 1 5ecretos F são editados pelos C8e"es do Poder )xecutivo! Presidente -o"ernadores e Pre.pria Administração. 9"ícios ' utili6ados pelas autoridades administrativas para comunicarem'se entre si ou com terceiros.ins atingir.oi estudado no t.&.unda ato discricionário com ato arbitrário.

erença em relação a 3icença * que a Administração pode negar a autori6ação. )sp>cies de Atos 7uanto ao conteúdo dos mesmos 1 Admissão F M o ato unilateral e vinculado pelo qual a Administração "aculta a al u>m a inclusão em estabelecimento overnamental para o o. # 8A'M0<D=9 %ntre os elementos sempre essenciais .o único9. K ato de admissão não pode ser negado aos que preenc/am as condiç:es normati"as requeridas. "alidade dos atos administrati"os não se inclui o da condição resoluti"a moti"ação .ação ' e o ato unilateral e discricionário pelo qual a Administração analisando aspectos de conveni#ncia e oportunidade . CFG par)gra.icar que depende do al"ar).orma compet4ncia .aculta ao particular o uso privativo de um bem público. Por ser ato "inculado desde que cumpridas as eBig4ncias legais a Administração não pode neg)#la.rgãos consulti"os. A di.inalidade moti"o e objeto.inição * o ato pelo qual a administração .orma pr.inalidade oportunidade e objetoI imperati"idade compet4ncia legitimidade moti"o e objetoI compet4ncia con"eni4ncia . Aprovação F > o ato unilateral e discricionário pelo qual a Administração "aculta a prática de ato 0urídico 8apro"ação pr*"ia9 ou mani"esta sua concordVncia com ato 0urídico 0á praticado 8apro"ação a p")te i" iJ. 0uma segunda de.orma compet4ncia .o de um serviço público .pria 13 . 2C)*DE)* ' AD9 A5(&@&*D-AD&49 -)2C&*&D9* 5) 4A%&5A5) EC # 8Pui6 de &ireito &'<CDD=9 São requisitos de "alidade do ato administrati"o: . %Bemplo : licença para edi.icial de ensino na qualidade de alunoI o des.estam opini3es ou pontos de vista sobre mat*ria submetida a apreciação de .inalidade .icando a conson+ncia deles com os requisitos legais condicionadores de sua ")lida emissão. Autori.rute dos ser"iços de uma biblioteca pública como inscrito entre seus usu)rios.aculta ao particular o eBercício de ati"idade de car)ter material. %Bemplos : autori6ação de porte de arma autori6ação para eBploração de ja6ida mineral 8C' art. %Bemplo : ingresso em estabelecimento o.Pareceres ' mani. 6omolo ação F * o ato unilateral e vinculado de controle pelo qual a Administração concorda com um ato jurídico ou s*rie de atos 8procedimento9 j) praticados "eri. %icença ' > o ato unilateral e vinculado pelo qual a Administração consente ao particular o exercício de uma atividade.inalidade moti"o e objetoI .

pode ser anulado judicialmente de"e ser re"ogado * considerado ineBistente pode ser anulado pela pr.irmati"a correta Pode ser anulado pela pr.eitos eB tunc 8retroati"amente9. Ancorreta porque a anulação opera eB tunc e a re"ogação eB nunc # 8A-$<DG9 K ato administrati"o com "ício de ilegalidade insan)"el.pria Administração 14 . S.pria Administração S. não go6a da prerrogati"a de auto#eBecutoriedade s. Ancorreta porque a Administração pode anular seus atos por moti"o de interesse público com e. Ancorreta porque tanto a anulação como a re"ogação operam e. Correta e asserti"a. pode ser anulado pelo Poder Pudici)rio.)&D9* # 8A'C<DH9 Com relação ao ato administrati"o ei"ado de "ício insan)"el que o torne ilegal assinale a a. gera os direitos para os quais .eito e acabado para o qual concorreram os elementos essenciais de "alidade pode ser anulado por interesse público pode ser anulado por con"eni4ncia administrati"a não pode ser re"ogado por interesse público não pode ser re"ogado por con"eni4ncia administrati"a pode ser re"ogado por con"eni4ncia administrati"a # 8A0SS<D39 A Administração pode anular os seus pr. Ancorreta a asserti"a porque a Administração não pode anular os seus atos mesmo sendo ilegais.prios atos ei"ados de "ícios insan)"eis que os tornem ilegais ou tamb*m re"og)#los por moti"o de interesse público super"eniente mas sempre com o e.eito eB nunc 8dora"ante9.autoridade competente &@4A%&5APQ91 -)49RAPQ9! A@C%APQ9! C9@4A%&5APQ9! ).oi produ6ido Corretas as opç:es das letras 5a7 e 5b7 supra Corretas as opç:es das letras 5a7 e 5b7 e 5c7 supra # 8A'M0<D=9 K ato jurídico per.eito eB nunc 8adaptada9.

con"alidação. K C. re"ogação. Mais situaç:es re.# 8Analista Pudici)rio<M!'<!S # HEEE# 'CC9 Ato administrati"o discricion)rio pelo qual a Administração eBtingue um ato ")lido por ra6:es de oportunidade e con"eni4nciaI e ato administrati"o pelo qual * suprido o "ício eBistente em um ato legal com e.ormaI discricion)rio quanto ao moti"oI totalmente "inculado. K que nos 15 . CF inciso A disp:e : *ão pessoas 0urídicas de direito público interno 1 A CniãoI Cada um dos )stados e o 5istrito . X con. # 8MM0<D79 Assinale o elemento considerado discricion)rio no ato administrati"o de eBoneração de ser"idor ocupante de cargo comissionado. X con"alidação e .inalidade legalidade sujeito moti"o # 8Pui6 de &ireito &'<CDDD9 K ato de eBoneração de ser"idor ocupante de cargo em comissão * discricion)rio quanto .oi praticado. . 0o +mbito eBterno a Constituição de CD== art. 0o art.erem#se respecti"amente : X anulação e ao saneamento. C3 a.orma .ederalI Cada um dos (unicípios legalmente constituídos.digo Ci"il no art. .digo Ci"il est) se re.G P9@D9 1 P)-*9@A%&5A5) BC-H5&CA 59 )*DA59 A5(&@&*D-APQ9 PWB%&CA 1 CA-ACD)-H*D&CA* ) (959 5) ADCAPQ9 A5(&@&*D-APQ9 5&-)DA ) &@5&-)DA Personalidade Burídica do )stado *er pessoa > poder assumir direitos e contrair obri aç3es. X re"ogação e .irmação e . anulação.aç3es internacionais$. HC inciso A di6 que 5 compete ? Cnião manter relaç3es com )stados estran eiros e participar de or ani.irma que as pessoas jurídicas são de direito público interno ou eBterno e de direito pri"ado. O bom lembrar que o C. data em que este . Ao saneamento e . re"ogação. compet4nciaI discricion)rio quanto .eitos retroati"os .erindo ao +mbito interno. .

>> o )stado > pessoa 0urídica de 5ireito Público &nterno e ainda 5como ente personali6ado o )stado pode atuar no campo do 5ireito Público como no 5ireito Privado mantendo sempre sua única personalidade de +ireito Pú lico pois a teoria da dupla personalidade do )stado ac8a'se de"initivamente superada .ação político'administrativa brasileira compreende a Cnião os )stados o 5istrito .ederal+ Administração )stadual! Administração do 5istrito . C= caput9. A administração 5ireta e &ndireta de qualquer dos Poderes da Cnião dos )stados! do 5istrito . 16 .. A5(&@&*D-APQ9 5&-)DA A Administração 5ireta > o con0unto dos /r ãos inte rados na estrutura da c8e"ia do )xecutivo e na estrutura dos /r ãos auxiliares da c8e"ia do )xecutivo. 0o entanto para 1el2 3opes (eirelles &ireito Administrati"o Urasileiro HFS edição p)g. conclusão no Vmbito internacional a -epública . Cada uma destas Administraç:es se subdi"ide em : Administração 5ireta e Administração &ndireta..ici4ncia..ederativa do Brasil! representado pela Cnião! > pessoa 0urídica de 5ireito )xterno. 37 caput9 Assim! em uma primeira classi"icação a Administração Pública compreende a 1 Administração .7.8C'<== art..irmação de que o %stado: Mem personalidade jurídica especial mas não * pessoa jurídica.ederal+ e Administração (unicipal. Mem dupla personalidade por atuar na )rea de direto público e pri"ado O pessoa jurídica de direito pri"ado interno O pessoa jurídica de direito público interno O pessoa jurídica pública ou pri"ada por ser entidade política A5(&@&*D-APQ9 PWB%&CA A or ani.ederal e os (unicípios todos aut=nomos nos termos da Constituição 8C'<== art. 8M!' N F? região9 O certa a a.le"a .7 % aí como cai no concurso Y Jejamos uma questão do M!' N FS região "eja se "oc4 responde.ederal e dos (unicípios obedecer) aos princípios da legalidade impessoalidade moralidade publicidade e e.

rgãos na )rea de suas atribuiç:es e nos limites de sua compet4ncia .rgãos públicos “são centros de compet#ncia instituídos para o desempen8o de "unç3es estatais! atrav>s de seus a entes! cu0a atuação > imputada ? pessoa 0urídica a 7ue pertencem$.pria "ontade mas a "ontade da entidade a que pertencem e a "inculam por seus atos mani.estados atra"*s de seus agentes 8pessoas .Atenção : Ao .esa at* mesmo por mandado de segurança. C8e"ias do )xecutivos N Presid4ncia da !epública -o"ernadorias Pre. %sses .ica os . São eBemplos : Casas le islativas # Congresso 0acional C+mara dos &eputados Senado 'ederal Assembl*ias 3egislati"as C+maras de Jereadores. sujeitos aos controles constitucionais de um Poder pelo outro. Por isso mesmo! os /r ãos não t#m personalidade 0urídica nem vontade pr/pria! 7ue são atributos do corpo e não das partes<.rgão admitem de.rgãos públicos quanto ) posição estatal ou seja relati"amente ) posição ocupada pelos mesmos na escala go"ernamental ou administrati"a em : independentes! aut=nomos! superiores e subalternos : U-RQ9* &@5)P)@5)@D)* : são os origin)rios da Constituição colocados no )pice da pir+mide go"ernamental sem qualquer subordinação /ier)rquica ou .uncional eBpressam não a sua pr.rgãos det4m e eBercem as .unç:es p"l%tica) 4udiciai) e qua)e54udiciai) outorgadas diretamente pela Constituição para serem desempen/adas diretamente pelos seus membros 8 a$e*te) p"l%tic") distintos de seus ser"idores que são a$e*te) ad&i*i)t ati(")9. *abemos 7ue personalidade 0urídica si ni"ica a possibilidade de assumir direitos e obri aç3es. C(A PA%A4-A *9B-) 9* U-RQ9* PWB%&C9* Para 1el2 (eirelles . *ão c8amados de /r ãos primários do )stado.ringidas por outro .uncionais pr.prias que quando in.alarmos da Administração &ireta * ine"it)"el citarmos os /r ãos públicos.ísicas97. 17 . @o entanto! e isto > muito importante! embora não ten8am personalidade 0urídica! os . Assim os . 7ue seus con"litos de atribuiç3es serão resolvidos administrativamente pelas c8e"ias a 7ue estão subordinados Classi"icação dos /r ãos públicos 1el2 (eirelles classi.uncional e s.eituras. &mportante 1 essa capacidade processual s/ a t#m os /r ãos independentes e os aut=nomos "isto que os demais F superiores e subalternos # em ra6ão de sua /ierarqui6ação não podem demandar judicialmente uma ve. )ssa prerro ativa > denominada de capacidade 0udiciária ou capacidade processual.rgãos podem ter prerrogati"as .

inanceira e t*cnica caracteri6ando# se como . M4m ampla autonomia administrati"a . São eBemplos -abinetesI Anspetorias#-eraisI Procuradorias Administrti"as e PudiciaisI Coordenadorias+ &epartamentosI &i"is:es.ormali6ação de atos administrati"os com redu. São eBemplos : (inist>rios! *ecretarias )staduais! *ecretarias (unicipais. 8M!' N F? região9 Ks Mribunais 'ederais a Ad"ocacia#-eral da $nião e as Coordenadorias quanto . Advocacia'Reral da Cnião! Procuradorias dos )stados e (unicípios. Portarias+ *eç3es de expediente % aí como cai no concurso Y Jejamos uma questão do M!' N FS região "eja se "oc4 responde.rgãos direti"os com "unç3es precípuas de plane0amento! supervisão! coordenação e controle das ati"idades que constituem sua )rea de compet4ncia.es sin ulares+ (inist>rio Público F da Cnião e dos )stados+ Dribunais de Contas F da Cnião! dos )stados! dos (unicípios U-RQ9* ACDE@9(9* : são os locali.rgãos independentes e dos autQnomos a que pertencem. U-RQ9* *CBA%D)-@9* 1 destinam#se ) reali.ados na cúpula da Administração! imediatamente abaixo dos /r ãos independentes e diretamente subordinados a seus c8e"es. *ão exemplos .inanceira que são atributos dos . posição estatal são considerados respecti"amente . U-RQ9* *CP)-&9-)* : não go6am de autonomia administrati"a nem . *ua liberdade "uncional restrin e'se ao plane0amento e soluç3es t>cnicas! dentro de sua área de compet#ncia! com responsabilidade pela execução! eralmente a car o de seus /r ãos subalternos.rgãos : Superiores políticos e administrati"os Andependentes autQnomos e superiores AutQnomos independentes e superiores Superiores independentes e autQnomos Andependentes superiores e autQnomos 18 .as de .ido poder decis/rio e predomin+ncia de atribuiç:es de eBecução a exemplo das atividades'meios e atendimento ao público.ação de serviços de rotina tare.Dribunais Budiciários e Buí.

issional mas sem 7ual7uer vínculo empre atício ou estatutário e normalmente sem remuneração. 37 J9 AR)@D)* 69@9-H.&C9* N são cidadãos convocados! designados ou nomeados para prestar! transitoriamente! determinados serviços ao )stado em ra6ão de sua condição cí"ica de sua /onorabilidade ou de sua not.eitos9 e seus auxiliares imediatos 8(inistros e Secret)rios de %stado e (unicípio9I (embros das Casas %e islativas 8Senadores &eputados e Jereadores9I (embros do Poder Budiciário+ (embros do (inist>rio Público+ (embros dos Dribunais de Contas 8(inistros do MC$ e Consel/eiros do MC%9I -epresentantes diplomáticos+ AD)@PQ9 1 estes 7uatro s/ são considerados a entes políticos por 6elX %opes (eirelles AR)@D)* A5(&@&*D-AD&49* N são todos que se vinculam ao )stado por relaç3es pro"issionais! su0eitos ? 8ierar7uia "uncional e ao re ime 0urídico determinado pela entidade estatal a 7ue servem .issionais dentro do /r ão ou da entidade a que ser"em con"orme o car o! empre o ou "unção em 7ue este0am investidos .initi"a ou transitoriamente do exercício de al uma "unção estatal$. 37 J9I *ervidores temporários contratados por tempo determinado para atender a necessidade tempor)ria de eBcepcional interesse público 8C' art. Atuam com plena liberdade "uncional suas prerro ativas e responsabilidades estão estabelecidas na Constituição e em leis especiais. @esta cate oria encontram'se 1 C8e"es de )xecutivo 8Presidente -o"ernadores e Pre. 0esta categoria se encontram : *ervidores públicos concursados 8C' art.ria capacidade pro. 37 AA9I *ervidores públicos exercentes de car os ou empre os em comissão 8C' art. Ks agentes públicos g4nero que se reparte em cinco esp*cie ou categorias classi. Para 1el2 agentes públicos 5são todas as pessoas "ísicas incumbidas de.AR)@D)* PWB%&C9* Síntese eBtraída do li"ro &ireito Administrati"o Urasileiro de 1el2 3opes (eirelles.icam# se em : AR)@D)* P9%HD&C9* F são os componentes do -o"erno nos seus primeiros escal3es para o exercício de atribuiç3es políticas! 0udiciais e 7uase 0udiciais previstas na constituição. @ão são servidores públicos! mas normalmente exercem uma "unção pública e enquanto a desempen/am su0eitam'se ? 8ierar7uia e disciplina do /r ão a 7ue estão servindo podendo perceber um p " la3" e e contar o período de trabal8o como 19 . 0ão são membros de poder de %stado nem o representam nem eBercem atribuiç:es políticas ou go"ernamentaisI são unicamente servidores públicos com maior ou menor /ierarquia encargos e responsabilidades pro.

%sses agentes não são servidores públicos! nem 8onorí"icos! nem representantes do )stado toda"ia constituem uma categoria . Políticos /onorí. Credenciados administrati"os e delegados.ação * a distribuição de compet4ncias entre )ntidades de uma para outra pessoa! ou seja pressup:e a eBist4ncia de duas pessoas entre as quais se repartem as compet4ncias.am em nome pr/prio! por sua conta e risco! mas se undo as normas do )stado e sob a permanente "iscali.icos e delegados. % aí como cai no concurso Y Jejamos uma questão do M!' N FS região "eja se "oc4 responde. !ecentemente . parte de colaboradores do Poder Público. esp*cie ou categoria dos agentes : &elegados políticos e administrati"os. 0esta categoria encontram#se : 9s concessionários e os permissionários de obras e serviços públicos+ 9s serventuários de o"ícios ou cart/rios não estati. 8M!' N F? região9 Ks membros do Poder Pudici)rio os jurados e os leiloeiros pertencem respecti"amente .oi editada a lei n? D. AR)@D)* 5)%)RA59* N são particulares que recebem a incumb#ncia da execução de determinada atividade! obra ou serviço público e reali.D=.de serviço público. A5(&@&*D-APQ9 &@5&-)DA A Administração &ndireta se constitui das entidades dotadas de personalidade 0urídica pr/pria e compreende as autar7uias! as "undaç3es públicas! as empresas públicas e as sociedades de economia mista.ação do dele ante. dispondo sobre ser"iço "olunt)rio. AR)@D)* C-)5)@C&A59* N são os que recebem a incumb4ncia da Administração para representá'la em determinado ato ou praticar certa atividade especí"ica mediante remuneração do Poder Público credenciante.icos. Administrati"os credenciados e /onorí. 5)*C9@C)@D-APQ9 ) 5)*C)@D-A%&YAPQ9 5esc)ntrali. 20 .H. Políticos delegados e credenciados.GE= de C=. 0esta categoria se encontram : Purados do tribunal do júriI (es)rio eleitoralI (embro de comissão de estudo ou de julgamento.ados+ 9s leiloeiros+ 9s tradutores e int>rpretes públicos.

undação cabendo .5esc9ncentração > a distribuição de compet#ncias entre Ur ãos dentro da mesma pessoa .CDD=I > pessoa 0urídica de direito público I o seu pessoal > ocupante de car o público 8estatut)rio9 no entanto ap. desempen/a ser"iço público descentrali6adoI . 37 com redação dada pela %C n? CD de EF. 37 @A@ com redação dada pela %C n? CDI > pessoa 0urídica de direito privado # titular de direitos e obrigaç:es pr. CA-ACD)-H*D&CA* 5A* )@D&5A5)* 5A A5(&@&*D-APQ9 &@5&-)DA ACDA-2C&A criação por lei especí"ica : C'<== art.C@5APQ9 PWB%&CA criação autori.CDD= : T&T : Lsomente por lei especí"ica poderá ser criada autar7uia< e autori6ada a instituição de empresa pública de sociedade de economia mista e de .EG.s a %menda Constitucional n? CD<D= poderá admitir pessoal no re ime de empre o públicoI re ime tributário # imunidade de impostos no que se re"ere ao patrim=nio renda e serviços relacionados a suas .ada por lei especí"ica # C'<== art. lei complementar neste último caso de.inalidades essenciais 8C'<== art.urídica. 37 @A@ com redação da %C n? CD de EF.inalidades essenciais 8C'<== art. C>E JA LaL e ZH?9.prios distintos da pessoa que a instituiuI 21 .s a %menda Constitucional n? CD<D= poderá admitir pessoal no re ime de empre o públicoI re ime tributário # imunidade de impostos no que se re"ere ao patrim=nio renda e serviços relacionados a suas .ada por lei especí"ica e lei complementar irá de"inir as áreas de sua atuação # C'<== art.EG.para descon estionar! desconcentrar! um volume rande de atribuiç3es! e permitir o seu mais ade7uado e racional desempen8o. )(P-)*A PWB%&CA tem sua criação autori. C>E JA LaL e ZH?9.inir as )reas de sua atuaçãoI TT # depende de autori6ação legislati"a em cada caso a criação de subsidi)rias das entidades mencionadas no inciso anterior assim como a participação de qualquer delas em empresa pri"adaI pessoa 0urídica de direito público I o seu pessoal > ocupante de car o público 8estatut)rio9 no entanto ap.

C73 C'<==9 I embora tamb*m possa prestar serviços públicos 8C'<== art. C7>9I. *9C&)5A5) 5) )C9@9(&A (&*DA tem sua criação autori. C73 C'<==9 I embora tamb*m possa prestar serviços públicos 8C'<== art.ação societária : a sociedade de economia mista s/ poder) ser *ociedade An=nima. o seu pessoal > ocupante de empre o público! e necessita reali6ar concurso público para in"estidura. "oro 0udicial para solução dos con. A empresa pública * constituída apenas por capital público . o seu re ime tributário > o mesmo das empresas privadas 8C'<== art.orma de sociedade an=nimaI Composição do capital # a titularidade do capital pode ser pública e privadaI não estão su0eitas a "al#ncia ' mas os seus bens são pen/or)"eis eBecut)"eis e a pessoa jurídica que a controla responde subsidiariamente pelas suas obrigaç:es 83ei GFEF<7G das sociedades anQnimas art.orma de or ani. C73 ZC? AA e ZH?9I explora predominantemente atividade econ=mica 8art.ação societária # unicamente sob a .)-)@PA* )@D-) *9C&)5A5) ) )(P-)*A PWB%&CA "orma de or ani. C7>9I. CED A9 o seu pessoal > ocupante de empre o público! e necessita reali6ar concurso público para in"estidura. 0o entanto desde que a maioria do capital com direito a "oto permaneça de propriedade da $nião admite#se a participação de outras pessoas de direito público interno a eBemplo de %stados e (unicípios bem como de suas entidades da administração indireta. P-&@C&PA&* 5&. 37 @A@ com redação dada pela %C n? CDI > pessoa 0urídica de direito privado # titular de direitos e obrigaç:es pr.orma de or ani.prios distintos da pessoa que a instituiuI .ormas admitidas em direitoI Composicão do capital # a titularidade do capital * pública. 2C)*DE)* F A5(&@&*D-APQ9 PWB%&CA 1 A5(&@&*D-APQ9 5&-)DA ) &@5&-)DA 22 . . A empresa pública poderá estruturar#se sob 7ual7uer das "ormas admitidas em direito 8sociedade por cotas de responsabilidade limitada sociedade anQnima etc9.ederal 8C'<== art. C73 ZC? AA e ZH?9I explora predominantemente atividade econ=mica 8art. composição do capital : a sociedade de economia * constituída por capital público e privado.ação societária # qualquer das .litos da empresa pública . CED A9. HFH9 .. o seu re ime tributário > o mesmo das empresas privadas 8C'<== art.ada por lei especí"ica # C'<== art.ederal * a 0ustiça "ederal+ da sociedade de economia mista * a 0ustiça estadual 8C'<== art.oro para solução dos con"litos # justiça .

As seguintes a. da administração indireta.eito de sujeição dos seus atos .rgãos públicos eBceto os dos poderes legislati"os e judici)rio.irmati"as sobre . A criação de empresa pública depende de lei autori6ati"a mas sua personalidade ad"*m do registro competente. de um corpo .a6 parte : da administração direta. Ks bens das autarquias não estão sujeitos a pen/ora.alsa. parte da administração. as autarquias eBcetuando as empresas públicas e sociedade de economia mista # 8Pui6 # MP<SP# HEEE9 A autarquia na organi6ação administrati"a . A autarquia pode eBercer poder de polícia administrati"a. obser"+ncia de outras eBig4ncias restriç:es ou limitaç:es ali declinadas abrange e alcança os .pria para o desempen/o eBclusi"o de uma ati"idade administrati"a pr.rgãos dos Mr4s Poderes e as entidades descentrali6adas eBceto os dos Poderes 3egislati"o e Pudici)rio os .enQmeno da descentrali6ação.prio pode eBpressar capacidade judici)ria não possui personalidade jurídica apresenta compet4ncia pr.rgãos dos Mr4s Poderes quer os da $nião dos %stados do &istrito 'ederal como os dos (unicípios os . obedi4ncia de determinados princípios . . do setor pri"ado da administração. Mratando#se de Administração Pública assinale a a.orma de 23 .rgão público são corretas eBceto: integra a estrutura de uma pessoa jurídica possui patrimQnio pr.undamentais e .ederais estaduais e municipais eBceto dos Poderes 3egislati"o e Pudici)rio os .pria # 8AC%<D=9. Krgani6ação social.undaç:es públicas de"em ter por objeto ati"idades de nature6a social ou cientí.rgãos públicos . As . A criação de uma entidade por meio de lei com personalidade jurídica pr. # 8A'M0<DG9.irmati"a .rgão público decorre do . #8%Bame KAU<SP#CDDD9 Tual a pessoa jurídica de direito público categori6ada como Administração AndiretaY %mpresa pública. &istrito 'ederal.pria do Poder Público con.EC # 8A'M0<D=9.ica.igura uma . A titulação gen*rica de Administração Pública usada pelo legislador constituinte de CD== ao tratar da Krgani6ação do %stado para e. Autarquia. # 8MM0#DF<(an/ã9.

ederal em .rgão respecti"o da entidade matri6 a entidade administrati"a descentrali6ada com personalidade jurídica de direito público tem capacidade de legislar patrimQnio da empresa pública * insuscetí"el de pen/ora a .delegação compet4ncia concessão coordenação desconcentração descentrali6ação # 8MM0<D79.undaç:es públicas as letras 5b7 e 5c7 anteriores mais os ser"iços sociais autQnomos as das letras 5b7 5c7 e 5d7 anteriores mais as suas subsidi)rias.s entidades da Administração Pública Andireta * correto a. Tuanto .unç:es públicas capacidade de auto#administração personalidade jurídica pr.undaç:es públicas s.ace do &ecreto# 3ei HEE<G7 8!e. entidade política que a instituiu patrimQnio distinto daquele do ente instituidor # 8(P$<D39. As autarquias . A Administração Pública 'ederal Andireta em .eridas nas letras 5b7 e 5c7 anterior mais os denominados ser"iços sociais autQnomos # 8A'M0#março<DF9.undação pode ter como objeti"o estatut)rio precípuo o eBercício de ati"idade econQmica os atos da autoridade aut)rquica t4m nature6a de ato administrati"o # 8A0SS<D39. A c/amada Administração Andireta na )rea .icaç:es posteriores * constituída no seu todo pelas seguintes entidades: autarquias e empresas públicas autarquias empresas públicas e sociedade de economia mista as da letra 5b7 anterior mais as .s regras de acumulação de cargos empregos e . pelas empresas públicas e sociedade de economia mista pelas re.orma Administrati"a9 e legislação a ele super"eniente * constituída pelas seguintes esp*cies de entidades na sua total abrang4ncia: pelas autarquias eBclusi"amente apenas pelas autarquias empresas públicas e sociedades de economia mista pelas da letra 5b7 anterior mais as .irmar: as sociedades de economia mista subordinam#se ao .ace do &ecreto#3ei HEE<G7 com as modi.ederais pela sua nature6a são consideradas pessoas 24 . 0ão constitui característica das entidades descentrali6adas a8o9 submissão de seus ser"idores ou empregados .pria "ínculo de subordinação . ED # 8A'C<D79.

rgão autQnomo integrante da Administração 'ederal &ireta um . K Uanco do Urasil * um . A interpretação desta regra permite "islumbrar duas responsabilidades : 25 .ora do +mbito da Administração Pública # 8A-$<DF9.rgãos públicos autQnomos sem personalidade jurídica pr. A doutrina atribui outros nomes a esta mat*ria tais como : responsabilidade eBtracontratual do %stado 8(aria S2l"ia [anella di Pietro9I responsabilidade patrimonial eBtracontratual do %stado 8Celso AntQnio9I responsabilidade ci"il do %stado 8Pos* dos Santos Car"al/o 'il/o9I -)*P9@*AB&%&5A5) C&4&% 59 )*DA59 @9 5&-)&D9 B-A*&%)&-9 Mrata#se de responsabilidade ob0etiva ou sem culpa! com base na teoria do risco administrativo.pria entidades que estão . As empresas públicas na )rea .ei9.políticas administrati"as com personalidade jurídica de direito pri"ado jurídicas de direito pri"ado administrati"as sem personalidade jurídica pr.rgão autQnomo "inculado ao Poder 3egislati"o uma Autarquia 'ederal uma %mpresa Pública uma Sociedade de %conomia (ista ZG P9@D9 F -)*P9@*AB&%&5A5) C&4&% 5A A5(&@&*D-APQ9 %sta responsabilidade se relaciona .ederal são pessoas jurídicas de direito pri"ado pessoas jurídicas de direito público . reparação de danos causados a terceiros em decorr4ncia das ati"idades ou omiss:es do %stado como por eBemplo : acidente de tr+nsito pro"ocado por "eículo o. A Constituição da !epública 'ederati"a do Urasil de E><CE<CD== no Z G? do art. 37 : 5 As pessoas 0urídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a entes nessa qualidade causarem a terceiros assegurado o direito de re resso contra o respons)"el nos casos de dolo ou culpa7 8gri.pria jurídicas de direito público # 8A-$<DG9.icial buracos em "ias públicas.

As pessoas jurídicas de direito público respondem pelos danos que seus agentes causarem a terceiros não cabendo ação regressi"a inclusi"e se o paciente . CAC*A* 5) )TC%C*Q9 D9DA% 9C PA-C&A% 5A -)*P9@*AB&%&5A5) 9BB)D&4A ocorr#ncia de "orça maior# eBpressa em . Para e. 2C)*DE)* ' -)*P9@*AB&%&5A5) C&4&% 5A A5(&@&*D-APQ9 # 8MM0<D79.eito de responsabilidade patrimonial objeti"a por dano causado a terceiro o empregado de pessoa jurídica de direito pri"ado prestadora de ser"iço público * considerado agente não * considerado agente * considerado . A do a ente público causador do dano perante a Administração ou perante o seu )mpre ador ' responsabilidade sub0etiva! baseada no dolo ou na culpa.oram os culpados s. quando eles agirem dolosamente # 8A'C<DH9.rgão não responde regressi"amente 26 .A das pessoas 0urídicas de direito público : $nião %stados &istrito 'ederal e (unicípios aí compreendida a Administração &ireta e as entidades integrantes da Administração Andireta com personalidade de direito público tais como Autarquias e 'undaç:es Públicas e seus dele ados na prestação de ser"iços públicos 8concession)rios e permission)rios9 perante a vítima do dano ' responsabilidade ob0etiva! baseada no nexo causal. A responsabilidade ci"il do %stado pelos danos causados a terceiros por seus ser"idores independe de culpa do agente depende de culpa do agente independe do neBo causal entre o acidente e o dano depende de pro"a do +nimo de causar o dano não * eBcluída pela culpa do paciente # 8A'M0<DC9.rgão não * considerado . quando pro"ada a culpa deles mesmo se eles não .oi o culpado s.atos da nature6a irresistí"eis tais como : terremoto c/u"a de grani6o tornado queda de raio inundação de rioI culpa exclusiva da vítima+ culpa de terceiros.

[G P9@D9 ' -)*P9@*AB&%&5A5) 59* *)-4&59-)* PWB%&C9* %ncontra#se pre"ista na Constituição bem como nos respecti"os regimes jurídicos 8estatutos9 dos ser"idores públicos ci"is de cada pessoa política : $nião %stados &istrito 'ederal e (unicípios. M sub0etiva porque o ser"idor s. 27 . !esponsabilidade objeti"a * aquela que independe da veri"icação da ocorr#ncia de dolo ou culpa A responsabilidade dos a entes públicos > re ressiva e sub0etiva. indeni6ar) prejuí6os que ten/a causado em caso de dolo ou de culpa. M re ressiva porque primeiro as pessoas jurídicas indeni6am os prejuí6os causados a terceiros depois ingressam com ação judicial contra os agentes 8ser"idores9 se estes .A::! art. &a an)lise deste dispositi"o percebemos que : A responsabilidade das pessoas 0urídicas de direito público 8$nião %stados &istrito 'ederal (unicípios e suas respecti"as Autarquias e 'undaç:es Públicas9 e das pessoas 0urídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos 8concession)rias e permission)rias9 > ob0etiva. CHH9.CCH<DE em seus arts. 0o caso da $nião o assunto * pre"isto pela lei n? =. CHC a CHG.)5)-A% C.orem ou causadores do dano. D-ADA()@D9 5A59 P)%A C9@*D&DC&PQ9 . CHH Z3?9. A obrigação de reparar o dano estende#se aos sucessores e contra eles ser) eBecutada at* o limite do "alor da /erança recebida 8art. -)*P9@*AB&%&5A5)* 59 *)-4&59K servidor responde civil! penal e administrativamente pelo exercício irre ular das suas atribuiç3es 8art. 37!\ [G # LAs pessoas jurídicas de direito público e as de direito pri"ado prestadoras de ser"iços públicos responderão pelos danos que seus a entes nessa qualidade causarem a terceiros asse urado o direito de re resso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa<. CHC caput9.o ao erário ou a terceiros 8art. -)*P9@*AB&%&5A5) C&4&% A responsabilidade civil decorre de ato omissi"o ou comissi"o doloso ou culposo que resulte pre0uí.

CHF9. CHG9: ne ue a exist#ncia do "ato 8o . 9bservação : a absol"ição penal por insu.tese de insu.ici4ncia de pro"as não a.ração penal não ser) punido administrati"amente se ocorrer a prescrição penal a eBemplo do emprego irregular de din/eiros públicos no estatuto * in.igure tamb*m in.oi o ser"idor o autor do .os de prescrição previstos na lei penal aplicam'se ?s in"raç3es disciplinares capituladas como crime 8art. -)*P9@*AB&%&5A5) A5(&@&*D-AD&4A A responsabilidade administrativa resulta de ato comissi"o ou omissi"o praticado no desempen/o do cargo ou .ato J .asta a responsabilidade administrati"a do ser"idor. CH39.ato não eBistiu9 I ne ue sua autoria 8não . Assim na /ip. C3H JAAA c<cart.uncionais em ação regressi"a promo"ida pela pessoa jurídica de &ireito Público depende da compro"ação da eBist4ncia de 28 .ração puní"el com demissão cujo pra6o prescricional * de > anos 8art. CFH A do %statuto9 0o entanto se aplica o pra6o de prescrição da lei penal que * menor. CC(C%AD&4&5A5) 5A* *A@PE)* As sanç3es ci"is penais e administrati"as independentes entre si 8art. poderão cumular'se sendo )TC%C*Q9 5A -)*P9@*AB&%&5A5) A5(&@&*D-AD&4A A responsabilidade administrati"a do ser"idor será a"astada no caso de absolvição penal que 8art. CH>9. 9s pra.-)*P9@*AB&%&5A5) P)@A% A responsabilidade penal 8criminal9 abrange crimes e contravenç3es imputadas ao ser"idor nessa 7ualidade 8art.unção 8art. Assim se ser"idor cometer in. CFH ZH?9.ici4ncia de pro"as mant*m#se a punição administrati"a. 2C)*DE)* ' -)*P9@*AB&%&5A5) 59* *)-4&59-)* PWB%&C9* EC # 8Atendente Pudici)rio <M!M<%S<CDDD # 'CC9 A responsabilidade ci"il dos ser"idores por danos causados a terceiros no eBercício de suas ati"idades .ração administrati"a que con.

asta e sobrep:e#se .asta as outras duas sobrepondo#se a elas a administrati"a a.ica elidida com a absol"ição criminal ainda mesmo que esta seja pela negati"a do . 0a responsabilidade ci"il penal e administrati"a do . .astam a última 8penal9 sobrepondo#se a ela # 8(P$<D39.s outras duas são independentes entre si as duas últimas 8ci"il e penal9 a.ato e da sua autoria a responsabilidade ci"il s.ato ou da autoria # 8A'M0<DE9. imperícia ou erro somente. Pelo eBercício irregular das atribuiç:es o ser"idor público responde ci"il penal e administrati"amente sendo que as sanç:es ci"is penais e administrati"as são inacumul)"eis entre si a responsabilidade administrati"a não . imprud4ncia mani.ica a. neglig4ncia ou omissão somente. Sanç:es ci"is penais e disciplinares ou administrati"as 29 .esta somente. Com relação as inst+ncias administrati"a ci"il e penal para apurar a responsabilidade do ser"idor pelo irregular eBercício da .unção pública pode#se a. dolo somente. # 8MM0#<DH9.astada com a sua absol"ição criminal se negada a eBist4ncia do .astada no caso de ocorr4ncia de prescrição da punibilidade no caso de dano causado a terceiros a obrigação de repar)#los não se entende aos /erdeiros e sucessores do ser"idor a responsabilidade administrati"a do ser"idor .irmar em tese que a ci"il a.ica a.astam a primeira 8administrati"a9 sobrepondo#se a ela as duas primeiras 8administrati"a e ci"il9 a.dolo ou culpa. # 8MM0<=>9.uncion)rio público: as cominaç:es ci"is penais e administrati"as poderão cumular#se sendo independentes entre si bem como as respecti"as inst+ncias as cominaç:es ci"is penais e administrati"as não poderão cumular#se sendo dependentes entre si bem como as respecti"as inst+ncias poderão cumular#se apenas as cominaç:es ci"is e administrati"as sendo dependentes entre si bem como as respecti"as inst+ncias poderão cumular#se apenas as cominaç:es ci"is e penais sendo dependentes entre si bem como as respecti"as inst+ncias poderão cumular#se apenas as cominaç:es administrati"as e penais sendo dependentes entre si bem como as respecti"as inst+ncias.

erimento aos princípio 5non bis idem7 no direito disciplinar não podem ser cumuladas pois umas e outras se sujeitas a disciplinamentos di"ersos podem ser cumuladas pois umas e outras se interligam não possuindo contudo cada uma nature6a especial contribuindo apenas para agra"amento da pena não podem ser cumuladas pois umas e outras não são independente entre si # 8A0SS<D39.alta de pro"as. quando esta negar a eBist4ncia do .icando a.astada a responsabilidade administrati"a no caso de absol"ição criminal qualquer que seja o seu . pode manter a pena se /ou"er .ração penal não ser) punido disciplinarmente se ocorrer a prescrição penal .ici4ncia de pro"as cumprir a pena criminal "ier a ser aposentado .ração administrati"a que con. 0esse caso ser"idor tem direito . reintegração mant*m#se a punição administrati"a a Administração s.ica ilidida a responsabilidade ci"il e penal a.icando a.or prim)rio 30 . As inst+ncias administrati"as ci"il e penal a que se subordina o ser"idor público pelo eBercício irregular das suas atribuiç:es são independentes entre si mas não podem ser cumulati"as as suas sanç:es mas inocentado na )rea administrati"a . $m ser"idor público responde pelo mesmo .podem ser cumuladas pois umas e outras são independentes entre si em decorr4ncia de nature6a especial de cada uma delas não podem ser cumuladas por /a"er .ato a processo administrati"o e criminal "indo a ser demitido no primeiro e absol"ido no segundo por .undamento inclusi"e por prescrição # 8P'0<DH9.ato ou da sua autoria . K ser"idor ci"il da $nião que cometer in.astada a responsabilidade administrati"a no caso de absol"ição criminal mas s.igure tamb*m in.astando#se a responsabilidade administrati"a e ci"il sempre que deiBar de /a"er condenação penal .or absol"ido do crime por insu.alta residual cabe re"isão do processo administrati"o a demissão in"alida#se automaticamente em decorr4ncia da decisão judicial # 8A'M0#março<DF9.

C9@C)&D9 5) CA-R9 PWB%&C9 Car o público > o con0unto de atribuiç3es e responsabilidades 7ue devem ser cometidas a um servidor .s datas das respecti"as publicaç:es de tais leis especí. Como 0á vimos! o -e ime Burídico Wnico existiu at> o advento da )menda Constitucional nG N^! de K.ederal direta nas autarquias e nas .&C&L@C&A 31 .res públicos para pro"imento em car)ter e.NNOA^K .eti"o ou em comissão 8art. P)**9A* P9-DA59-A* 5) 5).icas 8ZH?9.AK[A^:.HEEE disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração "ederal direta! autár7uica e "undacional dispondo : 9 pessoal admitido para empre o público terá sua relação de trabal8o re ida pela C%D 8art.ederais ocupantes de cargos públicos.EH.DGH de HH.CCH<DE de CC<CH<CDDE com suas alteraç:es * o regime jurídico %statut)rio aplic)"el aos Ser"idores Públicos Ci"is da $nião das autarquias e . A lei que reúne estas regas * denominada de )statuto e o regime jurídico passa a ser c/amado de regime jurídico %statut)rio.undaç:es públicas . 0o +mbito de cada pessoa política # $nião os %stados o &istrito 'ederal e os (unicípios # /) um %statuto. F?9. 9 -)R&() BC-H5&C9 M W@&C9 ] )ra! não > mais. 0o +mbito .undaç:es públicasI por isto * que o regime não * mais um s.o único9.pria e "encimento pago pelos co. A partir de então * possí"el a admissão de pessoal ocupante de emprego público regido pela C3M na Administração .7G P9@D9 1 -)R&() BC-H5&C9 59* *)-4&59-)* C&4&* 5A C@&Q9 &@D-95CPQ9 1 9 2C) M ()*(9 -)R&() BC-H5&C9 ] -e ime 0urídico dos servidores públicos > o con0unto de princípios e re ras re"erentes a direitos! deveres e demais normas 7ue re em a sua vida "uncional . C? caput9I 3eis especí.icas disporão sobre a criação de empre os bem como sobre a trans"ormação dos atuais car os em empre os 8ZC?9I 4edou 7ue se submeta ao re ime de empre o público os car os públicos de provimento em comissão bem como os servidores re idos pela lei :. O proibida a prestação de ser"iços gratuitos sal"o os casos pre"istos em lei 8art. 3? par)gra.ederal a 3ei n? D. São criados por lei com denominação pr. ou seja não * mais único. A lei =.

)m comissão! declarado em lei de livre nomeação e exoneração para cargos de con.iança. .ederal.icial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoriaI 32 . quando junta m*dica o. -)4)-*Q9 ' reversão > o retorno ? atividade de servidor aposentado : 6a t.>H7<D7 antes mesmo j) /a"iam sido declaradas inconstitucionais pelo *upremo Dribunal . A nomeação dar#se#) 8art. HF9. Amportante # as . D? e CE?9 : )m caráter e"etivo quando se tratar de cargo isolado ou de carreira 8cargos de carreira são aqueles são estruturados em classes e que permitem crescimento pro.s pessoas portadoras de de. @9()APQ9 F > o ato administrativo pelo 7ual se atribui um car o a al u>m 8Kdete (edauar9.ici4ncia para pro"imento de cargo cujas atribuiç:es sejam compatí"eis com a de. =?9 : 0omeação Promoção !eadaptação !e"ersão Apro"eitamento !eintegração !econdução.*erão reservadas at> OK_ Ivinte por centoJ das va as o"erecidas no concurso público .issional9 depende de pr>via 8abilitação em concurso público de pro"as ou de pro"as e títulos. >? ZH?9.ici4ncia de que são portadoras 8art. P-9(9PQ9 F representa a pro ressão vertical na carreira! passando de uma classe para outra 8conceito doutrin)rio9. 789 & ' por invalide. HF9.9-(A* 5) P-94&()@D9 8art. Se julgado incapa6 para o ser"iço público o readptando ser) aposentado8ZC? art.ormas de pro"imento Ascensão e Drans"er#ncia não eBistem mais "oram revo adas pela lei n? D. -)A5APDAPQ9 N > a investidura do servidor em cargo de atribuiç3es e responsabilidades compatíveis com a limitação 7ue ten8a so"rido em sua capacidade "ísica ou mental veri"icada em inspeção m>dica iguais ou assemel/adas 8art.ar#se#) mediante ato da autoridade competente de cada Poder 8art. K pro"imento dos cargos públicos . P-94&()@D9 M preenc8imento de car o va o. G?9.

3C9. . HD9 inabilitação em está io probat/rio relativo a outro car oI reinte ração do anterior ocupante.?9 o servidor aposentado ten8a solicitado a reversão a aposentadoria ten/a sido voluntáriaI estável quando na ati"idadeI a aposentadoria ten/a ocorrido nos cinco anos anteriores .7. -)&@D)R-APQ9 # retorno do servidor estável no cargo anteriormente ocupado ou no cargo resultante de sua trans. 0este caso o servidor perceberá! em substituição aos pro"entos da aposentadoria a remuneração do car o 7ue voltar a exercer inclusi"e com as "antagens de nature6a pessoal que percebia anteriormente . 4AC`@C&A O a situação do car o 7ue está sem ocupante. 0ão poder) re"erter o aposentado que j) ti"er completado 7E 8setenta9 anos de idade 8art.&& ' no interesse da administração desde que: 6Reda'!" dada pela MP *: 7.alecimento 5emissãoI Promoção+ -eadaptação+ )xoneraçãoI Posse em outro car o inacumulável+ 33 . H=9.. solicitaçãoI /aja car o va o.ormação 7uando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou 0udicial! com ressarcimento de todas as "antagens 8art.. AP-94)&DA()@D9N * o retorno ? atividade do servidor est)"el em disponibilidade em car o de atribuiç3es e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupando 8art. de 7>. 339 : AposentadoriaI . -)C9@5CPQ9 # > o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrer) de : 8art. aposentadoria 8ZF?9.=. H79.<<5=<.9-(A* 5) 4AC`@C&A 8art. *omente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo 8Z>?9.

5)(&**Q9 F trata#se de penalidade aplicada ao servidor pre"ista no artigo C3H deste estatuto.AP9*)@DA59-&A N * a desocupação do cargo e ocorrer) por invalide.A%)C&()@D9 N Mrata#se de um "ato a que o direito administrati"o atribui repercussão no caso a "ac+ncia do cargo.ederal quando 0á estável em um car o público e obti"er aprovação em concurso público para outro cargo poder) optar por esta . A exoneração de CA-R9 )( C9(&**Q9 dar#se#) a pedido do ser"idor ou a 0uí. )T9@)-APQ9 8art. A -)C9@5CPQ9 # > o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrer) de inabilitação em está io probat/rio relativo a outro car o! ou de reinte ração do anterior ocupante 8art.rio para o no"o cargo poder) retornar ao cargo em que era est)"el. 34 . Com esta pro"id4ncia caso seja inabilitado no est)gio probat. HF9.o estabelecido 8C> dias9. 3F9 A exoneração de CA-R9 ).orma de "ac+ncia em "e6 de pedir eBoneração. HF9. permanente para o ser"iço público compulsoriamente quando o ser"idor ti"er completado 7E anos ou por decisão voluntária do ser"idor que cumprir os requisitos para a aposentadoria. @ão > um ato mas > um "ato administrativo. HD9. AA # quando não satis"eitas as condiç3es do está io probat/rio. )( -)*C(9 1 a promoção! a readaptação e a recondução são "ormas simultVneas 8ao mesmo tempo9 de provimento e de vacVncia. AD)@PQ9 : embora não conste eBpressamente do artigo 3E que elenca as /ip.)D&49 dar#se#) a pedido do servidor! ou de o"ício quando : A # quando tendo tomado posse o ser"idor não entrar em exercício no pra. Se julgado incapa6 para o ser"iço público o readptando ser) aposentado8ZC? art.o da autoridade competente. -)A5APDAPQ9 F > a investidura do servidor em cargo de atribuiç3es e responsabilidades compatíveis com a limitação 7ue ten8a so"rido em sua capacidade "ísica ou mental veri"icada em inspeção m>dica iguais ou assemel/adas 8art. .teses de "ac+ncia a recondução tem sido assim considerada nos concursos públicos. P-9(9PQ9 ' representa a pro ressão vertical na carreira! passando de uma classe para outra 8conceito doutrin)rio9. P9**) )( 9CD-9 CA-R9 PWB%&C9 &@ACC(C%S4)% # K ser"idor .

FHD art. -)2C&*&D9* BS*&C9* PA-A &@4)*D&5C-A IposseJ )( CA-R9 PWB%&C9 8art. C39.o 8ZZ C? e G? art.ederais poderão prover seus car os com pro"essores! t>cnicos e cientistas estran eiros. CF9.o dos direitos políticosI AAA # a quitação com as obri aç3es militares e eleitoraisI AJ # o nível de escolaridade eBigido para o eBercício do cargoI J # a idade mínima de de. C3 caput9.>C><D7 pre"4 que as uni"ersidades e instituiç:es de pesquisa cientí.or 0ul ado apto "ísica e mentalmente para o exercício do car o 8art. A lei n? D. Posse * a aceitação do car o pelo servidor 8Kdete (edauar9..tese de provimento por nomeação 8ZF? art. A posse dependerá de pr>via inspeção m>dica o"icial ser) empossado aquele que . 7?9 mediante assinatura do respectivo termo no qual de"erão constar as atribuiç3es! os deveres! as responsabilidades e os direitos inerentes ao car o ocupado 8art. >?9 : A # a nacionalidade brasileiraI Ks cargos públicos são acessí"eis aos estran eiros na "orma da lei 8C'<== aert. C3 e CF9: A investidura em cargo público ocorrerá com a posse 8art. não basta para iniciar as atribuiç:es do cargo são necessários ainda a posse e o exercício.O.A P9**) ) 9 )T)-CHC&9 A nomeação por si s.o de 3K Itrinta diasJ contados da publicação do ato de pro"imento 8nomeação9. C3 caput e ZC?9. C39. As atribuiç:es do cargo podem 0usti"icar a exi #ncia de outros re7uisitos estabelecidos em lei 8Z C? art. A posse ocorrerá no pra. A lei :. *erá tornado sem e"eito o ato de provimento se a posse não ocorrer neste pra.gica . A P9**) 8arts.ica e tecnol.A^O eBige a declaração de bens e "alores do c=n0u e ou compan8eira e das demais pessoas 7ue vivam sob sua depend#ncia econQmica 83ei =. C39 poder) ser mediante procuração especí"ica 8Z3? art. AA # o o. >?9. C39. DUP&C9* *9B-) P9**) */ 8averá posse na /ip. 37 A .oito anosI JA # aptidão "ísica e mental. 35 . @o ato da posse! o servidor apresentará declaração de bens e valores 7ue constituem seu patrim=nio e declaração 7uanto ao exercício ou não de outro car o! empre o ou "unção pública 8Z>? art.

os previsto o servidor será exonerado do car o ou ser) tornado sem e. &A !%(K\]K !%&ASM!AU$A\]K % S$USMAM$A\]K -)(9PQ9 !emoção * o deslocamento do servidor a pedido ou de o. M de NZ I7uin.iança 8art.icialI -)5&*D-&BC&PQ9 8art. 37 -edistribuição > o deslocamento de car o de provimento e"etivo ocupado ou "ago no +mbito do quadro geral de pessoal para outro /r ão ou entidade do mesmo Poder .iança 8ZZC? e H? art.eti"o desempen8o das atribuiç3es do car o. 3G9. P-AY9 PA-A -)&@HC&9 59 D-ABA%69 K ser"idor que de"a ter eBercício em outro município em ra6ão de ser removido! redistribuido! requisitado ou cedido ter) no mínimo NK e no máximo 3K dias de pra. C> a HE9 : )xercício > o e"etivo desempen8o das atribuiç3es do cargo público ou da .ício! no Vmbito do mesmo 7uadro de pessoal com ou sem mudança de sede 8art. -)*C(&@59 1 A nomeação * ato administrati"o que atribui um car o público. C>9. compro"ação por junta m*dica o.unção de con. )xercício * o e.o para retomada de suas atribuiç:es incluído o pra6o de deslocamento 8art. Posse > a investidura no cargo. 379. C>9 donde passa a contar o tempo de ser"iço 8Kdete (edauar9. A remoção pode ser de o"ício no interesse da AdministraçãoI a pedido a crit*rio da Administração ou a pedido independentemente do interesse da Administração desde que: para acompan8ar c=n0u e ou compan8eiro! tamb>m servidor público da $nião dos %stados do &istrito 'ederal e dos (unicípios que "oi deslocado no interesse da AdministraçãoI por motivo de saúde do servidor! c=n0u e! compan8eiro ou dependente que viva ?s suas expensas condicionada . C=9. 8art. 36 .eito o ato de sua designação para .e diasJ o pra6o para o ser"idor empossado em cargo público entrar em eBercício contados da data da posse se não entrar em exercício no pra.unção de con.9 )T)-CHC&9 8arts.

AP-94A59 @9 )*DSR&9 P-9BAD9-&9 ] 37 . sigla : A 5& CA P-9 -)* 9 servidor em está io probat/rio poderá exercer 7uais7uer car os de provimento em comissão ou "unç3es de direção! c8e"ia ou assessoramento no .9.K 8quarenta /oras9 e obser"ados os limites mínimo e máximo de [ Iseis 8orasJ e : Ioito 8orasJ diárias respecti"amente 8art.@Q9 .atores : assiduidadeI disciplinaI capacidade de iniciati"aI produti"idadeI responsabilidade. )*DAB&%&5A5) São est)"eis ap.s 3 anos de e.*CB*D&DC&PQ9 9s servidores investidos em car o ou "unção de direção ou c8e"ia e os ocupantes de cargo de 0ature6a %special terão substitutos indicados no re imento interno ou no caso de omissão pre"iamente designados pelo dirigente m)Bimo do . N^J A duração m)Bima do trabal/o semanal de . OKJ A aptidão e a capacidade do servidor para o desempen/o do cargo serão a"aliados obser"ando#se os seguintes .eti"o eBercício os ser"idores nomeados para cargo de pro"imento e. 9 ocupante de car o em comissão ou "unção de con"iança submete'se a re ime de inte ral dedicação ao serviço podendo ser convocado sempre 7ue 8ouver interesse da Administração 8ZC?9. CD caput9. )*DSR&9 P-9BADU-&9 Iart. 3=9. HE9.eti"o em "irtude de concurso públicoI como condição para a7uisição da estabilidade > obri at/ria a avaliação especial de desempen8o por comissão instituída para essa "inalidade 8C' art. ) *) 9 *)-4&59. B9-@A5A 5) D-ABA%69 Iart.rgão ou entidade de lotação 8Z3? art.rgão ou entidade 8art. FC caput e ZF?9.

FD9: indeni6aç:esI grati. *)-4&59. As rati"icaç3es e os adicionais incorporam'se ao vencimento ou provento nos casos e condiç:es indicados em lei 8ZH?9.aç3es não se incorporam ao "encimento ou pro"ento para qualquer e. FC9. K ser"idor que "or demitido! exonerado ou que ti"er sua aposentadoria ou disponibilidade cassada ter) o pra. >C9: 38 . HE9. &@5)@&YAPE)* Constituem indeni6aç:es ao ser"idor 8art. 9 vencimento! a remuneração e o provento não serão objeto de arresto seqRestro ou pen/ora exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão 0udicial 8art. 5&-)&D9* ) 4A@DAR)@* 4encimento e da -emuneração 9 4encimento * a retribuição pecuniária pelo exercício de car o público! com valor "ixado em lei 8art. FC9.ido ao car o anteriormente ocupado 8ZH? art.)( 5MB&D9 C9( 9 )-S-&9 As reposiç3es e indeni.orma de pro"imento e de "ac+ncia denominada de recondução. A -emuneração * o vencimento do car o e"etivo acrescido das vanta ens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei 8art. F=9. As indeni. F79.rio será exonerado ou se estável! recondu.9 servidor não aprovado no est)gio probat. %is aqui ao mesmo tempo a .icaç:esI adicionais. K "encimento do cargo e.eti"o acrescido das "antagens de car)ter permanente * irredutí"el 8Z3? art.erior ao sal)rio#mínimo.o de [K dias para 7uitar o d>bito 8art.aç3es ao erário serão pre"iamente comunicadas ao ser"idor ou ao pensionista e amorti6adas em parcelas mensais cu0os valores não excederão a NK_ da remuneração ou provento 8art. FE9. F79. 0en/um ser"idor receber) a título de "encimento import+ncia in. 4A@DAR)@* Al*m do "encimento poderão ser pagas ao ser"idor as se uintes vanta ens 8art. FG9.eito 8ZC?9. A não 7uitação do d>bito no pra6o pre"isto implicar) sua inscrição em dívida ativa 8par)gra.o único art.

orme se dispuser em regulamento não podendo eBceder a import+ncia correspondente a 3 8tr4s9 meses 8art. R-AD&. )ntendo 7ue o detal8amento a respeito dos adicionais e rati"icaç3es! das licenças e dos a"astamentos > secundário! no entanto! como consta do pro rama pon8o a disposição o texto de estatuto com redação atuali. ABC5A 5) CC*D9 ' destina#se a compensar as despesas de instalação do servidor 7ue! no interesse do serviço! passar a ter exercício em nova sede com mudança de domicílio em caráter permanente "edado o duplo pagamento de indeni6ação a qualquer tempo no caso de o cQnjuge ou compan/eiro que deten/a tamb*m a condição de ser"idor "ier a ter eBercício na mesma sede 8art.&CAPE)* ) A5&C&9@A&* Al*m do "encimento e das "antagens pre"istas nesta 3ei serão de. >=9..<<5=<.ia *: 7.ar as parcelas de despesas extraordinária com pousada! alimentação e locomoção urbana! con. A ajuda de custo * calculada sobre a remuneração do ser"idor con.eridos aos ser"idores as se uintes retribuiç3es! rati"icaç3es e adicionais 8art.?9 adicional pelo exercício de atividades insalubres! peri osas ou penosas I adicional pela prestação de serviço extraordinário I adicional noturnoI adicional de ">riasI outros! relativos ao local ou ? nature.ada at> março de OKKN.7.. -etribuição pelo )xercício de .ar despesas com a utili.orça das atribuiç:es pr. GE9. >F9.orme se dispuser em regulamento 8art.ação de meio pr/prio de locomoção para a execução de serviços externos por .orme dispuser em regulamento 8art.=. GC9: retribuição pelo exercício de "unção de direção! c8e"ia e assessoramento I rati"icação natalinaI adicional por tempo de serviço+ 6I*ci)" Re("$ad" pela Medida P "(i). D-A@*P9-D) # conceder#se#) indeni6ação de transporte ao ser"idor que reali. >39.Ajuda de custoI &i)riasI Mransporte. 5&S-&A* ' K ser"idor que a ser"iço a"astar'se da sede em caráter eventual ou transit/rio "ará 0us a passa ens e diárias destinadas a indeni.unção de 5ireção! C8e"ia e Asessoramento 39 .a do trabal8o . de 7>.prias do cargo con.

icação natalina não será considerada para cálculo de 7ual7uer vanta em pecuniária. R-AD&.i6er jus no m4s de de6embro por m4s de eBercício no respecti"o ano 8art. A grati. A .i6er jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade de"er) optar por um deles 8ZC? art. K ser"idor eBonerado perceber) sua grati.. 7F9. 40 . A5&C&9@A&* 5) &@*A%CB-&5A5)! P)-&CC%9*&5A5) ou AD&4&5A5)* P)@9*A* 'a6em jus a um adicional sobre o "encimento do cargo e.A remuneração dos cargos em comissão ser) estabelecida em lei especí"ica 8par)gra.eti"o o s servidores 7ue trabal8em com 8abitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substVncias t/xicas! radioativas ou com risco de vida 8art.iBados em regulamento 8art. A5&C&9@A% P9. Ao servidor ocupante de car o e"etivo > devida retribuição pelo seu exercício de "unção de direção! c8e"ia ou assessoramento ou de cargo de pro"imento ou de 0ature6a %special 8art.icação natalina proporcionalmente aos meses de exercício calculada sobre a remuneração do m4s da eBoneração 8art. 9 servidor que . Ks ser"idores a que se re.pria. 9 adicional de atividade penosa ser) de"ido aos ser"idores em eBercício em .ere este artigo serão submetidos a eBames m*dicos a cada G 8seis9 meses. GH9. G=9. G=9. 9s locais de trabal8o e os servidores 7ue operam com -aios T ou substVncias radioativas serão mantidos sob controle permanente de modo que as doses de radiação ioni6ante não ultrapassem o ní"el m)Bimo pre"isto na legislação pr. 739 e somente ser) permitido para atender a situaç3es excepcionais e temporárias respeitado o limite máximo de O IduasJ 8oras por 0ornada 8art. /ora normal de trabal8o 8art. GH9. 7H9 Par)gra.e avosJ da remuneração a que o ser"idor . 7C9.onas de "ronteira ou em localidades cu0as condiç3es de vida o 0usti"i7uem nos termos condiç:es e limites .&CAPQ9 @ADA%&@A A rati"icação natalina corresponde a NANO Ium do. G>9. G39.*)-4&P9 )TD-A9-5&@S-&9 K ser"iço eBtraordin)rio ser) remunerado com acr>scimo de ZK_ 8cinqRenta por cento9 em relação .ração igual ou superior a NZ I7uin.o único.o único art.eJ dias ser) considerada como m4s integral. 8art.

.astamento do cQnjuge ou compan/eiroI para o ser"iço militarI para ati"idade políticaI para capacitaçãoI para tratar de interesses particularesI para desempen/o de mandato classista. %m se tratando de ser"iço eBtraordin)rio o acr*scimo de que trata este artigo incidir) sobre a remuneração pre"ista no art. 73 8art. 41 .o único9.ará OK IvinteJ dias consecutivos de ">rias! por semestre de atividade pro"issional proibida em qualquer /ip. 7> par)gra. A5&C&9@A% 5) .amíliaI por moti"o de a.*rias 8art. "e6.*rias um adicional correspondente a NA3 Ium terçoJ da remuneração do período das ">rias 8art.M-&A* 9 servidor "ará 0us a trinta dias de ">rias! 7ue podem ser acumuladas! at> o máximo de dois períodos no caso de necessidade do ser"iço ressal"adas as /ip.tese a acumulação 8art.eJ meses de exercício 8par)gra.teses em que /aja legislação especí. =C9: por moti"o de doença em pessoa da .*rias somente poderão ser interrompidas por moti"o de calamidade pública comoção interna convocação para 0úri serviço militar ou eleitoral ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do . K restante do período interrompido ser) go6ado de uma s. 9 servidor exonerado do car o e"etivo ou em comissão perceber) indeni6ação relati"a ao período das . 9 pa amento da remuneração das . 7>9.*rias a que ti"er direito e ao incompleto na proporção de NANO Ium do. Para o primeiro período a7uisitivo de ">rias serão exi idos NO Ido.e dias 8art. 0o caso de o ser"idor eBercer "unção de direção c/e. K ser"idor que opera direta e permanentemente com !aios @ ou subst+ncias radioati"as o.ica 8art.*rias ser) e. 7D9 As .e avosJ por m#s de e"etivo exercício! ou "ração superior a 7uator. .o único9.M-&A* Andependentemente de solicitação ser) pago ao ser"idor por ocasião das . 7G9. 5A* %&C)@PA* Conceder#se#) ao ser"idor licença 8art.A5&C&9@A% @9DC-@9 K ser"iço noturno prestado em /or)rio de um compreendido entre OO Ivinte e duasJ 8oras dia e Z IcincoJ 8oras do dia se uinte ter) o "alor#/ora acrescido de OZ_ Ivinte e cinco por centoJ computando#se cada /ora como cin7aenta e dois minutos e trinta se undos 8art.ia ou assessoramento ou ocupar car o em comissão a respecti"a vanta em será considerada no cálculo do adicional de .o único9. 779. =E9.etuado at> O IdoisJ dias antes do início do respecti"o período. 7G par)gra. 77 Z 3?9.rgão ou entidade 8art.

rio nacional para o eBterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes )xecutivo e %e islativo 8art. %&C)@PA PA-A 9 *)-4&P9 (&%&DAAo ser"idor con"ocado para o serviço militar será concedida licença na "orma e condiç3es previstas na le islação especí"ica 8art. se > com ou sem remuneraçãoJ. =39. =G9. %&C)@PA P9.(9D&49 )( P)**9A 5A . =C9. A licença ser) por pra.(9D&49 5) A. =>9. 0o deslocamento de ser"idor cujo c=n0u e ou compan8eiro tamb>m se0a servidor público! civil ou militar de qualquer dos Poderes da $nião dos %stados do &istrito 'ederal e dos (unicípios poderá 8aver exercício provis/rio em /r ão ou entidade da Administração . =F ZC?9.s suas eBpensas e conste do seu assentamento .o indeterminado e sem remuneração 8art. => par)gra.oi deslocado para outro ponto do territ.A(H%&A Poder) ser concedida licença ao ser"idor por moti"o de doença do cQnjuge ou compan/eiro dos pais dos .icial e eBcedendo estes pra6os sem remuneração por at* no"enta dias 8ZH?9. =H9.o da remuneração do car o e"etivo! at> trinta dias podendo ser prorro ada por at> trinta dias mediante parecer de junta m*dica o. Concluído o ser"iço militar o ser"idor ter) at* 3E 8trinta9 dias sem remuneração para reassumir o eBercício do cargo 8art. %&C)@PA P9.A*DA()@D9 59 Cb@BCR) Poder) ser concedida licença ao servidor para acompan8ar c=n0u e ou compan8eiro que .ederal direta! autár7uica ou "undacional desde que para o eBercício de ati"idade compatí"el com o seu cargo 8art.unç:es e 7ue exerça car o de direção! c8e"ia! assessoramento! arrecadação ou "iscali. =F ZH?9. Io arti o não di.il/os do padrasto ou madrasta e enteado ou dependente que "i"a .ação dele 42 .o único9. K ser"idor candidato a cargo eleti"o na localidade onde desempen/a suas . O "edado o eBercício de ati"idade remunerada durante o período da licença 8Z3? art. %&C)@PA PA-A AD&4&5A5) P9%HD&CA K ser"idor ter) direito a licença sem remuneração durante o período que mediar entre a sua escol8a em convenção partidária como candidato a cargo eleti"o e a v>spera do re istro de sua candidatura perante a Bustiça )leitoral 8art. =F9.uncional mediante comprovação por 0unta m>dica o"icial 8art.A licença concedida dentro de GE 8sessenta9 dias do t*rmino de outra da mesma esp*cie ser) considerada como prorrogação 8art. A licença será concedida sem pre0uí.

&@D)-)**)* PA-D&CC%A-)* A crit>rio da Administração poderão ser concedidas ao ser"idor ocupante de cargo e. 3AC%0\A PA!A K &%S%(P%01K &% (A0&AMK C3ASSASMA O assegurado ao ser"idor o direito . K ser"idor poder) ser cedido para ter exercício em outro /r ão ou entidade dos Poderes da $nião dos %stados ou do &istrito 'ederal e dos (unicípios nas seguintes /ip. DC9. licença sem remuneração para o desempen/o de mandato em con"ederação "ederação associação de classe de Vmbito nacional sindicato representati"o da categoria ou entidade "iscali.eti"o com a respectiva remuneração por at* tr#s meses para participar de curso de capacitação pro"issional 8art. A partir do re istro da candidatura e at* o d>cimo dia se uinte ao da eleição o ser"idor "ará 0us .o de at> tr#s anos consecuti"os sem remuneração. =79. DH9.rgãos ou entidades dos %stados do &istrito 'ederal ou dos (unicípios o Qnus da remuneração ser) do . =G ZH?9. A licença ter) duração i ual ? do mandato podendo ser prorro ada no caso de reeleição e por uma única "e6 8art.orme disposto em regulamento 8art.eti"o eBercício eBceto promoção por merecimento9 con.adora da pro"issão 8considerado tempo de e. licença asse urados os vencimentos do car o e"etivo somente pelo período de tr4s meses 8art. =G ZC?9. 8art. 59* A.A*DA()@D9* A.icas. %&C)@PA PA-A CAPAC&DAPQ9 Ap/s cada 7ain7a#nio de e"etivo exercício o ser"idor poder) no interesse da Administração a"astar'se do eBercício do cargo e.eti"o desde que não este0a em está io probat/rio licenças para o trato de assuntos particulares pelo pra. AA # em casos pre"istos em leis especí. A licença poderá ser interrompida a qualquer tempo a pedido do servidor ou no interesse do serviço. DH ZH?9. 43 .A 9CD-9 U-RQ9 9C )@D&5A5) Art.A*DA()@D9 *)-4&.rgão ou entidade cession)ria mantido o Qnus para o cedente nos demais casos 8ZC?9.será a"astado a partir do dia imediato ao do re istro de sua candidatura perante a Bustiça )leitoral! at> o d>cimo dia se uinte ao do pleito 8art. D3.teses: A # para exercício de car o em comissão ou "unção de con"iança ' sendo a cessão para . %&C)@PA PA-A D-ADA. Ks períodos de licença de que trata o caput não são acumul)"eis.

ederal estadual municipal ou do &istrito 'ederal eBceto para promoção por merecimentoI 4& ' 0úri e outros serviços obri at/rios por leiI 4&& ' missão ou estudo no exterior! 7uando autori.CEH9 : A # .ado o a"astamento con.A.orme dispuser o regulamentoI por convocação para o serviço militarI &T ' deslocamento para a nova sede de 7ue trata o art.astamento 8ZH? art D>9.tese de ressarcimento da despesa /a"ida com seu a.A*DA()@D9 PA-A )T)-CHC&9 5) (A@5AD9 )%)D&49 Bá estudamos ao tratarmos do servidor na Constituição A.eti"oI para o desempen8o de mandato classista! exceto para e"eito de promoção por merecimentoI por moti"o de acidente em ser"iço ou doença pro. C=I 44 . I7uatroJ anos e . D7 são considerados como de e"etivo exercício os a.rgão ou entidade dos Poderes da $nião dos %stados (unicípios e &istrito 'ederalI AAA # eBercício de cargo ou .orme dispuser o regulamentoI 4&&& ' licença: ? estante! ? adotante e ? paternidade I para tratamento da pr/pria saúde! at> o limite de vinte e 7uatro meses cumulati"o ao lon o do tempo de serviço público prestado ? Cnião em cargo de pro"imento e.s 'orças Armadas 8art.astamentos em "irtude de 8art. Ademais a este ser"idor não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período i ual ao do a"astament o ressal"ada a /ip.orme dispuser o regulamentoI J # desempen/o de mandato eleti"o . CEC9.unção de go"erno ou administração em qualquer parte do territ. CEE9. D>9.A*DA()@D9 PA-A )*DC59 9C (&**Q9 @9 )TD)-&9A aus#ncia não excederá a .issionalI para capacitação con. D)(P9 5) *)-4&P9 O contado para todos os e"eitos o tempo de serviço público "ederal inclusi"e o prestado .inda a missão ou estudo somente decorrido i ual período ser) permitida nova aus#ncia 8ZC? art.*riasI AA # exercício de car o em comissão ou equi"alente em . A apuração do tempo de ser"iço ser) "eita em dias que serão con"ertidos em anos considerado o ano como de 3[Z dias 8art. Al*m das aus4ncias ao ser"iço pre"istas no art.rio nacional por nomeação do Presidente da !epúblicaI &4 ' participação em pro rama de treinamento re ularmente instituído con.

eito de aposentadoria e disponibilidade 8art.o a que se re. Ser) contado em dobro o tempo de ser"iço prestado . Contar#se#) apenas para e. K re7uerimento ser) diri ido ? autoridade competente para decidi#lo e encamin/ado por interm>dio daquela a que esti"er imediatamente subordinado o re7uerente 8art. 5&-)&D9 5) P)D&PQ9 O assegurado ao ser"idor o direito de re7uerer aos Poderes Públicos em de"esa de direito ou interesse le ítimo 8art.undação pública sociedade de economia mista e empresa pública 8Z3? art. CE39: & # o tempo de serviço público prestado aos %stados (unicípios e &istrito 'ederalI && ' a licença para tratamento de saúde de pessoa da "amília do servidor com remuneraçãoI AAA # a licença para atividade política no caso do art.rgão ou entidades dos Poderes da $nião %stado &istrito 'ederal e (unicípio autarquia . CEG par)gra. CE39. CEF9. 45 .s 'orças Armadas em operaç:es de guerra 8ZH? art.o de Z IcincoJ dias e decididos dentro de 3K ItrintaJ dias 8art.orme disposto em lei especí. 9 tempo em 7ue o servidor esteve aposentado será contado apenas para nova aposentadoria 8ZC? CE39. Cabe pedido de reconsideração ? autoridade 7ue 8ouver expedido o ato ou pro"erido a primeira decisão não podendo ser reno"ado 8art. Para o eBercício do direito de petição * asse urada vista do processo ou documento! na repartição ao ser"idor ou a procurador por ele constituído 8art. CE>9. Pre"id4ncia SocialI 4& ' o tempo de serviço relativo a tiro de uerraI 4&& ' o tempo de licença para tratamento da pr/pria saúde 7ue exceder o pra.ederalI 4 ' o tempo de serviço em atividade privada "inculada . CEG9.unção de . =G Z HoI AJ # o tempo correspondente ao desempen8o de mandato eletivo . K requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores de"erão ser despac8ados no pra.ederal estadual municipal ou distrital anterior ao ingresso no ser"iço público .icaI T& ' a"astamento para servir em or anismo internacional de 7ue o Brasil participe ou com o 7ual coopere.T ' participação em competição desportiva nacional ou convocação para inte rar representação desportiva nacional no País ou no eBterior con.o único9. CE39. FE ZCE C' acrescentado pela %C n? HE<D= O "edada a contagem cumulati"a de tempo de ser"iço prestado concomitantemente em mais de um cargo ou . CEH. %ntendo que * inconstitucional ante o teor do art.ere a alínea LbL do inciso JAAA do art. CC39.

inalidade de preser"ar de modo imediato a ordem 46 . P-)*C-&PQ9 59 5&-)&D9 5) -)C9--)K direito de requerer contado da data da publicação do ato impugnado ou da data da ci#ncia pelo interessado! quando o ato não .uncionaisI tem a . A administração deverá rever seus atos! a 7ual7uer tempo! 7uando eivados de ile alidade 8art. CCH9.inalidade precípua de preser"ar a ordem e ordem e a con"i"4ncia na sociedade como um todo. CE=9. São "atais e improrro áveis os pra6os estabelecidos neste Capítulo sal"o moti"o de . CCE9: A # em Z IcincoJ anos quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade ou que a"etem interesse patrimonial e cr>ditos resultantes das relaç:es de trabal/oI AA # em NOK Icento e vinteJ dias! nos demais casos sal"o quando outro pra6o . A prescrição > de ordem pública! não podendo ser relevada pela administração 8art. 9 poder disciplinar! por sua ve. K pedido de reconsideração e o recurso quando cabí"eis interrompem a prescrição 8art. Ser) encamin8ado por interm>dio da autoridade a 7ue estiver imediatamente subordinado o requerente 8CE7 ZZ C? H? e art. CED9. CCE par)gra. punição de condutas quali.o único9 prescreve 8art. 59 -)R&() 5&*C&P%&@AK regime disciplinar .iBado em lei.raç:es . repressão de condutas de condutas quali. 9 poder penal > exercido pelo Poder Budiciário norteado pelo processo penalI "isa .a6 parte do título AJ do %statuto e compreende os seguintes capítulos : dos de"eres das proibiç:es da acumulação das responsabilidades e das penalidades. CCC9. %m caso de pro"imento os e"eitos da decisão retroa irão ? data do ato impu nado 8art. CC>9.or .icadas como crime e contra"enç:esI portanto tem a .Caberá recurso do inde"erimento do pedido de reconsideração no pra6o de 3E 8trinta9 dias dirigido . autoridade imediatamente superior ? 7ue tiver expedido o ato ou pro.erido a decisão e sucessi"amente em escala ascendente . CE7 A ZC?9. K recurso poderá ser recebido com e"eito suspensivo a juí6o da autoridade competente.s demais autoridades 8art.! > atividade administrativa! re ida pelo direito administrativoI "isa . Ure"es coment)rios : @ão deve ser con"undido o poder disciplinar com o poder penal do )stado .orça maior 8art.or publicado 8ti"er nature6a reser"ada9 8art. CCF9.icadas em estatutos ou demais leis como in.

Tue decide se cabe ou não penalidade mais gra"e * a Administração. CC7 incisos A a JAAA e @A@9 ausentar'se do serviço durante o expediente! sem pr>via autori.ação do c8e"e imediato+ retirar! sem pr>via anu#ncia da autoridade competente! 7ual7uer documento ou ob0eto da repartição+ recusar "> a documentos públicos+ opor resist#ncia in0usti"icada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço+ promover mani"estação de apreço ou desapreço no recinto da repartição+ cometer a pessoa estran8a ? repartição! "ora dos casos previstos em lei! o desempen8o de atribuição 7ue se0a de sua responsabilidade ou de seu subordinado+ coa ir ou aliciar subordinados no sentido de "iliarem'se a associação pro"issional ou sindical! ou a partido político+ manter sob sua c8e"ia imediata! em car o ou "unção de con"iança! c=n0u e! compan8eiro ou parente at> o se undo rau civil+ recusar'se a atuali.unção comissionada. 47 . A54)-DL@C&A A advert#ncia será aplicada por escrito nos casos de : inobservVncia de dever "uncional previsto em lei re ulamentação ou norma interna que não 0usti"i7ue imposição de penalidade mais rave 8art. CH79 : Ad"ert4nciaI SuspensãoI &emissãoI Cassação de aposentadoria ou disponibilidadeI &estituição de cargo em comissãoI &estituição de . 5A* P)@A%&5A5)* São penalidades disciplinares 8art. Uem como na Anobser"+ncia das seguinte proibiç:es 8art. CHD9.rgão possam ser reali6adas sem a perturbação e sem des"irtuamentos dentro da legalidade e da lisura 8Kdete (edauar9. %is aqui um eBemplo de que as sanç:es disciplinares não obedecem cegamente o princípio da tipicidade.interna do ser"iço para que as ati"idades do .ar seus dados cadastrais 7uando solicitado.

Ser) punido com suspensão de at* C> 8quin6e9 dias o ser"idor que injusti. C3=9I inassiduidade 8abitual 8entende#se por inassiduidade /abitual a .*C*P)@*Q9 A suspensão ser) aplicada 8art.unção e com o /or)rio de trabal/oI KUS%!JA\^%S SKU!% A S$SP%0S]K: A suspensão não poder) eBceder de DE 8no"enta9 diasI 2uando 8ouver conveni#ncia para o serviço a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa! na base de ZK_ Icin7aenta por centoJ por dia de "encimento ou remuneração .eitos retroati"os 8par)gra. CA@C)%A()@D9 59* -)R&*D-9* 5) *C*P)@*Q9 ) A54)-DL@C&A As penalidades de ad"ert4ncia e de suspensão terão seus registros cancelados ap.igura abandono de cargo a aus4ncia intencional do ser"idor ao ser"iço por mais de trinta dias consecuti"os art.s o decurso de 3 8tr4s9 e > 8cinco9 anos de e.o único9.ração disciplinar 8art.pria ou de outremI aplicação irre ular de din8eiros públicos I 48 .icadamente recusar'se a ser submetido a inspeção m>dica determinada pela autoridade competente cessando os e. C3E9 : em caso de reincid#ncia das "altas punidas com advert#ncia e de violação I das demais proibiç3es 7ue não tipi"i7uem in"ração su0eita a penalidade de demissão+ de que são eBemplos as proibiç:es 8art.riasI exercer 7uais7uer atividades 7ue se0am incompatíveis com o exercício do car o ou . CC7 @JAA e @JAAA9 : cometer a outro servidor atribuiç3es estran8as ao car o 7ue ocupa eBceto em situaç:es de emerg4ncia e transit.alta ao ser"iço sem causa justi.esa pr.icando o ser"idor obrigado a permanecer em ser"iço 8ZH?9. C3D9 I improbidade administrativaI incontin#ncia pública e conduta escandalosa! na repartição I insubordinação rave em serviçoI o"ensa "ísica! em serviço! a servidor ou a particular salvo em legítima de.eti"o eBercício respecti"amente se o ser"idor não /ou"er nesse período praticado no"a in.icada por sessenta dias interpoladamente durante o período de do6e meses 8art. K cancelamento da penalidade não surtir) e. 5)(&**Q9 A demissão ser) aplicada nos seguintes casos 8art.eitos da penalidade uma "e6 cumprida a determinação 8ZC?9. C3C9.digo Penal9I abandono de car o 8con. C3H9 : crime contra a administração pública 8estão pre"istos no C.

unção públicaI participar de er#ncia ou administração de empresa privada sociedade ci"il sal"o a participação nos consel/os de administração e . C379.a o ex'servidor para nova investidura em car o público "ederal! pelo pra.o único art.o da ação penal cabível 8art.o de Z IcincoJ anos 8art.ar pessoal ou recursos materiais da repartição em ser"iços ou ati"idades particularesI A demissão ou a destituição de car o em comissão nos casos abaiBo implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário! sem pre0uí. C3G9.revelação de se redo do 7ual se apropriou em ra. crime contra a administração pública 49 .iscal de empresas ou entidades em que a $nião deten/a direta ou indiretamente participação do capital social sendo#l/e "edado eBercer o com*rcio eBceto na qualidade de acionista cotista ou comandit)rioI atuar! como procurador ou intermediário! 0unto a repartiç3es públicas salvo quando se tratar de bene"ícios previdenciários ou assistenciais de parentes at* o segundo grau e de cQnjuge ou compan/eiroI receber propina! comissão! presente ou vanta em de qualquer esp*cie em ra6ão de suas atribuiç:esI aceitar comissão! empre o ou pensão de estado estran eiro I praticar usura sob qualquer de suas .ão do car o I corrupção K ser"idor que .ão do car o I lesão aos co"res públicos e dilapidação do patrim=nio nacional I corrupçãoI acumulação ile al de car os! empre os ou "unç3es públicas I Uem como na transgressão das seguintes proibiç:es 8 incisos A@ a @JA do art. revelação de se redo do 7ual se apropriou em ra. improbidade administrativa aplicação irre ular de din8eiros públicos lesão aos co"res públicos e dilapidação do patrim=nio nacionalIcJ I corrupçãoI A demissão ou a destituição de car o em comissão nos casos abaiBo incompatibili.ormasI proceder de "orma desidiosaI utili. C379. CC79 : valer'se do car o para lo rar proveito pessoal ou de outrem em detrimento da dignidade da .or demitido ou destituído do car o em comissão nos casos abaiBo não poderá retornar ao serviço público "ederal 8par)gra.

%Bceto remuneração devida pela participação em consel8os de administração e "iscal das empresas públicas e sociedades de economia mista suas subsidi)rias e controladas bem como quaisquer empresas ou entidades em que a $nião direta ou indiretamente deten/a participação no capital social8par)gra.tese de"er) optar pela remuneração de um deles9 nem ser remunerado pela participação em /r ão de deliberação coletiva 8art. 5etectada a 7ual7uer tempo a acumulação ile al de car os empregos ou .tese de omissão adotar) procedimento sum)rio para a sua apuração e regulari6ação imediata I A opção pelo servidor at* o último dia de pra6o para de. Art. compro"ação da compatibilidade de /or)rios 8ZH? art. CHE9 9 servidor não poderá exercer mais de um car o em comissão eBceto no caso pre"isto no par)gra.improbidade administrativa aplicação irre ular de din8eiros públicos lesão aos co"res públicos e dilapidação do patrim=nio nacional I corrupçãoI ACC(C%APQ9 &%)RA% 5) CA-R9* -essalvados os casos previstos na Constituição! > vedada a acumulação remunerada de car os públicos 8art.unç:es em autarquias .o único do art. C339. 50 . CC=9.unç:es públicas em re ime de acumulação ile al /ip.undaç:es públicas empresas públicas sociedades de economia mista da $nião do &istrito 'ederal dos %stados dos Merrit.ada a acumulação ile al e provada a má'">! aplicar'se'á a pena de demissão! destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos car os empregos ou . CC=9.ia imediata para apresentar opção no pra.esa con"i urará sua boa'"> /ip.rgãos ou entidades de "inculação serão comunicados 8ZG? art.tese em que /ou"er compatibilidade de /or)rio e local com o eBercício de um deles declarada pelas autoridades m)Bimas dos . dias contados da data da ci4ncia e na /ip.iança nesta /ip. A acumulação de car os! ainda 7ue lícita .o improrro ável de de. CC=9.rgãos ou entidades en"ol"idos 8art.rios e dos (unicípios 8ZC? art. C33. Caracteri. D o 8eBercício interino em outro cargo de con.CCD9. A proibição de acumular estende'se a cargos empregos e .tese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro car o 8Z>?9. CCD9.oúnicoart.tese em que os .ica condicionada . 9 servidor vinculado ao re ime desta %ei! 7ue acumular licitamente dois car os e"etivos! 7uando investido em car o de provimento em comissão! "icará a"astado de ambos os car os e"etivos sal"o na /ip.unç:es públicas a autoridade noti"icará o servidor por interm*dio de sua c/e.

teses do artigo 3>9 ser) con"ertida em destituição de cargo em comissão 8par)gra.tese de que trata este artigo a eBoneração e.CA**APQ9 5) AP9*)@DA59-&A Ser) cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que 8ouver praticado! na atividade! "alta punível com a demissão 8art.quelas mencionadas no inciso anteriorI nos casos de advert#ncia ou de suspensão de at> 3K ItrintaJ dias! pelo c8e"e da repartição e outras autoridades na . CH=9. CFC9: 7uando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade! pelo Presidente da -epública pelos Presidentes das Casas do Poder %e islativo e dos Dribunais .ração cometida os danos que dela pro"ierem para o ser"iço público as circunst+ncias agra"antes ou atenuantes e os antecedentes . C3F9.ederais e pelo Procurador'Reral da -epública de ser"idor "inculado ao respecti"o Poder .eti"o ser) aplicada nos casos de in"ração su0eita ?s penalidades de suspensão e de demissão 8art. As penalidades disciplinares serão aplicadas 8art. Constatada a /ip.rgão ou entidadeI 7uando se tratar de suspensão superior a 3K ItrintaJ dias! pelas autoridades administrati"as de 8ierar7uia imediatamente in"erior . CH=9. K ato de imposição da penalidade mencionar) sempre o . 51 . C3>9. 5)*D&DC&PQ9 5) CA-R9 )( C9(&**Q9 A destituição de car o em comissão eBercido por não ocupante de cargo e.undamento legal e a causa da sanção disciplinar 8par)gra.orma dos respecti"os regimentos ou regulamentos I 7uando se tratar de destituição de car o em comissão pela autoridade que /ou"er . 0a aplicação das penalidades serão consideradas a nature6a e a gra"idade da in.o único art. AP%&CAPQ9 5A* P)@A%&5A5)* 5&*C&P%&@A-)* Ure"es coment)rios : 0a Administração Pública ao contr)rio do que acontece no direito penal não de"e rigorosa obedi4ncia ao princípio da tipicidade estrita na de.o único9.eito a nomeação.etuada 8a pedido ou a juí6o da autoridade /ip.uncionais 8art.inição legal dos atos passí"eis de pena e das respecti"as sanç:es.

CFH9 .tese de o relat. suspensãoI AAA # em N:K Icento e oitentaJ dias quanto ) advert#ncia. CFH9.CCH<DE art. CFH9. Ks pra6os de prescrição pre"istos na lei penal aplicam#se .raç:es disciplinares capituladas tamb*m como crime 8ZH? art.rio da sindicVncia concluir 7ue a in"ração está capitulada como ilícito penal a autoridade competente encamin/ar) c/pia dos autos ao (inist>rio Público independentemente da imediata instauração do processo disciplinar 8art. &@D)--CPPQ9 5A P-)*C-&PQ9 A abertura de sindic+ncia ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição at* a decisão . C>F par)gra.o começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção 8ZF? art. 0a /ip.s in.inal pro.o único9. Sindic+ncia * um procedimento pr*"io a qualquer punição. Anterrompido o curso da prescrição o pra. CFH9.ato se tornou con/ecido 8ZC? A!M. CFH9: A # em Z IcincoJ anos quanto . CF>9: A # ar7uivamento do processoI AA # aplicação de penalidade de advert#ncia ou suspensão de at> 3K ItrintaJ dias I AAA # instauração de processo disciplinar. 59 P-9C)**9 A5(&@&*D-AD&49 5&*C&P%&@A5A *&@5&C`@C&A Ao tomar con/ecimento de irregularidades praticadas por ser"idor a Administração * obrigada atra"*s de sindicVncia a proceder a sua apuração. pra6o de prescrição começa a correr da data em que o .P-)*C-&PQ9 A ação disciplinar prescre"er) 8art.raç:es puní"eis com demissão cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de car o em comissãoI AA # em O IdoisJ anos quanto .s in. 52 . 5a sindicVncia poderá resultar 83ei =.erida por autoridade competente 8Z3? art.

P-AY9 5) C9@C%C*Q9 5A *&@5&C`@C&A K pra. C>H9. CFD9.ido por comissão composta de tr#s servidores estáveis designados pela autoridade competente que indicar) entre eles o seu presidente que deverá ser ocupante de car o e"etivo superior ou do mesmo nível ou ter ní"el de escolaridade igual ou superior ao do indiciado 8art. CF> par)gra.esa e relat. 9s autos da sindicVncia inte rarão o processo disciplinar! como peça in"ormativa da instrução 8art. CFG9. &@5&C&APQ9 59 *)-4&59- 53 .rioI AAA # 0ul amento. P-AY9 59 P-9C)**9 5&*C&P%&@A9 pra. 59 P-9C)**9 5&*C&P%&@A*erá obri at/ria a abertura de processo disciplinar sempre que o ilícito praticado pelo ser"idor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 3K ItrintaJ dias! de demissão! cassação de aposentadoria ou disponibilidade! ou destituição de car o em comissão 83ei =.CCH<DE art.A*)* 59 P-9C)**9 5&*C&P%&@AK processo disciplinar se desen"ol"e nas seguintes . C9@5CPQ9 59 P-9C)**9 5&*C&P%&@A9 processo disciplinar será condu.o único9.ases 8art.o para conclusão do processo disciplinar não excederá [K IsessentaJ dias contados da data de publicação do ato que constituir a comissão admitida a sua prorro ação por i ual pra. C>F caput9.CCH<DE art.CCH<DE art. C>C9: A # instauração com a publicação do ato que constituir a comissãoI AA # in7u>rito administrativo que compreende instrução de. .o quando as circunst+ncias e eBigirem 83ei =.o para conclusão da sindicVncia não excederá 3K ItrintaJ dias podendo ser prorro ado por i ual período a crit*rio da autoridade superior 8lei =.

)m caso de "alecimento! aus#ncia ou desaparecimento do ser"idor qualquer pessoa da "amília poderá re7uerer a revisão do processo. K ser"idor empossado em cargo público de pro"imento e. -)4&*Q9 59 P-9C)**9 5&*C&P%&@AK processo disciplinar poderá ser revisto! a 7ual7uer tempo a pedido ou de o.A*DA()@D9 P-)4)@D&49 Como medida cautelar e a "im de 7ue o servidor não ven8a a in"luir na apuração da irre ularidade a autoridade instauradora do processo disciplinar poder) determinar o seu a.J dias assegurando#se# l/e "ista do processo na repartição. 0o caso de incapacidade mental do servidor! a revisão será re7uerida pelo respecti"o curador 8art. CGC caput ZC? e art. 2C)*DE)* ' -)R&() BC-H5&C9 59* *)-4&59-)* PWB%&C9* C&4&* 5A C@&Q9 ' %ei no :NNOAN^^K P-94&()@D9 ) 4AC`@C&A 8M. CF79.eti"o eBercício independente de ter sido nomeado por concurso público ao completar tr4s anos de e.'. 59 A.o de NK Ide.C.eitos ainda que não concluído o processo 8art.esa ser) considerado re"el 8arts. K ser"idor que não apresentar de.eti"o eBercício se nomeado mediante concurso público ao completar cinco anos de eBercício quando nomeado sem pr*"ia /abilitação em concurso corretas as opç:es das letras 5a7 e 5b7 corretas as opç:es das letras 5b7 e 5c7 54 .ício 7uando se adu6irem "atos novos ou circunstVncias suscetí"eis de justi"icar a inoc#ncia do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. C7F ZZC?e H?9.Concluída a instrução do inqu*rito tipi"icada a in"ração disciplinar será "ormulada a indiciação do servidor com a especi"icação dos "atos a ele imputados e das respectivas provas que ser) citado por mandado eBpedido pelo presidente da comissão para apresentar de"esa escrita no pra.indo o qual cessarão os e.eti"o adquirir) estabilidade no ser"iço público dora"ante 8adaptada9 ao completar dois anos de e.astamento do eBercício do cargo pelo pra6o de at* GE 8sessenta9 dias que poder) ser prorrogado por igual pra6o sem prejuí6o da remuneração .<D39.CGF9.

K ato relati"o a ser"idor que con. Ao retorno do aposentado por in"alide6 ao ser"iço público por conta da insubsist4ncia dos moti"os que autori6aram a sua aposentadoria d)#se o nome de re"ersão readmissão recondução cassação de aposentadoria reempossamento 8MM0#P%<DF9. CCH<DE que tamb*m ocorram simult+nea "ac+ncia em outro destaca#se apro"eitamento a redistribuição a recondução a remoção a re"ersão 55 . %ntre as .eti"a ocupação de um cargo público que at* então esta"a "ago d)# se como a posse lotação redistribuição nomeação entrada em eBercício 8MM0#A(<DH9. A rein"estidura do ser"idor no cargo anteriormente ocupado quando in"alidada a sua demissão por decisão administrati"a ou judicial com o ressarcimento de todas as "antagens * a .ormas de pro"imento de cargo público pre"istas na 3ei =.igura caso simult+neo de pro"imento e "ac+ncia do cargo público * a readmissão recondução redistribuição reintegração re"ersão 8(P$<D39.orma de pro"imento denominada de readaptação recondução reintegração re"ersão readmissão 8A-$<DF9. A e.8MM0#DF<(an/ã9.

0ão acarreta pro"imento de cargo público a ocorr4ncia da nomeação promoção readaptação 56 . K deslocamento do ser"idor com o seu cargo para quadro de pessoal de outro .ederal em "igor se o ser"idor nomeado para um cargo público toma posse mas não entra em eBercício dentro do pra6o estipulado de"er) ser eBonerado de o.rer pena de ad"ert4ncia ou de suspensão 8MM0#P%<DH9.erido para outra carreira so.tese de "ac+ncia de cargo público em que a Administração Pública deiBa de ter obrigaç:es .inanceiras para com o .uncion)rio que titulari6a"a o cargo.ício demitido puramente demitido com a nota de 5a bem do ser"iço público7 trans. aposentadoria readaptação posse em outro cargo inacumul)"el da mesma Administração demissão promoção -)(9PQ9! -)5&*D-&BC&PQ9 ) *CB*D&DC&PQ9 8MM0#A(<DH9. Assinale a /ip. K deslocamento do ser"idor no +mbito do mesmo quadro para acompan/ar cQnjuge tamb*m ser"idor público denomina#se apro"eitamento redistribuição readaptação remoção ascensão 8M'C.8MM0#A(<DH9.<DG adaptada9.rgão denomina#se apro"eitamento readaptação remoção redistribuição recondução 8MM0#P%<DF adaptada9. &e acordo com a legislação .

re"ersão redistribuição 5&-)&D9* ) 4A@DAR)@* 8MM0#A3<DH9.rio nacional * 57 .icação indeni6ação 8MM0#A3<DH9. /ora normal de trabal/o constitui uma 8um9 indeni6ação grati.CCH<DE * denominada de adicional abono auBílio grati. A licença para tratar de interesses particulares * concedida ao ser"idor 8adaptada9 por pra6o indeterminado com remuneração integral independente de ser ele est)"el por pra6o de at* dois anos com remuneração integral por pra6o de at* tr4s anos 8MM0#P%<DH9.orma de auBílio grati. A ajuda de custo * uma "antagem paga ao ser"idor al*m do seu "encimento sob a .icação adicional indeni6ação pro"ento 8MM0#A(<DH9. A licença concedida ao ser"idor para acompan/ar seu cQnjuge quando este . A "antagem paga ao ser"idor al*m do seu "encimento pela prestação de ser"iço eBtraordin)rio correspondente a um acr*scimo de >E_ em relação .oi deslocado para outro ponto do territ.icação adicional abono auBílio 8MM0#P%<DH9. A "antagem paga ao ser"idor al*m do seu "encimento correspondente a um do6e a"os da sua remuneração de de6embro por m4s de eBercício durante o ano que "ulgarmente * con/ecida como C3o sal)rio pela 3ei =.

ederal eBercício de mandado legislati"o estadual 8M.C.ederal lista algumas condutas proibidas ao ser"idor público. participar como cotista de sociedade "oltada para o com*rcio.pria saúde at* o limite de HF meses para tratar de interesses particulares at* o limite de G meses -)R&() 5&*C&P%&@A8MM0#P%<DF9.pria saúde licença para tratar de pessoa da sua . Considera#se de e. K ser"idor público .i6er jus durante todo o período indicado 8adaptada9.astamento do ser"idor público .'.igura situação proibida ao . 58 .ederal poder) ser concedida licença sem prejuí6o da remuneração a que . por moti"o de doença em pessoa da .concedida sem remuneração concedida com remuneração integral concedida com remuneração proporcional concedida com remuneração durante os primeiros do6e meses limitada a dois anos D)(P9 5) *)-4&P9 8MM0#DF<(an/ã9. Assinale a opção que não con.eitos legais inclusi"e para promoç:es o a.estamente ilegais ser assíduo ao ser"iço representar ao seu superior /ier)rquico sempre que ti"er con/ecimento de alguma irregularidade ou ilegalidade guardar sigilo sobre os assuntos da repartição 6elar pela conser"ação do patrimQnio público 8MM0#A3<DH9.<DG9.ederal qualquer que seja o tempo de duração em "irtude de licença para tratar da sua pr.orem mani.eti"o eBercício para todos os e.astamento de seu cQnjuge at* o limite de C ano para ati"idade política durante a campan/a eleitoral para o tratamento da sua pr.uncion)rio.ederal não * obrigado a: cumprir ordens superiores que .amília at* o limite de H anos por moti"o de a.amília con"ocação para o ser"iço militar eBercício de mandado legislati"o . A legislação . Ao ser"idor público .

ederais sujeito ao regime jurídico único da 3ei no =.uncion)rios públicos est) sujeito a ser demitido pelo (inistro de %stado da pasta em que presta ser"iço est) sujeito no m)Bimo a pena de ad"ert4ncia oral. O "edado ao ser"idor público acumular cargos e empregos na administração &ireta ou Andireta .iança.iliem a associação sindical não so. retirar sem pr*"io consentimento da autoridade competente qualquer documento da repartição.iliar#se a sindicato de classe manter parente at* o segundo grau ci"il em cargo de con. 0ão constitui moti"o de demissão de ser"idor público dentre os casos pre"istos na 3ei =.ia imediata participar como acionista de sociedade mercantil eBercer a ad"ocacia .ia imediata em cargo de con. %ntre as proibiç:es impostas aos ser"idores públicos .C.CCH<DE: participar da ger4ncia de empresa pri"ada eBercer o com*rcio como cotista de sociedade mercantil atuar como procurador junto a repartiç:es públicas inassiduidade /abitual abandono de cargo 8M.'.uncion)rio reincidente na pr)tica de aliciar subordinados da repartição que c/e. K ser"idor público ci"il da Administração &ireta 'ederal não pode .rer) nen/uma sanção pois * li"re a sindicali6ação dos . atuar como procurador de seu tio junto a repartição pública com "istas a obter bene. Correta a asserti"a. est) sujeito no m)Bimo a pena de ad"ert4ncia escrita est) sujeito a ser suspenso. Ancorreta a asserti"a porque a "edação de acumular restringe#se a cargos da Administração &ireta. 59 .estação de apreço a autoridade no interior da repartição.ederal estadual municipal ou &'.iança sob sua c/e.CCH<DE inclui#se a de participar em sociedade anQnima associação sindical partido político sociedade mercantil administração de sociedade ci"il 8(P$<D39. promo"er mani.manter irmão sob a sua c/e.ia no +mbito de um (inist*rio para que se . 8MM0#DF<(an/ã9.<D39. 8MM0#A(<DH9.ício pre"idenci)rio.iliar#se a partido público 8MM0<D79. Assinale a conseqR4ncia legal a que se sujeita o .

ederal estadual ou municipal.s in.raç:es cometidas pelos ser"idores públicos puní"eis com a demissão prescre"er) em regra em C=E dias H anos F anos > anos CE anos 8A-$<DF9. Ancorreta a asserti"a porque a "edação restringe#se . A ação disciplinar no caso de in.eti"o de um (inist*rio * correto a. Ancorreta a asserti"a por ambas as ra6:es das letras 5b7 e 5c7 anteriores. aplicação da pena de suspensão por mais de 3E dias ao .e de repartição em que esti"er lotados o ser"idor a penalidade não de"er) ser imposta "isto que a lei não pre"4 pena de suspensão por mais de 3E dias 8M.'. 8MM0#P%<DH9.uncion)rio ocupante de cargo e. )rea de go"erno .s in. Tuanto .C.raç:es cometidas por ser"idores públicos puní"eis com a penalidade de suspensão por DE dias prescre"er) em CHE dias C=E dias C ano H anos > anos 8A-$<DG.Ancorreta a asserti"a porque a "edação de acumular não alcança as empresas públicas e sociedades de economia mista.ração administrati"a passí"el de suspensão prescre"e em > anos F anos H anos 60 .<D39. A ação disciplinar administrati"amente quanto . A ação disciplinar quanto .irmar: a penalidade de"er) ser imposta pelo (inistro de %stado não importando o grau /ier)rquico do ser"idor no +mbito do (inist*rio a penalidade de"er) ser imposta pelo Presidente da !epública não importando o grau /ier)rquico do ser"idor no +mbito do (inist*rio a penalidade de"er) ser imposta pelo Consultor#-eral da !epública não importando o grau /ier)rquico do ser"idor no +mbito do (inist*rio a penalidade de"er) ser imposta pelo c/e.

alta de iniciati"a a de.rio dura no m)Bimo trinta mesesI caso 3úcio adquirisse estabilidade no no"o cargo s. lu6 da 3ei n? =.CDDE 8questão adaptada9 apenas o cidadão pessoalmente pode tomar posse em cargo público sendo "edada a posse por procuraçãoI o indi"íduo considerado mentalmente inapto não pode pela lei tomar posse em cargo públicoI ap.oi apurado na a"aliação .ici4ncia de produti"idade e a aus4ncia de responsabilidade são causas que podem le"ar ser"idor .erido remo"ido redistribuído requisitado ou cedido de"endo em ra6ão disso ter eBercício em outra sede de"er) iniciar o trabal/o imediatamente ap. 61 . 8Agente da Polícia 'ederal<CDD7 C%SP%#$nU9 3úcio . mediante sentença judicial poderia perd4#loI a indisciplina a .rio. 0esse caso não seria recondu6ido ao cargo que anteriormente ocupa"aI o período de a"aliação con/ecido como est)gio probat.CH.ringiu sistematicamente o de"er de assiduidade o que .rio 3úcio não poder) ser eBonerado em ra6ão da in. &urante o est)gio probat. K ocupante de cargo comissionado sem outro "inculo e.ederal antes da posse no no"o cargo seria a.eti"o * passí"el da penalidade disciplinar de eBoneração demissão destituição disponibilidade cassação 8Agente da Polícia 'ederal<CDD7 C%SP%#$nU 9 Acerca do !egime Purídico 8!P9 instituído com a 3ei n? =.rio.C=E dias CHE dias 8A-$<DG9.CCH de CC.osse ser"idor est)"el da Administração Pública .oi apro"ado em concurso público para Agente da Polícia 'ederal.or trans. repro"ação no est)gio probat. Considerando esse quadro e .CCH<DE julgue os itens que se seguem e assinale a alternati"a correta 8questão adaptada9 ao cabo do est)gio probat.rio "eri.astado do ser"iço público de"ido ) repro"ação no est)gio probat.s o período estritamente necess)rio ao deslocamento para a no"a localidadeI o ocupante de cargo em comissão tem o de"er de trabal/ar unicamente at* o m)Bimo de quarenta /oras semanais ressal"ado o disposto em lei especial.s a posse o ser"idor ter) at* sessenta dias para entrar em eBercícioI sempre que o ser"idor . Momou posse e no pra6o legal entrou em eBercício.inal desse período.ring4ncia do de"er legal de assiduidadeI mesmo que 3úcio .icou#se que 3úcio in.

issional. Se o re.ederal quando j) .ísica e a"aliação psicol. Considere esta situação /ipot*tica e assinale a alternati"a errada 8questão adaptada9 : Como Krlando ainda encontra"a#se em est)gio probat. 0esse caso se . segunda etapa do concurso consistente em curso de .erido concurso ti"esse sido reali6ado para o preenc/imento de "inte "agas e Krlando .rio a administração pública poderia conceder#l/e licença para participar do curso de .eito com a remuneração Krlando decidiu submeter#se a concurso para pro"imento de cargos de agente da polícia . Caso Krlando pedisse eBoneração do cargo que ocupa"a no (inist*rio da Pustiça então ele teria direito a receber indeni6ação a título de período incompleto de .esa de suspensão por DE dias 8MM0#A(<DH9.ria a sua nomeação para o cargo de agente de polícia .osse repro"ado no est)gio probat.*rias não tendo solicitado qualquer licença ou .*rias.uncional do (inist*rio da Pustiça onde trabal/a /) eBatamente uma ano dois meses e "inte dias j) tendo go6ado um período de .erido concurso sua posse seria condicionada .gica o que l/e garantiu o direito de passar .inal do pra6o de "alidade do certame.ederal antes do .issional.rio do cargo de agente da polícia .8Agente da Polícia 'ederal<HEEE C%SP%#$nU9 Krlando * /oje ser"idor de ní"el m*dio do quadro .altado ao trabal/o um dia sequer.ormação pro.ederal Krlando poderia ser recondu6ido ao seu antigo cargo.uncional do (inist*rio da Pustiça então Krlando poderia pedir a "ac+ncia deste cargo em decorr4ncia de posse em cargo inacumul)"el.osse apro"ado na d*cima colocação então seria obrigat.osse est)"el no quadro . apresentação de declaração dos bens e "alores que compusessem tanto o seu patrimQnio pri"ado quanto o do seu cQnjuge ou da sua compan/eira e das demais pessoas que "i"essem sob sua depend4ncia econQmica. K pra6o para a conclusão do processo disciplinar contado da publicação do ato que constituir a comissão admitida a sua prorrogação por igual período * de CHE dias DE dias 62 .oi apro"ado na primeira etapa do certame constituída de pro"a escrita eBame m*dico pro"a de capacidade .ormação pro. Caso Krlando "iesse a ser apro"ado no re.alta disciplinar punida com ad"ert4ncia poder) resultar na aplicação da penalidade de suspensão por 3E dias de suspensão por GE dias de demissão independentemente da oportunidade para de.ederal. %le . P-9C)**9 A5(&@&*D-AD&49 5&*C&P%&@A8A-$<DG9 &a sindic+ncia que apurar reincid4ncia de . Se "iesse a tomar posse no cargo de agente da polícia . Ansatis.

autoridade instauradora do processo disciplinar determinar o a.irmar eBceto: a9 o a.astamento do eBercício do cargo pode se dar pelo pra6o de at* sessenta dias b9 * possí"el a prorrogação do a.atos no"os ou circunst+ncias susceptí"eis de justi.inal do inqu*rito na .ase do julgamento depois que a instrução do inqu*rito tipi.luir na apuração da irregularidade d9 Cabe . K processo administrati"o disciplinar poder) ser re"isto a pedido do interessado quando se adu6irem .alecido pode ser requerida por qualquer parente no caso de incapacidade mental ou .esa do acusado acompan/amento a citação 8MM0#DF<(an/ã9. pode ser requerida pelo pr. a qualquer tempo no pra6o de CE anos no pra6o de C ano no pra6o de H anos no pra6o de F anos 8(P$<D39. A indiciação do ser"idor com a especi.ase da instauração no ato constituti"o da comissão de inqu*rito no relat.ormulada no processo administrati"o disciplinar na .ício pode ser requerida por qualquer pessoa pode ser requerida por qualquer .astamento tem por objeti"o e"itar que o ser"idor "en/a a in.rio .alecimento do ser"idor 3D # 8A'!'# HEEC9 %m relação ao a.atos no"os ou circunst+ncia suscetí"el de justi.icar a inoc4ncia do punido ou a inadequação da penalidade a ele aplicada. A re"isão do processo administrati"o disciplinar quando se adu6irem .astamento 63 .prio ser"idor não pode ocorrer de o.amiliar do ser"idor no caso de /a"er ele . s.icar a inoc4ncia do punido.icar a in.iBação de no"o pra6o c9 o a.astamento pre"enti"o de ser"idor * correto a.icação dos .GE dias F> dias 3E dias 8(P$<D39.atos a ele imputados e das respecti"as pro"as ser) .astamento at* a conclusão do processo disciplinar sem .ração disciplinar para propiciar a de.

astamento do ser"idor ocorre sem prejuí6o da remuneração RABA-&D9* 1 RABA-&D9 ' P-&@CHP&9* BS*&C9* 5A A5(&@&*D-APQ9 PWB%&CA EC # C EH # A E3 # A EF # % E> # C RABA-&D9 F P95)-)* A5(&@&*D-AD&49* KC # C EH # & E3 # & EF # & E> # C RABA-&D9 F AD9* A5(&@&*D-AD&49* EC # & EH # A E3 # A EF # % E> # % EG # % E7 # % 64 .e9 o a.

FC Z H? > # U art. FC caput H#A 3 # A art. CH> 3ei n? =. HD inc. CFH Z H? da 3ei n? =.CCH<DE EG # & # art.CCH<DE E7 # U # art.CCH<DE E3 # C # art.CCH<DE P-94&()@D9 ) 4AC`@C&A C # U C'<== art.CCH<DE EF # % # art. 33 inc.CCH<DE E> # A # art.CCH<DE inciso acrescentado pela (P n? C.CCH<DE G#C 65 . H> A 3ei n? =. A e art. CHG 3ei n? =. CH> c<c art.E= # % ED # C RABA-&D9 F A5(&@&*D-APQ9 PWB%&CA 1 CA-ACD)-H*D&CA*! (959* 5) ADCAPQ9! A5(&@&*D-APQ9 5&-)DA ) &@5&-)DA! U-RQ9* ) AR)@D)* C#A H#& 3#& F#U >#C G#% 7#& =#C D#% CE # C CC # % CH # A C3 # % RABA-&D9 F -)*P9@*AB&%&5A5) C&4&% 59 )*DA59 EC # & EH NA E3 ' A RABA-&D9 ' -)*P9@*AB&%&5A5) 59 *)-4&59. CH> 3ei n? =.CCH<DE RABA-&D9 ' -)R&() BC-H5&C9 59 *)-4&59.DGF#3C F # C art. 3F par)gra.o único inc. A da 3ei n? =.PWB&C9 EC # A EH # A # art.CCH<DE E= # A # art. H= caput 3ei n? =.CCH<DEI bem como C'<== art.PWB%&C9 com indicação dos artigos da 3ei =. CH> 3ei n? =. CHG 3ei n? =. A c<c art. CHG 3ei n? =.

CFH inc.CCH<DE 3> # C art. AA da 3ei n? =.CCH<DE com redação dada pela (P n? CDGF#3C H> # A C'<== art.CCH<DE com redação dada pela (P C. AA lei n? =. JAAA da lei n? =.CCH<DE 37 # A art. CC7 inc. C3> e par)gra.CCH<DE 3C N U art.CCH<DE 3H N % art. C>H caput lei n? =. HE da 3ei n? =. AA da 3ei n? =.o único da 3ei n? =. CEH inc. JAAA alínea L .CCH<DE C= # & art. A a JA c<c art.CCH<DE 66 .CCH<DE C3 # & art. CH da 3ei n? =. @ da 3ei n? =. C3E caput c<c art.CCH<DE H3 # % art. @ da 3ei n? =. C7F caput lei n? =.CCH<DE C7 # C art. CC7 inc.CCH<DE com redação dada pela (P n? CDGF#3C HF # U art. DC caput da 3ei n? =. A da 3ei n? =. 37 inc. CEH inc. AJ da 3ei n? =.CCH<DE CF # & art. CC7 inc. JAA da 3ei n? =. CH7 incs.CCH<DE H= # & art. CC7 inc.o único inc.CCH<DE HE # A art.CCH<DE 33 N % art. CGC caput lei n? =.CCH<DE HG # A art. @ da 3ei n? =.CCH<DE HH # U art.CCH<DE -)R&() 5&*C&P%&@ACD # A art. G3 caput da 3ei n? =. FD c<c art.CCH<DE =#& -)(9PQ9! -)5&*D-&BC&PQ9 ) *CB*D&DC&PQ9 D# & CE # & CC # % 5&-)&D9* ) 4A@DAR)@* CH # C art. CCG inc. 3F par)gra. CFH inc. A da 3ei n? =. >? JA da 3ei n? =. AA da 3ei n? =. CHD e art.CCH<DE H7 # & art. 73 caput. >C caput inc. CC7 inc. CF> inc.CCH<DE 3E # C art.7 # A art. =F caput Z C? da 3ei =.L da 3ei n? =. @JA e @JAAI bem como art.CCH<DE com redação dada pela (P n? CDGF#3C HC # % art. CFH inc. AA da 3ei n? =. CH7 J c<c art.CCH<DE HD # C art. da 3ei n? =.CCH<DE P-9C)**9 A5(&@&*D-AD&49 5&*C&P%&@A3F # A art. JAAA alínea L b L da 3ei n? =. CFC inc.DGF#3C CG # A art.CCH<DE 3G # % art. CC= Z C? da 3ei n? =.CCH<DE C> # % art. =C c<c art.

CCH<DE 3D # U art. C7F caput lei n? =. CF7 caput da lei n? =.3= # & art.CCH<DE 67 .