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Transformadores de Potência

Especificação
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações.

Comissão de Normalização Técnica

CONTEC

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

SC - 06
Eletricidade

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 40 páginas, 3 formulários e GT

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Sumário

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1 Escopo................................................................................................................................................. 3 2 Referências Normativas ...................................................................................................................... 3 3 Requisitos Comuns a Transformadores Secos ou Imersos em Líquido Isolante ............................... 5 3.1 Condições Gerais................................................................................................................... 5 3.2 Características Construtivas .................................................................................................. 7 3.3 Condições para Transformadores que também Alimentam Cargas não Senoidais.............. 8 3.4 Sistema de Pintura de Proteção para Instalação em Ambientes Industriais e Marítimos ..... 9 3.5 Características do IED ("Intelligent Electronic Device") para Controle e Monitoramento de Transformador de Potência ................................................................................................. 10 4 Transformadores Imersos em Líquido Isolante................................................................................. 10 4.1 Características Gerais.......................................................................................................... 10 4.2 Características do Líquido Isolante...................................................................................... 12 4.3 Acessórios............................................................................................................................ 12 4.4 Transformadores com classe de tensão menor ou igual a 36 kV........................................ 13 4.5 Transformadores com Classe de Tensão Maior que 36 kV ................................................ 14 5 Transformadores Secos .................................................................................................................... 15 6 Requisitos de Inspeção, Teste de Aceitação de Fábrica (TAF), Teste de Aceitação de Campo (TAC) e Plano de Inspeção e Testes (PIT) para Transformadores de Potência ............................. 16 7 Documentação Técnica a Ser Fornecida pelo Fabricante ................................................................ 17 7.1 Requisitos Gerais ................................................................................................................. 17 7.2 Documentação Técnica a ser Fornecida Juntamente com a Proposta ............................... 17 7.3 Documentação a ser Fornecida após a Colocação do Pedido de Compra......................... 18 7.4 Manuais de Transporte, Preservação, Instalação, Operação, Inspeção, Manutenção e Reparo ................................................................................................................................. 19

Tabela
Tabela 1 - Acessórios para Transformadores Imersos em Líquido Isolante ........................................ 13

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1 Escopo

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1.1 Esta Norma fixa os requisitos para aquisição de transformadores secos ou imersos em líquido isolante monofásicos com potência a partir de 1 kVA e trifásicos com potência a partir de 5 kVA para uso nas instalações da PETROBRAS. 1.2 Esta Norma não se aplica a: a) transformadores de potência secos para sistemas de iluminação ou instrumentação, casos em que deve ser utilizada a PETROBRAS N-2201; b) transformadores dedicados exclusivamente para conversores de freqüência, casos em que deve ser utilizada a PETROBRAS N-2547. 1.3 A aplicação desta Norma não dispensa o respeito aos regulamentos de órgãos públicos para os quais os equipamentos, componentes, serviços e as instalações devem satisfazer. Podem ser citadas como exemplos de regulamentos de órgãos públicos as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego e as Portarias Ministeriais elaboradas pelo Inmetro, contendo os Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) para equipamentos, componentes e serviços. 1.4 Esta Norma se aplica a trabalhos iniciados a partir da data de sua edição. 1.5 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 Referências Normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos. PETROBRAS N-2201 Instrumentação; Transformador Seco para Sistemas de Iluminação ou

PETROBRAS N-2547 - Conversor de Freqüência para Controle de Rotação de Motor Elétrico até 600 VCA; ABNT NBR IEC 60156 - Líquidos Isolantes - Determinação da Rigidez Dielétrica à Freqüência Industrial; ABNT NBR IEC 60450 - Medição do Grau de Polimerização Viscosimétrico Médio de Materiais Celulósicos Novos e Envelhecidos para Isolação Elétrica; ABNT NBR IEC 60529 - Graus de Proteção para Invólucros de Equipamentos Elétricos (Código IP); ISO 4624 - Paints and Varnishes - Pull-Off Test for Adhesion; ISO 12944-1 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 1: General Introduction; ISO 12944-2 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 2: Classification of Environments; ISO 12944-3 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 3: Design Considerations; 3

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ISO 12944-4 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 4: Types of Surface and Surface Preparation; ISO 12944-5 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 5: Protective Paint Systems; ISO 12944-6 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 6: Laboratory Performance Test Methods; ISO 12944-7 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems - Part 7: Execution and Supervision of Paint Work; ISO 20340 - Paints and Varnishes - Performance Requirements for Protective Paint Systems for Offshore and Related Structures; ANSI/ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch); ASTM D924 - Standard Test Method for Dissipation Factor (or Power Factor) and Relative Permittivity (Dielectric Constant) of Electrical Insulating Liquids; ASTM D971 - Standard Test Method for Interfacial Tension of Oil against Water by the Ring Method; ASTM D974 - Standard Test Method for Acid and Base Number by Color-Indicator Titration; IEC 60068-1 - Environmental Testing - Part 1: General and Guidance; IEC 60068-2-14 - Environmental Testing - Part 2-14: Tests - Test N: Change of Temperature; IEC 60076-1 - Power Transformers - Part 1: General; IEC 60076-2 - Power Transformers - Part 2: Temperature Rise for Liquid-immersed Transformers; IEC 60076-3 - Power Transformers - Part 3: Insulation Levels, Dielectric Tests and External Clearances in Air; IEC 60076-4 - Power Transformers - Part 4: Guide to the Lightning Impulse and Switching Impulse Testing - Power Transformers and Reactors; IEC 60076-5 - Power Transformers - Part 5: Ability to Withstand Short Circuit; IEC 60076-6 - Power Transformers - Part 6: Reactors; IEC 60076-10 - Power Transformers - Part 10: Determination of Sound Levels; IEC 60076-11 - Power Transformers - Part 11: Dry-type Transformers; IEC 60076-13 - Power Transformers - Part 13: Self-protected Liquid-Filled Transformers; IEC 60076-16 - Power Transformers - Part 16: Transformers for Wind Turbine Applications; IEC 60076-21 - Power Transformers - Part 21: Standard Requirements, Terminology, and Test Code for Step-Voltage Regulators; IEC 60146-1-3 - Semiconductor Convertors - General Requirements and Line Commutated Convertors - Part 1-3: Transformers and Reactors; IEC 60214-1 - Tap-Changers - Part 1: Performance Requirements and Test Methods;

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IEC 61000-4-5 .Determination of Water by Automatic Coulometric Karl Fischer Titration.Oil-Impregnated Paper and Pressboard .Guide to the Interpretation of Dissolved and Free Gases Analysis. 5 . Power. Induced by Radio-Frequency Fields.Mineral Oil-Filled Electrical Equipment .Sampling of Gases and Analysis of Free and Dissolved Gases . Radio-Frequency. IEEE STD C57. IEC 61892-3 .Electromagnetic Compatibility (EMC) .Test Code for Liquid-Immersed Distribution.Surge Immunity Test.Terminal and tapping markings for Power Transformers. IEC 61378-1 .Guidance.Recommended Practice for Establishing Liquid-Filled and Dry-Type Power and Distribution Transformer Capability When Supplying Nonsinusoidal Load Currents.c.Part 4-4: Testing and Measurement Techniques . IEC 60567 .1. IEC TS 61639 . IEC 61000-4-4 . IEEE STD C57.Electromagnetic Compatibility (EMC) .90 . and Regulating Transformers. Dielectric Dissipation Factor (Tan) and d.Electromagnetic Compatibility (EMC) .Part 4-3: Testing and Measurement Techniques .Electrical Installations .Electromagnetic Compatibility (EMC) . IEC 60599 .Test Code for Dry-Type Distribution and Power Transformers.Radiated. IEC 60814 . IEC 61000-4-6 . IEC 61181.Mineral Oil-impregnated Electrical Equipment in Service .Part 3: Equipment. Electromagnetic Field Immunity Test.Converter Transformers .Power Transformers .Direct Connection between Power Transformers and Gas-Insulated Metal-Enclosed Switchgear for Rated Voltages of 72.12.Part 14: Design and Application of Liquid-Immersed Power Transformers using High-Temperature Insulation Materials.1 Condições Gerais 3. Resistivity. 3 Requisitos Comuns a Transformadores Secos ou Imersos em Líquido Isolante 3.Part 4-6: Testing and Measurement Techniques . IEC TS 60076-14 .5 kV and above.1 As características gerais de transformadores de potência devem atender aos requisitos indicados na IEC 60076-1. IEEE STD C57.Insulating Liquids . IEC TR 60616 .Electrical Fast Transient/Burst Immunity Test.Application of Dissolved Gas Analysis (DGA) to Factory Tests on Electrical Equipment.Immunity to Conducted Disturbances.91 .Part 4-5: Testing and Measurement Techniques .12.Part 1: Transformers for Industrial Applications.Oil-Filled Electrical Equipment .Mobile and Fixed Offshore Units .-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 IEC 60247 . IEC 61000-4-3 .110 .Insulating Liquids Measurement of Relative Permittivity.

3. 3. 3. dimensionados e ensaiados de forma a atenderem aos requisitos de determinação de níveis de ruído indicados na IEC 60076-10.1.1.12 Os transformadores e reatores de potência para aplicação em sistemas de conversores de frequência devem atender aos requisitos indicados na IEC 60146-1-3.8 Os transformadores de potência destinados a aplicação em turbinas eólicas devem atender aos requisitos indicados na IEC 60076-16. 3. para tensões nominais iguais ou superiores a 72.10 As marcações dos terminais e conexões dos transformadores de potência devem atender aos requisitos indicados na IEC TR 60616. 3.1. 3. ensaios dielétricos e afastamentos externos no ar devem estar de acordo com os requisitos indicados na IEC 60076-3.3 Os ensaios para impulso atmosférico e impulso de manobra devem atender aos requisitos indicados na IEC 60076-4.1.1. de acordo com as definições indicados na IEC 60076-1: a) a qualquer tempo: 40 ºC. dimensionados e fabricados de forma a atenderem aos requisitos indicados na IEC 61378-1 ou na IEEE STD C57.1.1. 3. 3.9 Os comutadores de carga dos transformadores de potência devem atender os requisitos de desempenho e de métodos de ensaio indicados na IEC 60214-1.1. 6 . 3.1.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 3. 3.4 As características dos transformadores de potência em suportar curtos-circuitos devem estar de acordo com os requisitos indicados na IEC 60076-5. dimensionados e ensaiados de forma a atender aos requisitos indicados na IEC 60076-13. c) média anual: 25 ºC.1.6 Os transformadores de potência devem ser projetados.2 Os níveis de isolamento. b) média do mês mais quente: 35 ºC.1.5 kV devem atender aos requisitos indicados na IEC TS 61639.1.15 A menos que especificado em contrário na Folha de Dados.1.7 Os transformadores de potência autoprotegidos imersos em líquido isolante devem ser projetados.110.11 Os transformadores de potência destinados a aplicações industriais com conversores de frequência devem ser projetados.1.5 Os reatores de potência devem atender aos requisitos indicados na IEC 60076-6. 3.14 As conexões diretas entre transformadores de potência e conjuntos de manobra isolados a gás blindados em metal (“metal enclosed”). o transformador de potência deve ser adequado às seguintes temperaturas do meio de resfriamento.13 Os transformadores destinados a aplicação em unidades marítimas devem atender também aos critérios estabelecidos na IEC 61892-3. 3. 3.

1. para que sejam feitos os ajustes necessários. conforme ANSI/ASME B1.1 A menos que especificado em contrário na Folha de Dados o transformador deve ser capaz de fornecer o acréscimo contínuo de potência de pelo menos 25 %.5 Deve ser previsto um ou mais conectores para aterramento das partes metálicas do transformador. além das informações exigidas pela IEC 60076-1.7 Quando solicitados na Folha de Dados.2. número do Pedido de Compra (PC) ou do Pedido de Compra de Bens e Serviços (PCS). com ventilação forçada operando. sendo que a PETROBRAS deve fornecer os desenhos dos dutos. em alternativa às b) e c). o transformador trifásico com enrolamento primário ligado em triângulo e enrolamento secundário ligado em estrela deve possuir deslocamento angular 30°. 3. 3. 3. A placa sobre a qual deve ser montado o conjunto de prensa-cabos pertencentes a um mesmo circuito de cabos unipolares deve também ser de material não magnético. caixas de alta e de baixa tensão.). construída em aço inoxidável AISI 300 e deve conter.6 Qualquer ponto de conexão efetuada através de entrada roscada para eletroduto deve possuir rosca NPT. com seção nominal definida na Folha de Dados.2. os seguintes dados: a) b) c) d) PETRÓLEO BRASILEIRO S.2. NOTA 1 Os dados contidos de a) até d) podem ser incluídos na placa de identificação ou em placa adicional.2 Os terminais ou buchas do primário e do secundário do transformador devem ser fornecidos com conectores.8 A placa de identificação do transformador deve ser de material resistente à corrosão.2.) devem ser interligadas à estrutura metálica principal (tanque ou invólucro) do transformador por meio de cabo flexível ou cordoalha de cobre. 7 . número da Requisição de Material (RM). sendo a tensão do enrolamento estrela atrasada em relação à tensão do outro enrolamento (Dyn1).4 Todas as partes metálicas (painel auxiliar.2.2. deve ser fornecida com o número PETROBRAS de identificação do transformador. NOTA 2 Uma placa adicional. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo Preço Global (“Turn Key”.A . 3. porcas e arruelas adequados para ligação aos cabos ou barramentos indicados na Folha de Dados. 3. 3.PETROBRAS. o número do contrato. “Lump Sum” etc. através de eletrodutos metálicos rígidos ou flexíveis.3 A menos que especificado em contrário na Folha de Dados. O conector deve ficar localizado próximo ao fundo do transformador e deve ser adequado para cabo de cobre nu.2. os prensa-cabos para cabos unipolares devem ser construídos com material não magnético. 3.9 Os cabos de interligação entre os acessórios do transformador e o painel auxiliar devem ser protegidos contra danos mecânicos. Devem. de material idêntico ao da placa principal. também. de material idêntico ao da placa principal. 3.-PÚBLICO- N-2928 3.2. devem ser fornecidos terminais adequados a essa finalidade. ser compatíveis com a temperatura esperada para os locais por onde passam. tampa do tanque principal etc.20. Quando for especificada ligação a duto de barramento.2.2 Características Construtivas 12 / 2012 3. parafusos.

1 Transformador cuja corrente de carga possua elevado conteúdo harmônico requer cuidados especiais quanto à determinação de sua potência nominal e características construtivas. TC etc.13 Todos os instrumentos indicadores instalados no transformador devem ser montados em local visível e de fácil acesso. Devem ser fornecidas. devendo ser observadas as recomendações contidas na IEC 61378-1 ou IEEE STD C57.3 Devem ser realizados estudos de aumento das perdas dos transformadores devido à presença de harmônicos e os respectivos fatores de incremento das perdas referidos na IEC 61378-1 ou IEEE STD C57. IP 21 para transformadores secos e IP 54 para transformadores imersos em líquido isolante.2. requerendo cuidados especiais quanto à construção e determinação dos valores nominais.2.2. de forma a permitir boa leitura. correntes de carga não senoidais e com fator harmônico de corrente superior a 0. 3.3. NOTA De acordo com a IEC 60076-1. desde que sejam previstos elementos de separação e blindagem.2.3 Condições para Transformadores que também Alimentam Cargas não Senoidais 3. 8 . em complemento aos ensaios solicitados na Folha de Dados.3. 3.3. de forma que não haja interferências entre circuitos.3.11 Quando houver incompatibilidade entre diferentes tipos de sinais conduzidos pelos cabos de controle.15 Quando solicitado.10 Todos os acessórios montados no transformador.05 pu são consideradas condições especiais de funcionamento. pode ser utilizado um único painel auxiliar. 3. 3. relés.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 3. 3. na Folha de Dados. 3. Alternativamente. comutador de derivações sem tensão deve atender os requisitos contidos na IEC 60214-1.110.20.1.110. os contatos elétricos de acessórios destinados a alarme. devem ter seus respectivos cabos de controle ligados a um painel auxiliar localizado em posição de fácil acesso. 3.12 A menos que especificado em contrário.2. onde sinais compatíveis devem ser agrupados.16 O transformador deve ser provido de pontos para içamento. no mínimo.2. duas luvas de 40 mm (1 1/2") NPT. tais como: instrumentos indicadores com contatos.2 O tipo de carga não senoidal e/ou o conteúdo harmônico da carga deve ser informado na Folha de Dados pela PETROBRAS..2. 3. 3. bem como distâncias adequadas dentro do painel. sinalização ou desligamento devem ser do tipo reversível. soldadas na parte inferior do painel auxiliar. conforme ANSI/ASME B1. no mínimo. sensores. na Folha de Dados.14 O grau de proteção mínimo do painel auxiliar e dos acessórios fornecidos com o transformador deve ser. deve ser previsto mais de um painel auxiliar. 3. podendo levar à geração de ruídos.4 Os transformadores devem ser submetidos ao ensaio de elevação de temperatura em conformidade com os procedimentos definidos na IEC 61378-1 ou IEEE STD C57.110. de acordo com a ABNT NBR IEC 60529.

empolamento.7 Os testes de verificação do desempenho do sistema de pintura de proteção dos transformadores devem ser realizados de acordo com os requisitos indicados na ISO 12944-6.5 O sistema de pintura utilizado para o transformador. incluindo especificação das tintas e espessuras das películas secas (“Dry Film Thickness” . tanques de expansão etc.6 A menos que indicado em contrário na Folha de Dados.corrosividade muita alta (ambiente marítimo).4.3 A menos que especificado em contrário na Folha de Dados. 3. devem ser também atendidos os requisitos aplicáveis indicados na ISO 20340. deve estar de acordo com os requisitos indicados na ISO 12944-5.4.2 As características construtivas do transformador devem possuir desempenho adequado com relação à resistência à corrosão causada pelas características ambientais e/ou condições especiais de serviço do local onde deve ser instalado. 9 . trincas.corrosividade muito alta (ambiente industrial). instrumentos.4. no mínimo.1 O transformador deve ser submetido a sistema de pintura de proteção e características construtivas de forma a serem adequados para instalação em ambientes industriais e agressivos. oxidação (ferrugem). típicas de instalações da indústria do petróleo e petroquímica.4 Sistema de Pintura de Proteção para Instalação em Ambientes Industriais e Marítimos 3. de acordo com os requisitos indicados na ISO 12944-2: a) categoria C5-I . com ataques por gases ácidos contendo compostos de enxofre. radiadores. 3.).-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 3. Para transformadores para aplicação marítima (“offshore”). 3. NOTA Devem ser apresentados. referente a um tempo mínimo de durabilidade entre 5 anos e 15 anos.4 aplicam-se tanto para o transformador quanto para os seus acessórios (painéis.4 A preparação das superfícies a serem pintadas deve estar de acordo com os requisitos da ISO 12944-4. descamação e corrosão após risco. com categoria de corrosividade C5-M. 3. devem atender aos requisitos de durabilidade “M” (“Medium”) indicados na ISO 12944-5.4. caixas. incluindo instalações marítimas e instalação em ambientes com corrosão atmosférica por material particulado e com compostos corrosivos. 3.4.5. intermediaria e de acabamento (“topcoat”). os resultados dos testes de aderência (ISO 4624). NOTA Os critérios mencionados em 3. a classe de durabilidade (“durability range”) e a avaliação de desempenho do sistema de pintura necessário para atender aos requisitos da categoria de corrosividade C5-I/C5-M indicados na ISO 12944-2. b) categoria C5-M . 3.4.8 A menos que especificado em contrário na Folha de Dados a cor final da pintura de o acabamento do transformador deve ser código Munsell N 6. o sistema de pintura de proteção dos transformadores deve ser adequado para as seguintes categorias de corrosividade atmosférica (“corrosivity category”).DFT) das tintas de fundo (“primer”).4. 3. motores. conforme especificado na Folha de Dados.4.

5. construído e testado especificamente para utilização nas condições adversas de pátios de subestação. 4 Transformadores Imersos em Líquido Isolante 4. 60068-2-14.1. 3.3 As características de projeto e de aplicação de transformadores de potência imersos em líquido isolante utilizando materiais de isolamento adequados para altas temperaturas devem atender aos requisitos indicados na IEC TS 60076-14. de acordo com a IEC 60068-2-14.1 As características de elevação de temperatura em transformadores de potência imersos em líquido isolante devem atender aos requisitos indicados na IEC 60076-2. 3.2 O IED deve atender aos requisitos técnicos das IEC 60068-1.5. desempenho e procedimentos de testes para autotransformadores reguladores de tensão por passos imersos em líquido isolante devem estar de acordo com a IEC 60076-21. 61000-4-4. 4.1 O IED deve ser projetado.5.5.4 O IED deve suportar a temperatura máxima de operação de classe industrial de 85 ºC. de forma a suportar sem danos a realização dos ensaios dielétricos no transformador e/ou buchas (tensão aplicada. 3.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 3. 4. 3. 61000-4-3. 10 .1. 3. 3. dimensionados e ensaiados de forma a atender aos requisitos indicados na IEC 60076-13.5.5 O IED deve possuir memória interna não volátil para armazenamento local de medições e eventos. tensão de impulso etc. 61000-4-5 e 61000-4-6 de forma a atender o bom funcionamento e a confiabilidade dos dados gerados e transmitidos. deve ser utilizado o Anexo A para especificação do sistema.5.4 Os requisitos gerais elétricos.5 Características do IED ("Intelligent Electronic Device") para Controle e Monitoramento de Transformador de Potência 3.3 O IED deve ser instalado em invólucro com grau de proteção adequado ao local de instalação. mecânicos.) com o IED completamente instalado e conectado ao transformador.1 Características Gerais 4. 4.1.1.5.7 Caso solicitado na Folha de Dados o sistema de monitoramento e diagnóstico on-line.6 O IED deve ser capaz de receber alimentação elétrica na faixa de 90 Vca/Vcc a 240 Vca/Vcc.2 Os transformadores de potência imersos em líquido isolante autoprotegidos devem ser projetados.

As tampas devem ser dotadas de dobradiças que permitam sua abertura através de rotação sobre o eixo vertical. prevendo sua interligação ao referido duto.1. de acordo com a ABNT NBR IEC 60529. 4. 4.6. secundário ou ambos. deve ser do tipo janela ou bucha e deve igualmente ter seus terminais de ligação interligados ao painel auxiliar.6. a caixa de proteção correspondente ao lado aterrado do transformador deve possuir uma luva de 40 mm (1 1/2”) NPT.1.6.4 Caso a Folha de Dados indique que o transformador deve ser conectado a duto de barramento.1. quando solicitadas na Folha de Dados.6. devem ser fornecidos pelo fabricante do transformador. as quais devem ser resistentes a deformações.6.1.2 As muflas ou terminações para os cabos. que deve ficar localizado na parte interna da caixa de proteção das buchas. Suportes e elementos internos de fixação.1. destinada à passagem do cabo de aterramento do sistema.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 4. NOTA Os transformadores de corrente devem ser fornecidos com seus terminais secundários curto-circuitados. ao ataque de produtos e vapores característicos do local da instalação e à exposição aos raios solares.1. 4. a luva deve ser posicionada sob a bucha de neutro. na Folha de Dados. 4. eventualmente necessários para suportação dos cabos. caso especificado na Folha de Dados. 4. 4.6.1 As caixas de proteção das buchas dos enrolamentos primário.6 Requisitos Específicos para Caixas de Proteção com Entrada para Cabos 4. Para transformadores secos a vedação deve ser feita por guarnições de neoprene ou de borracha. exceto as caixas conectadas a dutos de barras que devem ter tampa de inspeção flangeada. Deve ser também fornecido conector destinado ao aterramento das blindagens dos cabos de força.3 As caixas de proteção das buchas dos enrolamentos primário e secundário devem possuir tampas de fechamento com parafusos ou fecho com travamento por chave. devem ser fornecidas pelo fabricante do transformador e devem ser adequadas ao tipo e seção nominal dos cabos indicados na Folha de Dados.1. Caso a ligação seja estrela.1 Sempre que a Folha de Dados especificar que um determinado lado do transformador deve ser interligado ao sistema elétrico através de cabos e este lado possuir tensão de operação superior a 1 000 V. 11 . Caso seja solicitado transformador de corrente para o neutro. os transformadores de corrente devem ser do tipo bucha e devem ter os terminais dos respectivos secundários interligados ao painel auxiliar. As características técnicas dos transformadores de corrente fornecidos devem ser indicadas na Folha de Dados.6. a respectiva caixa de proteção das buchas deve possuir espaço suficiente para a instalação de muflas ou terminações para os cabos.1. 4.6.1.6.5 Quando especificado. devem possuir grau de proteção mínimo IP 54. o flange da respectiva caixa de proteção das buchas deve possuir dimensões e furações compatíveis.6.2 As vedações das caixas e demais tampas do transformador devem ser feitas através de juntas de elastômeros resistentes ao líquido isolante. na Folha de Dados.5 A menos que especificado em contrário.6 Caixas de Proteção das Buchas 4.1.1.20. conforme ANSI/ASME B1. soldada na parte inferior da caixa.

o óleo mineral empregado deve 1) ser preferencialmente LUBRAX Industrial LUBRAX AV 64 IN® .20.1.6.6.3. a entrada dos cabos de força na caixa de proteção das buchas deve ser feita através da parte inferior da caixa. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS.2 Características do Líquido Isolante 4. 4. na Folha de Dados.1 A menos que especificado em contrário. 12 .2. 4.6.6. a(s) luva(s) mencionada(s) deve(m) possuir rosca NPT. 4.3 Acessórios 4. eletroduto flexível ou prensa-cabo.6.   4.1.5 A meia-cana deve ter grau de proteção igual ao da caixa de proteção. a entrada dos cabos de força na caixa de proteção deve ser feita através de uma das seguintes formas. A menos que especificado em contrário.3 Os transformadores de potência com óleo mineral devem atender aos requisitos de ensaio em fábrica para análise de gases dissolvidos indicados na IEC 61181.2. bem como suas características físico-químicas que devem ser de qualidade igual ou superior ao óleo indicado.6. no mínimo. Caso o óleo mineral isolante utilizado não seja o anteriormente mencionado.1 A lista de acessórios deve conter. o estabelecido na Tabela 1 a seguir: 1) LUBRAX Industrial AV-64 IN é o nome comercial de um tipo de óleo isolante naftênico. destinado a facilitar o manuseio dos cabos durante a execução das muflas ou terminações.6. 4.3. É possível ser utilizado produto equivalente.2. que permita a retirada do transformador sem necessidade de se desfazer muflas ou terminações.1. denominado meia-cana. desde que conduza a resultado igual. destinada(s) à conexão de eletroduto rígido.6. conforme explicitamente indicada na Folha de Dados: a) luva(s) soldada(s) a um flange removível. o fabricante deve fornecer a norma comercial do óleo isolante oferecido. 4. mencionadas em 4. aparafusado à caixa de proteção. à caixa de proteção das buchas do transformador deve ser feita através de uma chapa flangeada removível.4 A ligação da meia-cana ou luva(s).1. a especificação deve ser detalhada em conjunto com a do transformador. conforme ANSI/ASME B1. NOTA Caso seja requerida a utilização de outros tipos de líquido isolante.3 A menos que especificado em contrário na Folha de Dados. com dimensões adequadas.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 4.2 Os transformadores de potência com líquido isolante devem atender aos requisitos de amostragem e análise de gases livres e dissolvidos indicados na IEC 60567.1. b) tubo bipartido.

(O) . NOTA 2 Deve ser previsto.5 %.2 Os elementos de vedação do painel auxiliar e os acessórios devem atender ao descrito em 4. o transformador deve possuir.3. quando destacáveis Meios de aterramento do tanque Meios para suspensão da parte ativa do transformador completamente montado. correspondentes a  2 x 2. quatro derivações. direcionador do fluxo de óleo ou gases para o lado do transformador. o dispositivo para alívio de pressão deve ser do tipo que recupera automaticamente. um contato auxiliar que indique a atuação do dispositivo de alívio de pressão.6.Obrigatório. Um  36 kV Sn < Sn  5000 5000 X X O X X X X X X X X X X X X O X X X X X O X O X X X X X X X X X X X X X O O Um > 36 kV Sn < Sn  5000 5000 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X O O O X X X X X X X X X X X X X O O O X O 4.Acessórios para Transformadores Imersos em Líquido Isolante Máxima tensão operativa (Um) Potências nominais (kVA) Indicador externo de nível de óleo Indicador de temperatura do enrolamento Indicador de temperatura do óleo Dispositivo para alívio de pressão Relé detector de gás tipo Buchholz para transformadores não selados Painel auxiliar Válvula de drenagem de óleo Meios de ligação para filtro de óleo Dispositivo para retirada de amostra de óleo Conservador de óleo para transformadores não selados Respirador com secador de ar quando houver conservador Válvulas para retenção do óleo dos radiadores ou trocadores de calor.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 Tabela 1 . pelo menos.3.3 Quando solicitado. na Folha de Dados . que permitam obter a potência nominal.4 Transformadores com classe de tensão menor ou igual a 36 kV A menos que especificado em contrário na Folha de Dados. ao redor do dispositivo de alívio.Opcional (Deve ser definido na especificação).1. do conservador de óleo e dos radiadores Meios para locomoção Apoios para macacos Abertura de inspeção Comutador de derivação sem tensão Comutador de derivação sob carga Relé de súbita pressão para transformadores selados Sistema de ventilação forçada Indicadores de circulação de óleo para resfriamento por circulação forçada Sistema de Monitoramento e Diagnóstico On-line Legenda: (X) . deve ser possível obter a potência nominal em qualquer uma das derivações especificadas. além da principal.2. após ter havido uma sobrepressão interna no transformador. 13 . no enrolamento de alta tensão. através de molas. 4. sua condição original de operação. pelo menos. das tampas. Caso o número ou a faixa de derivações especificada na Folha de Dados exceda ao indicado. ao invés de dispositivos projetados para se romperem. NOTA 1 Deve ser previsto. 4.

— envio de comandos para ligar e desligar ventilação forçada. do sistema de aquisição de temperaturas e do sistema de aquisição de eventos de alarmes e "trip" de proteções intrínsecas do transformador.5. devem ser conforme a seguir: a) b) c) d) e) 5 < Sn < 30 MVA: 99. 50 Sn < 100 MVA: 99. — seleção da operação da ventilação para nível local via teclado frontal do IED ou para — nível remoto via recebimento de comandos pela rede de comunicação.5. 100 Sn < 200 MVA: 99. a realização das seguintes funções: a) sistema de ventilação forçada e monitoramento de temperaturas: — monitoramento das variáveis de temperatura.5. — monitoramento de todos os eventos associados ao controle da ventilação forçada.4). as exigências da concessionária. se aplicável. b) sistema de alarmes e proteções intrínsecas do transformador: — monitoramento dos eventos de alarmes.5. 4.30 %.3.2 O rendimento mínimo para os transformadores.5.2 Todo este sistema e seu IED deve permitir tanto localmente quanto remotamente via rede de comunicação.60 %.5.1 O Sistema de supervisão e controle local do transformador de potência é composto pelo IED ou pelo conjunto de IED integrados responsável por realizar todo o monitoramento e controle do sistema de comutação sob carga (ver 4. Sn 200 MVA: 99. 30 Sn < 50 MVA: 99.4. conforme potência nominal no último estágio de resfriamento (Sn) e fator de potência unitário. 4.2 O OLTC deve possuir chave de comando local/remoto e manual/automático.4.-PÚBLICO- N-2928 4. 4. em protocolo IEC 61850.3. bem como aos demais requisitos constantes na especificação técnica do transformador. — monitoramento dos eventos de "trip".4.70 %. 4. 4.3 O OLTC deve possuir recursos para operação em paralelo.5 Transformadores com Classe de Tensão Maior que 36 kV 12 / 2012 4. — seleção da operação da ventilação para as condições manual ou automático.3 Sistema de Supervisão e Controle Local 4.50 %.4 Comutador de Derivações em Carga (OLTC -“On-Load Tap Changer”) 4.3.5.5.5. 4. 14 .5. o OLTC deve atender aos requisitos contidos na IEC 60214-1.1 Quando solicitado na Folha de Dados.3 A disponibilização dos recursos de supervisão e controle do transformador para a sala de controle deve ser via rede de comunicação.5. 4. do sistema de ventilação forçada.1 A designação da ligação do transformador deve atender as características de projeto e. permitindo as operações mestre/escravo e individualizada.40 %.

1 Os transformadores de potência secos devem ser projetados. Para instalação interna é permitido grau de proteção IP00 com tela de proteção. no enrolamento de alta tensão. dimensionados e ensaiados de forma a atenderem aos requisitos indicados na IEC 60076-11. além da principal.4. 4. correspondentes a  2 x 2. d) ter contador de operações do OLTC.5. os dispositivos de fixação devem ser construídos de material não magnético.4 O OLTC deve ser construído com tecnologia de comutação em ampola de vácuo imersa em líquido isolante. conforme a IEC 60076-11. 600. o transformador seco para instalação externa deve ser instalado no interior de uma caixa metálica com as características especificadas na Folha de Dados. 4. 5.7 Requisitos de Controle e Monitoramento do OLTC: a) o IED deve atender aos requisitos do protocolo IEC 61850 para interfaceamento com o sistema de automação elétrica. na Folha de Dados. que permitam obter a potência nominal.000 operações para o intervalo de manutenção. no mínimo.5 Quando existirem conexões de cobre-alumínio.7 Quando forem empregados cabos singelos.4 Quando o material usado no encapsulamento for resina.4. 5.000 operações a plena carga e 300. 5 Transformadores Secos 5.3 Quando solicitado na Folha de Dados. c) ter indicação local de "tap" e controle automático/manual do OLTC pelo painel frontal. b) ter entradas para medições de posição de "tap". tensão de linha e corrente de carga.4. autoextinguível e possuir baixo teor de gases tóxicos na combustão. 5.6 A amarração do núcleo deve ser projetada de maneira tal que permita a fácil desmontagem para substituição dos enrolamentos no próprio local da instalação. esta resina deve ser retardante de chama. estas conexões devem ser encapsuladas ou utilizado conector bimetálico. NOTA Devem ser observadas eventuais restrições das sociedades classificadoras para instalações marítimas.5 Os contatos do OLTC devem suportar. 5. 4. 15 . Caso o número ou a faixa de derivações especificada na Folha de Dados exceda ao indicado. deve ser possível obter a potência nominal em qualquer uma das derivações especificadas. o transformador deve possuir. responsável pela função local de controle e monitoramento (função ANSI 90).5. quatro derivações.5.2 A menos que especificado em contrário.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 4. 5.5.4.6 O OLTC deve possuir IED instalado junto ao transformador. 5.5 %. pelo menos.

E2 quanto à classe ambiental e F1 quanto ao comportamento com fogo. certificada pelo fabricante e aprovada pela PETROBRAS ou pela projetista responsável (incluindo desenhos. referente ao fornecimento. no mínimo. painel auxiliar. meios de aterramento do invólucro. 16 . 6 Requisitos de Inspeção. bem como seus componentes internos. diagramas. atendendo aos requisitos indicados nesta Norma e na Folha de Dados do transformador. apoios para macacos. relacionando todos os testes de rotina. os quais devem estar identificados.2. tais como os espaços internos das caixas de terminais de força. de tipo ou especial. 6. comutador de derivação sem tensão. conforme IEC 60076-11. 6. meios para suspensão do transformador completamente montado. emitidos por órgãos competentes. TAF e TAC do transformador de potência devem verificar. o estabelecido a seguir: a) b) c) d) e) f) g) h) indicador e controlador de temperatura do enrolamento. Caso não seja especificado na Folha de Dados. manuais. meios para locomoção. no mínimo. bem como os respectivos critérios e as faixas máximas e mínimas de aceitação de cada medição a ser realizada durante os testes. meios para suspensão da parte ativa.2. as definições a seguir. 5. no ponto mais quente. tais como Rede Brasileira de Calibração (RBC) no Brasil ou equivalente no exterior e dentro dos seus prazos de validade. após a colocação do Pedido de Compra (PC).1 O PIT deve indicar.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 5. 6.2 O fabricante do transformador deve apresentar.1 As atividades de inspeção. os transformadores devem ser classificados como C1 quanto à classe climática.3 Deve ser verificada a existência da documentação técnica. Teste de Aceitação de Fábrica (TAF). 6. juntamente com cada teste de rotina. o PIT. Para o caso de transformadores de potência para instalação marítima. 5.10 A lista de acessórios deve conter. Teste de Aceitação de Campo (TAC) e Plano de Inspeção e Testes (PIT) para Transformadores de Potência 6. 6.4 Deve ser verificada a existência dos certificados de calibração dos instrumentos a serem utilizados nos testes. os quais devem estar identificados. as respectivas Normas Técnicas aplicáveis. juntamente com a documentação para aprovação.9 Os transformadores devem ser fornecidos com um sensor de temperatura por fase posicionado em contato direto com o enrolamento de baixa tensão. certificados e catálogos de acessórios). do painel auxiliar e das caixas de proteção das buchas. os sensores devem ser do tipo Pt100.2 Antes da inspeção.5 Devem ser verificadas as características dimensionais do equipamento. o PIT deve ser aprovado pela PETROBRAS. de tipo e especiais que serão realizados em fábrica (TAF) e também os testes a serem realizados em campo (TAC). os testes requeridos pela respectiva Sociedade Classificadora devem também ser realizados. 6.8 Caso não seja especificado em contrário.

3 Quando houver divergências entre a Folha de Dados elaborada pela PETROBRAS e esta Norma.1 Requisitos Gerais 7. são aceitos para ensaios de tipo os relatórios de ensaios certificados realizados em transformadores idênticos e aprovados e testemunhados pela PETROBRAS. de acordo com o procedimento indicado nesta Norma.1. 6. b) massa aproximada do transformador completo.2 A Folha de Dados do transformador é.8 Devem ser verificados os testes dos sistemas de pintura de proteção do transformador (carcaça. parcialmente preenchida e emitida pela PETROBRAS. componentes e dispositivos auxiliares do transformador. tampas. 6.2 Documentação Técnica a ser Fornecida Juntamente com a Proposta A documentação técnica a ser fornecida juntamente com a proposta deve conter. O formulário (em branco) utilizado para a emissão da Folha de Dados do transformador é padronizado nos Anexos. 6. sistemas auxiliares.10 Os ensaios especiais solicitados na Folha de Dados devem ser realizados em todos os transformadores. 7 Documentação Técnica a Ser Fornecida pelo Fabricante 7.7 Os testes a serem realizados no transformador ou evidenciados por relatórios de testes. Esta verificação do procedimento de pintura deve ser realizada na inspeção de fabricação com base na análise dos relatórios de testes de pintura. radiadores. prevalecem as informações contidas na primeira. no mínimo.). durante o processo de fabricação e as etapas prévias de pintura do transformador. Para cada número de identificação de transformador corresponde uma Folha de Dados. 6.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 6. durante o preenchimento da Folha de Dados. a qual recebe uma identificação específica para aquela aplicação. 17 . Em caso de conflitos. prevalecem os requisitos das normas explicitamente mencionadas na Seção 2. 7. contendo as dimensões principais do transformador e de seus acessórios.11 Quando solicitados na Folha de Dados.1 O fabricante deve indicar. acessórios etc. 6. outras normas IEC também aplicáveis ao fornecimento.1. c) Folha de Dados devidamente preenchida e autenticada pelo fornecedor.1. as seguintes informações: a) desenho preliminar. 7. devem ser executados de acordo com as normas indicadas na Folha de Dados. d) curva da corrente de magnetização inicial do transformador versus tempo de decaimento. de seus acessórios e de seus sistemas auxiliares. em geral. a ser determinado pela PETROBRAS. 7. em adição às relacionadas na Seção 2.6 Devem ser verificados os acessórios. devendo o fabricante completar o seu preenchimento. emitidos por inspetor de pintura qualificado.9 Os ensaios de tipo solicitados na Folha de Dados devem ser realizados em um transformador produzido de cada conjunto de transformadores idênticos.

especificações técnicas. m) estudo de sobredimensionamento do transformador conforme 3. esquemas de montagem e lista de componentes. contendo as revisões decorrentes das determinações do parecer técnico. com todos os campos preenchidos.3. sinalização. para transformadores imersos em líquido isolante. acrescidas dos esclarecimentos técnicos fornecidos pelo fabricante. folha de informações e curvas de saturação dos transformadores de corrente.. esquema de ligação dos enrolamentos. p) documentação completa referente ao comutador de derivações em carga e seus acessórios. tais como meia-cana. bem como os respectivos relatórios dos resultados dos testes (de acordo com os requisitos das normas da série ISO 12944). durante o parecer técnico.1 A documentação técnica a ser fornecida após a colocação do pedido de compra deve ser enviada para aprovação após ter sido efetivada a compra do transformador. q) documentação completa referente a todos os acessórios do transformador. se aplicável. para transformadores secos. s) Plano de Inspeção e Testes. detalhes construtivos. g) relação de normas técnicas aplicáveis a este fornecimento que complementam as relacionadas na Seção 2. no mínimo. m) curva da corrente de magnetização inicial do transformador. quando solicitados na Folha de Dados. especificações e desenhos das buchas terminais e seus conectores. luvas roscadas etc. j) relação de ensaios de tipo e especiais.3 Documentação a ser Fornecida após a Colocação do Pedido de Compra 7. incluindo o arranjo interno dos bornes. diagramas elétricos e de interligação etc. caso sejam solicitados na Folha de Dados . vistas.3.2 Os documentos a serem apresentados devem conter. comando. içamento e para locomoção do transformador. b) massas parciais e do transformador completo.3. e) locação e detalhes de instalação dos acessórios e equipamentos auxiliares. f) marca comercial do líquido isolante oferecido. n) lista de desvios do transformador proposto em relação à especificação da PETROBRAS. caso sejam solicitados na Folha de Dados. n) desenhos dimensionais. j) locação e detalhes dos sistemas de apoio. r) Folha de Dados. l) placas diagramáticas e de identificação. contendo dimensões gerais.3. o) desenhos dimensionais e características técnicas dos pára-raios. 7. NOTA Os documentos devem considerar as informações de proposta.. conforme critério definido na RM. as seguintes informações: a) desenho de arranjo do transformador. g) locação e detalhes de todos os acessórios para entrada de cabos. l) carga térmica gerada pelo transformador à potência nominal e com adicional de potência referente ao uso do resfriamento forçado. instruções para ajustes. k) curva tempo x corrente que os enrolamentos suportam sem dano. bem como suas características físico-químicas e norma de referência. descrições de funcionamento. h) a especificação dos sistemas de pintura de proteção a serem aplicados em todos os componentes do transformador. c) locação e detalhes das caixas de proteção das buchas. Estes desvios devem ser avaliados pela PETROBRAS. i) locação e dimensões dos terminais de aterramento da carcaça. f) locação e detalhes do painel auxiliar. 7. incluindo desenhos dimensionais. d) locação. 18 . k) diagramas de controle e interligação.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 e) catálogos contendo todas informações e características técnicas dos elementos de proteção. h) locação e detalhes dimensionais e construtivos dos flanges. caso esse dispositivo seja requerido na Folha de Dados. i) relação de peças sobressalentes necessárias. bem como de todos os demais acessórios solicitados na Folha de Dados .

bem como de peças sobressalentes. no mínimo. Instalação. Operação.3. g) procedimentos para operação. 19 . contendo os dados do transformador correspondentes ao estado “como construído”. e) procedimentos para montagem. as seguintes informações: a) Folha de Dados. acessórios fornecidos em separado. j) resultados de todos os ensaios aos quais o transformador foi submetido durante e após a fase de fabricação. Inspeção. devem ser fornecidos manuais do transformador contendo. f) procedimentos para energização.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 7. d) procedimentos para movimentação e transporte. Preservação. k) resultados de todos os ensaios e inspeções de campo. b) todos os documentos certificados fornecidos e relacionados em 7. Manutenção e Reparo Após a aprovação final de toda a documentação técnica estabelecida em 7. bem como outros documentos complementares que o fabricante julgue ser necessários.3. c) procedimentos para armazenamento e condicionamento do transformador. devidamente preenchida. bem como de todos os acessórios solicitados.4 Manuais de Transporte. i) catálogos técnicos detalhados contendo informações técnicas de todos os acessórios fornecidos. h) procedimentos para manutenção preventiva e corretiva do transformador.

A. no mínimo. f) possibilitar acesso multiusuário. contendo. b) armazenamento das medições em banco de dados histórico.3 Possuir grau de proteção adequado a forma de instalação. obtido a partir do processamento das medições do IED e resultados dos algoritmos de engenharia com o sistema de regras.1 O sistema de monitoramento e diagnóstico on-line a ser fornecido tem por objetivos principais o diagnóstico e o prognóstico de estado dos transformadores de potência. estendendo a vida útil e reduzindo os custos de manutenção desses ativos. por meio de um sistema de regras que deve ser submetido à aprovação da PETROBRAS. 20 .4. às informações dos algoritmos de engenharia e aos diagnósticos. reduzindo o risco de falhas. construído e testado especificamente para utilização nas condições adversas de pátios de subestação. i) permitir a expansão futura através da interligação de novos sensores no transformador já monitorado. g) permitir acesso remoto dos usuários às medições do IED.) com o IED completamente instalado e conectado ao transformador. A.3 Especificação dos Requisitos de Software do Sistema de Monitoramento e Diagnóstico O software de monitoramento e diagnóstico deve efetuar as seguintes funções principais: a) comunicação de dados com o IED para aquisição on-line das medições. A. para obtenção de informações úteis para o diagnóstico e prognóstico de estado dos equipamentos.4. c) tratamento e cruzamento das medições com algoritmos de engenharia. quando anormalidades forem detectadas.SISTEMA DE MONITORAMENTO E DIAGNÓSTICO ON-LINE DO TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA A.2 O sistema de monitoramento e diagnóstico deve utilizar uma arquitetura composta da aquisição de dados. IED. neutralização ou redução das conseqüências do defeito diagnosticado. sem limite no número de acessos simultâneos. da rede de comunicação de dados e do software de monitoramento e diagnóstico. — prognóstico: indicação das possíveis conseqüências da evolução do defeito diagnosticado se nenhuma ação corretiva for efetuada. tanto on-line como armazenadas em bancos de dados. prognósticos e ações recomendadas. as seguintes funcionalidades: — diagnóstico: indicação das causas prováveis da anormalidade.1 O IED deve ser projetado. prognósticos e ações recomendadas. — ações sugeridas: indicação das ações corretivas para correção. A. j) possuir um sistema especialista para a geração de diagnósticos. de forma a suportar sem danos a realização dos ensaios dielétricos no transformador e/ou buchas (tensão aplicada.4 Características de Desempenho e de Testes do IED a ser Fornecido Juntamente com o Transformador de Potência A. Deve ser fornecido o MER (modelo entidade-relacionamento) completo de todos os bancos.4.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 Anexo A .2 O IED deve atender aos requisitos técnicos de acordo com as respectivas normas IEC de forma a atender o bom funcionamento e a confiabilidade dos dados gerados e transmitidos. h) possuir bancos de dados abertos para o usuário. e) emitir avisos automáticos para os usuários em caso de anormalidades. d) gerar diagnósticos e prognósticos de estado dos equipamentos e sugerir ações recomendadas. tensão de impulso etc. com intervalo configurável. A.

aplicáveis para as seguintes funções: a) monitoramento e diagnóstico das buchas de classe de tensão igual ou superior a 145 kV. e) monitoramento e diagnóstico do comutador de “tap” sob carga (OLTC). 21 . c) memória de massa para armazenamento das oscilografias das 40 últimas operações do OLTC. d) monitoramento e diagnóstico da ruptura da membrana e bolsa do tanque de expansão.2 Monitoramento e diagnóstico de OLTC: a) medições de correntes através de TC do tipo "clip-on" de janela com núcleo seccionado. com extrapolação dos tempos restantes para alcançar níveis de alarme. o transformador deve ser fornecido com os sensores necessários.4. f) alarmes por correntes de fugas das buchas altas ou muito altas.4. A. A. de acordo com a IEC 60068-2-14. d) cálculo das tendências de evolução de capacitância (pF/dia) e tangente delta (%/dia).6.4.5 Suportar a temperatura máxima de operação de classe industrial de 85 ºC. A.6 Possuir memória interna não volátil para armazenamento local de medições e eventos.6 Características Técnicas e Funções do Sistema de Monitoramento e Diagnóstico A.5 Sistema de Monitoramento e Diagnóstico on-Line a Serem Instalados nos Transformadores de Potência Quando for requerido o fornecimento de sistema de monitoramento e diagnóstico on-line. g) cálculo das variações de capacitância da isolação principal das buchas com erro máximo de ± 0.5 % da medição. h) cálculo das variações de tangente delta da isolação principal das buchas com erro máximo de ± 0.6. b) oscilografia das correntes. no mínimo. de acordo com o indicado na Folha de Dados. A. para facilidade de comissionamento.05 % em valor absoluto. calculadas com base nas correntes de fuga medidas e capacitâncias das buchas.7 Capaz de receber alimentação elétrica na faixa de 90 Vca/Vcc a 240 Vca/Vcc. c) monitoramento e diagnóstico do gás e umidade dissolvido no óleo. b) monitoramento e diagnóstico térmico do transformador.4 O fornecedor deve apresentar documentação que comprove que o IED que é testado nessa condição em ensaios de transformadores com nível de tensão de 230 kV. A.4. c) ajuste automático de alarmes de capacitância e tangente delta para todas as buchas simultaneamente. e) alarmes por tendências de evolução de capacitância e tangente delta elevadas se o número de dias restantes para alarme for menor que o limite programado. b) indicações das tensões trifásicas fase-terra e fase-fase. em dias. com temporização ajustável. A. tensões e potência consumida pelo motor durante as operações. facilitando a instalação e manutenção.1 Monitoramento e diagnóstico de buchas: a) capacidade de efetuar a monitoramento e diagnóstico e diagnóstico da isolação das buchas de classe de tensão igual ou superior a 145 kV.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 A.

a ser acionado em caso de ruptura da bolsa ou membrana.4 Monitoramento e diagnóstico de membrana do tanque de expansão: a) deve ser fornecido para cada transformador um sistema para supervisão da integridade da membrana ou bolsa de borracha/neoprene do tanque de expansão de óleo do transformador. b) o sistema deve ser composto de um ou mais sensores instalados na membrana ou bolsa. metano e outros. i) registro das tensões mínimas e máximas no motor durante a comutação.6. A. e) cálculo das tendências de evolução da concentração de hidrogênio e do teor de água. duas em cada IED de temperatura.3 Monitoramento e diagnóstico de hidrogênio e umidade no tanque de óleo do transformador: a) medição da concentração de hidrogênio dissolvido no óleo. 22 . com emissão de alarmes por tensões altas ou baixas. sendo 2 para medição redundante do óleo do transformador. c) cálculo do teor de água dissolvida no óleo isolante em ppm. e) cálculo da assinatura de torque do motor do comutador durante a operação. quando o óleo entra em contato com o sensor. no lado que fica em contato com o ar. d) cada relé deve possuir um contato de alarme. d) cálculo de temperatura do ponto mais quente (hot-spot) de três enrolamentos. c) os sensores devem ser conectados aos respectivos relés de supervisão instalados no painel local do transformador. 1 para óleo do OLTC e 1 reserva (temperatura ambiente ou outras).6. para evitar que níveis elevados desses outros gases ocultem elevações na concentração de H2. faixa 0-10 A. f) função de aprendizado automático da assinatura típica de torque do comutador. dispensando programação manual da assinatura típica. A. com constantes de solubilidade de água no óleo programáveis pelo usuário. com emissão de alarmes por assinatura acima ou abaixo do típico. convertido a 20 ºC. incluindo monóxido de carbono. com emissão de alarmes por corrente alta. c) três entradas de medição de corrente de carga com TC externo do tipo clip-on. d) cálculo da saturação relativa convertida para uma temperatura de referência programada pelo usuário. g) verificação da corrente de partida do motor.-PÚBLICO- N-2928 12 / 2012 d) monitoramento e diagnóstico da energia gasta pelo motor durante a operação.6. f) a medição de hidrogênio não deve sofrer influência de outros gases presentes no óleo. A. h) assinatura de tempo típico para operação do comutador. em ppm/dia. b) quatro entradas auto-calibradas para sensores do tipo Pt100. com extrapolação do tempo restante em dias para alcançar os níveis de alarme. comparando-a com a assinatura típica do comutador.5 Monitoramento e diagnóstico de temperatura do óleo do transformador e do OLTC: a) capacidade de monitoramento e diagnóstico da temperatura do óleo de um. com emissão de alarmes por tempo alto ou baixo. b) medição de saturação relativa de água no óleo de 0 % a 100 % e temperatura do óleo associada. com emissão de alarmes por energia usada alta ou baixa. dois ou três enrolamentos.

em ppm/dia. c) cálculo da saturação relativa de água no óleo convertida para uma temperatura de referência programada pelo usuário. capaz de suportar sem danos vácuo pleno e pressão positiva de 0. g) sensor remoto.-PÚBLICO- N-2928 A. f) cálculo da tendência de evolução do teor de água no óleo.6 Monitoramento e diagnóstico de umidade: 12 / 2012 a) tem por objetivo preservar as características do óleo do comutador. h) medição de saturação relativa de água no óleo de 0-100 % e temperatura do óleo associada. ao detectar e monitorar a contaminação do óleo por umidade. e) cálculo do teor de água dissolvida no óleo em ppm.6. evitando a aceleração do envelhecimento. instalado em contato com o óleo. b) entrada para conexão de sensor de temperatura ambiente tipo Pt100. 23 .1 MPa na conexão ao óleo. d) cálculo da saturação relativa de água no óleo convertida para a temperatura ambiente.

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