LEI 8.666/93 – LEI DE LICITAÇÕES Profa Josélia Gomes o Carmo Co!

"ei#os Gerais o Direi#o$ -Tanto a Moral como o Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas, porém, se diferenciam. %oral$ estabelece regras que s o assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras geogr!ficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utili"am este mesmo referencial moral comum. Direi#o$ #on$unto de regaras imposta coativamente pelo %stado que v o regulamentar a vida em sociedade. &ara fins did!ticos direito foi subdividido' P&'li"o$ atuaç o do %stado na satisfaç o do interesse p(blico. Pri(a o$ )elações entre particulares. )#i"a$ é o estudo geral do que é bom ou mau. *m dos ob$etivos da +tica é a busca de $ustificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. %la é diferente de ambos - Moral e Direito - pois n o estabelece regras. %sta refle, o sobre a aç o humana é que a caracteri"a. *amos o Direi#o$ Direi#o "i(il$ - irei#o "i(il é o principal ramo do direito privado. Trata-se do con$unto de normas .regras e princ/pios0 que regulam as relações entre os particulares, que comumente encontram-se em uma situaç o de equil/brio de condições. - direito civil é o direito do dia a dia das pessoas, em suas relações privadas cotidianas. Direi#o a mi!is#ra#i(o$ Direito administrativo é um ramo aut1nomo do direito p(blico interno que se concentra no estudo do n(cleo da Administraç o &(blica e da atividade de seus integrantes. Tal disciplina tem por ob$eto os 2rg os, entidades, agentes e atividades p(blicos, e a sua meta é a sistemati"aç o dos fins dese$ados pelo %stado, ou se$a, o interesse p(blico. &ara Maria Di &ietro, Direito Administrativo é 3o ramo do Direito &(blico que tem por ob$eto os 2rg os, agentes e pessoas $ur/dicas administrativas que integram a Administraç o &(blica, a atividade $ur/dica n o contenciosa que e,erce e os bens de que se utili"a para a consecuç o de seus fins, de nature"a p(blica4 Das Pessoas$ -Pessoa f+si"a o, !a#,ral$ + o ser humano, considerado como su$eito de direito e deveres, dentro da ordem $ur/dica, e n o na sua constituiç o f/sica, simplesmente. + o ser humano, com capacidade de agir, de adquirir, de e,ercerem direitos e de contrair obrigações. 5 CAPACIDADE$ + a maior ou menor e,tens o dos direitos de uma pessoa. +, portanto, a medida da personalidade. %spécies 6 .70 de direito ou de go"o, que é a aptid o que todos possuem .#2digo #ivil, artigo 890 de adquirir direitos: .770 de fato ou de e,erc/cio, que é a aptid o para e,ercer, por si s2, os atos da vida civil. -.3 – I.CAPACIDADE' + a restriç o legal ao e,erc/cio dos atos da vida civil. %spécie pode ser'

M I*EJKD. como titular de direito eventual . sob pena de nulidade . %ncontrando-se os seus direitos em estado potencial. as de direito p(blico.70 Administraç o direta 6 *ni o.artigo 8=8 inciso 7 do #2digo #ivil0. mesmo por motivo transit2rio. 7Pessoa J. .6 – C2%EÇ2 DA PE*S2. Eascendo com vida. ainda que venha a falecer instante depois. $udicial e legal .. + o caso dos menores de 8< anos. dos e. no tocante aos seus interesses. Be esta for a menoridade. -. + o caso dos maiores de 8< e menores de 8> anos.CEIT2$ + a entidade constitu/da de pessoas f/sicas e que possui personalidade pr2pria.770 pela emancipaç o.9 do #2digo #ivil0. D. n o puderem e. sem desenvolvimento mental completo e pr2digo . Mas o artigo D9 do #2digo #ivil ressalva os direitos do nascituro. ou pa/ses.artigo . podem os de maiores de 8< e menores de 8> anos praticarem sem a assistAncia do seu representante legal.7770 -rganismos internacionais.770 Banta Bé: .. no que se refere Fs pessoas $ur/dicas de direito privado. sem se falar nos %stados soberanos. inciso 70.istir.istem..9. e as autarquias.primir sua vontade . um regulamento interno.G0. sob pena de anulabilidade . ainda.. porém. 77 e 777 do #2digo #ivil0.8 5 L*AET. dos privados do necess!rio discernimento e dos que. #ertos atos. dos ébrios habituais. Territ2rios. retroage ao momento de sua concepç o. que pode ser volunt!ria. o nascituro pode praticar atos necess!rios F sua conservaç o.a0 Eacional. os %stados. 7ET%)E-' . desportivos ou religiosos. /"0 CESSAÇ52 DA I. A lei e. porque e. capa" de adquirir direitos e contrair obrigações.artigo ??0 ./a0 A1S2L3TA 4 A que acarreta a proibiç o total do e. que tenham discernimento redu"ido. %stados. Antes do nascimento n o h! personalidade.artigo C9 e par!grafo (nico do #2digo #ivil0. também.istAncia. inclusive as associações p(blicas. fundações p(blicas e as demais entidades de car!ter p(blico criadas por lei. to. sob condiç o suspensiva.artigo .artigo 8. mas religiosos. Tudo isso. aos 8> anos: e .ige.tinç o. na 2rbita internacional. podendo e. cessar! em dois casos' .M EA#7-EAH7DAD% . .. )ege-se por um contrato constitutivo. .ato somente poder! ser praticado pelo representante legal do incapa". a sua e. D. celebrado entre os seus componentes.ic1manos e deficientes mentais.. o preenchimento da formalidade de registro de sua constituiç o.– C2. Distrito Iederal..artigo ?9 incisos 7 a 7@ do #2digo #ivil0. 10 *ela#i(a' A que permite que o incapa" pratique atos da vida civil. também.70 Associações 6 %ntidades que n o tAm fins lucrativos. Munic/pios: .70 pela maioridade. D. morais. os Munic/pios. desde a concepç o. incisos 7. PESS2A J3*9DICA$ 8.D5 #HABB7I7#AJK-' L*AET.D 5 &essoas $ur/dicas de direito p(blico %NT%)E-' .cepcionais. 5 &essoas $ur/dicas de direito privado .70 Eações estrangeiras: .erc/cio dos atos da vida civil . denominado estatuto. distinta da de seus membros. bem como dos atos posteriores de alteraç o e e.ALIDADE' A personalidade civil da pessoa começa no nascimento com vida 5 o que se constata pela respiraç o. que s o a *ni o. desde que assistido.b0%strangeira..770 Administraç o indireta 6 Autarquistas.r+ i"a$ 8.artigo 8<<.CAPACIDADE 4 #essa a incapacidade quando desaparece a sua causa. para seu reconhecimento. culturais.

iste relaç o de hierarquia ou de subordinaç o nessa hist2riaR #om certe"a. fiscali"a a prestaç o do serviço.<o. . conseqPentemente ter o maior eficiAncia para o serviço.artigo <D. par!grafo (nico0. ela vai prestar melhor aquele serviço e ter! maior eficiAncia. sua qualidade.ia. Be o %stado descentrali"a ele tem que fiscali"ar a prestaç o do serviço. Be a atividade est! na AD chamamos isso de prestaç o centrali"ada.centro0 da administraç o ou pode ser transferida para outras pessoas. A atividade administrativa pode ser prestada de forma "e!#rali=a a ou de forma es"e!#rali=a a. mas n o e. %. chama-se prestaç o centrali"ada. -rgani"aç o da Administraç o' :ormas e Pres#a. . controla os particulares. A AD controla a A7. -. Ea descentrali"aç o distribui-se para uma nova &S.<o @A @ierar?. -Duas diferenças entre descentrali"aç o e desconcentraç o' a primeira marca da desconcentraç o é a distribuiç o . em geral. em desconcentraç o temos hierarquia. também chamada de centro da administraç o ou n(cleo da administraç o. Be é na mesma &S h! hierarquia.Bomente v o cuidar de determinada finalidade.iste hierarquia na relaç o entre administraç o direta e o particular prestador de serviço . . + a forma descentrali"ada de prestaç o de serviço p(blico. Begunda diferença' e. Iorma desconcentrada significa a distribuiç o do serviço dentro da mesma &S.<oB mas !<o eCis#e @ierar?. . %ssa prestaç o pode aparecer na administraç o direta. s o prestadas pelo n(cleo . por profissionais liberais ou prestadores de serviços. . 7magine que um determinado serviço tenha sido redistribu/do ou deslocado do ministério A para o ministério Q. na sua regra. -7maginando que o &residente da )ep(blica tenha determinado que o serviço A saia do ministério N e v! para o ministério T.centro0 da administraç o direta.770 Bociedade Bimples 6 Tem fim econ1mico e s o constitu/das. #hamamos isso de es"o!"e!#ra.erc/cio de atividade pr2pria de empres!rio su$eito ao registro previsto no artigo O<= do #2digo #ivil.ia em fa"e essa PJB !a es"e!#rali=a. se$a serviço p(blico ou construç o de obra. Distinguem-se das sociedades simples $ur/dicas porque tAm por ob$eto o e. pode ser prestada pelo n(cleo .<o eCis#e "o!#roleB fis"ali=a.deslocamento0 de serviço na mesma &S.e "o!#rolar. A descentrali"aç o é marcada pelo controle. Algumas atividades. )etirar do centro é prestaç o descentrali"ada de serviço p(blico. o %stado retirou do centro e deu para outras pessoas que v o se especiali"ar nisso.o >&'li"o a AD #em ?.7770 Bociedades empres!rias 6 Também visam lucro..<o a A#i(i a e A mi!is#ra#i(a A atividade administrativa do %stado. nem relaç o de subordinaç o.%stado decidiu retirar do n(cleo e transferir para outras pessoas.7@0 Iundações particulares 6 Acervo de bens que recebe personalidade para a reali"aç o de fins determinados .empresa privada de telefonia que lhe presta serviço0R Se é ser(i. mas isso n o significa mandar na &S. .iste hierarquia. . . Bempre que o serviço est! no n(cleo.Buscando a maior eficiência do serviço.que temos nesse casoR Lual é esse institutoR Deslocamento de serviço de um 2rg o para outro e!#ro a mesma PJ / o !&"leo0.%stado descobriu que quanto mais tem pessoas prestando serviço e cada pessoa tendo sua finalidade.

A lei aponta ser ato comple.autarquia. . . mas até ho$e o estatuto n o veio.m "o!#ra#o a mi!is#ra#i(o. qualificada. significa tratar com ausAncia de sub$etividade -. -&ode ser a melhor proposta de técnica. -s dois institutos previstos na #I que representam a aplicaç o do princ/pio da impessoalidade s o o concurso p(blico e a licitaç o. é porque preciso de tudo isso para o contrato administrativo.As %& e B%M. .re=a E. . elas poder o ter estatuto pr2prio para licitaç o e contratos.m Pro"e ime!#o a mi!is#ra#i(o >ré(io ?. -B o as pessoas $ur/dicas da administraç o direta . regular.entes pol/ticos0 e as pessoas $ur/dicas da administraç o indireta . -Tem como ob$etivo selecionar a proposta mais vanta$osa. que podem ser prestadoras de serviços p(blicos e e. quando e. pois todo o procedimento é condu"ido e presidido por uma determinada autoridade p(blica. Autarquia é pessoa $ur/dica de direito p(blico. . %nt o' Li"i#a.a#. %.iste ato solto e isolado. pois o impulso é 3oficial4. mas o ob$eto final/stico s2 pode ser concreti"ado mediante a homologaç o do administrador p(blico superior hier!rquico a esta autoridade administrativa. poder o pelo art.<o é . se e.Mas %& e B%M est o su$eitas F lei ><<<UO..r+ i"a$ apesar da lei >. a nature"a $ur/dica é na verdade de procedimento administrativo. V 89.A licitaç o fundamenta . . n o dependendo da manifestaç o nem vontade das pessoas envolvidas.princ/pio da impessoalidade di" que o administrador n o pode buscar interesses pessoais. -Ato administrativo depende de procedimento prévio. portanto tem que licitar.ige na licitaç o também é e.que se e.obrigadas F licitar0 est o previstas no art.o. .ploradoras de atividade econ1mica.e ser(e >ara f..<o e .Eei#os a li"i#a. lei ><<<UO. 89.os. n o e.igidos para licitaç o s o também e. 2'Ee#o$ Além do procedimento legitimar e fundamentar a celebraç o do contrato administrativo. empresa p(blica e sociedade de economia mista0. . . por enquanto est o su$eitas Fs normas gerais.%scolha-se a melhor proposta e com isso celebrar o melhor contrato administrativo poss/vel.emplo' Be quero uma empresa id1nea.<<< tratar de licitações como atos comple.igido para o contrato administrativo.! ame!#ar a "ele'ra.A licitaç o serve para retirar o favoritismo.Li"i#a.legitima0 a celebraç o de um contrato.ploradoras de atividade econ1mica. ter um estatuto pr2prio para licitações e contratos.R As %& e B%M. logo. 8=.ploradoras da atividade econ1mica. -B o dois institutos que representam efetivamente o princ/pio da impessoalidade. #I.<o$ -As pessoas $ur/dicas su$eitas F licitaç o . atravessando todas as etapas fi. .Des Co!"ei#o$ -Hicitaç o é um procedimento administrativo. n o necessariamente a mais barata. 777. -7mpessoalidade na licitaç o serve para dar oportunidade para todos que preencherem requisitos do edital poderem participar e celebrar contrato administrativo com a administraç o. -#ontrato administrativo é resultado de um procedimento administrativo.. fundaç o p(blica.adas em lei obrigatoriamente. -bservaç o' é procedimento. -7sso n o significa ser a proposta mais barata.igidos para o #ontrato administrativo. o ob$etivo do procedimento licitat2rio é a melhor proposta.-s requisitos e elementos e. S. de preço ou de técnica e preço.

-Be ainda n o veio elas est o su$eitas F regra geral. atividades estranhas a estes ob$etos n o se su$eitam F obrigaç o. compra de combust/veis e derivados em postos de uma estatal etc. %. as fundações p(blicas. Bubordinam-se ao regime desta Hei.0.autarquias de todos os tipos.A empresa p(blica.<<<UO. est o obrigados a licitar.)edaç o dada pela %menda #onstitucional n9 8O. 8o %sta Hei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. inclusive quanto Fs obrigações trabalhistas e tribut!rias . a licitaç o é obrigat2ria para compras. %stados. pessoas estatais constitu/das de 2rg os que formam a Administraç o direta0. alienações e locações no Wmbito dos &oderes da *ni o. as empresas estatais est o su$eitas F lei geral de licitações da Administraç o de Direito &(blico .i. fundações estatais. &ara o Bupremo Tribunal Iederal.' compra de material de escrit2rio ou de mob/lia. serviços. V 89 A lei estabelecer! o estatuto $ur/dico da empresa p(blica. Ar#.ige a ediç o de uma lei geral de licitações e.' contrataç o de serviços financeiros de bancos p(blicos. #omo esta lei geral ainda n o foi editada. contrataç o de obras e serviços e alienações em geral. a rele(a!#e i!#eresse "ole#i(oB "o!forme efi!i os em lei.. V 89 .a! o !e"essAria aos im>era#i(os a seI.emplo. associações p(blicas.atividades-meio0. da sociedade de economia mista e de suas subsidi!rias que e.atividades-fim0 prevalece o entendimento da n o incidAncia dessa obrigatoriedade licitat2ria. %mpresas p(blicas e sociedades de economia mista também est o su$eitas a essa obrigatoriedade. as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela *ni o. de 8OO>0 )esumindo' Todos os entes de direito p(blico integrantes do %stado . Apesar desta lei n o fa"er tal distinç o. inclusive de publicidade.clusiva para empresas estatais. eventos esportivos internacionais0.<o ire#a e a#i(i a e e"o!Gmi"a >elo Es#a o sH serA >ermi#i a ?. as autarquias. S! na atividade econ1mica de relacionamento com consumidores e mercado . *essal(a os os "asos >re(is#os !es#a Co!s#i#. dispondo sobre' . Assim.a !a"io!al o.Hei >. do Distrito Iederal e dos Munic/pios. Art. além dos 2rg os da administraç o direta. &ar!grafo (nico. e a #onstituiç o Iederal e. %. contrataç o de serviços e alienações de suas atividades operacionais e instrumentais .plorem atividade econ1mica de produç o ou comerciali"aç o de bens ou de prestaç o de serviços. os fundos especiais. Distrito Iederal e Munic/pios. dos %stados. tal como 3o patroc/nio por ente p(blico de atividades ou eventos coletivos4 . . s o obrigadas a licitar. de forma geral.<oB a eC>lora.ra!. compras.por e. contrataç o de serviço de segurança etc.plorem atividade econ1mica su$eitam-se ao regime $ur/dico pr2prio das empresas privadas. portanto.. as empresas p(blicas. -F3. a sociedade de economia mista e outras entidades que e. as empresas estatais de atividade econ1mica est o su$eitas F licitaç o em suas compras.

h! alguns princ/pios espec/ficos. -bservaç o' a lei prevA que empresas provenientes de pa/ses integrantes do Mercosul ser o beneficiadas por esta margem quando tiverem tecnologias homologadas pelas autoridades brasileiras. -Tudo que for importante tem que estar escrito no edital.edital é a lei da licitaç o4 nada mais é do que o princ/pio da vinculaç o do instrumento convocat2rio.ige o seguinte' -s licitantes para participar devem ter inscriç o no conselho de classe e devem apresentar a certid o de inscriç o no conselho de classe. . )a"oabilidade. C-. Sulgamento ob$etivo. Legalidade 5 a licitaç o e a administraç o publica est o subordinada a lei Impessoalidade %oralidade Publicidade EficiAncia 7sonomia.+ pessoa 2uridica ou consorcio de empresas &/345001.e reIem a li"i#a. Concessão tem pra'o (Lei 8#87! Concessão especial(&arceria &u"lico(&rivado Lei ))*7#!PPP + concessão patrocinada e concessão administrativa.igir nem mais e nem menos do que est! previsto no edital.instrumento convocat2rio é o edital. tomada de preços. #ontradit2rio e Ampla defesa. Artigo 37 da Constituição Agora.pressamente do edital. . %. a informati"aç o ou o implemento de tecnologia. leilão. A margem de preferAncia e o seu critério dever o constar e. Aqui h! algumas considerações' 8. Artigo 3# da lei 8 (pes$uisar e "ai%ar! &ermissão não tem pra'o. através da disputa direta entre os interessados: c0 &romover o desenvolvimento nacional' quando o ob$eto da licitaç o envolver a automaç o.C/001. ou se$a.edital e. empresa nacional que empregue tecnologia nacional poder! ser a vencedora. pregão (Lei 8 ! Licitação especial: licitação para concessão de serviço pu"lico.3.2'Ee#i(os$ a lei prevA trAs' a0 #onferir isonomia nas condições de participaç o a todos os interessados: b0 Alcançar a melhor proposta ao interesse p(blico.A administraç o n o pode e. convite. Licitação comum: concorrencia. ainda que cobre até DCX mais caro. o edital poder! prever uma margem de preferAncia.<o$ #abe ressaltar que os &rinc/pios Yerais do Direito Administrativo também s o aplicados aqui.+ pessoa 2uridica e6ou fisica Artigo 7 Conceitos da lei artigo 8 Criterio de desempate art 79 paragrafo :8 ( sorteio &rinc.pio da vinculação ao instrumento convocat<rio -. 3J/J6 Pri!"+>ios es>e"+fi"os ?.emplo' . -Ea modalidade convite o instrumento convocat2rio é o convite. &roporcionalidade. vinculaç o do instrumento convocat2rio etc.

Sulgamento ob$etivo' significa que o critério de seleç o deve estar previsto de forma clara e precisa no edital. . -A administraç o di" que para a supremacia do interesse p(blico. .artigo D? 5 lei de licitaç o0' roll fechado.s2 o q esta na lei. técnica ou técnica e preço.artigo DC0 e. .igir nem mais e nem menos do que previsto no edital. %st! no edital tem que e. dispensa-se o requisito $! que n o era t o importante habilita-se as empresas e segue com o procedimento. @inculaç o ao instrumento convocat2rio. devendo a #omiss o de licitaç o ou o respons!vel pelo convite reali"!-lo em conformidade com os tipos de licitaç o. lei ><<<UO.igir. 7sso também n o é poss/vel.a de técnica e preço(su"2etiva!. começa o procedimento licitat2rio e os recebimento dos envelopes. constituem tipos de licitaç o. V 8o &ara os efeitos deste artigo.a de maior lance ou oferta .que o licitante precisa fa"er para ganhar a licitaç o.pio do 2ulgamento o"2etivo -Luando vocA entra num concurso vocA $! sabe o que precisa fa"er para passar. -dispensa de licitaç o . Luais os tipos de licitaç oR &reço. inviabilidade de competiç o. -.igibilidade. *ma empresa quando lA o edital n o fa" a inscriç o porque n o preenche esse requisito..ativo0 -ine.igir mais coisas n o previstas no edital.$ulgamento das propostas ser! ob$etivo. ?C. Art. de maneira a possibilitar sua aferiç o pelos licitantes e pelos 2rg os de controle. &rinc. 3numerusclausus4.clusivamente nele referidos. rol ta. economia e celeridade dispensa-se o requisito.' Art.Bignifica di"er que o edital deve prever de forma clara e precisa qual ser! o critério de $ulgamento. 7@ . e.candidato vai participar do certame ele $! sabe o que precisa fa"er para passar. -Be corrigir o edital e começar nova licitaç o estar! reabrindo a oportunidade. . A administraç o começa a abrir os envelopes e a conferir os requisitos e percebe que nenhuma das empresas tAm essa inscriç o.quando o critério de seleç o da proposta mais vanta$osa para a Administraç o determinar que ser! vencedor o licitante que apresentar a proposta de acordo com as especificações do edital ou convite e ofertar o menor preço: 77 . -Devo definir no edital qual ser! o tipo de licitaç o.&ublica-se o edital. %ssa decis o é l/citaR E o. n o pode e.a de menor preço . ?C. #omeça a licitaç o a administraç o percebe que a empresa que ele queria n o iria ganhar e ent o começa a e. G=UGC Duas informações importantes.a de melhor técnica(=ipoteses restritas: artigo 7 da lei!: 777 .ceto na modalidade concurso(modalidade de licitação se destina a escolher um profissional da área artistica ou urbanistica para execução de um serviço ou obra de arte)' 7 .nos casos de alienaç o de bens ou concess o de direito real de uso. os critérios previamente estabelecidos no ato convocat2rio e de acordo com os fatores e.emplificativa.

D. mas o edital tem que definir qual o peso de cada fase. V .Eo leil o a sess o é aberta. tem que colocar isso no edital. -. de 8OO?0 V Co + vedada a utili"aç o de outros tipos de licitaç o n o previstos neste artigo. .&rocedimento do tipo preço. . E o é poss/vel utili"ar como critério de seleç o elementos estranhos aos previstos no edital. em ato p(blico.Be a administraç o quer qualidade N ou parcelamento.)edaç o dada pela Hei n9 >. . no caso de empate. de D. V ?o &ara contrataç o de bens e serviços de inform!tica.licitante Q tirou 8G na técnica e 8G no preço. e faria isso por um real. .pio do sigilo de proposta: Lual a modalidade de licitaç o que n o tem sigilo de propostaR Heil o.edital deve definir de forma clara e precisa qual ser! o critério de seleç o. &rinc. >competencia: (legislativa: criar leis (material: e%clusiva(não =? possi"ilidade de delegar! Tipo técnica mais preço o licitante A tirou 8G no preço e 8G na técnica. para o qual todos os licitantes ser o convocados. -Eo preg o e. . por sorteio.licitante Q di" que oferece por 8 real e um centavo. prevalecendo. h! envelopes lacrados mais lances verbais. -Be a empresa A soubesse que a administraç o queria caneta banhada a ouro ela também teria oferecido. . ser o selecionadas tantas propostas quantas necess!rias até que se atin$a a quantidade demandada na licitaç o. permitido o emprego de outro tipo de licitaç o nos casos indicados em decreto do &oder %. %. vedado qualquer outro processo. Yanha a licitaç o quem ganhar na técnica ou no preçoR Ea verdade na sua maioria ganha o preço.iste propostas sigilosas e propostas abertas. a classificaç o se far!. a administraç o observar! o disposto no art.o da Hei no >.o Eo caso da licitaç o do tipo Zmenor preçoZ.. de outubro de 8OO8.. V =9. . levando em conta os fatores especificados em seu par!grafo Do e adotando obrigatoriamento o tipo de licitaç o Ztécnica e preçoZ. A administraç o di" que o licitante Q ganhou. -Be n o tiver n o servir! como critério de seleç o. . Tem sigilo de proposta na primeira etapa.V Do Eo caso de empate entre duas ou mais propostas. mas tem dois privilégios' vai colocar uma caneta de qualidade melhor. e ap2s obedecido o disposto no V Do do art. .' licitaç o para comprar caneta. sem sigilo nas propostas. V <o Ea hip2tese prevista no art.>>. .@em o licitante A e di" que vende a caneta por um real. e. . entre os licitantes considerados qualificados a classificaç o se dar! pela ordem crescente dos preços propostos.clusivamente o critério previsto no par!grafo anterior. obrigatoriamente.ecutivo. bem como também ofereceria o parcelamento. banhada a ouro e mais parcela em 8G ve"es para a administraç o pagar.o desta Hei.D?>.Be a administraç o di" que quer a caneta N e o licitante oferece uma melhor isso n o pode ser critério de seleç o. Di" o edital que o critério melhor preço.

A conseqPAncia do licitante e presidente da administraç o que frauda o sigilo de proposta é improbidade administrativa. .pio do procedimento formal: -&rocedimento licitat2rio é procedimento formal. -Einguém pode conhecer o conte(do até o momento marcado para a abertura dos envelopes em sess o p(blica. . %sse procedimento é formal. ninguém conhece o conte(do. que s2 pode ser conhecido em sess o p(blica designada para isso.presidente da comiss o licitat2ria levou o envelope para sua casa mancomunado com o presidente de uma empresa licitante e abriram o envelope com o bico da chaleira quente..emploR . --s envelopes devem ser entregues lacrados e o licitante n o deve contar a ninguém o que colocou no envelope. -. Luer di"er que a combinaç o prévia que as empresas fa"em . >O e seguintes da lei ><<<UO. Aquela formalidade que se n o for observada realmente vai causar pre$u/"o.. A formalidade deve ser necess!ria: aquela que se n o for observada vai causar pre$u/"o.licitante entrega o envelope lacrado.Eo BTS h! v!rias decisões di"endo que a formalidade deve ser necess!ria. .administrador n o pode inventar moda.&rocedimento deve ser conforme o que est! previsto na lei.essa eu ganho na pr2. criar nova fase e nem dispensar fase e.<<< presidente de comiss o de licitaç o se achou todo poderoso e quando um licitante n o colocava a proposta em um envelope amarelo e assinatura de caneta a"ul era e.ima vocA ganha0 isso é fraude ao sigilo das propostas e é crime mais improbidade administrativa.BTS tem muitas decisões em situações diversas. &ode a comiss o de licitaç o criar uma nova faseR Suntar o convite com a tomada de preços.E o pode ser formalidade por mera formalidade. criar nova modalidade. e o administrador deve fa"er conforme previsto na lei. . .. por e.A partir da lei >.clu/do da licitaç o por descumprir a formalidade. &rinc. e é crime de fraude de sigilo de proposta previsto nos arts. . -.istente.