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DESIGN AMBIENTAL

DESIGN AMBIENTAL LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | NOVEMBRO ’08 LUISCALIXTO@BIOBURGOS.COM

LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | NOVEMBRO ’08 LUISCALIXTO@BIOBURGOS.COM

DESIGN AMBIENTAL LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | NOVEMBRO ’08 LUISCALIXTO@BIOBURGOS.COM

LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | MARÇO ‘08

DESIGN AMBIENTAL

Panorama

Nacional

1

2

3

4

CO2 | Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima

Parque das Nações Planeamento Urbano Sustentável

Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável

Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

Sustentável Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

A TERRA várias verdades inconvenientes

A TERRA várias verdades inconvenientes 3 questões críticas An Inconvenient Truth – Al Gore

3 questões críticas

A TERRA várias verdades inconvenientes 3 questões críticas An Inconvenient Truth – Al Gore

An Inconvenient Truth – Al Gore

A TERRA várias verdades inconvenientes

A TERRA várias verdades inconvenientes CO 2 e o Efeito de Estufa – A perspectiva científica

CO2 e o Efeito de Estufa – A perspectiva científica e a perspectiva política

CO 2 e o Efeito de Estufa – A perspectiva científica e a perspectiva política An

An Inconvenient Truth – Al Gore

PORTUGAL contexto nacional

Edifícios – consomem 46% da energia primária em Lisboa;

Grande pressão económica sobre o sector da construção

Novas estratégias políticas para a redução das necessidades energéticas nos edifícios

2006 – revisão dos regulamentos térmico e de qualidade do ar interior (RCCTE e RSECE)

Novo RCCTE e RSECE impõem uma redução de 50% nas necessidades de energia máximas admissíveis

Introdução do sistema de certificação energética

Introdução do sistema de certificação energética Lisboa E-Nova – Agência de Energia e Ambiente de Lisboa

Lisboa E-Nova – Agência de Energia e Ambiente de Lisboa

de certificação energética Lisboa E-Nova – Agência de Energia e Ambiente de Lisboa Certificado Energético -

Certificado Energético - ADENE

PORTUGAL um país rico

O

radiação solar

País da

UE com maiores níveis de

Grande potencial para energia renováveis

Grande dependência externa de energia (95%, petróleo)

de

Crescimento

energia primária

contínuo

do

consumo

Passamos 90% do nosso tempo dentro de edifícios

Qualidade do ar exterior é 2x a 20x melhor que no interior

País do UE com maior mortalidade durante o Inverno

9 meses de neutralidade térmica com o exterior

o Inverno 9 meses de neutralidade térmica com o exterior PVGIS © European Communities, 2001-2007 WEATHER

PVGIS © European Communities, 2001-2007

9 meses de neutralidade térmica com o exterior PVGIS © European Communities, 2001-2007 WEATHER TOOL –

WEATHER TOOL – Clima Lisboa

LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | MARÇO ‘08

DESIGN AMBIENTAL

Parque das Nações

1

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3

4

Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima

Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect
Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect
Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect
Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect

Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável

Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

| Clima Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

CASO DE ESTUDO Bed Zed (Londres)

Maior empreendimento sustentável no Reino Unido

Comunidade sustentável, com aplicação de boas práticas e estratégias energético-ambientais

Diversidade socio-económica

Diversidade de usos

com aplicação de boas práticas e estratégias energético-ambientais Diversidade socio-económica Diversidade de usos

CASO DE ESTUDO Parque das Nações

(Expo’98)

600m larg. X 5.000m comp. de frente de rio

Reconversão de uma área de depósito de contentores

Palco da Exposição Mundial em 1998

Nova área urbana e cultural de Lisboa

Centro de transportes públicos

Estratégias sustentáveis na procura do conforto e qualidade urbana

Procura de energias renováveis nos edifícios e áreas urbanas

Infra-estuturas eficientes com uma única galeria

urbana Procura de energias renováveis nos edifícios e áreas urbanas Infra-estuturas eficientes com uma única galeria
ÁREA RESIDENCIAL NORTE Planeamento Urbano Sustentável Área Multifuncional (importantes serviços a 10min a pé)
ÁREA RESIDENCIAL NORTE Planeamento Urbano Sustentável Área Multifuncional (importantes serviços a 10min a pé)

ÁREA RESIDENCIAL NORTE

Planeamento Urbano Sustentável

Área Multifuncional (importantes serviços a 10min a pé)

Variedade urbana

Desenho urbano favorece as vistas, o contacto com o rio e o aproveitamento solar

O Rio como parte importante do desenvolvimento urbano

Orientação Sul dos edifícios e dos espaços públicos

Altura dos edifícios decrescente em direcção ao rio

ÁREA RESIDENCIAL NORTE Planeamento Urbano Sustentável Prioridade ao conforto urbano Tráfego condicionado, prioridade ao
ÁREA RESIDENCIAL NORTE Planeamento Urbano Sustentável Prioridade ao conforto urbano Tráfego condicionado, prioridade ao

ÁREA RESIDENCIAL NORTE

Planeamento Urbano Sustentável

Prioridade ao conforto urbano

Tráfego condicionado, prioridade ao peão

Aproveitamento da frente de rio

Áreas de lazer, parques e zonas de estar

Sombreamentos naturais promovendo o uso do espaços exteriores

ÁREA RESIDENCIAL NORTE Planeamento Urbano Sustentável Áreas arborizadas para um melhor conforto no espaço público
ÁREA RESIDENCIAL NORTE Planeamento Urbano Sustentável Áreas arborizadas para um melhor conforto no espaço público

ÁREA RESIDENCIAL NORTE

Planeamento Urbano Sustentável

Áreas arborizadas para um melhor conforto no espaço público

Barreiras ao vento melhorando o conforto exterior

O rio como recurso natural para arrefecimento dos espaços públicos

Influência directa no arrefecimento dos edifícios

LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | MARÇO ‘08

DESIGN AMBIENTAL

Torre Verde

1

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3

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Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima

Parque das Nações Planeamento Urbano Sustentável

Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável

Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

Sustentável Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios
© Google Earth
© Google Earth

TORRE VERDE

Arquitectura Sustentável 41 apartamentos em 12 pisos

© Tirone Nunes
© Tirone Nunes
Arquitectura: Tirone Nunes
Arquitectura: Tirone Nunes

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde

Edifício Sustentável

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde Edifício Sustentável OPTIMIZAÇÃO DA ORIENTAÇÃO Orientação das fachadas de modo a

OPTIMIZAÇÃO DA ORIENTAÇÃO

Orientação das fachadas de modo a recolher maiores ganhos solares de Inverno

Configuração interior favorecendo Sul, Nascente e Poente

Maiores envidraçados a Sul

Sul, Nascente e Poente Maiores envidraçados a Sul Radiação Solar em planos verticais em Lisboa Orientação

Radiação Solar em planos verticais em Lisboa

Orientação

Sul

Poente

Nasce.

Norte

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde

Edifício Sustentável

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde Edifício Sustentável ISOLAMENTO EXTERIOR Protege a estrutura do impacto directo do clima

ISOLAMENTO EXTERIOR

Protege a estrutura do impacto directo do clima

Minimiza pontes térmicas

Evita condensações internas

Maior aproveitamento da inércia térmica das paredes

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde

Edifício Sustentável

Sem sombreamentos
Sem sombreamentos
Com sombreamentos
Com sombreamentos

SOMBREAMENTOS EXTERIORES

Evita ganhos solares excessivos no Verão

Protege o envidraçado da radiação directa e do consequente efeito de estufa

Melhor controlo e distribuição da iluminação natural

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde

Edifício Sustentável

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde Edifício Sustentável D i a Noite © Tirone Nunes © Tirone Nunes

Dia

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde Edifício Sustentável D i a Noite © Tirone Nunes © Tirone Nunes

Noite

© Tirone Nunes © Tirone Nunes
© Tirone Nunes
© Tirone Nunes

PAREDES TROMBE

Radiadores gratuitos durante o Inverno

Efeito de estufa

20cm de betão com a superficie exterior preta e orientação SUL

Efeito de condução térmica com time-leg de aprox.

6h

Acumulação de calor durante o dia e libertação para o interior durante a noite

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde

Edifício Sustentável

MEDIDAS PASSIVAS Torre Verde Edifício Sustentável COLECTORES SOLARES Aquecimento gratuito para águas quentes

COLECTORES SOLARES

Aquecimento gratuito para águas quentes sanitárias (AQS)

24% da água consumida em Portugal é quente

Utilização de energia renovável em vez de gás ou electricidade

Energia gratuita para o sistema de aquecimento central

Obrigatoriedade de colectores solares no novo RCCTE

MONITORIZAÇÃO Torre Verde - Inverno

Sem aquecimento central Temperaturas exteriores: 5.7ºC – 15ºC Temperaturas interiores: 18.5ºC – 20.1ºC

- Inverno Sem aquecimento central Temperaturas exteriores: 5.7ºC – 15ºC Temperaturas interiores: 18.5ºC – 20.1ºC
- Inverno Sem aquecimento central Temperaturas exteriores: 5.7ºC – 15ºC Temperaturas interiores: 18.5ºC – 20.1ºC

ECOTECT térmico | iluminação

ECOTECT térmico | iluminação INVERNO 17ºC – 20ºC FACTOR LUZ DIA 2% - 10% VERÃO 23ºC

INVERNO 17ºC – 20ºC

ECOTECT térmico | iluminação INVERNO 17ºC – 20ºC FACTOR LUZ DIA 2% - 10% VERÃO 23ºC

FACTOR LUZ DIA 2% - 10%

ECOTECT térmico | iluminação INVERNO 17ºC – 20ºC FACTOR LUZ DIA 2% - 10% VERÃO 23ºC

VERÃO 23ºC – 27ºC

ECOTECT térmico | iluminação INVERNO 17ºC – 20ºC FACTOR LUZ DIA 2% - 10% VERÃO 23ºC

LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | MARÇO ‘08

DESIGN AMBIENTAL

Ecotect

1

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3

4

Energia | Legislação Portuguesa Recursos Naturais | Clima

Parque das Nações Planeamento Urbano Sustentável

Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável

Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

Sustentável Torre Verde 1 Exemplo de Arquitectura Sustentável Ecotect Software de simulação ambiental em edifícios

1 - O QUE É O ECOTEC?

ECOTECT

- O ecotect é um software de análise de comportamento ambiental em edifícios.

-Desenvolvido pelo professor Andrew J. Marsh na Universidade de Cardiff

- Integra o aspecto visual 3D com uma larga escala de análises e simulações de ambientes.

-O ecotect tem como feedback resultados tanto de cálculo como de design.

- Possibilidade de projectar desde o inicio correctamente, tendo em conta as características ambientais

INPUTS

-Associação com software de desenho 2D e 3D (AutoCAD; 3DStudio -Importação de ficheiro .DWG, .DXF e .3DS (file -> import)

OUTPUTS

-Gráficos e tabelas de análise e cálculos

-Imagem de análise em 2D e 3D em formatos .BMP, .JPG e .TIFF

- Exportação de ficheiros .DXF (file -> export)

  Imagem de análise em 2D e 3D em formatos .BMP, .JPG e .TIFF - Exportação

2 - IMPORTAÇÃO DE FICHEIROS DE CAD

FICHEIROS .DXF

-Os ficheiros .DXF servem como linhas de orientação para a modelação no ECOTECT.

- Só podem ser importadas linhas e NÃO POLYLINES

FICHEIROS .3DS

-Os ficheiros .3DS servem somente para a imagem final da modelação do ECOTECT. -A modelação feita no CAD não é reconhecida pelo ECOTECT, não servindo de análise. É sempre necessária a modelação no ECOTECT.

- Feita a importação é necessário corrigir a triangulação (modify -> merge coincident triangles)

no ECOTECT. - Feita a importação é necessário corrigir a triangulação ( modify -> merge coincident
no ECOTECT. - Feita a importação é necessário corrigir a triangulação ( modify -> merge coincident

3 – DEFINIÇÕES E PREFERÊNCIAS

IMPORTAÇÃO DE FICHEIROS

-Definição da escala a que se vai trabalhar (a mesma para a importação do .DXF e do 3DS.) - Definir o .DXF como sendo só de linhas de construção (construction lines)

PREFERÊNCIAS

-Definir a altura da modelação ATENÇÃO À ESCALA UTILIZADA (file -> user preferences -> modelling) -Definir o cursor snap, tal como no AutoCAD (file -> user preferences -> cursor snap)

modelling ) -   Definir o cursor snap , tal como no AutoCAD ( file ->

4 – MODEL SETTINGS

LOCALIZAÇÃO

-Definir a localização geográfica do projecto Latitude e Longitude (model -> model settings) -Definir o clima a considerar - por norma o clima correspondente à localização .WEA (model -> model settings) -Definir a orientação face ao NORTE e o tipo de terreno – urbano, suburbano, rural ou exposto (model -> model settings)

a orientação face ao NORTE e o tipo de terreno – urbano, suburbano, rural ou exposto

5 – MODELAÇÃO

MODELAÇÃO POR ZONAS

-A modelação por zonas é mais simples. Define-se o volume todo e o ECOTECT reconhece automaticamente o chão, tecto e paredes. Temos também a garantia de um volume fechado correctamente e pronto para ser analisado

MODELAÇÃO DE JANELAS E PORTAS

-A modelação de janelas e portas faz-se

planos no mesmo plano da fachada. Desenha-se o plano da janela, define-se como sendo uma janela (material assignments). Associa- se depois à fachada correspondente (edit -> link objects)

-Janelas e portas na mesma layer do volume em causa - Basta definir as portas num dos volumes e não nos dois pois o programa reconhece a adjacência

através da criação de

- Basta definir as portas num dos volumes e não nos dois pois o programa reconhece
- Basta definir as portas num dos volumes e não nos dois pois o programa reconhece

6 – DEFINIÇÃO DOS MATERIAIS

CRIAÇÃO DE MATERIAIS

-O ECOTECT possui uma lista de materiais pré-definidos, porém é sempre possível criar novos materiais e alterar os pré-definidos. Define-se todos as propriedades e características de cada material –

espessuras, transmissões térmicas, peso, absorção solar, etc. (model -> material library)

- É necessário definir os materiais de cada plano de cada zona

DEFINIÇÃO DO MATERIAL PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO

- O ECOTECT define os materiais como

necessário definir sempre o material primário e o secundário. O ECOTECT escolherá um dos dois. Aplica o primário sempre que o plano não tenha adjacências e aplica o material secundário sempre que o plano possui adjacências (exemplo da laje que contém varanda enquanto laje possui adjacência, enquanto varanda não possui adjacência)

primários e secundários. É

contém varanda enquanto laje possui adjacência, enquanto varanda não possui adjacência) primários e secundários. É
contém varanda enquanto laje possui adjacência, enquanto varanda não possui adjacência) primários e secundários. É

7 – ZONE MANAGEMENT

DEFINIÇÃO DAS ZONAS

- Depois das zonas modeladas é necessário definir o esquema de funcionamento da zona. Define-se: sistema de AVAC, o tempo de operação, a banda de conforto térmico, o tipo e número de ocupantes,

os ganhos térmicos e as renovações de ar do espaço (model -> zone

management)

o tipo e número de ocupantes, os ganhos térmicos e as renovações de ar do espaço

8 – CÁLCULOS E ANÁLISES

CÁLCULO DE ADJACÊNCIAS

-O cálculo de adjacências serve para confirmar as correctas adjacências entre os diversos volumes. Confirma não só a correcta posição entre cada volume como também a correcta aplicação dos materiais entre superfícies adjacentes. -O cálculo de adjacências poderá ser demorado consoante a complexidade do projecto - O ouput é uma confirmação de que tudo está correcto ou um aviso de que algo está errado, com indicação do erro. O cálculo das adjacências terá de ser realizado até que não se obtenham erros prejudiciais para os cálculos (calculate -> inter-zonal adjacencies)

ser realizado até que não se obtenham erros prejudiciais para os cálculos ( calculate -> inter-zonal
ser realizado até que não se obtenham erros prejudiciais para os cálculos ( calculate -> inter-zonal

8 – CÁLCULOS E ANÁLISES

ANÁLISES TÉRMICAS

- A análise térmica é feita para cada zona, podendo ser mostradas todas as zonas num mesmo gráfico. Podem ser feitas diversas análises. Análises de temperatura, análises de ganhos e perdas de calor, análises de consumos mensais, entre outras (calculate -> Thermal Analysis)

- Os outputs são:

- gráfico com as condições térmicas ao longo das 24h de um determinado dia. Apresenta-se também a

temperatura exterior e a banda de

térmico definido - tabela com as temperaturas ao longo do dia, com as áreas e envidraçado, áreas de superfície, etc (a tabela

poderá ser copiada para o EXCEL)

conforto

do dia, com as áreas e envidraçado, áreas de superfície, etc (a tabela poderá ser copiada
do dia, com as áreas e envidraçado, áreas de superfície, etc (a tabela poderá ser copiada
8 – CÁLCULOS E ANÁLISES CÁLCULO DE CONFORTO TÉRMICO
8 – CÁLCULOS E ANÁLISES
CÁLCULO DE CONFORTO TÉRMICO

-O cálculo de conforto térmico é feito para uma área definida pela utilizador. A análise será feita ao nível do pavimento. O utilizador seleciona o pavimento das zonas que quer realizar a análise e adapta a grelha (calculate -> spatial confort) -O resultado será uma apresentação do valor em cada célula da grelha -NOTA: o cálculo do conforto térmico implica o cálculo das adjacências.

do conforto térmico implica o cálculo das adjacências. DEFINIÇÃO DA GRELHA DE ANÁLISE - As dimensões

DEFINIÇÃO DA GRELHA DE ANÁLISE

- As dimensões das células da grelha de

definidas. Quanto mais células, melhor a definição do resultado, porém mais tempo demorará (analysis grid -> grid management)

análise deverão ser

8 – CÁLCULOS E ANÁLISES

CÁLCULO DE CONFORTO TÉRMICO

- O cálculo do conforto térmico poderá ser dado segundo várias análises:

-TEMPERATURA RADIANTE (ºC):

- Temperatura ao nível do pavimento ou paredes (analysis grid -> grid data & scale -> mean radiant temp)

-PERCENTAGEM DE INSATISFAÇÃO (PPD - %):

-Indica a percentagem de pessoas insatisfeitas nesse determinado espaço (quanto maior a percentagem pior o conforto nesse espaço) (analysis grid -> grid data & scale -> percent dissatisfaction )

percentagem pior o conforto nesse espaço) ( analysis grid -> grid data & scale -> percent
percentagem pior o conforto nesse espaço) ( analysis grid -> grid data & scale -> percent
8 – CÁLCULOS E ANÁLISES CÁLCULO DE NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO
8 – CÁLCULOS E ANÁLISES
CÁLCULO DE NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO

-O cálculo dos níveis de iluminação definide a quantidade de lux em cada compartimento. -O cálculo é definido da mesma maneira do cálculo de conforto térmico, a grelha é a mesma (calculate -> lighting levels) -O resultado será uma apresentação do valor em cada célula da grelha -O output será a imagem tridimensional do espaço com a análise cromática em lux nos diversos espaços (ficheiros .BMP, .JPG ou .TIF) - NOTA: o cálculo dos níveis de iluminação implica o cálculo das adjacências.

(ficheiros .BMP, .JPG ou .TIF) - NOTA: o cálculo dos níveis de iluminação implica o cálculo
(ficheiros .BMP, .JPG ou .TIF) - NOTA: o cálculo dos níveis de iluminação implica o cálculo

9 - DISPLAY E OUTPUTS FINAIS

OPENGL (EXPERIMENTAL)

-As imagens tridimensionais deverão ser

OpenGL (display -> OpenGL) -Com a nova janela é possível definir o que se quer que apareça na imagem final. É possível definir cores tanto do modelo como do fundo.

Podemos incluir sombras, o percurso solar diário ou anual, seccionar o modelo, etc.

extraídas pelo

-Tal como o 3DStudio é possivel criarmos

cameras

-Os renders são simples, mas bastantes eficazes - Os outputs serão imagens do tipo .BMP,

.JPG ou .TIF,

porém a qualidade varia com a qualidade gráfica do computador

- Os outputs serão imagens do tipo .BMP, .JPG ou .TIF, porém a qualidade varia com
- Os outputs serão imagens do tipo .BMP, .JPG ou .TIF, porém a qualidade varia com

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

MODELO

cozinha sala quarto
cozinha
sala
quarto
10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS MODELO cozinha sala quarto

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

GRÁFICOS DE TEMPERATURAS HORÁRIAS E DE COMSUMOS MENSAIS DE ENERGIA EM AQUECIMENTO E ARREFECIMENTO

DE IMAGENS E GRÁFICOS GRÁFICOS DE TEMPERATURAS HORÁRIAS E DE COMSUMOS MENSAIS DE ENERGIA EM AQUECIMENTO
DE IMAGENS E GRÁFICOS GRÁFICOS DE TEMPERATURAS HORÁRIAS E DE COMSUMOS MENSAIS DE ENERGIA EM AQUECIMENTO

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

IMAGENS DE TEMPERATURA RADIANTE NOS DOIS PISOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE TEMPERATURA RADIANTE NOS DOIS PISOS
10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE TEMPERATURA RADIANTE NOS DOIS PISOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

IMAGENS DE PERCENTAGEM DE INSATISFAÇÃO NOS DOIS PISOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE PERCENTAGEM DE INSATISFAÇÃO NOS DOIS PISOS
10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE PERCENTAGEM DE INSATISFAÇÃO NOS DOIS PISOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

IMAGENS DE NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO
10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

IMAGENS DE CORTES E SOMBREAMENTOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE CORTES E SOMBREAMENTOS
10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE CORTES E SOMBREAMENTOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS

IMAGENS DE SOMBREAMENTOS

10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE SOMBREAMENTOS
10 – EXEMPLOS DE IMAGENS E GRÁFICOS IMAGENS DE SOMBREAMENTOS

11 – EXEMPLO PRÁTICO

CASO ESTUDO

- Apartamento (Hotel) em Alcochete

-Grande área de envidraçados a Sul e Norte -Envidraçados ocupando mais de 90% da área de parede

PROBLEMA

-Grandes necessidade de Aquecimento no Inverno (área de envidraçado Norte)

- Grandes necessidade de Arrefecimento no Verão (área de envidraçado Sul desprotegida) -Dificuldade em manter o equilíbrio térmico do espaço

no Verão (área de envidraçado Sul desprotegida) -   Dificuldade em manter o equilíbrio térmico do
no Verão (área de envidraçado Sul desprotegida) -   Dificuldade em manter o equilíbrio térmico do

11 – EXEMPLO PRÁTICO

NECESSIDADES AQUECIMENTO Área envidraçado superior a 90% área de parede NECESSIDADES AQUECIMENTO -50% a área
NECESSIDADES AQUECIMENTO
Área envidraçado superior a 90% área de
parede
NECESSIDADES AQUECIMENTO
-50% a área de envidraçado

11 – EXEMPLO PRÁTICO

CUSTOS DAS NECESSIDADES AQUECIMENTO

 

Necessidades de Aquecimento (kWh.ano)

Custo do

Custo Total

Custo Total m²

kWh.ano

Sala - com 17,0m ² área envidraçado a Norte

5539,40

0,101

559

9,17 /m ²

Sala - com 8,5m ² área envidraçado a Norte

4306,98

0,101

435 (-124 )

7,13 /m ²

11 – EXEMPLO PRÁTICO

NECESSIDADES ARREFECIMENTO Espaço sem sombreamento exterior na fachada Sul NECESSIDADES ARREFECIMENTO Com
NECESSIDADES ARREFECIMENTO
Espaço sem sombreamento exterior na
fachada Sul
NECESSIDADES ARREFECIMENTO
Com sombreamento exterior

11 – EXEMPLO PRÁTICO

CUSTOS DAS NECESSIDADES AQUECIMENTO

 

Necessidades de Aquecimento (kWh.ano)

Custo do

Custo Total

Custo Total m²

kWh.ano

Sala – sem sombreamento a Sul

615,01

0,101

 

62

1,01 /m ²

Sala - com sombreamento a Sul

411,49

0,101

42

(-20 )

0,68 /m ²

12 – ALGUMAS SOLUÇÕES A ADOPTAR

ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR

Funciona como uma primeira camada de protecção, evitando a passagem não necessária de calor e frio para o interior das paredes. Eliminação de todas as pontes térmicas e garantia de uma aplicação contínua. Aumento da inércia térmica funcionando a favor do clima interior

ÁREA DE ENVIDRAÇADOS

A área de envidraçados deverá ser privilegiada para orientações a Sul e reduzida para orientações a Norte, de modo a

optimizar os ganhos solares (Sul) e a diminuir as perdas de calor (Norte).

ORIENTAÇÃO DOS ESPAÇOS

Os espaços de permanência deverão ser correctamente orientados para um maior aproveitamento dos ganhos solares directos e indirectos. Privilegiar espaços de permanência virados a Sul e Nascente e orientar espaços como cozinhas e casas de banho nas orientações Norte e Poente.

SOMBREAMENTOS

No Verão é possível evitar os ganhos excessivos protegendo os vãos com sombreamentos exteriores. Nos vãos orientados

a

Sul, recomendam-se palas/varandas de modo a anular os ganhos excessivos

sombreamentos exteriores. Nos vãos orientados a Sul, recomendam-se palas/varandas de modo a anular os ganhos excessivos

12 – ALGUMAS SOLUÇÕES A ADOPTAR

VENTILAÇÃO NATURAL CRUZADA

A ventilação natural cruzada é eficaz no controlo térmico dos espaços. Havendo fachadas opostas (piso superior do apartamento), a ventilação cruzada acontece pela diferença de temperaturas entre as duas fachadas.

pela diferença de temperaturas entre as duas fachadas. PAREDES TROMBE As paredes Trombe funcionam como radiadores.

PAREDES TROMBE

As paredes Trombe funcionam como radiadores. Recebem os ganho solares durante o dia no Inverno (quando a incidência solar tem um menor ângulo) e será transmitida por condução para o interior durante a noite. As paredes trombe implicam uma orientação a Sul.

e será transmitida por condução para o interior durante a noite. As paredes trombe implicam uma

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DESIGN AMBIENTAL LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | NOVEMBRO ’08 LUISCALIXTO@BIOBURGOS.COM OBRIGADO…

LUÍS CALIXTO | MESTRADO EM ARQUITECTURA | NOVEMBRO ’08 LUISCALIXTO@BIOBURGOS.COM

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OBRIGADO…