SISTEMA DE MODELOS

MOHID
BREVE DESCRIÇÃO
ÍNDICE
1 O SISTEMA DE MODELOS MOHID..................................................................................4
2 DESCRIÇÃO DO MÓDULO MOHID2D.............................................................................7
2.1 Considerações Gerais...................................................................................................................... 7
2.2 EQUAÇÕES...................................................................................................................................
2.! E"#ens$o das E%&ações a '(&as )ro*&ndas...................................................................................+
2., Si-&.aç$o do )ro/esso de Re0en#aç$o.........................................................................................11
2.1 SO2UÇÃO 3U45RICA.............................................................................................................12
2.6 CO3DIÇÕES DE 7RO38EIRA E OU8ROS DADOS............................................................12
3 DESCRIÇÃO DO MÓDULO MOHID3D...........................................................................13
!.1 Cara/#er9s#i/as Gerais................................................................................................................... 1!
3.1.1 Coordenada Vertical Genérica..................................................................................................................14
!.2 Co-:onen#e Baro/.9ni/a...............................................................................................................11
4 MÓDULO DE TRANSPORTE EULERIANO....................................................................17
,.1 Considerações Gerais.................................................................................................................... 17
,.2 E%&ações a reso.;er....................................................................................................................... 17
4.2.1 Caso tridimensional..................................................................................................................................17
4.2.2 Caso bidimensional integrado na vertical................................................................................................18
,.! Caso &nidi-ensiona....................................................................................................................... 1
,., Dis/re#i<aç$o es:a/ia..................................................................................................................... 1
,.1 Dis/re#i<aç$o #e-:ora................................................................................................................... 1
,.6 I-:.e-en#aç$o.............................................................................................................................. 1+
,.7 8rans:or#e de Sedi-en#os 7inos..................................................................................................1+
4.7.1 Velocidade de Queda................................................................................................................................19
4.7.2 Interac!o com o "undo............................................................................................................................2#
4.7.3 $odelo de %ros!o......................................................................................................................................2#
4.7.4 $odelo de &e'osi!o................................................................................................................................21
5 TRANSPORTE DE AREIAS...............................................................................................22
1.1 In#rod&ç$o..................................................................................................................................... 22
1.2 Cara/#er9s#i/as Gerais................................................................................................................... 2!
6 MÓDULO DE TRANSPORTE LAGRANGEANO.............................................................24
Sistema de modelos MOHID 2
6.1 Considerações Gerais.................................................................................................................... 2,
6.2 4e#odo.o(ia................................................................................................................................... 2,
6.! 8er-o ad;e/#i;o............................................................................................................................ 2,
6., 8er-o di*&si;o.............................................................................................................................. 21
(.4.1 &eslocamento aleat)rio.............................................................................................................................2*
(.4.2 +umento do volume..................................................................................................................................2*
6.1 7on#es e )oços............................................................................................................................... 26
(.*.1 Inactiva!o bacteriol)gica.........................................................................................................................2(
(.*.2 ,edimenta!o-ressus'ens!o......................................................................................................................27
6.6 E-iss$o.......................................................................................................................................... 2
7 Módu! d" #u$%d$d" d$ &'u$ d! S%()"*$ MOHID.........................................................2+
7.1 7i#o:.=n/#on................................................................................................................................... !>
7.2 A<o#o.............................................................................................................................................. !2
, INTER-ACES......................................................................................................................35
+ R"."/012%$(............................................................................................................................36
13 E4EMPLOS DE APLICAÇ5ES.......................................................................................37
Sistema de modelos MOHID 3
1 O SISTEMA DE MODELOS MOHID
O sistema de modelos MOHID, originalmente desenvolvido no Instituto Superior Técnico,
compreende um conjunto de módulos capazes de, para além da hidrodinâmica, simular
enómenos de dispers!o "a#ordagens lagrangiana e euleriana$, %ualidade da &gua e
transporte de sedimentos "coesivos e n!o coesivos$' Todos estes módulos apresentam a
particularidade de poderem ser utilizados integrados nos códigos MOHID(D ou MOHID)D
ou tra#alharem isoladamente, utilizando neste caso valores de correntes ornecidos por
icheiros e*ternos'
+ntre os módulos %ue comp,em actualmente o sistema de modelos MOHID podem
salientar-se.
• 4?d&.o @idrodin=-i/o 0idi-ensiona. A 4OBID2D
MOHID(D é um modelo hidrodinâmico #idimensional, integrado na vertical' +m#ora
se trate de um modelo (D permite a considera/!o simultânea de ramos 0D para a
simula/!o de escoamentos em rios por e*emplo' +ste modelo resolve as e%ua/,es
para &guas pouco proundas "shallow water equations$, usando um algoritmo semi -
impl1cito, #aseado em dieren/as initas, e permite a simula/!o de escoamentos
produzidos por dierentes agentes or/adores como sejam a maré, o vento ou as
ondas produzidas pelo vento'
+ste modelo pode ser utilizado resolvendo as e%ua/,es de Saint-2ennant "press!o
hidrost&tica$ ou as e%ua/,es de 3oussines% "press!o n!o hidrost&tica$' 4 primeira
op/!o é v&lida no caso de escoamentos de ondas longas "e'g' maré$ en%uanto a
segunda op/!o é necess&ria para a simula/!o de ondas curtas "e'g' ondas de vento$'
5o caso deste 6ltimo módulo "e%ua/,es de 3oussines%$ a vers!o das e%ua/,es %ue
é resolvida apresenta uma e*tens!o a &guas proundas %ue permite a propaga/!o de
ondas de vento desde &guas proundas até & costa e inclui a simula/!o do processo
de re#enta/!o'
• 4?d&.o @idrodin=-i/o #ridi-ensiona. A 4OBID!D
MOHID)D é um modelo hidrodinâmico tridimensional %ue tem como hipóteses
#&sicas as apro*ima/,es hidrost&tica e de 3oussines%' 4 discretiza/!o espacial é
eectuada com #ase numa coordenada genérica na vertical "incluindo a coordenada
sigma e a cartesiana$ e numa malha descentrada na horizontal' O es%uema temporal
é do tipo semi-implicito "Santos 7 5eves, 0880, Santos, 0889$' 4dicionalmente :s
e%ua/,es de momento e de conserva/!o da massa, o modelo inclui duas e%ua/,es
de transporte para a salinidade e para a temperatura e uma e%ua/!o de estado para
a simula/!o dos eeitos #arocl1nicos'
Sistema de modelos MOHID 4
• 4?d&.o de #&r0&.Cn/ia
+ste módulo permite calcular o transporte da energia cinética utilizando modelos de
0,( e ('9 e%ua/,es ";oelho, 088<$' 4 tend=ncia é a adop/!o de modelos de n1vel ('9
segundo a classiica/!o de Mellor e >amada'
• 4?d&.o de #rans:or#e e&.eriano
+ste módulo permite calcular evolu/!o de uma propriedade caracterizada por um
gradiente suave' ?esolve e*plicitamente os termos advectivos e diusivos horizontais
e implicitamente os termos advectivos e diusivos verticais, podendo o termo
advectivo ser resolvido recorrendo a um dos seguintes tipos de discretiza/!o.
dieren/as centradas, upwind e @AI;B'
+ste módulo pode ser acoplado %uer ao módulo #idimensional %uer ao módulo
tridimensional'
5o caso do modelo )D #arocl1nico este módulo de transporte é utilizado por deeito
para calcular a evolu/!o no espa/o e no tempo da salinidade e da temperatura uma
vez %ue estes valores s!o necess&rios para a determina/!o do valor de densidade
em cada ponto do modelo'
De entre as propriedades %ue este módulo permite seguir, podem salientar-se pelas
suas caracter1sticas especiais.
• T/$1(6!/)" d" ("d%*"1)!( .%1!(
4 simula/!o do transporte de sedimentos inos é eectuada com #ase no módulo
de transporte euleriano, com ormula/,es espec1icas para a velocidade de
%ueda, para as trocas com o undo e para a locula/!o' 4 representa/!o do
enómenos de locula/!o e eros!oCsedimenta/!o dos sedimentos é eectuada
com #ase em ormula/,es emp1ricas %ue devem ser cali#radas com #ase em
medidas locais
• T/$1(6!/)" d" $/"%$(
O módulo de transporte de areias, permite seguir a evolu/!o da #atimetria em
estu&rios ou zonas costeiras sujeitas : ac/!o de ondas, correntes ou : ac/!o
com#inada de ondas e correntes'
Dara uma dada #atimetria, tipo de sedimentos e correntes locais, o modelo
calcula as ta*as de transporte de sedimentos de acordo com uma de diversas
órmulas de transporte ao dispEr do utilizador "e*' MeFer-Deter F Muller, 3aillard,
3ijGer, 2an ?ijn, 4cGers 7 Hhite$' I assim poss1vel avaliar de orma cont1nua a
evolu/!o da #atimetria local #em como os respectivos volumes de
eros!oCsedimenta/!o'
Os sedimentos s!o assumidos como n!o coesivos e podem ser considerados
dierentes diâmetros ao longo da zona de interesse'
Sistema de modelos MOHID 5
• 4?d&.o de #rans:or#e .a(ran(eano
O módulo de transporte lagrangeano do sistema de modelos MOHID tem diversas
aplica/,es, possi#ilitando a simula/!o do movimento de tra/adores com
determinadas propriedades, com #ase num campo de velocidades calculado com os
módulos hidrodinâmicos (D ou )D'
Os tra/adores podem ser utilizados para simular os mais diversos tipos de
enómenos como sejam, por e*emplo, a dispers!o de eluentes, o deslocamento de
manchas de resultantes de acidentes, a %ualidade da &gua, enómenos ecológicos
com simula/!o em grandes cai*as, etc'
O módulo de transporte lagrangeano apresenta-se como uma erramenta privilegiada
de integra/!o em estudos de processos multi-disciplinares com o#jectivo de
compreender enómenos %ue tenham uma vertente hidrodinâmica, %u1mica e
#iológica
;omplementarmente, oram desenvolvidos módulos de pré-processamento dos dados e
pós-processamento dos resultados capazes de gerar os dados necess&rios : utiliza/!o dos
modelos ou compilar a inorma/!o produzida numa orma clara e de &cil interpreta/!o'
5o te*to %ue se segue apresenta-se uma descri/!o sucinta das caracter1sticas dos
diversos módulos atr&s reeridos'
Sistema de modelos MOHID 6
2 DESCRIÇÃO DO MÓDULO MOHID2D
2.1 Considerações Gerais
MOHID é um modelo hidrodinâmico #i-dimensional, integrado na vertical originalmente
desenvolvido no Instituto Superior Técnico "IST$, Jis#oa, Dortugal %ue resolve as
e%ua/,es para &guas pouco proundas, %ue resultam da integra/!o na vertical das
e%ua/,es de 5avier-StoGes'
+ste modelo possui um módulo %ue resolve a apro*ima/!o com press!o hidrost&tica
"e%ua/,es de Saint-2enant$ e outro %ue resolve a apro*ima/!o com press!o n!o
hidrost&tica "e%ua/,es de 3oussines%$' O primeiro é aplic&vel a escoamentos de ondas
longas "e'g' propaga/!o da maré$ e o segundo a escoamentos de ondas mais curtas "e'g'
propaga/!o de ondas de vento$'
O módulo de propaga/!o de ondas de vento possui ainda uma apro*ima/!o para &guas
proundas %ue permite aplicar o modelo para propagar ondas desde grandes a pe%uenas
proundidades'
Dara além disso o modelo MOHID possui ainda um conjunto de outros módulos %ue lhe
permitem lidar com pro#lemas de dispers!o, %ualidade da &gua e transporte de
sedimentos' Dara além disso, em#ora seja um modelo #i-dimensional, pode tam#ém incluir
tro/os uni-dimensionais'
Sistema de modelos MOHID 7
2.2 EQUAÇÕES
4s e%ua/,es resolvidas no modelo MOHID reerem-se :s e%ua/,es para &guas pouco
proundas para um luido homogéneo com densidade constante.
∂ ξ


t
K
.
/u


K
0
/v



L

M


u
t
K u


u
.
K v


u
0
- v L - g
∂ξ


.
K
1
2
N

∂ ∂
3
2 3 1u
. t
2
K

∂ ∂ ∂
1v
. 0 t
3
2 3
O
-
1
(
2
"

∂ ∂
3
2
u
. t
K

∂ ∂ ∂
3
v
. 0 t
$ K

∂.



u
.
$ K

∂0
" µ


u
0
$ -
c
/
b
PuP u K
c
/
s
PQP
Q*


v
t
K u


v
.
K v


v
0
K u L - g
∂ξ


0
K
1
2
N

∂ ∂
3
2 3 1v
0 t
2
K

∂ ∂ ∂
1u
. 0 t
3
2 3
O
-
1
(
2
"

∂ ∂
3
2
v
0 t
K

∂ ∂ ∂
3
u
. 0 t
$ K

∂.



v
.
$ K

∂0



v
0
$ -
c
/
b
PuP v K
c
/
s
PQP
Q*
sendo t: tempo, (x,y): coordenadas cartesianas no plano horiontal! ξ: ele"a#$o da s%per&'cie li"re acima do n'"el m(dio!
H: )lt%ra da col%na de *+%a (desde o &%ndo at( , s%per&'cie li"re)! (%,"): m(dias "erticais das componentes horiontais
da "elocidade! &: par-metro de .oriolis! +: acelera#$o da +ra"idade! /: m(dia "ertical da "iscosidade t%r0%lenta!
c0:par-metro da tens$o de corte no &%ndo! cs: par-metro da tens$o de corte na s%per&'cie! (1x,1y): componentes
horiontais da "elocidade do "ento2
5o caso da simula/!o do escoamento da maré em estu&rios e rios, o dom1nio do modelo
pode ser estendido até ao limite da propaga/!o da maré usando modelos uni-
dimensionais' 4s e%ua/,es do modelo uni-dimensional, o#tidas por integra/!o numa
sec/!o transversal, s!o.
3


.
t
K


Q
.
L M


Q
t
K
Q
+



Q
.
L - g 4
∂ξ


.
-
c
/ +
s
P@P @ K c# 3 PQP Q*
sendo 3: lar+%ra do canal! 4: ca%dal! ): *rea da sec#$o trans"ersal2
Sistema de modelos MOHID 5
2.! ED8E3SÃO DAS EQUAÇÕES A 'GUAS )RO7U3DAS
4 incapacidade da orma tradicional das e%ua/,es de 3oussines% para lidarem com
pro#lemas de propaga/!o de ondas em &guas intermédias e proundas, constitui uma
limita/!o na aplica/!o dos modelos #aseados nestas e%ua/,es a muitas situa/,es para as
%uais poderiam constituir uma erramenta importante'
4 ultrapassagem desta limita/!o resulta na possi#ilidade de utiliza/!o de um mesmo
modelo para a propaga/!o das ondas desde &guas proundas até &guas pouco proundas,
garantindo a considera/!o dos eeitos n!o lineares e dispersivos desta 6ltima zona, n!o
contemplados noutros modelos usualmente utilizados nestas situa/,es'
;om o o#jectivo de o#viar esta limita/!o, durante os 6ltimos anos oram propostas novas
ormas das e%ua/,es podendo reerir-se as apro*ima/,es propostas por Madsen e
Sorensen "088M$, 5eves e Silva "0880$, 5Qogu "008)$ e Hei et al "088R$ entre outros'
5o presente caso, o modelo MOHID(D permite lidar com o pro#lema da simula/!o da
propaga/!o de agita/!o em &guas proundas utilizando tanto a a#ordagem proposta por
5Qogu "088)$ como a proposta por 5eves e Silva "0880$' +m#ora esta 6ltima só seja
v&lida para ondas monocrom&ticas apresenta a vantagem de, nos casos em %ue é
aplic&vel, necessitar de tempos de c&lculo ineriores'
4 a#ordagem proposta por 5eves e Silva #aseia-se num conceito de ajuste da rela/!o de
dispers!o para &guas proundas : rela/!o de dispers!o %ue resulta da teoria de StoGes'
;onsiderando %ue, em termos gerais, a rela/!o de dispers!o pode ser escrita na orma,
2 2
2 2 2
1 4
3
1
1
1 4 1

1 g
C

,
_

¸
¸
+ +
+
·
B
B
sendo B um coeficiente variável segundo a forma das equações considerada.
as e%ua/,es de #oussines% ter!o uma rela/!o de dispers!o %ue pode ser apresentada na
orma.
2 2
2
15 4
3
1
1
1

1 g
C

,
_

¸
¸
+ +
·
B
sendo h' o valor da profundidade até onde se fazem sentir as velocidades orbitais da onda.
Ama vez %ue a #ase deste método consiste em o#rigar as e%ua/,es de 3oussines% a
veriicarem a rela/!o de dispers!o da teoria de StoGes em :guas proundas, os valores de
hS podem ser o#tidos igualando a rela/!o de dispers!o da teoria de StoGes : rela/!o de
dispers!o anterior por orma a o#ter.
2
4
3
13 4 tan124
1 3
15 − ·
Sistema de modelos MOHID 6
Su#stituindo o valor de h por hS nos termos de #oussines% das e%ua/,es apresentadas
anteriormente, o#tém-se uma nova orma das e%ua/,es a %ual é apropriada para
aplica/,es tanto em &guas pouco proundas como em &guas proundas' 5o primeiro caso
a rela/!o hSCh tende para 0 "e portanto para o resultado da orma cl&ssica das e%ua/,es de
#oussines%$ en%uanto %ue no segundo caso assume valores ineriores a 0' 4s e%ua/,es
de conserva/!o de momento podem ent!o escrever-se na orma.


u
t
K u


u
.
K v


u
0
- v L - g
∂ξ


.
K
2
15
N
t .
3 u 15 2
2
3
∂ ∂

K
t 0 .
3 v 15 2
3
∂ ∂ ∂

O
-
(
15
2
"

∂ ∂
3
2
u
. t
K

∂ ∂ ∂
3
v
. 0 t
$ K

∂.



u
.
$ K

∂0
" µ


u
0
$ -
c
/
b
PuP u K
c
/
s
PQP
Q*


v
t
K u


v
.
K v


v
0
K u L - g
∂ξ


0
K
2
15
N
t 0
3 v 15 2
2
3
∂ ∂

K
t 0 .
3 u 15 2
3
∂ ∂ ∂

O
-
(
15
2
"

∂ ∂
3
2
v
0 t
K

∂ ∂ ∂
3
u
. 0 t
$ K

∂.



v
.
$ K

∂0



v
0
$ -
c
/
b
PuP v K
c
/
s
PQP
Q*
5o caso da propaga/!o de ondas irregulares, a depend=ncia de hS do n6mero de onda
impede a utiliza/!o da apro*ima/!o anterior' 5estes casos a a#ordagem proposta por
5Qogu é ent!o adoptada' +sta orma das e%ua/,es é actualmente considerada como uma
das mais evolu1das no %ue respeita ao tratamento deste tipo de pro#lemas'
5esta orma, as e%ua/,es s!o escritas em un/!o da velocidade horizontal a uma
proundidade ar#itr&ria 6
α
7 assumindo as e%ua/,es a orma.
∂ ξ


t
K
.
/u


K
0
/v


K
( ) ( )
1
]
1

¸

∇ ∇

,
_

¸
¸
+ + ∇ ∇

,
_

¸
¸
∇ 1u 1
2
1
6 u 1
(
1
8
2
2
α
α

.
s b
9 9
/
c
u u
/
c
8
0
u
0 .
u
. .
8g v : 8
0
v
u
.
u
u
t
u
+

,
_

¸
¸
+

,
_

¸
¸
+ · + +


µ




µ



ξ ∂







1
]
1

¸

,
_

¸
¸
∂ ∂ ∂
+ +

,
_

¸
¸
∂ ∂ ∂
+
t 0 .
3 v 2
t .
3 u 2
2
6
t 0 .
3 1v 2
t .
3 1u 2
6 8
3
2
3 3
2
3

∂ ∂
∂ ∂
∂ ∂

α
α
0
s b
9 9
/
c
v v
/
c
8
0
v
0 .
v
. 0
8g u :
0
v
v
.
v
u
t
v
+

,
_

¸
¸
+

,
_

¸
¸
+ · + + +


µ




µ



ξ ∂







1
]
1

¸

,
_

¸
¸
∂ ∂ ∂
+ +

,
_

¸
¸
∂ ∂ ∂
+
t 0 .
3 u 2
t 0
3 v 2
2
6
t 0 .
3 1u 2
t 0
3 1v 2
6 8
3
2
3 3
2
3

∂ ∂
∂ ∂
∂ ∂

α
α
representando (%," ) neste caso as componentes horiontais da "elocidade a %ma pro&%ndidade ar0itr*ria
α
2e ∇o
operador +radiente ( ) 0 - ; - ∂ ∂ ∂ ∂ x
Sistema de modelos MOHID 78
2., SI4U2AÇÃO DO )ROCESSO DE REBE38AÇÃO
O processo de re#enta/!o das ondas é simulado seguindo a apro*ima/!o proposta por
Heitner e Housner "08TM$, Uelt "0880$ e Hei e Bir#F "088<$ segundo a %ual o eeito da
re#enta/!o é simulado através da adi/!o de um termo de dissipa/!o de energia : e%ua/!o
de conserva/!o de momento.
1
]
1

¸

,
_

¸
¸




+

,
_

¸
¸



,
_

¸
¸




+

,
_

¸
¸




·
0
v
0 .
v
.
7
0
u
0 .
u
.
0 0 0 0 0r
9 υ υ υ υ
representando ν# o coeiciente de viscosidade tur#ulenta deinido como.

,
_

¸
¸


+




+


− ·
0
v
.
v
7
0
u
.
u
1 <
2 2
α υ
0
sendo 3 um coeiciente relacionado com as propriedades locais das ondas e o
correspondente valor critico para a re#enta/!o ocorrer' O coeiciente α é uma parâmetro
relacionado com o comprimento de mistura, sendo o seu valor determinado empiricamente'
5o modelo MOHID(D é seguida a proposta de Hei e Bir#F "088<$ segundo a %ual o valor
de α é assumido como constante e igual a ('
4 deini/!o do valor critico do gradiente de velocidade uV segue a proposta de Uelt "0880$
segundo a %ual
1 - 3 . # u
=
+ − ·
e o coeiciente 3 é dado por.
¹
¹
¹
¹
¹
)
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
> ∇
≤ ∇ <
≤ ∇

,
_

¸
¸


·
=
= =
=
=
u .u
u .u u 2
u 2 .u



#
1
u
u
1
se
se
se
3
Sistema de modelos MOHID 77
2.1 SO2UÇÃO 3U45RICA
4s e%ua/,es dierenciais :s derivadas parciais s!o resolvidas com dieren/as initas,
utilizando o método 4DI "Alternating Direction mplicit$ %ue tem precis!o de segunda ordem
no espa/o e no tempo'
4 discretiza/!o temporal escolhida resolve < e%ua/,es de dieren/as initas em cada passo
no tempo' +sta orma de discretiza/!o tem melhores propriedades do %ue as %ue resolvem
apenas R e%ua/,es, nomeadamente nas zonas entre marés'
+m cada meio passo de tempo, é eectuada a invers!o de uma matriz tridiagonal utilizando
o algoritmo de Thomas'
2.6 CO3DIÇÕES DE 7RO38EIRA E OU8ROS DADOS
+m geral, na ronteira com o oceano imp,e-se a eleva/!o da super1cie livre, dada pelas
componentes de maré escolhidas ou pela e%ua/!o da onda %ue se pretende "solit&ria,
sinusoidal, cnoidal, irregular$' 5as ronteiras luviais "no caso da maré$ é imposto o caudal'
I ha#itualmente conveniente utilizar modelos 0D nos tro/os luviais mais importantes e até
: zona de inlu=ncia da maré'
O modelo est& ainda preparado para correr su#-modelos com uma resolu/!o espacial mais
apertada, se tal or necess&rio, numa &rea espec1ica do modelo glo#al' O c&lculo do su#-
modelo é eectuado utilizando na sua ronteira resultados interpolados do modelo glo#al,
%ue é corrido previamente'
Sistema de modelos MOHID 7:
3 DESCRIÇÃO DO MÓDULO MOHID3D
!.1 Cara/#er9s#i/as Gerais
O desenvolvimento deste modelo iniciou-se em 08WT, tendo vindo a ser o#jecto de
sucessivos aperei/oamentos na se%u=ncia da sua aplica/!o a dierentes projectos'
4ctualmente, pode cotar-se como um dos mais evolu1dos entre os modelos deste tipo
e*istentes, nomeadamente pelas suas caracter1sticas inovadoras no %ue respeita :
discretiza/!o vertical'
4 discretiza/!o vertical é eectuada com #ase numa coordenada genérica %ue permite a
divis!o vertical do dom1nio em zonas com tipos de coordenada dierentes' 5a horizontal é
usado uma malha descentrada cl&ssica' O es%uema temporal é do tipo semi-implicito
"Santos 7 5eves, 0880, Santos, 0889$'
O transporte horizontal e o termo de ;oriolis s!o resolvidos e*plicitamente, en%uanto o
termo de press!o e o transporte vertical s!o resolvidos com recurso a um algoritmo
impl1cito'
4s e%ua/,es de #alan/o da %uantidade de movimento nas tr=s direc/,es espaciais e da
continuidade em coordenadas cartesianas podem escrever-se.







∂ ρ














%
t
%
%
x
"
%
y
1
%

&"
p
x x
)
%
x y
)
%
y
)
%

r
H H ;
+ + + − ·− + + +
1
2 3 2 3 2 3







∂ ρ














"
t
%
"
x
"
"
y
1
"

&%
p
y x
)
"
x y
)
"
y
)
"

r
H H ;
+ + + + ·− + + +
1
2 3 2 3 2 3


ρ
p

+ + · #






%
x
"
y
1

+ + · #
sendo. t - tempoX u!v!w - componentes da velocidade; f - parâmetro de ;oriolisX p - press!o;.ρ.8 densidade da
&guaX g - acelera/!o da gravidadeX A" e A# - viscosidade cinem&tica tur#ulenta na horizontal e vertical'
Sistema de modelos MOHID 7<
;omo condi/!o de ronteira no undo é imposta uma tens!o de corte.
τ ξ ·
+ +
c % %
d
c =

d
·
¸
¸

_
,

+

2
#
2
ln
sendo. u$ - vector de velocidade horizontal nas direc/,es %! & direction a uma distancia z$ acima do undoX c
d
-
coeiciente de atrito do undoX ' - constante de 2on BarmanX z
(
- rugosidade'
;omo condi/!o de ronteira : super1cie pode, opcionalmente, ser imposta uma tens!o de
corte devido ao vento, tw, determinada empiricamente a partir da velocidade local do vento'
Dara determinar a tens!o do vento v&rias e*press,es #aseadas na parametriza/!o em
#loco oram propostas' Dresentemente o modelo usa a e*press!o proposta por Jarge 7
Dond "08W0$
τ ρ
ω
·
#
c % %
d1
sendo .
d1
7 o coeiciente de transer=ncia de %uantidade de movimento dado por.
. % m s % m s
. x % m s
d1
d1
· + ≤ ≤
· ≤


2 . . 3 - -
. -
# 4( # #(9 1# 11 19
114 1# 11
3
3
se
se
onde % representa a velocidade do vento e ρ
(
a densidade de reer=ncia da &gua''
3.1.1 C!!/d"1$d$ 7"/)%2$ G"18/%2$
5a modela/!o de escoamentos geo1sicos t=m sido utilizados v&rios tipos de discretiza/!o
vertical do dom1nio real "e'g' ;oordenadas ;artesianas, Sigma, Isop1cnicas, Jagrangeanas,
;élulas cortadas, etc'$ com os o#jectivos gerais de descrever de orma ade%uada o undo,
conservar a resolu/!o vertical em todo o dom1nio e melhorar as propriedades numéricas
dos es%uemas de c&lculo utilizados "3ecGers, 0880$, "O#erhu#er, 08W<$' +stas
discretiza/,es s!o geralmente implementadas através de uma transorma/!o vertical de
coordenadas'
5estas transorma/,es o dom1nio real e os volumes de controlo, de orma usualmente
comple*a, s!o transormados num dom1nio e células de c&lculo de orma simples,
geralmente cartesianas rectangulares onde as e%ua/,es e as condi/,es ronteira s!o
acilmente implementadas' +ste tipo de a#ordagem, apesar das vantagens apontadas
possui os seguintes inconvenientes.
• 4s e%ua/,es no dom1nio transormado devem incluir termos adicionais - usualmente
n!o lineares - como o jaco#iano da transorma/!o de coordenadas, tornando-se por
esse motivo de resolu/!o mais comple*a'
• Os processos 1sicos relacionados com a geometria surgem distorcidos no dom1nio
transormado sendo de di1cil interpreta/!o "e'g' interpola/!o do termo #arocl1nico$'
• 4 transorma/!o de coordenadas pode produzir singularidades em alguns pontos do
dom1nio "e'g' zonas de desco#ertura nas coordenadas sigma ou camadas de
espessura nula nas coordenadas Isop1cnicas'
Sistema de modelos MOHID 74
4 a#ordagem adoptada neste modelo oi a de permanecer no dom1nio real resolvendo as
e%ua/,es pelo método do volume de controlo' Atilizam-se para isso células de c&lculo
rectangulares na horizontal mas com os vértices livres de se mover no sentido vertical'
;om esta estratégia torna-se simples implementar %ual%uer tipo de coordenada vertical
actuando unicamente so#re a geometria das células de c&lculo, sem necessidade de
alterar as e%ua/,es hidrodinâmicas %ue desta orma n!o incluem termos relacionados com
a orma da malha' Os processos 1sicos tornam-se tam#ém mais percept1veis uma vez %ue
tudo se passa no dom1nio real'
+ste tipo de implementa/!o permite tam#ém utilizar simultaneamente v&rios tipos de
coordenadas em zonas distintas do dom1nio de c&lculo "zonas estas denominadas
su#dom1nios$' Desta orma adapta-se acilmente a malha :s e*ig=ncias espec1icas de
cada su#dom1nio, sendo tam#ém acilmente resolvidos os pro#lemas com as
singularidades atr&s reeridos'
4 malha adoptada é uma malha descentrada do tipo ; de 4raGaQa sendo as células de
c&lculo he*aedros' Os vértices destes he*aedros s!o coplanares na vertical deinindo por
isso de orma un1voca os planos %ue comp,em as aces verticais' 4s aces superior e
inerior de cada he*aedro s!o deinidas pelos %uatro vértices superiores e ineriores
respectivamente' 5o entanto estes vértices n!o s!o coplanares na horizontal, n!o
deinindo por isso univocamente uma super1cie' 2&rias super1cies podem ser adoptadas
neste caso desde %ue sejam usadas de orma consistente por todas as células' 5o modelo
optou-se por uma super1cie composta por %uatro triângulos deinidos pelo centro da
super1cie em %uest!o "média vectorial das posi/,es dos vértices$ e por cada uma das
%uatro arestas' ;omo a super1cie é composta sectorialmente por planos torna-se &cil o
c&lculo do volume da célula assim como a determina/!o dos lu*os por essa super1cie'
>s?%ema de %ma c(l%la no sistema de coordenadas "erticais +en(ricas
!.2 Co-:onen#e Baro/.9ni/a
4dicionalmente :s e%ua/,es do movimento e da continuidade o modelo MOHID)D pode
resolver opcionalmente duas e%ua/,es de transporte para a salinidade e temperatura e
Sistema de modelos MOHID 75
uma e%ua/!o de estado %ue relaciona estas propriedades com a densidade, incorporando
assim os eeitos #arocl1nicos.








2 3 2 3 2 3 2 3 S
t
%S
x
"S
y
1S

+ + + ·











∂ x
@
S
x y
@
S
y
@
S

9
H H ; S
2 3 2 3 2 3 + + +








2 3 2 3 2 3 2 3 A
t
%A
x
"A
y
1A

+ + + ·











∂ x
@
A
x y
@
A
y
@
A

9
H H ; A
2 3 2 3 2 3 + + +
( )
ρ · + − + *89# 38 #37* 3
2
A A S .
(
1779* 112* # #74* 38 # #1
2
. . . 2 . . 3 + − − + + A A A S
# (98 *89# 38 #37* 3
2
. 2 . 33 + − + A A S
sendo. ) e * a salinidade e temperaturaX t o tempo, %! & as coordenadas horizontaisX z a coordenada verticalX
+"! +# os coeicientes de dius!o horizontal e vertical da salinidade e calorX u! v! w as componentes da
velocidadeX ,) e ,* os lu*os de salinidade e calor através das ronteiras'
Os lu*os através das ronteiras, %ue representam as respectivas condi/,es de ronteira :
super1cie, s!o determinados de orma an&loga ao lu*o de %uantidade de movimento
"Jarge 7 Dond, 08W($' 5o undo assume-se condi/,es de lu*o nulo para am#as as
e%ua/,es'
Sistema de modelos MOHID 76
4 MÓDULO DE TRANSPORTE EULERIANO
,.1 Considerações Gerais
O sistema MOHID inclui módulos de transporte euleriano em vers,es 0D, (D, e )D' 4s
duas primeiras uncionam acopladas ao módulo hidrodinâmico MOHID(D' 4 vers!o
tridimensional est& associada ao MOHID)D, mas pode ser tam#ém usada pelo modelo
#idimensional, mediante o uso de uma interace %ue, a partir de uma orma pré-deinida do
peril vertical de velocidade e do caudal integrado na vertical, calcula a sua distri#ui/!o
vertical'
,.2 E%&ações a reso.;er
4 e%ua/!o a resolver resulta do #alan/o de massa a um volume de dimens,es initas %ue
para uma su#stância conservativa se escreve.
( ) ( dA
n
c
n . v c cd#
t
area vc
·
,
_

¸
¸


+ +


∫∫ ∫∫∫

 
υ
5o caso de a su#stância n!o ser conservativa o segundo mem#ro da e%ua/!o ser& igual
ao somatório -,ontes.)umidouros/'
4.2.1 C$(! )/%d%*"1(%!1$
5o caso tridimensional de um volume de paredes verticais e aces alinhadas com o
reerencial, com dimens,es suicientemente reduzidas para %ue a propriedade possa ser
considerada constante no seu interior e em cada uma das suas aces, a e%ua/!o anterior
pode escrever-se na orma.
( ) ( ) · − +


+


+


i s
&
%
wc 0c
&
c 1
%
c 1
t
"c
s
z
i
z & %
z
c
z
c
&
c
"
& %
c
"
%

,
_

¸
¸


− −
,
_

¸
¸


− +

,
_

¸
¸




+
,
_

¸
¸




ϑ ϑ ϑ ϑ
Sistema de modelos MOHID 77
5esta e%ua/!o é ainda admitido %ue o volume de controlo tem altura " vari&vel no tempo,
sendo a &rea horizontal igual ao produto ∆% ∆&' 1 é o caudal vol6mico através de cada
uma das aces e 0 é a componente vertical da velocidade' Os 1ndices YsZ e YiZ identiicam
as aces superiores e ineriores, respectivamente'
4.2.2 C$(! 9%d%*"1(%!1$ %1)"'/$d! 1$ :"/)%2$
5o caso #idimensional integrado na vertical a e%ua/!o é a mesma, sendo neste caso " a
altura local do escoamento e 1z nulo' Os lu*os diusivos segundo z representam as trocas
com a atmosera e com o undo, caso e*istam'
,.! Caso &nidi-ensiona.
5este caso a e%ua/!o é o#tida a partir da e%ua/!o geral e*actamente do mesmo modo,
mas por%ue o comprimento do volume segundo FF é vari&vel, o volume é e*presso como o
produto da &rea vertical "vari&vel no tempo$ pelo comprimento do volume de controlo,
constante no tempo' Deste modo o#tém-se.
s
s
f
f v
% v
z
c
2
z
c
2
%
c
A
% %
c 1
t
c A

,
_

¸
¸


− −
,
_

¸
¸


− +
,
_

¸
¸




·


+


ϑ ϑ ϑ
5esta e%ua/!o Av é a &rea da sec/!o vertical, 2f é o per1metro molhado e 2s é a largura :
super1cie'
,., Dis/re#i<aç$o es:a/ia.
4 discretiza/!o espacial utiliza uma ormula/!o do tipo volume inito, de orma a assegurar
a conserva/!o da massa' Dara a dius!o o modelo usa dieren/as centradas' Dara a
advec/!o, na vertical "caso tridimensional$ o modelo usa uma ormula/!o descentrada no
espa/o "upwind$, podendo na horizontal o utilizador optar por v&rias discretiza/,es
"dieren/as centradas, upwind, @AI;B$' 4 considera/!o de outras ormas de discretiza/!o
é muitos simples neste modelo, dada a estrutura do programa' 4 op/!o por métodos com
menor dius!o numérica "e'g' @AI;B$ é determinada em un/!o importância da advec/!o
ace : dius!o'
,.1 Dis/re#i<aç$o #e-:ora.
4 discretiza/!o temporal tem conse%u=ncias ao n1vel da precis!o do método e da
esta#ilidade' Os métodos completamente e*pl1citos ou impl1citos originam mais dius!o
numérica do %ue os centrados no tempo' Os e*pl1citos t=m maiores limita/,es de
esta#ilidade mas e*igem menos esor/o de c&lculo' 4ssim a op/!o p,e-se entre métodos
e*pl1citos e métodos centrados no tempo'
Sistema de modelos MOHID 75
O modelo permite o uso de am#os na vers!o uniC#idimensional' 4 vers!o tridimensional
permite esta op/!o para o transporte vertical mas n!o para o horizontal %ue é sempre
e*pl1cito' ;om eeito, no caso tridimensional a esta#ilidade dos modelos e*pl1citos est&
limitada pelo transporte vertical e pela propaga/!o de ondas de super1cie no modelo
hidrodinâmico' 4ssim o passo temporal a utilizar é sempre suicientemente pe%ueno para
n!o introduzir limita/,es de esta#ilidade ou de precis!o devido ao transporte e*pl1cito na
horizontal'
,.6 I-:.e-en#aç$o
+ste módulo pode ser utilizado acoplado directamente ao modelo hidrodinâmico ou pode
azer a leitura de um icheiro com resultados da hidrodinâmica e ser utilizado de orma
autónoma' H& alguns anos atr&s esta era a melhor op/!o' ;om o poder de c&lculo actual a
primeira é a op/!o por deeito'
Os dados deste módulo, tal como nos outros, s!o ornecidos através de icheiros onde a
inorma/!o est& organizada com Ypalavras-chaveZ' 5o caso de a"s$ su#stâncias a
transportar serem n!o conservativas este módulo chama um outro para as ontes e os
sumidouros' 4 interace entre os dois est& organizada de tal modo %ue o modelo de
%ualidade é independente do n6mero de dimens,es e de a ormula/!o em uso ser
euleriana ou lagrangeana' O módulo de %ualidade da &gua pode ser muito simples "e'g'
decaimento de primeira ordem$ ou resolver um sistema de e%ua/,es para cada ponto, com
a interdepend=ncia das vari&veis'
5o caso de a vari&vel a transportar serem sedimentos, a interac/!o com o undo az-se
através dos lu*os advectivo eCou diusivo nas aces ineriores dos volumes initos
adjacentes ao undo' 4inda no caso dos sedimentos, : velocidade vertical do escoamento
deve ser adicionada a velocidade de %ueda dos sedimentos, %ue para os coesivos é
un/!o da concentra/!o e da sua composi/!o'
,.7 8rans:or#e de Sedi-en#os 7inos
4.7.1 7"!2%d$d" d" #u"d$
4s trocas de part1culas de sedimentos entre as camadas do modelo podem ser devidas :
advec/!o vertical, %ueda das part1culas ou dius!o tur#ulenta' 4 velocidade vertical do
lu*o e a diusividade tur#ulenta s!o calculadas pelo modelo hidrodinâmico' 4 velocidade
de %ueda depende das or/as gravitacionais e da tens!o de corte vertical devida ao
movimento de %ueda' 4s or/as gravitacionais dependem da densidade de cada part1cula
individual, da orma/!o de locos e da orma como se processa a locula/!o'
4 or/a de atrito depende da orma do loco e do n6mero de ?eFnolds do escoamento
durante a %ueda' Dara part1culas muito pe%uenas o escoamento é laminar e o %uociente
entre as or/as gravitacionais e as or/as de atrito varia na raz!o inversa do diâmetro das
part1culas' 4ssim, a velocidade de %ueda aumenta com o diâmetro das part1culas' 5o
entanto, n!o e*iste uma rela/!o directa entre a dimens!o dos locos e a velocidade de
%ueda, uma vez %ue locos maiores podem apresentar uma menor densidade'
Sistema de modelos MOHID 76
5uma dada suspens!o deve esperar-se %ue %uando a dimens!o dos locos aumenta a
velocidade de %ueda média da matéria em suspens!o tam#ém aumente, mesmo %ue os
locos com maiores velocidades de %ueda n!o sejam os de maiores dimens,es' Dara
aumentar a dimens!o dos locos as part1culas t=m de agregar-se, dependendo a
pro#a#ilidade de agrega/!o da pro#a#ilidade das part1culas colidirem o %ue acontece na
raz!o directa do aumento da concentra/!o'
;onse%uentemente, a velocidade de %ueda deve aumentar com a concentra/!o da
suspens!o, até %ue o movimento descendente das part1culas interira com o
correspondente movimento ascendente da &gua' 5estas condi/,es um incremento da
concentra/!o implica um decréscimo da velocidade de %ueda "3")$' DFer "08W<$ prop,e a
seguinte correla/!o para a velocidade de %ueda.
W
S
= K
1
C
m :
C < C
HS
W
S
= W
0

( 1.0 - C )
m1
: C > C
HS
sendo> Bs a velocidade de ?ueda das 'art@culas 2m s
81
3; B8 a velocidade de ?ueda de uma sim'les 'art@cula 2m s
81
3; @7 uma
constante de 'ro'orcionalidade ?ue de'ende da mineralogia dos sedimentos 24g m
84
s3; m e m7 coe:icientes ?ue de'endem
do taman1o e :orma das 'art@culas.
O processo de locula/!o depende da colis!o mas tam#ém da coes!o das part1culas' 4
rela/!o anterior considera o eeito da locula/!o como uma %ueda dierencial'
5a presen/a de concentra/,es crescentes a pro#a#ilidade de colis,es entre part1culas
aumenta, permitindo a produ/!o de maiores locos com maiores velocidades de %ueda' 4
pro#a#ilidade de maior coes!o aumenta com a salinidade' Salinidades entre 0[ e ('9[
s!o suicientemente grandes para permitirem uma intensiica/!o da locula/!o induzindo
maiores velocidades de %ueda "Hollast, 08W<$'
4.7.2 I1)"/$2;<! 2!* ! -u1d!
5!o e*iste ainda um acordo total entre a comunidade cient1ica acerca da maneira como se
processam as trocas de sedimentos entre a coluna de &gua e o undo' Dara alguns
e*perimentalistas a eros!o e a deposi/!o s!o processos simultâneos "Stanord 7 HalGa,
088)$' @uando a resuspens!o é mais orte %ue a deposi/!o e*iste eros!o' 4 orma
tradicional de lidar com este pro#lema segue as ideias de +instein "089M$ e considera %ue
eros!o e sedimenta/!o n!o podem ocorrer simultaneamente' 5este caso s!o deinidas
tens,es de corte cr1ticas para eros!o e deposi/!o e é assumido %ue entre estas tens,es
de corte n!o e*iste lu*o através da interace do undo'
4m#as as ormula/,es podem ser acilmente inclu1das em modelo, assumindo-se no
MOHID)D a a#ordagem tradicional devido : maior acilidade de encontrar na literatura os
dados para especiicar os parâmetros necess&rios'
4.7.3 M!d"! d" E/!(<!
O algoritmo %ue representa a eros!o é #aseado na apro*ima/!o cl&ssica de Dartheniades
"08<9$' Segundo este autor a eros!o ocorre %uando a tens!o de corte am#iente e*cede o
valor cr1tico para o in1cio de movimento do material do undo'
Sistema de modelos MOHID :8
O lu*o de material erodido é avaliado pela ta*a de troca de sedimentos no undo
"assumindo-se %ue e*istem condi/,es de eros!o n!o ocorre sedimenta/!o$.
dM
dt
>
>
>
· −
¸
¸

_
,

τ
τ
1
>
τ
A
τ
%

dM
dt
>
· #
>
τ
B
τ
%

sendo> 2d $%-dt3 os :lu.os de eros!o; τ tens!o de corte no :undo ;τ
>


tens!o de corte cr@tica 'ara a eros!o; > uma constante
de eros!o 24g m
82
s
81
3.
4 constante de eros!o + depende das caracter1sticas isico-%u1micas das part1culas de
sedimento sendo vari&vel no espa/o'
4 tens!o cr1tica de eros!o é un/!o da coes!o dos sedimentos de undo e do respectivo
grau de compacta/!o' +ste 6ltimo actor pode ser avaliado com #ase no valor da
densidade seca dos sedimentos de undo'
Stephens et al "088($, #aseados nas ormula/,es propostas por Delo "08WW$, propEem
uma e*press!o para a descri/!o da tens!o cr1tica de eros!o.
( ) τ ρ
> d
>
) ·
1
1
sendo: τ
>
a tens$o cr'tica de eros$o (=+ m
C7
s
C:
)! ρ
d
a densidade seca dos sedimentos do &%ndo (=+ m
C
<
)! )
7
e >
7

coe&icientes dependentes do tipo de sedimento2
Dara %ue esta e%ua/!o seja dimensionalmente correcta 4l deve reerir-se & super1cie e +l
deve ser igual a 0' 5o entanto Stephens et al "088($ cali#raram o respectivo modelo com 4l
L M'MM0( m
(
e +l L 0'(' 5a realidade esta rela/!o representa uma grande simpliica/!o da
realidade, uma vez %ue a erodi#ilidade de um undo coesivo tam#ém é un/!o da sua
natureza coesiva dependendo, de uma orma ainda pouco conhecida, dos minerais de
argila e de processos geo%u1micos e micro#iológicos %ue ocorrem no undo'
4.7.4 M!d"! d" D"6!(%;<!
O algoritmo de deposi/!o, tal como o %ue controla a eros!o, é #aseado na hipótese de %ue
os enómenos de eros!o e deposi/!o n!o podem ocorrer simultâneamente' O algoritmo
utilizado oi originalmente de senvolvido por Brone "08<($ e posteriormente modiicado por
Odd 7 OQen "08T($' Segundo este modelo, a pro#a#ilidade de um loco atingir o undo é
unit&ria se a tens!o de corte do undo or zero, sendo nula se a tens!o de corte or maior
%ue a tens!o cr1tica de deposi/!o, apresentando nos restantes casos uma varia/!o linear
entre estes valores e*tremos'
Sistema de modelos MOHID :7
5 TRANSPORTE DE AREIAS
1.1 In#rod&ç$o
O módulo de transporte de areias, S+DT?45, é constitu1do por um conjunto de rotinas %ue
permitem determinar a evolu/!o dos undos em estu&rios e zonas costeiras sujeitas :
ac/!o singular de ondas e correntes ou : ac/!o com#inada de ondas e correntes'
Dara uma dada #atimetria, tipo de sedimentos e correntes locais, este modelo calcula a
capacidade de transporte so#re uma malha rectangular %ue cu#ra a zona de interesse' 4s
ta*as de eros!oCsedimenta/!o em cada ponto da malha s!o ent!o estimadas, permitindo
o#ter ainda os valores integrais dos volumes de eros!o e sedimenta/!o'
4s correntes podem ter diversas origens, tanto podendo ser devidas : maré como ser
induzidas pelas ondas ou pelo vento' Os sedimentos s!o assumidos como sendo n!o
coesivos, isto é, areias, podendo ser considerados diversos diâmetros so#re a &rea do
modelo'
O modelo oi conce#ido de orma a poder uncionar ou como uma rotina do módulo
hidrodinâmico "(D ou )D$ ou, em alternativa, utilizar como inorma/!o os valores de
velocidades em cada ponto da malha de c&lculo' +stas velocidades podem corresponder a
correntes de maré, correntes devidas ao vento ou correntes produzidas pelas ondas'
5o caso da circula/!o litoral a inorma/!o necess&ria so#re os campos de ondas pode ter
origem %uer em modelos de rerac/!o \?+]?4;\, %uer em modelos de rerac/!o-dirac/!o
\?+]DI]\ %uer em modelos mais comple*os como seja o modelo %ue resolve as e%ua/,es
de 3oussines% \MOHID(D

4 op/!o por um ou outro modelo para o c&lculo dos campos
de ondas deve ser eita de acordo com as necessidades espec1icas de cada caso uma vez
%ue envolve meios de c&lculo dierentes'
4 liga/!o entre os diversos modelos atr&s reeridos é eectuada automaticamente uma vez
deinidas as caracter1sticas do c&lculo %ue se pretende eectuar' Os icheiros de output de
cada modelo uncionam como icheiros de input do modelo seguinte, #astando assim ao
utilizador ornecer os dados espec1icos de cada módulo'
4s principais aplica/,es do modelo S+DT?45 est!o relacionadas com pro#lemas de
eros!oCsedimenta/!o em torno de estruturas costeiras, tais como %ue#ra-mares e
espor,es, em estu&rios "particularmente na zona das #arras onde a interac/!o ondas-
correntes pode desempenhar um papel importante$, ou ainda em o#ras costeiras em geral'
Sistema de modelos MOHID ::
1.2 Cara/#er9s#i/as Gerais
O modelo de transporte de sedimentos n!o coesivos S+DT?45, oerece ao utilizador uma
ampla escolha em termos das órmulas de transporte a utilizar, permitindo assim eectuar
an&lises de sensi#ilidade so#re %ual das órmulas descreve melhor a zona de interesse' 5o
caso das correntes de maré est!o dispon1veis as e*press,es de +instein "#ed load e
suspended load$, MeFer-Deter F Muller, ]rijlinG e 4cGers-Hhite, en%uanto %ue no caso das
ondas est!o dispon1veis as órmulas de 3ijGer, 3aillard e 2an-?ijn "transporte por ac/!o de
ondas e correntes$'
4s varia/,es na proundidade o#servadas em cada ponto da malha s!o descritas com
#ase na e%ua/!o da continuidade, a %ual é resolvida com #ase num algoritmo de
dieren/as initas'


6
t
C


D
.
.
C


D
0
0
E #
sendo7
x, y C .oordenadas horiontais
C .ota do &%ndo
A
x C Aransporte na direc#$o x
Ay C Aransporte na direc#$o y
5o caso do es%uema mais comple*o da determina/!o do transporte de areias por ac/!o
com#inada de ondas e correntes, os diversos módulos interagem entre si de acordo com o
es%uema da ]igura seguinte' O c&lculo das caracter1sticas das ondas deve ser eectuado a
intervalos %ue permitam considerar varia/,es pe%uenas das correntes e do n1vel da maré
"e'g' ( horas$'
;aracter1sticas das ondas
REFDIF
V ;audais dos ?ios
V Maré
MOHID
SEDTRAN
Tens,es de ?adia/!o
V 51veis
V ;orrentes
3atimetria 4ctualizada Tens,es de ;orte no ]undo
V 3edrocG
V ;aracter1sticas dos Sedimentos
>s?%ema de &%ncionamento do mDd%lo de transporte de areias
Sistema de modelos MOHID :<
6 MÓDULO DE TRANSPORTE LAGRANGEANO
6.1 Considerações Gerais
O módulo de transporte lagrangeano do sistema de modelos MOHID tem diversas
aplica/,es, possi#ilitando a simula/!o do movimento de tra/adores com determinadas
propriedades, com #ase num campo de velocidades calculado com os módulos
hidrodinâmicos (D ou )D'
Os tra/adores podem ser utilizados para simular os mais diversos tipos de enómenos
como sejam, por e*emplo, a dispers!o de eluentes, o deslocamento de manchas de
resultantes de acidentes, a %ualidade da &gua, enómenos ecológicos com simula/!o em
grandes cai*as, etc'
Sinteticamente, o es%uema de c&lculo, pode dividir-se em tr=s grandes passos. ^era/!o,
transporte, elimina/!o dos tra/adores' +stes processos s!o comuns %uer se trate de
modelos 0D, (D ou )D'
6.2 4e#odo.o(ia
Os tra/adores apresentam seis caracter1sticas principais. coordenadas espaciais "*,F,z$,
velocidade aleatória horizontalCvertical, tempo durante o %ual o tra/ador mantém a
velocidade aleatória, velocidade de sedimenta/!o, massa e volume' Dara cada uma destas
propriedades uma e%ua/!o de evolu/!o tem %ue ser resolvida' 4 massa pode ser um arra&
de propriedades "e*. nutrientes, itoplancton, matéria em suspens!o, etc'$' 4s 6ltimas cinco
propriedades s!o opcionais' Se n!o orem consideradas só movimento médio das
part1culas é estudado'
6.! 8er-o ad;e/#i;o
^eralmente a velocidade média é a principal respons&vel pelo movimento dos tra/adores'
4s coordenadas espaciais s!o calculadas a partir da deini/!o de velocidade.
d.
dt
u t
i
i
i
. · 2 7 3
Sistema de modelos MOHID :4
sendo esta e%ua/!o resolvida aplicando um método e*pl1cito simples do tipo.
.
i
t C t ∆
∆ · + ′ . t u
i
t
i
.
4 aplica/!o de métodos de ordem mais elevada implica a utiliza/!o de procedimentos
iterativos' Am método deste tipo "método de "eun$ oi utilizado por Monteiro, "0889$
correspondendo a um es%uema de previs!o-correc/!o de dois n1veis temporais com um
grau de precis!o de (
a
ordem no tempo'
5o entanto, a adop/!o de um método de ordem mais elevada torna-se necess&rio somente
%uando as linhas de corrente apresentam uma curvatura acentuada e o passo temporal é
elevado' Dara maioria dos escoamentos naturais a precis!o associada ao método e*plicito
é suiciente para se o#ter #ons resultados'
6., 8er-o di*&si;o
O transporte tur#ulento é respons&vel pela dispers!o' O eeito dos vórtices so#re os
tra/adores depende da raz!o entre o tamanho dos vórtices e dos tra/adores' 2órtices
maiores %ue os tra/adores induzem um movimento aleatório ao tra/ador' 2órtices mais
pe%uenos %ue os tra/adores originam entrada de matéria para dentro do tra/ador
aumentando o seu volume e a sua massa de acordo com a concentra/!o do meio
envolvente'
6.4.1 D"(!2$*"1)! $"$)ó/%!
O movimento aleatório é calculado recorrendo ao procedimento adoptado por Sullivan,
08T0 e por 4llen, 08W(' O movimento aleatório é calculado utilizando o comprimento de
mistura e a variância da velocidade tur#ulenta, valores dados pelo modelo de tur#ul=ncia
adoptado para o echo do modelo hidrodinâmico' Os tra/adores mant=m a velocidade
aleatória ou tur#ulenta durante o tempo necess&rio para percorrer o comprimento de
mistura'
6.4.2 Au*"1)! d! :!u*"
O aumento de volume dos tra/adores est& associado : tur#ul=ncia de pe%uena escala,
sendo razo&vel admitir %ue este é isotrópico' 5estas condi/,es os tra/adores mant=m a
sua orma inicial e o aumento de volume é un/!o do próprio volume'
Ozmidov postulou a hipótese de ornecimento de energia %uase discreto ao oceano' De
acordo com esta teoria a injec/!o de energia no oceano, por ontes e*ternas est&
concentrada na vizinhan/a de tr=s escalas caracter1sticas do escoamento. escala da
circula/!o geral, escala das oscila/,es inérciais e da maré "_0M Bm$ e escala das ondas
induzidas pelo vento "_0Mm$' Am dos principais resultados deste postulado é entre os
pontos de injec/!o de energia o coeiciente de dius!o tur#ulento horizontal pode ser
descrito pela Ylei dos RC) de BolmogorovZ'
Sistema de modelos MOHID :5
Dara condi/,es de isotropia a solu/!o da e%ua/!o de dius!o tridimensional,
correspondente a uma emiss!o pontual na origem *iLM e assumindo %ue o coeiciente de
dius!o depende do tamanho da pluma'
O utilizador pode especiicar um volume m&*imo a partir do %ual o tra/ador é eliminado,
isto é, um valor a partir do %ual se considera %ue a concentra/!o dentro do tra/ador é
apro*imadamente igual : concentra/!o normal do meio'
6.1 7on#es e )oços
O modelo tem por principal o#jectivo resolver os termos advectivo e diusivo da e%ua/!o de
transporte, en%uanto os termos ontes-po/os s!o resolvidos por módulos separados %ue se
acoplam ao modelo' +ntre estes módulos destacam-se o módulo ecológico, %ue simula a
dinâmica do zooplancton "consumo prim&rio$, do itoplâncton "produ/!o prim&ria$ e dos
nutrientes em cada tra/ador "?odrigues et al', 088<$ e o módulo de hidrocar#onetos %ue
simula as altera/,es das propriedades 1sico-%u1micas e o espraiamento por dispers!o
mecânica de manchas de hidrocar#onetos'
5o entanto, e*istem alguns processos de onte e po/o %ue se podem simular de orma
simpliicada, como primeira apro*ima/!o ao pro#lema, sem ser necess&rio recorrer a
algoritmos comple*os %ue justii%uem o desenvolvimento de módulos separados, %ue é o
caso da inactiva/!o #acteriológica e a sedimenta/!o e ressuspens!o de sedimentos'
4pesar da estrutura simplista dos algoritmos desenvolvidos para simular os processos
reeridos, estes s!o uma erramenta muito 6til e vers&til numa primeira a#ordagem a
pro#lemas de %ualidade da &gua e de dispers!o de sedimentos contaminados'
6.5.1 I1$2)%:$;<! 9$2)"/%!ó'%2$
4 inactiva/!o #acteriológica é condicionada por uma grande variedade de actores
"Monteiro, 0889$.
4 . radiaç5o solar6
7 . temperatura6
8 . salinidade6
9 . predaç5o pelo biota do meio receptor6
: . concentraç5o de nutrientes6
; . subst<ncias t=%icas6
> . sedimentaç5o ap=s descarga6
? . ressuspens5o de sedimentos contaminados6
@ . ta%a de crescimento dos microorganismos no meio receptor.
De todos estes actores o %ue condiciona mais a inactiva/!o #acteriológica é sem d6vida a
radia/!o solar' 5um am#iente sem luz o processo de inactiva/!o pode demorar pelo
menos duas ordens de grandeza mais, do %ue mesmo processo e*posto : radia/!o solar'
5a simula/!o da inactiva/!o admite-se normalmente %ue esta segue uma reac/!o de
primeira ordem do tipo.
dC
dt
F C F
D
< <
· − ∧ ·
ln1#
9#
Sistema de modelos MOHID :6
sendo B3 a ta*a de inactiva/!oX T8M o tempo necess&rio para a concentra/!o de #actérias ser reduzida em
8M`X ; a concentra/!o de #actérias'
4 e%ua/!o anterior é resolvida por um método impl1cito, %ue assegura %ue a concentra/!o
no instante tK∆t seja sempre positiva.
( ) ( )
( )
( ) ( ) ( )
( )
( )
( )
( )
C t t C t
t
F C t t
$ t t $ t
t V t t
F
$ t t
V t t
$ t t
$ t
F t
< <
<
E
F A E
E
F A
E
E




∆ ∆







× + +

⇔ ·
+ ×
2 3
1
sendo M o n6mero total de #actérias associadas ao tra/adorX 2 o volume do tra/ador'
6.5.2 S"d%*"1)$;<!=/"((u(6"1(<!
O algoritmo simpliicado de sedimenta/!oCressuspens!o desenvolvido visa principalmente,
numa primeira apro*ima/!o, simular a dispers!o duma emiss!o localizada de sedimentos
contaminados' +sta emiss!o pode ser devida : ressuspens!o de sedimentos durante
tra#alhos de dragagem, ao depósito de material dragado em &reas costeiras, a um rio
caracterizado por elevado grau de polui/!o, etc'
Dara simular o processo de sedimenta/!o associou-se a cada tra/ador uma velocidade de
%ueda %ue pode ser dada directamente ou calculada a partir dum diâmetro caracter1stico,
d, recorrendo :s e%ua/,es %ue calculam a velocidade de %ueda, Qs, de part1culas n!o-
eséricas "?ijn, 08W8$'
( )
9
s gd
d m
s
·

< <
1
18
1 1##
2
ν
µ
( )
9
d
s gd
d m
s
· +

¸
¸

_
,

¸

1
]
1
1
1
< <
1#
1
##1 1
1 1## 1###
3
2
# *
υ
ν
µ
.
.

( ) [ ]
9 s gd m
s
· − > 11 1 1###
# *
.
.
d µ
sendo d o- diâmetro caracter1sticoX s a gravidade espec1icaX ν a viscosidade cinem&tica'
O tra/ador ao chegar ao undo só sedimenta se a tens!o de corte do escoamento or
inerior a uma tens!o cr1tica de sedimenta/!o, τsedimenta/!o, especiicada pelo utilizador' +sta
tens!o cr1tica é a tens!o m&*ima %ue o escoamento pode ter de modo a se dar o processo
de sedimenta/!o' Dor outro lado, se a tens!o do escoamento or superior a uma tens!o
cr1tica de eros!o "ou ressuspens!o$, τressuspens!oaτsedimenta/!o, os tra/adores até ent!o
sedimentados voltam a ser recolocados na coluna de &gua' Ama vez %ue o processo de
ressuspens!o é e*tremamente comple*o, podendo no caso dos estu&rios os sedimentos
serem ressuspendidos alguns cent1metros ou alguns metros, optou-se por recolocar os
tra/adores aleatoriamente na coluna de &gua, no caso de haver condi/,es de
ressuspens!o' O algoritmo simpliicado %ue simula o processo de ressuspens!o só pode
aplicado a &guas pouco proundas e #em misturadas'
Sistema de modelos MOHID :7
6.6 E-iss$o
O módulo de transporte lagrangeano permite a selec/!o de 9 tipos dierentes de emiss!o
dos tra/adores.
4 . emiss5o pontual6
7 . emiss5o em cai%as6
8 . emiss5o em cai%as com monitorizaç5o6
9 . acidente6
: . emiss5o pontual com monitorizaç5o.
4 emiss!o pontual consiste em emitir tra/adores num determinado ponto do dom1nio, tendo
por principais o#jectivos simular trajectórias de #óias derivantes e a dispers!o de eluentes'
5a simula/!o de uma #óia derivante apenas é emitido um tra/ador por origem, sendo o
seu deslocamento gravado em todas as itera/,es' 5o caso da simula/!o da dispers!o de
eluentes é associado um caudal m&ssico a cada origem %ue é simulado na orma de
emiss!o continua de tra/adores' +sta emiss!o n!o é rigorosamente cont1nua mas sim
espa/ada de um intervalo de tempo deinido pelo utilizador, podendo ser emitidos um mais
tra/adores de cada vez, sendo este n6mero tam#ém deinido pelo o utilizador'
4 emiss!o em cai*as #asicamente é utilizada para caracterizar massas de &gua e
compreender os mecanismos de trocas ao longo de sec/,es' +ste tipo de emiss!o
consiste em deinir uma origem n!o como um ponto, mas sim uma &rea do dom1nio, sendo
emitido em cada célula hidrodinâmica pertencente a cada cai*a "ou origem$ tra/adores de
iguais caracter1sticas' +*istem duas op/,es de emiss!o. emitir um tra/ador por cada célula
hidrodinâmica da cai*a, ou associar a cada cai*a um volume para os tra/adores, sendo o
n6mero de tra/adores a emitir por célula igual ao volume desta a dividir pelo o do tra/ador'
+sta 6ltima op/!o é utilizada para caracterizar trajectórias de grandes massas de &gua'
4 emiss!o tipo acidente oi desenvolvida para simular emiss,es %uase instantâneas de
grandes massas de poluentes, estando especialmente vocacionada para a simula/!o de
material lutuante, %ue é o caso dos hidrocar#onetos' ;omo j& oi anteriormente reerido
este modelo n!o simula processos comple*os associados aos termos onte e po/o, mas
pode servir de #ase para o desenvolvimento de um módulo %ue simule esses processos'
+ste tipo de emiss!o consiste em emitir um elevado n6mero de tra/adores, a deinir pelo
utilizador, numa &rea %ue ser& un/!o da massa vol6mica do poluente a emitir e da
espessura inicial da mancha' 4o longo do tempo é calculada para cada célula do modelo
hidrodinâmico a espessura da mancha, %ue n!o é mais do %ue a massa total dos
tra/adores %ue e*istem na célula vezes a massa vol6mica do poluente a dividir pela &rea
da célula'
4s emiss,es em cai*as e pontual com monitoriza/!o consistem em calcular o tempo de
resid=ncia dos tra/adores em &reas deinidas pelo utilizador' 4 emiss!o em cai*as com
monitoriza/!o é utilizada para calcular tempos de resid=ncia de grandes massas de &gua e
para calcular trocas entre sec/,es' 4 emiss!o pontual com monitoriza/!o é utilizada para
calcular tempos de resid=ncia de massas de &gua com origem em eluentes'
Sistema de modelos MOHID :5
7 MÓDULO DE QUALIDADE DA ÁGUA DO SISTEMA
MOHID
O módulo de %ualidade da &gua encontra-se implementado numa metodologia a zero
dimens,es, permitindo assim o seu acoplamento tanto a modelos de %ualidade da &gua
"transporte$ do tipo +uleriano como Jagrangeano' O modelo ecológico simula o ciclo do
4zoto, as concentra/,es de O*igénio Dissolvido e ;3O e as popula/,es de ]ito e
Uooplâncton' 4s espécies do ciclo do 4zoto incluem as suas tr=s principais ormas
inorgânicas - amónia, nitrato e nitrito -, assim como tr=s ormas orgânicas de azoto -
rac/!o reract&ria e n!o reract&ria do azoto orgânico dissolvido, e azoto orgânico
particulado'
4presenta-se na ]igura 0 um es%uema conceptual do modelo utilizado' Os produtores
prim&rios b itoplâncton -, consomem amónia e nitrato, dependendo da disponi#ilidade
destes nutrientes e da radia/!o solar como onte"s$ de energia para a otoss1ntese' O n1vel
tróico seguinte, constitu1do pelos consumidores prim&rios ou produtores secund&rios "e'g',
Uooplâncton$ consomem os compostos orgânicos sintetizados pelos produtores prim&rios,
sendo por sua vez consumidos pelos n1veis tróicos superiores' 4s e*cre/,es do
itoplâncton incluem amónia, azoto orgânico particulado e azoto orgânico dissolvido l&#il'
Dor sua vez, a decomposi/!o do azoto orgânico particulado produz amónia e azoto
orgânico dissolvido reract&rio ou n!o l&#il' 4 remineraliza/!o do azoto orgânico dissolvido
a amónia só é conseguida, no caso reract&rio, numa escala temporal de anos' O
processo da nitriica/!o é constitu1do pela transorma/!o da amónia em nitrito, e,
posteriormente, em nitrato'
5!o é considerada no modelo a i*a/!o atmosérica de azotoX a importância da i*a/!o de
5( em &gua salgada, geralmente pe%uena, justiica a n!o inclus!o deste termo nas
e%ua/,es da amónia'
De acordo com a metodologia a zero dimens,es os modelos ecológico e de %ualidade da
&gua oram desenvolvido em termos de ontesCpo/os calculados para cada propriedade,
traduzindo a sua varia/!o devido aos processos #iológicos e %u1micos mais relevantes
%ue ocorrem na coluna de &gua' 4presentam-se de seguida os termos de onteCpo/o para
cada propriedade considerada'
Sistema de modelos MOHID :6
4 M c 5 I 4
5 I T ? I T O
5 I T ? 4 T O
4 U O T O
M O J + ; A J 4 ?
4 U ' O ? ^ '
D I S S O J 2 I D O '
" J d 3 I J $
5 e 2 + I S
T ? c ] I ; O S
S A D + ? I O ? + S
U O O D J f 5 ; T O 5
4 U ' O ? ^ '
D 4 ? T I ; A J 4 D O
] I T O D J f 5 ; T O 5
4 U ' O ? ^ '
D I S S O J 2 I D O '
" 5 g O J d 3 I J $
5 i t r i i c a / ! o
5 i t r i i c a / ! o
D e s n i t r i i c a / ! o
? e s p i r a / ! o
e + * c r e / , e s
M i n e r a l i z a / ! o
? e s p i r a / ! o
e + * c r e / , e s
M o r t a l i d a d e
e + * c r e / , e s
M i n e r a l i z a / ! o
M i n e r a l i z a / ! o
\ S l o p p F
] e e d i n g \
,igura 4 . Asquema do modelo ecol=gico.
7.1 7i#o:.=n/#on
4 6nica orma de produ/!o prim&ria considerada neste modelo é a otoss1ntese
itoplanctónica, sendo o termo de onteCpo/o para o itoplâncton dado por.
9 m s e r
t d
9 d
x
3 2 − − − − ·µ
7
Sistema de modelos MOHID <8
onde , é a concentra/!o de itoplâncton"mg ; l
-0
$, µ a ta*a #ruta de crescimento
itoplanctónico "dia
-0
$, r a ta*a de respira/!o"dia
-0
$, e* a ta*a de e*cre/!o"dia
-0
$ e m a
mortalidade n!o predatória"dia
-0
$'
4 ta*a #ruta de crescimento do itoplâncton é dada por.
( ) ( ) ( ) ( ) G H D D
re: ma.
Ψ Ψ Ψ µ · µ
7
onde µma%"Tre$ "dia
-0
$ representa a ta*a otossintética ou de crescimento itoplânctónico
m&*ima a uma dada temperatura de reer=ncia "normalmente, Tre L (M
o
;$ e em condi/,es
óptimas de intensidade luminosa e disponi#ilidade de nutrientes' 2alores t1picos de
µma%"(Mh;$ situam-se entre 0'M e ('T dia
-0
' Ψ"J$ é a un/!o %ue traduz o eeito limitante da
intensidade luminosa' Ψ"T$ traduz o eeito da temperatura no crescimento do itoplâncton e
é dado por.
Ψ2 3 2 3 2 3 A @ A @ A
) 3
·
7
onde
1
]
1

¸



+

·
1
3 2
1
3 2
3 2
min 1
1
min 1
1
A A
e =
A A
e =
A @
)
γ
γ
onde
[ ]
( )
( )
1
]
1

¸




·
2 1
1 2
min 3 1 2
1
1
1
ln
1
= =
= =
A A
opt
γ
1
]
1

¸



+

·
1
3 2
1
3 2
3 2
ma. 2
4
ma. 2
4
A A
e =
A A
e =
A @
3
γ
γ
onde
[ ]
( )
( )
1
]
1

¸




·
3 4
4 3
3 2 2 ma.
2
1
1
ln
1
= =
= =
A A
opt
γ
5as e%ua/,es acima, Topt"0$ é o valor m1nimo do intervalo óptimo de temperatura para o
crescimento do itoplâncton, sendo Topt"($ o m&*imo' Tmin é a temperatura m1nima toler&vel
pelo itoplâncton "sendo a sua ta*a de crescimento nula a esta temperatura$, en%uanto %ue
Tma* é a temperatura m&*ima toler&vel' 4s restantes constantes servem para controlar a
orma da curva de resposta'
O eeito limitante do azoto "5$, Ψ"5$, é calculado com #ase na cinética de assimila/!o de
Michaelis-Menten' ;onsidera-se o azoto, na sua orma inorgânica dissolvida "azoto
amoniacal e nitratos$, como o principal nutriente limitante da produ/!o prim&ria.
[ ]
[ ]
− +
− +
+ +
+
· Ψ
3 4
3 4
3 2
EO EH =
EO EH
E
E
7
onde G5 é a constante de semi-satura/!o para o azoto, i'e', é a constante %ue representa a
concentra/!o de su#strato para a %ual Ψ"5$L0C(' Am valor t1pico é. B5LM'M(9 mg 5 l
-0
'
[ ]
− +
+
3 4
EO EH representa a concentra/!o das ormas de azoto inorgânico dissolvido,
amónia e nitrato "mg 5 l
-0
$'
O eeito limitante da intensidade luminosa é modulado de acordo com a ormula/!o de
Steele "08<($, sendo o seu valor calculado ora do modelo de %ualidade da &gua'
4 respira/!o contri#ui para a redu/!o da #iomassa do itoplâncton, sendo li#ertados azoto
e ósoro' 4 respira/!o r "dia
-0
$ é dividida em respira/!o endógena "ou #asal$ e
otorrespira/!o.
r E r
e
C r
p
sendo re a respira/!o endógena e rp a otorrespira/!o'
Sistema de modelos MOHID <7
A
e r
e
#(9 7 #
#17* 7 # · 7
onde +er é a constante da respira/!o endógena do itoplâncton, +er L M'M0T9, e * é a
temperatura "h;$' 4 otorrespira/!o é proporcional : ta*a otossintética.
µ
p p
= r ·
7
sendo =
p
o :actor de 'ro'orcionalidade.
+m rela/!o : e*cre/!o e% "dia
-0
$, atendendo a %ue esta, ao inverso do %ue se passa com a
otoss1ntese, é superior %uando os n1veis de radia/!o solar s!o ou muito #ai*os ou muito
altos, a determina/!o das perdas por e*cre/!o az-se através de.
( ) e = F
G e
· − 1 Ψ2 3 µ 7
onde =
e
é uma constante adimensional.
4 mortalidade n!o predatória m "dia
-0
$ do itoplâncton considera-se directamente
proporcional : #iomassa de itoplâncton e inversamente proporcional : ta*a de crescimento
#ruto µ .

,
_

¸
¸
+
·
µ
µ
9 =
9
A m A m
m
re& re&
3 2 3 2
ma.
7
onde 'm é uma constante de semi-satura/!o para a mortalidade"mg ; dia
-0
l
-0
$ e mma%"*ref$ é
a ta*a m&*ima de mortalidade a uma temperatura de reer=ncia *ref' 2alores t1picos de m
situam-se entre M'MM9 e M'0T mg ; dia
-0
l
-0
'
7.2 A<o#o
4 concentra/!o das v&rias ormas de azoto é simulada pelo modelo através da resolu/!o
de um sistema de < e%ua/,es, correspondendo cada e%ua/!o a cada uma das ormas de
azoto consideradas. amónia "5HR
K
$, nitrato "5O)
-
$, nitrito "5O(
-
$, azoto orgânico particulado
"DO5$, azoto orgânico dissolvido reract&rio "DO5r$ e a rac/!o n!o-reract&ria do azoto
orgânico dissolvido"DO5nr$.
IJG 4 : &JGr 4 &JGnr 4 G/ 4 e : ,
det 2 Gr 1 Gnr 1 4 G 2
G/
G" G 1
G/
4 4
+ + + − Φ − ·
+
+ +
− +
− ·

2 G 2 4
G
2
GJ
GJ 4 G/ 4 ,
2
− −
− Φ − ·
− −
3 G 3
GJ
2 G 2
GJ
GJ 4 GJ 4 ,
3 3
C > G det G" G 1 & IJG
m" IJG 4 e 3 : 1 32 : 1 2 , α + − − − ·
( ) &JGnr 4 e : 1 : ,
G 1 G" G 1 & JGnr &
− − ·
&JGr 4 3 : 1 2 IJG 4 ,
Gr 1 2 det &JGr
− − ·
onde 05 é a rac/!o inorgânica das e*cre/,es do plâncton, D é a rac/!o inorgânica
dissolvida das e*cre/,es do plâncton' e5] "mg 5 l
-0
dia
-0
$ é a ta*a de e*cre/!o de compostos
Sistema de modelos MOHID <:
sol6veis de azoto pelo itoplâncton'G05 "dia
-0
$ é a ta*a de hidrólise do DO5nr, G(5 "dia
-0
$ é a
ta*a de nitriica/!o, G)5 "dia
-0
$ a ta*a de desnitriica/!o e Gdet"dia
-0
$ é a ta*a de
decomposi/!o de compostos orgânicos particulados de azoto' α5.; "mg 5 mg ;
-0
$
representa a raz!o azoto.car#ono na composi/!o elementar do itoplâncton' Φ5HRK
"mg 5l
-0
dia
-0
$ representa a ta*a de assimila/!o otossintética de amónia' Φ5O)-
"mg 5 l
-0
dia
-0
$ representa a ta*a de assimila/!o otossintética de nitrato'
4 ta*a de hidrólise do DO5, G05, é dada por.
( )
= M A
E DOE re& DOE
A A
re&
1
·

θ
2 3
onde BDCD"*ref$ "dia
-0
$é a ta*a de decomposi/!o de reer=ncia e θDCD é o coeiciente da
temperatura'
4 ta*a de nitriica/!o, '7D, é dada por.
( )

,
_

¸
¸
+
·

+ +
2
2
3 2
2
4 4
O =
O
A M =
n
A A
EH
re&
EH
E
re&
θ
onde BD"9$"*ref$ "dia
-0
$

é a ta*a de nitriica/!o de reer=ncia, θ5HRK é o coeiciente de
temperatura, 'n "mg O( l
-0
$ é a constante de semi-satura/!o da nitriica/!o e C7 é a
concentra/!o de o*igénio "mg O( l
-0
$'Dara a temperatura de reer=ncia usual de (Mh;,
( )
1
1# . # K 2#
4

·
+
dia . M
EH
,
#8# . 1
4
·
+
EH
θ
e
81
2
l J # . 2 m+ =
n
· s!o os valores
considerados'
4 ta*a de desnitriica/!o, '8D, é dada por.
( )

,
_

¸
¸
+
·

− −
2
3 2
3
3 3
O =
=
A M =
d
d
A A
EO
re&
EO
E
re&
θ
onde M5O)
-
"Tre$ "dia
-0
$

é a ta*a de desnitriica/!o de reer=ncia, θDC8
.
é a temperatura, 'd
"mg O( l
-0
$ é a constante de semi-satura/!o da desnitriica/!o e C7 é a concentra/!o de
o*igénio"mg O( l
-0
$' Dara a temperatura de reer=ncia de (Mh; os valores considerados s!o.
( ) M . dia
EO
3
2# #1#
1

·

K .
,
θ
O
3
1#8#

· .
e
81
2
l J 1 . # m+ =
d
· '
4 ta*a de decomposi/!o de compostos orgânicos particulados de azoto , 'det, é dada por.
( )
= M A
HOE re& HOE
A A
re&
det
2 3
·

θ
onde BECD"*ref$ "dia
-0
$ é a ta*a de decomposi/!o de reer=ncia e θECD é o coeiciente de
temperatura '
4 ta*a de e*cre/!o de compostos azotados sol6veis pelo itoplâncton, eD, "mg 5 l
-0
dia
-0
$ é
dada por.
9 e r e
x . E E9
3 2
>
+ ·α
,
sendo αDF3 a rac/!o de azoto contida nas células de itoplâncton "mg 5 mg ;
-0
$, a ta*a de
respira/!o do itoplâncton "dia
-0
$, e% a ta*a de e*cre/!o do itoplâncton "dia
-0
$'
O consumo directo dos nutrientes pelo itoplâncton az-se apenas %uando a%ueles se
encontram na orma inorgânica dissolvida, ou seja, no caso do azoto so# a orma de
amónia ou de nitrato, demonstrando-se preer=ncia pela orma amoniacal, sendo o nitrato
consumido apenas na aus=ncia desta' 4s ta*as de assimila/!o otossintética de amónia,
φ5HR
K
e de nitrato, φ5O)
-
, s!o dadas respectivamente por .
Sistema de modelos MOHID <<
9
. E
EH EH
µ α β
>
4 4
+ +
· Φ
e
( ) 9
. E
EH EO
µ α β
>
4 3
1
+ −
− · Φ
onde βD"9
$
é o actor de preer=ncia pelo i!o amónio e αDF3 representa a rac/!o de azoto
contida nas células de itoplâncton "mg 5Cmg ;$,sendo.
( )( ) ( )( )
− − +
+
− +
− +
+ +

+
+ +

·
+
3 3 4
4
3 4
3 4
4
EO = EO EH
= EH
EO = EH =
EO EH
E
E
E E
EH
β
onde 'D é a j& mencionada constante de semi-satura/!o do azoto, considerando-se um
valor de 'D L M'M(9mg 5 l
-0
'
O modelo de %ualidade calcula sempre a concentra/!o de o*igénio dissolvidoX no caso de
tal n!o ser e*pressamente pedido pelo utilizador, o modelo calcula a concentra/!o de
satura/!o'
4 concentra/!o de satura/!o do o*igénio, O(sat "mg O( l
-0
$ .
( )
( ) ( ) ( )
( ) ( )
O
A @
A @ A @
.
A @
A @
sat
cl
2
*
7
2
1#
3
11
4
2
3
2
139 344 11
1*7* 7#1 1#
( (42 3#8 1# 1243 8## 1# 8 (21 949 1#
31929 1#
19 428 38(73 1#
· − +
× ¹
'
¹

×
+
×

×
− × − +
× ¸
¸

_
,

¹
)
¹

e.' .
.
. . .
.
. .



D F

onde 3cl é a clorinidade da &gua "p'p't'$.
.
S
cl
·
18#( ** .

e ) a salinidade "p'p't'$'
Sistema de modelos MOHID <4
! INTERFACES
J sistema de modelos $J/I& tem im'lementado um sistema de inter:aces com o utili6ador
?ue 'ermitem de gerar de :orma interactiva os dados necessLrios M utili6a!o dos diversos
m)dulos ou com'ilar a in:orma!o 'rodu6ida numa :orma clara e de :Lcil inter'reta!o.
+dicionalmente o sistema 'ermite ainda gerir e aceder de :orma o'timi6ada M organi6a!o dos
dados relativos Ms di:erentes simulaNes.
Om e.em'lo do ti'o das inter:aces im'lementadas é a'resentado na :igura seguinte.
Sistema de modelos MOHID <5
" REFER#NCIAS
+HH%G7 C. $.7 1982. Gumerical simulation o: contaminant dis'ersion in estuar0 :lo9s. Iroc.
P. ,oc. Hondon. + 3817 1798194 219823.
<%CF%P,7 Q. $.7 1991. +''lication o: t1e G/%P 3& General Circulation $odel to t1e
Restern $editerranean. Q. $arine ,0stems7 %lsevier ,cience Iublis1ers <.V.7 +msterdam7 1>
31*8332.
CJ%H/J7 /. ,.7 199(. $odela!o Gumérica da DurbulSncia JceTnica. &isserta!o 'ara a
obten!o do grau de $estre em %cologia7 Gest!o e $odela!o dos Pecursos $arin1os
a'resentada ao Instituto ,u'erior Décnico7 Hisboa.
"I,C/%P7 /. <.7 HI,D7 %. Q.7 FJ/7 P. C. U.7 I$<%PG%P7 Q. % <PJJF,7 G. /.7 1979.
$i.ing in Inland and Coastal Raters. +cademic Iress7 Ge9 Uor47 O.,.+.7 483'.
$JGD%IPJ7 +. Q.7 199*. &is'ers!o de %:luentes +través de %.utores ,ubmarinos. Oma
contribui!o 'ara a modela!o matemLtica. Oniversidade Décnica de Hisboa7 Instituto ,u'erior
Décnico
G%V%,7 P. Q. Q.7 198*. Vtude %.'érimentale et $odélisation $at1émati?ue des Circulations
Dransitoire et Pésiduelle dans l5 %stuaire du ,ado. I1.&.. D1esis7 Oniversit0 o: HiWge
2<elgium3.
JX$I&JV7 P. V.7 199#. &i::usion o: Contaminants in t1e Jcean. Jceanogra'1ic ,ciences
Hibrar07 Flu9er +cademic Iublis1ers7 283 '.
PIQG7 H. C.7 1989. /andboo4 o: ,ediment Drans'ort b0 Currents and Raves. &el:t
/0draulics7 Pe'ort / 4(17 Qune 1989.
PJ&PIGO%,7 V.7 Geves7 P. Q. Q. Y $IP+G&+7 P.7 199(. $odela!o ecol)gica e da
?ualidade da Lgua em 6onas costeiras. *
a
Con:erSncia Gacional sobre a Qualidade do
+mbiente7 +veiro.
,+GDJ,7 +. Q.7 199*. $odelo /idrodinTmico Dridimensional de Circula!o JceTnica e
%stuarina. Oniversidade Décnica de Hisboa7 Instituto ,u'erior Décnico
,+GDJ,7 +. Q. Y P. G%V%,7 1991. Padiative +rti:icial <oundaries in Jcean <arotro'ic
$odels. In> +. ,. +rcilla7 %d.7 Iroceedings o: t1e 2nd Int. Con:. on Com'uter $odelling in
Jcean %ngineering7 <arcelona7 '. 3738383.
,OHHIV+G7 I. Q.7 1971. Hongitudinal dis'ersion 9it1in a t9o8dimensional turbulent s1ear
:lo9. Qournal "luid $ec1.7 vol. 497 'art 37 ''. **18*7( 219713.
Sistema de modelos MOHID <6
1$ E%EMPLOS DE APLICAÇ&ES
)istema lagunar do Bussulo G simulaç5o da hidrodin<mica local
Astuário do )ado G simulaç5o da hidrodin<mica com base no modelo baroclHnico tridimensional
Sistema de modelos MOHID <7
#elocidades e *emperatura na Albufeira do Alqueva -Iunho/
dade relativa da água no reservat=rio do Alqueva
Sistema de modelos MOHID <5
Astuário do *eJo G )imulaç5o dos percursos efectuados pelas massas de água reJeitadas nas ribeiras
da costa do Astoril.
Astuário de )antos G emiss5o de traçadores lagrangeanos em diferentes pontos para avaliaç5o das
condições de dispers5o locais
Sistema de modelos MOHID <6
EroJecto CBAK G simulaç5o do upwelling sobre a plataforma. 3omparaç5o dos resultados do modelo
com medidas efectuadas por )atélite.
Sistema de modelos MOHID 48
Astuário da EaraHba G Avaliaç5o dos traJectos das massas de água do estuário
Sistema de modelos MOHID 47
Astuário do )ado G simulaç5o do campo de salinidade
Astuário do Douro G transporte de sedimentos por acç5o combinada de ondas e correntes
Sistema de modelos MOHID 4:
Eorto de Eeniche G )imulaç5o da agitaç5o local
Sistema de modelos MOHID 4<

Related Interests

4 op/!o por um ou outro modelo para o c&lculo dos campos
de ondas deve ser eita de acordo com as necessidades espec1icas de cada caso uma vez
%ue envolve meios de c&lculo dierentes'
4 liga/!o entre os diversos modelos atr&s reeridos é eectuada automaticamente uma vez
deinidas as caracter1sticas do c&lculo %ue se pretende eectuar' Os icheiros de output de
cada modelo uncionam como icheiros de input do modelo seguinte, #astando assim ao
utilizador ornecer os dados espec1icos de cada módulo'
4s principais aplica/,es do modelo S+DT?45 est!o relacionadas com pro#lemas de
eros!oCsedimenta/!o em torno de estruturas costeiras, tais como %ue#ra-mares e
espor,es, em estu&rios "particularmente na zona das #arras onde a interac/!o ondas-
correntes pode desempenhar um papel importante$, ou ainda em o#ras costeiras em geral'
Sistema de modelos MOHID ::
1.2 Cara/#er9s#i/as Gerais
O modelo de transporte de sedimentos n!o coesivos S+DT?45, oerece ao utilizador uma
ampla escolha em termos das órmulas de transporte a utilizar, permitindo assim eectuar
an&lises de sensi#ilidade so#re %ual das órmulas descreve melhor a zona de interesse' 5o
caso das correntes de maré est!o dispon1veis as e*press,es de +instein "#ed load e
suspended load$, MeFer-Deter F Muller, ]rijlinG e 4cGers-Hhite, en%uanto %ue no caso das
ondas est!o dispon1veis as órmulas de 3ijGer, 3aillard e 2an-?ijn "transporte por ac/!o de
ondas e correntes$'
4s varia/,es na proundidade o#servadas em cada ponto da malha s!o descritas com
#ase na e%ua/!o da continuidade, a %ual é resolvida com #ase num algoritmo de
dieren/as initas'


6
t
C


D
.
.
C


D
0
0
E #
sendo7
x, y C .oordenadas horiontais
C .ota do &%ndo
A
x C Aransporte na direc#$o x
Ay C Aransporte na direc#$o y
5o caso do es%uema mais comple*o da determina/!o do transporte de areias por ac/!o
com#inada de ondas e correntes, os diversos módulos interagem entre si de acordo com o
es%uema da ]igura seguinte' O c&lculo das caracter1sticas das ondas deve ser eectuado a
intervalos %ue permitam considerar varia/,es pe%uenas das correntes e do n1vel da maré
"e'g' ( horas$'
;aracter1sticas das ondas
REFDIF
V ;audais dos ?ios
V Maré
MOHID
SEDTRAN
Tens,es de ?adia/!o
V 51veis
V ;orrentes
3atimetria 4ctualizada Tens,es de ;orte no ]undo
V 3edrocG
V ;aracter1sticas dos Sedimentos
>s?%ema de &%ncionamento do mDd%lo de transporte de areias
Sistema de modelos MOHID :<
6 MÓDULO DE TRANSPORTE LAGRANGEANO
6.1 Considerações Gerais
O módulo de transporte lagrangeano do sistema de modelos MOHID tem diversas
aplica/,es, possi#ilitando a simula/!o do movimento de tra/adores com determinadas
propriedades, com #ase num campo de velocidades calculado com os módulos
hidrodinâmicos (D ou )D'
Os tra/adores podem ser utilizados para simular os mais diversos tipos de enómenos
como sejam, por e*emplo, a dispers!o de eluentes, o deslocamento de manchas de
resultantes de acidentes, a %ualidade da &gua, enómenos ecológicos com simula/!o em
grandes cai*as, etc'
Sinteticamente, o es%uema de c&lculo, pode dividir-se em tr=s grandes passos. ^era/!o,
transporte, elimina/!o dos tra/adores' +stes processos s!o comuns %uer se trate de
modelos 0D, (D ou )D'
6.2 4e#odo.o(ia
Os tra/adores apresentam seis caracter1sticas principais. coordenadas espaciais "*,F,z$,
velocidade aleatória horizontalCvertical, tempo durante o %ual o tra/ador mantém a
velocidade aleatória, velocidade de sedimenta/!o, massa e volume' Dara cada uma destas
propriedades uma e%ua/!o de evolu/!o tem %ue ser resolvida' 4 massa pode ser um arra&
de propriedades "e*. nutrientes, itoplancton, matéria em suspens!o, etc'$' 4s 6ltimas cinco
propriedades s!o opcionais' Se n!o orem consideradas só movimento médio das
part1culas é estudado'
6.! 8er-o ad;e/#i;o
^eralmente a velocidade média é a principal respons&vel pelo movimento dos tra/adores'
4s coordenadas espaciais s!o calculadas a partir da deini/!o de velocidade.
d.
dt
u t
i
i
i
. · 2 7 3
Sistema de modelos MOHID :4
sendo esta e%ua/!o resolvida aplicando um método e*pl1cito simples do tipo.
.
i
t C t ∆
∆ · + ′ . t u
i
t
i
.
4 aplica/!o de métodos de ordem mais elevada implica a utiliza/!o de procedimentos
iterativos' Am método deste tipo "método de "eun$ oi utilizado por Monteiro, "0889$
correspondendo a um es%uema de previs!o-correc/!o de dois n1veis temporais com um
grau de precis!o de (
a
ordem no tempo'
5o entanto, a adop/!o de um método de ordem mais elevada torna-se necess&rio somente
%uando as linhas de corrente apresentam uma curvatura acentuada e o passo temporal é
elevado' Dara maioria dos escoamentos naturais a precis!o associada ao método e*plicito
é suiciente para se o#ter #ons resultados'
6., 8er-o di*&si;o
O transporte tur#ulento é respons&vel pela dispers!o' O eeito dos vórtices so#re os
tra/adores depende da raz!o entre o tamanho dos vórtices e dos tra/adores' 2órtices
maiores %ue os tra/adores induzem um movimento aleatório ao tra/ador' 2órtices mais
pe%uenos %ue os tra/adores originam entrada de matéria para dentro do tra/ador
aumentando o seu volume e a sua massa de acordo com a concentra/!o do meio
envolvente'
6.4.1 D"(!2$*"1)! $"$)ó/%!
O movimento aleatório é calculado recorrendo ao procedimento adoptado por Sullivan,
08T0 e por 4llen, 08W(' O movimento aleatório é calculado utilizando o comprimento de
mistura e a variância da velocidade tur#ulenta, valores dados pelo modelo de tur#ul=ncia
adoptado para o echo do modelo hidrodinâmico' Os tra/adores mant=m a velocidade
aleatória ou tur#ulenta durante o tempo necess&rio para percorrer o comprimento de
mistura'
6.4.2 Au*"1)! d! :!u*"
O aumento de volume dos tra/adores est& associado : tur#ul=ncia de pe%uena escala,
sendo razo&vel admitir %ue este é isotrópico' 5estas condi/,es os tra/adores mant=m a
sua orma inicial e o aumento de volume é un/!o do próprio volume'
Ozmidov postulou a hipótese de ornecimento de energia %uase discreto ao oceano' De
acordo com esta teoria a injec/!o de energia no oceano, por ontes e*ternas est&
concentrada na vizinhan/a de tr=s escalas caracter1sticas do escoamento. escala da
circula/!o geral, escala das oscila/,es inérciais e da maré "_0M Bm$ e escala das ondas
induzidas pelo vento "_0Mm$' Am dos principais resultados deste postulado é entre os
pontos de injec/!o de energia o coeiciente de dius!o tur#ulento horizontal pode ser
descrito pela Ylei dos RC) de BolmogorovZ'
Sistema de modelos MOHID :5
Dara condi/,es de isotropia a solu/!o da e%ua/!o de dius!o tridimensional,
correspondente a uma emiss!o pontual na origem *iLM e assumindo %ue o coeiciente de
dius!o depende do tamanho da pluma'
O utilizador pode especiicar um volume m&*imo a partir do %ual o tra/ador é eliminado,
isto é, um valor a partir do %ual se considera %ue a concentra/!o dentro do tra/ador é
apro*imadamente igual : concentra/!o normal do meio'
6.1 7on#es e )oços
O modelo tem por principal o#jectivo resolver os termos advectivo e diusivo da e%ua/!o de
transporte, en%uanto os termos ontes-po/os s!o resolvidos por módulos separados %ue se
acoplam ao modelo' +ntre estes módulos destacam-se o módulo ecológico, %ue simula a
dinâmica do zooplancton "consumo prim&rio$, do itoplâncton "produ/!o prim&ria$ e dos
nutrientes em cada tra/ador "?odrigues et al', 088<$ e o módulo de hidrocar#onetos %ue
simula as altera/,es das propriedades 1sico-%u1micas e o espraiamento por dispers!o
mecânica de manchas de hidrocar#onetos'
5o entanto, e*istem alguns processos de onte e po/o %ue se podem simular de orma
simpliicada, como primeira apro*ima/!o ao pro#lema, sem ser necess&rio recorrer a
algoritmos comple*os %ue justii%uem o desenvolvimento de módulos separados, %ue é o
caso da inactiva/!o #acteriológica e a sedimenta/!o e ressuspens!o de sedimentos'
4pesar da estrutura simplista dos algoritmos desenvolvidos para simular os processos
reeridos, estes s!o uma erramenta muito 6til e vers&til numa primeira a#ordagem a
pro#lemas de %ualidade da &gua e de dispers!o de sedimentos contaminados'
6.5.1 I1$2)%:$;<! 9$2)"/%!ó'%2$
4 inactiva/!o #acteriológica é condicionada por uma grande variedade de actores
"Monteiro, 0889$.
4 . radiaç5o solar6
7 . temperatura6
8 . salinidade6
9 . predaç5o pelo biota do meio receptor6
: . concentraç5o de nutrientes6
; . subst<ncias t=%icas6
> . sedimentaç5o ap=s descarga6
? . ressuspens5o de sedimentos contaminados6
@ . ta%a de crescimento dos microorganismos no meio receptor.
De todos estes actores o %ue condiciona mais a inactiva/!o #acteriológica é sem d6vida a
radia/!o solar' 5um am#iente sem luz o processo de inactiva/!o pode demorar pelo
menos duas ordens de grandeza mais, do %ue mesmo processo e*posto : radia/!o solar'
5a simula/!o da inactiva/!o admite-se normalmente %ue esta segue uma reac/!o de
primeira ordem do tipo.
dC
dt
F C F
D
< <
· − ∧ ·
ln1#
9#
Sistema de modelos MOHID :6
sendo B3 a ta*a de inactiva/!oX T8M o tempo necess&rio para a concentra/!o de #actérias ser reduzida em
8M`X ; a concentra/!o de #actérias'
4 e%ua/!o anterior é resolvida por um método impl1cito, %ue assegura %ue a concentra/!o
no instante tK∆t seja sempre positiva.
( ) ( )
( )
( ) ( ) ( )
( )
( )
( )
( )
C t t C t
t
F C t t
$ t t $ t
t V t t
F
$ t t
V t t
$ t t
$ t
F t
< <
<
E
F A E
E
F A
E
E




∆ ∆







× + +

⇔ ·
+ ×
2 3
1
sendo M o n6mero total de #actérias associadas ao tra/adorX 2 o volume do tra/ador'
6.5.2 S"d%*"1)$;<!=/"((u(6"1(<!
O algoritmo simpliicado de sedimenta/!oCressuspens!o desenvolvido visa principalmente,
numa primeira apro*ima/!o, simular a dispers!o duma emiss!o localizada de sedimentos
contaminados' +sta emiss!o pode ser devida : ressuspens!o de sedimentos durante
tra#alhos de dragagem, ao depósito de material dragado em &reas costeiras, a um rio
caracterizado por elevado grau de polui/!o, etc'
Dara simular o processo de sedimenta/!o associou-se a cada tra/ador uma velocidade de
%ueda %ue pode ser dada directamente ou calculada a partir dum diâmetro caracter1stico,
d, recorrendo :s e%ua/,es %ue calculam a velocidade de %ueda, Qs, de part1culas n!o-
eséricas "?ijn, 08W8$'
( )
9
s gd
d m
s
·

< <
1
18
1 1##
2
ν
µ
( )
9
d
s gd
d m
s
· +

¸
¸

_
,

¸

1
]
1
1
1
< <
1#
1
##1 1
1 1## 1###
3
2
# *
υ
ν
µ
.
.

( ) [ ]
9 s gd m
s
· − > 11 1 1###
# *
.
.
d µ
sendo d o- diâmetro caracter1sticoX s a gravidade espec1icaX ν a viscosidade cinem&tica'
O tra/ador ao chegar ao undo só sedimenta se a tens!o de corte do escoamento or
inerior a uma tens!o cr1tica de sedimenta/!o, τsedimenta/!o, especiicada pelo utilizador' +sta
tens!o cr1tica é a tens!o m&*ima %ue o escoamento pode ter de modo a se dar o processo
de sedimenta/!o' Dor outro lado, se a tens!o do escoamento or superior a uma tens!o
cr1tica de eros!o "ou ressuspens!o$, τressuspens!oaτsedimenta/!o, os tra/adores até ent!o
sedimentados voltam a ser recolocados na coluna de &gua' Ama vez %ue o processo de
ressuspens!o é e*tremamente comple*o, podendo no caso dos estu&rios os sedimentos
serem ressuspendidos alguns cent1metros ou alguns metros, optou-se por recolocar os
tra/adores aleatoriamente na coluna de &gua, no caso de haver condi/,es de
ressuspens!o' O algoritmo simpliicado %ue simula o processo de ressuspens!o só pode
aplicado a &guas pouco proundas e #em misturadas'
Sistema de modelos MOHID :7
6.6 E-iss$o
O módulo de transporte lagrangeano permite a selec/!o de 9 tipos dierentes de emiss!o
dos tra/adores.
4 . emiss5o pontual6
7 . emiss5o em cai%as6
8 . emiss5o em cai%as com monitorizaç5o6
9 . acidente6
: . emiss5o pontual com monitorizaç5o.
4 emiss!o pontual consiste em emitir tra/adores num determinado ponto do dom1nio, tendo
por principais o#jectivos simular trajectórias de #óias derivantes e a dispers!o de eluentes'
5a simula/!o de uma #óia derivante apenas é emitido um tra/ador por origem, sendo o
seu deslocamento gravado em todas as itera/,es' 5o caso da simula/!o da dispers!o de
eluentes é associado um caudal m&ssico a cada origem %ue é simulado na orma de
emiss!o continua de tra/adores' +sta emiss!o n!o é rigorosamente cont1nua mas sim
espa/ada de um intervalo de tempo deinido pelo utilizador, podendo ser emitidos um mais
tra/adores de cada vez, sendo este n6mero tam#ém deinido pelo o utilizador'
4 emiss!o em cai*as #asicamente é utilizada para caracterizar massas de &gua e
compreender os mecanismos de trocas ao longo de sec/,es' +ste tipo de emiss!o
consiste em deinir uma origem n!o como um ponto, mas sim uma &rea do dom1nio, sendo
emitido em cada célula hidrodinâmica pertencente a cada cai*a "ou origem$ tra/adores de
iguais caracter1sticas' +*istem duas op/,es de emiss!o. emitir um tra/ador por cada célula
hidrodinâmica da cai*a, ou associar a cada cai*a um volume para os tra/adores, sendo o
n6mero de tra/adores a emitir por célula igual ao volume desta a dividir pelo o do tra/ador'
+sta 6ltima op/!o é utilizada para caracterizar trajectórias de grandes massas de &gua'
4 emiss!o tipo acidente oi desenvolvida para simular emiss,es %uase instantâneas de
grandes massas de poluentes, estando especialmente vocacionada para a simula/!o de
material lutuante, %ue é o caso dos hidrocar#onetos' ;omo j& oi anteriormente reerido
este modelo n!o simula processos comple*os associados aos termos onte e po/o, mas
pode servir de #ase para o desenvolvimento de um módulo %ue simule esses processos'
+ste tipo de emiss!o consiste em emitir um elevado n6mero de tra/adores, a deinir pelo
utilizador, numa &rea %ue ser& un/!o da massa vol6mica do poluente a emitir e da
espessura inicial da mancha' 4o longo do tempo é calculada para cada célula do modelo
hidrodinâmico a espessura da mancha, %ue n!o é mais do %ue a massa total dos
tra/adores %ue e*istem na célula vezes a massa vol6mica do poluente a dividir pela &rea
da célula'
4s emiss,es em cai*as e pontual com monitoriza/!o consistem em calcular o tempo de
resid=ncia dos tra/adores em &reas deinidas pelo utilizador' 4 emiss!o em cai*as com
monitoriza/!o é utilizada para calcular tempos de resid=ncia de grandes massas de &gua e
para calcular trocas entre sec/,es' 4 emiss!o pontual com monitoriza/!o é utilizada para
calcular tempos de resid=ncia de massas de &gua com origem em eluentes'
Sistema de modelos MOHID :5
7 MÓDULO DE QUALIDADE DA ÁGUA DO SISTEMA
MOHID
O módulo de %ualidade da &gua encontra-se implementado numa metodologia a zero
dimens,es, permitindo assim o seu acoplamento tanto a modelos de %ualidade da &gua
"transporte$ do tipo +uleriano como Jagrangeano' O modelo ecológico simula o ciclo do
4zoto, as concentra/,es de O*igénio Dissolvido e ;3O e as popula/,es de ]ito e
Uooplâncton' 4s espécies do ciclo do 4zoto incluem as suas tr=s principais ormas
inorgânicas - amónia, nitrato e nitrito -, assim como tr=s ormas orgânicas de azoto -
rac/!o reract&ria e n!o reract&ria do azoto orgânico dissolvido, e azoto orgânico
particulado'
4presenta-se na ]igura 0 um es%uema conceptual do modelo utilizado' Os produtores
prim&rios b itoplâncton -, consomem amónia e nitrato, dependendo da disponi#ilidade
destes nutrientes e da radia/!o solar como onte"s$ de energia para a otoss1ntese' O n1vel
tróico seguinte, constitu1do pelos consumidores prim&rios ou produtores secund&rios "e'g',
Uooplâncton$ consomem os compostos orgânicos sintetizados pelos produtores prim&rios,
sendo por sua vez consumidos pelos n1veis tróicos superiores' 4s e*cre/,es do
itoplâncton incluem amónia, azoto orgânico particulado e azoto orgânico dissolvido l&#il'
Dor sua vez, a decomposi/!o do azoto orgânico particulado produz amónia e azoto
orgânico dissolvido reract&rio ou n!o l&#il' 4 remineraliza/!o do azoto orgânico dissolvido
a amónia só é conseguida, no caso reract&rio, numa escala temporal de anos' O
processo da nitriica/!o é constitu1do pela transorma/!o da amónia em nitrito, e,
posteriormente, em nitrato'
5!o é considerada no modelo a i*a/!o atmosérica de azotoX a importância da i*a/!o de
5( em &gua salgada, geralmente pe%uena, justiica a n!o inclus!o deste termo nas
e%ua/,es da amónia'
De acordo com a metodologia a zero dimens,es os modelos ecológico e de %ualidade da
&gua oram desenvolvido em termos de ontesCpo/os calculados para cada propriedade,
traduzindo a sua varia/!o devido aos processos #iológicos e %u1micos mais relevantes
%ue ocorrem na coluna de &gua' 4presentam-se de seguida os termos de onteCpo/o para
cada propriedade considerada'
Sistema de modelos MOHID :6
4 M c 5 I 4
5 I T ? I T O
5 I T ? 4 T O
4 U O T O
M O J + ; A J 4 ?
4 U ' O ? ^ '
D I S S O J 2 I D O '
" J d 3 I J $
5 e 2 + I S
T ? c ] I ; O S
S A D + ? I O ? + S
U O O D J f 5 ; T O 5
4 U ' O ? ^ '
D 4 ? T I ; A J 4 D O
] I T O D J f 5 ; T O 5
4 U ' O ? ^ '
D I S S O J 2 I D O '
" 5 g O J d 3 I J $
5 i t r i i c a / ! o
5 i t r i i c a / ! o
D e s n i t r i i c a / ! o
? e s p i r a / ! o
e + * c r e / , e s
M i n e r a l i z a / ! o
? e s p i r a / ! o
e + * c r e / , e s
M o r t a l i d a d e
e + * c r e / , e s
M i n e r a l i z a / ! o
M i n e r a l i z a / ! o
\ S l o p p F
] e e d i n g \
,igura 4 . Asquema do modelo ecol=gico.
7.1 7i#o:.=n/#on
4 6nica orma de produ/!o prim&ria considerada neste modelo é a otoss1ntese
itoplanctónica, sendo o termo de onteCpo/o para o itoplâncton dado por.
9 m s e r
t d
9 d
x
3 2 − − − − ·µ
7
Sistema de modelos MOHID <8
onde , é a concentra/!o de itoplâncton"mg ; l
-0
$, µ a ta*a #ruta de crescimento
itoplanctónico "dia
-0
$, r a ta*a de respira/!o"dia
-0
$, e* a ta*a de e*cre/!o"dia
-0
$ e m a
mortalidade n!o predatória"dia
-0
$'
4 ta*a #ruta de crescimento do itoplâncton é dada por.
( ) ( ) ( ) ( ) G H D D
re: ma.
Ψ Ψ Ψ µ · µ
7
onde µma%"Tre$ "dia
-0
$ representa a ta*a otossintética ou de crescimento itoplânctónico
m&*ima a uma dada temperatura de reer=ncia "normalmente, Tre L (M
o
;$ e em condi/,es
óptimas de intensidade luminosa e disponi#ilidade de nutrientes' 2alores t1picos de
µma%"(Mh;$ situam-se entre 0'M e ('T dia
-0
' Ψ"J$ é a un/!o %ue traduz o eeito limitante da
intensidade luminosa' Ψ"T$ traduz o eeito da temperatura no crescimento do itoplâncton e
é dado por.
Ψ2 3 2 3 2 3 A @ A @ A
) 3
·
7
onde
1
]
1

¸



+

·
1
3 2
1
3 2
3 2
min 1
1
min 1
1
A A
e =
A A
e =
A @
)
γ
γ
onde
[ ]
( )
( )
1
]
1

¸




·
2 1
1 2
min 3 1 2
1
1
1
ln
1
= =
= =
A A
opt
γ
1
]
1

¸



+

·
1
3 2
1
3 2
3 2
ma. 2
4
ma. 2
4
A A
e =
A A
e =
A @
3
γ
γ
onde
[ ]
( )
( )
1
]
1

¸




·
3 4
4 3
3 2 2 ma.
2
1
1
ln
1
= =
= =
A A
opt
γ
5as e%ua/,es acima, Topt"0$ é o valor m1nimo do intervalo óptimo de temperatura para o
crescimento do itoplâncton, sendo Topt"($ o m&*imo' Tmin é a temperatura m1nima toler&vel
pelo itoplâncton "sendo a sua ta*a de crescimento nula a esta temperatura$, en%uanto %ue
Tma* é a temperatura m&*ima toler&vel' 4s restantes constantes servem para controlar a
orma da curva de resposta'
O eeito limitante do azoto "5$, Ψ"5$, é calculado com #ase na cinética de assimila/!o de
Michaelis-Menten' ;onsidera-se o azoto, na sua orma inorgânica dissolvida "azoto
amoniacal e nitratos$, como o principal nutriente limitante da produ/!o prim&ria.
[ ]
[ ]
− +
− +
+ +
+
· Ψ
3 4
3 4
3 2
EO EH =
EO EH
E
E
7
onde G5 é a constante de semi-satura/!o para o azoto, i'e', é a constante %ue representa a
concentra/!o de su#strato para a %ual Ψ"5$L0C(' Am valor t1pico é. B5LM'M(9 mg 5 l
-0
'
[ ]
− +
+
3 4
EO EH representa a concentra/!o das ormas de azoto inorgânico dissolvido,
amónia e nitrato "mg 5 l
-0
$'
O eeito limitante da intensidade luminosa é modulado de acordo com a ormula/!o de
Steele "08<($, sendo o seu valor calculado ora do modelo de %ualidade da &gua'
4 respira/!o contri#ui para a redu/!o da #iomassa do itoplâncton, sendo li#ertados azoto
e ósoro' 4 respira/!o r "dia
-0
$ é dividida em respira/!o endógena "ou #asal$ e
otorrespira/!o.
r E r
e
C r
p
sendo re a respira/!o endógena e rp a otorrespira/!o'
Sistema de modelos MOHID <7
A
e r
e
#(9 7 #
#17* 7 # · 7
onde +er é a constante da respira/!o endógena do itoplâncton, +er L M'M0T9, e * é a
temperatura "h;$' 4 otorrespira/!o é proporcional : ta*a otossintética.
µ
p p
= r ·
7
sendo =
p
o :actor de 'ro'orcionalidade.
+m rela/!o : e*cre/!o e% "dia
-0
$, atendendo a %ue esta, ao inverso do %ue se passa com a
otoss1ntese, é superior %uando os n1veis de radia/!o solar s!o ou muito #ai*os ou muito
altos, a determina/!o das perdas por e*cre/!o az-se através de.
( ) e = F
G e
· − 1 Ψ2 3 µ 7
onde =
e
é uma constante adimensional.
4 mortalidade n!o predatória m "dia
-0
$ do itoplâncton considera-se directamente
proporcional : #iomassa de itoplâncton e inversamente proporcional : ta*a de crescimento
#ruto µ .

,
_

¸
¸
+
·
µ
µ
9 =
9
A m A m
m
re& re&
3 2 3 2
ma.
7
onde 'm é uma constante de semi-satura/!o para a mortalidade"mg ; dia
-0
l
-0
$ e mma%"*ref$ é
a ta*a m&*ima de mortalidade a uma temperatura de reer=ncia *ref' 2alores t1picos de m
situam-se entre M'MM9 e M'0T mg ; dia
-0
l
-0
'
7.2 A<o#o
4 concentra/!o das v&rias ormas de azoto é simulada pelo modelo através da resolu/!o
de um sistema de < e%ua/,es, correspondendo cada e%ua/!o a cada uma das ormas de
azoto consideradas. amónia "5HR
K
$, nitrato "5O)
-
$, nitrito "5O(
-
$, azoto orgânico particulado
"DO5$, azoto orgânico dissolvido reract&rio "DO5r$ e a rac/!o n!o-reract&ria do azoto
orgânico dissolvido"DO5nr$.
IJG 4 : &JGr 4 &JGnr 4 G/ 4 e : ,
det 2 Gr 1 Gnr 1 4 G 2
G/
G" G 1
G/
4 4
+ + + − Φ − ·
+
+ +
− +
− ·

2 G 2 4
G
2
GJ
GJ 4 G/ 4 ,
2
− −
− Φ − ·
− −
3 G 3
GJ
2 G 2
GJ
GJ 4 GJ 4 ,
3 3
C > G det G" G 1 & IJG
m" IJG 4 e 3 : 1 32 : 1 2 , α + − − − ·
( ) &JGnr 4 e : 1 : ,
G 1 G" G 1 & JGnr &
− − ·
&JGr 4 3 : 1 2 IJG 4 ,
Gr 1 2 det &JGr
− − ·
onde 05 é a rac/!o inorgânica das e*cre/,es do plâncton, D é a rac/!o inorgânica
dissolvida das e*cre/,es do plâncton' e5] "mg 5 l
-0
dia
-0
$ é a ta*a de e*cre/!o de compostos
Sistema de modelos MOHID <:
sol6veis de azoto pelo itoplâncton'G05 "dia
-0
$ é a ta*a de hidrólise do DO5nr, G(5 "dia
-0
$ é a
ta*a de nitriica/!o, G)5 "dia
-0
$ a ta*a de desnitriica/!o e Gdet"dia
-0
$ é a ta*a de
decomposi/!o de compostos orgânicos particulados de azoto' α5.; "mg 5 mg ;
-0
$
representa a raz!o azoto.car#ono na composi/!o elementar do itoplâncton' Φ5HRK
"mg 5l
-0
dia
-0
$ representa a ta*a de assimila/!o otossintética de amónia' Φ5O)-
"mg 5 l
-0
dia
-0
$ representa a ta*a de assimila/!o otossintética de nitrato'
4 ta*a de hidrólise do DO5, G05, é dada por.
( )
= M A
E DOE re& DOE
A A
re&
1
·

θ
2 3
onde BDCD"*ref$ "dia
-0
$é a ta*a de decomposi/!o de reer=ncia e θDCD é o coeiciente da
temperatura'
4 ta*a de nitriica/!o, '7D, é dada por.
( )

,
_

¸
¸
+
·

+ +
2
2
3 2
2
4 4
O =
O
A M =
n
A A
EH
re&
EH
E
re&
θ
onde BD"9$"*ref$ "dia
-0
$

é a ta*a de nitriica/!o de reer=ncia, θ5HRK é o coeiciente de
temperatura, 'n "mg O( l
-0
$ é a constante de semi-satura/!o da nitriica/!o e C7 é a
concentra/!o de o*igénio "mg O( l
-0
$'Dara a temperatura de reer=ncia usual de (Mh;,
( )
1
1# . # K 2#
4

·
+
dia . M
EH
,
#8# . 1
4
·
+
EH
θ
e
81
2
l J # . 2 m+ =
n
· s!o os valores
considerados'
4 ta*a de desnitriica/!o, '8D, é dada por.
( )

,
_

¸
¸
+
·

− −
2
3 2
3
3 3
O =
=
A M =
d
d
A A
EO
re&
EO
E
re&
θ
onde M5O)
-
"Tre$ "dia
-0
$

é a ta*a de desnitriica/!o de reer=ncia, θDC8
.
é a temperatura, 'd
"mg O( l
-0
$ é a constante de semi-satura/!o da desnitriica/!o e C7 é a concentra/!o de
o*igénio"mg O( l
-0
$' Dara a temperatura de reer=ncia de (Mh; os valores considerados s!o.
( ) M . dia
EO
3
2# #1#
1

·

K .
,
θ
O
3
1#8#

· .
e
81
2
l J 1 . # m+ =
d
· '
4 ta*a de decomposi/!o de compostos orgânicos particulados de azoto , 'det, é dada por.
( )
= M A
HOE re& HOE
A A
re&
det
2 3
·

θ
onde BECD"*ref$ "dia
-0
$ é a ta*a de decomposi/!o de reer=ncia e θECD é o coeiciente de
temperatura '
4 ta*a de e*cre/!o de compostos azotados sol6veis pelo itoplâncton, eD, "mg 5 l
-0
dia
-0
$ é
dada por.
9 e r e
x . E E9
3 2
>
+ ·α
,
sendo αDF3 a rac/!o de azoto contida nas células de itoplâncton "mg 5 mg ;
-0
$, a ta*a de
respira/!o do itoplâncton "dia
-0
$, e% a ta*a de e*cre/!o do itoplâncton "dia
-0
$'
O consumo directo dos nutrientes pelo itoplâncton az-se apenas %uando a%ueles se
encontram na orma inorgânica dissolvida, ou seja, no caso do azoto so# a orma de
amónia ou de nitrato, demonstrando-se preer=ncia pela orma amoniacal, sendo o nitrato
consumido apenas na aus=ncia desta' 4s ta*as de assimila/!o otossintética de amónia,
φ5HR
K
e de nitrato, φ5O)
-
, s!o dadas respectivamente por .
Sistema de modelos MOHID <<
9
. E
EH EH
µ α β
>
4 4
+ +
· Φ
e
( ) 9
. E
EH EO
µ α β
>
4 3
1
+ −
− · Φ
onde βD"9
$
é o actor de preer=ncia pelo i!o amónio e αDF3 representa a rac/!o de azoto
contida nas células de itoplâncton "mg 5Cmg ;$,sendo.
( )( ) ( )( )
− − +
+
− +
− +
+ +

+
+ +

·
+
3 3 4
4
3 4
3 4
4
EO = EO EH
= EH
EO = EH =
EO EH
E
E
E E
EH
β
onde 'D é a j& mencionada constante de semi-satura/!o do azoto, considerando-se um
valor de 'D L M'M(9mg 5 l
-0
'
O modelo de %ualidade calcula sempre a concentra/!o de o*igénio dissolvidoX no caso de
tal n!o ser e*pressamente pedido pelo utilizador, o modelo calcula a concentra/!o de
satura/!o'
4 concentra/!o de satura/!o do o*igénio, O(sat "mg O( l
-0
$ .
( )
( ) ( ) ( )
( ) ( )
O
A @
A @ A @
.
A @
A @
sat
cl
2
*
7
2
1#
3
11
4
2
3
2
139 344 11
1*7* 7#1 1#
( (42 3#8 1# 1243 8## 1# 8 (21 949 1#
31929 1#
19 428 38(73 1#
· − +
× ¹
'
¹

×
+
×

×
− × − +
× ¸
¸

_
,

¹
)
¹

e.' .
.
. . .
.
. .



D F

onde 3cl é a clorinidade da &gua "p'p't'$.
.
S
cl
·
18#( ** .

e ) a salinidade "p'p't'$'
Sistema de modelos MOHID <4
! INTERFACES
J sistema de modelos $J/I& tem im'lementado um sistema de inter:aces com o utili6ador
?ue 'ermitem de gerar de :orma interactiva os dados necessLrios M utili6a!o dos diversos
m)dulos ou com'ilar a in:orma!o 'rodu6ida numa :orma clara e de :Lcil inter'reta!o.
+dicionalmente o sistema 'ermite ainda gerir e aceder de :orma o'timi6ada M organi6a!o dos
dados relativos Ms di:erentes simulaNes.
Om e.em'lo do ti'o das inter:aces im'lementadas é a'resentado na :igura seguinte.
Sistema de modelos MOHID <5
" REFER#NCIAS
+HH%G7 C. $.7 1982. Gumerical simulation o: contaminant dis'ersion in estuar0 :lo9s. Iroc.
P. ,oc. Hondon. + 3817 1798194 219823.
<%CF%P,7 Q. $.7 1991. +''lication o: t1e G/%P 3& General Circulation $odel to t1e
Restern $editerranean. Q. $arine ,0stems7 %lsevier ,cience Iublis1ers <.V.7 +msterdam7 1>
31*8332.
CJ%H/J7 /. ,.7 199(. $odela!o Gumérica da DurbulSncia JceTnica. &isserta!o 'ara a
obten!o do grau de $estre em %cologia7 Gest!o e $odela!o dos Pecursos $arin1os
a'resentada ao Instituto ,u'erior Décnico7 Hisboa.
"I,C/%P7 /. <.7 HI,D7 %. Q.7 FJ/7 P. C. U.7 I$<%PG%P7 Q. % <PJJF,7 G. /.7 1979.
$i.ing in Inland and Coastal Raters. +cademic Iress7 Ge9 Uor47 O.,.+.7 483'.
$JGD%IPJ7 +. Q.7 199*. &is'ers!o de %:luentes +través de %.utores ,ubmarinos. Oma
contribui!o 'ara a modela!o matemLtica. Oniversidade Décnica de Hisboa7 Instituto ,u'erior
Décnico
G%V%,7 P. Q. Q.7 198*. Vtude %.'érimentale et $odélisation $at1émati?ue des Circulations
Dransitoire et Pésiduelle dans l5 %stuaire du ,ado. I1.&.. D1esis7 Oniversit0 o: HiWge
2<elgium3.
JX$I&JV7 P. V.7 199#. &i::usion o: Contaminants in t1e Jcean. Jceanogra'1ic ,ciences
Hibrar07 Flu9er +cademic Iublis1ers7 283 '.
PIQG7 H. C.7 1989. /andboo4 o: ,ediment Drans'ort b0 Currents and Raves. &el:t
/0draulics7 Pe'ort / 4(17 Qune 1989.
PJ&PIGO%,7 V.7 Geves7 P. Q. Q. Y $IP+G&+7 P.7 199(. $odela!o ecol)gica e da
?ualidade da Lgua em 6onas costeiras. *
a
Con:erSncia Gacional sobre a Qualidade do
+mbiente7 +veiro.
,+GDJ,7 +. Q.7 199*. $odelo /idrodinTmico Dridimensional de Circula!o JceTnica e
%stuarina. Oniversidade Décnica de Hisboa7 Instituto ,u'erior Décnico
,+GDJ,7 +. Q. Y P. G%V%,7 1991. Padiative +rti:icial <oundaries in Jcean <arotro'ic
$odels. In> +. ,. +rcilla7 %d.7 Iroceedings o: t1e 2nd Int. Con:. on Com'uter $odelling in
Jcean %ngineering7 <arcelona7 '. 3738383.
,OHHIV+G7 I. Q.7 1971. Hongitudinal dis'ersion 9it1in a t9o8dimensional turbulent s1ear
:lo9. Qournal "luid $ec1.7 vol. 497 'art 37 ''. **18*7( 219713.
Sistema de modelos MOHID <6
1$ E%EMPLOS DE APLICAÇ&ES
)istema lagunar do Bussulo G simulaç5o da hidrodin<mica local
Astuário do )ado G simulaç5o da hidrodin<mica com base no modelo baroclHnico tridimensional
Sistema de modelos MOHID <7
#elocidades e *emperatura na Albufeira do Alqueva -Iunho/
dade relativa da água no reservat=rio do Alqueva
Sistema de modelos MOHID <5
Astuário do *eJo G )imulaç5o dos percursos efectuados pelas massas de água reJeitadas nas ribeiras
da costa do Astoril.
Astuário de )antos G emiss5o de traçadores lagrangeanos em diferentes pontos para avaliaç5o das
condições de dispers5o locais
Sistema de modelos MOHID <6
EroJecto CBAK G simulaç5o do upwelling sobre a plataforma. 3omparaç5o dos resultados do modelo
com medidas efectuadas por )atélite.
Sistema de modelos MOHID 48
Astuário da EaraHba G Avaliaç5o dos traJectos das massas de água do estuário
Sistema de modelos MOHID 47
Astuário do )ado G simulaç5o do campo de salinidade
Astuário do Douro G transporte de sedimentos por acç5o combinada de ondas e correntes
Sistema de modelos MOHID 4:
Eorto de Eeniche G )imulaç5o da agitaç5o local
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