Monografia Pública

Pensamentos de

Allan Kardec
Pelo Prof. Dr. R. D. Pizzinga, 7Ph.D. (*) Membro dos Il minados de Kemet
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“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a Lei.”
Allan Kardec

“Retrato de Allan Kardec” (Frater elado !""!#$% htt!"##macarlo.com#no$aera#galler%$el&'(.htm

&ntrodu'(o

A

))A* KARD+, (-i!!ol%te ).on Denizard Ri$ail), nascido em )%on, /ran0a, ( de o t bro de '12& e falecido em Paris, em (' de mar0o de '134, foi m !rofessor, !edagogo e escritor franc5s. 6ob o !se d7nimo de Allan Kardec, notabilizo 8se como o ,odificador do +s!iritismo, tamb.m denominado de Do trina +s!9rita. A Do trina +s!9rita . ma corrente de !ensamento : nascida em meados do s.c lo ;I; : < e se estr t ro a !artir de di=logos estabelecidos entre Allan Kardec e o < e ele e

m itos !es< isadores da .!oca defendiam se tratar de es!9ritos de !essoas falecidas a se manifestar atra$.s de di$ersos m.di ns. ,aracteriza8se !elo ideal de com!reens>o da realidade mediante a integra0>o entre as tr5s formas consideradas cl=ssicas de conhecimento, < e seriam" a cient9fica, a filos?fica e a religiosa. 6eg ndo Allan Kardec, cada ma destas formas de conhecimento, se tomada isoladamente, tenderia a cond zir a e@cessos de ceticismo, de nega0>o o de fanatismo. A Do trina +s!9rita se !ro!Ae, assim, a estabelecer m di=logo entre elas, $isando B obten0>o de ma forma original, < e, a m s? tem!o, seCa mais abrangente e !rof nda de com!reender a realidade. D !ensamento de Allan Kardec : < e constit i o cerne da Do trina +s!9rita : f ndamenta8se basicamente nas !remissas de < e e@iste m De s como EPai de todosF e < e todos os seres indi$id ais reencarnam, em m !rocesso de e$ol 0>o ni$ersal. D grande m.rito de Allan Kardec, em termos !r=ticos, foi ter !ro!iciado a milhAes de !essoas < e !erderam se s entes < eridos a !ossibilidade de se com nicarem com eles, a< i e agora (atra$.s de medi ns), n>o tendo < e es!erar !or m reencontro a!enas na Gida +terna !ro!osta !ela religi>o ,rist>, < e dissemino essa id.ia no m ndo ocidental. H bem $erdade < e e@istem falsos medi ns, < e se $alem do es!iritismo !ara a!licar gol!es e ganhar dinheiro, mas de$emos nos lembrar de < e em m m ndo sob a )ei da D alidade todos os e$entos fenom5nicos t5m as!ectos o!ostos e, assim, e@istem bons religiosos e ma s religiosos, bons !rofissionais e ma s !rofissionais, bons !ol9ticos e ma s !ol9ticos, boas !essoas e m=s !essoas etc etc. Pelo sim e !elo n>o, a Do trina +s!9rita aC da a - manidade Dcidental a carregar o fardo da finit de. Por.m . !reciso fazer d as ressal$as im!ortantes" ') *>o se conf nda o +s!iritismo Kardecista, tanto em s as manifesta0Aes originais (de mesa) como em s as ada!ta0Aes sicr.ticas (Imbanda, !or e@em!lo) com o Animismo Africano a t5ntico (antiga Religi>o Jor ba e KeCe) e s as ramifica0Aes Americanas originais (,andombl. do Lrasil e 6anteria de , ba), !ois nestes n(o e)i*te a Eincor!ora0>oF de es!9ritos desencarnados em medi ns mas, sim, a manifesta0>o, de Edentro !ara foraF de m ancestral di$inizado (Dri@= o God n) codificado no D*A de m se descendente !ro!enso a entrar em transe. +ntretanto, o ,andombl. engloba o c lto de +g n (es!9rito desencarnado de Melador de 6anto, +Nedi, Dgan o o tro membro grad ado da seita), mas este n>o necessita de medi m !ara se manifestar, fazendo a!ari0Aes f9sicas atra$.s de ro !as rit ais colocadas

ent>o. com a finalidade de estabelecer distin0>o entre do mo$imento es!irit alista em geral. de forma e< i$ocada. .ont do. foi adotado !or -i!!ol%te ). no 6anc m Pri$ado. !or o tro. 6eg ndo alg mas fontes.s de Angola e at.odifica0>o +s!9rita dos se s trabalhos !edag?gicos anteriores. e. !ois m +s!9rito (< e se denomina$a de M) lhe re$elo < e ambos ha$iam $i$ido entre os dr idas. !or +s!iritismo. sem < al< er intermedia0>o.ias !or ele sistematizadas. o .sobre ma bacia com =g a.odificador. Modernamente. fez com < e o termo fosse ra!idamente incor!orado ao so cotidiano !ara designar t do o < e dizia res!eito B com nica0>o com os +s!9ritos. foi m e@!ediente a < e recorre Kardec !ara facilitar a dif s>o do no$o conC nto de id. se chama$a Allan Kardec. ma < est>o conhecida em $=rios relatos desde a AntigSidade. !or m lado. A rece!0>o de mensagens dos es!9ritos . !rinci!almente. er$as sagradas e algo mais. n>o necessitamos de medi ns !ara nos com nicar com nossos entes < eridos < e se foram (tamb. as $=rias do trinas religiosas e#o filos?ficas < e cr5em na sobre$i$5ncia do es!9rito B morte do cor!o.on Denizard Ri$ail a fim de diferenciar a .andombl. seg ndo se s bi?grafos. m itos entendem hoCe. !ara nomear es!ecificamente o cor!o de id. na Q=lia. na !ossibilidade de com nica0>o ordinariamente com ele.ias. P) *?s. !ois essa com nica0>o e feita face a face.!oca. da Drdem Rosacr z.m membros da Drdem). e < e. na< ele . de Ket adotaram elementos Nardecistas. como a incor!ora0>o mediOnica de caboclos boiadeiros. < e. D !se d7nimo Allan Kardec. D termo +s!iritismo (do franc5s +s!iritisme) s rgi como m neologismo : mais !recisamente ma !ala$ra8$alise : criado !or Allan Kardec e tilizado !ela !rimeira $ez na introd 0>o de D )i$ro dos +s!9ritos (Princ9!ios da Do trina +s!9rita). o !se d7nimo foi escolhido. . . a tiliza0>o de ra9zes ori ndas da l9ng a $i$a !ara com!or a !ala$ra (6!irit" +s!9rito R Isme" Do trina). Assim.

como n>o !oderia dei@ar de ser. < e n>o so es!9rita. 1elimita'(o da Pe*0ui*a 8 A !es< isa est= delimitada ao a tor citado.+sta !es< isa obCeti$o garim!ar.di ns e dos +$ocadores.. < ais seCam" ' T 8 D )i$ro dos +s!9ritos (Princ9!ios da Do trina +s!9rita).di ns o Q ia dos M. Por o tro lado. esta !es< isa est= incom!let9ssima. e o Inferno o a K sti0a Di$ina 6eg ndo o +s!iritismo.eti/o da Pe*0ui*a .W ando foi necess=rio. mas sob o !se d7nimo de Allan Kardec di$ lgo cinco obras f ndamentais < e $ersam sobre o +s!iritismo. ! blicado em '13UV e U T 8 A Q5nese. cita0Aes de refle@Aes e de ensinamentos de Allan Kardec. e@cl si$amente na Internet. em '142. desta forma.larim). o < e n>o < er dizer < e os e@certos escolhidos !ara com!78la n>o seCam ins!iradores e il minantes. n>o modifi< ei o ad lterei o !ensamento de Kardec. $*clarecimento . comentarei a!enas es!oradicamente os e@certos escolhidos. Kardec ! blico mais cinco obras com!lementares" Re$ista +s!9rita. D +s!iritismo em s a +@!ress>o mais 6im!les e Giagem +s!9rita. D as obras menos conhecidas tamb. $iria B l z Dbras P?st mas. ma heresia. + . ! blicado em Caneiro de '13'V ( T 8 D +$angelho 6eg ndo o +s!iritismo.m foram ! blicadas no Lrasil" D Princi!iante +s!9rita (! blicado !ela editora D Pensamento) e A Dbsess>o (! blicado !ela editora D . A!?s o se falecimento.s das cita0Aes selecionadas.+bra* $*p. Al. editei as cita0Aes colhidas !ara ade< =8las a este ti!o de !es< isa. +ntretanto. os Milagres e as Predi0Aes 6eg ndo o +s!iritismo. . seria. colhi no < e est dei di$ersos esclarecimentos il minadores e mara$ilhas es!irit ais < e Camais es< ecerei. no m9nimo.odificador fale atra$. Instr 0>o Pr=tica 6obre as Manifesta0Aes +s!9ritas. ! blicado em abril de '13&V & T 8 D . se assim ti$esse acontecido.m destas. < e n>o conhecia intestinamente o !ensamento de Kardec e < e con$icta e declaradamente so m Ate 8M9stico. o +s!iritismo. *esta o!ort nidade.D !rofessor -i!!ol%te ). < e o .on Denizard Ri$ail escre$e di$ersos li$ros !edag?gicos. ! blicado em '1U7V P T 8 D )i$ro dos M. !ermitindo. D < e . < e. ! blicado em '131. seCa o leitor m religioso n>o8es!9rita o m agn?stico. +b.rita* de Allan Kardec .

ainda. em todos os casos. sendo. entretanto. concordar o discordar dos ensinamentos de Allan Kardec . am!lia0Aes de ensinamentos anteriores. li$re8arb9trio este < e Kardec tanto defende . alg ns dos oitenta e seis fragmentos re!rod zidos a seg ir tratam do mesmo tema. de meras re!eti0Aes.gio < e o li$re8arb9trio h mano alcan0o . < e. . 6eg em8se !ensamentos (ensinamentos) de Allan Kardec.H necess=rio acrescentar. m !ri$il. +nfim. Xodos os Yebsites cons ltados est>o listados ao final desta !es< isa. n>o se constit indo. !ela nat reza do est do e !ela metodologia < e foi a!licada B esta !es< isa.

N"o foram os fatos (ue vieram 2a posteriori2 confirmar a teoria3 a teoria é (ue veio su#se(. ! estado das almas. é uma espécie de envolt rio semimaterial. compara. analisa e. (ue lhe constitui um corpo etéreo. Depois.entemente explicar e resumir os fatos. nem (ual(uer dos princípios da doutrina& concluiu pela exist)ncia dos Espíritos. o Espiritismo procede exatamente da mesma forma (ue as ci)ncias positivas. N"o esta#eleceu nenhuma teoria preconce#ida& assim.s coisas metafísicas. Ergueu%se o véu& o mundo espiritual aparece%nos na plenitude de sua realidade pr'tica. N"o foram os homens (ue o desco#riram pelo esfor$o de uma concep$"o engenhosa. s"o os pr prios ha#itantes desse mundo (ue nos v)m descrever a sua situa$"o. aplicando o método experimental. A morte é a destrui$"o do inv lucro mais grosseiro. matéria. nem o perispírito1. A vida futura deixa de ser uma hip tese para ser realidade. As ci)ncias s fi-eram progressos importantes depois (ue seus estudos se #asearam so#re o método experimental& até ent"o.s causas. porém. invisível . dedu-%lhes as conse(. ao passo (ue o é tam#ém . ! Espírito conserva o segundo. procedendo de igual maneira (uanto aos outros princípios. depois da morte. chega . rigorosamente exato di-er%se (ue o Espiritismo é uma ci)ncia de o#serva$"o e n"o produto da imagina$"o.$n*inamento* de Allan Kardec A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. *omo meio de ela#ora$"o. lei (ue os rege. 4. n"o é mais um sistema. (ue prende ao corpo o Espírito. remontando dos efeitos . pois. n"o apresentou como hip teses a exist)ncia e a interven$"o dos Espíritos. porém o resultado da o#serva$"o. (uando essa exist)ncia ressaltou evidente da o#serva$"o dos fatos. +atos novos se apresentam (ue n"o podem ser explicados pelas leis conhecidas& o Espiritismo os o#serva.)ncias e #usca as aplica$/es 0teis. acreditou%se (ue esse método tam#ém s era aplic'vel . nem a reencarna$"o. ! la$o ou perispírito.

para n s no estado normal. ! Espiritismo. serve de envolt rio ao Espírito propriamente dito. ! (ue n"o deixa d0vidas é (ue uma idéia n"o atravessa séculos e séculos. est' sempre envolto em uma su#st9ncia (ual(uer: Envolve%o uma su#st9ncia. ! Espiritismo.idade mais remota. entretanto. e mesmo tangível. vaporosa para os teus olhos.it'goras. constatando a superioridade da intelig)ncia so#re a matéria. Esses la$os.#em compreendidos. h' o perisperma& do mesmo modo. esta#elece entre os homens uma fraternidade mais racional do (ue a(uela (ue n"o tem por #ase sen"o os fr'geis la$os da matéria. apaga naturalmente todas as distin$/es esta#elecidas entre os homens segundo as vantagens corp reas e mundanas. ao passo (ue os do Espírito s"o eternos. ou. e sempre nos esfor$amos por demonstrar (ue dele se desco#rem sinais na Antig. como as leis da 6dade 7édia chocam os homens de ho8e. os fen5menos estudados pelo Espiritismo h"o de ter existido desde a origem dos tempos. uma su#st9ncia (ue. ver%se%' desaparecerem essas anomalias (ue chocam os homens de #om senso. restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na cria$"o. para poder elevar%se na atmosfera e transportar%se aonde (ueira. ! Espírito. porém (ue pode se tornar acidentalmente visível. mais tarde. so#re as rela$/es sociais.. *onstituindo uma lei da nature-a. por(ue esses la$os s"o perecíveis. e nem consegue impor%se . . e.. alargando o círculo da família pela pluralidade das exist)ncias.vaporosa. como se sa#e. como sucede no fen5meno das apari$/es. n"o foi o autor da metempsicose&< ele o colheu dos fil sofos indianos e dos egípcios. se pode chamar perispírito. uma ve. so#re a Legisla$"o social. como pretendem alguns. intelig)ncias de escol. influir"o pela for$a das coisas. (ue o tinham desde tempos imemoriais. so#re as (uais o orgulho fundou castas e os est0pidos preconceitos de cor. (ue tomar' por #ase as leis imut'veis do amor e da caridade. Envolvendo o gérmen de um fruto. se n"o contiver algo de . mas ainda #astante grosseira para n s& assa. Ent"o. propriamente dito. por compara$"o. nenhuma co#ertura tem.

! Espiritismo proclama a li#erdade de consci)ncia como direito natural& proclama%a para seus adeptos assim como para todas as pessoas. de lado todos estes sistemas (ue apenas vos dividem& tendes #astantes coisas (ue vos tocam mais de perto. o (ue vos ser' mais 0til e mais #enéfico do (ue pretenderdes penetrar. nenhum tomou o título de sarcerdote ou de sumo sarcerdote. Deixai.s manifesta$/es em geral& outra. e (ue. com seu culto e seus sacerdotes. nada sa#eis. com vossas limita$/es. . filos fica. 6sto n"o vos tornar' melhores. 7as n"o é uma religi"o constituída. o clero é (uem o ter' provocado. o culto e os sacerdotes do Espiritismo: >e algum dia ele se tornar uma religi"o. entre seus adeptos reais. =uem primeiro proclamou (ue o Espiritismo era uma religi"o nova. n"o (ueirais ir além do fato intuitivo da exist)ncia de Deus.s manifesta$/es inteligentes e suas conse(. sen"o o clero: !nde se viu. em realidade. nem rito. pois.sério. N"o vos percais em um la#irinto (ue vos confundir' e do (ual n"o podereis sair. mas um pouco mais orgulhosos.(uest"o de reciprocidade. Estudai as vossas pr prias imperfei$/es. por(ue muitos de v s acreditais sa#er so#re algo (ue. A *i)ncia Espírita compreende duas partes3 uma experimental. vos escapa. *rede. visto (ue n"o tem culto. a fim de vos li#ertardes delas. até o presente.)ncias. relativa . a alma e a vida futura. na verdade. relativa . no (ue é impenetr'vel. a come$ar por v s mesmos. pelo (ue for$osamente vai encontrar%se com as #ases fundamentais de todas as religi/es3 Deus. e do (ual. ! Espiritismo é uma doutrina filos fica de efeitos religiosos como (ual(uer filosofia espiritualista. ?espeita todas as convic$/es sinceras e fa. nem templos.

odem (ueimar%se os livros. com o auxílio desta doutrina& v)em melhor o seu alcance e podem distinguir entre a realidade e a alegoria. cu8a atua$"o a todos atinge e aos (uais ninguém pode atingir. poderia alimentar fundadamente a pretens"o de possuir. (ueimassem%se todos os livros e a fonte da doutrina n"o deixaria de se conservar inexaurível. Elucida os pontos o#scuros do ensino crist"o. ! *risto lhes parece maior. @odos os Espíritos tendem para a perfei$"o. pela ra-"o mesma de n"o estar na @erra. >e o Espiritismo tivesse vindo antes das desco#ertas científicas. como tudo (uanto surge antes do tempo. (uando muito poderia ele convencer as pessoas de suas rela$/es& conseguiria sect'rios.. ao contr'rio. de surgir em todos os lugares e de poderem todos se dessedentar nela. Ele 8' n"o é simplesmente um fil sofo. de sua parte. sinceridade perfeita.. ninguém. por(uanto fora mister acreditar. !ra. tudo (uanto o *risto disse e fe-. mas n"o se podem (ueimar os Espíritos. de tal sorte (ue a(ueles para (uem eram ininteligíveis certas partes do Evangelho ou pareciam inadmissíveis. é um 7essias Divino. longe de negar ou de destruir o Evangelho. confirmar. sem dificuldade. nada lhe garantiria a origem. as compreendem e admitem. teria a#ortado. na(uele (ue dissesse ter rece#ido deles o ensino. mas nunca chegaria a congregar todo o mundo. vem. +altem os homens para difundi%la3 haver' sempre os Espíritos. . (ue revela. n"o ofereceria por penhor sen"o as lu-es da(uele (ue a houvesse conce#ido. a verdade a#soluta. com exclusividade. >e os Espíritos (ue a revelaram se houvessem manifestado a um s homem. !ra. so# palavra.>e a Doutrina Espírita fosse de concep$"o puramente humana. ! Espiritismo. . neste mundo. pelas Leis da Nature-a. Admitida. explicar e desenvolver.

=uem é (ue. e n"o pode ser diverso disso. mem ria. sem exce$"o e sem favor para (uem (uer (ue se8a. n"o deplora haver t"o tarde ganho uma experi)ncia de (ue 8' n"o mais pode tirar proveito: Entretanto. infinito em todas as perfei$/es. mas se revela pelas suas o#ras. +or$oso é (ue o homem tenha o merecimento de seus atos. ! futuro a todos toca. todo . 4 0nico. !s retardat'rios s de si mesmos se podem (ueixar. @oda teoria. a lem#ran$a de todas as (ue se tenham sofrido n"o agravaria as infelicidades presentes: Deus n"o se mostra. pois (ue nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas prova$/es.A Doutrina da ?eencarna$"o. imaterial. n"o h' (ual(uer coisa de providencial e (ue revela a >a#edoria Divina: Nos 7undos >uperiores. (uando o record'%las 8' n"o constitui pesadelo. Deus é a suprema e so#erana intelig)ncia. isto é. essa experi)ncia tardia n"o fica perdida& o Espírito a utili-ar' em nova exist)ncia. idéia (ue formamos da 8usti$a de Deus para com os homens (ue se acham em condi$"o moral inferior. Esta Doutrina é a 0nica (ue pode explicar o futuro e firmar as nossas esperan$as. como tem deles a responsa#ilidade. a (ue consiste em admitir para o Espírito muitas exist)ncias sucessivas. so#eranamente 8usto e #om. é a 0nica (ue corresponde . eterno. é (ue as vidas desgra$adas se apresentam . todo princípio. so#retudo (uando foram amarguradas. Nos 7undos 6nferiores. No es(uecimento das exist)ncias anteriormente transcorridas. onipotente. imut'vel. Deus é a intelig)ncia suprema e so#erana. ao ca#o da sua carreira.

locali-adas em pontos especiais do referido corpo. (ue é um dos atri#utos do homem& e o Espiritismo.s coisas mais mínimas. h' homens (ue se t)m por espíritos . sem (ue o Espírito tenha consci)ncia do (ue ocorra. em #ondade e em perfei$"o. mas simplesmente a diminuí%lo. o primeiro em intelig)ncia. os nervos e as articula$/es s"o outras tantas individualidades materiais. mesmo . A provid)ncia é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. *ompreendei #em (ue a(ui h' uma simples (uest"o de analogia e n"o de identidade. Entretanto. assina a cada uma a causa determinante e o ponto em (ue se produ-iu. (ue tenda n"o tanto a anul'%lo. a tudo preside. tudo v). (ue tem como diretor o Espírito e como dirigido o corpo. os m0sculos. tudo por meio do fluido perispirítico. 4 nisto (ue consiste a a$"o providencial. de nature-a t"o variada e diferente. analisa.)ncia da li#erdade de pensar. a ninguém é lícito supor (ue se possam produ-ir movimentos. Nesse universo. ! homem terreno est' longe de ser. como sup/e. ! Espírito s se depura com o tempo. Ele est' em toda parte. estaria em contradi$"o com os seus princípios de li#erdade e toler9ncia. A' sensa$/es diversas em muitos lugares simultaneamente: ! Espírito as sente todas. A li#erdade de consci)ncia é conse(. >e #em (ue se8a consider'vel o n0mero de suas partes constitutivas.algumas impure-as. distingue. !s mem#ros desse corpo. se n"o a respeitasse. toda pr'tica (ue estiver em contradi$"o com um s (ue se8a desses atri#utos. o corpo representar' uma cria$"o cu8o Deus seria o Espírito. n"o pode estar com a verdade. ! homem é um pe(ueno mundo. toda cren$a. ou uma impress"o em (ual(uer lugar. se assim se pode di-er.dogma. sendo as diversas encarna$/es o alam#i(ue em cu8o fundo deixa cada ve. os diferentes rg"os (ue o comp/em.

@odavia. (ue possa indu-ir . considerando%se os caracteres gerais dos Espíritos. as ordens Eou grausF de perfei$"o dos Espíritos s"o ilimitadas em n0mero. nem avaro. (ue é 8usto. considerando os caracteres gerais dos Espíritos. A(uele (ue n"o é inve8oso. As afli$/es da vida s"o muitas ve-es a conse(. +ormam a segunda os (ue chegaram ao meio da escala3 o dese8o do #em é o (ue neles predomina. Na primeira. n"o sofrer' as . com exclus"o de tantos milhares de milh/es de mundos semelhantes. =uanto menos imperfei$/es. nem na constitui$"o física da @erra. A ignor9ncia. Deus.)ncia da imperfei$"o do Espírito. sem fadigas e tra#alhos. @odos os Espíritos s"o criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e tri#ula$/es da vida corporal. nem na posi$"o.ertencer"o . nem ciumento. terceira os (ue ainda se acham na parte inferior da escala3 os Espíritos imperfeitos. suposi$"o de (ue Ela go-e do privilégio de ser ha#itada. tanto menos tormentos. conseguintemente sem mérito. elas podem redu-ir%se a tr)s principais. Nada h'. >e h' dem5nios. >"o esses homens hip critas (ue fa-em de um Deus 8usto um Deus mau e vingativo. colocar%se%"o os (ue atingiram a perfei$"o m'xima3 os puros Espíritos.muito fortes e (ue imaginam pertencer a este pe(uenino glo#o o privilégio de conter seres racionais. nem am#icioso. o dese8o do mal e todas as paix/es m's (ue lhes retardam o progresso. !rgulho e vaidadeB Culgam (ue s para eles criou Deus o Dniverso. eles se encontram no mundo inferior em (ue ha#itais e em outros semelhantes. . nem no volume. e (ue 8ulgam agrad'%lo por meio das a#omina$/es (ue praticam em seu nome. n"o podia fa-er feli-es a uns. eis o (ue os caracteri-a.

torturas (ue se originam desses defeitos. As (ue a(ui passamos n"o s"o as primeiras. =uanto mais pura for. por(uanto. Desde (ue se ache limpo de todas as impure-as. com isso. A cada nova exist)ncia. a n"o ser a lem#ran$a e o dese8o de ir para um mundo melhor. Gisto (ue lhes cumpre progredir em tudo. constitui prova$"o ou expia$"o para os pais. por hip tese e 2a# a#surdo2. como cada posi$"o social. tam#ém n"o raro. s sa#eria o (ue sa#em os homens. ense8o de ganharem experi)ncia. A Doutrina da ?eencarna$"o amplia os deveres da fraternidade.da vida. e sua morte. porém. A(uele (ue. no vosso vi-inho ou no vosso servo pode achar%se um Espírito a (uem tenhais estado presos pelos la$os da consang. n"o tem mais necessidade das provas da vida corporal. o complemento de exist)ncia precedentemente interrompida antes do momento em (ue devera terminar. o Espírito d' um passo para diante na senda do progresso. para o Espírito (ue a animava. conforme o uso (ue ela fe. A curta dura$"o da vida de uma crian$a pode representar. melhor compreender' a futilidade do (ue deixou na @erra. das mais materiais e das mais distantes da perfei$"o. A alma nada leva consigo deste mundo. . !s Espíritos encarnam como homens ou como mulheres.inidade. por(ue n"o t)m sexo. lhes proporciona prova$/es e deveres especiais e. lem#ran$a cheia de do$ura ou de amargor. nem ser"o as 0ltimas& s"o. encarnasse s como homem. As nossas diversas exist)ncias corporais s"o vividas em diferentes mundos. cada sexo.

sa#ia o Espírito a (ue arrastamentos se expunha& ignorava. Ele pr prio escolhe o g)nero de provas por (ue h' de passar. (uais os atos (ue viria a praticar. o Espírito tem consci)ncia e previs"o do (ue lhe suceder' no curso da vida terrena. é o em (ue. >endo o Espírito sempre o mesmo nas diversas encarna$/es. Entre os descendentes das ra$as apenas h' consang. é escolhido apenas o g)nero das prova$/es.)ncias das pr prias a$/es. >e n"o fosse assim. a intui$"o (ue deles conserva lhe auxilia o progresso. muitas ve-es. mas ignora se se verificar' este ou a(uele )xito. Entretanto. conse(. ou se8a. o ponto de partida. Em cada nova exist)ncia. es(uece%os em parte. portanto. de orgulhoso e mau poder' se tornar humilde e #ondoso. na exist)ncia precedente. por exemplo. sa#es (ue ter's de andar cautelosamente. por(uanto. . de (ue nature-a ser"o as vicissitudes (ue se lhe deparar"o. escolhendo tal caminho. ter' (ue sustentar lutas de determinada espécie& sa#e. até (ue um aperfei$oamento not'vel lhe ha8a mudado completamente o car'ter. o Espírito sempre os tem presentes. se se arrependeu. porém. por(ue h' muitas pro#a#ilidades de caíres& .inidade. Esses atos resultam do exercício da sua vontade ou do seu livre% ar#ítrio. teria (ue recome$ar constantemente. e nisso consiste o seu livre%ar#ítrio.revistos s s"o os fatos principais. os (ue influem no 2destino2.! corpo deriva do corpo. se #em (ue modificadas pelos h'#itos da posi$"o (ue ocupe. ele ficou. >a#e o Espírito (ue. antes de come$ar nova exist)ncia corporal. nascer entre malfeitores. podem existir certas analogias entre as suas manifesta$/es. =uando na erraticidade. Escolhendo. momentaneamente& porém. >e tomares uma estrada cheia de sulcos profundos. para o Espírito. mas o Espírito n"o procede do Espírito. Li#erto da matéria. As particularidades correm por conta da posi$"o em (ue o Espírito se encontra& s"o. Durante a encarna$"o. !s conhecimentos ad(uiridos em cada exist)ncia n"o mais se perdem. !s acontecimentos secund'rios se originam das circunst9ncias e da for$a mesma das coisas.

o#8etivando suport'%las com coragem& outros preferem experimentar as tenta$/es da ri(ue-a e do poder. autoridade (ue eles exercem por um ascendente moral irresistível. expia$"o destas e a progredir mais depressa. o Espírito designado para ha#itar certo corpo a este se liga por um la$o fluídico. uma telha te cair na ca#e$a. >e. ! dese8o (ue neles predomina é o de impedirem. pelos a#usos e pela m' aplica$"o a (ue podem dar lugar. !s Espíritos inferiores se compra-em em nos indu-ir ao mal pelo despeito (ue lhes causa o n"o terem merecido estar entre os #ons. 8' n"o tem (ue sofrer provas. mesmo (ue consistam apenas em auxiliar os outros a se aperfei$oar. n"o creias (ue estava escrito. 7uitos. o Espírito. portanto. em#ora n"o se8a ainda perfeito. se decidem a experimentar suas for$as nas lutas (ue ter"o de sustentar em contato com o vício. =uerem (ue os outros experimentem o (ue eles pr prios experimentam. e #em pode suceder (ue n"o caias. isto é. finalmente. ! Espírito escolhe as provas (ue (uer vivenciar de acordo com a nature-a de suas faltas. (uanto possam. segundo vulgarmente se di-. ao percorreres uma rua. pelas paix/es inferiores (ue uma e outros desenvolvem. cu8a satisfa$"o lhe auxilia o aperfei$oamento. em (ue ponto cair's.ignoras. porém. Dns. *ontinua. A uni"o da alma com o corpo come$a na concep$"o. as provas (ue o levem . contudo. (ue cada ve- . imp/em a si mesmos uma vida de misérias e de priva$/es. mas s é completa por ocasi"o do nascimento. Desde o instante da concep$"o. se fores #astante prudente. !s Espíritos t)m uns so#re os outros a autoridade correspondente ao grau de superioridade (ue ha8am alcan$ado. su8eito a deveres nada penosos. Aavendo se elevado a um certo grau. muito mais perigosas. (ue os Espíritos ainda inexperientes alcancem o 2>ummum Honum2.

anuncia (ue ela se conta no n0mero dos vivos e dos servos de Deus.de reparar a (ue vem de transcorrer. uma exist)ncia capa.mais se vai apertando até o instante em (ue a crian$a v) a lu-. (ue o recém%nascido solta. essa diverg)ncia ir' desaparecendo e a antipatia deixar' de existir. ! grito. ou as lutas (ue considere apropriadas ao seu adiantamento. A antipatia. G) as faltas (ue cometeu e (ue deram causa ao seu sofrer. ?econhece 8usta a situa$"o em (ue se acha e #usca. o homem disp/e de mais intelig)ncia e melhor pode distinguir o #em do mal. pois isto impede uma alma de passar pelas provas a (ue serviria de instrumento o corpo (ue estava se formando. Em cada nova exist)ncia. n"o raro s"o mais inteligentes do (ue supondes. assim como de (ue modo as teria evitado. pode derivar de diversidade no modo de pensar. entre eles. A#orto3 Dma m"e. Dado o caso em (ue o nascimento da crian$a possa p5r em perigo a vida da m"e. (ue se forem elevando. da mesma forma (ue o mudo sofre da impossi#ilidade de falar. cometer' crime sempre (ue tirar a vida a uma crian$a antes do seu nascimento. porém. n"o se segue (ue dois Espíritos se8am necessariamente maus. De n"o simpati-arem um com o outro. diante dos olhos se lhe estende toda a sua vida pretérita.s de (ue n"o sou#e aproveitar. mas sofrem da insufici)ncia dos meios de (ue disp/em para se comunicar. As almas dos cretinos e dos idiotas. I propor$"o. Escolhe provas an'logas . ou (uem (uer (ue se8a. e pede aos Espíritos (ue lhe s"o superiores (ue o a8udem na . !nde o seu mérito se se lem#rasse de todo o passado: =uando o Espírito volta . ent"o. é preferível (ue se sacrifi(ue o ser (ue ainda n"o existe a sacrificar%se o (ue 8' existe. vida anterior Ea vida espíritaF.

)ncia da conformidade dos sentimentos. vela o seu guia e. e esta impress"o.do instinto. no seu foro íntimo. ciente de (ue o Espírito. suas afei$/es. (ue lhe for dado por guia nessa outra exist)ncia. o Espírito se eleva e ascende na hierar(uia dos Espíritos. (ue é a vo. como conse(. o homem confia em suas pr prias for$as.. A a$"o dos Espíritos (ue vos (uerem #em é sempre regulada de maneira (ue n"o vos tolha o livre%ar#ítrio. na forma de pressentimentos. por(uanto.. N"o vendo (uem o ampara. >o#re ele. se sofre com coragem as provas e resiste. advertindo%o do perigo. sem o livre%ar#ítrio o homem seria m'(uina. o descuido e o orgulho do homem s"o exclusivamente o (ue empresta for$a aos maus Espíritos. . lhe #rada. se n"o tivésseis responsa#ilidade. fa-%se ouvir. Antes de encarnar. Daí. ao voltar para o meio deles. dando%lhe uma espécie de intui$"o das (ue 8' incorreu. entretanto.. do g)nero das provas a (ue est' se su#metendo. A fra(ue-a. Entretanto. isto é. !s Espíritos imperfeitos s"o instrumentos pr prios a p5r em prova a fé e a const9ncia dos homens na pr'tica do #em. tem o Espírito conhecimento das fases principais de sua exist)ncia.nova empresa (ue so#re si toma. (uando chega o momento de sofr)%las. Em sua nova exist)ncia. @endo estas car'ter assinalado. n"o avan$aríeis na senda (ue vos h' de condu-ir a Deus. !s #ons Espíritos simpati-am com os homens de #em ou suscetíveis de melhorar.. cu8o poder todo advém do fato de lhes n"o opordes resist)ncia. !s Espíritos inferiores com os homens viciosos ou (ue podem se tornar tais. ele conserva. uma espécie de impress"o de tais provas. se esfor$ar' para lev'%lo a reparar suas faltas. de tempos a tempos.

inferior. (ue é a conse(.)ncia mesma da posi$"o em (ue vem a se achar colocado. Escolhendo%a. Nem por isso.! progresso moral decorre do progresso intelectual. ! mesmo se d' relativamente . exagerando aos seus olhos um perigo físico. Jrande pro#a#ilidade tem de se afogar (uem pretender atravessar a nada um rio. ! (ue o faperder s"o o seu orgulho excessivo e a sua am#i$"o.de se culpar a si mesmo. conservando o livre%ar#ítrio (uanto ao #em e ao mal. um #om Espírito pode vir em seu auxílio. ainda (ue um louco (ue se mate n"o sai#a o (ue fa-. 7as. Dm. . Ao v)%lo fra(ue8ar. prefere se (ueixar da sua estrela. maioria dos acontecimentos da vida. isto é. mostrando%lhe. a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de (uais(uer em#ara$os. +racassa por sua culpa. pois. importando o suicídio em uma transgress"o das Leis de Deus. mete%se a ser mau poeta e morre de fome. A fatalidade existe unicamente pela escolha (ue o Espírito fe-. é sempre senhor de ceder ou de resistir.ara todos haveria lugar no mundo.. A moral e a intelig)ncia s"o duas for$as (ue s com o tempo chegam a se e(uili#rar. (ue seria #om oper'rio e ganharia honestamente a vida. +alo das provas físicas. mas n"o pode influir so#re ele de maneira a dominar%lhe a vontade. (ue o desviam da senda (ue lhe é pr pria e o fa-em considerar voca$"o o (ue n"o passa de dese8o de satisfa-er certas paix/es. =uase sempre o#teria o homem #om )xito.s tenta$/es. desde (ue cada um sou#esse se colocar no lugar (ue lhe compete. desta ou da(uela prova para sofrer.s provas morais e . sem sa#er nadar.. mas nem sempre o segue imediatamente. ! homem n"o tem o direito de dispor da sua vida. se s tentasse o (ue estivesse em rela$"o com as suas faculdades. o Espírito. ao encarnar. Dm Espírito mau. pelo (ue toca . poder' a#al'%lo e amedront'%lo. em ve. por exemplo. . entretanto. institui para si uma espécie de destino.

volver ao caminho do #em e efetuar. e. todos os progressos. A morte n"o os livra das provas (ue precisam sofrer e. pelo tra#alho e pela #oa%vontade. deixa%o para ir a outros mundos. ! estado corp reo é necess'rio ao Espírito. alcan$a tudo o (ue aí pode o#ter.)ncia do seu endurecimento no mal. A vida espiritual é a vida normal& a vida corp rea é uma fase tempor'ria da vida do Espírito. a porta do arrependimento nunca se lhes fecha e eles podem. A alma individual preexiste e so#revive ao corpo. muitas ve-es. perfei$"o. A alma dos cretinos e dos idiotas é da mesma nature-a (ue a de (ual(uer outra alma encarnada& possuem. por todos os graus da inferioridade. conforme o grau de eleva$"o (ue tenham atingido. retoma um corpo tantas ve-es (uantas forem necess'rias. =uando. mediante o uso do livre%ar#ítrio. ! Espírito progride no estado corporal e no estado espiritual. como todas as outras criaturas. (ue durante ela se reveste de um envolt rio material. As Almas ou Espíritos progridem mais ou menos rapidamente. Ele aí se desenvolve pelo tra#alho a (ue é su#metido pelas suas pr prias necessidades e ad(uire conhecimentos pr'ticos especiais. perfei$"o de (ue é suscetível a criatura. e assim por diante. cada vemenos materiais. por(uanto 8' tiveram outras exist)ncias em (ue ou praticaram o #em ou cometeram a$/es m's.rincípio 6nteligente independe da matéria. sem exce$"o& todas s"o criadas simples e ignorantes e su8eitas a progresso indefinido. ! estado ditoso ou inditoso dos Espíritos é inerente ao adiantamento moral deles& a puni$"o (ue sofrem é conse(. intelectual e moralmente mais adiantados. >endo insuficiente uma s exist)ncia corporal para (ue ad(uira todas as perfei$/es. Nada de criaturas privilegiadas e mais favorecidas do (ue as outras. eles se punem a si mesmos& mas. em tempo oportuno. encarna com o progresso (ue ha8a reali-ado em suas exist)ncias precedentes e na vida espiritual. As crian$as (ue morrem em tenra idade podem ser Espíritos mais ou menos adiantados. de sorte (ue. de cada ve-. num mundo. voltam a uma nova exist)ncia na @erra ou em mundos superiores. com a perseveran$a no mal. depois de haverem passado. .Doutrina Espírita3 ! . até . !s an8os s"o seres (ue chegaram . de (ue se despe por ocasi"o da morte. ! ponto de partida ou de origem é o mesmo para todas as almas. até (ue ha8a galgado um certo grau de perfei$"o. desde (ue o (ueiram. com o tempo.

!s das outras classes se acham cada ve.. A certe-a da vida futura e de suas conse(. pela pure-a de seus sentimentos e por seu amor do #em3 s"o os an8os ou Espíritos . nem em intelig)ncia. pela sua proximidade de Deus.ver as coisas por outro prisma& é um véu (ue se levanta descortinando imenso e espl)ndido hori-onte. etc. ao (ual ele tudo su#ordina. orgulho etc. pelos (uais ele é capa.uros. A'. etc. A' no homem tr)s coisas3 1K % o corpo ou ser material an'logo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital& <K % . n"o s os #ens materiais como as honrarias& aspira a #rilhar. mostrando%se os das categorias inferiores. nem em sa#er. por(ue nada mais v) além. antes pertur#adores e enredadores do (ue perversos. !s Espíritos pertencem a diferentes classes e n"o s"o iguais. eivados das nossas paix/es3 dio. princípio intermedi'rio entre a matéria e o Espírito. (uer go-ar a todo custo. elevar%se acima dos outros.)ncias muda%lhe totalmente a ordem de idéias e lhe fa. a atual se torna para o homem a coisa capital. nem em moralidade. como os mudos sofrem por n"o poderem falar.de sacrificar a pr pria honra. nem em poder. . (ue se distinguem dos outros pela sua perfei$"o. o 0nico o#8eto de suas preocupa$/es.mais distanciados desta perfei$"o. Espírito encarnado no corpo& e LK % o la$o (ue prende a alma ao corpo. entre os inferiores. a alma ou ser imaterial. tam#ém. eclipsar os vi-inhos por seu fausto e posi$"o.grande intelig)ncia& sofrem pela defici)ncia dos meios de (ue disp/em para entrar em rela$"o com os seus companheiros de exist)ncia. ci0me. Daí a am#i$"o desordenada e a import9ncia (ue liga aos títulos e a todos os efeitos da vaidade. os (ue n"o s"o nem muito #ons nem muito maus.. 4 (ue a#usaram da intelig)ncia em exist)ncias pretéritas e aceitaram voluntariamente a situa$"o de impot)ncia. na sua maioria. *ompra-em%se no mal. inve8a.or isto. pelos seus conhecimentos. para usar dela a fim de expiarem o mal (ue praticaram etc. A malícia e as inconse(. >em a vida futura. >"o os Espíritos . !s da primeira ordem s"o os Espíritos >uperiores.)ncias parecem ser o (ue neles predomina.

até (ue tenham atingido a a#soluta perfei$"o moral. A encarna$"o dos Espíritos se d' sempre na espécie humana& seria erro acreditar%se (ue a Alma ou Espírito possa encarnar no corpo de um animal Zo . 7eio de consegui%la encontra o homem nas diferentes exist)ncias (ue lhe permitem avan$ar. nesta m'xima evangélica3 +a-er aos outros o (ue (uereríamos (ue os outros nos fi-essem. a rapide. fa-er o #em e n"o o mal. Neste princípio encontra o homem uma regra universal de proceder. As ocultas se verificam pela influ)ncia #oa ou m' (ue exercem so#re n s. passando pelos diferentes graus da Aierar(uia Espírita. conforme seus dese8os e seus esfor$os. como a do *risto. para . @odos melhoram. mesmo para as suas menores a$/es. (ue é imposta a uns como expia$"o. isto é. As diferentes exist)ncias corp reas do Espírito s"o sempre progressivas e nunca regressivas& mas. da palavra ou de outras manifesta$/es materiais. A moral dos Espíritos superiores se resume. (uase sempre pelos médiuns (ue lhes servem de instrumentos.do seu progresso depende dos esfor$os (ue fa$a para chegar . A vida material é uma prova (ue lhes cumpre sofrer repetidamente. nossa revelia. ascensionam. !or efeito retrocessi$o o ! ni0>o di$ina. a outros como miss"o. . perfei$"o. *a#e ao nosso 8uí-o discernir as #oas influ)ncias das m's inspira$/es. na senda do progresso. As comunica$/es dos Espíritos com os homens s"o ocultas ou ostensivas.est0rdios ou levianos. As comunica$/es ostensivas se d"o por meio da escrita. em < al< er re!resentante dos reinos $egetal o mineral[. N"o h' faltas irremissíveis (ue a expia$"o n"o possa apagar. Esta melhora se efetua por meio da encarna$"o. !s Espíritos n"o ocupam perpetuamente a mesma categoria.

o #em de si mesmo se anularia. entorpecem%se outros. conforme esta frase do *risto3 M A cada um segundo as suas o#ras. a viol)ncia. a humildade. a fran(ue-a. a sinceridade. com mais ou menos neglig)ncia. tra#alham no seu adiantamento com maior ou menor atividade. acelerando ou retardando o progresso e. A vida social é a pedra de to(ue das #oas ou das m's (ualidades. os pr prios autores da sua situa$"o. tudo o (ue constitui o homem de #em ou o perverso tem por m vel. a m'%fé. a do$ura. ! progresso nos Espíritos é o fruto do pr prio tra#alho& mas. a caridade. pois.a perfei$"o. a hipocrisia. . por conseguinte. a pr pria felicidade. o egoísmo.reservando%se do mal pelo insulamento.ou desgra$ada. tivessem acompanhado sempre o movimento progressivo do espírito humano. (uais poltr/es. a maldade. por(ue est' na pr pria nature-a do homem a necessidade de crer. a lealdade. A #ondade. apropriadas em come$o aos conhecimentos limitados do homem. por alvo e por estímulo as rela$/es do homem com os seus semelhantes. Dma s exist)ncia corporal é manifestamente insuficiente para o Espírito ad(uirir todo o #em (ue lhe falta e eliminar o mal (ue lhe so#ra. (ue é o seu destino final. nas fileiras inferiores. *omo . >"o eles. segundo sua vontade. a avare-a. *ontudo. n"o haveria incrédulos. o orgulho. em uma palavra. feli. En(uanto uns avan$am rapidamente. a #enevol)ncia. como s"o livres. >e as religi/es. para o homem (ue vivesse insulado n"o haveria vícios nem virtudes. A encarna$"o é necess'ria ao duplo progresso moral e intelectual do Espírito3 ao progresso intelectual pela atividade o#rigat ria do tra#alho& ao progresso moral pela necessidade recíproca dos homens entre si. e ele crer' desde (ue se lhe d) o alimento espiritual de harmonia com as suas necessidades intelectuais.

A reencarna$"o pode se dar na @erra ou em outros mundos. transpondo%lhe os limites. . em uma s encarna$"o. tendo por fim exercer so#re os encarnados uma a$"o mais direta e tendente ao cumprimento da miss"o (ue lhes compete 8unto dos mesmos.ara cada nova exist)ncia de permeio . assim.poderia o selvagem. Deve ele. tam#ém. um passo avante no caminho do progresso. Desse modo aceitam a#negadamente as vicissitudes e os sofrimentos da encarna$"o.onsci5ncia *irmanaNa%ca . neste caso.&[ ! estado corporal é transit rio e passageiro. pois. (ue nada t)m da materialidade terrestre. 4 no estado espiritual. ficar eternamente na ignor9ncia e #ar#aria. Da parte destes. conhecimentos intuitivos. ZMelhor seria. a encarna$"o é volunt'ria. intelig)ncia e moralidade. *ada exist)ncia é. A' entre os mundos alguns mais adiantados onde a exist)ncia se exerce em condi$/es menos penosas do (ue na @erra. em aptid/es. mas onde. matéria. privado dos go-os (ue s o desenvolvimento das faculdades Zs !eriores[ poder' lhe proporcionar: . (ue o Espírito colhe os frutos do progresso reali-ado pelo tra#alho da encarna$"o. por exemplo. !artic lar e !rinci!almente. A encarna$"o é inerente . s s"o admitidos Espíritos chegados a um grau de perfei$"o relativo ao estado desses mundos. física e moralmente. inferioridade dos Espíritos. entra o Espírito com o ca#edal ad(uirido nas exist)ncias anteriores. ficam aptos para progredir no estado espiritual ou nas exist)ncias corporais de mundos superiores. nivelar%se moral e intelectualmente ao mais adiantado europeu: 4 materialmente impossível. so#retudo. conceit ar este !rocesso $ol nt=rio e solid=rio como !roCe0>o. Aumanidade. da . deixando de ser necess'ria desde (ue estes. 4 tam#ém neste estado (ue o Espírito se prepara para novas lutas e toma as resolu$/es (ue h' de p5r em pr'tica na sua volta .

. porém. . até o homem de g)nio (ue lan$a . A verdadeira desgra$a est' mais nas conse(. por(uanto a Aumanidade tem suas esta$/es. deveres a preencher a #em dos seus semelhantes. como os indivíduos t)m suas v'rias idades. As folhas mortas da Aumanidade caem #atidas pelas ra8adas e pelos golpes de vento. isto é. >"o as folhas cheias de vida.or toda parte h' vida e movimento.s grandes crises sociais se seguiu uma era de progresso. para renascerem mais viva-es so# o mesmo . >e a possuíssemos somente em n s mesmos.s sociedades novos germens de progresso. A felicidade n"o é pessoal. A multiplica$"o das causas da destrui$"o constitui sinal característico dos tempos. prevarica$/es e ren0ncias (ue pre8udicam o indivíduo sem afetar o todo. podendo afirmar%se (ue cada encarnado tem a sua. h' outras de import9ncia relativa. visto (ue elas apressar"o a eclos"o dos novos germens.)ncias de uma coisa do (ue na pr pria coisa. destinados a reali-ar uma remodela$"o da Aumanidade.Ao lado das grandes miss/es confiadas aos Espíritos >uperiores. !pera%se. desde o chefe de família. um desses movimentos gerais. concedidas a Espíritos de todas as categorias. N"o poder' haver caridade sem es(uecimento dos ultra8es e das in80rias& n"o poder' haver caridade sem perd"o& n"o poder' haver caridade com o cora$"o tomado de dio. ela seria tristemente egoísta. a (uem incum#e o progresso dos filhos. sem poder reparti%la com outrem. 4 nessas miss/es secund'rias (ue se verificam desfalecimentos. em todos os graus. presentemente. Em todas as épocas da Aist ria.

!ara me g= dio. mas a(ueles (ue procuram fa-er prevalecer no espírito das massas e da 8uventude. n?s . n>o conhecia em !rof ndidade o !ensamento de Kardec e con$icta e declaradamente so m Ate 8M9stico. a nega$"o do futuro. Portanto. A beleza deste .sopro de vida. !ode ser entendido como o acreditado De s dos religiosos) n>o . nem !remiador nem castigador. mas (ue se purifica. (ue n"o se extingue. apoiando%se na autoridade do seu sa#er e no ascendente da sua posi$"o. o Ini$erso. n>o tem consci5ncia de nossas e@ist5ncias e nelas n>o interfere. !a latinamente. semeiam na sociedade germens de pertur#a$"o e de dissolu$"o. < e de$emos. . 2ma Pala/ra Final . a!render e tomar consci5ncia das )eis Ini$ersais. @odos somos livres na escolha das nossas cren$as. n>o so es!9rita. !ois. colhi e bebi no < e est dei di$ersos esclarecimentos il minadores e mara$ilhas es!irit ais < e Camais es< ecerei. H inconscientemente ed cati$o. < al seCa" D Ini$erso (< e. +ntretanto. Mas. principalmente.odemos crer em alguma coisa ou em nada crer. como tal. n>o !osso concl ir este est do sem dei@ar m !ensamento !essoal < e $enho desen$ol$endo em trabalhos anteriores. sem !erda de s bst\ncia. incorrendo em grande responsa#ilidade. D*/DRM+ afirmei no item +sclarecimento.

retorna$a B e@ist5ncia material. a !erenidade da !ersonalidade. Xrino. ins!irado !elo !r?!rio De s. toda a ca!acidade de raciocinar. < e o homem . seg ndo o +s!iritismo. < e o +s!9rito se torne ! rificado. a morte. m mesmo es!9rito.s de m mo$imento c9clico. e tamb. A est !efa0>o diante da finit de !aro . como a da reencarna0>o. 6e De s . como ma bola de sab>o colorida < e se desfaz no ar. D homem n>o se conforma em ser m e$ento como todos os demais e$entosV ele n>o < er dei@ar de e@istir.m !ode ser entendido como o elemento intermedi=rio < e conecta a $ontade < e nasce do es!9rito com a !erce!0>o < e direciona o c. in$enta De s !ara esca!ar da morte. t>o transcendental < e C stifi< e gl?ria !ara < em !roclama esta o a< ela (s a) $erdade a res!eito. categ?rico e tendente B Htica . ent>o. Platonismo e *eo!latonismo. e$ol 0>o da ameba !rimordial. o homem tamb. 3ota* do Autor: '.ora0>o. o criador do Ini$erso $is9$el habitado !elo homem. D +s!iritismo leciona o contr=rio.m denominada de metacomorfose) . !lasmando egr. D termo !eris!9rito foi c nhado !or Allan Kardec. +sta. e ante este m ro ca9ram todas as filosofias. h= ma !assagem < e ensina" Xodos os +s!9ritos tendem !ara a !erfei0>o. m ser c Ca alma e$ol i e n>o !ode regredir (sofrer in$ol 0>o) e $oltar a animar cor!os $egetais o animaisV e (] 8 as diferentes e@ist5ncias !odem se realizar : < er na Xerra. Mesmo < e se !ro$asse < e n>o e@iste De s. Por isso. e encontra se !rimeiro so em ma e@!lica0>o inserida em D )i$ro dos +s!9ritos. P. ma do trina < e !rofessa$a a cren0a < e. + o . Xamb. atra$. < er !or ma lei !rogressi$a em m ndos de ordem s !erior : at. a da ress rrei0>o dos mortos e . ca!az de criar mentalmente De s.conceito est= encra$ada no fato de < e s? o < e . (. metem!sONh?sis. a!?s a morte do antigo cor!o em < e habita$a.aminho M9stico !ara a 6anta )iberdade : inde!endente de < al< er religi>o o do < e < er < e seCa : est= t>o8somente em nosso . em D )i$ro dos +s!9ritos. Por isto. o in$?l cro fl ido < e ser$e de liga0>o entre o cor!o e o es!9rito.m D inter!reta e !roclama de $=rias maneiras. tendo alcan0ado m estado de consci5ncia < e lhe !ermite idealizar De s. mesmo com transforma0Aes s bse<Sentes. tal < al os homens D concebem. Xendo criado De s B s a imagem e semelhan0a. D !eris!9rito. mesmo !or a< eles < e se declaram ate s. < e. dei@a de ser ma abstra0>o e ass me formas. a id. Ino. como m m ro.goras emanantes de leis. a diferen0a f ndamental n>o est= em ser racional 8 ca!az de raciocinar 8 !ois m itos o tros animais raciocinamV a diferen0a marcante . .?smica !oder= man mitir o homem. animando s cessi$amente a estr t ra f9sica de $egetais. de Allan Kardec... se se desdobra o n>o em emana0Aes hier=r< icas (como 6emide ses 8 !or e@em!lo" Lrahma.rebro. a ) z Maior b scada !or todos. cost mo afirmar" 6n *orde lo(uitur nostro Gox Dei (+m nosso . o seCa" '] 8 a reencarna0>o . D homem . A metem!sicose (do grego. s bitamente. seg ndo os Gedas) nada disso . De s re!resenta a s !rema as!ira0>o. /oi bastante dif ndida !elo misticismo es!ec lati$o do Drfismo e do Pitagorismo.ora0>o fala a Goz de De s). ^Lenedict s De s 6 mm m Lon m^. *esse momento. A grande ala$anca !ara a cria0>o mental de De s !elo homem . +m cima da< ela necessidade de !ro$ar a imortalidade indi$id al. a Onica diferen0a entre o homem e os demais animais na XerraV o seCa. m animal. . m !rocesso !rogressi$o e constanteV P] 8 o homem . animais o seres h manos.ia de De s contin aria a ser t>o necess=ria < e seria !raticamente im!oss9$el a ma sociedade organizada $i$er sem ela. conforme s a c lt ra e s a etnia. na realidade. tendo sido adotada !or correntes filos?ficas como o +m!edoclismo. foram criadas n merosas teorias.

ricas . +s!iral da Manifesta0>o. s>o transit?rios. C= ali como 6er Maior. $estida !ela tOnica inconsOtil do . ent>o esta$am $endados. criam o inferno no Plano Xerrestre !ara todos os seres" animais.m.todo.htm &.om nista. De s .ia de De s. como tem res ltado. Re!resenta m modo de manifesta0>o da Gerdade o de manifesta0>o em ma esfera da Gerdade.lico. infinda. o Amor e a ) z < e mant5m a Gida Imortal.r9stica. a *oite *egra seg ida do _ reo Al$orecer.rica abre esses mesmos olhos. De s. Assim. relati$o a acontecimentos na . + ego9smo seria erigido em -ierofante desse conglomerado de seres destit 9dos de . < e at.ia.m o !rete@to !ara os mais terr9$eis atos.ias de .ia de De s. a religi>o tem sido.hina . e de Inferno e na !r?!ria Rosacr z. como no caso do homem. Ig almente a consagra0>o de ma !artic lar id. na cria0>o do XaC Mahal. $egetais e minerais. cor!o. ma !onte !ara a liga0>o com De s e tamb. o 6ambogaNa%a e o *irmanaNa%a. tecendo a tOnica. seg ndo m m.. !reciso < e se com!reenda e@atamente o < e . !rinci!almente os tr5s Na%as o triNa%a" o DharmaNa%a.tica (!or< e a Htica .com#ordemrosacr z#nomerc#a!a#s mm mbon m.ia central . A Inicia0>o +sot. Ka%a. hoCe o foi com base nessa mesma id. (Pron nciamento de 6 a +min5ncia Re$erend9ssima Dom Abade Leda. e. !ara al.s das eras. ao !onto de se f ndirem sem. caem a< eles < e !rofessam o ate9smo. mantendo a Gida. diante do Pai +terno. + .rica. mas eles n>o s>o a GidaV s>o os e$entos < e +la gera em todos os Planos e < e se s cedem. no entanto. Por isso. < e . neste sentido < e a miss>o das instit i0Aes inici=ticas esot. Amor. serem a mesma coisa. A Morte (a Qrande Inicia0>o) toca t>o f ndo o homem < e res lto na constr 0>o das !ir\mides. A Gida est= inf ndida neles. Parado@almente. a da e@ist5ncia de almas indi$id ais imortais. Rit ais e religiAes cair>o. m atrib to direto da id. !ermanecer=.) /onte" htt!"##aaa. nas id. dizem os m9sticos" De s . a certa alt ra as d as se conf ndem. n>o h= ) z. A religi>o sem!re !retende ser o lado m9stico do !oder tem!oralV em ns casos a f?rm la de certo. e t do sem!re de!ende da cond 0>o dada ao tema !ela alta hierar< ia da casta sacerdotal. Dir8se8ia < e a Inicia0>o Religiosa d= olhos !ara $er e < e a Inicia0>o +sot. Abade Primaz da Drdo 6$mm$m Lon$m. e n>o a!enas baseada na f. como ^6 mm m Lon m^). a manifesta0>o da Gerdade em forma absol ta.ia de De s. a da 6 !rema Al< imia" a Xransforma0>o . em cont9n a e$ol 0>o. A id.reo e a da s blima0>o do ego em ser ang. literalmente. grande !arte de todo o mal gerado !elo homem at. em o tros n>o fr tifico . no )i$ro dos Mortos do Antigo +gito. nessa condi0>o. en$ol$endo sites Rosacr zes de )9ng a Port g esa. +terna. n>o como metamorfose. Dnde est= o Amor. com a adora0>o e deifica0>o de $alores como dinheiro. estes sim. hoCe foi feito em nome da id. !ela renOncia e !ela ! rga0>o. foi introd zida no imagin=rio m9stico como f?rm la de !ro!iciar a e$ol 0>o da consci5ncia !or eta!as. com o ser menor !assando do !lano da mortalidade !ara o Plano da +ternidade. na grande. a do d !lo et. em certa eta!a da e$ol 0>o. C nto com a ) z. X do de bom < e o homem conseg i fazer at. ali est= De s. Rit al9stica. DharmaNa%a . no L dismo. Ima transfig ra0>o. Dnde n>o h= Amor. Res ltaria da9 ma sociedade em!edernida e norteada !ela com!eti0>o entre os seres. !or< e a re!eti0>o de f?rm las n>o ser= mais necess=ria.geocities. *esse mesmo b raco. Mesmo carregando a imensa c l!a de ter in$entado o diabo o homem caminha !ermanentemente !ara De s. com a to!erce!0>o. .s a ida !ara a Gida +terna. Ds seres. mesmo !or< e a tentati$a de entendimento nesse sentido lan0aria o homem em m b raco negro de fr stra0>o do < al ele n>o se reerg eria. no Lardo Xodol. seria im!oss9$el ao homem almeCar a transcend5ncia. Ds tr5s Na%as cont5m ma do trina de como e !or < ais modos se d= a manifesta0>o do L da.ont do. D Amor. !or. !elo crisol da dor Inici=tica.. 6e n>o ho $esse a id.manidade. o +s!iritismo. !oder e gl?ria. significa. e a e$ol 0>o de s a consci5ncia se faria nicamente em f n0>o de referenciais materiais. ^Lenedict s De s 6 mm m Lon m^. e@ercida. atra$.m da . como a Inicia0>o Religiosa. *>o .ia de De s como `Onica e $erdadeira` !ode res ltar em infernais tormentos !ara a . mas como salto na e$ol 0>o.onhecimento.

Assim como h= m s? L da !rimordial.org#aiNi#Do trinab+s!c.sacrahome. a manifesta0>o do *irmanaNa%a.(cADrita .html htt!"##aaa.entro.org#aiNi#+s!iritismo htt!"##!t.com. < e historicamente $i$e no Xibet e foi o res!ons=$el !ela chegada do L dismo B< ele Pa9s. .aiNi!edia.br#secd# htt!"##!t. o Adhi8L da.m da forma e da id. a mais concreta das manifesta0Aes.aiNi!edia.org#aiNi#AllanbKardecdbnote8' htt!"##!t.orres!onde B Mente do L da. .saberes!irita. *irmanaNa%a .necessidade de discrimina0>o em conceitos. a!arecendo em benef9cio dos < e s>o inca!azes de !erceber o 6ambhogaNa%a.br#!ortal#artigos#l iz8$ann cci# htt!"##!t.aiNi!edia. o DharmaNa%a corres!onde a essa !rimeira manifesta0>o.ba ha s.htm htt!"##aaa. a manifesta0>o do 6ambhogaNa%aV e Padmasamba$a. . a manifesta0>o do DharmaNa%aV A$aloNitesh$ara. Re!resenta a Gerdade < e . Re!resenta a Gerdade < e est= al.ceac. P4gina* da &nternet con*ultada*: htt!"##$iasantos. /ogo.html htt!"##aaa.htm htt!"##desta< ein.org#aiNi#Peris!c.br#li$raria#li$rariab'. o Lodisat$a da .org#aiNi#Ka%ab(b dismo) htt!"##aaa.org.aiNi!edia. conhecida !ela forma e !ela id.net#node#7U htt!"##!t.es!irito.org#aiNi#Metem!sicose htt!"##!t. feita a seg inte associa0>o" 6amanthabadra.om!reende as e@!eri5ncias sens9$eis < e en$ol$em os elementos : Xerra.om!ai@>o.aiNi!edia. . o L da do .ia.(cADrito htt!"##aaa.br#frases. 6ambhogaNa%a .orres!onde ao . _g a.com#ordemrosacr z#nomerc#a!a#s mm mbon m.aiNi!edia.or!o do L da. . Re!resenta todos os deseCos e o deseCo de conhecer a Gerdade o a felicidade.org.ia. +s!a0o : e as manifesta0Aes de formas com!ostas !or esses elementos como os obCetos e seres da *at reza e mesmo as !essoas. do < al emanam todos os o tros. .com#!ense#inde@. < e ad< ire m cor!o. dele deri$ando os dois o tros Na%as.geocities. *o L dismo Xibetando.orres!onde B fala do L da. . a manifesta0>o da forma ! ra e !erce!t9$el aos grandes !raticantes. .com. Ar.

.org/Binu) Publicada em Caneiro de D!EF AFK (!""G#$% 1i*tribui'(o (gratuita% permitida .html Monografia produ7ida por &+K-AR com +pen+ffice.8timo <rau do Fara=9 Membro do* &luminado* de Kemet9 Membro da +rdem Ro*acru7 AM+R# e Membro da 5radicional +rdem Martini*ta.org i*ite o .mica9 Membro da +rdem de Maat9 &niciado do .org/aum@muh.88888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888 3+5A 1+ $1&5+R: (6% + Profe**or 1r.ite +ficial do* &luminado* de Khem9 0ue di*ponibili7a Monografia* Pública* para a 3o/a $ra Mental: http://*/mm/mbon/m. Rodolfo 1omenico Pi77inga 8 1outor em Filo*ofia9 Me*tre em $duca'(o9 Profe**or de :u. > autor de de7ena* de monografia*9 en*aio* e artigo* *obre Metaf.eu ?eb *ite pe**oal 8: http://pa)profundi*.*ica Ro*acru7.