A LUDICIDADE E SUAS CONTRIBUIÇÕES NA ESCOLA Elis Simone Schultz1 Cristiane Muller2 Cilce Agne Domingues3 Resumo Neste trabalho

, apresentam-se as experiências e reflexões acerca do Projeto intitulado “A Dimensão Lúdica e o Laboratório de Aprendizagem” que tem por objetivo proporcionar aos alunos de uma escola da rede municipal de ensino de Santa Maria um apoio pedagógico baseado numa proposta lúdica. Esse apoio é feito por meio de um ambiente educativo que visa auxiliar o ensino das diversas áreas do conhecimento, ajudando esses alunos em sua aprendizagem. Para a efetivação desse apoio pedagógico, busca-se fundamentar o trabalho desenvolvido na escola com pesquisas em autores cuja bibliografia aborde o uso da proposta lúdica na educação, entre eles, DOHME, FORTUNA, MACEDO e SANTOS. Essa proposta lúdico-educativa visa a constituir-se em um instrumento diversificado, atrativo e prazeroso da aprendizagem dos conteúdos escolares, estimulando o interesse, a criatividade, a autonomia e o diálogo entre professor-aluno e aluno-aluno. A aplicação da proposta dá-se em turno inverso ao ensino regular, com, no máximo, dez alunos do 3º ano e dez alunos do 4º ano que apresentem dificuldades de aprendizagem. Esses alunos são indicados pelas professoras das respectivas turmas. Além disso, há também um período dedicado ao ensino regular, com as turmas inteiras e que segue a mesma proposta. Palavras-Chave: aspectos lúdicos, alunos, aprendizagem.

INTRODUÇÃO No presente artigo, serão apresentadas considerações sobre uma prática docente em uma escola pública de Santa Maria, embasada em uma proposta lúdica, onde se procura proporcionar aos alunos um apoio pedagógico nas diversas áreas do conhecimento, na tentativa de atender as suas principais dificuldades de aprendizagem. Essa dinamização ocorre em turno inverso ao ensino regular não só com alguns alunos que possuem mais dificuldades, mas também propicia uma interação entre esses alunos e aqueles que têm maior facilidade de acompanhar os conteúdos escolares, incentivando a aprendizagem cooperativa. Também é proporcionada aos alunos, do 3º e 4º ano, a dinamização de atividades lúdicas em períodos regulares de aula. O projeto em desenvolvimento segue uma metodologia numa abordagem qualitativa, através da pesquisa-ação, na qual se busca uma interação entre os pesquisadores e os sujeitos envolvidos na prática, ao mesmo tempo resolver ou esclarecer um problema proposto que,
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Autora/apresentadora: Acadêmica do 7º semestre do curso de Pedagogia Séries Iniciais – UFSM. Co-autora: Acadêmica do 7º semestre do curso de Pedagogia Pré-Escola – UFSM.

tendo que repetir novamente a mesma série. A maioria dos educadores. a vontade de aprender por parte da criança e.neste caso. No decorrer do projeto. o mesmo método e o mesmo conteúdo. Procura-se também desenvolver a construção do conhecimento nos participantes. Entre tantas teorias. qual metodologia está em voga no momento e como utilizá-la em sala de aula. Conseqüentemente. Educadores procuram encontrar. se o professor não interage com elas. entretanto. acaba sendo um obstáculo à aprendizagem. compreender o mundo infantil. Na verdade. sintetizar uma “melhor” forma para a criança aprender. Esse fracasso escolar pode estar relacionado diretamente à metodologia adotada pelo professor e a sua conduta. por meio de reflexão da prática educativa. muitas vezes. para assim. a principal preocupação dos profissionais da educação é como ensinar. entre eles os que estão em formação inicial ou continuada. sente-se confuso. refere-se à utilização da proposta lúdica como auxílio à aprendizagem dos alunos. buscam “receitas prontas” de como ensinar o que fazer para que o aluno aprenda. poderão ser reprovados pelo sistema educacional. não se envolve. escolas. dependendo do seu ambiente social e familiar. há fatores que dificultam a realização de 3 Orientadora: Profª Msª. Assim. Departamento de Metodologia do Ensino MEN/CE – UFSM. percebeu-se que as regentes das turmas atendidas preocupamse com a aprendizagem dos alunos. o professor. Se a aula não for interessante. já que sabem e aprendem o que ensinar. não “sabendo” como “educar” realmente seus alunos. . A preocupação quanto à aprendizagem dos alunos torna-se maior ainda quando há aqueles que apresentam dificuldades e que são tachados como “fracassos”. nem despertar a curiosidade. o aluno sente-se fracassado e. educadores) e que este aluno necessita para a sua sobrevivência e para ser considerado um cidadão. sem que esse aprender seja apenas a memorização (“decoreba”) dos conteúdos escolares impostos pela sociedade (governo. talvez com o mesmo professor. metodologias que se criam e se renovam. bem como ser um auxílio aos professores para transformar sua dinâmica de trabalho com os alunos. esses poderão colaborar para baixar-lhes a auto-estima e atrapalhar sua aprendizagem. DESENVOLVIMENTO O processo de aprendizagem das crianças merece um destaque nos estudos na área educacional.

ela pode aprender sobre as características dos objetos. A partir do exposto. a maioria das crianças não se envolve tanto em atividades lúdicas devido a fatores como a falta de oferta na escola e a forte presença da televisão no seu dia-a-dia. da instalação de ambientes de aprendizagem enfocando a ludicidade para que sirvam como apoio pedagógico e complemento às atividades do currículo escolar. um caminho ou um recurso que auxilia nessa tarefa. a falta de acompanhamento dos responsáveis por essas. através do uso de atividades lúdicas e. que acabaram prendendo as pessoas dentro de suas casas. Interessante porque canaliza. etc. dando-lhes forma de atividade ou ocupação. As crianças que podem brincar livremente. pela urbanização e violência. É a principal atividade das crianças quando não estão dedicadas às suas necessidades de sobrevivência (repouso. Todas as crianças brincam se não estão cansadas. Brincar é envolvente. se o contexto apresentar características de violência. que envolve a compreensão de como ele influencia na aprendizagem das crianças. p. Deve-se ressaltar também a ausência. são os aspectos da ludicidade. orienta. os conteúdos pensados ou imaginados. surge uma apreensão dos educadores. organiza as energias da criança. doentes ou impedidas. falta essa causada pelo pouco tempo disponível. surge a preocupação por parte de quem trabalha com a Educação. 13-14) O brincar é fundamental para o nosso desenvolvimento. Assim. entre outros fatores. fazem parte de um mesmo contínuo topológico. . principalmente das acadêmicas. bastante estudado por teóricos da educação e já utilizado consideravelmente por professores. problemas particulares das crianças. O que se destaca é sua utilidade como instrumento facilitador. Envolvente porque coloca a criança em um contexto de interação em que suas atividades físicas e fantasiosas. quanto a sua formação. interessante e informativo. muitas vezes. não o fazem por estarem mais interessadas em brincar com inovações tecnológicas. como a estrutura física. Atualmente. preocupados com a aprendizagem infantil. Esse é um tema complexo. Informativo porque. pois o lúdico está relacionado ao brincar. suas práticas escolares e à necessidade das escolas de procurarem e receberem trabalhos complementares que auxiliem na construção do conhecimento das crianças. em sua prática educativa. Conforme Macedo. Com isso. conseqüentemente. dos pais nas brincadeiras dos filhos. ou por serem as brincadeiras muito violentas.). aspecto predominante na vida das crianças desde os tempos mais remotos da humanidade. merece destaque na educação.propostas diferenciadas. pela vida agitada. bem como os objetos que servem de projeção ou suporte delas. Petty e Passos (2005. nesse contexto. e por isso mesmo. o tempo disponível. alimentação.

procurando tornar a aprendizagem mais prazerosa. Petty e Passos (2005). principalmente a utilização de metodologias agradáveis e adequadas às crianças que façam com que o aprendizado aconteça dentro do “seu mundo”. em alguns casos. não chama a atenção nem estimula os alunos a freqüentarem-na e. Dohme (Editora Informal. o avanço dessas atividades na maioria das escolas. de muitos ao ambiente escolar. ao mesmo tempo. portanto. ou à aplicação dos conhecimentos científicos com objetivo prático”. das coisas que lhes são importantes e naturais de se fazer. pelo uso do lúdico no ensino das crianças. recreio. a escola prioriza a disciplina e o silêncio. prevalece a indiferença. tentar ressignificar o sentido original da escola. divertida e uma atividade “séria”. ao mesmo tempo. laboratório “é um lugar destinado ao estudo experimental de qualquer ramo da ciência. Essa cobrança pode dificultar tanto a criação de espaços destinados ao lúdico e o seu andamento. conforme Botti e Santos (2004). já que. O Laboratório de Aprendizagem constituído na Escola desenvolve atividades relacionadas a jogos de caráter lúdico-educativo. freqüentar a escola é obrigatório. interessante. conforme Macedo. passiva e imóvel em sala de aula. mas de mesclar a dimensão lúdica com ela. a qual era sinônimo de divertimento. Alguns pais não entendem a importância das atividades lúdicas na escola. ocorrer uma aprendizagem satisfatória. descanso. mas isso. lazer. como o aprimoramento de educadores interessados nessa área. a constituição de laboratórios de aprendizagem permite que se coloquem em prática as teorias estudadas e pesquisadas nos cursos de formação de professores. Durante muito tempo e ainda hoje. O uso dos jogos é uma alternativa mais divertida e prazerosa ao ensino dos conteúdos escolares. Isso contraria os objetivos que muitos educadores pregam em que se valoriza “a criança como um ser ativo. O brincar era e é tratado como uma atividade não séria que não se enquadra nos padrões de ensino. exigindo conteúdos escritos nos cadernos. que respeitam as características próprias das crianças. . Desse modo. Hoje. A criança precisa ser obediente ao professor. 2005) coloca que: O uso do lúdico na educação prevê. Não é a questão de substituir a pedagogia tradicional. o que vem a dificultar. seus interesses e esquemas de raciocínio próprio. na maioria das vezes. não é puramente recreativo e destituído de intencionalidade. para que não haja bagunça. já que essa é intrínseca à prática dos professores. procurando ser mais atraente e significativo aos alunos. com a qual se estimule os alunos em seu processo de construção do conhecimento. É também.De acordo com o Dicionário Aurélio (1999).

pois se envolve integralmente na atividade de brincar. Não é simplesmente dizer que usa o jogo. “o jogo pelo jogo”. pois além de selecionar. mas que os adultos vêem simplesmente como uma brincadeira. observação e reflexão. apud ROSAMILHA. para muitos. os professores precisam ter a clareza do porquê de esterem utilizando-os. entre as quais. Ele propicia o desenvolvimento da criança ou auxilia na sua aprendizagem? Ou os . desvendador. valorizando o que elas têm a dizer e a perguntar. segundo Legrand (1974. Uma proposta lúdico educativa torna-se um desafio à prática do professor. p.21). planejar e aplicar os jogos precisa participar no decorrer do jogo. Ao usar os jogos na escola. destaca-se o uso de jogos de caráter educativo. discorre Freire (2002. um lazer. as histórias. isso se torna uma atividade séria. A criança já o vê como algo sério. se necessário jogar. incessantemente renovadas. Do mesmo modo. reflexivo. “brincar e aprender ensinam ao professor. preferencialmente os de mesa. Ao se referir ao lúdico. considerando-a uma atividade séria. pegar qualquer jogo e largar para os alunos. gerando “barulho” e movimentação em sala de aula. Nesse sentido. 66) que “o respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros”. socializador e criativo. Quanto à seriedade do brincar. por meio de sua ação. ou até mesmo como uma profissão. O que o professor necessita ter em mente sobre o jogo. além de dinâmicas. interação entre os alunos e o professor. 1979). mas sempre observando. O brincar envolve conversa.independente e criativo” (p. brincar com as crianças. fala sobre a importância da ludicidade na educação. Conforme Dohme (2003). como e o que o aluno conhece”. tendo um aspecto ativo. Essa idéia acaba contrariando a metodologia tradicional da passividade do aluno em sala de aula. as músicas. existem várias formas de manifestação da ludicidade. só porque virou “moda” agora. as interações e trocas de saberes entre eles. 118). essências da educação lúdica. pois para ela. no desenrolar. Isso. as danças e as canções e outras manifestações artísticas. preparar. uma fuga dos problemas ou da realidade. indagador. as dramatizações. técnicas e atividades diversificadas. os jogos. sendo esses. mas que deva envolver prazer e satisfação. Freire. é bagunça e consideram o professor sem domínio de sua turma. o lúdico é para que ele serve. O adulto pode ver o jogo como um passatempo. apud Almeida (1987). afirma que as crianças têm desejos e vontades próprias e os educadores devem respeitar sua autonomia. p. Nesse projeto porém. De acordo com Fortuna (2001. O jogo não pode ser visto só para preencher um tempo de aula quando o professor não tem mais atividades e conteúdos para “passar”. o jogo infantil se diferencia do jogo adulto.

52) vem ao encontro do papel do professor na aprendizagem das crianças ao afirmar que “saber que ensinar não é transferir conhecimento. imaginação. desenvolve e enriquece sua personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva ao professor a condição de condutor.) podem colaborar na formação do indivíduo de forma ampla.” Ou seja. p.. formação da auto-estima e exercícios de relacionamento social. da criatividade. no entendimento de Propõe estímulo ao interesse do aluno. Antunes. 37-38) O jogo. de descobertas de potencialidade. ético. 2005). Através do jogo. mesmo não sendo o objetivo principal do projeto. o papel do professor será o de gerar situações estimuladoras e eficazes para a aprendizagem.dois ao mesmo tempo? Precisa haver um bom estudo dos benefícios do lúdico para a aprendizagem e para o desenvolvimento da criança. o professor pode ter um meio através do lúdico de proporcionar essa construção e/ou produção do conhecimento pelas crianças. Ao desenvolver uma proposta lúdico-educativa. ajuda-o a construir suas novas descobertas. Para Dohme (2003. mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. além do planejamento para a aplicação em sala de aula e o alcance dos objetivos propostos. como físico. . 87). Além disso. mediadas pelos educadores. segundo Dohme (Editora Informal.. o aluno necessita estar bem emocionalmente para poder se envolver em sua aprendizagem. ela transmite conteúdos e (. sabe-se que a ludicidade proporciona um contato maior entre os indivíduos. social. intelectual. No que diz respeito a esse aspecto. além de o jogo ser uma atividade interessante. afetivo. o que vem a ser muito importante no desenvolvimento das relações de amizade e respeito mútuo entre os alunos. O que se destaca no Laboratório de Aprendizagem é o aspecto afetivo das crianças. apud Santos (2000. Ainda. “o jogo é um grande campo onde as crianças vivenciam de forma livre e autônoma o relacionamento social”. Freire (2002. oportunidades de autoconhecimento. Essa é uma característica universal de todas e são elas próprias. a criança aprende brincando. Este desenvolvimento pode ser obtido através de situações comuns decorrentes da aplicação de jogos como o exercício da vivência em equipe. desenvolve níveis diferentes de sua experiência pessoal e social. proporcionando o desenvolvimento em outros aspectos. o que vem a contribuir no desenvolvimento e aprendizagem de atitudes cooperativas através das interações com os pares. artístico. estimulador e avaliador da aprendizagem. p. p. que conduzem ao próprio aprendizado.

observa-se que a utilização de aspectos do lúdico na educação. quando não se é avaliado. na fala do professor. não dando tanto valor a sua importância para a aprendizagem. como para os professores. do mesmo modo. é o exercício que a faz desenvolver suas potencialidades”. entende-se a pressão que o professor sofre para que os conteúdos sejam vencidos em um curto período de tempo. no quadro ou em folhas mimeografadas. os professores e o tempo para se dedicarem ao planejamento de uma proposta diversificada. . de “joguinhos”. O aprender o quê fica implícito.No entendimento de Lopes (2002. tão acostumados ao ensino baseado. realizado com jogos. mas já têm aquela idéia de que é um trabalho para passar o tempo. eles. apresenta algumas barreiras no meio do percurso. junto às crianças. tanto para os alunos. procurando aproveitar o máximo das contribuições que a proposta tem a oferecer. Ao interagir com atividades lúdicas. principalmente porque não estão sendo avaliados formalmente. dos sistemas de ensino. sem o professor expor todos os conteúdos que estão contidos no jogo. Esse fator é interessante. Como é um desafio contínuo. vindo essa da sociedade. 35). mas os alunos ficam a desejar um ensino que lhes agrade e que realmente os faça aprender. faz-se de qualquer jeito e isso se percebe no apoio pedagógico. pois ambos precisam estar preparados para trabalharem de uma forma diferenciada daquela a que estavam acostumados. para auxiliar na aprendizagem das crianças. A aprendizagem que pode ocorrer sem aquela pressão da avaliação como fica? O aluno pode aprender. tem a preocupação em vencer os conteúdos e não tanto de proporcionar atividades diferenciadas aos seus alunos. jogando. as crianças podem não perceber que internalizam os conhecimentos. Por um lado. dos pais. o que influenciou nas práticas das proponentes deste projeto. Em relação aos alunos. p. não há a mesma dedicação. é um desafio. facilitando-a. tornando mais dinâmica a aprendizagem e. Os professores têm muito presente aquela idéia de passatempo. também acham estranho aprender algo com jogos: “O que eu vou aprender com isso?”. entre elas. os próprios alunos e as suas situações peculiares. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir das considerações feitas e da reflexão sobre a prática no Laboratório de Aprendizagem. “a criança aprende brincando. no qual tudo vem pronto. Não se dedicam da mesma forma como se dedicam às tarefas escolares. Ficam felizes quando se trazem jogos para as aulas.

em que se necessita um trabalho intensivo de valores. complementa-se o currículo escolar e os saberes dos professores em formação inicial e continuada. seus conflitos internos e externos. a satisfação de ver os alunos felizes. SCHULTZ. muitas vezes. pois podem se tornar desafiantes e instigantes.Outra questão que se coloca é a situação individual de cada aluno. 1999. FERREIRA.editorainformal. Cliciane Martins. BOTTI. Aurélio Buarque. São Paulo: Loyola. Ao proporcionar um contato maior com as teorias educacionais e ver que é possível sua inserção na realidade escolar. Vânia. Centro de Educação. RJ: Vozes. interessando-se pela atividade é o que vale numa prática diversificada que busca. DOMINGUES. É muito mais complicado com crianças em situação de carência econômica e afetiva. A implantação do Laboratório de Aprendizagem na referida escola contribui tanto para as acadêmicas em formação. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. DOHME.. O educador frente a isso se sentese. eles têm suas contribuições à aprendizagem. Mesmo sabendo que os jogos não são iguais às tarefas escolares. Santa Maria: Ed. na ludicidade. Santa Marli Pires dos. MÜLLER. Educação lúdica: Técnicas em jogos pedadógicos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA. KÜHNEL. Apesar disso. Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da língua portuguesa. que se refletem no âmbito escolar e o professor tem que atendê-los a toda hora. . 1987. Petrópolis. Vânia. jogando. 2003.com. seus fundamentos para que as aulas e os conteúdos se tornem interessantes e que os alunos aprendam significativamente. DOHME. Atividades lúdicas na educação: o caminho de tijolos amarelos do aprendizado. com as “mãos presas”. Saúde vira brinquedo: proposta lúdica de educação para a saúde. A Dimensão Lúdica e o Laboratório de Aprendizagem. 2004. O lúdico na educação. deixando de lado toda sua proposta inicial. buscando divertir e ensinar ao mesmo tempo o aluno. SANTOS. de valorização pessoal. Elis Simone. UFSMProjeto de Extensão. 3ª ed. quanto à escola e aos alunos participantes.br> Acesso em 13/08/05. Paulo Nunes de. Cilce Agne. 2006. UFSM. de resolução de conflitos. Disponível em <http://www. Cristiane. Maria Regina Vianna.

Maria da Glória. 2001. 5ª ed. fazer. São Paulo: Pioneira. Brinquedoteca: a criança. Nelson. Porto Alegre: Artmed. Norimar Christe. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. PETTY. PASSOS. 2002. Paulo.. Santa Marli Pires dos (org). 22ª ed. A ludicidade como ciência. Ana Lúcia Sícoli. LOPES. Formando professores na Universidade para brincar. FREIRE. Petrópolis. 1979. o adulto e o lúdico. São Paulo: Paz e Terra. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. RJ: Vozes. Santa Marli Pires dos (org). . ROSAMILHA. jogar. MACEDO. 2002. Jogos na educação: criar. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Tânia Ramos. Lino de. In: Santos. Petrópolis. RJ: Vozes. São Paulo: Cortez. 2005. 2000.FORTUNA. SANTOS.