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AULA 03: Juros compostos

1. JUROS COMPOSTOS ........................................................................................................................ 2
1.1. Fórmula de juros compostos ...................................................................................................... 2
1.2. Fatorial ........................................................................................................................................ 6
1.3. Fórmula da comi!a"#o .............................................................................................................. $
1.%. &i!'mio de (e)to! .................................................................................................................... $
1.*. Ta+a !omi!al e ta+a e,eti-a ...................................................................................................... 1.
1.6. Ta+as e/ui-ale!tes .................................................................................................................... 13
1.$. Co!-e!"#o li!ear e co!-e!"#o e+po!e!cial ............................................................................. 1*
2. 0U1ST21S R1SO34567S ................................................................................................................ 18
2.1. Fórmula de juros compostos .................................................................................................... 18
2.2. Ta+a !omi!al e ta+a e,eti-a ...................................................................................................... 3.
2.3. Ta+as e/ui-ale!tes .................................................................................................................... 3*
2.%. Co!-e!"#o li!ear e co!-e!"#o e+po!e!cial ............................................................................. %9
3. R1SUMO ........................................................................................................................................ *2
%. 35ST7 67S 0U1ST21S 7PR1S1(T767S ......................................................................................... *2
*. :7&7R5TO ..................................................................................................................................... 62









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1. JUROS COMPOSTOS
1.1. Fórmula de uros com!ostos
Jo#o empresta R; 2..<.. para Pedro< cora!do uma ta+a de 1= ao m>s ?juros compostos@.
0ual o -alor da dA-ida< depois de deB mesesC

Resolu"#o.
1+ercAcio muito semelDa!te ao e+emplo dado !o tópico de juros simples.
7 di,ere!"a E /ue< aFora< os juros s#o compostos. 7 ideia dos juros co!ti!ua se!do
remu!erar o capital. Pedro precisa do di!Deiro Doje< mas !#o tem este di!Deiro. Jo#o tem o
di!Deiro< mas !#o precisa dele aFora. 7ssim< Jo#o empresta o di!Deiro para Pedro< mas
cora uma remu!era"#o por isto. 1sta remu!era"#o s#o os juros.
Os juros represe!tam uma receita ?ou re!dime!to@ para /uem empresta o di!Deiro e uma
despesa para /uem toma emprestado.
O -alor dos juros depe!de da ta+a. 6iBer /ue E corada uma ta+a de 1= siF!i,ica /ue os
juros corados s#o deG
[ = 1% × 2uu = u,u1 × 2uu = 2
Porta!to< os juros s#o iFuais a R; 2<...
Pois em< passado o primeiro m>s< Pedro jH de-e a Jo#o R; 2.2<... 6este -alor< temos R;
2..<.. correspo!de!tes ao i!icialme!te emprestado< mais R; 2<.. de juros. 7tE a/ui !#o DH
/ual/uer di,ere!"a e!tre juros simples e compostos.
7 partir do seFu!do m>s E /ue a di,ere!"a come"a a aparecer.
Passa o seFu!do m>s. Pedro co!ti!ua usa!do o di!Deiro de Jo#o. Porta!to< terH /ue paFar
!o-os juros. 7 ta+a perma!ece em 1=. Como calcular os juros do seFu!do m>sC
7 partir do seFu!do m>s< temos /ue saer se a ta+a E de juros simples ou de juros
compostos.
0ua!do tA!Damos juros simples< a ta+a sempre i!cidia sore o -alor i!icial.
7ssim< os juros do seFu!do m>s< /ua!do tA!Damos juros simples< eram iFuais a R; 2<...
PorEm< /ua!do os juros s#o compostos< a ta+a de 2= !#o i!cide sore o -alor i!icial. 5!cide
sore o total da dA-ida< i!clui!do -alor i!icial mais juros.
O total da dA-ida< ao ,i!al do primeiro m>s< E de R; 2.2<.. ?i!clui!do 2..<.. i!icialme!te
emprestados e 2<.. de juros@. Pois em< os juros do seFu!do m>s -#o i!cidir sore R;
2.2<... Por isso os juros s#o compostos< por/ue i!cidem sore os juros dos perAodos
a!teriores.
6iBemos /ue os juros est#o ca!itali$ados. Passou um m>s e os R; 2<.. de juros se
i!corporam ao capital i!icial. 6este modo< !o seFu!do m>s a ta+a de juros -ai i!cidir
tamEm sore os juros do primeiro m>s.
Os juros do seFu!do m>s ,icamG
[ = 1% × 2u2 = 2,u2
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7ssim< ao ,i!al do seFu!do m>s< Pedro jH de-e a Jo#o R; 2.%<.2. 6este -alor< temos R;
2..<.. da dA-ida i!icial< R; 2<.. de juros do primeiro m>s e R; 2<.2 de juros do seFu!do
m>s.
(o terceiro m>s os juros -#o ,icarG
[ = 1% × 2u4,u2 = 2,u4u2
Porta!to< ao ,i!al do terceiro m>s a dA-ida serH de R; 2.6<.6.2. 6este -alor< temos R;
2..<.. da dA-ida oriFi!al< R; 2<.. de juros do primeiro m>s< R; 2<.2 de juros do seFu!do
m>s< e R; 2<.%.2 de juros do terceiro m>s.
1 assim por dia!te.
4amos aFora ,ocar !os -alores dos mo!ta!tes.
O mo!ta!te ao ,i!al do primeiro m>s EG
H
1
= 2u2
Podemos reescre-er este -alor da seFui!te ,ormaG
H
1
= 2uu + 1% × 2uu
Coloca!do 2.. em e-id>!ciaG
H
1
= 2uu × (1 + 1%)
Ou seja< ao ,i!al do primeiro m>s< a dA-ida ,icou aume!tada em 1=. 1ra de R; 2..<.. e ,oi
para R; 2.2<... 7ume!tar alFuma coisa em 1= E o mesmo /ue multiplicar por ?1I1=@
O mo!ta!te ao ,i!al do seFu!do m>s ,oi deG
H
2
= 2u4,u2
Podemos reescre-er este -alor. &asta pe!sar /ue o mo!ta!te ao ,i!al do seFu!do m>s serH
o mo!ta!te do primeiro m>s aume!tado em 1= ?ou seja< multiplicado por 1I1=@.
H
2
= H
1
× (1 + 1%)
H
2
= 2uu × (1 + 1%) × (1 + 1%) = 2uu × (1 + 1%)
2

O mo!ta!te ao ,i!al do terceiro m>s ,oi de R; 2.6<.6.2. 1ste -alor E iFual ao mo!ta!te do
seFu!do m>s acrescido em 1=< ou seja< multiplicado por ?1I1=@.
Podemos reescre-er este -alorG
H
3
= H
2
× (1 + 1%)
H
3
= 2uu × (1 + 1%) × (1 + 1%) × (1 + 1%) = 2uu × (1 + 1%)
3

1 jH deu para perceer /ue< ao ,i!al do dEcimo m>s< o mo!ta!te -ai ,icarG
H
10
= 2uu × (1 + 1%)
10

H
10
= 22u,92
7 dA-ida< ao ,i!al do dEcimo m>s< E de R; 22.<92.

Os !omes e!-ol-idos s#o os mesmos dados para o caso de juros simples.
7 /ua!tia i!icial ?J2..<..@ co!ti!ua se!do cDamada de capital.
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7 /ua!tia ,i!al ?J22.<92@ co!ti!ua se!do cDamada de mo!ta!te.
O re!dime!to otido por Jo#o ?ou a despesa i!corrida por Pedro@ correspo!de aos juros
?J2.<92@
4ale comparar este e+ercAcio com o e+emplo dado !o tópico de juros simples.
0ua!do tA!Damos juros simples< o total da dA-ida< ao ,i!al dos deB meses< ,oi de R; 22.<...
0ua!do temos juros compostos< a dA-ida cresce mais rapidame!te< justame!te por/ue os
juros i!cidem sore juros.
7 partir deste e+emplo< dH para deduBirmos a ,órmula de juros compostosG
H = C × (1 + i)
n


(esta ,órmula temosG
• M E o mo!ta!te
• C E o capital
• i E a ta+a de juros
• ! E o !Kmero de perAodos /ue passaram
7 ,órmula E em semelDa!te L/uela para juros simples. 7 K!ica di,ere!"a E /ue o n, /ue
a!tes multiplica-a< aFora estH !o e+poe!te.

Fórmulas para juros compostosG
C J M + = ?sempre -ale< ta!to para juros simples /ua!to compostos@
( )
n
i C M + × = 1 ?-ale só para juros compostos@
1sta i!cid>!cia de juros sore juros aco!tece por/ue ao ,i!al de cada perAodo temos a
cDamada ca!itali$a"#o. (o e+emplo acima< a capitaliBa"#o era me!sal. 5sto siF!i,ica /ue< ao
,i!al de cada m>s< os juros do perAodo se i!corporam ao capital ?daA o !omeG capitaliBa"#o@.
Ou seja< DH uma ju!"#o e!tre juros e capital< de modo /ue esta soma E /ue ser-irH de ase
de cHlculo para os juros do pró+imo perAodo. Por isso E /ue< !o ,i!al das co!tas< ,alamos em
juros i!cidi!do sore juros. Os juros do pró+imo perAodo i!cidem sore os juros a!teriores<
/ue jH ,oram ca!itali$ados.

(o caso da 1sa,< para resol-er as /uestMes de pro-a< pode ser !ecessHrio co!sultar a taela 5
colocada ao ,i!al da aula. N uma taela /ue co!tEm -alores de (1 + i)
n
.
(o caso do Cespe< a i!,orma"#o !ecessHria para resol-er a /uest#o -em !o próprio
e!u!ciado. (o caso da FCC< a taela tamEm -em !o próprio e!u!ciado.
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()em!lo 1
Um capital de R; 3....<.. E aplicado dura!te 2 meses< a uma ta+a de *= ao m>s. Calcule o
mo!ta!te.

Resolu"#oG
&asta aplicar a ,órmulaG
H = C × (1 + i)
n

H = S.uuu × 1,uS
2

H = S.uuu × 1,1u2S = S.Su7,Su
()em!lo 2
Um mo!ta!te de R; 2.121<8. ,oi otido a partir de um capital C< aplicado dura!te 2 meses<
a uma ta+a de 3= ao m>s. Calcule o capital.

Resolu"#oG
H = C × (1 + i)
n

2.121,8u = C × 1,uS
2

C =
2.121,8u
1,u6u9
= 2.uuu
4ejam /ue o cHlculo do capital jH e!-ol-e uma co!ta de di-is#o< /ue< depe!de!do do caso<
pode ser demorada. (o caso de uma /uest#o de co!curso< recome!daOse ir ,aBe!do a
di-is#o aos poucos< e ir oser-a!do as alter!ati-as< para -er se jH E possA-el assi!alar alFuma
delas.


()em!lo %
Um mo!ta!te de R; 1.331<..< ,oi otido a partir de um capital de R; 1....<..< aplicado
dura!te 3 meses. Calcule a ta+a de juros me!sal.
6adoG 1,1
3
= 1,SS1

Resolu"#oG
H = C × (1 + i)
n

1.SS1,uu = 1.uuu × (1 + i)
3

1.SS1,uu
1.uuu
= (1 + i)
3

(1 + i)
3
= 1,SS1
1 +i = ¸1,SS1
3
= 1,1
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i = 1,1 − 1 = u,1 = 1u%

(otem /ue o cHlculo da ta+a depe!de de tirarmos a raiB Pe!EsimaQ. (o caso acima< ,oi a raiB
cKica.
Se ,or uma raiB de ordem Fra!de ?e+emplo< raiB com A!dice 12@< E i!-iH-el ,aBer o cHlculo !a
m#o. 7 pro-a terH /ue ,or!ecer a co!ta pro!ta para a Fe!te.

()em!lo &
Um capital de R; 1.....<.. E aplicado dura!te determi!ado !Kmero de meses< a uma ta+a
de 2= ao m>s< resulta!do em um mo!ta!te de R; 1..82%<32. Calcular o !Kmero de meses.
6adosG
ln(1,u824S2) = u,u7921
ln(1,u2) = u,u198

Resolu"#oG
H = C × (1 + i)
n

1u.824,S2 = 1u.uuu × 1,u2
n

1,u824S2 = 1,u2
n

(ossa i!cóF!ita estH !o e+poe!te. Para PdescermosQ o e+poe!te< asta aplicarmos
loFaritmo dos dois lados da iFualdadeG
ln(1,u824S2) = n × ln(1,u2)
O e+poe!te PcaiQ< multiplica!do o loFaritmo
u,u7921 = n × u,u198
n =
u,u7921
u,u198
= 4
(otem /ue< para resol-er esse tipo de /uest#o ?praBo desco!Decido@< precisamos aplicar o
loFaritmo. 1!t#o a /uest#o de-e !os dar o -alor dos loFaritmos !ecessHrios.
Ressalto /ue esse tipo de /uest#o E e+tremame!te raro em pro-as.

1.2. Fatorial
O ,atorial de um !Kmero i!teiro E otido pela multiplica"#o deste !Kmero pelos seus
a!tecessores< atE cDeFar em 1. 1+emploG
S! = S × 4 × S × 2 × 1 = 12u
S! = S × 2 × 1 = 6
1+ce"MesG
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1! = 1
u! = 1

1.%. Fórmula da combina"#o
(#o E ojeto da matemHtica ,i!a!ceira estudar a!Hlise comi!atória< e!t#o -ejamos só o
resultado /ue !os i!teressa !esse mome!to.
Se ti-ermos P!Q eleme!tos< e /uisermos escolDer PpQ deles< sem reposi"#o< de modo /ue a
ordem de escolDa !#o E rele-a!te< temos o caso de uma comi!a"#o de P!Q eleme!tos<
tomados PpQ a PpQ.
7 ,órmula e!-ol-ida EG
C
n,p
=
n!
(n − p)! × p!

()em!lo '
6e um Frupo de 3. cria!"as< escolDeremos 3 para ca!tar o poema de dia das m#es !a
escola. 6e /ua!tos modos podemos escolDer as cria!"asC

Resolu"#o.
RH 3. eleme!tos ?! J 3.@. 0ueremos escolDer 3 ?p J 3@.
(#o DH reposi"#o< pois< uma -eB escolDida uma cria!"a< ela !#o pode ser !o-ame!te
escolDida@. 7 ordem de escolDa E irrele-a!te ?escolDer J#o< Maria e 7lice< !essa ordem ou
em /ual/uer outra ordem dH !o mesmo S E o mesmo PcoralQ@.
O !Kmero de ma!eiras de escolDer as cria!"as EG
C
30,3
=
Su!
27! × S!
=
Su × 29 × 28 × 27!
27! × S!
=
Su × 29 × 28
S × 2 × 1
= 146.16u

RH 1%6.16. ,ormas de escolDermos as cria!"as.

1.&. ,in-mio de .ewton
Supo!Da /ue a Fe!te deseje dese!-ol-er o seFui!te i!'mioG
(o + b)
3

Como ,aBerC
&asta multiplicar (o + b) por si próprio tr>s -eBesG
(o + b)
3
= (o + b) × (o + b) × (o +b)
O resultado serH composto de -Hrias parceli!Das. Uma delas serH o
3
. N resultado da
multiplica"#o dos termos aai+o destacadosG
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(o + b) × (o + b) × (o + b)
Ou seja< DH uma K!ica ,orma de otermos o
3
. Por isso< seu coe,icie!te serH 1G
(o + b)
3
= 1 × o
3
+ ·
Podemos pe!sar /ue tA!Damos 3 eleme!tos PaQ< e precisamos escolDer todos os 3. N um
caso de comi!a"#o de 3 eleme!tos< tomados 3 a 3.
C
3,3
=
S!
u! × S!
= 1

Outro termo possA-el E o o
2
b
1le pode ser otido de -Hrias ,ormas. 1+emplosG
(o + b) × (o + b) × (o + b)
(o + b) × (o + b) × (o + b)
(o + b) × (o + b) × (o + b)
S#o 3 ,ormas di,ere!tes de oter o
2
b.
Podemos pe!sar /ue DH 3 eleme!tos PaQ< e precisamos escolDer 2. O !Kmero de ma!eiras
de se ,aBer isso E dado pela comi!a"#o de 3< tomados 2 a 2G
C
3,2
=
S!
1! × 2!
= S
1!t#o o coe,icie!te de o
2
b serH 3G
(o + b)
3
= 1 × o
3
+ So
2
b + ·

Co!ti!ua!do.
TamEm E possA-el otermos ob
2
.
0ual serH seu coe,icie!teC
&asta pe!sar /ue temos 3 eleme!tos PaQ< e precisamos escolDer 1. ResultadoG
C
3,1
=
S!
2! × 1!
= S
Ficamos comG
(o + b)
3
= 1 × o
3
+ So
2
b + S × ob
2
+ ·

O Kltimo termo /ue pode ser otido E b
3
. 7Fora< de!tre os 3 eleme!tos PaQ< !#o
escolDemos !e!Dum.
C
3,0
=
S!
S! × u!
= 1
O /ue resulta emG
(o + b)
3
= 1 × o
3
+ So
2
b + S × ob
2
+ b
3

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Ou sejaG
(o + b)
3
= C
3,3
× o
3
× b
0
+ C
3,2
× o
2
× b
1
+ C
3,1
× o
1
× b
2
+ C
3,0
× o
0
× b
3


Se repetAssemos o traalDo pe!sa!do em /ua!tos termos PQ temos /ue escolDer e!tre os
3 e+iste!tes< o resultado seriaG
(o + b)
3
= C
3,0
× o
3
× b
0
+ C
3,1
× o
2
× b
1
+ C
3,2
× o
1
× b
2
+ C
3,3
× o
0
× b
3

7s duas e+pressMes ,or!ecem e+atame!te o mesmo resultado. Sem!re1

Tal e+press#o pode ,acilme!te ser Fe!eraliBada para /ual/uer outro e+poe!te.

4oc> pro-a-elme!te de-e estar perFu!ta!doG para /ue E /ue estamos -e!do !isso em meio
a um tópico de matemHtica ,i!a!ceiraC

4amos lH< -ejamos a seFui!te /uest#oG

()em!lo *
Um capital de R; 1....<.. E aplicado a uma ta+a de juros compostos de 1= ao m>s< dura!te
12 meses. Calcule o mo!ta!te.
6etalDeG !#o -ale usar calculadora. 1 a pro-a !#o deu taela.

Resolu"#o.
5!,eliBme!te< isso Ls -eBes ocorre. (#o temos taela ,i!a!ceira e temos uma co!ta FiFa!te
para ,aBer.
7plica!do a ,órmulaG
H = 1.uuu × 1,u1
12

1 aForaC
4oc> -ai ele-ar 1<.1 L pot>!cia 12C
OlDa< oa sorte< -ai demorar um temp#oT
7 K!ica saAda -iH-el E apro+imar< usa!do o i!'mio de (e)to!. FaBemos o = 1 e b = u,u1.
7ssimG
(1 + u,u1)
12

7plica!do o resultado /ue acaamos de -erG
= C
12,0
× 1
12
× u,u1
0
+C
12,1
× 1
11
× u,u1
1
+ C
12,2
× 1
10
× u,u1
2
+ ·
1 /ual a -a!taFem dissoC
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7 -a!taFem E /ue o e+poe!te de .<.1 -ai ,ica!do cada -eB maior. 5sso ,aB com /ue o
resultado seja cada -eB mais pró+imo de Bero. 4ejamG
u,u1
2
= u,uuu1
u,u1
3
= u,uuuuu1
u,u1
4
= u,uuuuuuu1
Por isso< !#o precisamos calcular todos os termos. Podemos ir< por e+emplo< atE o e+poe!te
2< e desco!siderar os demais.
7ssim e-itamos um e+poe!te 12 e !osso traalDo ,ica reduBido a um e+poe!te 2. Facilita
muito.
3oFoG
1,u1
12
= C
12,0
× 1
12
× u,u1
0
+ C
12,1
× 1
11
× u,u1
1
+ C
12,2
× 1
10
× u,u1
2

= 1 + 12 × u,u1 +
12!
1u! × 2!
× u,uuu1
= 1 + u,12 +
12 × 11
2
× u,uuu1
= 1,12 + u,uu66 = 1,1266
1 o !osso mo!ta!te ,icaG
H = 1.uuu × 1,1266 = 1.126,6u
Se ti-Essemos ,eito com calculadora< o resultado seria 1.126<82. 7 apro+ima"#o E muito
oa.

Ressalto /ue s#o muito raras as pro-as em /ue E !ecessHrio usar o i!'mio de (e)to!. O
comum E /ue as pro-as traFam taelas ,i!a!ceiras.

1.'. Ta)a nominal e ta)a e3eti4a
Um tópico importa!te de!tro de juros compostos E a di,ere!cia"#o e!tre ta+a e,eti-a e ta+a
!omi!al.
7 ta+a !omi!al E a/uela /ue aparece por escrito em alFum docume!to. N a/uela /ue co!sta
de co!tratos< de tAtulos< etc.
7 ta+a e,eti-a E a ta+a Ppara -alerQ< a ta+a /ue pode ser usada !as ,órmulas para acDar o
mo!ta!te.
(o reFime simples seria di,Acil e+plicar a di,ere!"a e!tre ta+a e,eti-a e !omi!al< pois elas s#o
sempre iFuais.
JH !o reFime composto< elas podem ser di,ere!tes.
4ejamos alFu!s e+emplos para e!te!dermos a di,ere!"a.

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1+emplo 5G (o co!trato estH escrito /ue a ta+a de juros de um ,i!a!ciame!to E de 1= ao
m>s< com capitaliBa"#o me!sal.

O /ue isto siF!i,ica capitaliBa"#o me!salC
SiF!i,ica /ue a cada m>s os juros se i!corporam ao capital< ser-i!do de ase de cHlculo para
os pró+imos juros.
7Fora -amos -er as ta+as.
7 ta+a /ue aparece por escrito !o co!trato E a ta+a de 1= ao m>s. 3oFo< ela E a ta+a
!omi!al.
Ta+a !omi!al J 1= ao m>s.
1sta ta+a pode ser usada !a ,órmula do mo!ta!teC
Sim< claro /ue sim.
O praBo da ta+a estH em meses e a capitaliBa"#o E me!sal. Sempre /ue o praBo da ta+a
coi!cidir com o perAodo de capitaliBa"#o< esta ta+a estH pro!ta para ser usada !a ,órmula do
mo!ta!te. 6iBemos /ue esta E a ta+a Ppara -alerQ< a ta+a e3eti4a.
Ta+a e,eti-a J 1= ao m>s.

1+emplo 55G !o co!trato estH escrito /ue a ta+a de juros de um ,i!a!ciame!to E de 12= ao
a!o< com capitaliBa"#o me!sal.

7 ta+a /ue aparece por escrito !o co!trato E a ta+a de 12= ao a!o. 3oFo< ela E a ta+a
!omi!al.
Ta+a !omi!al J 12= ao a!o.
1sta ta+a pode ser usada !a ,órmula do mo!ta!teC
(#o< !#o pode.
O praBo da ta+a estH em a!os e a capitaliBa"#o E me!sal. Sempre /ue o praBo da ta+a ,or
di,ere!te do perAodo de capitaliBa"#o< esta ta+a !#o pode ser usada !a ,órmula do
mo!ta!te.
Para oter a ta+a e,eti-a a partir da ta+a !omi!al< sempre ,aBemos reFra de tr>s.
Ta+a Meses
12= 12
i 1
12%
i
=
12
1

12i = 12% - i = 1%
7 ta+a me!sal E de 1= .
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7Fora sim. Oti-emos uma ta+a ao m>s< perAodo /ue coi!cide com o da capitaliBa"#o
me!sal.
1sta ta+a de 1= pode ser usada !a ,órmula do mo!ta!te. 6iBemos /ue E uma ta+a e,eti-a<
uma ta+a para -aler.

Ta+a !omi!alG co!sta!te em docume!tos ?e+emploG co!tratos de ,i!a!ciame!to@
Ta+a e,eti-aG E a ta+a Ppara -alerQ< usada !as ,órmulas.
(o reFime simplesG sempre coi!cidem.
(o reFime compostoG usar reFra de tr>s para co!-erter ta+a !omi!al em ta+a e,eti-a.

Outro e+emploG
ClHudia ,aB um emprEstimo de R; 1....<.. !o &a!co 7l,a. N corada uma ta+a de 12= ao
a!o< com capitaliBa"#o me!sal.
4amos calcular a ta+a a!ual e,eti-a co!tratada por ClHudia.

7 ta+a de 12= estH ao a!o. N a ta+a !omi!al.
Co!tudo< o perAodo de capitaliBa"#o E me!sal. Ou seja< a cada m>s< uma certa ta+a de juros
-ai i!cidir sore o total da dA-ida do m>s a!terior ?i!clusi-e sore os juros@. 1sta Ucerta ta+a
de jurosV E a ta+a e,eti-a. N a ta+a Ude -erdadeV. 7 ta+a Upara -alerV.
1!t#o para /u> ser-e a ta+a !omi!alC Ser4e !ara 3a$er !ro!aganda enganosa.
Para acDar a ta+a e,eti-a ao m>s< ,aBemos reFra de tr>s. 7 ta+a !omi!al só se-e para isso.
Para ,aBermos a reFra de tr>s e acDarmos a ta+a e,eti-a.
Temos uma ta+a !omi!al de 12= ao a!o com capitaliBa"#o me!sal.
FaBe!do a reFra de tr>sG
12= correspo!de a 12 meses
UiV correspo!de a 1 m>s.
12= OOOOO 12 meses
i OOOOO 1 m>s
Multiplica!do cruBado temosG
% 1 = i
3oFo< a ta+a e,eti-a E de 1= ao m>s. 1sta E a ta+a /ue serH usada para calcular a dA-ida de
ClHudia< m>s a m>s.
7ssim< passado o primeiro m>s< ClHudia jH de-e ao a!co o seFui!te mo!ta!teG
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H
1
= C × (1 + i)
1

H
1
= 1.uuu × (1,u1)
1
= 1.u1u,uu
7o ,i!al do m>s a di-ida E de R; 1..1.<... S#o R; 1....<.. de dA-ida oriFi!al e R; 1.<.. reais
de juros.
Passado o seFu!do m>s< ClHudia de-eG
H
2
= C × (1 + i)
2

H
2
= 1.uuu × (1,u1)
2
= 1.u2u,1u
1 assim por dia!te.

7o ,i!al de um a!o< a dA-ida serH deG
H
12
= C × (1 + i)
12

H
12
= 1.uuu × (1 + u,u1)
12
= 1.126,8S
4amos aFora calcular /ual a ta+a a!ual e/ui-ale!te L ta+a de juros compostos e,eti-a de 1=
ao m>s.
7i!da !esta aula apre!deremos como e!co!trar ta+as e/ui-ale!tes em juros compostos.
Mas ,ica a i!,orma"#o de /ue< para este caso< a ta+a a!ual e/ui-ale!te E de 12<683=.

1sta ta+a de 12<683= ao a!o tamEm E e,eti-a. 1la E e/ui-ale!te L ta+a de 1= ao m>s. Por
/ue as duas s#o e,eti-asC
7 dA-ida de ClHudia pode ser calculada< a cada m>s< acresce!ta!doOse L dA-ida do m>s
a!terior juros de 1=.
Ou e!t#o< em perAodos de 1 a!o< a dA-ida pode ser calculada< a cada a!o< acresce!ta!doOse
L dA-ida do a!o a!terior juros de 12<683=.
Por isso as duas ta+as s#o e,eti-as. 7s duas podem ser utiliBadas para cHlculo da dA-ida de
ClHudia. S#o duas ta+as e/ui-ale!tes e e,eti-as.
1 a ta+a de 12= ao a!o< ,or!ecida !o e!u!ciado ?ta+a !omi!al@C Ser-e para /u>C Para ,aBer
propaFa!da e!Fa!osa. O a!co i!,orma /ue sua ta+a E de 12= ao a!o. 1 coloca uma
oser-a"#o em letras mi!Ksculas< lH !o rodapEG ta+a de 12= !omi!al< com capitaliBa"#o
me!sal.
5sto E uma ,orma de diBer /ue a ta+a E de 12= ao a!o /ua!do a ta+a Ude -erdadeV ?ta+a
e,eti-a@ E maior< E de 12<683= ao a!o.

1.*. Ta)as e5ui4alentes
0ua!do estudamos o reFime simples< -imos /ue duas ta+as s#o e/ui-ale!tes /ua!do<
aplicadas sore um mesmo capital< dura!te o mesmo perAodo de tempo< produBem juros
iFuais ?o /ue resulta em mo!ta!tes iFuais@.
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(o reFime composto< isso co!ti!ua -ale!do. Só o /ue muda E a ,orma de calcularmos ta+as
e/ui-ale!tes.
(o reFime simples< -imos /ue< para acDar ta+as e/ui-ale!tes< asta aplicar a reFra de tr>s.
(o reFime composto< isso !#o mais ocorre. (#o podemos aplicar reFra de tr>s para
e!co!tramos ta+as e/ui-ale!tes.
(o tópico a!terior< estudamos /ue< !o reFime composto< DH uma K!ica situa"#o em /ue se
de-e aplicar reFra de tr>s !a co!-ers#o de ta+as. TrataOse da co!-ers#o de uma ta+a e,eti-a
em !omi!al ?e -ice -ersa@.
(o reFime composto< /ua!do aplicamos a reFra de tr>s sore uma ta+a e,eti-a< jamais
oteremos outra ta+a e,eti-a.

Professor, se não posso aplicar regra de três, como encontro taxas equivalentes no regime
composto?

4ejamos um e+emploG
()em!lo +
Uma ta+a de juros compostos de %= ao imestre e/ui-ale a /ual ta+a trimestral ?tamEm de
juros compostos@C

Resolu"#o.
4amos joFar -alores< para ,icar mais ,Hcil. 7plicamos um capital de R; 1......<..< dura!te 1
a!o< !um i!-estime!to /ue re!de %= ao imestre ?juros compostos@. 0ual o mo!ta!te
co!seFuidoC
H = C × (1 + i)
n

7 ta+a E de %= ao imestre. Porta!to< o praBo tem /ue estar em imestres. Um a!o
correspo!de a 6 imestres.
H = 1.uuu × (1 + u,u4)
6

Com au+Alio de uma calculadora< temosG
H = 1.uuu × 1,26SS2 = 1.26S,S2
7o ,i!al de um a!o temos R; 1.26*<32.

7Fora -amos ,aBer outro i!-estime!to. 7plicamos R; 1....<..< a uma ta+a trimestral UWV<
dura!te um a!o< ote!do o mo!ta!te de R; 1.26*<32.
Oser-e /ue este seFu!do i!-estime!to E e/ui-ale!te ao primeiro. O capital E o mesmo
?JR; 1....<..@. O praBo E o mesmo ?J1 a!o@. Porta!to< a ta+a trimestral W E e/ui-ale!te L
ta+a de %= ao imestre. 4amos aFora acDar o -alor de W.
H = C × (1 + i)
n

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O capital E de R; 1....<... 7 ta+a estH ao trimestre. Porta!to< o praBo tamEm tem /ue
estar em trimestres. Um a!o correspo!de a /uatro trimestres.
1.26S,S2 = 1.uuu × (1 + k)
4

1,26SS2 = (1 + k)
k

Com o au+Alio de uma calculadora< temosG
k = 6,u6%
6iBemos /ue a ta+a de 6<.6= ao trimestre E e/ui-ale!te L ta+a imestral de %=<
co!sidera!do juros compostos.

Para calcularmos ta+as e/ui-ale!tes em juros compostos< de-emos criar dois i!-estime!tos
e/ui-ale!tes< ou seja< /ue a partir de um mesmo capital< aplicado dura!te um mesmo
i!ter-alo de tempo< resulte em um mesmo mo!ta!te.

Ta+as e/ui-ale!tes em Juros CompostosG
.#o -ale reFra de tr>s.
Crie dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes< isto E< /ue produBem o mesmo mo!ta!te< a partir de
um mesmo capital< aplicado dura!te o mesmo i!ter-alo de tempo.

1.+. Con4en"#o linear e con4en"#o e)!onencial
1+istem situa"Mes em /ue o !Kmero de perAodos !#o E i!teiro.
1+emploG aplicamos !osso capital em um a!co /ue paFa 1.= ao a!o ?ta+a e,eti-a@< dura!te
2<* a!os.
(otem /ue o perAodo de aplica"#o E ,racio!Hrio ?dois a!os e meio@.
0ua!do isso ocorre< ou seja< /ua!do o !Kmero de perAodos !#o ,or i!teiro< DH duas ,ormas
de proceder< cDamadas de co!-e!"#o li!ear e co!-e!"#o e+po!e!cial.
4ejamos com um e+ercAcio a di,ere!"a e!tre as citadas co!-e!"Mes.

6uest#o 1 7FRF, 222% 8(S7F9
Um capital E aplicado a juros compostos L ta+a de %.= ao a!o dura!te um a!o e meio.
Calcule o -alor mais pró+imo da perda perce!tual do mo!ta!te co!sidera!do o seu cHlculo
pela co!-e!"#o e+po!e!cial em rela"#o ao seu cHlculo pela co!-e!"#o li!ear< dado /ue
1<%.
1<*
J1<6*6*.2.
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a@ .<*=
@ 1=
c@ 1<%=
d@ 1<$=
e@ 2<.=

Resolu"#o.
7 ta+a E de %.= ao a!o. Como o e+ercAcio !ada ,alou sore o perAodo de capitaliBa"#o<
podemos supor /ue E a!ual< de modo /ue a ta+a !omi!al de %.= seja tamEm e,eti-a.
0ua!do o !Kmero de perAodos E um !Kmero ,racio!Hrio< E complicado calcular o mo!ta!te.
(este caso< o capital E aplicado a uma ta+a de %.= ao a!o< dura!te 1<* a!os ?oser-em /ue
temos a parte ,racio!Hria de meio a!o@.
O /ue ,aBer com esta parte ,racio!HriaC
3emra!do da ,órmula do mo!ta!teG
n
i C M ) 1 ( + × =
7 parte ,racio!Hria estH !o e+poe!te e isso di,iculta as coisas. Como ,aBer para< sem
calculadora< lidarmos com e+poe!tes /uerados como 2<* ou 1<$ ou 3<%*C
(estas situa"Mes< DH duas ma!eiras de procedermos.
(o primeiro caso< utiliBamos a co!-e!"#o e)!onencial. Simplesme!te aplicamos a ,órmula
!ormalme!te< com e+poe!te ,racio!Hrio mesmo. Para ta!to< o e+ercAcio tem /ue ,or!ecer
i!,orma"Mes /ue permitam o cHlculo.
Ficamos comG
5 , 1
) 4 , 0 1 ( + × = C M
O e+ercAcio tem /ue ,or!ecer o -alor de 1<%
1<*
. 1 de ,ato isto ,oi ,eito. O e+ercAcio i!,ormou
este -alor.
Podemos ,aBer a co!ta com o e+poe!te 1<* mesmo.
5 , 1
) 4 , 0 1 ( + × = C M
656502 , 1 × = C M
7 outra op"#o E a con4en"#o linear. FaBemos uma ,orma UmistaV. (o perAodo de 1 a!o< /ue
E a parte i!teira do praBo< !ós utiliBamos juros compostos. (o perAodo de .<* a!os< /ue E a
parte ,racio!Hria< !ós usamos juros simples. 7ssimG
) 1 ( ) 1 ( i q i C M
z
× + × + × =
(esta ,órmula temosG
· M E o mo!ta!te
· C E o capital
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· i E a ta+a
· B E a parte i!teira do praBo ?!este e+ercAcio o praBo E 1<*X porta!to B E iFual a 1@
· / E a parte P,racio!HriaQ do praBo ?!este e+ercAcio o praBo E 1<*X / E iFual a .<*@
1sta ,órmula E uma mistura de juros simples com juros compostos.

Pro!to< aFora as co!tas ,icam em mais ,Hceis.
) 1 ( ) 1 ( i q i C M
z
× + × + × =
UBV E a parte i!teira do perAodo. Como o perAodo E de 1<* a!os< a parte i!teira E de 1 a!o. U/V
E a parte P,racio!HriaQ do perAodo. (o caso< E iFual a .<* a!os.
) 1 ( ) 1 ( i q i C M
z
× + × + × =
) 4 , 0 5 , 0 1 ( ) 4 , 0 1 (
1
× + × + × = C M
68 , 1 ) 2 , 0 1 ( ) 4 , 0 1 ( × = + × + × = C C M
Oser-e /ue o mo!ta!te calculado pela co!-e!"#o e+po!e!cial E menor /ue o mo!ta!te
calculado pela co!-e!"#o li!ear. 5sto sempre aco!teceT
1stra!Do< !#oC
(a co!-e!"#o e+po!e!cial< aplicamos ape!as a ,órmula de juros compostos.
(a co!-e!"#o li!ear< usamos juros simples para o perAodo ,racio!Hrio. 1< mesmo assim< a
co!-e!"#o li!ear ,or!ece um mo!ta!te maior.
N uma idEia corre!te a de /ue juros compostos sempre produBem mo!ta!tes superiores aos
/ue seriam otidos com juros simples.
7co!tece /ue isso só E -erdade /ua!do o !Kmero de perAodos E maior /ue 1 ? 1 > n @.
0ua!do o !Kmero de perAodos E me!or /ue 1< aA a situa"#o se i!-erte. N o reFime simples
/uem ,or!ece mo!ta!tes maiores.
(este e+ercAcio< a di,ere!"a e!tre amos E deG
C C C 023498 , 0 68 , 1 656502 , 1 − = −
1sta di,ere!"a E a perda /ue se tem /ua!do se co!sidera a co!-e!"#o e+po!e!cial em -eB
de se co!siderar a co!-e!"#o li!ear.
Só /ue ,oi perFu!tado o seFui!teG esta perda correspo!de a /ua!tos por ce!to do mo!ta!te
calculado pela co!-e!"#o li!ear ?J1<68C@C
Para calcular o perce!tual asta di-idir os dois -aloresG
) 1 ( ) 1 ( i q i C M
z
× + × + × =
parte com juros compostos
parte com juros simples
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% 4 , 1
68 , 1
023498 , 0
− ≅

C
C

7s alter!ati-as !#o trou+eram o si!al !eFati-o. N /ue< /ua!do ,alamos em perda< ,ica meio
/ue PimplAcitoQ o si!al !eFati-o.
:abarito; C

2. 6U(ST<(S R(SO=>?@7S
2.1. Fórmula de uros com!ostos
6uest#o 2 S(FA M: 222' 8(S7F9
7 /ue ta+a me!sal de juros compostos um capital aplicado aume!ta 8.= ao ,im de /ui!Be
meses.
a@ %=.
@ *=.
c@ *<33=.
d@ 6<*=.
e@ $=.

Resolu"#o;
4amos joFar -alores. 7plicamos um capital de R; 1..<.. dura!te 1* meses.
7o ,i!al dos 1* meses< este capital aume!tou em 8.=. 7ume!tar em 8.= E o mesmo /ue
multiplicar por ?1I8.=@.
7ssim< ao ,i!al dos 1* meses< o mo!ta!te E deG
H = C × (1 + 8u%) = C × 1,8 = 18u
O mo!ta!te ao ,i!al dos /ui!Be meses E de R; 18.<...
4amos aFora usar a ,órmula do mo!ta!te para juros compostos.
H = C × (1 + i)
n

Sustitui!do os -aloresG
18u = 1uu × (1 + i)
15

(1 + i)
15
= 1,8
0ueremos um -alor de i tal /ue ?1Ii@ ele-ado a 1* seja iFual a 1<8.
Co!sulta!do a taela 5 ao ,i!al da aula< -emos /ue o -alor de UiV procurado E de %=.
:abarito; 7

6uest#o % C>M 2212 8(S7F9
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Um ,i!a!ciame!to !o -alor de R; 1......<.. possui uma car>!cia de 18 meses< i!cidi!do
sore o -alor ,i!a!ciado< !esse praBo< uma ta+a de juros compostos de 1= ao m>s. Calcule o
-alor mais pró+imo do saldo de-edor ao ,im do praBo de car>!cia.
a@ R; 1......<..
@ R; 112....<..
c@ R; 112.683<..
d@ R; 119.61*<..
e@ R; 118....<..

Resolu"#o;
7plica"#o direta da ,órmula de mo!ta!te para o reFime compostoG
H = C × (1 + i)
n

H = 1uu.uuu × 1,u1
18
= 1uu.uuu × 1,196147 = 119.614,7u
:abarito; @

6uest#o & 7FRF, 222' 8(S7F9
Paulo aplicou pelo praBo de um a!o a /ua!tia total de R; *.....<.. em dois a!cos
di,ere!tes. Uma parte dessa /ua!tia ,oi aplicada !o &a!co 7< L ta+a de 3= ao m>s. O
resta!te dessa /ua!tia ,oi aplicado !o &a!co & a ta+a de %= ao m>s. 7pós um a!o< Paulo
-eri,icou /ue os -alores ,i!ais de cada uma das aplica"Mes eram iFuais. 6este modo< o -alor
aplicado !o &a!co 7 e !o &a!co &< sem co!siderar os ce!ta-os< ,oram< respecti-ame!te
iFuais aG
a@ R; 21.9%8<.. e R; 28..*2<..
@ R; 23.2*6<.. e R; 26.$%%<..
c@ R; 26.*89<.. e R; 23.%11<..
d@ R; 2$.*1.<.. e R; 22.%9.<..
e@ R; 26.%$$<.. e R; 23.**2<..

Resolu"#o;
7!tes de come"armos a resol-er< destaco /ue a /uest#o ,oi a!ulada.
Oser-e /ue o e+ercAcio !#o disse se os juros s#o simples ou compostos. Sempre /ue a
/uest#o sile!ciar a respeito< pode co!siderar /ue se tratam de juros compostos< pois E o
padr#o dos a!cos. JH -iram a!co cora!do juros simplesC (#o dH< !EC Se !#o eles !#o
poderiam ter lucros estratos,Ericos.
4amos cDamar o primeiro capital ?aplicado !o a!co 7@ de C
a
. 1 o mo!ta!te otido a partir
dele de M
a
.
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4amos cDamar o capital aplicado !o a!co & de C

. 4amos cDamar o mo!ta!te otido a
partir dele de M

.
( )
n
a a
i C M + × = 1
( )
n
b b
i C M + × = 1
Sustitui!do os -alores de UiV e U!VG
( )
12
03 , 0 1+ × =
a a
C M
( )
12
04 , 0 1+ × =
b b
C M
1stes dois mo!ta!tes s#o iFuais ?i!,orma"#o dada !o e!u!ciado@.
( )
12
03 , 0 1+ ×
a
C J ( )
12
04 , 0 1+ ×
b
C
=
b
C
( )
( )
12
12
04 , 0 1
03 , 0 1
+
+ ×
a
C
?e/ua"#o 5@
7lEm disso< o e!u!ciado i!,ormou /ue o capital total i!-estido ,oi de R; *.....<...
000 . 50 = +
b a
C C ?e/ua"#o 55@.
Sustitui!do a e/ua"#o 5 !a e/ua"#o 55G
( )
( )
000 . 50
04 , 0 1
03 , 0 1
12
12
=
+
+ ×
+
a
a
C
C
Co!sulta!do a taela 5 ,or!ecida ao ,i!al da aulaG
000 . 50
6 , 1
426 , 1
=
×
+
a
a
C
C
Multiplica!do todas as parcelas por 1<6G
6 , 1 000 . 50 426 , 1 6 , 1 × = × + ×
a a
C C
000 . 80 026 , 3 = ×
a
C
437 . 26
026 , 3
000 . 80
= =
a
C
(ossos cHlculos ,oram apro+imados. 7 alter!ati-a mais pró+ima E a letra 1< /ue era
realme!te o Faarito prelimi!ar da /uest#o.
Co!tudo< o e!u!ciado !#o pediu para marcarmos a alter!ati-a com o -alor mais pró+imo
dos capitais. O e+ercAcio pediu /ue marcHssemos a alter!ati-a /ue co!ti!Da o -alor e+ato
dos capitais ?ape!as despreBa!doOse os ce!ta-os@.
Caso ,iBEssemos a co!ta !a calculadora< sem apro+imar< a resposta seria 26.%%$
?despreBa!doOse os ce!ta-os@. (#o DH alter!ati-a /ue correspo!da a este -alor.
7o /ue tudo i!dica< Dou-e um erro de diFita"#o !a letra 1. 1m -eB de ser diFitado 26.%%$< ,oi
diFitado 26.%$$. Tal-eB por isso a /uest#o te!Da sido a!ulada.
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6e todo modo< a/ui para !ós a /uest#o ,oi -Hlida para trei!armos a ,órmula de juros
compostos.
:abarito; 7nulado

6uest#o ' C(, 2220 8U.?>(RS79
Um i!-estidor aplicou a /ua!tia de R; 3......<.. L ta+a de juro composto de $= a.m.
Calcule o mo!ta!te /ue esse capital irH Ferar após 3 meses< co!sidera!do a tHua
,i!a!ceiraG ?1 I .<.$@Y J 1<22*.%3.
?7@ R; 36*.98*<3..
?&@ R; 36$.*12<9..
?C@ R; 368.29*<$..
?6@ R; 369.6$*<*..
?1@ R; 3$1.$%*<3..

Resolu"#o;
H = C × (1 + i)
n

H = Suu.uuu × 1,u7
3

O e+ercAcio i!,ormou /ue ?1 I .<.$@Y J 1<22*.%3.
H = Suu.uuu × 1,22Su4S = S67.S12,9u
:abarito; ,

6uest#o * S(F7A (S 222/ 8C(SP(9
Se um capital de R; 2....<.. ,oi aplicado por um perAodo de 2 meses< sem sa/ues !o
perAodo< e o mo!ta!te desse i!-estime!to< ao ,i!al dos 2 meses< ,oi de R; 2.2.*<..< e!t#o<
!esse i!-estime!to< ,oi praticada a ta+a de juros compostos de *= a.m.

Resolu"#oG
7plica!do a ,órmula dos juros compostosG
H = C × (1 + i)
n

H = 2.uuu × 1,uS
2
= 2.2uS
6e ,ato< aplica!do o capital de 2....<.. a uma ta+a de *= ao m>s< dura!te 2 meses<
otemos R; 2.2.*<...
:abarito; Certo.

6uest#o + ,, 222/ 8C(SP(9
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JulFue os ite!s a seFuir< relacio!ados a emprEstimos e ,i!a!ciame!tos< co!sidera!do< em
todas as situa"Mes aprese!tadas< /ue o reFime de juros praticado E o de juros compostos< L
ta+a me!sal de 2=< e toma!do 1<3 como -alor apro+imado para 1<.2
12
.
1. Caso o saldo de-edor de um emprEstimo seja Doje de R; 3.....<..< se !e!Dum
paFame!to ,or e,etuado< esse -alor serH superior a R; 38.*..<..< ao ,i!al do perAodo de um
a!o.

Resolu"#o.
TemosG
C = Su.uuu
i = u,u2
n = 12 meses
O mo!ta!te ,icaG
n
i C M ) 1 ( + × =
12
02 , 1 000 . 30 × = M
= × = 3 , 1 000 . 30 M 39....<..
:abarito; certo.

6uest#o / TCU 2220 8C(SP(9
Toma!do 1<.3 como -alor apro+imado para 1<3%
.<1
< julFue os ite!s suse/ue!tes< relati-os a
cHlculo de juros.
Co!sidere a seFui!te situa"#o DipotEtica.
(o a!co 7< se o capital de R; *....<.. ,or aplicado por determi!ado !Kmero de meses !o
reFime de juros simples com ta+a de 3<%= ao m>s< ele ,or!ecerH um re!dime!to de R;
1.$..<.. ao ,i!al do perAodo da aplica"#o. (o a!co &< se esse mesmo capital ,or aplicado
!o reFime de juros compostos me!sais pelo mesmo !Kmero de meses< ele ,or!ecerH o
mesmo re!dime!to ao ,i!al do perAodo da aplica"#o. (essa situa"#o< a ta+a de juros
compostos da aplica"#o o,erecida pelo a!co & E i!,erior a 2= ao m>s

Resolu"#o
(o a!co 7< o capital E R; *....<..< a ta+a E 3<%= ao m>s< o praBo E desco!Decido e o juro E
R; 1.$..<...
[ = Cin
1.7uu = S.uuu × u,uS4 × n
n =
1.7uu
S.uuu × u,uS4
= 1u
O praBo E de 1. meses.
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(o a!co &< o capital E R; *....<..< o praBo E 1. meses< o juro E R; 1.$..<.. e a ta+a de
juros E desco!Decida.
O mo!ta!te E a soma do capital com juros.
H = C + [ = S.uuu + 1.7uu = 6.7uu
Ficamos comG
H = C × (1 + i)
n

6.7uu = S.uuu ×(1 +i)
10

1,S4 = (1 + i)
10

1 + i = 1,S4
1
10
= 1,uS
i = 1,uS − 1 = S%
7 ta+a !#o E i!,erior a 2=.
:abarito; errado.

6uest#o 0 7.T76 2220 8C(SP(9
6i,ere!teme!te do reFime de juros simples< !o reFime de juros compostos< os juros s#o
capitaliBados.

Resolu"#o.
Realme!te< !o reFime composto DH i!cid>!cia de juros sore juros. Os juros de um perAodo
se i!corporam ao capital ?capitaliBa"#o@< ser-i!do de ase para i!cid>!cia dos juros do
pró+imo perAodo. (o reFime simples isso !#o ocorre.
:abarito; certo

6uest#o 12 ?.FR7(RO 2220 8FCC9
7!t'!io aplicou R; 12....<.. em um a!co /ue remu!era os depósitos de seus clie!tes a
juros simples< a uma ta+a de 1<*= ao m>s. 7pós 8 meses< ele resFata todo o mo!ta!te e o
aplica totalme!te em um outro a!co< dura!te um a!o< a juros compostos< a uma ta+a de
*= ao semestre. (o ,i!al da seFu!da aplica"#o< o -alor do mo!ta!te E de
?7@ R; 1*.21%<*.
?&@ R; 1%.81$<6.
?C@ R; 1%.$8%<%.
?6@ R; 13.8..<..
?1@ R; 13.23.<..

Resolu"#oG
O mo!ta!te otido ao ,i!al da primeira aplica"#o ?reFime simples@ E deG
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H = C × (1 + in)
H = 12.uuu × (1 + u,u1S × 8) = 1S.44u
1m seFuida< todo este -alor serH aplicado a juros compostos< dura!te 1 a!o ?J2 semestres@<
a uma ta+a de *= ao semestre. O mo!ta!te assim otido serHG
H = C × (1 + i)
n

H = 1S.44u × (1,uS)
2
= 14.817,6u
:aaritoG &

6uest#o 11 @.OCS 2212 8FCC9
O mo!ta!te aprese!tado< !o ,i!al de 2 a!os< pela aplica"#o de um capital de -alor iFual a R;
6....<.. a uma ta+a de juros compostos de 1.= ao a!o< E iFual ao mo!ta!te aprese!tado<
!o ,i!al do perAodo de aplica"#o< por um seFu!do capital de -alor iFual a R; 6..*.<..
aplicado a uma ta+a de juros simples de 1*= ao a!o. O tempo em /ue o seFu!do capital
,icou aplicado ,oi de
?7@ 12 meses.
?&@ 16 meses.
?C@ 18 meses.
?6@ 2. meses.
?1@ 2% meses.

Resolu"#o;
7plica"#o a juros compostosG
H = C × (1 + i)
n

H = 6.uuu × (1,1)
2
= 7.26u
7plica"#o a juros simplesG
H = C × (1 + ni)
7.26u = 6.uSu × (1 + n × u,1S)
1,2 = 1 + u,1Sn
u,1Sn = u,2
n =
u,2
u,1S
=
2u
1S
=
4
S

O praBo E de /uatro ter"os de a!o.
Para passar este praBo para meses< asta multiplicar por 12.
4
S
× 12 = 16
O tempo E de 16 meses.
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:abarito; ,

6uest#o 12 TJ P? 2220 8FCC9
Um capital aplicado !o reFime de capitaliBa"#o composta< L ta+a de juros de 1.= ao a!o<
re!deu R; 31.*..<.. de juros em dois a!os. O mesmo capital< aplicado pelo mesmo perAodo
e a uma ta+a de juros de 1*= ao a!o< !o reFime de capitaliBa"#o simples< re!deria juros !o
-alor< em R;< de
?7@ %%.$*.<...
?&@ %*....<...
?C@ %*.3..<...
?6@ %*.6..<...
?1@ %*.$*.<...

Resolu"#o;
Primeira aplica"#o ?reFime composto@G
H = C × (1 + i)
n

H = C × (1,1)
2

H = 1,21C (equação I)
7lEm disso< os juros otidos ,oram de R; 31.*..<... 3oFoG
H = [ + C
H = S1.Suu + C (equação II)
Sustitui!do este resultado !a e/ua"#o 5G
H = 1,21C
S1.Suu + C = 1,21C
S1.Suu = u,21C
C = 1Su.uuu
SeFu!da aplica"#o ?reFime simples@G
O mesmo capital de R; 1*.....<.. E aplicado a juros simples< de 1*= ao a!o< dura!te 2
a!os.
[ = Cin
[ = 1Su.uuu × u,1S × 2 = 4S.uuu
:abarito; ,

6uest#o 1% TR( P? 2220 8FCC9
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Os capitais Z e [< de soma iFual a R; 2.1..<..< ,oram aplicados a juros compostos< por um
imestre< se!do o primeiro L ta+a de %= ao m>s e o seFu!do< L ta+a de *= ao m>s. Se< ao
,i!al do praBo< o juro acumulado pelas duas aplica"Mes ,oi de R; 19.<1$< e!t#o< E -erdade
/ue
?7@ Z J R; 1.3..<..
?&@ [ J R; 9*.<..
?C@ Z \ [ J R; 3..<..
?6@ o me!or dos capitais era de R; 1....<..
?1@ o maior dos capitais era de R; 1.3..<..

Resolu"#o.
O mo!ta!te Ferado !a primeira aplica"#o EG
H
1
= X × 1,u4
2
= 1,u816X
O juro E dado pela di,ere!"a e!tre o mo!ta!te e o capitalG
[
1
= 1,u816X − X
[
1
= u,u816X
O mo!ta!te Ferado !a seFu!da aplica"#o EG
H
2
= ¥ × 1,uS
2
= 1,1u2S¥
O juro E dado pela di,ere!"a e!tre o mo!ta!te e o capitalG
[
2
= 1,1u2S¥ − ¥
[
2
= u,1u2S¥
7 soma dos juros E 19.<1$G
[
1
+ [
2
= 19u,17
u,u816X + u,1u2S¥ = 19u,17
7Fora -amos arra!jar os termos para /ue surja a soma Z I [G
u,u816X + u,u816¥ + u,u2u9¥ = 19u,17
u,u816(X + ¥) + u,u2u9¥ = 19u,17
7 soma de Z e [ E R; 2.1..<..G
u,u816 × 2.1uu + u,u2u9¥ = 19u,17
171,S6 + u,u2u9¥ = 19u,17
u,u2u9¥ = 19u,17 − 171,S6
u,u2u9¥ = 18,81
¥ =
18,81
u,u2u9
= 9uu
3oFoG
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X = 2.1uu −¥
X = 2.1uu − 9uu
X = 1.2uu
7 di,ere!"a e!tre Z e [ EG
X − ¥ = 1.2uu −9uu = Suu
:abarito; C

6uest#o 1& S(F7A SP 2220 8(S7F9
Um capital C E aplicado L ta+a de juros compostos de 2= ao m>s. 0ual o -alor mais pró+imo
do mo!ta!te ao ,im de um a!o e meioC
a@ 1<2$C
@ 1<%3C
c@ 1<3$C
d@ 1<%.C
e@ 1<32C
]dadoG 1<.2
18
J 1<%282%6^

Resolu"#o;
H = C × (1 + i)
n

O capital E C< o praBo E de 18 meses e a ta+a E de 2= ao m>sG
H = C × (1,u2)
18

H = C × 1,428246 ÷ 1,4SC
:abarito; ,

6uest#o 1' ?SS SP 2212 8FCC9
1m uma loja< um computador< cujo pre"o E R; 2.2..<..< pode ser -e!dido !as seFui!tes
co!di"MesG
\ L -ista< com aatime!to de 1.= !o pre"o ou
\ em duas parcelas< se!do a primeira delas dada como e!trada< correspo!de!do a 2*= do
pre"o. 7 seFu!da< /ue correspo!de ao resta!te ,i!a!ciado a juros compostos L ta+a de %=
ao m>s< de-e ser paFa ao completar 2 meses da data da compra.

Se R e S s#o< respecti-ame!te< os totais paFos !o primeiro e !o seFu!do casos< E -erdade
/ue

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a@ S J 2R.
@ S J R I R; 3*%<6%.
c@ S I R J R; %.312<...
d@ R J S \ R; 1$9<*2.
e@ S \ R J R; 99<*2.

Resolu"#oG
1B condi"#o
7 parcela R< paFa !a primeira situa"#o< E otida pela redu"#o de 1.= !o pre"o. ReduBir alFo
em 1.= E o mesmo /ue multiplicar por 1 − 1u%:
R = 2.2uu,uu × (1 − u,1u) = 1.98u,uu

2B condi"#o
7 -e!da !o seFu!do caso E composta de uma parcela L -ista iFual a 2S% do pre"oG
u,2S × 2.2uu,uu = SSu,uu
O -alor resta!te ,oi ,i!a!ciadoG
2.2uu,uu − SSu,uu = 1.6Su,uu
Fi!a!ciamos 1.6*.<.. L ta+a de juros compostos de 4% ao m>s< de-e!do ser paFa ao
tErmi!o de dois meses. 1sse capital resulta !o seFui!te mo!ta!teG
1.6Su,uu × (1 +u,u4)
2
= 1.6Su,uu × 1,u816 = 1.784,64

(esta seFu!da co!di"#o< o total S paFo ,oi
S = SSu,uu + 1.784,64
S = R$2.SS4,64

6este modo< -ejam /ueG
S = R + SS4,64.
:abarito; ,.

6uest#o 1* S(F7A PR 2212 8COPS U(=9
Um i!-estidor< ao aplicar em uma i!stitui"#o ,i!a!ceira !o reFime de juros compostos<
acumulou< após 1. meses de aplica"#o< um mo!ta!te de R; 1.....<... 7pós 12 meses< sem
/ual/uer mo-ime!ta"#o !a aplica"#o< o mo!ta!te era de R; 1..%.%<...
Se a ta+a de juros E co!sta!te por todo o perAodo< assi!ale a alter!ati-a /ue aprese!ta por
/ua!to tempo< apro+imadame!te< após os 12 meses< o i!-estidor precisa dei+ar o di!Deiro
aplicado para oter um mo!ta!te de R; 2..8.8<..G
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Co!sidere l!?a@J loFaritmo !eperia!o de PaQ< ou seja<
log
c
(o) = ln(o)
6adosG
ln(2) = u,69S14
ln(1,u2) = u,u198
ln(1,u4u4) = u,uS96
a@ 13 meses
@ 1* meses
c@ 16 meses
d@ 2$ meses
e@ 3* meses

Resolu"#oG
1!tre 1. meses e 12 meses< o capital de 1.....<.. se co!-erteu em 1..%.%<... Temos
i!cid>!cia de juros compostos dura!te 2 mesesG
H = C × (1 + i)
2

1u.4u4 = 1u.uuu ×(1 + i)
2

(1 + i)
2
=
1u.4u4
1u.uuu
= 1,u4u4
1 + i = 1,u2
i = 2%

OW< aFora -amos partir do capital de 1..%.%<..< re,ere!te ao m>s 12< e -amos a-a!"ar _!_
meses !o tempo. 7o ,i!al desse perAodo< teremos um mo!ta!te de R; 2..8.8<..G
2u.8u8 = 1u.4u4 × 1,u2
n

2u.8u8
1u.4u4
= 1,u2
n

2 = 1,u2
n

7plica!do loFaritmo de amos os lados da iFualdadeG
ln(2) = ln(1,u2
n
)
ln(2) = n × ln(1,u2)
u,69S14 = n × u,u198
n =
u,69S14
u,u198
= SS
O praBo !ecessHrio E de 3* meses.
:abarito; (
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2.2. Ta)a nominal e ta)a e3eti4a
6uest#o 1+ Pre3eitura de Fortale$a 222% 8(S7F9
O capital de R; 2.....<.. E aplicado L ta+a !omi!al de 2%= ao a!o com capitaliBa"#o
trimestral. Ote!Da o mo!ta!te ao ,im de deBoito meses de aplica"#o.
a@ R; 2$.2..<..
@ R; 2$.616<11
c@ R; 28..98<*6
d@ R; 28.3$.<38
e@ R; 28.*6%<92

Resolução:
7 ta+a ,or!ecida E de 2%=. 1sta E a ta+a !omi!al. 1la estH ao a!o.
O perAodo de capitaliBa"#o E trimestral. 1le !#o coi!cide com o perAodo da ta+a i!,ormada.
6este modo< a ta+a !omi!al !#o E iFual L ta+a e,eti-a.
(estes casos< a ta+a !omi!al só ser-e para aplicarmos a reFra de tr>s e e!co!tramos a ta+a
e,eti-a.
7plica!do a reFra de tr>s.
2%= correspo!de a % trimestres ?J1 a!o@
i correspo!de a 1 trimestre.
2%= OOOO %
i OOOO 1
Multiplica!do cruBadoG
% 6 4 % 24 1 = ⇒ × = × i i
7 ta+a e,eti-a E de 6= ao trimestre.
4amos calcular o mo!ta!te. O capital E de R; 2.....<... 7 ta+a E de 6= ao trimestre. 1 o
perAodo E de seis trimestres ?J18 meses@.
n
i C M ) 1 ( + × =
6
) 06 , 0 1 ( 000 . 20 + × = M
Usa!do a taela 5G
418519 , 1 000 . 20 × = M
38 , 370 . 28 19 , 185 . 14 2 = × = M
:abarito; @.

6uest#o 1/ ,7C(. 2220 8C(S:R7.R?O9
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Prof. Vítor Menezes www.estrategiaconcursos.com.br %1
Um i!-estidor aplicou R; 2.....<.. !um C6& com -e!cime!to para 3 meses depois< a uma
ta+a composta de %= ao m>s. O -alor de resFate dessa opera"#o ,oi< em reais< de

?(otaG e,etue as opera"Mes com % casas decimais@
a@ 2..999<66
@ 21.98*<3%
c@ 22.111<33
d@ 22.%..<..
e@ 22.%98<..


Resolu"#oG
Sejam _M_ o mo!ta!te< _C_ o capital< _i_ a ta+a me!sal e _!_ o !Kmero de meses.
TemosG
H = C × (1 + i)
n

H = 2u.uuu × 1,u4
3
= 22.497,28
:abarito; (

6uest#o 10 Senado 222/ 8F:>9
Um capital de R; %...<..< aplicado a juros compostos com capitaliBa"#o semestral< produB<
ao ,im de 1 a!o< o mo!ta!te de R; *$6.<... 7 ta+a de juros !omi!al a!ual EG
a@ 2.=.
@ 21=.
c@ 22=.
d@ %.=.
e@ %%=.

Resolu"#o;
0ueremos saer a ta+a !omi!al a!ual. 7 capitaliBa"#o aco!tece a cada semestre. Porta!to<
a ta+a e,eti-a /ue -amos e!co!trar E ao semestre.
O capital E de R; %...<... O mo!ta!te< ao ,i!al de um a!o ?ou seja< 2 semestres@ E de R;
*$6.<... 1!t#oG
(1 )
n
M C i = × +
2
5760 4000 (1 ) i = × +
2
(1 ) 1, 44 i + =
1 1, 2 i + =
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20% i = ao semestre
7cDamos e!t#o a ta+a e,eti-a ao semestre. 0ueremos saer a ta+a a!ual. Mas !#o
/ueremos a ta+a e,eti-a a!ual< a -erdadeira. O e+ercAcio pediu a ta+a !omi!al a!ual. 7/uela
da propaFa!da e!Fa!osa. (este caso< asta ,aBer a reFra de tr>s.
2.= OOOOO .<* a!o ?1 semestre@
i OOOOO 1 a!o
Multiplica!do cruBado< cDeFamos aG
40% i = ta+a !omi!al ao a!o.
:abarito; @

6uest#o 22 ,7S7 222+ 8C(SP(9
Co!sidere /ue R; 1.....<.. sejam i!-estidos por 8 a!os em um ,u!do de i!-estime!tos /ue
paFa uma ta+a !omi!al de juros compostos a!uais de 16=< capitaliBados trimestralme!te.
(essa situa"#o< toma!doOse 1<9 como -alor apro+imado de 1<.%
16
< E correto i!,erirOse /ue<
ao ,i!al dos 8 a!os< o mo!ta!te serH superior ao triplo do -alor i!icialme!te i!-estido.

Resolu"#o.
O capital E de R; 1.....<... O i!-estime!to dura 8 a!os. 7 ta+a !omi!al E de 16= ao a!o<
com juros capitaliBados trimestralme!te. 0ueremos calcular o mo!ta!te.

O primeiro passo E acDar a ta+a e,eti-a.
Ta+a !omi!al E de 16= ao a!o. Como a capitaliBa"#o E trimestral< o praBo da ta+a E
di,ere!te do perAodo de capitaliBa"#o. 6iBemos /ue esta ta+a E Pi!KtilQ. (#o ser-e para
!ada. 6e /ue adia!ta uma ta+a ao a!o< se a capitaliBa"#o E trimestralC
Para !#o sermos i!justos com a ta+a !omi!al< -amos mudar o discurso. 1la E /uase i!Ktil.
1la só ser-e para uma coisaG para ,aBermos a reFra de tr>s e acDarmos a ta+a e,eti-a.
Ta+a Trimestres
16= %
i 1
16%
i
=
4
1

% 4 % 16 4 = ⇒ = i i
7 ta+a e,eti-a E de %= ao trimestre.
7Fora podemos aplicar a ,órmula do mo!ta!te. Só de-emos lemrar /ue< como a ta+a estH
ao trimestre< o praBo tamEm de-e ser em trimestres ?8 a!os J 32 trimestres@
32
04 , 1 000 . 10 ) 1 ( × = + × =
n
i C M
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O e+ercAcio !os disse /ua!to -ale 1<.%
16
. Para podermos usar esta i!,orma"#o< temos /ue
lemrar /ueG
16 16 32
04 , 1 04 , 1 04 , 1 × = G
16 16
04 , 1 04 , 1 000 . 10 × × = M
9 , 1 9 , 1 000 . 10 × × = M
J 36.1..<..
6e ,ato o mo!ta!te E superior ao triplo de 1.....<..
:abarito; certo

6uest#o 21 C(F 2220 8C(SP(9
Um clie!te tomou R; 2.....<.. emprestados de um a!co /ue pratica juros compostos
me!sais< e< após 12 meses< paFou R; 2$.22.<... (esse caso< co!sidera!do 1<.26 como -alor
apro+imado para 1<361
1`12
< E correto a,irmar /ue a ta+a de juros !omi!al< a!ual< praticada
pelo a!co ,oi iFual a
7 3.<2=.
& 31<2=.
C 32<2=.
6 33<3=.
1 3%<2=.

Resolu"#o;
TemosG
00 , 000 . 20 = C X 00 , 220 . 27 = M X 12 = n
7plica!do a ,órmula de juros compostosG
n
i C M ) 1 ( + × =
12
) 1 ( 000 . 20 220 . 27 i + × =
12
) 1 ( 361 , 1 i + =
i + =1 361 , 1
12 / 1

i + =1 026 , 1
% 6 , 2 = i ?ao m>s@
1sta ta+a E e,eti-a< pois ,oi otida a partir da ,órmula de juros compostos. 7 ta+a /ue e!tra
!a ,órmula de juros compostos sempre E a ta+a e,eti-a.
Para acDar a ta+a !omi!al< a partir da e,eti-a< asta aplicar reFra de tr>s.
0ueremos calcular a ta+a !omi!al a!ual. TemosG
Ta+a Meses
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2<6= 1
x 12
2,6%
x
=
1
12

= × = 12 % 6 , 2 x 31<2=
:abarito; ,

6uest#o 22 STF 222/ 8C(SP(9
Co!sidera!do /ue um emprEstimo de R; 3....<.. te!Da sido co!tratado ju!to a uma
,i!a!ceira< para ser /uitado em um a!o< e /ue 1<*1 e 1<.% sejam os -alores apro+imados de
1<.3*
12
e< 16.
1`12
< respecti-ame!te< julFue os ite!s /ue se seFuem.
1%*. Se a ta+a de juros !omi!al a!ual desse co!trato ,or de %2= e se a capitaliBa"#o ,or
me!sal< a juros compostos< a dA-ida ao ,i!al do perAodo serH superior a R; %....<...
1%6. Se o mo!ta!te da dA-ida ao ,i!al do perAodo ,or de R; %.8..<..< e!t#o a ta+a de juros
compostos !omi!al a!ual< com capitaliBa"#o me!sal< serH i!,erior a *.=.

Resolu"#o.
5tem 1%*.
7 ta+a !omi!al a!ual< com capitaliBa"#o me!sal< E de %2=. 1sta ta+a ser-e ape!as para
,aBermos a reFra de tr>s e otermos a ta+a e,eti-a.
7 ta+a e,eti-a me!sal E deG
42%
12
= S,S%
7 ta+a e,eti-a E de 3<*= ao m>s.
7Fora podemos calcular o mo!ta!te.
H = C × (1 + i)
n

H = S.uuu × (1,uSS)
12

H = S.uuu × 1,S1 = 4.SSu
5tem 1%6.
O mo!ta!te E de %.8..< o capital E 3....< o perAodo E de 12 meses e a ta+a me!sal E
desco!Decida.
H = C × (1 + i)
n

4.8uu = S.uuu ×(1 +i)
12

1,6 = (1 + i)
12

1 + i = 1,6
1
12

1 + i = 1,u4
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i = 4%
Para e!co!trarmos a ta+a a!ual !omi!al< com capitaliBa"#o me!sal< asta ,aBer reFra de
tr>s.
4% × 12 = 48%
7 ta+a !omi!al E de %8= ao a!o< -alor /ue realme!te E i!,erior a *.=.
:abarito; certoC certo

2.%. Ta)as e5ui4alentes
6uest#o 2% C>M 2212 8(S7F9
0ual o -alor mais pró+imo da ta+a e/ui-ale!te L ta+a !omi!al de 2%= ao a!o com
capitaliBa"#o me!salC
a@ 12<616= ao semestre.
@ 2%= ao a!o.
c@ 12= ao semestre.
d@ %<8.3= ao imestre.
e@ *<$*= ao trimestre.

Resolu"#o;
Primeiro calculamos a ta+a e,eti-a me!sal< usa!do a reFra de tr>sG
2%= OOO 12 meses
i OOO 1 m>s
12i = 24 - i = 2%
7 ta+a e,eti-a E de 2= ao m>s.
7Fora precisamos calcular a ta+a e,eti-a em outras periodicidades.
4amos testar a letra P7Q ?ta+a semestral@.
4amos criar dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes.
1a i!-estime!toG aplicamos R; 1<.. a uma ta+a de 2= a.m.< dura!te seis meses.
2a i!-estime!toG aplicamos R; 1<.. a uma ta+a Pi
s
Q< semestral< dura!te seis meses.
TemosG
1,u2
6
= 1 + i
s

1 +i
s
= 1,126162 - i
s
= 12,6262%
7cDamos a alter!ati-a correta.
:abarito; 7
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6uest#o 2& SUS(P 2212 8(S7F9
(o sistema de juros compostos< o &a!co Z o,erece uma li!Da de crEdito ao custo de 8. = ao
a!o com capitaliBa"#o trimestral. TamEm !o sistema de juros compostos< o &a!co [
o,erece a mesma li!Da de crEdito ao custo dado pela ta+a semestral e/ui-ale!te L ta+a
corada pelo &a!co Z. Maria ote-e 1.. u!idades mo!etHrias ju!to ao &a!co Z< para serem
paFas ao ,i!al de um a!o. MHrio< por sua -eB< ote-e 1.. u!idades mo!etHrias ju!to ao
&a!co [ para serem paFas ao ,i!al de um semestre. Sae!doOse /ue Maria e MHrio
Do!raram seus compromissos !os respecti-os perAodos co!tratados< e!t#o os custos
perce!tuais e,eti-os paFos por Maria e MHrio< ,oram< respecti-ame!te< iFuais aG
a@ 32. = ao a!o e 16. = ao semestre.
@ 12. = ao a!o e 6. = ao semestre.
c@ $2<8. = ao a!o e 1%*<6. = ao semestre.
d@ 2%. = ao a!o e 88 = ao a!o.
e@ 1.$<36 = ao a!o e %% = ao semestre.

Resolu"#o;
(o i!-estime!to de Maria a ta+a !omi!al E de 8.= ao a!o. 1sta ta+a !#o E e,eti-a< pois seu
perAodo !#o coi!cide com o perAodo de capitaliBa"#o< /ue E trimestral. FaBe!do a reFra de
tr>s< temos /ue a ta+a trimestral e,eti-a E de 2.=.
O e+ercAcio perFu!ta /ual a ta+a e,eti-a paFa por Maria. Como -imos acima< esta ta+a
e,eti-a E de 2.= ao trimestre.
OlDa!do para as alter!ati-as< todas elas traBem ta+as a!uais.
1 aForaC
Precisamos passar a ta+a de 2.= ao trimestre< e,eti-a< para uma ta+a a!ual< tamEm
e,eti-a.
Como ,aBerC
ReFra de tr>sC
(#o< !u!ca ,a"a issoT 7 reFra de tr>s só pode ser usada em juros compostos para
co!-ertemos uma ta+a e,eti-a em !omi!al ?e -iceO-ersa@.
Para co!-ertemos uma ta+a e,eti-a em outra tamEm e,eti-a a reFra de tr>s !#o ,u!cio!a<
pois< em juros compostos< o mo!ta!te !#o E proporcio!al ao !Kmero de perAodos ?esta
rela"#o< !a -erdade< E e+po!e!cial@.
4amos e!t#o co!struir dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes.
(o primeiro< i!-estimos R; 1<..< dura!te % trimestres ?J 1 a!o@< a uma ta+a de 2.= ao
trimestre. O mo!ta!te otido serHG
4
2 , 1 1× = M
(o seFu!do< i!-estimos tamEm R; 1<..< dura!te 1 a!o< a uma ta+a k ao a!o.
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1
) 1 ( 1 k M + × =
Se os dois mo!ta!tes ,orem os mesmos< teremos i!-estime!tos e/ui-ale!tes. 1m amos<
parti!do de R; 1<..< aplicado dura!te um a!o ?J% trimestres@< oti-emos o mesmo
mo!ta!te. Se isso ocorrer< diBemos /ue a ta+a a!ual k E e/ui-ale!te L ta+a de 2.= ao
trimestre. 7mas s#o e,eti-as< pois amas podem e!trar !a ,órmula do mo!ta!te ?a
primeira e!tra /ua!do o praBo esti-er em a!osX a seFu!da< /ua!do o praBo esti-er em
trimestres@.
3oFoG
% 36 , 107 0736 , 1 1 0736 , 2 1 2 , 1 2 , 1 1
4 4
= = − = ⇒ − = ⇒ = + k k k
Com isso< jH co!seFuimos marcar a letra 1.
7pe!as para praticarmos< -amos calcular a ta+a e,eti-a de MHrio.
Como MHrio paFa uma ta+a e/ui-ale!te L de Maria< e!t#o tamEm E iFual a 2.= ao
trimestre. 4amos acDar a ta+a semestral< /ue E e/ui-ale!te a 2.= ao trimestre.
Para ta!to< asta criarmos dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes. (o primeiro< aplicamos R; 1<..<
dura!te 2 trimestres ?J1 semestre@< a uma ta+a de 2.= ao trimestre. (o seFu!do< aplicamos
R; 1<..< a uma ta+a i ao semestre< dura!te 1 semestre. 1m seFuida< iFualamos os
mo!ta!tesG
% 44 1 44 , 1 ) 1 ( 2 , 1
1 2
= ⇒ + = ⇒ + = i i i ?ao semestre@
:abarito; (

6uest#o 2' ?R, 222* 8(S7F9
5!di/ue o -alor mais pró+imo da ta+a de juros e/ui-ale!te L ta+a de juros compostos de %=
ao m>s.
a@ 6.= ao a!o
@ 3.= ao semestre
c@ 2%= ao semestre
d@ 1.= ao trimestre
e@ 6= ao imestre

Resolu"#o;
7!tes de come"armos a ,aBer co!tas< oser-emos alFu!s po!tos.
Caso esti-Essemos dia!te de um prolema de juros simples< astaria aplicar a reFra de tr>s.
7plica!do a reFra de tr>s< a ta+a e/ui-ale!te semestral seria de 2%=. Oser-em a letra C. 1la
correspo!de e+atame!te L ta+a /ue seria otida por meio de uma reFra de tr>s. Mas reFra
de tr>s só -ale /ua!do os juros ,orem simples ?!#o E o caso desta /uest#o@. Porta!to< a letra
C estH errada.
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7plica!do a reFra de tr>s< a ta+a e/ui-ale!te trimestral seria de 12=. Ou seja< a ta+a de %=
?juros simples@ ao m>s< aplicada sore um dado capital< dura!te tr>s meses< aume!taria o
capital em 12=.
Co!tudo< como temos !a -erdade juros compostos< a ta+a de %= ao m>s< ao ,i!al de tr>s
meses< -ai aume!tar o capital em mais de 12=. Juros compostos sempre promo-em um
aume!to mais rHpido do capital< por/ue DH i!cid>!cia de juros sore juros. Porta!to< a ta+a
e/ui-ale!te trimestral de-eria ser maior /ue 12=. 3oFo< a letra 6 estH errada.
4amos co!ti!uar supo!do um caso de juros simples. 7plica!do a reFra de tr>s< a ta+a
e/ui-ale!te imestral seria de 8=. Ou seja< a ta+a de %= ?juros simples@ ao m>s< aplicada
sore um dado capital< dura!te dois meses< aume!taria o capital em 8=.
Co!tudo< como temos !a -erdade juros compostos< a ta+a de %= ao m>s< ao ,i!al de dois
meses< -ai aume!tar o capital em mais de 8=. 5sto por/ue juros compostos sempre
promo-em um aume!to mais rHpido do capital. 3oFo< a letra 1 tamEm estH errada.
Ficamos e!tre as letras 7 e &.

4amos acDar a ta+a e/ui-ale!te ao a!o. Para ta!to< -amos criar dois i!-estime!tos
e/ui-ale!tes.
Primeiro i!-estime!toG
7plicamos R; 1..<.. dura!te um a!o a uma ta+a de %= ao m>s. 0ual o mo!ta!te otidoC
( )
n
i C M + × = 1
7 ta+a estH ao m>s. Um a!o e/ui-ale a doBe meses.
( )
12
04 , 0 1 100 + × = M
Co!sulta!do a taela 5G
10 , 160 6010 , 1 100 = × = M
SeFu!do i!-estime!toG
7plicamos R; 1..<.. dura!te um a!o a uma ta+a de W ao a!o ote!do um mo!ta!te de R;
16.<1.. 1ste seFu!do i!-estime!to E e/ui-ale!te ao primeiro. 7 partir de um mesmo
capital< aplicado dura!te o mesmo tempo< otemos o mesmo mo!ta!te. Porta!to< a ta+a W<
ao a!o< E e/ui-ale!te L ta+a de %= ao m>s.
( )
n
i C M + × = 1
7 ta+a E de W ao a!o. O perAodo E de um a!o.
( )
1
1 100 10 , 160 k + × =
( )
1
1 6010 , 1 k + =
% 10 , 60 6010 , 0 = = k
6iBemos /ue a ta+a de 6.<1.= ao a!o E e/ui-ale!te L ta+a de %= ao m>s.
Ficou em pró+imo do -alor da alter!ati-a 7.
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4amos aFora acDar a ta+a e/ui-ale!te ao semestre. 4amos !o-ame!te criar dois
i!-estime!tos e/ui-ale!tes.
Primeiro i!-estime!toG
7plicamos R; 1..<.. dura!te um semestre a uma ta+a de %= ao m>s. 0ual o mo!ta!te
otidoC
( )
n
i C M + × = 1
( )
6
04 , 0 1 100 + × = M
Co!sulta!do a taela 5G
2653 , 1 100× = M
53 , 126 = M

SeFu!do i!-estime!toG aplicamos R; 1..<.. dura!te um semestre a uma ta+a de W ao
semestre< ote!do um mo!ta!te de R; 126<*3. 0ual a ta+a WC
( )
n
i C M + × = 1
( )
1
1 100 53 , 126 k + × =
( ) k + = 1 2653 , 1
% 53 , 26 2653 , 0 = = k
Ficou lo!Fe do -alor da alter!ati-a .

6escartamos a letra UV e ,icamos com a UaV.
:abarito; 7

6uest#o 2* ST. 222' 8(S7F9
1m uma campa!Da promocio!al< o &a!co 7 a!u!cia uma ta+a de juros de 6. = ao a!o com
capitaliBa"#o semestral. O &a!co &< por sua -eB< a!u!cia uma ta+a de juros de 3.= ao
semestre com capitaliBa"#o me!sal. 7ssim< os -alores mais pró+imos das ta+as de juros
e,eti-as a!uais dos &a!cos 7 e & s#o< respecti-ame!te< iFuais aG
a@ 69 = e 6. =
@ 6. = e 6. =
c@ 69 = e $9 =
d@ 6. = e 69 =
e@ 12. = e 6. =

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Resolu"#o;
Comecemos pelo a!co 7.
7 ta+a E de 6.= ao a!o. 7 capitaliBa"#o E semestral. O perAodo de capitaliBa"#o !#o coi!cide
com o perAodo da ta+a. Porta!to< a ta+a !omi!al de 6.= ao a!o !#o E e,eti-a. (este caso< a
ta+a !omi!al só ser-e para aplicarmos a reFra de tr>s e e!co!tramos a ta+a e,eti-a.
7plica!do a reFra de tr>sG
6.= correspo!de a 2 semestres ?J1 a!o@
i correspo!de a 1 semestre
6.= OOOOO 2
i OOOOO 1
Multiplica!do cruBadoG
% 30 2 1 % 60 = ⇒ × = × i i
7 ta+a e,eti-a E de 6.= ao semestre. Só /ue o e+ercAcio pediu a ta+a e,eti-a a!ual.
Precisamos e!co!trar a ta+a a!ual /ue e/ui-ale L ta+a de 3.= ao semestre. Para ta!to<
-amos criar dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes.

Primeiro i!-estime!toG aplicamos R; 1..<..< a uma ta+a de 3.= ao semestre< dura!te 2
semestres ?J1 a!o@. 0ual o mo!ta!te otidoC
n
i C M ) 1 ( + × =
169 ) 3 , 0 1 ( 100
2
= + × = M
SeFu!do i!-estime!toG aplicamos R; 1..<..< a uma ta+a W ao a!o< dura!te 1 a!o< ote!do
um mo!ta!te de R; 169<... 1sta ta+a a!ual W E e/ui-ale!te L ta+a de 3.= ao semestre.
n
i C M ) 1 ( + × =
% 69 ) 1 ( 100 169 = ⇒ + × = k k
Ficamos e!tre as letras 7 e C.

4amos aFora para o a!co &.
7 ta+a E de 3.= ao semestre. 7 capitaliBa"#o E me!sal. O perAodo de capitaliBa"#o !#o
coi!cide com o perAodo da ta+a. Porta!to< a ta+a !omi!al de 3.= ao semestre E ape!as
!omi!al< mas !#o E e,eti-a. 7 ta+a !omi!al ser-e só para aplicarmos a reFra de tr>s e
e!co!tramos a ta+a e,eti-a.
7plica!do a reFra de tr>s.
3.= correspo!de a 6 meses ?J1 semestre@.
i correspo!de a 1 m>s.
3.= OOOO 6
i OOOOO 1
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Multiplica!do cruBadoG
% 5 6 1 % 30 = ⇒ × = × i i
7 ta+a e,eti-a E de *= ao m>s. Só /ue o e+ercAcio pediu a ta+a e,eti-a ao a!o. 4amos acDar a
ta+a a!ual /ue E e/ui-ale!te L ta+a de *= ao m>s.
Temos duas op"Mes. Ou a ta+a e,eti-a a!ual E de 6.= ao a!o< ou E de $9=. Caso
esti-Essemos !um caso de juros simples< astaria ,aBer a reFra de tr>s. 1 acDarAamos
e+atame!te 6.= ao a!o. Ou seja< a letra 7 só seria otida caso o a!co & traalDasse com
juros simples. (#o E o caso. 6escartamos a letra 7 e ,icamos com a letra C. 6e todo modo<
-amos ,aBer as co!tas.
4amos criar os dois i!-estime!tos e/ui-ale!tesG
Primeiro i!-estime!toG aplicamos 1..<.. a uma ta+a de *= ao m>s< dura!te 12 meses ?J1
a!o@. 0ual o mo!ta!te otidoC
n
i C M ) 1 ( + × =
12
) 05 , 0 1 ( 100 + × = M
Co!sulta!do a taela 5G
59 , 179 7959 , 1 100 = ⇒ × = M M
SeFu!do i!-estime!toG aplicamos 1..<.. a uma ta+a a!ual W< dura!te 1 a!o< ote!do um
mo!ta!te de 1$9<*9. 1ste seFu!do i!-estime!to produB o mesmo mo!ta!te do primeiro< a
partir do mesmo capital< aplicado dura!te o mesmo praBo. Porta!to< a ta+a W E e/ui-ale!te
L ta+a de *= ao m>s.
n
i C M ) 1 ( + × =
% 59 , 79 ) 1 ( 100 59 , 179
1
= ⇒ + × = k k
Porta!to< os -alores mais pró+imos das ta+as e,eti-as a!uais s#o 69= e $9=.
:abarito; C

6uest#o 2+ ,7C(. 2220 8C(S:R7.R?O9
7 ta+a composta de %= ao semestre e/ui-ale< ao m>s< a
?(otaG e,etue as opera"Mes com 6 casas decimais@
a@ .<*...=
@ .<6%%%=
c@ .<6**8=
d@ .<666$=
e@ .<98*3=

Resolu"#oG
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(#o co!sta da pro-a oriFi!al /ual/uer taela ,i!a!ceira. Ou seja< a /uest#o !#o mede
co!Decime!to alFum O e+iFe mero traalDo ra"al para ,aBer co!tas.

Se esti-Essemos !o reFime simples< -aleria a reFra de tr>s. Para co!-erter a ta+a semestral
de %= em ta+a me!sal< astaria di-idir por 6.
4%
6
=
2
S
% = u,666%
(o e!ta!to< como temos reFime composto< !#o -ale reFra de tr>s. Ra-erH i!cid>!cia de
juros sore juros. Com isso< uma ta+a me!sal um pou/ui!Do me!or /ue .<666= ao m>s jH E
su,icie!te para /ue< em seis meses< o capital aume!te %=.

Com isso< descartamos as alter!ati-a _6_ e _1_.

S#o oas alter!ati-as as letras _&_ e _C_< /ue aprese!tam -alores um pou/ui!Do me!ores
/ue .<666=.

7 ta+a me!sal _i_ E tal /ueG
(1 +i)
6
= 1,u4


Ficamos e!tre tr>s alter!ati-as ?7< &< C@< emora jH te!Damos praticame!te descartado a
letra _7_.

4amos testar a alter!ati-a /ue aprese!ta um -alor i!termediHrio de ta+a ?letra &@.

Testa!do a alter!ati-a &G
1,uu644
6
= 1,uS9292

7D< uma dica para ,acilitar as co!tas. 1m -eB de ,aBer a co!ta e+ata< podemos utiliBar o
i!'mio de (e)to! para calcular apro+imadame!te a pot>!cia.
7ssimG
(1 + u,uu644)
6
= 1 + C
6,1
× u,uu644
= 1 + 6 × u,uu644
= 1,uS864
7Fora testamos a alter!ati-a CG
1,uu6SS8
6
= 1,uS999 .
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O resultado deu praticame!te iFual a 1<.%.
:abarito; C

(otaG poderAamos !o-ame!te ter usado o i!'mio de (e)to!G
(1 + u,uu6SS8)
6
= 1 + C
6,1
× u,uu6SS8
= 1 + 6 × u,uu6SS8
= 1,uS9S48
6uest#o 2/ ,7S7 2220 8C(SP(9
Co!sidera!do 1<1 e 1<.%89 como -alores apro+imados de 1<.12
8
e 1<.12
%
< respecti-ame!te<
E correto a,irmar /ue a ta+a a!ual de juros e/ui-ale!te L ta+a de juros compostos de 1<2=
ao m>s E i!,erior a 1*=.

Resolu"#o.
1m juros simples< para acDar ta+as e/ui-ale!tes asta aplicar a reFra de tr>s.
1m juros compostos isso !#o -ale mais. 7/ui< os juros !#o s#o mais proporcio!ais ao tempo.
Como DH i!cid>!cia de juros sore juros< o mo!ta!te -ai aume!ta!do e+po!e!cialme!te< e
!#o li!earme!te< como ocorria com juros simples.
0ueremos saer /ual a ta+a a!ual /ue E e/ui-ale!te L ta+a de juros de 1<2= ao m>s.
Para ta!to< -amos criar dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes.
(o primeiro< aplicamos um capital de R; 1<..< a uma ta+a de 1<2= ao m>s< dura!te 12
meses. O mo!ta!te serH deG
? 02 , 1 1
12
= × = M
Para ,aBer esta co!ta o e+ercAcio !os deu os -alores de 1<.12
8
e 1<.12
%
.Mas< se
multiplicarmos estes dois -alores< oteremos justame!te 1<.2
12
.
4 8 12
02 , 1 02 , 1 02 , 1 × =
= × = 0489 , 1 1 , 1 02 , 1
12
1<1*3$9
O mo!ta!te serH de 1<1*3$9.
7Fora -amos criar outro i!-estime!to< e/ui-ale!te a este aA de cima.
7plicaremos o mesmo capital de R; 1<..< a uma ta+a de juros a!ual k, dura!te 1 a!o. O
mo!ta!te otido serH de 1<1*3$9.
6iBemos /ue esta ta+a a!ual k E e/ui-ale!te L ta+a de 1<2= ao m>s. 5sto por/ue amas<
parti!do de R; 1<..< dura!te 1 a!o ?J12 meses@< produBem o mesmo mo!ta!te de 1<1*3$9.
n
k C M ) 1 ( + × =
% 379 , 15 ) 1 ( 1 15379 , 1
1
= ⇒ + × = k k
7 ta+a procurada E superior a 1*=. O item estH errado.
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:abarito; errado.

6uest#o 20 TR( ,7 2220 8C(SP(9
Co!sidere /ue um i!-estidor te!Da aplicado R; 12.....<.. !o praBo de seis meses e te!Da
receido R; 6.1..<.. de juros pelo i!-estime!to. Supo!do /ue a ,i!a!ceira remu!ere as
aplica"Mes a juros compostos capitaliBados me!salme!te a 8= e toma!do 1<..8 como -alor
apro+imado de ¸1,uS
6
E correto a,irmar /ue a ta+a de juros a!ual e/ui-ale!te do
i!-estime!to ,oi de 9<6=.

Resolu"#o.
H = C × (1 + i)
n

H = 12u.uuu × (1 + i)
6

Se os juros ,oram de 6.1..< e!t#o o mo!ta!te E iFual a 126.1.. ?JJ I C@.
126.1uu = 12u.uuu × (1 + i)
6

(1 + i)
6
=
126.1uu
12u.uuu
= 1,uS
1 + i = ¸1,uS
6
= 1,uu8
i = u,8%
7 ta+a me!sal E de .<8=.
JH saemos /ue< para acDar a ta+a e/ui-ale!te a!ual< n#o podemos aplicar a reFra de tr>s.
Ou seja< n#o podemos multiplicar por 12.
1 ,oi e+atame!te isso /ue a /uest#o ,eB.
u,8%× 12 = 9,6%
5sso estH errado.
7 ta+a e,eti-a a!ual correta E deG
1,uu8
12
− 1
FaBer esta co!ta sem calculadora E i!-iH-el. Mas certame!te a i!te!"#o do e+ami!ador era
ape!as /ue o ca!didato ide!ti,icasse /ue E i!correto ,aBer a reFra de tr>s. (#o E realme!te
!ecessHrio acDar a ta+a e,eti-a.
:abarito; errado.

6uest#o %2 7.T76 2220 8C(SP(9
6uas ta+as de juros s#o e,eti-as se< co!siderados o mesmo praBo de aplica"#o e o mesmo
capital< ,or i!di,ere!te ,aBer a aplica"#o com uma ou com outra ta+a.

Resolu"#o.
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O e+ercAcio trocou os co!ceitos. 6uas ta+as /ue< aplicadas sore um mesmo capital< dura!te
o mesmo praBo< resultam !o mesmo mo!ta!te s#o cDamadas de ta+as e/ui-ale!tes ?e !#o
e,eti-as@.
Ta+as e,eti-as s#o ta+as /ue podem ser utiliBadas !as ,órmulas do mo!ta!te.
1+emploG !o a!co 7 a ta+a de juros do cart#o de crEdito E 1.= ao m>s. (o a!co & a ta+a
de juros do cart#o E 1*= ao m>s.
7s duas ta+as s#o e,eti-as. 1las poder#o ser usadas para cHlculos dos mo!ta!tes em cada
a!co. Mas elas !#o s#o e/ui-ale!tes. 1las !#o produBem resultados iFuais< a partir de um
mesmo capital e de um mesmo praBo.
:abarito; errado

6uest#o %1 TR( 7M 2212 8FCC9
7 ta+a !omi!al de 1.= ao a!o com capitaliBa"#o semestral correspo!de L ta+a e,eti-a< ao
a!o< de
?7@ 9<$6=
?&@ 1.<..=
?C@ 1.<2.=
?6@ 1.<2*=
?1@ 1.<*.=

Resolu"#o;
7 ta+a de 1.= E ao a!o< e a capitaliBa"#o E me!sal. O perAodo da ta+a ?a!o@ !#o
correspo!de ao perAodo de capitaliBa"#o ?semestre@. 0ua!do isso ocorre< a ta+a E ape!as
!omi!al< mas !#o E e,eti-a.
(este caso< usamos reFra de tr>s para co!-erter a ta+a !omi!al em e,eti-a.
1.= OOOO 2 semestres
i OOO 1 semestre
Multiplica!do cruBadoG
2i = 1u%
i = S%
7 ta+a e,eti-a E de *= ao semestre.

O e+ercAcio pediu a ta+a e,eti-a a!ual. Ou seja< precisamos acDar outra ta+a< e/ui-ale!te L
ta+a de *= ao semestre< /ue tamEm seja e,eti-a.
Para ta!to< criamos dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes.
Primeiro i!-estime!toG aplicamos R; 1<.. a uma ta+a de *= ao semestre< dura!te 2
semestres. O mo!ta!te otido serHG
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H = 1 × 1,uS
2
= 1,1u2S
SeFu!do i!-estime!toG aplicamos R; 1<.. a uma ta+a W ao a!o< dura!te 1 a!o. Para /ue os
dois i!-estime!tos sejam e/ui-ale!tes< o mo!ta!te de-e ser iFual a 1<1.2*.
H = 1 × (1 + k)
1,1u2S = 1 + k
k = u,1u2S = 1u,2S%
7 ta+a e,eti-a a!ual E de 1.<2*=.
:abarito; @

6uest#o %2 TJ 7P 2220 8FCC9
O Fere!te ,i!a!ceiro da empresa Soras S.7. prete!de aplicar em um C6&< R; 1........<...
O &a!co ( S.7. o,ereceu uma ta+a de 2<..= ao m>s e o &a!co [ S.7. o,ereceu uma ta+a de
8<2%32=< para uma aplica"#o de /uatro meses. Co!sidera!do /ue as i!stitui"Mes ,i!a!ceiras
utiliBamOse da capitaliBa"#o composta para calcular a remu!era"#o< a cada 3. dias< E correto
a,irmar /ue
?7@ a remu!era"#o do &a!co ( E a metade da /ue o &a!co [ paFa.
?&@ a remu!era"#o do &a!co [ E maior do /ue a do &a!co (.
?C@ as aplica"Mes possuem a mesma ta+a de remu!era"#o.
?6@ a remu!era"#o do &a!co [ supera em 3.= a do &a!co (.
?1@ a remu!era"#o do &a!co ( E o doro da /ue o &a!co [ paFa.

Resolu"#o;
O a!co ( traalDa com uma ta+a de 2= ao m>s.
O a!co [ traalDa com uma ta+a de 8<2%32= ao /uadrimestre.
Para comparar amas as ta+as< precisamos /ue elas estejam !a mesma u!idade de tempo.
4amos co!-erter as duas ta+as em ta+as /uadrimestrais.

7 ta+a do a!co [ jH estH ao /uadrimestre ?8<2%32=@.

7 ta+a do a!co ( E de 2= ao m>s. 4amos acDar uma ta+a e/ui-ale!te ao /uadrimestre.
Para ta!to< criamos dois i!-estime!tos e/ui-ale!tes.
Primeiro i!-estime!toG aplicamos R; 1<.. a uma ta+a de 2= ao m>s< dura!te % meses. O
mo!ta!te otido EG
H = 1 × 1,u2
4
= 1,u824S216
SeFu!do i!-estime!toG aplicamos R; 1<.. a uma ta+a /uadrimestral W< dura!te /uatro
meses< e otemos o mo!ta!te de R; 1<.82%3216.
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1,u824S216 = 1 × (1 + k)
k = 8,24S216%
Oser-e /ue a ta+a para o a!co Z ,oi muito pró+ima da ta+a para o a!co [. 7 a!ca
apro+imou as co!tas< co!sidera!do as duas ta+as iFuais.
:abarito; C

6uest#o %% TJ S( 2220 8FCC9
Uma ta+a de juros !omi!al de 3.= ao a!o< com capitaliBa"#o me!sal E e/ui-ale!te a uma
ta+a de juros e,eti-a de
a@ ) 1 30 , 1 (
12
− ao m>s
@
2
025 , 0 ao imestre
c@ ) 1 025 , 1 (
3
− ao trimestre
d@ ) 1 30 , 1 ( − ao semestre
e@ ) 1 30 , 1 12 (
12
− ao a!o

Resolu"#o;
Primeiro acDamos a ta+a e,eti-a me!sal< a partir da ta+a !omi!al. Para ta!to< asta usar
reFra de tr>sG
3.= OOOO 12 meses
i OOOO 1 m>s
12i = Su%
i = 2,S% ao mês
Com isso< jH descartamos a alter!ati-a 7< /ue traB um -alor completame!te di,ere!te para a
ta+a me!sal.
4amos testar a letra &. Para acDar a ta+a e,eti-a ao imestre< criamos dois i!-estime!tos
e/ui-ale!tes.
1a i!-estime!toG capital de R; 1<..< aplicado
dura!te 2 meses< a uma ta+a de 2<*= ao
m>sG
H = 1,u2S
2

2a i!-estime!toG mesmo capital< mesmo
mo!ta!te< mesmo praBo< a uma ta+a
imestral WG
1,u2S
2
= 1 × (1 + k)
k = 1,u2S
2
− 1
7 ta+a imestral E iFual a 1,u2S
2
− 1
7lter!ati-a errada.

Testa!do a alter!ati-a C. Para acDar a ta+a e,eti-a trimestral< criamos dois i!-estime!tos
e/ui-ale!tes.
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1a i!-estime!toG capital de R; 1<..< aplicado
dura!te 3 meses< a uma ta+a de 2<*= ao
m>sG
H = 1,u2S
3

2a i!-estime!toG mesmo capital< mesmo
mo!ta!te< mesmo praBo< a uma ta+a
trimestral WG
1,u2S
3
= 1 × (1 + k)
k = 1,u2S
3
− 1
Alternativa correta.
Gabarito: C

6uest#o %& TJ 7P 2220 8FCC9
Jo#o estH ,i!a!cia!do um -eAculo e ,oi i!,ormado /ue a ta+a a!ual praticada pela
co!cessio!Hria e de 12<.= ao a!o. 7 ta+a e/ui-ale!te me!sal< a juros compostos< a ser
co!siderada !o emprEstimo serH de ?co!siderar atE a seFu!da decimal@G
?7@ 1<2%=
?&@ 1<..=
?C@ .<9%=
?6@ .<9.=
?1@ .<8%=

Resolu"#o;
TrataOse de /uest#o em traalDosa< por causa das co!tas e!-ol-idas.
6ura!te a pro-a< -oc> de-e e-itar ,aBer uma /uest#o com ta!tas co!tas assim. Pule a
/uest#o< dei+e para -oltar !ela ao ,i!al da pro-a< se der tempo.
Se -oc> jH resol-eu a pro-a i!teira< e estH com tempo de ,aBer a co!ta e+ata< eleBa< ma!da
-er.
Se !#o ti-er tempo< E Dora de te!tar marcar a alter!ati-a correta !o PolD'metroQ.
Para orie!tar este PcDuteQ< -amos primeiro supor o reFime simples.

Se o reFime ,osse simples< astaria aplicar reFra de tr>s.
7 ta+a a!ual seria de 12=. Para acDar a ta+a me!sal< di-idimos por 12.
Ta+a me!salG
12%
12
= 1%
7 ta+a me!sal seria de 1= ao m>s.

Co!tudo< como !a -erdade temos juros compostos< DH i!cid>!cia de juros sore juros. O
mo!ta!te cresce mais rapidame!te. O capital pode estar aplicado a uma ta+a me!or /ue 1=
ao m>s e< mesmo assim< ao ,i!al de doBe meses re!derH 12=.
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Co!cluAmos /ue a ta+a procurada E um pouco me!or /ue 1=. Com isso< ,icamos e!tre as
alter!ati-as C< 6 e 1.

Como a ta+a E pe/ue!a ?1=@ e o praBo E de ape!as 1 a!o< os reFimes simples e composto
!#o di,erem ta!to assim.
7 ta+a procurada de-e ser em pró+ima de 1=. Uma oa alter!ati-a para marcarmos< sem
,aBer co!ta< E a alter!ati-a PCQ< /ue traB um -alor ape!as um pouco me!or /ue 1=.

1!t#o< se !#o deu tempo de resol-er a /uest#o< e se ,or para marcar a resposta sem ,aBer
co!tas< marcarAamos a alter!ati-a C.
Se ,or para ,aBer todas as co!tas< estamos procura!do por um -alor de i tal /ueG
(1 + i)
12
= 1,12
Com a a!Hlise acima< jH descartamos as alter!ati-as 7 e &.
6e!tre as resta!tes< temos .<9%=X .<9= e .<8%=.
4amos testar a alter!ati-a 6< /ue E o -alor i!termediHrioG
1,uu9
12
=.
7pro+ima!do com o &i!'mio de (e)to!G
(1 + u,uu9)
12
= C
12,0
× u,uu9
0
+ C
12,1
× u,uu9
1
+ C
12,2
× u,uu9
2

= 1 + 12 × u,uu9 + 66 × u,uu9
2

= 1 + u,1u8 + u,uuSS46 = 1,11SS46
Usa!do a ta+a de .<..9= ao m>s< a ta+a a!ual seria pró+ima de 11<33=. 3oFo< a ta+a me!sal
de-e ser um pou/ui!Do maior /ue .<..9= ao m>s< para /ue a ta+a a!ual seja de 12=.
Com isso marcamos a alter!ati-a C.
:abarito; C

2.&. Con4en"#o linear e con4en"#o e)!onencial
6uest#o %' COF(CO. 2220 8U.?>(RS79
Media!te o raciocA!io utiliBado !a matemHtica ,i!a!ceira por meio de um FrH,ico
comparati-o e!tre o -alor dos juros simples e o dos juros compostos< assi!ale a alter!ati-a
i!correta.
?7@ Os juros crescem li!earme!te ao lo!Fo do tempo !o reFime de capitaliBa"#o simples<
se!do seu -alor co!sta!te dura!te os perAodos.
?&@ Os juros crescem e+po!e!cialme!te ao lo!Fo do tempo !o reFime de capitaliBa"#o
composta< e o mo!ta!te calculado atE o perAodo a!terior ser-e como ase de cHlculo para
os juros do pró+imo perAodo.
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?C@ O -alor dos juros simples e dos juros compostos E iFual !o primeiro perAodo de
capitaliBa"#o.
?6@ N correto a,irmar /ue< a!tes do primeiro perAodo de capitaliBa"#o< o -alor dos juros
simples E i!,erior ao dos juros compostos< se!do amos calculados com ase !a mesma
ta+a de juros ?i@ aplicada sore o mesmo capital ?C@.
?1@ 7pós o primeiro perAodo de capitaliBa"#o< o -alor dos juros compostos E superior ao
-alor dos juros simples.

Resolu"#o.
7 /uest#o !#o E propriame!te de co!-e!"#o li!ear e e+po!e!cial< mas e+plora o
comportame!to dos juros em perAodos ,racio!Hrios.

3etra 7G
7 reda"#o !#o ,icou muito oa. 7 /uest#o /uis diBer /ueG
O os juros crescem li!earme!te ao lo!Fo do tempo ?!o reFime simples@X
O alEm disso< o i!creme!tos s#o co!sta!tes ?ou seja< o juro re,ere!te a cada u!idade de
tempo E co!sta!te@.
5sto E correto.
Para melDor -isualiBa"#o< co!sidere o juro otido pela aplica"#o de R; 1..<..< a uma ta+a
de 2.= ao m>s ?reFime simples@.
O juro do primeiro m>s E de R; 2.<...
7o ,i!al do seFu!do m>s< o juro E de R; %.<...
7o ,i!al do terceiro m>s< o juro E de R; 6.<...
7o ,i!al do /uarto m>s< o juro E de R; 8.<...
Oser-em como o juro -ai aume!ta!do li!earme!te com o tempo. 7 cada acrEscimo de 1
m>s !o i!ter-alo de tempo< DH acrEscimo de R; 2.<.. !o juro acumulado.
7lEm disso< os i!creme!tos s#o sempre de R; 2.<... Ou seja< os juros de cada m>s s#o
sempre de R; 2.<...
7lter!ati-a correta.

3etra &.
(o reFime composto< o mo!ta!te E dado porG
H = C × (1 + i)
n

3oFo< o juro ,icaG
[ = H − C
[ = C × |(1 + i)
n
− 1]
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Oser-em /ue o !Kmero de perAodos estH !o e+poe!te. Por isso a alter!ati-a a,irma /ue os
juros crescem e+po!e!cialme!te com o tempo.
7lEm disso< todo o mo!ta!te otido ao ,i!al de dado perAodo ser-irH de ase de cHlculo para
os pró+imos juros.
7lter!ati-a correta.

3etra C.
Realme!te< os juros coi!cidem para os dois reFimes /ua!do o nDmero de !erEodos F igual a
1 . 4eja /ue as ,órmulas coi!cidemG
Juros simplesG
H = C × (1 + ni) = C × (1 + i)
Juros compostosG
H = C × (1 + i)
n
= C × (1 + i)


3etra 6G
7!tes do primeiro perAodo de capitaliBa"#o E o juro simples /uem ,or!ecerH maior
mo!ta!te. 1studamos isso !o tópico sore Pco!-e!"#o li!earQ e Pco!-e!"#o e+po!e!cialQ.
4imos /ue a co!-e!"#o li!ear ,or!ece maior mo!ta!te do /ue a co!-e!"#o e+po!e!cial.
5sto ocorre por/ue< para perAodos ,racio!Hrios< a ,órmula de juros simples ,or!ece um
mo!ta!te maior /ue a ,órmula de juros compostos.
7lter!ati-a errada.
:abarito; @
7pesar de jH termos ide!ti,icado a alter!ati-a i!correta< -amos a!alisar a letra 1.

3etra 1G
0ua!do n b 1< realme!te a ,órmula de juros compostos ,or!ece um mo!ta!te superior ao
otido pela ,órmula de juros simples.

6uest#o %* S(F7A P, 222* 8FCC9
Um capital !o -alor de R; 2.....<.. ,oi i!-estido a uma ta+a de juros compostos de 1.= ao
a!o< dura!te 2 a!os e 3 meses. O mo!ta!te !o ,i!al do perAodo< adota!do a co!-e!"#o
li!ear< ,oi iFual a
?7@ R; 2*.*..<..
?&@ R; 2%.932<.*
?C@@ R; 2%.8.*<..
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?6@ R; 23.$8.<..
?1@ R; 22.$**<..

Resolu"#o;
3 meses correspo!dem a 1`% do a!o. 3oFo< o capital ,oi i!-estido dura!te 2<2* a!os.
7plica!do a ,órmula do mo!ta!te para juros compostosG
H = C × (1 + i)
n

H = 2u.uuu × (1,1)
2,25

O e+poe!te E ,racio!Hrio. 0ua!do isso aco!tece< podemos usar as co!-e!"Mes li!ear e
e+po!e!cial.
O e+ercAcio pediu para utiliBarmos a co!-e!"#o li!ear.
Ou seja< co!sideramos juros compostos re,ere!tes L parte i!teira do praBo e juros simples
re,ere!tes L parte ,racio!Hria. O mo!ta!te ,icaG
H = 2u.uuu × 1,1
2
× (1 + u,1 × u,2S)
H = 2u.uuu × 1,21 × 1,u2S = 24.8uS
:abarito; C

%. R(SUMO
Fórmula de uros com!ostosG
H = C × (1 + i)
n


Con4ers#o entre ta)a nominal e e3eti4aG usar reFra de tr>s.

Ta)as e5ui4alentesG criar dois i!-estime!tos /ue< aplicados so um mesmo capital< dura!te
o mesmo perAodo< resultem !o mesmo mo!ta!te.

Con4en"#o e)!onencialG usar e+poe!te ,racio!Hrio
Con4en"#o linearG
H = C × (1 + i)
z
× (1 + qi)

Mo!ta!te pela co!-e!"#o li!ear E maior /ue mo!ta!te pela co!-e!"#o e+po!e!cial.

&. =?ST7 @7S 6U(ST<(S 7PR(S(.T7@7S
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6uest#o 1 7FRF, 222% 8(S7F9
Um capital E aplicado a juros compostos L ta+a de %.= ao a!o dura!te um a!o e meio.
Calcule o -alor mais pró+imo da perda perce!tual do mo!ta!te co!sidera!do o seu cHlculo
pela co!-e!"#o e+po!e!cial em rela"#o ao seu cHlculo pela co!-e!"#o li!ear< dado /ue
1<%.
1<*
J1<6*6*.2.
a@ .<*=
@ 1=
c@ 1<%=
d@ 1<$=
e@ 2<.=

6uest#o 2 S(FA M: 222' 8(S7F9
7 /ue ta+a me!sal de juros compostos um capital aplicado aume!ta 8.= ao ,im de /ui!Be
meses.
a@ %=.
@ *=.
c@ *<33=.
d@ 6<*=.
e@ $=.
6uest#o % C>M 2212 8(S7F9
Um ,i!a!ciame!to !o -alor de R; 1......<.. possui uma car>!cia de 18 meses< i!cidi!do
sore o -alor ,i!a!ciado< !esse praBo< uma ta+a de juros compostos de 1= ao m>s. Calcule o
-alor mais pró+imo do saldo de-edor ao ,im do praBo de car>!cia.
a@ R; 1......<..
@ R; 112....<..
c@ R; 112.683<..
d@ R; 119.61*<..
e@ R; 118....<..

6uest#o & 7FRF, 222' 8(S7F9
Paulo aplicou pelo praBo de um a!o a /ua!tia total de R; *.....<.. em dois a!cos
di,ere!tes. Uma parte dessa /ua!tia ,oi aplicada !o &a!co 7< L ta+a de 3= ao m>s. O
resta!te dessa /ua!tia ,oi aplicado !o &a!co & a ta+a de %= ao m>s. 7pós um a!o< Paulo
-eri,icou /ue os -alores ,i!ais de cada uma das aplica"Mes eram iFuais. 6este modo< o -alor
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aplicado !o &a!co 7 e !o &a!co &< sem co!siderar os ce!ta-os< ,oram< respecti-ame!te
iFuais aG
a@ R; 21.9%8<.. e R; 28..*2<..
@ R; 23.2*6<.. e R; 26.$%%<..
c@ R; 26.*89<.. e R; 23.%11<..
d@ R; 2$.*1.<.. e R; 22.%9.<..
e@ R; 26.%$$<.. e R; 23.**2<..
6uest#o ' C(, 2220 8U.?>(RS79
Um i!-estidor aplicou a /ua!tia de R; 3......<.. L ta+a de juro composto de $= a.m.
Calcule o mo!ta!te /ue esse capital irH Ferar após 3 meses< co!sidera!do a tHua
,i!a!ceiraG ?1 I .<.$@Y J 1<22*.%3.
?7@ R; 36*.98*<3..
?&@ R; 36$.*12<9..
?C@ R; 368.29*<$..
?6@ R; 369.6$*<*..
?1@ R; 3$1.$%*<3..
6uest#o * S(F7A (S 222/ 8C(SP(9
Se um capital de R; 2....<.. ,oi aplicado por um perAodo de 2 meses< sem sa/ues !o
perAodo< e o mo!ta!te desse i!-estime!to< ao ,i!al dos 2 meses< ,oi de R; 2.2.*<..< e!t#o<
!esse i!-estime!to< ,oi praticada a ta+a de juros compostos de *= a.m.
6uest#o + ,, 222/ 8C(SP(9
JulFue os ite!s a seFuir< relacio!ados a emprEstimos e ,i!a!ciame!tos< co!sidera!do< em
todas as situa"Mes aprese!tadas< /ue o reFime de juros praticado E o de juros compostos< L
ta+a me!sal de 2=< e toma!do 1<3 como -alor apro+imado para 1<.2
12
.
1. Caso o saldo de-edor de um emprEstimo seja Doje de R; 3.....<..< se !e!Dum
paFame!to ,or e,etuado< esse -alor serH superior a R; 38.*..<..< ao ,i!al do perAodo de um
a!o.
6uest#o / TCU 2220 8C(SP(9
Toma!do 1<.3 como -alor apro+imado para 1<3%
.<1
< julFue os ite!s suse/ue!tes< relati-os a
cHlculo de juros.
Co!sidere a seFui!te situa"#o DipotEtica.
(o a!co 7< se o capital de R; *....<.. ,or aplicado por determi!ado !Kmero de meses !o
reFime de juros simples com ta+a de 3<%= ao m>s< ele ,or!ecerH um re!dime!to de R;
1.$..<.. ao ,i!al do perAodo da aplica"#o. (o a!co &< se esse mesmo capital ,or aplicado
!o reFime de juros compostos me!sais pelo mesmo !Kmero de meses< ele ,or!ecerH o
mesmo re!dime!to ao ,i!al do perAodo da aplica"#o. (essa situa"#o< a ta+a de juros
compostos da aplica"#o o,erecida pelo a!co & E i!,erior a 2= ao m>s
6uest#o 0 7.T76 2220 8C(SP(9
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6i,ere!teme!te do reFime de juros simples< !o reFime de juros compostos< os juros s#o
capitaliBados.
6uest#o 12 ?.FR7(RO 2220 8FCC9
7!t'!io aplicou R; 12....<.. em um a!co /ue remu!era os depósitos de seus clie!tes a
juros simples< a uma ta+a de 1<*= ao m>s. 7pós 8 meses< ele resFata todo o mo!ta!te e o
aplica totalme!te em um outro a!co< dura!te um a!o< a juros compostos< a uma ta+a de
*= ao semestre. (o ,i!al da seFu!da aplica"#o< o -alor do mo!ta!te E de
?7@ R; 1*.21%<*.
?&@ R; 1%.81$<6.
?C@ R; 1%.$8%<%.
?6@ R; 13.8..<..
?1@ R; 13.23.<..
6uest#o 11 @.OCS 2212 8FCC9
O mo!ta!te aprese!tado< !o ,i!al de 2 a!os< pela aplica"#o de um capital de -alor iFual a R;
6....<.. a uma ta+a de juros compostos de 1.= ao a!o< E iFual ao mo!ta!te aprese!tado<
!o ,i!al do perAodo de aplica"#o< por um seFu!do capital de -alor iFual a R; 6..*.<..
aplicado a uma ta+a de juros simples de 1*= ao a!o. O tempo em /ue o seFu!do capital
,icou aplicado ,oi de
?7@ 12 meses.
?&@ 16 meses.
?C@ 18 meses.
?6@ 2. meses.
?1@ 2% meses.
6uest#o 12 TJ P? 2220 8FCC9
Um capital aplicado !o reFime de capitaliBa"#o composta< L ta+a de juros de 1.= ao a!o<
re!deu R; 31.*..<.. de juros em dois a!os. O mesmo capital< aplicado pelo mesmo perAodo
e a uma ta+a de juros de 1*= ao a!o< !o reFime de capitaliBa"#o simples< re!deria juros !o
-alor< em R;< de
?7@ %%.$*.<...
?&@ %*....<...
?C@ %*.3..<...
?6@ %*.6..<...
?1@ %*.$*.<...
6uest#o 1% TR( P? 2220 8FCC9
Os capitais Z e [< de soma iFual a R; 2.1..<..< ,oram aplicados a juros compostos< por um
imestre< se!do o primeiro L ta+a de %= ao m>s e o seFu!do< L ta+a de *= ao m>s. Se< ao
,i!al do praBo< o juro acumulado pelas duas aplica"Mes ,oi de R; 19.<1$< e!t#o< E -erdade
/ue
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?7@ Z J R; 1.3..<..
?&@ [ J R; 9*.<..
?C@ Z \ [ J R; 3..<..
?6@ o me!or dos capitais era de R; 1....<..
?1@ o maior dos capitais era de R; 1.3..<..
6uest#o 1& S(F7A SP 2220 8(S7F9
Um capital C E aplicado L ta+a de juros compostos de 2= ao m>s. 0ual o -alor mais pró+imo
do mo!ta!te ao ,im de um a!o e meioC
a@ 1<2$C
@ 1<%3C
c@ 1<3$C
d@ 1<%.C
e@ 1<32C
]dadoG 1<.2
18
J 1<%282%6^
6uest#o 1' ?SS SP 2212 8FCC9
1m uma loja< um computador< cujo pre"o E R; 2.2..<..< pode ser -e!dido !as seFui!tes
co!di"MesG
\ L -ista< com aatime!to de 1.= !o pre"o ou
\ em duas parcelas< se!do a primeira delas dada como e!trada< correspo!de!do a 2*= do
pre"o. 7 seFu!da< /ue correspo!de ao resta!te ,i!a!ciado a juros compostos L ta+a de %=
ao m>s< de-e ser paFa ao completar 2 meses da data da compra.

Se R e S s#o< respecti-ame!te< os totais paFos !o primeiro e !o seFu!do casos< E -erdade
/ue

a@ S J 2R.
@ S J R I R; 3*%<6%.
c@ S I R J R; %.312<...
d@ R J S \ R; 1$9<*2.
e@ S \ R J R; 99<*2.

6uest#o 1* S(F7A PR 2212 8COPS U(=9
Um i!-estidor< ao aplicar em uma i!stitui"#o ,i!a!ceira !o reFime de juros compostos<
acumulou< após 1. meses de aplica"#o< um mo!ta!te de R; 1.....<... 7pós 12 meses< sem
/ual/uer mo-ime!ta"#o !a aplica"#o< o mo!ta!te era de R; 1..%.%<...
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Se a ta+a de juros E co!sta!te por todo o perAodo< assi!ale a alter!ati-a /ue aprese!ta por
/ua!to tempo< apro+imadame!te< após os 12 meses< o i!-estidor precisa dei+ar o di!Deiro
aplicado para oter um mo!ta!te de R; 2..8.8<..G
Co!sidere l!?a@J loFaritmo !eperia!o de PaQ< ou seja<
log
c
(o) = ln(o)
6adosG
ln(2) = u,69S14
ln(1,u2) = u,u198
ln(1,u4u4) = u,uS96
a@ 13 meses
@ 1* meses
c@ 16 meses
d@ 2$ meses
e@ 3* meses

6uest#o 1+ Pre3eitura de Fortale$a 222% 8(S7F9
O capital de R; 2.....<.. E aplicado L ta+a !omi!al de 2%= ao a!o com capitaliBa"#o
trimestral. Ote!Da o mo!ta!te ao ,im de deBoito meses de aplica"#o.
a@ R; 2$.2..<..
@ R; 2$.616<11
c@ R; 28..98<*6
d@ R; 28.3$.<38
e@ R; 28.*6%<92
6uest#o 1/ ,7C(. 2220 8C(S:R7.R?O9
Um i!-estidor aplicou R; 2.....<.. !um C6& com -e!cime!to para 3 meses depois< a uma
ta+a composta de %= ao m>s. O -alor de resFate dessa opera"#o ,oi< em reais< de

?(otaG e,etue as opera"Mes com % casas decimais@
a@ 2..999<66
@ 21.98*<3%
c@ 22.111<33
d@ 22.%..<..
e@ 22.%98<..
6uest#o 10 Senado 222/ 8F:>9
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Um capital de R; %...<..< aplicado a juros compostos com capitaliBa"#o semestral< produB<
ao ,im de 1 a!o< o mo!ta!te de R; *$6.<... 7 ta+a de juros !omi!al a!ual EG
a@ 2.=.
@ 21=.
c@ 22=.
d@ %.=.
e@ %%=.

6uest#o 22 ,7S7 222+ 8C(SP(9
Co!sidere /ue R; 1.....<.. sejam i!-estidos por 8 a!os em um ,u!do de i!-estime!tos /ue
paFa uma ta+a !omi!al de juros compostos a!uais de 16=< capitaliBados trimestralme!te.
(essa situa"#o< toma!doOse 1<9 como -alor apro+imado de 1<.%
16
< E correto i!,erirOse /ue<
ao ,i!al dos 8 a!os< o mo!ta!te serH superior ao triplo do -alor i!icialme!te i!-estido.
6uest#o 21 C(F 2220 8C(SP(9
Um clie!te tomou R; 2.....<.. emprestados de um a!co /ue pratica juros compostos
me!sais< e< após 12 meses< paFou R; 2$.22.<... (esse caso< co!sidera!do 1<.26 como -alor
apro+imado para 1<361
1`12
< E correto a,irmar /ue a ta+a de juros !omi!al< a!ual< praticada
pelo a!co ,oi iFual a
7 3.<2=.
& 31<2=.
C 32<2=.
6 33<3=.
1 3%<2=.
6uest#o 22 STF 222/ 8C(SP(9
Co!sidera!do /ue um emprEstimo de R; 3....<.. te!Da sido co!tratado ju!to a uma
,i!a!ceira< para ser /uitado em um a!o< e /ue 1<*1 e 1<.% sejam os -alores apro+imados de
1<.3*
12
e< 16.
1`12
< respecti-ame!te< julFue os ite!s /ue se seFuem.
1%*. Se a ta+a de juros !omi!al a!ual desse co!trato ,or de %2= e se a capitaliBa"#o ,or
me!sal< a juros compostos< a dA-ida ao ,i!al do perAodo serH superior a R; %....<...
1%6. Se o mo!ta!te da dA-ida ao ,i!al do perAodo ,or de R; %.8..<..< e!t#o a ta+a de juros
compostos !omi!al a!ual< com capitaliBa"#o me!sal< serH i!,erior a *.=.
6uest#o 2% C>M 2212 8(S7F9
0ual o -alor mais pró+imo da ta+a e/ui-ale!te L ta+a !omi!al de 2%= ao a!o com
capitaliBa"#o me!salC
a@ 12<616= ao semestre.
@ 2%= ao a!o.
c@ 12= ao semestre.
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d@ %<8.3= ao imestre.
e@ *<$*= ao trimestre.
6uest#o 2& SUS(P 2212 8(S7F9
(o sistema de juros compostos< o &a!co Z o,erece uma li!Da de crEdito ao custo de 8. = ao
a!o com capitaliBa"#o trimestral. TamEm !o sistema de juros compostos< o &a!co [
o,erece a mesma li!Da de crEdito ao custo dado pela ta+a semestral e/ui-ale!te L ta+a
corada pelo &a!co Z. Maria ote-e 1.. u!idades mo!etHrias ju!to ao &a!co Z< para serem
paFas ao ,i!al de um a!o. MHrio< por sua -eB< ote-e 1.. u!idades mo!etHrias ju!to ao
&a!co [ para serem paFas ao ,i!al de um semestre. Sae!doOse /ue Maria e MHrio
Do!raram seus compromissos !os respecti-os perAodos co!tratados< e!t#o os custos
perce!tuais e,eti-os paFos por Maria e MHrio< ,oram< respecti-ame!te< iFuais aG
a@ 32. = ao a!o e 16. = ao semestre.
@ 12. = ao a!o e 6. = ao semestre.
c@ $2<8. = ao a!o e 1%*<6. = ao semestre.
d@ 2%. = ao a!o e 88 = ao a!o.
e@ 1.$<36 = ao a!o e %% = ao semestre.
6uest#o 2' ?R, 222* 8(S7F9
5!di/ue o -alor mais pró+imo da ta+a de juros e/ui-ale!te L ta+a de juros compostos de %=
ao m>s.
a@ 6.= ao a!o
@ 3.= ao semestre
c@ 2%= ao semestre
d@ 1.= ao trimestre
e@ 6= ao imestre
6uest#o 2* ST. 222' 8(S7F9
1m uma campa!Da promocio!al< o &a!co 7 a!u!cia uma ta+a de juros de 6. = ao a!o com
capitaliBa"#o semestral. O &a!co &< por sua -eB< a!u!cia uma ta+a de juros de 3.= ao
semestre com capitaliBa"#o me!sal. 7ssim< os -alores mais pró+imos das ta+as de juros
e,eti-as a!uais dos &a!cos 7 e & s#o< respecti-ame!te< iFuais aG
a@ 69 = e 6. =
@ 6. = e 6. =
c@ 69 = e $9 =
d@ 6. = e 69 =
e@ 12. = e 6. =
6uest#o 2+ ,7C(. 2220 8C(S:R7.R?O9
7 ta+a composta de %= ao semestre e/ui-ale< ao m>s< a
?(otaG e,etue as opera"Mes com 6 casas decimais@
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a@ .<*...=
@ .<6%%%=
c@ .<6**8=
d@ .<666$=
e@ .<98*3=

6uest#o 2/ ,7S7 2220 8C(SP(9
Co!sidera!do 1<1 e 1<.%89 como -alores apro+imados de 1<.12
8
e 1<.12
%
< respecti-ame!te<
E correto a,irmar /ue a ta+a a!ual de juros e/ui-ale!te L ta+a de juros compostos de 1<2=
ao m>s E i!,erior a 1*=.
6uest#o 20 TR( ,7 2220 8C(SP(9
Co!sidere /ue um i!-estidor te!Da aplicado R; 12.....<.. !o praBo de seis meses e te!Da
receido R; 6.1..<.. de juros pelo i!-estime!to. Supo!do /ue a ,i!a!ceira remu!ere as
aplica"Mes a juros compostos capitaliBados me!salme!te a 8= e toma!do 1<..8 como -alor
apro+imado de ¸1,uS
6
E correto a,irmar /ue a ta+a de juros a!ual e/ui-ale!te do
i!-estime!to ,oi de 9<6=.
6uest#o %2 7.T76 2220 8C(SP(9
6uas ta+as de juros s#o e,eti-as se< co!siderados o mesmo praBo de aplica"#o e o mesmo
capital< ,or i!di,ere!te ,aBer a aplica"#o com uma ou com outra ta+a.
6uest#o %1 TR( 7M 2212 8FCC9
7 ta+a !omi!al de 1.= ao a!o com capitaliBa"#o semestral correspo!de L ta+a e,eti-a< ao
a!o< de
?7@ 9<$6=
?&@ 1.<..=
?C@ 1.<2.=
?6@ 1.<2*=
?1@ 1.<*.=
6uest#o %2 TJ 7P 2220 8FCC9
O Fere!te ,i!a!ceiro da empresa Soras S.7. prete!de aplicar em um C6&< R; 1........<...
O &a!co ( S.7. o,ereceu uma ta+a de 2<..= ao m>s e o &a!co [ S.7. o,ereceu uma ta+a de
8<2%32=< para uma aplica"#o de /uatro meses. Co!sidera!do /ue as i!stitui"Mes ,i!a!ceiras
utiliBamOse da capitaliBa"#o composta para calcular a remu!era"#o< a cada 3. dias< E correto
a,irmar /ue
?7@ a remu!era"#o do &a!co ( E a metade da /ue o &a!co [ paFa.
?&@ a remu!era"#o do &a!co [ E maior do /ue a do &a!co (.
?C@ as aplica"Mes possuem a mesma ta+a de remu!era"#o.
?6@ a remu!era"#o do &a!co [ supera em 3.= a do &a!co (.
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?1@ a remu!era"#o do &a!co ( E o doro da /ue o &a!co [ paFa.
6uest#o %% TJ S( 2220 8FCC9
Uma ta+a de juros !omi!al de 3.= ao a!o< com capitaliBa"#o me!sal E e/ui-ale!te a uma
ta+a de juros e,eti-a de
a@ ) 1 30 , 1 (
12
− ao m>s
@
2
025 , 0 ao imestre
c@ ) 1 025 , 1 (
3
− ao trimestre
d@ ) 1 30 , 1 ( − ao semestre
e@ ) 1 30 , 1 12 (
12
− ao a!o
6uest#o %& TJ 7P 2220 8FCC9
Jo#o estH ,i!a!cia!do um -eAculo e ,oi i!,ormado /ue a ta+a a!ual praticada pela
co!cessio!Hria e de 12<.= ao a!o. 7 ta+a e/ui-ale!te me!sal< a juros compostos< a ser
co!siderada !o emprEstimo serH de ?co!siderar atE a seFu!da decimal@G
?7@ 1<2%=
?&@ 1<..=
?C@ .<9%=
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6uest#o %' COF(CO. 2220 8U.?>(RS79
Media!te o raciocA!io utiliBado !a matemHtica ,i!a!ceira por meio de um FrH,ico
comparati-o e!tre o -alor dos juros simples e o dos juros compostos< assi!ale a alter!ati-a
i!correta.
?7@ Os juros crescem li!earme!te ao lo!Fo do tempo !o reFime de capitaliBa"#o simples<
se!do seu -alor co!sta!te dura!te os perAodos.
?&@ Os juros crescem e+po!e!cialme!te ao lo!Fo do tempo !o reFime de capitaliBa"#o
composta< e o mo!ta!te calculado atE o perAodo a!terior ser-e como ase de cHlculo para
os juros do pró+imo perAodo.
?C@ O -alor dos juros simples e dos juros compostos E iFual !o primeiro perAodo de
capitaliBa"#o.
?6@ N correto a,irmar /ue< a!tes do primeiro perAodo de capitaliBa"#o< o -alor dos juros
simples E i!,erior ao dos juros compostos< se!do amos calculados com ase !a mesma
ta+a de juros ?i@ aplicada sore o mesmo capital ?C@.
?1@ 7pós o primeiro perAodo de capitaliBa"#o< o -alor dos juros compostos E superior ao
-alor dos juros simples.

6uest#o %* S(F7A P, 222* 8FCC9
Matemática Financeira p/
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Um capital !o -alor de R; 2.....<.. ,oi i!-estido a uma ta+a de juros compostos de 1.= ao
a!o< dura!te 2 a!os e 3 meses. O mo!ta!te !o ,i!al do perAodo< adota!do a co!-e!"#o
li!ear< ,oi iFual a
?7@ R; 2*.*..<..
?&@ R; 2%.932<.*
?C@@ R; 2%.8.*<..
?6@ R; 23.$8.<..
?1@ R; 22.$**<..


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1 c
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21
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23 a
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