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N-2163

REV. E

05 / 2011

Soldagem e Trepanação em Equipamentos, Tubulações Industriais e Dutos em Operação
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações.

CONTEC
Comissão de Normalização Técnica

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

SC - 26
Soldagem

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. . PROPRIEDADE DA PETROBRAS 33 páginas, 3 Formulários, Índice de Revisões e GT

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Sumário

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1 Escopo................................................................................................................................................. 5 2 Referências Normativas ...................................................................................................................... 5 3 Termos e Definições............................................................................................................................ 7 4 Critérios e Atribuições Gerais.............................................................................................................. 9 4.1 Critérios Gerais ...................................................................................................................... 9 4.2 Atribuições.............................................................................................................................. 9 4.2.1 Responsável pela Soldagem ......................................................................................... 9 4.2.2 Responsável pela Trepanação e Plugueamento........................................................... 9 4.2.3 Responsável por Projetos de Trepanação e Plugueamento ......................................... 9 4.2.4 Responsável pela Supervisão de Trepanação e Plugueamento................................... 9 4.2.5 Responsável pela Operação de Trepanação e Plugueamento ................................... 10 4.2.6 Responsável pela Unidade Operacional...................................................................... 10 4.2.7 Engenharia (Projeto) .................................................................................................... 10 4.2.8 Inspeção....................................................................................................................... 10 4.2.9 Operação ..................................................................................................................... 10 4.2.10 Execução ................................................................................................................... 10 4.2.11 Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS)......................................... 10 5 Instalação de Conexões ou Reparos Estruturais Soldados.............................................................. 11 5.1 Engenharia (Projeto) ............................................................................................................ 11 5.2 Inspeção............................................................................................................................... 12 5.3 Execução.............................................................................................................................. 13 5.4 Operação.............................................................................................................................. 14 6 Soldagem........................................................................................................................................... 14 6.1 Produtos - Considerações e Restrições .............................................................................. 14 6.2 Serviços de Soldagem ......................................................................................................... 15 6.2.1 Considerações Gerais.................................................................................................. 15 6.2.2 Aços Ferríticos ............................................................................................................. 17 6.2.3 Aços Inoxidáveis Austeníticos, Duplex e Superduplex................................................ 17 6.3 Atribuições Específicas ........................................................................................................ 17

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6.3.1 Inspeção....................................................................................................................... 17 6.3.2 Operação ..................................................................................................................... 18 6.3.3 Execução ..................................................................................................................... 18 6.3.3.1 Preparo da Junta ................................................................................................. 18 6.3.3.2 Soldagem ............................................................................................................. 18 6.3.3.3 Teste de Pressão................................................................................................. 19 7 Instalação de Conexões Roscadas antes da Trepanação................................................................ 19 8 Trepanação e Plugueamento ............................................................................................................ 20 8.1 Considerações Sobre Projeto .............................................................................................. 20 8.2 Considerações sobre Produtos............................................................................................ 20 8.3 Equipamentos para Trepanação e Plugueamento .............................................................. 21 8.4 Qualificação da Equipe ........................................................................................................ 21 8.5 Atividades Iniciais................................................................................................................. 21 8.6 Preparação para Execução da Trepanação ........................................................................ 22 8.7 Instalação do Equipamento de Trepanação ........................................................................ 22 8.8 Execução do Serviço de Trepanação .................................................................................. 23 8.9 Término do Serviço de Trepanação..................................................................................... 23 9 Condições Especiais - Trepanação e Soldagem em Tanques em Operação .................................. 23 Anexo A - Figuras.................................................................................................................................. 24 Anexo B - Cálculo da Pressão de Teste Hidrostático ........................................................................... 32 Anexo C - Ata de Reunião..................................................................................................................... 35 Anexo D - Lista de Verificação para os Serviços de Soldagem em Equipamento, Tubulação ou Duto em Operação ....................................................................................................................... 37 Anexo E - Lista de Verificação para os Serviços de Trepanação e/ou Plugueamento de Equipamentos, Tubulações e Dutos ............................................................................... 39

Figuras
Figura A.1 - Esquema Típico de um Equipamento de Trepanação ...................................................... 24 Figura A.2 - Acessórios Típicos............................................................................................................. 25 Figura A.3 - Penetração do Arco de Solda até a Perfuração da Tubulação ou Duto ........................... 26 Figura A.4 - Regiões Típicas de Aparecimento de Trincas a Frio ........................................................ 26 Figura A.5 - Tipos de Sistemas de Fixação Utilizando Macaco Hidráulico e Corrente......................... 27 3

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Figura A.6 - Esquema Típico de Chanfro com Mata-Junta Embutido para Solda Longitudinal de Dupla-Calha ...................................................................................................................... 28 Figura A.7 - Seqüência de Deposição a ser Utilizada na Soldagem de Soldas Longitudinais............. 29 Figura A.8 - Seqüência de Deposição a ser Utilizada na Soldagem de Soldas Circunferências de Dupla-Calha ...................................................................................................................... 30 Figura A.9 - Seqüência de Deposição Típica dos Passes de Amanteigamento e Passe de Revenimento ..................................................................................................................... 30 Figura A.10 - Arranjo Físico dos Dispositivos de Trepanação e Plugueamento................................... 31 Figura A.11 - Dispositivos de Desvio, Plugueamento, Ventilação e Purga .......................................... 31

Tabela
Tabela 1 - Espessuras Mínimas para Execução de Soldagem ............................................................ 15

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Ultrassom em Solda.Soldagem. NOTA Em equipamentos. Em geral não devem ser soldados em operação. que estejam em operação (pressurizados com ou sem fluxo. Para referências datadas. tubulações e dutos em operação a partir da data de sua edição. 1.1). inoxidáveis austeníticos.5 Esta Norma não se aplica a equipamentos. 1.Terminologia Soldagem.Líquido Penetrante. Aços Inoxidáveis Ferríticos e Martensíticos não são tratados nesta Norma. tubulações industriais e dutos (terrestres ou submarinos). PETROBRAS N-1594 . PETROBRAS N-1596 . Para referências não datadas.Ensaio Não-Destrutivo .2. salvo nas condições de solda provisória prevista nesta Norma. corrosão sob tensão ou fragilização.2 mm (ver 6.6 Esta Norma se aplica a procedimentos de soldagem e trepanação em equipamentos. NOTA A soldagem sem fluxo é possível em diversos casos. aplicam-se somente as edições citadas. deve ser considerado o efeito da degradação do revestimento durante a operação de soldagem.1. PETROBRAS N-133 . 1. C-Mn microligado e termomecanicamente processados “Thermal Mechanical Control Process” (TMCP)]. material refratário. tubulações e dutos que sejam cladeados ou revestidos com os seguintes materiais: vidro. aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos (incluindo emendas).-PÚBLICO- N-2163 1 Escopo REV. sendo analisado caso a caso pelo profissional responsável. 1.4 As recomendações técnicas de soldagem descritos nesta Norma se aplicam a tubulações.7 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. execução de soldagem e trepanação em equipamentos. 5 . polímeros. 1. chumbo. tornando-o suscetível à ignição.1 Esta Norma fixa as condições para a realização de trabalhos envolvendo a instalação de conexões e reparos estruturais. PETROBRAS N-1438 . NOTA Os Aços Cr-Mo.3 Esta Norma se aplica à soldagem em paredes com espessura maior do que 3. tubulações e dutos em operação nas seguintes condições: a) que necessitem de tratamento térmico para alívio de tensões após a soldagem. 2 Referências Normativas Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. b) que contenham produtos ou resíduos que venham a se tornar instáveis pela exposição ao calor da solda ou que venham afetar o aço em questão. 1. Duplex e Superduplex.Ensaio Não Destrutivo . dutos e equipamentos fabricados em aços ferríticos [tipo aço-C. C-Mn. revestimentos internos de pintura ou com tratamento superficial (como por exemplo: galvanização e aluminização). com produto ou seus resíduos).2 Esta Norma somente se aplica à soldagem com os processos a arco elétrico. devendo ser analisado caso a caso. E 05 / 2011 1.

Section VIII .Boiler and Pressure Vessel Code .Fitness-for-Service. Welders. PETROBRAS N-1738 .8:2010 . and Welding and Brazing Operators .Welded Tanks for Oil Storage. AWS A 3.Descontinuidades em Juntas Soldadas. Brazers.Division 2: Alternative Rules for Construction of Pressure Vessels. API STD 1104:2005 .Welding and Brazing Qualifications.Partículas Magnéticas.Qualification Standard for Welding and Brazing Procedures.Boiler and Pressure Vessel Code . Rating.0:2001 . Fundidos.Pressure Vessel Inspection Code: In-Service Inspection. Rating. and Reconstruction. Repair.Valve Inspection and Testing. API RP 2201:2003 . and Alteration of Piping Systems. API 570:2009 . ASME BPVC Section IX:2010 .4:2009 . ASME B31. PETROBRAS N-2301 .Division 1: Rules for Construction of Pressure Vessels.Section VIII .Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and other Liquids. API RP 2207:2007 .Soldagem Submarina. Repair. Forjados e Laminados.Welding Terms and Definitions. 6 . Alteration.Tank Inspection.Permissão para Trabalho.Preparing Tank Bottoms for Hot Work.Elaboração da Documentação Técnica de Soldagem.Petroleum and Natural Gas Industries .Division 1:2010 . ASME BPVC Section VIII .Visual.Division 2:2010 .Segurança nos Trabalhos de Soldagem e Corte.Welding of Pipelines and Related Facilities.Piping Inspection Code: In-Service Inspection. ISO 3183:2007 . PETROBRAS N-2726 . API STD 653:2009 .Dutos.Ensaio Não-Destrutivo .-PÚBLICO- N-2163 REV. API 510:2006 . API STD 598:2009 .Boiler and Pressure Vessel Code .Gas Transmission and Distribution Piping Systems.Ensaio Não-Destrutivo .Steel Pipe for Pipeline Transportation Systems. PETROBRAS N-2349 . Repair.3:2008 . ASME B31. ABNT NBR 14842:2003 . PETROBRAS N-2162 . API STD 650:2007 .Safe Hot Tapping Practices in the Petroleum & Petrochemical Industries. ASME B31.Section IX . API RP 579-1:2007 . PETROBRAS N-1598 . PETROBRAS N-2036 .Process Piping.Critérios para a Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem. and Alteration. ASME BPVC Section VIII . E 05 / 2011 PETROBRAS N-1597 .

tubulação ou duto. instalado por soldagem ou acoplado mecanicamente (ver exemplos de conexões na Figura A. vaso de pressão. para serviços de trepanação.3 CEpcm carbono equivalente conforme equação de Ito-Bessyo (vide ISO 3183:2007) 3.“burnthrough”) fenômeno em que a penetração do arco de solda para dentro da parede metálica pressurizada é suficiente para reduzir a seção útil resistente (“blowout”) ou mesmo para perfurar a seção útil resistente (“burnthrough”). 3 Termos e Definições Para os efeitos deste documento aplicam-se os termos e definições das PETROBRAS N-2726.7 °C 3.2 CEIIW carbono equivalente conforme equação do “International Institute of Welding” (vide ISO 3183:2007) 3. como por exemplo: tanque. WRC Bulletin 537:2010 . torre e permutador de calor 3. tubulações e dutos em operação 3.1 conexão acessório a ser acoplado em um equipamento. E 05 / 2011 BSI BS 7910:2005 . e os seguintes.8 kg/cm a 37.3 do Anexo A) 7 . WRC Bulletin 406:1995 .HTM) equipamento utilizado para executar perfuração em equipamentos.4 equipamento elemento de planta industrial ou de instalação de produção ou armazenamento de petróleo.-PÚBLICO- N-2163 REV. gerando um vazamento (ver Figura A. Cones. N-1438. 3.2 do Anexo A) 3.Guide on Methods for Assessing the Acceptability of Flaws in Metallic Structures.5 equipamento para trepanação (“Hot Tapping Machine” . N-1738.6 fluido corrosivo qualquer fluido que possa causar danos à máquina de trepanação ou ao aço soldado por reação química ou eletroquímica 3. AWS A 3. Spheres and Formed Heads.0:2001.8 perfuração (“blowout” .Proposed Rules for Determining Allowable Compressive Stresses for Cylinders.Local Stresses in Spherical and Cylindrical Shells Due to External Loadings. seus derivados e outros.7 fluido inflamável qualquer fluido que possui ponto de fulgor inferior a 70 °C e a pressão de vapor absoluta não 2 excedendo a 2.

tubulação ou duto em operação. instalação de conexões e reforços.2 do Anexo A) 3. com formação profissionalizante na área de mecânica treinado e com experiência comprovada na atividade de trepanação e plugueamento 3. por parte da Contratada.Figura A.11 responsável pela operação de trepanação e plugueamento profissional da PETROBRAS ou de empresa contratada.17 trepanação (“hot tapping”) técnica de furação. na norma de projeto aplicável ao serviço 3.-PÚBLICO- N-2163 REV.1 do Anexo A) e sem parada operacional 8 . como inspetor de soldagem nível 2. com produto ou seus resíduos). de acordo com a ABNT NBR 14842:2003. instalado por soldagem (por exemplo.10 reparo estrutural reforço de aço. duto ou equipamento em operação. através de uma conexão previamente instalada com utilização de equipamentos específicos (HTM . enchimento com solda. compatível com o metal base. a documentação de soldagem deve ser aprovada por empregado designado para atuar na área de soldagem da unidade. dupla-calha. conector mecânico) em uma área defeituosa do equipamento. tubulações e dutos em operação (pressurizados com ou sem fluxo. 3. com serra copo e ou broca.14 responsável pelo projeto de trepanação e plugueamento profissional da PETROBRAS ou de empresa Contratada com competência legal para elaboração e aprovação de projetos de tubulações e equipamentos mecânicos 3. de uma tubulação. de modo a recompor sua resistência mecânica em função das condições de projeto (ver Figura A. em soldagem em operação.16 taxa de resfriamento variação de temperatura por unidade de tempo 3. a documentação de soldagem deve ser executada por um inspetor de soldagem com Certificação pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação (SNQC).9 plugueamento (“stopple”) intervenção no sistema com ou sem parada operacional com ou sem desvio de fluxo do duto ou tubulação 3. E 05 / 2011 3.13 responsável pela supervisão trepanação e plugueamento profissional da PETROBRAS ou de empresa Contratada com competência legal para supervisão dos serviços de tubulações e equipamentos mecânicos com experiência em serviços de trepanação e plugueamento 3.15 soldagem em operação (“in-service welding”) técnica onde se realiza soldagem de equipamentos. sem a necessidade de paradas operacionais NOTA Pode ser realizada para reparos.12 responsável pela soldagem por parte da PETROBRAS. elemento de reforço sobreposto.

execução (fiscalização e Contratada).4 Responsável pela Supervisão de Trepanação e Plugueamento Profissional da PETROBRAS ou de empresa Contratada com competência legal para supervisão dos serviços de tubulações e equipamentos mecânicos com experiência em serviços de trepanação e plugueamento.18 trinca a frio trincas que ocorrem nos aços ferríticos a temperaturas abaixo de 100 °C e são devidas a coexistência de outros três fatores. durante e depois das etapas previstas nesta Norma. da qual devem participar os responsáveis pelas atividades de: a) b) c) d) e) engenharia (projeto). NOTA 2 O resultado da reunião deve ser registrado em ata.2. 4.1 Critérios Gerais 4.4 do Anexo A) 4 Critérios e Atribuições Gerais 4. 4.2 Responsável pela Trepanação e Plugueamento Verificar as condições de trepanação e plugueamento antes.1 Responsável pela Soldagem Aprovar os documentos de soldagem e definir se as condições operacionais para realização do serviço de soldagem estão adequadas.2.2. consultando-se a documentação técnica existente. devem ser atendidas as condições estabelecidas nas PETROBRAS N-2162 e N-2349.-PÚBLICO- N-2163 REV. 4. sendo: microestrutura frágil (normalmente martensita).1 A decisão de realizar ou não a soldagem ou a trepanação e bloqueamento em equipamentos. Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS). 4.3 Responsável por Projetos de Trepanação e Plugueamento Profissional da PETROBRAS ou de empresa Contratada com competência legal para elaboração e aprovação de projetos de tubulações e equipamentos mecânicos. a reunião deve ser realizada pelos demais. inspeção de equipamentos. Segurança Industrial. operação.2 Atribuições 4. tubulações e dutos em operação deve resultar de uma análise feita em reunião sob coordenação da unidade operacional. 4.1.2 Em complementação a esta Norma.2. 9 . E 05 / 2011 3. juntamente com a listas de verificação apresentadas nos Anexos D e E.1. NOTA 1 No caso da inexistência do órgão ou responsável pela Engenharia (Projeto). tensões residuais de tração e presença de hidrogênio na região da solda (ver Figura A. conforme o modelo do Anexo C.

com formação profissionalizante na área de mecânica treinado e com experiência comprovada na atividade de trepanação e plugueamento. tubulação e equipamento. 4.2. de forma a garantir a segurança operacional. “fittings” e derivações em duto. de acordo com os procedimentos. Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS) Devem ser atribuições do SMS.7 Engenharia (Projeto) Elaborar projeto.11 Segurança. estão qualificados pela norma aplicável. replica metalográfica se aplicável em duto. tubulação e equipamento.2. 4.2 Verificar que todo o pessoal envolvido na soldagem. previamente ao inicio de cada atividade do serviço.10.1 Instalar as conexões ou reparos e executar trepanação. inspetor de soldagem Níveis 1 e 2.2.10 Execução Devem ser emitidos procedimentos executivos específicos. fornecer as informações necessárias sobre as instalações e atualizar os dados após execução dos serviços. NOTA O pessoal envolvido deve ter experiência em soldagem em operação. proteção ao meio ambiente e saúde ocupacional: 10 . segundo as especificações técnicas definidas no projeto de soldagem em carga e recomendações relacionadas nesta Norma.10.6 Responsável pela Unidade Operacional Gerente.2. constando.8 Inspeção Verificar a condição física das instalações previamente à execução dos serviços. Coordenador ou Supervisor responsável pela unidade operacional onde será executada a soldagem com ou sem posterior trepanação. a) b) c) d) e) 4. Essa experiência pode ser comprovada pela participação na qualificação do procedimento de soldagem. inspeção da integridade da parede do duto. tubulação e equipamento.5 Responsável pela Operação de Trepanação e Plugueamento Profissional da PETROBRAS ou de empresa contratada.2. garantir adequação dos materiais às especificações técnicas e certificar que os procedimentos atendem as exigências desta Norma. de: inspeção dimensional externa do duto.2.9 Operação Viabilizar e atender as condições operacionais necessárias à execução dos serviços. [Prática Recomendada] 4. no mínimo. 4. e soldadores.2. alinhamento e fixação de reparo estrutural. 4. f) inspeção por ensaios não destrutivos. E 05 / 2011 4. medição do CE do duto. ajustagem.-PÚBLICO- N-2163 REV.2. tubulação e equipamento. 4. 4.2. tubulação e equipamento.

esta conexão deve ser considerada como temporária. se necessário. e) avaliar flexibilidade do sistema de tubulação para identificar a necessidade de reforço na suportação. E 05 / 2011 a) analisar os riscos envolvidos nas atividades de soldagem e trepanação atendendo as PETROBRAS N-2162 e N-2349. NOTA Caso não seja permitido pela norma de projeto.-PÚBLICO- N-2163 REV. considerando o efeito da exposição prolongada ou repetida a agentes químicos que possam ser nocivos à saúde e informar os riscos à saúde ou os riscos associados. j) identificar os materiais na área e os produtos contidos na tubulação ou equipamento a ser trepanado ou soldado. tês bipartidos. b) verificar o uso de vestuário. 5 Instalação de Conexões ou Reparos Estruturais Soldados 5. fornecedores do material ou a partir da Ficha de Informação de Segurança Para Produtos Químicos (FISPQ). b) elaborar desenhos ou croquis da conexão a ser instalada. somente quando permitidos pela norma de projeto de equipamento. h) garantir o conhecimento por parte de todo o pessoal que esteja executando serviços em áreas próximas e que possam ser afetados pelos trabalhos ou por situações de emergência geradas. pontos de mudança de diâmetro ou de transição de forma ou locais onde existam cordões de solda. extremidades biseladas. juntas de vedação e parafusos a serem utilizados de acordo com a padronização do equipamento. i) preparar e tornar disponíveis procedimentos para isolamento da área de trabalho em caso de emergência. para as novas cargas adicionadas pela derivação. com base nos dados de projeto da instalação. e) realizar todos os testes necessários relativos a vapores inflamáveis. k) providenciar as medidas apropriadas de controle caso haja risco de exposição. anel de reforço e bocais). NOTA A conexão deve ser considerada como temporária.1 Engenharia (Projeto) Para o projeto devem ser considerados os seguintes requisitos e as seguintes responsabilidades: a) selecionar o tipo de conexão mecânica ou soldada e sua posição em relação ao equipamento. para todo o pessoal envolvido no local dos trabalhos. g) a emissão da permissão de entrada em espaço confinado deve seguir as orientações contidas no Procedimento Específico (PE) da unidade. tubulação ou duto. oxigênio e contaminantes perigosos no ar para garantir um ambiente seguro. o isolamento do local do serviço. 11 . do público e do pessoal não autorizado. c) determinar a pressão de teste hidrostático das conexões. tubulação ou duto (como por exemplo: conexões padronizadas. d) realizar a fixação por soldagem de conexões sobre curvaturas. d) alertar a todos os profissionais envolvidos nos trabalhos e seus supervisores dos riscos envolvidos e dos procedimentos a serem seguidos. conforme Anexo B. válvula de bloqueio. NOTA Estas informações devem ser obtidas com a operação. c) garantir vias de escape de emergência desobstruídas e dotadas de iluminação e de conhecimento de todos os envolvidos direta ou indiretamente com os trabalhos. barreiras e. quando necessário. f) tornar disponíveis placas sinalizadoras. caso não atenda à padronização requerida. Equipamento de Proteção Individual (EPI) e vestimenta fogo-retardante. tubulação ou duto ou após avaliação pela Inspeção para cada caso específico.

com aprovação prévia da fiscalização do serviço e profissional responsável pela soldagem. abertura de arco e corrosão. — para tanques de estocagem de óleo construídos de acordo com a API STD 650:2007 utilizar a API STD 653 2009. b) verificar nos casos com histórico de incrustações (como por exemplo. A composição química do material deve ser obtida no local onde a soldagem será executada (tubulação. como por exemplo. h) projetar as conexões de trepanação. os apresentados nas normas de projeto aplicáveis. sempre que possível. 5. mossas. os reparos e as modificações de soldas para atender as normas aplicáveis. exceto quando aprovada pela fiscalização da PETROBRAS em função de uma revisão de engenharia. E 05 / 2011 f) evitar. i) determinar tipo e dimensões de reforço estrutural que a conexão deve ter. NOTA 1 No caso de históricos da presença de H2S. executar varredura por ultrassom (conforme PETROBRAS N-1594).4:2009 e B31.3:2008 utilizar a API 570:2009.12 %: CEpcm  C  Si Mn Cu Ni Cr Mo V        5B 30 20 20 60 20 15 10 — Equação 2 para carbono maior que 0. se há a formação de depósitos internos à tubulação que possam interferir na vazão considerada pelo procedimento de soldagem. c) a inspeção visual deve verificar a existência de soldas. conforme abaixo: — para tubulações projetadas conforme a ASME B31. C-Mn microligado e TMCP. C-Mn. a composição química dos metais envolvidos na soldagem para calcular o seu CE de acordo com a equações 1 e 2. para tal devem ser utilizados os procedimentos de cálculo estabelecidos no WRC Bulletin 537:2010 ou procedimentos similares de documentos tradicionais e reconhecidos.2 Inspeção Para a inspeção dos trabalhos.-PÚBLICO- N-2163 REV.12 %: CEIIW  C  NOTA Mn Cr  Mo  V Cu  Ni   6 5 15 Quando isto não for possível. recorre-se ao CE máximo do certificado ou da especificação da norma de fabricação do material. g) garantir que a espessura local do metal base suporte a instalação de uma nova conexão. executar ensaios adicionais para detecção de trincas. NOTA 3 Caso seja detectada corrosão interna. sulfato de bário). — para dutos projetados conforme as ASME B31.4:2009. devem ser considerados os seguintes requisitos e as seguintes responsabilidades: a) na soldagem de aço C. deve ser utilizado um cabeçote com dimensão adequada que permita detectar a existência de alvéolos de pequenos diâmetros. determinar. d) antes do início dos trabalhos.8:2010 utilizar o ASME B31. NOTA 2 Caso seja detectada dupla laminação. para verificação de eventuais defeitos na chapa (como por exemplo corrosão interna. — para vasos de pressão construídos de acordo com o ASME BPVC Section VIII Division 1:2010 ou Division 2:2010 utilizar a API 510:2006. em uma faixa de inspeção de 150 mm em cada lado da região central da solda a ser executada. para temperaturas de fluido menores que 100 °C. carbonato de cálcio. deve ser mantida uma distância mínima de 200 mm da solda. exceto quando a norma de fabricação do material indicar outra forma de cálculo. equipamento e conexão) e pode ser obtida por meio de um dos seguintes ensaios: analise química via úmida ou equipamento de espectroscopia de emissão ótica: — Equação 1 para carbono menor ou igual a 0. dupla laminação e segregações) e da espessura da parede. a soldagem ou trepanação a uma distância inferior a 460 mm de um flange (ou de uma conexão soldada ou roscada) ou inferior a 80 mm de uma junta soldada (incluindo a solda longitudinal de tubulação). 12 .

com proteção ambiental adequada (chuva. em contato com a operação e a segurança. quando possível operacionalmente. os trabalhos de instalação da conexão. c) verificar a distribuição dos procedimentos necessários a todos os envolvidos diretamente no trabalho. no mínimo. soldagem e trepanação.-PÚBLICO- N-2163 REV. d) verificar o enquadramento dentro dos limites aceitáveis das dimensões da tubulação ou duto e respectiva conexão. garantir uma vala de tamanho suficiente de modo que o soldador ou soldadores tenham acesso adequado à região de solda. cumprindo os seguintes requisitos: — portar equipamentos de comunicação (como por exemplo. caso a válvula de bloqueio seja do tipo gaveta. 5. o teste hidrostático pode eventualmente ser substituído por outro ensaio não destrutivo que possibilite a avaliação da qualidade da solda a critério da inspeção. assim como linhas e válvulas por onde passem produtos tóxicos. principalmente na região sobrecabeça. b) identificar e marcar fisicamente a área onde deve ser instalada a conexão. i) providenciar ventilação mecânica eficiente. rádio. em todos os seus aspectos. — notificar a operação o término dos trabalhos a todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente. a uma distância de. no caso de duto enterrado. ventos). poços. f) preparar croquis da área de trabalho indicando local das escavações. e) verificar a existência de espaço físico adequado para instalação. preferencialmente. No caso da existência de descontinuidades. — estar apto a ordenar a imediata paralisação dos serviços se ocorrer qualquer desvio nas condições preestabelecidas. devem ser considerados os seguintes requisitos e as seguintes responsabilidades: a) planejar e informar a duração prevista dos serviços a serem executados. ou ferramenta apropriada. executar estudo de engenharia a fim de viabilizar a execução do serviço no local ou definir relocação quando possível. l) remover o reforço de soldas existentes que venham a interferir com a instalação da conexão. soldagem e trepanação). telefone celular). k) realizar. f) verificar a existência de ovalização e linearidade do duto ou tubulação de modo a minimizar a abertura na raiz das soldas circuferenciais de dupla calhas e acessórios para trepanação e ou plugueamento. h) providenciar acesso adequado para entrada e saída do local de trabalho. j) manter durante todo o decorrer dos trabalhos um supervisor responsável pela execução dos serviços (instalação da conexão. incluindo a proximidade de drenos. g) garantir que a válvula seja testada conforme API STD 598:2009. obstruções ou outra qualquer tubulação ou equipamento adjacente. soldagem e trepanação.3 Execução Para a execução dos trabalhos. deve-se verificar o recolhimento total da gaveta e a ausência de qualquer dispositivo que impeça a passagem da ferramenta de corte. galerias) onde se realizarem trabalhos de soldagem. soldagem e trepanação durante o período de claridade diurna. antes da remoção de seus reforços. garantindo uma região livre em torno da área de trabalho não inferior a 460 mm. NOTA O reforço de solda deve ser cuidadosamente removido com disco abrasivo. 50 mm além da conexão ou dupla-calha a ser instalada. m) realizar teste hidrostático da conexão após a soldagem. sendo de sua responsabilidade a correção técnica dos procedimentos de instalação da conexão. soldagem e operação da conexão e equipamento de trepanação a ser utilizado. 13 . iluminação adequada e vias de escape permanentemente desobstruídas nos locais abaixo do nível do solo (escavações. E 05 / 2011 e) executar inspeção por ultrassom para detecção de defeitos em soldas existentes.

tubulações e dutos contendo hidrocarbonetos.1. GLP. E 05 / 2011 n) providenciar todos os equipamentos. g) linhas sob vácuo ou pressão menor que a atmosférica. a menos que uma avaliação seja conduzida de modo que se determine procedimento operacional seguro. cloro ou outras substâncias químicas que possam se decompor violentamente ou se tornar perigosas em contato com o calor da soldagem.3 Em dutos enterrados no solo com proteção catódica externa por corrente impressa. — treinar os soldadores para execução de soldagem em equipamentos.Considerações e Restrições 6.4 Soldagem em equipamento.1 A soldagem em equipamentos. 6. tubulações ou dutos em operação. materiais e acessórios necessários aos trabalhos de trepanação: — treinar a equipe de trabalho com os procedimentos de trepanação e segurança. etileno. h) linhas com vapor d’água: acima de 300 °C ou com pressão acima de 20 kgf/cm2. tais como gás natural. soldagem e trepanação. d) substâncias cáusticas. b) ar comprimido.1. b) preparar um plano para monitorar e controlar as variáveis do processo dentro dos limites exigidos durante a execução dos serviços de instalação da conexão. como por exemplo: hidrocarbonetos com H2S. 6. petróleo. f) hidrogênio. e) acetileno. 6 Soldagem 6.2 Trabalhos de soldagem não devem ser permitidos em equipamentos. álcool anidro e hidratado e MTBE. óleo diesel. nitratos e ácidos. com histórico de danos causados por hidrogênio. deve ser considerada como provisória.1. caso o procedimento de soldagem não assegure uma dureza inferior a 248 HV5. deve ser verificado histórico de danos causados pelo hidrogênio e adotada a limitação da dureza máxima da ZTA a 280 HV5 na qualificação do procedimento de soldagem. se as concentrações e temperaturas previstas pelo projeto forem tais que as especificações de fabricação exijam tratamento térmico pós-soldagem. aminas.1 Produtos . c) peróxidos. pode ser realizada na maioria das situações comumente encontradas em refinarias. a menos que se proceda a uma verificação das condições de projeto e do material.4 Operação Devem ser atribuições da operação: a) atender as condições operacionais estabelecidas pelo profissional responsável pela soldagem. salvo casos em que haja análise específica. gasolina.-PÚBLICO- N-2163 REV. 5.1. terminais de armazenamento e dutos da companhia. tubulações e dutos em operação contendo qualquer um dos seguintes produtos: a) oxigênio e misturas de vapores de hidrocarboneto/oxigênio e hidrocarboneto/ar. nafta. [Prática Recomendada] 6. ou pela elevação da corrosividade (risco de corrosão) sob tensão do fluido em função da temperatura alcançada internamente devido à soldagem. benzeno e outros hidrocarbonetos insaturados ou mesmo polímeros que possam sofrer decomposição exotérmica e espontânea sob certas combinações de pressão e temperatura. propano. dutos e tubulações industriais. 14 .

NOTA 3 No caso de aplicação de soldagem diretamente sobre o corpo da tubulação ou equipamento (amanteigamento ou enchimento externo com metal de solda) e para espessuras inferiores a 12.5 mm objetivando o menor aporte térmico possível e avaliação das condições operacionais 3. 6.70 mm 6.2. tubulação industrial ou duto.2 a)] e a taxa de resfriamento do local onde deve ser executada a soldagem. o programa “Thermal Analysis Model for Hot-Tap Welding” do “Pipeline Research Council International” (PRCI) ou similares. E 05 / 2011 Nos serviços de soldagem em operação devem ser considerados os requisitos e restrições descritos em 6. NOTA 2 Na avaliação do risco de trinca a frio deve ser considerado o carbono equivalente [ver Nota do 5.2 Os trabalhos que exigem emprego de soldagem em operação do tipo subaquática.1 Considerações Gerais 6. 6.2. deste que aprovados pela fiscalização da PETROBRAS. podendo ser utilizado para tanto o modelo de análise térmica do Instituto Battelle.-PÚBLICO- N-2163 6.3 Os procedimentos de soldagem devem ser qualificados conforme a norma de projeto do equipamento.70 mm 6. 15 .35 mm Sim ou não Sim Não Sim ou não Não há risco de perfuração Não há risco de perfuração Avaliar risco de perfuração Avaliar risco de perfuração e condições operacionais Avaliar risco de perfuração.7 mm deve se verificado o risco de perfuração segundo Nota 2. seca (hiperbárica) ou molhada.Espessuras Mínimas para Execução de Soldagem Espessura mínima (t) Fluxo Requisito complementar (ver Notas 1 a 4) t  12.1.2.35 mm < t < 12.2.00 mm Sim ou não NOTA 1 Os requisitos complementares citados na Tabela 1 devem ser avaliados pelo profissional responsável. 6.20 mm  t < 5.2.1.00 mm  t  6. devem ser avaliados em cada caso específico conforme requisitos adicionais estabelecidos na PETROBRAS N-2036.2 Serviços de Soldagem REV.35 mm < t < 12.1. Tabela 1 .1 As condições específicas para evitar risco de perfuração na soldagem devem seguir a Tabela 1. NOTA 4 A temperatura interna da parede não deve ultrapassar 980 °C.70 mm 5. NOTA 2 O risco de perfuração deve ser avaliado antes do início da soldagem. NOTA 1 O profissional responsável pela soldagem deve considerar no procedimento de soldagem o risco de trinca a frio pelo efeito da temperatura de operação e do resfriamento acelerado imposto pela passagem do fluido.1 a 6.2. emprego de amanteigamento e passe de revenimento com eletrodo de diâmetro máximo de 2. O programa do PRCI pode ser obtido na Tecnologia da Informação e Telecomunicações (TIC) da PETROBRAS. Procedimentos qualificados para um dado carbono equivalente e uma dada taxa de resfriamento podem ser aplicados para carbonos equivalentes e taxas de resfriamentos inferiores.3.

1. 16 .7 mm. de forma que o procedimento de medição seja reproduzido na peça a ser soldada. além dos requisitos desta Norma. 6.8 Todo o trabalho de execução da soldagem deve ser acompanhado por inspetor de soldagem nível 1.2. 6. conforme requisitos específicos desta Norma. 6. 6.35 mm. cavas. deve-se utilizar somente eletrodos com diâmetro igual ou inferior a 3.7 Os consumíveis de soldagem devem estar de acordo com a PETROBRAS N-133. NOTA O profissional responsável pela soldagem deve considerar na seleção do processo de soldagem. Esta taxa deve ser qualificada no Registro da Qualificação do Procedimento de Soldagem (RQPS) de solda em operação e descrita na Especificação do Procedimento de Soldagem (EPS).1. as peculiaridades de cada processo. deve-se: a) para eletrodo revestido utilizar somente eletrodos de diâmetro 2.1. Utilizar passes estreitos em todas as camadas.2 mm a 6.5 Para a soldagem em operação de aços ferríticos: a) recomenda-se processo de soldagem: TIG (GTAW).1.2.10 No caso de soldagem em espessuras de 3.1. tubulações ou dutos em operação. 6.6 Os soldadores devem ser qualificados de acordo com as normas de projeto aplicáveis e treinados para soldagem de equipamentos.2.1.4 Os procedimentos de soldagem devem ser elaborados de acordo com as normas de projeto aplicáveis API STD 1104:2005 ou ASME BPVC Section IX:2010 e requisitos da PETROBRAS N-133.1. penetração e taxa de deposição.2. 6. c) garantir o controle de aporte térmico máximo e corrente máxima de soldagem.2.-PÚBLICO- N-2163 REV.12 Deve ser removido o reforço de soldas existentes no cruzamento de soldas em operação.2.9).11 Não deve ser realizada a soldagem por cima de regiões com mossas. 6.2 mm (1/8”).9 Para espessuras menores que 12.13 A soldagem sobre soldas “Electric Resistance Welding” (ERW) só deve ser executada após avaliação metalográfica de campo e constatação da inexistência de segregação orientada. b) avaliar o uso da técnica de amanteigamento com passe de revenimento (ver Figura A. d) avaliar a necessidade de redução de pressão.1. Na primeira camada de amanteigamento depositar os cordões de solda na direção circunferencial do duto. MIG/MAG (GMAW) ou Eletrodo Revestido (SMAW). como por exemplo. 6. E 05 / 2011 NOTA 3 A taxa de resfriamento dever ser verificada na faixa de 250 °C a 100 °C.2.2. aporte térmico. [Prática Recomendada] b) para o processo eletrodo revestido utilizar eletrodos tipo básico de baixo hidrogênio (nível máximo H8). polaridade inversa (eletrodo positivo).2.4 mm ou 2.0 mm.1. 6.1. A elaboração da documentação técnica de soldagem deve ser de acordo com a PETROBRAS N-2301. 6. trechos enrugados e sulcos.2.

c) recomenda-se que a vazão de produto durante a soldagem seja a mais alta e a temperatura de processo a menor possível em nível operacional.6 em complementação aos requisitos e atribuições gerais.1 Inspeção Para a inspeção dos trabalhos devem ser considerados os requisitos e as responsabilidades descritos nos 6.1.3.1.1 Todas as soldas devem ser 100 % inspecionadas visualmente (PETROBRAS N-1597) durante e após a execução da soldagem.2. não restando outra opção a não ser mudanças operacionais que eliminem a condensação de umidade na superfície a ser soldada. 6. aços inoxidáveis.3.1. mesmo que não requerido pelo procedimento de soldagem.1. [Prática Recomendada] NOTA 2 Resistências elétricas também podem ser utilizadas em substituição ao GLP para remoção da umidade superficial. utilizando chama oxidante com botijão de GLP (temperatura máxima de 60 °C). duplex e superduplex devem ser observados os seguintes requisitos adicionais: a) a soldagem destes materiais pode ser realizada em temperaturas de operação de até 150 °C. o pré-aquecimento mesmo para remoção de umidade pode não surtir efeito. as conexões soldadas devem ser testadas hidrostaticamente em todas as soldas de acordo com o Anexo B. [Prática Recomendada] NOTA 3 Equipamentos de aquecimento por indução podem ser utilizados quando for requerido temperatura de preaquecimento superior a 80 °C.2 Após a soldagem deve ser realizado 100 % de inspeção por partículas magnéticas (PM. Duplex e Superduplex Para soldagem em aços inoxidáveis austeníticos. ligas de níquel) podem ser soldados desde que o ciclo térmico gerado não introduza modificações microestruturais importantes na parede interna e que venham afetar a resistência à corrosão. Sempre que possível deve-se considerar a condição operacional da linha tronco de modo a evitar o colapso da mesma submetida à pressão externa. [Prática Recomendada] b) a temperatura interpasse durante a soldagem não deve ultrapassar 150 °C.2.3 Atribuições Específicas 6. Para aços inoxidáveis austeníticos duplex e superduplex. [Prática Recomendada] 6. [Prática Recomendada] NOTA 4 Em alguns casos severos de resfriamento (por exemplo: linhas de condensado de gás).-PÚBLICO- N-2163 6. E 05 / 2011 Para soldagem em aços ferríticos devem ser observados os seguintes requisitos adicionais: a) em condições operacionais ou climáticas que favoreçam a deposição de umidade superficial. b) equipamento.3.3 Aços Inoxidáveis Austeníticos. somente quando a área a ser aquecida for pequena (por exemplo: conexões para instalação de cupons de corrosão). ver PETROBRAS N-1598) ou Líquido Penetrante (LP.3.2 Aços Ferríticos REV. devendo ser analisadas caso a caso pela inspeção e profissional responsável. ver PETROBRAS N-1596). 6. 6. [Prática Recomendada] NOTA 1 Maçarico tipo chuveiro (oxigênio e propano ou acetileno) pode ser utilizado quando requeridas temperaturas de pré-aquecimento de até 80 °C. o ensaio por PM deve ser substituído pelo ensaio de LP.3. 6. 17 .3 Antes da trepanação.1 a 6.1. tubulações ou dutos com “clad” ou “liner” interno de materiais mais nobres (como por exemplo. recomenda-se a utilização de pré-aquecimento.3.

2 Operação Na operação devem ser considerados e verificados os seguintes requisitos e as seguintes responsabilidades em complementação aos requisitos e atribuições gerais: a) condições físicas do fluido no interior do equipamento ou do duto (sempre que possível no local onde deve ser executada a soldagem): composição. [Prática Recomendada] 6. deve-se executar a inspeção visual dimensional de ajuste com registro.3.3. f) antes da soldagem. NOTA Descontinuidades não aceitáveis pelos critérios de aceitação das normas de projeto podem ser avaliadas. estado físico.3. ventania de areia. uma nova limpeza deve ser realizada em pelo menos 25 mm para cada lado do chanfro a ser soldado. h) a cavidade para alojamento do mata-junta deve ter largura de no mínimo 2 mm de cada lado. 6.1.3.3. principalmente quanto ao paralelismo e perpendicularidade. 12 horas após o término do trabalho de soldagem.6 do Anexo A. vazão e velocidade.3.4 Recomenda-se que as inspeções e testes sejam realizadas.-PÚBLICO- N-2163 REV.3. a critério da unidade.5 O teste hidrostático somente deve ser iniciado depois de finalizada a última etapa de inspeção. API RP 579-1:2007 e BSI BS 7910:2005). pressão.1 a 6.3. 6. d) proteger a região a ser soldada de modo a garantir condições ambientais adequadas para a soldagem (ausência de ventos fortes. E 05 / 2011 6. [Prática Recomendada] 6. 6.3.3. i) a abertura da junta circunferencial de dupla-calha não deve ultrapassar 1. de pelo menos 150 mm de cada lado da área a ser soldada do equipamento. com escova rotativa de material compatível com o metal base. no mínimo. g) os mata-juntas das juntas longitudinais devem estender-se. conteúdo. por norma específica de avaliação de defeito (como por exemplo. b) no momento da soldagem.6 O critério de aceitação de descontinuidades deve ser o mesmo descrito nas normas de projeto aplicáveis.3.6 do Anexo A).3 Execução Para a execução dos trabalhos devem ser considerados os requisitos e as responsabilidades descritas nos 6.1 Preparo da Junta a) garantir limpeza.1. 6. temperatura. corrente de ar úmido). e) na instalação de dupla-calha ou conexões de grandes dimensões. no mínimo. b) condições operacionais para execução da soldagem e trepanação no local.3.5 do Anexo A).2 Soldagem Devem ser seguidas as recomendações da PETROBRAS N-133 e da norma de projeto com as seguintes complementações: 18 .3. incluindo parte interna e externa. para certificar que a conexão esteja corretamente posicionada e fixada. chuva. c) após a limpeza.1. seu posicionamento e fixação devem ser executadas por meio de correntes de aço e macacos hidráulicos ou cintas hidráulicas para melhor ajuste (Figura A. respeitando as indicações da Figura A. tubulação ou duto e da conexão ou reforço estrutural. 50 mm além das extremidades da dupla-calha (ver Figura A. verificar se há alguma imperfeição na superfície do metal base ou da conexão que impeça a execução da soldagem.6 mm.3 em complementação aos requisitos e atribuições gerais.

uma de cada vez. em situações que não é possível soldagem para posterior trepanação. 19 . a pressão de teste não deve colapsar a tubulação e deve ser reduzida caso isto possa ocorrer. limitador de profundidade e fluido de lubrificação.8 do Anexo A. O furo deve ter profundidade de 6 mm a 7 mm. evitando o contato do eletrodo ou de partes que não esteja isolado. [Prática Recomendada] g) caso seja necessário o reparo da solda. conforme Anexo A Figura A. f) sempre que possível. NOTA A seqüência de soldagem de soldas circunferenciais e dupla-calha deve ser de acordo com a Figura A.1 A espessura mínima admissível de parede. deve ser seguido o previsto na norma de projeto do equipamento. devido à temperatura do fluido no interior do equipamento ou duto. e não deve ser superior a 10 % desta pressão operacional. Entretanto.2 (D). seguindo as mesmas orientações do 6. 7.3. E 05 / 2011 a) garantir que as variáveis de soldagem qualificadas sejam atendidas.2 A Engenharia (Projeto) deve verificar se há necessidade de redução de pressão durante a furação do equipamento.3. d) na soldagem de dupla-calha as duas soldas longitudinais devem ser primeiramente realizadas de forma simultânea e com disposição dos passes de soldagem que minimize ao máximo o efeito de distorção. onde deve ser feito o furo.3. e) as soldas circunferenciais de fechamento devem ser realizadas em seguida à longitudinal. 7. A pressão de teste deve ser no mínimo a pressão de operação no momento do teste. deve ser de 9 mm. A rosca da válvula de injeção deve ser do tipo NPT. c) o arco de soldagem deve ser aberto somente nas regiões do chanfro da solda prevista.-PÚBLICO- N-2163 REV. com a superfície externa do equipamento. 7. recomenda-se escolher a região da tubulação com maior espessura local existente para o trabalho de soldagem. b) deve ser feita inspeção visual a cada passe de solda e descontinuidades detectadas devem ser imediatamente removidas antes do início do passe subseqüente.3. 7. Esta avaliação deve ser feita pela equipe de projeto da unidade. 7 Instalação de Conexões Roscadas antes da Trepanação Esta Seção se aplica a instalação de conexões roscadas.3. tubulação ou duto. Para o tempo de teste e demais requisitos de segurança. 6. tubulação ou duto em operação.3 O furo para instalar válvulas de injeção deve ser feito com broca adequada. deve ser realizado teste pneumático.3 Teste de Pressão O teste de pressão deve ser hidrostático e executado antes da eventual trepanação e obrigatoriamente antes da entrada em operação para verificação da estanqueidade das soldas e das conexões flangeadas. adotar o mesmo procedimento qualificado. NOTA Caso não seja viável a execução do teste hidrostático da conexão ou derivação.4 A válvula de injeção deve ser compatível com a classe de pressão da caixa da gaxeta.

materiais utilizados compatíveis com a classe de trabalho do equipamento a ser trepanado ou bloqueado. 8.2.5 Para equipamentos. para proteção da equipe que deve realizar os serviços do equipamento a ser trepanado e do equipamento de trepanação a ser utilizado. oxigênio(O2). hidrogênio(H2). E 05 / 2011 8. 8.4 No projeto devem ser considerados todos os esforços de carregamento e vibrações aplicados sobre os equipamentos. 8.1. 20 .11). acessórios. tubulações ou dutos com qualquer tipo de revestimento interno somente deve ser executada quando previamente analisada.2 Considerações sobre Produtos 8. a menos que tais equipamentos estejam protegidos do resíduo gerado pelos cortes por filtros ou cestas de isolamento ou que sejam utilizadas ferramentas apropriadas para sua retenção. deve ser registrada a distância do topo da conexão até a parede interna da tubulação.1 Os projetos de trepanação e plugueamento devem considerar além dos requisitos das respectivas normas de projeto do equipamento a serem trepanados e bloqueados.1. 8. 8. tubulações ou dutos com qualquer tipo de revestimento interno.2 A trepanação em equipamentos.1.1.10.9 Em conexões destinadas à instalação futura de provadores de corrosão.1. 8.2 No desenho do projeto devem ser apresentadas todas as dimensões dos arranjos físicos da trepanação e plugueamento conforme Figura A. 8.1. cloro (Cl2). Devem ser tomadas medidas para minimizar tais situações de risco (ver Figura A. 8. os requisitos da API RP 2201:2003. gás sulfídrico (H2S). devem ser previstos cuidados especiais.7 No projeto de trepanação e plugueamento devem ser apresentados os tipos de máquinas.8 A trepanação a montante de equipamentos rotativos ou válvulas de controle automático deve ser evitada.1.1. 8.1.3 O projeto devera prever método de plugueamento que garanta que os vapores de produtos não eficientemente bloqueados não sejam impedimento para realizar trabalhos a quente.-PÚBLICO- N-2163 8 Trepanação e Plugueamento 8.1 A trepanação não deve ser executada em equipamentos que operem com os seguintes produtos: peróxidos. tubulações e conexões.6 Deve ser realizada uma análise técnica do “layout” das instalações em relação à movimentação de cargas e montagem de andaimes e das possíveis interferências com equipamentos de trepanação. dutos. substâncias cáusticas ou ácidas.2.1 Considerações Sobre Projeto REV. 8. logo abaixo da conexão. equipamento ou duto.

g) emissão de documentação “conforme construído”.4. garantindo a realização dos serviços programados. pressões (classe de pressão). treinado e com experiência em serviços de trepanação e plugueamento. 21 .1 Os equipamentos para trepanação (manuais. duto ou equipamento a ser trepanado.3 Equipamentos para Trepanação e Plugueamento 8. 8. 8. 8. alinhamento e fixação dos equipamentos de trepanação e plugueamento e complementos.3. 8.3.2 O operador deve ter o domínio sobre o equipamento de trepanação. de modo a garantir que estejam em condições satisfatórias. 8. com formação profissionalizante na área de mecânica. constando.5 Atividades Iniciais Devem ser emitidos procedimentos executivos específicos. segundo as especificações técnicas definidas no projeto de trepanação e plugueamento e recomendações relacionadas nesta Norma. e) execução de trepanação e plugueamento e métodos de controle operacionais. c) inspeção dimensional externa do duto ou equipamento a ser trepanado e plugueado.6 Os equipamentos de trepanação e plugueamento devem ser testados hidrostaticamente com a mesma pressão de teste do equipamento a ser trepanado e respeitando a classe de pressão do equipamento de trepanação. b) elaboração de projeto executivo de trepanação e plugueamento. NOTA Os procedimentos devem indicar as características dos equipamentos de trepanação e plugueamento a serem executados nas diferentes etapas do serviço. a máquina. f) teste hidrostático.2 As máquinas de trepanação e plugueamento devem ser selecionadas de modo a suportar temperaturas.4 O material e o revestimento duro da broca ou do cortador devem ser adequados para a efetiva penetração da parede metálica da tubulação. acessórios e equipamentos de trepanação e plugueamento. ter competência legal na execução deste serviço e experiência em serviços de trepanação e plugueamento. no mínimo. 8. de: a) inspeção de recebimento de materiais.4 Qualificação da Equipe 8. 8. ao inicio de cada atividade do serviço. pneumáticos. esforços mecânicos que possam ocorrer durante sua operação. avaliando também o e tipo de fluído contido no equipamento.5 Antes do início da trepanação. d) montagem. 8.4.3. hidráulicos ou elétricos) devem ser capazes de reter e retirar a porção de parede metálica.3. a válvula. o elemento cortador e a broca piloto devem ser cuidadosamente inspecionados e testados. E 05 / 2011 8.3. duto ou equipamento.-PÚBLICO- N-2163 REV.1 O supervisor deve ter conhecimento sobre a manutenção do equipamento de trepanação.3.3 Os materiais de vedação e de construção da máquina devem ser compatíveis com os produtos contidos na tubulação.

1 Devem ser seguidas todas as instruções operacionais constantes dos manuais de operação das máquinas de trepanação.6. b) dimensionar conexões e ferramentas de corte apropriadas para acomodar o equipamento de trepanação.7.7. d) conhecer previamente o tipo de plugueamento da conexão a ser trepanada. de forma a evitar o seu emperramento ou arrastamento.-PÚBLICO- N-2163 8. quando o cortador ou o cupom recortado for recuperado. 8. 22 .7 Instalação do Equipamento de Trepanação 8.7.6 Preparação para Execução da Trepanação REV. ou mesmo a parte lateral da conexão ou sua solda. sendo introduzida pela abertura da válvula. 8. dentro dos limites do curso da máquina e o fechamento ininterrupto da válvula de trepanação.3 A ferramenta de corte deve ser menor que a sede de vedação da válvula.4 Confirmar que a válvula de alívio suporta a pressão e que se encontra em perfeitas condições operacionais. c) verificar a compatibilidade dimensional entre componentes de vedação (juntas e gaxetas). e) calcular o avanço máximo da ferramenta de corte e executar a marcação na haste do equipamento de trepanação. tubulações e equipamentos devem ser executados considerando os seguintes aspectos básicos e gerais além do seu projeto: a) verificar a existência de excentricidade da broca guia.7. 8. de forma a permitir a penetração total do cortador. de modo a garantir que o furo realizado pela mesma. não exceda o diâmetro previsto. 8.7. duto ou equipamento trepanado. E 05 / 2011 8.1 Durante a instalação do equipamento de trepanação.7. NOTA A distância do avanço máximo da ferramenta de corte deve ser calculada criteriosamente de modo a garantir que a trepanação seja terminada dentro dos limites dimensionais. a válvula deve ser centralizada no flange do bocal ou na própria rosca da conexão.2 A trepanação e plugueamento de dutos. que o corte seja suspenso antes que a ferramenta de corte atinja o lado oposto da tubulação. 8.6 No espaço compreendido entre a máquina de trepanação e o equipamento a ser perfurado (interior do “housing” com a válvula “sandwich” aberta) deve ser analisada a necessidade de inertização. permitindo o resgate do cupom.2 Durante a instalação. e que o recorte retirado da chapa possa ser retraído o suficiente para permitir o fechamento desimpedido da válvula de trepanação.5 Certificar-se de que foram tomadas precauções para a drenagem e o descarte seguro do material a ser coletado na máquina acima da válvula de trepanação.6. devem ser seguidas as instruções do fabricante. 8. 8.

Trepanação e Soldagem em Tanques em Operação 9.2 Caso o recorte de chapa ou cupom não seja recuperado. 9.2 Deve-se sempre acompanhar o avanço da ferramenta de corte do equipamento de trepanação por meio da marcação externa realizada previamente conforme 8.8 Execução do Serviço de Trepanação REV. 9. para saber quando o corte está terminado. 9 Condições Especiais .1 Devem ser atendidas as instruções do fabricante quando ao recuo da ferramenta de corte e fechamento da válvula.8. 9. E 05 / 2011 8. de acordo com a API RP 2207:2007 e API STD 650:2007. 23 . [Prática Recomendada] 8. recomenda-se que seja feito um estudo específico sobre a técnica a ser adotada para tal ação.9.5 Deve ser observado a geração de vapores dos tanques adjacentes ao serviço de soldagem e trepanação.3 Devem ser tomadas precauções no sentido de garantir a existência de um descarte adequado dos líquidos e vapores trazidos para o interior do equipamento de trepanação.3 e). para verificar a precisão dos medidores de nível remotos ou automáticos. deve-se prosseguir sem interrupção até que a trepanação tenha sido concluída e a válvula fechada. NOTA Devem ser efetuadas medições do nível do tanque com uma trena manual. 1 m acima da área onde o serviço está sendo efetuado. pelo menos.9.9. O trabalho de soldagem deve ser paralisado imediatamente se detectados vapores inflamáveis na área de serviço. 8. 8.5.2 Deve ser mantido o nível de líquido no tanque.3 Todas as operações do tanque devem estar paralisadas durantes os serviços de trepanação.8. o tanque deve estar sem manobras operacionais no momento da soldagem.-PÚBLICO- N-2163 8. Adicionalmente.1 Os vapores oriundos do interior do tanque não devem atingir a área externa onde a soldagem ou trepanação está sendo executada. juntamente com todos os órgãos envolvidos na referida trepanação.1 Uma vez iniciada a tarefa.4 Não é permitida a solda e trepanação na chaparia de teto em tanques em operação. 8.1. 9.9 Término do Serviço de Trepanação 8. que determina a magnitude de descida do seu eixo.

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(Do / t)0.1 A pressão de teste hidrostático.pressão externa máxima diferencial a ser aplicada durante teste hidrostático da conexão (MPa).Sy / FS].(t / Do) para Mx  2.2 A seguinte notação é utilizada: .6.pressão máxima admitida para a classe de pressão da conexão (MPa).5 < Mx < 13 para Mx  1.Ch. P .(Do / t)0.(Fe / Sy)0. aplicado para a determinação da pressão de teste hidrostático. Do L FT B.4 Fa = Fe / Sy Passo 5: Determinar P P = 2. FS . Pop .552 Passo 6: Definir a PTH PTH = Pop + P 32 .Fa. E 05 / 2011 Anexo B .3 O critério de determinação da pressão de teste hidrostático utiliza as seguintes etapas: Passo 1: Determinar Mx Mx = L / [0.comprimento total da conexão (mm).-PÚBLICO- N-2163 REV. utilizado para verificação da estanqueidade das soldas e das conexões flangeadas soldada.Dot]1/2 Passo 2: Determinar Ch Ch = 0.0 Passo 3: Determinar Fe Fe = 1.pressão máxima de operação do duto na região de instalação da conexão (MPa). PMOP .tensão de escoamento mínima especificada para o material do duto (MPa).módulo de elasticidade (MPa). executado antes da furação trepanação do duto. PTH . . Sy .pressão de teste hidrostático da conexão (MPa).579) Ch = 1.7.94 para 1.t / Do Passo 4: Determinar Fa Fa = Sy / FS Fa = [0.439 para Fe / Sy  0.t / Do Ch = 1.5 para Fe / Sy  2. . B. deverá ser determinada através da metodologia proposta pela WRC Bulletin 406:1995.92 / (Mx . PClasse .diâmetro externo do duto na região de instalação da conexão (mm).Mx-1.12.Cálculo da Pressão de Teste Hidrostático B.5.pressão de operação no duto durante a realização do teste hidrostático (MPa).espessura mínima do duto na região de instalação da conexão (mm).fator definido pelo código original de projeto do duto.439 para 0.55.fator de segurança para a determinação da pressão = 4. t .0.058 Ch = 0.94 para 13 < Mx < 2. E .0.552 < Fe / Sy < 2.E.

ao menor dos seguintes valores: a) 1. ainda.4 A pressão de teste hidrostático definida deve ser limitada.PClasse do duto.PMOP (máxima pressão de operação).5. E 05 / 2011 B. 33 . ou b) FT.-PÚBLICO- N-2163 REV.

FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-2163 REV. de ATA DE REUNIÃO 1 ASSUNTO: EQUIPAMENTO. APRESENTADAS NA LISTA DE VERIFICAÇÃO SUGERIDA PARA EXECUÇÃO DOS TRABALHOS? SIM NÃO 3 EXISTE POSSIBILIDADE DE ISOLAMENTO. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. DE CONEXÃO SOLDADA INST. E ANEXO C .FOLHA 01/02. . ESVAZIAMENTO OU OUTRA AÇÃO. SIM NÃO 6 CONCLUSÃO: COM BASE NOS ITENS DA LISTA DE VERIFICAÇÃO. PURGA. SERÁ REALIZADA A EXECUÇÃO DO(S) SERVIÇO(S)? SIM APROVAÇÃO NÃO AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. TUBULAÇÃO OU DUTO: LOCALIZAÇÃO: DESENHOS: PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: OPERAÇÃO: EXECUÇÃO/FISCALIZAÇÃO : INSP. TUBULAÇÃO OU DUTO EM OPERAÇÃO DESCRIÇÃO DETALHADA DO SERVIÇO: 2 OS TÉCNICOS ENVOLVIDOS NA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS JÁ VERIFICARAM SE EXISTE ALGUMA PENDÊNCIA. QUE PERMITA A ELIMINAÇÃO DOS RISCOS DECORRENTES DO CONTEÚDO DO EQUIPAMENTO OU DUTO.-PÚBLICO- FOLHA DE DADOS TÍTULO: Nº FOLHA REV.DE CONEXÃO ROSCADA SOLDAGEM TREPANAÇÃO SOLDAGEM OU TREPANAÇÃO EM EQUIPAMENTO. COM IMPACTO ECONÔMICO E AMBIENTAL ACEITÁVEL? SIM NÃO QUAL? 4 EMBORA EXISTA ESTA POSSIBILIDADE. [PRÁTICA RECOMENDADA] POR QUE? 5 NESTA REUNIÃO FORAM AVALIADOS OS PROCEDIMENTOS EXECUTIVOS E DE INSPEÇÃO QUE ESTÃO ANEXOS A ESTA ATA. EQUIPAMENTOS: SEGURANÇA INDUSTRIAL: PROJETO: DATA PREVISTA DO SERVIÇO: SERVIÇO: PREPARADO POR: NOTA TODOS OS ENVOLVIDOS NOS SERVIÇOS DEVEM RECEBER CÓPIA DESTA ATA. INST. RECOMENDA-SE QUE OS TRABALHOS SEJAM FEITOS EM OPERAÇÃO.

.-PÚBLICO- FOLHA DE DADOS TÍTULO: Nº FOLHA REV.2 PRODUTO CONTIDO VAZÃO NOMINAL: PRESSÃO DE PROJETO: TEMPERATURA DE PROJETO: É TÓXICO: É CORROSIVO: É INFLAMÁVEL: SIM SIM SIM NÃO NÃO NÃO 7.8 PROCEDIMENTO IMEDIATO DE CONTROLE DE EMERGÊNCIA: RESPONSÁVEL (ÓRGÃO DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA INDUSTRIAL) .NOME: 8 EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS OS SERVIÇOS DEVEM SER EXECUTADOS PELA SEGUINTE EQUIPE: RESPONSÁVEL (ÓRGÃO DE EXECUÇÃO) .4 BLOQUEIOS E ALINHAMENTOS A SEREM FEITOS NO SISTEMA: VAZÃO MÁXIMA: VAZÃO MÍNIMA: RESPONSÁVEL (ÓRGÃO DE OPERAÇÃO) . E ANEXO C .1 CARACTERISTICAS DO MATERIAL ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO MATERIAL: CARBONO EQUIVALENTE: ESPESSURA MÍNIMA ENCONTRADA: 7. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-2163 REV.3 CONDIÇÕES A SEREM MANTIDAS DURANTE A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS NO LOCAL DA INSTALAÇÃO: PRESSÃO DO FLUIDO: TEMPERATURA DO FLUIDO: 7. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. PREVENDO INCLUSIVE O ESCAPE OU RESGATE RÁPIDO DE PESSOAS: RESPONSÁVEL (ÓRGAO DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA INDUSTRIAL) .7 RUAS E ACESSOS A SEREM INTERDITADOS: 7.NOME: 7.6 MEDIDAS QUE PERMITAM ACESSO FÁCIL E LIVRE.NOME: AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. de ATA DE REUNIÃO 7 CONDIÇÕES GERAIS 7.5 MEDIDAS A SEREM ADOTADAS PARA PREVENIR CONTAMINAÇÃO DO PESSOAL COM PRODUTO TÓXICO: 7.FOLHA 02/02.NOME: 7.

CONFORME ESTA NORMA? 5 A ÁREA A SER SOLDADA FOI INSPECIONADA VISUALMENTE E COM US. N/A ANTES DO INÍCIO DA SOLDAGEM 1 FORAM AVALIADOS OS PRODUTOS CONTIDOS NA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO A SER SOLDADO. DUPLA LAMINAÇÃO. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA OS SERVIÇOS DE SOLDAGEM EM EQUIPAMENTO TUBULAÇÃO OU DUTO EM OPERAÇÃO SIM NÃO RESP. G) COMPOSTOS TERMICAMENTE INSTÁVEIS? TUBULAÇÃO(ÕES) OU DUTO(S) CONTÉM ALGUM DOS H) ACETILENO? SEGUINTES PRODUTOS: I) HIDROGÊNIO PURO OU EM MISTURA? J) ETENO? K) AMÔNIA? L) METANOL? M) SUBSTÂNCIAS CORROSIVAS? N) H2S? O) VÁCUO? 3 A CONEXÃO OU O REFORÇO ESTRUTURAL FOI PROJETADA SEGUINDO AS EXIGÊNCIAS DA NORMA DE PROJETO? 4 A ESPECIFICAÇÃO DO PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM FOI DESENVOLVIDA. E ANEXO D . E A FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DOS PRODUTOS QUÍMICOS REVISADA QUANTO AOS RISCOS À SAÚDE? A) OXIGÊNIO OU ATMOSFERA CONTENDO HIDROCARBONETOS RICOS EM OXIGÊNIO? B) AR COMPRIMIDO? C) SUBSTÂNCIAS OXIDANTES? D) SUBSTÂNCIAS TÓXICAS? E) SUBSTÂNCIAS CÁUSTICAS. ATAQUE POR H2 OU OUTRAS IMPERFEIÇÕES METALÚRGICAS? 6 FOI FORNECIDO LAUDO POR ESCRITO POR ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS? 7 SE ENCONTRADAS DESCONTINUIDADES OU DEFEITOS. . INTERFERÊNCIA COM SOLDAS EXISTENTES.-PÚBLICO- FOLHA DE DADOS TÍTULO: Nº FOLHA REV.FOLHA 01/02. FOI FEITA UMA ANÁLISE TÉCNICA ABRANGENTE PARA DETERMINAR SE E COMO SE DEVE PROSSEGUIR O SERVIÇO? A) FOI FEITA UMA ANÁLISE DE CRITICIDADE DO DEFEITO? 8 CASO POSITIVO: B) O DEFEITO APRESENTA ALGUM RISCO DE INSTAVELMENTE COM A PRESSÃO EXISTENTE? SE PROPAGAR C) É NECESSÁRIA ALGUMA REDUÇÃO DE PRESSÃO EM FUNÇÃO DESTE DEFEITO? 9 FOI IDENTIFICADO O MATERIAL DA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO E SE É COMPATÍVEL COM A CONEXÃO OU O REFORÇO ESTRUTURAL (DC)? 10 A DISTÂNCIA MÍNIMA DOS PONTOS ONDE SE REALIZA OS TRABALHOS DE SOLDAGEM ATENDE ESTA NORMA? 11 FORAM PROVIDENCIADOS EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO ADEQUADOS? 12 FORAM PROVIDENCIADOS OS EPIs APROPRIADOS PARA TODOS QUE TRABALHAM NA ÁREA? 13 A ÁREA A SER SOLDADA ESTÁ LOCALIZADA ABAIXO DO NÍVEL DE LÍQUIDO DO EQUIPAMENTO OU EM UMA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO NO QUAL TENHA SIDO DETERMINADA A VAZÃO? 14 A ÁREA DO SERVIÇO FOI DEVIDAMENTE ISOLADA E PREVISTAS ROTAS DE EMERGÊNCIA? 15 EXISTE ÁREA DE ACESSO SUFICIENTE PARA SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA? 16 O PESSOAL FOI TREINADO PARA IMPLEMENTAR O PROCEDIMENTO DE EMERGÊNCIA? 17 OS TRABALHOS SÃO EXECUTADOS EM PONTOS PERMITIDOS CONFORME PROJETO DO EQUIPAMENTO? 18 O PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM A SER EMPREGADO FOI QUALIFICADO POR ESTA NORMA? 19 OS SOLDADORES SÃO QUALIFICADOS E TREINADOS PARA O PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM APROVADO A SER UTILIZADO? 20 FOI EXIGIDO UM PRÉ-AQUECIMENTO DA ÁREA DE SOLDAGEM PARA REMOÇÃO DE UMIDADE OU POR EXIGÊNCIA DO PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM SELECIONADO? AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. NITRATOS OU OUTRO? F) PRODUTO QUE POSSA CAUSAR FRAGILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE PROCESSO OU DO DUTO. POR REAÇÃO A QUENTE? 2 O(S) EQUIPAMENTO(S). FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-2163 REV. QUANTO À ESPESSURA.

FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-2163 REV. E ANEXO D . de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA OS SERVIÇOS DE SOLDAGEM EM EQUIPAMENTO TUBULAÇÃO OU DUTO EM OPERAÇÃO SIM NÃO RESP. . SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.FOLHA 02/02.-PÚBLICO- FOLHA DE DADOS TÍTULO: Nº FOLHA REV. N/A 21 HÁ NECESSIDADE DE REDUÇÃO DA PRESSÃO EM FUNÇÃO DA PRESENÇA DE DEFEITO? 22 A ESPESSURA DE PAREDE DO EQUIPAMENTO OU TUBULAÇÃO OFERECE RISCO DE PERFURAÇÃO? 23 FOI VERIFICADA A AFERIÇÃO DAS MÁQUINAS DE SOLDAGEM? 24 O PESSOAL DA EQUIPE DE SOLDA É QUALIFICADO EI TREINADO PARA SERVIÇOS DE SOLDAGEM EM CARGA NOTA: LEGENDA: N/A = NÃO APLICÁVEL RESP. = RESPONSÁVEL AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.

6 FOI REALIZADO O TESTE DE PRESSÃO DA VÁLVULA E O SEU ENVOLTÓRIO.10 A ÁREA SELECIONADA SUPORTA O PESO DO EQUIPAMENTO DE TREPANAÇÃO? 1. DUPLA LAMINAÇÃO.4 A CONEXÃO FOI PROJETADA SEGUINDO AS EXIGÊNCIAS DA NORMA DE PROJETO? 1. GÁS COMBUSTÍVEL E ATMOSFERA TÓXICA NA ÁREA DE TREPANAÇÃO? 1. de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA OS SERVIÇOS DE TREPANAÇÃO E/OU PLUGUEAMENTO DE EQUIPAMENTOS TUBULAÇÕES E DUTOS SIM NÃO RESP N/A 1 ANTES DO INÍCIO DA TREPANAÇÃO 1.17 FORAM PROVIDENCIADOS EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO ADEQUADOS? 1. QUANTO À ESPESSURA. E ANEXO E . ADEQUANDO O CURSO DO CORTADOR A ESTE SERVIÇO? 1.13 EXISTE AFASTAMENTO EXTERNO SUFICIENTE PARA INSTALAR O EQUIPAMENTO DE TREPANAÇÃO E EXTRAIR O CORTADOR ATRAVÉS DA VÁLVULA? 1.11 EXISTE MEIO ADEQUADO DE IÇAMENTO E SUPORTE PARA O EQUIPAMENTO DE TREPANAÇÃO E A TUBULAÇÃO SUBSEQÜENTE? 1. ATAQUE POR H2 OU OUTRAS IMPERFEIÇÕES METALÚRGICAS? 1. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.-PÚBLICO- FOLHA DE DADOS TÍTULO: Nº FOLHA REV. TUBO E VÁLVULA A SEREM INSTALADAS ATENDEM A NORMA RELATIVA À TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO A SER TREPANADO? 1.1 EXISTE ATESTADO ASSEGURANDO QUE AS INSTRUÇÕES DO FABRICANTE FORAM ATENDIDAS PARA GARANTIR QUE O EQUIPAMENTO DE TREPANAÇÃO E PLUGUEAMENTO APRESENTE A PRESSÃO E GRADUAÇÃO DE TEMPERATURA COERENTES.14 A DISTÂNCIA MÍNIMA DOS PONTOS ONDE SE REALIZA OS TRABALHOS ATENDE ESTA NORMA? 1. JUNTAS.23 OS TRABALHOS SÃO EXECUTADOS EM PONTOS PERMITIDOS CONFORME PROJETO DO EQUIPAMENTO? 1. BEM COMO A REMOÇÃO DE RESSALTOS INTERNOS PARA POSSIBILITAR O PERFEITO FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA DE TREPANAÇÃO? 1. INTERFERÊNCIA COM SOLDAS EXISTENTES. NITRATOS OU OUTRO? F) COMPOSTOS TERMICAMENTE INSTÁVEIS? 1.3 O(S) EQUIPAMENTO(S).20 A ÁREA DO SERVIÇO FOI DEVIDAMENTE ISOLADA E PREVISTAS ROTAS DE EMERGÊNCIA? 1. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-2163 REV.21 EXISTE ÁREA DE ACESSO SUFICIENTE PARA SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA? 1.19 A ÁREA A SER TREPANADA ESTÁ LOCALIZADA ABAIXO DO NÍVEL DE LÍQUIDO DO EQUIPAMENTO OU EM UMA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO NO QUAL TENHA SIDO DETERMINADA A VAZÃO? 1.24 FORAM AVALIADAS AS CONSEQÜÊNCIAS DOS RESÍDUOS EQUIPAMENTOS ROTATIVOS DESPROVIDOS DE FILTROS? DA TREPANAÇÃO A MONTANTE DE AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.9 FOI IDENTIFICADO O MATERIAL DA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO E SE É COMPATÍVEL COM A CONEXÃO? 1.18 FORAM PROVIDENCIADOS OS EPIs APROPRIADOS PARA TODOS QUE TRABALHAM NA ÁREA? 1.22 O PESSOAL FOI TREINADO PARA IMPLEMENTAR O PROCEDIMENTO DE EMERGÊNCIA? 1.7 A POSIÇÃO EXATA DA TREPANAÇÃO FOI IDENTIFICADA E MARCADA NA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO? 1.16 FORAM EFETUADOS TESTES QUANTO À PRESENÇA DE O2. PARAFUSOS. . E A FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DOS PRODUTOS QUÍMICOS REVISADA QUANTO AOS RISCOS À SAÚDE? A) OXIGÊNIO OU ATMOSFERA CONTENDO HIDROCARBONETOS RICOS EM OXIGÊNIO? B) AR COMPRIMIDO? C) SUBSTÂNCIAS OXIDANTES? D) SUBSTÂNCIAS TÓXICAS? E) SUBSTÂNCIAS CÁUSTICAS.15 EXISTE AFASTAMENTO INTERNO SUFICIENTE PARA EXTRAIR O CORTADOR E O CUPOM ATRAVÉS DA VÁLVULA? 1.8 A ÁREA A SER SOLDADA FOI INSPECIONADA VISUALMENTE E COM US.FOLHA 01/02.2 FORAM AVALIADOS OS PRODUTOS CONTIDOS NA TUBULAÇÃO OU EQUIPAMENTO A SER TREPANADO. TUBULAÇÃO(ÕES) OU DUTO(S) G) ACETILENO? CONTÉM ALGUM DOS h) HIDROGÊNIO PURO OU EM MISTURA? SEGUINTES PRODUTOS: I) ETENO? J) AMÔNIA? K) METANOL? L) SUBSTÂNCIAS CORROSIVAS? M) H2S? N) VÁCUO? 1.5 OS FLANGES.

4 AS GAXETAS OU VEDAÇÕES DO EQUIPAMENTO DE TREPANAÇÃO FORAM VERIFICADAS? 2. . SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. PARA GARANTIR PASSAGEM LIVRE? 2. GAXETA. SE RECOMENDADO? NOTA: LEGENDA: N/A = NÃO APLICÁVEL RESP. de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA OS SERVIÇOS DE TREPANAÇÃO E/OU PLUGUEAMENTO DE EQUIPAMENTOS TUBULAÇÕES E DUTOS SIM NÃO RESP N/A 1. JUNTA E PARAFUSOS FORAM TESTADOS QUANTO A VAZAMENTOS? 2. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-2163 REV.9 A PROFUNDIDADE DE CORTE É CALCULADA DE MODO A EVITAR O CORTE DA FACE OPOSTA DO TUBO? 2.-PÚBLICO- FOLHA DE DADOS TÍTULO: Nº FOLHA REV.5 A VÁLVULA DE ALÍVIO DA MÁQUINA DE TREPANAÇÃO FOI VERIFICADA PARA CONFIRMAR QUE IRÁ OPERAR A CONTENTO E QUE NÃO ESTÁ OBSTRUÍDA? 2.25 FORAM DEFINIDAS EXIGÊNCIAS PARA E TESTE DE PRESSÃO? TODO O EQUIPAMENTO DE TESTE ENCONTRA-SE À MÃO E EM BOAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO? 2 ANTES DO CORTE 2.1 A SOLDA FOI INSPECIONADA E TESTADA? 2.2 A CONEXÃO DE TREPANAÇÃO FOI TESTADA QUANTO À PRESSÃO? 2.11 O EQUIPAMENTO DE TREPANAÇÃO E A VÁLVULA FORAM PURGADOS.6 TODOS OS PARAFUSOS DA FERRAMENTA DE CORTE ESTÃO APERTADOS? 2.FOLHA 02/02.3 A VÁLVULA DE TREPANAÇÃO. E ANEXO E .7 O COLETOR DE CUPOM ESTÁ ALOJADO CORRETAMENTE? 2.10 A FERRAMENTA DE CORTE FOI INTRODUZIDA ATRAVÉS DA VÁLVULA.8 A VÁLVULA ESTÁ CENTRALIZADA NO FLANGE? 2. = RESPONSÁVEL AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.

B e C Não existe índice de revisões. REV. E Partes Atingidas Todas Revisadas Descrição da Alteração IR 1/1 . A.-PÚBLICO- N-2163 REV. D Partes Atingidas Todas Revisadas Descrição da Alteração REV. E 05 / 2011 ÍNDICE DE REVISÕES REV.

E 05 / 2011 GRUPO DE TRABALHO .-PÚBLICO- N-2163 REV.GT-26-10 Membros Nome Paulo Faria Byron Gonçalves de Souza Filho Douglas de Oliveira Passos Eliezer Ferreira Curvelo Giovani Dalpiaz Mauro dos Santos Alcatrão Mucio Eduardo Amarante Costa Pinto Ricardo Reppold Marinho Sidney Barbalho Braga Silviano Possebon Wu Shin Chien da Silva Lotação UO-BC/ENGP/EIS TRANSPETRO/DGN/GAS/TGN REVAP/MI/PM TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/STSE/INSP CENPES/PDP/TMEC ENGENHARIA/SL/SEQUI/CI TRANSPETRO/DTO/CL/RD CENPES/PDP/TMEC TRANSPETRO/DTO/CL/RD ENGENHARIA/SL/SEQUI/CI REPLAN/MI/EE Telefone 861-3547 811-9066 855-6784 813-6667 812-5023 855-6637 852-5881 812-6993 852-5926 855-6127 853-6706 Chave QM76 EDL7 TPVE TGP4 UPVU TP2D TP79 CSMI TPLC UQ0O RP3C Secretário Técnico Sávio Batalha Fiuza ENGENHARIA/AG/NORTEC-GC 819-3088 EI5W .