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2013

Projeto Pedagógico das Engenharias

CECS UFABC

Prefácio
Este documento atualiza os ajustes decorrentes da implantação dos cursos de Engenharia da UFABC. Estes ajustes se concentram em alterações de nome, código, categoria, T-P-I, recomendação, ementa e bibliografia de algumas disciplinas, fruto da experiência dos docentes após ministrar as mesmas por diversas vezes, como também pela necessidade de atualização periódica dos cursos. O processo de criação e exclusão de disciplinas também faz parte destes ajustes. As disciplinas Obrigatórias do BC&T não sofreram alterações. Com relação às disciplinas de Opção Limitada do BC&T, que são obrigatórias para todas as Engenharias, houve alteração de ementa somente na disciplina BC1713 – Engenharia Econômica, sendo que nas demais disciplinas ocorreu apenas a atualização de bibliografias. Trata-se de um aprimoramento do Catálogo das Engenharias aprovado no ConsEP em agosto de 2009 e que, após aprovação pelo ConsEPE em 2013, deverá valer para todos alunos que efetuarem a reserva de vaga ou se matricularem nos diversos cursos de Engenharia da UFABC, a partir da data de sua publicação. - Prof. Dr. Hélio Waldman – Reitor da UFABC - Prof. Dr. Gustavo Martini Dalpian – Vice Reitor da UFABC - Prof. Dr. Gilberto Martins - Diretor do CECS - Prof. Dr. Marcelo Modesto da Silva - Vice Diretor do CECS - Prof. Dr. Cícero Ribeiro de Lima – Coord. Engenharia Aeroespacial - Prof. Dr. Dácio Roberto Matheus – Coord. Engenharia Ambiental e Urbana - Prof. Dr. Emery Cleiton Cabral Correia Lins – Coord. Engenharia Biomédica - Profª. Drª. Cristina Autuori Tomazeti – Coordª. Engenharia de Energia - Prof. Dr. Jabra Haber – Coord. Engenharia de Gestão - Prof. Dr. Luiz Henrique Bonani do Nascimento – Coord. Engenharia de Informação - Prof. Dr. Marcos Roberto da Rocha Gesualdi – Coord. Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica - Prof. Dr. Everaldo Carlos Venancio – Coord. Engenharia de Materiais - Vagner Guedes de Castro – Chefe da Divisão Acadêmica do CECS

Santo André, 12 de Março de 2013.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

Sumário
1 2 3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 Considerações Iniciais ........................................................................................................................................... Dados da Instituição ............................................................................................................................................... Forma de Acesso aos Cursos ............................................................................................................................... Regime de Matrícula ............................................................................................................................................... Desempenho Acadêmico ...................................................................................................................................... Tabela 1: Relação Conceito Obtido x Significado x Valor Numérico ................................................ Processo de Jubilação ............................................................................................................................................ Revisão de Conceitos Finais ................................................................................................................................ Fundamentação Legal ............................................................................................................................................ Regime de Ensino .................................................................................................................................................... Estratégias Pedagógicas ....................................................................................................................................... Tabela 2: Disciplinas Obrigatórias do BC&T .............................................................................................. Tabela 3: Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) ........ Tabela 4: Disciplina do Catálogo 2010 convalidada para o Catálogo 2013 .................................. Tabela 5: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ..................................................... Tabela 6: Relação entre X e Y ............................................................................................................................ Estágio Curricular .................................................................................................................................................... Trabalho de Graduação ......................................................................................................................................... Síntese da Composição da Matriz das Engenharias .................................................................................. Tabela 7: Síntese da composição curricular das Engenharias ............................................................ Tabela 8: Proposta de grade para estudantes de todas as Engenharias ........................................ Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) .. Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ............................................... Ações Acadêmicas Complementares à Formação ..................................................................................... Projetos de Assistência Estudantil ................................................................................................................... Divisão de Apoio ao Estudante de Graduação (DAEG) ............................................................................ Bolsa Permanência .................................................................................................................................................. Bolsa Moradia ........................................................................................................................................................... Bolsa-Auxílio-Participação em Eventos ......................................................................................................... Projeto de Ensino-Aprendizagem Tutorial (PEAT) ................................................................................. Iniciação à Pesquisa Científica ........................................................................................................................... Pesquisando Desde o Primeiro Dia (PDPD) ................................................................................................. Programa de Iniciação Científica – PIC/PIBIC ............................................................................................ Programa de Iniciação Científica – PIBIC/AF .............................................................................................. Projeto de Monitoria Acadêmica ...................................................................................................................... IEEE ............................................................................................................................................................................... Dados específicos de cada modalidade de Engenharia ........................................................................... Engenharia Ambiental e Urbana .................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... 2 06 06 06 07 08 09 11 11 12 13 13 14 16 16 17 18 18 20 21 23 24 25 32 36 36 36 36 36 37 37 37 38 38 38 38 39 40 40 40 40 41 41 41 42 43

3.8 3.9 4 5 6 7 7.1 7.1.1 7.1.1.1 7.1.1.2 7.1.1.3 7.2 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.4 7.5 8 8.1 8.1.1 8.1.2 8.1.3 8.1.3.1 8.1.3.2 8.1.4 8.1.5

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 9: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana ................ Tabela 10: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana ......................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 11: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Ambiental e Urbana .................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 12: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana ...................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana ................................................. Engenharia Aeroespacial ................................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 13: Exigências para a formação do Engenheiro Aeroespacial da UFABC ....................... Tabela 14: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial ............................ Tabela 15: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ....................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 16: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Aeroespacial .................................. Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 17: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial .................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ................................................................ Engenharia Biomédica ....................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 18: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica ................................. Tabela 19: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica ............................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 20: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Biomédica ....................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 21: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica ......................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica ..................................................................... Engenharia de Energia ....................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... 3

8.1.6 8.1.7 8.1.8 8.1.8.1 8.1.8.2 8.2 8.2.1 8.2.2 8.2.3 8.2.3.1 8.2.3.2 8.2.4 8.2.5

45 46 47 48 49 49 50 50 67 88 88 88 88 88 89 89 90 90 91 92 93 93 94 94 95 95 108 130 130 130 130 130 131 132 133 136 137 139 139 140 140 141 141 154 178 178 178

8.2.6 8.2.7 8.2.8 8.2.8.1 8.2.8.2 8.3 8.3.1 8.3.2 8.3.3 8.3.3.1 8.3.3.2 8.3.4 8.3.5 8.3.6 8.3.7 8.3.8 8.3.8.1 8.3.8.2 8.4 8.4.1 8.4.2

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 22: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia ................................ Tabela 23: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia ............................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 24: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Energia ....................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 25: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia ......................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia .................................................................... Engenharia de Gestão ......................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 26: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão .................................. Tabela 27: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão .............................................. Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 28: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Gestão ......................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 29: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão ........................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão ...................................................................... Engenharia de Informação .............................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 30: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação ......................... Tabela 31: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação .................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 32: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Informação ............................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 33: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação ................................................. Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação ............................................................ 4

8.4.3 8.4.3.1 8.4.3.2 8.4.4 8.4.5 8.4.6 8.4.7 8.4.8 8.4.8.1 8.4.8.2 8.5 8.5.1 8.5.2 8.5.3 8.5.3.1 8.5.3.2 8.5.4 8.5.5 8.5.6 8.5.7 8.5.8 8.5.8.1 8.5.8.2 8.6 8.6.1 8.6.2 8.6.3 8.6.3.1 8.6.3.2 8.6.4 8.6.5 8.6.6 8.6.7 8.6.8 8.6.8.1 8.6.8.2

178 178 179 179 180 183 184 185 186 187 187 188 188 198 242 242 242 244 244 244 245 248 248 250 251 251 252 252 252 252 266 287 287 287 288 288 288 289 291 293 294 295 296 297 297 297 297 309

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 8.7.1 8.7.2 8.7.3 8.7.3.1 8.7.3.2 8.7.4 8.7.5 Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ................................................................ Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 34: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................................................................................................................... Tabela 35: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ................................................................................................................................................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 36: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................................................................................................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 37: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ....................................................................................................................................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ... Engenharia de Materiais ................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 38: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais ............................. Tabela 39: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais ........................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 40: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Materiais ................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 41: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais ..................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais ................................................................. 328 328 328 329 329 329 330 331 332 333 334 335 336 336 336 336 348 368 368 368 369 369 369 369 371 372 374 375 376 377 377 377 377 388

8.7.6 8.7.7 8.7.8 8.7.8.1 8.7.8.2 8.8 8.8.1 8.8.2 8.8.3 8.8.3.1 8.8.3.2 8.8.4 8.8.5 8.8.6 8.8.7 8.8.8 8.8.8.1 8.8.8.2

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

1 – Considerações Iniciais
Este documento apresenta os Projetos Pedagógicos dos 08 cursos de Engenharia oferecidos pela UFABC: Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Urbana, Engenharia Biomédica, Engenharia de Energia, Engenharia de Gestão, Engenharia de Informação, Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica e Engenharia de Materiais, visando facilitar a compreensão da concepção, da estrutura e das bases legais que os permeiam. Os aspectos comuns aos 08 cursos de Engenharia serão apresentados numa única vez, no início do documento, assim como as diretrizes norteadoras do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) que procuram garantir as sinergias decorrentes da oferta desses 08 cursos em um ou mais câmpus da UFABC. Em seguida, são apresentadas as características específicas de cada uma das 08 engenharias.

2 – Dados da Instituição
Nome da Unidade: Fundação Universidade Federal do ABC CNPJ: 07 722.779/0001-06 Lei de Criação: Lei 11.145 de 26 de julho de 2005 Diário Oficial da União (DOU) de 27 de julho de 2005

3 – Forma de Acesso aos Cursos
Para ter acesso a um ou mais cursos de Engenharia da UFABC, os estudantes devem inicialmente cursar o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T) da UFABC, no qual ingressam por meio de processo seletivo realizado pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do Ministério da Educação (MEC) em fase única, a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias O acesso aos cursos de formação específica, que inclui os cursos de Engenharia, é regulamentado pela Resolução ConsEP nº 31 de 01 de julho de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

Ainda, segundo o Ato Deliberativo aprovado pelo CONCECS na 8ª Reunião Ordinária, de 20 de setembro de 2010, as vagas estão distribuídas da seguinte forma:

Engenharia Aeroespacial: 125 vagas Engenharia Ambiental e Urbana: 125 vagas Engenharia Biomédica: 125 vagas Engenharia de Energia: 125 vagas Engenharia de Gestão: 125 vagas Engenharia de Informação: 125 vagas Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica: 125 vagas Engenharia de Materiais: 125 vagas

3.1 – Regime de Matrícula
Antes do início de cada quadrimestre letivo, o aluno deverá proceder à sua matrícula, indicando as disciplinas que deseja cursar no período, de acordo com o regulamentado pela Resolução ConsEP no 66 de 10 de Maio de 2010 ou outra Resolução que vier a substituí-la. A partir do segundo quadrimestre, o estudante deverá realizar a matrícula nas disciplinas de sua escolha e nos períodos estabelecidos pelo calendário acadêmico. A oferta de disciplinas é baseada na matriz sugerida do curso, entretanto o aluno tem liberdade para gerenciar sua matrícula atentando-se para os critérios de jubilação (desligamento), regulamentados pela Resolução ConsEP no 44 de 10 de dezembro de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

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porém podem ser indicadas recomendações de outras disciplinas cujos conhecimentos são imprescindíveis para o bom aproveitamento do estudante. Estes coeficientes servem para a avaliação geral.Centro de Engenharia. cabendo ao mesmo decidir se efetuará a matrícula de acordo com a ordem sugerida. nos conceitos obtidos e no número de quadrimestres de permanência do estudante na Universidade. são gerados alguns coeficientes de avaliação com base nas disciplinas e créditos cursados. considerando seus respectivos créditos. para a gestão acadêmica e de políticas de acesso aos cursos de graduação da UFABC e também para subsidiar processos internos de suporte pedagógico e seleção. Fórmula de cálculo do CR:  ( Ni  Ci) CR   Ci i i onde: Ci = créditos correspondentes à disciplina i (apenas T + P). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Não há requisitos para a matrícula em disciplinas (exceto para as disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos). O cálculo do CR leva em conta a média ponderada dos conceitos obtidos em todas as disciplinas cursadas pelo aluno. Ni é o valor numérico do conceito obtido na disciplina i.2 – Desempenho Acadêmico No decorrer da vida acadêmica dos estudantes de graduação da UFABC. Veja os principais coeficientes: Coeficiente de Rendimento (CR): É um número que mostra como vem sendo o aproveitamento do aluno em relação às disciplinas cursadas. 3. conforme Tabela 1. abaixo: 8 .

Fórmula de cálculo do CA: CA   f (MCi)CRi i 1 ND  CRi i 1 ND 9 . Este grau deve ser convertido em A. Havendo vaga. o aluno poderá cursar esta disciplina novamente. Valor numérico 4 3 C 2 D 1 F O 0 0 Não entra no cálculo do CR I a) Coeficiente de Aproveitamento (CA): É um número definido pela média dos melhores conceitos obtidos nas disciplinas cursadas pelo aluno a partir da matriz sugerida para o seu curso. Desempenho mínimo satisfatório. mas demonstrando deficiências que exigem trabalho adicional para prosseguir em estudos avançados. demonstrando excelente compreensão da disciplina e do uso do conteúdo. Reprovado por falta.Centro de Engenharia. Nesse caso. com a exceção de que o CA elimina do cálculo as disciplinas de menor conceito que o aluno tenha refeito e obtido um conceito superior. habilidade para enfrentar problemas relativamente simples e prosseguir em estudos avançados. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 1: Relação Conceito Obtido x Significado x Valor Numérico Conceito Obtido A B Significado Desempenho excepcional. Bom desempenho. B. demonstrando boa capacidade de uso dos conceitos da disciplina. com familiaridade parcial do assunto e alguma capacidade para resolver problemas simples. Seu cálculo é idêntico ao do CR. o aluno é aprovado na expectativa de que obtenha um conceito melhor em outra disciplina. D ou F antes do término do quadrimestre subseqüente. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. C. Indica que uma pequena parte dos requerimentos do curso precisa ser completada. demonstrando capacidade de uso adequado dos conceitos da disciplina. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. Incompleto. Reprovado. para compensar o conceito D no cálculo do CR. Aproveitamento mínimo não satisfatório dos conceitos da disciplina.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias onde: ND = número de disciplinas diferentes cursadas pelo aluno. f(C) = 2... de acordo com suas categorias: Obrigatória. . Quando CPk alcançar o valor unitário. Opção Limitada ou Livre. O valor do CPk cresce à medida que o aluno vai sendo aprovado nas disciplinas cursadas. b) Coeficiente de Progressão Acadêmica (CPk): É um número que informa a razão entre os créditos das disciplinas aprovadas e o número total de créditos exigidos para integralização de um curso que pode ser o BC&T. CRi = número de créditos da disciplina i. Fórmula do cálculo do CPk : onde: 10 . o aluno concluiu os créditos correspondentes às disciplinas do curso considerado. o BC&H ou qualquer outro curso específico. f(B) = 3. 2. f(F) = f(0) = zero. consideradas todas as vezes em que ele a tenha cursado. respeitando-se a seguinte relação entre cada conceito e o valor de f: f(A) = 4. desconsideradas as repetições de disciplina já cursada anteriormente (i = 1. f(D) = 1. ND). para o curso considerado.. MCi = melhor conceito obtido pelo aluno na disciplina i.Centro de Engenharia. i = índice de disciplina cursada pelo aluno.

3. 3.Centro de Engenharia.005T onde: CR é o Coeficiente de Rendimento calculado sobre todas as disciplinas cursadas até o momento na UFABC. será calculado preliminarmente o índice de afinidade do aluno pelo curso Ik. são regulamentados pela Resolução ConsEPE no 120 de 26 de outubro de 2011 ou outra Resolução que venha a substituí-la. excluídos os quadrimestres com trancamento.3 – Processo de Jubilação O Processo de Jubilação segue a resolução ConsEP nº 44 de 10 de dezembro de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.4 – Revisão de Conceitos Finais Os procedimentos para vista e revisão de instrumentos avaliativos.07 CR + 0. T é o número de quadrimestres cursados pelo aluno desde o seu ingresso. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias c) Índice de Afinidade (Ik): Para cada curso k declarado pelo aluno como de sua predileção.63 CPk + 0. bem como de revisão de conceitos finais nas disciplinas de graduação da UFABC. CPk é o Coeficiente de Progressão no curso k. até dezoito (18). Fórmula do cálculo do Ik: Ik = 0. 11 .

o CNE impõe condições a serem seguidas pelos cursos de bacharelado em engenharia no país.5 – Fundamentação Legal A estrutura curricular das engenharias da UFABC foi concebida levando em consideração a necessidade de se atender às diversas imposições legais determinadas pelo CNE.Centro de Engenharia. mas apenas a conteúdos. além de obedecer às diretrizes institucionais emanadas pelo modelo pedagógico da UFABC. Em linhas gerais. Por meio de Resoluções. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 3. que são:    Núcleo de conteúdos básicos: 30% da carga horária mínima. esta resolução define a estrutura do curso de engenharia como sendo composto por três núcleos de conhecimentos. 12 . Núcleo de conteúdos profissionalizantes: 15% da carga horária mínima. esta resolução define a necessidade de um mínimo de 160 horas de estágios curriculares e a realização de um trabalho final de curso. a saber: A Resolução CNE/CES Nº 02 de 18 de junho de 2007 estabelece a carga horária mínima dos cursos de engenharia em 3600 horas e o limite mínimo de integralização de 5 anos. RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11 de 11 de março de 2002 institui diretrizes curriculares nacionais de cursos de graduação em engenharia. dos conteúdos do núcleo de conteúdos Além destes núcleos de conteúdos. como atividade de Síntese e Integração de Conhecimentos. Núcleo de conteúdos específicos: representado por extensões e aprofundamentos profissionalizantes. sem qualquer menção a disciplinas.

Para tanto. pois constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC. dentre os quais se destacam:   Compatibilização dos cursos Pós-BC&T com o BC&T. diversos aspectos devem ser observados pelo projeto curricular das engenharias. 3.Centro de Engenharia. sem descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia. Neste bacharelado interdisciplinar. mas também entre as diversas especialidades de engenharia.6 – Regime de Ensino Os cursos de graduação da UFABC são organizados em sistema de créditos.7 – Estratégias Pedagógicas O Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T) é a base da proposta curricular das Engenharias. 3. os alunos do BC&T devem cursar 90 créditos de Disciplinas Obrigatórias (Tabela 2). os estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas. ao longo da construção de seu currículo escolar.  Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos pelos cursos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Do ponto de vista do modelo pedagógico da UFABC. 13 . Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na universidade. sendo que cada crédito em disciplinas equivale a 12 horas de atividades em sala de aula ou laboratório. As disciplinas são quadrimestrais.  Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal.  Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos. complementados com um conjunto de Disciplinas de Opção Limitada e outro conjunto de Disciplinas de Livre Escolha.

Conversão e Uso Física Quântica Introdução à Probabilidade e à Estatística Ciência. de acordo com as necessidades acadêmicas evolutivas do Projeto Pedagógico do BC&T. podendo sofrer alterações posteriores. Tecnologia e Sociedade Interações Atômicas e Moleculares Projeto Dirigido Total T 0 0 3 4 3 3 3 3 4 3 3 3 3 4 3 3 3 3 4 3 2 3 3 3 3 0 P 2 3 0 0 0 0 2 0 0 0 2 1 2 0 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 2 I 2 2 4 5 4 4 6 4 6 6 5 4 6 4 4 4 6 6 4 4 4 4 4 4 4 10 Créditos 2 3 3 4 3 3 5 3 4 3 5 4 5 4 3 3 5 5 4 3 2 3 3 3 3 2 90 * A descrição das disciplinas na Tabela 2 é válida para o ano de 2013.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 2: Disciplinas Obrigatórias do BC&T (*) ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Código BC0005 BC0001 BC0102 BC0003 BC0304 BC0504 BC0208 BC0306 BC0402 BC0404 BC0505 BC0205 BC0307 BC0405 BC0004 BC0506 BC0209 BC0308 BC0407 BC0602 BC0207 BC0103 BC0406 BC0603 BC0104 BC0002 Nome Bases Computacionais da Ciência Base Experimental das Ciências Naturais Estrutura da Matéria Bases Matemáticas Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Natureza da Informação Fenômenos Mecânicos Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Funções de Uma Variável Geometria Analítica Processamento da Informação Fenômenos Térmicos Transformações Químicas Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias Bases Epistemológicas da Ciência Moderna Comunicação e Redes Fenômenos Eletromagnéticos Transformações Bioquímicas Funções de Várias Variáveis Estrutura e Dinâmica Social Energia: Origens. 14 .

Centro de Engenharia. recomenda-se que as mesmas sejam cursadas de acordo com a Representação Gráfica de Matriz sugerida da modalidade de engenharia escolhida. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Para o aluno do BC&T que deseja cursar qualquer uma das 08 engenharias da UFABC. portanto. como poderá ser visto nas informações específicas de cada Engenharia. As ementas deste conjunto de disciplinas estão disponibilizadas no item 5: Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias). Já para as disciplinas Obrigatórias Específicas. sendo que a ordem recomendada para essas disciplinas varia de acordo com cada curso. 15 . onde são apresentadas as propostas de suas Matrizes Curriculares. o CECS sugere que os 57 créditos referentes às disciplinas de Opção Limitada do BC&T sejam concluídos da seguinte forma:  46 créditos referentes às 12 disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). conforme Resolução 140 do ConsEPE. conforme sugerido na Tabela 8. É importante ressaltar também que a graduação em Engenharia somente será concluída em 05 anos se o aluno mantiver uma média de 20 créditos concluídos/quadrimestre. são obrigatórias para todos os estudantes que pretendem obter a graduação em qualquer modalidade de Engenharia. Recomenda-se que as disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) sejam cursadas a partir do 5º quadrimestre do BC&T.  11 créditos referentes a algumas das disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade de engenharia escolhida. As 12 disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) constituem os conhecimentos básicos para todas as engenharias da UFABC (Tabela 3) e.

Centro de Engenharia. Geometria Analítica Circuitos Elétricos e Fotônica. Circuitos Elétricos e Fotônica Não há Não há Fenômenos Térmicos Funções de Uma Variável. Fenômenos Mecânicos. Mecânica dos Fluidos I Fenômenos Térmicos BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1713 BC1416 Engenharia Econômica Fundamentos de Desenho e Projeto Instrumentação e Controle 06 BC1507 3 1 5 4 07 08 09 10 BC1710 Introdução às Engenharias 2 3 3 3 0 1 1 1 4 5 5 5 2 4 4 4 BC1105 Materiais e Suas Propriedades BC1103 BC1104 Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Sólidos I 11 BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia Termodinâmica Aplicada I Total 0 3 2 3 12 BC1309 3 1 5 4 46 Tabela 4: Disciplina do Catálogo 2010 convalidada para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 BC1711 – Engenharia Econômica Disciplina do Catálogo 2013 BC1713 – Engenharia Econômica 16 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 3: Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) ITEM Código 01 02 03 04 05 BC1425 BC1419 Nome Álgebra Linear Cálculo Numérico T 6 3 3 2 1 P 0 1 1 1 3 I 5 4 5 3 4 Créditos 6 4 4 3 4 Recomendações Geometria Analítica Funções de Uma Variável Fenômenos Eletromagnéticos Não há Não há Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias.

experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Engenharia Unificada I e II).Centro de Engenharia. As ementas deste conjunto de disciplinas estão disponibilizadas no item 6: Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos. Tabela 5: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ITEM Código Nome T P I Créditos Requisitos Todas as disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Engenharia Unificada I Ver resolução de Estágio específica para o curso Estágio Curricular I Ver resolução de TG específica para o curso Trabalho de Graduação I Trabalho de Graduação II 01 EN 1002 Engenharia Unificada I 0 3 5 3 02 EN 1004 Engenharia Unificada II 0 3 5 3 03 EN 1X01 Estágio Curricular I em Y** 0 7 0 7 04 05 06 07 EN 1X02 EN 1X03 EN 1X04 EN 1X05 Estágio Curricular II em Y** Trabalho de Graduação I em Y** Trabalho de Graduação II em Y** Trabalho de Graduação III em Y** Total 0 0 0 0 7 2 2 2 0 4 4 4 7 2 2 2 26 17 . As disciplinas Engenharia Unificada (I e II). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Além das disciplinas básicas. II e III) apresentam requisitos necessários para que se possa efetuar a matrícula nas mesmas. II e III). São disciplinas que têm foco na prática da atividade do engenheiro. Estágio Curricular (I e II) e Trabalho de Graduação (I. todos os estudantes de Engenharia devem cursar as 07 disciplinas que têm o objetivo de Síntese e Integração de Conhecimentos construídos no decorrer do curso (Tabela 5). Tais requisitos variam de acordo com cada uma das engenharias.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ** Tabela 6: Relação entre X e Y X 1 2 3 4 5 6 7 8 Y Engenharia Ambiental e Urbana Engenharia Aeroespacial Engenharia Biomédica Engenharia de Energia Engenharia de Gestão Engenharia de Informação Engenharia de Instrumentação. Além de ser obrigatório para a aquisição do diploma em qualquer modalidade de Engenharia da UFABC. o Estágio Curricular tem como objetivos: – A inserção dos estudantes em empresas. – Proporcionar aos estudantes a correlação dos conteúdos vistos nas atividades acadêmicas do curso com a prática profissional. dos conhecimentos adquiridos dentro da Universidade.Centro de Engenharia. 18 . em situações práticas. – Aplicação.8 – Estágio Curricular O Estágio Curricular é uma disciplina de Síntese e Integração de Conhecimentos e a sua realização representa uma vivência imprescindível aos estudantes de Engenharia. – Preparar e dar segurança aos estudantes para o futuro desenvolvimento da atividade profissional. Automação e Robótica Engenharia de Materiais 3. – Possibilitar o aprendizado na solução de problemas no dia-a-dia profissional. – Desenvolver a interdisciplinaridade por meio da participação em atividades que abordem assuntos das diversas áreas do conhecimento. órgãos ou instituições para a vivência da realidade profissional.

será nomeado um Professor Orientador (também docente da UFABC credenciado pelo curso). Cada curso de Engenharia tem um Coordenador da Disciplina Estágio Curricular (I e II).edu. poderá ou não ocorrer. é também coresponsável pelo relatório e pelo cumprimento do Plano de Atividades. em função das condições impostas pelas Resoluções de Estágio específicas de cada curso (Engenharia de Informação: Resolução ConsEP nº 76 de 26 de agosto de 2010. avaliar o Relatório de Estágio e atribuir um conceito.br. O deferimento de qualquer outra atividade desenvolvida pelo estudante.Centro de Engenharia. para validação de estágio. que é um professor da UFABC credenciado pelo curso para avaliar o Plano de Atividades e o Histórico Escolar do candidato. Na avaliação será verificado se o estágio cumpriu o seu papel de aprendizado e aplicação de conhecimento na área proposta e se está de acordo com o Projeto Pedagógico e do Regulamento de Estágio do curso. O Supervisor. – Desenvolver e aperfeiçoar a criatividade e o amadurecimento profissional em um ambiente de trabalho.cecs. Engenharia Ambiental e Urbana: Resolução ConsEP nº 78 de 26 de agosto de 2010. Engenharia Biomédica: Resolução ConsEP nº 77 de 26 de agosto de 2010. Engenharia Aeroespacial: Resolução 19 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias – Estimular ou aperfeiçoar o desenvolvimento do espírito crítico. A matrícula na disciplina Estágio Curricular (I e II) é feita diretamente na Divisão de Estágios e Monitorias da ProGrad (DEM) ou outro setor administrativo da UFABC que venha a substituí-lo. O Estágio Curricular é oferecido em duas disciplinas obrigatórias. com carga horária total mínima de 168 horas. que o aluno deverá cursar preferencialmente no último ano de sua formação acadêmica. para acompanhar o aprendizado do estudante no quadrimestre letivo. com matrícula em quadrimestres distintos e em fluxo contínuo. A lista de documentos necessários para solicitação da matrícula encontra-se disponível em www. Se o candidato atender aos requisitos para se matricular na disciplina Estágio Curricular. dentro da instituição onde o estudante realiza o estágio.

20 . quando aplicável. co-orientador. indicado pelo coordenador do curso. 3. aprofundados e sistematizados em um trabalho de pesquisa de caráter teórico ou teórico/prático/empírico. regras e calendário definidos por cada curso de engenharia. abordando um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelas coordenações de curso ou pelos responsáveis pela gestão das disciplinas. em uma tarefa acadêmica final de curso. O TG deverá cumprir os seguintes objetivos: – Atender ao Projeto Pedagógico da UFABC e das Engenharias. Engenharia de Energia: Resolução ConsEP nº 80 de 26 de agosto de 2010. pertinente a uma das áreas de conhecimento de seu curso.Centro de Engenharia. específicas para cada modalidade de Engenharia. – Reunir e demonstrar. A conclusão do TGI se dá através da apresentação do Projeto de Pesquisa e definição de seu respectivo Orientador e. conforme formato. Para o TGII. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ConsEP nº 79 de 26 de agosto de 2010. a conclusão se dá através de um Relatório Parcial do desenvolvimento da execução do Trabalho de Graduação. o Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia consiste em uma atividade de Síntese e Integração de Conhecimentos adquiridos ao longo do curso. O TGIII tem seu término caracterizado pela apresentação do Trabalho de Graduação final. A execução do TG é dividida em 03 disciplinas quadrimestrais sequenciais denominadas Trabalho de Graduação I (TGI). Cada um dos cursos deve oferecer e ser responsável por suas três disciplinas de Trabalho de Graduação. Engenharia de Instrumentação. Trabalho de Graduação II (TGII) e Trabalho de Graduação III (TGIII). Engenharia de Gestão: Resolução ConsEP nº 83 de 26 de agosto de 2010) ou outra Resolução que venha a substituí-las. Automação e Robótica: Resolução ConsEP nº 82 de 26 de agosto de 2010.9 – Trabalho de Graduação Conforme Resolução CONCECS Nº 06 de 16 de abril de 2012 (ou outra resolução que venha a substituí-la) que regulamenta as normas gerais para o Trabalho de Graduação em Engenharia. Engenharia de Materiais: Resolução ConsEP nº 81 de 26 de agosto de 2010. os conhecimentos adquiridos pelo aluno ao longo de sua graduação.

conforme estabelecido pelo CNE/CES. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias – Concentrar em uma atividade acadêmica o desenvolvimento de metodologia de pesquisa bibliográfica.edu.cecs. Desta forma. A formação do engenheiro da UFABC exige um total de 300 créditos (3600 horas). Somando-se a essas as disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos. 21 . 4 – Síntese da Composição da Matriz das Engenharias As disciplinas Obrigatórias do BC&T somadas às disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) cumprem os requisitos dos conteúdos básicos exigidos pelas Diretrizes Curriculares para as Engenharias. o aluno deve realizar atividades correspondentes a um total de 1656 horas. de capacidade de organização e de clareza e coerência na redação final do trabalho. Todo TG deverá. As demais informações sobre a regulamentação geral do Trabalho de Graduação encontram-se no Regulamento Geral dos Trabalhos de Graduação em Engenharia e nas normas específicas de cada curso de engenharia. ser acompanhado por um Professor Orientador. até a avaliação final.As Disciplinas Obrigatórias Específicas para cada modalidade de Engenharia (disciplinas de conteúdo profissionalizante).br. por todo o período no qual o aluno desenvolver o seu trabalho. disponível em www. este número de horas será equivalente a um total de 138 créditos. Estes 138 créditos serão compostos de três conjuntos de disciplinas: .Centro de Engenharia. contabiliza-se 162 créditos (1944 horas). necessariamente. Considerando-se que a UFABC adota o critério de 01 crédito para cada 12 horas de atividades.

o CECS exige um mínimo de 60 créditos para as Disciplinas Obrigatórias Específicas para cada modalidade de Engenharia (720 horas) que atendem às exigências do núcleo de conteúdos profissionalizantes e. Tendo em vista as recomendações do CNE/CES e as características específicas de cada uma das modalidades de Engenharia oferecidas pela UFABC. conferindo-lhe atribuições específicas em relação ao CREA). está indicado na Tabela 7. do núcleo de conteúdos específicos de um Bacharelado em Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . O número de créditos das Disciplinas de Opção Limitada. também foi estabelecido o número mínimo de 30 créditos.As Disciplinas de Livre Escolha (todas as disciplinas da UFABC que não tenham sido cursadas como parte dos conjuntos citados anteriormente). As Disciplinas de Opção Limitada caracterizam-se por complementar os requisitos do núcleo de formação específica. Eventualmente. poderá ampliar suas atribuições profissionais em relação ao CREA. constituindo-se de disciplinas que proporcionarão ao estudante atribuições profissionais em determinadas áreas de atuação da engenharia. 22 .Centro de Engenharia. parcialmente.As Disciplinas de Opção Limitada Específicas de cada modalidade de Engenharia (disciplinas que proporcionam um aprofundamento dos estudantes na Engenharia pela qual optaram. . seja no sentido de complementar os conteúdos específicos dentro de sua modalidade de engenharia ou em outra modalidade de seu interesse. As Disciplinas de Livre Escolha permitem ao aluno personalizar sua formação acadêmica. Para as Disciplinas de Livre Escolha. para cada uma das engenharias. visando fortalecer a interdisciplinaridade e a autonomia dos estudantes. ou ainda disciplinas que visem aprimorar o perfil humanístico e de cidadania do profissional a ser formado pela UFABC. constituindo-se assim em uma oportunidade do estudante exercer sua escolha em relação à sua atuação profissional. buscando uma formação mais interdisciplinar. seja através de disciplinas de outras áreas.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Assim. conforme o quadro abaixo: Tabela 7: Síntese da composição curricular das Engenharias Número de créditos das disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Número de créditos das disciplinas de Opção Limitada exigidas pelo Curso Número de créditos das disciplinas de Livre Escolha exigidas pelo Curso Modalidade de Engenharia Número de créditos das disciplinas Obrigatórias do BC&T Número de créditos das disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos Número de créditos das disciplinas Obrigatórias “Específicas” do Curso TOTAL de créditos do Curso Aeroespacial Ambiental e Urbana Biomédica Energia Gestão Informação Instrumentação. ou entre uma Engenharia e outro Bacharelado oferecido pela UFABC. os estudantes podem cursá-las como Disciplinas de Livre Escolha. apresentamos na Tabela 8 a proposta de matriz curricular geral para os estudantes de Engenharia. com base nos parâmetros propostos pelo CECS. Automação e Robótica Materiais 90 46 26 86 77 80 69 86 81 85 64 22 30 28 39 22 27 23 44 30 31 30 30 30 30 30 30 300 Cada curso de Engenharia tem sua própria estrutura curricular.Centro de Engenharia. caso não façam parte desses conjuntos. os colegiados de cada curso de Engenharia elaboraram as diretrizes para composição da matriz curricular dos estudantes. Diversas disciplinas são compartilhadas como Obrigatória ou de Opção Limitada entre as Engenharias. a ser preenchida de acordo com o curso e a formação específica pretendidos por cada estudante: 23 . E ainda. A seguir. mas esta estrutura é permeada de interfaces com outros cursos.

Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) BC0002 Projeto Dirigido Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 8: Proposta de grade para estudantes de todas as Engenharias 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Conversão e Uso Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Estágio Curricular I Estágio Curricular II BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Trabalho de Graduação I Trabalho de Graduação II Trabalho de Graduação III Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 2º Quadrimestre 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 14º Quadrimestre 15º Quadrimestre 4 º A N O 5 º A N O 24 .

L. H. Aspectos Teóricos e Computacionais. Simpson. 3a edição. Ajustamento de Curvas pelo Método dos Mínimos Quadrados: Interpolação Polinomial: Existência e unicidade do polinômio Interpolador.L. Editora Harbra Ltda. L.A. Sistemas homogêneos. Editora da Universidade de São Paulo-EDUSP. S. Métodos iterativos – Jacobi / Gauss-Seidel. L. G. Bibliografia Complementar: COELHO.G. Coleção Matemática Universitária. Métodos de Múltiplos passos – secantes. 6ª Edição. 25 . Dependência e independência linear.. Cálculo Numérico. Aritmética de ponto flutuante. L. e LOPES. Polinômio interpolador de: Lagrange. ANTON. F. Bibliografia Básica: BOLDRINI.Centro de Engenharia. M. FIGUEIREDO. Porto Alegre: Bookman. L. H.R. Transformações lineares e matrizes. 2003. & LOURENÇO. LIMA. 8a. Combinação linear. Bibliografia Básica: RUGGIERO. Transformações Lineares: Definição de transformação linear e exemplos. Newton e Gregory-Newton. COSTA. 1986. Autovalores e Autovetores: Polinômio característico. Matrizes escalonadas. Álgebra linear com aplicações. & WETZLER. São Paulo. Posto e Nulidade de uma matriz. IMPA. Espaço Vetorial: Definição e exemplos. ed. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 5 – Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) 01 ÁLGEBRA LINEAR Código: BC1425 TPI: 6-0-5 Carga Horária: 72h Recomendação: Geometria Analítica Ementa: Sistemas de Equações Lineares: Sistemas e matrizes. 02 CÁLCULO NUMÉRICO Código: BC1419 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Uma Variável Ementa: Aritmética de ponto flutuante: Erros absolutos e relativos. Zeros de Funções Reais: Métodos de quebra – bisseção / falsa posição. U. 2001. V. Trapézios. R. 2001. Estudo do erro.. Matriz mudança de base. Resolução de Sistemas de Equações Lineares: Métodos diretos – Cramer / eliminação de Gauss. J. E. decomposição A = LU. Métodos de ponto fixo – iterativo linear / Newton-Raphson. Estudo do erro. V. Subespaços vetoriais. Diagonalização de operadores. Núcleo e imagem de uma transformação linear. Álgebra Linear. Um curso de Álgebra Linear. RORRES. Arredondamento e truncamento. Base de autovetores. M. C. Base de um espaço vetorial e mudança de base. Integração numérica: Métodos de Newton-Cotes.

C. HECHT. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. R. 2007.. 2008. 2008. R.. 1988. Prentice-Hall. São Paulo: Edgar Blücher. ALEXANDER. Neide Bertoldi. Elementos de CA.. Ivan de Queiroz. Antonio Carlos de. Ivan de Queiroz. ed.. Cálculo numérico. 1972. 03 CIRCUITOS ELÉTRICOS E FOTÔNICA Código: BC1519 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Corrente. 1972.M. Cálculo Numérico (com aplicações). M. Prentice Hall. 4ª. Capacitor. 7ª Ed. “Optics”. Circuito RC. Métodos e Teoremas de Análise de Circuitos. Ed. 04 Código: BC1713 TPI: 2-1-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há ENGENHARIA ECONÔMICA Ementa: Juros. São Paulo: Pearson Prentice Hall.C. Introdução ao cálculo numérico. diagrama de fluxo de caixa e equivalência. Pearson. Bibliografia Complementar: FRANCO.Centro de Engenharia. S. Mc Graw Hill.C. 114 p. SALEH. Indutor. 2001. Fasores. Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff. Wiley-Interscience. Semicondutores. taxa de juros. 2008. série unitária. 2006. BARROS. Bibliografia Complementar: DORF. Divisores de tensão e corrente. Harbra. HETEM JUNIOR.. “Análise de Circuitos em Engenharia”. LIMA. 26 . 2012. A. “Principles of Physical Optics”... BENNETT. Fundamentos de óptica e fotônica. Resistência.L. . 2a.. J. W. Wiley. KEMMERLY. Rio de Janeiro: LTC. Circuito RL. Addison Wesley. 7ª. TEICH. Tensão. Cálculo numérico. Bibliografia Básica: BOYLESTAD.. BARROSO. Óptica ondulatória. Polarização e polarizadores. “Optoelectronics and Photonics – Principles and Practices”. McGraw-Hill.. E. Wiley (2006). Fibras ópticas.. 2006. Annibal.H. “Fundamentals of Photonics”. DURBIN. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias São Paulo. O. Óptica de raios.. Introdução ao cálculo numérico. BURIAN. C. Ed.A. Fotodiodos e Diodos emissores de luz. B. Ondas eletromagnéticas.. 3ª Ed. E.N. 2002.A.K. C. Potência e Energia. KASAP. HAYT Jr. Reinaldo. Associações série e paralelo. 114 p. “Introdução a Análise de Circuitos”. L. “Introduction to Electric Circuits”. São Paulo: Edgar Blücher. Bookman. SVOBODA. SADIKU.. J. (1987). Interferência e Difração. S. Ed.O. BARROS.E. M. 12a edição.

Rio de Janeiro: Campus. HOWARD. ISBN: 9788536615448 Bibliografia Complementar: MOTTA. séries uniformes e as relações entre seus fatores. São Paulo: Atlas. práticas brasileiras e aplicações em planilha eletrônica e calculadora financeira. Rio de Janeiro. BRUNSTEIN. 1994. 2005. Comunicação Gráfica Moderna. perspectivas. F. GAPENSKI. leiaute e dimensões . R.A. varredura. 11ed. Rio de Janeiro. Bibliografia Básica: HIRSCHFELD. Economia industrial.H. 2002. C. Plêiade. et al. E. D..E. Bookman. 2008.. C. O. Rio de Janeiro: Campus. GONÇALVES. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). L. Introduction to Solid Modeling Using SolidWorks 2007. GASPAR. análise de projetos. 2009.. W. Engineering Design Graphics.. Porto Alegre: Ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). São Paulo: Scortecci. 1999. 2009. Engenharia econômica. 2009. São Paulo. 05 FUNDAMENTOS DE DESENHO E PROJETO Código: BC1416 TPI: 1-3-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Desenho Técnico: normalização em desenho técnico. 1987.. TARQUIN. cortes e secções. Engenharia econômica e análise de custos. Desenho Técnico – emprego de Escalas. ABENSUR.. HASENCLEVER. C. cascas. projeto e análise de montagens. taxas nominal e efetiva.M. série gradiente aritmético e gradiente geométrico. Aplicação de linhas em Desenho Tecnico NBR 8403. R.NBR 10068. Ed. Cotagem em Desenho Técnico NBR 10126. Engenharia econômica e finanças. Folhas de Desenho. L. LIMA. L. loft). EHRHARDT. projeções e vistas ortográficas. et al.. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Bibliografia Básica: RIASCOS. E. et al. ISBN 9788522428045. 2002. 1113 p. São Paulo: Atlas.. J. 2a edição. escalas e dimensionamento. São Paulo: McGraw-Hill. M. EARLE. I. 1982. Fundamentos de Desenho e Projeto. análise comparativa entre alternativas de investimento.. São Paulo: Atlas. valor futuro e séries uniformes. MARQUES. A. BRIGHAM. D. Rio de Janeiro. Engenharia econômica e finanças. F. 2008. Administração financeira: teoria e prática. 2004 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Finanças corporativas: fundamentos.Centro de Engenharia. ISBN: 9788522426621 BLANK. R. ISBN 9788535232103. NBR 8196. depreciação. 2010. Prentice Hall. 2009.. C. Bibliografia Complementar: GIESECKE. and MUSTO. Economia de empresas. J. H. ISBN: 8522441596 KUPPER. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias valor presente. Rio de Janeiro: Elsevier.. revolução. A. 27 . Rio de Janeiro. Desenho assistido por computador (CAD): Modelagem de peças (extrusão. L.

P.. J.. Bookman.Centro de Engenharia.D. W. L. Florianópolis. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 06 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE Código: BC1507 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Abordar a engenharia como um esforço individual e coletivo inter e multidisciplinar. DORF. 1a edição. Princípios de medição de grandezas físicas. L. D. BISHOP.. COOPER. R. ORWIN. ''Instrumentação e Fundamentos de Medida''. T. 2001. PEREIRA.. V. Introdução à Engenharia: Conceitos. E.. Abordar as responsabilidades éticas e técnicas de engenheiros na prática profissional. Prentice Hall do Brasil.D. REGAZZI. HELFRICK. PEREIRA.. osciloscópios. P. V. 28 .. 4a edição. 1994. A. Bibliografia Básica: OGATA. C. 1a edição. Modern Control Engineering. K. ''Instrumentação. Prentice Hall. K. Gráfica AWG.. J. 07 Código: BC1710 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há INTRODUÇÃO ÀS ENGENHARIAS Ementa: Fornecer uma introdução às engenharias com ênfase nas engenharias oferecidas pela UFABC: suas interconexões com a evolução da sociedade. 10th edition. BRUSSAMARELLO. R.. L. 3ª ED. 2005. 2012. "Instrumentação Eletrônica Moderna e Técnicas de Medição". Bibliografia Complementar: ALVES. Prentice Hall. "Engenharia de controle moderno". LTC. SPJUT. E. M.C.. tempo de resposta e resposta em freqüência de sensores. LTC. Controle e Automação de Processos''.. W. instrumentos indicadores eletromecânicos. Silva Jr. Serão abordados temas que exibem a atuação profissional dos engenheiros com o enfoque no desenvolvimento do indivíduo e da sociedade. BALBINOT. Ed. Ed. F. Circuitos de instrumentação: medições com pontes. R.H. 1a edição. controladores elementares. ''Soluções Práticas de Instrumentação e Automação''. diagramas de blocos. 2003. A. S. Mathematical models in applied sciences Ogata. FOWLER. C. LITTLE. 2006.. "Modern Control Systems". UFSC.. Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Princípios de controle automático: controle de malha aberta e de malha fechada. Introdução à Engenharia. Ferramentas e Comportamentos.. Bibliografia Básica: BAZZO. 2005. A. A. transdutores de instrumentação de sistemas de medições. modelagem matemática de sistemas dinâmicos no espaço de estados. DYM. 3ª ED. Discutir alguns desafios tecnológicos e científicos em estudos de casos..

Introdução à Análise Diferencial.H. Materiais ferrosos. Rio de Janeiro. HUMMEL. Funções de Uma Variável.A. LTC. W. Cengage Learning. Engineering Fundamentals: An Introduction to Engineering. SHACKELFORD. 2006. cerâmicos. Funções de Várias Variáveis. Bibliografia Básica: CALLISTER JR. 2010. Introdução à Engenharia. Propriedade de materiais: físicas. VAN VLACK. Equações Básicas na Forma Integral para Volume de Controle.. 09 MECÂNICA DOS FLUIDOS I Código: BC1103 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos. G. Stamford. Bibliografia Complementar: WHITE. R.. D. J.. D. Introduction to Materials Science for Engineers. Understanding Materials Science. Introdução à Engenharia – Modelagem e Solução de Problemas. Ed. W. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 2010. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Dano e envelhecimento. Fadiga. and HETHWISCH. mecânicas. Materials Science. 29 . W.D. CALLISTER .M. S. D. Ed.Centro de Engenharia. 08 Código: BC1105 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES Ementa: Tipos de materiais: metálicos. Foundations of Materials Science and Engineering. and ALEXANDER . and RAWLINGS. LTC.D. Rio de Janeiro. 2011. JAVAD.D. USA. Caracterização de materiais: técnicas de ensaio mecânico e opto-eletrônico.. HOLTZAPPLE. JAMES F. óticas e biológicas..E. K. Apresentações feitas pelos docentes dos 8 cursos de engenharia da UFABC e por engenheiros convidados das indústrias instaladas no Grande ABC e região metropolitana de São Paulo. Ementa: Introdução e conceitos fundamentais. T. ANDERSON . M. fluência e corrosão. B.. L. Properties of Materials. J. Fundamentals of Materials Science and Engineering: An Integrated Approach. Equações constitutivas. REECE.. biomateriais e novos materiais. WILLIAM and HASHEMI. físicoquímicas. Estática dos fluidos. 4th Edition. Princípios de Ciências dos Materiais. R.C. térmicas. Bibliografia Complementar: BROCKMAN. polímeros. M. and LEANDER .. SMITH.. MOAVENI. J.

Editora Edgard Blüchger. 2006. São Paulo: Pearson Makron Books. Rio de Janeiro: LTC. WIGGERT. 2004. WHITE. Amsterdan: Elsevier. Alan T. 2000. ARIS. LANDAU... Flambagem. OKIISHI. 1994. 2010. Mecânica dos Fluidos. 688 p. MCDONALD. tensors.. 615 p. Geometria Analítica. Equações constitutivas. 6). Bibliografia Complementar: NUSSENZVEIG. G K. Geometria do deslocamento de um corpo deformável. JOHNSTON JUNIOR. Y. Introdução à mecânica dos fluidos. Equações de equilíbrio. Análise de tensões em estruturas simples. McGraw Hill. ISBN 9788522103096. 10 MECÂNICA DOS SÓLIDOS I Código: BC1104 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Uma Variável. Incompressible Flow. ÇENGEL. David C.Mecânica para engenharia. F. (Course of Theoretical Physics. Russel E. Imprimatur.. v. São Paulo: E. 5 ed. E. c2004. São Paulo. 1994. 5. Corpos elásticos. Estados planos de tensões e deformações. 2002.. New York: Cambridge University Press. F. Edgard Blüchger Ltda. 2001.. McGraw Hill.Centro de Engenharia. CIMBALA. John Wiley. rev. LIGGETT. DEWOLF. ed. Robert W. Prentice Hall. C.F. H. Ementa: Estática. Fluid mechanics.John T. H. Bibliografia Básica: HIBBELER. H. and the basic equations of fluid mechanics. LIFSHITZ. BATCHELOR. (Cambridge mathematical library). São Paulo. Great Lakes Press. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. PANTON.L. New York: Dover Publications. Fluid mechanics. x. Mecânica dos Fluidos: Fundamentos e Aplicações.. Lei de Hooke. 751 30 . Amsterdam: Academic Press. Força e Tensão. 798 p. J. xviii. Barras e vigas: esforço normal.. R.ed. oscilações e ondas. 4 ed.. Estática .. Prentice Hall. HIBBELER. 4. M. 1982.. 1984. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros. Curso de física básica: 2 fluidos. c2008. 2. 2 ed.. COHEN.. 4a Ed. Campo de tensões. Pearson.. 4 ed.. v. Fluid Mechanics. São Paulo.A. 539 p. Fluid Mechanics. Mecânica dos Fluidos. Resistência dos Materiais.. 2006. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: FOX. Blücher. 872 p. C.. Ferdinand P. R.. POTTER. 2008. R. Ira M. An introduction to fluid dynamics. Philip J. 2004. M. Fundamentos de Desenho e Projeto. calor. 286 p.. J. Vectors. 6ª Ed. PRITCHARD. Rutherford. Pijush K. 1989. T.M. xxviii. Artes Ltda. 2004. McGraw Hill. BEER. M. L.C. VIANNA.. I. xvii. J. M.D. FOSS. KUNDU.. Resistência dos materiais: Mecânica dos materiais.R. Mecânica dos fluidos. xiv. YOUNG. SHAMES.ed. 6. Merle C. flexão e torção.. Pearson. 2010. 314 p. Moysés. São Paulo: Cengage Learning. D. xx. Quarta Edição.. Campo de deformações. POTTER. Fenômenos Mecânicos.

V. LARSON. ISBN 9788563308023.. J. Sarkis. T. ganhador do Premier Award for excellence in Engineering Software. 982 p.. 6th ed. Rio de Janeiro: LTC. Willian F. 3ª edição brasileira. 2007.J: Pearson Prentice Hall. Ferdinand P. Wiley. Philpot.br/infotec/publicacoes/vim_2012. 552 p.inmetro. 2010.Centro de Engenharia. Edição Luso-Brasileira. 2ª Ed. C. Acompanha CD-ROM). ISBN 852161362-8. ISBN 013191345X. São Paulo. (Inclui o programa MDsolids de Timothy A. B. Bibliografia Básica: VUOLO.. “Theory and design for mechanical measurements”. ajustes e padrões.H. RILEY. Guia para a Expressão da Incerteza de Medição. 2000. SYURGES.. “Estatística Aplicada”. São Paulo: Makron Books/Mcgraw-Hill. J. Mecânica vetorial para engenheiros: Cinemática e dinâmica. HIBBELER. Mecânica dos materiais. Roy R. Vocabulário internacional de Metrologia. c2005.. Análise de dados experimentais: causas e tipos de incertezas. 2010. “Instrumentação e Fundamentos de Medidas”. 5. CRAIG JR. 12 Código: BC1309 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h TERMODINÂMICA APLICADA I 31 .ed. Edgar Blücher. ISBN 9788571946668.. ed rev. INMETRO. MORRIS. LTC. Preparação de relatórios. E. R.. análise estatística de dados experimentais e ajuste de curvas. INMETRO. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 2012. 2003 BALBINOT.. 2ª Ed. ISBN 852121332-6. Mecânica dos materiais. D. Rio de Janeiro: ABNT. Experimentos e projetos de medição das principais grandezas físicas associadas às engenharias. “Fundamentos da teoria de erros”. Ed. Leroy D. 2010. xvi. BRUSAMARELLO. 11 MÉTODOS EXPERIMENTAIS EM ENGENHARIA Código: BC1707 TPI: 0-3-2 Carga Horária: 36h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos básicos de medições: calibração. Bibliografia Complementar: BEER. R. A. FARBER. 600 p. Rio de Janeiro. 2. N. Pearson Prentice Hal l. 360 p. Rio de Janeiro: LTC. et al. 873 p. 5ª Ed.pdf Acesso em 26 de fevereiro de 2013.Inmetro. c1994.gov. 18 ed. Bibliografia Complementar: FIGLIOLA. 2003.Conceitos fundamentais e gerais e termos associados. ISBN 8534602034. Don H.. Inmetro. São Paulo. Mechanics of materials. 4ª Ed. and BEASLEY. 1996. 1 e 2. 5. Vols. Disponível em: http://www. Upper Saddle River. São Paulo: Érica.ed. S... MELCONIAN. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias p. .

6 ed. Rio de Janeiro: LTC. 740 p. Merle C. Introdução à termodinâmica para engenharia. ISBN 9788521200826. 378 p. Propriedades termodinâmicas de substâncias puras. Claus. Bibliografia Complementar: MORAN. Howard N. HENDERSON. São Paulo: Mc-Graw-Hill. Michel J et al. Ciclos termodinâmicos a vapor e a gás. Elaine P. Desmond E. 2003. São Paulo: Thomson Learning. ISBN 9788521613442. 2009. Deve envolver mecânica dos fluidos. (Ciência e técnica. ISBN 9780340676998. SCHMIDT. 2006. 13). palestras. Princípios de termodinâmica para engenharia. ISBN 8522104891. ISBN 9788521616894. 5 ed. Lisboa: Instituto Piaget. xix. Introdução à engenharia de sistemas térmicos: termodinâmica. Michael A. ÇENGEL. 2006. PRIGOGINE. Oxford: Butterworth Heinemann.. mecânica dos fluidos e transferência de calor. informação.Centro de Engenharia.. circuitos. 800 p. envolvendo temas das diversas áreas de engenharia. mecânica dos fluidos e transferência de calor. 365 p. estruturas. ISBN 972771297-5. 6 – Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos 01 ENGENHARIA UNIFICADA I Código: EN1002 TPI: 0-3-5 Carga Horária: 36h Requisito: Todas as Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Ementa: Apresenta os princípios e métodos de engenharia e suas interrelações e aplicações. WOLGEMUTH. WINTERBONE. 2004. Dilip. materiais. c1997. BORGNAKKE.. MORAN. Rio de Janeiro: Livros Técnico e Científicos Editora S. sob supervisão dos professores. São Paulo: Edgard Blücher. Michael J. Termodinâmica. Frank W. 418 p. c1999. SHAPIRO. 604 p. Yunus A. Rio de Janeiro: LTC. Bibliografia Básica: SONNTAG.. Boles. Introdução às ciências térmicas: termodinâmica. propulsão. SCOTT. 32 . 1ª e 2ª Lei da Termodinâmica para Sistemas e Volumes de Controle. Richard E. através de aulas. Termodinâmica. A. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Fenômenos Térmicos Ementa: Conceitos fundamentais. 381 p. projetos e laboratórios. softwares. controle. Advanced thermodynamics for engineers. KONDEPUDI. ISBN 852161446-2. Robert E. etc. Carl H. transferência de calor. Ilya. Entropia. 466 p. ISBN 85-86804-66-5. 2005. Os assuntos deverão ser apresentados na forma de tópicos e serão desenvolvidos projetos simples. Termodinâmica: dos motores térmicos às estruturas dissipativas. POTTER.

. J. LEGO Mindstorms Masterpieces (Building and Programming Advanced Robots) by Syngress Publishing. "Engineering Design . A. J. TIMINGS. T. 3 Ed. Elsevier Science Press. PAH. 33 .. GLUSHKO and TIM MCGRATH. L. T. 2006. LEGO Mindstorms Masterpieces (Building and Programming Advanced Robots) by Syngress Publishing. estruturas. W. GLUSHKO and TIM MCGRATH. Rio de Janeiro – RJ. 2002. HOLTZAPPLE AND REECE. MARTIN. 3 Ed. controle. J. R.A Systematic Approach". W. 2004 02 ENGENHARIA UNIFICADA II Código: EN1004 TPI: 0-3-5 Carga Horária: 36h Requisito: Engenharia Unificada I Ementa: Apresenta os princípios e métodos de engenharia e suas interrelações e aplicações. J. 2006. HOLTZAPPLE AND REECE. “Materials for engineering”. bocais e outros elementos típicos de veículos aéreos ou espaciais. R. Ed. envolvendo: tensões e deformações. Elsevier Science Press. document engineering . UFSC. GROTE. CRC Press. Bibliografia Complementar: G. FELDHUSEN and K. ROBERT J. do V. 2003. Os assuntos seriam apresentados na forma de tópicos e seriam desenvolvidos projetos simples. 2002. Elsevier Newnes. BEITZ. Bibliografia Básica: BAZZO. 2005.. do V. Springer-Verlag London Limited 2007. 2006. TIMINGS. pequenos robôs. Introdução à engenharia. LTC.Centro de Engenharia. através de aulas. materiais.. Florianópolis.H. Deve envolver mecânica dos fluidos. W..A Systematic Approach". circuitos. 2005. “Materials for engineering”. Rio de Janeiro – RJ. The MIT Press. “Manual of Engineering Drawing”. etc. The MIT Press. projetos e laboratórios. aerofólios. L. FELDHUSEN and K. LTC. Introdução à Engenharia. document engineering . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BAZZO. 2006. MARTIN. Inc. Florianópolis. 2003. sob supervisão dos professores. SC: Ed. propulsão. palestras. GROTE. W. Pereira.. W. CRC Press. Introdução à engenharia. ROBERT J. COLIN H SIMMONS and DENNIS E MAGUIRE. PEREIRA. PAH.analyzing and designing documents for business informatics & web services. BEITZ. SC: Ed. "Engineering Fundamentals". UFSC.H. transferência de calor. Bibliografia Complementar: G. "Engineering Fundamentals". W. 2006. Inc. Springer-Verlag London Limited 2007. Ed. "Engineering Design .analyzing and designing documents for business informatics & web services. Introdução à Engenharia. softwares. 2006. A.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 03 ESTÁGIO CURRICULAR I Código: EN1X01 TPI: 0-7-0 Carga Horária: 84h Requisito: Ver resolução de Estágio específica para o curso Ementa: Estudos de situações reais em engenharia junto a instituições ou empresas públicas ou privadas credenciadas pela Universidade. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. Atividade individual orientada por um docente do curso e elaboração do relatório. Supervisão da empresa ou instituição. Supervisão da empresa ou instituição. Estágio Curricular I Ementa: Estudos de situações reais em engenharia junto a instituições ou empresas públicas ou privadas credenciadas pela Universidade. Apresentação de relatório das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido. Apresentação de relatório das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. conforme cronograma da disciplina. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 34 . de acordo com o plano de trabalho previamente estabelecido. Atividade individual orientada por um docente do curso e elaboração do relatório. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. conforme cronograma da disciplina. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 04 ESTÁGIO CURRICULAR II Código: EN1X02 TPI: 0-7-0 Carga Horária: 84h Requisitos: Ver resolução de Estágio específica para o curso.Centro de Engenharia. de acordo com o plano de trabalho previamente estabelecido. 05 TRABALHO DE GRADUAÇÃO I Código: EN1X03 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Ver resolução de TG específica para o curso Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia.

Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 06 TRABALHO DE GRADUAÇÃO II Código: EN1X04 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Trabalho de Graduação I Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 35 . Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação.Centro de Engenharia. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 07 TRABALHO DE GRADUAÇÃO III Código: EN1X04 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Trabalho de Graduação II Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente.

alimentação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7.Ações Acadêmicas Complementares à Formação A UFABC possui diversos projetos e ações para promover a qualidade do ensino de graduação.1 . não a abandonem em face dos problemas financeiros seus ou de suas famílias. Este subsídio visa a oferecer condições para que os estudantes.1.Centro de Engenharia. Os Programas de Apoio se constituem como uma das estratégias de inclusão social e consiste no subsídio financeiro (bolsas) concedido ao estudante após o atendimento de critérios estabelecidos pelo Conselho Universitário da UFABC (Resolução CONSUNI nº 59/2010 ou outra que venha a substituí-la) e outros editais próprios que estabelecem procedimentos para a seleção dos estudantes que serão atendidos. 7.1. grande impacto na mitigação do problema da evasão que ocorre nas universidades brasileiras. 36 .2 .Bolsa Moradia Destinada aos estudantes que necessitam morar fora de seu domicílio familiar. vestuário. que possivelmente tenham enfrentado e vencido grandes barreiras para acessar a universidade.Bolsa Permanência Destinada às despesas relacionadas às necessidades básicas (transporte. dos quais merecem destaque: 7.1. exclusivamente para fins educacionais. Os Programas de Apoio têm.1 .1. livros) do estudante. portanto.1.Divisão de Apoio ao Estudante de Graduação (DAEG) A DAEG (Divisão de Apoio ao Estudante da Graduação) é responsável pela execução dos programas de apoio aos estudantes da Graduação que objetivam minimizar os impactos sociais e econômicos que influenciam negativamente as condições de permanência do estudante na Universidade.1 .Projetos de Assistência Estudantil 7. 7.

a quem deverá recorrer quando houver dúvidas a respeito de escolha de disciplinas.Bolsa-Auxílio-Participação em Eventos Conforme Resolução ConsEP no 26 de 17 de Dezembro de 2008 (ou outra Resolução que venha a substituí-la). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. sendo assim fundamental em universidades como a UFABC.Centro de Engenharia. O tutor é um docente dos quadros da UFABC que será responsável por acompanhar o desenvolvimento acadêmico do aluno. estratégias de estudo. etc. sendo assim um instrumento de formação. 7.1. A UFABC possui três programas de iniciação à pesquisa científica: 37 . este benefício tem a finalidade de suprir as despesas referentes à participação de alunos de Graduação em eventos científicos. Considerando que ensino e pesquisa são indissociáveis. bem como realizar a prestação de contas à comissão que autorizou a concessão da bolsa em até dez dias após o término do evento.3 . A Iniciação Científica (IC) é uma ferramenta de apoio teórico e metodológico à realização do projeto pedagógico. 7. O aluno que não cumprir esse procedimento no prazo fixado será advertido pela Universidade. em busca de sua independência e autonomia e a fim de torná-lo empreendedor de sua própria formação. As solicitações do recurso devem ser encaminhadas à Divisão Administrativa da Pró-Reitoria de Graduação. O beneficiário deverá apresentar relatório de atividades desenvolvidas. trancamento. culturais. Será seu conselheiro. esportivos.2 – Projeto de Ensino-Aprendizagem Tutorial (PEAT) Este projeto tem como objetivo promover a adaptação do aluno ao projeto acadêmico da UFABC. orientando-o para uma transição tranquila e organizada do Ensino Médio para o Superior. podendo ficar suspenso dos programas de apoio estudantil da UFABC. a Universidade acredita que o aluno não deve passar o tempo todo em sala de aula e sim buscar o aprendizado com outras ferramentas.1.3 – Iniciação à Pesquisa Científica A Pesquisa Científica objetiva fundamentalmente contribuir para a evolução do conhecimento humano em todos os setores. de lazer e de cidadania.

O monitor auxilia os demais alunos da disciplina.3. Este programa visa dar ao aluno ingressante a idéia de que a pesquisa científicopedagógica é parte fundamental de sua formação.Projeto de Monitoria Acadêmica A Monitoria Acadêmica tem o compromisso de desenvolver a autonomia e a formação integral dos alunos.3. seja como um futuro profissional do mercado ou como pesquisador. de cooperação.Pesquisando Desde o Primeiro Dia (PDPD) Programa de concessão de bolsas destinado a alunos do primeiro ano da Universidade.Centro de Engenharia. 7. da constante atualização e do empreendimento na própria formação.3 . incentivar a interação entre eles e os professores e propiciar apoio aos graduandos matriculados no BC&T e no BC&H. financiadas pela própria UFABC (PIC) e em parceria com CNPq (PIBIC). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7.2 .4 . a satisfação em ampliar conhecimentos e o empenho nas atividades acadêmicas. Seus recursos são provenientes da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad). Haverá um edital anual para a seleção de monitores em duas modalidades: um edital para blocos de disciplinas dos três quadrimestres dos Bacharelados Interdisciplinares e outro edital para os cursos específicos vinculados aos Bacharelados Interdisciplinares. e por isso os alunos monitores recebem auxílio financeiro pelo desenvolvimento destas atividades. A Monitoria Acadêmica é um projeto de apoio estudantil. As atividades de monitorias são dimensionadas pelos docentes de cada disciplina.1 .Programa de Iniciação Científica – PIC/PIBIC Programas de concessão de bolsas de Iniciação Científica. e acompanhadas por meio de relatórios e avaliações periódicas.Programa de Iniciação Científica – PIBIC/AF Projeto do CNPq cujo objetivo é oferecer aos alunos beneficiários de políticas afirmativas a possibilidade de participação em atividades acadêmicas de Iniciação Científica. Na UFABC.3. 7. essa atividade busca estimular no aluno monitor o senso de responsabilidade. Entretanto. a ênfase 38 . levantando dúvidas a acerca dos conteúdos e exercícios (teóricos/práticos). A prática da monitoria representa uma oportunidade para os estudantes compreenderem a importância da ética. 7.

Desenvolvimento de projetos sem fins lucrativos com parcerias de empresas e instituições objetivando beneficiar a sociedade acadêmica. O IEEE colabora no incremento da prosperidade mundial. projetos. . sendo um deles o representante. Dentre eles. em áreas baseadas nos cursos oferecidos pela Universidade. desenvolvimento. aeroespacial e todas as suas disciplinas relacionadas e com ramificações para muitas outras áreas do saber. mini-cursos. Existem mais de 375. promovendo a engenharia de criação. workshops de treinamento. está focada ao processo de desenvolvimento de conhecimento e maturidade profissional dos alunos. 7. 39 . estudantes e profissionais cujo interesse técnico esteja relacionado com a engenharia da computação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias dada ao programa de monitoria acadêmica. congressos regionais. Os Ramos Estudantis do IEEE são organizações formadas por alunos de Universidades que são membros do IEEE.5 – IEEE O IEEE. É atualmente uma referência incontestável nos panoramas científicos e tecnológicos. telecomunicações. . integração e compartilhamento.Organizar. temos a Diretoria e a divisão em Grupos de Afinidades. visitas às empresas e viagens.Desenvolvimento de liderança. cientistas. Estes últimos são formados por um grupo de no mínimo 05 (cinco) alunos. biomédica. O Ramo Estudantil do IEEE UFABC é composto por membros voluntários. O seu principal objetivo é potencializar a participação dos alunos através de atividades extra-curriculares. permitindo-lhes desenvolver ações que possibilitem a ampliação de seus conhecimentos. . desenvolver e participar de palestras. relacionamento interpessoal e trabalho em equipe. eletrônica.Criação de redes de contatos nos âmbitos nacional e internacional. proporcionando assim aos seus membros: .000 membros do IEEE em mais de 150 países espalhados pelo mundo. Institute of Electrical and Electronic Engineers.Desenvolvimento de habilidades tanto na área técnica quanto na área de Gestão de Pessoas. Seus membros são engenheiros.Centro de Engenharia. é uma associação profissional global e sem fins lucrativos para o avanço tecnológico. . e o conhecimento aplicado no que se refere à ciência e tecnologias em benefício da humanidade e da profissão. elétrica.

Do ponto de vista dos perfis profissionais.1 – Engenharia Ambiental e Urbana 8.1. instituições. têm sido formados pelos cursos convencionais. No Brasil a população urbana supera 80% da população total. projetos e programas de 40 . leis. Assim.Centro de Engenharia.2 – Perfil do Curso O curso de Engenharia Ambiental e Urbana proposto pela UFABC tem como finalidade a formação de profissionais engenheiros aptos a tratar dos problemas ambientais. os impactos do desenvolvimento e da ação antrópica nos sistemas ambientais e sociais. Em 26 regiões metropolitanas existentes vivem mais de 70 milhões de habitantes em 167 mil Km2 . e têm-se constituído instituições e arcabouços regulatórios dos setores ‘ambiental’ e ‘urbano’ que têm apresentado dificuldades explícitas de integração e articulação. Com o advento da sociedade moderna urbano-industrial no século XIX e com a transição para a era pós-industrial caracterizada pela globalização a partir do final do século XX e início do XXI.1.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Ambiental e Urbana Diplomação: Engenheiro Ambiental e Urbano Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. urbanos e sócio-econômicos contemporâneos. Resultados disso são as diversas situações de separação estanque de estatutos. de um lado. tanto nas áreas intra-urbanas. Há especificidades relevantes dos problemas e desafios ambientais no meio urbano. atingiram graus mais elevados e alarmantes. engenheiros. historicamente. quanto nas peri-urbanas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8 – Dados específicos de cada modalidade de Engenharia 8. os problemas ambientais tendem a se localizar cada vez mais nas cidades.

1. Conclui-se pela importância de formarem-se no país. planejar e gerenciar (monitorar) ecossistemas naturais e urbanos. engenheiros sanitaristas. visando a preservação e conservação de áreas verdes. A segregação em órgãos públicos. intervenções e usos sustentáveis. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias iniciativa pública e privada. 8. consultorias. sistemas e serviços de infra-estrutura urbana.  .  .Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para a formulação. V . qualificar e modelar variáveis e parâmetros desses processos sócio-espaciais e as decorrentes demandas por redes. Espera-se a contribuição da engenharia de forma mais eficaz e eficiente para preservação do ambiente e melhoria das condições de vida e saúde da população. 8. avaliação e implementação de políticas públicas relacionadas ao planejamento e à gestão do território.1 – Objetivo Geral Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para interpretar dinâmicas e intervir em processos dos sistemas urbanos. o meio ambiente e suas interações.Centro de Engenharia. analisar e interpretar o ambiente biótico e abiótico visando apropriações.2 – Objetivos Específicos  .Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para identificar e analisar dinâmicas de uso e ocupação do território visando quantificar. 41 . engenheiros florestais e engenheiros ambientais) e profissionais ‘experts’ urbanos (engenheiros civis. perícias. principalmente os que têm sofrido ação antrópica. análise.3.1.1. por exemplo.3 – Objetivos do Curso 8. e privados. projetos.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para conceber. proposição/intervenção por meio de planos. chegou a um ponto em que há os profissionais identificados como ‘experts’ ambientais (agrônomos.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para identificar. Um caso exemplar refere-se às Áreas de Preservação Permanente em regiões urbanizadas. arquitetos-urbanistas).3. e outras formas de ação profissional com foco nos sistemas ambientais. profissionais que tenham capacidades para diagnóstico.

Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para a identificação.Capacitar o Engenheiro Ambiental e Urbano em aplicações das tecnologias de geoprocessamento como subsídio para compreensão. tratamento e disposição de esgotos. 42 . análise e proposições pertinentes às suas atribuições e formação. análise e avaliação dos impactos ambientais associados ao uso e ocupação do território.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar profissionalmente na área de gestão da mobilidade.Centro de Engenharia. Drenagem urbana. tratamento e disposição de resíduos sólidos. da realização de análises. Coleta. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias V . Coleta. V . X .Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar profissionalmente na área de gestão do saneamento ambiental.1. 8. Sistemas de comunicação. transporte e logística urbana.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para conceber. visando a sua mitigação.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no âmbito de ações integradas para melhoria de indicadores de saúde pública e meio ambiente. por meio de caracterização da área de estudo. X . X .Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no campo da pesquisa científica e tecnológica.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no âmbito de ações integradas para melhoria da qualidade do ambiente e da paisagem urbana. Transporte e circulação. planejar e gerenciar (monitorar) redes e sistemas de infra-estrutura urbana nas áreas de:       Abastecimento de água. V .4 – Perfil do Egresso É um profissional com embasamento científico e tecnológico capacitado para contribuir com a resolução dos relevantes problemas ambientais e urbanos de nossa sociedade. X . V .

concepção de projetos. Os estudantes inicialmente ingressam nos Bacharelados Interdisciplinares da UFABC e somente passam a cursar as disciplinas da Engenharia Ambiental e Urbana à medida que avançam no BC&T. sem descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia. o território urbano e regional. concessionárias de serviços públicos.1.  Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos.5 – Organização Curricular Na base dos cursos de Engenharia da UFABC está o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T). 8. empresas do setor industrial. entre os quais destacamos:  Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na universidade.  Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos pelos programas. mas.Centro de Engenharia. entre as diversas especialidades de engenharia. ciências tecnológicas. Também já no BC&T estão previstos alguns mecanismos pedagógicos que estarão presentes por todo o curso de Engenharia Ambiental e Urbana . A partir do BC&T os estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas. e também como profissional autônomo. 43 . O profissional graduado nesse curso poderá atuar em agências reguladoras. também. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias diagnósticos e monitoramentos integrados. que constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC. Somente ao final do BC&T. ensino e pesquisa. sócioeconômica e de impacto nos setores e sistemas ambiental e urbano. ao longo do programa. Para tanto o curso de Engenharia Ambiental e Urbana busca uma consistente formação em ciências básicas. de serviços e de consultoria. os estudantes podem efetuar sua matrícula no curso de Engenharia Ambiental e Urbana. poder público federal. sociais e econômicas aplicadas aos objetos centrais da atuação: o meio ambiente. organizações não governamentais. agências bilaterais e multilateriais de cooperação. avaliação técnica. estadual e municipal.

Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 horas aula.Centro de Engenharia.  Disciplinas Livres: 31 créditos / 372 horas aula.  Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos: 26 créditos / 312 horas aula. admite-se como trabalho de conclusão de curso. Esta modalidade de engenharia. de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. do CNE/CES. Trata-se de uma proposta dinâmica. dentro do espírito do modelo pedagógico da UFABC. exigindo um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade Engenharia Ambiental e Urbana (profissionalizantes): 77 créditos / 924 horas aula. permitindo uma grande flexibilidade para o aluno estabelecer seu próprio currículo escolar. Para a Engenharia Ambiental e Urbana.  Disciplinas de Opção Limitada da Modalidade Engenharia Ambiental e Urbana: 30 créditos / 360 horas aula. e que atende às determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais.  44 . desde que o plano de trabalho seja aprovado pela coordenação do curso. à medida que vai adquirindo maturidade para tal. contemplando aspectos de atualização e acompanhamento contínuos dos conteúdos sendo ministrados. Assim. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal. não segue os moldes das modalidades tradicionais. correspondentes a 3600 horas aula. cuja composição deve obedecer:   Disciplinas obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 horas aula. projeto de iniciação científica desenvolvido pelo aluno. o curso de Engenharia Ambiental e Urbana exige o cumprimento 300 créditos.

Cálculo Numérico Introdução à Probabilidade e à Estatística Transformações Químicas. Transformações Bioquímicas. Mecânica dos Fluidos I Não há TOTAL 77 45 . Hidráulica Não há Termodinâmica Aplicada I. Regulação Ambiental e Urbana Mecânica dos Fluidos I. Hidráulica Microbiologia Ambiental. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Nas tabelas a seguir. Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Não há Não há Microbiologia Ambiental. Tabela 9: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana Item Código Disciplinas Obrigatórias Específicas T P I Créditos 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 EN2135 EN2132 BC1001 EN2137 EN2113 EN2127 BC1332 EN2134 EN2133 EN2130 EN2109 EN2105 EN2124 EN2115 EN2131 EN2139 EN2126 EN2117 EN2138 EN2140 EN2102 EN2103 EN2136 Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental Avaliação de Impactos Ambientais Biomas Brasileiros Caracterização de Matrizes Ambientais Cartografia e Geoprocessamento Climatologia Fundamentos de Geologia para Engenharia Geotecnia Habitação e Assentamentos Humanos Hidráulica Hidrologia Microbiologia Ambiental Planejamento Urbano e Metropolitano Poluição Atmosférica Regulação Ambiental e Urbana Resíduos Sólidos Saúde Ambiental Sistemas de Abastecimento de Águas Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Transferência de Massa Transportes e Mobilidade Urbana 0 4 2 0 1 3 3 2 3 2 3 3 3 3 2 3 2 3 2 2 3 3 2 2 0 1 2 3 0 1 2 1 2 1 1 1 0 0 0 0 1 2 2 0 1 0 4 3 3 4 3 4 3 4 5 4 3 4 4 4 4 4 3 5 5 4 4 5 4 2 4 3 2 4 3 4 4 4 4 4 4 4 3 2 3 2 4 4 4 3 4 2 Recomendações Recomendada para o final do curso Regulação Ambiental e Urbana. Fundamentos de Geologia para Engenharia Não há Hidráulica Hidrologia. Cartografia e Geoprocessamento Cartografia e Geoprocessamento. Cartografia e Geoprocessamento Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Não há Não há Não há Concomitante com Cartografia e Geoprocessamento Fundamentos de Geologia para Engenharia.Centro de Engenharia. detalhamos a composição de cada um dos conjuntos de disciplinas específicas do curso de Engenharia Ambiental e Urbana.

Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Recomendada para o início do curso Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Cartografia e Geoprocessamento Geotecnia. Conservação da Biodiversidade 24 EN3112 0 2 4 2 25 EN3104 Transportes. Fundamentos de Geologia. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico Métodos Experimentais em Engenharia.Ambiental Cartografia e Geoprocessamento. Uso e Ocupação do Solo 1 1 4 2 26 EN3103 Unidades de Conservação da Natureza 3 1 2 4 Total 73 46 . Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico.Centro de Engenharia. Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 10: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 EN3121 BC1106 EN3117 EN3101 EN3113 EN3124 EN3105 BC1630 EN3122 EN3108 EN3114 EN3115 EN3118 EN3106 EN3111 EN3109 EN3110 BC1305 EN3116 NH3812 BC1005 EN3107 EN3123 Disciplinas de Opção Limitada Cidades. Cartografia e Geoprocessamento Não há Regulação Ambiental e Urbana. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano. Sociedade e Meio Ambiente Educação Ambiental Fundamentos de Economia e Sociologia Urbana Geomorfologia Descritiva Geotecnia Aplicada ao Planejamento UrbanoAmbiental Gestão Ambiental na Indústria Gestão Urbano-Ambiental História do Urbanismo Logística e Meio Ambiente Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico Práticas de Ecologia Questões Ambientais Globais Química Ambiental Recursos Hídricos Sensoriamento Remoto Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana Transportes e Meio Ambiente T P I Créditos 3 4 1 3 0 2 3 2 3 2 3 3 3 2 2 1 1 0 2 2 3 1 3 0 0 1 0 2 0 0 2 0 2 0 0 1 0 0 1 1 4 0 0 0 3 1 3 4 2 1 2 4 4 4 3 3 3 3 4 4 2 4 4 4 4 4 4 2 4 3 4 2 3 2 2 3 4 3 4 3 3 4 2 2 2 2 4 2 2 3 4 4 Recomendações Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Não há Microbiologia Ambiental. Cartografia e Geoprocessamento. Globalização e Projetos Urbanos Ciências Atmosféricas Compostagem Contaminação e Remediação de Solos Desenho Técnico Aplicado ao Planejamento Urbano-Ambiental Ecologia do Ambiente Antropizado Economia. Resíduos Sólidos Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Fundamentos de Desenho e Projeto Transformações dos Seres Vivos e Ambiente Não há Não há Não há Fundamentos de Geologia. Cartografia e Geoprocessamento Não há Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Não há Não há Não há Não há Cartografia e Geoprocessamento. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Biomas Brasileiros.

6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A Tabela 11 a seguir é um exemplo de períodos em que as Disciplinas Obrigatórias podem ser cursadas para caracterizar a formação em Engenharia Ambiental e Urbana. levando-se em conta o quadrimestre recomendado. pelo aluno. lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. caso o estudante queira se graduar em engenharia no prazo máximo de 5 anos. Sugere-se que. e/ou outras. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Os 31 créditos restantes deverão ser realizados em Disciplinas de Livre Escolha que venham a complementar os conteúdos específicos. o número de créditos em aulas práticas e o número de créditos correspondente a estudo individual do aluno fora da sala de aula. de caráter absolutamente livre de interesse do aluno. com aproveitamento.Centro de Engenharia. assim como parte dos 61 créditos de Disciplinas de Opção Limitada ou de Livre Escolha. ou seja. desde que as recomendações para cursar as disciplinas selecionadas assim o permitirem.1. 8. parte dos 77 créditos do núcleo de conteúdos profissionalizantes obrigatórios. eventualmente necessários para sua formação profissional. corresponderá a todas as disciplinas oferecidas pela universidade que não tenham sido ainda cursadas. A carga horária de cada disciplina é mencionada usando-se a sigla (T-P-I). para a realização destes créditos adicionais. sejam realizados ainda durante o BC&T. o número de créditos em aulas teóricas. O conjunto de disciplinas. 47 .

Conversão e Uso BC0103 Física Quântica BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1425 Álgebra Linear BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1419 Cálculo Numérico BC1713 Engenharia Econômica BC1001 Biomas Brasileiros 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1507 Instrumentação e Controle BC1710 Introdução às Engenharias EN2102 Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental EN2103 Transferência de Massa EN2137 Caracterização de Matrizes Ambientais BC0002 Projeto Dirigido BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1332 Fundamentos de Geologia para Engenharia EN2113 Cartografia e Geoprocessamento EN1002 Engenharia Unificada I EN2130 Hidráulica EN2109 Hidrologia EN2131 Regulação Ambiental e Urbana EN2134 Geotecnia EN2105 Microbiologia Ambiental EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2117 Sistemas de Abastecimento de Águas Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 4 º A N O EN2133 Habitação e Assentamentos Humanos EN2140 Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes EN2138 Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2126 Saúde Ambiental EN2127 Climatologia EN2115 Poluição Atmosférica EN2139 Resíduos Sólidos EN2136 Transportes e Mobilidade Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2132 Avaliação de Impactos Ambientais Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2124 Planejamento Urbano e Metropolitano Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2135 Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1103 Trabalho de Graduação I em Engenharia Ambiental e Urbana 14º Quadrimestre EN1101 Estágio Curricular I em Engenharia Ambiental e Urbana EN1104 Trabalho de Graduação II em Engenharia Ambiental e Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1102 Estágio Curricular II em Engenharia Ambiental e Urbana EN1105 Trabalho de Graduação III em Engenharia Ambiental e Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre 48 .Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0207 Energia: Origens. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 11: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Ambiental e Urbana 1º Quadrimestre 1 º A N O 2º Quadrimestre BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0402 Funções de Uma Variável BC0404 Geometria Analítica BC0504 Natureza da Informação BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0205 Fenômenos Térmicos BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0505 Processamento da Informação BC0307 Transformações Químicas BC0506 Comunicação e Redes BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0308 Transformações Bioquímicas 2 º A N O BC0603 Ciência.

1. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.Centro de Engenharia. Sociedade e Meio Ambiente EN4116 – Questões Ambientais e Globais EN4117 – Educação Ambiental EN4121 – Cidades. Globalização e Projetos Urbanos EN4122 – Economia e Sociologia Urbana EN4115 – Gestão Ambiental na Indústria EN4106 – História do Urbanismo EN3108 – Geomorfologia Descritiva EN3124 – Ecologia do Ambiente Antropizado EN3103 – Unidades de Conservação da Natureza EN3105 – Economia.7 – Convalidação entre Disciplinas Tabela 12: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2112 – Direito Ambiental e Urbanístico EN2125 – Avaliação de Impactos Ambientais EN2116 – Habitação e Assentamentos Humanos EN2122 – Introdução à Geologia de Engenharia BC1316 – Fundamentos de Geologia EN2114 – Geotecnia EN4109 – Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental EN2123 – Transportes e Mobilidade Urbana EN2118 – Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2121 – Resíduos Sólidos EN2120 – Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes EN4104 – Ecossistemas Terrestres. Sociedade e Meio Ambiente EN3116 – Questões Ambientais e Globais BC1630 – Educação Ambiental EN3121 – Cidades.EN3114 – Geotecnia Aplicada ao Planejamento UrbanoAmbiental Ambiental EN4107 – Sensoriamento Remoto EN3107 – Sensoriamento Remoto EN4108 – Geomorfologia Descritiva EN2128 – Ecologia do Ambiente Antropizado EN4103 – Paisagismo e Gestão de Unidades de Conservação EN4105 – Economia. Aquáticos e Interfaces Disciplina do Catálogo 2013 EN2131 – Regulação Ambiental e Urbana EN2132 – Avaliação de Impactos Ambientais EN2133 – Habitação e Assentamentos Humanos BC1332 – Fundamentos de Geologia para Engenharia EN2134 – Geotecnia EN2135 – Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental EN2136 – Transportes e Mobilidade Urbana EN2138 – Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2139 – Resíduos Sólidos EN2140 – Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes BC1001 – Biomas Brasileiros EN4101 – Contaminação e Remediação de Solos EN3101 – Contaminação e Remediação de Solos EN4114 – Geotecnia Aplicada ao Planejamento Urbano. Globalização e Projetos Urbanos EN3122 – Fundamentos de Economia e Sociologia Urbana EN3115 – Gestão Ambiental na Indústria EN3106 – História do Urbanismo EN4123 – Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana EN3123 – Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana EN4102 – Técnicas Experimentais para Caracterização de EN2137 – Caracterização de Matrizes Ambientais Ecossistemas Aquáticos EN4112 – Gestão de Recursos Hídricos BC1005 – Recursos Hídricos EN4118 – Gestão Urbano Ambiental EN2108 – Hidráulica EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN3118 – Gestão Urbano Ambiental EN2130 – Hidráulica EN1101 – Estágio Curricular I em Engenharia Ambiental e Urbana (Resolução ConsEPE 103) EN1102 – Estágio Curricular II em Engenharia Ambiental e Urbana (Resolução ConsEPE 103) EN1103 – Trabalho de Graduação I em Engenharia Ambiental e Urbana EN1104 – Trabalho de Graduação II em Engenharia Ambiental e Urbana EN1105 – Trabalho de Graduação III em Engenharia Ambiental e Urbana 49 .

Elementos e estudos para formulação de Estudos de Impacto Ambiental (EIA). S. Pioneira Thompson Learning. 415p. São Paulo. G. (Environmental Science and technology). Introdução à Pesquisa Operacional. D. Acompanha CD-ROM. Edgard Blucher. Programação Linear.. Cartografia e Geoprocessamento Ementa: Histórico e bases legais do licenciamento ambiental. Procedimentos e métodos para avaliação dos impactos ambientais. Análise de sistemas ambientais. LIEBERMAN. FORD. Bibliografia Complementar: BARNSLEY.Ementas 8. A. Conceituação. J. Modelagem de Sistemas Ambientais. Environmental modeling: a practical introduction. 1ª Edição. Developments in Environmental Modelling.. Estudos de técnicas de simulação em situações e problemas ambientais.1. 1 ed. 9. Fundamentals of Ecological Modelling. M. New York: CRC Press.8 . USA: Elsevier Science Publishing Company Inc.. Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e RAP – Relatório Ambiental Preliminar.. A. 02 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Código: EN2132 TPI: 4-0-3 Carga Horária: 48h Recomendação: Regulação Ambiental e Urbana. M. Modeling the environment: an introduction to system dynamicis modeling of environmente systems. Gestão dos empreendimentos licenciados. Modelos Hidrológicos. 2007 588p. Termo de Ajustamento de Conduta 50 . Ed. Michael J. UFMG. VON SPERLING. c2007. São Paulo. 2005. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. Interfaces de utilização e aplicações práticas da modelação matemática em sistemas ambientais. Modelagem de sistemas ambientais.. HILLIER. TUCCI. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. Modelos de simulação aplicados a casos de cunho ambiental. 1999. ISBN 0415300541. 2003. F. Editora UFRGS.. 1986. ISBN: 8586804681 JORGENSEN. New York.. São Paulo: McGrawHill. E. ZILL.. 406 p.. Carlos E. Conceitos envolvidos na identificação e formulação de medidas mitigadoras e compensatórias.Centro de Engenharia. Island Press. desenvolvimento e aplicação. S. 2006. G.8. 1999.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana 01 ANÁLISE DE SISTEMAS E MODELAGEM AMBIENTAL Código: EN2135 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Recomendada para o final do curso Ementa: Introdução à Teoria Geral de Sistemas. Bibliografia Básica: CHRISTOFOLETTI. 680 p. tipos de licenciamento ambiental segundo características dos empreendimentos. ISBN: 85-88556-07-2.1. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.

2006. PHILIPPI JR. ISBN 9788586238796. 1. Ecossistemas aquáticos continentais naturais e artificiais: rios. Fundamentos de limnologia. ESTEVES.M. 20(1):13-23. A. Previsão de impactos: o estudo de impactos ambiental no Leste. (www. BRUNA. São Paulo: Oficina de Textos. 2005. 570p. FORNASARI Fo. L. 318 p. São Paulo: Pearson. 152 p. São Paulo: FAUUSP/FAPESP. Caracterização da estrutura e funcionamento dos ecossistemas aquáticos. ALMEIDA. Gilda Collet. C. Experiência no Brasil. PLANTEMBERG. Moradia e Mananciais: tensao e dialogo na metrópole. R. 495 p. Santo André: Universidade Federal do ABC. 03 BIOMAS BRASILEIROS Código: BC1001 TPI: 2-1-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Ementa: Conceito de Bioma. Luis Enrique. solos. 51 . O conceito de bioma. Brasília. vegetação e fauna. Acta Bot. M. reservatórios. Limites e desafios do processo de licenciamento ambiental. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2.. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. ISBN 9788531402609. Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. IAP/SEMA-PR. lagos. SÁNCHEZ. Curitiba. 1992. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. ROMÉRO. 132 p. Alterações no meio físico decorrentes de obras de engenharia. Bibliografia Básica: MÜLLER-PLANTENBERG. na Rússia e na Alemanha. Oeste e Sul. Conflitos ambientais no Brasil. Henri (org. situação atual e perspectivas de conservação dos biomas brasileiros. 300p. Daniel Ladeira. Caracterização da estrutura e funcionamento dos biomas brasileiros: geomorfologia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias (TAC) e medidas punitivas por descumprimento da legislação ambiental. Biomas zonais e azonais. Barueri: Manole.scielo. Aziz Nacib (orgs). Os passivos ambientais no reservatório Billings e os seus impactos na geração hidroenergética da Usina Henry Borden. et alii. Dissertação (Mestre em Energia)-Universidade Federal do ABC. 2004. 1. M. Aulas práticas com saída de campo. ed. Previsão de Impactos Ambientais. MARTINS. 2a Ed. 1994. Rio de Janeiro: Fundação Henrich Boll. BRAGA. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Bibliografia Básica: COUTINHO. 1045 p.). clima. procedimentos e ferramentas. Editora Interciência. ISBN 8576050414. Bras.site com recursos adicionais). 573 p. L. 2008. 206 p. IBAMA. 3 edição. 2 ed. Curso de gestão ambiental. Manual de impacto ambiental: agentes sociais. interfaces. 1995. Disponível em < www. 1993. Bibliografia Complementar: ACSELRAD.br/pdf/abb/v20n1/02.prenhall. ISBN 9788520420553. Histórico da ocupação humana.ed.. São Paulo. v. F. marinhos e interfaces.com/braga_br . 2006..pdf>. N. Benedito et al. 294 p. 16/12/2010. Marcelo de Andrade. Clarita. São Paulo: EDUSP. Rio de Janeiro. Programa de Pós-Graduação em Energia. 2006. 2004. AB'SABER.Centro de Engenharia. Arlindo.

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O profissional formado nesta universidade é também motivado a trabalhar no desenvolvimento de avanços científicos e tecnológicos que possam alavancar o país neste setor.2.Centro de Engenharia.2.2 – Engenharia Aeroespacial 8.3.engenheiros e pesquisadores .2. Isso se deve principalmente à escassez de recursos investidos neste setor considerado altamente estratégico e que envolve tecnologia de ponta.na área. Este atraso deve-se também à escassez de mão de obra especializada . 8.2. O curso de Engenharia Aeroespacial da UFABC se insere dentro de um contexto nacional de formação de profissionais capacitados a trabalhar nas melhores empresas do ramo e em centros de pesquisa afim. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.1 – Objetivo Geral O curso de Engenharia Aeroespacial da UFABC tem como objetivo formar um engenheiro com sólida base técnica e científica capaz de atuar em várias frentes no setor aeronáutico e espacial e com capacidade de estar sempre se atualizando em relação à demanda e à competição internacional.2 – Perfil do Curso O Brasil é ainda dependente de outros países na área aeroespacial.3 – Objetivos do Curso 8.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Aeroespacial Diplomação: Engenheiro Aeroespacial Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8. 88 .

dinâmica e controle. comunicação.2. foguetes.Centro de Engenharia. componentes.4. projeto. tais como: satélites meteorológicos. Está apto também a tornar-se empresário autônomo e fabricante/fornecedor de peças.3 – Habilidades O Engenheiro Aeroespacial está diretamente envolvido com: .3.o desenvolvimento de satélites artificiais e sondas para diversas aplicações. 89 .2 – Competências O profissional formado nesta área está apto a trabalhar em institutos de pesquisa afim no Brasil ou no exterior. bem como na indústria ou empresas que prestam serviço ao setor aeroespacial no Brasil ou no exterior.2 – Objetivos Específicos Além de formar um engenheiro generalista. sondas de exploração do espaço profundo etc. controle de atitude. . 8.2.4 – Perfil do Egresso 8. helicópteros. o curso de Engenharia Aeroespacial permite ao futuro engenheiro obter especialização em determinados grupos de interesse. 8. . Neste sentido são oferecidos conjuntos de disciplinas de opção limitada agrupados em três grandes áreas: .1 – Perfil do Profissional É o engenheiro apto a atuar em modelagem matemática. controle.4. . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.o desenvolvimento e a avaliação de sistemas diversos – eletrônicos e mecânicos em geral – associados a aeronaves. serviços e soluções para o mercado aeroespacial brasileiro.estruturas aeroespaciais.sistemas de propulsão. interação homemmáquina etc. satélites etc. construção e testes de sistemas no setor aeroespacial.2. análise.2. simulação numérica. 8.2. .4.aerodinâmica e propulsão. navegação.

cuja composição deve obedecer os requisitos da Tabela 13.2. materiais especiais. satélites etc. Tabela 13: Exigências para a formação do Engenheiro Aeroespacial da UFABC REQUERIMENTOS Disciplinas Obrigatórias do BC&T Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial Disciplinas Livres do BC&T TOTAIS CRÉDITOS 90 46 26 86 22 30 300 CARGA HORÁRIA 1080 552 312 1032 264 360 3600 As Disciplinas Obrigatórias do BC&T buscam dar ao aluno a base de conhecimento. foguetes.5 – Organização Curricular da Engenharia Aeroespacial O curso de Engenharia Aeroespacial exige o cumprimento de 300 créditos. controle de temperatura e controle de vibração em sistemas diversos associados a aeronaves.problemas envolvendo interação fluido-estrutura. conhecimento este necessário para que ele possa ter uma boa formação no conhecimento básico das ciências em geral e das Engenharias em particular. astronomia etc. helicópteros. . aerodinâmica.Centro de Engenharia. 8. nos seis eixos já citados. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .sensores e instrumentação de bordo. turbulência atmosférica. As Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. correspondentes a 3600 horas aula. envolvendo a elaboração e 90 . dinâmica orbital.

aeroelasticidade. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia Aeroespacial) e Trabalho de Conclusão de Curso (Trabalho de Graduação I. Neste sentido. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias desenvolvimento de projetos de Engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e II). estruturas aeroespaciais. 91 .Centro de Engenharia. aeroacústica e propulsão. conforme apresentado na Tabela 15. este conjunto de disciplinas aborda as principais áreas que sustentam a proposta do curso de Engenharia Aeroespacial: cálculo estrutural. Tabela 14: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 CÓDIGO EN2223 BC1509 EN2220 EN2222 EN2226 EN2704 EN2710 EN2219 EN2231 EN2232 EN2221 EN2230 EN2233 EN2224 EN2210 EN2225 EN2228 EN2214 EN2213 EN2227 EN2229 NOME Dinâmica I Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Aeronáutica I-A Introdução à Astronáutica Desempenho de Aeronaves Sistemas de Controle I Sistemas de Controle II Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais Laboratório de Guiagem. dinâmica de sistemas. As Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial (Tabela 14) incluem um conteúdo que deve ser obrigatoriamente conhecido por todo Engenheiro Aeroespacial. Uma variedade de opções é fornecida. sistemas de controle. II e III em Engenharia Aeroespacial). aerodinâmica. permitindo ao aluno escolher os assuntos que mais lhe interessa. Navegação e Controle Estabilidade e Controle de Aeronaves Vibrações Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais Técnicas de Análise Estrutural e Projeto Métodos Computacionais para Análise Estrutural Aeroelasticidade Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves I Mecânica dos Fluidos Avançada Combustão I Aerodinâmica I Sistemas de Propulsão I Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais TOTAL T 4 4 4 2 4 3 3 4 0 4 4 4 3 3 4 3 4 3 4 3 3 P 0 0 0 0 0 2 2 0 4 0 0 0 1 1 0 1 2 1 0 1 1 I 5 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 4 4 5 5 4 CRÉDITOS 4 4 4 2 4 5 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 6 4 4 4 4 86 As Disciplinas de Opção Limitada do curso buscam aprofundar o conhecimento apresentado nas disciplinas obrigatórias do curso.

permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade. 92 .Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 15. Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial GRUPO ITEM CÓDIGO 01 02 03 04 Dinâmica e Controle 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 EN3721 EN3229 EN3230 EN3206 EN3234 EN3207 EN3237 EN3202 EN3210 EN3211 EN2605 EN2719 EN3228 EN3213 EN3233 EN3215 EN3201 EN2716 EN3232 EN3235 EN3217 EN3238 EN3722 EN3218 EN3219 EN3231 EN3220 EN3222 EN3221 EN2410 EN2411 EN3239 EN3226 EN3224 DISCIPLINA Teoria de Controle Ótimo Aeronáutica I-B Aeronáutica II Instrumentação e Sensores em Veículos Aeroespaciais Aviônica Simulação de Voo e Ambientes Virtuais Dinâmica II Dinâmica Orbital Navegação Inercial e GPS Cinemática e Dinâmica de Mecanismos Eletrônica Digital Dispositivos Eletrônicos Otimização em Projetos de Estruturas Teoria da Elasticidade Aplicações de Elementos Finitos para Engenharia Placas e Cascas Introdução às Vibrações Não Lineares Sistemas CAD/CAM Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves II Análise Experimental de Estruturas Interação Fluido-Estrutura Mecânica dos Sólidos II Confiabilidade de Componentes e Sistemas Aerodinâmica II Aeroacústica Sistemas de Propulsão II Técnicas Experimentais em Propulsão Propulsão Aeroespacial Não-Convencional Combustão II Transferência de Calor I Transferência de Calor II Máquinas de Fluxo Projeto Térmico de Veículos Espaciais Dinâmica de Fluidos Computacional T P I 3 4 5 3 4 3 4 3 3 3 4 3 4 4 3 3 4 3 3 1 3 4 3 4 3 3 3 3 2 3 3 4 4 3 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 2 2 0 0 1 0 0 1 1 3 0 0 0 0 0 1 2 0 1 1 1 0 0 0 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 4 4 4 5 3 4 5 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 Estruturas Aeroespaciais Aerodinâmica e Propulsão As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada. o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia Aeroespacial. seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento. seja através da escolha de outras disciplinas de Opção Limitada.

Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1713 Engenharia Econômica EN2230 Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais EN2710 Sistema de Controle II EN2213 Aerodinâmica I BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2228 Mecânica dos Fluidos Avançada Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2221 Vibrações EN2224 Métodos Computacionais para Análise Estrutural EN2225 Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves I EN1201 Estágio Curricular I em Engenharia Aeroespacial EN1202 Estágio Curricular II em Engenharia Aeroespacial BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2223 Dinâmica I Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 2 º A N O BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2220 Aeronáutica I-A EN2229 Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais EN2214 Combustão I EN2232 Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2227 Sistemas de Propulsão I 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre EN2222 Introdução à Astronáutica EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2226 Desempenho de Aeronaves Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1203 Trabalho de Graduação I em Engenharia Aeroespacial EN1204 Trabalho de Graduação II em Engenharia Aeroespacial EN1205 Trabalho de Graduação III em Engenharia Aeroespacial 4 º A N O 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre EN2704 Sistemas de Controle I EN2233 Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN2219 Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais EN2231 Laboratório de Guiagem. Navegação e Controle Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O EN2210 Aeroelasticidade Opção Limitada da Engenharia ou Livre 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 93 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.2. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC0002 Projeto Dirigido BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Tabela 16: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Aeroespacial 1º Quadrimestre 1 º A N O 2º Quadrimestre BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.Centro de Engenharia.

Centro de Engenharia. Navegação e Controle EN3205 – Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2209 – Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN2216 – Máquinas de Fluxo EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III BC1509 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN3237 – Dinâmica II EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2226 – Desempenho de Aeronaves EN2231 – Laboratório de Guiagem. Navegação e Controle EN2232 – Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2233 – Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN3239 – Máquinas de Fluxo EN1201 – Estágio Curricular I em Aeroespacial (Resolução ConsEPE 103) EN1202 – Estágio Curricular II em Aeroespacial (Resolução ConsEPE 103) EN1203 – Trabalho de Graduação I em Aeroespacial EN1204 – Trabalho de Graduação II em Aeroespacial EN1205 – Trabalho de Graduação III em Aeroespacial Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia 94 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 17: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2204 – Dinâmica I EN3212 – Introdução à Astronáutica EN2208 – Aeronáutica I-A EN2212 – Vibrações Lineares EN3216 – Métodos Computacionais Estrutural EN2814 – Materiais Compósitos para Disciplina do Catálogo 2013 EN2223 – Dinâmica I EN2222 – Introdução à Astronáutica EN2220 – Aeronáutica I-A EN2221 – Vibrações Análise EN2224 – Métodos Computacionais para Análise Estrutural EN2230 – Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais EN2215 – Introdução aos Sistemas de Propulsão EN2227 – Sistemas de Propulsão I EN2217 – Mecânica dos Fluidos Viscosos EN2228 – Mecânica dos Fluidos Avançada EN2218 – Escoamento Compressível EN3227 – Transferência de Calor Aplicada a Sistemas EN2229 – Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais Aeroespaciais EN3203 – Aeronáutica I-B EN3229 – Aeronáutica I-B EN3204 – Aeronáutica II EN3230 – Aeronáutica II EN3225 – Propulsão Aeroespacial EN3231 – Sistemas de Propulsão II EN3214 – Aplicações de Elementos Finitos para EN3233 – Aplicações de Elementos Finitos para Engenharia Engenharia EN3208 – Otimização em Projetos de Estruturas EN3228 – Otimização em Projetos de Estruturas EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2205 – Dinâmica II EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN3209 – Desempenho de Aeronaves EN2207 – Laboratório de Guiagem.2.

Mecânica. F. BEER. 2005. B. São Paulo: Editora Campus. 7. C.. Volumes I e II. JOHNSTON. F. Sistemas Analógicos. 5. 1970.. C. W. Sinais Analógicos. Geometria Analítica. E.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial 01 DINÂMICA I Código: EN2223 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Mecânicos. energia cinética. Transformada de Laplace. ângulos de Euler e equações de Euler. A. Mecânica: Dinâmica. Dinâmica. A Treatise on the Analytical Dynamics of Particles and Rigid Bodies. C.. R. momentos de massa de segunda ordem. E. Bibliografia Complementar: CRANDALL. HIBBELER. E. G. Dinâmica de ponto material e corpo rígido: quantidade de movimento. M. L.. S.8. teorema do momento angular. N. 2006. R. Pridmore-Brown. São Paulo: Edgard Blücher. Mecânica. Exemplos de aplicação. 95 . Z. momento angular. LIFCHITZ.. Fundamentos em Sinais e Sistemas.. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. R. FRANCA. McGraw-Hill. ROBERTS. MATSUMURA. J. D. 1a Ed. CLAUSEN. Cálculo Numérico Ementa: Sistema de forças. KARNOPP. Representação no Domínio da Freqüência. T. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT).. Transformada de Fourier. L. LANDAU. 1a Ed. Rio de Janeiro: LTC. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Dinâmica. Rio de Janeiro: McGraw-Hill. 1997. Krieger Publishing Company. C. Bibliografia Básica: LATHI. Mecânica Geral. teorema da energia cinética. TENENBAUM.. F. Convolução. Serie de Fourier. Bookman. 1965. São Paulo: Hemus Livraria e Editora. estática e cinemática de ponto material e corpo rígido. L. EUA: D. 1997.. E. A. 1982. J. 2007. trabalho e potência das forças internas e externas. KURTZ Jr. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ. 2009. WHITTAKER. Cambridge: Cambridge University Press.Centro de Engenharia. 2004. P. H. Ed. Ed. D. Dynamics of Mechanical and Electromechanical Systems.8 – Ementas 8. Bibliografia Básica: MERIAM. teorema do movimento do baricentro. Dinâmica de ponto material.2. P. KRAIGE. Filtros Analógicos.2. L. 02 TRANSFORMADAS EM SINAIS E SISTEMAS LINEARES Código: BC1509 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução a Sinais e Sistemas. momento das forças internas e externas. Sinais e Sistemas Lineares.

A. TRANTER. B.(disponível na UFABC).. (Colecao Schaum).N. Inc. N.. New Age International (P) Ltd. Sinais e Sistemas. THEODORE. Fundamentos da Teoria do Vôo.a. São Paulo: Edições Inteligentes. Porto Alegre: Artmed Editora.Conhecimentos Técnicos. São Paulo: Editora Asa.. Bibliografia Básica: HOMA. ed.. 3. CHARTRAND. 1999. H. 2001. M. WILLSKY. Teoria de voo: Princípios de voo de aviões. NASA SP-367. Teoria e problemas de sinais e sistemas. Linear System Analysis. R. E. OPPENHEIN.gov/archive/nasa/casi. S.pdf>... A.ntrs. P. 2.. WILLSKY. RAYMER. Introduction to the Aerodynamics of Flight. FANNIN.. A. L.Centro de Engenharia. M. 1996. 2010. 2ª ed. princípios de operação do grupo moto propulsor. 2004. S. Bookman. VA: AIAA. Prentice Hall. Prentice Hall. D. 03 Código: EN2220 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há AERONÁUTICA 1-A Ementa: Conhecimentos técnicos sobre aviões: Anatomia do avião. S. HAMID. F. P. John Wiley & Sons. 1a Ed. 2009. BOULET. A. 1999. D. São Paulo: Editora Asa. S. Bibliografia Complementar: SCHETZEN. OPPENHEIM. noções de desempenho e limitações humanas.. Aerodinâmica e Teoria de Vôo. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HAYKIN. NAWAB.. Publication. J. Aircraft Design: A Conceptual Approach.. S. 04 Código: EN2222 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h INTRODUÇÃO À ASTRONÁUTICA 96 . M. Ed..nasa. Teoria de Vôo. SAINTIVE. Sinais e Sistemas. A. ed. ZIEMER. Oxford: Wiley-Blackwell. J. STINTON. A. New York: McGraw-Hill.. H. sistemas e instrumentos de voo. 1998. Fundamentals of Signals and Systems. disponível em: <http://ntrs. 1.nasa. TRIPATHI. Aeronaves e Motores . HSU. 2004. Signals and Systems: Continuous and Discrete. 2006. 4a Ed.. BJORK Linda. V. 1975. Signals and Systems. D. São Paulo: Pearson Prentice Hall. WELCH. Van Sickle´s Modern Airmanship. R. São Paulo: Editora Asa. 2008. Linear Time-Invariant Systems. John. The Design of the Airplane. 2001. 2001. (Education Series). B.. Lewis. VAN VEEN. Reston. 1998. IEEE Press.gov/19760003955_1976003955. 2003. Da Vinci Engineering Press. BJORK. PARADINES. introdução à aerodinâmica. limitações e informações operacionais. Bibliografia Complementar: HOMA. ed. 2. W. L. Publishers.

05 DESEMPENHO DE AERONAVES Código: EN2226 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Aeronáutica I-A. A. W. Programa Nacional de Atividades Espaciais para o decênio 2005-2015. Weinheim. MEDVEDEV. J. J. 1998. Equações de movimento de voo no plano horizontal: voo em curva. 1984. Introduction to Aircraft Performance.do Sonho a Realidade . W. VA: AIAA. KISELEV. Bibliografia Básica: HULL... manobrabilidade e envelope de voo. Fundamentals of Airplane Flight Mechanics. Astronautics . SPITZMILLER.D. Bibliografia Complementar: AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA. ASTORE. I.. GRUNTMAN. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Astronautics: Book 1: Dawn of the Space Age. ed. ULRICH. Aerodinámica y Actuaciones Del Avión. Stability. Decolagem e pouso. T. B. 2007. A. To the Moon and Towards the Future. 2004. Equações de movimento de voo no plano vertical: voo planado.Book 2. atmosfera e sistemas propulsivos. Madri: Thomson Paraninfo. Bibliografia Básica: SELLERS. 2000. T. F. Astronautics. Performance. alcance. Dinâmica I Ementa: Revisão de aerodinâmica de aviões. DE: Wiley – VCH.N. carga-paga. Burlington. Requisitos de performance. descida. SPITZMILLER. Astronautics. I. Understanding Space: An Introduction to Astronautics. 2004. A. Burlington. A. PAMADI.. LARSON. Efeitos do vento. D. 2003. F. ANDERSON. R. autonomia. New York: McGraw-Hill. Disponível em: <www. MENSHIKOV.br>. Pennsylvania.Historia da Conquista Espacial. 2007. (Education Series) Bibliografia Complementar: HALE. W. V. PA: Society of Automotive Engineers. 1999. Hamilton: John-Wiley & Sons. 1994. 97 . Reston. 2008.J. R. subida. GRIFFEN. 2007. Subsonic Airplane Performance.Centro de Engenharia.gob. cruzeiro. New York: Springer. ed. MOURÃO. 3. Astronáutica . R. 12. CARMONA.G. Órbita e atitude de veículos espaciais. Dynamics. New York: Springer-Verlag. Introduction to Flight. PNAE.The Early History of Spacecraft and Rocketry. KATZ. Programa Nacional de Atividades Espaciais. Washington: AIAA. CA: Collector's Guide Publishing. B. J.. New York: McGraw Hill. Blazing the Trail . 2004. M. CA: Collector's Guide Publishing. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Disciplinas Obrigatórias das Engenharias que são Opção Limitada no BC&T Ementa: Veículos e sistemas espaciais. and Control of Airplanes.aeb. J.

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S sobre estradas e 8 ao redor de marcos.T. AIAA Education Series. 1997 06 SIMULAÇÃO DE VOO E AMBIENTES VIRTUAIS Código: EN3207 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Estabilidade e Controle de Aeronaves. subida. Reston: AIAA. C. Aeronáutica II Ementa: Familiarização com o cockpit/instrumentos de voo. DIVISÃO AERODESPORTIVA DA DIRETORIA DE AERONÁUTICA CIVIL. check de cabeceira. alinhamento. utilização de check-list. (*) As limitações do ambiente virtual não permitem que essas manobras sejam percebidas como no ambiente real devido a fatores como: falta das forças de inércia. táxi. São Paulo: Editora Asa. navegação. curvas de grande inclinação (*) nivelada. FRIED. Surrey: Ashgate. Introduction to Flight Test Engineering.. stall (*). 1998.. 1999. Curso Prático de Vôo por Instrumentos. STRGANAC. operação de pouco e decolagem com vento de través (*). Principles of Flight Simulation. G. D.. Pilot´s Handbook of Navigation. D. New York: McGraw-Hill Professional. BOTTURA. variação de pressão atmosférica. 07 Código: EN3237 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Dinâmica I DINÂMICA II Ementa: Dinâmica de ponto material e corpo rígido: quantidade de movimento. Modern Airmanship. a precisão na realização dessas manobras é limitada. 1989 KAYTON. noções de emergência após a decolagem e em cruzeiro. Portanto. Airplane Stability and Automatic Control. R. ELLIOTT. curvas de pequena e média inclinação em subida e descida. pouso. 1976. D. descida. Radar And Laser Cross Section Engineering . SICKLE'S. McGraw Hill. H.. Santa Rosa: Aero Publishers. Amsterdam: Elsevier Science. ed. partida. ed. Bibliografia Básica: WELCH. Flight Simulation. curvas de pequena e média inclinação em voo nivelado. W.Centro de Engenharia. 2009. Flying Qualities and Flight Testing of the Airplane... Hamilton: John-Wiley & Sons. 2001. STINTON. coordenação potência/atitude. vibrações e/ou ruídos. aproximação. 2005. McGraw-Hill. nivelamento e cruzeiro. ISBN 9781-56347-702-7 SKOLNIK. John-Wiley & Sons. GUERNY. toque e arremetida. IEEE. Introduction to Radar Systems.T. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: JENN. V.L. ISBN 0072881380 IEEE Guide for Aircraft Electric Systems. ALLERTON. J. A. M. WARD.F.. J. Bibliografia Complementar: ASHGATE. 1977. T. Manobras Elementares de Vôo. corrida e decolagem. 2. São Paulo: ETA Editora Técnica de Aviação. 2. ISBN 0-7381-4339-1 NELSON. R. Avionics Navigation Systems. arremetida no ar. teorema 111 . D. glissada (*).C. 1989.

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D. limitação de nível. 2006.. SEDRA. Cambridge. 2a Ed. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 12 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Código: EN2719 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos. Lagrangeano aumentado. MARINO. deslocamento de nível. 1 e 2. W. 13 OTIMIZAÇÃO EM PROJETOS DE ESTRUTURAS Código: EN3228 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cálculo Numérico. SMITH. 1996.. 115 . Elsevier Editora Ltda. Mike. 2006. Solução de problemas de otimização usando cálculo diferencial. 3.. N.... CAPUANO. 8a Ed.. Francisco Gabriel.Centro de Engenharia.. New York: Springer.. J. Prentice-Hall. Laboratório de eletricidade e eletrônica. função objetivo. NASHELSKY. "Eletrônica". McGraw-Hill. Aplicações à problemas de otimização de estruturas. L. M. C.T. HILL. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. 22 ed. Prentice-Hall. etc). R. "Microeletrônica". Maria Aparecida Mendes. TOOLEY. relação estática tensão-corrente. Condições Kuhn-Tucker (KKT) de optimalidade. Métodos computacionais para solução de problemas de otimização não lineares sem e com restrições: gradientes conjugados. Antonio. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Porto Alegre: Bookman. deslocamento de nível. 5a Ed. lógica binária. restrições. algoritmos genéticos. Introdução aos métodos probabilísticos: recozimento simulado.. L. características dinâmicas. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. aplicações em retificação. A. 6 ed. G. influência térmica. 2003. Métodos de programação matemática: algoritmo Simplex. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos".. ed. K.. projetos. 2004. Bibliografia Básica: HAFTKA. Bibliografia Complementar: HOROWITZ.. 1989. 2007. ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente.. aplicações e laboratório. fundamentos e Aplicações. A. etc. P. MALVINO. Circuitos Eletrônicos. comparação de tensão e de corrente. Programação Linear Sequencial. “The art of electronics”. 7a Ed.. aplicações em amplificação de tensão e de corrente. vol. HORENSTEIN. S. Prentice-Hall. Método dos multiplicadores de Lagrange. ZAFER. Elements of Structural Optimization. R. PERTENCE JÚNIOR. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". P. BATES. São Paulo: Érica. Mecânica dos Sólidos Ementa: Conceitos de otimização em engenharia (variáveis de projeto. 2007.

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2008. R. H. Cavitação. New York: McGraw-Hill. D. P. MENON.. ÇENGEL. Ebulição e Condensação. MESSINA. De WITT. Bibliografia Complementar: McALLISTER. F. Termodinâmica.. J. Convecção Forçada em escoamentos externos e internos... A. A. Bibliografia Básica: INCROPERA. E.. John Wiley&Sons. Mc Graw Hill. Rio de Janeiro. R. Piping Calculations Manual.. COOPER. LTC. B . Máquinas de Fluxo. Convecção natural. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 31 TRANSFERÊNCIA DE CALOR II Código: EN2411 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor I Ementa: Princípios de convecção térmica. P. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica.. Bibliografia Básica: KARASSIK. C.. Transferência de Calor. DE WITT. ───. P. SISSOM. R. H. Segunda Edição. Boston: 127 . P. 2002. 6ª Edição. PFLEIDERER. W.. E. 2º Edição. Turbinas a vapor. R. WOLGEMUTH. Oxford: Elsevier. Turbinas a gás. Accurate Solutions to Everday Pipeline Engineering Problems. BIRD. MUNSON. Editora LTC. BEJAN. 1984. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Mecânica dos Fluidos Avançada Ementa: Definições básicas. PETERMANN. Modelo reduzido e coeficientes adimensionais. ConvectionHeat Transfer. 2005. Transformação de energia e triângulo de velocidades. 2009. 2009. MACINTYRE. H. Ventiladores e compressores. Pump Handbook. Transmissões.. Bibliografia Complementar: HOLMANN. Pipeline Rules of Thumb Handbook: A Manual of Quick. J. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. W. São Paulo: Editora Edgard Blucher. Rio de Janeiro: Guanabara dois. McGraw Hill. P. SCHMIDT. 2004. S. H. PITTS. F. Fenômenos de Transporte. MORAN.. N. 639p. I. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. LTC. Ed. ed. 1983.. C. D. B. Rio de Janeiro: LTC. HENDERSON. J. 1979. HEALD.. C. Máquinas Motrizes Hidráulicas. Máquinas hidráulicas geradoras.. E. 2008.. D.. Noções de Trocadores de Calor. SHAPIRO. Máquinas hidráulicas movidas. 7.. I. Working Guide to Pump and Pumping Sations: Calculations and Simulations. L.Centro de Engenharia. ed. Escoamento compressível.. 4. 2004. P.. New York: McGraw-Hill. Y. J. 32 MÁQUINAS DE FLUXO Código: EN3239 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada I. São Paulo. E. Transferência de calor e massa. Fenômenos de Transporte. 1983.

Space Vehicle Design. 2009. El Segundo. Métodos de Solução de Problemas de Escoamentos Compressíveis.J. VA: AIAA. Pump Characteristics and Applications. G. VOLK. Balanço térmico no satélite em situações não permanente. Spacecraft Systems Engineering. A. Fatores de configuração para troca entre duas superfícies. D. 2004. P. CA: The Aerospace Press. Satellite Thermal Control for Systems Engineers Vol. 181. Reston. SWINERD. G. GRIFFIN.. (Space Technology Series). Danvers. Vol. STARK. 2002. M. ed. New York. Troca de calor por radiação. New York: John-Wiley & Sons. Spacecraft Structures and Mechanisms from Concept to Launch. Resistência térmica de contato. GILMORE. Spacecraft Thermal Control Handbook. (Education Series). Spacecraft Thermal Control Handbook. KARAN. Diferenças Finitas. 2. Aplicações para situações reais. Bibliografia Complementar: BROWN C. ed. 1995.. R. Malhas Estruturadas e Nãoestruturadas. R. 2. D. VA: AIAA. G. UK: John-Wiley & Sons. 33 PROJETO TÉRMICO DE VEÍCULOS ESPACIAIS Código: EN3226 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais Ementa: Processos de troca de calor em um veículo espacial. T. (Progress in Astronautics and Aeronautics). M. DONABEDIAN. 2: Cryogenics. M. 2003. Centrifugal and axial flow pumps. CA: Microcosm. Algoritmos de Acoplagem Pressão-Velocidade. SARAFIN. Bibliografia Básica: GILMORE. VA: AIAA. El Segundo. volume I: Fundamental Technologies. D. Massachusetts: AIAA. 1998. 2002. 34 DINÂMICA DE FLUIDOS COMPUTACIONAL Código: EN3224 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Mecânica dos Fluidos Avançada Ementa: Conceituação das equações diferenciais parciais.. P. Reston. El Segundo: The Aerospace Press e Reston. 2003. 128 .Centro de Engenharia. (Education Series). Técnicas de simulação. J. J. (Education Series). 1985. Métodos e Algoritmos para Solução de Problemas de Escoamentos Laminares. Efeito de sombra. Carga térmica e efeito de órbita. Chichester. FORTESCUE. Modelos de Turbulência. D. Volumes Finitos. Reston. Aerothermodynamics of Aircraft Engine Components. FRENCH. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Gulf Professional Publishing. London: Taylor & Francis. ed. STEPANOFF. 2005. Elements of Spacecraft Design. C. D. ed. G. OATES. 1967. AIAA. 3. VA: AIAA. 2.

1997. Bibliografia Complementar: ANDERSON. H. D. Rio de Janeiro: LTC.. 6. Berlin: Springer-Verlag. 2008. New York: Dover Publications.. M. 2007. New York: McGraw Hill. J. Numerical Computation of Internal and External Flows. 2009. a von Karman Institute Book. Philadelphia: Taylor & Francis. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2. C. BE: Springer. R. New York: John Wiley & Sons. LÖHNER.. 1995. Computational Fluid Dynamics. PERIC. J. J. Philadelphia: RT Edwards.. J.. PLETCHER. ANDERSON. 2004. FERZIGER. MEYER. C. R. 129 . HIRSCH. 2002. TANNEHILL. Introduction to Mathematical Fluid Dynamics. Brussels. ed. R. ed. et al. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: ANDERSON. 3. 2007. P. Oxford: Elsevier Butterworth-Heinemann. E. Computational Fluid Dynamics: The Basics with Applications. ed. 2 ed. an Introduction. Computational Fluid Mechanics and Heat Transfer. ed. D. R. An Introduction to Multigrid Methods. MALISKA.Centro de Engenharia. 2004. Computational Methods for Fluid Dynamics. Applied Computational Fluid Dynamics Techniques: An Introduction Based on Finite Element Methods. 3. WESSELING.

3.3.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Biomédica Diplomação: Engenheiro Biomédico Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8. Trata-se de uma área estratégica para o Brasil. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. 8.3 – Objetivos do Curso 8. órgãos artificiais. o Curso de Graduação em Engenharia Biomédica da UFABC visa a formação de massa crítica de engenheiros biomédicos capazes de atuar como promotores de inovação tecnológica.Centro de Engenharia. que requer a capacitação de pessoal de forma a contribuir para avanços científicos e tecnológicos na indústria de dispositivos médico hospitalares (equipamentos para diagnóstico e terapia.3.3. 130 .) e instrumentação biomédica. isto é. bem como o domínio da tecnologia de reabilitação (dispositivos auxiliares visando melhoria da qualidade de vida dos portadores de necessidades especiais e contribuindo para sua reintegração na sociedade). materiais e artigos implantáveis.1 – Objetivo Geral Tendo em vista o contexto atual da área. trata-se de um ramo da engenharia que desenvolve e aplica tecnologia para modelar e solucionar problemas na área médica. com sólida formação técnico-científica para compreender fenômenos relacionados à fisiologia normal e patológica do corpo humano e assim atuar no desenvolvimento e/ou inovação tecnológica de procedimentos.3. órteses e próteses etc.2 – Perfil do Curso A Engenharia Biomédica envolve a aplicação de engenharia na área da saúde.3 – Engenharia Biomédica 8.

biomateriais.3. capaz de interagir positivamente com o ambiente de trabalho. e que. Considerando a variedade de fenômenos explorados pela Engenharia Biomédica o profissional da área deve compreender uma vasta gama de conhecimentos. indústria de dispositivos biomédicos. 131 . Desenvolvimento de conhecimento sistemático e de ferramentas básicas. aos específicos. para atender às necessidades de um mercado crescente e demandante de novos dispositivos biomédicos e procedimentos diagnósticos. bem como terapia e monitoramento de pacientes. processos e experimentos) utilizados nas áreas de ciências biológicas e ciências da saúde. que vão desde os básicos. incluindo a aplicação de métodos computacionais avançados aos problemas da área da saúde. além de capacidade para desenvolver eficientemente atividades ligadas a:  Desenvolvimento de novas tecnologias. organizações de saúde pública e privada para implementação de novas tecnologias.Centro de Engenharia. instrumentação biomédica.  Participar em desenvolvimento e projetos de sistemas integrados (dispositivos. projeto de dispositivos biomédicos e gestão hospitalar dentre outras. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias instrumentos e equipamentos para prevenção. no exercício de suas atividades técnicas apresente a preocupação de induzir mudanças qualitativas na sociedade. biossegurança. física.  Buscar a integração entre instituições de ensino e pesquisa. física médica. indústria farmacêutica.3. 8. diagnóstico de doenças. sociologia. terapêuticos. como eletrônica. expressão.   Aprimoramento de tecnologias estabelecidas e aplicadas à área da saúde. química. biologia. incluindo as disciplinas de matemática. bem como de equipamentos e instrumentos de monitoração de sinais vitais e de imagenologia.2 – Objetivos Específicos Formação de profissional Engenheiro Biomédico cidadão.

visando ao desenvolvimento e à melhoria dos cuidados dispensados aos usuários de estabelecimentos de saúde.   Atuar profissionalmente com responsabilidade social e ética. Atuar profissionalmente integrando equipes multidisciplinares na área da Engenharia Biomédica. além de atividades de pesquisa e desenvolvimento de processos e dispositivos biomédicos para uso em prevenção e diagnóstico de doenças. produção. no campo do saber-fazer.  Integrar conceitos e estabelecer interfaces entre as ciências da vida e a engenharia. base conceitual e habilidades para desenvolver. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Aplicar conceitos teóricos e práticos. como Engenheiro Biomédico. 132 .  8.Perfil do Egresso O Engenheiro Biomédico será um profissional com formação interdisciplinar. Poderá atuar em atividades de projeto.1 – Competências e Habilidades As competências e habilidades que se espera do Engenheiro Biomédico é que ele seja capaz de:  Reconhecer sua identidade. além de dispositivos biomédicos para reabilitação e tecnologia assistiva.4 .3. gestão e controle de qualidade de dispositivos biomédicos em organizações de saúde pública e privada. terapia e monitoração de sinais vitais. advindos do desenvolvimento industrial na área da engenharia eletro-eletrônica e de materiais.3.Centro de Engenharia. aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia para o equacionamento.4. 8. levantamento de dados e solução de problemas na área da saúde. para realizações de interesse social e humano.

correspondentes a 3600 horas aula. Assim. dispositivos biomédicos e equipamentos médico hospitalares. bem como dispositivos e sistemas de auxílio à motricidade e locomoção dos seres vivos (órteses e próteses).  Atuar no desenvolvimento de dispositivos implantáveis.  Participar em desenvolvimento e projetos de sistemas integrados (dispositivos.5 – Organização Curricular A Engenharia Biomédica é uma modalidade de engenharia.3. de caráter inter e multidisciplinar que. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Realizar medições e interpretações de dados necessários para solução de problemas e inovação da indústria de dispositivos biomédicos.   Analisar riscos em ambientes hospitalares. exige um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. adquirir e manter a operação estável de equipamentos e instrumentos médico hospitalares. diferenciada em relação às modalidades tradicionais. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 Horas aula. Especificar. interpretar dados e propor a resolução de problemas entre as áreas de ciência da vida e engenharia. da medicina e das ciências da vida.   Analisar e modelar sistemas biológicos. Atuar no desenvolvimento e projeto de instrumentação biomédica.  Desenvolver e implementar novas tecnologias. 133 . processos e experimentos) utilizados nas áreas de ciências biológicas e ciências da saúde.  8. o curso de Engenharia Biomédica exige o cumprimento 300 créditos.Centro de Engenharia.

dispositivos implantáveis ou dispositivos para reabilitação e tecnologia assistiva.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da Modalidade Engenharia Biomédica (profissionalizantes): 80 créditos / 960 Horas aula.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia Biomédica: 28 créditos / 336 Horas aula. Considerando que as atividades de engenharia na área da saúde estão relacionadas com equipamentos e instrumentos de monitoração de sinais vitais. tais como órteses.  Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC. próteses. Biomecânica e Controle Neuromotor. Sistemas Computacionais Aplicados a Ciências da Vida. o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos conjuntos de disciplinas oferecidas que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam uma ou mais das áreas listados a seguir:      Biomateriais e Dispositivos Implantáveis. o curso de Engenharia Biomédica 134 . ao longo do curso de Engenharia Biomédica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 Horas aula.Centro de Engenharia. de imagenologia ou com equipamentos de aferição. Instrumentação e Processos para Diagnóstico e Terapia. Engenharia Clínica.  Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento: 26 créditos / 312 Horas aula.  Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula (Qualquer disciplina que não faça parte do conjunto de Disciplinas Obrigatórias). reprodução e ressuscitamento de sinais vitais. bem como dispositivos biomédicos diversos.

3 e 5. correspondentes à carga horária de 960 horas. tendo em vista o entrelaçamento com a área da saúde. em disciplinas do núcleo de conteúdos profissionalizantes. constantes nas páginas iniciais deste catálogo.Centro de Engenharia. exclusão ou fusão de disciplinas. além dos conjuntos apresentados nas tabelas a seguir. é de fundamental importância que o Engenheiro Biomédico tenha conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia além de outros que possibilitem sua atuação conjunta com profissionais da área da saúde. porém. dentre as disciplinas profissionalizantes estão disciplinas que visam oferecer noções básicas de tais conhecimentos. tendo em vista as características do projeto pedagógico da UFABC. Convém ressaltar que. de acordo com a evolução científica e tecnológica das respectivas áreas de atuação e caberá a próreitoria de graduação estar atenta às necessidades do mercado e da universidade e solicitar esta revisão. Tabela 17: Disciplinas Obrigatórias Específicas para o Curso de Engenharia Biomédica e Tabela 18: Disciplinas de Opção Limitada para o Curso de Engenharia Biomédica 135 . As disciplinas que devem ser cursadas para compor os 300 créditos necessários à integralização do curso encontram-se listadas nas Tabelas 2. Assim sendo. com a inclusão. o aluno do Curso de Engenharia Biomédica pode aprimorar tais conhecimentos cursando Disciplinas de Opção Limitada do Curso de Engenharia Biomédica e Disciplinas Livres. Os conjuntos de disciplinas do Curso de Engenharia Biomédica poderão ser continuamente atualizados. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias propõe uma lista de disciplinas que somam 80 créditos.

caso tenha disponibilidade de docentes. Tais disciplinas contemplam conteúdos de áreas específicas de atuação do Engenheiro Biomédico. Bases Biológicas para Engenharia II Fenômenos Eletromagnéticos Bioética Princípios e Aplicações de Biomecânica Bases Biológicas para Engenharia II Biologia Celular Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Não há Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Total 80 Dos 58 créditos restantes. 136 . 28 créditos devem ser cumpridos dentro do grupo de disciplinas apresentadas na tabela de Disciplinas de Opção Limitada. que atualmente apresenta 36 Disciplinas de Opção Limitada oferecidas pelo curso de Engenharia Biomédica. Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Álgebra Linear Biologia Celular Instrumentação e Controle Fenômenos Eletromagnéticos Bases Biológicas para Engenharia I Materiais e suas Propriedades Instrumentação Biomédica Bases Biológicas para Engenharia II Cálculo Numérico. que contemplam conteúdos adicionais aos proporcionados pelo conjunto de disciplinas obrigatórias.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 18: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 BC1307 EN2703 EN2318 EN2319 EN2330 BC1332 EN2320 EN2321 EN2331 EN2333 EN2322 EN2332 EN2323 EN2328 EN2329 EN2324 EN2325 EN2326 EN2327 Disciplina Biologia Celular Circuitos Elétricos I Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Bases Biológicas para Engenharia I Instrumentação Biomédica Introdução à Física Médica Bases Biológicas para Engenharia II Ciências dos Materiais Biocompatíveis Instrumentação Biomédica Avançada Princípios e Aplicações de Biomecânica Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Princípios de Imagens Médicas Legislação Relacionada à Saúde Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Equipamentos Médico-Hospitalares Biossegurança Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Princípios de Ética em Serviços de Saúde Métodos de Elementos Finitos aplicados a Sistemas Biomédicos T 3 3 6 3 3 3 3 3 3 2 2 4 2 3 3 4 2 2 0 P 2 2 0 2 2 1 2 1 2 2 2 0 0 1 2 0 2 0 3 I 4 4 4 5 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 3 4 Créditos 5 5 6 5 5 4 5 4 5 4 4 4 2 4 5 4 4 2 3 Recomendação Origens da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Circuitos Elétricos e Fotônica Funções de Uma Variável.

Laboratório de Física Médica Introdução à Física Médica. Caracterização de Biomateriais Cursar após o BC&T Ciência dos Materiais Biocompatíveis e Biologia Celular Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Introdução à Física Médica Introdução à Física Médica Introdução à Física Médica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 19: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 BC1712 EN3339 BC1321 BC1322 BC1324 BC1325 BC1308 EN2810 EN2817 EN2816 EN3324 EN3325 EN3326 EN3337 EN3327 EN2719 EN2720 EN2605 EN2610 BC1333 EN3328 EN3329 EN3330 EN3341 EN3331 EN3338 EN3332 EN3333 BC1439 EN3318 EN3334 EN3335 EN3340 EN3322 EN3336 EN2617 Disciplina Introdução à Engenharia Biomédica Bioestatística Sistemas Biológicos I Sistemas Biológicos II Sistemas Biológicos III Sistemas Biológicos IV Biofísica Ciência dos Materiais Propriedades Elétricas. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Ciência dos Materiais Biocompatíveis. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Princípios de Imagens Médicas. Bases Biológicas para Engenharia II. Biossegurança Eletrônica Digital. Dispositivos Eletrônicos 137 . Obrigatórias da Engenharia Biomédica Processamento da Informação. Princípios de Imagens Médicas. Laboratório de Física Médica. Introdução à Biofotônica e Óptica Biomédica.Centro de Engenharia. Instrodução à Biofotônica e Óptica Biomédica. Magnéticas e Ópticas Propriedades Mecânicas e Térmicas Caracterização de Biomateriais Processamento e Análise de Sinais Biomédicos Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais Introdução à Biotecnologia Engenharia de Tecidos Dispositivos Eletrônicos Eletrônica Analógica Aplicada Eletrônica Digital Processamento Digital de Sinais Laboratório de Física Médica Introdução à Biofotônica e Óptica Biomédica Técnicas Modernas em Fototerapia Técnicas Modernas em Fotodiagnóstico Processamento de Imagens Médicas Qualidade de Imagens Médicas Neuromecânica do Movimento Humano Ergonomia Introdução à Robótica Introdução à Bioinformática Laboratório de Bioinformática Telemedicina e Sistemas de Apoio a Decisão Projeto e Desenvolvimento de Sistemas para Análise de Dados Médicos Engenharia Clínica I Engenharia Clínica II Instalações Hospitalares Sistemas Microprocessados T P I Créditos 2 3 4 4 4 4 4 4 3 3 2 2 2 4 3 3 3 4 4 1 3 3 3 2 2 2 4 2 3 0 2 3 3 3 2 2 0 0 2 2 2 2 0 0 1 1 3 2 3 0 2 2 2 2 0 3 1 1 1 2 2 2 0 2 1 4 2 2 2 2 2 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 4 4 4 4 5 5 4 4 4 4 4 2 3 6 6 6 6 4 4 4 4 5 4 5 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 4 4 Recomendação Cursar durante o BC&T Cursar durante o BC&T Biologia Celular Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Cursar durante o BC&T Materiais e suas Propriedades Ciência dos Materiais Fenômenos Térmicos e Ciência dos Materiais Ciências dos Materiais Biocompatíveis Instrumentação Biomédica Avançada. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Princípios e Aplicações de Biomecânica Bases Biológicas para Engenharia II Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Cursar após o BC&T Introdução à Bioinformática Processamento da Informação. Obrigatórias da Engenharia Biomédica Equipamentos Médico-Hospitalares Engenharia Clínica I Equipamentos Médico-Hospitalares.

Sugere-se que. parte dos créditos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. ou outras. assim como parte dos créditos de Disciplinas de Opção Limitadas e Disciplinas Livres. sejam cursados ainda durante o BC&T. necessários para a conclusão do curso de Engenharia Biomédica devem ser cumpridos em disciplinas de Opção Limitada que venham a complementar os conteúdos específicos. neste caso em Engenharia Biomédica. de caráter absolutamente livre de interesse do aluno. com aproveitamento. pelo aluno. corresponderá a todas as disciplinas oferecidas pela universidade que não tenham sido cursadas. 138 . ainda. desde que as exigências acadêmicas permitam. caso o estudante queira se graduar em engenharia. para a realização destes créditos adicionais. O conjunto de disciplinas. eventualmente necessários para sua formação profissional.Centro de Engenharia. no prazo máximo de 5 anos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Os demais 30 créditos.

Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Conversão e Uso BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1710 Introdução às Engenharias BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica BC1507 Instrumentação e Controle 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1307 Biologia Celular EN2318 Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre 7º Quadrimestre 3 º A N O BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 8º Quadrimestre BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC0002 Projeto Dirigido BC1419 Cálculo Numérico BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2322 Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos EN2325 Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN2326 Princípios de Ética em Serviços de Saúde EN2328 Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC1713 Engenharia Econômica EN2330 Instrumentação Biomédica EN2331 Instrumentação Biomédica Avançada EN2333 Princípios e Aplicações de Biomecânica EN2327 Método de Elementos Finitos aplicados a Sistemas Biomédicos Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2319 Bases Biológicas para Engenharia I EN2320 Bases Biológicas para Engenharia II EN2321 Ciências dos Materiais Biocompatíveis Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2329 Equipamentos MédicosHospitalares 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O BC1332 Introdução à Física Médica EN2323 Legislação Relacionada à Saúde EN2332 Princípios de Imagens Médicas 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1303 Trabalho de Graduação I em Engenharia Biomédica EN1304 Trabalho de Graduação II em Engenharia Biomédica EN1305 Trabalho de Graduação III em Engenharia Biomédica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O EN2324 Biossegurança Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1301 Estágio Curricular I em Engenharia Biomédica EN1302 Estágio Curricular II em Engenharia Biomédica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 139 .6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Tabela 20: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Biomédica 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.3. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 21: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplinas do Catálogo 2010 EN2306 – Engenharia Aplicada a Sistemas Biológicos I EN2304 – Engenharia Aplicada a Sistemas Biológicos II Disciplinas do Catálogo 2013 EN2319 – Bases Biológicas para Engenharia I EN2320 – Bases Biológicas para Engenharia II EN2305 – Introdução a Materiais Biocompatíveis EN2321 – Ciencias dos Materiais Biocompatíveis EN2310 – Modelagem.3. Simulação e Controle Aplicados a EN2322 – Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Sistemas Biológicos EN2312 – Legislação Relacionada à Saúde EN2323 – Legislação Relacionada à Saúde EN2315 – Biossegurança EN2324 – Biossegurança EN3517 – Ética e Responsabilidade Social BC1604 – Bioética BC1313 – Introdução à Física Médica EN3316 – Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN2309 – Processamento e Análise de Sinais Biomédicos EN2317 – Caracterização de Biomateriais EN3307 – Engenharia de Tecidos e Órgãos Artificiais EN3304 – Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais EN2316 – Instalações Hospitalares BC1311 – Laboratório de Física Médica BC1708 – Introdução à Bioengenharia EN2303 – Efeitos Biológicos das Radiações Não Ionizantes EN3309 – Espectroscopia Óptica em Sistemas Biológicos EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN3310 – Aplicações de Lasers em Ciências da Vida e Saúde Humana EN3311 – Técnicas Nucleares Aplicadas às Ciências da Saúde EN3320 – Projeto e Desenvolvimentos de Sistemas para Análise de Dados Médicos EN3319 – Informática Médica EN3315 – Neuromecânica do Movimento Humano EN3305 – Introdução à Biotecnologia EN2313 – Engenharia de Reabilitação e Biofeedback EN2314 – Equipamentos Médico-Hospitalares EN2302 – Instrumentação Biomédica EN2307 – Instrumentação Biomédica Avançada EN2311 – Princípios de Imagens Médicas EN2308 – Princípios e Aplicações de Biomecânica EN3301 – Bioestatística EN3321 – Engenharia Clínica I EN3312 – Processamento de Imagens Médicas EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN2326 – Princípios de Ética em Serviços de Saúde BC1332 – Introdução à Fisica Médica EN2325 – Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN3325 – Processamento e Análise de Sinais Biomédicos EN3324 – Caracterização de Biomateriais EN3327 – Engenharia de Tecidos EN3326 – Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais EN3336 – Instalações Hospitalares BC1333 – Laboratório de Física Médica BC1712 – Introdução à Engenharia Biomédica EN3328 – Introdução a Biofotônica e Óptica Biomédica EN3330 – Técnicas Modernas em Fotodiagnóstico EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN3329 – Técnicas Modernas em Fototerapia EN3331 – Qualidade de Imagens Médicas EN3335 – Projeto e Desenvolvimentos de Sistemas para Análise de Dados Médicos EN3334 – Telemedicina e Sistemas de Apoio a Decisão EN3338 – Neuromecânica do Movimento Humano EN3337 – Introdução à Biotecnologia EN2328 – Engenharia de Reabilitação e Biofeedback EN2329 – Equipamentos Médico-Hospitalares EN2330 – Instrumentação Biomédica EN2331 – Instrumentação Biomédica Avançada EN2332 – Princípios de Imagens Médicas EN2333 – Princípios e Aplicações de Biomecânica EN3339 – Bioestatística EN3340 – Engenharia Clínica I EN3341 – Processamento de Imagens Médicas EN1301 – Estágio Curricular I em Engenharia Biomédica (Resolução ConsEPE 103) EN1302 – Estágio Curricular II em Engenharia Biomédica (Resolução ConsEPE 103) EN1303 – Trabalho de Graduação I em Engenharia Biomédica EN1304 – Trabalho de Graduação II em Engenharia Biomédica EN1305 – Trabalho de Graduação III em Engenharia Biomédica 140 .Centro de Engenharia.

B.M. especialização. fisiologia. H. GOODMAN. 5. B. 2. 8.Princípios Básicos e Práticas. VIDAL. 2007. A Célula. Bipólos Elementares. Curitiba: Santos.U. divisão.L. Práticas de Biologia Celular. MELO. New York: Garland Science. organização e interações entre células. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.3. Barueri: Manole. H.8 – Ementas 8. B. CARVALHO. J. CARNEIRO. Medical Cell Biology.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica 01 BIOLOGIA CELULAR Código: BC1307 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Ementa: Origem. et al. L. Morfologia. et al.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Redes de Segunda Ordem. B. 4. Histologia e Anatomia Microscópica para Teoria e Prática. W. 2005. E. Bibliografia Complementar: ALBERTS. MELLO. Bases da Biologia Celular e Molecular. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA.C. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Philadelphia: Lippincott-Raven. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. 2007.. 2005. Fundamentos de Biologia Celular. JUNQUEIRA. 5.K. ALBERTS. M. JUNQUEIRA.ed. L..C. H.I. RECCO-PIMENTEL.8.Centro de Engenharia.C. 2000. Células e Microscopia . Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. S.ed.N. Regime Permanente Senoidal.R.ed. 1983. L. Biologia Celular e Molecular. 2006..M.ed. 1995.U. R. Porto Alegre: Artmed. 2..C.ed. Métodos de Análise de Circuitos. KÜHNEL. Atlas de Citologia. Biologia Celular e Molecular. J. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. diversidade. Porto Alegre: Artmed.3. 2006. Juiz de Fora: Editora UFJF.M.F. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.ed. S. reprodução. KERR. São Paulo: Edgard Blücher/FUNCAMP.. 2002.F. 2. São Paulo: Artes Médicas. J. Bibliografia Básica: 141 . 1980. LODISH. Atlas de Histologia Funcional. 1998. sobrevivência e morte celular. DE ROBERTIS. et al.M.S. Redes de Primeira Ordem. Molecular Biology of the Cell.

Porto Alegre: Bookman. Barry Van.W. SADIKU. Mc Graw Hill. Edição. Teorema de Nyquist e Aliasing.). Ed. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ORSINI. Resposta em Freqüência: Atraso de Grupo. Causalidade). Região de Convergência. D. IRWIN. EDMINISTER. Sinais e Sistemas a Tempo Discreto: Definições (Sinais. J. Porto Alegre: Bookman. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT): Relação Entrada-Saída. 8th Ed.Centro de Engenharia. L. 2008. C. A. Análise de Circuitos para Engenharia. Causalidade). Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. LTC. Ed. ISBN 9788560031139. Resposta em Freqüência: Diagramas de Bode (Sistemas de 1a Ordem e 2a Ordem). NILSSON. Estabilidade BIBO.M. Pearson. 03 MÉTODOS MATEMÁTICOS APLICADOS A SISTEMAS BIOMÉDICOS Código: EN2318 TPI: 6-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Funções de Uma Variável. RIEDEL. Invariância no Tempo. Propriedades. Sinais e Sistemas a Tempo Contínuo: Definições (Sinais. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT): Relação Entrada-Saída. Ed. 1 ( 2a Ed. ALEXANDER. 2005. Circuitos Elétricos.. Transformada de Fourier a Tempo Contínuo . Resposta Impulsiva e a Integral de Convolução. Sistemas. 1999.. Invariância no Tempo. M... Espectro de Fase e Relação de Parseval.H. Espectro de Amplitude..E.Definição.W. P. DURBIN. Transformada de Fourier a Tempo Contínuo – Propriedades. xvi. CONSONNI. Propriedades. Ed. Análise de Circuitos em Engenharia. J. Circuitos Elétricos II. Região de Convergência.A.Editora LTC.Q. M. Resposta em Freqüência a partir da Transformada Z: Introdução à Transformada Discreta de Fourier. 142 . KEMMERLY. VEEN. 2007. 9ª Ed.. Makron Books. J. Álgebra Linear Ementa: Revisão de Números Complexos. . Sinais e sistemas lineares. D. Bibliografia Básica: LATHI. D. 2008.. J. Schaum.. Ed. S. 662 p... K... S. Resolução de Equações à Diferenças Finitas.. NILSSON. Blücher. Transformada Z: Definição. 847 p. Sinais e sistemas. Transformada de Laplace Inversa: Método de Frações Parciais. Sistemas. Transformada Z Inversa: Método de Frações Parciais. 2a. Bibliografia Complementar: NAHVI. “Circuitos Elétricos”. Funções de Transferência. 2 ed.. Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias. Rio de Janeiro. S. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. HAYT Jr .. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Vol. 2007. Bookman. 3ª edição. Transformada de Laplace: Definição. Estabilidade BIBO. Linearidade. Funções Comuns (Impulso Unitário. Representação de Sinais Periódicos usando Séries de Fourier: Forma Trigonométrica. Forma Exponencial. J. B. Relações com a Transformada de Laplace e Transformada Inversa de Fourier. Funções de Transferência. 2008. Degrau Unitário. São Paulo. Amostragem de Sinais Limitados em Faixa: Amostragem Ideal. Linearidade. Mc Graw Hill. O. W. – 2004). HAYKIN. ISBN 9788573077414. J. RIEDEL. IRWIN... Sistemas de Fase Linear e Sistemas de Fase Mínima. 2010. Resposta Impulsiva e a Somatório de Convolução. “Curso de Circuitos Elétricos”.. Simon. 2 (2ª Ed.. – 2002 ) e Vol. N.

(Coleção Schaum).Centro de Engenharia. S. Técnicas de monitorização. Monson H. BUCK. Inclui índice remissivo. 921-929) e índice.C. SOBOTTA. 143 . J. Teoria e problemas de processamento digital de sinais. DOWDEY. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OGATA. ed. Engenharia de controle moderno. D. 466 p. Coleção completa. introdução às principais técnicas de diagnóstico e terapia. São Paulo: Guanabara. NAWAB.. Técnicas de monitorização. 2006. Bibliografia Básica: GUYTON. Hwei P. OPPENHEIM. 2009.ed. ISBN 013754920-2..R. WAGNER. Porto Alegre: Bookman. MURRY. 2nd Ed. Upper Saddle River. OPPENHEIM.C. xxx.. 2004. Signals & systems. 870 p. São Paulo: Guanabara. x.R. J. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema cardiovascular. Sistema cardiovascular: anatomia. Coleção completa. 2ª ed. A. fisiologia. 2006. Elsevier Academic Press. London: Lea & Febiger. CARVALHO. (Coleção Schaum). 2009. 2006. Eletrocardiografia prática. fisiopatologia. John R. B. fisiologia. Atlas de Anatomia Humana. ISBN 85363-0360-3. Alan S. Sistema endócrino: Fisiopatologia da diabetes. Coleção Completa. C. R. ISBN 9788560031061. 2005. SCHAFER.E. T. [781]-782. (Prentice Hall signal processing series). Coleção Fisiopatologia Clínica 3. 4. HAYES. São Paulo: Manole. Rio de Janeiro: Elsevier. Discrete-time signal processing. 957 p. Biomedical Engineering Handbook. Anatólio (trad. Tratado de Fisiologia Médica. Teoria e problemas de sinais e sistemas.S.. 1999. J. 370 p. c1997. 2005.. G. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema respiratório. São Paulo: Prentice Hall.). 1990. BLANCHARD. MARRIOTT.D. Inclui referências bibliográficas (p. diagnóstico e terapêutica aplicados à diabetes e às outras doenças comuns do sistema endócrino. Bibliografia: p. (Prentice-Hall signal processing series). N. New York: CRC Press. Bibliografia Complementar: BRONZINO. 22ª. 2003. J. CURRY. Sistema respiratório: anatomia.J: Prentice Hall.S.E. BRONZINO. Introduction to Biomedical Engineering. Técnicas de monitorização. 04 BASES BIOLÓGICAS PARA ENGENHARIA I Código: EN2319 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Biologia Celular Ementa: Introdução à anatomia e fisiopatologia humana. Clínica Medica. 431 p. Ronald W. Katsuhiko. ISBN 9788587918239. LASCHUK. Alan V (ed). 864 p. D. 2 ed. J.. ISBN 0138147574. Syed Hamid. Christensen´s Physics of Diagnostic Radiology. WILLSKY. M. fisiopatologia. Fisiopatologia respiratória. São Paulo: Atheneu.. HALL. 488 p. Ne Jersey: Prentice Hall.. J. 1998. Bibliografia Complementar: HSU. Porto Alegre: Artmed Editora. 788 p. FMUSP. 11ª Ed. ENDERLE. Alan V. inflamação e resposta imunológica.

Morgan & Claypool Publishers. Bioinstrumentation. de distância. radiobiologia. 1 e 2. J. piezoelétricos. designs ans applications. G. efeitos nos tecidos biológicos. dosimetria. Bibliografia Complementar: ENDERLE. propriedades. Sistema de instrumentação biomédico (Transdutores e condicionadores). Estatística e Propagação de erros.) The Measurement. Bibliografia Básica: WEBSTER... G. S.cintilografia.. Transdutores e sensores (sensores de força. BRONZINO. 2007. Ultrassonografia: princípios de funcionamento. Vol. Rio de Janeiro.. Instrumentation and Sensors Handbook. efeitos nos tecidos biológicos. ENDERLE. D. J. BLANCHARD. Instrumentos de medidas analógicos e digitais. indutivos e capacitivos. Técnicas de compensação. M. Erro experimental. Editor: CRC Press. (Ed. Vocabulário Internacional de Metrologia: conceitos fundamentais e gerais e termos associados (VIM 2008). LESSARD. 2003. 2005. 06 INTRODUÇÃO À FÍSICA MÉDICA Código: BC1332 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Radiologia: física das radiações. Bibliografia Básica: 144 . PET-CT. radioterapia. Medical Instrumentation: Application and Design. Características genéricas de um sistema de instrumentação biomédica (estáticas e dinâmicas). D. Morgan & Claypool Publishers. Sinais e Ruído.. FRADEN.. John Wiley & Sons. Sensores resistivos. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. Medicina nuclear: princípios de funcionamento. Teoria da medida. J. J. BRUSAMERELLO. Handbook of Modern Sensors: physics. 1998. J. INMETRO. Signal Processing of Random Physiological Signals. 2nd Ed. propriedades. New York: Springer Verlag Telos.D. efeitos biológicos. principais técnicas de diagnóstico . SPECT. J.Centro de Engenharia. 2000. 2009. BALBINOT. Filtros analógicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 05 INSTRUMENTAÇÃO BIOMÉDICA Código: EN2330 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Instrumentação e Controle Ementa: Conceitos básicos de instrumentação biomédica. V. proteção radiológica. Elsevier Academic Press. Introduction to Biomedical Engineering. aplicações em ciências da vida. acelerômetros). Ressonância magnética nuclear: princípios de funcionamento. efeitos nos tecidos biológicos. S.. aplicações em ciências da vida. C. Amplificadores. 1ª Edição Brasileira. térmicos.. LTC. 2006. A. Redução de Interferências.. WEBSTER. 3rd edition. 2006.

fisiopatologia. Rio de Janeiro: Elsevier. São Paulo: Harbra. Biomedical Engineering Handbook. São Paulo: Guanabara.E.. et al. MACHADO. Oxford: Oxford University Press. Neuroanatomia funcional. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema digestório. J. 2005. Elsevier Academic Press. CALDAS.D. fisiologia. Tratado de Fisiologia Médica. New York: John Wiley & Sons. GARCIA. Clínica Medica. São Paulo: Manole.. São Paulo: Editora Campus. São Paulo: Sarvier. 1999. Ergonomia. 614 p. Angelo. Bibliografia Complementar: BRONZINO.. Itiro. ed. 2006. J. fisiologia do exercício e introdução à biomecânica.. ERNST.L. Bibliografia Básica: GUYTON. LWW. G. J. R. S. Coleção completa. RESNICK.. 2005. J. A. Técnicas de monitorização. Biofísica. E. OKUNO. 2002. A. HALL. fisiopatologia.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OKUNO. Coleção completa. fisiologia. I. 2003. R. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema neuro-muscular. Introduction to Biomedical Engineering. Coleção Completa. São Paulo: Editora Atheneu. 9ª. 2006. 22ª. Técnicas de monitorização. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema renal. 07 BASES BIOLÓGICAS PARA ENGENHARIA II Código: EN2320 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia I Ementa: Sistema digestório: anatomia. 1998. Biomechanics of the musculo-skeletal system. IIDA. fisiologia. B. A. C. 2nd Ed. E.C. Atlas de Anatomia Humana. R. Física para ciências biológicas e biomédicas . M. Ed. R. M. 2002. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema reprodutor. FMUSP. Sistema reprodutor: fisiopatologia e técnicas de monitorização.. 08 Código: EN2321 TPI: 3-1-4 CIÊNCIA DOS MATERIAIS BIOCOMPATÍVEIS 145 . 363 p. The essential of medical imaging. Física Quântica. fisiopatologia. 2 ed. ENDERLE. Técnicas de monitorização.. 2 ed. HERZOG. J.. Biomedical Engineering Handbook. Sistema renal: anatomia. BUSHBERG. 1999. J. Bibliografia Complementar: BRONZINO. Sistema neuro-muscular: anatomia. Ergonomia: projeto e produção. 1994. E. Bodenhausen. Wokaun. CHOW.. D... D.. EISBERG. J. D. 2009. Radiação: Efeitos. 2006.. 1994. São Paulo: Editora Blucher. New York: CRC Press.São Paulo: Harbra. BRONZINO. SOBOTTA.. Riscos e Benefícios. M. T. W. 864 p.C. Principles of nuclear magnetic ressonance in one and two dimensions.Centro de Engenharia. Philadelphiia. 1986. New York: CRC Press. BLANCHARD. NIGG.

. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Materiais e suas Propriedades Ementa: Estrutura dos Materiais: tipos de ligações e interações. D. J. absorvíveis. Defeitos em materiais. SHACKELFORD. Liverpool University. prótese. implante.J.D.Aquisição de sinais (sensores.Centro de Engenharia. Biomateriais aplicados às diferentes áreas da medicina e odontologia. representação binária. Mecanismos de Difusão. compósitos. filtros não-recursivos e recursivos. 1a ed. notch. A. biocompatibilidade. Programação (MatLab e LabView)..S. resolução. órtese e outros. PARK. 7ª. CALLISTER. tecidos duros. 2002. J. bioativos. Cultura Medica. SCHOEN. Noções de interações entre biomateriais e sistemas biológicos (tecidos moles. LTC editora. LEMONS. biomateriais bioinertes. MIKOS. RATNER. ed. retículos cristalinos e estruturas amorfas. bioreabsorvíveis.. 6a. representação de texto). operadores básicos. HOFFMAN. (sistemas digitais. Biomateriais metálicos. W. 600 p. Kluwer Academic. Arranjo cristalino: planos.. ).. conversores comerciais). Interdisciplinaridade no desenvolvimento. 2007. F. 1 ed.S. MANSUR. conversão analógico-digital e processamento). Ed. poliméricos. 1ª Ed.E. Biomateriais: Fundamentos & Aplicações. tipo rampa. Sao Paulo. Filtros digitais (transformada Z. Processamento e tratamento de sinais.W. CRC.Interface Homem-Máquina (IHM). RJ. J. M. Biomaterials Science: An Introduction to Materials in Medicine. CRC Press. Diagramas de equilíbrio de materiais polifásicos. 146 . 2008. polinomial.F. R. aliasing. TEMENOFF. Classificação de biomateriais: Biomateriais sintéticos. 2008.D. 1 ed.G.. cerâmicos. Bibliografia Básica: ORFICE. dispositivos biomédicos. biodesempenho. Perspectivas e desafios tecnológicos em biomateriais. Hanning. avaliação e aplicação de biomateriais. 2005. 2006. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Biomaterials: The Intersection of Biology and Materials Science.. tipo aproximação sucessiva. condicionamento de sinal. B. H. Biomaterials Principles and Applications. F. direções. PEREIRA.L. sangue). Bibliografia Complementar: WILLIANS.B. Advanced Biomaterials for medical Applications. A. conversores A/D (características básicas p/ escolha de um ADC. 7) Instrumentação virtual.. THOMAS. J.M. Estudo do comportamento mecânico das diferentes classes de biomateriais. Conceitos e definições: Biomateriais. D. 2a ed. freqüência de aquisição.S. Pearson Prentice Hall. 1 ed. Ciência dos Materiais. The Williams Dictionary of Biomaterials. biomateriais naturais.. Academic Press.. conversores típicos. Biomateriais Híbridos e Engenharia de tecidos. ed. 2004. Legislação Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) 09 INSTRUMENTAÇÃO BIOMÉDICA AVANÇADA Código: EN2331 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Instrumentação Biomédica Ementa: Fundamentos básicos de sistemas de aquisição por computador. 1999.

2007.I. M.. LTC.. New York: CRC Press.. Movimento Angular. Desvendando a Física do Corpo Humano: Biomecânica. Bibliografia Complementar: PALLÁS-ARENY. 1998. Análise 2D e 3D do movimento. Oxford: Newnes. 2ºEd. Vol. R. Champaign: Human Kinetics. T. J. J. 2001. Atividade Muscular (EMG). A. Biomedical Engineering Handbook. 1 e 2. BROWN. 3... 3. Kinetics of human motion. J. 4th ed. OKUNO. Prentice Hall – Pearson Education Inc. São Paulo: Manole. Champaign: Human Kinetics. M. John Wiley & Sons. Bibliografia Complementar: ZATSIORSKY. J.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BALBINOT.D. 2006. L.ed.. M. 2000. Morgan & Claypool Publishers. JAMES. Human body dynamics: classical mechanics and human movement. 10 PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES DE BIOMECÂNICA Código: EN2333 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Introdução aos conceitos de Biomecânica. G. Movimento Linear. New York: John Wiley & Sons. Cinética (forças e momentos). 1997.. WHITTLE. JG. Introduction to Biomedical Technology. Frankel.Centro de Engenharia.). An Introduction to Gait Analysis. BRONZINO. J. V. TOGAWA.. S. Margareta. New York: CRC Press. 2000. cartilagens.. Bibliografia Básica: WINTER.. et al. (Ed. D. 2000. Introdução à modelagem biomecânica. WEBSTER. Biomechanics and Motor Control of Human Movement.G. M. A.. V.]: Prentice Hall. Biomedical transducers and instruments. LARSEN. 2000. Cinemática (deslocamento. WEBSTER. LabVIEW for Engineers.. 2008. PC Interfacing and Data Acquisition. TÖZEREN. Antropometria. Victor H. Estática e Dinâmica. A.. FRATIN. Avaliação e análise de movimento humano. Sensors and Signal Conditioning. Análise de marcha (locomoção bípede). aceleração). R. 2010-2011. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. WEBSTER.. Bioinstrumentation. Instrumentation and Sensors Handbook. K. New Jersey: John Wiley & Sons. Biomecânica Básica. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético. V. HALL. NORDIN. Biomecânica dos tecidos musculoesqueléticos (ossos. ENDERLE. velocidade.. D. 3rd edition. 2003. Medical Instrumentation: Application and Design. W. [S. Biomecânica do movimento e fisiologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Oxford: ButterworthHeinemann. 2011. ZATSIORSKY. Brusamarello. 1998. E. Kinematics of human motion.(Ed. 2002. New 147 . ligamentos e músculos).) The Measurement.. tendões. J. Editor: CRC Press. ed. W. 1999. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias York: Springer Verlag, 2000.

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MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE SISTEMAS BIOMÉDICOS

Código: EN2322 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cálculo Numérico; Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Modelos de sistemas mecânicos, elétricos e biológicos. Utilização de modelos científicos. Classificação de modelos. Restrições na estrutura do modelo. Terminologia, Processo de modelagem. Objetivos de modelagem. Simplificação de modelos. Exemplificação de modelos de sistemas biológicos. Modelagem e Simulação - introdução ao Método dos Elementos Finitos (MEF). Análise das respostas do modelo. Soluções aproximadas pelo MEF. Dinâmica tridimensional dos corpos e mecanismos rígidos. Restrições dos mecanismos. Força de interação, contato e rigidez de mecanismos. Condições de contorno. Uso de software de elementos finitos (ANSYS) para simulação de modelos simplificados. Bibliografia Básica: COBELLI, Claudio; CARSON, Ewart; Introduction to Modeling in Physiology and Medicine. Academic Press, 2008. FISH, Jacob; BELYTSCHKO, Ted.; Um primeiro curso em elementos finitos. Rio de Janeiro: LTC, 2009. HIBBELER, R. C.; Dinâmica: mecânica para engenharia. São Paulo: Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: COBELLI, Claudio; CARSON, Ewart; Modelling Methodology for Physiology and Medicine. Academic Press, 2001. VICECONTI, Marco; Multiscale Modeling of the Skeletal System. Cambridge, 2011. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G.; Mecânica: dinâmica. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. ADENCI, E.; GUVEN, I.; The Finite Element Method and Applications in Engineering Using ANSYS, New York: Springer, 2006. ALAWADHI, E. M.; Finite Element Simulations Using ANSYS, editora CRC Press, 1a. edição, 2009.

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PRINCÍPIOS DE IMAGENS MÉDICAS

Código: EN2332 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Fundamentos de imagem médica. Brilho, contraste, luminância, resolução, imagem analógica x digital. Radiografias: Equipamentos de radiografia, radiografia abnominal; radiografia da mama;radiografia bucal, radiografia panorâmica. Tomografia computadorizada: Princípios de operação do tomógrafo, técnicas de reconstrução tomográfica. Ultrassonografia: Ultrassonografia geral; ultrassonografia Doppler; ecocardiografia convencional e vascular. Ressonância Magnética Nuclear: Instrumentação PET (Pósitron Emission Tomography): Tomógrafo PET scanner e PET/CT; 148

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias radiofarmacêutica. SPECT (Single-Photon Emission Computed Tomography): Tomógrafo SPECT; radiofarmacêutica. Sistema PACS. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; The Biomedical Engineering Handbook, Second Edition. Boca Raton: CRC Press LLC, 2000. (08 exemplares na biblioteca). BUSHBERG, J. T.; et al. The essential of medical imaging. Philadelphiia, LWW, 2002. (01 exemplar na biblioteca). WOLBARST, Anthony Brinton; Looking within: how x-ray, CT, MRI, ultrasound, and other medical images are created, and how they help physicians save lives. Berkeley, CA: University of California Press, 1999. xiii, 206 p. ISBN 9780520211827. (03 exemplares na biblioteca). Bibliografia Complementar: DOUGHERTY, Geoff.; Digital image processing for medical applications. Cambridge, Inglaterra: Cambridge University Press, c2009. xii, 447 p. ISBN 9780521860857. (05 exemplares na biblioteca). GUY, C.; FYTCHE, D.; An Introduction to The Principles of Medical Imaging. London: Imperial College Press, 2005. (03 exemplares na biblioteca). WEBSTER, John G.; (ed). Medical instrumentation: application and design. 4 ed. Hoboken, EUA: John Wiley & sons, inc, c2009. 713 p. ISBN 9780471676003. (09 exemplares na biblioteca). WEBB, S.; The Physics of Medical Imaging. New York: Taylor and Francis Group, 1988. (03 exemplares na biblioteca). GONZALEZ, Rafael; WOODS, Richard E.; Digital image processing. 3 ed. New Jersey: Perason / Prentice Hall, c2008. 954 p. ISBN 013168728-X. GONZALEZ, Rafael C; WOODS, Richard E; EDDINS, Steven L.; Digital Image processing using MATLAB. Upper Saddle River, N. J: Pearson Prentice, 2004. xiv, 609 p. Includes bibliographical references and index.. ISBN 0130085197.

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Código: EN2323 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Bioética

LEGISLAÇÃO RELACIONADA À SAÚDE

Ementa: Classe dos produtos Médicos; Ciclo de vida de Produto: aspectos de segurança, eficácia, descarte do produto; Gerenciamento de risco de produtos da saúde; Medidas de controle de risco: aspectos tecnológicos e de saúde da série de normas IEC 60601; Tópicos da avaliação do projeto de equipamento médico no Brasil – estudo de caso: segurança contra choque elétrico, riscos mecânicos, desempenho essencial; Aspectos básicos de controle de processo de fabricação – as boas práticas de fabricação. Bibliografia Básica: MARRONI, A.C. Guia de adequação de equipamentos eletromédicos à norma NBR IEC 60601-1. São Paulo : IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, 2006. Portarias vigentes da Anvisa e do Inmetro sobre o tema. Série de normas ABNT NBR IEC 60601. 149

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias RDC 59 da Anvisa (BPF). Bibliografia Complementar: BRAYBROOK, Julian H.; Biocompatibility assessment of medical devices and materials. Chichester, Inglaterra: Wiley, c1997. xiv, 229 p. (Biomaterials science and engineering series). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780471965978. BRONZINO, Joseph D.; (ed). Medical Devices and Systems. 3 ed. Boca Raton: CRC/Taylor & Francis, 2006. [várias paginações]. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 2). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780849321221. DANIEL, Amiram; KIMMELMAN, Ed.; TRAUTMAN, Kimberly A.; The FDA and worldwide quality system requirements guidebook for medical devices. 2ª. ed. Milwaukee, WI: ASQ Quality Press, 2008. xxx, 304 p. ISBN 9780873897402. HELMUS, Michael N.; Biomaterials in the design and reliability of medical devices. Georgetown, EUA: Landes Bioscience; Kluwer Academic/Plenum Publishers, c2003. 226 p. (Tissue engineering intelligence unit, 5). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780306476914. KING, Paul H.; FRIES, Richard C.; Design of biomedical devices and systems. New York: Marcel Dekker, c2003. xv, 585 p. Includes bibliographical references and index.. ISBN 082470889-x.

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ENGENHARIA DE REABILITAÇÃO E BIOFEEDBACK

Código: EN2328 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Princípios e Aplicações de Biomecânica Ementa: Projeto de dispositivos de reabilitação. Introdução às metodologias de projeto. Cirurgia e reconstituição. Aspectos funcionais e de desempenho dos principais tipos de dispositivos médicos de reabilitação neuro-muscular, cardiovascular e respiratória. Dispositivos auxiliares da visão, da audição, de comunicação e de locomoção. Bibliografia Básica: COOPER, R.A.; OHNABE, H.; HOBSON, D.A. An Introduction to Rehabilitation Engineering. Series in Medical Physics and Biomedical Engineering. Boca Raton: Taylor&Francis, 2007. 472p. IIDA, I. Ergonomia - Projeto e Produção. 2a ed. São Paulo: Editora Blucher, 2005. 630p. KUTZ, M. Biomedical Engineering and Design Handbook. 2nd ed. McGraw-Hill Professional, 2009. 1600p. Bibliografia Complementar: CARVALHO, C.R.R. Ventilação Mecânica Vol. I – Básico. São Paulo: Editora Atheneu, 2003. 459p. ENDERLE, J.D.; BLANCHARD, S.M.; BRONZINO, J.D. Introduction to Biomedical Engineering. 2nd ed. San Diego: Elsevier Academic Press. 2005. 1144p. GUYTON, A.C; HALL, E. Tratado de Fisiologia Medica. 11ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p. MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 2ª ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2006. 363 p. 150

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NORDIN, Margareta; Frankel, Victor H. Biomecânica básica do musculoesquelético. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 401 p.

sistema

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EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES

Código: EN2329 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Unidades de terapia intensiva: função e contexto; Centro cirúrgico: função e contexto; Equipamentos de UTI/Centro cirúrgico: Foco cirúrgico, Mesa cirúrgica, Equipamento de anestesia, Unidade eletrocirúrgica (Bisturí elétrico), Sistemas para Videocirurgia, Monitor de parâmetros fisiológicos (ECG, Temperatura, SpO2, ETCO2, PANI, PAI, BIS), Desfibrilador/Cardioversor, Ventilador pulmonar, Bomba de infusão de seringa, Bomba de infusão de equipo, Cama elétrica para UTI; Unidade de Diagnóstico por imagem: Função e contexto, Equipamento de raio-X, Equipamento de Ultrassonografia e ecocardiografia, Equipamento de Tomografia Computadorizada por RX, Tomografia por Ressonância Magnética, Medicina nuclear – SPECT e PET. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; Biomedical Engineering Handbook. New York: CRC Press, 1999. KUTZ, M.; Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. New York: Mc Graw Hill, 2003. HAYES, D. L.; LLOYD, M. A.; FRIEDMAN, P. A.; HAAGA, J.; Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar: CARR, J. J.; BROWN, J. M.; Introduction to Biomedical Equipment Techonology. New York: Prentice Hall, 2000. BROWN, J. M.; Introduction to Biomedical Technology. [S.I.]: Prentice Hall, 2001. GRAINGER, R.; ALLISON, D.; Grainger & Allinson's diagnostic radiology: a textbook of medical imaging. New York: Churchill Livingstone, 1997. GUNDERMAN, R.; Essential radiology: clinical presentation, pathophysiology, imaging. New York: Thieme, 1998. ENDERLE, J. D.; BLANCHARD, S. M.; BRONZINO, J. D.; Introduction to Biomedical Engineering. 2.ed. San Diego: Elsevier Academic Press. 2005. TOGAWA, T.; TAMURA, T.; Biomedical Transducers and Instruments. New York: CRC Press, 1997.

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Código: EN2324 TPI: 4-0-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Biologia Celular

BIOSSEGURANÇA

Ementa: Conceito e legislação vigente em biossegurança. Conceitos de risco, riscos biológicos, químicos e físicos. Classes e avaliação de riscos, barreiras de contenção e equipamentos de proteção.Conceitos e métodos de limpeza, desinfecção e esterilização. 151

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Biossegurança relativos ao projeto, edificação, organização e limpeza do ambiente de trabalho. Biossegurança e o profissional da saúde: doenças e cuidados. Antisepsia das mãos. Noções de primeiros socorros. Gerenciamento de resíduos biológicos, químicos e radioativos. Biossegurança na experimentação animal e organismos geneticamente modificados. Bibliografia Básica: BINSFELD, P. C. Biossegurança em Biotecnologia. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004. 367p. HIRATA, M. H.; MANCINI FILHO, J. Manual de biossegurança. São Paulo: Editora Manole. 2002. 496p. TEIXEIRA, P; VALLE, S. Biossegurança: Uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro. Editora Fiocruz, 2000. 362p. Bibliografia Complementar: COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tânia Moreira Grillo; Guia prático de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e tratamento. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2004. 500 p. ISBN 9788527709453 MASTROENI, Marco Fabio; Biossegurança: aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2 ed. São Paulo: Atheneu, c2006. xviii, 338 p. ISBN 9788573797534. MOLINARO, Etelcia Moraes; MAJEROWICZ, Joel; VALLE, Silvio; (orgs). Biossegurança em biotérios. Rio de Janeiro: Interciência, 2008. 226 p. ISBN 9788571931800. ROGATTO, Sílvia Regina; Citogenética sem risco: biossegurança e garantia de qualidade. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2000. 170 p. ISBN 9788587528070. TEIXEIRA, Pedro (org); VALLE, Silvio (org); Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. 2 ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, c2010. 442 p. ISBN 9788575412022.

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ANÁLISE E CONTROLE DE SISTEMAS MECÂNICOS

Código: EN2325 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Ementa: Esta disciplina tem como objetivo ensinar ao aluno a análise das respostas de um sistema mecânico biomédico controlado por malha fechada, e o projeto e o uso de controladores PID num sistema mecânico. Bibliografia Básica: OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 4a ed. Prentice Hall, 2003. 788p. KHOO, M.C.K.. Physiological Control Systems. Wiley-IEEE press, 1999. 319p. SPONG, M.W.; HUTCHINSON, S.; VIDYASAGAR, M. Robot Modeling and Control. Wiley, 2005. 496p. Bibliografia Complementar: PONS, J.L. Wearable Robots:Biomechatronic Exoskeletons. Wiley, 2008. 358p. NISE, N.S. Control Systems Engineering. 4th ed. Wiley, 2003. 983p.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

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PRINCÍPIOS DE ÉTICA EM SERVIÇOS DE SAÚDE

Código: EN2326 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: Estrutura organizacional no serviço de saúde; Ética profissional; Relação profissional-paciente; Ética na pesquisa clínica; Comissão de Ética; Publicações de pesquisa clínica; Limites do uso da tecnologia; Estudos de caso. Bibliografia Básica: ENGELHARDT, H. T.; Fundamentos de bioética. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2008. 518 p. SIQUEIRA, J. E.; ZOBOLI, E.; KIPPER, D. J.; Bioética clínica. São Paulo: Gaia, 2008. 256 p. ZOBOLI, E. L. C. P.; Ética e administração hopitalar. São Paulo: Edições Loyola; Centro Universitário São Camilo, 2004. 267 p. Bibliografia Complementar: GARRAFA, V.; KOTTOW, M.; SAADA A.; Bases conceituais da bioética: enfoque latino americano. Campanário: Gaia, 2006. 284 p. PEGORARO, O. A.; Ética e bioética: da subsistência à existência. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 133 p. SILVA, I. O.; Biodireito, bioética e patrimônio genético Brasileiro. São Paulo: Editora Pillares, 2008. 166 p. SILVA, J. V.; Bioética: Meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iátria, 2006. 203 p.

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MÉTODOS DE ELEMENTOS FINITOS APLICADOS A SISTEMAS BIOMÉDICOS

Código: EN2327 TPI: 0-3-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Ementa: Aplicação de métodos de elementos finitos em instrumentação biomédica, biomecânica, biomateriais e modelagem computacional de sistemas biomédicos. Bibliografia Básica: SOBRINHO, A. S. C.; Introdução ao método de elementos finitos. 1 ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, 2006. 403p. FISH, J.; BELYTSCHKO, T.; Um primeiro curso em elementos finitos. 1. ed. LTC Editora, 2009. 256p. GUCCIONE, J. M.; Computational Cardiovascular Mechanics: Modeling and Applications in Heart Failure. 1st ed. Springer, 2010. 436p. Bibliografia Complementar: MADENCI, E.; GUVEN, I.; The Finite Element Method and Applications in Engineering Using ANSYS, New York: Springer, 2006. PALAWADHI, E. M.; Finite Element Simulations Using ANSYS, editora CRC Press, 1a.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edicao, 2009.

8.3.8.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica

01

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA BIOMÉDICA

Código: BC1712 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Cursar durante o BC&T Ementa: Conceitos fundamentais, princípios, aplicações e áreas de atuação para os diferentes segmentos da Engenharia Biomédica. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; The Biomedical Engineering Handbook. 2 ed., Boca Raton: CRC Press, v. 1 e 2, 1999. ENDERLE, J. D.; BLANCHARD, S. M.; BRONZINO, J. D.; Introduction to Biomedical Engineering. 2 ed., Amsterdam: Elsevier Academic Press. 2005. BRONZINO, Joseph D. (ed); Biomedical engineering fundamentals. 3 ed. Boca Raton, EUA: CRC/Taylor & Francis, c2006. 1569 p. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 1). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780849321214. WEBSTER, J. G.; Medical Instrumentation – Application Design. 3 ed., New York: John Wiley & Sons, 1998. CALLISTER, W. D.; Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. LTC editora, 7ª. ed. RJ, 2008. FONG, B.; FONG, A. C. M.; LI, C. K.; Telemedicine Technologies: Information Technologies in Medicine and Telehealth. 1 edition. Wiley 2010 Bibliografia Complementar: WEBSTER, J. G.; Encyclopedia of Medical Design and Instrumentation. 3 ed, New York: John Wiley & Sons, 1988. ORÉFICE, Rodrigo Lambert; PEREIRA, Marivalda de Magalhães; MANSUR, Herman Sander; Biomateriais: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2006. 538 p. il. ISBN 857006374-1. BRUCE, Eugene N.; Biomedical signal processing and signal modeling. New York: Wiley, c2001. xiv, 520 p. (Wiley series in telecommunications and signal processing). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780471345404. PALSSON, Bernhard et al; Tissue engineering. Boca Raton, VA: CRC Press, c2003. 24-17, I11 p. (Principles and applications in engineering). ISBN 0849318122. DUNN, Stanley Martin; CONSTANTINIDES, A; MOGHE, Prabhas V.; Numerical methods in biomedical engineering.Amsterdam: Elsevier Academic, c2006. 615 p. (Academic Press series in biomedical engineering.). Includes bibliographical references and index.. ISBN 9780121860318. BRONZINO, Joseph D. (ed); Medical Devices and Systems. 3 ed. Boca Raton: CRC/Taylor & Francis, 2006. [várias paginações]. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 2). Includes bibliographical references and 154

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02

BIOESTATÍSTICA

Código: EN3339 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Cursar durante o BC&T Ementa: Análise descritiva de dados, probabilidade e modelos de probabilidade, introdução aos testes de significância, comparações entre grupos, incidência, prevalência, estudo clínico aleatorizado, correlação e regressão, tabelas de contingência, análise de variância (ANOVA). Bibliografia Básica: ARANGO, H. G.; Bioestatística Teórica e Computacional. Editora Guanabara, 2005. CALLEGARI-JACQUES, S. M.; Bioestatística:Princípios e Aplicações. 1. Ed., Porto Alegre: Editora Art Med, 2003. VIEIRA, S.; Introdução à Bioestatística. São Paulo: Campus Elsevier, 2008. Bibliografia Complementar: FISHER, L. D.; VAN BELLE, G.; Bioestatistics. A Methodology for Health Sciences. 2 ed., New York: Wiley-Interscience, 1993. LE, C. T.; Introductory Bioestatistics. New York: Wiley-Interscience, 2003. HOEL, P. G.; Estatística Elementar. São Paulo: Atlas, 1981. GOMES, F. P.; Curso de Estatística Experimental. Piracicaba: USP, 1969. COSTA NETO, P. L. O.; Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.

03

SISTEMAS BIOLÓGICOS I

Código: BC1321 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular Ementa: Biologia dos tecidos fundamentais (epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso). Noções de embriologia e morfogênese humana. Placentação. Atividade funcional do sistema hemolinfopoético. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA, L; CARNEIRO, J.; Histologia Básica, 11 ed., Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2008. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; Embriologia Clínica, 7 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. CARLSON, B. M.; Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento, Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar:

155

A.. 2. Bibliografia Básica: GUYTON. STEVENS. LAWRENCE. Tratado de Histologia. KERR.. Rio de Janeiro: Elsevier. PUTZ. R.. 1998. J. 10. 2002.. atlas da anatomia humana: tronco.. 69 p. P. R. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica.. 613 p.. (Your home page for studyng physiology: www... A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 416 p. L. S. YOUNG.. 10. JESSEL. M. 827 p. Histologia Humana. Editora Manole. Hershel.. 484p. K. c2006. HEATH. 2008. E. C. HIATT J. São Paulo. v.. G. volume 1.ed. PUTZ. Vander's human physiology: the mechanics of body function..com/widmaier10 ).. M. R. LOWE. malformações e fisiologia dos sistemas locomotor. GEORGE. Rio de Janeiro: Elsevier. New York: McGraw-Hill / Higher Education. BEDDINGTON. Embriologia Comparada e Humana. Ribeirão Preto: Funpec editora. v. J.. 04 SISTEMAS BIOLÓGICOS II Código: BC1322 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Sistemas cardio-respiratório e locomotor.. T. C.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. P.. KÜHNEL. R. Atlas de Histologia. Atlas de Citologia. L.. MEYEROWITZ. articulações e nervos. 22 edição. Histologia e Anatomia Microscópica para Teoria e Prática. Kevin T. atlas de anatomia humana: quadros de músculos. STRANG. Rio de Janeiro: Guanabara koogan. Anatomia macro e microscópica. 1. 7a ed. S.. 563p. GILBERT. R.. Arthur C. A.. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. R... 2 ed. ISBN 852771194-X. Artmed. ISBN 852771178-8. As menções às figuras referem-se ao atlas (volume 1 e 2). CATALA. 22. HALL.ed... LOWE. 2002. 2 ed.ed.. 229p. Biologia do Desenvolvimento. J... L. Histologia Comparada. c2006. Ed. PABST. E. 22. DI FIORE. J.Centro de Engenharia. A... 409p. Embriologia . Livraria Atheneu Ed. 2007. J. 2a ed. L.. atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Elsevier. vísceras e extremidade inferior. PABST. Bibliografia Complementar: WIDMAIER. Atlas de Histologia Funcional. MELLO. Porto Alegre: Artmed. STEVENS. Wheater-Histologia Functional . M. noções de embriogênese. Sobotta. E. W. L. R. Livraria Roca Ltda. Rio de Janeiro: Guanabara&Koogan. São Paulo. 2003. 22 ed.. 2000. 2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Porto Alegre. Rio de Janeiro. Este caderno de quadros incluído no Sobotta. H. pescoço e extremidade superior. Histologia e Biologia Celular. PUTZ. São Paulo: Artes Médicas. R. S. FERNÁNDEZ. 1995. 3ª edição.Desenvolvimento Humano Inicial. 1998.mhhe.88 GARCIA. 2001.. 156 . 2007. 2006.. GARTNER. RAFF. 2ª edição.ed. Sobotta. Embriologia. WOLPERT. 416p. Sobotta. PABST. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias KIERSZENBAUM. ALVES. 2001.Texto e Atlas em cores. L. respiratório e cardiovascular. ISBN 852770742-X. 398 p. BROCKES. S. Eric P. atlas da anatomia humana: cabeça. 2000. F. L. B.. 1989. R. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan...

613 p. digestório. Rio de Janeiro: Guanabara koogan. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica.mhhe. Gerard J.... malformações e fisiologia dos sistemas: urinário. STRANG. c2006. R. 22. Sobotta. 11th ed. 1159.ed. 827 p. Bryan. ISBN 852771194-X. Kevin T. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Anatomia macro e microscópica. Bibliografia Básica: GUYTON. 22 ed. Anatomia humana básica. [91] p. Sobotta.ed. R. Bibliografia Complementar: WIDMAIER. Anatomia humana básica. 2007. Eric P. New York: McGraw-Hill / Higher Education.. Wiley. Hoboken. 2006. vísceras e extremidade inferior. HOEHN. 2. 22.. São Paulo: Manole. Principles of anatomy and physiology. Human anatomy & physiology. 2007. atlas da anatomia humana: tronco.. PUTZ. noções de embriogênese. XXVII. SPENCE. volume 1. 69 p. Principles of anatomy and physiology. R. atlas de anatomia humana: quadros de músculos. [91] p. R. Bryan. v. Gerard J. Bibliografia Básica: 157 . Hoboken. Fisiologia da reprodução e sua regulação hormonal. atlas de anatomia humana. 713 p. 05 SISTEMAS BIOLÓGICOS III Código: BC1324 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Sistema: urinário. SPENCE.Centro de Engenharia. atlas da anatomia humana: cabeça. PABST.. HALL. Alexander P. ISBN 9780805359107. PABST.ed. Human anatomy & physiology. 7th ed. malformações e fisiologia do sistema nervoso central e periférico. 7th ed. NJ: J. (various pagings) MARIEB. ISBN 852770742-X. 10. c2006. As menções às figuras referem-se ao atlas (volume 1 e 2). Rio de Janeiro: Guanabara&Koogan. Wiley.. XXVII. PUTZ. ISBN 852771178-8. Arthur C. 1991. R. 1991. endócrino e reprodutor. 398 p. 11th ed.ed. 06 SISTEMAS BIOLÓGICOS IV Código: BC1325 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Anatomia macro e microscópica. 1. ISBN 9780805359107. pescoço e extremidade superior. articulações e nervos. Atividade dos órgãos dos sentidos. E. Katja. San Francisco: Pearson Benjamin. (various pagings) MARIEB. 1159. TORTORA. HOEHN. DERRICKSON. São Paulo: Manole.. 2 ed. RAFF. Este caderno de quadros incluído no Sobotta. 713 p. PABST. v. 2006. Alexander P. digestório. Katja. San Francisco: Pearson Benjamin. 22 edição. endócrino e reprodutor. NJ: J. Hershel. noções de embriogênese. Sobotta. c2006. 2 ed.. 1 v. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TORTORA.. DERRICKSON. Vander's human physiology: the mechanics of body function. R. 1 v.. c2006..com/widmaier10 ). 2002. PUTZ. Elaine Nicpon. 10. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. (Your home page for studyng physiology: www. 416 p.. Elaine Nicpon.

M. Sarvier. CONNORS. Bibliografia Complementar: LENT. Edição. A. J.. D. 2002. V.. (1997) Intermediate Physics for Medicine and Biology.. Cambridge. construção e função tecidual ou de órgãos e na sinalização intra e intercelular. Roberto. SKOFRONICK.. A.. Fisiologia. Wisconsin. 3ª. Wiley & Sons. SP. pressão. difusão. Michael A.. R. com ênfase no metabolismo celular. WEISS. Bibliografia Complementar: DAUNE.. VOET. Artes Médicas. São Paulo. W. Atheneu. E. Ed.4/ed. Editora Artmed. G. HOBBIE.. Cambridge University Press. N. Ed. J.. M. LEITÃO.. LEVY. 2003.. F. Neuroanatomia Funcional. GRANT.. (1996) Cellular Biophysics (volume I and II).. Madison. Monteiro. 07 Código: BC1308 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cursar durante o BC&T BIOFÍSICA Ementa: Abordar os princípios dos aspectos físicos (potencial eletroquímico.. Ed. 2006. A. J. Atheneu.. 2001. K.. 5ª. Bioquímica Física. GARCIA. M. L. ALBERTS. et al. B. 1999. G. Molecular Biophysics: Structures in Motion. P. JOHNSON. Cem bilhões de neurônios. Biophysics – an introduction. (2004).. NELSON. 2001. (1995) Biophysics... 2008.. R. 2ª. Mark F. L. Ed. (2002) Lehninger: Princípios de Bioquímica. New York Springer. Editora J. W. A. COX. Atlas de Anatomia Humana. apostila. Artmed. 2002. Elsevier.. LEHNINGER. B.. T. R. Biochemistry. Angelo B. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias BEAR.. AIP. C. 2004.. MA: MIT Press... M. A. E. osmose. 158 . UFRJ. GOMES. Radiobiologia e Fotobiologia. VOLKENSTEIN. D. 2ª reimpressão. R. KOEPPEN.. VOET. K.. São Paulo. Sarvier. BLOW. temperatura e radiação) envolvidos nos sistemas biológicos. M. Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso. CAMERON. HAYNIE. E. Edgard Blucher.. (1999) Physics of the Body. R. Fundamentos de Bioquimica. PRATT. Prentice Hall. WALTER. R. VOET. Medical Physics Publishing. M. Biofísica Básica. Biological thermodynamics.. F. Springer-Verlag. São Paulo. Johannes. A.. T. M. SOBOTTA. Oxford University Press. B. I. 1994... 2002. Porto Alegre. MACHADO.. BERNE. D. VOET. Bibliografia Básica: HENEINE. J. Biofísica: Fundamentos e Aplicações. Barry W. R. PARADISO.Centro de Engenharia. GLASER. Rio de Janeiro. DUFFIN. Guanabara Koogan. R. 1ª ed... VAN HOLDE. M. 2008. 3ª ed. Livraria Atheneu. Biophysics. C. Introduzir a metodologia utilizada na análise de fenômenos biofísicos. Biofísica. D. (2004) Biologia Molecular da Célula . movimento. J. G. COTTERILL.. 2000. D. C. (1975) São Paulo. STANTON... DURAN. J. John Wiley & Sons.

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S. capacidade calorífica e condução de calor. Boston [etc. 8ª edição. edição. GOELA J. 10 PROPRIEDADES MECÂNICAS E TÉRMICAS Código: EN2816 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos. Prentice Hall. A.O. Saunders College Publishers. Caracterização térmica de materiais. SPIM. Dispositivos: gravadores HD... BBS. dispersão por polarização).F. 2a.Centro de Engenharia. lasers de estado sólido. Mecânica de fratura... GARCIA.A. 6 160 .. D.A. Schotky. ed. 2002. 2004. 1993...]: McGraw-Hill. N. dispersão cromática. semicondutores e isolantes. C. Luminescência: fotoluminescência. SHINDÉ. S. Bibliografia Complementar: CALLISTER. 2008.. Características de materiais metálicos. Introductory solid state physics.D.. editora Cambridge University Press. 2 ed. N. Electronic structure of materials. Optical Properties of Solids. 2008. Propriedades de Materiais Metálicos. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Bibliografia Básica: KITTEL.. Mechanical behavior of materials. CHAWLA. 2006. A.. ed.K. KASAP. K. 1976. MYERS. Introduction to Materials Science for Engineers. Propriedades de materiais magnéticos: Origem elétrica (elétron em movimento) no átomo. REZENDE. J. S. eletroluminescência. 2003. M. fotodetectores. Boca Raton: CRC Press. Ensaios dos materiais. New York: Prentice Hall.. High Thermal conductivity materials.. Materiais e dispositivos eletrônicos. Ferri/ferromagnéticos e Anti-ferromagnéticos. 2006. C. ASHCROFT.W. Transições de fase. 3th. SANTOS. SUTTON. semicondutividade. Editora LTC -7a edicao. LTC. O. Piezeletricidade. Caracterização mecânica dos materiais. condução elétrica em cerâmicas iônicas e polímeros. Relação entre as propriedades mecânicas de materiais com suas características mecânicas. Springer 2006. Solid State Physics. Dispositivos semicondutores: junções PN. Diamagnéticos e Paramagnéticos. W. S. Ciência dos Materiais Ementa: Principais propriedades térmicas dos materiais e sua relação com a microestrutura. semicondutores e supercondutores: Condução elétrica. Oxford University Press.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias em campos elétricos e magnéticos.. KASAP. Bibliografia Básica: MEYER. Fibra óptica e óptica não linear (FWM. Bibliografia Complementar: FOX. 2000. M. L.. Comportamento dielétrico. A. H. 2001.P. LED. Rio de Janeiro: LTC. MERMIN. M.P. editora Oxford: Oxford University Press.. Optoelectronics and photonics: principles and practices. S. J.. São Paulo: Livraria da Física Editora. Principles of electronic materials and devices. temperaturas de transição. Introdução à física do estado sólido. SHACKELFORD. aplicações. Piroeletricidade e Ferroeletricidade.

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. CRAIG. abrangendo a transformação de coordenadas.. Posturedontics. R. J. 29 INTRODUÇÃO À BIOINFORMÁTICA Código: BC1439 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cursar após o BC&T Ementa: Conceitos básicos de Biologia Molecular. CRC Press. e os atuadores... 624p. Modelagem por Homologia. 2006.. Robot Modeling and Control. S. S. Alinhamento de Seqüencias. W. 2008. 485p. R. Bibliografia Complementar: PONS. Seqüenciamento de DNA. 238p. 312p. The Measure of Man and Woman: Human Factors in Design. 28 INTRODUÇÃO À ROBÓTICA Código: EN3333 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Ementa: Esta disciplina tem o objetivo de prover uma visão geral da robótica. A.Centro de Engenharia. 3rd ed. CRC Press. H. Practice Dentistry Pain-Free: Evidence-based Ergonomic Strategies to Prevent Pain and Extend Your Career. KARWOWSKI. 2006... 172 . motores e sensores empregados na movimentação do robô. B. Biomechanics of the musculo-skeletal system.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Guanabara Koogan. M. Sensors and Actuators in Mechatronics: Design and Applications. 1st ed.. Filogenia. 1 ed.. PAWLAK. M. 358p. J. CROWDER. J.. 408p. 377p. Bibliografia Complementar: NIGG. B. 1st ed. Wiley. a cinemática. VALACHI. Automotive Ergonomics. Wearable Robots:Biomechatronic Exoskeletons. 1994. TILLEY. VIDYASAGAR. M. Work Design: Occupational Ergonomics. W. B. 288p. DREYFUSS. Wiley-Interscience. HUTCHINSON.. A. ASADA. Bancos de Dados Genéticos e Proteicos.. SLOTINE. Electric Drives and Electromechanical Systems: Applications and Control. 496p. 2003. 104p. 2004. Bibliografia Básica: SPONG. 401p. Prentice-Hall. Introduction to Robotics: Mechanics and Control.. 1986. M. Wiley. a dinâmica. L.. Robot Analysis and Control. 2001. Newnes. HERZOG. 2007. W. Wiley. J. 1993. 7th ed. H. os mecanismos.. New York: John Wiley & Sons. KONZ. 2008. Holcomb Hathaway Publishers. 2005. PEACOCK. J..

. F.. quarta edição. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: VASCONCELOS. F. R. Introduction to Computational Biology: maps.. R. 1995. J.. New York: Addison-Wesley Co. Bibliografia Complementar: STRYER. V. 2001. Introduction to Graph Theory.. B. R. na elaboração e execução de projetos para análise de dados biológicos. R. R. HUBER. New York: Prentice Hall PTR.. 1999. B. New York: CRC Press. 1998. S. Berlim: Springer.. Introduction to Computational Molecular Biology. C. 1997.. S. 1ed.. SMITH. Ana T. Bioinformatics: a practical guide to the analysis of genes and proteins. S. sequences and genomes... R. New York: Cold Spring Harbor Laboratory. Bioquimica. 2001. W. C. CAREY.. DUDDOIT. KOUTROUMBAS. New York: Academic Press. B. W.. S. THEODORIDIS.. FALCON. J. MEIDANIS.. 2005. O'Reilly & Associates. Bioinformatics Computing.. Artificial Intelligence and Molecular Biology. M. 2001. G. MOUNT. J... Guanabara Koogan. Pub Co. TISDALL. 2002. 2001. AAAI Press Book. IRIZARRY. HAHNE. P. HUNTER. GIBAS. EWENS. 31 Código: EN3319 TPI: 2-2-5 TELEMEDICINA E SISTEMAS DE APOIO A DECISÃO 173 . Bioinformatics and Computational Biology Solutions using R and Bioconductor. Bioinformática: Análise de Banco de Dados Genético. F. OUELLETTE. II Escola de Verão: Métodos Computacionais em Biologia. Bioconductor Case Studies.. J... New York: O’Reilly & Associates. HUBER. Bibliografia Complementar: BAXEVANIS. Statistical Methods in Bioinformatics. L. GENTLEMENT. W. 1997. Práticas em aplicativos para análise de Genomas. A.. Developing Bioinformatics Computer Skills. Pattern Recognition. GENTLEMENT.. 47-55.. Programming for Bioinformatics. WATERMAN.. D. SETUBAL... 1998. Brooks/Cole. R. 1995. Práticas em aplicativos para análise de Proteomas. Bioinformatics: sequence and genome analysis. JAMBECK. GRANT. New York: John Wiley & Sons. WILSON.. 30 LABORATÓRIO DE BIOINFORMÁTICA Código: EN3318 TPI: 0-4-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução à Bioinformática Ementa: Por em prática todo conhecimento adquirido de biologia e informática. P. K. New York: Springer... CUELLETTE. 2009. 2001. R. F.Centro de Engenharia. L. BERGERON. 2008. W. J. pp. Beginning Perl for Bioinformatics. New York: Chapman & Hall-CRC Press.. New York: Springer Verlag. Bibliografia Básica: GENTLEMENT.

2006 FONG. PRESSMAN. Jossey-Bass.. Estimação de custos. Clinical Decision Support Systems: Theory and Practice (Health Informatics).. A.. Mcgraw-Hill. eletroencefalograma...Centro de Engenharia. Biomedical Engineering Hadbook .3 Volume Set: Medical Devices and Systems. M. Engenharia de Software. Campus. Padronização da Informação em Saúde . As tecnologias e segurança da informação. H. J.Padrão HL7 e DICOM. C. Princípios de segurança de dados. 2001 NORRIS. B. C. temperatura corporal. 1a edição. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação. 1 edition. Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Biomédica Ementa: Tecnologias wireless para monitorar pacientes: Resgate emergencial. P. A. 2004. K. C. PATTERSON. 2006 174 . E. Arquitetura de sistemas de bancos de dados. E-Health. Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Biomédica Ementa: Técnicas de gerenciamento de projetos de desenvolvimento de software. R. Telehealth.. Essentials of Telemedicine and Telecare. 8a. A. D. Aspectos legais da telemedicina e sistemas de apoio a decisão.. 1 edition. Perspectivas e desafios tecnológicos na criação de sistemas para a área de engenharia biomédica. Prontuário Eletrônico do Paciente. S. Tipos de dados e suas peculiaridades: Eletrocardiograma. Análise e especificação de requisitos. Introduction to Telemedicine... Wiley. CRAIG. Wiley 2010 WOOTON. lógico e físico. R. 2011 Bibliografia Complementar: MAHEU... A. Dependências funcionais e normalização de relações. Tecnologias para medicina preventiva. ISBN 8586804576. S. edição. Oxford University Press. Bancos de dados "web".. Sistemas de informação em Saúde. 2010 32 PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARA ANÁLISE DE DADOS MÉDICOS Código: EN3335 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Processamento da Informação. Telemedicine Technologies: Information Technologies in Medicine and Telehealth. oximetria. ressonância magnética nuclear. Modelagem de dados: projeto conceitual. M. 2 edition. M. Campus... and Telemedicine: A Guide to Startup and Success (Jossey-Bass Health Series). Bibliografia Básica: BRONZINO. SILBERSCHATZ. J. 2001 BERNER. Modelo entidade relacionamento básico e estendido e modelo relacional. WHITTEN.. Sistemas de Bancos de Dados. FONG. Springer. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 6a edição. resgate em áreas remotas. 2006. ALLEN. Bibliografia Básica: DATE. KNORTH. C.. 2nd edition. LI. pressão arterial. Introdução a SQL. J. V. 3rd edition New York: CRC Press. acompanhamento de pacientes dentro do hospital. Análise de sistemas hospitalares e relacionados à engenharia biomédica.

TAYLOR.. Bibliografia Básica: FONTINELE JUNIOR. 33 ENGENHARIA CLÍNICA I Código: EN3321 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Equipamentos Médico-Hospitalares Ementa: Introdução a Engenharia Clínica: Histórico e realidade brasileira. tecnovigilância e investigação de acidentes.. Addison Wesley. São Paulo: Loyola.. Equipamentos e serviços. resíduos líquidos.. M. F. Fundamentals of Database Systems. Prentice Hall. Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. I. Armazenamento. E.. Introduction to Biomedical Equipment Technology. seleção e aquisição: Equipamentos: regulamentação e cultura. CALDAS. From Patient Data to Medical Knowledge: The Principles and Practice of Health Informatics. BMJ Books. Peças de reposição. S..Treinamento técnico e operacional. J. K. Londrina: EDUEL. 2003. SOMMERVILLE.Centro de Engenharia.... S.. NAVATHE. L. SANTOS JR. Database Management Systems. uso e transferência interna de equipamentos. B.. E. D. C. 2002. J. São Paulo: AB Editora.. Evento adverso associado a equipamentos: gerenciamento de risco. New York: Prentice Hall. 2003. Engenharia de Software. 2007. Administração Hospitalar. 2006.. A. 8a edição. M. Engenharia de Software . The FDA and Worldwide Quality System Requirements Guidebook for 175 .. manutenção corretiva. Ética e Administração Hospitalar. Insumos. manutenção preventiva. 2006. BROWN. 2000. Biomedical Engineering Hadbook . Manual Hospitalar de Manutenção Preventiva. Recebimento. Regulamentação e Normalização. J. 4th ed. Medicine and Clinical Engineering. Gerenciamento da Manutenção de Equipamentos Médico-Hospitalares GEMA – apostila eletrônica Bibliografia Complementar: CARR. Planejamento. Pearson Education. BRONZINO.Calibração e testes: fundamentos e prática. B. New York: McGrawHill. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ISBN 8535211071 Bibliografia Complementar: ELMASRI.. ISBN 8587918311. R. Mass...Teoria e Prática.3 Volume Set: Medical Devices and Systems. L.. P. GEHRKE. 2nd ed. Relação com a infra-estrutura. manutenção preditiva.. TRAUTMAN. 2002. PFLEEGER. registro histórico do equipamento e arquivo de registros. 2002. 2a edição. RAMAKRISHNAN. E. K. F.Desativação e descarte: equipamentos. C. Intervenção técnica: inspeção técnica. J. R.Inventário.Visita técnica ao estabelecimento assistencial de saúde. New York: Prentice Hall. resíduos sólidos. P. 2000. P. J. McGraw-Hill. 1977. 3rd edition New York: CRC Press. 2002. KUTZ. JACOBSON. verificação e aceitação: Ensaios de aceitação de equipamento. RAMÍREZ. ZOBOLI... R. Reading.

. HAMMER. F. 2002. J. 1997. 34 ENGENHARIA CLÍNICA II Código: EN3322 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Engenharia Clínica I Ementa: Estudo dos setores hospitalares. HARGEST. hidro-sanitária.. gases medicinais e controle ambiental: Normas e Recomendações. 1980. JACOBSON. Manutenção produtiva e a qualidade total. 1977. Introduction to Biomedical Equipment Technology. E. segurança em radiação: Normas e recomendações. Dimensionamento e quantificação das instalações prediais dos EAS. New York: Artech House. A. São Paulo: AB Editora. maintenance and management. R. segurança elétrica. K. FRIES.. M. New York: Marcel Dekker. Segurança hospitalar: riscos. C.. CARR. assuntos emergentes de relevância e soluções de mercado. BROWN. Medical Device Quality Assurance and Regulatory Compliance. FEINBERG. Bibliografia Complementar: BILOON. Biossegurança Ementa: Projeto físico de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS). The FDA and Worldwide Quality System Requirements Guidebook for Medical Devices. 1998. C. São Paulo: Loyola. clientes e tecnologia envolvida nos processos. J. New York: McGrawHill. Medicine and Clinical Engineering. J. K. B. Programação físico-funcional dos EAS: Atividades assistenciais e atividades de apoio técnico. seus produtos. Bibliografia Básica: CACERES. KUTZ. T.Centro de Engenharia. New York: Prentice Hall. M. Controle de equipamentos e avaliação da efetividade da manutenção. 2002. CARR. J. 1996. 1996. P. segurança mecânica. Medical Equipment Service Manual: theory and maintenance procedures. New York: American Society for Quality.... B.. Controle de infecções: Normas e Recomendações. L.. N.. Sistema de informação e manutenção hospitalar. Management and Clinical Engineering.. C. New York: Prentice Hall. S.. Biomedical Equipment: use. New York: Pearson Education POD. Applied Clinical Engineering. New York: Prentice Hall. Instalações ordinárias e especiais: elétrica. Estudos de caso. New York: Prentice Hall. 1986. 1978. New York: American Society for Quality.dados e voz. 35 INSTALAÇÕES HOSPITALARES Código: EN3336 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Equipamentos Médico-Hospitalares. G. TRAUTMAN. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Medical Devices. 176 .. Administração Hospitalar. A. 2002.. J. ZOBOLI. 2000. Ética e Administração Hospitalar. FONTINELE JUNIOR. Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design.

Diretrizes Básicas de Radioproteção . J. São Paulo: Bookman . Protocolos de Comunicação e Interfaceamento. M. Ministério da Saúde.453. São Paulo: LTR.3.. Assembly.. R.. Registradores. L. and interfacing.. HAYES.. 1992. Makron Books. PIRES. Microcontroladores PIC – Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos. SOUZA. L.2. W. GRANDJEAN. Brasil.. Barramento. K.. Management of Medical Technology: a primer for clinical engineers. Microcontroladores 8051. 36 SISTEMAS MICROPROCESSADOS Código: EN2617 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Eletrônica Digital.. ZANCO. 2005. Modos de Enderecamento.. 2001. P. Upper Saddle River.. Fundamento da Prática Ergonômica. D. Desbravando o PIC – Ampliado e Atualizado para PIC 16F628A.. Unidade Logico–Aritmetica. S. POSSIBOM. Programação em C voltada à microcontroladores.. STALLINGS. 3rd Ed. The 8051 microcontroller: hardware. P. RIO. J. P. X. Érica. McGraw-Hill Book Co. 1999. 1999. W. 2 ed. W. 1999. W.. L. Manual de Ergonomia. 2006.. Fluxograma. J. DMA. M.01. São Paulo: LTR. Prentice-Hall. B. J.. software. D. Computer Architecture and Organization. 2006. Dispositivos Eletrônicos Ementa: Conceituação de sistema embarcado.. PIRES.CNEN . Arquiteturas e operação de Microprocessadores: Unidade de Controle. Bibliografia Básica: DALTRINI. P. P.Ergonomia. Introdução a Sistemas de Computação Digital. N. 1998. D. Dispositivos de Entrada e Saída. Prentice Hall Inc. Conjunto de Instruções. R.Regulamento Técnico para planejamento. MIAO. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: RDC 50-2002 ANVISA . Diagramas de Tempo da CPU. 2001. SOUZA. 2007. programação.NE . 12a Ed. elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde Bibliografia Complementar: BRONZINO. São Paulo: Health. Ergonomia. 2002. JINO.. 1a Ed.. MAGALHÃES.. 177 .1997. D. Computer Organization and Architecture. Memória. STEWART.. 9 e 17 PCMSO – PPRA . Ciclo de Instrução. 2000 Bibliografia Complementar: GIMENEZ..J: Prentice Hall. Nrs 7. Organização de Computadores: Processador. Érica. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. S. Microcontroladores ARM7 – O poder dos 32 bits. Érica.Centro de Engenharia. Interrupções e Tratamento de Interrupções. L. E. Portaria N. New York: Butterworth-Heinemann.

empresas de geração.2 – Perfil do Curso O Engenheiro de Energia formado pela UFABC se habilita a discutir e propor soluções aos desafios contemporâneos nas áreas de conversão. baseados em fontes de energia renováveis e não-renováveis.1 – Objetivo Geral O Curso de Graduação em Engenharia de Energia visa à formação de engenheiros habilitados a abordar as diferentes áreas de atuação no contexto energético brasileiro. centros de pesquisa e em diferentes setores econômicos: agroindústrias. distribuição e usos finais das diversas formas de energia. assim como a proposição de políticas publicas e privadas de uso racional de energia. analisar e pesquisar os diferentes sistemas energéticos.3 – Objetivos do Curso 8. em atividades relacionadas a tecnologias de conversão energética. projetar. transporte. 178 .Centro de Engenharia. indústrias extrativas e de transformação. 8.4. gestão de sistemas energéticos. Cabe ao Engenheiro de Energia avaliar o projeto. setor comercial e de serviços. e identificar tecnologias que minimizem o consumo de energia nos diferentes processos industriais.4. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. economia e racionalização do uso da energia.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Energia Diplomação: Engenheiro de Energia Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8.4.4.3.4 – Engenharia de Energia 8. planejamento energético. a operação e a manutenção destes sistemas energéticos e os impactos destes no meio ambiente. O profissional egresso da UFABC estará apto a conceber. transporte e distribuição de diferentes energéticos. alternativas energéticas. O engenheiro de energia poderá trabalhar em instituições governamentais. na economia e na sociedade.

transporte. O engenheiro de energia busca atuar de maneira consciente na melhor utilização dos recursos energéticos por meio de tecnologias que maximizem a eficiência de utilização. O engenheiro de energia formado pela UFABC é capaz de desenvolver atividades em:     Desenvolvimento e aprimoramentos tecnologias que permitam maximizar a eficiência do uso dos diferentes recursos energéticos. transporte e distribuição até os usos finais e a otimização do uso dos recursos energéticos dentro dos princípios da sustentabilidade. dentre outros. fontes de energia e planejamento energético. apresente a preocupação de gerir de maneira adequada o uso dos recursos energéticos para o bem da sociedade. Integração entre instituições de ensino e pesquisa. que venham a auxiliar na solução de problemas relacionados à conversão.  Participar no desenvolvimento de projetos energéticos multidisciplinares. na economia e no meio ambiente. empresas geradoras de energia elétrica.2 – Objetivos Específicos O curso de Engenharia de Energia tem por objetivo formar um profissional que seja capaz de interagir com diferentes áreas do conhecimento ligadas às questões energéticas e que.4. setores industriais energointensivos (siderurgia.). estratégicos.3. etc. 8. aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia. Desenvolvimento e aplicação de ferramentas básicas da Engenharia de Energia. papel e celulose. no exercício de suas atividades técnicas. 179 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Desde as fontes de energia (renováveis ou não-renováveis) passando pelos processos de conversão. com uma visão sistêmica do uso da energia em diferentes setores e os impactos na sociedade. econômicos. minimizando o possível prejuízo sócio econômico e ambiental. sociais e ambientais. sistemas térmicos.Centro de Engenharia.4. Aplicação dos conceitos teóricos e práticos desenvolvidos durante o curso. contemplando aspectos técnicos. O engenheiro egresso da UFABC possui sólida formação em sistemas elétricos de potência. visando suprir demandas energéticas nos vários setores da economia. sucroalcooleiro. agências reguladoras. 8.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Energia será um profissional com base conceitual e habilidades para desenvolver.

no campo do saber-fazer. transporte e distribuição de combustíveis. ● Identificar tecnologias que minimizem o consumo de energia nos diferentes processos industriais.Centro de Engenharia. conversão. conhecimento este necessário para que ele possa continuar se aprofundando nas próximas etapas. transmissão e distribuição de energia elétrica.4. 180 . meio ambiente e na sociedade e propor soluções que minimizem suas conseqüências. Projetar e analisar sistemas de exploração & produção. ● Projetar e analisar os diferentes sistemas energéticos baseados em fontes renováveis e não renováveis de energia. ● Avaliar os impactos que os diferentes sistemas energéticos exercem na economia.4. correspondentes a 3600 horas aula. ● ● Projetar e analisar sistemas de geração. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 horas aula: Como colocado anteriormente. ● Avaliar o projeto. a operação e a manutenção dos diferentes sistemas energéticos. 8. 8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias distribuição e usos dos diferentes tipos de energia e seus impactos na economia. as disciplinas aqui presentes buscam dar ao aluno a base de conhecimento. Atuar profissionalmente com responsabilidade social e ética.5 – Organização Curricular da Engenharia de Energia O curso de Engenharia de Energia exige o cumprimento de 300 créditos. nos seis eixos já citados.4. buscando técnicas que otimizem o uso da energia.1 – Competências e Habilidades Espera-se que o Engenheiro de Energia egresso da UFABC tenha as seguintes competências e habilidades: ● ● ● Reconhecer sua identidade. como Engenheiro de Energia. Atuar profissionalmente integrando equipes multidisciplinares na área da Engenharia de Energia. meio ambiente e sociedade.

envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e Engenharia Unificada II).  Disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade Engenharia de Energia (profissionalizantes): 69 créditos / 828 horas aula. II e III em Engenharia de Energia). Sistemas Térmicos e Fontes de Energia e Planejamento Energético (Tabela 22).  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Energia: 39 créditos / 468 horas aula. Para isto.  Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos: 26 créditos / 312 horas aula: Estas disciplinas também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro. as disciplinas colocadas abordam os principais eixos que levaram à proposta do curso: a convergência entre as áreas de Sistemas Elétricos de Potência. 181 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias  Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 horas aula: O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia de Energia) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I.Centro de Engenharia. As disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia incluem o conteúdo que deve ser conhecido por todo Engenheiro de Energia. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC, ao longo do curso de Engenharia de Energia, o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos conjuntos de Disciplinas de Opção Limitada oferecidas, listadas na Tabela 23.

Essas disciplinas permitirão que o aluno aprofunde o conhecimento adquirido nas Disciplinas Obrigatórias e aprimore sua capacitação em áreas específicas, de forma a conferir habilidades e competências que caracterizam um ou mais dos perfis listados a seguir:  Sistemas Elétricos de Potência;  Sistemas Térmicos e Engenharia Térmica;  Fontes de Energia e Planejamento Energético.

 Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 horas aula. As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada, seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento, permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade, seja através da escolha de outras Disciplinas de Opção Limitada, o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia de Energia.

182

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 22 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia Área Item
01 Fontes de Energia e Planejamento Energético 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11

Código
EN2419 EN2420 EN2424 EN2425 EN2423 EN2703 EN2405 EN2422 EN2403 EN2705 EN2409

Disciplina
Fontes Renováveis de Energia Fontes Não-Renováveis de Energia Economia da Energia Energia, Meio Ambiente e Sociedade Análise Econômica de Projetos Energéticos Circuitos Elétricos I Fundamentos de Máquinas Elétricas Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Instalações Elétricas I Circuitos Elétricos II Operação de Sistemas Elétricos de Potência

T
4 4 2 4 3 3 2 3 2 3 3

P
0 0 0 0 1 2 2 1 2 2 1

I
4 4 4 5 4 4 5 5 4 4 4

Créditos
4 4 2 4 4 5 4 4 4 5 4

Recomendação
Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Engenharia Econômica Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos II Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Elétricos I ; Fundamentos de Máquinas Elétricas Termodinâmica Aplicada I Mecânica dos Fluidos I Fenômenos Térmicos; Funções de Várias Variáveis Termodinâmica Aplicada II Transferência de Calor I

Sistemas Elétricos de Potência

12 13 14 Sistemas Térmicos 15 16 17

EN2711 EN2427 EN2412 EN2410 EN2426 EN2411

Máquinas Elétricas Termodinâmica Aplicada II Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor I Sistemas Térmicos Transferência de Calor II

3 3 3 3 2 3

2 1 1 1 2 1

4 5 5 4 4 4

5 4 4 4 4 4

TOTAL

69

183

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 23 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia Item Código
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 EN3462 EN3448 EN3449 EN3450 EN3451 EN3452 EN3466 EN3460 EN3456 EN3459 EN3712 EN3713 EN3406 EN3461 EN3454 EN3455 EN3457 EN3458 EN3407 EN3408 EN3409 EN3467 EN3468 EN3469 EN3464 EN3465 EN3472 EN3415 EN3416 EN3434 EN3473 EN3474 EN3417 EN3475 EN3476 EN3477 EN2103 EN3421 EN3422 EN3453 EN3436 EN3437 EN3438 EN3440 EN3439 EN3441 EN3442 EN3443 EN3444 EN3445 EN3478 EN3425 EN3426 EN3427 EN3430 EN3431 EN3432 EN3433 EN3463

Disciplina
Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão Acumuladores de Energia Normas de Segurança para Sistemas Energéticos Análise de Redes de Transporte e Distribuição de Energia Supervisão e Confiabilidade de Projetos Energéticos Subestação e Equipamentos Qualidade da Energia Elétrica Sistemas de Potência I Sistemas de Potência II Automação de Sistemas Elétricos de Potência Eletrônica de Potência I Eletrônica de Potência II Instalações Elétricas II Análise Estática em Sistemas Elétricos de Potência Proteção de Sistemas Elétricos de Potência Redes de Distribuição de Energia Elétrica Regulação e Mercado de Energia Elétrica Tópicos de Otimização em Sistemas Elétricos de Potência e Aplicações Tecnologia da Combustão Motores de Combustão Interna Centrais Termoelétricas Transferência de Calor Industrial Geração e Distribuição de Vapor Máquinas Térmicas Centrais Termoelétricas e Cogeração Sistemas Fluidomecânicos Integração e Otimização Energética de Processos Ventilação Industrial e Ar Comprimido Refrigeração e Condicionamento de Ar Tubulações Industriais Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional I Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional II Processos Termoquímicos de Conversão Energética Introdução à Engenharia de Biocombustíveis Engenharia de Biocombustíveis I Engenharia de Biocombustíveis II Transferência de Massa Operações e Equipamentos Industriais I Operações e Equipamentos Industriais II Introdução à Engenharia Nuclear Reações Nucleares Laboratório de Instrumentação Nuclear e Radioproteção Física de Reatores Nucleares I Física de Reatores Nucleares II Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares II Segurança de Instalações Nucleares Resíduos Nucleares Economia de Reatores Nucleares Engenharia Unificada (Engenharia Nuclear) Hidrogênio e Células a Combustível Eletrificação Rural com Recursos Energéticos Renováveis Engenharia de Sistemas Fotovoltaicos Engenharia de Sistemas Eólicos Geração Distribuída Engenharia de Sistemas Solares Térmicos Introdução à Engenharia do Petróleo I Introdução à Engenharia do Petróleo II Uso Final de Energia e Eficiência Energética

T P
3 2 2 4 3 2 2 2 2 3 3 3 2 2 3 3 2 1 1 2 2 2 3 3 4 4 2 2 3 2 2 2 2 2 4 4 2 3 3 4 3 2 3 3 4 3 3 3 3 1 4 2 2 2 2 2 4 4 3 1 0 0 0 1 0 2 2 2 0 2 2 2 2 1 1 0 1 2 1 0 2 1 1 0 0 0 0 1 0 2 2 0 0 0 0 0 1 1 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 0 0 1

I
4 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 6 5 5 6 5 4 3 3 5 4 4 4 4 3 4 4 4 5

Recomendação
Energia, Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Não há Pesquisa Operacional Não há Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Sistemas de Potência I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Elétricos I Eletrônica de Potência I Instalações Elétricas I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Sistemas de Potência II Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Termodinâmica Aplicada II Termodinâmica Aplicada II Sistemas Térmicos Transferência de Calor II Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos Mecânica dos Fluidos II Sistemas Térmicos Mecânica dos Fluidos II Termodinâmica Aplicada II Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor II; Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional I Termodinâmica Aplicada II Fontes Renováveis de Energia; Termodinâmica Aplicada II Introdução à Engenharia de Biocombustíveis; Transferência de Calor II Introdução à Engenharia de Biocombustíveis; Transferência de Calor II Termodinâmica Aplicada I; Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Fluidos II Transferência de Massa Física Quântica Introdução à Engenharia Nuclear Reações Nucleares; Instrumentação e Controle Reações Nucleares Física de Reatores Nucleares I Introdução à Engenharia Nuclear; Transferência de Calor I; Mecânica dos Fluidos I; Termodinâmica Aplicada II Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I; Física de Reatores Nucleares I Introdução à Engenharia Nuclear Introdução à Engenharia Nuclear; Energia: Origens, Conversão e Uso Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I; Física de Reatores Nucleares I Fontes Renováveis de Energia Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Engenharia de Sistemas Fotovoltaicos Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Introdução à Engenharia do Petróleo I Energia: Origens, Conversão e Uso

184

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.6 – Apresentação gráfica de um perfil de formação A Tabela 24 a seguir é um exemplo de como as Disciplinas Obrigatórias podem ser cumpridas para caracterizar a formação em Engenharia de Energia, levando-se em conta o quadrimestre ideal no qual devem ser cursadas, lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. A carga horária de cada disciplina é mencionada usando-se a sigla (T-P-I), ou seja, o número de créditos em aulas teóricas, o número de créditos em aulas práticas e o número de créditos correspondente a estudo individual do aluno fora da sala de aula.

185

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 24: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Energia
1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência, Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1419 Cálculo Numérico BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens, Conversão e Uso BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2409 Operação de Sistemas Elétricos de Potência EN2403 Instalações Elétricas I Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1713 Engenharia Econômica EN2427 Termodinâmica Aplicada II EN2411 Transferência de Calor II Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1401 Estágio Curricular I em Engenharia de Energia EN1402 Estágio Curricular II em Engenharia de Energia BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias EN2425 Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN2419 Fontes Renováveis de Energia EN2705 Circuitos Elétricos II EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1403 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Energia EN1404 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Energia EN1405 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Energia Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2410 Transferência de Calor I EN2422 Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2426 Sistemas Térmicos Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

2º Quadrimestre

BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica

3º Quadrimestre

4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre

6º Quadrimestre

BC1425 Álgebra Linear BC1507 Instrumentação e Controle EN2412 Mecânica dos Fluidos II EN2420 Fontes NãoRenováveis de Energia EN2424 Economia da Energia EN2423 Análise Econômica de Projetos Energéticos Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

7º Quadrimestre 3 º A N O

8º Quadrimestre

EN2703 Circuitos Elétricos I

9º Quadrimestre

BC0002 Projeto Dirigido EN2405 Fundamentos de Máquinas Elétricas EN2711 Máquinas Elétricas Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

10º Quadrimestre 4 º A N O

11º Quadrimestre 12º Quadrimestre

13º Quadrimestre 5 º A N O

14º Quadrimestre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

15º Quadrimestre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

186

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 25 – Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplinas do Catálogo 2010
EN2418 – Economia da Energia EN2421 – Análise Econômica de Projetos Energéticos EN2406 – Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2413 – Termodinâmica Aplicada II EN2414 – Sistemas Térmicos EN3402 – Qualidade da Energia Elétrica EN3403 – Sistemas de Potência I EN3404 – Sistemas de Potência II EN3405 – Automação de Sistemas Elétricos de Potência EN3410 – Transferência de Calor Industrial EN3411 – Geração e Distribuição de Vapor EN3412 – Turbinas Térmicas de Potência EN3413 – Cogeração EN3414 – Integração e Otimização Energética de Processos EN3418 – Biotecnologia: Produção de Combustíveis a partir de Fontes Renováveis EN3420 – Tecnologia de Produção de Biodiesel EN3419 – Tecnologia de Produção de Etanol EN2416 – Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN2415 – Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão EN3435 – Introdução à Física Nuclear EN2417 – Uso Final de Energia e Eficiência Energética EN2407 – Subestação e Equipamentos EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III

Disciplinas do Catálogo 2013
EN2424 – Economia da Energia EN2423 – Análise Econômica de Projetos Energéticos EN2422 – Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2427 – Termodinâmica Aplicada II EN2426 – Sistemas Térmicos EN3466 – Qualidade da Energia Elétrica EN3460 – Sistemas de Potência I EN3456 – Sistemas de Potência II EN3459 – Automação de Sistemas Elétricos de Potência EN3467 – Transferência de Calor Industrial EN3468 – Geração e Distribuição de Vapor EN3469 – Máquinas Térmicas EN3464 – Centrais Termoelétricas e Cogeração EN3472 – Integração e Otimização Energética de Processos EN3475 – Introdução à Engenharia de Biocombustíveis EN3476 – Engenharia de Biocombustíveis I EN3477 – Engenharia de Biocombustíveis II EN2425 – Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN3462 – Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão EN3453 – Introdução à Engenharia Nuclear EN3463 – Uso Final de Energia e Eficiência Energética EN3452 – Subestação e Equipamentos EN1401 – Estágio Curricular I em Engenharia de Energia (Resolução ConsEPE 103) EN1402 – Estágio Curricular II em Engenharia de Energia (Resolução ConsEPE 103) EN1403 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Energia EN1404 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Energia EN1405 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Energia

187

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.8 – Ementas 8.4.8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia

01

FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA

Código: EN2419 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Fontes renováveis de energia: hidrelétrica, solar (células fotovoltaicas e térmica), biomassa (florestas, cana de açúcar,resíduos agrícolas e urbanos, carvão vegetal), eólica das marés e geotérmica. Potencial, tecnologias, usos e economicidade. Conversão e multiutilização das fontes. Impactos ambientais. Bibliografia Básica: TOLMASQUIM, M.T. (org.). Fontes renováveis de energia no Brasil, Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2003, 1ª edição, 515 p. SORENSEN, B..RenewableEnergy. USA: Elsevier Inc. 3ª edição, 2004, 928 p. ROSA, A.V., Fundamentals of renewable energy processes. USA: Elsevier - Academic Press, 2nd edition, 2009, 840 p. Bibliografia Complementar: DEWULF,J., LANGENHOVE,H., Renewable-based technology: sustainability assessment, Editora John Wiley & Sons, 2006. (3 exemplares) BOYLE G., Renewable Energy. Power for a Sustainable Future. 2nd. ed. Oxford University Press, 2004. AMENEDO, J.L.R., GÓMEZ, S.A., DÍAZ, J.C.B., 2003, Sistemas Eólicos de Producción de Energía Eléctrica, Editorial Rueda. DE JUANA, J. M., 2003, Energías Renovables para el desarrollo, ITES, Espanha. GOLDEMBERG, J., LUCON, O., Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, 3ed., São Paulo: EDUSP, 2008.

02

FONTES NÃO-RENOVÁVEIS DE ENERGIA

Código: EN2420 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Especificidades das fontes não-renováveis de energia, petróleo, gás natural, carvão, xisto e urânio, no contexto da economia dos recursos naturais e minerais. Caracterização tecnológica, tecnologia de exploração, de beneficiamento e processamento requeridos pela indústria. Recursos e reservas, produção e consumo mundial, participação na matriz energética mundial. Perspectivas de utilização, inovações tecnológicas e problemas ambientais relacionados a estrutura de produção e consumo. Bibliografia Básica: HENDERSON. H., Nuclear Power: a reference handbook, Library Binding, 1989 188

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MEYERS, R.A., Coal Handbook, Ed. Marcel Dekker, 1981 JENKINS, G., Oil Economist’s Handbook, Ed. Elsevier Science, 1989. Bibliografia Complementar: BONOTTO, D. M. e SILVEIRA, E.G., Geoquímica do Urânio Aplicada a Águas Minerais. São Paulo: Editora UNESP, 1ª edição, 2006, 154 p. CARDOSO, L.C.S..Logística do Petróleo: transporte e armazenamento. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2004, 192 p. GARCIA, R., Combustíveis e Combustão Industrial, Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2002, 202 p. NEIVA, J.,Conheça o Petróleo e Outras Fontes de Energia, Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S. A., 4ª edição, 1983, 328 p. ROSA, A.J.; CARVALHO, R.S. e XAVIER, J.A..D., Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2006, 808 p.

03

ECONOMIA DA ENERGIA

Código: EN2418 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Exploração dos recursos energéticos. Monopólios naturais e regulação do setor elétrico e de gás natural. Regulação tarifária. Bens públicos, externalidades e a tragédia do uso comum. Mercados de energia: eletricidade e combustíveis. Política energética. Planejamento energético. Inovação tecnológica no setor energético. Mudanças climáticas: capand trade, internalização. Bibliografia Básica:

MANKIW, G. N. Princípios de Microeconomia - Tradução da 3ª Ed. Editora Thompson.
VISCUSI, W. K; HARRINGTON, J. E.; VERNON, J. M. Economics of Regulation and Antitrust, 4th Edition. The MIT Press. 953p. JUNIOR, H. Q. P. Economia da Energia - Fundamentos Econômicos, Evolução Histórica e Organização Industrial. Editora Campus, primeira edição. 360p.

Bibliografia Complementar: EPE. Plano Decenal de Energia 2010-2019. Empresa de Pesquisa Energética. Rio de Janeiro, RJ. 2010 EPE. Plano Nacional de Energia 2030. Empresa de Pesquisa Energética. Rio de Janeiro, RJ. 2008 KAPLAN, S. Energy Economics – Quantitative methods for energy and environmental decisions.McGraw Hill, Nova York, 1983. MME. Balanço Energético Nacional 2009: Ano base 2008. Ministério de Minas e Energia (MME). Brasília, DF. VARIAN, H. Microeconomia: Princípios Básicos. Sétima Edição. Editora Campus 2006. PIRES, José Cláudio Linhares. Políticas regulatórias no setor de energia elétrica: a experiência dos Estados Unidos e da União Européia; Rio de Janeiro.

189

Regulação ambiental. BRAGA.). BRANCO. B et al. 318 P. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning.C. 1985 BÔA NOVA. RA. Debier. Deléage J. fontes estacionárias e móveis. Energia: Economia e Tecnologia.R. Métodos de análise de viabilidade de investimentos aplicados a projetos energéticos. Introdução à Engenharia Ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. Modelos de projeção. M.. L. O. LUCON. Editora da Universidade de São Paulo. MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE Código: EN2425 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. J. 1990. 545 p. Políticas energéticas. 1ª edição. e KLEINBACH. (Orgs. Alternativas de investimento e tomada de decisão. HINRICHS. 2003. EDUSP. Tecnologias de conversão de energia. Conversão e Uso Ementa: Energia: discussão de conceitos. M. Planejamento integrado de recursos.. São Paulo: Editora Moderna. Ednub. 2002. Energia. PINGUELI. 2000. curva de Kuznets. (3 exemplares) BÉLICO DOS REIS. S. 1993. FRANCO. Recursos energéticos. IDH.. Políticas ambientais.J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 04 ENERGIA. Uma História da Energia. intensidade energética. Riscos no mercado de energia. Planejamento Ambiental: fator indutor do desenvolvimento sustentado. A. São Paulo: Editorial Loyola. 247 p. impactos ambientais locais e globais. Elaboração de cenários. contribuição das fontes. Energia e Classes Sociais no Brasil. Blumenau: FURB. Análise de mercado.Energia e Meio Ambiente. Evolução histórica da oferta e do consumo de energia. Análise da matriz energética brasileira e mundial. qualidade de vida. S. 2008.. Energia e conflitos sociais. Decisões sob incertezas. Eficiência energética. M.. distribuição de renda. 1ª edição.. Energia Elétrica Para o Desenvolvimento Sustentável. 1985. 3a edição. Regressão linear simples e múltipla. Bibliografia Básica: GOLDENBERG. HEMERY. Uso final da energia. 2001. Séries 190 . Impactos sociais dos empreendimentos energéticos.. crescimento econômico. Energia e desenvolvimento: PIB.A. Bibliografia Complementar: LA ROVERE. energia e emprego. meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Prentice Hall. D. 05 ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS ENERGÉTICOS Código: EN2421 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Engenharia Econômica Ementa: Introdução à análise econômica. L e SILVEIRA. Energia e meio ambiente: indicadores. E. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Energia e Meio Ambiente. modelos de desenvolvimento. 284 p.Centro de Engenharia.

H. Estados Unidos. Editora Saraiva. L. O futuro da civilização dos trópicos.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias temporais.. S. LIZARDO. 1988. Bookman. MEIER. N.. Circuitos Elétricos. 3ª edição. D. M. SADIKU. L.. 8th Ed. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Tradução da sexta edição. 9ª Ed. EDMINISTER.Tradução da 3ª Ed. Springer-Verlag. Ed.H.W. G. NILSSON. K.. – 2002 ) e Vol. GRIFFITHS. Análise de Circuitos em Engenharia. Ed. Energy Economics – Quantitative methods for energy and environmental decisions. . CONSONNI. PINGUELLI Rosa. M. Ed.. Brasilia. Redes de Segunda Ordem. P. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal.Q. Rio de Janeiro. Nova York. São Paulo.. Blücher. São Paulo. 2008. A. 191 . TARQUIN.. R... LTC. “Curso de Circuitos Elétricos”. J. D. R. 2002. Bibliografia Complementar: NAHVI. 1983. COPPE/UFRJ. R.. Tradução da segunda edição. KEMMERLY. W. J.. Princípios de Microeconomia . 1 ( 2a Ed. R. IRWIN.Editora LTC. J.M.. Introduction to Time Series and Forecasting. 2008. E. S. J. Mc Graw Hill. RIEDEL. Makron Books. A questão energética mundial e o potencial dos trópicos. Editora McGraw Hill. Pearson. “Circuitos Elétricos”.. ARAUJO. Bibliografia Básica: ORSINI. Bibliografia Básica: BLANK. Análise de Circuitos para Engenharia. RIEDEL..Centro de Engenharia. 1984.. Second Edition. DAVIS. Engenharia Econômica . Berlim. BROCKWELL. S.E. – 2004). W. Energy systems analysis for developing countries.. 2008. A. EdUnB... Vol. C. J. Ed. São Paulo. 2010. O. Tese preparada para o concurso de professor titular. 428 p. Ed. A.W. Mc Graw Hill. Redes de Primeira Ordem. G.. N. D. Modelos de planejamenteo energético. Associação de Bipolos e Leis de Kirchhoff. ALEXANDER. Econometria. J. NILSSON. Ed. 2006. S. Edição. G. P. C. 2007. 2005. 06 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos: Bipolos Elementares. HILL. Circuitos Elétricos II.. J. Editora Thompson Bibliografia Complementar: KAPLAN. Regime Permanente Senoidal. 1990. J. Ed. McGraw Hill. Schaum.A.. HAYT Jr . 2a. Métodos de Análise de Circuitos. . JUDG E. IRWIN. 742 p. 2 (2ª Ed. L. DURBIN. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Springer. Modelos técnico-econômicos de desagregação setorial. MANKIW.

. Principles of Electric Machines and Power Electronics. BOLDEA. BIM... Fundamentos de Máquinas Elétricas. Power system analysis.. SEN. Bibliografia Complementar: FALCONE.. E. Editora McGraw Hill. Forças Eletromotrizes Variacionais e Mocionais. Editora Campus.Centro de Engenharia. P. Representação de máquinas elétricas em valores por unidade. KINGSLEY. Editora John Wiley & Sons. Transformadores. Sistemas trifásicos simétricos ou assimétricos com cargas desequilibradas. McGraw Hill. 2a edição. S. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 07 FUNDAMENTOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Código: EN2405 TPI: 2-2-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Circuitos Magnéticos. E. KAGAN. S... A. A. C. Editora Mc Graw Hill... Electric Machines and Electromechanics. C.. 2000 STEVENSON. São Paulo: Edgard Blucher. A. Editora Unicamp. V. Sistemas trifásicos com indutâncias mútuas. Electric machines dynamics. NASAR. Bibliografia Básica: BARIONI. Máquinas Elétricas . Aplicação de valores por unidade em circuitos trifásicos... 2a edição. MONTICELLI. 1990.Editora Edgard Blucher.J.N. Teorema fundamental. UHMANS. Editora LTC. Introdução a sistemas elétricos de potência. 2009. ROBBA. Mudanças de Base. Vantagens e Aplicações dos valores por unidade.C. S. Potência em sistemas trifásicos.. Eletromecânica Vol. G.. Conversão Eletromecânica de Energia. 1.. 2004. Máquinas Elétricas e Acionamento. 1994. SCHMIDT. 2ª Ed. DEL TORO. 1997. 2004. A. Macmillan Publishing Co. Introdução a sistemas de energia elétrica. S.P. Componentes Simétricas. CHAPMAN. Bibliografia Complementar: 192 . G.. Representação de redes trifásicas por diagrama unifilar. NASAR. 1996. Valores Percentuais e por Unidade. Electric Machinery Fundamentals. Aplicação a sistemas trifásicos. H. E. Introdução aMáquinas Elétricas Bibliografia Básica: FITZGERALD.. Conversores Rotativos Magneticamente Lineares. 1994. I. McGraw-Hill.. C. C. Representação de transformadores fora da relação nominal. 08 INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN2422 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos II Ementa: Circuitos Trifásicos: Sistemas trifásicos simétricos e equilibrados com cargas equilibradas. Schaum´s Outlines.

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MONTICELLI.Conceitos fundamentais.Conceitos fundamentais. P. Bibliografia Básica: BAZZO. C. Evandro. Logística do petróleo: transporte e armazenamento. TELLES. Florianópolis: UFSC. Fundamentos de sistemas hidráulicos. 9ª edição. projetos e montagem. 2004. João Mamede. 1ª edição. Instalações elétricas industriais. Florianópolis: Editora da UFSC. Bibliografia Complementar: FILHO. 6ª edição.. C. princípios gerais de projeto Parte 1: Terminologia básica e metodologia ABNT NBR NM 213-2:2000 Segurança de máquinas . GARCIA. mínimo custo do fluxo em rede. 1995 CAMARGO. P. manuseio e transporte de etanol ( álcool etílico) ABNT NBR IEC 60079-11:2009 Atmosferas explosivas ABNT NBR IEC 60079-11:2009 Atmosferas explosivas Parte 11: Proteção de equipamento por segurança intrínseca "i" ABNT NBR IEC 60079-25:2009 Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas Parte 25: Sistemas intrinsecamente seguros ABNT NBR IEC 60079-7:2008 Atmosferas explosivas Parte: 7 Proteção de equipamentos por segurança aumentada "e" ABNT NBR NM 213-1:2000 Segurança de máquinas . Rio de Janeiro: LTC. técnicas heurísticas de busca. 192 p. Tubulações industriais: cálculo. armazenamento. S. Rio de Janeiro: Interciência. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ABNT NBR 15417:2007 Vasos de pressão . 1996. máximo fluxo em redes. Geração de vapor. Celso de Brasil. Luiz Cláudio dos Santos. 9ª edição. 201 . Rio de Janeiro: LTC. Alcir J. 3ª edição.Válvula de segurança da mangueira ABNT NBR 7820:1983 Segurança nas instalações de produção. 251 p. redes e modelos de rede. Rio de Janeiro: LTC. C. 3ª edição. S. 04 ANÁLISE DE REDES DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA Código: EN3450 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Pesquisa Operacional Ementa: Conceituação. Instalações hidráulicas prediais e industriais. São Paulo: Madras. 2003. Transmissão de energia elétrica: aspectos fundamentais. LINSINGEN. 277 p. DANTAS.Centro de Engenharia. otimização do transporte em redes. modelos de problemas de transporte e atribuição. grafos. Geração de vapor e água de refrigeração. 1997. Irlan Von. aplicação com uso de recurso computacional. Rio de Janeiro: LTC. 1996. A. 1999. princípios gerais de projeto Parte 2: Princípios técnicos e especificações. MACINTYRE. CARDOSO. Tubulações industriais: materiais. Ariovaldo V. Campinas: Editora UNICAMP. 2006. TELLES. Edson. 2001. 1988. Introdução a sistemas de energia elétrica.Inspeção de segurança em serviço ABNT NBR 15427:2006 Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis . Florianópolis: UFSC.

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GIOVANINI. J. L: Power System Load Flow Analysis. 208 . 2000. Proteção Digital de Sistemas Elétricos de Potência: Dos Relés Eletromecânicos aos Microprocessados Inteligentes.K. 15 PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN3454 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Potência II Ementa: A disciplina aborda definições básicas referentes a um sistema elétrico de potência e seus respectivos elementos de proteção. Proteção de barras. England. Elementos de análise de sistemas de potência. João Mamede. Renan.. Proteção de edificações contra descargas atmosféricas. Cálculos de correntes de curto-circuito. 2008.: Introdução a Sistemas de Energia Elétrica. Proteção de transformadores.. ROBBA. 2010. Proteção contra surtos. Proteção de motores e geradores. A. 8ª Edição. Diagramas esquemáticos de sistemas de controle e proteção. Carlos César Barioni de. J. 1995. A. Geraldo. 1ª edição. McGraw-Hill. JOHNS. José Adolfo. W. KINDERMANN. ISBN 8521203551 STEVENSON JUNIOR. William D. Edgar Blücher. 1977.Centro de Engenharia. Bibliografia Complementar: KAGAN. Mc Graw-Hill Ed.Florianópolis: Editora do autor. CIPOLI. 2ª edição. MASON. Editora Edgard Blucher. Introdução à proteção dos Sistemas Elétricos. William D. GARCIA.. McGraw-Hill Professional. Ed. Elementos de análise de sistemas de potência. 1995. 2004. Transformadores de corrente e potencial.. Bibliografia Complementar: KINDERMANN. 1983. A. São Paulo :McGraw-Hill. ELGERD. 1999 . STEVENSON. 2004. São Paulo. OLESKOVICZ. Power System Analysis.T. Influência do sistema de proteção nos critérios de planejamento e investimentos em sistemas elétricos. Edgar Blucher. 1956. D. Instalações Elétricas Industriais. C. Curto-Circuito . Peter Pereguinu Ltd. Rio de Janeiro: Edgard Blücher. 1971. Digital Protection for Power System. Nelson. General Electric. Mário. Electric Energy System Theory: An Introduction. EPUSP. LTC. STEVENSON JUNIOR. J. MONTICELLI. Proteção dos Sistemas Elétricos . Denis Vinícius.. Campinas (SP). O. 1997. Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. 93p. Geraldo. A. MONTICELLI. POWELL. Ernesto João. SALMAN. Introdução aos relés numéricos e algoritmos utilizados. Editora Unicamp. OLIVEIRA.Ed. 1975. Proteção de linhas. 1994. Bibliografia Básica: CAMINHA. Sagra Luzzatto.Entra. E.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ROBBA. COURY. A. S. 2005. McGraw-Hill.. GRAINGER. The Art & Science of Protective Relaying. FILHO. Fluxo de Carga em Redes de Energia Elétrica. 1ª Edição ICEA Gráfica e Editora LTDA..Porto Alegre .R. 1975. São Paulo.: Introdução a Sistemas Elétricos de Potência. 1ª edition.C.

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B... September 27. Vol. HARKIN. 2005. B. Brasília: ANEEL. Bibliografia Básica: GOUVELLO. Yves. Dutra. T. Fuel Cell Technology Handbook. Piracicaba: EDUSP. Rio de Janeiro: CEPEL-CRESESB. Coletânea de artigos: energias solar e eólica. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. JEHN. São Paulo: COBEI. p. ISBN 9781856173872. O papel das organizações rurais na sustentabilidade dos projetos de eletrificação. 2003. Berlin. Jaboticabal: FUNEP.. 52 ELETRIFICAÇÃO RURAL COM RECURSOS ENERGÉTICOS RENOVÁVEIS Código: EN3425 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens. Springer-Verlag. 280 p. Tomorrow's Energy: Hydrogen. Limitações da rede convencional nas áreas rurais.. Vol. (ogs. SINGHAL. Coletânea de artigos: energias solar e eólica. Conversão e Uso Ementa: Introdução. Eletrificação Rural. Christopher De. Ricardo M. Legislação básica do setor elétrico brasileiro. 2003... 224. Instalações elétricas. SOUZA. S. 1988. H. MacGraw-Hill.. 327 p. 1. Vol. L. (ogs. A. 454 p. MAIGNE. Energia e desenvolvimento rural... HOFFMANN. Amsterdam: Elsevier. 2002. Conceito de eletrificação rural descentralizada (ERD). Eletrificação rural descentralizada: uma oportunidade para a humanidade. 1ª ed. Reprint edition. Riscos e potencialidades associadas à eletrificação rural. 2007.D. NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão.. exercícios. J. Máquinas Motoras na Agricultura. 1980.. PIEDADE Jr. New York. 1976. Hamilton M. Dutra. In: Gase und Kohlenstoff in Metallen. Rio de Janeiro: Centro de Referencia para Energia Solar e Eólica Sergio de Salvo Brito – CRESESB.C. 1978. O uso de tecnologias baseadas em energias renováveis. Configurações tecnológicas para o suprimento de energia elétrica no meio rural. 1992. 1988.). Modelos institucionais de gestão de projetos. HOOGERS. Nobel.. 1965. 1 e 2. 2ª ed. vol 1 e 2. FAST. 2002.. P. Patrícia de C. Silva. SOUZA. técnicas para o planeta. G. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edição. C.. Interaction of metals and gases. 1.. KENDALL.. 2002. MIT Press. Bibliografia Complementar: PIEDADE JR. DEMATTE. O sistema monofásico de retorno por terra (MRT). Silva. 1ª edição. High temperature solid oxide fuel cells: fundamentals.Centro de Engenharia. COTRIM. Fuel Cells. Vol. xv. J. 393 p. Cézar. Análise financeiro de projetos no meio rural. CRC Press. and the Prospects for a Cleaner Planet. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA-ANEEL. September 9.. Ricardo M. Eletrificação rural. São Paulo. São Paulo. I. Patrícia de C. G. 2002. São Paulo: Nobel. Academic Press. K. 235 . Eletrificação rural: uma experiência de ensino. MIALHE. Rio de Janeiro: Centro de Referencia para Energia Solar e Eólica Sergio de Salvo Brito – CRESESB.). 2. A. Ferramentas modernas de geoprocessamento e serviço da ERD. 3ª edição. Hamilton M. USA: CRC. M.. Estudos de caso. Problemas. design and applications. 2004.

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56 ENGENHARIA DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS Código: EN3431 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens. Atlas solarimétrico do Brasil: banco de dados terrestres. Problemas e exercícios.). 60 p (com CD adicional).Centro de Engenharia. Engenharia heliotérmica. CIGRÉ Working Group 37. Recife: UFPE. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: TOLMASQUIM. Roger A. TIBA. 1ª edição. RelatórioTécnico . Eduardo. Handbook of photovoltaic science and engineering.. MME. Rio de Janeiro: Editora Interciência. M. Métodos para desenho de sistemas ativos solares. Procedimentos de distribuição de energia elétrica no sistema elétrico nacional – PRODIST. Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. GTES. Processos industriais com aquecimento solar. (com CD adicional).gov. Refrigeração solar. Conversão e Uso Ementa: Radiação solar. Fontes renováveis de energia no Brasil.CIGRÉ. KREIDER. CRESESB. CEPEL-CRESESB. 1ª edição. 1ª edição. Chigueru (coord. 2005.). LORENZO. PEREIRA. England: John Wiley& Sons. Transmissão da radiação solar através de vidros. Fontes renováveis de energia no Brasil. Atlas brasileiro de energia solar. S. 2001. 455 p. LUQUE. Geração de energia elétrica no Brasil. Espanha: Instituto de Energía Solar – Universidad Politécnica de Madrid. New York: CRC Press. Coletores concentradores.). Editorial PROGENSA. 2003. São José dos Campos: INPE. J. VENTRE. Armazenamento de energia térmica.. 338 p. 204 p. 2003. USA: CRC. Bibliografia Básica: GTES. ELETROBRAS. Enio Bueno et al. CHESF. Impact of increasing contribution of dispersed generation on the power system. Sistemas de potencia com aquecimento solar. Mauricio Tiommo (Org. 516 p. ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.). Grupo FAE. 1999. A. 111p. Tópicos de transferência de calor. MESSENGER. HEGEDUS. 2003. 2000.aneel. Características da radiação de materiais opacos. Mauricio Tiommo (org. Heliostatos.. TOLMASQUIM. Mauricio Tiommo (org. 1ª edição.. 1999. Jerry. Aquecimento de edificações. Electricidad solar: ingeniería de los sistemas fotovoltaicos. Bibliografia Complementar: TOLMASQUIM. Disponível em www. Rio de Janeiro: Grupo de Trabalho de Energia Solar. 2003. Rio de Janeiro: Interciência. 238 . Photovoltaicsystemsengineering. Distributed Generation: The Power Paradigm for the New Millennium. Dimensionamento de sistemas térmicos solares. 1ª edição.23. 2ª edição. Centrais heliotérmicas de geração de energia elétrica. Simulações em processos térmicos solares. F. 1994.br BORBELY A. 2006. 516 p. Coletores solares planos para aquecimento de água. Rio de Janeiro: Editora Interciência. Economia dos processos térmicos solares.

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1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Gestão Diplomação: Engenheiro de Gestão Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. predizer.Gestão de Sistemas de Produção . Tem como base conhecimentos e habilidades associadas às ciências físicas. implantação. melhoria. As áreas abarcadas pelo curso conferem ao futuro profissionais condições para que este coloque em prática os conhecimentos em empresas e organizações dos diversos segmentos econômicos com o propósito de oferecer soluções sistêmicas que coadunam com as necessidades do mundo moderno.5. implementação. mensurar e avaliar os resultados obtidos pelos sistemas de produção e operações. informações.Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos 242 . materiais. gestão e gerência de sistemas integrados de pessoas.Planejamento e Controle da Produção . por exemplo. e utiliza os princípios e métodos de análise típicos da área de engenharia para especificar. químicas. matemáticas e sociais. As áreas e subáreas abarcadas pelo curso são: 1 . a Engenharia de Gestão foca a integração sistêmica de todos os atores envolvidos no projeto e gestão dos processos de produção de bens e serviços para. para otimizar os sistemas de produção e operações aplicados aos diversos setores e segmentos empresariais e corporativos. que têm foco somente em uma parte do sistema.Centro de Engenharia.2 – Perfil do Curso A Engenharia de Gestão trata do projeto. construir modelos de sistemas de gestão otimizados para serem aplicados no processo de tomada de decisão.5 – Engenharia de Gestão 8. equipamentos e energia.Engenharia de Produção e Operações . Diferente de outras modalidades de engenharia.5.

Gestão de Investimentos 4 .Confiabilidade de Equipamentos.Organização do Trabalho .Teoria da Decisão e Teoria dos Jogos 243 .Gestão de Custos .Engenharia Econômica .Pesquisa Operacional .Qualidade em Serviços 3 .Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais .Planejamento do Produto .Centro de Engenharia.Engenharia da Qualidade .Segurança do Trabalho .Engenharia de Produto 6 .Controle Estatístico da Qualidade .Metodologia de Projeto do Produto .Gestão de Recursos Energéticos e Ambientais em Processos Produtivos 2 .Decisão Multicriterial .Engenharia de Segurança do Trabalho .Gestão da Manutenção . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .Gestão de Processos Produtivos .Normalização e Certificação para a Qualidade .Simulação .Processos Estocásticos .Simulação da Produção . Máquinas e Produtos .Programação Matemática .Gestão Financeira de Projetos .Organização Metrológica da Qualidade .Ergonomia 5 .Engenharia do Produto .

com visão ética e humanística. tecnológicos e instrumentais à Engenharia.3. . .Gestão do Conhecimento A Engenharia de Gestão diferencia-se completamente de um curso de administração. econômica.Centro de Engenharia.3 – Objetivos dos Curso 8.aplicar conhecimentos matemáticos. científicos.Gestão do Desempenho Organizacional . as quais são: .5.Objetivo Geral Formar engenheiros com competência para atuarem de forma generalista e humanista.Gestão de Projetos .projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados. 244 . 8. cabe ao curso oferecer ambiente propício para que o profissional desenvolva conhecimentos para o exercício de atribuições profissionais na área de Engenharia de Gestão de Produção e Operações. o foco e metodologia de atuação são completamente diferentes em seu objeto de aplicação.Gestão da Inovação .2 – Objetivos Específicos No que tange aos objetivos específicos.Engenharia Organizacional . ambiental e cultural.5.Análise de Demandas por Produtos 7 . projetar e analisar sistemas.Gestão Estratégica e Organizacional . produtos e processos de produção e operações.1 .5. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . 8.Gestão da Tecnologia . hábeis na visão crítica e reflexiva.conceber. em atendimento às demandas da sociedade.Redes de Empresas . social.3. Apesar de ter componentes curriculares afetos às áreas de administração e economia.Gestão da Informação . com capacidade para absorver e desenvolver as novas tecnologias com competência para identificar e resolver problemas sob a égide política. pois tem conteúdo tecnológico e aplica métodos típicos da área de engenharia.

ter juízo crítico. humanos. formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto. Para tal deve considerar os aspectos tecnológicos. ter habilidade na comunicação oral e escrita e saber valorizar a formação continuada. inter e transdisciplinares. A atuação profissional do egresso do curso de Engenharia de Gestão da UFABC abrange as competências e habilidades listadas a seguir: .planejar.desenvolver e utilizar novas ferramentas e técnicas.atuar em equipes multidisciplinares.comunicar-se eficientemente nas formas escrita. capacidade de julgamento e tomada de decisão.identificar. humanos. oral e gráfica. 8.Centro de Engenharia. . profissional e específica que o capacite a identificar. ser apto a coordenar e atuar em equipes multi.5. sempre com vistas à melhoria contínua. .supervisionar a operação e a manutenção de sistemas de produção e operações. iniciativa. . ambientais e de segurança.dimensionamento e integração de recursos físicos. . 245 . operação e gerenciamento dos sistemas de produção de bens e serviços.compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional. legais.avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas de produção e operações. sociais.uso do ferramental matemático e estatístico para modelar e simular sistemas de produção e operações com a finalidade de auxiliar na tomada de decisões. Este profissional deve ser inovador e resiliente. produtos e processos. . . . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . . . com visão ética e humanista em atendimento às demandas manifestas e latentes da sociedade. levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas.projetar. . elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia.avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental. econômicos. formular e resolver problemas de engenharia.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Gestão formado pela UFABC deverá possuir sólida formação científica. implementar e aperfeiçoar sistemas. tecnológicos e financeiros a fim de produzir bens e serviços com eficiência e ao menor custo. . . supervisionar.assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais. Arquiteto e Agrônomo é permitido.expandir o espaço da engenharia.Centro de Engenharia. e elaborar normas e procedimentos de controle e auditoria.4. atentando para a disposição dos resíduos e rejeitos gerados em todas as etapas produtivas com vistas à sustentabilidade. no território nacional.acompanhar os avanços tecnológicos. organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade. Arquitetura e Agronomia (Crea). .aplicar ferramentas analíticas para o desenvolvimento e projeto com propósito particular e prático. utilizando tecnologias adequadas às particularidades e realidades de cada sistema. .prever e analisar demandas. assim como as restrições de caráter econômico. 246 . a todos que. aprimorar produtos e processos. sendo levados em conta os impactos sociais e suas restrições associadas. selecionar conhecimento científico e tecnológico. . . .1 – Atuação Profissional Conforme preconiza a legislação brasileira.gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas. . responsável por fiscalizar e aplicas as determinações legais do Conselho Federal de Engenharia.incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo. 8. para projetar produtos ou melhorar suas características e funcionalidade.utilizar indicadores de desempenho.compreender a inter-relação dos sistemas de produção e operações com o meio ambiente. bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos.prever a evolução dos cenários produtivos. tanto no que se refere à utilização ótima de recursos naturais quanto ao ciclo de vida do produto. percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade. sistemas de custeio. . o exercício das profissões de Engenheiro. legal e político. formados por uma instituição de ensino devidamente reconhecida.capacidade para sintetizar um problema a ser solucionado por intermédio de conhecimento interdisciplinar e maior foco nos resultados sistêmicos. . tenham procedido ao registro no Conselho Regional de Engenharia. . Arquitetura e Agronomia (Confea).projetar e gerenciar processos de produção e operações com vistas à inovação tecnológica.5. .

direção de obra ou serviço técnico. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias A UFABC como instituição de ensino tem como objetivo promover e atestar a habilitação técnico-científica por meio do diploma e o Crea comprova a habilitação legal para o exercício da prática profissional mediante a emissão da Carteira Profissional. montagem.estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental. As atribuições e desempenho de atividades no âmbito das competências profissionais.operação. . tanto o profissional quanto a instituição de ensino e empresa empregadora devem proceder ao competente registro no Crea. . . . operação. profundidade e objetivo das componentes curriculares cursadas. mensuração. parecer técnico. extensão. arbitragem.elaboração de orçamento. reparo ou manutenção. especificação. 247 . conduzem às possibilidades de atuação profissional mostradas a seguir. .fiscalização de obra ou serviço técnico. . . auditoria. divulgação técnica.gestão. manutenção de equipamento ou instalação. análise.desempenho de cargo ou função técnica. . do Confea. montagem. . de 22 de agosto de 2005. monitoramento.vistoria. um conjunto de atividades poderá ser conferido nas atribuições profissionais do futuro Engenheiro: . supervisão. . reparo ou manutenção. projeto. estudo. perícia.condução de equipe de instalação. . ensaio. laudo.assistência.execução de desenho técnico. orientação técnica.Centro de Engenharia. avaliação. ensino.coleta de dados.010. .produção técnica e especializada. . controle de qualidade.treinamento. operação. Conforme a extensão. desenvolvimento.padronização.execução de obra ou serviço técnico. . . de acordo com a Resolução 1. planejamento.execução de instalação. . coordenação. . assessoria. consultoria. Isto significa que antes de exercer atividades nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea.condução de serviço técnico. experimentação. pesquisa.

Métodos e Arranjos Físicos Não há Organização do Trabalho Fundamentos de Desenho e Projeto Sistemas CAD/CAM Gestão de Operações Organização do Trabalho Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico 248 . Análise e Avaliação de Projetos Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão Engenharia Laboral Engenharia Logística Gerência de Ativos Gestão de Operações Inovação Tecnológica Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Organização do Trabalho Pesquisa Operacional Planejamento e Controle da Produção Propriedade Intelectual Qualidade em Sistemas Sistemas CAD/CAM Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Tecnologia da Informação Tempos.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.5 .5. Tabela 26: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 EN2532 EN2520 EN2533 EN2521 EN2535 EN2522 EN2510 EN2528 EN2511 EN2514 EN2534 EN2530 EN2531 EN2529 EN2513 EN2516 EN2716 EN2536 EN2515 EN2508 EN2537 Disciplina Custos Desenvolvimento Integrado do Produto Economia de Empresas Elaboração. Métodos e Arranjos Físicos Sistemas e Processos de Produção Total T 4 2 2 3 4 4 2 2 4 2 2 3 4 4 2 4 3 4 2 2 2 P 2 2 0 1 0 0 2 0 0 2 2 1 2 2 2 0 1 2 0 2 2 I 9 5 3 5 5 4 4 3 5 2 4 5 9 9 4 5 4 4 3 5 4 Créditos 6 4 2 4 4 4 4 2 4 4 4 4 6 6 4 4 4 6 2 4 4 86 Recomendação Engenharia Econômica Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Não há Gestão de Operações Custos Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Propriedade Intelectual Introdução à Probabilidade e à Estatística Não há Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Tempos. A Tabela 26 mostra o conjunto de Disciplinas Obrigatórias Específicas do curso. que perfaz total de 86 créditos.Organização Curricular A organização curricular do curso de Engenharia de Gestão segue a composição mostrada na Tabela 7 (Síntese da composição curricular das Engenharias).

Centro de Engenharia. as disciplinas deste conjunto foram organizadas segundo os núcleos mostrados a seguir: – Pesquisa Operacional – Engenharia de Projeto – Gestão do Conhecimento – Gestão da Estrutura Organizacional – Gestão Econômica – Engenharia de Operações e Processos de Produção – Segurança do Trabalho – Recursos Naturais Com o propósito de oferecer sempre a possibilidade de flexibilização curricular e contínua atualização tecnológica. as disciplinas deste grupo poderão ser acrescidas de outras que se tornem necessárias ao longo do tempo. 249 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias As Disciplinas de Opção Limitada são mostradas na Tabela 27 e o conjunto de disciplinas cursadas devem perfazer no mínimo 22 créditos. Com o objetivo de conferir profundidade a determinadas áreas de interesse no curso. da mesma forma que disciplinas hoje ofertadas poderão desaparecer devido à obsolescência.

Centro de Engenharia. Gestão e Administração Financeira Custos Sistemas CAD/CAM Sistemas CAD/CAM Qualidade em Sistemas Engenharia Laboral Não há EN3528 EN3538 EN3546 EN3547 EN3548 EN3529 EN3525 EN3527 EN3543 EN3520 EN3550 EN3521 EN3535 EN3542 EN3551 EN3554 EN3513 EN3519 EN3545 EN3514 EN3549 EN3553 EN3540 EN3539 EN3541 EN3544 EN3552 EN3555 EN3502 EN3512 EN3524 EN3537 4 4 2 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 4 2 4 2 2 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 04 05 06 07 08 09 Núcleo de Engenharia de Projeto 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Núcleo de Gestão do Conhecimento Núcleo de Gestão da Estrutura Organizacional 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Núcleo de Gestão Econômica Núcleo de Engenharia de Operações e Processos de Produção Núcleo de Segurança do Trabalho Núcleo de Recursos Naturais 28 29 30 31 32 250 . Análise e Avaliação de Projetos Não há Inovação Tecnológica Propriedade Intelectual Propriedade Intelectual Organização do Trabalho Modelos de Comunicação nas Organizações Não há Clima e Cultura Organizacional Não há Não há Economia de Empresas Contabilidade para Engenharia Economia de Empresas Finanças. Segurança. Gestão e Administração Financeira Gestão de Riscos em Sistemas de Gestão Temas Contemporâneos de Custos em Sistemas de Gestão Automação em Sistemas de Manufatura Manufatura Integrada por Computador Metrologia Engenharia Humana Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental T P 4 2 0 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 4 0 3 2 4 2 2 4 2 4 4 4 4 4 2 0 2 4 3 0 2 2 2 2 0 2 0 0 2 2 2 2 0 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 4 2 0 0 I 5 4 4 4 4 5 4 3 4 4 6 6 2 4 2 4 3 5 2 4 2 2 5 5 5 5 5 4 6 4 5 3 CRÉDITOS Recomendação Pesquisa Operacional Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Não há Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Métodos de Dependência Pesquisa Operacional Pesquisa Operacional Aplicada Pesquisa Operacional Planejamento e Controle de Projetos Elaboração. Elaboração. Análise e Avaliação de Projetos Planejamento e Controle de Projetos Desenvolvimento Integrado do Produto. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 27: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão Item Código 01 02 03 Núcleo de Pesquisa Operacional Disciplina Análise de Redes de Transporte e Distribuição Confiabilidade Industrial em Sistemas de Gestão Lógica em Sistemas de Gestão Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Modelos de Dependência Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Modelos de Interdependência Pesquisa Operacional Aplicada Simulação de Modelos de Gestão Teoria das Decisões Gestão da Qualidade. Saúde e Ambiental aplicada em Projetos Planejamento e Controle de Projetos Planejamento Estratégico em Gestão de Projetos Projetos Industriais Empreendedorismo Gestão da Inovação Prospecção Tecnológica aplicada à Engenharia Transferência de Tecnologia Clima e Cultura Organizacional Estratégias de Comunicação Organizacional Gestão Estratégica e Organizacional Modelos de Comunicação nas Organizações Negociação e Solução de Conflitos Organizacionais Tópicos Especiais em Engenharia Organizacional Contabilidade para Engenharia Gestão de Custos Avançada Finanças.

6 – Apresentação gráfica de um perfil de formação Tabela 28: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Gestão 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.Centro de Engenharia. Análise e Avaliação de Projetos Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2530 Organização do Trabalho EN2508 Tempos.5. Conversão e Uso BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1507 Instrumentação e Controle EN2513 Propriedade Intelectual EN2529 Planejamento e Controle da Produção EN2511 Gestão de Operações EN2516 Qualidade em Sistemas EN2521 Elaboração. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2531 Pesquisa Operacional EN2536 Introdução aos Processos de Fabricação Metal Mecânico EN2514 Inovação Tecnológica EN2520 Desenvolvimento Integrado do Produto Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Métodos e Arranjos Físicos EN2532 Custos BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1309 Termodinâmica Aplicada I Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2534 Estatística aplicada a Sistemas de Gestão EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2535 Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1503 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Gestão EN1504 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Gestão EN1505 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Gestão 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1425 Álgebra Linear 7º Quadrimestre 3 º A N O BC1419 Cálculo Numérico BC1710 Introdução às Engenharias EN2533 Economia de Empresas EN2716 Sistemas CAD/CAM Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre EN2528 Gerência de Ativos EN2510 Engenharia Logística EN2515 Tecnologia da Informação Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1501 Estágio Curricular I em Engenharia de Gestão EN1502 Estágio Curricular II em Engenharia de Gestão 12º Quadrimestre EN2522 Engenharia Laboral EN2537 Sistemas e Processos de Produção Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 251 .

252 . alavancagem operacional.5. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.8. abc. posicionamento e conceitos básicos.Centro de Engenharia. variável.8 – Ementas 8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão 01 Código: EN2532 TPI: 4-2-9 Carga Horária: 72h Recomendação: Engenharia Econômica CUSTOS Ementa: Histórico. margem de contribuição e ponto de equilíbrio.5. custeio por ordem de produção. objetivos. métodos de custeio: absorção. custeio por processo.5. margem de segurança operacional. custos de pesquisa e desenvolvimento. custeio padrão. custo de descarte e reciclagem.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 29: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2525 – Custos EN2526 – Economia de Empresas EN2517 – Gerência de Ativos Tangíveis e Intangíveis EN2518 – Organização do Trabalho EN2507 – Introdução à Administração EN2523 – Pesquisa Operacional EN2527 – Engenharia Econômica aplicada à Engenharia de Gestão EN2509 – Planejamento e Controle da Produção EN2512 – Sistemas de Fabricação EN3504 – Automação em Sistemas Industriais EN3510 – Confiabilidade Industrial EN3505 – Processos Contínuos de Produção EN3508 – Processos Discretos de Produção EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1009 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III Disciplina do Catálogo 2013 EN2532 – Custos EN2533 – Economia de Empresas EN2528 – Gerência de Ativos EN2530 – Organização do Trabalho EN2531 – Pesquisa Operacional EN2535 – Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão EN2529 – Planejamento e Controle da Produção EN2536 – Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico EN3555 – Automação em Sistemas de Manufatura EN3538 – Confiabilidade Industrial em Sistemas de Gestão EN2537 – Sistemas e Processos de Produção EN1501 – Estágio Curricular I em Engenharia de Gestão (Resolução ConsEPE 103) EN1502 – Estágio Curricular II em Engenharia de Gestão (Resolução ConsEPE 103) EN1503 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Gestão EN1504 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Gestão EN1505 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Gestão 8.

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Trabalho em grupos e autonomia como instrumentos da competição: experiência profissional. 13 PESQUISA OPERACIONAL Código: EN2531 TPI: 4-2-9 Carga Horária: 72h Recomendação: Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Ementa: Programação matemática. dimensionamento de estoques. ISBN: 8535214542. LIEBERMAN. COLIN. 2006. G. MRP-II e ERP. Bibliografia Complementar: HILLIER. 14 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Código: EN2529 TPI: 4-2-9 Carga Horária: 72h Recomendação: Tempos. tecnologia e organização. problemas de po aplicados à engenharia de gestão: planejamento e controle da produção (pcp). Introdução à pesquisa operacional. R. sistemas clássicos (m/m/1. 2007. formulação e visualização gráfica. cadeias de markov. DEJOURS. P. ISBN: 8586804681. T. Pesquisa operacional. 1998. equipamentos. 260 . C. programa mestre de produção.. et al. 2007. São Paulo: Atlas. Brasília: Editora Universidade de Brasília. Logística e operações globais: texto e casos. ISBN: 8521615590. DORNIER. C. F. dualidade. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia. 2009. ISBN: 9788576051503. escala de funcionários. matéria prima e suprimentos. teoria dos jogos. São Paulo: Pearson Prentice Hall..Centro de Engenharia. transportes. N. 2008. E. ISBN 8522418268. mão de obra. finanças. C. simulação aplicada em casos e modelos. m/m/s. LACHTERMACHER. casos brasileiros. programação linear: teoremas. FAMPA. logística e produção. SP: Edgard Blücher. G. metodologia da implantação. Trabalho. conceito e terminologia. Modelagem e análise de decisão. 2009. método simplex. MACULAN.. M. horizontes de planejamento. Métodos e Arranjos Físicos Ementa: Histórico dos meios de controle de produção.. modelagem matemática. et al. M. H. C. estrutura de um planejamento e controle da produção. São Paulo: Prentice Hall. ISBN 9788576050933. TAHA. São Paulo: CENGAGE Learning. 2008. São Paulo: McGrawHill. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. Rio de Janeiro: LTC. Bibliografia Básica: ARENALES. H. Edição revisada.. A. teoria das filas. MRP-I. Otimização linear.. 2006. São Paulo: Atlas. 2009. Pesquisa operacional. J. planejamento agregado. ISBN 9788522106851. S. P. problemas clássicos (mochila e nutricionista). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MARX. objetivos estratégicos de manufatura. RAGSDALE.. m/g/1). Pesquisa operacional na tomada de decisões.

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São Paulo: Bookman. P. atividades. 2004. F. A. J. ISBN:8502046160. planejamento do projeto: objetivo. São Paulo: Atlas. A. São Paulo: Atlas. Gestão de Projetos: as melhores práticas. 12 PROJETOS INDUSTRIAIS Código: EN3521 TPI: 2-2-6 Carga Horária: 48h Recomendação: Desenvolvimento Integrado do Produto. PRADO. São Paulo: Atlas.. criatividade e idéia de empresa. estudo de viabilidade e plano de negócios. 2003. N. ISBN 9788598254104 CASAROTTO FILHO. 2002. Projeto na Engenharia. requisitos e perfil do gestor. 2000. 1998. MAXIMIANO. Análise e Avaliação de Projetos Ementa: Conceito de projeto. G. Elaboração. administração de contratos. 2005. VALERIANO. Rio de Janeiro: LTC . recursos e orçamento. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica. 2009. São Paulo: Atlas. 273 . F. 2012. gestão de projetos. W. Moderno Gerenciamento de Projetos. D.. Darci. tipos e ciclo de vida. São Paulo: Prentice Hall. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica. ISBN: 8576050390. Administração de marketing. Elaboração e análise de projetos. J. Administração da Produção. São Paulo: Edgard Blucher. oportunidades internacionais de empreendedorismo. estudo de viabilidade e plano de negócios. MEREDITH. 13 Código: EN3535 TPI: 2-2-2 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há EMPREENDEDORISMO Ementa: Natureza e a importância dos empreendedores... parâmetros. projeto de uma fábrica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Paulo: Pearson Makron Books. Nova Lima: INDG. F. Elaboração e análise de projetos. 1997. L. Samuel J. N. Bibliografia Complementar: MARTINS. P. Planejamento e controle de projetos. São Paulo: Atlas.Centro de Engenharia. características de comportamento e de personalidade do empreendedor. São Paulo: Saraiva. C. ISBN 9788521613695 CASAROTTO FILHO.. 2009. 2005. Bibliografia Básica: PAWLG.. São Paulo: Prentice Hall. barreiras e armadilhas que ameaçam os negócios iniciados pelo empreendedor. G. benefícios proporcionados pelo empreendedor à sociedade. 2012.. H. MANTEL JR. 2005. FONSECA. Administração de projetos: uma abordagem gerencial. as competências específicas do empreendedor e o seu desenvolvimento. W. KOTLER. FONSECA. KERZNER. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. Jack R.P. LAUGENI.

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práticas inovadoras. São Paulo: Cengage Learning. Administração: princípios e tendências. N. G. MOTTA. ISBN: 9788578080006.Centro de Engenharia... S. Dinâmica organizacional e estratégia: imagens e conceitos. ambiente sócio-organizacional. Faces da Cultura e da Comunicação organizacional. I. M.. D.. Cultura organizacional e desempenho: pesquisa. ISBN: 9788534926966. análise crítica da relevância e eficácia das práticas comunicacionais. I. desenvolvimento de ações dirigidas de comunicação. ISBN 9788502072442. Cultura organizacional evolução e crítica. C. 18 ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL Código: EN3519 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Modelos de Comunicação nas Organizações Ementa: Intervenções de comunicação em domínios organizacionais específicos como saúde. Bibliografia Básica: CHIAVENATO. ISBN 9788587918871. A. S. São Paulo: THOMSON PIONEIRA. 2008. F. efeitos da comunicação midiática. dinâmica relacional baseada em indivíduos. Bibliografia Básica: ROBBINS. 2007.evolução e crítica. organizações. São Paulo: Cengage Learning. L. São Paulo: Prentice Hall. o estilo brasileiro de administrar. VASCONCELOS. 2007. O que é comunicação estratégica nas organizações? São Paulo: Paulus. teoria e aplicação. educação.. G. SANTOS. R. Richard L. São Paulo: Campus. c2004. Teoria das organizações. grupos. São Paulo: Pearson. HEILBORN. ISBN: 9788522105908. São Paulo: Saraiva. 2010. F. DECENZO.. ROBBINS. 1997. F. situações emergenciais. avaliação de práticas comunicacionais em diferentes contextos. JONES. cultura organizacional e imaginário social. M. M. A.. FREITAS. organizacional e midiático. São Paulo: Atlas. assédio sexual e assédio moral. Introdução à teoria geral da administração. Teoria das organizações . Fundamentos de administração: conceitos essenciais e 277 . comunidades e mídias. 867 p. A. E. P. repertório cultural brasileiro e organizações. OLIVEIRA. DECENZO. D.. C. F.. Bibliografia Complementar: MARICATO. 2007. Fundamentos de administração: conceitos essenciais e aplicações. Bibliografia Complementar: LACOMBE. 2010. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias organizações. organizações e globalização: o local e o global. CALDAS. F. São Caetano do Sul: Difusão editora. MOTTA. C. pesquisa de clima organizacional. P. São Paulo: Cengage Learning. P. ISBN 9788522106899. Administração.. P. Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. 2003.. 2007. técnicas da comunicação em nível interpessoal. P. DAFT. 2001. 2 ed.

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São Paulo: Atlas. R. gestão dos elementos patrimoniais. L. demonstração do resultado do exercício. Teoria das organizações. limitações. E. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: LTC. Análise de balanços. GUERRA. demonstrações financeiras: objetivos. S. C. Bibliografia Complementar: A ser definida no instante de oferecimento em função dos temas emergentes sobre o assunto. indicadores econômicos e financeiros extraídos das demonstrações financeiras. 2010. Contabilidade Introdutória.. IUDÍCIBUS.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Paulo: Martins Fontes. D. F. 2005. 22 TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA ORGANIZACIONAL Código: EN3553 TPI: 2-0-2 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: A ser definida no instante de oferecimento em função dos temas emergentes sobre o assunto. ISBN: 85-216-1438-1. G.evolução e crítica. JONES. KIMMEL. conteúdo informacional das demonstrações financeiras. Bibliografia Básica: MARION. Contabilidade descomplicada. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. São Paulo: Editora Atlas. 2004. importância do conhecimento contábil para a engenharia. ISBN: 978-85-224-47152. balanço patrimonial. 2005. J. P. Teoria das organizações . Contabilidade financeira. MOTTA. 2010. ISBN: 85-224-3601-0 WEYGANDT. curto e longo prazo. princípios contábeis. ISBN 9788522450510 Bibliografia Complementar: MARION. regime de competência. P.. J.. 2001. São Paulo: Prentice Hall. 2010. 2008. ISBN 978-85-224-5815-8. C. conceitos fundamentais: débito e crédito. 280 . Contabilidade Empresarial.. 2007. São Paulo: Saraiva. KIESO. D. J. Bibliografia Básica: A ser definida no instante de oferecimento em função dos temas emergentes sobre o assunto. São Paulo: THOMSON PIONEIRA. São Paulo: Atlas. Contabilidade Básica. 23 CONTABILIDADE PARA ENGENHARIA Código: EN3540 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Economia de Empresas Ementa: Introdução: contabilidade como linguagem para os negócios. J.. C.

São Paulo: Atlas. T... ISBN: 978-85-2245303-0.. Finanças Corporativas e Valor. 2006. Custos: análise e gestão. E. 2010. B.. São Paulo: Atlas. Contabilidade gerencial. JIAMBALVO. São Paulo: Scortecci. O. 2009. C. ISBN: 8535201491. Bibliografia Básica: GARRISON. HORNGREN. 2001. aceitar ou rejeitar pedidos especiais. NORTON. E. 2009. Contabilidade Introdutória. 2003. R. MEGLIORINI. R. J. C. H. 1997. P.. São Paulo: Atlas.. A estratégia em ação . FEES. Finanças Corporativas: Fundamentos. E. Gestão de custos e formação de preços. KAPLAN. São Paulo: Pearson. R. P. produtos mais lucrativos. ISBN:0-256-26073-7. ISBN 9798576050864.... Práticas Brasileiras e Aplicações em Planilha Eletrônica e Calculadora Financeira. mercado financeiro. Contabilidade gerencial. MARION. . Contabilidade gerencial. NOREEN. comprar ou alugar. PARISI. 24 GESTÃO DE CUSTOS AVANÇADA Código: EN3539 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Contabilidade para Engenharia Ementa: Decisões especiais: estudos especiais – fazer ou comprar. 2010. 25 FINANÇAS. REEVE. ISBN: 9788536615448. Rio de Janeiro: LTC. 2007. deixar de fabricar produtos ou linhas de produtos. Prentice Hall.Balanced Scorecard. Bibliografia Complementar: WARREN. ASSAF NETO.. ISBN: 85-216-1314-8. Preços de transferência.. M. J. Rio de Janeiro: Campus. E. Contabilidade gerencial. 281 . Teoria das restrições. L. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MEGLIORINI. GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Código: EN3541 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Economia de Empresas Ementa: Introdução à administração financeira. ISBN: 85-221-0248-1. J. administração financeira de curto prazo. administração financeira de longo prazo.Centro de Engenharia. Bibliografia Básica: ABENSUR. São Paulo: Atlas. SUNDEN. 2001.. Contabilidade gerencial. A. São Paulo: Atlas.. ISBN 978-85224-6100-4. estrutura e custo de capital. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. D.. Contabilidade Empresarial. Balanced Scorecard. S. Centros de responsabilidade.. FAMÁ.. E. C. BRUNI.. Rio de Janeiro: LTC. W. S. 2001. C. A. ISBN 978-85-224-5815-8. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. 2004.

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2009. K. Administração Financeira: uma Abordagem Brasileira. ISBN: 978-85-7605-206-7.. J. níveis de integração. COKINS.. P. Brasília: IPEA. T. padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. Rio de Janeiro: Qualitymark. MEGLIORINI. 283 .. S.. ISBN: 8573031697. P. controladores de processos industriais (PAC). São Paulo: Saraiva 2006. 28 AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS DE MANUFATURA Código: EN3555 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48hs Recomendação: Sistemas CAD/CAM Ementa: Visão integrada da automação industrial e sistemas de produção. . Rio de Janeiro: CAMPUS. Análise do ciclo de vida de produtos.. LIN. CHEN. São Paulo: MCGRAW HILL. COSTA. And Systems.. R.. 1ª Edição – 2008. CASTRUCCI. (orgs. custos ambientais. et al. W. LEITE. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. 2005. 2002. R.Materials. Fundamentals Of Modern Manufacturing . São Paulo: Pearson. Processes. CHEHEBE. E. H. ISBN: 8502054465. 3ª Edição – 2006 ISBN: 0471744859 ou ISBN-13: 9780471744856. V. Bibliografia Complementar: GUERREIRO. 2006 DE NEGRI. M. Manufatura integrada por computador . ferramentas de modelagem e análise. L. ciclo de vida do produto. Bibliografia Básica: BLOCHER. H. McGraw-Hill.. R.. W. H.Centro de Engenharia.sistemas integrados de produção.). custos de atendimento ao cliente. GROOVER. A. custos logísticos. Gestão de desenvolvimento de produtos. G. Bibliografia Complementar: BEDWORTH. MORAIS. 1009. Custos: análise e gestão. . A.. 2ª Edição – 2007. Bibliografia Básica: CAULLIRAUX. M.. São Paulo: Prentice Hall. ISBN: 8570019629 ou ISBN-13: 9788570019622. SALERNO. M. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Custos Ementa: Custos de pesquisa e desenvolvimento: produtos e processos.. E. redes: o suporte para a comunicação no ambiente CIM. Gestão estratégica de custos. R. integração de sistemas de produção (CIM): organização e funcionamento. Inovações. C. ISBN 8576053659. J. ISBN 9798576050864.. custos de descarte. ROZENFELD et al.. MEGLIORINI. São Paulo: Pearson Prentice Hall. E. L. C. 2008. M. P. Computer Integrated Design and Manufacturing. Editora IE-WILEY.. reaproveitamento e reciclagem. São Paulo: Atlas. Engenharia de Automação Industrial: São Paulo: LTC Editora. SILVA. Gestão do lucro. 2006.

ISBN: 852161442x. et al. Manufatura Integrada por Computador – Sistemas Integrados de Produção: Estratégia. Controle e Automação De Processos. ISBN: 852161442x. Bibliografia Básica: NATALE. Rio de Janeiro: Campus. J. CAPP.. 1ª Edição . SHAH. engenharia simultânea.2005. W. Editora ERICA. New York: Wiley. techniques.2006. c1995. relacionamento entre produto.. M. F.Centro de Engenharia... ZHOU & F. processo e tecnologias de produção.. programação e controle de produção: MRPII/ERP. Bibliografia Complementar: SCHEER. Kluwer A. A. CAON. 2000. 1993. L. manufatura integrada por computadores: CAD. sistemas integrados de manufatura. 1ª Edição . 1996. VALETE. MANTYLA. Instrumentação. G. . Controle e Automação De Processos. Redes de Petri. linhas de transferência. GIANESI. L. H. H. Automação industrial. 2002. J. Parametric and feature-based CAD/CAM: concepts.. 619 p. ALVES. 1995. 1993. BEDWORTH. Organização. ISBN: 8536501170. M. xx.... sistemas flexíveis de manufatura. Pub. Florianópolis: UFSC Ed. J. N. São Paulo: Érica. 29 MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR Código: EN3502 TPI: 0-4-6 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas CAD/CAM Ementa: Tecnologias de produção: células de manufatura. CARDOSO. J. 2007. Editora: LTC. J. Petri. DICESARE. McGraw-Hill. Rio de Janeiro: Qualitymark. W. Conceitos. H. sistemas de manipulação e robôs. Instrumentação.. Includes bibliographical references and index. escalonamento de produção. ALVES.. M. Computer Integrated Design and Manufacturing. Automação Industrial: Controle Do Movimento E Processos Contínuos. A. L. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 1991. PROENÇA. 1991.. et al. Editora: LTC. GAULLIRAUX.. Tecnologia e Recursos Humanos. R. 1ª Edição .. L.. Manufatura Integrada por Computador. A. Planejamento. L.2005. CIM – Evoluindo para a fábrica do futuro. Net Synthesis for Discrete Event Control of Manufacturing Systems. CAM e CAQ. I. Rio de Janeiro: Ed. CAPELLI. uso e implementação. ISBN 9780471002147. CORRÊA. 30 METROLOGIA Código: EN3512 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Qualidade em Sistemas 284 . Campus. applications. São Paulo: Atlas.

calibradores.J: John Wiley. 2005. 2006. Rio de Janeiro: Qualitymark. WEERMEESTER. 2001. J. M. ISBN: 857194783X.trabalho adequado e eficiente. 542 p.. 2004. 4ª.C. 2008. 1995. São Paulo: EPSE. São Paulo: Faculdades ETEP. Rio de Janeiro: Campus. fisiologia do trabalho. GUEDES. Ergonomia Projeto e Produção. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. São Paulo: Érica. fontes de erro.Centro de Engenharia. Metrologia Aplicada. 2 ed.. ISBN 9788536304373. Bibliografia Complementar: VIDAL. B. The design of everyday things.. E. Ergonomia prática. J. Metrologia industrial. 5 ed.. NORMAN.. MARTINS. K. Fundamental principles of engineering nanometrology. C. ABRAHÃO. Hoboken. P. 2003. LEACH. xxvi. New York: Basic Books. P. 32 MODELOS E FERRAMENTAS DE GESTÃO AMBIENTAL Código: EN3537 285 .. ISBN 8008570253088. Theory and design for mechanical measurements. sistema homem-máquina. Ergonomia . antropometria. 2005. relógio apalpador. ed. R. KROEMER. LIRA. 1995. xvi. biomecânica ocupacional. aferição e conservação dos instrumentos. N. Inglaterra: Elsevier. A metrologia no Brasil. LIDA. E. Metrologia dimensional: teoria e prática. L. São Paulo: Edgard Blucher. H. 2001. São Paulo: Edgard Blucher. instrumento de medição: paquímetro.. 2011. micrômetro. São Paulo: Edgard Blucher. R. 2002.. FELIX. relógio comparador. SCHIMIDT.. J. Bibliografia Básica: DUL. Metrologia na Indústria. D. dispositivos de controle e de informações. D. R. William Andrew. ISBN 9780471445937. fadiga. ISBN: 9788521204855. definição do metro padrão. Bibliografia Básica: ALBERTAZZI. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. C. S. Barueri: Manole. São Paulo: Saraiva. 2011.. LAUGENI. M. Campinas: Unicamp.. BEASLEY. Manual sobre ergonomia. G. IRIGOYEN. 321 p. Kidlington. postos de trabalho. GRANDJEAN. Porto Alegre: Universidade/UFRGS. ISBN:9788520421161. c2010. K. F. I. N.. Bibliografia Complementar: SANTOS JUNIOR. 2009. critério de seleção. A. P. 31 ENGENHARIA HUMANA Código: EN3524 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Engenharia Laboral Ementa: Conceitos básicos. W. E.. Administração da produção. 327 p. sensoriamento e percepção. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Introdução à metrologia e controle estatístico do processo (cep). FERREIRA. Introdução à ergonomia. A. ISBN: 8589705013. Porto Alegre: Bookman. J. E. F. 2005.. A. FIGLIOLA.

J. auditorias ambientais. avaliação do ciclo de vida do produto. Gestão ambiental empresarial: conceitos. políticas e aplicações. DONAIRE. 2000. B. GUSMÃO. E. DEMAJOROVIC. estratégias de gestão ambiental. F. Gestão ambiental na empresa. Economia ambiental: fundamentos.. TACHIZAWA. M. C. A. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa. 2010. 286 . R. São Paulo: Cengage Learning. estudos de impacto ambiental.O. Carvalho. modelos de gestão ambiental. S. São Paulo: Atlas. 2 ed. São Paulo: Atlas. CALLAN.C. BARBIERI. tipos de organizações e seus diferentes impactos ambientais. c2006. Rio de Janeiro: Destaque. modelos e instrumentos. D. Gestão ambiental na indústria. sistemas de gestão ambiental. A. Bibliografia Básica: MARTINI JUNIOR. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental: Desafios e Perspectivas para as organizações. relatórios ambientais.B. São Paulo: Senac. L. J. políticas públicas ambientais. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. THOMAS. legislação ambiental.B. São Paulo: Atlas.. 2011. norma ISO 14000. Bibliografia Complementar: ANDRADE. São Paulo: Makron Books. (org). 2003. 2010. VILELA JÚNIOR. A. 2007. T. SEIFFERT.. M. J. J. 3 ed reimpr. TACHIZAWA.. São Paulo: Saraiva. Gestão ambiental. T. (org).Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-0-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há Ementa: Gestão ambiental global e regional. 1999.

A comunicação sem fio ofereceu conexão sem fronteiras. dentro de veículos ou em qualquer lugar que o sistema assim o permitir. das redes de computadores sem fio e da Internet mudaram e vêm mudando os hábitos de toda a sociedade. 287 .6. A crescente utilização e importância do computador e da Internet nas nossas vidas. motivou a criação de uma nova proposta de curso de engenharia para atender a esses novos requisitos: a “Engenharia de Informação”. Nesse novo cenário. A Internet proporcionou um caminho acessível para conectar o mundo. a informação – essência do conhecimento – é o novo paradigma a ser conquistado. redes de computadores e processamento multimídia. O crescente interesse por esse caminho de comunicação global trouxe avanços nunca antes imaginados na interface homem-máquina.6. Os adventos da comunicação celular móvel.6 – Engenharia de Informação 8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. a oferta de novos dispositivos e serviços a preços mais acessíveis.2 – Perfil do Curso Nas últimas décadas. o anseio por novos serviços e aplicações multimídia. na velocidade de acesso e principalmente na forma de comunicação à distância. aliados a crescente velocidade com que a tecnologia evolui. com o acesso de rádio móvel é possível estabelecer comunicação caminhando. na capacidade do comércio eletrônico. nos recursos multimídia oferecidos.Centro de Engenharia. os avanços na comunicação móvel. o mundo tem presenciado grandes avanços nas áreas de telecomunicações.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Informação Diplomação: Engenheiro de Informação Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. os grandes avanços tecnológicos. a dependência cada vez maior por informação com mobilidade.

6.3 – Objetivos do Curso 8. redes de alta velocidade e redes ópticas. recepção. dando ao profissional formado a capacidade de lidar com todas as instâncias relacionadas à informação e aos sistemas a ela relacionados como geração. 288 .6. sejam cabeadas ou sem fio. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Neste contexto. incluindo telecomunicações. incluindo análise de desempenho. 8.Centro de Engenharia. gerenciamento e segurança. visto que se trata de uma área estrategicamente importante para o crescimento do Brasil.6. 8. nesse novo cenário evolutivo de convergência. projeto. A capacitação proposta aqui certamente gerará reflexos em toda a sociedade. esta ênfase permite um enfoque técnico-científico mais detalhado em assuntos relacionados a redes de computadores. transmissão. Redes de Informação: Nos dias atuais. apresentação.3. redes de computadores e processamento multimídia. entre as áreas de telecomunicações.2 – Objetivos Específicos O curso de Engenharia de Informação permite que o aluno tenha uma formação abrangendo as grandes áreas de convergência anteriormente citadas. o curso de Engenharia de Informação permite uma maior especialização do aluno em um determinado assunto de interesse. Adicionalmente. a Engenharia de Informação é a área da engenharia responsável por fornecer subsídios. redes de computadores e processamento multimídia.1 – Objetivo Geral O curso de Engenharia de Informação da UFABC tem como objetivo atuar com excelência na formação de seus alunos de modo a fornecer um forte embasamento técnicocientífico aliado ao aperfeiçoamento da criatividade e da capacidade de adaptação. são oferecidos conjuntos de Disciplinas de Opção Limitada agrupadas em três áreas estratégicas: 1.3. todo o processo de comunicação global se dá através do uso de redes. tendo amplo entendimento dos diferentes tipos de redes de comunicação globais. Portanto. fornecendo subsídios para o processo de análise. Para isso. implantação e evolução desse novo cenário de convergência. além de outros. segurança.

4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Informação é o profissional com sólido conhecimento científico e tecnológico associado ao desenvolvimento da criatividade e a capacidade de se adaptar a novos desafios tecnológicos no projeto.4. recepção.6.Centro de Engenharia. análise. vídeo ou dados de uma forma geral. 8. Deste modo. desenvolver e implantar serviços e sistemas de tratamento da informação (geração. aumentando a eficiência e o desempenho de sistemas. apresentação. redes de computadores e processamento multimídia. projetos de alta frequência. armazenamento e segurança da informação através de todos os diferentes tipos de redes de comunicação globais. 3. transmissão. o Engenheiro de Informação é capaz de atuar com excelência no processo de convergência entre as áreas de telecomunicações. armazenamento e segurança da informação).6. redes ópticas e o estudo mais avançado de sistemas de comunicação em geral. redes de computadores e processamento multimídia na busca pela comunicação universal. transmissão. recepção. voz. desenvolvimento ou implantação de serviços ou sistemas responsáveis pela geração. 8.1 – Competências  Projetar. codificação. 289 . incluindo sistemas de micro-ondas. Processamento Multimídia: O processamento de sinais é uma etapa essencial em qualquer sistema de comunicação. transmissão e recepção.  Caracterizar os avanços na convergência tecnológica das áreas de telecomunicações. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 2. processamento. Esta ênfase permite um enfoque no processamento de sinais digitais como sinais de áudio. apresentação. abordando temas como geração. Infra-estrutura de Comunicações: Enfoque maior em temas relacionados à infraestrutura necessária nos mais diversos sistemas de comunicações. visto que inclui tanto formas mais eficientes para se transmitir a informação desejada como formas mais eficientes para que estas sejam processadas na recepção. processamento.

econômicos e sociais. emitir parecer e laudos técnicos em sistemas de informação. análise e processamento da informação. Vistoriar. Executar atividades de ensino e pesquisa relacionadas ao tratamento da informação. Conhecer os fundamentos teóricos da informação e entender os principais modelos e técnicas matemáticas e científicas da comunicação.Centro de Engenharia. Viabilizar a interoperabilidade de sistemas de tratamento da informação. Refletir sobre as tecnologias para tratamento da informação e sua relação com a realidade social. Atuar de acordo com os princípios éticos relacionados ao tratamento da informação.       Dimensionar e otimizar sistemas de tratamento da informação. Conhecer os principais métodos de representação. 8.2 – Habilidades  Aperfeiçoar a criatividade para o tratamento de novas tecnologias e a capacidade de se adaptar e propor mudanças tecnológicas nas áreas de telecomunicações.4. Atuar na produção e divulgação de documentos técnicos e acadêmicos especializados. redes de computadores e processamento multimídia.6. Entender e analisar as principais técnicas utilizadas para a transmissão da informação. Relacionar tecnologias de tratamento da informação a processos de desenvolvimento social. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Analisar e comparar tecnologias de tratamento de informação. considerando aspectos técnicos. Conhecer e compreender os princípios éticos relacionados ao tratamento da informação. Desenvolver senso crítico e visão sistêmica com relação à informação.          Ter sólido conhecimento científico e tecnológico com base interdisciplinar. Atuar com visão crítica e em conformidade às normas e critérios estabelecidos para sistemas de tratamento da informação.  290 . avaliar.

o aluno já pode começar a buscar a área específica de seu interesse.  Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento. a Engenharia de Informação. apresentadas na Tabela 5: 26 créditos / 312 horas aula.5 – Organização Curricular da Engenharia de Informação Após o início comum no BC&T. permitindo que o profissional formado tenha um perfil mais adequado à sociedade e ao mercado atuais. nos seis eixos já citados.  Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. Assim. Neste contexto. Tendo como base as disciplinas já existentes no núcleo comum do BC&T. o curso de Engenharia de Informação exige o cumprimento de 300 créditos. não segue os moldes das modalidades tradicionais. conhecimento este necessário para que ele possa continuar se aprofundando nas próximas etapas. Como colocado anteriormente.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. correspondentes a 3600 horas aula. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. as disciplinas aqui presentes buscam dar ao aluno a base de conhecimento. apresentadas na Tabela 2: 90 créditos / 1080 horas aula. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T. 291 . apresentadas na Tabela 3: 46 créditos / 552 horas aula.6. também de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. a sequência do curso de Engenharia de Informação apresenta ao aluno as diversas formas de se compreender e trabalhar nesta nova era onde a informação é o paradigma a ser conquistado.

que deverão ser escolhidas dentro das opções de disciplinas apresentadas na Tabela 31: 27 créditos / 324 Horas aula. as disciplinas colocadas abordam os principais eixos que levaram à proposta do curso de Engenharia de Informação: a convergência entre as áreas de telecomunicações (sistemas de comunicação). seja através da escolha de outras Disciplinas de Opção Limitada. Neste sentido. permitindo ao aluno escolher os assuntos que mais considera interessantes. 292 . das quais o aluno deve escolher aquelas que mais lhe interessam. apresentadas na Tabela 30: 81 créditos / 972 horas aula. As Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação incluem um conteúdo que deve ser conhecido por todo engenheiro de informação. seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia de Informação) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Estas disciplinas também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Informação. essenciais nas três áreas mencionadas acima. o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia de Informação. Para isto. é fornecida uma gama de opções mostrada na Tabela 31. redes de computadores e processamento multimídia. As Disciplinas de Opção Limitada buscam aprofundar o conhecimento visto nas Disciplinas Obrigatórias do curso. As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada. II e III em Engenharia de Informação).Centro de Engenharia. Além disso. são incluídas disciplinas relacionadas a circuitos elétricos e eletrônica. permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação (profissionalizantes).  Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e II).

Centro de Engenharia. Princípios de Comunicação Comunicação Digital. Sinais Aleatórios Comunicação Digital Fenômenos Eletromagnéticos Circuitos Elétricos e Fotônica Ondas Eletromagnéticas Aplicadas Processamento Digital de Sinais Eletrônica Digital. Propagação e Antenas 4 0 4 3 1 4 3 1 4 4 0 4 4 0 4 3 1 4 4 0 4 3 1 4 3 1 4 3 1 4 2 2 4 2 2 4 3 1 4 3 1 4 EN2608 Princípios de Comunicação BC1513 Redes de Computadores EN2609 Sinais Aleatórios EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2611 Comunicação Digital EN2612 Teoria da Informação e Códigos Ondas Eletromagnéticas EN2613 Aplicadas EN2614 Comunicações Ópticas EN2615 Propagação e Antenas EN2621 Comunicações Multimídia EN2617 Sistemas Microprocessados EN2619 Telefonia Fixa Moderna EN2620 Comunicações Móveis TOTAL 293 . Dispositivos Eletrônicos Redes de Computadores. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 30: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 EN2622 EN2703 EN2719 EN2720 EN2605 BC1509 Nome Programação de Software Embarcado Circuitos Elétricos I Dispositivos Eletrônicos Eletrônica Analógica Aplicada Eletrônica Digital Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares T P I Créditos 2 2 4 3 3 3 4 2 2 2 2 4 4 4 4 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 81 Recomendação Geometria Analítica. Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Princípios de Comunicação. Processamento da Infomação Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Funções de Várias Variáveis Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Processamento da Informação Introdução à Probabilidade e à Estatística. Álgebra Linear.

Processamento Digital de Sinais Natureza da Informação Comunicação Digital Redes de Computadores Sinais Aleatórios. Processamento Digital de Sinais Princípios de Comunicação. Áudio e Acústicos Sistemas Microprocessado. Comunicação Digital Processamento da Informação Processamento da Informação Eletrônica Digital Não há Processamento Digital de Sinais Processamento Digital de Sinais Geometria Analítica. Infraestrutura de Comunicações. Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Áudio e Acústicos Comunicação e Redes Princípios de Comunicação. Eletrônica Analógica Aplicada Não há Algoritmos e Estruturas de Dados I Programação Orientada a Objetos Processamento da Informação Área Relacionada Processamento Multimídia Redes de Informação. Áudio e Acústicos Projeto de Filtros Digitais Fundamentos de Processamento Gráfico Tecnologia de Redes Ópticas Sistemas de Micro-ondas Projeto de Alta Frequência Aplicações Multimídia em Voz. Processamento de Vídeo. Infraestrutura de Comunicações Redes de Informação Redes de Informação Processamento Multimídia Infraestrutura de Comunicações. Áudio e Acústica Planejamento de Redes de Informação Projeto de Sistemas de Comunicação T P I 2 3 3 3 3 3 3 3 3 2 0 2 0 3 3 2 3 4 3 2 3 2 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 4 1 1 2 1 0 1 2 1 2 3 3 4 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 4 4 4 4 4 Créditos 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 4 4 6 4 4 Recomendação Não há Sinais Aleatórios. Sistemas de Micro-ondas Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Álgebra Linear. Programação de Software Embarcado Comunicações Ópticas Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. Eletrônica Analógica Aplicada Ondas Eletromagnéticas Aplicadas.Centro de Engenharia. Processamento Multimídia Redes de Informação Redes de Informação. Processamento Multimídia Redes de Informação Processamento Multimídia Processamento Multimídia Processamento Multimídia Processamento Multimídia Redes de Informação Infraestrutura de Comunicações Infraestrutura de Comunicações Processamento Multimídia Redes de Informação Infraestrutura de Comunicações Processamento Multimídia Projeto de Sistemas Multimídia 0 Aplicações de Microcontroladores Programação Orientada a Objetos Engenharia de Software Algoritmos e Estruturas de Dados I Engenharia de Sistemas de Comunicação e Missão Crítica 0 2 4 2 2 294 . Processamento da Informação. Comunicação Digital Comunicações Multimídia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 31: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 EN3601 EN3604 EN3605 EN3606 EN3608 EN3609 EN3610 EN3611 EN3612 EN3615 EN3616 EN3617 EN3618 EN3619 EN3620 EN3621 EN3622 EN3623 EN3624 EN3625 EN3626 EN3627 EN3628 EN3629 EN3630 BC1501 BC1508 BC1424 EN3631 Disciplina Informação e Sociedade Filtragem Adaptativa Processamento de Informação em Línguas Naturais TV Digital Redes de Alta Velocidade Teoria de Filas e Análise de Desempenho Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Segurança de Redes Processamento de Vídeo Simulação de Sistemas de Comunicação Programação de Dispositivos Móveis Jogos Digitais: Aspectos Técnicos e Aplicações Informática Industrial Sistemas Inteligentes Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Comunicações Multimídia. Eletrônica Analógica Aplicada.

295 .Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.6. lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. levando-se em conta o quadrimestre ideal no qual devem ser cursadas.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A Tabela 32 a seguir é um exemplo de Disciplinas Obrigatórias a serem cumpridas para caracterizar a formação em Engenharia de Informação.

Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2605 Eletrônica Digital EN2617 Sistemas Microprocessados EN2614 Comunicações Ópticas EN2619 Telefonia Fixa Moderna BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 32: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Informação 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1513 Redes de Computadores EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2611 Comunicação Digital EN2612 Teoria da Informação e Códigos EN2620 Comunicações Móveis BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2719 Dispositivos Eletrônicos EN2720 Eletrônica Analógica Aplicada EN2621 Comunicações Multimídia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1601 Estágio Curricular I em Engenharia de Informação EN1602 Estágio Curricular II em Engenharia de Informação BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2622 Programação de Software Embarcado EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1603 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Informação EN1604 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Informação EN1605 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Informação 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2609 Sinais Aleatórios EN2608 Princípios de Comunicação EN2613 Ondas Eletromagnéticas Aplicadas EN2615 Propagação e Antenas Opção Limitada da Engenharia ou Livre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 296 .Centro de Engenharia.

3 ed.. São Paulo: Pearson Makron Books. C: manual de referência. Accelerated C++: practical programming by example.7 – Convalidações entre disciplinas Tabela 33: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN2709 – Eletrônica Aplicada EN2616 – Comunicações Multimídia EN2618 – Projeto de Filtros Digitais EN3614 – Fundamentos de Computação Gráfica EN3607 – Tecnologia de Redes Ópticas EN3602 – Sistemas de Microondas EN3603 – Projeto de Alta Frequência Disciplina do Catálogo 2013 EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2720 – Eletrônica Analógica Aplicada EN2621 – Comunicações Multimídia EN3621 – Projeto de Filtros Digitais EN3622 – Fundamentos de Processamento Gráfico EN3623 – Tecnologia de Redes Ópticas EN3624 – Sistemas de Micro-ondas EN3625 – Projeto de Alta Frequência EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares BC1509 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN1601 – Estágio Curricular I em Engenharia de Informação (Resolução ConsEPE 103) EN1602 – Estágio Curricular II em Engenharia de Informação (Resolução ConsEPE 103) EN1603 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Informação EN1604 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Informação EN1605 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Informação 8. 2000. Processamento da Informação Ementa: Elementos básicos da linguagem C.6.Centro de Engenharia. HARBISON III. máquinas de estado e UML. Boston: Addison Wesley. Samuel P. MOO. KOENIG. exemplo de documentação de sistema. Bibliografia Básica: SCHILDT. Guy L.6. Andrew.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação 01 PROGRAMAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO Código: EN2622 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica. Herbert.8 – Ementas 8. compilação e debug. 1997.6. Barbara E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. programação orientada a eventos e sistemas concorrentes.. ambiente de desenvolvimento integrado (IDE). C.8. Rio de Janeiro: Editora 297 . (The C++ in-depth series). STEELE Jr. Álgebra Linear. programação orientada a objeto e C++.completo e total. 336 p.

HUBBARD. Análise de Circuitos em Engenharia. Redes de Primeira Ordem. S. 2010. São Paulo. Newnes. HAYT Jr . 2008. 2a. Projeto de algoritmos: com implementações em java e c++. D.Q. “Curso de Circuitos Elétricos”. – 2002 ) e Vol.. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. Mc Graw Hill.ed. New Jersey: Pearson Education. c2005. 2002. S. Pearson. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. LTC. NILSSON. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ciência moderna Ltda. IRWIN. 9ª Ed. Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems. J. ZIVIANI. MOO. RIEDEL. N. Circuitos Elétricos II. DURBIN. 4 ed. Tools and Techiques. Ed. – 2004). Embedded Systems Design: An Introduction to Processes. 2000. M. 2008. 2008. 1 ( 2a Ed.ed.H. Rio de Janeiro.W. LIPPMAN. S. “Circuitos Elétricos”. CONSONNI.. Barbara E. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Ed. Programação em C++: algoritmos. 8th Ed.. John R. . SADIKU. Nivio. 2007. Ed. Practical UML Statecharts in C/C++. Mc Graw Hill. J. Métodos de Análise de Circuitos. J. EDMINISTER. O.. D. 2005.. M.W. AGUILAR. Bjarne. 2007. Ed.. SAMEK. RIEDEL. L. A. NILSSON.. 2007. São Paulo: Thomson Learning. São Paulo: McGraw-Hill. New Jersey: Addison Wesley. KEMMERLY.. J. The C++ programming language. Ed. BERGER. STROUSTRUP.. 03 Código: EN2719 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS 298 . IRWIN. J.. Redes de Segunda Ordem. estruturas de dados e objetos. 10 ed. 531 p. 2007. New York: McGraw-Hill. LAJOIE..Editora LTC. 3. Blücher. Josée. 2 (2ª Ed...A. 2008. K. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Bibliografia Básica: ORSINI. Schaum's outlines programming with C++. Porto Alegre: Bookman. J.. LARMAN.Centro de Engenharia. 3ª edição... Bipólos Elementares. Stanley B. Regime Permanente Senoidal. C. A. ed. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e ao desenvolvimento iterativo. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. 2001. Luis. Rio de Janeiro: LTC. 2008. C++ primer. Análise de Circuitos para Engenharia. Bibliografia Complementar: DAMAS.E. W. Linguagem C. CPM Books. Makron Books. Bibliografia Complementar: NAHVI. 1a. Edição. D. Miro. Bookman. Schaum. Luis Joyanes. 2. Circuitos Elétricos..M. Vol.. Craig. 2000. S. ALEXANDER.

8a Ed. deslocamento de nível. 7a Ed.... ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente.. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. 7a Ed. 2006. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. Francisco Gabriel. Circuitos Eletrônicos. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Bibliografia Complementar: HOROWITZ.. 2007. limitação de nível. "Eletrônica". Elsevier Editora Ltda. A. 2007. P.. Prentice-Hall. SEDRA. N. 2a Ed. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos. MARINO. 22 ed..Centro de Engenharia. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos".. M.. MALVINO. BATES.. características estáticas e dinâmicas de um amplificador operacional canônico. S. Mike. SMITH. fundamentos e Aplicações.. aplicações em retificação. W. 2003. projetos. D.. L. McGraw-Hill. 1996.. MALVINO. HORENSTEIN. 5a Ed. Cambridge.. K. R. influência térmica. 2006. 5a Ed. 1 e 2. BATES. Porto Alegre: Bookman. relação estática tensão-corrente. Prentice-Hall. R. 2004. aplicações em amplificação de tensão e de corrente. SMITH. L. aplicações do amplificador operacional no condicionamento e processamento analógico de sinais.. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". J. NASHELSKY... “The art of electronics”. P. características dinâmicas. HILL.. etc. S.. C. D. 1989. 6 ed. comparação de tensão e de corrente. os diversos estágios que perfazem um amplificador operacional de tensão de dois estágios. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". Maria Aparecida Mendes.. 04 ELETRÔNICA ANALÓGICA APLICADA Código: EN2720 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Dispositivos Eletrônicos Ementa: Diagrama de Black e características dos sistemas realimentados. L. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. L. A.. Laboratório de eletricidade e eletrônica. SEDRA. Antonio. "Eletrônica". Prentice-Hall. P. 1996. lógica binária. deslocamento de nível. Montagem. 2007. A. K. 1989.. Prentice-Hall.. Cambridge. São Paulo: Érica. 8a Ed... CAPUANO. P. 2004. A. Prentice-Hall. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". HORENSTEIN. W. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos. Prentice-Hall. vol. 2007.. HILL. C. McGraw-Hill. "Microeletrônica". 2a Ed. NASHELSKY.. TOOLEY. 1 e 2. M. simulação e caracterização de diversos circuitos. “The art of electronics”. PERTENCE JÚNIOR. aplicações e laboratório. "Microeletrônica". J. vol. N. 299 . Bibliografia Básica: BOYLESTAD.

The Art of Electronics. 1989. Introdução aos dispositivos programáveis. fundamentos e Aplicações.. G.. H.. Filtros Analógicos. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias CAPUANO... Cambridge. 888 p. 6 ed. W. D... "Eletrônica Digital".. Transformada de Laplace. 2000. Máquinas de estado. SEDRA. MORENO.. “Circuitos digitais e Microprocessados” São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil. Maria Aparecida Mendes.. Cengage. Microeletrônica. Sistemas Digitais – Princípios e Aplicações.. J. Prentice-Hall. 3a Ed. Conversores digital-analógicos (ADC). 10a Ed. Introdução aos Sistemas Digitais.Centro de Engenharia. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT). Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. síncronos e assíncronos. SMITH. Digital Design: Principles and Practices. Transformada de Fourier. MOSS. 2006. H. aplicações e laboratório. A. TAUB. Circuitos Eletrônicos.. Álgebra booleana. 2003. F. 5a Ed. PERTENCE JÚNIOR. Elsevier Editora Ltda. W. 1a Ed. LANG.. L. TOOLEY. São Paulo: Érica. Ed.. 2007. S. Porto Alegre: Bookman. 05 ELETRÔNICA DIGITAL Código: EN2605 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Sistemas numéricos. WIDMER. DONOVAN. Convolução. Antonio. R.. Bookman. C. Sistemas Analógicos.. 1984.. M. 2a Ed.. 2007. MARINO. ERCEGOVAC. K. S. Portas lógicas básicas. T. 2007. 06 TRANSFORMADAS EM SINAIS E SISTEMAS LINEARES Código: BC1509 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução a Sinais e Sistemas. Porto Alegre: Bookman. Conversores analógico-digitais (DAC). 22 ed. Dispositivos de memória. 1999. Simplificação de circuitos combinacionais. Sinais Analógicos. HILL. Mike. Prentice-Hall. Serie de Fourier. Bibliografia Complementar: WAKERLY. J.. ISBN 9788560031931. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. Circuitos codificador/decodificador. Projeto de contadores. N. Bibliografia Básica: 300 . FLOYD. L. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 2006. Prentice-Hall. Representação no Domínio da Freqüência. Bibliografia Básica: TOCCI. Circuitos aritméticos. 9 ed. J. 2009. R. T. Circuitos mux/demux. BIGNELL. Francisco Gabriel. projetos. Flip-flops e suas aplicações.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias LATHI, B. P.; Sinais e Sistemas Lineares, Bookman, 1a Ed., 2007. ROBERTS, M. J.; Fundamentos em Sinais e Sistemas, McGraw-Hill, 1a Ed., 2009. HAYKIN, S.; VAN VEEN, B.; Sinais e Sistemas, Bookman, 1a Ed., 2001. OPPENHEIN, A.; WILLSKY, A.; NAWAB, S.; Sinais e Sistemas, 2ª ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: SCHETZEN, M.; Linear Time-Invariant Systems, IEEE Press, John Wiley & Sons, Inc., Publication, 2003. ZIEMER, R. E.; TRANTER, W. H.; FANNIN, D. R.; Signals and Systems: Continuous and Discrete, Prentice Hall; 4a Ed., 1998. HSU, H. P.; Teoria e problemas de sinais e sistemas. Porto Alegre: Artmed Editora, 2004. 431 p. (Coleção Schaum). BOULET, B.; CHARTRAND, L.; Fundamentals of Signals and Systems, Da Vinci Engineering Press, 1.a Ed., 2006. TRIPATHI, A.N.; Linear System Analysis, New Age International (P) Ltd., Publishers, 1998. OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S.; HAMID, S.; Signals and Systems. 2. ed. Prentice Hall, 1996.

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PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO

Código: EN2608 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Revisão de Análise e Representação de Sinais; Sistemas de Modulação Analógica; Sistemas de Modulação AM; Sistemas de Modulação FM; Sistemas de Modulação PM; Desempenho dos Sistemas de Modulação Analógica; Introdução aos Sistemas de Comunicação Digital; Transmissão em Banda Base; Modulação por Amplitude de Pulso; Modulação por Codificação de Pulso; Desempenho de Sistemas com Modulação por Codificação de Pulso. Bibliografia Básica: LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. HAYKIN, S. Introdução aos Sistemas de Comunicação, Bookman, 1a Ed., 2008. CARLSON, A. B.; CRILLY, P. Communication Systems, McGraw-Hill, 5a Ed. 2009. Bibliografia Complementar: COUCH II, L. W.; Digital and Analog Communication Systems, Prentice Hall, 6a Ed., 2001. ZIEMER, R. E. ; TRANTER, W. H.; Principles of Communications, John Wiley and Sons; 6a Ed., 2008. GOMES, T.; Telecomunicações – Transmissão e Recepção AM–FM / Sistemas Pulsados, Erica, 11a Ed., 2008. WYSOCKI, T.; DARNELL, M.; HONARY, B.; Advanced Signal Processing for Communication Systems, Springer, 1a Ed., 2002. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; Fundamentals of Communication Systems. 2. ed. Prentice Hall, 2005. HSU, H.; Comunicação Analógica e Digital. 2. ed. Bookman, 2006. YOUNG, P. H.; Técnicas de Comunicação Eletrônica. 5. ed. Prentice Hall, 2006. 301

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NASCIMENTO, J.; Telecomunicações. 2. ed. Makron, 2001.

08

REDES DE COMPUTADORES

Código: BC1513 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação Ementa: Introdução às Redes de Computadores: Conceito, Evolução das Arquiteturas, Origem da Internet, Topologias, Classificação (LAN, MAN, WAN); Transmissão da Informação: meios de Transmissão, capacidade, Técnicas de Transmissão, Multiplexação, Técnicas de Comutação, detecção e Correção de Erros; Modelo OSI; Modelo TCP/IP; Topologias e Dispositivos de Interconexão; Atrasos e Perdas das Redes de Computadores; Camada de Enlace; Camada de Rede; Camada de Transporte; Camada de Aplicação; Alguns Padrões para WANs. Bibliografia Básica: TANEMBAUM, A. S. Redes de Computadores, Campus, 4a Ed., 2003. FOROUZAN, B. A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores, McGraw-Hill, 4a Ed., 2008. KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet, Addison Wesley, 3a Ed., 2007. Bibliografia Complementar: HALSALL, F. Computer Networking and the Internet, Addison–Wesley, 5a Ed., 2005. COMER, D. E. Redes de Computadores e Internet, Artmed, 4a Ed., 2007. KUMAR A.; MANJUNATH, D.; KURI, J. Communication Networking: An Analytical Approach, Morgan Kaufmann Elsevier, 2004. SOUZA, L. B. Redes de Computadores – Guia Total, Ed. Erica, 1.a Ed., 2009. DUCK, M.; READ, R. Data Communications and Computer Networks for Computer Scientists and Engineers, Pearson Prentice Hall, 2.a Ed., 2003.

09

SINAIS ALEATÓRIOS

Código: EN2609 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução à Probabilidade e à Estatística; Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Revisão da Teoria da Probabilidade: Espaço Amostral, Probabilidade Condicional e Regra de Bayes, Independência Estatística, Experimentos Seqüenciais; Variáveis e Vetores Aleatórios; Introdução aos Processos Estocásticos: Processos Aleatórios em Tempo Discreto, Processos Aleatórios em Tempo Contínuo, Processos Estacionários, Ergodicidade e Médias Temporais; Densidade Espectral de Potência, Resposta de Sistemas Lineares; Ruído: Filtragem de Ruídos, Ruído de Faixa Estreita, Ruído Passa-Faixa, Banda Equivalente de Ruído.

302

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: LEON–GARCIA, A.; Probability and Random Processes for Electrical Engineering, Prentice Hall, 3ª Ed., 2008. PAPOULIS, A.; PILLAI, S.U.; Probability, Random Variables and Stochastic Processes, McGraw-Hill, 4ª Ed., 2002. MILLER, S.; CHILDERS, D.; Probability and Random Processes: With Applications to Signal Processing and Communications, Academic Press, 2ª Ed., 2004. PEEBLES, P. Z.; Probability, random variables, and random signal principles, 4th ed., McGraw-Hill, 2001. Bibliografia Complementar: LI, X. R.; Probability, Random Signals and Statistics, CRC, 1ª Ed., 1999. KAY, S.; Intuitive Probability and Random Processes using MATLAB, Prentice Hall, 2ª Ed., 2007. GUBNER, J.; Probability and Random Processes for Electrical and Computer Engineers, Cambridge, 1ª Ed., 2006. HSU, H.; Probability, Random Variables, and Random Processes, Schaum, McGraw-Hill, 1ª Ed., 1997. ALBUQUERQUE, J. P. A.; FORTES, J. M. P.; FINAMORE, W. A.; Probabilidade, Variáveis Aleatórias e Processos Estocásticos, Interciência, 1ª Ed., 2008. CLARKE, A. B.; DISNEY, R. L.; Probability and Random Processes: A First Course with Applications, Wiley, 2ª Ed., 1985. COOPER, G. R.; MCGILLEM, C. D.; Probabilistic Methods of Signal and System Analysis. 3. ed. Oxford, 1999. LATHI, B. P.; Modern Analog and Digital Communications. 4. ed. Oxford, 2009. YATES, R. D.; GOODMAN, D. J.; Probability and Stochastic Processes: A Friendly Introduction for Electrical and Computer Engineers. 2. ed. Wiley, 2004.

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PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS

Código: EN2610 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Sinais de Tempo Discreto e Seqüências; Sistemas Lineares Invariantes no Tempo; Convolução; Equações a Diferenças; Amostragem de Sinais em Tempo Contínuo; Análise no Domínio da Freqüência: Transformada Z; Análise de Fourier de Tempo Discreto; Transformada Rápida de Fourier (FFT); Introdução ao Projeto de Filtros. Bibliografia Básica: INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G.; Digital Signal Processing using MATLAB, Thomson, 2a Ed., 2006. SILVA, E. A. B. ; LIMA NETTO, S.; DINIZ, P. S. R.; Processamento Digital de Sinais – Projeto e Análise de Sistemas, Bookman, 1a Ed., 2004. HAYES, M. H.; Processamento Digital de Sinais, Artmed, 1a Ed., 2006. Bibliografia Complementar: MITRA, S. Digital Signal Processing: A Computer Based Approach, McGraw-Hill, 3a Ed., 2004. 303

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W.; BUCK, J. R. Discrete–Time Signal Processing, Prentice Hall, 2a Ed., 1999. PROAKIS, J. G.; MANOLAKIS, D. K.; Digital Signal Processing: Principles, Algorithms and Applications, Prentice Hall", 3ª Ed., 1995. HAYKIN, S. S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas, Bookman, 2001. CARLSON, G. E. Signal and linear system analysis, 2nd d., John Wiley, 1998.

11

COMUNICAÇÃO DIGITAL

Código: EN2611 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Princípios de Comunicação; Sinais Aleatórios Ementa: Sistemas de Transmissão Binários em Banda Base: Introdução, Principais Técnicas de Modulação Digital em Banda Base para Sistemas Binários, Detecção de Sinais Binários em Ruído do Tipo AWGN, Formatação de Sinais Digitais, Transmissão em Canais Limitados em Banda (Primeiro e Segundo Critério de Nyquist); Sistemas de Transmissão Binários em Banda Passante: Introdução, Principais Técnicas de Modulação Digital em Banda Passante para Sistemas Binários, Representação Geométrica de Sinais, Detecção de Sinais em Ruído do tipo AWGN, Filtro Casado, Probabilidade de Erro de Símbolo, Probabilidade de Erro de Bit. Sistemas de Transmissão M–ários em Banda Passante: Introdução, Sistemas de Modulação M–ários, Principais Técnicas de Modulação Digital para Sistemas M–ários, Filtragem Ótima, Codificação de Gray, Comparação de Desempenho para Sistemas M–ários, Limitantes de Desempenho. Bibliografia Básica: LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. PROAKIS, J.; SALEHI, M. Fundamentals of Communications Systems, Prentice Hall, 2a Ed., 2007. HAYKIN, S.; Introdução aos Sistemas de Comunicação, Bookman, 1a Ed., 2008. Bibliografia Complementar: SKLAR, B.; Digital Communications – Fundamentals and Applications, Prentice Hall, 2a Ed., 2001. PROAKIS, J.; SALEHI, M. Digital Communications, McGraw-Hill, 5a Ed., 2008. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; BAUCH, G. Contemporary Communication Systems Using MATLAB, CL-Engineering, 2a Ed., 2003. CARLSON, A. B. ; CRILLY, P.; Communication Systems, McGraw-Hill, 5a Ed., 2009. YANG, W. Y. et al.; MATLAB/Simulink for Digital Communication, A-Jin Publishing; 1a Ed., 2009. SILAGE, D.; Digital Communication Systems using MATLAB and Simulink, Bookstand, 1a Ed., 2009.

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TEORIA DA INFORMAÇÃO E CÓDIGOS

Código: EN2612 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação Digital 304

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Revisão de probabilidade e exemplos de aplicação em comunicações digitais. Conceitos de informação e entropia. Codificação de fonte discreta sem memória. Teorema da codificação de fonte. Classificação dos códigos: comprimento fixo; distinto; prefixados; decodificação unívoca; instantâneos. Codificação ótima de fonte (Shannon-Fano, Huffman e Lempel-Ziv). Canal discreto sem memória. Teorema da codificação de canal. Capacidade de canal contínuo. Aplicações da teoria da informação: determinação do desempenho de sistemas de comunicação. Noções de campos numéricos. Códigos de bloco. Noções de anéis de polinômios. Códigos cíclicos. Códigos de bloco avançados. Códigos convolucionais. Aplicações de códigos convolucionais em comunicação. Bibliografia Básica: COVER, T. M. ; THOMAS, J. A. Elements of Information Theory, John Wiley & Sons, 2a Ed., 2006. LIN, S. ; COSTELLO, D. J. Error Control Coding – Fundamentals and Applications, Prentice Hall, 2a ed., 2004. MOON, T. K. Error Correction Coding Mathematical Methods and Algorithms, John Wiley and Sons, 1a ed., 2005. Bibliografia Complementar: HAYKIN, S.; Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais, Bookman, 4ª Ed., 2004. LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4ª Ed., 2010 CARLSON, A. B.; CRILLY, P. B.; RUTLEDGE, J.; Communications Systems: An Introduction to Signals and Noise in Electrical Communications, MacGraw-Hill, 4ª Ed., 2001. HSU, H.; Theory and Problems of Analog and Digital Communications, 2ª Ed., McGraw-Hill, 2003. GALLAGER, R.; Principles of Digital Communication, Cambridge University Press, 2008 V.S. PLESS, V. S.; HUFFMAN, W.C.; Fundamentals of error-correcting codes, Cambridge University Press, 2003.

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ONDAS ELETROMAGNÉTICAS APLICADAS

Código: EN2613 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Revisão das Equações de Maxwell; Propagação de Ondas Eletromagnéticas; Reflexão, Refração e Difração em Interfaces Planas; Potenciais Retardados e Antenas; Guias Metálicos; Teoria de Linhas de Transmissão. Bibliografia Básica: WENTWORTH, S. M.; Eletromagnetismo Aplicado, Bookman, 2009. JACKSON, J. D.; Classical Electrodynamics, Wiley; 3a Ed., 1998. KRAUS, J. D. ; FLEISCH, D. A.; Electromagnetics with Applications, McGraw-Hill, 5a Ed., 1999. Bibliografia Complementar: PANOFSKY, W. K. H.; PHILLIPS, M.; Classical Electricity and Magnetism, Dover Publications, 2 Ed., 2005. 305

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias IDA, N.; Engineering Electromagnetics, Springer–Verlag, 2a Ed., 2004. ULABY, F. T.; Eletromagnetismo para Engenheiros, Bookman, 1a Ed., 2009. BORN, M.; WOLF, E.; Principles of Optics, Cambridge University Press, 7a Ed., 1999. SADIKU, M. N. O.; Elements of Electromagnetics, Oxford University Press, 2006.

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COMUNICAÇÕES ÓPTICAS

Código: EN2614 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Fundamentos: óptica geométrica, interferência, difração e polarização. Dispositivos Ópticos: Fontes ópticas coerentes e incoerentes, Fibras Ópticas: propagação, características e tipos, Fotodetectores, Acopladores, Amplificadores, Moduladores e Filtros Ópticos; Análise do Espectro Óptico; Recepção e Transmissão em Sistemas Ópticos: Modulação de Intensidade, Detecção Direta e Técnicas Coerentes; Caracterização e medidas em fibras e fontes ópticas. Bibliografia Básica: SALEH, B. E. A.; TEICH, M.C.; Fundamentals of Photonics, Wiley, 2a Ed., 2007. AGRAWAL, G. P.; Fiber–Optic Communication Systems, John Wiley and Sons, 3a Ed., 2002. KAMINOW, I. P.; LI, T.; Optical Fiber Telecommunications IV: Components, Academic Press, 2002. Bibliografia Complementar: AGRAWAL, G. P.; Nonlinear Fiber Optics, Academic Press, 3a Ed., 2001. HECHT, E.; Optics, Addison Wesley, 4a Ed., 2002. BORN, M.; WOLF, E.; Principles of Optics, Cambridge University Press, 7a Ed., 1999. AGRAWAL, G. P.; Lightwave Technology, Wiley, 2005. DESURVIRE, E.; Survival Guide in Global Telecommunications: Broadband Access, Optical Components and Networks, and Cryptography, Wiley, 5a Ed., 2004.

15

PROPAGAÇÃO E ANTENAS

Código: EN2615 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ondas Eletromagnéticas Aplicadas Ementa: Elementos de um Sistema de Rádio Propagação; Fenômenos de Propagação; Modelo de Propagação em Espaço Livre; Propagação em Espaço Semi–Livre; Propagação na Troposfera; Propagação na Ionosfera; Propagação em Microondas; Conceitos Básicos de Antenas: Principais Características e Propriedades Elétricas, Principais Tipos, Estudo de Radiadores Simples, Impedância de Antenas Lineares Finas, Teoria das Redes Lineares, Antenas de Abertura, Antenas com Refletores, Antenas Receptoras, Medidas em Antenas. Bibliografia Básica: BALANIS, C. A.; Antenna Theory – Analysis and Design, John Wiley & Sons, 3a Ed., 2005. KRAUS, J. D.; MARHEFKA, R. J.; Antenna for all Applications, McGraw-Hill, 3a Ed., 2001. 306

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HUANG, Y.; BOYLE, K.; Antennas: from Theory to Practice, Wiley, 2008. Bibliografia Complementar: BALANIS, C. A.; Teoria de Antenas – Analise e Síntese, vol 1 e 2, LTC, 3a Ed., 2009. RUSSER, P.; Electromagnetics, Microwave Circuit and Antenna Design for Communications Engineering, Artech House, 2a Ed., 2006. ELLIOTT, R. S.; Antenna Theory and Design, Wiley, 2003. BALANIS, C. A.; Modern Antenna Handbook, Wiley, 2008. RIBEIRO, J. A. J.; Propagação das Ondas Eletromagnéticas – Princípios e Aplicações, Érica, 2004.

16

COMUNICAÇÕES MULTIMÍDIA

Código: EN2621 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Introdução às Comunicações Multimídia. Representação Digital da Informação Multimídia: Aquisição, Amostragem, Quantização e Codificação Binária. Teoria de Informação e Codificação de Fonte. Processamento Multimídia: Compressão de Texto, Codificação de Imagem, Codificação de Áudio e Codificação de Vídeo. Padrões e Normas de Codificação Para Comunicações Multimídia. Gerenciamento da Qualidade de Serviço (Qos): Redes de Banda Larga, Protocolos de Rede Multimídia. Aplicações. Bibliografia Básica: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Addison Wesley, 2000. HWANG, J.; Multimedia Networking: From Theory to Practice, Cambridge, 2009. WANG, H.; KONDI, L.; LUTHRA, A.; CI, S.; 4G Wireless Video Communications. Wiley, 2009. Bibliografia Complementar: RAO, K.; BOJKOVIC, Z.; MILOVANOVIC, D.; Introduction to Multimedia Communications: Applications, Middleware, Networking, Wiley–Interscience, 2006. VAN DER SCHAAR, M.; CHOU, P. A.; Multimedia over IP and Wireless Networks: Compression, Networking, and Systems, Academic Press, 2007. MCLOUGHLIN, IAN.; Applied Speech and Audio Processing. Cambridge University Press, 2009. RAO, K. R.; BOJKOVIC, Zoran S.; MILOVANOVIC, Dragorad A.; Multimedia Communication Systems: Techniques, Standards, and Networks. Prentice Hall, 2002. RICHARDSON, I. E.; H.264 and MPEG-4 Video Compression: Video Coding for NextGeneration Multimedia. Chichester: Wiley, c2003.

17

SISTEMAS MICROPROCESSADOS

Código: EN2617 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Eletrônica Digital; Dispositivos Eletrônicos

307

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Conceituação de sistema embarcado. Organização de Computadores: Processador, Memória, Dispositivos de Entrada e Saída; Arquiteturas e operação de Microprocessadores: Unidade de Controle, Registradores, Conjunto de Instruções, Assembly, DMA, Unidade Logico–Aritmetica, Ciclo de Instrução; Modos de Enderecamento; Barramento; Diagramas de Tempo da CPU; Interrupções e Tratamento de Interrupções; Protocolos de Comunicação e Interfaceamento; Programação em C voltada à microcontroladores. Fluxograma. Bibliografia Básica: DALTRINI, B. M.; JINO, M.; MAGALHÃES, L. P.; Introdução a Sistemas de Computação Digital, Makron Books, 1999. HAYES, J. P.; Computer Architecture and Organization, 3rd Ed., McGraw-Hill Book Co., 1998. STALLINGS, W.; Computer Organization and Architecture, Prentice Hall Inc, 2000 Bibliografia Complementar: GIMENEZ, S. P.; Microcontroladores 8051, Prentice-Hall, 2002. ZANCO, W. S.; Microcontroladores PIC – Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos, Érica, 1a Ed., 2006. SOUZA, D. R.; Microcontroladores ARM7 – O poder dos 32 bits, Érica, 2006. SOUZA, D. J.; Desbravando o PIC – Ampliado e Atualizado para PIC 16F628A, Érica, 12a Ed., 2007. STEWART, J. W.; MIAO, K. X.; The 8051 microcontroller: hardware, software, and interfacing. 2 ed. Upper Saddle River, N.J: Prentice Hall, 1999.

18

TELEFONIA FIXA MODERNA

Código: EN2619 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Redes de Computadores; Princípios de Comunicação Ementa: Conceitos básicos; Teoria de tráfego; Técnicas de Comutação; Sinalização: SS7, H.323; Estruturas de Redes de Telefonia Digitais: ISDN, DSL, VoIP, NGN, PDH, SDH. Bibliografia Básica: JESZENSKY, P. J. E.; Sistemas Telefônicos, Manole, 3ª Ed., 2003. BELLAMY, J. C.; Digital Telephony, John Wiley and Sons, 3ª Ed., 2000. SEXTON, M.; Broadband Networking: ATM, SDH, and SONET, Artech House, 1ª Ed., 1997. Bibliografia Complementar: AGBINYA, J. I.; IP Communications and Services for NGN, Auerbach, 1ª Ed., 2009. SALINA, J. L.; SALINA, P.; Next Generation Networks: Perspectives and Potentials, Wiley, 1ª Ed., 2008. RUSSELL, T.; Signaling System #7, McGraw-Hill, 5ª Ed., 2006. SILLER JR., C. A.; SHAFI, M.; SONET/SDH: A Sourcebook of Synchronous Networking, WileyIEEE Press, 1ª Ed., 1996.

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Código: EN2620

COMUNICAÇÕES MÓVEIS

308

Cultura da Virtualidade Real. HANNEMAN. Classificação de Canais de Propagação. Y... Sistemas de Comunicações Wireless. 1993... Interferência Co–canal. 2009... A. SHANMUGAN. Prentice Hall. CRC Press. E. Compressão do Tempo–Espaço. VISWANATH. Principles of Communication Systems Simulation with Wireless Applications..8. Comunicações Sem Fio – Princípios e Práticas. Principais Padrões Celulares. M. T. GARG. and Techniques. Wireless and Cellular Communications. L... Introduction to CDMA Wireless Communications.. University of California. 2008. 2001. 1998. TRANTER. Bibliografia Básica: CASTELS. YACOUB. 2007. Bookman. Cambridge. C. 1ª Ed. Análise de Desempenho. S. Morgan Kaufmann. S.. Wireless Communications & Networking. 2ª Ed. Springer. John Wiley and Sons.Centro de Engenharia. Hand–off. M. 8. SHANKAR.. Introduction to social network methods. Grade de Serviço.6.. 2005. Canais de Propagação. Revisão dos Conceitos de Tráfego. LEE. Capacidade de Sistemas Celulares. Fundamentals of Mobile Radio Engineering. M. ABU-RGHEFF. Metamorfose e Limites da Informação.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação 01 Código: EN3601 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há INFORMAÇÃO E SOCIEDADE Ementa: Sociedade da Informação. L. Bibliografia Básica: RAPPAPORT. 1ª Ed. Standards. STUBER. M. 1ª Ed. GOLDSMITH. CRC Press. 1ª Ed. Cambridge University Press. Alocação de Canais. Bibliografia Complementar: LEE. 2005.. Prentice Hall. 2ª Ed. 2002. M. A. P. L... K. W... S. J. Manuel. W.. YACOUB. Robert. K. H. T. Principles of Mobile Communication. V. Principais Modelos de Propagação. 2000. Revolução da Tecnologia da Informação. Fundamentals of Wireless Communication. São Paulo: Paz e Terra. O Indivíduo na Sociedade da Informação. 309 . 1999. Introduction to Wireless Systems. Novas Técnicas de Comunicação Sem Fio. MOHER.. A sociedade em rede. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação Digital. TSE. Reuso de Freqüência. Transformações Sociais: A Nova Economia. McGraw-Hill. Estado e Novos Atores Políticos e Sociais na Era da Informação. Influência. S. Principais Padrões de Redes de Computadores Sem Fio. Diversidade. Planejamento Celular.. Definição de Célula.. Academic Press. CDMA Systems Engineering Handbook. P. 1ª Ed. 1ª Ed.. S. HAYKIN.. KOSBAR. Wireless Technology: Protocols. D. 2007... G.. 2005. 2004. 3ª Ed. 1ª Ed. RAPPAPORT. D. Wireless Communications. D. Propagação e Antenas Ementa: Introdução aos Sistemas Móveis. Artech House... MILLER.

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16 PROJETO DE FILTROS DIGITAIS Código: EN3621 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Características dos Filtros Digitais. Aplicações em Sistemas de Comunicação Digital. WILLINSTON. K. A... 2a Ed. G. Acústica Aplicada ao Controle de Ruído. 2006. Discrete–Time Signal Processing. Discrete-Time Processing of Speech Signals. 1997. Springer Handbook of Acoustics. J.. Noções de Codificação de Voz e de Áudio.. D. 10th Ed. S. 2000. Processamento Digital de Sinais. Linear Prediction of Speech.. V. 2006. HAYES. Noções de Psicoacústica. Prentice Hall. G.. Noções de Acústica Musical. Gravação e Reprodução de Áudio Digital. K. Projeto de Filtros FIR. 1a Ed. New York: McGrawHill. (org.. 2006. A. D. 2005. National Association of Broadcasters Enginnering Handbook. G. 319 . Digital Television Fundamentals. New York: McGrawHill. 2004.. H... MANOLAKIS.. POHLMANN. GRAY. 3a Ed. J.. WILLIAMS. M. R. Digital Signal Processing: A Computer Based Approach.. 3ª Ed. J. H. 3a Ed. MARKEL.. S. Algorithms and Applications. Prentice Hall. B. 2007. Digital Signal Processing using MATLAB. P.. 1976. PROAKIS. R. 5th ed. Thomson... LYONS. J... Digital Signal Processing. A... C. Understanding Digital Signal Processing... 3rd Ed. Oxford: NewnesElseiver. New York : Springer. Prentice Hall. DELLER Jr.. PROAKIS. Bookman. M. J. T. E. Digital Signal Processing : Principles. D. 1a Ed. S. Predição Linear. Design and Installation of Video and Audio Systems. 2007. (ed. G. ROBIN.. HANSEN. DINIZ.. H. J. BUCK.. D. M. Bookman. Bibliografia Complementar: BISTAFA.). Fundamentos de Áudio Digital... Massachusetts: Focal. LIMA NETTO.. New York: IEEE. World Class Designs. SCHAFER. Filtros de Fase Linear. 1995. 1999. Applied Digital Signal Processing: Theory and Practice. R. K. G. S. V. A Voz Humana Falada e Cantada. J. (ed. Bibliografia Complementar: MITRA. OPPENHEIM. R. R. 2009. R. SILVA.. L. MANOLAKIS.).. São Paulo: Edgard Blücher. Bibliografia Básica: ROSSING. Processamento Digital de Sinais – Projeto e Analise de Sistemas.. 2010. K. W. E. Elementos de Acústica.. K. PROAKIS. 2a Ed.. 2004. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Fundamentos de Sinais de Voz e Áudio. POULIN.. Projeto de Filtros IIR.). Principles of Digital Audio.Centro de Engenharia. 2nd Ed. A. V. New York: Springer Science. INGLE. McGraw-Hill. Bibliografia Básica: INGLE.

Bibliografia Básica: CUNNINGHAM. J. S. Álgebra Linear.. Transformações Geométricas.2 – Teoria e Prática. HUGHES. Novos Protocolos para Redes Ópticas. K. KANDROT. A. WOODS. Computação Gráfica: Geração de Imagens. KHRONOS. 2004. J. Prentice Hall.. Addison-Wesley Professional. D. 2003. Computação Gráfica V. Algoritmos e Planejamento.0 and 3. E. Addison–Welley. VAN DAM. Bibliografia Complementar: FOLEY.E. E.. BAKER. Computer Graphics: Principles and Practice in C. 17 FUNDAMENTOS DE PROCESSAMENTO GRÁFICO Código: EN3622 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica. F.. S. E.. 2006.1.. Versions 3. Gatesmark Publishing. D. Tópicos sobre Hardware Gráfico. R.. 2009. S. Introdução à Comutação. CUDA by Example: An Introduction to General-Purpose GPU Programming. Addison-Wesley. 1997. FEINER. 2 ed. OpenGL Programming Guide: The Official Guide to Learning OpenGL. Programação do Software Embarcado Ementa: Conceitos Iniciais do Processamento Gráfico. Proteção e Restauração de Redes Ópticas. Comunicação pela Visualização. Computer Graphics with OpenGL.C. Elementos das Redes WDM.. J. Rio de Janeiro: Campus. 2009. AZEVEDO. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Cambridge University Press. D. A. Computer Graphics: Programming in OpenGL for Visual Communication. Digital Image Processing Using MATLAB.. CONCI. Princípios de Modelamento Gráfico.. AZEVEDO. EDDINS.. CAMPUS. Iluminação e Tonalização. OpenGL ARB Working Group. CONCI. Mapeamento de Textura. 3 ed. 2007. 2 ed.. LETA. Bibliografia Básica: 320 .. R.L. Visualização e Projeção. Processamento da Informação.ed.. A. Redes Ópticas Experimentais e Comerciais Implantadas. F.Centro de Engenharia. Gerenciamento de Redes Ópticas. GONZALEZ. 2011.. Cores e Mistura. HEARN. 2011. Projeto de Redes Ópticas WDM: O Problema de Roteamento e Alocação de Comprimento de onda (RWA) em Redes Ópticas. 18 TECNOLOGIA DE REDES ÓPTICAS Código: EN3623 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Comunicações Ópticas Ementa: Introdução às Redes Ópticas. Pearson Prentice Hall. P. M. Comutação Óptica. 1a Ed. SHREINER.. 7. SANDERS..

ELLINAS. 2. ed. AMAZONAS. Design. G. J. R. Planar microwave engineering: a practical guide to theory.. Projeto de Sistemas de Comunicações Ópticas. Academic Press.. John Wiley & Sons. Path Routing in Mesh Optical Networks. Manole. LABOURDETTE.. The RF and Microwave Circuit Design Cookbook. MAAS. Multiwavelength Optical Networks: Architectures. Thomas H. G. Understanding Microwaves. 2008.. Optical fiber telecommunications IV A components. Fiber–Optic Communication Systems. I.. A. Introdução aos Sistemas de Microondas. J. Microwave Transistor Amplifiers: Analysis and Design. 2007. Acopladores Direcionais. A.. ed. 2008. 2. HONG. J. and Control. E. Optical Networks: a practical perspective. measurements and circuits. T. 2009.. Bibliografia Complementar: LEE. 2. 321 . S.. 1. E... 2008. B.. Wiley. BALA. ed. Ferroelectrics in Microwave Devices. 2001. Wiley. Circuitos ativos: Amplificadores. linha de fita. R.. Artech Print on Demand. ed. 2005. T. Análise de Circuitos: Parâmetros de Espalhamento. Optical Fiber Telecommunications V B. W.Centro de Engenharia. T. 3.. 19 SISTEMAS DE MICRO-ONDAS Código: EN3624 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. G. Fifth Edition: Systems and Networks (Optics and Photonics). R.. K. J. A. Circuits and Systems. P. 3. 2005. N.. The RF and Microwave Handbook. Linhas de transmissão: microfita. 5. S. Wiley. M. AGRAWAL. GEVORGIAN. WILLNER. G. E. M. R.. S.. I. 1996. F. Bibliografia Básica: RIBEIRO. Prentice-Hall. Bibliografia Complementar: KAMINOW. 1998. ed. John Wiley and Sons. ed. Engenharia de Microondas – Fundamentos e Aplicações. 2006. E. POZAR. 2004.. Microstrip Filters for RF/Microwave Applications. 2008. ed. 2005.. Dispositivos passivos: Divisores de Potência. Wiley. ed. Academic Press.. Springer. A. RAMAMURTHY. A. STERN. COLLIN. 2000. G. Stern (Author) KAMINOW. LI. 2009. Morgan Kaufmann. GOLIO. Eletrônica Analógica Aplicada Ementa: Análise Básica de Redes de Microondas. 3. Optical WDM Networks (Optical Networks). LI. SIVARAJAN. coplanar. Osciladores e Misturadores de Microondas. P. E. Érica. Foundations for Microwave Engineering. Revised ed. MUKHERJEE. K.. CRC. Springer. 3 Volume Set. 2. Adaptadores (Casadores) de Impedância e Filtros. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias RAMASWAMI. 2002.. P.. ELLINAS. LANCASTER. BOUILLET. J.. WILLNER. Microwave Engineering.. Cambridge University Press. SCOTT.... M. Cambridge: Cambridge University. A. 2002. Thomas E. ed. J. GONZALEZ. D..

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PROJETO DE ALTA FREQUÊNCIA

Código: EN3625 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Micro-ondas; Ondas Eletromagnéticas Aplicadas; Eletrônica Analógica Aplicada Ementa: Análise dos Parâmetros de Circuitos; Modelagem de Componentes Passivos e Ativos de RF; Redes de Casamento e de Polarização; Não linearidade e Distorção; Ruído em Circuitos de Alta Freqüência; Amplificadores de Baixo Ruído; Amplificadores de Potência; Osciladores Senoidais; Misturadores e Conversores de Frequência; Circuitos de Sincronização de Fase (PLL); Estudo de caso: Transceptor Analógico e Transceptor Digital. Bibliografia Básica: VIZMULLER, Peter.; RF design guide: systems, circuits, and equations. Boston: Artech House, c1995. x, 281 MASS, Stephen A.; The RF and microwave circuit design cookbook. Boston, Mass: Artech House, 1998. xviii, 267 p. GOLIO, John Michael; RF and microwave passive and active technologies. 2 ed. Boca Raton: CRC Press, 2008. 300 p. (RF and microwave handbook). Bibliografia Complementar: RAZAVI, B.; RF Microelectronics, First Edition, Prentice Hall, 1998. LEE, T. H.; Design of CMOS Radio-Frequency Integrated Circuits, 2nd edition, Cambridge University Press, 2004. GRAY, P. R.; HURST, P. J.; LEWIS, S. H.; MEYER, R. G.; Analysis and design of analog integrated circuits, New York: Wiley, 2001. LIAO, S. Y.; Microwave Devices and Circuits. 3. ed. Prentice Hall, 1996. BOWICK, C.; BLYLER, J; AJLUNI, C.; RF Circuit Design. 2. ed. Newnes, 2007.

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APLICAÇÕES MULTIMÍDIA EM VOZ, ÁUDIO E ACÚSTICA

Código: EN3626 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução ao Processamento de Sinais de Voz, Áudio e Acústicos Ementa: Análise por Síntese de Voz; Codificadores de Voz de Faixa Larga e Multimídia; Reconhecimento de Voz e de Locutores; Análise e Síntese de Sinais Musicais; Codificação de Áudio na TV Digital; Áudio na Internet; Áudio Imersivo; Equalização Digital Acústica de Ambientes. Bibliografia Básica: BIDGOLI, H. (org.); The Handbook of Computer Networks, vol. 2, New Jersey: John Wiley &Sons, 2008. ROSSING, T. D. (ed.); Springer Handbook of Acoustics, New York: Springer Science, 2007. DELLER Jr., J. R.; PROAKIS, J. G.; HANSEN, J. H. L.; Discrete-Time Processing of Speech Signals, New York: Macmillan Publishing Company, 1997.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Harlow: Addison Wesley, 2000. JAYANT, N. S.; NOLL, P.; Digital Coding of Waveforms: Principles and Applications to Speech and Video, Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1990. POHLMANN, K. C.; Principles of Digital Audio, 5th Ed., New York: McGrawHill, 2005. RABINER, L.; JUANG, B. H.; Fundamental of Speech Recognition. Delhi: Dorling Kindersley, 2006. MITRA, S.; Digital Signal Processing: A Computer Based Approach, New York: McGraw-Hill, 3rd ed. 2004.

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PLANEJAMENTO DE REDES DE INFORMAÇÃO

Código: EN3627 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação e Redes Ementa: Histórico de redes de comunicação; Conceitos básicos, protocolos e padrões, topologias, transmissão e comutação; Estudo de caso: projeto de uma rede de acesso sem fio, aquisição de dados, definição de serviços e previsão de demanda, dimensionamento da rede; Modelos de negócio, estudos de viabilidade, planos de negócio, planos operacionais; Projeto, dimensionamento e otimização de redes; Arquiteturas de rede, - Evolução de Tecnologias de redes e Serviços (análise dos fatores tecnológicos, econômicos, sociais, militares e políticos envolvidos); Entidades Reguladoras, entidades normativas e padrões, associações; Prática de simulação de redes. Bibliografia Básica: INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION. Telecom Network Planning for evolving Network Architectures Reference Manual. Genebra: ITU, 2008. OPPENHEIMER, P.; Top-Down Network Design, 2nd Edition. Cisco Press, 2004. ROBERTAZZI, T. G.; Planning Telecommunication Networks, 1st edition. Wiley-IEEE Press, 1998. Bibliografia Complementar: McCABE, J.; Network Analysis, Architecture, and Design, Third Edition. Morgan Kaufman Publishers, 2007. KUROSE, J. F; ROSS, K. W.; Redes de Computadores e a Internet. Addison Wesley, 3a Ed., 2007. COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Prentice Hall, 2005. KIM, Young Kyun; PRASAD, Ramjee. 4G roadmap and emerging communication technologies. Boston: Artech House, c2006.

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Código: EN3628 TPI: 0-3-3 Carga Horária: 48h

PROJETO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Princípios de Comunicação; Comunicação Digital Ementa: Sistemas de Comunicação – estrutura sistêmica com exemplos; Modulação e Demodulação Analógica; Modulação e Demodulação Digital; Amostragem – aliasing e reconstrução; Codificação de Canal; Codificação de Fonte e Criptografia; Detecção de Sinais – diagrama de olho e princípios de equalização; Sincronismo e Sistemas de PLL; Multiplexação e Demultiplexação – TDM, FDM; Projeto de um Sistema de Comunicação. Bibliografia Básica: LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. RICE, M.; Digital Communications: A Discrete-Time Approach, Prentice Hall; 1a Ed., 2008. MCCLANING, K.; VITO, T.; Radio Receiver Design, Noble, 1a Ed., 2001. Bibliografia Complementar: HAYKIN, S.; Introdução aos Sistemas de Comunicação. Bookman. 1a Ed., 2008. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; Fundamentals of Communications Systems. Prentice Hall. 2a Ed., 2007. ZIEMER, R. E.; TRANTER, W. H.; Principles of Communications. John Wiley and Sons. 6a Ed., 2008. YOUNG, P. H.; Técnicas de Comunicação Eletrônica. Prentice Hall. 5a Ed., 2006. YANG, W. Y. et al.; MATLAB/Simulink for Digital Communication. A-Jin Publishing. 1a Ed., 2009.

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PROJETO DE SISTEMAS MULTIMÍDIA

Código: EN3629 TPI: 0-3-3 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicações Multimídia; Processamento de Vídeo; Introdução ao Processamento de Sinais de Voz, Áudio e Acústicos Ementa: Representação de sinais multimídia; Padrões para codificação e compressão de dados: texto, voz, áudio, imagem e vídeo; Reconhecimento e síntese de voz; Equalização Acústica Digital de Ambientes, Watermarking; Manipulação de imagens e vídeo; Gerenciamento da Qualidade de Serviço (Qos): Redes de Banda Larga, Protocolos de Rede Multimídia; Aspectos de implementação em hardware. Bibliografia Básica: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Addison Wesley, 2000. HWANG, J.; Multimedia Networking: From Theory to Practice, Cambridge, 2009. RAO, K.; BOJKOVIC, Z.; MILOVANOVIC, D.; Introduction to Multimedia Communications: Applications, Middleware, Networking. Wiley–Interscience, 2006. BERGER, A. S.; Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and Techiques; CPM Books; 1a. ed., 2001. Bibliografia Complementar: VAN DER SCHAAR, M.; CHOU, P. A.; “Multimedia over IP and Wireless Networks: Compression, Networking, and Systems”, Academic Press, 2007. RICHARDSON, E. G.; "H.264 and MPEG-4 video compression: video coding for next324

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias generation multimedia". Chichester: Wiley, 2003. ASKELL, B. G.; PURI, A.; NETRAVALI, A. N.; "Digital video: an introduction to MPEG-2. New York: Chapman & Hall, 1997. RABINER, L.; JUANB, B. H.; "Fundamental of speech recognition. Delhi: Dorling Kindersley, 2006. DELLER, J. R.; HANSEN, J. H. L.; PROAKIS, J. G.; "Discrete-time processing of speech signals. New York: Institute of Electrical and Eletronics Engineers, 1997. ROSSING, T. D. (Editor);"Springer Handbook of Acoustics", Springer Science, New York, 2007. MCLOUGHLIN; “Applied Speech and Audio Processing”. Cambridge University Press, 2009.

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APLICAÇÕES DE MICROCONTROLADORES

Código: EN3630 TPI: 0-4-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas Microprocessados; Circuitos Elétricos I Ementa: Principais famílias de microcontroladores. Utilização de linguagem de alto nível (linguagem C) e linguagem de baixo nível (assembly) na computação em tempo real. Aplicações de instrumentação microprocessada. Bibliografia Básica: PREDKO, M.; Handbook of microcontrollers. New York: McGraw-Hill, 1998. BALL, Stuart R.; Embedded Microprocessor Systems: Real Word Design, ButterworthHeinemann, 3rd edition, November 2002. SHAW, A. C.; Real-time systems and software. John Wiley & Sons, 2001. Bibliografia Complementar: SINHA, P.K.; Microprocessors for engineering interfacing for real-time applications; New Yord: Halstead Press, 1987. BERGER, A. S.; Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and Techiques; CPM Books; 1a. ed., 2001. STEWART, James W; MIAO, Kai X.; The 8051 microcontroller: hardware, software, and interfacing. 2 ed. Upper Saddle River, N.J: Prentice Hall, 1999. NICOLOSI, Deny Emilio Campion; Microcontrolador 8051 detalhado. 8 ed. São Paulo: Érica, 2007. SOUSA, Daniel Rodrigues de; Desbravando o microcontrolador PIC 18: recursos avançados. São Paulo: Érica, 2010.

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PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS

Código: BC1501 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Análise e projeto orientados a objetos. Linguagens orientadas a objetos. Programação orientada a objetos.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BOOCH G.; RUMBAUGH J.; JACOBSON I.; UML – Guia do Usuário. GILLEANES; T. A. Guedes; UML – Uma abordagem clássica. Bibliografia Complementar: ECKEL, Bruce; Thinking in Java. FOWLER, Martin; UML essencial: um breve guia para linguagem-padrão de modelo de objetos.

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ENGENHARIA DE SOFTWARE

Código: BC1508 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Algoritmos e Estruturas de Dados I Ementa: Introdução a Engenharia de Software. Modelos de processos de desenvolvimento de software. Gerência de projeto. Engenharia de sistemas e de requisitos de software. Modelos de análise e de projeto. Verificação e validação. Qualidade de software. Métricas de software. Noções de métodos formais para especificação e verificação de requisitos. Manutenção de software. Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento de software. Ferramentas CASE. Bibliografia Básica: GHEZZI, C.; JAZAYERI, M.; MANDRIOLI, D.; Fundamentals of Software Engineering. BERTOT, Y.; CASTÉRAN, P.; HUET, G.; PAULIN-MOHRING, C.; Interactive Theorem Proving and Program Development: Coq'Art: The Calculus of Inductive Constructions. KAMMÜLLER, F.; Interactive Theorem Proving in Software Engineering. VLIET, H.; Software Engineering: Principles and Practice. Bibliografia Complementar: MALDONADO, José Carlos; DELAMARO, Márcio Eduardo; JINO, Mario; Introdução ao Teste de Softwarekniberg, H. Scrum and XP from the Trenches.

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ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS I

Código: BC1424 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Programação Orientada a Objetos Ementa: Breve introdução à linguagem C. Noções básicas de análise de complexidade de tempo de algoritmos. Estruturas lineares: busca e ordenação. Árvores de busca. Árvores balanceadas. Processamento de strings. Bibliografia Básica: CORMEN, T. H et al.; “Algoritmos: Teoria e Prática”. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2ª edição, 2002. KNUTH, D.E.; “The Art of Computer Programming”. vols. 1 e 3, Addison-Wesley, 1973. SZWARCFITER, L. Markezon; “Estruturas de Dados e seus Algoritmos”. Livros Técnicos e 326

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Científicos, 1994. ZIVIANI, N.; “Projeto de Algoritmos com implementação em Java e C++”. São Paulo: Editora Thomson, 1ª edição, 2007. Bibliografia Complementar: RODRIGUES, P.; PEREIRA, P.; SOUSA, M.; “Programação em C++: Algoritmos e Estruturas de Dados” , FCA Editora de Informática, 2000. SEDGEWICK, R.; “Algorithms in C++” (Parts 1-4), Addison-Wesley, 3ª edição, 1998. TENENBAUM, A. M.; LANGSAM, Y.; AUGENSTEIN, M. J.; “Estruturas de Dados Usando C”. Editora Pearson Makron Books. DROZDEK, Adam; “Estrutura de dados e Algoritmos em C++”. Thomson Learning, 2002.

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ENGENHARIA DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO E MISSÃO CRÍTICA

Código: EN3631 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação Ementa: IEEE SWEBOK. Especificação formal de sistemas. Máquinas de Estado, Recomendações ITU-T: SDL, MSC, TTCN, ASN. Validação de sistemas, Promela, SPIN. Bibliografia Básica: HOLTZMANN, G. J.; The Spin model checker: primer and reference manual. Indianapolis, Addison Wesley, 2003. ABRAN, A.; MOORE, J. W.; BOURQUE, P.; DUPUIS, R.; Guide to the Software Engineering Body of Knowledge 2004 Version. Washington, DC: IEEE Computer Society, 2005. SAMEK, M.; Practical UML Statecharts in C/C++, Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems. Newnes, 2008. Bibliografia Complementar: INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Specification and Description Language (SDL) Z.100. Genebra: ITU-T, 2002. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Message Sequence Chart (MSC) Z.120. Genebra: ITU-T, 1999. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Tree and Tabular Combined Notation (TTCN) Z.140. Genebra: ITU-T, 2001. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Information technology – Abstract Syntax Notation One (ASN.1): Specification of basic notation. Genebra: ITU-T, 2002.

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8.7 – Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica
8.7.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica Diplomação: Engenheiro de Instrumentação, Automação e Robótica Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8.7.2 – Perfil do Curso A necessidade de eficiência de produção nas instalações industriais, tendo em vista a fabricação de produtos de qualidade com baixo custo, exige soluções que envolvem tecnologia bastante intensiva em instrumentação, automação e robótica. Esta é uma área estratégica para a competitividade do setor industrial brasileiro, e requer a formação de pessoal capaz de acompanhar os avanços científicos e tecnológicos. A oferta do curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica possibilita o atendimento da necessidade do país em desenvolver mão de obra altamente especializada capaz de deter o conhecimento das tecnologias de ponta nas áreas de projeto, dimensionamento, configuração, análise de processos, manutenção dos sistemas de controle e automação e segurança, de modo a gerar a adequada independência para o desenvolvimento de equipamentos e sistemas de produção eficientes. Tal capacitação certamente gerará reflexos em toda a sociedade, por meio do fomento, coordenação e apoio ao complexo industrial brasileiro. As áreas específicas de conhecimento que dão origem ao nome desta modalidade de engenharia abrangem os aspectos básicos necessários a um controle industrial: a obtenção e o tratamento da informação, o processamento desta informação, e a tomada de decisão; e finalmente a atuação através de uma ação corretiva. Nestas três áreas, disciplinas específicas cobrem com uma visão ampla e não superficial os aspectos essenciais à formação de um profissional capaz, consoante ao praticado em cursos congêneres de outras instituições nacionais e internacionais de ensino superior.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7.3 – Objetivos do Curso Formar Engenheiros de Instrumentação, Automação e Robótica compreendendose como o profissional capaz de aplicar técnicas e ferramentas de engenharia visando a modelagem, medição e otimização do funcionamento de sistemas dinâmicos multivariáveis em tempo real. 8.7.3.1 – Objetivo Geral Formar engenheiros que saibam atuar tanto no setor produtivo industrial quanto nos institutos de pesquisa tecnológica resolvendo problemas de natureza da automação, onde esta solução for a mais eficiente ou do ponto de vista econômico ou da segurança (humana e/ou ambiental). Para isto, o conhecimento foi organizado abarcando modernas teorias de instrumentação, controle e robótica. Estas áreas se relacionam num sistema dinâmico sob as necessidades da automação, ou seja, da compreensão do sistema, a sua modelagem e a obtenção de informações mínimas necessárias e confiáveis em tempo real; do processamento destas informações levando-se em consideração o modelo e os objetivos perseguidos; e finalmente da aplicação da decisão desta análise através de um atuador. 8.7.3.2 – Objetivos Específicos Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC, ao longo do curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos três conjuntos de disciplinas oferecidas que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam um ou mais dos perfis listados a seguir: - Controle e Automação Industrial: : Este profissional, além de conhecimentos básicos desta engenharia, terá em seu currículo disciplinas de análise e teoria de controle de sistemas dinâmicos não lineares multivariáveis. - Instrumentação, Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais: Este

profissional, além de conhecimentos básicos desta engenharia, terá em seu currículo disciplinas de sistemas eletrônicos analógicos e digitais, princípios de instrumentação, simulação matemática e computacional, formas de comunicação de dados e introdução à nanotecnologia e suas aplicações. 329

econômica. medição e otimização do funcionamento de sistemas dinâmicos multivariáveis. integrando equipes multidisciplinares.  Definir qual é a estratégia mais adequada para se obter o comportamento dinâmico ótimo do sistema analisado. social e outras. biológica.7. segundo um critério pré-estabelecido.7. elétrica. química. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . Automação e Robótica será um profissional com formação multidisciplinar.Centro de Engenharia. necessárias ao controle de sistemas. processadores e atuadores presentes na malha de controle. 8.Robótica: Este profissional. Automação e Robótica é que ele seja capaz de:   Atuar profissionalmente.   Desenvolver e integrar novos sensores para obter informações seguras em tempo real. 330 . com forte base conceitual e habilidade para aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia visando a modelagem. implantação e manutenção de uma infra-estrutura física industrial automatizada bem como a avaliação de sua viabilidade técno-econômica. terá em seu currículo disciplinas relacionadas a sistemas robóticos móveis e estáticos: sua dinâmica controle e sensoreamentos específicos. 8. além de conhecimentos básicos desta engenharia. Acompanhar o desenvolvimento tecnológico de softwares e hardwares para automação industrial e apresentar propostas inovadoras que ofereçam soluções eficientes aos problemas que indústrias e empresas demandem. Participar da especificação. sejam eles das mais variadas naturezas: mecânica. dimensionando os elementos sensores.1 – Competências e Habilidades: As Competências e Habilidades que se espera do Engenheiro de Instrumentação.  Ser capaz de elaborar modelos matemáticos que representem o comportamento do sistema dinâmico real numa precisão suficiente que não comprometa as soluções a serem desenvolvidas.4.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Instrumentação. Será responsável pelo projeto. implantação e modernização de sistemas de automação e controle de processos industriais. com respeito à ética e responsabilidade sócio-ambiental.

Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 Horas aula. Tabela 34. Esta modalidade de engenharia.5 – Organização Curricular Na base dos cursos de Engenharia da UFABC está o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T). Automação e Robótica caráter profissionalizante. que constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC.7. cuja composição deve obedecer:       Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 Horas aula. Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica. tratam-se de um conjunto de disciplinas de 331 . correspondentes a 3600 horas aula. Automação e Robótica: 23 créditos / 276 Horas aula. não segue os moldes das modalidades tradicionais. No que se refere às Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica (profissionalizantes): 85 créditos / 1020 Horas aula. Assim. de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. Automação e Robótica.Centro de Engenharia. Disciplinas Obrigatórias Específicas da Modalidade Engenharia de Instrumentação. Ao concluírem o BC&T. exigindo um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Os estudantes inicialmente ingressam nos Bacharelados Interdisciplinares da UFABC e somente à medida que avançam neste curso é que passam a cursar as disciplinas da Engenharia de Instrumentação. os estudantes podem se matricular efetivamente na modalidade Engenharia de Instrumentação. Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento: 26 créditos / 312 Horas aula. Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula. Automação e Robótica exige o cumprimento 300 créditos. o curso de Engenharia de Instrumentação.

Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais. Automação e Robótica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 EN2719 EN2703 EN2704 EN2705 EN2706 EN2708 EN2720 EN2710 EN2711 EN2712 EN2721 EN2714 EN2715 EN2716 EN2717 Nome Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos I Sistemas de Controle I Circuitos Elétricos II Analise de Sistemas Dinâmicos Lineares Fotônica Eletrônica Analógica Aplicada Sistemas de Controle II Máquinas Elétricas Sensores e Transdutores Automação de Sistemas Industriais Acionamentos Elétricos Fundamentos de Robótica Sistemas CAD/CAM T 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 4 4 2 4 P 2 2 2 2 0 1 2 2 2 1 3 2 1 1 1 0 0 2 2 I 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 5 5 5 5 3 4 5 5 5 4 4 5 4 4 4 4 4 4 6 85 Recomendações Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos e Fotônica Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Circuitos Elétricos I Instrumentação e Controle Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Sistemas de Controle I Circuitos Elétricos I Dispositivos Eletrônicos Sistemas de Controle II Máquinas Elétricas Sistemas de Controle I Fundamentos de Desenho e Projeto Sistemas CAD/CAM Funções de Várias Variáveis Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Eletrônica Digital. Tabela 35. o aluno poderá cursar Disciplinas de Opção Limitada ou Livres escolhidas dentro dos três conjuntos de disciplinas oferecidas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 34: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. Instrumentação.Centro de Engenharia. ao longo do curso de Engenharia de Instrumentação. Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Introdução aos Processos de Fabricação Transformadas em Sinais e BC1509 Sistemas Lineares Processamento Digital de EN2610 Sinais EN2617 EN2605 Sistemas Microprocessados Eletrônica Digital Total Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC. Automação e Robótica. e Robótica. 332 . que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam um ou mais dos perfis: Controle e Automação Industrial.

Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais 18 07 19 20 21 22 11 23 24 25 26 27 28 29 30 12 Robótica 08 01 02 03 05 31 333 . Eletrônica Analógica Aplicada Fundamentos de Robótica Fundamentos de Robótica Fundamentos de Robótica Máquinas Elétricas Mecânica dos Fluidos I Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Processamento Digital de Sinais Fundamentos de Robótica Controle e Automação Industrial 05 06 07 08 09 10 11 12 08 13 14 15 16 17 Instrumentação. Automação e Robótica Áreas Item 01 02 03 04 Código EN3708 EN3709 EN3710 EN3711 EN3727 EN3721 EN3722 EN3707 EN3726 EN3618 EN2531 EN3706 EN3707 EN3712 EN3713 EN3714 EN3715 EN3728 EN3717 EN3722 EN3723 EN3724 EN2403 EN2405 EN2531 EN2622 EN2614 EN3406 EN3621 EN3630 EN3702 EN3704 EN3705 EN3706 EN3707 EN3708 EN3709 EN3710 EN3727 EN3725 Nome Sistemas de Controle III Controle Robusto Multivariável Controle Não-Linear Controle Discreto Processadores Digitais em Controle e Automação Teoria de Controle Ótimo Confiabilidade de Componentes e Sistemas Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Redes de Barramento de Campo Informática Industrial Pesquisa Operacional Servo-Sistema para Robôs e Acionamento para Sistemas Mecatrônicos Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Eletrônica de Potência I Eletrônica de Potência II Instrumentação e Metrologia Óptica Projeto de Microdispositivos para Instrumentação Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos Optoeletrônica Confiabilidade de Componentes e Sistemas Lógica Programável Engenharia Óptica e Imagens Instalações Elétricas I Fundamentos de Máquinas Elétricas Pesquisa Operacional Programação de Software Embarcado Comunicações Ópticas Instalações Elétricas II Projeto de Filtros Digitais Aplicações de Microcontroladores Visão Computacional Robôs Moveis Autônomos Controle Avançado de Robôs Servo-Sistema para Robôs e Acionamento para Sistemas Mecatrônicos Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Sistemas de Controle III Controle Robusto Multivariável Controle Não-Linear Processadores Digitais em Controle e Automação Inteligência Artificial em Robótica T P I 3 3 3 3 3 3 3 3 2 0 4 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 2 2 4 3 3 2 2 0 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 1 1 1 1 0 0 1 1 4 2 1 1 2 2 1 1 3 1 0 1 1 2 2 2 1 1 2 2 4 1 1 0 1 1 2 1 1 1 1 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 9 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 9 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 5 4 4 4 4 3 3 4 3 4 6 4 4 5 5 4 4 4 4 3 4 4 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 5 4 4 4 4 Recomendação Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Processamento Digital de Sinais Instrumentação e Controle Introdução à Probabilidade e à Estatística Mecânica dos Fluidos I Eletrônica Digital Eletrônica Digital Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Máquinas Elétricas Mecânica dos Fluidos I Circuitos Elétricos I Eletrônica de Potência I Circuitos Elétricos e Fotônica Sensores e transdutores Automação de Sistemas Industriais Circuitos Elétricos e Fotônica Introdução à Probabilidade e à Estatística Eletrônica Digital Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos I Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Geometria Analítica.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 35: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação. Álgebra Linear. Processamento da Informação Circuitos Elétricos e Fotônica Instalações Elétricas I Processamento Digital de Sinais Sistemas Microprocessados.

Centro de Engenharia.7. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. como também um possível exemplo de matriz de disciplinas. 334 . é apresentado o quadro de disciplinas de forma interdependente para o auxílio da programação do curso pelo aluno conforme sua escolha. Tabela 36.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A seguir.

Automação e Robótica EN1704 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2719 Dispositivos Eletrônicos EN2720 Eletrônica Analógica Aplicada EN2712 Sensores e Transdutores EN2714 Acionamentos Elétricos 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1701 Estágio Curricular I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1702 Estágio Curricular II em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Automação e Robótica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 335 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 36: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Instrumentação. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2605 Eletrônica Digital EN2617 Sistemas Microprocessados EN2715 Fundamentos de Robótica BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2706 Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares EN2704 Sistemas de Controle I EN2710 Sistemas de Controle II EN2708 Fotônica BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2705 Circuitos Elétricos II EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2711 Máquinas Elétricas EN2721 Automação de Sistemas Industriais BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2716 Sistemas CAD/CAM EN2717 Introdução aos Processos de Fabricação EN1703 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1705 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Instrumentação.Centro de Engenharia.

Automação e Robótica EN1705 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Instrumentação.Centro de Engenharia. Automação e Robótica EN1704 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN2531 – Pesquisa Operacional EN3727 – Processadores Digitais em Controle e Automação EN3728 – Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares BC1509 – Trasformadas em Sinais e Sistemas Lineares 8.7. Automação e Robótica 01 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Código: EN2719 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. etc. aplicações em retificação. relação estática tensão-corrente.8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. limitação de nível. lógica binária.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 37: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN2709 – Eletrônica Aplicada EN2512 – Sistemas de Fabricação EN2713 – Automação de Sistemas Industriais EN3720 – Projeto de Sistemas Digitais com VHDL e Implementação em FPGAs EN2618 – Projeto de Filtros Digitais EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN2523 – Pesquisa Operacional EN3718 – Processadores Digitais em Controle e Automação EN3716 – Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos Disciplina do Catálogo 2013 EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2720 – Eletrônica Analógica Aplicada EN2717 – Introdução aos Processos de Fabricação EN2721 – Automação de Sistemas Industriais EN3723 – Lógica Programável EN3621 – Projeto de Filtros Digitais EN1701 – Estágio Curricular I em Engenharia de Instrumentação. aplicações em amplificação de tensão e de 336 .8 – Ementas 8. Automação e Robótica (Resolução ConsEPE 103) EN1702 – Estágio Curricular II em Engenharia de Instrumentação. deslocamento de nível.7. Automação e Robótica (Resolução ConsEPE 103) EN1703 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Instrumentação. características dinâmicas. influência térmica.7.

ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente. NILSSON.W. C. O. A.. 9ª Ed... 1996.. S. 2005. C. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. – 2002 ) e Vol. fundamentos e Aplicações. deslocamento de nível. LTC. 2004. Vol. Antonio. Mike..M. Ed. Maria Aparecida Mendes. L.H. MARINO. D. Redes de Segunda Ordem. Métodos de Análise de Circuitos. Pearson. Francisco Gabriel. R. N. J. Elsevier Editora Ltda. TOOLEY. HAYT Jr .. SMITH. 1 ( 2a Ed. KEMMERLY. 03 Código: EN2704 SISTEMAS DE CONTROLE I 337 .. 2007.Q. "Microeletrônica".. 2007. 2a. Análise de Circuitos para Engenharia. Bibliografia Básica: ORSINI.. Análise de Circuitos em Engenharia. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. Redes de Primeira Ordem.. Ed. 2a Ed... Mc Graw Hill. RIEDEL. 7a Ed. N. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias corrente... 2003. Prentice-Hall. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos".E. vol.A. M. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. M. Prentice-Hall. Edição. IRWIN. 2006. HILL. K. NILSSON. NASHELSKY. ALEXANDER.. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. 8a Ed. CONSONNI. Circuitos Elétricos II. – 2004). Bipólos Elementares.. São Paulo: Érica. “Curso de Circuitos Elétricos”. aplicações e laboratório. J. L. EDMINISTER. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. Cambridge. Makron Books. A. Ed. M. 2008. "Eletrônica". Circuitos Eletrônicos. 2006.. Rio de Janeiro. 2008. SADIKU. Regime Permanente Senoidal. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". 2 (2ª Ed. W. 5a Ed. Ed. 3ª edição. 8th Ed. P. McGraw-Hill. A. São Paulo. W. DURBIN. projetos. Prentice-Hall. J. comparação de tensão e de corrente. Porto Alegre: Bookman. J. D... 22 ed. S. S. J.W. J. D... S. J.... D. Bibliografia Complementar: NAHVI. Bookman. Mc Graw Hill. CAPUANO. IRWIN.. Análise Básica de Circuitos para Engenharia.. K. 1989. . HORENSTEIN. PERTENCE JÚNIOR. MALVINO. Blücher. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. 2007.... Schaum. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos.Editora LTC. Laboratório de eletricidade e eletrônica. Circuitos Elétricos. BATES. P. L. 2010. Ed. 1 e 2. “The art of electronics”. 2008. SEDRA. “Circuitos Elétricos”. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. 6 ed. RIEDEL.Centro de Engenharia.

. M. J. K. 1998. M. Bookman. 8th Ed. DORF.. Schaum. C. M. GOODWIN. S. Bibliografia Básica: ORSINI. L. 1 ( 2a Ed.... 2012. J. R. Bibliografia Básica: OGATA. S. Circuitos Elétricos II.. – 2002 ) e Vol. Aplicações da Transformada de Laplace. SALGADO. Vol.W. Edição.. 2003. Makron Books. lugar das raízes para sistemas com retardo de transporte. NISE. FRANKLIN. Análise de Redes RLC. RIEDEL. J. IRWIN.. 2003. RIEDEL. "Engenharia de controle moderno". São Paulo. "Modern control systems".. Ed. NORMAN S. "Linear system theory and design". Prentice Hall. E. Prentice Hall..... 2010. LTC. 3ª edição. NILSSON. G. 2008. A.. J. D. C. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. O. BISHOP. erros estacionários em sistemas de controle com realimentação unitária. KAILATH. 2005. D. Linear Systems.. CONSONNI. Aplicações da Transformada de Fourier. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Análise de resposta transitória e de regime estacionário: sistemas de primeira e de segunda ordens. 2 (2ª Ed. 11th Ed. F.A. C. Prentice Hall... compensação por avanço e atraso de fase. 04 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Código: EN2705 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Redes Polifásicas. EMAMI-NAEINI. Indutâncias Mútuas e Transformadores.. análise no lugar das raízes: gráfico do lugar das raízes. 9ª Ed.. KUO.. T. projeto de sistemas de controle pelo método do lugar das raízes: compensação por avanço de fase.. 2008.Q. EDMINISTER.E. J. K.. Mc Graw Hill. N.. Bibliografia Complementar: NAHVI. Análise de Circuitos em Engenharia. 2005. efeitos das ações de controle integral e derivativo. Bibliografia Complementar: CHEN. compensação por atraso de fase. D. H... A. 2a.. 5th Ed. J. S. G. Mc Graw Hill. 2007.W. 1980. IRWIN. GRAEBE. 1985.. "Feedback control of dynamic systems". J. regras gerais para a construção do lugar das raízes. 2008.Editora LTC. 3rd Ed. T. Circuitos Elétricos.M. Oxford University Press. Ed. Rio de Janeiro. Análise de Circuitos para Engenharia. Propriedades e Teoremas de Redes Lineares. Pearson/Prentice Hall. POWELL. ”Sistemas de Controle Automatico”. KEMMERLY. critério de estabilidade de Routh.H. Prentice Hall do Brasil. Pearson. 6 Ed. Ed. W. Ed... HAYT Jr .... S. ALEXANDER C. NILSSON. DURBIN. SADIKU. “Curso de Circuitos Elétricos”. 4a Ed. “Control System Design”. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. LTC.. – 2004). “Circuitos Elétricos”. R. B. 338 . Blücher.. Pearson. .Centro de Engenharia. D. Ed. "Engenharia de Sistemas de Controle".

ISBN 0201610876. "Automatic Control Systems".. BISHOP.. R.Intrscience. (Ponta. H. critérios de estabilidade de Lyapunov. ISBN 978047135832-9. Óptica e Lasers. interferometria e difração. C. Bahaa E. Prentice Hall. Bibliografia Complementar: DORF. FREDERICK. extração dos autovalores e autovetores. 339 p. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Wiley. FRANKLIN. 2005. 8th edition. CLOSE.... matriz de transição de estados. R. xi.. K.. M. G. KUO. TEICH.. holografia. D. 2006. Malvin Carl...D. Optoelectronics and photonics: principles and practices.. New Jersey: Wiley . sensores ópticos.. 2a edição. Fundamentals of photonics. 339 . C. Bibliografia Básica: SALEH. fontes e detectores de luz. Models. linearização de sistemas dinâmicos não-lineares observabilidade. NAEINI. Editora Livraria da Física. 1161 p. A. Introduction to Dynamic Systems: Theory.15). Prentice Hall. F. S O. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 05 ANÁLISE DE SISTEMAS DINÂMICOS LINEARES Código: EN2706 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Instrumentação e Controle Ementa: Apresentação de sistemas dinâmicos lineares multivariáveis. tópicos avançados em fotônica. descrição por equações de estado. J. H. "Feedback Control of Dynamic Systems". and Applications 1979 ISBN-10: 0471025941 FRIEDLAND. B. luz: onda eletromagnética.Centro de Engenharia. ISBN 85-314-0333-2. 10th edition. Control System Design: An Introduction to State-Space Methods (Dover Books on Electrical Engineering) 2005 ISBN-10: 0486442780 06 FOTÔNICA Código: EN2708 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Fundamentos de óptica e fotônica. guias de ondas ópticas e fibras ópticas. "Modern Control Systems". KASAP. 1998. L. c2001.. E. Prentice Hall. A. 439 p. metrologia e processamento óptico de imagens.. YOUNG. Modeling and Analysis of Dynamic Systems 2001 ISBN-10: 0471394424 LUENBERGER. 2001. lasers: propriedades e aplicações. 4a edição.. interação da luz com a matéria. óptica Integrada e optoeletrônica. Matt. New York: Prentice Hall. D. "Engenharia de controle moderno". controlabilidade. 2 ed. 2002. Bibliografia. 5th edition. B. 2007.. OGATA. Bibliografia Básica: MONTEIRO. A.. 2003. estudo de estabilidade local e global. "Sistemas Dinâmicos".. K.C.. GOLNARAGHI.

Bibliografia Complementar: HOROWITZ. SEDRA. 1996. aplicações e laboratório. J. 418 p.S. Óptica e fotonica. MILLER. Laboratório de eletricidade e eletrônica.. T. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. MALVINO. Xiangyang. M. ISBN 052157493-5. 08 SISTEMAS DE CONTROLE II Código: EN2710 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Sistemas de Controle I Ementa: Análise de resposta em freqüência: diagramas de Bode. and lasers. World Sci. Porto Alegre: Bookman. HORENSTEIN. MARINO. 2007. características estáticas e dinâmicas de um amplificador operacional canônico. T. S. 2003. Maria Aparecida Mendes. 790 p. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: HECHT. 8a Ed.. 1 e 2. A.. SMITH. 2 ed... Prentice-Hall. D. vol. John Lester. Ed. Photonics rules of thumb: optics. "Microeletrônica". Prentice-Hall. simulação e caracterização de diversos circuitos. CAPUANO. 2002.Centro de Engenharia... aplicações do amplificador operacional no condicionamento e processamento analógico de sinais.. 7a Ed. Prentice-Hall. N. Cambridge. 2 ed. L. W. P. FRIEDMAN. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. xiii. NASHELSKY. “The art of electronics”. 340 ..... "Eletrônica". Elsevier Editora Ltda. 5a Ed. Montagem. R.. os diversos estágios que perfazem um amplificador operacional de tensão de dois estágios. 07 ELETRÔNICA ANALÓGICA APLICADA Código: EN2720 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Dispositivos Eletrônicos Ementa: Diagrama de Black e características dos sistemas realimentados. 425 p. 2a Ed. diagramas polares. Antonio. Mike. M.. 22 ed. 2006. YANG. 409 p. (Professional engineering). BATES. 2004.. ISBN 0071385193. A. 6 ed.. YU. Circuitos Eletrônicos.. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". C. 2006. Washington: McGraw-Hill press. 2007. L. fundamentos e Aplicações. electro-optics. 2003. FERREIRA. T. McGraw-Hill. Óptica. Francisco Gabriel. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". 2006. POON. 2003. Introduction to optical engineering. 1989. ISBN 9789727572885.. ISBN 9723109670. New York: University Press Cambridge. KIM. projetos. Eugene. P. 1997. PERTENCE JÚNIOR. Lisboa: Lidel. TOOLEY. K. HILL. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. F. fiber optics. São Paulo: Érica. Engineering Optics With Matlab.

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McGraw-Hill. KOKOTOVIC. 3a Ed... C. J. 2003.. S... Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: OGATA.. Linear Systems: Optimal and Robust Control. 03 CONTROLE NÃO-LINEAR Código: EN3710 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Controle II Ementa: Introdução aos sistemas não-lineares. HAGGLUND. Bibliografia Básica: CRUZ. 2003. V. J. J. N. 1995. Essentials of Robust Control. Oxford University Press. POSTLETHWAITE. N. 1996. C. 1998. 2007. CRC Press....Centro de Engenharia.... ZHOU. 2005. J. regulador linear quadrático. linearização exata por realimentação. S. Linear Robust Control. 2002. Robust Nonlinear Control Design – State Space and Lyapunov Techniques. J. LTC Editora. ZHOU. WILLIAMS.. EDUSP... 02 CONTROLE ROBUSTO MULTIVARIÁVEL Código: EN3709 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Controle II Ementa: Revisão do caso SISO: estabilidade e desempenho do sistema nominal e do sistema real. “Análise e Projeto de Sistemas de Controle Lineares”. 2005. 2008. J. malha objetivo.. 2a Ed. G. 1989. A. "Modern control systems". Coleção Schaum. objetivos de projeto: estabilidade e desempenho do sistema nominal e real. 4 a Ed. Editora Guanabara Dois. R. estabilidade de Lyapunov. J.. R. T. C.. Prentice Hall. Bibliografia Básica: 349 . D’AZZO. SKOGESTAD. D. A. I. Multivariable Feedback Control... Birkhauser Boston. DOYLE.. C. 1981. Prentice Hall.. K.. MACIEJOWSKI. Prentice Hall. "Engenharia de controle moderno".. K. 3rd Ed.. J. estabilidade de sistemas perturbados. Controle Robusto Multivariável.. Isa.. "Advanced PID control". SINHA. controle com estrutura variável e modos deslizantes. Multivariable Feedback Design. 1997. DORF. 1994. "Linear system theory and design". ”Engenharia de Sistemas de Controle”. J. Addison Wesley. resposta em freqüência multivariável. R. STUBBERUD. análise de estabilidade avançada. H. K. compensador. modelo da planta. Prentice Hall. I.. GLOVER. K. NISE. introdução ao caos: as equações de Lorenz. Bibliografia Complementar: GREEN.. ”Sistemas de Retroação e Controle”. DISTEFANO. (Exercícios).. R. J. Pearson/Prentice Hall. P.. HOUPIS. 11th Ed. J. DOYLE. LIMEBEER. K. Robust and Optimal Control. CHEN. BISHOP. ASTROM. H. M. M. 1977. John Wiley. FREEMAN. T.

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1 edition. LANDAU. 2011. 06 TEORIA DE CONTROLE ÓTIMO Código: EN3721 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Instrumentação e Controle Ementa: Introdução ao cálculo de variações. Bibliografia Básica: BAUMEISTER.. Problemas de otimização de sistemas dinâmicos.. capacidade computacional e velocidade de processamento. Identification and Implementation.. 3rd Edition. São Paulo.. David. Processamento Digital De Sinais. MORIARTY. LEITÃO. G. Rio de Janeiro: IMPA. 1a. Equação de Euler-Lagrange para o problema básico. princípio de Bellman.. ISERMANN. Resolução de exercícios. Introdução à teoria do controle e programação dinâmica. 1998. Técnicas de análise espectral em procedimentos de supervisão. ed. Fault-Diagnosis Applications. Digital Control of Dynamic Systems. Problema do tempo mínimo..1981. New York. J.Centro de Engenharia. Springer. Digital Control Using Digital Signal Processing. supervisão de máquinas rotativas via análise de sinais de vibração mecânica. Gianluca. Springer. Principais aplicações de processamento digital de sinais em automação e controle. 3 Ed. Estudos de caso: Controle e supervisão de máquinas elétricas. Gene. problema variacional por funcionais de várias variáveis. CHAPMAN. Stephen J.. 1997. 2003. Plenum Press . Automação industrial e sistemas de manufatura. 1ª Edição – 2003. Programação dinâmica. 2008... Supervisão baseada em análise de sinais e sistemas. D. Bibliografia Complementar: NEKOOGAR. Monson H. Pearson Prentice Hall. Sistemas ótimos baseados nos índices de desempenho quadrático.. equação de Hamilton – Jacobi – Bellman. Problemas variacionais do extremo condicional.. 1ª Edição – 2006.. NAIDU. Digital Control Systems: Design. Michael L. S. Ioan D. formulação do princípio do máximo de Pontryágin. Sistemas de controle em tempo real e processamento embarcado. Funcionais dependentes de derivadas superiores. A. POWELL. WORKMAN. Gene F.. The Calculus of Variations and Optimal Control: an introduction. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Características de desempenho de microcontroladores e processadores digitais: arquitetura. Lema fundamental do cálculo variacional. Bibliografia Básica: GROOVER. 2006. equação de EulerPoisson. Optimal control systems. Mikell P. 351 . Coleção: SCHAUM. Aplicações do cálculo variacional. Farzad. Programação em Matlab Para Engenheiros. Rolf. J. Prentice Hall. FRANKLIN. LEITMANN. Editora: THOMSON PIONEIRA. CRC Press. regulador linearquadrático. ZITO.. 2011. HAYES.

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KINGSLEY. ISBN 9788522106851. Modelagem e análise de decisão. 12 SERVO-SISTEMA PARA ROBÔS E ACIONAMENTO PARA SISTEMAS MECATRÔNICOS Código: EN3706 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Máquinas Elétricas Ementa: Conceitos eletromecânicos. ISBN 9788576050933. I.. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 2007. Rio de Janeiro: Elsevier. A.(Control Engineering series number 63). A. LIEBERMAN. TAHA. 1999. ISBN: 8586804681. 2001. O. Motores brushless: características. G. São Paulo: Atlas. finanças.. et al.. Técnicas de conversão de tensão e corrente. et al. Sensores de posição e de velocidade. 355 . ACARNELY. KRAUSE. Wiley-IEEE Press ISBN: 978-0-471-14326-0. D.6. Logística e operações globais: texto e casos. Técnicas de controle de velocidade e posição. 2006. 2009. S. vol 2. 2007. Bibliografia Básica: FITZGERALD. E. P. modelos e curvas características de motores CC e CA. 2002. 4 ed. T. 2009.. FALCONE. ISBN: 8521615590. São Paulo: CENGAGE Learning. CHAPMAN. P. logística e produção. S.. COLIN. N. M. A.Centro de Engenharia. Modern Power Electronics and AC Drives. Bibliografia Complementar: HILLIER. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ARENALES. Second Edition. Edição revisada. Pesquisa operacional. LACHTERMACHER. S. 2009. C. “Electric Machinery Fundamentals”. motores de passo: características. “Máquinas Elétricas”. J.. WAYNCZUK. FAMPA. 1985. “Eletromecânica”. P. C... Introdução à pesquisa operacional. Pesquisa operacional na tomada de decisões. DORNIER. P. 1998. Electric Drives... C. A. H.. K. Tradução Anatólio Laschuk. 2008. Stepping Motors: A Guide to Theory and Practice. S. Otimização linear. CRC Press (Electric Power Engineering Series). especificação de motores elétricos e acionamentos. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia. Bibliografia Complementar: BOSE. Rio de Janeiro: LTC. 2006. 2006. NASAR. F. ISBN: 0-13-723785-5. UHMANS. M. Chee-Mun. 2004. ed. SUDHOFF.. Mc Graw Hill. BOLDEA. C.. G. G. MACULAN. B.. Dynamic Simulations of Electric Machinery: Using MATLAB/SIMULINK Prentice Hall. ISBN: 9788576051503. S. RAGSDALE. Prentice Hall. Pesquisa operacional. Analysis of Electric Machinery and Drive Systems (2nd Edition). Porto Alegre: Bookman. técnicas de operação e controle.. São Paulo: McGrawHill. ONG. . C. The Institute of Engineering and Technology. E. H. técnicas de operação e controle. São Paulo: Pearson Prentice Hall. São Paulo: Prentice Hall... ISBN: 8535214542.. Edgard Blucher. UK.

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