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Proposta Ensino Profissional / Vocacional Secundário / Cursos de Aprendizagem Sistema Dual Estratégias de desenvolvimento

(Tópicos a não esquecer)

Pressupostos- (ensino vocacional de nível Básico – uma das medidas de combate ao insucesso, para alunos que gostam de um ensino mais prático)
ENQ AD!A"EN#$ Em Portugal, no âmbito do Ensino Profissional e istem tr!s tipos de ofertas formativas" #ursos profissionais (nível secundário)$ #ursos vocacionais (nível básico e secundário)$ #ursos de aprendi%agem (nível secundário)& 's dois primeiros s(o promovidos pelo )inist*rio da Educa+(o e #i!ncia e o terceiro * promovido pelo )inist*rio da Economia&

Papel das ofertas – distin+(o entre elas
$%E!#AS %$!"A#&VAS

Cursos Profissionais $'(etivos& )odalidade do nível secundário de educa+(o, caracteri%ada por uma forte liga+(o com o mundo profissional& ,endo em conta os interesses do aluno, a aprendi%agem reali%ada nestes cursos valori%a o desenvolvimento aptid-es para o e ercício de uma profiss(o, em articula+(o com o setor empresarial local& Destinatários& Para .ovens que concluíram o /&0 ciclo do ensino básico ou forma+(o equivalente e procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabal1o$ n(o e cluindo a 1ip2tese de, mais tarde, prosseguir os estudos&

"atriz& /3441& 5ociocultural e #ientífica 36441 7 ,*cnica 33841 7 9orma+(o em #onte to de ,rabal1o :;41& Qualifica)*o& #urso de <upla #ertifica+(o" escolar do ensino secundário (3;&0 ano) e nível : da =E&

Cursos Vocacionais $'(etivos& E peri!ncia-piloto que integra alunos que obtiveram aproveitamento no curso de ensino básico vocacional e alunos que obtiveram aproveitamento no ensino regular ou nos cursos de educa+(o forma+(o, mas que manifestem constrangimentos no prosseguimento de estudos no ensino secundário regular nos cursos profissionais ou este.am em situa+(o de risco de abandono escolar& Destinatários+ Para .ovens que concluíram o ensino vocacional /&0 ciclo do ensino básico ou forma+(o equivalente e procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabal1o& "atriz& 3>44 a ;:641& ?eral e #omplementar 6641 7 @ocacional :441 7 9orma+(o em #onte to de ,rabal1o A64 a ;:641& Qualifica)*o& #ertifica+(o de frequ!ncia do ensino secundário e nível : da =E&

Cursos de Aprendizagem $'(etivos+ #ursos de forma+(o profissional inicial, em alternância, dirigidos a .ovens, privilegiando a sua inser+(o no mercado de trabal1o e permitindo o prosseguimento de estudos&

Destinatários& Para .ovens que devem reunir, cumulativamente, a idade e 1abilita+-es escolares que a seguir se indicam& Bdade superior a 38 e inferior a ;6 anos$ /&0 ciclo do ensino básico ou equivalente ou 1abilita+(o superior ao /&0 ciclo do ensino básico ou equivalente, sem conclus(o do ensino secundário ou equivalente& Em situa+-es e cecionais, poderá admitir-se a integra+(o de candidatos com idade igual ou superior a ;6 anos em percursos formativos inseridos nos #ursos de Cprendi%agem& "atriz& Entre ;844 a /A44 1oras& 5ociocultural e #ientífica 34641 7 ,ecnol2gica >441 7 Prática em #onte to de ,rabal1o 3/441& Qualifica)*o& #urso de <upla #ertifica+(o equival!ncia escolar do ensino secundário (3;&0 ano) e nível : da =E&

Quadro Comparativo das $fertas %ormativas
Cursos Profissionais ,propostaCursos Vocacionais Curso de Aprendizagem

Sociocultural
Portugu!s Díngua Estrangeira Educa+(o 9ísica 'ferta de Escola

.//0
/;41 ;;41 3:41 ;;41

1eral
@iver em Portugu!s &&#omunicar em Bngl!s &&Educa+(o 9ísica

23/0
3641 3441 3441

Sociocultural
@iver em Portugu!s #omunicar em Díngua Estrangeira ,B# )undo Ctual <es& 5ocial e Pessoal

43/0

Cient5fica

3//0

Complementar
)atemática Cplicada &&'ferta de Escola

6//0
3441 3441

Cient5fica
)atemática e a Eealidade &&

2//0

#écnica

778/ 0

Vocacional
'ferta de Escola &&'ferta de Escola

9//0
;441 ;441

#ecnol:gica

.//0

%orma)*o em Conte;to de #ra'al0o

36/0

Prática em Conte;to de #ra'al0o

43/< 72// 0 7.//<693/0

Prática em Conte;to de #ra'al0o

72// 0

27//0

263/0

Proposta de "atrizes ,AnteriorCursos Profissionais (matriz DL 139/2012, de 5 de julho)
Com#onentes de forma-.o

Proposta horas 780h

o!os "ursos de Du#la Cert$ %
/i#0tes e1 /i#0tes e2

Cursos de &#rendiza'em %% (Port( n$) 1*9+/200, de 19/12)
Com#onente s de forma-.o 1o"io"ultural

Proposta Vocacionais secundários
Com#onentes de forma-.o 9eral

hora s 1000 1500

horas +50 1050

1o"io"ultural

350
Port 2 3n'l:s t;"ni"o6 4d$ 5<si"a 6

Port 2 320h 3n' 2 220h 45 6 1*0 7ferta de 4s"ola6 100h (tirar 83C) (tirar & 3nt$)

(mante r) 1500

(mante r) 1500

Cient<fi"a

500

500

Cient<fi"a

"om#lementar

300

200

=atem>ti"a a#li"ada6100h 7ferta de es"ola 100h

8;"ni"a

11,0 11,0 *20 1?00 640

1000

1100

8e"nol0'i"a

!o"a"ional

*00 de +50h a 1300h De 1900 a 2*50

900
Pr>ti"a (Conte@to de 8raAalho) 8otal de horas

2 dis"i#linas de oferta

Conte@to de 8raAalho 8otal de horas

1000

1000

1300

2200

4st>'io

3100 3100 3100

3500

3?00

3250

3250

8otal de horas

(Observação – 1 ano corresponde a 1100 horas)

Vocacional
F 38 anos
D*o certifica)*o de fre=u>ncia do secundário ,76+? ano-

Qualifica)*o profissional n5vel 9

Entrada directa num curso ,nome@- de Politécnico ,9 semestre-< 76/ créditos

Podem o'ter a licenciatura a partir deste curso com mais de A/ créditos+

Cursos de Aprendizagem
G38 anos

D*o certifica)*o escolar do secundário ,76+? ano-

Qualifica)*o profissional n5vel 9

Entrada directa num curso ,nome@- de Politécnico ,9 semestres-< 76/ créditos

Podem o'ter a licenciatura a partir deste curso com mais de A/ créditos+

Profissionais
F 38 anos
D*o certifica)*o escolar n5vel secundário ,76+? ano-

Qualifica)*o profissional n5vel 9

Entrada directa numa licenciatura num Politécnico ,A semestres- B 78/ créditos

Dentro da Escolaridade $'rigat:ria Escolaridade $'rigat:ria
Apro;imar as duas matrizes

%ora da

Problemática da escolaridade obrigat2ria – #ompet!ncias de cada um dos minist*rios (Educa+(o e Economia) e articula+(o entre estes que promovam um desenvolvimento sustentável &
!E%CEDEES $ferta formativa ' )inist*rio da Educa+(o e #i!ncia deve ser responsável pela 9orma+(o Profissional

dos .ovens que est(o integrados na escolaridade obrigat2ria (idade inferior a 38 anos)& Heste âmbito, incluem-se os #ursos Profissionais (cursos de dupla certifica+(o" escolar de nível secundário e qualifica+(o profissional de nível :) e os #ursos @ocacionais (certifica+(o de frequ!ncia de nível secundário e qualifica+(o profissional de nível :)& ' )inist*rio da Economia deve ser responsável pela 9orma+(o Profissional dos .ovens que n(o est(o integrados na escolaridade obrigat2ria (idade entre os 38 e os ;6 anos)& Heste âmbito, incluem-se os #ursos de Cprendi%agem (cursos de dupla certifica+(o" escolar de nível secundário e qualifica+(o profissional de nível :)& Eefle (o" <eve o )inist*rio de Economia ter compet!ncia para atribuir certifica+(o passando a escolar ou deve esta compet!ncia e ser da ser e clusiva leccionada responsabilidade do )inist*rio da Educa+(o e #i!ncia& (5er e clusiva do )E#, componente sociocultural cientifica e clusivamente por professores colocados pela reserva de recrutamento) 's cursos de aprendi%agem apesar de serem desenvolvidos pelo )inist*rio da Economia atribuem certifica+(o profissionais& Eefle (o" Eepensar a apro ima+(o sugerida& C redu+(o da carga 1orária da componente sociocultural e científica dos cursos profissionais fa% com que estes tendam a apro imar-se dos cursos de aprendi%agem& Eefle (o" dada a referida apro ima+(o, refletir se deve ser alterada a carga 1orária nas componentes referenciadas& ,ende a considerar-se que a carga 1orária n(o deve ser alterada& Estas componentes de forma+(o s(o essenciais para a aquisi+(o de con1ecimentos enquanto cidad(os e profissionais, n(o devendo ignorar-se que * atribuída certifica+(o escolar de nível secundário& escolar, se assim continuar a acontecer as componentes de forma+(o sociocultural e científica devem apro imar-se dos cursos

Autonomia e Papel das empresas (introdu%ir aquiI) #onsideramos que as Escolas devem ter margem de liberdade na gest(o do currículo para que possam, nomeadamente envolver-se em pro.etos propostos pela comunidade,

dando-l1es sentido e, assim, funcionando como verdadeiros polos de utilidade social& <esta forma, tendo como base a matri% curricular e istente, defendemos que a mesma deverá ser conte tuali%ada, recriada, reinterpretada e adaptada consoante as realidades e a diversidade dos pro.etos educativos& ' currículo atrav*s da Estrutura )odular deve ser fle ível e aberto de forma a permitir dar resposta Js realidades que emir.am das redes de intera+(o que cada Escola protagoni%a e das rela+-es estabelecidas entre o professorKformador, os Clunos e o meio (e as empresasL)& #oncordamos que uma maior fle ibilidade na distribui+(o da carga 1orária ao longo dos ciclos * um aspeto que as Escolas devem a.ustar J sua realidade e que * essencial para o sucesso dos Pro.etos Educativos& #oncordamos, ainda, com o facto dos ciclos de forma+(o ultrapassam os tr!s anos, respeitando os ritmos de aprendi%agem dos .ovens$ * e pectável que e istam Clunos que necessitem de tempos diferentes para concreti%ar o seu itinerário de forma+(o& (se se ultrapassar o limite dos / anos em que regime ficam os alunosI PresencialI E os custos inerentesI 's alunos podem ser financiados at* ao limite de quantos anosI)

Perspectivas para" ' desenvolvimento econ2mico de cada regi(o Eacionali%a+(o das redes de oferta e de recursos 1umanos materiais ' #ombate ao desemprego )etas ;4;4 – L e permeabilidade entre cursos& Proposta para o Ensino @ocacional de nível 5ecundário – E peri!ncia Piloto& Envolvimento de empresasK Cssocia+-es de empresasK#ooperativasK Cutarquias& Possíveis protocolos com outros minist*rios (Cgricultura,L) Mualifica+-es de cada curso

Estratégias de desenvolvimento dos tra'al0os Calendariza)*o

A De'ater Curr5culos #atálogo Hacional de Mualifica+-es (#HM) Ho #atálogo Hacional de Mualifica+-es, * identificado, de forma transversal, o perfil profissional e os referenciais de forma+(o& Especificamente em rela+(o J forma+(o de .ovens, a componente de forma+(o de base inclui a componente sociocultural e a componente científica& C tentativa de adaptar os cursos profissionais ao #HM tende a provocar uma perda de autonomia dos pro.etos educativos& <e qualquer forma, deverá e istir um refor+o do papel dos #onsel1os 5ectoriais para a Mualifica+(o (#5M) na defini+(o das qualifica+-es no âmbito da forma+(o profissionalmente qualificante para .ovens&

#omponente de forma+(o sociocultural – Nrea de Bntegra+(o
#omo referido no programa da Nrea de Bntegra+(o, esta área disciplinar Osurge em 1990, no quadro da componente sociocultural dos currículos de formação de nível 3 das escolas profissionais. A sua designação remete-nos, desde logo, para uma ideia de transversalidade e encontro de conhecimentos de diferentes reas disciplinares,

disponíveis para serem aplicados numa melhor compreensão do mundo contempor!neo. "al o#$ectivo gerou a necessidade de construir um programa que favorecesse simultaneamente a aquisição de sa#eres oriundos das ci%ncias sociais e da refle&ão filos'fica e o desenvolvimento de compet%ncias capacitantes para a inserção na vida social e num mercado de tra#alho em evolução e transformação. "ratava-se de dar corpo a um con$unto de propostas que, assentes em conte&tos científicos e culturais, desenvolvessem nos alunos curiosidade, iniciativa, criatividade no encontro de soluç(es, responsa#ilidade na reali)ação de pro$ectos, sentido de cooperação na partilha de processos e produtos. *inalmente, dada a diversidade de cursos a que se destinava, havia que dotar o programa de grande adapta#ilidade. (L) + programa est estruturado em tr%s ,reas -A .essoa, A /ociedade e o 0undo1, e por isso os professores respons veis pela disciplina devem reali)ar um tra#alho pr2vio de selecção e organi)ação dos m'dulos

de acordo com a realidade de cada escola e o nível de interesses dos alunos3. <efendemos a manuten+(o desta área disciplinar dado que a mesma permite uma abordagem diversificada e a.ustada Js necessidades elencadas para os diversos cursos, prevendo-se temáticas que nos parecem fundamentais, como se.am a *tica, a política, a est*tica e o empreendedorismo& ,rata-se de uma área transversal, permitindo a utili%a+(o da metodologia de trabal1o de pro.eto, fundamental no desenvolvimento de compet!ncias de trabal1o em equipa& #omponente de forma+(o sociocultural – ,ecnologias de Bnforma+(o e #omunica+(o ,al como referido no programa da disciplina de ,ecnologias da Bnforma+(o e #omunica+(o (,B#), esta Osurge na matri) curricular dos cursos de nível secund rio de educação, enquanto formação geral, no sistema educativo portugu%s, como consequ%ncia, entre outros, de dois vectores fundamentais. + primeiro tem a ver com o consenso que e&iste na sociedade portuguesa de que ho$e, como num futuro pr'&imo, qualquer cidadão que não tenha um domínio mínimo destas tecnologias 2, de facto, um analfa#eto funcional, ficando comprometida a sua integração social. + segundo est intimamente ligado ao facto de a estrutura funcional dos modelos de aprendi)agem, tradicionalmente vocacionados para uma escola predominantemente informativa, estar em franca mutação, centrando-se cada ve) mais a acção da escola na gestão da informação e não na sua transmissão, atendendo a que as fontes de informação são cada ve) mais plurais e centradas nas "45P& 's dois vetores evidenciados no atual programa das ,B# mant*m-se, ou se.a, os Clunos c1egam J Escola sem dominarem as ferramentas básicas, como se.am o processamento de te to, a fol1a de cálculo e at* mesmo ao nível da gest(o da informa+(o que podem retirar da Bnternet& E iste ainda a possibilidade de diversificar a aprendi%agem das ferramentas, de grupo para grupo, bem como fa%er op+-es em fun+(o das características e saberes pr*vios do con.unto dos Clunos, potenciando-se, deste modo, a transfer!ncia da aprendi%agem& 5endo assim, n(o nos parecer adequado suprimir a disciplina de ,B#, visto ser uma" <isciplina transversal que permite a consolida+(o de saberes$ 9erramenta fundamental aquando da inser+(o dos .ovens no mercado de trabal1o ou no prosseguimento de estudos&

#ontudo, todos os alunos .á tiveram contacto com esta disciplina no /0 ciclo& C componente cientifica e t*cnica recorre J sua utili%a+(o em elevada percentagem& Por ve%es os alunos acabam por estar a dar os mesmos conteQdos em conte tos diferentes& 5erá ben*ficoI

#omponente de forma+(o científica #onsideramos que a aquisi+(o de saberes científicos * de e trema importância, no caso dos cursos profissionais está de acordo com as necessidades formativas de um t*cnico interm*dio que pretende ingressar no mercado de trabal1o e com a possibilidade de prosseguir estudos de nível superior& 5endo assim, os cursos de aprendi%agem, no caso de atribuírem certifica+(o escolar devem apro imar-se da forma+(o ministrada pelos cursos profissionais&

%orma)*o / Prática em conte;to de tra'al0o C 9orma+(o K Prática em conte to de trabal1o assume um papel de e trema importância, permitindo fomentar e enriquecer a forma+(o global& ' permanente diálogo com as empresas permite momentos de aprendi%agens significativos por parte dos 9ormandos K 9ormadores, tornando-se assim um meio de comunicar diretamente com o mundo profissional& Esta comunica+(o permite, ainda, J Escola formar os seus Clunos K 9ormandos para que este.am aptos a satisfa%er as e ig!ncias do mundo profissional& <eve-se salvaguardar e fomentar a articula+(o das Escolas com o mercado de trabal1o, nomeadamente quanto aos seguintes aspetos" Procura do Estágio (a e ist!ncia de empresas n(o * id!ntica em todas as regi-es do país)$ Eecetividade das Empresas (trata-se de um aspeto que as Escolas t!m de trabal1ar e desenvolver ativamente& 5e n(o e istir recetividade por parte do mundo empresarial, terá que e istir uma maior proactividade por parte das Escolas)$

Ccompan1amento do Estágio pela Escola e pela Empresa (o processo n(o * uniforme em todas as Escolas, nem em todas as Empresas$ nestas o acompan1amento nem sempre * reali%ado da mel1or forma)$ Cvalia+(o do estágio" ' que avaliarI #omo avaliarI E plora+(o da e peri!ncia de estágio no regresso J Escola& Cs assimetrias apontadas podem ser supridas atrav*s de uma efetiva forma+(o ao nível dos formadores, ou se.a, dotar os quadros docentes de forma+(o específica sobre a referida prática pedag2gica& Bmportante *, igualmente, que esta forma+(o se.a desenvolvida atrav*s de um refor+o dos canais comunicantes entre Empresas-Escola, em que a dire+(o da Escola deve ter um papel decisivo& Cinda de acordo com a autonomia atribuída Js Escolas na reparti+(o da carga 1orária, notamos que a implementa+(o dos estágios diverge de Escola para Escola& C carga 1orária pode ser distribuída pelos tr!s anos de forma+(o, em dois dos anos de forma+(o ou apenas no Qltimo ano de forma+(o& <a mesma forma, o momento em que o estágio * reali%ado tamb*m pode variar& Ccrescentamos ainda que, do nosso ponto de vista, o estágio curricular deverá servir de base J Prova de Cptid(o Profissional, ou se.a, J reali%a+(o de um trabal1o interdisciplinar na sala de aula, adotando a )etodologia de ,rabal1o de Pro.eto e a apresentar no final dos tr!s anos escolares&