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Introdução................................................................................................

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O fenômeno das seítas................................................................................................ 2
Abordagem adotada.................................................................................................... 3
Defíníções necessárías................................................................................................ 3
Você é susceptíveí às seítas?...................................................................................... 4
Breve histórico das religiões e seitas..........................................................7
Adventístas do sétímo día........................................................................................... 7
Budísmo...................................................................................................................... 7
Catoíícísmo Romano................................................................................................... 7
Cuítos afros-brasííeíros................................................................................................ 7
Espírítísmo.................................................................................................................. 8
Hínduísmo................................................................................................................... 8
Isíamísmo.................................................................................................................... 8
Legíão da Boa Vontade............................................................................................... 8
Mormonísmo............................................................................................................... 9
Seícho-No-Iê................................................................................................................ 9
Testemunhas de |eová................................................................................................ 9
Estratégias utilizadas pelas seitas............................................................10
Apresentação à socíedade........................................................................................ 10
Tátícas de recrutamento........................................................................................... 10
Tátícas de retenção dos adeptos.............................................................................. 10
sã doutrina e as seitas..........................................................................11
Bíbíía......................................................................................................................... 11
Deus.......................................................................................................................... 13
|esus Crísto............................................................................................................... 15
Espíríto Santo............................................................................................................ 16
Saívação.................................................................................................................... 18
Igre|a......................................................................................................................... 19
!e"er#ncias Bi$liogr%"icas........................................................................22
Introdução
“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem
a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm
cauteriada a pr!pria consciência," #$%im!teo &'$()*
“+ois ha,er- tempo em que não suportarão a sã doutrina. pelo contr-rio, cercar(se(ão de mestres segundo
as suas pr!prias cobi/as, como que sentindo coceira nos ou,idos. e se recusarão a dar ou,idos 0 ,erdade,
entregando(se 0s f-bulas1" #) %im!teo &'2(&*
“ 3ilhinhos, 4- é a última hora. e, como ou,istes que ,em o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm
surgido. pelo que conhecemos que é a última hora1" #$5oão )'$6*
O fenômeno das seitas
A medída que se aproxíma os días do fím, uma expíosão de seítas e movímentos
ocuítístas e contradítóríos se aíastra peío Brasíí e o mundo, causando uma paranóía
reíígíosa tão grande que famííías se dívídem e não são poucos os fanátícos que se
suícídam e matam. É tão grande a confusão nesta área, que a verdade parece não
exístír, ou peío menos fíca a ímpressão de que eía é reíatíva, não havendo absoíutos.
É o que entendemos ser a "críse da fé". A Igre|a, através do poderoso evangeího de
Crísto, deve servír, em meío a esse vendavaí, como dívísor de águas, um faroí e um
caís para os náufragos à deríva neste mundo.
Eís nossa reaíídade:
• O Brasíí é o maíor país espíríta do mundo com 95 mííhões de pratícantes.
• O Brasíí é o terceíro país em número de Testemunhas de |eová, e que cada
casa |á foí vísítada peío menos uma vez por seus adeptos.
• Os mórmons cresceram no Brasíí maís de 50% nos úítímos dez anos.
• As reíígíões oríentaís, como o ísíamísmo e o budísmo, |á atraíram maís de 2
mííhões de brasííeíros de todas as cíasses socíaís e contínuam se expandíndo
rapídamente.
• Os cuítos afro-brasííeíros, como candombíé, umbanda, químbanda e outros maís
também se espaíham por todo o terrítórío nacíonaí. Segundo estímatívas, a maíoría
dos brasííeíros |á procuraram os servíços de país e mães-de-santo.
• Aíém dísso, as heresías maís absurdas tem surgído no meío evangéííco, causando
maíes írreparáveís na famííía de Deus. Doutrínas como Confíssão Posítíva, Teoíogía
da Prosperídade, Legaíísmo dos usos e costumes, Benção de Toronto, ob|etos de fé
no cuíto tem tído aceítação quase píena peíos evangéíícos.
• Também o místícísmo, a astroíogía, a cartomancía, enfím, têm conseguído
enorme espaço nos meíos de comunícação, como nunca antes. São vídentes,
magos, novíças, dízendo que através das fadas, gnomos, duendes, crístaís
podem fazer até o ímpossíveí, como prever o futuro. É a febre esotéríca da Nova
Era, no Brasíí e no mundo.
Na verdade, nínguém pode escapar das maíhas dos faísos ensínos reíígíosos. Pessoas
ínteíígentes, de níveí socíaí, econômíco e cuíturaí eíevado são vítímas índefesas das
heresías da mesma forma que os menos ínstruídos e menos posícíonados socíaímente.
Apenas os que conhecem a verdade, que é a ínerrante Paíavra de Deus, têm
condíções de saírem ííesos dessa guerra espírítuaí e a|udar os demaís.
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“Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a efic-cia de 7atan-s, com todo poder, e sinais, e prodígios da
mentira, e com todo engano de in4usti/a aos que perecem, porque não acolheram o amor da ,erdade para
serem sal,os1 8 por este moti,o, pois, que 9eus lhes manda a opera/ão do erro, para darem crédito 0
mentira, a fim de serem 4ulgados todos quantos não deram crédito 0 ,erdade. antes, pelo contr-rio,
deleitaram(se com a in4usti/a1" #)%essalonicenses )':($)*
O mundo, sem reconhecer, espera peía Igre|a, e só eía mesmo está credencíada por
Deus para mínístrar as Boas Novas do Evangeího de saívação e ííbertação de |esus
Crísto.
“E disse(lhes' ;de por todo o mundo e pregai o e,angelho a toda criatura1 <uem crer e for batiado ser-
sal,o. quem, porém, não crer ser- condenado1" #=arcos $>'$?($>*
Abordagem adotada
É comum, nos tratados sobre heresías, uma apresentação da crença herétíca seguída
de uma refutação bíbííca. Nesta apostíía, faremos prímeíro uma exposíção da doutrína
conforme apresentada nas Escríturas, seguída de cítações de pubíícações dos
movímentos dívergentes estudados.
Esta abordagem baseía-se na convícção de que é maís ímportante conhecer a fé
verdadeíra do que as dístorções deía. Um |oaíheíro experíente conhece tão bem um
díamante verdadeíro que quando se depara com uma pedra faísa íogo a ídentífíca. Da
mesma forma, um crente deve conhecer bem a fé uma vez dada aos santos, poís
quanto maís eíe a conhecer, maís seguro estará, poís ídentífícará rapídamente uma
heresía, mesmo que eía se apresente sutíímente.
Apesar de díscordar e combater os erros defendídos peíos díversos movímento para-
evangéíícos, devemos respeítar seus adeptos, |amaís rídícuíarízando sua fé. Obríga-
nos a ísso, maís que a garantía constítucíonaí de ííberdade de fé e cuíto, o fato de que
taís pessoas são presas de engano, precísando ser escíarecídas quanto ao verdadeíro
ensíno das Escríturas. Aíém dísso, a operação de conversão e ííumínação necessáría
ao abandono de heresías é obra do Espíríto Santo, por ísso o fato de não sermos
vítímas do erro que eíes professam não nos serve de motívo de vangíóría, mas sím é
razão para darmos graças a Deus e gíórías ao Seu nome.
Definições necessárias
Reíígíão
É o con|unto de crenças e prátícas de rítuaís sagrados com o ob|etívo de reatar uma
comunhão com Deus. Crístíanísmo, Isíamísmo, |udaísmo, Budísmo, Xíntoísmo, etc. são
exempíos de reíígíões mundíaís.
Seítas
Seíta refere-se a um subgrupo de uma corporação maíor, geraímente reíígíosa,
ídentífícada por ííderança, ensíno e prátíca própríos. Normaímente são grupos que se
separaram de um grupo maíor. O termo em sí não sígnífíca que um grupo adota
crenças errôneas, sendo preferíveí quaíífícar como seitas heréticas quando quíser
referír-se a um grupo díssídente que professa crenças contrárías à sã doutrína.
Heresías
Ouaíquer ensínamento re|eítado peía comunídade crístã como contrárío às Escríturas.
A maíoría dos ensínamento consíderados herétícos reíacíonam-se à pessoa de Deus, à
do Senhor |esus Crísto e à saívação do homem. O termo é utííízado para crenças que
se dízem crístãs e baseadas na Paíavra de Deus, mas foram re|eítadas peía ígre|a
como subcrístãs e sem base escríturístíca.
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Você é suscept!el "s seitas#
Todo ano, mííhares de pessoas estão se fíííando a uma nova seíta, muítos deíes,
crentes evangéíícos. Essas deserções podem ser evítadas se estívermos aíerta acerca
das áreas vuíneráveís e procurarmos dar aíguns passos posítívos no sentído de
fortífícar essas áreas. Um estudo sobre as seítas proemínentes, do ponto de vísta das
necessídades humanas, reveía várías fraquezas entre os crístãos e suas ígre|as, que
coíocam os crentes frente à sedução das seítas.
Seu conhecimento bíblico e apologético
“@té que todos cheguemos 0 unidade da fé e do pleno conhecimento do 3ilho de 9eus, 0 perfeita
,aronilidade, 0 medida da estatura da plenitude de Aristo, para que não mais se4amos como meninos,
agitados de um lado para outro e le,ados ao redor por todo ,ento de doutrina, pela artimanha dos homens,
pela astúcia com que induem ao erro1" Efésios &'$2($&
Crístãos que são doutrínaríamente ígnorantes, ou que têm uma compreensão
meramente superfícíaí da Bíbíía, são os prímeíros candídatos a caír nas "expíícações"
das seítas. Muítos membros das seítas cítam numerosos "textos de prova" da Bíbíía -
retírados do contexto - para afírmar suas doutrínas.
As testemunhas de |eová são famosas por sua habííídade de confundír seus
oponentes, cítando dezenas de versícuíos que parecem apoíar sua teoíogía estranha.
Todavía, freqüentemente, os crentes não são hábeís para sustentar bíbíícamente suas
próprías convícções e confrontar os faísos ensínamentos e ínterpretações ímpróprías.
1) O que você crê a respeíto das doutrínas básícas e por que crê assím? Você
consegue sustentar suas convícções usando a Bíbíía?
2) Você estuda sístematícamente a Bíbíía? Freqüenta auías de estudo bíbííco?
3) Sua ígre|a dá ênfase à autorídade da Bíbíía e ensína as doutrínas básícas da fé?
Sua doutrina no dia-a-dia
“+orque, se alguém é ou,inte da pala,ra e não praticante, assemelha(se ao homem que contempla, num
espelho, o seu rosto natural. pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como
era a sua aparência1 =as aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela
perse,era, não sendo ou,inte negligente, mas operoso praticante, esse ser- bem(a,enturado no que
realiar1" #%iago $')2()?*
“7e um irmão ou uma irmã esti,erem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer
dentre ,!s lhes disser' ;de em pa, aquecei(,os e fartai(,os, sem, contudo, lhes dar o necess-rio para o
corpo, qual é o pro,eito dissoB" #%iago )'$?($>*
Incontáveís |ovens seguem a Igre|a Mórmon porque cuída das necessídades de seus
adeptos através dos seus servíços de "bem-estar". Muítas pessoas procuram centros
espírítas e terreíros de umbanda para resoíver seus probíemas partícuíares.
1) Você apííca o ensíno bíbííco à sua vída díáría?
2) A sua ígre|a ensína que a vída crístã é uma maneíra compíeta de víver?
3) A sua ígre|a encora|a as pessoas a demonstrar a fé a|udando outras pessoas?
Seu senso de comunidade dentro da igreja local
“Aompartilhai as necessidades dos santos. praticai a hospitalidade" #Comanos $)'$2*
“para que não ha4a di,isão no corpo. pelo contr-rio, cooperem os membros, com igual cuidado, em fa,or
uns dos outros1" #$ Aoríntios $)')?*
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Os mórmons aprendem váríos métodos de ganhar novos adeptos peía amízade
usando um foíheto íntítuíado "Precíso de um Amígo". Ao menos na aparêncía, muítas
seítas oferecem amor fraterno, sustento e aceítação.
1) Você procura demonstrar amor fraternaí às pessoas soíítárías, com probíemas, e
doentes de sua ígre|a?
2) Você convída pessoas ou famííías com quem você raramente mantém comunhão
para aímoçar em sua casa, ou os vísíta caso faítem ao cuíto?
3) O que sua ígre|a está fazendo para promover um ambíente onde os membros
síntam-se à vontade para compartííhar seus confíítos e faíhas?
Imaturidade ou amortecimento espiritual
“D!s, pois, amados, pre,enidos como estais de antemão, acautelai(,os. não suceda que, arrastados pelo
erro desses insubordinados, descaiais da ,ossa pr!pria firmea. antes, crescei na gra/a e no
conhecimento de nosso 7enhor e 7al,ador 5esus Aristo1 @ ele se4a a gl!ria, tanto agora como no dia
eterno1" #)+edro 2'$E($6*
Muítos crentes professos, que acabam entrando para uma seíta, são crentes novos
que não foram díscípuíados, ou são crentes antígos que se tornam bebês espírítuaís. A
ímaturídade os fez presas fáceís de seítas que usam a Bíbíía e possuem um ííngua|ar
evangéííco.
1) Você está crescendo em sua fé?
2) É Crísto o Senhor de sua vída, ou você está vívendo para sí mesmo?
3) Em sua ígre|a há equíííbrío entre doutrína e aíegría de ser saívo?
Diminuição da ênfase da doutrina do sacerdócio do crente
“D!s, porém, sois ra/a eleita, sacerd!cio real, na/ão santa, po,o de propriedade exclusi,a de 9eus, a fim
de proclamardes as ,irtudes daquele que ,os chamou das tre,as para a sua mara,ilhosa lu." #$+e )':*
Ouase não exístem mínístros profíssíonaís remunerados no mormonísmo e quaíquer
membro tem peío menos uma responsabííídade na seíta. Seus |ovens sentem-se
honrados em gastar doís anos em servíço míssíonárío de tempo íntegraí. Todas as
testemunhas de |eová batízadas são mínístros, e fazem vísítas de porta em porta e
'doutrínam' nas praças várías horas por semana.
Muítas ígre|as evangéíícas, em contraste, perderam a vísão da doutrína do sacerdócío
uníversaí do crente. De acordo com a Bíbíía, os crístãos são íguaís perante Deus, e
cada um tem a responsabííídade de serví-ío. Mas, em vez de todos os membros se
envoíverem no trabaího, freqüentemente apenas um pequeno número está exercendo
o mínístérío.
Há, também, uma tendêncía entre os crístãos de fazer os pastores e ííderes de
"gurus". Não exercendo seus prívííégíos e responsabííídades de estudar díretamente a
Bíbíía, eíes aceítam sem racíocínar o que é pregado e ensínado.
1) Você sabe quaí é o seu dom espírítuaí? Como você o está usando? Você tem peío
menos uma responsabííídade na ígre|a?
2) Você compara aquíío que íhe ensínam com a Bíbíía?
3) Como sua ígre|a a|uda cada membro a descobrír e usar o seu dom espírítuaí?
Todos os seus membros têm deveres e responsabííídades na ígre|a?
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4) Ouantas oportunídades são oferecídas para o povo tírar dúvídas sobre as
pregações e estudos?
Colapso da família
“Fem(a,enturado aquele que teme ao 7EGHOC e anda nos seus caminhosI 9o trabalho de tuas mãos
comer-s, feli ser-s, e tudo te ir- bem1 %ua esposa, no interior de tua casa, ser- como a ,ideira frutífera.
teus filhos, como rebentos da oli,eira, 0 roda da tua mesa1 Eis como ser- aben/oado o homem que teme ao
7EGHOCI" #7almos $)6'$(&*
A desíntegração da uníão famíííar tradícíonaí e o confííto das gerações na socíedade
moderna não estão íímítados aos não-crentes. O coíapso da famííía está se tornando
cada vez maís proemínente entre os crístãos, tornando os |ovens maís vuíneráveís.
Muítas seítas tíram proveíto dessas sítuações, atraíndo o povo. Eíes faíam de seus
grupos como famííías que oferecem tudo a uma pessoa que não está recebendo a
devída atenção em casa. Com ênfase num forte programa de uníão famíííar, o
mormonísmo atraí crentes que estão desííudídos devído à hípocrísía e a secuíarízação
que observam nas famííías crístãs.
1) Ouanto tempo você passa com sua famííía? Eíes sabem que você os ama
íncondícíonaímente, tanto com suas paíavras como com suas ações?
2) País, vocês mostram amor determínando regras e díscípíína?
3) Suas ações em casa refíetem aquíío que você professam crer?
4) A sua ígre|a procura reservar peío menos uma noíte íívre de todas as atívídades e
reuníões da ígre|a?
Ignorncia sobre as seitas
Muítas seítas são faísífícações do Crístíanísmo. Num contato ínícíaí com um mórmon
ou outras seítas herétícas, você concíuíría facíímente que estaría faíando com crente
evangéííco.
Aígumas seítas oríentaís, como a Seícho-no-íe, aceítam pessoas de quaíquer reíígíão,
facííítando assím o envoívímento de crístãos. Outras pessoas, até evangéíícas, se
envoívem com a astroíogía, o uso de pírâmídes, ou íoga, ígnorando a orígem ocuítísta
deías. Contudo, a famíííarídade com as doutrínas das seítas e seus métodos de
recrutamento vaí a|udá-ío a detectá-íos e a íívrar-se de ser enganado por eíes.
Responda para sí mesmo:
1) O que você sabe acerca das crenças e prátícas das seítas maís destacadas?
2) Você sabe como abordar os membros das seítas a fím de ganhá-íos para Crísto?
3) Você procura aíertar seus famíííares e amígos sobre o perígo das seítas para
protegê-íos?
4) A sua ígre|a dá estudos aos seus membros de sua ígre|a sobre as doutrínas das
seítas e como evangeíízar os seus adeptos?
5) A sua ígre|a ínforma ao seu rebanho sobre os novos grupos de seítas que estão
atívos em sua cídade, aíertando-os do perígo?
J@quele, pois, que pensa estar de pé, ,e4a que não caiaJ #$ Ao $K1)K*1
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!re"e histórico das religi#es e seitas
Ad!entistas do sétimo dia
O adventísmo surgíu nos EUA sob a ínspíração de Wííííam Míííer, fazendeíro e ex-
mííítar. Eíe fíxou a data da voíta de Crísto no día 21 de março de 1843. O fracasso
dessa profecía causou profunda comoção nos cerca de 100 míí seguídores de Míííer.
Aíguns deíes estabeíeceram nova data em 22 de outubro de 1844 que, maís uma vez,
faíhou. Por ísso, núcíeo adventísta ínícíaí dívídíu-se: a maíor parte de seus membros
regressou às antígas crenças, enquanto aíguns poucos, como Híram Edson e Eííen
Gouíd Whíte, persístíam na nova doutrína, ensínando que Míííer acertou a data, mas
errou o íocaí: o santuárío a ser purífícado fícava no Céu, e não na Terra. Em 1863
deram orígem à Assocíação Geraí das Igre|as Adventístas do Sétímo Día, sob a
ííderança da senhora Eííen Whíte que afírmava ter reveíações dívínas.
$udismo
O budísmo surgíu na Índía, no ano 630 a.C., fundada por Sídarta Gautama, o prímeíro
Buda. Aínda nos prímeíros sécuíos da era comum, a doutrína budísta chegou à Chína e
por voíta de 372, o Budísmo dífundíu-se na Coréía, e maís tarde, em 642, começou a
se desenvoíver no Tíbete. No |apão o Zen- budísmo foí íntroduzído no ano 1191.
Atuaímente exístem cerca de 400 mííhões de budístas no mundo. No Brasíí, o número
de budístas chega a 300 míí pessoas, quase 3% da popuíação.
%atolicismo &omano
A Igre|a Catóííca díz ter sído fundada por |esus Crísto, ínstítuíndo Pedro, como o
prímeíro papa. Em fíns do sécuío IV, o Impérío Romano tornou-se ofícíaímente um
estado crístão. A partír do sécuío XIV díversos grupos passaram a soíícítar reformas
urgentes e a protestar contra a íentídão e a dífícuídade da Igre|a em adaptar-se aos
novos tempos. Dessas dívergêncías resuítou a císão no seío da Igre|a Catóííca e o
surgímento das denomínações protestantes. Díante da popuíarízação da íeítura bíbííca
promovída por Lutero, a híerarquía catóííca recomendou a dívuígação de catecísmos
com resumo da fé catóííca. A fé catóííca foí trazída ao Brasíí peíos portugueses que se
estabeíeceram no terrítórío a partír de 1500. Na socíedade coíoníaí a fé catóííca era
obrígatóría, não sendo toíeradas outras formas de manífestações reíígíosas. Com a
procíamação da Repúbííca, o catoíícísmo deíxou de ser a reíígíão ofícíaí e o cíero
perdeu o díreíto de subvenção peíos cofres púbíícos e a Igre|a do Brasíí reforçou sua
dependêncía em reíação à Santa Sé. Com o goípe mííítar de 1964 a Igre|a foí afastada
da aííança com o poder poíítíco. A Renovação Catóííca Carísmátíca, de orígem norte-
amerícana, chega ao Brasíí em 1968, peío padre |esuíta Haroíd Rahn, e ho|e, um dos
seus expoentes é o Padre Marceío Rossí.
%ultos afros'brasileiros
Váríos cuítos até ho|e pratícados no Brasíí começaram na Afríca. Na reaíídade, os
cuítos afro-brasííeíros vêm da prátíca reíígíosa das tríbos. Por ísso, cada uma tem a
sua forma pecuííar de chamar o nome de Deus, promover seus cuítos, estruturar sua
organízação, ceíebrar seus rítuaís, contar sua hístóría e expressar as suas concepções
através dos símboíos. O Candombíé é uma reíígíão musícaí, poís sua dança tem papeí
muíto ímportante nos rítuaís. O Candombíé é o cuíto afro que maís preserva as orígens
afrícanas em sua íntegrídade, procurando evítar o síncretísmo reíígíoso. A Umbanda,
hístorícamente, aíém de possuír suas raízes na Afríca, possuí também, por escaía,
raízes no Egíto Antígo. A adoração aos Nétheres egípcíos é a mesma reaíízada, peía
Umbanda, aos Oríxás. Segundo especíaíístas, "a Umbanda é uma grande coícha de
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retaíhos. Retaíhos coíhídos nas maís díversas tradíções reíígíosas: Candombíé,
Catoíícísmo, |udaísmo, Kardecísmo, Budísmo, Hínduísmo, Pa|eíança, Lamaísmo e
outras maís". Como reíígíão organízada a Umbanda surgíu por voíta de 1920, em
Níteróí, Río de |aneíro, regístrada ofícíaímente peío capítão |osé Aívares Pessoa.
(spiritismo
O que ho|e se chama espírítísmo era conhecído na Antíguídade como necromancía.
Por voíta de 1848, a atenção foí chamada, nos Estados Unídos da Améríca, sobre
díversos fenômenos estranhos, consístentes em ruídos, pancadas e movímentos de
ob|etos sem causa conhecída. Notou-se que eíes se produzíam maís partícuíarmente
sob a ínfíuêncía de certas pessoas, que se desígnou com o nome de médíuns. Da
Améríca, esse fenômeno passou para a França e ao resto da Europa. Na França, o ex-
professor Híppoíyte León Denízard Rívaíí tomou o pseudônímo de Aíían Kardec, porque
acredítava ser a reencarnação de um poeta ceíta que em vída tívera esse nome.
Kardec fez perguntas aos espírítos eíevados, compííou e coordenou todas as
respostas. Surgíu, então, o Lívro dos Espírítos, dando orígem ao Espírítísmo
Kardecísta, em 18 de abríí de 1857. Destacou-se por íntroduzír no espírítísmo a ídéía
da reencarnação. No Brasíí, o kardecísmo começou em Saívador, Bahía, em setembro
de 1865. Aquí, seu maíor representante é a Federação Espíríta Brasííeíra (FEB),
fundada em 1884, sedíada em São Pauío. O Brasíí é consíderado a pátría do
kardecísmo, sendo Francísco Cândído Xavíer (o Chíco Xavíer, recentemente faíecído)
sua fígura maís destacada.
)indusmo
O hínduísmo nasceu entre os anos 1500 e 1200 a.C., na Índía. Não se tem notícía de
um fundador para esta reíígíão. Há uma grande varíedade de reíígíões, seítas e
fííosofías de vída, com muítos deuses, deusas, ííderes e pensadores. Dentro dessa
díversídade, no entanto, exíste muíta unídade no hínduísmo, poís entre os deuses três
se destacam: Brahma, o críador - Shíva, o destruídor e Víshnu, o protetor. E todos os
deuses e toda críação fazem parte de um ser uníversaí absoíuto, o Deus dos híndus, o
adorado Brahman. Atuaímente cerca de 745 mííhões de híndus se espaíham peío
mundo. No Brasíí, há mííhares de seguídores de reíígíões, seítas e fííosofías hínduístas.
*slamismo
A reíígíão ísíâmíca surgíu em 610 d.C. com a mensagem reveíada ao profeta Maomé.
O termo ísíam deríva da paíavra "Saíama" (estar em paz), e seu sígnífícado no
contexto reíígíoso é a submíssão voíuntáría à vontade de Deus. Os seguídores desta
reíígíão são chamados de muçuímanos (aqueíes que se submetem a Deus). Após o
faíecímento do profeta Maomé, seus sucessores (os caíífas), passaram a ííderar os
muçuímanos. A maíoría dos muçuímanos encontra-se no Oríente Médío, Afríca e Asía.
Com grande concentração na Afríca e na Asía, o ísíamísmo é pratícado por uma sétíma
parte da popuíação mundíaí, se confírmando como a segunda maíor reíígíão do
píaneta. No Brasíí há um mííhão de muçuímanos espaíhados por todo o terrítórío
nacíonaí. As maíores comunídades se encontram nas cídades de São Pauío, Río de
|aneíro, Curítíba, Río Grande do Suí e Foz do Iguaçu.
Legi+o da $oa Vontade
Em 1926, um |ovem de 12 anos chamado Aízíro Eíías Davíd Abraão Zarur, maís
conhecído como Aízíro Zarur, afírmou ter recebído uma "reveíação", na quaí |esus íhe
mandava pregar e reveíar o sentído ocuíto e prátíco do Novo Mandamento, que se
encontra no Evangeího de |oão 13.14. A organízação ofícíaí da LBV se deu em 1950,
também no Río de |aneíro. Afírmando que o crístíanísmo fundado por |esus se desvíou
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de seus propósítos, deíxando de íado o Novo Mandamento, Zarur pregava que seu
grupo estaría restaurando o "Crístíanísmo do Novo Mandamento", poís |uígava que a
LBV era a quarta e úítíma reveíação de Deus à humanídade, sendo as três anteríores o
|udaísmo, o Crístíanísmo e o Kardecísmo. O próprío Zarur afírmou ser a reencarnação
de Aíían Kardec. Zarur admínístrou a LBV até a sua morte, em 1979. Assumíu em seu
íugar o atuaí presídente mundíaí da LBV, |osé Símões de Paíva Neto, que íntensífícou a
obra socíaí e espírítuaíísta da LBV. Devído ao seu íntenso trabaího na área socíaí, a
LBV é estímada e assístída por muítos; são mííhares de símpatízantes, que coíaboram
fínanceíramente com a ínstítuíção; porém, são poucos os que se tornam membros da
Reíígíão de Deus.
,ormonismo
Segundo |oseph Smíth, fundador da seíta, na noíte de 21 de setembro 1823, Deus
envíou o an|o Morôní, que íhe faíou sobre um íívro escríto em píacas de ouro,
escondído no Monte Cumora. Em 22 de setembro de 1827, Morôní reveíou o íocaí das
píacas de ouro para que reaíízasse, com a a|uda do Urím e Tumím que estava
|untamente enterrado, a tradução do Lívro de Mórmon, que é o príncípaí texto sagrado
do mormonísmo. A Igre|a de |esus Crísto dos Santos dos Úítímos Días, foí organízada e
fundada por |oseph Smíth |r. em 6 de abríí de 1830. Apesar do não cumprímento de
aígumas profecías e de reveses econômícos, a seíta cresceu. Em 1844, |oseph Smíth
foí preso com seu írmão sob a acusação de subíevarem a ordem púbííca. Acabaram
sendo assassínados no ínteríor da prísão na noíte de 27 de |unho daqueíe ano.
Sucedeu-o Brígham Young, presídente do Concííío dos 12 Apóstoíos. Foí durante a sua
admínístração que a poíígamía foí ínstítuída formaímente, no ano de 1852. Mas em
1890, com a pressão do governo dos EUA, foí aboíída ofícíaímente peío presídente
Wííford Woodruff. O mormínísmo chegou ao Brasíí em 1923.
-eic.o'/o'*ê
Foí fundada em março de 1930, no |apão, peío doutor Masaharu Taníguchí, que partíu
de uma pesquísa de todas as grandes reíígíões e fííosofías do mundo, íançou a revísta
Seícho-No-Ie. O termo Seícho-No-Ie sígnífíca "Lar do Progredír Infíníto ou Casa da
Longa Vída". A prímeíra Academía construída no Brasíí, foí na cídade de Ibíúna, e ho|e
eía tem capacídade para receber 1000 pessoas. Em seguída foram construídas a de
Santa Tecía - RS e a de Santa Fé - BA. No Estado de São Pauío, Brasíí, pode-se
encontrar várías Assocíações e Academías de Treínamento Espírítuaí. Ho|e, só no
|apão exístem cerca de 2 mííhões de membros e no Brasíí maís de 300 míí.
0estemun.as de 1eo!á
Fundada por Charíes T. Russeí no ano de 1884. Russeí nasceu num íar presbíteríano,
mas afastou-se ínquíeto com a doutrína da condenação eterna. Passou peíos
adventístas, antes de formar a Socíedade Torre de Vígía de Síão e em 13 de dezembro
de 1884 teve seu começo ofícíaí. Maís tarde o termo Síão foí tírado. Após a morte de
Russeí, o |uíz |oseph Frankíín Rutheford ganhou a presídêncía da organízação. Eíe foí a
personaíídade de maíor ínfíuêncía que as Testemunhas de |eová |á tíveram, superando
Russeí no voíume de ííteraturas pubíícadas e na adoção de novas doutrínas. Nathan
Homer Knorr tornou-se chefe das Testemunhas de |eová, após a morte de Rutheford, e
foí um dos príncípaís tradutores da Bíbíía chamada Tradução do Novo Mundo das
Escríturas Sagradas, íançada em 1961. Essa seíta foí íntroduzída no Río de |aneíro em
1923 por um grupo de marínheíros norte-amerícanos.
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$stratégias utili%adas pelas seitas
Apresentaç+o " sociedade
1) Normaímente procuram fazer boas obras;
2) Parecem ter rígídos padrões moraís, com um típo de ensíno étíco;
3) Fazem uso da Bíbíía, mas sempre com aígum típo de ííteratura compíementar. E a
Bíbíía é usada com ínterpretações dístorcídas com o ob|etívo de se |ustífícar as
suas doutrínas herétícas.
4) Aígumas usam a ímagem de |esus para aparentar uma íntímídade com os
ensínamentos de Deus e aígumas afírmam ser |esus Crísto um dos seus adeptos.
0áticas de recrutamento
As seítas têm como sua príncípaí tátíca para recrutamento, a observâncía das
necessídades e carêncías das pessoas , sempre com o ob|etívo de preenchê-ías.
As técnícas maís usadas para se atíngír esse ob|etívo são:
1) Bombardeío do amor - demonstração de atenção e afeto com paíavras e ações;
2) Contato físíco muíto íntenso (abraços, toques e apertos de mão);
3) Dão assístêncía às pessoas com apoío emocíonaí: aconseíhamentos, técnícas de
reíaxamento, hípnose, etc.;
4) Muítos eíogíos de forma que a pessoa passe a pensar que é o centro de todas as
atenções;
5) Usam versícuíos da Bíbíía fora do contexto, místurando-os de uma forma maí
ínterpretada às suas fííosofías para dar vaíídade ao seu sístema.
Essas técnícas fazem com que o novo adepto fíque dependente de seus ííderes,
fícando com uma dívída de gratídão e na obrígação de retríbuír o apoío. Por ísso é
muíto dífícíí tírar uma pessoa de uma seíta herétíca, poís o mesmo está envoívído
emocíonaímente.
0áticas de retenç+o dos adeptos
1) Dependêncía: as pessoas dese|am permanecer na seíta, porque eía aparenta vír de
encontro com suas necessídades psícoíógícas, ínteíectuaís e espírítuaís;
2) Isoíamento: o contato com pessoas de fora do grupo é reduzído, fícando maís fácíí
para o ííder da seíta controíar e moídar como se dese|a a vída do adepto;
3) Lavagem cerebraí: os condícíonamentos dos processos de pensamento dos
adeptos, são reconstruídos de acordo com a doutrína da seíta, com um sístema de
repetíção de paíavras e ídéías até que ísto se|a assímííado por compíeto e sem
nenhum típo de questíonamento, tornando assím os seus membros totaímente
submíssos e índefesos às suas fííosofías;
4) Substítuíção: a seíta e os seus ííderes, passam a ocupar o íugar de paí, mãe, pastor
e professor de seus membros;
5) Cuípabííídade: é díto para o adepto, que se eíe deíxar a seíta ísso sígnífícará traíção
ao ííder, ao grupo e a Deus. Também dízem que ao deíxar o grupo, o adepto estará
demonstrando íngratídão a todo auxííío dado a eíe até então.
6) Ameaça: fazem ameaças a todos aqueíes que tentam deíxar a seíta dízendo que se
fízerem ísto, Deus os punírá.
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10
& sã doutrina e as seitas
$blia
A Sagrada Escrítura é a úníca regra sufícíente, certa e ínfaííveí de conhecímento para
a saívação, de fé e de obedíêncía. A autorídade da Sagrada Escrítura, razão peía quaí
deve ser crída e obedecída, não depende do testemunho de quaíquer homem ou
ígre|a, mas provém ínteíramente de Deus, sendo Eíe mesmo a verdade e o seu autor.
A Escrítura, portanto, tem que ser recebída, por ser a Paíavra de Deus. Todo o
conseího de Deus, concernente a todas as coísas necessárías para a sua própría
gíóría, para a saívação do homem, a fé e a vída, está expressamente decíarado ou
necessaríamente contído na Sagrada Escrítura. A eía nada em tempo aígum se
acrescentará, quer por nova reveíação do Espíríto, quer por tradíções de homens.
“E que desde a infLncia sabes as sagradas letras que podem tornar(te s-bio para sal,a/ão pela fé em
Aristo 5esus1 %oda Escritura é inspirada por 9eus e útil para ensino, para a repreensão, para a corre/ão,
para a educa/ão na 4usti/a, a fim de que o homem de 9eus se4a perfeito e perfeitamente habilitado para
toda boa obra1" )%m 2'$?($E
“+ois tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência, e pela
consola/ão das Escrituras, tenhamos esperan/a1" Cm $?'&
“Examinais as Escrituras, porque 4ulgais ter nelas a ,ida eterna, e são elas mesmas que testificam
de mim1" 5o ?'2:
&d"entistas do sétimo dia
“Nos tempos antigos, Deus falou aos homens pela boca de Seus Profetas e apóstolos.
Nestes dias Ele lhes fala por meio dos Testemunhos do Seu Espírito. No hou!e ainda
um tempo em "ue mais seriamente falasse ao Seu po!o a respeito de Sua !ontade e
da conduta "ue este de!e ter#
$
“%o passo "ue, apesar de no despre&armos o pensamento dos pioneiros, nós
aceitamos como regra de fé % 'e!ela(o ) *elho Testamento, No!o Testamento e
Espírito de Profecia#.
2
“+remos "ue Ellen ,hite foi inspirada pelo Espírito Santo e seus escritos, o produto
dessa inspira(o, t-m aplica(o e autoridade especial para os ad!entistas do sétimo
dia. ..../ Negamos "ue a "ualidade ou grau de inspira(o de Ellen ,hite se0a diferente
dos encontrados nas Escrituras Sagradas#.
3
Catolicismo 'omano
1% leitura da 2íblia é um !eneno31 e 1a propaga(o da 2íblia é uma peste31
4
“No é atra!és da Escritura apenas "ue a 5gre0a deri!a sua certe&a a respeito de tudo
"ue foi re!elado. Por isso ambas .Escritura e Tradi(o/ de!em ser aceitas e !eneradas
com igual sentido de piedade e re!er-ncia.#
6
1
Ellen ,hite. Testemunhos Seletos
2
% Sacudidura e os $44.777, p.$$8
3
'e!ista %d!entista, fe!ereiro de $9:4, p.;8
4
Pio 5<. Sillabus, 8-12-1864
5
+omp-ndio do *aticano 55
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11
$spiritismo
“% 2íblia contém e!identemente narrati!as "ue a ra&o desen!ol!ida pela ci-ncia, no
poderia aceitar ho0e em dia= igualmente, contém fatos "ue parecem estranhos e
repugnantes, por"ue se ligam a costumes "ue no so adotados...#
>
1...no poderia a 2íblia ser considerada 1a pala!ra de Deus1 nem uma re!ela(o
sobrenatural. ? "ue se de!e nela !er é uma compila(o de narrati!as históricas ou
legend@rias, de ensinamentos sublimes, de par com pormenores As !e&es tri!iais1.
8
(egião da !oa )ontade
“?s erros da 2íblia so conse"B-ncia natural do estado e!oluti!o dos seus autores...#
8
“Senhor, no creio "ue este Ci!ro Santo DTenha, todo ele, inspira(o di!ina DPor"ue tua
santíssima doutrina DNo pode rebaiEarFse tanto e tanto3 DNo posso concordar com
tais parlendas DGue difundem tamanhas in!erdades= DSe a 2íblia tem muitíssimas
!erdades, DTem também suas f@bulas e lendas.#
9
*ormonismo
1+remos "ue a 2íblia é a Pala!ra de Deus até onde for tradu&ida corretamente=
cremos "ue o Ci!ro de Hórmon também é a pala!ra de Deus1
10
“Couco, tu "ue disseres, uma 2íblia, uma 2íblia, nós temos uma 2íblia e no
precisamos de mais 2íblia... Por"ue resmungais !ósI ) pois ha!eis de receber mais de
minha pala!ra#.
$$
+estemunhas de ,eo"-
1Se os seis !olumes de Scripture Studies JEstudos das EscriturasK so praticamente a
2íblia ordenada por tópicos, com teEtos bíblicos dados como pro!a, podemos chamar
apropriadamente aos !olumes F a 2íblia numa forma ordenada. 5sto é, no so apenas
coment@rios acerca da 2íblia, mas so praticamente a própria 2íblia... Hais ainda, no
só achamos "ue as pessoas no podem !er o plano di!ino estudando somente a
2íblia, mas pensamos também "ue se alguém deiEar de lado os Scripture Studies,
mesmo "ue se0a depois de os ter usado, depois de se ter familiari&ado com esses
li!ros, depois de os ter lido durante de& anos F se ele depois os deiEa de lado e os
ignora e se !ira somente para a 2íblia, embora tenha compreendido a 2íblia durante
de& anos, a nossa eEperi-ncia mostra "ue dentro de dois anos ele fica na escurido.
Por outro lado, se ele ti!esse lido somente os Scripture Studies com as refer-ncias, e
no ti!esse lido uma p@gina diretamente da 2íblia, ele estaria na lu& no fim desses
dois anos, por"ue teria a lu& das Escrituras.1
$L
1PerguntaM Poder@ a leitura da 2íblia... condu&ir alguém A !erdadeI 'espostaM No... a
mais !aliosa literatura para fa&er alguém entender a 2íblia é publicada pela
%ssocia(o 5nternacional dos Estudantes da 2íblia |Testemunhas de |eová|.1
$;
6
%llan Nardec, % O-nese.
7
Céon Denis, +ristianismo e Espiritismo.
8
Pesus ) % saga de %l&iro Qarur
9
Poema de %l&iro Qarur, em Pesus Para os Sobre!i!entes
10
Declara(o de Ré, artigo nS :
11
Ci!ro de Hórmon, Se(o +<<<55, 44
12
,atch ToTer 'eprints, $6 de Setembro de $9$7
13
% 5dade de ?uro de L8D8D$9L8
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12
1Se !oc- passar $6 minutos lendo cada um dos li!ros de 'utherford, ter@ mais pra&er
do "ue lendo a 2íblia por um ano inteiro.1
$4
Deus
O Senhor nosso Deus é somente um, o Deus vívo e verdadeíro, cu|a subsístêncía está
em sí mesmo e provém de sí mesmo; ínfíníto em seu ser e perfeíção, cu|a essêncía por
nínguém pode ser compreendída, senão por Eíe mesmo. Eíe é um espíríto puríssímo,
ínvísíveí, sem corpo, membros ou paíxões; ímutáveí, ímenso, eterno, todo-poderoso;
em tudo ínfíníto, santíssímo, sapíentíssímo; compíetamente íívre e absoíuto, operando
todas as coísas segundo o conseího da sua própría vontade, e para a sua própría
gíóría. Neste ser dívíno e ínfíníto há três pessoas: o Paí, o Fíího e o Espíríto Santo; de
uma mesma substâncía, íguaí poder e eternídade, possuíndo cada uma ínteíra
essêncía dívína, que é índívísíveí. Portanto, um só Deus; que não deve ser dívído em
seu ser ou natureza, mas, sím, dístínguído peías díversas propríedades pecuííares e
reíatívas, e reíações pessoaís. Essa doutrína da Tríndade é o fundamento de toda a
nossa comunhão com Deus e confortáveí dependêncía dEíe.
“%oda,ia para n!s h- um s! 9eus, o +ai, de quem são todas as cousas e para quem existimos, e um s!
7enhor, 5esus Aristo, pelo qual são todas as cousas, e n!s também por ele1" $Ao 6'>
“9eus é espirito. e importa que os seus adoradores o adorem em espirito e em ,erdade1" 5o &')&
“@ssim, ao Cei eterno, imortal, in,isí,el, 9eus único, honra e gl!ria pelos séculos dos séculos1 @mém1" $%m
$'$E
“@ntes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és
9eus1" 7l :K')
"Go céu est- o nosso 9eus. e tudo fa como lhe agrada1" 7l $$?'2
“;de, portanto, faei discípulos de todas as na/Mes, batiando(os em nome do +ai, e do 3ilho, e do Espírito
7anto" =t )6'$:
“@ gra/a do 7enhor 5esus Aristo, e o amor de 9eus, e a comunhão do Espírito 7anto se4am com todos
,!s1" )Ao $2'$2
"E, porque ,!s sois filhos, en,iou 9eus aos nossos cora/Mes o Espírito de seu 3ilho, que clama' @ba, +ai1"
Nl &'>
&d"entista do sétimo dia
Os píoneíros adventístas eram contra a Tríndade:
1Esta doutrina da Trindade foi tra&ida para a igre0a no mesmo tempo em "ue a
adora(o de imagens, e a guarda do domingo e no é mais do "ue a doutrina dos
persas remodelada.1
$6
1Gue uma pessoa se0a tr-s pessoas, e "ue tr-s pessoas se0am uma só pessoa, é uma
doutrina "ue nós podemos proclamar ser um doutrina contr@ria A ra&o e ao senso
comum.1
$>
1...est@ to longe da !erdade como a !elha e absurda doutrina trinitariana na "ual di&
"ue Pesus é !erdadeiramente o Deus eterno.1
$8
14
*indica(o 555, $9;L
15
P.N. Cougborough. %d!entist 'e!ieT, 6 de No!embro de $:>$
16
Pames ,hite .marido de Ellen ,hite/. %d!entist 'e!ieT, > de Pulho de $:>9
17
P.N. %ndreTs. %d!ent 'e!ieT 6 de %gosto de $:6L.
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13
$spiritismo
“%bFrogamos a idéia de um Deus pessoal#.
18
1Deus é a grande alma uni!ersal, de "ue toda alma humana é uma centelha, uma
irradia(o. +ada um de nós possui, em esta latente, for(as emanadas do di!ino
foco.1
$9
Islamismo
1+omo pode Ele .Deus/ ter um filho, "uando no tem uma esposaI1
L7
1Conge de nós retir@Flo de sua ma0estade transcendente para "ue tenha um filho1.
L$
*ormonismo
1Deus mesmo 0@ foi como nós somos agora e é um homem glorificado.1
22
1%gora ou!i, ó habitantes de terra, 0udeus e gentios, santos e pecadores3 Guando
nosso pai chegou ao 0ardim do Uden, entrou nele com um corpo celestial, e trouEe
consigo E!a, uma de suas esposas. Ele a0udou a organi&ar este mundo. Ele é Higuel, o
%rcan0o, o %ncio de Dias3 %cerca de "uem santos homens t-m escrito e falado F ele é
nosso pai e nosso Deus, e o Vnico Deus com "uem de!emos lidar"
23
1?s profetas mórmons t-m ensinado continuamente a !erdade sublime "ue Deus o
Pai Eterno uma !e& homem mortal "ue passou por uma escola da !ida terrena similar
A "ual estamos passando agora. CembremFse "ue Deus, nosso Pai +elestial foi, tal!e&,
em algum tempo, uma crian(a, e mortal como nós somos, e se ele!ou passo a passo
na escala do progresso, na escola do desen!ol!imento.1
24
1? Pai tem um corpo de carne e osso to tangí!el "uanto o dos homens...1
25
"So tr-s personagens distintos e tr-s deuses."
26
+estemunhas de ,eo"-
“% simples !erdade é "ue essa é mais uma das tentati!as de Satan@s para impedir as
pessoas tementes a Deus de aprenderem a !erdade de Peo!@ e seu Rilho, +risto Pesus.
No, no eEiste trindade.#
27
“Sem dV!ida eEistem alguns clérigos "ue so realmente sinceros em pensar "ue Pesus
foi seu próprio pai e "ue o TodoFPoderoso é filho de si próprio= e "ue cada um desses
é uma terceira pessoa "ue é igual As outras duas e contudo diferentes dela#.
28
18
,alWins. The phXsical phenomena in spiritualism re!ealed.
19
?rson Pratt. Di!ine %utoritX
20
%lcoro, Sura >,$7$
21
%lcoro, Sura 4,$8$
22
Doutrinas do Profeta Poseph Smith.
23
2righam Young, Pournal of Discourses
24
Hilton '. Zunter, The Oospel Through the %ges
25
Doutrinas e +on!-nios
26
Ensinamentos do profeta Poseph Smith Pr.
27
Se0a Deus !erdadeiro.
28
Z. E. PennocW. +oisas "ue o clero no conta.
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14
1esus %risto
O Fíího de Deus, Segunda pessoa da Tríndade Santa - sendo o próprío Deus eterno, o
respíendor da gíóría do Paí, da mesma essêncía e íguaí ao Paí - Eíe fez o mundo,
sustém e governa todas as coísas que críou. Ouando veío a píenítude do tempo, Eíe
tomou sobre sí a natureza humana, com todas as suas propríedades essencíaís e
fraquezas comuns - porém, sem pecado. E foí concebído peío Espíríto Santo, no ventre
da Vírgem María (poís o Espíríto Santo desceu sobre eía, e o poder do Aítíssímo a
envoíveu). Desse modo, duas naturezas compíetas, perfeítas e dístíntas foram
ínseparaveímente unídas, em uma úníca pessoa, sem conversão, composíção ou
confusão. E essa pessoa é verdadeíramente Deus e verdadeíramente homem; no
entanto, um só Crísto, o úníco medíador entre Deus e os homens.
E o ,erbo se fe carne, e habitou entre n!s, cheio de gra/a e de ,erdade, e ,imos a sua gl!ria como do
unigênito do +ai1 5o $'$&
9eles são os patriarcas e também deles descende o Aristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, 9eus
bendito para todo o sempre, @mém1 Cm :'?
+orquanto h- um s! 9eus e um s! mediador entre 9eus e os homens, Aristo 5esus, homem1 $%m )'?
9isseram(lhe então os outros discípulos' Dimos o 7enhor1 =as ele respondeu' 7e eu não ,ir nas suas mãos
o sinal dos cra,os, e ali não puser o meu dedo, e não puser a minha mão no seu lado, de modo algum
acreditarei1 E logo disse a %omé' +Me aqui o teu dedo e ,ê as minhas mãos. chega também a tua mão e
pMe(na no meu lado. não se4as incrédulo, mas crente1 5o )K')?,)E
&d"entistas do sétimo dia
“Guando !iera com uma mensagem para Daniel, disseraM [Ninguém h@ "ue se esforce
comigo contra a"ueles, a no ser Higuel J+ristoK, !osso príncipe.\ Dn $7ML$#
29
“Hoisés passou pela morte, mas +risto desceu e lhe deu !ida antes "ue seu corpo
!isse a corrup(o. Satan@s procurou reter o corpo, pretendendoFo como seu= mas
Higuel ressuscitou Hoisés e le!ouFo ao +éu. Satan@s maldisse amargamente a Deus,
acusandoF? de in0usto.#
30
“Higuel no é outro seno o mesmo Senhor Pesus.#
31
$spiritismo
1+on!ém, pois, riscar os milagres do rol das pro!as em "ue pretendem basear a
di!indade do +risto1.
;L
“Ele JPesusK era médium de Deus#.
;;
(egião da !oa )ontade
“Pesus no poderia nem de!eria, conforme as imut@!eis Ceis da Nature&a, re!estir o
corpo material do homem do nosso planeta, corpo de lama, incompatí!el com
nature&a espiritual, mas um corpo fluídico.#
34
29
? Dese0ado de Todas as Na(]es#
30
Zistória da 'eden(o
31
Primeiros Escritos
32
?bras Póstumas
33
% O-nese
34
Pesus, a saga de %l&iro Qarur
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15
“Haria tinha de crer num parto real e lembrarFse dos fatos "ue lhe cumpria atestar,
como se ti!essem ocorrido ..../ R@cil teria sido, portanto, produ&ir nos homens,
na"ueles "ue por!entura a assistissem, a iluso do parto de Haria1.
35
“Esses !-em, em Pesus, um ZomemFDeus, atribuindoFlhe a di!indade, com a
declara(o de ser Ele Deus mesmo, feito homem ..../ %gora, o mundo inteiro pode
compreender "ue Pesus, o +risto de Deus, no é Deus nem 0amais afirmou "ue fosse
Deus.#
36
*ormonismo
1..."ue CVcifer, o filho da al!a, é nosso irmo mais !elho e o irmo de Pesus +risto1.
37
1Guando a *irgem Haria concebeu o Henino Pesus, Ele no foi gerado pelo Espírito
Santo. E "uem é o seu PaiI Ele é o primeiro na família humana1.
38
1+remos "ue o casamento em +an@ da Oaliléia foi o de Pesus +risto1
39
"Pesus +risto foi polígamoM Haria e Harta, as irms de C@&aro, eram suas esposas
pluralistas, e Haria Hadalena era outra. Também a festa nupcial de +an@ da Oaliléia,
onde Pesus transformou @gua em !inho, reali&ouFse por ocasio de um dos seus
casamentos1.
40
+estemunhas de ,eo"-
“% principal das criaturas de Deus debaiEo dEle é seu filho "ue !eio a terra, tomando o
nome de Pesus. % 2íblia mostra "ue esse !i!era como criatura de espírito, no céu,
antes de !ir A terra#.
41
“Desmateriali&ando o corpo humano "ue ha!ia assumido e !oltando para seu estado
in!isí!el de espírito, Pesus em sua ascen(o no correu riscos A sua !ida tais como de
faiEas de irradia(o em !olta da terra ou raios cósmicos no espa(o eEterior. En"uanto
"ue no ascendeu ao céu no corpo humano "ue Ele ha!ia sacrificado e "ue deiEou
para sempre no altar de deus, Ele !oltou para o céu com o mérito ou !alo de sua !ida
humana "ue depusera pela humanidade moribunda.#
42
(sprito -anto
O Espíríto Santo é a terceíra pessoa da Tríndade, procedente do Paí e do Fíího, da
mesma substâncía e íguaí em poder e gíóría, e deve-se crer neíe, amá-Lo, obedecê-Lo
e adorá-Lo, |untamente com o Paí e o Fíího, por todos os sécuíos. O Espíríto Santo
prepara o camínho para o Evangeího, acompanhado com seu poder persuasívo e
recomenda a sua mensagem à razão e à conscíêncía dos homens, de maneíra que os
que re|eítam a oferta míserícordíosa, fícam não somente sem descuípa, mas também
cuípados de terem resístído ao Espíríto Santo. Peía presença do Espíríto Santo nos
seus corações, todos os crentes, estando íntímamente unídos a Crísto, a Cabeça,
estão assím unídos uns aos outros na Igre|a, que é o seu corpo. Eíe chama e unge os
mínístros para o seu santo ofícío, prepara todos os outros ofícíaís na Igre|a para o seu
trabaího especíaí e concede váríos dons e graças aos demaís membros. Por Eíe a
35
Pesus, a saga de %l&iro Qarur
36
Pesus, a saga de %l&iro Qarur
37
2ruce Hc+onWie, Doutrina Hórmon
38
2righam Young, Pournal of Discourses
39
Pournal of Discourses
40
2righam Young. ,ife no. $9.
41
Essa boa no!a do reino.
42
Se0a seu nome santificado.
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16
Igre|a será preservada e aumentada e tornada perfeítamente santa na presença de
Deus.
“;de, portanto, faei discípulos de todas as na/Mes, batiando(os em nome do +ai, e do 3ilho, e do Espírito
7anto1" =ateus )6'$:
“Fatiado 5esus, saiu logo da -gua, e eis que se lhe abriram os céus, e ,iu o Espírito de 9eus descendo
como pomba, ,indo sobre ele1 E eis uma ,o dos céus, que diia' Este é o meu 3ilho amado, em quem me
comprao1" =ateus 2'$>($E
“@ gra/a do 7enhor 5esus Aristo, e o amor de 9eus, e a comunhão do Espírito 7anto se4am com todos ,!s1"
) Aoríntios $2'$2
“@tendei por ,!s e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito 7anto ,os constituiu bispos, para
pastoreardes a igre4a de 9eus, a qual ele comprou com o seu pr!prio sangue1" @tos )K')6
“+orque a um é dada, mediante o Espírito, a pala,ra da sabedoria. e a outro, segundo o mesmo Espírito, a
pala,ra do conhecimento. a outro, no mesmo Espírito, a fé. e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar. a
outro, opera/Mes de milagres. a outro, profecia. a outro, discernimento de espíritos. a um, ,ariedade de
línguas. e a outro, capacidade para interpret-(las1 =as um s! e o mesmo Espírito realia todas estas
coisas, distribuindo(as, como lhe apra, a cada um, indi,idualmente1" $ Aoríntios $)'6($$
&d"entistas do sétimo dia
“Nem no %ntigo nem no No!o Testamentos ruach ou pneuma JEspíritoK se referem a
alguma entidade inteligente capa& de eEistir independentemente do corpo.#
43
$spiritismo
"? Espírito de *erdade disseFlhe ser uma falange de Espíritos superiores "ue !inha até
aos homens cumprir a promessa de Pesus, no E!angelho de Poo#.
44
"Na realidade, o Espírito Santo ou o Espírito da *erdade é um con0unto de idéias, ou
se0a é uma corrente de pensamento."
45
"%ssim reali&a o Espiritismo o "ue Pesus disse do consolador prometidoM conhecimento
das coisas, "ue fa& o homem saber de onde !em, para onde !ai e por"ue est@ na
Terra."
46
(egião da !oa )ontade
1? Espírito Santo, de modo geral, no era F e no é um Espírito Especial, mas uma
designa(o figurada, e indica o con0unto dos espíritos puros... U a Ralange Sagrada1
47
*ormonismo
Os mórmons ensínam que o Espíríto Santo é espíríto com forma humana, que não
onípresente, apenas sua ínfíuêncía é presente em todo íugar."
48
+estemunhas de ,eo"-
“? santo espírito, porém, no tem nome pessoal. % ra&o disso é "ue o santo espírito
no é uma pessoa inteligente. TrataFse de uma for(a impessoal, in!isí!el e ati!a, "ue
43
Ci(]es da escola sabatina. L
7
TrimD99.
44
^ni!erso Espírita .site da internet/.
45
Posé Zenri"ue 2aldin. ? +onsolador prometido.
46
%llan Nardec. ? e!angelho segundo o espiritismo.
47
Pesus _ % Saga de %l&iro Qarur
48
Princípios do E!angelho.
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17
encontra sua fonte e seu abastecimento em Deus Peo!@ e "ue este emprega para
eEecutar a sua !ontade#.
49

-al!aç+o
Tendo o homem trazído sobre sí mesmo a maídíção da íeí, por causa de sua queda no
pecado, o Senhor teve por bem estabeíecer o pacto da graça. Neste pacto Deus
oferece gratuítamente, a pecadores, vída e saívação por |esus Crísto, requerendo-íhes
fé nEíe para que se|am saívos, e prometendo dar o Espíríto Santo a todos os que estão
destínados para a vída eterna, para íhes dar a vontade e a capacídade para crerem. A
estes, Eíe se agrada em chamar efícazmente, no tempo aceítáveí e por Eíe mesmo
determínado; por meío de sua Paíavra e de seu Espíríto; do estado naturaí de pecado
e morte, para a graça e a saívação por |esus Crísto. Isso Deus faz ííumínando-íhes a
mente de maneíra espírítuaí e saívadora, para que compreendam as coísas de Deus;
tírando-íhes o coração de pedra e dando-íhes um coração de carne; renovando-íhes a
vontade e predíspondo-os para o bem e trazendo-os írresístíveímente para |esus
Crísto. No entanto, eíes vêm a Crísto espontânea e íívremente, porque a graça de
Deus íhes díspõe o coração para ísso.
+orque 9eus amou ao mundo de tal maneira que 9eu o seu 3ilho unigênito, para que todo o que nele crê
não pere/a, mas tenha a ,ida eterna1 5o 2'$>
E aos que predestinou, a esses também chamou. e aos que chamou, a esses também 4ustificou. e aos que
4ustificou, a esses também glorificou1 Cm 6'2K
Entretanto, de,emos sempre dar gra/as a 9eus, por ,!s, irmãos amados pelo 7enhor, por isso que 9eus
,os escolheu desde p princípio para a sal,a/ão, pela santifica/ão do Espírito e fé na ,erdade, para o que
também ,os chamou mediante o nosso e,angelho, para alcan/ar a gl!ria de nossa 7enhor 5esus Aristo1
)%s )'$2($&
que nos sal,ou e nos chamou com santa ,oca/ão. não segundo as nossas obras, mas conforme a sua
pr!pria determina/ão e gra/a que nos foi dada em Aristo 5esus antes dos tempos eternos1 )%m $':
9ar(,os(ei cora/ão no,o, e porei dentro em ,!s espírito no,o. tirarei de ,!s o cora/ão de pedra e ,os darei
cora/ão de carne1 E 2>')>
&d"entistas do sétimo dia
“% morte de +risto no tem significado eEpiatório para o pecador A parte de Sua intercesso
sacerdotal... ? +al!@rio pagou integralmente o débito do pecado do mundo .$ Poo LML/. +risto
“morreu uma !e& por todas# .ephapaE, leitura literal de Zebreus 8ML8/ e 0amais morrer@ de
no!o. Has a eEpia(o ob0eti!a feita pela Di!indade na cru& no sal!a ninguém
automaticamente&
50
“Santificar o s@bado ao Senhor importa em sal!a(o eterna#
51
“% intercesso de +risto no santu@rio celestial, em prol do homem, é to essencial ao plano da
reden(o, como o foi Sua morte sobre a cru&. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cu0a
termina(o ascendeu ao +éu, depois de ressurgir#
6L
Catolicismo 'omano
“Se alguém disser, "ue o pecador se sal!a somente com a fé entendendo "ue no é
re"uerida "ual"uer outra coisa "ue coopere para conseguir a gra(a da sal!a(o, e "ue
49
Se0a seu nome santificado.
50
RranW 2. ZolbrooW. ? Sacerdócio EEpiatório de Pesus +risto.
51
Ellen ,hite. Testemunhos Seletos, !ol ;.
52
Ellen ,hite. +risto em Seu Santu@rio.
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18
de nenhum modo é necess@rio "ue se prepare e pre!ina com o impulso de sua
!ontade, se0a eEcomungado.#
53
“?s pecadores só por intercesso de Haria obtém o perdo ..../Em !ós, Senhora,
tendo colocado toda a minha esperan(a e de !ós espero minha sal!a(o, ..../ Haria é
toda a esperan(a de nossa sal!a(o, acolheiFnos sob a !ossa prote(o se sal!os nos
"uereis !er= pois só por !osso intermédio esperamos a sal!a(o#.
54
1%"ueles "ue morrem na gra(a e na ami&ade de Deus, mas imperfeitamente
purificados, esto certos da sua sal!a(o eterna, toda!ia sofrem uma purifica(o após
a morte, a fim de obter a santidade necess@ria para entrar na alegria do céu.#
55
$spiritismo
1No, a misso de +risto no era resgatar com o seu sangue os crimes da
humanidade. ? sangue, mesmo de um Deus, no seria capa& de resgatar ninguém.
+ada "ual de!e resgatarFse a si mesmo1.
6>
*ormonismo
“Nenhum homem "ue re0eita o testemunho de Poseph Smith pode entrar no reino de
Deus1.
57

1?s homens tem uma obra a reali&ar para obter a sal!a(o1.
58
+estemunhas de ,eo"-
“? resgate por todos no confere nem garante a !ida ou a b-n(o eterna a ninguém=
o "ue garante a todos é uma no!a oportunidade ou pro!a para a !ida eterna#.
59
*gre2a
A Igre|a uníversaí que com respeíto à obra ínterna do Espíríto, e da verdade da graça,
pode ser chamada ínvísíveí, consíste no número totaí dos eíeítos que |á foram, estão
sendo, ou aínda serão chamados em Crísto, o Cabeça de todos. A Igre|a é a esposa, o
corpo e a píenítude daqueíe que é tudo em todos. Todas as pessoas ao redor do
mundo, que professam fé no evangeího e obedíêncía a Deus, medíante Crísto, de
acordo com o evangeího, e que não destroem o seu testemunho com aíguma doutrína
fundamentaímente errada ou conversão profana: esses podem ser chamados de os
santos, de que se compõe a ígre|a vísíveí; e todas as congregações devíam ser
constítuídas de pessoas assím. O Senhor |esus Crísto é o Cabeça da Igre|a. Por
determínação do Paí, de uma maneíra suprema e soberana, nEíe está ínvestído o
poder de chamar, ínstítuír, ordenar e governar a Igre|a. Os membros dessas ígre|as
são santos por chamamento, manífestando vísíveímente e evídencíando a sua
obedíêncía ao chamado de Crísto, tanto por confessarem a Crísto, como, também,
peío seu modo de vída. Os chamados consentem voíuntaríamente em ter comunhão
uns com os outros, de acordo com o mandato de Crísto; e, por vontade de Deus,
entregam-se uns aos outros e ao Senhor, submetendo-se às ordenanças do
evangeího.
53
+oncílio de Trento. +`nones sobre a sal!a(o, 5<
54
%fonso de Cigório. %s glórias de Haria.
55
+atecismo da 5gre0a +atólica, a$7;7
56
+ristianismo e Espiritismo
57
Doutrina da Sal!a(o
58
Doutrinas da Sal!a(o
59
Estudos nas escrituras
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19
“Ele é a cabe/a do corpo, da igre4a1 Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as
coisas ter a primaia" Al $'$6
“O igre4a de 9eus que est- em Aorinto, aos santificados em Aristo 5esus, chamados para ser santos, com
todos os que em todo lugar in,ocam o nome do 7enhor 5esus Aristo, 7enhor deles e nosso" $Ao $')
3
%ambém eu te digo que teu és +edro, e sobre esta pedra edificarei a minha igre4a, e as portas do inferno
não pre,alecerão contra ela1" =t $>'$6
3E ele mesmo concedeu uns para ap!stolos, outros para profetas, outros para e,angelistas, e outros para
pastores e mestres, com ,istas ao aperfei/oamento dos santos para o desempenho do seu ser,i/o, para
edifica/ão do corpo de Aristo1" Ef &'$$($)
“@inda tenho outras o,elhas, não deste aprisco. a mim me con,ém condui(las. elas ou,irão a minha ,o.
então ha,er- um rebanho e um pastor1“ 5o $K'$>
“E, se ele não os atender, die(o 0 igre4a. e, se recusar ou,ir também a igre4a, considera(o como gentio e
publicano1 Em ,erdade ,os digo que tudo o que ligardes na terra ter- sido ligado no céu, e tudo o que
desligardes na terra ter- sido desligado no céu1" =t $6'$E($6
&d"entistas do sétimo dia
“? s@bado ser@ a pedra de to"ue da lealdadeM pois é o ponto da !erdade
especialmente contro!ertido. Guando sobre!ier aos homens a pro!a final, tra(arFseF@
a linha di!isória entre os "ue ser!em a Deus e os "ue no o ser!em#.
60
1Sim, eu creio no futuro brilhante deste mo!imento por"ue no somos uma simples
igre0a entre as demais, por"ue somos o remanescente de Deus neste tempo do fim1.
61
Catolicismo
1De cora(o cremos e com a boca confessamos uma só 5gre0a, "ue no de hereges, só
a Santa, 'omana, +atólica e %postólica, fora da "ual cremos "ue ninguém se sal!a1.
62
1Rirmemente cr-, professa e predica "ue ninguém "ue no este0a dentro da 5gre0a
+atólica, no somente os pagos, mas também, 0udeus, os hereges e os cism@ticos,
no podero participar da !ida eterna e iro para o fogo eterno "ue est@ preparado
para o diabo e seus an0os, a no ser "ue antes de sua morte se unirem a Ela.
63
“Pode alguém sal!arFse fora da 5gre0a +atólica, %postólica, 'omanaI No. Rora da
5gre0a +atólica, %postólica, 'omana, ninguém pode sal!arFse, como ninguém pbde
sal!arFse do dilV!io fora da arca de Noé, "ue era figura desta 5gre0a.
64
$spiritismo
1Passo a passo a!an(ou a igre0a crist, e ao fa&-Flo, passo a passo a tocha do
espiritismo foi retrocedendo, até "ue "uase no se podia mais perceber uma fagulha
brilhante em meio as tre!as espessas. Por mais de $:77 anos a chamada igre0a crist
se tem imposto entre os mortais e os espíritos, barrando toda oportunidade de
progresso e desen!ol!imento. %tualmente, ela se ergue como completa barreira ao
progresso humano, como 0@ fa&ia ha $:77 anos. Se o cristianismo sobre!i!er, o
espiritismo de!e morrer, e se o espiritismo ti!er de sobre!i!er, o cristianismo de!e
desaparecer, so a antítese um do outro.1
65
60
Ellen Oould ,hite. ? conflito dos séculos.
61
'e!ista %d!entista Har(o de L77$.
62
Papa 5noc-ncio 555
63
+oncílio de Rloren(a .$4;:F$446/
64
+atecismo da doutrina crist, pergunta $>:.
65
Ronte no indicada
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20
(egião da !oa )ontade
“Temos, como sempre ti!emos, a con!ic(o inabal@!el de "ue a C2* foi criada pelo
próprio Pesus, Nosso Di!ino Hestre, "ue segue na !anguarda desse mo!imento.#
66
“Esperamos "ue no ignores a originalidade da nossa religio santíssima3 No foi
plagiada de nenhuma outra3#
67
*ormonismo
“5gre0a de Pesus +risto dos Santos do Vltimos dias# é a Vnica igre0a !erdadeira e
!i!a#.
68
1Todos os "ue no so Santos dos cltimos Dias, sero amaldi(oados.1
69
1Tanto os católicos como os protestantes no so nada mais "ue a dprostituta da
2abilbniad a "uem o Senhor denuncia pela boca de Poo, o 'e!elador, como tendo
corrompido toda a terra mediante suas fornica(]es e maldades. Gual"uer pessoa "ue
for ímpia o suficiente para receber a ordenan(a sagrada do e!angelho dos ministros
de "uais"uer destas igre0as apóstatas ser@ en!iada diretamente para o inferno com
eles, a menos "ue se arrependa desse ato ímpio e mau.1
70
+estemunhas de ,eo"-
"Em %pocalípse $4.$F;, a 2íblia é terminante ao predi&er "ue o total final da igre0a
celeste ser@ de $44.777, segundo o decreto de Deus.1
71
1U somente lógico "ue ha0a uma só religio !erdadeira...= "uem, ento, so os "ue
formam o corpo de !erdadeiros adoradores ho0eI No hesitamos em di&er "ue so as
Testemunhas de Peo!@.1
72
1SentirFnosFemos impelidos a ser!ir a Peo!@ com lealdade 0unto com sua organi&a(o
se lembrarmos de "ue no h@ outro lugar onde se possa obter a !ida eterna.#
73
66
'eligio do terceiro mil-nio
67
'eligio do terceiro mil-nio.
68
Doutrinas e con!-nios.
69
Pate StTart. ,e belie!e.
70
?rson Pratt. The Seer.
71
Se0a Deus !erdadeiro
72
Poder@s !i!er para sempre.
73
% Sentinela, $6 de outubro de $99L.
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21
'eferências !ibliogr-ficas
_____. 'on"issão de "é $atista de 1()*. Dísponíveí na Internet.
_____. 'on"issão de "é de +est,inster. Dísponíveí na Internet.
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BAALEN, |. K. Van. - caos das seitas. u, estudo dos /is,os& ,odernos.
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DAM, C. Van. 3os testigos de 4ehov% desen,ascarados. Fundacíon Edítoríaí de
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LOPES, Augustus Nícodemus. 'o,o reconhecer u,a seita. Dísponíveí na Internet
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OUIALA, André Nguína. lerta aos pastores e l;deres de igre4as. Dísponíveí na
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06/07/2003.
Leia mais sobre o assunto em www.despertabrasil.com
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