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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA.

URGENTE

ANDRÉA CRISTIANE NUNES, brasileira, casada, advogada, inscrita na OAB/SC sob o nº 231, ANA KARLA MARCELINO, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/SC sob o nº 131, THAYSE DA SILVA NUNES, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/SC sob o nº 654, todas com endereço ro!issional na "#a $ag#na, 325, O!icinas, em %#bar&o/SC, resença de )ossas *+cel'ncias im etrar com v'em res eitosamente (

!#ndamento no artigo 5º, $,)--- da Constit#iç&o .ederal, em combinaç&o com os arts/ 640 e 641, inciso - do C2digo de 3rocesso 3enal a resente ordem de HABEAS CORPUS C/C PEDIDO DE LIMINAR em !avor do aciente RENATO DOS SANTOS, brasileiro, casado, vigia, ortador do "4 nº 2/365/04165, C3. nº 0/155/523/4 domiciliado e or ordem do residente na "#a 78lio 9a#r:cio, 12, )ila 9alvina, Bairro 3ortin;o, $ag#na/SC, at#almente recol;ido no 3res:dio 38blico de %#bar&o, $ag#na/SC, or ra=>es de !ato e de direito a seg#ir e+ ostas? *+celent:ssimo Sen;or <o#tor 7#i= de <ireito da )ara Criminal da Comarca de

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#%'. ra=&o ela A#al !oi decretada elo F#:=o coator a segregaç&o ca#telar do aciente sob o e+cl#sivo !#ndamento A#e G! "#$%&'(& (&'(!) &*$#"#+ . a tem o e modo.# #"-%$#. r2+imo ca#telar/ -ncon!ormado com a re!erida decis&o inter Ls o aciente. 67 #)(!+%8#1 # .o de seg#nda a sBbado na re!erida cidade. ao arg#mento de A#e este. -./! . teria mediante o em rego de arma adentrado no estabelecimento comercial )ieiraEs 9al. do C2digo 3enal.%# $#)(&-#+ H/ 9esmo com a F#ntada do atestado de !reAI'ncia em c#rso t@cnico de in!ormBtica F#nto ao S*JAC de %#bar&o/SC. s#btraindo resid'ncia do restit#iç&o de !ls/ 13/ Com o recebimento da den8ncia ocorrida no dia D2/D1/2D1D. a 2s inA#@rito. &. bem como doc#mentos A#e a!irmam a resença do segregado no Comarca de $ag#na. "!+ *% *5. o resente rem@dio F#r:dico em ra=&o da a#s'ncia dos reA#isitos do art/ 312 do C33 e da !ragilidade de ress# ostos legais ara a contin#idade da 2 rocesso em tramitaç&o na 1K )ara C:vel da essoal em 13 de de=embro edidos de revogaç&o da ris&o restado de oimento ara si os rod#tos locali=ados na aciente de acordo com o a#to de a reens&o.# $)*(5.! "+!$&**! & .& +!)4!.# -&% "&'#-. C 2º. o!erece# den8ncia contra o aciente. avaliaç&o e assado. declaraç&o de trabal. restaram inde!eridos os .as. no dia D1/D5/2D1D.DOS ATOS O dign:ssimo re resentante do 9inist@rio 38blico./! . 0)& $+%1&* 2+#3&* $!1! ! .e a rBtica do delito revisto no art/ 150.#.&$+&(#. !oi determinada a citaç&o do aciente ara a resentaç&o da de!esa r@via nos termos da norma rocess#al/ -n!r#t:!eras as dilig'ncias ara citaç&o essoal do aciente rocede#6se a s#a citaç&o or edital do aciente em 22 de novembro de 2D1D/ Ante a a#s'ncia de de!esa !oi determinado a s#s ens&o do rocesso e o ra=o rocess#al com !#ndamento no art/ 366 do C33. im #tando6l.1 .

<e acordo com a ordem emanada o aciente n&o ter sido encontrado elo F#i= da )ara Criminal de rocesso em A#e @ $ag#na/SC.do C2digo 3enal. n&o F#sti!icam a decretaç&o da ris&o reventiva/ %al medida e+s#rge somente A#ando re!eridas circ#nstWncias encontram6se agregadas ( con!ig#raç&o dos elementos constantes no art/ 312 do C33 T"ec#rso Criminal n/ 2DD1/D231D06D.segregaç&o do aciente no A#e se re!ere ao embasamento legal de revelia do leito ca#telar. cont#do.DOS UNDAMENTOS ADOTADOS PARA DECRETAÇ9O DA PRIS9O CAUTELAR. 3O" S. motivo elo A#al denegaria a decretaç&o da c#st2dia rovis2ria/ %al motivo.I . #ma ve= A#e demonstro# doc#mentalmente A#e em momento alg#m tento# esca ar do rocesso e da a licaç&o da lei enal.*"-9*J%O <* 3"-SOO 3"*)*J%-)A/ A$*4A<A J*C*SS-<A<* 3A"A 4A"AJ%-A <A A3$-CAPOO <A $*. a ris&o reventiva ocorre# 8nica e e+cl#sivamente em virt#de de ara res onder ao a #rada a s#a res onsabilidade ela s# osta rBtica do delito revisto no art/ 150.3*JA$/ "XM YM*. sendo A#e neste sentido FB se mani!esto# maciçamente essa res eitBvel Corte de 7#stiça? "*CM"SO C"-9-JA$ N 3"-SOO 3"*)*J%-)A N -J<*. A"%/ 366U N CMS%V<-A CAM%*$A" N 9*<-<A *. Seg#nda CWmara Criminal.SV.*"-9*J%O JA O"-4*9 N C-%APOO *<-%A$QC-A N JOO CO93A"*C-9*J%O 3A"A A AM<-RJC-A N SMS3*JSOO <O 3"OC*SSO * <O 3"ASO 3"*SC"-C-OJA$ TC33. C 2K. con!orme se rovarB/ II. JOO CO93A"*C*M/ "*)*$-A <*C"*%A<A/ S-%MAPOO YM*. de -çara. rel/ <esa/ Salete Silva Sommariva. EM RA:9O DA REVELIA DO PACIENTE.C*SS-)A/ A n&o locali=aç&o do r@# no endereço !ornecido no inA#@rito olicial e a a#s'ncia de com arecimento em F#:=o a 2s a citaç&o edital:cia. DO DIREITO II. ra=&o ela A#al se reA#er a concess&o em limine da ordem revogat2ria. con!orme mencionado nos !atos/ O incon!ormismo do aciente se a resenta ertinente. C-%A<O 3O" *<-%A$. F/ 3D/0/2DD1U "*CM"SO *9 S*J%-<O *S%"-%O/ . or si s2s.M"%O/ -J<*. JOO -J<-CA A J*C*SS-<A<* <A 3 . con!orme recedentes F#ris r#denciais citados na decis&o @ inidLneo ( man#tenç&o da segregaç&o ca#telar. inciso .

3rimeira CWmara Criminal. restado de oimento essoal em 13 de de=embro r2+imo assado/ 3ortanto.erreira.imento dos reA#isitos estam ados no art/ 312 do C2digo de 3rocesso 3enal T"ec#rso Criminal n/ 2DD1/D1121D63. *9 YM* O 9AJ<A<O <* C-%APOO *.3"*SSA JA <*J\JC-A/ "*CM"SO <*S3"O)-<O/ A sim les revelia do ac#sado.)---. F/ 14/5/2DD1U/ 3"OC*SSMA$ 3*JA$/ "*CM"SO *9 S*J%-<O *S%"-%O/ SMS3*JSOO <O 3"OC*SSO * <O 3"ASO 3"*SC"-C-OJA$ TA"%/ 366 <O C33U/ -J<*. destarte. com a devida venia n&o se a!ig#ra s#!iciente ara a adoç&o de medida e+trema. <A J*C*SS-<A<* COJC"*%A <* <*C"*%A"6S* A CMS%V<-A CAM%*$A" <O "*CO""-<O/ [-3V%*S*. %erceira CWmara Criminal.<*C"*%APOO <A 9*<-<A *.M$C"O JO A"%/ 366 <O CV<-4O <* 3"OC*SSO 3*JA$/ 3*<-<O <* 3"-SOO 3"*)*J%-)A/ -J<*. citado or edital. rel/ <es/ S#bst/ %#lio 3in. or si s2. inciso $.*"RJC-A <* *J<*"*PO *.eiro. evidenciado. ara legitimar a decretaç&o da c#st2dia ca#telar/ <evem ser demonstrados !atos concretos A#e F#sti!iA#em estar ameaçada a a licaç&o da lei enal/ "*CM"SO COJ[*C-<O * JOO 3"O)-<O T"ec#rso Criminal n/ 2DD0/D5122665. n&o basta. F/ 3/4/2DD1U/ Ademais.*"-9*J%O/ A revelia do ac#sado. rel/ <es/ Ale+andre dE-vanenZo.o de seg#nda a sBbado na re!erida cidade. #ma ve= A#e a dilig'ncia citat2ria n&o esgoto# todos os meios oss:veis de 4 . o constrangimento ilegal or n&o estarem resentes os reA#isitos enseFadores da ris&o reventiva revista no art/ 312 do C2digo de 3rocesso 3enal/ Sem sombras de d8vidas o aciente so!re constrangimento ilegal no se# direito de ir e vir. bem como doc#mentos A#e a!irmam a resença do segregado no rocesso em tramitaç&o na 1K )ara C:vel da Comarca de $ag#na. n&o oderia o F#:=o a quo ter mantido a c#st2dia ca#telar em ra=&o da s# osta revelia at@ a resente data. or si s2. rel/ <es/ )ictor . -J CASM. de %iF#cas. A<*9A-S. em ra=&o de o aciente ter a resentado atestado de !reAI'ncia em c#rso t@cnico de in!ormBtica F#nto ao S*JAC de %#bar&o/SC. Seg#nda CWmara Criminal. n&o @ motivo s#!iciente a F#sti!icar a decretaç&o da s#a ris&o reventiva/ 3ara tal desiderato.%"*9A/ "*CM"SO <*S3"O)-<O T"ec#rso Criminal n/ 2DD1/D1D62561. de %iF#cas.*"-9*J%O <O 3*<-<O <* <*C"*%APOO <* 3"-SOO 3"*)*J%-)A/ -""*S-4JAPOO 9-J-S%*"-A$/ AMSRJC-A <* <*9OJS%"APOO. !a=6se mister o reenc. F/ 6/5/2DD1U/ "*CM"SO C"-9-JA$/ "*)*$-A/ SMS3*JSOO <O 3"OC*SSO CO9 .3*<-<O JOO %"AS "*. revisto constit#cionalmente no art/ 5K. declaraç&o de trabal. de %iF#cas.

deve ser concebida com ca#tela em !ace do rinc: io constit#cional da res#nç&o da inoc'ncia. Fernando. a liberdade @ regra. #ma ve= A#e o aciente n&o oss#i antecedentes criminais.NCIA DOS RE<UISITOS DA PRIS9O 1 2 CAPEZ. dei+o# de com arecer ao interrogat2rio. 2! nov. C !. ante o carBter e+ce cional da c#st2dia ca#telar e a necessidade de !#ndamentada com rovaç&o do eric#l#m in moraH/1 O S# erior %rib#nal de 7#stiça FB decidi#? Ga ris&o rocess#al. indicativas de atos concretos s#scet:veis de ca#sar reF#:=o ( ordem 8blica/ TC33. citado or edital. 12 ed. Saraiva. n&o tendo constit#:do de!ensor. &in.. con!orme es osado acima/ II. a e+ist'ncia de periculum libertatis. erigo este n&o evidenciado.abilitam ara viver em sociedade/ 3or esta ra=&o.locali=aç&o do aciente."!#$P%. e+cet#ada a enas A#ando concretamente se com rovar. #* T. STJ. DA AUS.II PREVENTIVA.. 2005. +J. a'il(on Carval)ido. art/ 53. amoldando6se ( realidade do caso concreto obFeto da a reciaç&o deste rem@dio rocess#al/ <o#trinariamente. a concess&o liminar da ordem se mostra resente.. somente cab:vel A#ando resentes ra=>es obFetivas. -.U/H2 Jo ordenamento constit#cional vigente. encontrando tal osicionamento am aro na do#trina e na F#ris r#d'ncia maForitBrias.ernando Ca e= conceit#a A#e Gn&o ode ser determinada a ris&o reventiva somente orA#e o r@#. em relaç&o ao indiciado o# r@#. . 5 . tem resid'ncia !i+a e em rego e c#rso A#e certamente o . 1!!!. Curso de Processo Penal. rel. medida e+trema A#e im lica sacri!:cio da liberdade individ#al. São Paulo. art/ 315] C.

Bbil e. o# ara asseg#rar a a licaç&o da lei enal. FB se mani!esto# nosso 3ret2rio *+celso? T///U Concl#s>es vagas e abstratas tais como a reoc# aç&o de A#e em reenda !#ga o# in!l#encie testem#n. sob ena de anteci ar a re rimenda a ser c#m rida em caso de condenaç&o/ Jeste sentido.as. e do S%7/ O decreto risional carente de adeA#ada e legal !#ndamentaç&o n&o ode legitimar6se com a osterior !#ga do aciente. n&o ode o %rib#nal a A#o s# rir a de!ici'ncia de !#ndamentaç&o da decis&o monocrBtica. se or o#tro motivo n&o estiver reso. e!etivamente e+istente. sem reF#:=o de A#e ven. sim. da ordem econLmica. com resid'ncia !i+a e em rego de!inido. #ma ve= A#e contraria o rinc: io constit#cional da res#nç&o de inoc'ncia o# da n&o c#l abilidade. constata6se A#e o !#ndamento A#e embaso# a ris&o rBtica do il:cito. "el/ 4ilson <i / F/ 26/D5/2DD6. or conveni'ncia da instr#ç&o criminal. 5^ %#rma do S%7. com base em !#ndamentaç&o concreta/ Ordem concedida. 8blica. a 2s a coloca em risco a ordem deve ser revogada a decretaç&o de s#a ris&o reventiva/ <everas.a a ser decretada novamente a c#st2dia. A#ando .er ( ris&o ara im #gnar a medida constritiva/ Ainda A#e verdadeira a condiç&o do aciente. ara revogar a ris&o reventiva do aciente. a revelia do aciente. n&o se mostra . o Ln#s de se recol. <7 23/1D/2DD6U/ T4!U # . or esse motivo. eis A#e n&o est&o resentes os reA#isitos a#tori=adores da ris&o reventiva delineados no artigo 312 do C2digo de 3rocesso 3enal. motivo elo A#al n&o odem res aldar a medida constritiva ara conveni'ncia da instr#ç&o criminal/ 3recedentes do S%. ind#bitavelmente o da sentença condenat2ria rolatada aciente estB so!rendo constrangimento ilegal ocasionado ela decretaç&o de s#a ris&o or ocasi&o elo 99/ 7#i=.Jo caso em a reço. caso ermaneça solto.o#ver rova da e+ist'ncia do crime e ind:cio s#!iciente de a#toria/ J&o estando cabalmente demonstrado A#e a liberdade do aciente rimBrio. a saber? Art/ 312 6 A ris&o reventiva oderB ser decretada como garantia da ordem 8blica. sem v:nc#lo com sit#aç&o !Btica concreta. conFect#ras e el#c#braç>es a res eito do A#e o ac#sado oderB vir a !a=er. #nWnime. !rBgil. se a veri!icaç&o concreta de evas&o do r@# n&o constit#i# motivaç&o do decreto risional no momento em A#e !oi rolatado/ <eve ser cassado o ac2rd&o recorrido. a instr#ç&o criminal o# a a licaç&o da lei. consistem meras robabilidades. o A#al n&o deve s# ortar. bem como o decreto risional. ca#telar. de !oragido da 7#stiça. o# seFa. nos termos do voto do "elator/ T[abeas Cor #s nº 50534/3A T2DD6/DD0166166U. no momento de s#a ris&o.

/// 0 conceder0se0á "1abeas0corpus" sempre que al"uém so!rer ou se ac1ar ameaçado de so!rer viol2ncia ou coação em sua liberdade de locomoção./ 2/ Ordem concedida. pois.da C. e o 640 do C33. nos termos do voto do "elator/ <ecis&o #nWnime/ A#sente.abeas cor #s de acordo com A#e receit#a os arts/ 5º. &arco Aur/lio.)-. adecendo de v:cio evidente de !#ndamentaç&o/ Caso de s# eraç&o da S8m#la 651/S%. $. o A#e or si s2 FB descaracteri=aria a imin'ncia do periculum O S# remo %rib#nal . - . &in. mais do A#e resente estB a concess&o do . Deve. ser evitada. #ma ve= A#e a rova da materialidade do crime e a e+ist'ncia de ind:cios da a#toria JOO S*")*9. #$ %&'(&)'. e+tra olaram o in mora.or 9inistro Celso de 9ello/ 2^ %#rma. +J de 13$03$200!. onde a se"re"ação preventiva.A.ederal FB decidi# A#e a ris&o reventiva ress# >e enA#adramento nos ermissivos legais e constit#cionais.. Jesse dia as&o. 21/D5/2D1D/ 3ortanto. Só se usti!ica em casos excepcionais. neste F#lgamento.Ademais. por ile"alidade ou abuso de poder3 3 C !1--1$. rocess#almente. o la so tem oral entre a cond#ta delitiva TD1/D5/2D1DU a Glocali=aç&o do acienteH no momento A#e se de# a a reens&o dos rod#tos T1D/D5/2D1DU a den8ncia recebida TD2/D1/2D1DU e a decretaç&o da ca#telar em D1/D2/2D11. porque é sempre uma punição antecipada" in. embora um mal. @ a mais l8cida F#ris r#d'ncia A#e Forra dos ret2rios? "A prisão provisória. sem reF#:=o de nova decis&o elo F#:=o de origem. %el.+ . ris&o revisto ra=o de 11 dias. o Sen. na sistemática do Direito Positivo é medida de extrema exceção. a res aldB6las3/ Jeste mesmo sentido? [AB*AS CO"3MS/ S\9M$A 651/ SM3*"APOO/ <*C"*%O <* 3"-SOO 3"*)*J%-)A/ "*YM-S-%OS CAM%*$A"*S JOO <*9OJS%"A<OS/ O"<*9 COJC*<-<A/ 1/ O decreto de ris&o reventiva n&o a!irmo# a resença dos reA#isitos ca#telares do art/ 312 do C2digo de 3rocesso 3enal.-. demonstrando a event#al resença dos reA#isitos ca#telares/ Concedida a ordem. com e+tens&o ao corr@#. F#sti!icadamente. or si s2s. como cediço.. se a indispensável. in verbis? Art/ 5º/ *.

como !orma de inteira F#stiça/ III. !orma inF#sta. n&o . eis A#e resentes todos os ress# ostos ara o se# de!erimento/ O .Art.. sendo A#e con!orme FB demonstrado.!umus boni iuris< !ora devidamente demonstrado.B motivos ara manter o aciente rivado de s#a liberdade. al@m daA#elas !#ndamentaç>es e+ ostas acima/ 7B a incid'ncia do . elos elementos !Bticos e F#r:dicos.: <iante de todo o e+ osto. sendo A#e se a ris&o !or mantida. or@m im eriosa tamb@m a devida e F#sta a licaç&o da lei enal em todos os sentidos. reside no !ato do aciente estar sendo s#bmetido a constrangimento ilegal. 456. es ecial sit#aç&o/ X cediço ser im erioso resg#ardar a idoneidade 8blica.periculum in mora<. 457 0 A coação considerar0se0á ile"al8 / 0 quando não 1ouver usta causa3 9. A#e somente sit#aç>es es ecial:ssimas devem enseFar/ J&o assiste ao resente caso. Dar0se0á 1abeas corpus sempre que al"uém so!rer ou se ac1ar na imin2ncia de so!rer viol2ncia ou coação ile"al na sua liberdade de ir e vir. DO PEDIDO DE LIMINAR A medida ora leiteada com orta restaç&o liminar. salvo nos casos de punição disciplinar. tendo em vista n&o s#bsistirem os motivos A#e a#tori=ariam a decretaç&o de s#a ris&o reventiva/ A ris&o de alg#@m sem sentença condenat2ria transitada em F#lgado @ #ma viol'ncia. FB A#e @ evidente a ilegalidade da ris&o A#e !oi decretada contra o aciente. Art. #ma ve= A#e.. n&o resta alternativa ao aciente sen&o #gnar ela concess&o da liminar ara s#s ender a ordem de ris&o reventiva de acordo com os !#ndamentos e os entendimentos F#ris r#denciais e do#trinBrios artic#lados. erdendo s#a liberdade de oderB so!rer ainda mais " .

ara o resente caso. reA#erer? aU A concess&o LIMINAR da resente ordem de [AB*AS CO"3MS. ois se trata de medida de #rg'ncia. tendo em vista a #rg'ncia e a gravidade do ato da a#toridade coatora em manter o detido/ -nel#tBvel. e+ edindo em !avor do aciente AlvarB de Solt#ra ara re!ormar a decis&o do 99/ 7#i= _a A#o_ em relaç&o ao direito de a elar em liberdade. dos reA#isitos ara a concess&o da medida/ aciente IV. de !orma liminar a liberdade deste. o#trossim. determinando a e+ ediç&o do contramandado de ris&o em !ace de RENATO DOS SANTOS mB+ima #rg'ncia] bU A concess&o da Ordem em de!initivo.B ilegalidade da man#tenç&o de aciente. com a mB+ima #rg'ncia. #ma ve= A#e !ere diretamente aA#eles rinc: ios basilares da essoa . a intimaç&o do 9inist@rio 38blico ara A#e se mani!este no resente !eito/ ! . DO RE<UERIMENTO <iante de todo o e+ osto.aver imediatamente. elos motivos FB es osados.restriç>es ao se# <ireito. A#e o *stado tem o dever e obrigaç&o de resg#ardB6los/ <esta !orma. ( a#toridade a ontada como a#toridade coatora] d0 "eA#er.B motivos ara manter o aciente reso. a resença. n&o . _ in casu_. devendo . erdendo o em rego e o conv:vio com os se#s !amiliares A#e de endem economicamente deste/ X evidente no restriç&o da liberdade do resente caso . con!irmando a medida liminar event#almente de!erida/ c0 SeFam reA#isitadas as in!ormaç>es.#mana. nos termos ro ostos. sendo A#e a necessidade de s#a liberdade @ medida A#e se im >em. !erindo diretamente vBrios rinc: ios constit#cionais.

como de cost#me.<ecidindo dessa maneira )ossas *+cel'ncias estar&o reali=ando. 15 de março de 2D11/ -m etrantes? aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa AJ<"XA C"-S%-AJ* JMJ*S AJA bA"$A 9A"C*$-JO 4erente de eça aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa %[AcS* <A S-$)A JMJ*S 10 . a mais l:dima 7MS%-PA` %#bar&o.