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SÉRIE COALIZÃO VAMPIRO 01

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A COMPANHEIRA DE ETHAN
Disponibilização e Revisão Inicial: Mimi Revisão Final: Beatriz Gênero: Hetero / Sobrenatural

Ethan Hale é um vampiro com uma missão. Junto com seus três irmãos e alguns outros membros não acasalados, ele luta com a Coalizão Vampiro para proteger os humanos dos vampiros caídos. ua vida é bastante simples. e ele tem um problema... ele resolve. e é um problema mal... ele o mata. !as sua vida simples est" prestes a terminar #uando sua companheira inesperadamente o chama para ela. $rianna Cole est" %raca, sua %or&a de vida est" desaparecendo. Ela acha #ue est" so%rendo de uma %orma rara de leucemia. !al sabe ela #ue a doen&a é muito mais complicada. Est" morrendo, por#ue não se uniu com seu companheiro vampiro e lhe deu sua alma, #ue ela tem guardado desde o nascimento. Ethan encontra $rianna e sabe #ue precisa convencê'la a acasalar ou vai vê'la morrer. Ele esperou por ela durante ()) anos e não tem nenhuma inten&ão de dei*"'la ir, mas ela não est" em nenhuma %orma para a cerim+nia dominante de acasalamento "spera com um vampiro. Ele ter" de vencer a corrida contra o tempo, para dar %or&as a $rianna e uma batalha com uma persegui&ão aos caídos para reivindicar sua companheira. Ele também est" em guerra com seus instintos de acasalamento #ue o %azem #ueimar para domin"'la e con#uist"'la. !as Ethan é determinado e o vampiro teimoso vai %azer o #ue %or necess"rio para possuir sua alma gêmea ligada... para sempre.

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COMENTÁRIOS DA REVISÃO

Mimi
Eu amei este livro, se*,, provocante e muito, muito rom-ntico. .ecomendo. Ethan é tudo de bom. /eiam e comentem.

Beatriz
Como eu disse, um encontro intenso. 0 Ethan é tudo de bom, rom-ntico e dese1a intensamente sua companheira. Vamos ver o #ue acontece com os outros irmãos. $oa leitura2

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Prólogo
Ser um vampiro era uma existência solitária. Ethan Hale tinha andado na terra pelos últimos 500 anos, so revivendo em segredo e escondendo a sua verdadeira nature!a, sa endo "ue os seres humanos ainda n#o estavam prontos para aceitar e dar oas vindas a existência de vampiros. $ mundo tinha mudado ao longo dos s%culos. &as n#o o su'iciente... Havia outros de sua esp%cie, mas os vampiros eram criaturas solitárias, n#o con'iando em ningu%m, caminhando so!inho. Em ora possam sociali!ar(se ocasionalmente, e sua esp%cie poderia recorrer a outro de seus irm#os por a)uda, nunca 'icavam muito tempo na companhia de outros. *inha três irm#os pelos "uais daria sua própria vida, no entanto, no 'inal, todos eles viviam so!inhos. + única esperan,a de al-vio de sua existência solitária era o de encontrar a sua alma( gêmea. Esse evento de mudan,a de vida nunca tinha ocorrido a Ethan e ele vagou durante s%culos sem alma. Ethan e seus três irm#os atalhavam num om com ate, e os mitos de vampiros

populares eram muitas ve!es um tema de piadas entre seus irm#os. .ampiros n#o eram /'eitos0, eles nasciam. .ida, respira,#o, carne e sangue com poderes extraordinários e, sim, com necessidade de sangue para so reviver. + única coisa "ue 'altava era um alma. Sua companheira tinha a alma gêmea ligada 'irmemente dentro de sua própria alma, mantendo(a segura e protegendo(a, at% o dia em "ue ela seria trans'erida para seu vampiro em uma cerim1nia de acasalamento t#o antiga "uanto a esp%cie de vampiros. $s vampiros n#o eram os monstros do 'olclore, no entanto, houve momentos em "ue o autopoliciamento era necessário, o "ue signi'icava "ue Ethan, seus três irm#os e vários outros de seus irm#os tiveram "ue se unir para derrotar um ca-do "ue havia cedido a sede de sangue. &atar sem rumo era contra o código vampiro. Se um de sua esp%cie tornava(se muito 'ren%tico, durante a alimenta,#o e matava, o dese)o de matan,a de sangue se tornaria
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permanente, indo para al%m da reden,#o. Eles se tornariam um ca-do, e a imediata extermina,#o de vampiros ca-dos era a única esperan,a de so revivência para a sua esp%cie. + detec,#o humana signi'icaria a destrui,#o de toda sua esp%cie. Em ora os vampiros possam rir do 'olclore incorreto e do mal(entendido da verdade so re vampiro, seres humanos iriam vê(los como a omina,2es "ue precisavam ser ca,ados e extintos. .ampiros n#o matavam indiscriminadamente. *omavam sangue "uando necessário e deixavam o doador humano sem memória so re o incidente. E sua companheira de verdade3 4sso n#o era mito, isso era real, mas encontrar uma companheira n#o poderia ser apressado, como Ethan e seus irm#os tinham desco erto ao longo dos últimos cem anos de espera. *odos os vampiros nasciam do sexo masculino, a sua contraparte 'eminina era um ser humano com uma di'eren,a gen%tica. + companheira humana 'eminina nascia com a alma dela com inada com a de seu companheiro vampiro, uma muta,#o gen%tica "ue signi'icava "ue tinha "ue chamar seu companheiro para ela, antes de perder a 'or,a da vida. 5ompanheiros do sexo 'eminino n#o viviam al%m de seu trig%simo ano, a menos "ue se ligasse com o seu vampiro. Ethan estava entre o mais velho de sua esp%cie "ue ainda n#o tinha encontrado sua companheira. E se ela )á passou, deixando de chamá(lo para ela3 E se ele n#o tivesse ouvido o seu chamado3 6a!ia tanto tempo "ue ele tinha parado de esperar. 7m vampiro perdia sua ha ilidade e dese)o de ter rela,2es sexuais após a idade de cem anos e tinha sido a mais de "uatro centenas de anos para Ethan. Ele havia deixado de acreditar "ue ela o esperava, ou "ue ainda estava por nascer. Ele aceitou, mas isso n#o impediu o anseio e a solid#o "ue eram agora uma parte de sua existência. Seus irm#os, "ue tam %m n#o estavam acasalados, tinham pensamentos semelhantes 8 eram esses pensamentos "ue tinha dirigido a todos para tra alhar na 5oali!#o .ampiro. Eles todos tinham passado da idade de acasalamento e tinham "ue aceitar "ue, para eles, uma companheira )á n#o era uma possi ilidade. *alve! ele e seus irm#os n#o tivessem companheiras, mas poderiam preservar sua esp%cie para a"ueles "ue podiam. .ampiros
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acasalados eram 'eli!es, contentes, vivendo uma vida "ue era completa e cheia de alegria. Ethan e seus irm#os "ueriam "ue sua ra,a continuasse sua existência nesta terra. Era para o "ue eles viviam, sua causa, um raio de lu! e esperan,a para a"ueles "ue viviam na escurid#o. Se n#o tinha mais nada para viver, poderiam permanecer nesse raio de lu!, preservando o 'uturo por outros de sua esp%cie. Se n#o tivessem a 5oali!#o e seus o )etivos, sa iam "ue era poss-vel tornar(se o ca,ado em ve! do ca,ador.

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5ap-tulo 9
Venha para mim. Eu preciso de você. Ethan Hale sentou(se na cama, seu cora,#o om eando, suor escorrendo de seu corpo t#o pro'usamente "ue molhava sua cama. Estava o'egante, como se tivesse lutado com uma dú!ia de ca-dos. Eu estou morrendo. !inha %or&a de vida est" se esvaindo. Venha para mim. + vo! era 'raca e suave em sua mente, um sussurro 'raco com uma suavidade 'eminina "ue enviou um arrepio em sua espinha. Ele reconheceu a vo! de sua companheira por puro instinto, uma certe!a de "ue n#o tinha nada a ver com lógica. 0utro me procura, mas ele não é você. 3or %avor, venha para mim... antes #ue se1a tarde demais. :;uem procura você3 E por "uê3 +)ude(me a encontrá(la.: Ele 'alou em vo! alta, em ora n#o 'osse necessário. Ele perguntou em sua mente, tentando alcan,á(la atrav%s da conex#o ps-"uica 'raca. +lgo estava... errado. Ela parecia distante, empo recida. +inda era dia... muito antes de o sol se p1r, e a liga,#o estava 'rágil. Ethan tentou levantar, mas n#o 'oi poss-vel. <ada poderia tirá(lo de seu sono durante o dia, exceto sua companheira, mas n#o poderia 'uncionar antes do crepúsculo. Ele lutou e lutou, 'rustra,#o e raiva dirigindo(o. Ele n#o poderia levantar. 4roga2 Ele n#o podia levantar= Seu corpo se recusou a cooperar e sua mente estava lenta. <ada segurava um vampiro como a necessidade de sua companheira. Era selvagem. +nimalesco. 4nstinto. 7ma necessidade de proteger sua mulher e a rigá(la de todo o mal invadiu seu corpo inútil. Sua dor e sua necessidade tornaram(se sua, e n#o havia nada pior do "ue n#o ser capa! de proteger sua companheira. $ instinto )á estava lá e ainda n#o tinha ligado. Eu não sei #uem procura e persegue'me, mas não é você. Eu sinto o mal. Estou %icando %raca. Você deve vir para mim.
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$ cora,#o de Ethan "uase explodiu em seu peito en"uanto lutava com o apelo sedutor do seu sono do dia. :>iga(me como3 Por 'avor.: Sua vo! estava desesperada agora, "uando apertou os len,óis molhados, tentando sentir a sua essência. Era t#o di'-cil, mal estava lá, mas ele tinha "ue alcan,á(lo. 3or %avor, me encontre... + vo! dela 'lutuou para longe de ?nimo leve, desaparecendo para... nada. + liga,#o 'oi completamente cortada. Ethan sentiu(se arrastado de volta para seu sono diurno. Ele resistiu, rasgando os len,óis, atendo na cama. &as o sono diurno era implacável, puxando(o para um a ismo escuro. :<###o=: Seu grito 'oi um uivo angustiado "uando a escurid#o o consumiu.

@rianna 5ole acordou com um grito assustado. Seus olhos se a riram e ela teve uma consciência imediata de seus arredores. Estava em casa. <a sua própria cama. Seu cora,#o atendo e sua respira,#o super'icial, ela sentou(se e olhou em volta do "uarto. :<ada a"ui.A Ela sussurrou para si mesma "uando estremeceu e es'regou os ra,os para a"uecer(se, apesar do calor do seu "uarto. Ela sempre 'icava 'ria nestes dias. >esde "ue tinha estado su itamente para aixo com uma rara e misteriosa 'orma de leucemia há seis meses, 'icava constantemente gelada at% os ossos. @rianna era grata por estar em sua própria casa. Em ora sua 'am-lia e amigos se opusessem, ela esteve o stinadamente presa as suas armas e permaneceu em sua própria casa, onde se sentia em pa!. <#o tinha sido capa! de voltar ao seu tra alho como assistente
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social, e mais 're"uentemente do "ue n#o, ela estava no hospital rece endo uma trans'us#o ou algum outro tratamento experimental. ;uando n#o estava sendo picada e examinada como um esp%cime de la oratório, precisava estar em casa. Era a única coisa "ue mantinha o seu n-vel e s#, em um mundo "ue tinha virado de ca e,a para aixo por sua doen,a. @rianna sa ia "ue estava morrendo. <#o precisava de uma e"uipe de especialistas para di!er "ue estava lentamente desaparecendo B dist?ncia. Ela podia sentir a 'ra"ue!a, a lenta drenagem de seu esp-rito. !as conectei'me com ele ho1e2 Chamei por ele. Ela alan,ou a ca e,a "uando a no,#o surgiu em sua ca e,a involuntariamente.

5onectar3 ;ue dia os isso signi'icava3 <o entanto, de alguma 'orma, ela sa ia "ue era importante, "ue chamá(lo signi'icava algo. @rianna suspirou "uando se puxou para 'ora da cama e levantou(se. +longando levemente, xingou o 'raco e dolorido corpo "uando 'e! seu caminho para a co!inha, seu 'elino com 'ome em ara,ou ao redor de seus p%s. Ela pegou o Sr. Ciggins, o nome de um velho cavalheiro maravilhoso com "uem tinha tra alhado "ue n#o podia manter o gato, e acariciou(o, apreciando o to"ue suave de sua pele contra sua ochecha. :Eu apenas n#o estou pronta para morrer ainda, Ciggs.: >isse(lhe em vo! aixa,

en"uanto continuava a es'regar sua ochecha contra seu pêlo. :Eu n#o sinto "ue tenho "ue morrer.: Era nega,#o. Ela ainda n#o havia ido para a 'ase de aceita,#o de sua morte iminente e talve! nunca o 'i!esse. Parecia "ue tinha estado presa na 'ase de nega,#o, desde "ue sua misteriosa doen,a havia atingido. Se ela n#o se apressasse, provavelmente nunca o 'aria atrav%s dos estágios de negocia,#o, raiva, depress#o e aceita,#o. Parecia "ue tinha estado presa na nega,#o, desde o dia em "ue sua doen,a havia sido diagnosticada. Ela colocou Ciggs no ch#o levemente e procurou em seu armário por comida de gato. Encheu a tigela e colocou(a so re o ch#o. Ciggs, "ue era gordo, para come,ar, devorou a re'ei,#o como se n#o tivesse comido nas últimas semanas.
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Ela levantou uma so rancelha. :>ia inho guloso.: Ciggs olhou revemente com um olhar "ue ela poderia ter )urado "ue era de desd%m, antes de retornar B sua gula. @rianna suspirou "uando se )ogou so re um tam orete no ar e viu Ciggs 'a!er um porco de si. Ela ainda estava cansada, mas cheia de uma in"uieta,#o "ue sa ia "ue nunca iria deixá(la dormir. Sinceramente, ela n#o "ueria mais dormir. +manh# estaria de volta ao hospital para outra trans'us#o e "ueria aproveitar um dia de li erdade. Ela precisava ligar para sua m#e e deixá(la sa er "ue ainda estava entre os vivos. *alve! tenha sido uma má express#o a ser usada com a m#e. @rianna decidiu "ue estaria apenas checando e deixando de 'ora o humor negro, "ue n#o costuma ir muito em com seu pai preocupado. Ela tinha aca ado de deixar a m#e sa er "ue estava em. Se n#o o 'i!esse, sua m#e viria correndo para ver como estava. 5ega&ão2 5ega&ão2 5ega&ão2 ;uando @rianna 'oi para o chuveiro, ela decidiu "ue realmente n#o se importava se vivesse o resto de sua curta vida nesse estágio particular. Se ela só tivesse um tempo limitado neste mundo, iria apreciá(lo em "ual"uer 'ase e muito em satis'eita. Ela parou no "uarto para pegar um par limpo de )eans e camisa, 'ran!indo a testa en"uanto olhou para seu re'lexo no espelho so re a c1moda. 6a!ia vários meses, uma ve! "ue )á havia arriscado sua última tentativa de "uimioterapia, visto "ue seu ca elo loiro co ria a ca e,a em um estilo curto, espetado, mas seu rosto parecia assom rado e velho. $lheiras en"uadravam seus olhos verdes, como se ela n#o tivesse dormido em dias, en"uanto "ue a verdade era "ue dormia a maior parte do dia. E da noite. &as as noites a assom rava. Sentia um dese)o de... algo. E depois havia o terror noturno, um tempo em "ue ela sentia algo mal B espreita nas som ras. Poderia ser o medo de sua morte iminente, mas n#o pensava assim. Ela ainda estava em nega,#o depois de tudo e parecia mais como uma presen,a escura e iminente condenada. + cada noite a entidade

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desconhecida chegava mais perto, mais su'ocante. *oda noite, se mantinha acordada por mais tempo, 'a!endo(a tremer so vários co ertores. @rianna ateu a gaveta, com raiva de si mesma por ceder ao medo. Ela iria lutar contra a escurid#o. Se ela pudesse lutar contra a leucemia, poderia muito sentimento "ue amea,ava consumi(la depois "ue a escurid#o tivesse ca-do. ;uando ela 'e! seu caminho com determina,#o para o anheiro e um om anho em sacudir esse

"uente, decidiu "ue iria des'rutar de cada momento "ue tinha, deixando a escurid#o para trás. &archou para o anheiro, deixando cair suas roupas so re o alc#o e despo)ando,

sa endo "ue 'e! a'irmar a si mesma, todos os dias sempre 'uncionou... at% "ue o sol se punha.

Ethan literalmente explodiu do seu sono diurno, !angado e decidido a encontrar sua companheira. Seus olhos estavam selvagens e 'ero!es "uando se vestiu e tentou n#o engasgar com as emo,2es inundando(o. !inha2 Sua companheira estava em perigo. Ethan sentiu o arrepio de consciência em cada c%lula do seu corpo e ele 'oi experimentando a necessidade de proteger, a necessidade de matar "ual"uer coisa ou pessoa "ue amea,ava sua companheira. Ele só "ueria "ue algu%m o houvesse alertado so re a intensidade das emo,2es do acasalamento. Seus sentimentos tinham sempre sido mornos... at% agora. +gora... ele estava explodindo com emo,2es desen'readas, por elas controlado, su )ugado por elas.

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+ sorvendo uma respira,#o irregular, ele tentou ganhar o controle dos sentimentos de 'úria 'ervendo dentro dele. Consiga um aperto vampiro. 3ense. Você não pode salv"'la se não puder %uncionar. &erda... como ele poderia 'uncionar "uando seu mundo 'oi virado de ca e,a para aixo por uma pe"uena vo! 'raca em sua ca e,a3 Ele pegou o celular e chamou seus três irm#os, com uma reve explica,#o. Eles surgiram dentro, literalmente, momentos depois. <athan chegou primeiro com seu rilho ha itual. <#o havia nada sutil so re o irm#o Hale mais velho. Ele estava lá em um 'lash de lu! t#o rilhante "ue do-a B sens-vel lu! dos olhos de Ethan. Ethan olhou para ele, sa endo "ue seu irm#o mais velho, era per'eitamente capa! de mostrar(se com um pouco menos de ostenta,#o. <athan era poderoso e poderia controlar o 'lash, mas como ele estava emocionalmente carregado... n#o se incomodou. DorE chegou sem o 'lash, mas de repente estava presente com nada mais do "ue um arulho de estalo de lu!, "ue nunca seria ouvido por ouvidos humanos. Era evidente apenas aos vampiros por causa da sua altamente desenvolvida capacidade auditiva. Fiam... chegou como Fiam. Ele apareceu em vo! aixa e sem 'a!er um som. DorE e Fiam eram gêmeos, "uase imposs-vel de identi'icar apenas com um olhar. *odos os irm#os eram semelhantes em aparência geral. &usculosos. +ltos. 5a elo escuro e os olhos de assinatura de vampiros marrons. E no momento, um pouco assustador em sua unidade e intensidade. :Ela )á respondeu3: <athan perguntou em sua vo! aixa. Ethan cerrou os punhos, sentindo(se impotente e 'rustrado. :<#o. <ada.: :Ela provavelmente n#o dormiu ainda.: Fiam respondeu calmamente, sempre a vo! da ra!#o do aterrori!ante "uarteto. :Eu n#o posso esperar.A Ethan decidiu en"uanto andava, o corpo tenso, suas emo,2es mal em che"ue.
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:Ela está 'raca e em algum tipo de perigo. Eu n#o sei exatamente o "uê. *enho "ue encontrá(la.: :$ "ue podemos 'a!er3: DorE consultou ruscamente, sa endo "ue seu irm#o estava com dor. DorE era geralmente o alegre, mas ele n#o parecia muito certo de como lidar com Ethan em sua condi,#o atual. <enhum dos irm#os estava acostumado a ver Ethan em "ual"uer tipo de caos emocional. :Eu preciso sa er "ue ela n#o está em perigo de um ca-do. Ela 'alou so re ser procurada por outro. +lgo mal. >escu ra se há alguma coisa acontecendo com nossos irm#os ou outro, "ue possa levá(los a procurá(la.: Ele se es'or,ou para pensar racionalmente "uando acrescentou. :;ual"uer coisa 'ora do comum.: :6eito.: Despondeu <athan. :.ou investigar a possi ilidade de ser um ca-do, en"uanto Fiam e DorE veri'icam com os outros.: Ele apontou para seus dois irm#os, "ue assentiram com a ca e,a em concord?ncia. 5omo o mais velho dos "uatro, <athan era om em dar

ordens. G o "ue geralmente causava con'litos entre os irm#os, mas n#o agora, n#o "uando precisavam se unir para a)udar Ethan. :.ou tentar alcan,á(la, tentar encontrá(la. Eu ligo para vocês.: E 'oi assim "ue Ethan desapareceu sem som, deixando nenhuma evidência de "ue ele esteve presente. $s três irm#os 'icaram em silêncio por um momento, cada um a sorvendo o signi'icado do "ue estava acontecendo com Ethan. Fiam 'oi o primeiro a 'alar, a'irmando nervosamente, :Ele n#o pode 'alhar.: :Ethan n#o vai 'alhar.: <athan respondeu com 'irme!a. :Se ele 'i!er... n#o vai so reviver.: DorE expressou o "ue os outros dois irm#os n#o podiam e n#o "ueriam di!er. :Ent#o vamos ter certe!a "ue ele n#o 'alhe.: <athan pediu e rilhou longe, os outros seguindo segundos mais tarde.

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5ap-tulo H
Ethan 'icou no cora,#o da cidade, um lugar onde as pessoas mais normais tinham medo de andar so!inhas depois "ue a escurid#o tinha ca-do. Ele havia se alimentado em, sa endo "ue precisava estar com 'or,a total para o "ue estava adiante. *odas as criaturas na área, humano ou n#o, 'ugiam de andarem por um eco. Era como se pudessem sentir sua raiva e 'rustra,#o. Era perigoso. Poderia haver alguns loucos, criaturas ruins nesta parte da cidade, de am as as variedades, imortal e humano, mas nada poderia comparar a um vampiro em usca de sua companheira, especialmente "uando a

companheira disse "ue estava em perigo. Venha para mim. Ethan parou, seu cora,#o om eando, sua adrenalina em so recarga. :6ale comigo. +)ude(me a encontrar você.: + conex#o era um pouco mais 'orte desta ve!. Ele respirou 'undo e a riu os seus sentidos, tentando encontrar sua essência. Eu não sei como. :@asta continuar a 'alar comigo.: Ele exigiu "uando andava constantemente ao norte, seguindo o rastro ps-"uico dela. Eu tenho... medo. Eu sei #ue não deveria ter, mas tenho. $ cora,#o de Ethan do-a "uando ouviu a vulnera ilidade, algo "ue ele tinha a sensa,#o "ue esta mulher normalmente n#o admitiria. :>e "ue3: Ele suavi!ou seus pensamentos, tentando enviar(lhe con'orto. Ethan sa ia "ue estava se aproximando e seu esp-rito estava mais 'orte. Ele continuou a via)ar mais rápido do "ue o olho humano poderia detectar, tentando se concentrar em sua locali!a,#o.

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H" algo mal a#ui. Eu sei #ue parece... g6tico... mas não posso e*plicar isso de outra maneira. !esmo meu gato, r. 7iggins, est" encolhido embai*o das cobertas comigo. ua pele est" arrepiada. Ele estava perto, t#o perto. :Segure 'irme. Estarei a- em reve.: Ethan mudou de

dire,#o ligeiramente e perguntou com sorriso divertido. :.ocê tem um gato chamado Sr. Ciggins3: 5ão ria de meu gato. aiba #ue ele tem o nome de um homem muito distinto. 7iggs é um companheiro muito dedicado. :<#o estou rindo.: <a verdade, estava, mas n#o estava prestes a di!er(lhe isso. Sua resposta indignada o divertiu e o encantou. Você est" rindo. Eu posso sentir isso. 8uem é você9 Ethan 'icou s%rio "uando sentiu sua ansiedade. :Estou a"ui para a)udar. Eu nunca iria pre)udicá(la.: Eu acredito em você. 5ão sei por #ue... mas eu %a&o. 0 #ue est" acontecendo comigo9 + liga,#o era 'orte e Ethan 'lutuou at% a )anela de sua casa, encontrando 'acilmente "uando a conex#o re'or,ou ainda mais. Ele mostrou(se em seu "uarto e imediatamente sentiu a sensa,#o do mal "ue estava perseguindo(a. Ele se preparou para en'rentá(lo, mas assim "ue entrou para o "uarto a presen,a pareceu 'ugir, completa e totalmente, deixando apenas a essência de sua companheira. :Eu estou a"ui agora. *udo vai 'icar em. Está segura.: Ele se %oi. 0brigada. Estou tão cansada... + vo! dela sumiu e a conex#o "ue rou. Ela dormia o sono dos inocentes. Ethan moveu silenciosamente para o lado da cama, olhando a aixo para o ter o primeiro vislum re de sua companheira. Seu cora,#o doeu, atendo em um ritmo selvagem "uando viu seu ca elo loiro claro espreitando de um monte de co ertores. Ela era onita e mais preciosa para ele do "ue "ual"uer coisa "ue )á tinha co i,ado em toda a sua existência. Ela era a pessoa "ue tinha a sua alma e sua sanidade em suas m#os 'rágeis.

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Ela parecia t#o... delicada. Ethan vislum rou as manchas escuras ao redor dos olhos, estava muito magra, e as linhas de preocupa,#o em volta da oca presentes, mesmo em seu sono. Ele estendeu a m#o para tocá(la levemente na têmpora. Era rude invadir seus pensamentos, mas "ueria sa er o "ue deixava sua aparência angelical ser marcada com preocupa,#o. *udo com o "ue sua companheira se preocupava logo iria em ora. Ele tinha certe!a disso. + dor tomou seu corpo e ele grunhiu en"uanto seus dedos encontraram e uscaram uma conex#o com sua mente. Ela está doente. Ela est" morrendo. Ele sentiu a dor de seus tratamentos, a tortura "ue seu corpo havia passado. Ela tinha lutado estava perdendo a atalha. Ele o servou como suas outras memórias rotaram, a maioria delas 'eli!es. Pelo ravamente... mas

menos tinha levado uma vida pac-'ica, at% a misteriosa doen,a haver atido nela. Ele tirou a m#o, relutante em invadir demais seus pensamentos sem a sua permiss#o. !orrendo. !orrendo3 4sso n#o era assim "ue ia acontecer. Ethan sa ia exatamente do "ue ela estava morrendo, e n#o era a doen,a rara do sangue "ue os m%dicos haviam diagnosticado. Ela precisava se relacionar com o seu companheiro. Ela estava com HI anos de idade. ;uase HJ. >roga= Por "ue n#o a ouviu antes3 $ olhar de Ethan pegou uma 'oto em seu criado(mudo. Sua companheira estava na 'oto )unto com sua m#e e uma amiga ou uma irm#, algu%m "ue ele n#o tinha pego nas memórias "ue tinha visto. Ele sorriu, notando "ue ela parecia vi rante e 'eli! na imagem, as três mulheres se a ra,ando e sorrindo. Ele acariciou seus ca elos e ei)ou(a na testa. Ele podia tocá(la en"uanto estava

dormindo sem conse"uência. &as no momento em "ue a tocasse conscientemente... Ethan se encolheu. 5omo dia os poderia se acasalar com ela "uando estava t#o 'rágil3 $ acasalamento vampiro e o processo de v-nculo eram ásperos. $ acasalamento era volátil e
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ele estaria envolvido com instintos primitivos, completamente selvagens. 7ma ve! "ue os votos 'ossem ditos e as marcas se unissem, n#o havia como voltar atrás. Porra... ele precisava de tempo, e tempo % algo "ue esta mulher n#o tinha de monte, a )ulgar por sua aparência 'rágil. $ v-nculo entre os companheiros era instintivo, mas ele ainda "ueria conhecê(la. Ela teria medo de desco rir a verdade da sua existência, e tinha "ue ir para a liga,#o de om grado. Ethan deixou o "uarto e pegou seu tele'one celular. Ele ligou para seus irm#os para ver se tinham desenterrado alguma in'orma,#o. Em ora os vampiros 'ossem ps-"uicos e pudessem chamar a aten,#o um do outro por meio de suas mentes, só os companheiros poderiam realmente manter uma conversa 'ácil. 5om "ual"uer outra pessoa era mais 'ácil simplesmente pegar um tele'one. <athan era o único com "ual"uer in'orma,#o. *inha ouvido um oato so re alguns dos ca-dos "ue estavam perseguindo companheiras. Eles estavam escolhendo as companheiras "ue ainda n#o eram protegidas e "ue n#o tinham aderido. Ethan colocou o tele'one de volta no olso. 0s bastardos2 Eles estavam ca&ando as %racas. Companheiras #ue não sabiam #uem eram ainda2 Companheiras #ue não sabiam #ue guardavam a alma de um vampiro2 +pesar de "ue e er de outro vampiro nascido era veneno para um ca-do, e er

sangue de uma companheira "ue ainda n#o chamou um vampiro para ela era poderoso. $ sangue da companheira de um vampiro era mais potente do "ue um humano normal e seu poder iria a sorver no sistema do ca-do, tornando(os mais 'ortes. Se um ca-do tem perto o su'iciente a companheira de um vampiro, eles poderiam sentir o cheiro dela, senti(la. Ethan estremeceu com a proximidade do 'ilho de uma cadela "ue tinha estado com sua mulher. +ssim "uando estava prestes a voltar para o "uarto e olhar a sua companheira, sentiu uma pontada descon'ortável "ue deixou o ca elo na parte de trás do seu pesco,o de p%. :.amos lá, seu astardo, mostre(se.: Ele sussurrou, sua vo! cheia de mal-cia. :Eu vou te mostrar o seu próprio traseiro.:
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$ ca-do apareceu na 'rente dele e n#o era uma vis#o onita. 5a-dos pareciam mais dem1nios do "ue homem com seus olhos vermelhos rilhantes e sem pêlos, rostos

encovados. 5a-dos nunca poderiam rece er sangue su'iciente para recuperar sua aparência anterior. Ethan n#o conhecia este ca-do de sua vida antes de ser um ca-do, mas isso n#o importa. Ele teria matado o 'ilho da puta de "ual"uer maneira. Ks ve!es, sentia uma pontada de remorso e triste!a se tivesse conhecido o ex(vampiro, antes "ue tivesse "ue matá(lo como um ca-do. +gora, ele "ueria arrancar a ca e,a do presente apenas por estar em estreita proximidade da sua companheira. $ ca-do conseguiu o primeiro golpe, a)untando garras a'iadas so re o rosto de Ethan. &as Ethan ateu duro e rápido, puxando uma 'aca de uma atingiu a 'igura grotesca no peito, enviando(o voando pela sala. Ele pode n#o ter tempo para pegar todos os seus e"uipamentos de com ate... mas podia improvisar. + 'igura se recuperou, atendo no peito de Ethan com suas garras, mas Ethan girou longe com apenas um arranh#o. $ ca-do tentou perseguir Ethan, "ue n#o estava com vontade de )ogar. Ele era um vampiro protegendo sua companheira e n#o tinha vontade de 'a!er nada, al%m de destruir a amea,a. Ele ateu 'orte e rápido, golpeando após desem arcar explodindo com a 'aca ainha em sua cintura, "ue

"uando chutou e en'ra"ueceu seu inimigo. Ethan pegou uma garra em suas costas "uando girou ao redor, tentando tirar a criatura 'ora de e"uil- rio. Ethan n#o tinha um con)unto completo de garras, mas tinha uma 'aca e 'úria do seu lado. + atalha se alastrou "uando a criatura se cansou e Ethan teve a sua chance. Ele atendo seu ra,o es"uerdo so re a ca e,a "uando ele

derrotou o ca-do na parede,

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mergulhou a 'aca pro'unda, rompendo o cora,#o do astardo do mal "ue estava perseguindo sua companheira. Dompendo o cora,#o de um ca-do era a única maneira de vencer permanentemente. +o matar um vampiro n#o precisava de decapita,#o, hemorragias, exposi,#o seca, ou prolongada ao sol, era necessário ani"uilar o cora,#o de um ca-do para garantir a sua morte. Ethan assistiu sem uma pontada de remorso, ele murmurou sarcasticamenteL :*enha uma vida oa após a morte, a aca.: Ele sa ia "ue n#o havia outra vida real para os ca-dos. Eles andavam sem rumo, a solutamente ino'ensivos e constantemente torturados, para a eternidade, em outra es'era. Ele esperava "ue o astardo gostasse, n#o tendo pena para

"ual"uer ser "ue teria arrancado sua mulher em peda,os. $ ca-do dissolveu at% "ue n#o era nada al%m de uma pilha de cin!as no tapete. Ethan ouviu um suspiro e, instintivamente, virou(se para de'ender(se, ainda em modo de luta. Fevou apenas alguns segundos para perce er "ue a exclama,#o tinha vindo de sua companheira. Ela estava na porta do "uarto, horror evidente preenchendo em seu rosto. Ele sentiu o medo e n#o gostou. Ela nunca deveria ter medo dele. 0:... talvez ela tivesse uma razão leve para ter medo. Seus olhos estavam ainda selvagens da atalha, sua roupa co erta de sangue... e a sala de estar parecia uma !ona de guerra. Ele deu de om ros. Era praticamente uma situa,#o normal para ele, mas estava o viamente 'a!endo sua companheira hiperventilar. Ethan rapidamente virou a m#o e a sala de estar endireitou(se em segundos. 5om outra varredura ele mudou de roupa e limpou o sangue de seu corpo, a roupa nova apareceu em momentos. <#o era poss-vel curar seus arranh2es, mas eles desapareceriam em reve. 0:... tudo bem agora3 Ethan pegou sua companheira com sua mente... mas ela n#o respondeu. Ela apenas continuou a olhá(lo, com um olhar chocado em seu rosto. 4roga. 5ão %uncionou= Ethan pensou "ue se sentiria melhor se limpasse, mas apenas pareceu assustá(la mais. $h in'erno... n#o sa ia mais como agir com uma mulher. $u um ser
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humano "ue n#o conhecia sua nature!a= 6a!ia M00 anos pelo amor de 5risto= Ele sup1s "ue talve! devesse esconder algumas de suas ha ilidades, at% "ue ela se acalmasse. Ele 'oi em sua dire,#o, perguntando rispidamente, :.ocê está em3: Você acabou de %azer a sua higiene pessoal em segundos com sua magia. ; mulher é humana. Ela provavelmente não est" e*atamente bem com isso. Ethan se amaldi,oou en"uanto tentava pensar em uma maneira de se aproximar dela sem assustá(la. &agia era normal em seu mundo tanto "uanto respirar. Era di'-cil para ele se lem rar "ue ela era humana e n#o utili!ava tudo o "ue n#o poderia ser explicado pela lógica. :Por 'avor, n#o tenha medo. Estou a"ui para a)udar. $ dem1nio desapareceu. Fem ra( se de mim3: Ethan tentou ativar sua memória su consciente "uando sua mente alcan,ou a dela. Sua oca se moveu, mas as palavras n#o sa-ram. Seus olhos presos nos dela e segurou 'irme. :Fem re(se de mim.: Ele ordenou suavemente. @rianna sacudiu(se, mas seus olhos estavam colados aos seus. Ele a manteve cativa com seu olhar, e ela n#o podia desviar. :$ mal se 'oi3: Ela sussurrou com a vo! trêmula. Ethan assentiu. :Sim.: @rianna desli!ou pela parede como se suas pernas n#o a segurassem. Seu olhar n#o deixou o seu "uando perguntou em uma vo! angustiada. :$ "ue está acontecendo comigo3: Ethan lan,ou os olhos com um suspiro. Ela lembrou. <udo2 E, obviamente, não estava lidando muito bem com isso.

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5apitulo N
@rianna escondeu o rosto entre as m#os, tentando 'a!er tudo ir em ora. Ela estava perdendo a ca e,a )unto com seu corpo3 *odo o seu ser estava a alado e n#o tinha certe!a de algo )amais ser certo novamente. + única coisa "ue 'e! sentido % "ue tudo o "ue tinha visto nos últimos minutos tinha sido um pesadelo horr-vel. 3or %avor, se1a um sonho ruim. 4ei*e'me acordar e descobrir #ue esse %oi apenas um pesadelo. Vou abrir os olhos e vou estar na cama. 0 cara coberto de sangue ter" desaparecido. Ela desco riu o rosto. 5ão. em altera&ão. Ele ainda est" a#ui. Ela suspirou, decidindo "ue, o viamente, ele n#o iria a lugar nenhum e "ue precisava entender, se "uisesse ou n#o. :;uem % você3 $ "ue % você3: Ela 'icou chocada, mas depois do cho"ue inicial, perce eu "ue n#o estava realmente com medo da"uele homem. *inham se 'alado um com o outro durante o sono. Este homem era seu salvador. Fem rava(se agora e sa ia "ue ele a tinha protegido do mal "ue tinha estado escondido em torno dela. :Eu gostaria de ter mais tempo para prepará(la, mas você deve perce er "ue há algo acontecendo "ue n#o pode ser explicado pela lógica, e você tem pou"u-ssimo tempo.: Ele 'e! uma pausa e encontrou seus olhos. :Eu sou um vampiro. $ dem1nio "ue estava perseguindo você era um ca-do, um vampiro "ue se perdeu para o mal.: 0h, 4eus. @rianna gemeu e co riu o rosto, "ue rando longe de seus olhos. >e algum modo estranho... 'a!ia sentido... e a aterrori!ava. &as ela n#o podia negar "ue tinha 'alado em seus sonhos, sem mencionar a cena horr-vel "ue tinha aca ado de presenciar diante de seus olhos. 0h, in%erno. Estou morrendo. 0 #ue importa se isto é ou não l6gico9 :&ocinho ou andido3: Ethan encolheu os om ros. :&elhor do "ue ele.: Ethan apontou para o tapete onde o ca-do tinha se dissolvido.
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Ela revirou os olhos. :<ome3: :Ethan. Ethan Hale.: :Ethan.: Ela testou em sua l-ngua. Seu nome era 'amiliar. Era como se ela o conhecesse de algum modo. :Sou @rianna. @rianna 5ole.: :@rianna.: Ele soprou o nome dela em vo! aixa. :<#o tenho medo de você, Ethan. E depois do "ue aconteceu, com certe!a, eu deveria estar. Por "ue isso3: Ele respondeu(lhe suavemente. :.ocê me conhece. Su conscientemente... conhece(me. Sua vida está terminando, assim está perce endo com os seus sentidos agora, em ve! de lógica. .ocê sa e "ue % minha companheira.: Ela su'ocou. :5ompanheira3 Eu3 <#o sou companheira de ningu%m.: :.ocê %, @rianna. .ocê % minha companheira. &inha outra metade. ;ue mant%m a minha alma.: Ele respondeu, sua vo! rouca. Ela procurou por algum tipo de sinal de "ue isto era uma 'arsa, mas o cara estava completamente s%rio. :Eu nem se"uer o conhe,o. +l%m disso, estou morrendo. 4sso % uma companheira muito ruim de ter. +cho "ue você se 'errou. .enho com um pra!o de validade muito rápido.: Ela tentou 'a!er a lu! de seus comentários, mas em algum lugar do cora,#o dela, ela realmente se sentia atra-da por ele. :.ocê n#o está morrendo com uma 'orma rara de leucemia, @rianna. Está doente por"ue ainda n#o está unida com seu companheiro. Sua 'or,a de vida está desaparecendo.: Explicou pacientemente. Ele se aproximou e sentou(se )unto a ela no ch#o, em 'rente para "ue pudesse ver seus olhos. :Em algum lugar do seu corpo usa a minha marca. &inha marca de 'am-lia % um drag#o.: Ele estendeu o ra,o es"uerdo. Em seu ante ra,o tinha a per'eita tatuagem de um pe"ueno drag#o. Ele era 'ero!, multicolorido e muito detalhado, considerando "ue era apenas do tamanho da metade de um dólar. :$h merda.: @rianna sentiu seu cora,#o palpitar e uma "ueda no est1mago. Ela tinha uma marca idêntica em seu "uadril direito.
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+ marca apareceu "uando ela tinha de!oito anos. 7ma manh#... estava só... lá. Ela nunca mencionou a ningu%m. Ela racionali!ou(o, di!endo "ue 'e! isso em seu aniversário. 6oi uma da"uelas raras ocasi2es em "ue havia 'estas com álcool "uando era menor de idade e estava em riagada. :.ocê tem3: 6oi uma pergunta retórica "ue Ethan )á sa ia a resposta, mas ele perguntou(lhe de "ual"uer maneira. :Sim.: Ela mal conseguia 'alar. 4sso tudo era muito estranho. *udo muito inacreditável. :<#o tenha medo, @rianna. 6omos criados um para o outro. Esta n#o % a maneira como isso % 'eito normalmente. Oeralmente gostaria de encontrá(la. 5onhecê(la. >eixar você pelo menos se acostumar comigo, antes de soltar esta om a em você. &as você tem pouco

tempo. +cho "ue sente isso.: Sua vo! estava urgente e preocupada. :Sim.: Ela respondeu sem hesitar. Ela sa ia. Sentia. :Eu dese)aria "ue nós pud%ssemos ter tido mais tempo )untos.: :*eremos sempre. &as tem "ue come,ar em reve.: Sua vo! a estava persuadindo. :Ethan... "ue parte do /eu estou morrendo0 você n#o entendeu3: Ela estava 'icando 'rustrada. :<ós podemos acasalar, @rianna. <#o vai morrer. Estará comigo para a eternidade.: :Eu n#o posso acasalar com você= <#o te conhe,o.: &as algo dentro dela "ueria. Seria sacri'-cio acasalar com um homem "ue a 'a!ia tremer por dentro, mesmo sem tocá(la3 Ele era o homem mais onito, atraente "ue ela )á conheceu e algo dentro dela ansiava por ele, estava chegando para ele. +l%m disso, a alternativa era morrer. Em reve= im. 4i%ícil escolha2 5em acreditava nessa sua hist6ria e acasalar com o homem lindo, ou morrer uma agonizante morte. Ele era uma espécie de sem cérebro.

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Ethan 'oi em sua dire,#o e tomou(lhe a m#o suavemente, como se tivesse medo "ue iria "ue rar, e ela sentiu uma sacudida de energia passar por seu corpo. @astava tocar a lu! de sua m#o era eletri!ante. :Ent#o me conhe,a, @rianna. + ra sua mente e me conhe,a.: Ele colocou a m#o em sua têmpora e sua mente inundou com Ethan. Ethan como um 1ovem2 Ethan com seus irmãos2 3ensamentos de Ethan. $atalhas de Ethan2 Emo&=es de Ethan. Ela estava totalmente e completamente consumida por Ethan.

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5apitulo M
Ethan estava no in'erno. 7m to"ue de sua m#o em seu corpo trouxe seus sentidos rugindo para a vida. Seu corpo "ueimava, exigindo uma grati'ica,#o imediata. Ele cerrou os dentes e tentou ignorar o ardente dese)o de levá(la. Ela era sua. Precisava possu-(la, tê(la. Ele "ueria consumi( la, estar enterrado em seu cheiro, seu corpo, sua mente. Seu pênis estava duro e pesado. *inha sido um longo tempo desde "ue tinha sentido essa sensa,#o particular, mas nunca "ueimou assim. Ele tinha estado com mulheres antes de ter sucum ido B sua involuntária impotência na idade de cem, mas tinha sido o dese)o normal de sexo. 4sto era mais uma o sess#o man-aca. Ela iria sentir isso tam %m, mesmo em seu estado 'rágil. Era normal entre companheiros. Ela n#o estaria lidando com o mesmo dese)o 'ren%tico como o seu, mas seu dese)o de acasalar estaria lá. Seu dese)o de ser saciada seria implacável... e estaria deixando(o completamente louco. 7ma ve! "ue estivessem acasalados o dese)o intenso, a possessividade permaneceria... mas a loucura 'ren%tica iria diminuir. 7ma ve! "ue ela 'osse sua. 7ma ve! "ue pertencesse a ele. Ele soltou um gemido involuntário, tentando su'ocá(lo, deixaria ter tanto tempo "uanto ela precisasse para conhecê(lo. Ela ouviu e puxou sua m#o de volta. <#o disse nada, mas seus olhos 'alavam volumes. Podia ver seu dese)o por ele e n#o conseguia respirar, n#o podia 'alar, sua própria necessidade 'uriosa 'ora de controle. 6inalmente, ela 'alou hesitante. :Posso 'a!er isso atrav%s do acasalamento... a liga,#o3: +pesar de insegura, ela n#o soou medrosa e Ethan 'icou tocado por sua coragem. Ela estava disposta a tentar. Esta pe"uena mulher tinha mais coragem do "ue alguns dos mem ros da 5oali!#o.
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:Precisamos construir a sua 'or,a. <#o vou mentir para você, @rianna. G... di'-cil. 7ma ve! "ue o voto % 'alado e as nossas marcas se )untam, todos os instintos selvagens e carnais dominar#o você e v#o me governar. G algo "ue eu n#o posso controlar.: Ele a puxou para perto e a em alou contra ele. :Eu "uero tentar. <#o estou pronta para morrer. 5omo posso construir a minha 'or,a3 *enho "ue e er o seu sangue, n#o3 .i em sua mente.: Ela en'rentou o assunto com

naturalidade, mas ele poderia di!er "ue estava hesitante. :<ós temos "ue trocar o sangue, mas pode ser mais 'ácil para você.: :5omo3: :+ssim.: Ele aixou sua oca para a dela.

$ to"ue de sua

oca na dela enviou @rianna em para'uso. Seus sentidos giraram

en"uanto sua oca tomou a dela em um assalto exigente. Sua l-ngua rincou na costura de seus lá ios e ela se a riu para ele de om grado. Seu a ra,o a possu-a, marcava todo o seu corpo com o 'ogo. Ela levantou os ra,os em volta do pesco,o e correu suas m#os atrav%s da rica textura de seu ca elo sedoso. Suas m#os se moveram possessivamente so re seu corpo, deixando um rastro de 'ogo onde "uer "ue ele a tocasse. Ethan levantou(a em seus ra,os, nunca "ue rando o contato com a oca, "uando continuou seu implacável a ra,o. Fevou(a para a cama e aixou(a suavemente nos len,óis. *omou sua oca da dela e acenou com a m#o. 4mediatamente, sua roupa desapareceu. Ela 'icou deitada nua e vulnerável en"uanto ele a olhava intensamente. :Ethan=: Ela gritou "uando mergulhou para aixo dos len,óis. :<#o pode 'a!er isso=:
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Ele ar"ueou as so rancelhas e deu um sorriso malicioso. :Eu apenas 'i!.: :Eu "uero minhas roupas de volta.A Ela exigiu com vergonha en"uanto se encolhia a aixo dos len,óis. Ele desli!ou para a cama a seu lado e levantou os len,óis de seu corpo. :E você irá tê( las de volta... eventualmente.: Ela viu seu olhar escuro e apaixonado antes de sua novamente aixar na dela. Ela "ueria procurar uma co ertura. Estava consciente do seu corpo e estava muito magra agora, o peso de sua doen,a, pouco atraente. ;uando a m#o 'e! o seu caminho para seu peito, circulando e provocando seu mamilo, ela es"ueceu a co ertura. $h >eus... suas m#os eram t#o oas em seu corpo. :<#o pense, @rianna. +penas sinta.: Ele sussurrou em uma vo! áspera "uando sua oca deixou a dela para lavar o seu ouvido e ao lado de seu pesco,o. 5omo ela poderia 'a!er mais alguma coisa3 Sua oca continuou a ei)ar e eliscar o rosto e pesco,o, en"uanto suas m#os rincavam nos seios sem piedade. Seus dedos 'i!eram padr2es circulares em sua pele "uando desli!ou lentamente so re o est1mago. Eles se mudaram para um padr#o pregui,oso "ue a estava deixando louca. Ela parecia como se estivesse em chamas. Era esta sua magia vampiro ou a magia de seu to"ue somente3 Ela sentiu os dedos sinuosos irem mais a aixo e come,ar a acariciar entre as coxas, so re os cachos de lu!, e ela perdeu o '1lego. :+ ra(se para mim, @rianna.: Exigiu com uma vo! suave e sedutora. Ela o edeceu imediatamente, precisando sentir o seu to"ue, "uerendo os dedos perversos. Seus golpes eram persistentes, provocando atrav%s do orvalho molhado, escorregadio. Ela gemeu, movendo seus "uadris para cima e encontrando seus dedos. Precisava de mais. oca

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5omo se ele sentisse sua necessidade, desli!ou seu dedo at% o lugar "ue estava implorando por sua aten,#o, tornando lentos c-rculos no ot#o sens-vel. $ desli!amento dos dedos trouxe mais e mais, 'a!endo(a desesperada. :Ethan=: Ela gritou seu nome en"uanto se contorcia so seus cuidados. Seus dedos desli!aram lentamente em seu canal va!io e suas paredes apertaram em torno deles com 'or,a. :.ocê % t#o "uente, molhada e apertada.: Ela sentiu Ethan estremecer "uando come,ou a um ritmo lento, "ue a 'e! "uerer mais... mais... 'oi demais... mais. Sua respira,#o estava dura e rápida, como se estivesse tentando o ter o controle. Sua oca devorava a dela e ele en'iou a l-ngua no ritmo com os dedos. Seu ritmo aumentou, seu polegar desli!ando contra sua carne macia, en"uanto seus dedos continuaram dentro e 'ora a su mers#o, per'eitamente compat-vel com a sua l-ngua implacável devorando sua oca. @rianna se sentiu perdida. Ela havia rendido o controle e tudo o "ue podia 'a!er era sentir as demandas de seu corpo. Ela teve um orgasmo. *odo o seu ser estava centrado em sua carne ardente, implorando pelo cl-max. Sua li erta,#o ateu 'orte e rápida, arruinando(a com pro'undidade, espasmos

intermináveis. Seu canal cerrou e estendeu nos dedos de Ethan e ela ouviu(o gemer "uando ele arrastou sua oca da dela, sua respira,#o curta. Ele acariciou seu pesco,o, passando sua l-ngua ao longo da veia. Ela mal sentiu suas presas a'undarem em seu pesco,o "uando onda após onda de pra!er tomou o controle. Seu corpo todo in'lamou "uando ele e eu dela, enchendo(a com pra!er erótico, aumentando seu orgasmo com uma intensidade "uase dolorosa. En"uanto ele tomava de seu pesco,o, guiou sua oca para seu om ro, entalhando sua pele. 4nstintivamente, ela travou a oca para sua carne "uente, sentindo a umidade de aixo da l-ngua. Ela rodou, tendo seu sangue em seu corpo sem pensar, "uando continuou a perder

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cada pensamento s#o em seu c%re ro. $ gosto dele era como um a'rodis-aco, inundando(a com mais sensa,2es eróticas. Ele tinha gosto de Ethan, e era ine riante. Ela sentiu "ue ele soltou seu pesco,o e correu um dedo so re os 'uros levemente. ;uando ela lentamente desceu do seu alto erótico, Ethan puxou(a para longe de sua 'erida no om ro e ateu seus dedos so re o corte. Parou de sangrar, mas o corte ainda estava lá. Ela estava em seus ra,os, saciada e sem '1lego, perce endo "ue, em algum ponto Ethan deve ter dissolvido sua camisa e cortado o om ro. Ela havia ingerido o sangue dele... e adorou isso. <a"uele momento, tudo o "ue "ueria era compartilhar cada parte de Ethan. ;uando ela recuperou os sentidos, perce eu "ue algumas de suas dores se 'oram. *inha seu corpo preenchido um pouco3 @rianna sentiu uma 'or,a despe)ando atrav%s dela "ue n#o sentia desde a sua doen,a. :Eu me sinto mais 'orte, Ethan.: ;uando ela se a'astou para olhar o seu rosto, a sua eu'oria so re a sua melhor condi,#o '-sica 'ugiu "uando vislum rou sua transpira,#o, o ru or 'acial e olhos selvagens, escuros. +larmada e em causa, ela sussurrouL :Ethan, 'ale comigo. .ocê está em3: Ele estava tremendo e seus olhos acariciavam seu corpo nu com uma 'ome "ue n#o era nada normal. @rianna puxou as co ertas so re sua nude! e agarrou seu rosto com as duas m#os, 'or,ando(o a encontrá(la nos olhos. :Ethan, 'ale comigo. >iga(me "ue está em.: Ela exigiu, sua vo! cheia de ansiedade. Ele olhou em seus olhos e respirou 'undo. Ele deixou(a trêmula "uando respondeu devagarL :Eu estou em, @rianna.: :.ocê n#o está em.: Ela manteve as m#os em sua ca e,a, o rigando(o a encontrar seus olhos. Ele levantou uma de suas m#os de seu rosto e ei)ou a palma.

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:.ocê % minha companheira, @rianna.: Ele respondeu em vo! aixa e torturada. :G di'-cil n#o levá(la.: :Ent#o me leve, Ethan. $u deixe(me a)udá(lo.: Sua m#o escorregou para o seu )eans, acariciando seu pênis ereto so re o material de algod#o. Ela podia sentir o imenso tamanho, a dure!a dele e o "ueria desesperadamente. ;ueria(o dentro dela, estirando(a, enchendo(a. :<#o=: Ethan agarrou seu pulso suavemente e moveu a m#o. :<#o agora, @rianna. .ocê n#o está 'orte su'iciente. $s vampiros s#o criaturas extremamente sexuais com seus parceiros.A :Ent#o, por "ue você 'e! isso3: Ele a ei)ou suavemente na testa. :Para tornar mais 'ácil para você, amor.: Ele atirou( lhe um sorriso dia ólico. :6oi mais 'ácil, n#o 'oi3: :$h, Ethan.: Ela suspirou, sem sa er se estava exasperada ou divertida. Ela cuidadosamente em rulhou um len,ol em torno de seu corpo e se aconchegou em seu peito. Seus ra,os vieram em torno dela protetores, a rigando(a. Ela se sentiu t#o... segura. + sorveu o sentimento, aproveitando o momento... at% "ue sua pa! 'oi pertur ada em um n-vel astante surpreendente.

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5apitulo 5
:$lá=: 7ma vo! alegre, pro'unda "ue emanava do 'im de sua cama 'e! @rianna saltar. Se Ethan n#o a tivesse mantendo(a em seus ra,os, teria pulada a cinco metros de altura. Seus olhos 'oram para o 'inal da cama. *rês homens muito grandes ali, todos com express2es di'erentes. $ "ue 'alou estava sorrindo. 7m estava chocado. $ outro usava uma express#o sonhadora. $ 'ato de "ue todos se parecessem suspeitosamente como o homem deitado ao lado dela n#o poderia ser uma coincidência. *inha visto estes homens nas memórias de Ethan. DorE, Fiam e <athan= Seus irm#os= Em ora n#o pudesse di!er "uem era "uem, assumiu "ue o alegre e o sonhador eram os gêmeos. *odos se pareciam, mas os dois eram "uase idênticos na aparência. :$ "ue vocês dois est#o 'a!endo3: $ alegre. :<ós somos irm#os de Ethan. Eu sou DorE. Este % <athan.: Ele apontou para o pensativo. :E esse % Fiam.: Ele acenou com a m#o para o "ue pareia perdido. Ethan n#o respondeu, mas podia ver "ue ele 'icou com o rosto vermelho e estava apertando sua mand- ula. 5omo aceitar o 'ato de "ue tinham estalado em seu "uarto sem serem convidados3 :Ethan e eu... nós estávamos apenas... nós... nós estávamos apenas conversando e nos conhecendo um ao outro.: *udo em... ela sa ia "ue soava como coxo "uando gague)ou as palavras. Pelo amor de >eus... eles estavam na cama e ela estava completamente nua. ;ue dia os deveria di!er3 :$h, isso % om. &as eu realmente esperava "ue você 'osse... oo'=: DorE inclinou(se "uando Fiam ateu o cotovelo em seu intestino. Fiam atirou a DorE um olhar a'iado

en"uanto <athan apenas sorriu, uma express#o má em seu rosto.
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@rianna lan,ou um olhar nervoso para Ethan. Sua mand- ula estava apertando mais dura "uando ele rugiu. :5onsigam... o... in'erno... 'ora=: @rianna envolveu o len,ol em torno dela e desli!ou para 'ora da cama. :G muito om conhecer vocês. &as este n#o % um momento muito om. *alve! pudessem nos dar alguns minutos para nos vestir e podemos conversar.: 7ma mulher pe"uena enxotando três homens, duas ve!es o tamanho dela para a porta era uma vis#o divertida.

Surpreendentemente... os homens 'oram. :Sirvam(se de "ual"uer coisa na co!inha.A Ela disse "uando ateu a porta do "uarto atrás deles. @rianna colocou as m#os nos "uadris e levantou uma so rancelha para Ethan. :+cho "ue temos "ue 'alar com os seus irm#os so re seus costumes.: :Eu vou matar todos eles=: Ele se levantou e vestiu(se em um par de )eans e uma camisa com a sua magia. .estiu @rianna em tra)es semelhantes. @rianna colocou os ra,os ao redor da cintura e encostou a ca e,a em seu om ro. :Sa e "ue n#o vai matá(los. Eles s#o seus irm#os.: Ela sentiu(o encolher os om ros. :<ós tentamos matar um ao outro o tempo todo. &as desta ve! eu realmente vou 'a!er isso. Eles sa em melhor do "ue 'a!er algo parecido com um vampiro, "ue está apenas encontrando a sua companheira.: Ela poderia di!er "ue ele 'oi se acalmando en"uanto acariciava as costas. :*alve! devêssemos conversar e conhecer uns aos outros.: Ele suspirou. :*udo em... mas ent#o tenho "ue matá(los.: :<#o mate ho)e, Ethan.: Ela estremeceu. :Pá o vi em a,#o uma ve! ho)e e isso % o su'iciente.: Ela se a'astou para examinar seu rosto. Ele parecia recuperado de seus 'erimentos, mas desapontado por n#o poder matar seus irm#os e ela mordeu um sorriso. :.ocê vai se arrepender se disser a eles para a)udar a si mesmos.: $s cantos de sua oca trans'ormaram(se em um pe"ueno sorriso conhecedor. :Por "uê3 Eu n#o me importo3:
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:.ocê vai.: >isse a ela em uma vo! sinistra "uando a tomou pela m#o e levou(a atrav%s da porta para conhecer seus irm#os.

Ethan estendeu(se "uando despertou de seu sono diurno. Ele imediatamente procurou sua companheira, mas ela n#o estava dormindo ao lado dele. @rianna levou cinco dias ingerindo seu sangue de vampiro para recuperar sua 'or,a normal e construir a 'or,a adicional "ue ela precisava para seu acasalamento. Seu sangue era de um anci#o e era poderoso, mas @rianna tinha estado severamente en'ra"uecida. Seu irm#o Fiam era um curador para seus irm#os e entre a sua magia e trocas de sangue de Ethan com @rianna, ela recuperava a sua 'or,a. Ele n#o a tinha tocado sexualmente desde a sua primeira troca. Ele tinha chegado t#o perto de perder o controle na"uele dia, mas n#o se atreveu. Ela disse "ue se sentia incrivelmente 'orte, mas Ethan sa ia "ue n#o iria durar. Sua companheira come,aria a declinar novamente em reve. $ acasalamento precisava acontecer mais cedo poss-vel. Ethan sa ia "ue estava perdendo o controle. Seu dese)o de possuir sua companheira ia al%m da supera,#o lógica e da ra!#o, tornando mais di'-cil e mais di'-cil de conter sua possessividade, seu ciúme. Ele n#o conseguia mesmo ter seus irm#os em torno dela. 4sto "uase o 'a!ia 'eral com ciúme e possessividade. @rianna pertencia a ele e odiava "ual"uer outro homem tocando(a... at% mesmo seus irm#os. 4n'eli!mente, ela realmente gostava de seus irm#os e eles, por sua ve!, pareciam adorá(la. Ethan odiava. Ele poderia apreciá(lo mais tarde, mas agora n#o "ueria ningu%m
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perto de sua companheira. Seus irm#os sa iam... e !om avam dele constantemente. Eles surgiram muitas ve!es e demoravam, comendo com @rianna 'ora de casa e em casa. Ela estava encantada, e ele estava chateado. Ela apenas ria e 'oi para o supermercado depois de suas visitas. 0s bastardos2 Eles estavam des'rutando de sua agonia. Ele sinceramente esperava "ue todos encontrassem suas companheiras. Vingan&a seria um in%erno. Ethan se inclinou para trás contra a ca eceira da cama, en"uanto resmungou para si mesmo, :Eu n#o gosto de lidar com o desconhecido.: +dmitiu para si mesmo "ue toda a situa,#o era desconhecida. Seu amigo e companheiro mem ro de coali!#o, +dare, tinha acasalado há alguns meses. +dare tinha N00 anos de idade e a situa,#o tinha sido desconhecida. +ntes do acasalamento de +dare, nenhum vampiro acoplado )á tinha atravessado a idade de 950, antes de encontrar sua companheira. Havia alguns "ue nunca 'oram chamados e permaneceram n#o acasalados, mas a"ueles "ue estavam acasalados agora tinham sido chamados mais cedo, logo depois de terem perdido a sua capacidade de ter rela,2es sexuais. + intensidade da possessividade de +dare e dese)o tinham sido al%m dos instintos de acasalamento normais, por causa de sua idade avan,ada. E Ethan era du!entos anos mais velho "ue +dare. :Eu estou t#o 'errado.: Ethan 'alou em vo! alta com resigna,#o silenciosa. Pá estava preso em uma teia de dese)o e sentimento de posse para sua companheira do "ual n#o poderia escapar. Será "ue ele realmente "ueria 'ugir3 5laro "ue n#o= Esperou centenas de anos por @rianna e ela era um milagre. &as ele odiava os aspectos desconhecidos da situa,#o. Se ele tinha um pro lema... ele resolvia. Se 'osse mal... ele matava. Sua vida tinha sido astante simples... at% "ue tinha encontrado sua companheira. +gora, ele se deparou com uma /situa,#o desconhecida0 e n#o gostou. + única coisa "ue sa ia era "ue seu instinto de acasalamento estava "uase 'ora de controle. 6icava pior a

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cada dia "ue passava. *odos os dias "ue passou com @rianna trouxe outro motivo para gostar dela... ou uma dú!ia de ra!2es para amá(la. Eu a amo. 5ão estou apenas atraído por ela como um companheiro. Eu a amo. :$h in'erno... estou totalmente 'errado.: Ele sussurrou 'ero!mente, sa endo "ue seu amor adicionava com ust-vel para o 'ogo... e ele )á era um in'erno em 'úria. Se @rianna n#o estivesse t#o de ilitada, ele teria tentado sedu!i(la. Provavelmente teria tomado a orda 'ora de sua necessidade de acasalar, uma necessidade "ue estava por um gatilho no momento, apenas esperando por uma pe"uena cutucada para 'a!ê(lo explodir. +ssim "ue havia decidido rolar para 'ora da cama, @rianna entrou no "uarto. Seu cora,#o acelerou e seus músculos se apertaram. Para Ethan, ela tra!ia lu! onde havia escurid#o e ele precisava desesperadamente estar dentro dela. Precisava consumi(la. Ele a "ueria t#o malditamente mal "ue ouviu um rosnado aixo irromper de sua garganta e tentou engoli(lo. Ele engoliu o gemido en"uanto seus olhos percorriam seu corpo. Ela estava vestindo uma camisa rosa "ue moldava as suas curvas e terminava na coxa. <#o era para sedu!ir... mas 'a!ia. Ethan podia ver seus mamilos atrav%s do material 'ino e a camisa acariciava seus seios onitos, per'eitamente 'ormados. Seu pau )á duro contraiu en"uanto ele cheirava sua excita,#o. Seus olhos procuraram e travaram com o dela. Podia ver o calor e o dese)o em seu olhar "uando ela olhou para seu peito nu. Ela o estava "uerendo. E ele precisava saciá(la. !inha= Ela desli!ou na cama ao lado dele, sem tirar os olhos dos dele. Ethan estalou, sanidade a andonando(o. Ele precisava possuir essa mulher e n#o podia esperar mais.

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5apitulo Q
@rianna )á n#o sa ia se o dese)o per'umado era dela ou de Ethan. Ela ouviu um grunhido aixo de sua garganta e sa ia "ue ele precisava dela, tanto "uanto precisava dele. Ela tinha estado como uma 'êmea no cio desde o primeiro to"ue. 5omo ela tinha recuperado a sua 'or,a normal, seu dese)o tinha crescido em uma massa de necessidade crua. @rianna sa ia "ue seu vampiro era um +lpha "ue precisava dominar sexualmente, especialmente antes de acasalado, e ela "ueria ser dominada por ele. ;ueria(o duro e rápido e n#o se importava se 'osse áspero. Estava come,ando a pensar "ue 'icar em "uente e duro era a única coisa "ue poderia apagar o 'ogo. Ser sexualmente dominante era parte de sua nature!a de vampiro e ela aceitou. 4n'erno... ela "ueria. <#o "ueria domá(lo e sa ia "ue n#o poderia mudar seu dese)o escuro, mesmo se "uisesse. E ela de'initivamente n#o "ueria. ;ueria(o selvagem e indomável, 'ora de controle. ;ueria se su meter ao "ue ele precisava. Estavam t#o ligados "ue ela sa ia "ue ele iria satis'a!ê(la, saciá(la. E agora... certo, neste momento... precisava dominá(la para se assegurar de "ue pertencia a ele. @rianna pegou de aixo da cama as algemas suaves "ue ela havia comprado há poucos dias para esta ocasi#o. @alan,ou(os em seus dedos na 'rente de Ethan. :.ocê pode gostar destes.: Ethan gemeu, :Sim. ;uero amarrá(la de modo "ue nunca possa 'ugir. &inha.: :Ent#o me tome, Ethan. ;uero isso, tam %m.A Ela sussurrou suavemente "uando anexou as algemas a seus pulsos, sua vo! pesada com paix#o. :Preciso 'oder você. Fevá(la. 5erti'icar(me "ue pertence a mim.: Ele rasgou sua camisola direta para o meio, expondo os seios ao seu olhar "uente, com 'ome. Ele puxou(a mais ou menos 'ora de seu corpo. <#o tinha o controle para usar magia. Ele estava sendo

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governado por instintos de acasalamento e agarrou o 'im das algemas e anexou(as na ca eceira da cama. Suas palavras tiveram seu dese)o su indo, sua necessidade de tê(lo levando(a. Ela puxou as restri,2es, sentindo a resistência. Seria sua para possu-(la da 'orma "ue "uisesse, "ue precisasse. @rianna o'egou "uando sua oca tomou(a, devorando(a. Era um ei)o nascido do

desespero e escaldante 8 necessidade primal. Sua oca apertou o cerco contra a dela, sua l-ngua varrendo dentro de sua oca, procurando por ela. @rianna a riu a oca, rece endo(o. Suas l-nguas acasalaram, entrela,adas, e duelaram uma contra a outra. Suas m#os estenderam para seus seios, correndo so re eles possessivamente, aproximadamente. Seus dedos eliscaram os mamilos, enviando um

cho"ue atrav%s de seu sistema e encharcando a calcinha. Ele arrancou a'astou sua oca e come,ou a lam er seus seios. + oca de am os re'reou e acalmou, despertando(a "uase ao cl-max. Sua l-ngua lam eu cada cent-metro de seus seios como se ele n#o "uisesse parte de sua pele intacta, nenhuma área n#o reclamada. Suas m#os se moveram nas curvas de seu corpo at% "ue chegaram aos "uadris. Ele estendeu a m#o e rasgou a calcinha na 'rente, )ogando(a ao ch#o. Seus dedos invadiram seu calor úmido de 'orma agressiva, e ela gemeu com sua invas#o, amando a sensa,#o de seus dedos 'ortes "ue correram so re o clitóris. :.ocê está t#o molhada. Para mim. &inha. >iga(me "ue % para mim.: Ele exigiu em uma vo! áspera. @rianna olhou para ele, adorando o seu olhar 'ero! de paix#o e dese)o. Ele era 'ero!, homem de tirar o '1lego, apesar de toda a sua escurid#o e intensidade. $u talve! por causa disso. Seu vampiro. Seu companheiro eterno. :Sim, Ethan. Só para você.: Ela sussurrou, acalmando a esta selvagem.

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@rianna choramingou "uando ele enterrou a ca e,a entre as coxas. Ele 'oi vitorioso, e passou em um ata"ue /n#o 'a!er prisioneiros0. Sua l-ngua invadiu suas do ras molhadas em um longo decl-nio, destruindo seu controle. Ela conteve um gemido "uando a l-ngua girou em espiral em torno de seu clitóris. $ roto estava inchado e necessitado, implorando por sua car-cia. Ela ar"ueou as costas, alcan,ando a sua oca com seus "uadris. Ela precisava de sua posse total, precisava de sua l-ngua enviando(a so re a orda. @rianna estava consumida no pra!er erótico, sem sentido de "ual"uer coisa, al%m de Ethan. :Por 'avor, Ethan. Por 'avor.: Ela suplicou en"uanto seus "uadris rodavam descontroladamente, uscando o calor de sua l-ngua. ;uando sua l-ngua de 'ogo pousou em seu nó implorando, ela gemeu. Ele lam eu e eliscou at% "ue estava selvagem e perdida, incapa! de 'a!er "ual"uer coisa, al%m de deixar( se sentir. Ele tocou seu corpo como um músico pro'issional, sa endo exatamente como tocar. ;u#o duro... "u#o rápido... "uanto tempo. @rianna sentiu o cl-max se aproximando com um arrepio. *udo come,ou no 'undo de sua arriga e "ueimou(a at% seus dedos. Ela go!ou com um grito "ue explodiu de seus

pulm2es involuntariamente. Era um grito "ue se estendeu em um gemido "uando Ethan rodou para ela, ampliando o pra!er selvagem. Ele lam eu o creme "ue irrompeu dela em 'ren%tico a andono, como se 'osse a sua so remesa 'avorita. ;uando Ethan desli!ou por seu corpo sensualmente, @rianna o'egou. $ corpo de Ethan parecia "ue estava pegando 'ogo. Ele co riu(a, sua pele e seus olhos rilhando

'ero!mente. +"ueles olhos ardentes a arrecadaram "uando ele enterrou a ca e,a em seu pesco,o com um gemido. Pensou "ue ia mordê(la... mas ele n#o o 'e!. Ela podia sentir Ethan o'egante, seu hálito "uente, acertando seu pesco,o esporadicamente en"uanto engoliu em seco para o ar. :Eu te amo.: Ele engasgou entre as respira,2es curtas. :Eu amo você t#o malditamente grande "ue n#o posso suportar.:

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@rianna congelou, atordoada por sua revela,#o. Seu cora,#o estava atendo t#o 'orte "ue ela estava sem '1lego. Ele a amava. :$h Ethan, tam %m te amo. 5om todo o meu cora,#o.: Ela se derreteu "uando o sentiu tremer contra ela. :Feve(me, Ethan.: Ele precisava e ela n#o "ueria nada mais do "ue 'ornecer. :Por 'avor.: Ele arrastou os lá ios do pesco,o at% a oca, ei)ando(a com uma 'erocidade "ue seria terr-vel se ela tivesse "ual"uer motivo para temê(lo. &as n#o estava com medo. Ela encontrou seu a ra,o, seus movimentos apaixonados colidindo um contra o outro se 'undindo, intensi'icando seu dese)o. Sua oca "uente a deixou inde'esa, incapa! de pensar em "ual"uer coisa, exceto sua necessidade por ele. ;uando ele parou por ar, ela implorouL :6oda(me, Ethan. Eu preciso de você. Preciso de você dentro de mim.: Ela podia sentir seu mem ro, "uente, pesado e duro, contra sua coxa. Ela se contorcia, desesperada para "ue ele )untasse(os. Ethan tomou sua oca novamente en"uanto desli!ou sua m#o para agarrar seu pênis inchado. Ele trouxe a ca e,a entre suas pernas, desli!ando sua carne ingurgitada contra seu calor l-"uido. Ele era grande, mas ela estava pronta. <#o havia nada "ue ele tivesse "ue n#o estava pronta para aceitar. Ela tirou a oca de Ethan, sua respira,#o deixando seu corpo "uando ele desli!ou em seu canal ardente, seu mem ro agarrou 'irmemente por suas paredes internas. Ela sentiu(se esticar a aceitá(lo, levantando seus "uadris para tomá(lo completamente dentro dela. + sensa,#o dele era extraordinária. Seus músculos apertaram e relaxaram em seu pênis, se acostumando com a sensa,#o do 'alo grande. Eles gemeram )untos, "uando ele estava completamente dentro. :.ocê % t#o apertada. *enho "ue te 'oder. 6a!ê(la minha.: Ethan raspou "uando come,ou a se mover. :Eu sou sua, Ethan. *oda sua.: Ela soprou as palavras, sa endo "ue o aliviariam.

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$ corpo de @rianna apreendeu en"uanto ele come,ou a acariciarR longos, duros golpes "ue pareciam "ueimá(la ao seu núcleo. :Preciso de você, @rianna.: Sua vo! se "ue rou "uando ele se a)oelhou, puxando as pernas at% os om ros e agarrando(a nos "uadris duro. :Sim, Ethan, Sim=: Ela sa ia "ue estava gritando agora... mas n#o se importava. 5ada ve! mais duro e rápido o om eamento estava deixando(a louca e teve o cl-max, tendo Ethan )unto com ela. Eles precisavam encontrar li erta,#o antes de incinerarem em con)unto. 5onstataram "ue sua li erta,#o era 'or,a motri! "uando eles tencionaram )untos, seus "uadris se moveram ao encontro do seu pênis golpeando. Sua 'or,a era incr-vel, mas ele era um vampiro e @rianna havia ingerido seu sangue. 4sso a 'e! su'icientemente 'orte para levar a sua paix#o áspera. 6orte o su'iciente para cha'urdar alegremente na mesma. Ethan )ogou a ca e,a para trás, soltando um som augure entre um grunhido e um gemido. Sua perna estava em seu om ro e ele virou a ca e,a e enterrou suas presas em sua coxa. Ele sugou com 'or,a contra sua pele, en"uanto atia seu pênis em seu canal dolorido. Sua mordida erótica a 'e! voar em peda,os. $ cl-max de @rianna irrompeu com um poder e uma intensidade "ue a alou seu corpo. Ela go!ou em uma onda selvagem "ue a teve atendo em um mar tur ulento de êxtase erótico. Seus espasmos agarraram o pênis de Ethan e acariciou(a com um 'orte aperto e li erta,#o. &ais e mais. 7ma e outra ve!. Ela o sentiu li erar os dentes de sua coxa para al,ar e mergulhar pro'undamente dentro dela. Ele lan,ou um som pro'undo, rever erando "uando go!ou, seu pau explodindo em contra,2es r-tmicas. Sua "uente li era,#o inundando dentro dela "uando deixou escapar um gemido torturado e aliviado. @rianna sentiu suas m#os sendo li eradas, en"uanto a puxou com 'or,a em seu a ra,o de espera. Eles ar"ue)aram )untos, tentando recuperar os sentidos. Ele puxou sua oca em dire,#o ao seu peito, onde havia a erto uma veia para ela e er. Ela pegou a nutri,#o, )untamente com a essência de Ethan, ignorando a corrida sexual.
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Ela n#o aguentava mais disso no momento. Ela se alimentou, apenas para aproveitar a intimidade. ;uando terminou, ele levantou a m#o e parou o sangramento com um to"ue de seu dedo. Ela n#o tinha certe!a de "uanto tempo 'icaram assim, perdidos na 'elicidade pós( cl-max. Ela levantou a ca e,a do om ro de Ethan para olhá(lo. >eus... ele era um homem incr-vel. Sua aparência tirava o '1lego. Era 'isicamente per'eito, mas ela sa ia "ue a única coisa "ue atingia direto no seu cora,#o era o próprio homem. + maneira como ele a olhou 'e! seu cora,#o cantar. Seu sorriso 'e! seu cora,#o cantar e dan,ar como um musical da @roadSaE. Ele n#o disse uma palavra, mas estava sorrindo para ela. @rianna puxou sua ca e,a para a dela, capturando o sorriso com a oca, só por"ue n#o podia resistir. Ethan era uma tenta,#o dia ólica, especialmente "uando sorria. @rianna suspirou no ei)o longo e agradável. Ela n#o tinha visto muito o sorriso de Ethan por causa do instinto do acasalamento, mas o homem tinha um senso de humor "ue surgia na ocasi#o. Ela só podia imaginar como seria após o acasalamento. Ele iria se acalmar e perder um pouco da loucura, uma ve! "ue sua alma havia sido trans'erida para ele e encontrado o seu lugar de descanso. *udo em... metade de sua alma e metade da dele "ue se tornaria sua alma

permanente. + coisa acasalamento vampiro tra!ia todo um novo signi'icado ao termo /alma gêmea0. Sua oca deixou a de Ethan relutantemente e ela descansou a ca e,a em seu om ro. Ela dese)ava dar sua alma a Ethan e aca ar com seu tormento. <#o temia a cerim1nia de acasalamento. Se isto traria a pa! de Ethan, ela a ra,ava. Em breve. Vou me certi%icar de #ue isso aconte&a em breve. Seus olhos se 'echaram. >eixou(se cair no sono, sa endo "ue estaria sempre segura nos ra,os de Ethan.

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5apitulo T
<o dia seguinte, Ethan encontrava(se na sala masculina de prepara,#o para a cerim1nia de acasalamento, "ue ocorreria na"uela noite. + sede vampiro era um castelo de s%culos na Europa. Ele estava lindamente restaurado, opulento e luxuoso, com todas as conveniências modernas. .ampiros podiam 'icar velhos, mas amavam cada nova 'antasia tecnológica "ue veio )unto. Eles provavelmente apreciavam os avan,os, ainda mais por"ue eram t#o velhos. Ethan era velho o su'iciente para lem rar como eram o saneamento e condi,2es de vida no s%culo U.4. Ele estremeceu. *alve! ele pre'erisse n#o se lem rar e apenas ser grato "ue estava agora vivendo no s%culo UU4. Ele tinha transportado a si mesmo e @rianna para a sede na Europa a partir dos E7+ logo após o )antar com sua m#e na noite passada, chegando pouco antes do nascer do sol por causa da di'eren,a de horário. Ele tinha ca-do em seu sono diário, e n#o tinha visto sua companheira desde ent#o. $ ritual para companheiros humanos era muito mais complicado do "ue para o macho vampiro. Ela estaria envolvida com a prepara,#o, at% a cerim1nia come,ar. Ele atualmente estava passando o tempo com seus três irm#os e +dare, cu)a esposa, Vristin, "ue tinha apenas passado por essa experiência há alguns meses atrás, tinha optado por ser uma das três mulheres "ue assessoravam @rianna. :&erda= Será "ue essa agonia nunca termina3: Ethan murmurou para si mesmo "uando sua necessidade de ver @rianna rasgou por ele. Sua necessidade de possu-(la estava 'icando extremamente dolorosa e ele poderia 'icar sem ainda durante algumas horas. +dare riu. :Em reve, Ethan. +credite em mim... 'ica melhor.: <o momento, a 'elicidade de +dare era incrivelmente irritante. $ interior de Ethan estava t#o rasgado, "ue ele n#o poderia imaginar 'icar t#o relaxado e contente como +dare

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parecia estar. <o entanto, lem rou do namoro e dor de +dare "uando ele estava so'rendo pelos instintos de acasalamento. Ele dese)ou ter sido mais simpático. :E a possessividade, a insanidade... elas realmente v#o em ora3: Ethan perguntou(lhe, mostrando agonia em seus olhos. +dare encolheu os om ros. :Sim. <#o será t#o doloroso depois. + separa,#o sempre machuca. $ anseio nunca para. + possessividade e uma necessidade de condu,#o para proteger permanecer#o sempre. &as a necessidade de dominar apaga um pouco.: Ele deu a Ethan um sorriso maligno. :.ocê vai at% mesmo deixá(la no topo e controlar na ocasi#o. E achar "ue % muito agradável.: :$ "uê3 <#o % agradável agora3: DorE perguntou com curiosidade. Ethan revirou os olhos e trocou um olhar conhecedor com +dare. +dare riu e comentouL :Ele % sem no,#o.: :.ocê tem certe!a "ue n#o vou machucá(la3: +nsiedade de Ethan estava conseguindo o melhor dele. Ele era o mais velho vampiro "ue para atravessar a cerim1nia de acasalamento e nada era certo. >oda'se2 Ele odiava o desconhecido, especialmente "uando veio para o em(estar de sua companheira. :Eu posso garantir "ue ela estará 'erida "uando acordar, mas você n#o vai machucá(la, Ethan. .ocês s#o companheiros. .ocê estará ligado. Vristin disse(me "ue as minhas necessidades eram tam %m suas necessidades. Ela sentiu um pouco do "ue eu senti. Estará tudo em.: +dare tentou tran"uili!ar Ethan, dando(lhe um tapa nas costas. Ethan n#o estava completamente tran"uilo. :&as eu sou mais velho. &aldi,#o= Eu n#o "uero 'icar descontrolado. E n#o "uero isso testemunhado. <#o "uero "ue ningu%m ve)a minha companheira, exceto eu.: +dare suspirou. :.ocê n#o vai se importar, uma ve! "ue o tempo venha. .ocê estará 'ora de sua mente para possu-(la. Dealmente gostará de ter as pessoas vendo você 'a!ê(la sua. G di'-cil de explicar, mas % como a demarca,#o do seu pedido. +viso a todos para se distanciar.:
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Ethan suspirou. + espera era o pior. $ tempo parecia arrastar(se, a cada minuto parecendo horas. :Eu só "uero "ue ela se)a minha.: DorE olhou para Ethan com uma express#o perplexa. :Ela % sua. G sua companheira.: +dare e Ethan trocaram outro olhar. DorE realmente estava perdido. *odos os seus irm#os estavam. *inha passado muito tempo, desde "ue tinha experimentado "ual"uer dese)o '-sico, e nenhum deles iria entender at% acasalarem. Se acasalassem. e h" alguma 1usti&a neste mundo... eles vão encontrar suas companheiras. Ent#o Ethan poderia atormentá(los, como eles o estavam atormentando. Em ora eles n#o estivessem torturando(o, no momento, tinham a certe!a de acrescentar com ust-vel para o 'ogo sempre "ue poss-vel. Ele tinha certe!a de "ue perce eram, "ue se come,assem algo ho)e "ue seria como puxar um tigre pela cauda. Ele estava nervoso e at% mesmo os seus irm#os n#o estavam dispostos a con'us#o com ele no momento. :5omo 'oi o )antar com sua m#e3: +dare perguntou, tentando distrair Ethan. Ethan revirou os olhos. :@rianna insistiu em levar meus irm#os )untos. Eles comeram como se 'osse um evento $l-mpico competitivo. Eu n#o tenho certe!a de "uem ganhou, mas n#o so rou um peda,o na mesa de comida.: :Ei... ela gostou de nós. Ela disse "ue ama os homens com apetite saudável para comer.: <athan protestou. :Ela 'icou encantada. 5omo poderia n#o 'icar3: 0 ego nunca %oi um problema com 5athan. 0 seu era tão grande como o sistema solar. &as era verdade "ue seus irm#os haviam sido encantadores e a m#e de @rianna n#o tinha nada, al%m de coisas agradáveis a di!er so re seus irm#os. Ethan virou(se para 'alar com +dare. :Ela % uma mulher muito onita. 5olocou(se com os "uatro de nós.A Fiam comentou calmamente. :Dico, charmoso e onito como Ethan. $ "ue há para n#o gostar3:

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Ethan 'ran!iu o cenho. :*alve!, o 'ato de "ue eu sou um vampiro e prestes a 'a!er sua 'ilha minha companheira eterna. Eu n#o tenho certe!a de como ela se sentiria so re esse pe"ueno 'ato.: :+cho "ue ela n#o 'oi convidada para a cerim1nia como testemunha.: <athan levantou uma so rancelha, )ogando a Ethan um sorriso -mpio. Ethan lhe mostrou o dedo do meio. <athan sa ia "ue a m#e de @rianna n#o sa ia. Eles estavam plane)ando uma cerim1nia de casamento humana e "ue iria se casar na tradi,#o humana. Ethan n#o se importava de ter um casamento, al%m do acasalamento. Ele teria @rianna enga)ada no melhor anel "ue pudesse achar "ue ainda ade"uasse a seu gosto por algo simples e elegante. Ele estava desco rindo "ue "ual"uer coisa "ue a marcasse como sua o deixava em êxtase. :Eu )á disse a @rianna "ue seria mais do "ue 'eli! em serem meus padrinhos de casamento.A Ethan in'ormou seu irm#o perversamente. :Ela tem uma madrinha e duas damas de honra, por isso 'unciona per'eitamente.: Ethan sorriu, mostrando(lhes um olhar mal, "uando todos os rostos de seus irm#os registraram horror e consterna,#o. <enhum deles estava rindo agora. :;uando % "ue será3 +cho "ue eu )á tenho planos.: <athan resmungou. :Eu tam %m.: DorE concordou. :E eu.: Fiam disse suavemente. :$h, n#o. Se vocês n#o podem 'a!er isso... podem explicar a @rianna por"ue n#o podem assistir a um dos dias mais importantes de sua vida. Eu n#o vou 'a!er isso.: Ethan a riu um pe"ueno sorriso "uando todos eles 'ran!iram a testa. Seus irm#os realmente adoravam @rianna e de alguma 'orma, ela poderia levá(los a 'a!er seu lance. 4sso divertiu o in'erno 'ora dele. Oostassem ou n#o, ele sa ia "ue eles estariam todos lá.

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Pode haver alguns solavancos ao longo do caminho para a integra,#o de suas 'am-lias, mas isto n#o seria t#o di'-cil. @rianna tinha uma vida humana e 'am-lia. Ele respeitava isso. Em ora ela se tornaria companheira de um vampiro após a cerim1nia, nunca seria completamente vampiro. Ela precisaria de sangue e teria "ue evitar o sol, mas n#o teria mágica. ;ual"uer envelhecimento iria congelar e ela iria manter a sua 'or,a maior, mas estaria entre dois mundos. Ela seria mais vampiro do "ue humano, mas como 'oi criada como uma humana n#o se esperava "ue deixasse isso totalmente para trás. Ethan 'icou assustado "uando uma atida 'irme na porta "ue rou seus pensamentos. :G hora, Ethan.: +dare in'ormou(lhe em vo! aixa. Seus irm#os todos lhe deram um tapa nas costas. Eles estavam saindo. @rianna podia adorá(los, mas ela realmente n#o "ueria "ue eles testemunhassem. Ela veio para cuidar deles como 'am-lia e insistiu "ue pre'eriria ter estranhos a este ritual especial de acasalamento, ela realmente n#o "ueria "ue seus 'uturos cunhados a vissem nua. +dare estava saindo tam %m. +gora "ue ele estava acoplado, )á n#o podia assistir as cerim1nias como um eunuco. Ele e Vristin sairiam t#o logo ela tivesse terminado seus deveres como uma atendente. Seus irm#os desapareceram. +dare estava ao seu lado, pronto para acompanhá(lo B c?mara de acasalamento. +dare aguardaria sua companheira Vristin 'ora da porta onde ela estava e iriam em ora )untos. Ethan tentou o ter o controle de si mesmo, mas "uanto mais perto "ue ele chegava B c?mara de acasalamento, mais o seu controle parecia escapar. Ele estava pronto para come,ar um ritual vampiro antigo e a magia envolvida na cerim1nia parecia estar construindo. +dare a riu a porta e 'e!(lhe sinal para entrar, parando e deixando Ethan continuar so!inho. ;uando Ethan entrou na c?mara, ele sentiu uma poderosa onda de magia, mas n#o estava vindo dele. Esta era magia antiga, 'orte e poderosa.
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Sua roupa dissolveu e de repente ele 'oi vestido com apenas um peda,o de couro para limitar seu pênis, seguro no lugar, com apenas algumas cordas. Seu mem ro )á estava protestando, tentando estourar as costuras. Sua pele rilhava com os óleos de acasalamento antigos. Ele podia sentir a magia girando em torno dele, aumentando sua excita,#o a uma necessidade "uase selvagem. Ele poderia apenas imaginar o "ue aconteceria "uando tocasse suas marcas e as antigas palavras 'ossem ditas. Ele cerrou os dentes, tentando n#o perder o controle completo, en"uanto esperava sua companheira chegar.

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5apitulo I
@rianna se aproximou da c?mara de acasalamento com duas mulheres em 'rente a ela e Vristin ao seu lado. Vristin estava recentemente acasalada e @rianna apreciava o 'ato de "ue ela tinha aca ado de passar o "ue @rianna estava passando agora. Ela a)udou a acalmar um pouco do nervosismo de @rianna. @rianna n#o estava com medo. 4n'erno... estava perto de morrer no momento em "ue Ethan havia entrado em sua vida. +gora estava pronta para viver. Ela teria uma vida gloriosa com Ethan a seu lado. Ela estava vestida com o tradicional, integral e transparente vestido at% os torno!elos, "ue arrastava atrás dela en"uanto caminhava pelo corredor estreito. Ela escolheu um vermelho escarlate "ue com inava com seu humor de ho)e. Seu ca elo tinha crescido rapidamente, restaurado a seu om ro no comprimento normal e o tinha deixado so re os om ros. @rianna tinha sido anhada em sensuais óleos exóticos. Sua pele ainda estava lisa do óleo per'umado "ue tinha sido aplicado após o anho. *odas as mulheres pararam na porta da c?mara de acasalamento e Vristin avan,ou e puxou o ornamento pesado da porta para a ri(la, movendo(se ao lado para deixar @rianna entrar. @rianna parou, seus olhos varrendo o "uarto. Ethan estava so re a plata'orma na 'rente de uma enorme cama elevada. + cama estava co erta de seda preta, algumas almo'adas de seda pretas espalhadas so re a super'-cie maci,a. @rianna sorriu. + prepara,#o da c?mara 'oi B escolha de Ethan. Ela achou "ue ele estava em um tipo /darW0 de humor ho)e. ;uando @rianna entrou no "uarto, ela perce eu "ue era como Vristin tinha descrito. 7m pe"ueno "uarto circular com )anelas escuras ao redor das paredes. Eles eram para os
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o servadores. +s testemunhas. *udo estava iluminado com velas "ue estavam colocadas em uma orda "ue circulava as )anelas. Ela estava adivinhando "ue as testemunhas teriam

direito a um in'erno de uma oa vista. Ela 'ixou os olhos no de Ethan. $s dele "uase completamente pretos e intensos. Ela "ueria 'alar com ele telepaticamente, mas n#o o 'e!. Sa ia "ue só pioraria as coisas para ele, "uando ouvisse a vo! dela e ainda n#o pudesse tocá(la. @rianna podia sentir as vi ra,2es el%tricas na sala e levantou seu ca elo como se estivesse soprando no vento. ? magia antiga, $rianna. Eu nunca ouvi %alar disso acontecer antes. ? provavelmente por causa da minha idade. !as não é mal. 5ão tenha medo. Ela come,ou "uando ouviu Ethan rosnando em sua mente, surpresa "ue ele ainda poderia usar sua magia para 'alar assim. Ela podia sentir sua necessidade e seu corpo respondeu. Seu corpo estremeceu "uando 'oi invadida com seus instintos de acasalamento. Ela "ueria colocá(lo so re os len,óis negros e saciar esse vampiro de "ual"uer )eito "ue ele "uisesse. Ela assentiu com a ca e,a a Ethan, seus olhos nunca deixando os seus, para "ue ele sou esse "ue ela entendia. :>ispa(a.: Ethan ordenou, sua vo! aixa e autoritária. Vristin veio para o lado dela, 'ran!indo a testa "uando viu "ue tudo estava se movendo. $ vestido rodou e o 'luxo do ca elo de @rianna vi rou como se o vento estivesse carregando. Vristin hesitou, perplexa. :Está tudo em, Vristin. 6a,a(o.: @rianna sussurrou para ela suavemente. Vristin ergueu as m#os para os la,os do vestido de @rianna. :5oncorda com este acasalamento com Ethan Hale3: :Sim.: @rianna respondeu, os olhos ardendo em Ethan. Vristin lan,ou o vestido e ele rilhou no ch#o. Ela o pegou e colocou(o no ra,o.
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:>eixem(nos.: Ethan su'ocou a demanda. Vristin saiu, o vestido de @rianna ainda 'lutuando so re seu ra,o. Ela 'echou a porta e trancou(a atrás dela. $ cli"ue alto da 'echadura da porta deveria ter soado amea,ador, mas @rianna sentiu( se alegre. Ela ia 'inalmente acasalar com Ethan. :.enha a mim.: Ethan instruiu, com os olhos deixando @rianna para varrer todo o seu corpo com 'ome e dese)o. @rianna respondeu ansiosamente, su indo os poucos degraus para chegar B 'rente de Ethan ao lado da cama elevada. Ethan n#o a tocou, mas seus olhos ardiam so re seu corpo nu "uando come,ou a recitar as palavras do ritual de liga,#o em sua l-ngua nativa. Ela n#o entendia, mas amava o 'luxo l-rico da antiga linguagem, as s-la as su indo e descendo. ;uando a última palavra sumiu da l-ngua de Ethan, ele a aixou o ante ra,o para seu "uadril e selou suas marcas. Ela podia ver o ra,o tremendo, em antes de se )untasse a marca e as apertou com 'irme!a. $ corpo de @rianna sacudiu. Ethan agarrou(a pela cintura com o outro ra,o en"uanto as chamas atiraram atrav%s de seu corpo, incinerando(a internamente. 6oi extremamente doloroso... mas erótico. Ela 'echou os olhos e inclinou(se contra Ethan para suporte, seu corpo "ueimava no apoio a ela. Ela descansou assim ,at% "ue a alma de Ethan soltou(se dela e separou, sua própria alma em seguida, rasgando e 'undindo com a metade de Ethan. Suas marcas se )untaram continuando a gravar com a nova alma de Ethan conclu-da, entrou nele atrav%s das marcas siamesas, uma alma "ue era metade dela, metade dele, mas completa. + alma rec%m(acoplada de @rianna esta eleceu rapidamente, encontrando o seu antigo lugar de descanso. Ela ainda estava "uente, mas o calor era agora completamente sexual. Ela precisava de seu companheiro. + alma de Ethan n#o se esta eleceu t#o 'acilmente. Ele nunca tinha tido uma alma antes e vagava por seu corpo in"uieto, procurando um lugar de descanso.
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Ela viu seus olhos 'icarem vermelhos, rilhando com uma lu! pro'ana. &agia girava em torno de am os, "ueimando como uma chama a!ul. + necessidade e dese)o de Ethan apreendeu @rianna, apertando seu est1mago, como se estivesse experimentando os sentimentos por si mesma. Eu preciso saci"'lo. 3reciso tirar'lhe a necessidade angustiante de possuir. 3reciso de sua posse como ele precisa me possuir. 3reciso a1ud"'lo a resolver sua alma errante. :Fi erte meu pau, @rianna. +gora=: + dura vo! de ar-tono a des'e!. Suas necessidades eram selvagens e ela se a aixou e come,ou a desamarrar as tiras de couro, precisando do incha,o, tirando o mem ro livre de seu con'inamento. Ele estendeu em suas m#os, duro e inchado. Ela em rulhou m#os ao redor dele, acariciando o comprimento, duro de seda. Ethan agarrou seu pulso, impedindo(a de tocá(lo. Ele passou os ra,os em volta dela com "uase su'ocante aperto e reivindicou sua oca em um a ra,o "uente ranco. Era um ei)o de propriedade, uma marca. Xspero e duro. Ela colocou os ra,os em volta do pesco,o, encontrando sua l-ngua, con"uistando com a dela própria. Ele varreu cada cent-metro de sua oca e l-ngua com a sua, a'irmando(a. Ent#o a pegou e colocou(a no meio da cama co erta de seda. Ele estava nela antes "ue ela tivesse a chance de tomar um '1lego. Ele amarrou as m#os na ca eceira da cama com as restri,2es pendentes prontas. +marrou suas pernas, deixando(as em a'astadas, com as restri,2es em am os os lados dos p%s da cama. Elas

tinham alguma 'olga, mas muito pouco. Ela estava completamente inde'esa, a erta para os seus dese)os. Ele circulou a cama, seus olhos vermelhos e corpo. :&inha. &inha. &inha.: Ele estava gemendo, como se 'osse muito di'-cil de 'alar, mas ela o entendia. rilhantes "ueimando atrav%s de seu

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Ele parecia achar alguma satis'a,#o só de olhá(la, sa endo "ue ela era sua para satis'a!er o "ue "uisesse. :Sua, Ethan. *oda sua.: Ela sussurrou suavemente, sem '1lego com seus próprios dese)os. Ela puxou as restri,2es segurando(a no lugar, amando a sensa,#o de estar contida para seus pra!eres. Sua vagina estava encharcada e podia sentir gotas correndo para aixo em suas coxas. Ela se encolheu em suas restri,2es, desesperada para "ue ele a levasse. :Por 'avor, Ethan. Eu preciso de você.: Ele se moveu entre suas pernas, a cerca de colocar um travesseiro so seus "uadris. :*enho "ue 'a!ê(la go!ar.: Dosnou. :$h, >eus, sim. 6a,a(me, Ethan. Preciso disso.: Ela se contorcia contra seus v-nculos. Seu corpo estava em chamas. Estava consumida com calor, pronta para 'a!er a com ust#o. Ele atacou entre suas pernas, lam endo seus sucos de suas coxas e en'iando a l-ngua em sua oceta vulnerável. Ela podia ouvir o som de sua l-ngua lam endo a grosso modo, se movendo na a ertura encharcada. Ela gritou "uando sua l-ngua lam eu seu clitóris com 'or,a, movendo(se rápido e duro so re o roto inchado. Seus dedos ateram dentro de seu canal, o indicador e o dedo m%dio enterrados na a ertura. :$h, Ethan. Sim. Sim. Sim.: Ela estava 'ora de controle, consumida com a necessidade do cl-max. :Oo!e para mim.: Dosnou em sua oceta, sem parar em seu ata"ue implacável em seu clitóris, os dedos om eando de modo selvagem, duro e pro'undo, em seu canal, "uente escorregadio. 5omo se a responder ao seu comando, seu est1mago endureceu, apreendendo com espasmos "ue se espalharam diretamente a seu núcleo. Se n#o tivesse estado contida, ela provavelmente teria enrolado no cl-max. *odo o seu corpo tremia com a 'or,a "ue sacudiu

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seu corpo como uma oneca de pano. Ela caiu so re a orda, voando para al%m de uma enorme explos#o. Ela puxou contra suas restri,2es en"uanto cavalgava as ondas "ue estavam atingindo( a implacavelmente. Ethan n#o cessou, continuou seu ata"ue en"uanto ela se contorcia e "ueimava. Ele era um homem possu-do e n#o "uase satis'eito com seu orgasmo, muito explosivo. Ele virou o corpo e, de repente seu pau enorme estava em seu rosto. :Feve(o em sua oca.: 0h, sim. Ela a riu "uando ele a aixou seu mem ro enorme em sua oca, úmido e

ansioso. Seus lá ios selaram "u#o melhor "ue podiam em torno do 'alo, gigantesco, inchado. Podia senti(lo gemer em seu mont-culo en"uanto seus "uadris come,aram a 'odendo sua oca. Ele estava montando duro sua oca, empurrando seu pênis em sua garganta. Ela mal podia respirar, mas rego!i)ou(se com seus torturados gemidos "uando ela tentou engoli(lo. Ele estava tra alhando(a como um homem louco. Suas m#os agarraram suas coxas e espalharam tanto "uanto poss-vel. Ele ainda estava sacudindo so re o clitóris com "uentes lam idas molhadas, ele invadiu a sua a ertura com um dedo extra, mergulhando(o com três dedos grandes. Ela empurrou "uando sentiu a plenitude e gemeu em torno de seu pênis "uando ele continuou a 'oder sua oca com golpes 'uriosos. Ethan desli!ou a outra m#o atrav%s de suas do ras molhadas, encharcando os dedos. Ele desli!ou a umidade so re o ?nus, molhando(o com seu próprio creme. :&eu. &eu. &eu.: Ela 'a!ia sua exclama,#o su'ocada. Seu pênis estava atendo em sua oca agora, atendo no 'undo da sua garganta. Ela estava em uma paix#o indu!ida ao transe e n#o se importava. ;ueria "ue ele li erasse a sua paix#o para ela. Ela apertou sua desli!ando. oca e trouxe sua l-ngua com 'or,a contra seu mem ro om ear,

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Ela o sentiu desli!ar o dedo molhado em sua unda virgem. Era apertado e do-a, mas o pra!er erótico superou a dor. Ele estava 'odendo com ela de todos os ?ngulos. 5ada movimento estava em sincronia. +s lam idas da sua l-ngua, seus três dedos agressivos em seu canal e um rápido e 'urioso om eamento em sua unda. Era muito... muito... muito rápido... demasiadas sensa,2es. Seu corpo estava em so recarga de sensa,#o erótica. Ela sentiu o redemoinho da magia em torno deles como uma alta 'or,a de vendaval. E ent#o ele atingiu. Seu cl-max agarrou seu corpo como nunca antes. Ela gemia em torno do pênis de Ethan "uando ele ateu na oca. Ela sentiu(o tenso "uando esva!iou sua li erta,#o violenta na parte de trás de sua garganta. Ele atirou com tanta 'or,a "ue ela n#o o provou. Ele )orrou no 'undo de sua garganta em espasmos 'ortes, levando(o a grunhir e rosnar em sua oceta pulsante. Ele parecia um animal selvagem. E ela se sentiu como uma leoa en)aulada. Suas unhas enrolaram em suas palmas, tirando sangue, "uando seu orgasmo continuou a alan,ar seu corpo. Ela de atia contra suas restri,2es en"uanto Ethan continuou a ater nela de todos os ?ngulos. &uito... muito. Ele tirou seu pênis da oca dela e ela gritou, chorando seu nome mais e mais. Ela estava completamente des'eita. <#o mais... mais... mais... o "uanto ela poderia tomar3 +ssim "ue ela teve certe!a "ue ia perder a ca e,a, Ethan virou(se e co riu(a. Seus corpos desli!aram )untos, am os manchados de suor e óleos. Ela trancou seus olhos vidrados com sua paix#o, "ue ainda estavam vermelho rilhante. Ela estava exausta e passou, mas seu corpo ainda ansiava por sua posse. :&inha.: Ele engasgou "uando trouxe sua oca para a dela. Suas m#os desli!avam so re seus seios, en"uanto sua l-ngua capturou a dela. Suas essências 'lu-ram )untas "uando
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l-ngua encontrou l-ngua. $s 'luidos dos seus orgasmos com inados )untos para 'a!er um sa or único "ue era um a'rodis-aco para am os. $ dese)o de @rianna 'oi instantaneamente renovado. Ethan n#o havia morrido. Ela sentiu seu pau, "uente e duro contra sua coxa. Suas m#os tra alharam seus seios com a "uantidade certa de dor e pra!er, depenada e acariciando os mamilos com paix#o erótica, indutora de golpes. :Eu tenho "ue te 'oder, @rianna. Preciso do meu pênis enterrado pro'undamente dentro de você.: Ele o'egou em seu ouvido, seu hálito atendo no lado de seu pesco,o com 'or,a, ele rasgou sua oca da dela. +s palavras cravaram sua necessidade. :Sim, Ethan. Feve(me.: Ela estava "uase engasgando com suas palavras, a sua necessidade de tê(lo dentro dela deixando(a sem '1lego. :*odo mundo vai ver(nos )untos. Eu tenho "ue levá(la duro, para "ue eles sai am "ue você % minha.: 7ma m#o deixou seu seio a desli!ar para aixo e segurou o seu mem ro em expans#o. Ele desli!ou a ca e,a ao longo de seu clitóris, 'a!endo(a lamentar da 'ric,#o so re o ot#o de hipersensi ilidade. Seu corpo inteiro se sentiu so recarregado eroticamente, seus sentidos em so recarga. 4magens eróticas 'lutuaram por sua mente, tra!ida pelo conhecimento "ue muitos estavam assistindo Ethan reclamá(la. Ela "ueria vê(lo tomar posse de seu corpo. $ servá(lo reclamá(la. :Sim, Ethan. 6a,a(me sua.: Sua respira,#o estava vindo duro e ela estava negligente com dese)o. Ele colocou a ca e,a de seu pênis contra sua a ertura dolorida e impulsionou, enterrando(se completamente dentro dela. Eles gemeram )untos, a 'us#o dos corpos a en,oada para am os. Ethan n#o come,ou devagar. 6odeu(a como um homem des'eito, acariciando rápido e 'uriosamente.
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Seus corpos desli!aram )untos, pele "ueimando a pele "ueimando, o óleo e suor 'a!endo seus movimentos desli!arem eroticamente. Ethan agarrou suas nádegas e trouxe seus "uadris acima, para dar tapas contra seus movimentos vigorosos. Ela estava inde'esa, completamente perdida em sua posse. Sua ca e,a se de atia, com as m#os enrolando em um aperto de morte contra as palmas das m#os e as restri,2es. :.ocê % minha, @rianna. &inha. Sempre minha.: Ethan estava o'egante contra seu pesco,o. Ela podia sentir sua insensate!, seu dese)o de condu,#o para 'undi(los completamente. Seu corpo atia no dela rápido, seu pau enterrado completamente com cada golpe duro. &ais rápido... mais 'orte... mais rápido. Seus "uadris estavam empurrando duro, puxando(a para encontrá(lo. Eles se reuniram com tal 'or,a "ue toda uni#o era um tapa 'orte de pele contra pele. Ethan inclinou a ca e,a e enterrou(a no pesco,o, a'undando suas presas em sua carne macia. Ela sentiu um lampe)o de dor antes das sensa,2es eróticas e sensuais a inundarem. Em ora sou esse "ue ia acontecer, a erup,#o de suas presas de suas gengivas assustou. 4sto trouxe uma 'ome 'ero! para Ethan "uando a teve enterrando suas presas rec%m(surgidas em seu om ro com um golpe "uase violento. Ethan sacudiu, mas ela sa ia "ue n#o era de dor. Ele estava so recarregado com os mesmos sentimentos "ue ela estava experimentando, o desenho de cada outra essência ine riante para os dois. Era carnal, selvagem e eles continuaram a alimentar vora!mente "uando se es'or,avam para o cl-max. ;uando destacaram suas presas, 'icaram completamente perdidos. Ethan parou o sangramento com um golpe de seu dedo. Ele levou um momento para se lem rar de parar o seu próprio. Ela lam eu as gotas "ue tinham escapado. @rianna estava tonta, sem sentido. Ela sa ia "ue seu cl-max estava chegando, construindo com intensidade, o aperto da sensa,#o em seu intestino avisando(a de "ue ia ater nela violentamente.
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Oolpeou(a com espasmos t#o pro'undos "ue ela tentou ar"uear as costas. Pogou a ca e,a para trás e gritava en"uanto a golpeava. :Ethan, $h >eus. Ethan=: Ethan 'e! ar"uear as costas, 'orte e duro, "uando se enterrou pro'undamente e 'oi atingido pela constri,#o de suas paredes. Seus espasmos envolveram seu pênis, contraindo e soltando, 'or,ando(o ao orgasmo. :&inha.: Ele rosnou e rosnou en"uanto lan,ou(se 'uriosamente em suas pro'unde!as "uentes. Ela estava se a'ogando em pra!er, "uase paralisada pelo pulsante de seu corpo. + press#o mais leve, mas seu corpo tremia e sentia(se como se estivesse 'lutuando. Ela sentiu o corpo de Ethan relaxar "uando a soltou de suas amarras. Ele reuniu @rianna em seus ra,os, enrolou(se em volta dela. ua alma tinha assentado e encontrado o seu lugar. Eles tremiam )untos en"uanto se a ra,aram com 'or,a. Ethan a pegou no colo, olhando para ela ansiosamente. Ele pegou as m#os dela em suas m#os e passou os dedos so re as per'ura,2es de sangramento "ue ela tinha causado com as unhas. ;uando terminou, ela colocou os ra,os ao redor de suas costas. :G o 'im.: Ethan o'egou, parecendo aliviado. :6oi incr-vel.: Ela murmurou, gasta e exausta. Seu vampiro sorriu e seu cora,#o derreteu. :.ocê % minha para sempre.: Ela lhe deu um sorriso 'raco, exausto. :.ocê sa e... "ue deve ser terr-vel... mas n#o %.: :&inha companheira cora)osa.: Ele ei)ou o topo de sua ca e,a. Seus sentidos retornando, ela olhou ao redor da sala. :+ magia se 'oi.: + magia girando "ue tinha sentido em toda a sala tinha diminu-do, deixando apenas uma pa! contente. Ethan deu(lhe um sorriso malicioso. :&eu amor, a magia está apenas come,ando.: Ela sa ia "ue ele sa ia exatamente o "ue "ueria di!er, mas sorriu. Ela nunca poderia resistir a esse impertinente sorriso.
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:Eu acredito "ue você está certo.: Ela a aixou a ca e,a e deu(lhe um ei)o carinhoso. Ethan disp1s os travesseiros e estendeu lado a lado, encolheirando(a perto dele, seu rosto enterrado em seu ca elo. Ele co riu com um co ertor, "ue con)urou com sua própria magia. +m os ca-ram exaustos em um sono, pro'undamente contentes "ue eram companheiros 'inalmente, encontrando sua casa real por toda a eternidade.

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Epilogo
6oi, naturalmente, um casamento B noite, e 'oi espetacular. Ethan tornou um caso de conto de 'adas "ue iria cumprir todos os sonhos "ue uma mulher poderia ter so re o casamento per'eito. + noiva estava radiante em mar'im e renda. Ela caminhou pelo corredor com ot2es de rosa espalhados em uma enorme catedral "ue a rigava todos os seus amigos, parentes e metade da popula,#o de vampiros. + 'elicidade da noiva e do noivo e seu ó vio amor um para o outro 'e! cada convidado suspirar. +s damas de honra estavam lindas em vestidos de a!ul pálido, decorado com to"ues de rosa. $s irm#os Hale estavam lá, para seu espanto, resplandecentes em seus smoWings negros "ue com inavam com o noivo. <ingu%m perce eu 8 muito 8 "ue puxavam os pesco,os dos e"uipamentos con'inantes, de ve! em tempo ou "ue n#o pareceram totalmente con'ortáveis. Eles, no entanto, des'rutaram da recep,#o. En"uanto os seres humanos e vampiros se misturavam e riam, os irm#os Hale limpavam as mesas de alimentos. Ethan tinha ordenado a und?ncia de alimentos, sa endo "ue seus irm#os comeriam pelo menos metade. Ele tam %m pediu um olo extra. 7m para seus irm#os... um para os outros convidados. Para a alegria de @rianna, sua dama de honra e melhor amiga 5allie pegou o u"uê. DorE pegou a liga vermelha, mesmo "ue n#o estivesse nem tentando. Pareceu gravitar para ele e de alguma 'orma, pegou o ot#o de seu paletó. Ele estendeu(o como se 'osse uma co ra venenosa. @rianna e Ethan sorriram um para o outro en"uanto o servavam a rea,#o dele. @rianna deu a Ethan um olhar curioso "uando seu sorriso se tornou mau e desonesto.
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Ethan continuou a olhar seu irm#o e o vermelho atingiu DorE "uando ele murmurou para si mesmo em um sussurroL :+h... Eu espero "ue sim, irm#o... realmente espero "ue sim.: @rianna pegou os pensamentos tortuosos de seu novo marido e ateu(lhe no om ro. :Ethan... você % terr-vel. Dealmente "uero "ue todos os seus irm#os encontrem suas companheiras.: Ele deu(lhe uma express#o inocente "uando respondeuL :+h... eu tam %m, amor. .ocê n#o tem ideia de como estou olhando para isso.: E ele realmente olhou para 'rente em mais maneiras do "ue uma. Ele amava seus irm#os, mesmo "ue irritassem o in'erno 'ora dele. Ele n#o os "ueria miseráveis 8 muito. &as vingan,a realmente seria um in'erno. Sua esposa lhe deu um olhar exasperado e ele sorriu, sorrindo para ela. Ela n#o p1de deixar de sorrir volta. Ethan sorria t#o 're"uentemente nestes dias e ainda 'a!ia o cora,#o de @rianna pular uma atida. Provavelmente sempre 'aria. Em ora os irm#os Hale 'ossem principalmente ons... cada um deles tinha apenas um pouco do dia o neles. @rianna suspirou. Seu marido era provavelmente mais do "ue apenas um pouco perverso. Ethan pegou(a em um a ra,o caloroso e "uando ele aixou os lá ios nos dela disse(lhe em vo! aixaL :Ks ve!es, gosta de meus maus modos, esposa.: ;uando seus lá ios encontraram os dela @rianna admitiu para si mesma "ue ela provavelmente 'a!ia. <a verdade, ela gostava deles por toda a noite de núpcias... e al%m.

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