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Confissão de Fé de Westminster

CAPÍTULOS CONTEÚDO I II III IV V VI VII VIII IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII XXIII XXIV XXV XXVI XXVII XXVIII XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII XXXIV XXXV ESCRITURA SAGRADA DEUS E A SANTÍSSIMA TRINDADE ETERNOS DECRETOS DE DEUS CRIAÇÃO PROVIDÊNCIA QUEDA DO HOMEM, O PECADO E O SEU CASTIGO PACTO DE DEUS COM O HOMEM CRISTO O MEDIADOR LIVRE ARBÍTRIO VOCAÇÃO EFICAZ JUSTIFICAÇÃO ADOÇÃO SANTIFICAÇÃO FÉ SALVADORA ARREPENDIMENTO PARA A VIDA BOAS OBRAS PERSEVERANÇA DOS SANTOS CERTEZA DA GRAÇA E DA SALVAÇÃO LEI DE DEUS LIBERDADE CRISTÃ E LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA CULTO RELIGIOSO E O DOMINGO JURAMENTOS LEGAIS E OS VOTOS MAGISTRADO CIVIL MATRIM NIO E DIV!RCIO IGREJA COMUNHÃO DOS SANTOS SACRAMENTOS BATISMO CEIA DO SENHOR CENSURAS ECLESI"STICAS SÍNODOS E CONCÍLIOS ESTADO DO HOMEM DEPOIS DA MORTE E A RESSUREIÇÃO DOS MORTOS JUÍZO FINAL PREF"CIO AOS NOVOS CAPÍTULOS ESPÍRITO SANTO AMOR DE DEUS E DAS MISS#ES NOTA HIST!RICA A AUTORIDADE DA CONFISSÃO DE FÉ E DOS CATECISMOS

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CAPÍTULO I DA ESCRITURA SAGRADA I$ Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar sua !"re#a aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propa"ação da verdade, para o mais se"uro estabelecimento e conforto da !"re#a contra a corrupção da carne e mal$cia de Satanás e do mundo, foi i"ualmente servido fazê-la escrever toda% !sto torna indispensável a &scritura Sa"rada, tendo cessado aqueles anti"os modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo%  S%&$ '() '*+, R-.$ ') /0, 1 0) ', 1 ') '(*02, 1 0) '+*'3, I C-4$ ')0', 1 0)'/*'+, H15$ ')'*0, L67$ ')/*+, R-.$ '3)+, M%8$ +)+, 9, '2, I:%$ ;) 02, I T<.$ /) I3, II P1=4- ') '($ II$ Sob o nome de &scritura Sa"rada, ou 'alavra de Deus escrita, incluem-se a"ora todos os livros do (elho e do )ovo *estamento, que são os se"uintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a re"ra de f+ e de prática, O VELHO TESTAMENTO G>?1:<: ÊA-=L1BC8<7NE.14-: D16814-?F.<J-:6@ J6CH1: R681 I S%.61& II S%.61& I R1<: II R1<: I C4F?<7%: II C4F?<7%: E:=4%: N11.<%: E:814 JD S%&.-: P4-B@45<-: E7&1:<%:81: CI?8<7- =-: CI?8<7-: I:%C%: J141.<%: L%.1?8%LM1: EH1G6<1& D%?<1& O:@<%: J-1& A.D: O5%=<%: J-?%: M<G6@<%: N%6. H%5%76G61 S-J-?<%: AK16 Z%7%4<%: M%&%G6<%:

O NOVO TESTAMENTO M%816: M%47-: L67%: J-OA8-: R-.%?-: I C-4C?8<-: II C-4C?8<-: GP&%8%: EJ@:<-: F<&<N1?:1: C-&-::1?:1: I T1::%&-?<71?:1: II T1::%&-?<71?:1: I T<.D81II T<.D81T<8F<&1.-? H15416: T<%KI P1=4II P1=4I J-OII J-OIII J-OJ6=%: AN-7%&CN:1

EJ$ 0)02, AN-7$ 00)';*'() II T<.$ /)'Q, M%8$ '')09$

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III$ -s livros "eralmente chamados Ap.crifos, não sendo de inspiração divina, não fazem parte do c/non da &scritura; não são, portanto, de autoridade na !"re#a de Deus, nem de modo al"um podem ser aprovados ou empre"ados senão como escritos humanos%  L67$ 0+)09,++, R-.$ /)0, II P1=4- ')0'$ IV$ A autoridade da &scritura Sa"rada, razão pela qual deve ser crida e obedecida, não depende do testemunho de qualquer homem ou i"re#a, mas depende somente de Deus 0a mesma verdade1 que + o seu autor; tem, portanto, de ser recebida, porque + a palavra de Deus%  II T<.$ /)'Q, I J-O- 3)(, I T1::$ 0)'/$ V$ 'elo testemunho da !"re#a podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço da &scritura Sa"rada; a suprema e2celência do seu conte3do, e eficácia da sua doutrina, a ma#estade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo 0que + dar a Deus toda a "l.ria1, a plena revelação que faz do 3nico meio de salvar-se o homem, as suas muitas outras e2celências incomparáveis e completa perfeição, são ar"umentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a palavra de Deus; contudo, a nossa plena persuasão e certeza da sua infal$vel verdade e divina autoridade prov+m da operação interna do &sp$rito Santo, que pela palavra e com a palavra testifica em nossos coraç4es%  I T<.$ /)'3, I J-O- 0)02,09, J-O- 'Q)'/*'+, I C-4$ 0)'2*'0$ VI$ *odo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a "l.ria dele e para a salvação, f+ e vida do homem, ou + e2pressamente declarado na &scritura ou pode ser l."ica e claramente deduzido dela% 5 &scritura nada se acrescentará em tempo al"um, nem por novas revelaç4es do &sp$rito, nem por tradiç4es dos homens; reconhecemos, entretanto, ser necessária a $ntima iluminação do &sp$rito de Deus para a salvadora compreensão das coisas reveladas na palavra, e que há al"umas circunst/ncias, quanto ao culto de Deus e ao "overno da !"re#a, comum s aç4es e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, se"undo as re"ras "erais da palavra, que sempre devem ser observadas%  II T<.$ /)'3*'9, G%&$ ');, II T1::$ 0)0, J-O- Q)+3, I C-4$ 0)(, '2, &0, I C-4$ '')'/*'+$ VII$ )a &scritura não são todas as coisas i"ualmente claras em si, nem do mesmo modo evidentes a todos; contudo, as coisas que precisam ser obedecidas, cridas e observadas para a salvação, em um ou outro passo da &scritura são tão claramente e2postas e e2plicadas, que não s. os doutos, mas ainda os indoutos, no devido uso dos meios ordinários, podem alcançar uma suficiente compreensão delas%  II P1=4- /)'Q, S%&$ ''()'23, '/2, A8-: '9)''$ VIII$ - (elho *estamento em 6ebraico 0l$n"ua vul"ar do anti"o povo de Deus1 e o )ovo *estamento em 7re"o 0a l$n"ua mais "eralmente conhecida entre as naç4es no tempo em que ele foi escrito1, sendo inspirados imediatamente por Deus e pelo seu sin"ular cuidado e providência conservados puros em todos os s+culos, são por isso autênticos e assim em todas as controv+rsias reli"iosas a !"re#a deve apelar para eles como para um supremo tribunal; mas, não sendo essas l$n"uas conhecidas por todo o povo de Deus, que tem direito e interesse nas &scrituras e que deve no temor de Deus lê-las e estudá-las, esses livros têm de ser traduzidos nas l$n"uas vul"ares de todas as naç4es aonde che"arem, a fim de que a palavra de Deus, permanecendo nelas abundantemente, adorem a Deus de modo aceitável e possuam a esperança pela paciência e conforto das escrituras%  M%8$ 3)';, I:%$ ;)02, II T<.$ /)'+*'3, I C-4$ '+, Q, (, '', '0, 0+, 09*0;, C-&$ /)'Q, R-.$ '3)+$

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3)0Q. esse te2to pode ser estudado e compreendido por outros te2tos que falem mais claramente%  A8$ '3) '3. lon"/nimo.. R-. Deus. pelo muito sábio e santo conselho da sua pr. S%&$ ''3)/. + "racioso.')'+. A8$ 9)0. A8$ '3)'. JD 0Q)'+. portanto. S%&$ (0)0. A8$ 0. dele. S%&$ ''()Q. o qual + infinito em seu ser e perfeiç4es% &le + um esp$rito pur$ssimo. R-. G1?$ '9)'. EA-$ /Q)Q*9. o &sp$rito Santo + eternamente procedente do 'ai e do :ilho%  M%8$ /)'Q*'9. imenso. misericordioso. I T1::$ ')(.ria. I C-4$ . bondade e bem-aventurança% &le + todo suficiente em si e para si. toda a vida. N%6. J-O. + imutável. "l. L67$ 0+)/(. #ust$ssimo e terr$vel em seus #u$zos.)03. pois odeia todo o pecado. para elas e sobre elas tudo quanto quiser% *odas as coisas estão patentes e manifestas diante dele. o 8uiz Supremo em cu#a sentença nos devemos firmar não pode ser outro senão o &sp$rito Santo falando na &scritura%  M%8$ 00)0(. J-O. que + reta e imutável% 9 cheio de amor. contudo. II C-4$ '/)'+. A8$ '+)''. / '. incompreens$vel.ria e se"undo o conselho da sua pr. 1 '3)0Q. que ele há por bem requerer deles% J-O. o :ilho + eternamente "erado do 'ai. em todas as suas obras e em todos os seus preceitos% Da parte dos an#os e dos homens e de qualquer outra criatura lhe são devidos todo o culto. I:%$ Q)/. por elas. membros ou pai24es.'ai não + de nin"u+m . EA-/)'+. S%&$ 3)3*Q. onisciente. AN-7$ +)''. pois não precisa das criaturas que trou2e e2istência. ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece. I T<.ria al"uma. JD '')9(. pelo qual todas as controv+rsias reli"iosas têm de ser determinadas e por quem serão e2aminados todos os decretos de conc$lios. o seu saber + infinito. R-.$ '')/Q. ')0*/$ II$ Deus tem em si mesmo. T<%K. poder e eternidade Deus o 'ai. quando houver questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer te2to da &scritura 0sentido que não + m3ltiplo. G%&$ +)Q$ CAPÍTULO III DOS ETERNOS DECRETOS DE DEUS I$ Desde toda a eternidade.Q)0+. mas somente manifesta a sua "l. invis$vel. Deus vivo e verdadeiro. sant$ssimo. muito bondoso e verdadeiro remunerador dos que o buscam e.$ ')'9.3)+Q.$ '')/Q. mas 3nico1. e de si mesmo. fazendo tudo para a sua pr.IX$ A re"ra infal$vel de interpretação da &scritura + a mesma &scritura. AN-7$ 3) '0*'+$ III$ )a unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma subst/ncia. todas as doutrinas de homens e opini4es particulares.. I T<. '3. por+m de modo que nem Deus + o autor 4 .$ Q) '3. nem procedente. eterno. P4-B$ 'Q)+.ria nelas.)+. '. de sorte que para ele nada + contin"ente ou incerto% &le + sant$ssimo em todos os seus conselhos. EJ$ ')''. AN-7$ +)''. G%&$ ') '2$ CAPÍTULO II DE DEUS E DA SANTÍSSIMA TRINDADE I$ 6á um s. I J-O.pria vontade.8uiz Supremo. I R1<: . de modo al"um terá por inocente o culpado%  D168$ Q)+.não + nem "erado. para elas e sobre elas% &le + a 3nica ori"em de todo o ser. infal$vel e independente da criatura. . Deus o :ilho e Deus o &sp$rito Santo. todo o serviço e obediência. H15$ '')Q. sem corpo. completamente livre e absoluto. não deriva delas "l.pria vontade. J-O. por ele e para ele são todas as coisas e sobre elas tem ele soberano dom$nio para fazer com elas. P4-B$ '3)/.onipotente. II P1=$ ')02*0'$ X$ . H15$ +)'/. S%&$ '+3)/. Q. D168$ +)'3*'Q.+).$ 'Q)09. S%&$ '+3*'9. J14$ '2)'2.pria "l.')'9. 0.$ '')//*/+. . R-.)09. N11$ ()/0*//.. A8 * $ '9)0+*03. todas as opini4es dos anti"os escritores.*'(.

T<8.Q)Q+*Q3 1 '9)(.')3.risto. são eleitos. santificados e "uardados pelo seu poder por meio da f+ salvadora% Al+m dos eleitos não há nenhum outro que se#a remido por . 3)(. santificado e salvo%  I P1=4.ria do seu soberano poder sobre as suas criaturas.$ ')(. são eficazmente chamados para a f+ em .*($ VI$ Assim como Deus destinou os eleitos para a "l. D168$ 0()0(.. T<%K.$ III$ 'elo decreto de Deus e para manifestação da sua "l. como condição ou causa%  EJ$ ')+. H15$ Q)'9. pela qual ele concede ou recusa miseric. são remidos por .pria vontade. I S%. R-. al"uns homens e al"uns an#os são predestinados para a vida eterna e outros preordenados para a morte eterna%  I T<.$ '')//.ria.)/2. J-O. foi Deus servido não contemplar e ordená-los para a desonra e ira por causa dos seus pecados%  M%8$ '')03*0Q.. 09*0. EJ$')3.$ . M%8$ '')0'*0/. que não pode ser nem aumentado nem diminu$do%  J-O.sito da sua vontade. ou de qualquer outra coisa na criatura que a isso o movesse. o seu n3mero + tão certo e definido.risto pelo seu &sp$rito.)/2. nem violentada + a vontade da criatura.$ ()''*'Q. possam. reverência e admiração de Deus. adotado. '2$ 5 . antes estabelecidas%  I:%$ +3)Q*9. 1 09)0/. M%8$ '9)0.. são particular e imutavelmente desi"nados. EJ$ ') '() 1 0). R-. II T<. A8$ +)09*0.ria. ele não decreta coisa al"uma por havê-la previsto como futura. como lhe apraz. I T1::.0)'($ VII$ Se"undo o inescrutável conselho da sua pr. EJ$ ')+ 1 0) '2. II P1=4.$ VIII$ A doutrina deste alto mist+rio de predestinação deve ser tratada com especial prudência e cuidado. a todos os que sinceramente obedecem ao &van"elho esta doutrina fornece motivo de louvor.. M%8$ 03)/'. o resto dos homens. Deus antes que fosse o mundo criado.')'2. I J-O. atendendo vontade revelada em sua palavra e prestando obediência a ela.$ ()02 1 '')0/.rdia. I J-O.sito e se"undo o santo conselho e beneplácito da sua vontade. ele os escolheu de sua mera e livre "raça e amor. assim tamb+m. /+$ II$ Ainda que Deus sabe tudo quanto pode ou há de acontecer em todas as circunst/ncias ima"ináveis. para louvor da sua "loriosa #ustiça.')'/*'9. para a "l. eficazmente chamado.risto para a "l. R-. I P1=4. +'.$ 0)'($ V$ Se"undo o seu eterno e imutável prop. EJ$ ')Q.do pecado. ou de boas obras e perseverança nelas. nem + tirada a liberdade ou contin"ência das causas secundárias. (. '/)'. I P1=4. são #ustificados. II T1::$ 0)'/. R-. para o louvor da sua "loriosa "raça. #ustificado. a fim de que os homens. portanto. preordenou todos os meios conducentes a esse fim. bem como de humildade dili"ência e abundante consolação%  R-.ria eterna os homens que são predestinados para a vida.0). R-. escolheu em . J6=$ +.$ . J6=$ Q. assim predestinados e preordenados. ''. ou como coisa que havia de acontecer em tais e tais condiç4es%  A8$ '3)'. L67$ '2)02. R-. I T1::$ 3)(*'2.'2) '+*'Q.$ ()00*0/.$ 3)//.')0.0)'+. que opera no tempo devido. P4-B$'Q)//.$ 0/)''*'0. II T<. e não por previsão de f+. S%&$3)+. achando-se ca$dos em Adão. A8$0)0/. J-O'()''.$ ()'9*00. pelo eterno e mui livre prop. certificar-se da sua eterna eleição% Assim. P4-B$ 'Q)+. 1 '')3*Q. II T<.)0.$3)0'.$ 0)02. adotados. EJ$ ')3*Q$ IV$ &sses homens e esses an#os. os que. R-. pela evidência da sua vocação eficaz.$ .$ ()''*'.')3.risto. R-. M%4$ 3)/.. R-. 0+.

S%&$ '/3)Q. se"undo o seu arb$trio%  A8$ 09)0+. M%8$ '2)0(*/'. não pode ser o autor do pecado nem pode aprová-lo%  I:%$ +3)9. J14$ '2) '0.$ ()/Q. R-..$ ')02.'')/+*+3. I:%$'2)Q*9$ III$ )a sua providência ordinária Deus empre"a meios. D%?$ +)/+*/3. o "rande . com almas racionais e imortais.)3.. enquanto obedeceram a este preceito. sobre eles ou contra eles. ()Q.$ ')+$ IV$ A onipotência.prios e santos des$"nios. que esta se estende at+ a primeira queda e a todos os outros pecados dos an#os e dos homens. H15$ ')0. I J-O.mui sábio. se"undo a sua infal$vel presciência e o livre e imutável conselho da sua pr. Deus ordena que elas sucedam conforme a natureza das causas secundárias. para casti"á-los pelos seus pecados anteriores ou fazer-lhes conhecer o poder oculto da corrupção e dolo dos seus coraç4es. para o louvor da "l. ele + livre para operar sem eles. J-O. retidão e perfeita santidade. Deus.CAPÍTULO I DA CRIA!"O I$ Ao princ$pio aprouve a Deus o 'ai. receberam o preceito de não comerem da árvore da ciência do bem e do mal. A8$ '9)0+. S%&$ '+3)'+*'Q.$ +)02*0'.$ '')/0*/+.prios coraç4es. E7&$ '0)9. desde a maior at+ a menor%  N11. e re"ula e "overna em uma m3ltipla dispensarão mas essa permissão + tal. se"undo a sua pr. para animá-los a dependerem mais intima e 6 . que + a causa primária. C-&$ ') 'Q. tendo a lei de Deus escrita em seus coraç4es. necessárias. e tudo muito bom. todavia.')0*/. S%&$ 9Q)'2.rdia. D%?$/)09. #ustiça. J14$ /')/3. que era mutável% Al+m dessa escrita em seus coraç4es. contudo. o mundo e tudo o que nele há. disp4e e "overna todas as suas criaturas. S%&$ '2+)0+. R-. I:%$ '2)'0. e dotou-as de inteli"ência. de tal maneira se manifestam na sua providência. sendo dei2ados liberdade da sua pr. sustenta. II C4-?$ 'Q)(.pria vontade. e isto não por uma mera permissão. sabedoria e bondade.ria da sua sabedoria. S%&$ //)'2*''. mas com a possibilidade de trans"redi-la. EA-$ 02) ''$ II$ Depois de haver feito as outras criaturas. Deus criou o homem. todas as aç4es e todas as coisas. R-. A8$'+)'Q. a sabedoria inescrutável e a infinita bondade de Deus. C-&$ /)'2. vis$veis ou invis$veis%  R-.)00. '3.pria ima"em. a fim de que eles se#am humilhados. sendo sant$ssimo e #ust$ssimo. A8$ 0)'/. sábia e poderosamente os limita. que a pecaminosidade dessas trans"ress4es procede tão somente da criatura e não de Deus. G1?$ /)Q$ CAPÍTULO DA PRO ID#NCIA I$ 'ela sua muito sábia providência. e o poder de cumpri-la. mas por uma permissão tal que. EJ$ /)'2. poder. S%&$ 32)0'. para os seus pr. O:$')9. /'.ria do seu eterno poder. R-. S%&$ . diri"e. para a manifestação da "l. T<%K.. J-O. pela mesma providência.$ 0)'+. M%8$ '2)0. #usto e "racioso Deus muitas vezes dei2a por al"um tempo seus filhos entre"ues a muitas tentaç4es e corrupção dos seus pr. G1?$ 32)02.pria vontade. livre ou contin"entemente%  J14$ /0)'(. II R1<: '()0. R-. P4-B$ '3)/. A8$'3)'. EJ$ ')''.riador de todas as coisas. em relação presciência e ao decreto de Deus. A8$ +)09*0.$ ()'9. no espaço de seis dias. bondade e miseric.')'9$ V$ . G1?$ '. o :ilho e o &sp$rito Santo. G1?$ . foram felizes em sua comunhão com Deus e tiveram dom$nio sobre as criaturas%  G1?$ ')09 1 0)9.. criar ou fazer do nada. todas as coisas acontecem imutável e infalivelmente. que. R-. G1?$ +3)3$ II$ 'osto que.0)'Q. macho e fêmea. I:%$ 33)'2*''.

R-. R-. e assim se tornaram mortos em pecado e inteiramente corrompidos em todas as suas faculdades e partes do corpo e da alma%  G1?$ /)Q*. tanto o ori"inal como o atual.)'+$ VII$ . como #usto #uiz. foram transmitidas a toda a sua posteridade. todavia tanto ela. o delito dos seus pecados foi imputado a seus filhos. culpado o pecador e por essa culpa está ele su#eito ira de Deus e maldição da lei e. I T<.$ 3)'0. adversos a todo o bem e inteiramente inclinados a todo o mal. EJ$ 0)'*/. '. II R1<: . seduzidos pela ast3cia e tentação de Satanás. /0. naqueles que são re"enerados. em "eral. '3*'(.')'+*'3. 1 3)9. e os e2p4e a ob#etos que a sua corrupção torna ocasi4es de pecado. M%8$ 'Q)'. G1?$3)/.prias pai24es..$/)'2*'.. portanto.risto. II S%. '9. al+m disso os entre"a s suas pr. I:%$ . + que procedem todas as trans"ress4es atuais%  R-.$ 3)Q.pria natureza. sendo trans"ressão da #usta lei de Deus e a ela contrária. assim acontece que eles se endurecem sob as influências dos meios que Deus empre"a para o abrandamento dos outros%  R-.')'3. T<8. D168$ 0()+. J14$ '9)(. I C-4$ 0)''. /'.omo a providência de Deus se estende. G1?$ Q)3.$ III$ Sendo eles o tronco de toda a humanidade. EA-$ .$ ')0+*03. torna. temporais e eternas% 7 . que deles procede por "eração ordinária%  A8$ '9)0Q.$ +) '2$ CAPÍTULO I DA $UEDA DO %OMEM& DO PECADO E DO SEU CASTIGO I$ )ossos primeiros pais.ria%  G1?$ /)'/..*(. s tentaç4es do mundo e ao poder de Sataná=. R-. S%&$3')3. G%&$3)'9$ VI$ *odo o pecado. pela sua pr.+3. P4-B$ 02)(. +(. II C-4$ '0)9*($ VI$ <uanto queles homens malvados e $mpios que Deus. mas s vezes tira os dons que #á possu$am. e. com todas as mis+rias espirituais.D: ().'). L67$ 00)/'*/0.$ /)0/.$ . T<%K.*0. e a mesma morte em pecado. ce"a e endurece em razão de pecados anteriores. ele somente lhes recusa a "raça pela qual poderiam ser iluminados em seus entendimentos e movidos em seus coraç4es. 0. para vários outros fins #ustos e santos%  II C4-?$ /0)03*0Q. E7$ 9*02. tamb+m de um modo muito especial ele cuida da !"re#a e tudo disp4e a bem dela%  A.$ 0+)'. 9)'.. bem como a sua natureza corrompida. como os seus impulsos. 03. e2posto morte. 0'*0/. I C-4$ '3)0'*00. comendo do fruto proibido% Se"undo o seu sábio e santo conselho.')''*'0. R-. M%8$ '3*'($ V$ &sta corrupção da natureza persiste. II C-4$ '')/. I J-O. foi Deus servido permitir este pecado deles. M%8$ '/)'0 1 03)0(./*0. T<%K.*'2. R-. havendo determinado ordená-lo para a sua pr. EJ$ 0)0*/. G1?$ Q)3 1 .pria "l.$ /)'2*'0. II C-4$ 0)'3*'Q.$ 3)'9.)0'.$ '')/0 1 3)02*0'$ II$ 'or este pecado eles deca$ram da sua retidão ori"inal e da comunhão com Deus. C-&$ ')0'.constantemente do apoio dele e torná-los mais vi"ilantes contra todas as futuras ocasi4es de pecar. M%4$ +)''*'0. pecaram.)'3. R-. G1?$ 0)'9. embora se#a ela perdoada e mortificada por . durante esta vida. R-. II C-4$ '')/. S%&$. a todos os crentes. J-O-/)Q$ IV$ Desta corrupção ori"inal pela qual ficamos totalmente indispostos.$ 9)'+. são real e propriamente pecado%  R-. G1?$ 0)'9. 1 '')9.)'0*'/.

R-. R-. com tudo o que lhe pertence. H15$ ')'*0$ CAPÍTULO III DE CRISTO O MEDIADOR I$ Aprouve a Deus em seu eterno prop. le"ada neste pacto%  H5$ ()'3*'9$ V$ &ste pacto no tempo da @ei não foi administrado como no tempo do &van"elho% Sob a @ei foi administrado por promessas..risto.ria e2terna.risto. R-. prefi"urando. J-O. L%. H15$ '')'/. escolher e ordenar o Senhor 8esus. pela operação do &sp$rito Santo. II C-4$ /)(*''. M%8$ 03)+'. I:%$ +0)Q.primeiro pacto feito com o homem era um pacto de obras. a subst/ncia. EH1G$ /Q)0Q*09.$ /)02*0' 1 . quando foi manifestado . R-. H15$ '0)00*0+. essa dispensarão chama-se o (elho *estamento% II C-4$ /)Q*(. seu :ilho Bni"ênito. e deu-lhe desde toda a 8 . pelo cordeiro pascoal e outros tipos e ordenanças dadas ao povo #udeu.)'(*0. posto que poucas em n3mero e administradas com maior simplicidade e menor "l. I C-4$ '')0/*03. R-.risto que havia de vir. nesse pacto foi a vida prometida a Adão e nele sua posteridade. nunca poderiam fruir nada dele como bemaventurança e recompensa.$ ')'Q*'9 1 '2)Q*(. o pacto + manifestado com maior plenitude.)/. 1 0/*0+.abeça e Salvador de sua !"re#a. J-O. C-&$ 0)''*'0. sob a condição de perfeita obediência pessoal%  G%&$ /)'0. G1?$ 0)'9. /2 1 +)'Q*'9. /)/(.riador. J-O. EJ$ 0)'3* '(. G%&$ /)'+$ IV$ &ste pacto da "raça + freq?entemente apresentado nas &scrituras pelo nome de *estamento. tendo-se tornado pela sua queda incapaz de vida por esse pacto.Q)/9. a qual foi ele servido si"nificar por meio de um pacto%  JD ()/0*//. L67$ '') '/. "eralmente chamado o pacto da "raça.)/Q. S%&$ ''/)3*Q. por quem tinham plena remissão dos pecados e a vida eterna. por estas ordenanças. R-. senão por al"uma voluntária condescendência da parte de Deus. Sacerdote e Cei. que. A8$ '9)0+*03./)+. profecias. para disp>-los e habilitá-los a crer%  G%&$ /)0'. o testador.. R-. aos #udeus bem como aos "entios% 9 chamado o )ovo *estamento% )ão há. EJ$ 0)/. '+$ VI$ Sob o &van"elho. evidência e eficácia espiritual.. G%&$ /)'+*'Q.$ 3) '0*'+ 1 '2)3.*02. pois. o . '(.$ /)(.)'. L67$ '9) '2$ II$ . para ser o Aediador entre Deus e o homem. a todas as naç4es./)'Q. L67$ 0)/0. G%&$ /)9*(.sito.$ Q)9. pela circuncisão. e2i"indo deles a f+ nele para que se#am salvos. +3. M%8$ 0. G%&$ /)'2.$ /)0'*00. R-. o Senhor di"nou-se fazer um se"undo pacto. M%8$ 0.$ 0) '3. o 'rofeta. nesse pacto ele livremente oferece aos pecadores a vida e a salvação por 8esus . G%&$ /) '2$ III$ .. tudo. A8$ '/)+. o 6erdeiro de todas as coisas e o 8uiz do Aundo.$ Q)0/. e perdurável herança.risto. embora as criaturas racionais lhe devam obediência como ao seu . L67$ 00)02. I J-O. . em referência morte de . A8$ '3) & '. G1?$ /)'3. dois pactos de "raça diferentes em subst/ncia mas um e o mesmo sob várias dispensaç4es%  C-&$ 0)'9. sacrif$cios. ++. e prometendo dar a todos os que estão ordenados para a vida o seu Santo &sp$rito. foram suficientes e eficazes para instruir e edificar os eleitos na f+ do Aessias prometido. EJ$ Q)'. as ordenanças pelas quais este pacto + dispensado são a pre"ação da palavra e a administração dos sacramentos do batismo e da ceia do Senhor. I C-4$ 3)9 1 '2)'+. por aquele tempo essas coisas. II T1::$ ')($ CAPÍTULO II DO PACTO DE DEUS COM O %OMEM I$ *ão "rande + a dist/ncia entre Deus e a criatura.homem.

'+. sendo o mesmo ontem. mas não viu a corrupção.risto. 09 1 '/)/9.)/2$ II$ . ao terceiro dia ressuscitou dos mortos com o mesmo corpo com que tinha padecido. R-. J-O. de lá voltará no fim do mundo para #ul"ar os homens e os an#os%  S%&$ +2)9*. como tamb+m uma herança perdurável no Ceino dos . G%&$ +)+. D168$ '. M%8$ 'Q)'Q. M%8$ 0. vez. M%8$ /)'3 1 3)'9.$ 0)3Q. 1 3)+*3..$ ')/*+. J-O. no tempo devido. H15$ '). sendo concebido pelo poder do &sp$rito Santo no ventre da (ir"em Aaria e da subst/ncia dela% As duas naturezas. pessoa. ser por ele remido. chamado. EJ$ ')+. 09. onde está sentado destra do 'ai. estivesse perfeitamente preparado para e2ercer o of$cio de Aediador e :iador% &ste of$cio ele não tomou para si. J-O. L67$ ')09. foi sepultado e ficou sob o poder da morte. J-O. II P1=$ /)00. santificado e "lorificado%  I:%$ +0) '. da mesma subst/ncia do 'ai e i"ual a ele. A8$ 0)0+. C-&$ 0)(. perfeitas e distintas . em todas as +pocas sucessivamente desde o princ$pio do mundo. inteiras. foi crucificado e morreu. sacrif$cio que pelo &terno &sp$rito.)'3. foi santificado e sem medida un"ido com o &sp$rito Santo tendo em si todos os tesouros de sabedoria e ciência% Aprouve ao 'ai que nele habitasse toda a plenitude.3)00.'9)0. ho#e e para sempre%  G%&$ +)+3. II C-4$3)'2. a reconciliação. mas para ele foi chamado pelo 'ai.eternidade um povo para ser sua semente e para../)/+. sendo verdadeiro e eterno Deus.'9)Q. tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns. A8$ '9)/'. o 3nico Aediador entre Deus e o homem%  J-O. fazendo intercessão. foram comunicados aos eleitos naquelas promessas.$ 3) '( 1 )03*0Q.*0(.') '+. H15$ 3)3*Q. M%8$ 09$+Q. I T<. C-&$ 0)/. M%8$ '/)+2*+0$ V$ .)/+. H15$ /). R-. H15$()'0. H15$ 9)03. I T<. a fim de que.'3$ VI$ Ainda que a obra da redenção não foi realmente cumprida por . padeceu imediatamente em sua alma os mais cru+is tormentos e em seu corpo os mais penosos sofrimentos. essa pessoa + verdadeiro Deus e verdadeiro homem. I C-4$'3)+. L67$ ')//.. 02. .foram inseparavelmente unidas em uma s.. um s.'+. incontaminado e cheio de "raça e verdade. sem conversão composição ou confusão.$. EJ$ ') ''. L67$ 0+)32* 3'. A8$ /)02*00. F<& 0). I P1=$ ') '(*02. H15$ 0)'+.+)/+) F<&$ 0*.$ '+)'2) A8$ ')''. I T<. contudo sem pecado.$ 9 . tipos e sacrif$cios. pelos quais ele foi revelado e si"nificado como a semente da mulher que devia esma"ar a cabeça da serpente. H15$ '2) '+.$ . '9 1 +)'3.+us%  R-. H15$ ')0. A8$ '2)/. em sua natureza humana unida divina.$ IV$ &ste of$cio o Senhor 8esus empreendeu mui voluntariamente% 'ara que pudesse e2ercê-lo. sendo santo.Senhor 8esus. R-. /3. a eficácia e os benef$cios dela.)'. a Se"unda 'essoa da *rindade. inocente. H15$ '0)0+. J-O. que ele cumpriu perfeitamente. I J-O.. J-O. G1?$ /)'3. foi feito su#eito lei. H15$ 9)0Q. J-O-3)0. satisfez plenamente #ustiça do 'ai% e para todos aqueles que o 'ai lhe deu adquiriu não s.$ 0)3.3)02. com esse corpo subiu ao c+u.a Divindade e a humanidade . I:%$ ()Q*9. quando che"ou o cumprimento do tempo. 1 ')(.:ilho de Deus. I C-4$ ')/2.$ 0)3$ III$ . por+m. C-&$')02. J-O.Senhor 8esus. H15$ '2)3*Q. ele ofereceu a Deus uma s. M%8$ 0Q)/9*/. #ustificado. contudo a virtude.$ ()3. /'. pela sua perfeita obediência e pelo sacrif$cio de si mesmo.*(. II C-4$3) '. R-. G%&$ +)+.risto senão depois da sua encarnação. R-. que lhe p>s nas mãos todo o poder e todo o #u$zo e lhe ordenou que os e2ercesse%  S%&$ +3)3. F<&$ 0)Q. EJ$ 3)0/.. J-O.')'.02)03*09. L67$00)0+. como o cordeiro morto desde o princ$pio do mundo./)'Q.

$ 3)Q 1 . persuadindo-os eficazmente pelo seu &sp$rito a crer e a obedecer. R-. tirando-os por 8esus . R-.'). Q3. mas mudavelmente.homem.. o que + pr.*'(.0)'.$ Q)'. pelo seu prLprio poder.$ . ! 'ed% H. tinha a liberdade e o poder de querer e fazer aquilo que + bom e a"radável a Deus.$ /)(*'2.DJ. F<&$ 0)'/.$ 9)'3. M%8$ '9)'0.'3)'3.3)+2.KG.prio de uma natureza + s vezes. esses. I J-O. e transpondo-os para a "raça e salvação% !sto ele o faz. mas isso de tal modo que.Q)++. J-O. C-&$ /) '2. 6eb% I. de sorte que um homem natural. 00. chamar eficazmente pela sua palavra e pelo seu &sp$rito./)0$ CAPÍTULO ' DA OCA!"O EFICA) I$ *odos aqueles que Deus predestinou para a vida. de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder%  E7$ 9)0(. da maneira e pelos meios mais conformes com a sua admirável e inescrutável dispensação%  J-O. I C-4$ 0)'+.. J-O. I J-O. R-. J-O. iluminando os seus entendimentos espiritualmente a fim de 10 .%  EJ$ +)'/. no tempo por ele determinado e aceito. por causa da corrupção. I C-4$ '3) 03*0Q.risto daquele estado de pecado e morte em que estão por natureza. converter-se ou mesmo preparar-se para isso%  R-.Q)/9. 0'*0/.DF-lG. At% KE. nem a isso + determinado por qualquer necessidade absoluta da sua natureza%  T<%K. contudo. com toda a certeza e eficazmente aplica e comunica a salvação a todos aqueles para os quais ele a adquiriu% !sto ele conse"ue. mas tamb+m o que + mau%  C-&$') '/. G1?$ ')0Q 1 0)'Q*'9 1 /)Q$ III$ .)9*. perdeu totalmente todo o poder de vontade quanto a qualquer bem espiritual que acompanhe a salvação. '0.'9)'9. fazendo cada natureza o que lhe + pr. EJ$0)'.)(. + ele servido.DH VIII$ . J-O. /( 1'2)'3*'Q. 3. que ele nem + forçado para o bem ou para o mal. em razão da unidade da pessoa.)/+.')'+. caindo em um estado de pecado. J-O. C-&$ 0)'/. a"e de conformidade com as suas duas naturezas. diri"indo os coraç4es deles pela sua palavra e pelo seu onipotente poder e sabedoria. D168$ /2)'(. '2$ V$ 9 no estado de "l. 0/. T<8. inteiramente adverso a esse bem e morto no pecado. somente pela sua "raça.VII$ .. + incapaz de. fazendo intercessão por eles e revelando-lhes na palavra e pela palavra os mist+rios da salvação. J6=%:.risto. A8$9)3'. /Q. na &scritura. 8oãoH. atribu$do pessoa denominada pela outra natureza%  8oão DE. T<%K. R-. G%&$3)'9.DG. ele o liberta da sua natural escravidão ao pecado e. em seu estado de inocência. e s. J-O./)/*3$ IV$ <uando Deus converte um pecador e o transfere para o estado de "raça. '+ 1 '3)'. nem dese#a somente o que + bom. S%&$ (2)'. ainda nele e2istente. I J-O. EJ$ ')(. 0+.risto. C-&$ 0)'3.'9)Q.homem.. o pecador não faz o bem perfeitamente.'3)3.prio.ria que a vontade do homem se torna perfeita e imutavelmente livre para o bem s. J-O. II C-4$ +)'/.+)9$ II$ . o habilita a querer e fazer com toda a liberdade o que + espiritualmente bom. L67$ '2) '($ CAPÍTULO I' DO LI RE AR(ITRIO I$ Deus dotou a vontade do homem de tal liberdade. na obra da mediação.

()/.'2. M%8$ '')0.pria. muito menos poderão ser salvos por qualquer outro meio os que não professam a reli"ião cristã... mas que + dom de Deus%  R-. EH1G$ /Q)0Q. EJ$ 0)'0*'/.)9*(.. '' T1::$ 0)'/*'+. J-O. EH1G$ /Q)09. EH1G$ 'Q*02*0'. M%8$ 00)'+..risto salvas. T<%K.risto. G%&$ 3)Q$ III$ . renovando as suas vontades e determinando-as pela sua onipotência para aquilo que + bom e atraindo-os eficazmente a 8esus .)'3'Q. + o 3nico instrumento de #ustificação. contudo não se che"am nunca a . G%&$ '). IIC-4$/)/. R-.risto. mas em perdoar os seus pecados e em considerar e aceitar as suas pessoas como #ustas% Deus não os #ustifica em razão de qualquer coisa neles operada ou por eles feita. vivificado e renovado pelo &sp$rito Santo. J-O.$ ')(./)3*9.pria f+. G%&$ Q)'3. A8$ +)'0. L67$ '. I C-4$ 'Q)00$ CAPÍTULO 'I DA *USTIFICA!"O I$ -s que Deus chama eficazmente. 1 '')'(. A8$ 0)/(. na vocação o homem + inteiramente passivo. fica habilitado a corresponder a ela e a receber a "raça nela oferecida e comunicada%  II T<.)0+. J-O. e. assim recebendo e assim se firmando em . tamb+m livremente #ustifica% &sta #ustificação não consiste em Deus infundir neles a #ustiça. sendo eleitas. A8$ '2)+/*++. J-O. T<8. o asseverar e manter que podem + muito pernicioso e detestável%  M%8$ &/)'+*'3.. por mais dili"entes que se#am em conformar as suas vidas com a luz da natureza e com a lei da reli"ião que professam. 09*0. A8$ +)'0$ IV$ -s não eleitos.')'0 1 Q)++*+3. J-O. por meio do &sp$rito.$ 3)0. I P1=$ ')0/.$ . mas de maneira que eles vêm mui livremente.risto.. EJ$ 0). J-O. J-O-Q)/9./)3. que opera quando./. M%8$ '/)02*0'. J-O-3)03$ III$ As crianças que morrem na inf/ncia. contudo não está sozinha na pessoa #ustificada.risto foi pelo 'ai dado em favor deles e como a obediência e satisfação dele foram 11 .Q)++*+3.Q)/9. A8$ 0Q)'.'3)'Q. mas imputando-lhes a obediência e a satisfação de . J-O. A8$ '/)+. T<%K. R-. 1 'Q)9* . não + uma f+ morta.'2) & '..compreenderem as coisas de Deus para a salvação.risto e portanto não podem ser salvos. tirando-lhes os seus coraç4es de pedra e dando lhes coraç4es de carne. A8$ 0. II J-O. at+ que. /Q. EJ$ ')3. posto que se#am chamados pelo minist+rio da palavra e tenham al"umas das operaç4es comuns do &sp$rito. são re"eneradas e por ./)'Q.)/2 1 /)0+. 1 3) I. 0'. sendo para isso dispostos pela sua "raça%  J-O. em lu"ar deles. 0Q. AN-7$ 00)'9$ II$ &sta vocação eficaz + s.3) '0. I C-4$ 0)'+. I J-O.. J-O. pela sua obediência e morte.)0+. 00.$ II$ A f+. R-.. fez a seu 'ai uma satisfação pr. mas sempre anda acompanhada de todas as outras "raças salvadores. '0) EJ$ ')'9*'. T<8. T<8.*/2 1 '')9.$ /)0. R-. mas somente em consideração da obra de ./)3. I C-4$ 0)'2. onde e como quer.$ ')(*'2.$ .$ ./)+*3. H15$ Q)+*3. 1 . real e plena% . o ato de crer ou qualquer outro ato de obediência evan"+lica. I C-4$ 0)'0. quando eles o recebem e se firmam nele pela f+.. II C-4$ 3)'(. como . que não têm de si mesmos. da livre e especial "raça de Deus e não provem de qualquer coisa prevista no homem.'+)Q 1 '9)/.')'.*'2. I T1::$ 3)(.ontudo. pa"ou plenamente a d$vida de todos os que são #ustificados. '. EJ$ 0)3./). J14$ 0/)Q. D168$ /2)Q. S%&$ (2.)0. não lhes imputando como #ustiça a pr. 1 9)00. R-.risto. S%&$ '23).$ ()''. F<&$ ')02. G%&$ /)0(. II C-4$ +)Q.risto e na #ustiça dele.Q)Q+*QQ.0)'9. II T<. ela. mas obra por amor%  J-O. Do mesmo modo são salvas todas as outras pessoas incapazes de serem e2teriormente chamadas pelo minist+rio da palavra%  G1?$ '9)9.Q. EJ$ ')9.

no tempo pr.. a fim de que tanto a #ustiça restrita como a abundante "raça de Deus se#am "lorificadas na #ustificação dos pecadores%  R-. a #ustificação deles + s. 'aiM.$ /)0Q. 1 +)'0. J-O. são al+m disso santificados real e pessoalmente. 0+$ CAPÍTULO 'II DA ADO!"O I$ *odos os que são #ustificados + Deus servido. I T<. providos e por ele corri"idos.prio. M%8$ Q)/2. L67$ 00)/0.. I P1=$ ')0'. at+ que se humilhem. contudo.. peçam perdão e renovem a sua f+ e o seu arrependimento%  M%8$ Q)'0.()/'*//. pela virtude da morte e ressurreição de . contudo eles não são #ustificados enquanto o &sp$rito Santo. '/*'+. tendo criado em si um novo coração e um novo esp$rito. EJ$ /)'Q*'(. H15$ Q)'0. ')'2*''. têm sobre si o nome deles. M%8$ /)'9. C-&$. (.risto..a carne lutando contra o esp$rito e o esp$rito contra a carne% 12 . H15$ ') '+$ CAPÍTULO 'III DA SANTIFICA!"O I$ -s que são eficazmente chamados e re"enerados. I P1=$ ') /*+. J14$ '+)(. são tratados com comiseração. 1 /0)3$ VI$ A #ustificação dos crentes sob o (elho *estamento era. C-&$ ')0'*00. sem a qual nin"u+m verá a Deus%  I C-4$ ')/2. a clamar MAbba.risto e por ele. ainda persistem em todas as partes dele restos da corrupção. no cumprimento do tempo. confessem os seus pecados. II T1::$ 0)'/. R-.$ 3). R-. EJ$ 3)0. I P1=$ ')0.'9)'9. mas selados para o dia de redenção. o dom$nio do corpo do pecado + neles todo destru$do. em seu 3nico :ilho 8esus .$ . G%&$ +)Q.$ Q)3*Q. G%&$ +)+*3. da livre "raça. decretou #ustificar todos os eleitos..$ /)/'*/0. ambas livremente e não por qualquer coisa neles e2istente. morreu pelos pecados deles e ressuscitou para a #ustificação deles. prote"idos. II T<. R-. J-O. EJ$ 0)9$ IV$ Deus. abandonados.aceitas em lu"ar deles.$ 0)Q. como herdeiros da eterna salvação%  EJ$ ')3. T<8/)+*9$ V$ Deus continua a perdoar os pecados dos que são #ustificados% &mbora eles nunca poderão decair do estado de #ustificação. fazer participantes da "raça da adoção% 'or essa "raça eles são recebidos no n3mero dos filhos de Deus e "ozam a liberdade e privil+"ios deles. '(. EJ$ /)'0. R-. desde toda a eternidade. '+. (. não lhes aplica de fato os m+ritos de . J-O. G%&$ 3)0+.$ +)03. C-&$ ')0. R-. AN-7$ /)'0. recebem o &sp$rito de adoção. as suas várias concupiscências são mais + mais enfraquecidas e mortificadas.') '0.$ Q)Q. pela sua palavra e pelo seu &sp$rito. '. e da$ nasce uma "uerra cont$nua e irreconciliável . H15$ '2)'2.$ . G%&$ +)+. H15$ '0)'+$ II$ &sta santificação + no homem todo.risto. poderão. I J-O. nunca. como por um pai. por+m imperfeita nesta vida. II C-4$ 3)0'. R-. II C-4$ 9)'. por+m. incorrer no paternal desa"rado de Deus% e ficar privados da luz do seu rosto.')9. 1 0)'*0. L%. S%&$ . e eles são mais e mais vivificados e fortalecidos em todas as "raças salvadores.)'9.$ . P4-B$ '+$0Q.$ 0)3*Q. '+. em todos estes respeitos% a mesma #ustificação dos crentes sob o )ovo *estamento%  G%&$ /)(. têm acesso com confiança ao trono da "raça e são habilitados. '(*02.)/0. EJ$ 3*0Q.'2)0. /0.. e herdam as promessas. que neles habita.)'3. F<&$ /)'2. R-. R-. para a prática da verdadeira santidade. A8$ 02)/0. S%&$ '2/'/. EJ$ +)/2.risto%  G%&$ /). H15$ '0)Q.$ +)00. e . II C-4$ Q)'.

$ Q)''.$ 'Q)0Q. como tamb+m o consumador da f+%  R-. II C-4$ /)'..rdia divina manifestada em . não s. II C-4$ +)'/. que.$ '2)'+. I J-O. mas tamb+m da impureza e odiosidade do pecado como contrários santa natureza e #usta lei de Deus. 1 9) '$ CAPÍTULO 'I DA F+ SAL ADORA I$ A "raça da f+. H15$ Q)''. S%&$3')+. I T1::$ 0)'/. santificação e vida eterna.risto. pela qual os eleitos são habilitados a crer para a salvação das suas almas.ria. M%4$ ') '3. dei2ando-os.risto faz nos coraç4es deles. por esse minist+rio. do peri"o. tencionando e procurando andar com ele em todos os caminhos dos seus mandamentos%  EH1G$ '. J-O. e a"e de conformidade com aquilo que cada passa"em cont+m em particular. II P1=$ /)'. + a obra que o &sp$rito de . I T<. contudo.')'2.. EJ$ +)'3*'Q. a parte re"enerada do homem novo vence. I J-O.+)3.Q)+0. pelo cont$nuo socorro da eficácia do santificador &sp$rito de . I T1::$ 3)0/.*'(. aperfeiçoando a santidade no temor de Deus%  R-. atin"indo em muitos a uma perfeita se"urança em .risto%  A8$ '') '. G%&$ 3)'9. R-.. e assim os santos crescem em "raça. '2)00 1 '0)0$ CAPÍTULO ' DO ARREPENDIMENTO PARA A IDA I$ . 13 . II C-4$9)''. o pecador pelo arrependimento. '2Q. L67$ 00)'(. cu#a doutrina deve ser tão pre"ada por todo o ministro do &van"elho como a da f+ em .risto aos que são penitentes.risto. nele para a #ustificação.)'(*02. 1 0). A8$ 02)0'$ II$ Aovido pelo reconhecimento e sentimento. I J-O. por+m os principais atos de f+ salvadora são .$ +)'(*02. de tal maneira sente e aborrece os seus pecados. e + ordinariamente operada pelo minist+rio da palavra. o que + ato da livre "raça de Deus em . J14$ /')'. '0. G%&$ 0)02. 1 00)/0$ II$ 'or essa f+ o cristão.)/2*/' 1 /+)/'.$ 9)0/. I:%$ QQ)0. crê ser verdade tudo quanto nela + revelado. I J-O. M%8$ 00)/9*+2. R-. M%8$ 0')0. prestando obediência aos mandamentos. que + não somente o autor. R-. + fraca ou forte.Q)3+*3Q. L67$ '9)3. embora prevaleçam por al"um tempo as corrupç4es que ficam. isto em virtude do pacto da "raça%  J-O. mas sempre alcança a vit. se volta para Deus. M%8$ 0.arrependimento para a vida + uma "raça evan"+lica.. tremendo s ameaças e abraçando as promessas de Deus para esta vida e para a futura. F<&$ /)'0. bem como pela administração dos sacramentos e pela oração. apreendendo a miseric. 3(. que sem ele nin"u+m poderá esperar o perdão.3)'2. se"undo a autoridade do mesmo Deus que fala em sua palavra. pode ser muitas vezes e de muitos modos assaltada e enfraquecida. A8$ 'Q)/'. R-. L67$ 0+)+9. ele + de tal modo necessário aos pecadores. I P1=$0)''$ III$ )esta "uerra. '9) I C-4$ ')0'.$ Q). ela + aumentada e fortalecida%  H15$ '2)/(. H15$ '')'/. 1 3) '2.$ ')'Q*'9. J-O-')'0.3)+. M%8$ Q)/2.risto. EJ$ ')'9*02. contudo.risto e firmar-se s. A8$ '3) ''$ III$ &sta f+ + de diferentes "raus.. EJ$ Q)'Q.aceitar e receber a .* 0($ III$ Ainda que não devemos confiar no arrependimento como sendo de al"um modo uma satisfação pelo pecado ou em qualquer sentido a causa do perdão dele. I P1=$ 0)0. A8$ 0+)'+. 1 Q)'+. S%&$ ''()Q.

$ Q)0/.. mas + dever de todos procurar arrepender-se particularmente de cada um dos seus pecados%  S%&$ '()'/.''. L67$ '')'/. 02*0/$ II$ &stas boas obras. I:%$ 33) 9. L67$ '/)/.0)/. estes devem reconciliar-se com ele e recebê-lo em amor%  S%&$ /0)3*Q. F<&$ '. O:$ '+)0.poder de fazer boas obras não + de modo al"um dos pr. a declarar o seu arrependimento aos que estão ofendidos. edificam os seus irmãos. EJ$ 0)'2. F<&$ 0)'/. L67$ '9)/*+. I J-O. contudo. J-O.omo todo o homem + obri"ado a fazer a Deus confissão particular das suas faltas. S%&$ ''Q*'0*'/.'3).$ CAPÍTULO ' I DAS (OAS O(RAS I$ Noas obras são somente aquelas que Deus ordena em sua santa palavra. D168$ '2)'0*'/. mas prov+m inteiramente do &sp$rito de . R-. tapam a boca aos adversários e "lorificam a Deus. I J-O.0)'. I:%$ ') '. M%8$ 3)'Q. criados em 8esus . R-. I:%$ 0()'/. M%8$ '0)/Q. cu#a feitura são. robustecem a sua confiança. achará miseric. são aconselhadas pelos homens movidos de um zelo ce"o ou sob qualquer outro prete2to de boa intenção%  M<G$ Q). feitas em obediência aos mandamentos de Deus. I P1=$ 0)(. fazendo o que. isto feito. II P1=$ ')3*'2. EJ$ /)'Q./'$ IV$ .)'.)'/.$ +)'0. tendo o seu fruto em santificação. por elas os crentes manifestam a sua "ratidão. J-O. adornam a profissão do &van"elho. I T<. II C-4$ /)3. R-. + necessário. a fim de que. I P1=$ ')'.'Q)0.. H15$ '/)0'. 00. al+m da "raça que #á receberam.3. '3.prios fi+is. '3$ VI$ .risto. T<%K. C-&$ 0)'Q. +. L67$ '().$ Q)'.$ Q)00$ III$ . J-:6@ 9)'(. S. sem autoridade dela. assim tamb+m não há pecado tão "rande que possa trazer a condenação sobre os que se arrependem verdadeiramente%  R-..$ '2)0.')(. I P1=4-$ 0)'0. V$ -s homens não devem se contentar com um arrependimento "eral. assim tamb+m aquele que escandaliza a seu irmão ou a !"re#a de . que são deficientes em muitas coisas que são obri"ados a fazer%  L67$ '9) '2. I T<. R-. por uma confissão particular ou p3blica do seu pecado e do pesar que por ele sente. 1 +)'/. deve estar pronto.omo não há pecado tão pequeno que não mereça a condenação. ('0. EJ$ ') 9.$.' S%.$ '0)0. EH$ /Q)/'*/0 1 'Q)Q/. pedindo-lhe o perdão delas.risto% A fim de que se#am para isso habilitados. P4-B$ 0. uma influência positiva do mesmo &sp$rito Santo para obrar neles o querer e o perfazer se"undo o seu beneplácito.$ .$ ')'/. '9. II C-4$ 0). são o fruto e as evidências de uma f+ viva e verdadeira.. não as que. se dei2ar os seus pecados.$ /)0+.$ I3)00. H15$ Q)''*'0.rdia. mas devem esforçar-se por estimular a "raça de Deus que há neles% J-O. R-. T<8. não devem por isso tornar-se ne"li"entes.I3)+*Q. tenham no fim a vida eterna%  T<%K.. M%8$ I3)(. G%&$ 3) '9$ 14 . como se não fossem obri"ados a cumprir qualquer dever senão quando movidos especialmente pelo &sp$rito.0)3. I T<. I:%$ Q+)9$ IV$ -s que alcançam pela sua obediência a maior perfeição poss$vel nesta vida estão tão lon"e de e2ceder as suas obri"aç4es e fazer mais do que Deus requer. A8$ '9)/2.3) 'Q. II C-4$ ()0.risto para isso mesmo. F<&$ 0)'0.

J14$ /0)+2. J-O'+)'Q*'9. I J-O. '. 3. S%&$ 3'). ($ II$ &sta perseverança dos santos não depende do livre arb$trio deles. merecer da mão de Deus perdão de pecado ou a vida eterna.ria porvir. porque procedem de coraç4es não purificados pela f+. /'. inteiramente puras e irrepreens$veis vista de Deus. M%8$ 0.$ III$ &les.$ '0)(.$ 0)'(. e infinita a dist/ncia que vai de n. II C-4$ . 1 0/)0/$ CAPÍTULO ' II DA PERSE ERAN!A DOS SANTOS I$ -s que Deus aceitou em seu Nem-amado.+.G%&$ 3)00*0/. sendo aceitas por meio de . pelas nossas melhores obras. A. 1 '/2)/$ VI$ )ão obstante o que havemos dito. H15$ Q)'2. nem finalmente. (. '2. II S%. por+m.0)'(. Q.V$ )ão podemos. nem preparar o homem para receber a "raça de Deus.$ '0)'+.*(. têm os seus coraç4es endurecidos e as suas consciências feridas. M%4$ 9)Q*9. II T1::$ /)/. '/. da permanência do &sp$rito e da semente de Deus neles e da natureza do pacto da "raça. S%&$ /0)/*+. nem total.$ /)02. + servido aceitar e recompensar aquilo que + sincero. . I:%$ Q/)'9.)'0.s a Deus. I:%$ ')'0. M%8$ 0. EJ$ Q)/2.'9)''.$ . '0.D: 3)0'*00.*/(. nem satisfazer pela d$vida dos nossos pecados anteriores. H15$ '')+. e somos servos in3teis%  R-. 1 +)0. nesta vida. mas da imutabilidade do decreto da eleição. I C-4$ '/)/. de todas estas coisas vêm a sua certeza e infalibilidade% . embora se#am. como boas.risto. 'Q. tamb+m são aceitas nele as boas obras deles.'2) 0. os que ele chamou eficazmente e santificou pelo seu &sp$rito. M%8$ 0Q)92*9+. /.  II T<. porque + "rande a desproporção que há entre eles e a "l. que não podem suportar a severidade do #u$zo de Deus. I P1=$ ')3. são impuras e misturadas com tanta fraqueza e imperfeição. 0/$ VII$ As obras feitas pelos não re"enerados. I P1=$ 0)3. I:%$ Q+*Q. II S%. o nosso dever. L67$ '9)&O. 0+. da eficácia do m+rito e intercessão de 8esus . pre#udicam e escandalizam os outros e atraem sobre si #u$zos temporais%  S%&$ 3')'+. S%&$ '+/)0.. não obstante. /+. a quem não podemos ser 3teis por meio delas. como nossas. e 3teis tanto a si mesmos como aos outros.)//. não podem decair do estado da "raça.risto as pessoas dos crentes. são pecaminosas e não podem a"radar a Deus. Q. procedem do &sp$rito e.se"undo a palavra. não são feitas devidamente .'2)0. J-O. S%&$ '+/. podem cair em "raves pecados e por al"um tempo continuar neles. I J-O. L67$ 00)/0. I:%$ Q+)9.0)09 1 /)(.3)0'. assim.a "l.nem para um fim #usto . H15 9)03. F<&$ ')'3*'Q. procedente do livre e imutável amor de Deus 'ai. J-O. o ne"li"enciá-las + ainda mais pecaminoso e ofensivo a Deus%  II R1<: '2)/2. M%4$ Q)30. II S%.3)+'*+3. entristecem o seu Santo &sp$rito e de al"um modo vêm a ser privados das suas "raças e confortos. quanto mat+ria.()/'*/0. S%&$ '+)+.$ '')09. temos cumprido tão somente. mas. EJ$ 0). mas porque Deus considerando-as em seu :ilho. pelas tentaç4es de Satanás e do mundo. J-O. pela força da corrupção neles restante e pela ne"li"ência dos meios de preservação. M%8$ Q)0. embora se#a acompanhado de muitas fraquezas e imperfeiç4es%  EJ$ ')Q. J14$ /')/. não como se fossem. coisas que Deus ordena. M%4$ '2)02*0'. AK$ 0)'+.*0(. com toda a certeza hão de perseverar nesse estado at+ o fim e serão eternamente salvos%  F<&$ ') Q. I C-4$ '')/0$ CAPÍTULO ' III DA CERTE)A DA GRA!A E DA SAL A!"O 15 .. contudo. AN-7$ 0)+. e porque. 0. 1 /Q)/. S%&$ . depois que tivermos feito tudo quanto podemos. R-. incorrem assim no desa"rado de Deus.ria de Deus.

I J-O. contudo. prometeu-lhe a vida sob a condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele violá-la. '9*'(.risto e aos irmãos. dever de todo o fiel fazer toda a dili"ência para tornar certas a sua vocação e eleição. antes de possu$-la. muito lon"e de predispor os homens ne"li"ência%  I J-O. que um verdadeiro crente. no devido uso dos meios ordinários% 9. I J-O. podem. e2ata e perp+tua. eles nunca ficam inteiramente privados daquela semente de Deus e da vida da f+. ele pode alcançá-la sem revelação e2traordinária.prio./)'+.prios desta se"urança% &ste privil+"io está. T<8. caindo em al"um pecado especial que fira a consciência e entristeça o &sp$rito Santo. nessa esperança que nunca os enver"onhará%  D168$ 0()'(. dessas bênçãos a certeza de salvação poderá. II T<. e dotouo com o poder e capacidade de "uardá-la%  G1?$ ')0Q. S%&$ 99) '*'2. S%&$ ''()/0. '/. I P1=$ ')+*3. I J-O. pois.$. I C-4$ 0)'0. bem como toda sua posteridade. '+. os que verdadeiramente crêem no Senhor 8esus e o amam com sinceridade.)'3*'Q. J-O. II C-4$')0'*00$ III$ &sta se"urança infal$vel não pertence de tal modo essência da f+. J14$ /0)+2.3)'/.0)/ 1 =. M%8$ .)00*0/. II C-4$ 9) '. R-. '2*''. ser restaurada pela operação do &sp$rito. 1 '2)3.I$ Ainda que os hip.$ Q)'*0. sendo pelo &sp$rito habilitado a conhecer as coisas que lhe são livremente dadas por Deus. M<G$ 9)9*(. e por meio delas eles são.$ 3)0. 1 /)0*/$ IV$ 'or diversos modos podem os crentes ter a sua se"urança de salvação abalada. 1 0)'9. '+. R-.s filhos de Deus. certificar-se de se acharem em estado de "raça e podem re"ozi#ar-se na esperança da "l. suportados para não ca$rem no desespero absoluto%  S%&$ 3') . S. R-.$ . nesta vida. EJ$ +)0+. em amor e "ratidão para com Deus. '0. no entanto.$ II$ &sta certeza não + uma mera persuasão con#ectural e provável.$ 0)'+*'3. esperança essa que perecerá. 1 3)'0.')Q*9.ria de Deus. contudo. L67$ 00)/0. não tenha de esperar muito e lutar com muitas dificuldades.*'2$ CAPÍTULO 'I' DA LEI DE DEUS I$ Deus deu a Adão uma lei como um pacto de obras% 'or este pacto Deus o obri"ou.$ 3)'*0. I J-O. na evidência interna daquelas "raças a que são feitas essas promessas.3)+'. II C-4$ +)./)(.$ +)9* . 1 /')/0.+)'/.0)''*'0. 1 '3)'/. procurando andar diante dele em toda a boa consciência. mas uma infal$vel se"urança da f+.. R-. em firmeza e ale"ria nos deveres da obediência que são os frutos pr. a fim de que por esse modo se#a o seu coração no &sp$rito Santo confirmado em paz e "ozo. inteira. daquela sinceridade de coração e consciência do dever. pois. '0. diminu$da e interrompida ne"li"enciando a conservação dela. retirando Deus a luz do seu rosto e permitindo que andem em trevas e não tenham luz mesmo os que temem. fundada numa falsa esperança. M<G$ /)''. 1 +)/2. II P1=$ ')'2. no testemunho do &sp$rito de adoção que testifica com os nossos esp$ritos sermos n. cedendo a fortes e repentinas tentaç4es. R-.critas e os outros não re"enerados podem iludir-se vãmente com falsas esperanças e carnal presunção de se acharem no favor de Deus e em estado de Salvação. H15$ Q)''*'0. I J-O. no tempo pr. 3$ '+)'9. EJ$ +)/2. contudo. fundada na divina verdade das promessas de salvação. EJ$') '/*'+. '($ 16 .) '. a uma obediência pessoal. R-. no testemunho desse &sp$rito que + o penhor de nossa herança e por quem somos selados para o dia da redenção%  H15$ Q)''. daquele amor a .

G%&$ +)'*/.$ 9)(.')0/. ''. II C-4$ Q)'9. maior humilhação por causa deles e maior aversão a eles.risto submete e habilita a vontade do homem a fazer livre e ale"remente aquilo que a vontade de Deus.*'+. ela lhes serve de "rande proveito. C-&$ 0)'9. ela os diri"e e os obri"a a andar se"undo a retidão. R-. não desfaz de modo al"um esta obri"ação. 0+.1 .)/*+. 03. I P1=$ /). T<%K. 9. alcançam mais profundas convicç4es do pecado. 00. H15$ '0)0. E:=4%: ()'/* '+. EJ$ 0)'3*'Q$ IV$ A esse mesmo povo. considerado uma i"re#a sob a sua tutela. no &van"elho. a fim de conter a sua corrupção. 0). 'Q$ VII$ -s supracitados usos da lei não são contrários "raça do &van"elho. dos seus coraç4es e das suas vidas.. e isto não somente quanto mat+ria nela contida. as suas ameaças servem para mostrar o que merecem os seus pecados e quais as afliç4es que por causa deles devem esperar nesta vida.()/2*/+ 1 /9)''. EH1G$ /Q)09. '2. M%8$ 3)/. ainda que se#am livres da maldição ameaçada na lei% Do mesmo modo as suas promessas mostram que Deus aprova a obediência deles e que bênção podem esperar.$ 9)'0. os primeiros quatro mandamentos ensinam os nossos deveres para com Deus e os outros seis os nossos deveres para com o homem%  T<%K.*'($ VI$ &mbora os verdadeiros crentes não este#am debai2o da lei como pacto de obras. 03. foi por Deus entre"ue no monte Sinai em dez mandamentos e escrita em duas tábuas. que em parte se referem ao culto e prefi"uram . G%&$ /)0+. T<%K. S%&$ /+)'0.*0(. ainda que essas bênçãos não lhes se#am devidas pela lei considerada como pacto das obras . para serem por ela #ustificados ou condenados.omo tal..risto e da perfeição da obediência dele% &la + tamb+m de utilidade aos re"enerados. R-.$ 9)03. revelada na lei. G%&$ /)'/. H15$ 3)'2$ 17 . S%&$''()3. C-&$ 0)'+.)'. como aos outros.')03 1 0). que a deu% . antes a confirma%  I J-O. descobre-lhes tamb+m as pecaminosas poluç4es da sua natureza. porque a lei anima aquilo e proibe isto. I C-4$3)9.*'0. I C-4$ 9)'(. pois o &sp$rito de . não + prova de estar ele debai2o da lei e não debai2o da "raça%  R-.$ Q)'0.*/($ V$ A lei moral obri"a para sempre a todos a prestar-lhe obediência. e ao mesmo tempo lhes dá uma melhor apreciação da necessidade que têm de . 1 '2)+. contudo. 1 '()''. e em parte representam várias instruç4es de deveres morais. os seus atos. M%8$ 00)/9*+2$ III$ Al+m dessa lei. 1 /)02. estão todas abro"adas sob o )ovo *estamento%  H15$'2)'.$9)9.$ /)/'. G%&$ 0)'Q. D168$ 3)/0. considerado como um corpo pol$tico. R-. "eralmente chamada lei moral. depois da queda do homem. R-. R-. 'Q*'9.0)/*+. Deus deu leis civis que terminaram com aquela nacionalidade. pois pro$be o pecado. 1 00)'*0(.risto. de maneira que eles. requer se faça%  G%&$ /)0'. T<%K-. S%&$ . G1?$ +()'2. manifestando-lhes. R-. foi Deus servido dar ao seu povo de !srael. e que a"ora não obri"am al+m do que e2i"e a sua eq?idade "eral%  EA-$ 0'.risto. leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças t$picas% &ssas leis. e2aminandose por meio dela.$ Q)'+. e o dever que eles têm. as suas "raças. R-. a vontade de Deus. os seus sofrimentos e os seus benef$cios. mas tamb+m pelo respeito autoridade de Deus. continuou a ser uma perfeita re"ra de #ustiça% . obedecendo. '2.0)''. o .'+. tanto as pessoas #ustificadas como as outras.$ . L67$ '9)'2. EA-$ '0)'+.riador. R-. mas suavemente condizem com ela. como re"ra de vida.*$ /)'(* M%8$ 3)'.assim o fazer um homem o bem ou o evitar ele o mal.II$ &ssa lei.

R-.$ 3&) '*0. portanto. S%&$ ''()9'. invocado. sendo livres das mãos dos nossos inimi"os. diante dele todos os dias da nossa vida%  L67$ ')9+*93. em lhe prestarem obediência. H15$ '/)'9. comprou para os crentes consiste em serem eles libertos do delito do pecado. I C-4.pria natureza ou pelo modo de publicá-las e mantê-las.$ '+)+.)'3*'9. 1 3) '. sob prete2to de liberdade cristã. EJ$ 0)'. R-. por sua pr. '+)0/. A8$ '3) '2.. destroem por isso mesmo o fim da liberdade cristã. H15$ '2) '(. cometem qualquer pecado ou toleram qualquer concupiscência. M%8$ '. M%8$ 0. resistem ordenança de Deus os que. da ira condenat.)0. R-. sob o prete2to de liberdade cristã. G%&$ ')+. 1 +)(*'2.ristianismo concernentes f+.risto estabeleceu nela. II P1=$ /) '3$ IV$ (isto que os poderes que Deus ordenou.. J14$ .risto comprou.$ 3)3$ II$ S. sem medo sirvamos ao Senhor em santidade e #ustiça. civil ou reli"ioso.$ .. se publicarem opini4es. que + bom e faz bem a todos. podem. sob o &van"elho. 1 '2) '(*00. I J-O. ou ao e2erc$cio dele% Se publicarem opini4es ou mantiverem práticas contrárias luz da natureza ou aos reconhecidos princ$pios do . T<%K. achando-se eles isentos do #u"o da lei cerimonial a que estava su#eita a !"re#a 8udaica. G%&$ 3)'/. I C-4$ 3)''*'/. do mal das afliç4es. ou mantiverem práticas contrárias ao poder da piedade ou que. G%&$ /)'/. da maldição da lei moral e em serem livres do poder deste mundo% do cativeiro de Satanás. 'Q. I J-O. C-&$ 0)02*0/. do que os crentes debai2o da lei ordinariamente alcançavam%  T<8. G%&$ /)(. que não deve ser adorado se"undo as ima"inaç4es e invenç4es dos homens ou su"est4es de Satanás nem 18 . A8$ +)'(.0)'+. T<8-/)'2. crido e servido de todo o coração. 1 3)0(. não foram por Deus desi"nados para destruir. I P1=$ /) '3$ III$ Aqueles que. ao culto ou ao procedimento. R-. A8$ 0Q)'.+)00. A8$ '9)''. R-. não movidos de um medo servil.) '. I T1::$ ') '2. o fim da liberdade + que. e que. deve ser temido.)'+$ '3.$ Q)'3.CAPÍTULO '' DA LI(ERDADE CRIST" E DA LI(ERDADE DE CONSCI#NCIA I$ A liberdade que .Q)'. 1 0)+*3. R-. 1 3) '. I P1=$ 0)'Q. '3)3+*39. a liberdade dos cristãos está mais ampliada.')9. em mat+ria de f+ ou de culto este#am fora dela% Assim crer tais doutrinas ou obedecer a tais mandamentos como coisa de consciência + trair a verdadeira liberdade de consciência. e a liberdade que .ria da sepultura e da condenação eterna.+)'0. J-O9)/. de toda a alma e de toda a força. do dom$nio do pecado. H15$ +)'+. e requerer para elas f+ impl$cita e obediência ce"a e absoluta + destruir a liberdade de consciência e a mesma razão%  R-. R-. se op4em a qualquer poder le"$timo..$ . se#am contrários sua palavra ou que. G%&$ ') '2. da vit.$ Q)'+. do a"uilhão da morte. G%&$ Q)Q. II T1::$ /)Q$ CAPÍTULO ''I DO CULTO RELIGIOSO E DO DOMINGO I$ A luz da natureza mostra que há um Deus que tem dom$nio e soberania sobre tudo. mas sob o &van"elho. '2. Deus + senhor da consciência. mas de amor filial e esp$rito voluntário% *odos estes privil+"ios eram comuns tamb+m aos crentes debai2o da lei. e ele dei2ou livre das doutrinas e mandamentos humanos que em qualquer coisa. '+. são destrutivas da paz e2terna da !"re#a e da ordem que .*'2. R-. mas o modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus + institu$do por ele mesmo e tão limitado pela sua vontade revelada. 1 /)'0. II T1::$/)'+. amado. de #ustiça ser processados e visitados com as censuras eclesiásticas%  I P1=$ 0)'/*'Q.*/(. mas para que mutuamente nos apoiemos e preservemos uns aos outros. J-O.$ .).ria de Deus. louvado.)(. e tendo maior confiança de acesso ao trono da "raça e mais abundantes comunicaç4es do &sp$rito de Deus. como tamb+m em terem livre acesso a Deus.risto.$ 'Q)'9.$ R-.

culto reli"ioso deve ser prestado a Deus o 'ai.)'(. 1 Q)Q. A8$ 0)+0$ VII$ . Deus desi"nou particularmente um dia em sete para ser um sábado 0descanso1 santificado por &le. A8$ 'Q)03.'9)02.+)/. A8$ 02)9. J-O. EA-$ 02)+*Q$ II$ . para que se#a aceita.sob qualquer representação vis$vel ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas &scrituras%  R-.')00) A8$ '2)//.. f+.'+)Q.3)'Q.$ . C-&$ +)0. C-&$ 0)'. humildade. I C-4$ 'Q)'*0..3)'+. 1 /')//. com inteli"ência.$ 19 .$ Q)'. dia que na &scritura + chamado Domin"o. nem. 1 Q9)/. II C-4$ '/)'+.. T<%K3)'/. nem a qualquer outra criatura. G1?$ 0)/. I:%$ 3Q)9. T<%K.e s.risto%  J-O.risto .. estando cada um sozinho.$ ')02. AN-7$ ')/. G1?$ '.*02.)'(. que não devem ser descuidosas. C-&$ /)'9$ III$ A oração com aç4es de "raças. M%8$ ()'3$ VI$ A"ora. esse dia foi o 3ltimo da semana.3)0'. E7$ 3)+*3.$ 0)3. e. M%8$ 0. H15$ '0)0. EJ$ 0)'. J-O.$ 0)'*0. 0+.$ 9)0(. amor e perseverança% Se for vocal. J-1& 0)'0. at+ a ressurreição de . proporciona ocasião%  J-O. #e#uns solenes e aç4es de "raças em ocasi4es especiais. D168$ Q)Q*9. bem como a devida administração e di"na recepção dos sacramentos institu$dos por . deve ser proferida em uma l$n"ua conhecida dos circunstantes%  F<&$ +)Q. D168$ Q)'/. ou dia do Senhor. e que há de continuar at+ ao fim do mundo como o sábado cristão%  EA-$ 02). M%8$ 3) '9*'. M%8$ Q) ''. P4-B$ 3)/+. o cantar salmos com "raças no coração.$ +)0.. '2. em seus vários tempos e ocasi4es pr.. R-. assim tamb+m em sua palavra.3)0/. N1$ '2)0(. nem a oração. R-.risto.são partes do ordinário culto de Deus. deve ser feita em o nome do :ilho. preceito que obri"a a todos os homens em todos os s+culos. Deus deve ser adorado em todo o lu"ar. AN-7$')'2. 1 +)(.)09. L67$ 'Q)03*0Q. a ele. sendo uma parte especial do culto reli"ioso. M%8$ I3)(. depois da queda. + por Deus e2i"ida de todos os homens. em esp$rito e verdade . C-&$ /)'Q. tudo o que. f+ e reverência.+)0/*0+. J-O. EJ$ Q). votos. I T1::$ 3)'9*'.$ &)03. nem qualquer outro ato do culto reli"ioso + restrito a um certo lu"ar. al+m dos #uramentos reli"iosos.. I T<..'+)'/*'+. e isto com inteli"ência. H15$ +)0. A8$ '+)'9. I P1=$ 0)3. mas não pelos mortos. nem se torna mais aceito por causa do lu"ar em que se ofereça ou para o qual se diri#a. nem aos santos. I T<. II S%. por um preceito positivo. EJ$ Q)'. A8$ 0)+0. deve ser usado de um modo santo e reli"ioso%  A8$ '3)0'.$ 0)'. deve ser prestado a Deus pela mediação de qualquer outro senão . a sã pre"ação da palavra e a consciente atenção a ela em obediência a Deus. em "eral. pelo au2$lio do seu &sp$rito. II S%. J-O. o :ilho e o &sp$rito Santo . J-O. nem por aqueles que se saiba terem cometido o pecado para a morte%  M%8$ 0Q)+0. EJ$ 3)'(. fervor.)0Q. I T<. D168$ '0)/0. sempre que Deus. T<%K. e desde a ressurreição de . S%&$ ''()Q. S%&$ +9)9.*''.tanto em fam$lias diariamente e em secreto. moral e perp+tuo. I J-O. desde o princ$pio do mundo. mas.risto foi mudado para o primeiro dia da semana. AN-7 '()'2. reverência. JD ')3. M%8$ 0. J14$ '2) 03. J-O. I T<. sob o &van"elho. como tamb+m mais solenemente em assembl+ias p3blicas. não deve ser prestado nem aos an#os. uma devida proporção do tempo se#a destinada ao culto de Deus. M%&$ ')''. 1 '0)0'*0/.$ 0). S%&$ Q3)0. se"undo a sua vontade. nem voluntariamente desprezadas nem abandonadas.omo + lei da natureza que.3) 'Q$ V$ A leitura das &scrituras com o temor divino. I C-4$ '+)'+$ IV$ A oração deve ser feita por coisas l$citas e por todas as classes de homens que e2istem atualmente ou que e2istirão no futuro. H15$ '2)03. II T<. pela sua providência.prias.

L1B$ '()'0. mas sendo prestado com referência a qualquer coisa não pecaminosa. mas somente a Deus.#uramento deve ser prestado conforme o sentido claro e . obri"a ao cumprimento. como em assuntos de "ravidade e import/ncia o #uramento + autorizado pela palavra de Deus. durante todo o dia. H15$ Q)'Q. com f+ e consciência de dever. D168$ 0/)0'.3nico nome pelo qual se deve #urar + o nome de Deus. pecado recusar prestar #uramento concernente a qualquer coisa #usta e boa. N1$3) '0$ IV$ . sendo ele e2i"ido pela autoridade le"al%  J14$ +)0. tendo devidamente preparado os seus coraç4es e de antemão ordenado os seus ne". tanto sob o )ovo *estamento como sob o (elho.8uramento. para que se#a aceitável. EA-$$02)9. 1 /')'3*'Q. S%&$ 32)'+$ VII$ )in"u+m deve prometer fazer coisa al"uma que se#a proibida na palavra de Deus ou que embarace o cumprimento de qualquer dever nela ordenado. S%&$ QQ)'/*'+$ VI$ . mesmo com pre#u$zo de quem #ura% )ão deve ser violado. obri"ando-se tão somente por aquilo que + #usto e bom e que tem como tal.voto não deve ser feito a criatura al"uma. #urar. chama a Deus por testemunha do que assevera ou promete. mas tamb+m ocupam todo o tempo em e2erc$cios p3blicos e particulares de culto e nos deveres de necessidade e miseric. + uma parte do culto reli"ioso pelo qual o crente. E:=4%: '2)3$ III$ <uem vai prestar um #uramento deve considerar refletidamente a "ravidade de ato tão solene e nada afirmar de cu#a verdade não este#a plenamente persuadido. pois. nome que se pronunciará com todo o santo temor e reverência. T<%K.0()/2.$/9. sem equ$voco ou restrição mental% )ão pode obri"ar a pecar. e por aquilo que pode e está resolvido a cumprir% 9. por isso os votos 20 .prias obras.3)'0. at+ onde ou quando elas conduzirem a esses deveres%  S%&$ 9Q)' '. '.)'/$ CAPÍTULO ''II DOS *URAMENTOS LEGAIS E DOS OTOS I$ .rio. nem o que não está em seu poder cumprir e para cu#a e2ecução não tenha promessa ou poder de Deus. I:%$3. EH1G$ '9)'Q. 0/. pelo #uramento ele invoca a Deus para #ul"á-lo se"undo a verdade ou falsidade do que #ura%  D168$ '2)02. J14$ 3)9. M%8$ 3)/+.rdia%  EA-$ 'Q)0/*0Q.bvio das palavras. E7$ 3)+*Q. deve ser feito com o mesmo cuidado reli"ioso e cumprindo com i"ual fidelidade%  I:%$ '()0'. em ocasi4es necessárias e com toda a solenidade. ainda que feito a here"es ou infi+is%  S%&$ 0+)+. quando l$cito. não s. II C-4$ ')0/. II C4-?$ Q)00*0/$ II$ .$ V$ . deve ser feito voluntariamente. em reconhecimento de miseric. I R1<: 3)/'. "uardam. contudo.rdias recebidas ou para obter o que dese#amos% 'elo voto obri"amo-nos mais restritamente aos deveres necessários ou a outras coisas. um santo descanso das suas pr. deve ser prestado com referência a tais assuntos%  D168$ Q)'/.cios ordinários. falsa ou temerariamente por este "lorioso e tremendo nome ou #urar por qualquer outra coisa + pecaminoso e abominável. por+m. palavras e pensamentos a respeito dos seus empre"os seculares e das suas recreaç4es. (. G1?$ 0+)0*/. o #uramento. 1 '3)+.VIII$ &ste sábado + santificado ao Senhor quando os homens. sendo e2i"ido pela autoridade le"al.voto + da mesma natureza que o #uramento promiss.

II C4-?$ 0Q)'. para que todos os eclesiásticos sem distinção "ozem plena. S%&$ .$ 0)0+. R-. M%4$ Q)0Q. R-. L67$ /)'+. EJ$ +)''*'0. T<8. I C-4$ 0)(.'3)/Q.$0/)/$ IV$ 9 dever do povo orar pelos ma"istrados. EJ$ +)0.papa não tem nenhum poder ou #urisdição sobre os ma"istrados dentro dos dom$nios deles ou sobre qualquer um do seu povo. sem dar preferência a qualquer denominação cristã sobre as outras. em vez de serem "raus de maior perfeição. M%8$ 'Q)'(. I P1=$ 0)'/*'+. M%8$ 00)0'. constituiu sobre o povo ma"istrados civis que lhe são su#eitos. 1 '/)3. pa"ar-lhes tributos e outros impostos./)'.. e muito menos tem o poder de privá-los dos seus dom$nios ou vidas. se"undo a profissão e crença de cada uma% & + dever dos ma"istrados civis prote"er a pessoa e o bom nome de cada um dos seus #urisdicionados. I T1::$ +)''*'0.NIO E DO DI -RCIO 21 . por #ul"á-los here"es ou sob qualquer outro prete2to%  I T<. os armou com o poder da espada para defesa e incentivo dos bons e casti"o dos malfeitores%  R-.)(*'2. 'Q. devem prote"er a !"re#a do nosso comum Senhor. contudo. A8$ 3)0(. S%&$ '23)'3.risto constituiu em sua !"re#a um "overno re"ular e uma disciplina. o Senhor Supremo e Cei de todo o mundo.$ '/)'. maltratar ou in#uriar qualquer outra pessoa. como pais sol$citos. M%8$ .$ 0)'*/.0)/*+. sob a dispensação do )ovo *estamento e para conse"uir esse fim. R-.$ 0/)/. e a paz se"undo as leis salutares de cada &stado. sendo para ele chamado. I:%$ +()0/. II S%. obedecer s suas ordens le"ais e su#eitar-se sua autoridade..ria e para o bem p3blico.omo 8esus . podem licitamente fazer "uerra. de modo que a nin"u+m se#a permitido. II T<. para a sua "l. a #ustiça. I P1=$ 0)'/*'+$ II$ Aos cristãos + licito aceitar e e2ercer o of$cio de ma"istrado. livre e indisputada liberdade de cumprir todas as partes das suas sa"radas funç4es. e bem assim providenciar para que todas as assembl+ias reli"iosas e eclesiásticas possam reunir-se sem ser perturbadas ou molestadas%  H15$ 3)+. '' S%. nenhuma lei de qualquer &stado deve proibir. pobreza voluntária e obediência re"ular.$ '/)0*9. eles. havendo ocasi4es #ustas e necessárias%  P4-B$ .)'3*'Q. e tudo isto por amor da consciência% !ncredulidade ou indiferença de reli"ião não anula a #usta e le"al autoridade do ma"istrado. e em sua administração. honrar as suas pessoas. obediência de que não estão isentos os eclesiásticos% . como devem especialmente manter a piedade. sem violência ou peri"o% . perse"uir.+u. e a este fim. ofender. impedir ou embaraçar o seu devido e2erc$cio entre os membros voluntários de qualquer denominação cristã. I C-4$ +)'*0. sob prete2to de reli"ião ou de incredulidade.$ '/)'*+. I C-4$ 9)0/$ CAPÍTULO ''III DO MAGISTRADO CI IL I$ Deus. I P1=$ 3)/$ CAPÍTULO ''I DO MATRIM. II P1=$ 0)'9. J-O. A8$ 03)'2*''. nem de modo al"um intervir em mat+ria de f+. nem absolve o povo da obediência que lhe deve.monásticos que os papistas fazem do celibato perp+tuo.$ '/)+$ III$ -s ma"istrados civis não podem tomar sobre si a administração da palavra e dos sacramentos ou o poder das chaves do Ceino do . não passam de laços supersticiosos e in$quos com os quais nenhum cristão deve embaraçar-se%  A8$ 0/)'0.

lica ou universal sob o &van"elho 0não sendo restrita a uma nação. DG% II$ A !"re#a (is$vel.)0+. . DE.($ III$ A todos os que são capazes de dar um consentimento a#uizado. I C-4$ 9 )'+.ol% D.. I C-4$ 9)/(. nem devem os piedosos prender-se desi"ualmente pelo #u"o do casamento aos que são notoriamente $mpios em suas vidas ou que mant+m heresias perniciosas%  H15$ '/)+. de modo a poderem coabitar como marido e mulher%  I C-4$ 3)'. portanto. dá parte inocente #usto motivo de dissolver o contrato. para a dissolução do matrim>nio + necessário haver um processo p3blico e re"ular% não se devendo dei2ar ao arb$trio e discreção das partes o decidirem seu pr. + o Ceino do Senhor 8esus. dos que a"ora são e dos que ainda serão reunidos em um s. + causa suficiente para dissolver os laços do matrim>nio o adult+rio ou uma deserção tão obstinada que não possa ser remediada nem pela !"re#a nem pelo ma"istrado civil. a plenitude daquele que cumpre tudo em todas as coisas%  &f% D. tais casamentos incestuosos #amais poderão tornar-se l$citos pelas leis humanas ou consentimento das partes.latras. o corpo. M%8$ '2)/0*//. 1 3)/'*/0. consta do n3mero total dos eleitos que #á foram. R-.. D168$ 0+)'*+. para a propa"ação da raça humana por uma sucessão le"$tima e da !"re#a por uma semente santa. e depois de obter o div. 0. #untamente com seus filhos. KK-KH. fora da qual não há possibilidade ordinária de salvação%  I C-4$ ')0. contudo s. I C-4$ 9)'3.casamento deve ser entre um homem e uma mulher.*02.adult+rio ou fornicação cometida depois de um contrato.at.lica ou Bniversal. que tamb+m + cat. G1?$ '9)9. M%&$0)'3. M%8$ '()+*Q..prio caso%  M%8$ '()Q*. A8$ 0)+9$ 22 .$ ()'Q.matrim>nio foi ordenado para o m3tuo au2$lio de marido e mulher.$ +)/. M%4$ Q)'.I$ . G1?$0+)39*3. + l$cito casar. II C-4$ Q)'+$ IV$ )ão devem casar-se as pessoas entre as quais e2istem os "raus de consa"?inidade ou afinidade proibidos na palavra de Deus. no caso de adult+rio depois do casamento. 1 '0)'0*'/. parte inocente + l$cito propor div. ao homem não + licito ter mais de uma mulher nem mulher mais de um marido.. ao mesmo tempo%  G1?$ 0)0+.$ 9)/$ II$ . A8$ 0)/(. 1 '()($ VI$ 'osto que a corrupção do homem se#a tal que o incline a procurar ar"umentos a fim de indevidamente separar aqueles que Deus uniu em matrim>nio. corpo sob . I T<.. mas + dever dos cristãos casar somente no Senhor. L1B$ '. I C-4$ 9)0. sendo descoberto antes do casamento. a casa e fam$lia de Deus. que + invis$vel. 1 /)'3. S%& $0). como antes sob a @ei1 consta de todos aqueles que pelo mundo inteiro professam a verdadeira reli"ião. EJ$ 0)'(. os que professam a verdadeira reli"ião reformada não devem casar-se com infi+is.risto. seu cabeça.$ V$ .. e para impedir a impureza%  G1?$ 0)'. ') '. R-.rcio casar com outrem. papistas ou outros id.rcio. como se a parte infiel fosse morta%  M%8$. 1 ()'. E:=4%: '2)/$ CAPÍTULO '' DA IGRE*A I$ A !"re#a . ela + a esposa. M%8$ '/)/ C-&$ ')'/.

1. nem de modo al"um enfraquece o t$tulo ou dom$nio que cada homem tem sobre os seus bens e possess4es%  C-&$ ')'. G%&$ Q)'2$ II$ -s santos são. at+ o fim do mundo. ensinado e abraçado o &van"elho.risto não os torna de modo al"um participantes da subst/ncia da sua Divindade.lica tem sido ora mais.. obri"ados a manter uma santa sociedade e comunhão no culto de Deus e na observ/ncia de outros serviços espirituais que tendam sua m3tua edificação.risto em qualquer respeito. I C-4$ . I:%$ 3()0'. I J-O-/)'9. na sua morte. estando unidos uns aos outros no amor. '+. A8$ '')0(*/2$ III$ &sta comunhão que os santos têm com .)'9. +9.risto. I T1::$3)''. bem como a socorrer uns aos outros em coisas materiais. nem i"uais a .. al"umas têm de"enerado ao ponto de não serem mais i"re#as de .)'(*02$ IV$ &sta !"re#a . M%8$ '/)0+*/2.')'Q. os oráculos e as ordenanças de Deus. em sentido al"um pode ser o 'apa de Coma o cabeça dela.abeça. e solenemente obri"á-los ao serviço de Deus em .risto.risto deu o minist+rio. não obstante. M%8$ 'Q)'. os torna eficazes para esse fim. I T<. EJ$ ')00.lica (is$vel . mas ele + aquele anticristo. pela sua profissão. tanto no homem interior como no e2terior%  I J-O. conforme Deus oferecer ocasião. deve estender-se a todos aqueles que em qualquer lu"ar.risto e contra tudo o que se chama Deus%  C-&$ ')'. EJ$ +)'3*'Q.$ '')/*+. participam dos mesmos dons e "raças e estão obri"ados ao cumprimento dos deveres p3blicos e particulares que contribuem para o seu m3tuo proveito. bem como para fazer uma diferença vis$vel entre os que pertencem !"re#a e o resto do mundo. + $mpio e blasfemo% A sua comunhão de uns com os outros não destr. são mais ou menos puras conforme neles +.i. A8$ 3)+$ CAPÍTULO '' II DOS SACRAMENTOS I$ -s sacramentos são santos sinais e selos do pacto da "raça.III$ A esta !"re#a . se"undo a sua promessa%  EJ$ +)''*'/.)Q.$ ''$02*00. M%8$ 0. R-. que são membros dela. A8$0)+0. aquele homem do pecado e filho da perdição que se e2alta na !"re#a contra . para con"re"amento e aperfeiçoamento dos santos nesta vida. AN-7$ 0)(. na sua ressurreição e na sua "l.risto. R-. II T1::$ 0)/*+$ CAPÍTULO '' I DA COMUN%"O DOS SANTOS I$ *odos os santos que pelo seu &sp$rito e pela f+ estão unidos a 8esus . nos seus sofrimentos.ria.')/. imediatamente institu$dos por Deus para representar . seu . e pela sua pr. esta comunhão. I C-4$ 3)Q*9$ V$ As i"re#as mais puras debai2o do c+u estão su#eitas mistura e ao erro. I P1=$ 3)0*+.at.$ Q)3Q. A8$ 0)+'*+0.abeça da !"re#a senão o Senhor 8esus . têm com &le comunhão nas suas "raças.$ VI$ )ão há outro . ora menos vis$vel% As i"re#as particulares.at. com mais ou menos pureza. J-O. EJ$ /)'Q*'9. afirmar uma ou outra coisa. mas sina"o"as de Satanás. administradas as ordenanças e celebrado o culto p3blico%  R-.+Q. e. se"undo as suas respectivas necessidades e meios. se"undo a sua palavra% 23 .risto e os seus benef$cios e confirmar o nosso interesse nele. haverá sempre sobre a terra uma i"re#a para adorar a Deus se"undo a vontade dele mesmo%  I C-4$ ')0.*'2. F<&$ /)'2.$ Q)'3*'Q.risto. 1 '/)'0.pria presença e pelo seu &sp$rito. M%8$ 0/). invocam o nome do Senhor 8esus%  H15$'2)0+*03.

risto e obediência a &le. da re"eneração. EA-$ +)0+*0Q. 0/*/+. M%8$ 0../)3. dois sacramentos ordenados por . M%8$ 0.)'/.eia.)'($ III$ )ão + necessário imer"ir na á"ua o candidato./)3$ III$ A "raça si"nificada nos sacramentos ou por meio deles. I C-4$ '2)0$ IV$ )ão s.risto. eram em subst/ncia os mesmos que do )ovo *estamento%  I C-4$ '2) '*+$ CAPÍTULO '' III DO (ATISMO I$ . mas o batismo + devidamente administrado por efusão ou aspersão%  A8$ 0)+'.)/Q*/. I C-4$ '')0Q$ IV$ 6á s. le"almente ordenado. no &van"elho . a qual. R-. I C-4$ &&)0/. M%8$ 0Q)09*0.elemento e2terior usado neste sacramento.)'(. 1 '2)+Q*+9.risto a fim de andar em novidade de vida% &ste sacramento. há de continuar em sua !"re#a at+ ao fim do mundo%  M%8$ 0. não s. mas os filhos de pais crentes 0embora s. R-. R-.C-4$ '0)'/. deve batizar o candidato em nome do 'ai e do :ilho e do &sp$rito Santo%  A8$ '2*+9. A8$ 0)/. #untamente com o preceito que autoriza o uso deles. poder neles e2istentes. mas tamb+m para servir-lhe de sinal e selo do pacto da "raça.Natismo e a Santa . C-&$ 0)''*'0. 1 'Q)//. de sua união com . mas da obra do &sp$rito e da palavra da instituição. I C-4$ '') 02. se"undo a ordenação de . D168$ 0. nenhum destes sacramentos deve ser administrado senão pelos ministros da palavra le"almente ordenados%  M%8$ 0. G%&$ /)(. A8$ 0)/. G%&$ /)09. A8$ . I C-4$ '0)'/. para solenemente admitir na !"re#a a pessoa batizada.)'(*02$ II$ . que sem ela nin"u+m possa ser re"enerado e salvo os que se#am indubitavelmente re"enerados todos os que são batizados%  L67$9)/2. 1 '2)'Q.*0(. I P1=$ /)0'. M%8$ /)''.risto. I C-4$ '2)0'. I C-4$ '2)0*'Q$ II$ &m todo o sacramento há uma relação espiritual ou união sacramental entre o sinal e a coisa si"nificada. I. não + conferida por qualquer.$ 0)0.$ +)''. nem a eficácia deles depende da piedade ou intenção de quem os administra.$ +)''*'0. T<8.$ Q)/*+. institu$do por 8esus . R-?$ Q)''. contudo. quando devidamente usados. G1?$ '9)9.$ Q)/*+.. M%4$ ')+. 1 '')03*0Q.. um deles o se#a1 devem ser batizados%  A8$ ()'. cont+m uma promessa de benef$cio aos que di"namente o recebem%  R-. e por isso os nomes e efeitos de um são atribu$dos ao outro%  G1?$ '9)'2.$ +)''.)'(.risto.batismo + um sacramento do )ovo *estamento.)'(. EA-$ '0)+.)(. '+. quanto s coisas espirituais por eles si"nificados e representados. a "raça e a salvação não se acham tão inseparavelmente li"adas com ela. + á"ua com a qual um ministro do &van"elho.. T<8. 0/$ 24 . M%8$ 0. R-. nosso Senhor.*/($ V$ 'osto que se#a "rande pecado desprezar ou ne"li"enciar esta ordenança. L67$ 00)'(*02. H15$ 3)+$ V $ -s sacramentos do (elho *estamento. G1?$ '9)9*'2.. os que professam a sua f+ em . 1 .risto. da remissão dos pecados e tamb+m da sua consa"ração a Deus por 8esus . R-.. (.

mas se faz uma comemoração daquele 3nico sacrif$cio que &le fez de si mesmo na cruz. orar. que ensina a mudança da subst/ncia do pão e do vinho na subst/ncia do corpo e do san"ue de . 1 '2) 'Q*'9. L67$ 00)'(*02.risto. nem de modo al"um se faz um sacrif$cio pela remissão dos pecados dos vivos ou dos mortos. a adoração dos elementos.$ III$ )esta ordenança o Senhor 8esus constituiu seus ministros para declarar ao povo a sua palavra de instituição. o corpo e o san"ue de . se"undo o conselho da vontade de Deus.eia do Senhor. '+. I C-4$ '')02$ IV$ A missa ou recepção do sacramento por um s. 09.. pelo devido uso desta ordenança. tomar o cálice dele participando tamb+m e dar ambos os elementos aos comun"antes e tão somente aos que se acharem presentes na con"re"ação%  M%4$ '+)00*0+. adultos ou crianças. e ser um v$nculo e penhor da sua comunhão com &le e de uns com os outros. contudo. são s vezes chamados pelos nomes das coisas que representam.sacramento do batismo deve ser administrado uma s. vez a uma mesma pessoa%  T<8.risto a seu 'ai. em seu tempo apropriado%  J-O. têm tal relação com . 1 '2)''*'0. mas realmente manifestada e conferida pelo &sp$rito Santo queles a quem ele pertence..risto%  I T<. . G%&$ /)09. assim o chamado sacrif$cio papal da missa + sobremodo ofensivo ao 3nico sacrif$cio de . 1 '0)'/$ II$ )este sacramento não se oferece . M%8$ 0Q)0Q*09. pão e vinho. H15$ 9)0/*0+. não s. 0'. a elevação ou procissão deles para serem adorados e a sua conservação para qualquer uso reli"ioso. bem como a ne"ação do cálice ao povo.risto. 0./)3. como membros do seu corpo m$stico%  I C-4$ '')0/*0Q. abençoar os elementos. o qual + a 3nica propiciação por todos os pecados dos eleitos%  H15$ ()00.rucificado. a fim de lembrar perpetuamente o sacrif$cio que em sua morte &le fez de si mesmo. como eram antes%  M%8$ 0Q)0Q*0. nosso Senhor 8esus instituiu o sacramento do seu corpo e san"ue.risto. I C-4$ '')03*0(. uma s./)3$ CAPÍTULO ''I' DA CEIA DO SEN%OR I $ )a noite em que foi tra$do.. pessoa. '. tomar e partir o pão. chamado . M%8$ '3)($ V$ -s elementos e2teriores deste sacramento.$')/*+. sacerdote ou por uma s. sacramentalmente. para ser observado em sua !"re#a at+ ao :im do mundo. I C-4$ '')0Q*0. mas tamb+m ao senso 25 . vez. e por meio dele uma oblação de todo o louvor a Deus.risto . a "raça prometida + não somente oferecida. 03*0Q. que verdadeira.VI$ A eficácia do batismo não se limita ao momento em que + administrado. + contrária.$ VI$ A doutrina "eralmente chamada transubstanciação. são coisas contrárias natureza deste sacramento e instituição de . a saber.risto. e assim separá-los do comum para um uso sa"rado. EJ$ 3)03*0Q$ VII$ . por+m em subst/ncia e natureza conservam-se verdadeira e somente pão e vinho. selar aos verdadeiros crentes os benef$cios provenientes% desse sacrif$cio para o seu nutrimento espiritual e crescimento nele e a sua obri"ação de cumprir todos os seus deveres para com &le. devidamente consa"rados aos usos ordenados por . mediante a consa"ração de um sacerdote ou por qualquer outro meio. mas s. A8$ 02)9. s &scrituras.

risto . I T<. mas. A8$ 02)'9.)'9. tornam-se r+us do corpo e do san"ue do Senhor para a sua pr. I T<. I C-4$ '')0+*0Q. '+*'3.$ III$ As censuras eclesiásticas são necessárias para chamar e "anhar para . /($ VII$ -s que comun"am di"namente. se ela permitisse que o pacto divino e os seios dele fossem profanados por ofensores not.pria condenação. 1 '2)'Q$ VIII$ Ainda que os i"norantes e os $mpios recebam os elementos vis$veis deste sacramento. 0. mas real.STICAS I$ .+u% &m virtude disso eles têm respectivamente o poder de reter ou remitir pecados. I C-4$ '0)0. se"undo a natureza do crime e dem+rito da pessoa. não carnal ou corporalmente. destr.eia do Senhor e e2clusão da !"re#a%  M%8$ '.risto.$ 3)02. para vindicar a honra de . tamb+m recebem intimamente. enquanto permanecerem nesse estado%  I C-4$ '')09. como Cei e ... mas espiritual e realmente presentes f+ dos crentes nessa ordenança. corporal ou carnalmente nos elementos pão e vinho. "overno distinto da ma"istratura civil%  I:%$ ()Q*9..abeça da sua !"re#a. deverá haver as assembl+ias comumente chamadas s$nodos ou conc$lios% &m virtude do seu car"o e do poder que .$ II$ A esses oficiais estão entre"ues as chaves do Ceino do .IIC-4$0)Q*. sem "rande pecado contra . e nele se alimentam. L67$ 0+)Q. suspensão do sacramento da . abri-lo aos pecadores penitentes. II C-4$ Q)'+*'Q. são tamb+m indi"nos da sua mesa. II T1::$ /)Q. quando as circunst/ncias o e2i"irem%  M%8$&Q)'(. tanto pela palavra como pelas censuras. pelo minist+rio do &van"elho e pela absolvição das censuras. 1 '2)0'.prios elementos aos seus sentidos corporais%  I C-4$ '')0.risto.02)0'*0/. verdadeira e espiritualmente. IT1::$3)'0. pela sua indi"na participação. I C-4$ 3)Q*9. pela f+.$ 3)'9. J6=%: 0/$ IV$ 'ara melhor conse"uir estes fins. a qual com #ustiça poderia cair sobre a !"re#a.'+*'3. a .rucificado e todos os benef$cios da sua morte. participando e2teriormente dos elementos vis$veis deste sacramento. repreensão.risto lhes deu para edificação e não para destruição. 0(.rios e obstinados%  I C-4$ S.1'. M%8$ 9)Q$ CAPÍTULO ''' DAS CENSURAS ECLESI. pertence aos pastores e outros presb$teros das i"re#as 26 .risto os irmãos ofensores para impedir que outros pratiquem ofensas semelhantes. I C-4$ 3)+*3. não estando o corpo e o san"ue de . fechar esse reino a impenitentes. participar destes santos mist+rios nem a eles ser admitidos. II T1::$ /)Q. não recebem a coisa por eles si"nificada.comum e razão. nem com eles ou sob eles. portanto eles como são indi"nos de "ozar comunhão com o Senhor. I T1::$ 3)'0. 1 ')02.J-O. como estão os pr.i a natureza do sacramento e tem sido a causa de muitas superstiç4es e at+ de crassa idolatria%  A8$ /)0'. e não podem. '/. nela instituiu um "overno nas mãos dos oficiais dela.'/$ CAPÍTULO '''I DOS SÍNODOS E CONCÍLIOS I$ 'ara melhor "overno e maior edificação da !"re#a. para pur"ar o velho fermento que poderia corromper a massa inteira. os oficiais da !"re#a devem proceder na se"uinte ordem.risto e a santa profissão do &van"elho e para evitar a ira de Deus.Senhor 8esus.)'9*'.

todos os mortos serão ressuscitados com os seus mesmos corpos e não outros.)/Q.ria. Q 1 02)'9. convertem-se em p. mas as suas almas 0que nem morrem nem dormem1. AN-7$ 9)+. se o ma"istrado civil os convidar a fazê-lo%  L67$ '0)'/*'+. L67$ 0/)+/. esperando a plena redenção dos seus corpos. receber quei2as em caso de má administração e autoritativamente decidi-las% -s seus decretos e decis4es. depois da morte. desi"nada para isso em sua palavra%  A8$ 'Q)+.. devem ser recebidas com reverência e submissão. mas podem ser usados como au2$lio em uma e outra coisa%  A8$ '9)''. eles. F<&$ ')0/. e as almas dos $mpios são lançadas no inferno. pelo seu acordo com a palavra. A8$ '/)/Q. os que estiverem vivos não morrerão. 0. portanto. não s. em tormentos e em trevas espessas. 1 '3)+0*++$ III$ -s corpos dos in#ustos serão pelo poder de . M%8$ '')0'$ CAPÍTULO '''II DO ESTADO DO %OMEM DEPOIS DA MORTE E DA RESSURREI!"O DOS MORTOS I$ -s corpos dos homens. desde os tempos dos ap. L67$ 'Q)03*0+$ II$ )o 3ltimo dia. onde ficarão. I C-4$ 0)3. I C-4$ '3)3'*30. AN-7$ 0)'*Q$ II$ Aos s$nodos e conc$lios compete decidir ministerialmente controv+rsias quanto f+ e casos de consciência.. II C-4$ 3) '. +. II C-4$ ')0+$ IV$ -s s$nodos e conc$lios não devem discutir. determinar re"ras e disposiç4es para a melhor direção do culto p3blico de Deus e "overno da sua !"re#a. e ficarão reunidos s suas almas para sempre%  I T1::$ +)'9. . não devem imiscuir-se nos ne".stolos.cios civis do &stado. a não ser por humilde petição em casos e2traordinários ou por conselhos em satisfação de consciência. R-. sendo então aperfeiçoadas na santidade.risto ressuscitados para a desonra. não devem constituir re"ra de f+ e prática. mas tamb+m pela autoridade pela qual são feitos.particulares criar tais assembl+ias e reunir-se nelas quantas vezes #ul"arem 3til para o bem da !"re#a%  A8$'3)0. visto que essa autoridade + uma ordenação de Deus. mas serão mudados.*0(. são recebidas no mais alto dos c+us onde vêm a face de Deus em luz e "l. e vêm a corrupção. EJ$ +)'2. '3.'. sendo consoantes com a palavra de Deus. e muitos têm errado. tendo uma subst/ncia imortal.$ 3)0/. nem determinar coisa al"uma que não se#a eclesiástica. reservadas para o #u$zo do "rande dia final% Al+m destes dois lu"ares destinados s almas separadas de seus respectivos corpos as &scrituras não reconhecem nenhum outro lu"ar%  G1?$ /)'(.prio corpo "lorioso dele%  A8$ 0+)&3. J-O-3)0. podem errar. J-O. A8$ /)0'. quer "erais quer particulares. E7$ '0)9. os corpos dos #ustos serão pelo seu &sp$rito ressuscitados para a honra e para serem semelhantes ao pr. 1 '3)09*/'$ III$ *odos os s$nodos e conc$lios. voltam imediatamente para Deus que as deu% As almas dos #ustos. F<&$ /)0'$ CAPÍTULO '''III DO *UI)O FINAL 27 . posto que com qualidades diferentes.

L67$ '0)/3*/Q.ria do seu poder%  R-. mas tamb+m culpados de terem resistido ao &sp$rito Santo%  R-. a fim de darem conta dos seus pensamentos. %741:71?8%=-: -: :1K6<?81: 7%NC86&-:) CAPÍTULO '''I DO ESPÍRITO SANTO I$ .risto..=. II C-4$ '/)'/.E:NC4<8S%?8-. e deve-se crer nele.&sp$rito Santo + a terceira pessoa da *rindade. presente em toda parte na natureza. serão lançados nos eternos tormentos e punidos com a destruição eterna proveniente da presença do Senhor e da "l. bom ou mau. se"undo a #ustiça.1?:. quer que este#amos firmemente convencidos de que haverá um dia de #u$zo.a "l. 09. '+. II P1=$ 0)+. E7$ '0)'+.M(em lo"o. J6=%: Q.$ 0)3*Q.'+ 1 '9)0+$ II$ 9 &le o Senhor e Doador da vida. M%8$ 03)/'*/+.$ .)0. e receberem o "alardão se"undo o que tiverem feito.ria da sua #ustiça na condenação dos r+probos. procedente do 'ai e do :ilho. que não conhecem a Deus nem obedecem ao &van"elho de 8esus . estando no corpo%  A8$ '9)/' . L67$ 0')09*0. assim tamb+m quer que esse dia não se#a conhecido dos homens. se#am sempre vi"ilantes. amá-@o.ria da sua miseric.rdia na salvação dos eleitos e a "l. M%8$ 0$3)0'.<4 7&%4%.)'(. A8$ /)'($ III$ Assim como . + manifestar a sua "l. para afastar os homens do pecado e para maior consolação dos #ustos nas suas adversidades. J-4%. mas tamb+m todas as pessoas que tiverem vivido sobre a terra comparecerão ante o tribunal de . G?$')0. 1 '+)'2.$ 0)'Q.$ ()0/. +0*++.ria . há de #ul"ar o mundo por 8esus . A8$9)3'*3/$ 28 . J-$ '+)'Q 1 'Q)9*''.% 7-?B1?<>?7<% =1 1AN4<.&sp$rito Santo prepara o caminho para o &van"elho. a quem foram pelo 'ai entre"ues o poder e o #u$zo% )esse dia não somente serão #ul"ados os an#os ap. e este#am prontos para dizer . M%8$ 0+)/Q. AN-7$ 00)02$ PREFÁCIO AOS NOVOS CAPÍTULOS C-?:<=14%?=.fim que Deus tem em vista. II T1::$ ')3*9. R-. palavras e obras. II T1::$ ')9*. M%4$ '/)/3* /9. que são in#ustos e desobedientes% -s #ustos irão então para a vida eterna e receberão aquela plenitude de "ozo e ale"ria procedente da presença do Senhor. M8$0.'+. II C-4$3)'2. mas os $mpios. e + a fonte de todos os pensamentos bons.3)00. e todos os autores da Sa"rada &scritura foram inspirados a re"istrar de um modo infal$vel a disposição e a vontade de Deus% A dispensação do &van"elho foi-lhe entre"ue de um modo especial% . não sabendo a que hora virá o Senhor. da mesma subst/ncia e i"ual em poder e "l. de maneira que os que re#eitam a oferta misericordiosa. Senhor 8esusM% Am+m%  II P1=$ /)''.. a fim de que eles se despo#em de toda confiança carnal. por todos os s+culos%  M8$/)'Q*'9. determinando esse dia.I$ Deus #á determinou um dia em que. J-O.ria.risto. II P1$ ')'(*0'. obedecê-@o e adorá-@o. M%8$ '0)/Q*/9$ II$ . ficam não somente sem desculpa. 8-=-: -: S-.risto. J-$'3)0Q 1 'Q)'/.statas.1?81 % =-684<?% =% IK41R% % 41:N1<8. R-. =%: M<::M1: 1 =.-4 =1 D16: N%4% 7-. '0.risto. acompanhado com seu poder persuasivo e recomenda a sua mensa"em razão e consciência dos homens. S&$'/()9. dese#os puros e conselhos santos que se encontram nos homens% 'or &le os 'rofetas foram levados a falar a 'alavra de Deus.%. #untamente com o 'ai e o :ilho. J-$'Q)'/. II C-4$ 3)''.

&sp$rito Santo. I C-4$'0)'/ 1 /)'Q. pela mediação e sacrif$cio do Senhor 8esus . leva-os ao arrependimento. tornada perfeitamente santa na presença de Deus%  EJ$')00... M8$0.$ IV$ (isto não haver outro caminho de salvação a não ser o revelado no &van"elho e visto que. "ozam os eternos benef$cios da salvação.1 =1 A::1. será purificada e.)'(.5&@<% 29 .risto. I C-4$+)0.risto. a aceitem como dádiva da "raça%  J-$/)'Q 1 '+)Q.)0(. afinal. os que continuam impenitentes e incr+dulos a"ravam a sua falta e são os 3nicos culpados pela sua perdição%  J-$3)0+ 1 /)'.$'2)'9.risto comissionou a sua !"re#a para ir por todo o mundo e ensinar a todas as naç4es% *odos os crentes.?% S<:8D4<% N1&.=1 'Q+(.'9. II C-4$()Q. a f+ vem pelo ouvido que atende 'alavra de Deus. por+m. I C-4$'0)''.=1 'Q+/ %8@ F1B141<4.risto por todo o mundo%  J-$'+)Q. pela ação do Seu &sp$rito.0/.02. I T<. EJ$0)+.<?:814. EJ$+)/2$ IV$ 'ela presença do &sp$rito Santo nos seus coraç4es.risto pela f+% &le une todos os crentes a .C-?7C&<. . . R-. asse"ura vida eterna a todos quantos verdadeiramente se arrependem e crêem em . M7$'Q)'3 II$ )o &van"elho Deus proclama o seu amor ao mundo.'2$ NOTA %IST-RICA D1:=1 J6&S. a fim de que conheçam a miseric.III$ .Deus determinou que a todos os homens esta salvação de "raça se#a anunciada no &van"elho%  J-$/)'Q. têm por obri"ação sustentar as ordenanças reli"iosas onde #á estiverem estabelecidas e contribuir. A8$0)/9.. prepara todos os outros oficiais na !"re#a para o seu trabalho especial e concede vários dons e "raças aos demais membros% &le torna eficazes a 'alavra e as ordenanças do &van"elho% 'or &le a !"re#a será preservada e aumentada at+ cobrir a face da terra.$. A8$')3. T8$/)+*9. que + o seu corpo% &le chama e un"e os ministros para o seu santo of$cio. A8$+)'0. conforme o usual m+todo de "raça divinamente estabelecido.7-?S17<=. por meio de suas oraç4es e ofertas e por seus esforços. revela clara e plenamente o 3nico caminho da salvação. A8$. I J-$3)'0. a .rdia oferecida e. A8$02)0. um caminho de vida e salvação suficiente e adaptado a toda a raça humana deca$da como está .risto.$+)'2. A8$3)/0.% =%: :%&%: =% A5%=<% =1 T1:8..onsolador e Santificador.9. 6. re"enera-os pela sua "raça e persuade-os e habilita-os a abraçar a 8esus .)'3. e ordena que esta salvação se#a anunciada a todos os homens. todos os crentes. portanto./9. + o 3nico a"ente eficaz na aplicação da redenção% &le convence os homens do pecado. estando intimamente unidos a ..?-. A8$+)'0. 416?<6*:1 1.($ III$ As &scrituras nos asse"uram que os que ouvem o &van"elho e aceitam imediatamente os seus misericordiosos oferecimentos.e tendo provido no pacto da "raça. EJ$3)09$ CAPÍTULO ''' DO AMOR DE DEUS E DAS MISS/ES I$ &m seu amor infinito e perfeito . dá-lhes o esp$rito de adoção e de oração. para a dilatação do Ceino de . habita neles como seu .abeça. estão assim unidos uns aos outros na !"re#a. e cumpre neles todos os "raciosos of$cios pelos quais eles são santificados e selados at+ o dia da redenção%  L7$'')'/.risto. J-$'Q)./. R-. M7$'Q)'3. ?% 7<=%=1 =1 L-?=41:. o qual o 'ai prontamente dá a todos os que @ho pedirem.

1?=%: .14.N1&.1<4.6&%4.N. -684.6&S14 ?-: K4%6: =1 N%41?81:7.=% R1J-4.%=-8%=.% @ 7-?S17<=..1 -J1?:<B% D16:. J<..N-::% 7%:%4* :1 7-.% ?-B% 5%:1 =1 =-684<?% 1 J-4.%<: 8%4=1.-6 %: 4@=1%: =.1. :14B1 =1 &%L. 8-=%: %: :6%: N%481:$ O P%4&%. -: =.N%C: J-< %K<8%=.1R%B% G6%?=.41K1?14%=-:. C-?:8%?8<?-N&%.6&%=-: N1&-: 7-?7C&<-: 176. -: 741=-: J-4.=1 F@ 1B<=1?7<-6*:1 ?% S<:8D4<% =%: IK41R%: R1J-4. '.7S%.1?841 .6&%=%:. N-=<=J-4.?-.<?-6 % E&8<.J1<8%: =1B<=%. % -7%:<O. N-4 1A1.1 =1 C%&B<?<:. 1 -4<K<?%&.?O..J-< 7-?B-7%=. N%4% 4171514 % K4%L% =1 D16:$ 30 .<?%LO-$ N.41:6&8%=.% =%: :6%: N4DN4<%: N%41?81:.V7-?J<::M1:V$ U.>?<7-: =1 N<7@<%.=1 P@ J-< %N4-B%=%.C<B<& 6.N%4%LO.8-.1?81 =-<: N14C-=-: G61 :1 =<:8<?K6<4%. =%: L6814%?%:$ A 68<&<=%=1 =1 6..J-4.% =1 76&8.81.=1 T1:8.=1 T1:8.=% IK41R% 1 =.G61 =1B<% :14B<4 N%4% % IK41R% =. 7-4%LO.N-481 =-: E:8%=-: U?<=-: J1H -684%: 1.1.1L%4% % &68% 1?841 .:1K6<?81) CAPÍTULO ' I0 SEC"O II A: -54%: J1<8%: N1&-: ?O.% N%41?81 7%4?%& =1 :6% .N-=1.%.1:1: % IK41R% P41:5<814<%?% J-< ?-.J-< N4-NC7<%$ JP 7-. 1::% :1LO.1. @ .=1 6.P%4&%.G61 84%8% =M%K<:84%=.?1K&<K1?7<P*&%: :1R% N17%.N.N1&.1-6 -: . ?O. '9.6?=-$ O: C%817<:.%: %N1?%: N-67-: . :<:81. ÉJ1:. 1.1.J-< -. =.1?8.1?8. 6. 1 .:1K6?=. % -7%:<O. G61 .%4%.@ % JD4.6<8.-=<J<7%=%:.G61 S%B<% =1 .G61 D16: 1A<K1 1 ?O.%<: 146=<8-: =%G61&1 81.:<:81..*:1 V741=-:V. G61 :1 416?<6 % A::1.<?:814$ E:81 C-?7C&<.N1&% J@.C-?7C&<-$ A C-?J<::O.?-: K4%6: =1 N%41?81:7.%<: 1&%5-4%=% 1 %N41:1?8% 6.N&-. N-4 :141. %G6@. ..G61 %&.?O.J-< -N-486?%$ O: 81D&-K-: .=.N4-71=141.1:. %&K6.W . 8-=-: :6:81?8%B%. 1.6&% =1 6.% 7-.%=%: -6 P41:5<814<%?%:$ S1?=.1:.:<?74-?<H% 7-.IV =.81. 41H%. N%41?81 7%4?%& =1 :16 .6&%=%: =64%?81 .<8<=%.%.-: J-4%.5-4% :1R%. N-<: %&< G6%:1 8-=-: 1?81?=<%.1?:<?-6. % ?171::<=%=1 =% 6?<O.?-.<?:814 J-< % E&8<.?% I?K&%8144%$ A C-?J<::O.?O.%?81:.5&@<%$ A C-?J<::O=1 F@ 1 -: C%817<:. 1 N-4 .-=. N1&.1?81 * :1K6?=.%$ O: :C.N4<.N&%?.B4%:<& -4K%?<H%=.% J@ N1::-%& 1 N4<?7<N<% 7-. .7-?:1K6<6 . 1 J-< %71<8. 1 =64%?81 %: :1::M1: =.<?%&.1?:<?%?=.. J1H <K6%& 1&<.=1 T1:8. G61 N4-=6H<4%.% :1LO.=% R1J-4.E:8%=.%=% IK41R% =.%.%4*:1 % IK41R% P41:5<814<%?% ?-: E:8%=-: U?<=-: =% A. :1?=.%$ A8@ %K-4% 81.1.U1&& 8-.:1K6?=.1 .?% E:74<864% 1 ?-8PB1& N1&% :6% 7-14>?7<% 1.1?81 8>.=1 6?<O. ..-:84%4P % =<J141?L%$ O C41=. G61 =<J14<%.%8@4<%$ 7-<:%: G61 D16: -4=1?% 1 1.N64<J<7%=. J<7%. 4%HO-.1 K-B14?.@4<7% =. .N-4 N-?8-.N14C-=.-7<=%=1 ?%: N64%: B14=%=1: =EB%?K1&S-$ N.<?:814 .% =%: 7-?J<::M1: J-4. %G6< 41K<:84%=%:$ A: =6%: S1LM1: G61 J-4%. =.N.C-?7C&<.J-< % -4K%?<H%LO.N%4% =-684<?%4 % . =1 ?O. .E:8%=-.41< C%4&-: I.C%NC86&. :14B<=..%: &-6BPB1<: 1 E81<:. R6:8.% N%481 =% S1LO.K-B14?-$ E. 6. G61 % IK41R% =1B<% 1:8%4 &<B41 =1 8-=% 6?<O7-. -6 G6%:1 71.<?-:.% =1 =-684<?% 74<:8O 5%:1%=..N1&% 41B-&6LO.1 1:841<8% %: 41&%LM1: 1?841 -: N41:5<814<%?-: =1 8-=.81. ?1.1::% ?171::<=%=1$ A.1.1?81 S%B<% ?.E:8%=-.1 C%&71=F?<%. %?-: .'(2/ % . 1&%: ?O:O.C%NC86&.:1?8<=-.C41=. N-4 :14 G61 J-O.1<4N1481?71 %-: :@76&-: IV 1 V.41< N14=16 % B<=% 1 C4-.-: 1:N17<%&.* % K&D4<% =1 D16: * J<7%.% C-?J<::O.=1 T1:8. :< . 1 % C-?J<::O. 1.1&S-4 ?%: C-?J<::M1: RP J-4.?% S<:8D4<% =% IK41R% :-. =1 6.9.XXIV. =1 <?8141::1 K14%&. G6%?8.I?K&>:.N-481 1&<. S%B<=.54-: =.5&@<%. %N4-B1<8%?=-*:1 .17&1:<P:8<7.=1 741=-: -6 7-?J<::M1: G61 ?1&1: J-4%.N1&%: IK41R%: R1J-4.-.N-48%?81: G61. N%4% 6.N-481. N1G61?. 1 1. N4-=6H<=-:$ O N4<.E:8%=?-: T4>: R1<?-:$ E.%<: N14J1<8% G61 1&%: 8>.P%4&%. G61 ?O.%<: <. G61 ?O. =<:768<=-: N-?8.<?:814 :1K61 .% C-?J<::O. G61 =<H<%) VO B<EB.N. '.%=%:. N41N%4%4 S-.1?81 7S%.=-: AND:8-&-:. N%4% N41N%4%4 6.% P%&%B4% * ?1.% IK41R% =.%?.-5:8%?81. =1 :16: N4DN4<-: N%41?81:V$ O SC?-=.1.N-::% =1:N-:%4 6. % B<EB% N-=14P 7%:%4*:1 7-.?E.1?8.C%&B<?.N-=1 =1:N-:%4 ?1?S6. % IK41R% K14%&.5-4% . N%481 ?-: 84%5%&S-: =% A::1. :1?8<=-.5-: &<B41: 1 <?=1N1?=1?81: ?% 1:J14% G61 &S1: N1481?71$ E.<?:814 % .N14C-==% R1J-4.5-&-: =.N14C-=.% =1 81-&-K<%$ E::1 :<:81. % N%&%B4% VC41<-V$ A C-?J<::O=1 F@ =1 T1:8.?.1?81 % IK41R% =. 6.%4<=.

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