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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL
BRUNA DE ALMEIDA DE SÁ
CLÉZIA MARIA DE LIMA
DANIEL MAIA DE ARAÚJO
FRANCISCA CLÁUDIA MENDES DE OLIVEIRA
LUS MEYRE DE HOLANDA GUERRA

O TRABALHO PROFISSIONAL: INSTRUMENTAÇÃO PARA A
INTERVENÇÃO

Limoeiro do Norte-CE
2013
1

como requisito parcial para a obtenção de média bimestral referente ao 8º semestre. Limoeiro do Norte-CE 2013 2 . Paulo Sergio.O TRABALHO PROFISSIONAL: INSTRUMENTAÇÃO PARA A INTERVENÇÃO Trabalho de Serviço Social apresentado à Universidade Norte do Paraná . Orientadores: Rosane Aparecida. Rodrigo Eduardo. Maria Angela.UNOPAR.

....................................................4 2...5 3.14 3 ............................................................................. DESENVOLVIMENTIO ........ REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ................................... INTRODUÇÃO .................................... CONCLUSÕES ......13 4....................................................................................SUMÁRIO 1...................................

tornando-se um canal de comunicação pertencente à comunidade ou ao movimento social e. que possuem legislação específica (9. colaboradores ou não de movimentos e entidades. pesquisas e estudos que. 140). É sem fins lucrativos e tem caráter educativo. a partir dos conhecimentos no serviço social. enfocando a realidade e promovendo meios para garantia dos direitos violados. cultural e mobilizatório. O setor mais desenvolvido nesse segmento. uma teorização da intervenção profissional que. Envolve a participação ativa horizontal (na produção. que se expressam das mais diversas formas e sob as mais variadas linhas político-ideológicas. como aquelas marcadas por outros tipos de afinidades. portanto. emissão e na recepção de conteúdos) do cidadão. observações. A troca de mensagens e informações representa uma atividade constante na vida individual. INTRODUÇÃO O objetivo deste trabalho é discutir as formas de comunicação e a importância da comunicação para a práxis do serviço social. A Comunicação Popular e Comunitária definida por Cicília Peruzzo como: “processos de comunicação constituídos no âmbito de movimentos sociais populares e comunidades de diferentes tipos. tanto as de base geográfica. Pressupõe-se a possibilidade de construir um objeto. a priori.1. É vital conhecer a importância da comunicação na prática do assistente social. surgem a partir das necessidades reais dentro de um contexto social específico das comunicações sociais. O âmbito da comunicação é enorme. que assume o papel de transmissor de informações visando transformar as situações advinhas das questões sociais. O país também possui uma ampla rede de comunicadores populares. A produção de conhecimento se dá através de análises. é relevante a sua colocação na prática. 4 . são as rádios comunitárias. A comunicação popular possui grande potencial transformador e democratizante.612/1998) e milhares de emissoras em funcionamento. (Cicília Peruzzo. no Brasil. social e organizacional. 2009 p. deve se submeter às suas demandas”. Estima-se hoje que os indivíduos passam mais de três quartos da vida s comunicando. portanto.

O termo comunicação. b) Codificador: é constituído pelo mecanismo pelo qual a mensagem é elaborada para que possa ser transmitida. um meio de comunicação deve compreender todos os elementos desse processo: 1 . trata-se de um processo natural como respirar.Emissor: é a pessoa que pretende comunicar uma mensagem.problemas mais simples do cotidiano. pode ser chamada de fonte ou de origem. o qual expressa simultaneidade. O processo de comunicação é composto de três etapas subdivididas e. do qual distinguimos três elementos: uma raiz munis.2. O termo comunicação vem do latim communicatio. não se promove relações e não se consegue resolver os. reunião. foi este primeiro significado no vocabulário religioso aonde o termo aparece pela primeira vez (HOHLFELDT. conferenciar. que por sua vez reforça a ideia de atividade. 2007. MARTINO E FRANÇA. efetivamente. a comunicação não se adquire informação. conhecimento. em seu Dicionário de Comunicação. partilhar. comer e beber. Comunica-se todo tempo. que significa ‘estar encarregado de’. DESENVOLVIMENTO Conceitos da Comunicação A palavra comunicação é originária do latim comunicare que significa tornar comum. interação. faz-se necessário interpor uma definição precisa que caracterize a sua relevância para o tema em questão.12-13). comunicar implica participação. que acrescido do prefixo co. 5 . E. ao conceito que o emissor deseja comunicar. Assim. trocar opinião. quando ausente de definição. emissão ou recebimento de informações. completada pela terminação tio. associar. por definição. temos a ideia de uma ‘atividade realizada conjuntamente’. Segundo Rabaca e Barbosa (2001). p. reparir. a) Significado: corresponde à ideia. pode levar a diversas interpretações. troca de mensagens.

O exercício profissional da comunicação. p. para que o receptor a compreenda. b) Ruído: é a perturbação dentro do processo de comunicação. Mas a comunicação passa a ser um canal de transformações. c) Regulamentação: o receptor confirmar a mensagem recebida do emissor representa a volta da mensagem enviada pelo emissor (feedback). comunicação oral. comunicação comunitária. é o espaço situado entre o emissor e o receptor. comunicação dirigida. as tecnologias de informação. emissor. 144). b) Compreensão: é o entendimento da mensagem pelo receptor. mas. RUIZ. a) Descodificador: é estabelecido pelo mecanismo auditivo para decifrar a mensagem. como membro da equipe na execução de campanhas informativas e educativas. Nos dois casos. hoje. A necessidade do feedback do receptor é fundamental para responder se houve comunicação ou não.Mensagem: é a ideia em que o emissor deseja comunicar. A comunicação trata das questões e formas de como atingir o receptor e promove estratégias para garantir a eficácia e eficiência das informações transmitidas. Sempre que se inicia uma discussão sobre comunicação logo se evidencia a transmissão de informações. mediação. canal. a quem é destinada. os meios de comunicação em massa e. a) Canal: também chamado de veículo. 2009. 6 . sucessivas mudanças no contexto social têm levado à necessidade de ampliar mutuamente o conhecimento (SALES. Cruz (2011) cita Dimbleby e Burton que a comunicação é a maneira de persuadir os outros como agem ou pensam. se utiliza da comunicação verbal. receptor. mídia impressa e televisiva. e a união de meios.Receptor: é a etapa que recebe a mensagem. Durante muito tempo.2 . em outras ocasiões. era quase consensual a ideia de que comunicação era somente a emissão de uma mensagem para um receptor. na maioria das vezes. irá encontrar o assistente social na qualidade de cliente. necessidades. 3 . pouco era destacada a necessidade de se obter o feedback do receptor. Para tanto.

mas ao mesmo tempo constrói outros matizes. Com diversas entidades representativas nacionais e locais. participativa. dependendo do lugar social. Entre os grandes desafios das rádios estão a busca pela sustentabilidade financeira. do tipo de prática em questão e da percepção dos estudiosos. comunitária. portanto. mas em processo de mobilização visando suprir suas necessidades de sobrevivência e de participação política com vistas a estabelecer a justiça social. horizontal. a participação efetiva da comunidade e a luta para que as rádios não sejam espaço para oportunistas. que contam com o apoio de políticos no Legislativo e Executivo nacional e local para taxá-las de piratas. o sentido político é o mesmo: uma forma de expressão de segmentos empobrecidos da população. O país também possui uma ampla rede de comunicadores populares. O setor mais desenvolvido nesse segmento. participatória. às vezes se desconecta de movimentos sociais e assume feições diversificadas quanto às bandeiras defendidas e mensagens transmitidas.612/1998) e milhares de emissoras em funcionamento. 7 . Na prática. no Brasil. as rádios comunitárias são vítimas de ataques por parte das grandes empresas de radiodifusão. clandestinas e outros adjetivos menos abonadores. colaboradores ou não de movimentos e entidades. A comunicação popular foi também denominada alternativa.Comunicação Popular e Comunitária A comunicação popular possui grande potencial transformador e democratizante. que possuem legislação específica (9. Por exemplo. a elaboração de programação musical e jornalística de qualidade. são as rádios comunitárias. dialógica e radical. confunde-se com ela. a comunicação comunitária por vezes incorpora conceitos e reproduz práticas tipicamente da comunicação popular em sua fase original e. que se expressam das mais diversas formas e sob as mais variadas linhas político-ideológicas. Porém.

especialmente no campo da sustentabilidade e do acesso às novas tecnologias. Entretanto. como os telecentros. não são maciços e sim individuais (ou interpessoais). mas ao mesmo tempo representem um projeto comum de sociedade e de comunicação. Todavia. • Audiovisual: televisão. • Escrita: jornais. pode ser considerado sinônimo de mídia.Outros espaços de comunicação comunitária e popular têm recebido mais apoio das políticas públicas. Já no que diz respeito à comunicação dos movimentos populares. Um desafio sobre o qual os movimentos têm se debruçado. • Multimídia: diversos meios simultaneamente. é a consolidação de grandes veículos de comunicação populares. as centrais de comunicação e outras iniciativas semelhantes de inclusão digital e estímulo à produção de comunicadores locais. Contudo. diários e revistas. Quando referido a comunicação de massa. rádio. Podcast. Os Meios de Comunicação O termo meio de comunicação refere-se ao instrumento ou à forma de conteúdo utilizados para a realização do processo comunicacional. que deem vazão a toda diversidade de propostas e linhas acima citadas. como o telefone. cinema. a hegemonia da mídia privada – que constantemente promove ataques e busca criminalizar as ações dos movimentos – segue a se impor frente à comunicação popular na construção dos valores da sociedade brasileira e mundial. 8 . tais projetos ainda carecem de uma maior integração entre si e de mecanismos de financiamento e formação que garantam a verdadeira apropriação destes espaços pela população local. outros meios de comunicação. ainda sem solução. organização e como um direito em si vêm ganhando força junto aos movimentos. • Sonoro: telefone. estes também se deparam com dificuldades. A valorização da comunicação como um instrumento de formação.

A internet. Os meios de comunicação social como instrumento de trabalho para os assistentes sociais. celular e internet. o homem sempre desenvolveu formas para se comunicar: sinais. Algumas redes sociais possibilitam a comunicação instantânea entre pessoas localizadas em diferentes lugares. Ao longo da história. Todos eles são bastante utilizados em várias partes do mundo. Outro avanço é a realização de cursos à distância. 9 . por exemplo. Os meios de comunicação são artifícios que permitem a comunicação entre pessoas. outros meios de comunicação foram inventados. sendo considerado um dos primeiros sistemas modernos de comunicação. que aplica a multimédia (diversos meios simultaneamente. etc. cartas. contribuindo com o processo de transmissão de informações. teórico-metodológico e ético-política do serviço social. O telégrafo revolucionou a forma de se comunicar à distância. criação de alguns objetos. os meios de comunicação foram se tornando mais eficazes. televisão. proporcionando o diálogo e a troca de informações entre pessoas de diferentes pontos do planeta. que podem ser realizados através de aulas acompanhadas pelo computador. permite que informações sejam obtidas com extrema rapidez e facilidade. Em seguida. estas que concebem um profissional capaz de produzir respostas às demandas da realidade histórico-social. como escrita e audiovisual) em conjunto com a hipertextualidade (caminhos não-lineares de leitura do texto). desenhos. TV digital e internet. A proposta da comunicação como instrumento de trabalho para o Serviço Social projeta-se nas três dimensões prático-crítico do instrumental: técnico-operativo. CD-ROM.• Hipermídia: NTICs. Com o desenvolvimento tecnológico. com destaque para o telefone. rádio.

Todavia. ao analisar a ampla área dos meios de comunicação social. como requisito do tempo presente e futuro. para chegar a tal entendimento será necessário explanar um estudo sobre a mídia e suas categorias para assim projetar-se na relevante questão: Podem os assistentes sociais se utilizarem da mídia como instrumento de trabalho com raiz educativo e político-crítico. Desse modo. assim. Além dos referenciais pontuados na Política de Comunicação do conjunto CFESS/CRESS. numa das mediações que devem integrar doravante a informação e atuação profissional do assistente social. 2009. apud SOUZA.28). no entendimento sobre como o Serviço Social se utiliza da mídia como aparato instrumental.” (APOLINARIO & LEE. a comunicação uma problemática atual e relevante para entendimento dos fenômenos sociais esses denominados de Questão Social pensados na ótica da mídia em relevância ao sistema capitalista de produção e consumo. Desse modo. 2008. Outro ponto é a dialética representada no interior do sistema capitalista. a emancipação e a 10 . observando a forma como estão organizados os meios de comunicação e estes em concernente ao capitalismo. cairemos nas armadilhas da fragmentação e da despolitização.Essas três dimensões de competências nunca podem ser desenvolvidas separadamente – caso contrário. Além de referenciar o projeto éticopolítico do Serviço Social como instrumento para identificação o reconhecimento do compromisso com a autonomia. no sentido de projetar o saber técnico-operativo profissional para as categorias acima citadas em relação com as diretrizes postas pela Política de Comunicação. tão presentes no passado histórico do Serviço Social (Carvalho & Iamamoto. sendo esta tomada pela classe dominante como meio de distorce e mistificar a realidade? Com tudo “A comunicação consiste. Questão Social e observar como estes se apresentam e se relacionam. Reconhecendo assim. P. p. Nesse caso é importante caracterizar a racionalidade da mídia dentro da sociedade capitalista e pontuar aspectos relevantes no qual essas duas categorias se relacionam – Mídia e Capitalismo. direito de expressão. na qual o serviço social se insere. abordando elementos como: cidadania. 122).

passou. Este cenário é alterado substancialmente quando as organizações da sociedade civil começam a trazer os direitos humanos econômicos. por outro levava os acadêmicos a tratarem de elementos muitas vezes incompreensíveis para a maioria das pessoas. Avança-se no sentido de resgatar a Conferência de Viena (1993). 11 . tratar os direitos civis e políticos como direitos de primeira geração e os direitos econômicos. sobretudo. Desta forma. econômicos e sociais (Dhesc) uma visibilidade que até então era restrita aos círculos acadêmicos ou da militância mais antenada com as discussões internacionais. Assim. que afirmou a indivisibilidade e universalidade dos direitos. também contribuíram efetivamente para dar aos direitos humanos. tínhamos de um lado. sociais e culturais como de segunda geração. Se por um lado os temas de direitos humanos remetiam o cidadão comum a relacioná-los às questões voltadas para a violência e segurança pública. sociais e culturais para o seio das discussões de direitos humanos tradicionais. As conferências nacionais de direitos humanos promovidas pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara e por organizações da sociedade civil. Nos últimos dez anos ocorreu um salto qualitativo nas discussões sobre direitos humanos no Brasil. não apenas a ser um erro conceitual mas propiciou.expansão dos indivíduos a favor e reconhecimentos de seus direitos sociais estes que diante ao sistema não encontra espaço e reconhecimento de suas necessidades sociais. A Democratização da Comunicação A Democratização da Comunicação é uma questão (e a respectiva campanha) que discute a ampliação às massas do acesso tanto à recepção quanto à emissão de produtos de comunicação. a simplificação dos direitos humanos e de outro um arcabouço teórico e conceitual extremamente sofisticado. a construção de um novo discurso e a possibilidade de um novo olhar sobre os direitos humanos no país.

Discutir o direito à comunicação na sociedade da informação é ainda um grande desafio quando se pensa que as organizações da sociedade civil veem as questões de comunicação e de informação apenas como técnicas e não como questões político-estratégicas. 12 . Um tema que aparece como elemento inovador nas discussões de direitos humanos recentes é o que toca na comunicação. Vimos surgir. surge a necessidade de se implementar discussões profundas sobre temas que avançam no mundo real e no virtual a velocidades nunca antes vistas na história da humanidade. dá possibilidade a que se propaguem ações de xenofobia. a principal articulação em torno deste tema no Brasil.Em 2000 a Conferência Nacional de Direitos Humanos discutiu e aprovou que o país apresentasse perante o Comitê de Direitos Econômicos. radiofônicos e televisivos começam a convergir entre si e o temor de que instrumentos tão poderosos concentrem-se nas mãos de uns poucos tornam-se cada vez mais reais. um relatório sobre a situação destes direitos no país. Os meios de comunicação impressos. A Internet. Agora. na informação e nas novas tecnologias de comunicação e informação (NTICs). Sociais e Culturais das Nações Unidas. Um ano depois. com quase 20 anos de atraso do que previu George Orwell. uma comissão viajava a Genebra para apresentar este informe. o surgimento do grande irmão que como um gigantesco polvo espalha seus tentáculos sobre os mais distintos meios de comunicação visando controlar e alterar a percepção das pessoas sobre a realidade que as cerca. Os Dhesc possibilitaram este significativo salto e a interface de várias agendas distintas em torno dos direitos humanos. sem dúvida. Econômicos. racismo. que ao mesmo tempo propicia a democratização da informação. homofobia. Sociais e Culturais (Dhesc Brasil) que é hoje. crimes sexuais contra crianças e quetais. sua apresentação em Genebra e posterior retorno às organizações nacionais possibilitaram o surgimento da Plataforma Brasileira de Direitos Humanos. As articulações que levaram à produção do relatório.

CONCLUSÕES Enfim. por parte dos assistentes sociais. indica um grande desequilíbrio ideológico. 13 . além de reforçar comportamentos discriminatórios e estimular. com o objetivo de orientar os usuários de seus serviços e. 2009. mesmo que indiretamente. a frustração e a revolta dos excluídos. alternativa e comunitária como sinônimos. Recentemente. Sua vertente comunitária vem ganhando expressividade e distinção no Brasil desde o final dos anos 1990. além das possibilidades inovadoras. voltada para a padronização de culturas. ideias e atitudes. A forma como a mídia é usada. as práticas comunicacionais geraram conceitos que permitem tomar as expressões comunicação popular. A concentração dos meios de comunicação nas mãos de poucos. É importante a apropriação desse conhecimento. demonstra uma irresponsabilidade moral e ética. também. que as novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC) oferecem. como a efetiva interatividade.3. saber se posicionar dentro desse espaço estratégico. social e econômico. a comunicação popular-alternativa e o jornalismo alternativo se atualizam e assumem diversas feições. p 23). O Serviço Social tem o compromisso ético político de contribuir para a democratização dos meios de comunicação e utilizar esse espaço para a difusão do projeto profissional e denúncia das expressões da questão social (BOSCHETTI. mesmo havendo algumas características próprias em cada um dos processos. As motivações para tanto possivelmente vêm do interesse social presente nos cidadãos e nas organizações civis em interferir nos sistemas geradores e mantenedores da desigualdade. quando se referem às lutas de segmentos subalternos por sua emancipação. A comunicação alternativa se recria continuamente.

2013. Acesso em: mar. 2013. 2010. alternativa e comunitária revisitados.php? option=com_content&task=view&id=37 Acesso em: jun. Comunicação social na prática do assistente social: relações interpessoais: curso de graduação em Serviço Social . Número 2.. Palavra Chave. Volume 11. http://lucasmello290.com.4. Anais.Jose %20Anderson_Comunica cao%20e%20Midia. 2009. Krohling. Eliane.br/celacom/anais/Trabalhos%20Completos/GT3%20%20Leitura%20das%20Ideias%20Comunicacionais/4.direitoacomunicacao.pdf> .univap.. ENCONTRO LATINO AMERICANO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA JÚNIOR..br/content_static. BRUNETTA. Acesso em: jun.. CRUZ.bacharelado 5. Disponível em: <http://www2. 2013. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 2013. O serviço social e o poder da comunicação: um olhar crítico sobre a mídia.faac.blogspot. 14 .php/ecom/article/download/5574/5061>.wikipedia. Disponível em: <http://www.. http://www. Reelaborações no setor. Comunicação e mídia: uma questão social no serviço da saúde. PERUZZO. Cicilia M.org/index. 14. Acesso em: jun. RAIMUNDO. 10. Dezembro de 2008. Problematizando o conceito de “meio” de comunicação. Nádia. José Anderson Santos. 4.br/cd/INIC_2010/anais/arquivos/0038_0117_01. Disponível em: <http://www.unesp.revistas.pdf>.inicepg. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO. Ana Maria da Silva et al. 2013. Conceitos de comunicação popular.br/2010/10/midia-e-servico-social-os-meiosde. In: ENCONTRO LATINO AMERICANO DE INICIAÇÃO científica. DANIEL. ENCONTRO LATINO AMERICANO DE PÓS GRADUAÇÃO.univerciencia. SITE: http://pt.html Acesso em: jun. Carlos Alberto Ávila.org.org/wiki/Democratiza%C3%A7%C3%A3o_da_comunica %C3%A7%C3%A3o Acesso em: jun. 2013.