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Como funciona a tela de plasma

por Tom Harris - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução
Nos últimos 75 anos, a grande maioria das televis es foi fa!ri"ada "om a mesma te"nologia# o tubo de raios catódicos $%&T'( Na televis)o %&T, um "an*)o li!era um fei+e de elétrons $part,"ulas de "arga negativa' dentro de um grande tu!o de vidro( -s el.trons e+"itam os átomos de fósforo ao longo da larga e+tremidade do tu!o $a tela', o /ue faz "om /ue os 0tomos !ril*em( 1 imagem da televis)o . produzida pelo !ril*o nas diferentes 0reas da "amada de f2sforo, "om diferentes intensidades de "ores $ve3a %omo fun"iona a televis)o para uma e+pli"a4)o mais detal*ada'(

5magem "edida pela Son6

Tela de plasma da Sony

-s tu!os de raios "at2di"os produzem imagens n,tidas e vi!rantes, mas t7m uma s.ria desvantagem# s)o muito volumosos( 8ara aumentar o tamanho da tela do aparel*o "om %&T, vo"7 pre"isa aumentar tam!.m o comprimento do tu!o, dando espa4o ao "an*)o de el.trons para /ue al"an"e todas as partes da tela( %onse/9entemente, /ual/uer televis)o %&T grande vai pesar muito e o"upar um espa4o razo0vel da sala( &e"entemente, surgiu uma nova alternativa nas prateleiras das lo3as# a tela plana de plasma( :ssas televis es t7m telas maiores ; dos aparel*os %&T, mas "om apenas <5 "m de espessura( Neste artigo veremos "omo esses aparel*os s)o mel*ores e o"upam menos espa4o( Se vo"7 30 leu %omo fun"iona a televis)o, entendeu a id.ia !0si"a do aparel*o de televis)o ou monitor padr)o( %om !ase na informa4)o de um sinal de v,deo, a televis)o a"ende mil*ares de pe/uenos pontos - "*amados pi+els $em ingl7s' - "om um flu+o de alta pot7n"ia de el.trons( Na maioria dos sistemas, *0 tr7s "ores de pi+el - vermel*o, verde e azul - /ue s)o uniformemente distri!u,dos na tela( %om a "om!ina4)o dessas tr7s "ores em diferentes propor4 es, a televis)o pode produzir todo o espe"tro de "ores( 1 id.ia !0si"a da tela de plasma . fazer !ril*ar pe/uenas e "oloridas luzes fluores"entes para formar a imagem( %ada pi+el . feito de tr7s luzes fluores"entes# uma vermel*a, uma verde e uma azul( =a mesma forma /ue a televis)o "om %&T, a tela de plasma varia a intensidade das diferentes luzes para produzir toda a gama de "ores(

www.laboratoriodefisica.com.br

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laboratoriodefisica.tri"a( 5sto . transformando-se em . "omo um video "assete( O que é plasma? -s prin"ipais elementos de uma luz fluores"ente s)o o plasma.Sintonizando >uitas telas de plasma n)o s)o te"ni"amente televisores por/ue n)o t7m um sintonizador de televis)o( ./uida igual a zero( Se vo"7 introduzir muitos el. os íons $0tomos "om "arga el."ulas "om "arga negativa'( So! "ondi4 es normais.trons e pr2tons. um aparel*o /ue "apta o sinal televisivo /ue vem. um g0s formado de part. um g0s possui part.. as telas de plasma s)o apenas monitores /ue possi!ilitam a apresenta4)o de sinais padr)o de v.trons( %om a falta de um el. de um "a!o e o interpreta para "riar uma imagem de v. o 0tomo perde seu e/uil."ulas de "arga negativa v)o "orrer para a 0rea "arregada de "arga positiva do plasma.trons livres em um g0s."ulas livres e fluidas. /ue s)o part.sintonizador .deo( %omo os monitores de ?%=.!rio e fi"a "om "arga positiva.on( %om uma "orrente el. vo"7 pre"isa "one"t0-la a uma unidade separada /ue ten*a um sintonizador de televis)o. por e+emplo."ulas positivas a "orrerem para a 0rea "arregada negativamente( www.tri"a' e elétrons $part.trons livres v)o "olidir "om os 0tomos. esta!ele"endo uma voltagem atrav. o 0tomo tem uma "arga l.com.!rio "om os pr2tons.trons "om "arga negativa est)o em perfeito e/uil.tron."ulas sem "arga el.tri"a per"orrendo o plasma. as part."ulas de "arga positiva do nú"leo dos 0tomos( -s el.br Página 2 . o!rigando as part. os 0tomos do g0s t7m o mesmo número de el. de "arga positiva( 1ssim.s dele. a situa4)o muda rapidamente( -s el.deo( 8ara assistir televis)o numa tela de plasma. li!ertando outros el.

ao longo da pla"a traseira de vidro( -s eletrodos de exposição transparentes. as part.lulas ao longo da pla"a de vidro dianteira( -s dois arran3os de eletrodos se estendem atrav.veis.lulas( -s eletrodos emissores fi"am atr0s das ". em am!os os lados das ".laboratoriodefisica."ulas est)o "onstantemente "olidindo umas "om as outras( :ssas "olis es estimulam os 0tomos de g0s do plasma.gases +enAnio e neAnio presentes em uma televis)o de plasma est)o "ontidos em "entenas de mil*ares de células minús"ulas.com.m s)o "olo"ados entre as pla"as de vidro. os eletrodos verti"ais e *orizontais formam uma grade !0si"a( www. /ue s)o envolvidos por uma "amada isolante de material dielétrico e "o!ertos por uma camada protetora de óxido de magnésio. ve3a %omo fun"ionam as l@mpadas fluores"entes'( -s 0tomos de +enAnio e de neAnio usados nas telas de plasma li!eram fótons de luz /uando s)o estimulados( :m sua maioria. posi"ionadas entre duas pla"as de vidro( :letrodos e+tensos tam!. /ue s)o invis. s)o "olo"ados so!re as ".lulas. esses 0tomos li!eram f2tons de luz ultravioleta.veis ao ol*o *umano( >as os f2tons ultravioletas podem ser usados para estimular f2tons de luz vis. "omo aprenderemos na pr2+ima se4)o( Dentro da tela . fazendo "om /ue li!erem fótons de energia $para mais detal*es desse pro"esso.s da tela inteira( -s eletrodos de e+posi4)o s)o arran3ados em filas *orizontais ao longo da tela e os eletrodos emissores s)o arran3ados em "olunas verti"ais( %omo vo"7 v7 no diagrama a!ai+o.Nessa "orrida lou"a.br Página 3 .

s das diferentes "."ulas "arregadas. usando materiais e+tremamente pe/uenos( %omo "ada pi+el . estimulado( %ada pixel .tron volta ao n. o outro tem luz fosf2ri"a verde e o outro luz fosf2ri"a azul( :ssas "ores. muito !ril*ante e pode ser vista "om nitidez de /uase todos os @ngulos( 1 /ualidade da imagem n)o .lula( 5sso .br Página 4 . /ue vo"7 pode produzir uma tela muito grande.lula em parti"ular. a "orrente "ria um flu+o r0pido de part.lula de "ada vez( Buando os eletrodos /ue se "ruzam s)o "arregados "om voltagem diferente entre eles. feito de tr7s ". o preço( No entanto.lulas subpixel individuais de "ores diferentes( Cm su!pi+el tem luz fosf2ri"a vermel*a. a imagem . iluminado individualmente.s e+pe"tativas da maior parte das pessoas( 1 maior desvantagem dessa te"nologia . ele li!era energia em forma de fóton de luz visível( Na tela de plasma. uma su!st@n"ia /ue emite luz /uando e+posta a outra luz( Buando um f2ton ultravioleta atinge um 0tomo de f2sforo na ". uma "orrente el. /ue estimula os 0tomos de g0s para li!erarem irradia4)o de f2tons ultravioleta( -s f2tons ultravioletas li!erados interagem "om o material fosfórico /ue reveste a parede interior da ". o sistema de "ontrole pode aumentar ou diminuir a intensidade de "or de "ada su!pi+el. feito "entenas de vezes em uma pe/uena fra4)o de segundo. "arregando uma ". mas "om "erteza atende .vel normal. /uando misturadas. um dos el.lulas.lula. a /ueda dos pre4os e os avan4os te"nol2gi"os signifi"am /ue a tela de plasma pode em !reve aposentar os vel*os aparel*os %&T( www.vel de energia maior e o 0tomo es/uenta( Buando o el.trons do f2sforo passa para um n.tri"a per"orre o g0s nas ".f2sforo . o f2sforo emite luz "olorida /uando . o sistema de "ontrole pode produzir todas as "ores do espe"tro( 1 prin"ipal vantagem da te"nologia da tela de plasma . verde e azul( =essa forma.com. t)o alta /uanto o padr)o dos mel*ores tu!os de raios "at2di"os. o "omputador de uma tela de plasma "arrega os eletrodos /ue se "ruzam nessa ". "riam toda a gama de "ores de um pi+el( 8ela varia4)o dos pulsos de "orrente atrav.laboratoriodefisica. "riando "entenas de "om!ina4 es diferentes de vermel*o.8ara ionizar o g0s de uma ".lulas( %omo vimos na se4)o anterior.lula( .

/uido e ./uido ou gasoso( -s sólidos agem dessa maneira por/ue suas mol.nome G"ristal l. "omo l. os "ristais l. rel2gios digitais e rel2gios de pulso.veis ."ulas tendem a manter sua orienta4)o. aparel*os de %= e muitos outros aparel*os eletrAni"os( 1s ?%=s s)o "omuns por/ue ofere"em algumas vantagens reais so!re outras te"nologias para telas( :las s)o mais finas e mais leves e gastam muito menos energia /ue os tu!os de raios "at2di"os $%&Ts' >as por /ue essas "oisas s)o "*amadas de "ristal l./uidos s)o muito sens. geralmente duros "omo uma ro"*a.br Página 5 ./uidos n)o s)o nem s2lidos nem l. (telas de cristal líquido) por Deff T6son ./uidos realizam esse in"r. l. temperatura e por/ue s)o usados para fazer termAmetros e an.laboratoriodefisica. ne"ess0rio apenas um pou"o mais de "alor para transformar esse mesmo "ristal l./uidos agem "omo s2lidos./uido e s2lido( Buando est)o nesse estado pe"uliar.m se movem para posi4 es diferentes.sti"as dos "ristais l./uido /ue do s2lido( H ne"ess0rio uma grande /uantidade de "alor para transformar uma su!st@n"ia de "ristal s2lido para l. "omo as em estado s2lido./uidoF ./uidos t7m sido usadas para "riar um novo tipo de o!turador e "omo as grades desses pe/uenos o!turadores a!rem e fe"*am para formar padr es /ue representam números.vel tru/ue e vai dar uma ol*ada na te"nologia por tr0s das ?%=s( Tam!. suas mol.ria# s2lido.is de *umor( Tam!. vo"7 vai des"o!rir "omo os "ristais l./uidos est)o mais pr2+imos do estado l./uidos( H por isso /ue esse nome aparentemente "ontradit2rio surgiu( :nt)o./uidos ou outra "oisaF 1"onte"e /ue "ristais l.s outras( 1s mol."ulas sempre mant7m sua orienta4)o e fi"am na mesma posi4)o em rela4)o umas ./uido real( 5sso e+pli"a por/ue os "ristais l.m e+pli"a por/ue uma tela de laptop pode agir de forma estran*a no tempo frio ou durante um dia /uente na praia( www./uidoG soa "omo uma "ontradi4)o( 8ensamos em "ristais "omo sendo um material duro "omo o /uartz.traduzido por HowStuffWorks Brasil Introdução Eo"7 provavelmente usa itens /ue "ont7m uma !" $tela de cristal lí#uido' todo dia( :las est)o por toda parte# em laptops./uido( 5sso signifi"a /ue "ristais l./uido em l. mas tam!./uido( >as *0 algumas su!st@n"ias /ue podem e+istir em um estado pe"uliar /ue .Como funcionam as LCDs."ulas nos lí#uidos s)o 3ustamente o oposto# elas podem mudar sua orienta4)o e se mover para /ual/uer lugar no l. en/uanto os l. "omo as em estado l. palavras ou imagens( $ma tela simples de !" de uma calculadora Cristais líquidos 1prendemos na es"ola /ue *0 tr7s estados "omuns da mat. fornos de mi"roondas.com./uidos s)o o!viamente diferentes( %omo um material pode "om!inar os doisF Neste artigo. l.m vai aprender "omo as estran*as "ara"ter.

"ulas se orientam em rela4)o umas . "omo o % esm0ti"o."ulas na fase nem0ti"a est0 !aseada no orientador( . naturalmente tor"ido( 1 apli"a4)o de uma "orrente el."ulas de "ristal l. em alguns "asos.Cristais líquidos em fase nemática =a mesma maneira /ue *0 muitas variedades de s2lidos e l. /ue "ria "amadas de mol. resultando em uma espiral( -s cristais lí#uidos ferroelétricos $I?%s' usam su!st@n"ias de "ristal l. vamos dis"utir so!re os "ristais l."ulas /uirais em uma disposi4)o de tipo % esm./uido( =ependendo da temperatura e da natureza parti"ular da su!st@n"ia.vel . os "ristais l.com. de press)o( 1 rea4)o dos "ristais l.tri"a "ontrolando a passagem de luz( Tipos de "ristal l. tam!./uidos podem estar em uma das v0rias fases distintas $ve3a a!ai+o'( Neste artigo."ulas( H0 muitas varia4 es da fase esm./uidos termotr2pi"os s)o isotrópicos ou nemáticos( 1 diferen4a prin"ipal ./uidos na fase nemática. colestérica. as mol. suprimindo a espiral das mol. dependendo de sua voltagem( 1s ?%=s usam esses "ristais l./uidos podem ser "lassifi"ados pela maneira "om /ue as mol. o /ue torna as I?%s parti"ularmente ade/uadas . os "ristais l./uido 1 maioria das mol."ie "om ran*uras mi"ros"2pi"as( Na fase nem0ti"a. /ue as mol.s telas avan4adas( -s cristais lí#uidos ferroelétricos estabilizados por superfície $SSI?%s' e+er"em uma press)o "ontrolada por meio do uso de uma pla"a de vidro. a esmética."ulas se tor"em ligeiramente a partir de uma "amada at. *0 tam!.s outras( 1 disposi4)o mais "omum . no /ual as mol."ulas em "ada "amada in"linam-se em um @ngulo a partir da "amada anterior( Cma outra fase "omum .m uma variedade de su!st@n"ias de "ristal l. os "ristais l.laboratoriodefisica./uido nem0ti"o. /ue s)o afetados por correntes elétricas( Cm tipo parti"ular de "ristal l./uidos por/ue eles reagem de maneira previs./uidos ./uidos os destor"em em v0rios graus. "orrente el.br Página 6 ./uidos /ue tornam as ?%=s poss. uma superf. depende do tipo de solvente "om /ue est)o misturados( %ristais l.ti"o por/ue a natureza espiral dessas mol. ./uido isotr2pi"o t7m um arran3o aleat2rio./uido /ue t7m mol."ulas permite um tempo de resposta ."ulas e tornando a mudan4a ainda mais r0pida( Criando uma LCD www. en/uanto nos nem0ti"os *0 uma ordem ou padr)o definido( 1 orienta4)o das mol. /ue s)o usados na fa!ri"a4)o de sa! es e detergentes.ti"o at.s mudan4as de temperatura ou./uidos termotr2pi"os reagem . a pr2+ima.orientador pode ser /ual/uer "oisa.tri"a nesses "ristais l.ti"a. ?i/uid %r6stal 5nstitute %ristais l./uidos. mudan4a em mi"rosegundos. desde um "ampo magn."ulas nas su!st@n"ias de "ristal l. "*amado nemático torcido $TN'. amplamente "lassifi"ada "omo termotrópica ou liotrópica( 5magem "edida =r( -leg ?avrentovi"*.sti"a dos "ristais l.veis( Cma "ara"ter.m "on*e"ida "omo nemática #uiral( Nessa fase./uidos liotr2pi"os./uido tem a forma de *aste e .

s das "amadas de "ristal l. /ue a "amada mais superior este3a em um @ngulo de MNO "om a parte inferior."*e de vidro e "ristais l. /ue a torna refletiva( :nt)o. ele ./uidos "onseguem transmitir e mudar a luz polarizadaK • a estrutura dos "ristais l."ulas TN $nem0ti"as tor"idas' vai gradualmente se tor"er at./uido.s dessa 0rea da ?%=. adi"ionamos um peda4o de vidro $ (' "om um filme polarizador www."ulas( Se a "amada final "oin"idir "om o segundo filtro de vidro polarizado. as mol. fri""ionado no lado do vidro /ue n)o tem o filme polarizador( 1s ran*uras devem estar na mesma dire4)o do filme polarizador( 1di"iona-se ent)o uma camada de cristais lí#uidos nemáticos a um dos filtros( 1s ran*uras far)o a primeira "amada de mol./uido.tri"aK • e+istem su!st@n"ias transparentes /ue podem "onduzir eletri"idade( Cma ?%= .s mol.mero espe"ial /ue "ria ran*uras mi"ros"2pi"as na superf."ulas em "ada "amada guiam a luz /ue re"e!em at. as mol."ulas tam!./uido( 1 "om!ina4)o de J fatores torna as ?%=s poss. mudam o @ngulo da luz /ue passa atrav. o /ue a torna mais es"ura /ue as 0reas "ir"undantes( Construindo sua própria LCD %onstruir uma ?%= simples . imagine /ue /ueira "riar a ?%= mais simples poss. polarizado( :nt)o.laboratoriodefisica. ent)o a luz atravessar0( Se apli"armos uma carga elétrica . "oin"idindo "om os filtros de vidro polarizado( Buando a luz atinge o primeiro filtro. a"res"enta-se o segundo peda4o de vidro "om o filme polarizador formando um &ngulo reto em rela4)o ao primeiro peda4o( %ada "amada su"essiva de mol. um aparel*o /ue usa esses J fatores de maneira surpreendenteL 8ara "riar uma ?%= s)o ne"ess0rios % pedaços de vidro polarizado( Cm pol. nen*uma luz "onsegue passar atrav.veis# • a luz pode ser polarizada $ve3a %omo fun"ionam os 2"ulos de sol para informa4 es fas"inantes so!re polariza4)o'K • os "ristais l."ulas se alin*ar "om a orienta4)o do filme( :nt)o./uidos pode ser mudada pela "orrente el.m mudam o plano de vi!ra4)o da luz para "oin"idir "om o seu pr2prio @ngulo( Buando a luz al"an4a o lado mais distante da su!st@n"ia de "ristal l. ela vi!ra no mesmo @ngulo /ue a "amada final de mol.s delas de maneira /ue ela n)o "oin"ida mais "om o @ngulo do filtro polarizador de "ima( %onse/9entemente. elas v)o se distor"er( Buando se esti"am.H0 muito mais "oisas envolvidas no pro"esso de "onstru4)o de uma ?%= do /ue simplesmente "riar uma l@mina de "ristal l. a pr2+ima "amada( P medida em /ue a luz passa atrav. muito !0si"a( :la tem um espel*o $'' atr0s."ie ./uido."ulas de "ristal l. mais f0"il /ue vo"7 pensa( Eo"7 "ome4a "om um sandu.br Página 7 .vel somente "om um eletrodo retangular( 1s "amadas se pare"eriam "om isto# 1 ?%= ne"ess0ria para fazer esse servi4o ./uidos des"ritos a"ima e adi"iona dois eletrodos transparentes( 8or e+emplo.com.

vel( =7 uma ol*ada em alguns 3ogos port0teis# "artas de !aral*o. a luz /ue entra atrav. perdida $fre/9entemente mais /ue a metade'( :m nosso e+emplo. as "amadas de "ristal l./uidos at. a"esa "om tu!os fluores"entes em!utidos so!re./uido tornava-se azul antes de finalmente "ristalizar( -itenta anos se passaram antes /ue a .m o eletrodo simples e a"res"entar mais alguns./uido enevoado e ent)o "lareava "onforme a temperatura su!ia( So! resfriamento.s vezes./uido e fazem as "amadas distor"erem-se para /ue a luz n)o se3a transmitida atrav./uido $ "'( =epois vem outro peda4o de vidro $)' "om um eletrodo na forma de ret@ngulo na !ase e.!' fizesse a primeira ?%=./uido e eletrodo. atr0s da ?%=( Cm painel de difus)o !ran"o atr0s da ?%= redire"iona e distri!ui a luz de maneira *omog7nea para assegurar uma e+i!i4)o uniforme( No seu "amin*o atrav. alien. formando um @ngulo reto em rela4)o ao primeiro( . vo"7 aprender0 so!re "ada um desses tipos( Hist2ria da ?%= Ho3e as ?%=s est)o em todos os lugares.br Página 8 . muito dessa luz ./ueis s)o apenas algumas das formas de eletrodo /ue vo"7 vai ver( H0 dois tipos prin"ipais de ?%=s usados em "omputadores# matriz passiva e matriz ativa+ Na pr2+ima se4)o. em www. pei+e e m0/uinas "a4a-n. a a!und@n"ia de apli"a4 es da ?%= da /ual desfrutamos *o3e( -s "ristais l."ie de eletrodo "omum $!' feita de 2+ido de estan*o-. /uase toda forma .eletrodo est0 "one"tado a uma fonte de energia "omo uma !ateria( Buando n)o *0 "orrente. um outro filme polarizador $*'.einitzer( &einitzer o!servou /ue /uando derretia uma su!st@n"ia "uriosa pare"ida "om o "olesterol $benzoato de colesteril'. o /ue signifi"a /ue para mostrar algo elas devem refletir luz a partir de fontes luminosas e+ternas( =7 uma ol*ada em um rel2gio de pulso de ?%=# os números apare"em onde pe/uenos eletrodos "arregam o "ristal l. ela primeiro se tornava um l.tri"a( Se vo"7 pegar a "amada /ue "ont.no lado de !ai+o e uma superf.s da fonte da ?%= vai simplesmente !ater no espel*o e ri"o"*etear de volta para fora( >as /uando a !ateria forne"e "orrente aos eletrodos./uido n)o emitem luz pr2pria( 1s ?%=s pe/uenas e !aratas s)o fre/9entemente refletivas. por "ima. poss."ie de eletrodo "omum "o!re a 0rea inteira da ?%=( :m "ima disto est0 a "amada da su!st@n"ia de "ristal l./uidos respondiam a uma "arga el."ie de eletrodo "omum e uma !arra de eletrodo simples /ue "ontrolavam /uais "ristais l. os "ristais l.ndio por "ima( Cma superf./uidos entre o eletrodo plano "omum e o eletrodo "om forma retangular se destor"em e impedem a luz de passar nessa regi)o( 5sso faz a ?%= mostrar o ret@ngulo "omo uma 0rea negra( Iluminação por trás ersus refleti a Note /ue nossa ?%= simples ne"essitou de uma fonte de luz externa( >ateriais de "ristal l./uidos foram des"o!ertos em <QQQ. pode "ome4ar a "onstruir telas mais sofisti"adas( !istemas de LCD 1s ?%=s baseadas em superfície comum s)o !oas para telas simples /ue pre"isam e+i!ir as mesmas informa4 es repetidamente( &el2gios de pulso e fornos de mi"roondas se en/uadram nessa "ategoria( :m!ora a forma *e+agonal da !arra ilustrada anteriormente se3a a mais "omum para a disposi4)o dos eletrodos em tais aparel*os. mas elas n)o apare"eram da noite para o dia( ?evou muito tempo desde a des"o!erta dos "ristais l.a"o *riedrich . t.s do filme polarizado( 1 maioria das telas de "omputador . na lateral e.laboratoriodefisica.genas.com. . o l.n*amos uma superf. pelo !ot@ni"o austr.s dos filtros.

<MRQ( =esde ent)o. somente o "apa"itor no pi+el designado re"e!e uma "arga( . mas tem desvantagens signifi"ativas. os fa!ri"antes de ?%= t7m regularmente desenvolvido varia4 es e mel*orias da te"nologia. as ?%=s "onseguem "riar uma escala cinza( 1 maioria das telas de *o3e ofere"e S5R n. adi"ionado ao lado e+terior de "ada su!strato( 8ara ativar um pi+el./uidos na/uele pi+el( 1 simpli"idade do sistema de matriz passiva .fi"a( .pi"o suporta resolu4 es de at. óxido de estanhoíndio( 1s lin*as ou "olunas s)o "one"tadas a circuitos integrados /ue "ontrolam /uando uma "arga . a intensidade de "ada su!pi+el pode variar em %/0 tonalidades+ 1 "om!ina4)o dos su!pi+els produz uma paleta poss. notavelmente o tempo de resposta lento e o controle de voltagem impreciso( .com.veis de "omple+idade te"nol2gi"a( : *0 indi"a4 es de /ue "ontinuaremos a "urtir as novas evolu4 es da ?%= no futuro( "atri# passi a 1s ?%=s de matriz passiva usam uma grade simples para forne"er a "arga para um pi+el espe". um laptop t."apa"itor . podemos faz7-lo destor"er o sufi"iente para permitir /ue alguma luz passe( Iazendo isso em pe/uenos e e+atos a"r. "apaz de reter a "arga at. verde e azul para "riar "ada pi+el de "or( 8or meio do "ontrole "uidadoso e da varia4)o da voltagem apli"ada.s"imos. <. mover o "ursor rapidamente de um lado para o outro da tela( Eo"7 vai notar uma s."ontrole impre"iso da voltagem impede a *a!ilidade da matriz passiva de influen"iar somente um pi+el $em ingl7s' de "ada vez( Buando a voltagem . *a!ilidade da ?%= de renovar a imagem mostrada( 1 maneira mais f0"il de o!servar o tempo de resposta lento em uma matriz passiva de ?%= . de um material "ondutor transparente( :ste material geralmente . um pro"esso "omple+o( %ome4a "om duas "amadas de vidro "*amadas substratos( 1 um dos su!stratos a"res"ente "olunas e ao outro.NSJ+7RQ( Se www. o "ir"uito integrado envia uma "arga para a "oluna "orreta de um dos su!stratos e um fio-terra ativado na lin*a "orreta do outro su!strato( 1 lin*a e a "oluna se cruzam no pi+el designado e isso li!era a voltagem para distor"er os "ristais l.material de "ristal l.br Página 9 .veis in"r. os pi+els ao redor dele tam!. o /ue faz "om /ue as imagens pare4am distor"idas e "om falta de "ontraste( "atri# ati a 1s ?%=s de matriz ativa dependem de transistores de filme finos $TIT'( Basi"amente. a lin*a apropriada .m se destor"em par"ialmente.tempo de resposta refere-se ./uido . apli"ada para destor"er um pi+el. interessante.rie de GfantasmasG seguindo o "ursor( .fi"o na tela( %riar a grade . o novo "i"lo de atualiza4)o( : se "ontrolarmos "om "uidado a /uantidade de voltagem forne"ida a um "ristal. ativada e ent)o uma "arga .vel de 1023 milh4es de cores $S5R tonalidades de vermel*o + S5R tonalidades de verde + S5R tonalidades de azul'( :stas telas "oloridas ne"essitam de um enorme número de transistores( 8or e+emplo. os TITs s)o pe/uenos transistores e "apa"itores de mudan4a( :les s)o dispostos em uma matriz so!re um su!strato de vidro( 8ara dirigir-se a um pi+el parti"ular. enviada para uma "oluna ou lin*a espe".veis de !ril*o por pi+el( Cor Cma ?%= /ue "onsegue mostrar "ores deve ter . enviada para a "oluna "orreta( D0 /ue todas as outras lin*as "om /ue a "oluna se "ruza est)o desativadas. en"ai+ado entre os dois su!stratos de vidro e um filme polarizador . levando a ?%= a n. subpixels "om filtros de "or vermel*o.laboratoriodefisica. lin*as.

nem0ti"os tor"idos de "amada dupla $=STN'.vel de re3ei4)o afeta diretamente o pre4o da ?%= uma vez /ue as vendas de ?%=s !oas devem "o!rir o "usto de fa!ri"a4)o das telas !oas e ruins( Somente avan4os na fa!ri"a4)o podem levar a telas a"ess. os fa!ri"antes devem adi"ionar mais pi+els e transistores( P medida /ue aumentam o número de pi+els e transistores.tri"o $I?%' e "ristal l.veis em taman*os maiores( www.com.laboratoriodefisica.is /ue saem da lin*a de montagem( . "ristal l./uido ferroel. as ?%=s empregam diversas varia4 es da te"nologia de "ristal l.multipli"armos <(NSJ "olunas por 7RQ lin*as por T su!pi+els./uido ferroel.tamanho da tela . o!temos S(T5M(SMR transistores gravados so!re o vidro( Se *ouver um pro!lema "om algum destes transistores.br Página 10 . in"luindo nem0ti"os super tor"idos $STN'."ie $SSI?%'( .tri"o esta!ilizado por superf. ele "ria um Gpi+el ruimG na tela( 1 maioria das telas de matriz ativa tem alguns pi+els ruins espal*ados pela tela( $ anços da LCD 1 te"nologia da ?%= evolui "onstantemente( Ho3e. tam!. para aumentar o taman*o da tela.n./uido. limitado pelos pro!lemas de "ontrole de /ualidade enfrentados pelos fa!ri"antes( =e maneira simples.m aumentam a "*an"e de in"luir um transistor ruim em uma tela( -s fa!ri"antes das ?%=s grandes re3eitam fre/9entemente "er"a de JNU dos pain.