Coleta seletiva

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Coletores para a coleta seletiva de resíduos recicláveis e não-recicláveis. Coleta seletiva ou recolha selectiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são possíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. Dentre estes materiais recicláveis podemos citar os diversos tipos de papéis, plásticos, metais e vidros. A separação na fonte evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e diminuindo os custos de reciclagem. Para iniciar um processo de coleta seletiva é preciso avaliar, quantitativamente e qualitativamente, o perfil dos resíduos sólidos gerados em determinado município ou localidade, a fim de estruturar melhor o processo de coleta.

Índice
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1 Separando o lixo 2 Cores padronizadas dos recipientes de resíduos 3 As soluções convencionais 4 Implantando a coleta seletiva 5 Principais formas de coleta seletiva 6 Ligações externas 7 Algumas experiências 8 Resultados o 8.1 Ambientais

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8.2 Econômicos 8.3 Políticos 9 Como o Lixo Doméstico Vira Benefício 10 Ver também 11 Ligações externas

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Separando o lixo

Lixos para coleta seletiva. O lixo deteriorável (biodegradável), composto pelos restos de carne, vegetais, frutas, etc, é separado do lixo restante, podendo ter como destino os aterros sanitários ou entrarem num sistema de valorização de residuos. A reciclagem tornou-se uma ação importante na vida moderna pois houve um aumento do consumismo e uma diminuição do tempo médio de vida da maior parte dos acessórios que se tornaram indispensáveis no dia a dia trouxeram um grave problema: qual o destino a dar quando perdem utilidade? No inicio os resíduos resultantes da atividade humana tinham como destino as lixeiras ou então aterros sanitários, contudo com o aumento exponencial da quantidade de resíduos e da evolução tecnológica, aliados ao interesse económico de busca de mais matérias primas de baixo custo, o vulgarmente designado lixo começa a perder o caráter pejorativo do nome e começa a ser considerado como um resíduo, passível de ser reaproveitado. Com as tecnologias actuais apenas uma ínfima parte dos resíduos urbanos não são passiveis de reaproveitamento, sendo direcionados para unidades de eliminação dos mesmos, normalmente os aterros sanitários. Felizmente a maior parte dos mesmos podem ser destinados ao reaproveitamento, quer seja reciclagem ou outros tipos de reaproveitamento. A coleta seletiva, ou recolha seletiva tem como objectivo a separação dos resíduos urbanos pelas suas propriedades e pelo destino que lhes pode ser dado, com o intuito de tornar mais fácil e eficiente a sua recuperação. Assim pretende-se resolver os problemas de acumulação de lixo nos centros urbanos, e reintegrar os mesmos no ciclo industrial, o que traz vantagens ambientais e econômicas. Os pontos onde são depositados para a recolha são denominados de lixões, ou ecopontos. Estes podem oferecer vários tipos de coletores, de acordo com as especificidades dos residuos da zona e das respostas de tratamento existentes pela entidade que procede ao seu encaminhamento para os centros de valorização.

Cores padronizadas dos recipientes de resíduos
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Azul - Papel/Papelão Amarelo - Embalagensl Verde - Vidro Vermelho - Pilhas Marrom - Orgânico Cinza - Lixo contaminado que não será encaminhado à reciclagem Preto - Madeira Branco - Lixo hospitalar/ saúde Laranja - Resíduos Perigosos Roxo - Resíduos Radioativos

As soluções convencionais
Os aterros sanitários são grandes terrenos onde o lixo é depositado, comprimido e depois espalhado por tratores em camadas separadas por terra. As extensas áreas que ocupam, bem como os problemas ambientais que podem ser causados pelo seu manejo inadequado, tornam problemática a localização dos aterros sanitários nos centros urbanos maiores, apesar de serem a alternativa mais econômica a curto prazo. Os incineradores, indicados sobretudo para materiais de alto risco, podem ser utilizados para a queima de outros resíduos, reduzindo seu volume. As cinzas ocupam menos espaço nos aterros e reduz-se o risco de poluição do solo. Entretanto, podem liberar gases nocivos à saúde, e seu alto custo os torna inacessíveis para a maioria dos municípios. As usinas de compostagem transformam os resíduos orgânicos presentes no lixo em adubo, reduzindo o volume destinado aos aterros. É difícil cobrir o alto custo do processo com a receita auferida pela venda do produto. Além disso, não se resolve o problema de destinação dos resíduos inorgânicos, cuja possibilidade de depuração natural é menor.

Implantando a coleta seletiva
A coleta seletiva e a reciclagem de resíduos são soluções desejáveis, por permitirem a redução do volume de lixo para disposição final. O fundamento da coleta seletiva é a separação, pela população, dos materiais recicláveis (papéis, vidros, plásticos e metais) do restante do lixo. A implantação da coleta seletiva pode começar com uma experiência-piloto, que vai sendo ampliada aos poucos. O primeiro passo é a realização de uma campanha informativa junto à população, convencendo-a da importância da reciclagem e orientando-a para que separe o lixo em recipientes para cada tipo de material. É aconselhável distribuir à população, ao menos inicialmente, recipientes adequados à separação e ao armazenamento dos resíduos recicláveis nas residências (normalmente sacos de papel ou plástico).

A instalação de postos de entrega voluntária (PEV) em locais estratégicos melhora a operação da coleta seletiva em locais públicos. A mobilização da sociedade, a partir das campanhas, pode estimular iniciativas em conjuntos habitacionais, shopping centers e edifícios comerciais e públicos. Deve-se buscar elaborar um plano de coleta, definindo equipamentos e periodicidade de coleta dos resíduos. A regularidade e eficácia no recolhimento dos materiais são importantes para que a população tenha confiança e se disponha a participar. Não vale a pena iniciar um processo de coleta seletiva se há o risco de interrompê-lo, pois a perda de credibilidade dificulta a retomada. Finalmente, é necessária a instalação de um centro de triagem para a limpeza e separação dos resíduos e o acondicionamento para a venda do material a ser reciclado. Também é possível implantar programas especiais para reciclagem de entulho (resíduos da construção civil).

Principais formas de coleta seletiva

O símbolo internacional da reciclagem.

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Porta a Porta – Veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal de lixo. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em contêineres distintos; PEV (Postos de Entrega Voluntária) - Utiliza contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos físicos no município, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis; Postos de Troca – Troca do material a ser reciclado por algum bem. PICs - Outra modalidade de coleta é a PICs, Programa Interno de Coleta Seletiva, que é realizado em instituições públicas e privadas, em parceria com associações de catadores.

Ligações externas
O custo de operação do projeto varia em função do município, sendo considerado baixo um custo de US$ 150 por tonelada de resíduo coletado. A receita auferida com a venda do material é, em média US$ 45 por tonelada de plástico, US$ 502 para alumínio, US$ 30 para vidro, US$ 100 para papel de primeira e US$ 48 para aparas de papel. Os custos de transporte são os maiores limitantes da coleta seletiva. Distâncias superiores a 100 km entre a fonte dos resíduos e a indústria de reciclagem tendem a

tornar o processo deficitário. O processamento primário dos materiais (através de equipamentos como prensas e trituradores) aumenta seu valor e atenua o problema. Para a coleta, a prefeitura pode colocar caminhões com caçamba e pessoal à disposição ou contratar os serviços. Uma campanha informativa pode custar à prefeitura apenas a impressão dos folhetos e cartilhas. A prefeitura deve dispor de uma área para o centro de triagem. A iniciativa privada atua na reciclagem apenas nas atividades mais lucrativas; procurar novas formas para seu envolvimento que reduzam os gastos públicos é um desafio para as prefeituras. Tais parcerias podem ocorrer através do fornecimento de cartilhas, folhetos e sacos para o recolhimento do lixo, da colocação de postos de entrega, da organização da coleta seletiva no interior de edifícios e instalações comerciais, da compra de materiais reciclados ou mesmo da instalação de indústrias de reciclagem ou processamento primário, mesmo que de pequeno porte. Parcerias com entidades da sociedade civil, através de campanhas de esclarecimento, instalação de postos de entrega, organização e realização da coleta e separação dos materiais, ampliam o alcance das ações e reduzem custos. Consórcios intermunicipais possibilitam economias de escala, com ações conjuntas entre prefeituras. Tão importante quanto o investimento, é o papel do governo municipal como articulador junto à sociedade e outros governos.

Algumas experiências
Em Niterói-RJ, Brasil, a iniciativa partiu dos moradores de um bairro, em 1985, que contaram com o apoio da Universidade Federal Fluminense e de uma entidade do governo alemão. A prefeitura apenas cedeu um técnico, temporariamente, e fez a terraplanagem do terreno. Os moradores administram o serviço, investindo o lucro em atividades comunitárias. Curitiba-PR, Brasil, criou, em 1989, o projeto "Lixo Que Não É Lixo", iniciado com um trabalho de educação ambiental nas escolas. Em seguida, foi distribuída uma cartilha à população e iniciada a coleta domiciliar e em supermercados, onde os resíduos recicláveis são trocados por vales-compra. A prefeitura assume o custo de coleta e o material recolhido é doado a uma entidade assistencial, que o processa e comercializa, destinando o lucro para suas atividades assistenciais. A coleta seletiva criou condições técnicas para a implantação de uma usina de compostagem na cidade, pois boa parte do material inorgânico (metais, vidros, etc.) já é separado, reduzindo os custos de operação da usina. A instalação da usina de reciclagem de Vitória-ES, Brasil, em 1990, em um antigo "lixão", evitou enormes prejuízos ambientais e reuniu trabalhadores que viviam em condições sub-humanas, explorados pelas "máfias do lixo", controladas por aparistas e sucateiros, dando-lhes melhores condições de trabalho e remuneração. Da avaliação dessas experiências, pode-se dizer que a participação da população é a principal condição para o sucesso da coleta seletiva.

Resultados
Ambientais
Os maiores beneficiados por esse sistema são o meio ambiente e a saúde da população. A reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais - que representam em torno de 40% do lixo doméstico - reduz a utilização dos aterros sanitários, prolongando sua vida útil. Se o programa de reciclagem contar, também, com uma usina de compostagem, os benefícios são ainda maiores. Além disso, a reciclagem implica uma redução significativa dos níveis de poluição ambiental e do desperdício de recursos naturais, através da economia de energia e matérias-primas.

Econômicos
A coleta seletiva e reciclagem do lixo doméstico apresenta, normalmente, um custo mais elevado do que os métodos convencionais. Iniciativas comunitárias ou empresariais, entretanto, podem reduzir a zero os custos da prefeitura e mesmo produzir benefícios para as entidades ou empresas. De qualquer forma, é importante notar que o objetivo da coleta seletiva não é gerar recursos, mas reduzir o volume de lixo, gerando ganhos ambientais.

Políticos
Além de contribuir positivamente para a imagem do governo e da cidade, a coleta seletiva exige um exercício de cidadania, no qual os cidadãos assumem um papel ativo em relação à administração da cidade. Além das possibilidades de aproximação entre o poder público e a população, a coleta seletiva pode estimular a organização da sociedade civil.

Como o Lixo Doméstico Vira Benefício
Reciclar significa repetir um ciclo. E para compreendermos a importância da reciclagem, temos de transformar o conceito de lixo. O lixo, quando descartado de forma correta, se transforma em matéria-prima. A reciclagem surgiu como uma maneira de inserir no sistema uma parte da matéria que se tornaria lixo e, consequentemente, contribuiria para a poluição do planeta. Quando coletados, são separados e processados para serem utilizados como matéria-prima na manufatura de outros materiais, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Reciclar contribui para a redução da poluição do solo, da água e do ar, melhora qualidade de vida da população e contribui para manter a cidade limpa, aumenta a vida útil dos aterros sanitários, gera empregos, entre outras vantagens. Praticamente, todos os materiais podem ser reciclados. Só para se ter uma ideia aqui estão alguns exemplos de lixos domésticos que, com a reciclagem, se transformam em novos materiais.

O aço, por exemplo, é 100% reciclável, se descartado no meio ambiente, se reintegra à natureza em cinco anos. De acordo com a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), as latas recicladas são transformadas em novas latas, com grande economia de matériaprima e energia elétrica. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, neste caso a reciclagem proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. Com garrafas pet podem ser produzidos diversos materiais como estofamentos, carpetes, enchimento para sofás, cadeiras, travesseiros, cobertores, tapetes, cortinas, lonas para toldos e barracas, roupas esportivas, entre tantos outros materiais. Já os plásticos são materiais, que como o vidro, ocupam um considerável espaço no meio ambiente e podem poluir de forma considerável. Geram uma infinidade de materiais como novos materiais de vidro, cabos de panela, sacolas, baldes, cabides, entre outros.

Coleta seletiva de lixo: cores, tipos e separação do lixo

Papel, papelão, vidro, plástico, orgânico, resíduos perigosos e outros tipos de lixo. Veja o que á a coleta seletiva, como ela se classifica e as cores de cada tipo de lixo. Educação » Educação Ambiental » Normalmente o lixo gerado nas residências, comércios ou indústria são misturados em um mesmo local, são retirados pelos serviços de coleta de lixo e destinados aos aterros sanitários ou para a incineração. É desta forma que lidamos com o lixo, contudo não é a forma mais adequada, pois ao tratar o lixo desta forma estamos lançando na natureza produtos que levarão anos para se decompor, enquanto que novas matérias-prima deverão ser usadas para criar novos produtos que usaremos.

A reciclagem de lixo
Na década de 1980 foi constatato que algumas matérias-primas não renováveis estavam se esgotando ou se esgotariam, entre elas estavam opetróleo. Foi a partir dai que a ideia da reciclagem começou a ser considerada. No Brasil a reciclagem encontrou um forte aliado, a economia. Muitas pessoas trabalham com a reciclagem não porque esteja assim tão preocupado com o meio ambiente, mas porque dá lucro fazer reciclagem. Seja lá qual for a motivação, o fato é que hoje reciclamos muito, porém este muito ainda significa um percentual pequeno diante de tudo que pode ser reciclado no Brasil.

Coleta seletiva do lixo

A coleta seletiva do lixo constitue em separar o lixo em grupos distintos, cada um com tipos de lixo correspondente com sua classificação. Sem o processo da separação do lixo não é possível fazer reciclagem, pois nas usinas de tratamento e reclagem idealmente o lixo já deve chegar o mais separado possível. Separação do lixo A separação do lixo é feita da seguinte maneira, devem ser colocados cestos de lixos com identificação para lixos de papéis, plásticos, metais e/ou alumínio, vidros, orgânicos, etc. Cada um deverá possui uma cor de identificação que facilita a coleta. As cores correspondentes são: Cor Azul Amarelo Verde Vermelho Marrom Laranja Preto Cinza Roxo Branco Papel/papelão Metal Vidro Plástico Orgânico Resíduos perigosos Madeira Resíduos gerais não recicláveis ou misturados, ou contaminado não passível de separação Resíduos radioativos Resíduos ambulatoriais e de serviço de saúde Tipo de lixo

Tabela de cores e tipos de lixo: Coleta Seletiva de Lixo Para fazer a coleta seletiva de lixo é preciso que os serviços de coletagem do lixo consiga recolher e destinar o lixo como classificado. De nada adianta uma pessoa fazer a classificação do lixo em casa e este ser misturado no caminhão que recolhe o lixo. Portanto, este não é um processo individual e sim coletivo. Algumas cidades do Brasil já fornecem o serviço de coleta seletiva nas residências. Essas cidades são: Curitiba (PR), Itabira (MG), Londrina (PR), Santo André (SP), Santos (SP), Diadema (SP) e Goiânia (GO).

Definição Coleta seletiva de lixo é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma, os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos). Este último tipo de lixo é descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos. A reciclagem No sistema de coleta seletiva, os materiais recicláveis são separados em: papéis, plásticos, metais e vidros. Existem indústrias que reutilizam estes materiais para a fabricação de matéria-prima ou até mesmo de outros produtos. Descarte apropriado de alguns tipos de lixos: Pilhas, baterias comuns e de celular também são separadas, pois quando descartadas no meio ambiente provocam contaminação do solo. Embora não possam ser reutilizados, estes materiais ganham um destino apropriado para não gerarem a poluição do meio ambiente. Medicamentos não devem ser descartados junto com o lixo orgânico, pois possuem substâncias químicas que podem contaminar o solo e a água. Algumas redes de farmácias possuem pontos de coleta de medicamentos que não são mais usados. Lâmpadas fluorescentes também necessitam de descarte especial. Em seu interior, uma lâmpada deste tipo possui vapor de mercúrio, gás tóxico, que contamina o ar quando quebrada.

Algumas lojas de materiais elétricos e de construção possuem pontos de coletas destes materiais. Os lixos hospitalares também merecem um tratamento especial, pois costumam estar infectados com grande quantidade de vírus e bactérias. Desta forma, são retirados dos hospitais de forma específica (com procedimentos seguros) e levados para a incineração em locais especiais. Importância A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresa, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema importância para o desenvolvimento sustentável do planeta.

O que é?
O Programa Coleta Seletiva tem o objetivo de reduzir o impacto ambiental gerado pela produção de resíduos da nossa cidade, destinando corretamente os materiais para reciclagem, reaproveitamento ou descarte. O programa consiste na coleta porta-a-porta e no sistema de entrega voluntária dos materiais recicláveis nos chamados LEV’s (Locais de Entrega Voluntária) e Ecopontos. Cada dia da semana, um bairro participante da coleta, recebe um caminhão especial que leva os resíduos secos. Os materiais coletados são encaminhados para a reciclagem e reaproveitamento. Outro caminhão – que habitualmente já recolhia o lixo comum – continua passando nos bairros, recolhendo desta vez apenas os resíduos úmidos. O lixo úmido continuará sendo recolhido pelo caminhão de coleta como habitualmente. Desta forma cada bairro participante do programa recebe dois caminhões coletores, um para os resíduos secos e outro para os úmidos. O de resíduos secos avisa quando está próximo com um efeito sonoro. Para conhecer o itinerário e os dias de visita do caminhão da Coleta Seletiva em cada bairro clique aqui. A Usina de Processamento de Lixo - UPL da cidade está em construção, e quando finalizada realizará a separação dos materiais recicláveis em parceria e sob responsabilidade de catadores de materiais recicláveis organizados em cooperativas.

Você é quem ganha
Ao realizar a coleta seletiva, nossa cidade cria condições de preservação ambiental e reduz os problemas urbanos gerados pelo gerenciamento incorreto do lixo. Observe alguns dos benefícios do programa: • Reduz a extração dos recursos naturais; • Diminui a poluição do solo, da água e do ar; • Economiza energia e água; • Possibilita a reciclagem de materiais que iriam para o lixo; • Diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias; • Diminui o desperdício; • Melhora a limpeza e higiene da cidade; • Previne enchentes; • Diminui os gastos com a limpeza urbana; • Cria oportunidade de fortalecer cooperativas; • Gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis; Vamos fazer a nossa parte, e tornar a nossa cidade cada vez mais sustentável.

Tempo de decomposição Tempo (aproximado) de decomposição de materiais A tabela de tempo de decomposição de materiais é um poderoso instrumento de sensibilização que, invariavelmente, faz as pessoas pensarem na sua responsabilidade individual com relação ao lixo. Há porém, muita variação da informação . Isso se deve ao fato de que o tempo de decomposição deverá variar de acordo com as condições do solo ou ambiente em que os materiais foram descartados. A campanha do Ziraldo por exemplo se refere a materiais descartados na água do mar que tem condições de acidez, oxidação entre outras que vão afetar o material diferentemente do descarte no solo. De qualquer maneira esses dados são incontestes no que se refere ao fato de que o lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira e devemos portanto verificar todas as possibilidades de reintroduzí-lo na cadeia produtiva da reciclagem ou de aumentar o seu ciclo de vida.

FONTE:
Material

Campanha Ziraldo

Comlurb website

SMA São Sebastião

DMLU POA

UNICEF website

Casca de banana ou laranja Papel Papel plastificado pano Ponta de cigarro Meias de lã Chiclete 5 anos Madeira pintada 13 anos Fralda descartável Nylon Mais de 3 anos Sacos plásticos Plástico Metal Couro Borracha Alumínio Vidro Garrafas plásticas 3 a 6 meses

2 anos

2 a 12 meses De 3 meses a vários anos 2 a 4 semanas 3 meses

1 a 5 anos 6 meses a 1 ano 5 anos 10 a 20 anos 10 a 20 anos 5 anos De 3 meses a vários anos 1 a 2 anos

5 anos

5 anos 14 anos 600 anos 30 anos

30 a 40 anos Mais de 100 anos Mais de 100 anos Até 50 anos Até 50 anos Tempo indeterminado 80 a 100 anos Mais de 100 anos 450 anos 10 anos 100 anos 450 anos

Mais de 1000 anos Mais de 10 mil 1 milhão de anos Indefinido anos Indefinido

200 a 500 anos

200 a 500 anos

Indeterminado 4 mil anos

Longa vida Palito de fósforo

100 anos 6 meses

PLÁSTICO
RECICLÁVEL Copos Garrafas Sacos/Sacolas Frascos de produtos Embalagens Pet (Refrigerantes, Óleo, Vinagre,...) Canos e Tubos de PVC Caneta (Sem a tinta) Tampas Embalagens tipo Tupperware Embalagens de produto de limpeza NÃO RECICLAVEL Embalagem Metalizada (Café e Salgadinho) Isopor e bandejas de isopor Cabos de Panelas Espuma Bandejas de plástico Acrílico

PAPEL
RECICLÁVEL Jornais e Revistas Listas Telefônicas Papel Sulfite/Rascunho Papel de Fax Folhas de Caderno Formulários de Computador Caixas em Geral (ondulado) Aparas de Papel Fotocópias Envelopes Rascunhos Cartazes Velhos Caixa de Pizza Cartolinas e papel cartão NÃO RECICLAVEL Papéis Sanitários (papel higiênico) Papéis Plastificados Papéis engordurados Etiquetas adesivas Papéis Parafinados Papel carbono Papel celofane Guardanapos Bitucas de Cigarros Fotografias

VIDROS

RECICLÁVEL Potes de conservas Embalagens Frascos de remédios vazios Copos Cacos dos produtos citados Vidros Especiais (Tampa de forno e icro ondas) Garrafas

NÃO RECICLAVEL Espelhos Boxes Temperados Louças Óculos Cerâmicas, porcelanas, pirex Tubos de TV e monitores Para-brisa de carros

METAL
RECICLÁVEL Tampinhas de Garrafas Latas Enlatados Panelas sem cabo Ferragens Arames Chapas Canos Pregos Cobre Embalagem de marmitex Papel alumínio limpo NÃO RECICLAVEL Clipes Grampos Esponja de Aço Aerossóis Latas de Verniz Latas de solventes Químicos Latas de inseticidas