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2.

MASSA
Neste capítulo são estudados tópicos referentes à massa, e à equação de balanço de massa.

2.1 MASSA ! "M S#S$!MA A massa do sistema, m na equação abai%o, costuma aparecer por si só, ou relacionada com o volume &'eometria( do sistema, e a densidade &ou )olume específico( da subst*ncia do sistema &+1.,(.
dm  = Σm dt

Sistema Homogêneo. Se toda a massa - composta de uma .nica subst*ncia, e toda ela est/ nas mesmas condiç0es, então todos seus elementos tem a mesma densidade1 assim2
m
(ρ)

V

m = ρV

ou

m=

V v

Sistema Heterogêneo. Neste caso, a densidade )aria de ponto para ponto. 3onsiderando elementos infinitesimais de )olume em cada ponto, a massa destes ser/ dada por2
dm = ρ dV .

Sendo a massa uma quantidade aditi)a2
a massa do sistema é a soma da massa dos componentes

assim e

m = Σ dm , m = Σ ρ dV .

No limite, com um n.mero infinito de pontos de )olumes infinitamente pequenos, a mal4a da fi'ura apro%ima5se de um meio contínuo, e a soma torna5se uma inte'ral de )olume &inte'ral tripla, )isto que dV 6 d%.d7.d8(.

dV dm
z y x

m = ∫ ρ dV
V

) f dt . e o flu%o de massa unit/rio são respecti)amente  V = )f A  m = ρ) f A . a )a8ão )olum-trica e o flu%o de massa atra)-s de cada elemento são dados por2 n A pois somente as partículas contidas neste )olume terão tempo de passar.A V f . Fluxo Não-uniforme.aquela limitada pelo )olume dVf . e o flu%o de massa  = ρ) f .a componente normal à /rea A da velocidade relativa )r do fluido em relação à /rea A . a massa contida no )olume transportado dmtrans = ρ dV f . pode ser um dado em um sistema. no referencial da /rea A &pois a própria /rea pode estar se mo)endo(. ser/  = ) . no inter)alo de tempo dt. dt dVf vr dxf vf . A dist*ncia dxf . referencial observador referencial da área v v A v r Assim. =ortanto.2 9:". dV f = A. A m . e a ta%a de transporte de )olume.e. 3onsiderando elementos infinitesimais de /rea. Apenas a componente normal . tem5se a se'uinte relação cinem/tica2 a massa que passar/ atra)-s da superfície de área A. ou estar relacionado com a )elocidade e densidade dos fluidos que fluem para dentro e para fora do sistema. a )elocidade e a densidade podem )ariar de ponto para ponto sobre a superfície. . a )a8ão )olum-trica unit/ria &por unidade de /rea(.< ! MASSA  . Fluxo Uniforme. ..respons/)el por le)ar as partículas de fluido a se apro%imar e atra)essar a /rea.dada por dx f = ) f . dado por dV f = A. i. velocidade de fluxo. 3onsiderando a fi'ura abai%o. vazão volumética. 9inalmente. na equação de balanço de < flu%o de massa m massa. dt onde )f . Neste caso.2. dx f .

dm dL = . respecti)amente1  i. dm e sendo dm = ρdV tem5se dS = ρs.A dA . dV V Note5se que os inte'randos representam densidades de ener'ia. efetuando inte'rais de )olume obt-m5se E = ∫ ρe dV V S = ∫ ρs dV V   L = ∫ ρ.. dA dm e os totais sobre a /rea serão  = ) dA V ∫ f A  = ∫ ρ ) f dA m A 2. e dos flu%os destas 'rande8as atra)-s do sistema. quantidades por unidade de )olume. . entropia e momentum em um sistema. dm dS = s. dA dV f  = ρ) f .2 podem ser utili8ados para determinação das quantidades de ener'ia.$!NS#AAS <s conceitos )istos em +2. dm E = me S = ms   L = m  = ) ..1 e +2. >?AN !@AS !. s e  pode5se escre)er que   dE = e. 3aso e. s e  seBam uniformes no )olume. de entropia e de momentum.e. dV z y x dm dE dS dL  3om as propriedades específicas e. dV   dL = ρ. dV portanto.  Quanti a es e E! S e L . dV dE = ρe.

 2.s S     L=m . ec = )2 2 .definida como L = m. Fluxos e E! S e L . dA dm tem5se  = ρe.e E  =m  . dL = dm dE c = dm. Momentum. A quantidade de mo)imento . a necessidade de se determinar os )alores das propriedades específicas da subst*ncia contida no sistema.  =m  .   dL = dm. s e  seBam uniformes na /rea.definida como E c = m) 2 E 2 . ) 2 E 2 portanto.) v dm portanto   = ) "nergia #in$tica. Aer5se5/.C =?<=?#! A !S !S=!3D9#3AS $orna5se e)idente. 3onsiderando um elemento de massa. .s dS     .  .) 3onsiderando um elemento de massa. sendo  = ρ) f . a'ora. A ener'ia cin-tica . ) f dA A  3aso e. que estas propriedades são funç0es de par*metros din*micos e termodin*micos do sistema.e dE  = dm  . pelo )isto nas secç0es anteriores.  <s flu%os de E. ) dA E ∫ f A  = ρs. S e L atra)-s de um elemento de /rea dA são dados por  = dm  . ) dA S ∫ f A    L = ∫ ρ.

determinada e%perimentalmente 3onsiderando um elemento de massa T P m dU = dm.dada por uma função de T.p(. lo'o s = s&T . A )ari/)el z .uma função termodin*mica. p( referencial gravitacional 0 dE g = dm.u&T. !ner'ias de nature8a IinternaI da mat-ria1 i. no caso da Terra usa5se go 6 ' &F.G mEs2(. o%i'Jnio. Arbitrariamente.s&T. 3onsiderando um elemento de massa z g u = u& T ."nergia %otencial &ra'itacional.dada por E g = mg ′z .fi'ura(. p( portanto. ma'netismo etc(.p. A ener'ia 'ra)itacional. resultantes das interaç0es entre suas partículas &mol-culas etc( são usualmente en'lobadas em uma função U. onde s outra função termodin*mica.p(. S 6 S&T. onde g' . <bser)a5se que U 6 m. dS 6 dm.a aceleração local da 'ra)idade =ró%imo à superfície do planeta g' 6 go .. p. gz portanto. que depende da subst*ncia &/'ua. e g = gz . onde u .p. "nergia ($rmica! Qu)mica! *utras e "ntropia. em sentido in)erso a este )etor &). da temperatura T. ser/ considerada apenas a parcela de ener'ia relacionada à a'itação t-rmica das mol-culas e às forças entre elas1 assim U 6 U&T.e. e de outras )ari/)eis conforme o caso &eletricidade. . e m.m(1 e. estipulando5se que E' 6 H para z 6 H. S 6 m.m(. da pressão p.contada na direção paralela ao vetor gravidade. metano etc(. para pequenas )ariaç0es de posição . Na maioria dos problemas que serão abordados aqui. 3onsiderando um elemento de massa.s. tamb-m. u&T . se estabelece um referencial &ori'em z6H( con)eniente para cada caso. p( A entropia tamb-m .

K 9"NLM!S $!?M< #NNM#3AS As funç0es termodin*micas para )olume específico v e densidade ρ . e entropia específica s . ener'ia interna específica u . são apresentadas no pró%imo capítulo.?esumindo   = ) u = u& T . p( 2. . p( ec = )2 2 e g = gz s = s& T .