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Relatório Lei de Hooke (Para uma mola

)

Disciplina: Física Experimental Docente: Vitor Meireles Grupo 2 Alunos: Rita Cota-1110632 Miguel Vale-1130689 João Ribeiro-1111263 Curso: Engenharia de Instrumentação e Metrologia Data de Entrega: 22 de Novembro de 2013

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.................Indice 1.......................................................... Conclusão ...................... Introdução Teórica ........ Resultados Obtidos Experimentalmente: .........Anexos ............................................................. 4 3........................................ 5 4............................................................................. Procedimento experimental ............................................................................................................ 9 5......................... 10 2 ....................................................... 3 2...........................

3 . Então se F é proporcional a x. Robert Hooke ao estudar estas distensões chegou à conclusão que.Introdução Teórica Hooke ao estudar as distensões elásticas considerou uma mola presa num suporte presa pelo seu extremo superior e aplicando uma força “F” no extremo inferior.1. A essa distensão chama-se constante elástica pois. a distensão na mola será 2Δx. a mola retorna à forma inicial. enquanto a Fig. esta sofre uma distensão “Δx”. distensão for elástica.Montagem experimental. “A força aplicada na mola é proporcional à sua distensão”. no caso das distensões. A expressão “F = kΔx” caracteriza a “lei das distensões elásticas ou Lei de Hooke”. quando a força “F” é retirada. Isto é. se a força aplicada for 2F. chamada constante elástica da mola (k = N/m). podemos escrever: F = -kΔx Onde k é uma constante de proporcionalidade característica da mola.

4 – Prender o saco na mola1 com determinada massa e medir o alongamento sofrido pela mola. 9 – Calcular a constante elástica para as duas molas usando a expressão. 4 . 5 – Repetir o ponto varias vezes. variando as massas. 6 – Medir o comprimento da mola2 no estado de repouso. 7 – Prender o saco na mola2 com determinada massa e medir o alongamento sofrido pela mola.Procedimento Experiêncial 1 – Montagem do suporte a utilizar na experiência. 2 – Medir o comprimento da mola1 no estado de repouso. 8 – Repetir o ponto varias vezes. f = -kΔx <=> 10 – Discussão dos resultados. k=│f/Δx│. 3 – Medir as massas dos parafusos e do saco. variando as massas.

7 22.9 F (N) K (constante) 0.83 4.1 18.797 0.27 100.7 27.4 26.2 12.92 62.76 42.986 1.22 Ensaios Massa (g) 1 2 3 4 5 6 23.5 Massa da mola (g) 14.44 4.Resultados Obtidos Experimentalmente: Experiência A Comprimento inicial da mola (cm) 9.56 4.2 1.48 119.233 0.4 0.609 0.2 36.resultados obtidos na experiência A experiência A 6 5 4 F (N) 3 2 1 0 0 0.0 17.421 0.68 Diferença entre o Comprimento comprimento da mola com da mola com saco (cm) o peso e a mola normal (cm) 13.79 4.36 Gráfico 1 .2 0.7 22.4 K (constante) Series1 Linear (Series1) y = -1.2141x + 5.6 0.7927 5 .8 1 1.68 4.11 81.174 5.6306 R² = 0.5 31.2 8.6 4.

19 119.77 R² = 0.50 215.49 8.5 3 6 .2 16.6505 Series1 Linear (Series1) 2.67 Gráfico 2 .58 Diferença entre o Comprimento comprimento da mola com da mola com saco (cm) o peso e a mola normal (cm) 15.114 2.17 9.84 8.1 F (N) K (constante) 0.6 36.82 Ensaios Massa (g) 1 2 3 4 5 6 81.3 48.7 37.5 Massa da mola (g) 42.5 K (constante) 2 y = -8.Experiência B Comprimento inicial da mola (cm) 12.172 1.4 8.584 2.43 282.8 32.2 2.796 1.772 29.50 263.9 44.7 21.5 1 1.49 13.643 2.2627x + 27.9 29.00 7.resultados obtidos na experiência B Experiência B 30 25 20 F (N) 15 10 5 0 0 0.53 167.4 24.

87 28.77 R² = 0.2627x + 27. Diferença entre o Comprimento comprimento da mola com da mola com saco (m) o peso e a mola normal (m) 48.172 0.19 2.796 7. para ver como a mola se comporta quando é lhe retiradas as massa até não ter nenhuma.Experiência C Nesta experiência vamos fazer o inverso do que fizemos na experiência B.114 1.52 9.9 21.1 45.4 32.43 215.8 29.67 7.5 1 1.3 2.50 119.53 81.3 24.6505 Series1 Linear (Series1) 7 .772 2.50 167.5 K (constante) 2 2.9 37.43 Gráfico 3 – resultados obtidos na experiência C Experiência C 30 25 20 F (N) 15 10 5 0 0 0.8 Ensaios Massa (kg) F (N) K (constante) 1 2 3 4 5 6 282.5 3 y = -8.4 16.1 15.58 263.6 9.584 2.6 36.85 8.72 12.643 1.

Gráfico 4 – resultados obtidos no tratamento de dados. comparando a experiência B com a experiência C Comparação de B e C 30 25 K (constante) 20 15 10 5 0 1 2 3 4 5 6 8 .

sofrendo apenas uma mínima variação.a sendo “a” a aceleração gravítica).k. ao serem retirados os pesos esta voltava à sua forma inicial. maior será a força exercida sobre a mola. Na experiência B e C vimos que se acrescentar massas ou retirar as massa na mola ela no fim de tudo vais voltar a sua posição inicial Outra conclusão que podemos aferir é que a elasticidade das molas nunca foi ultrapassada visto que. menor vai ser a sua distensão. logo maior será a distensão.Δx. ou seja à força aplicada. K é sempre positivo. Também podemos aferir que quanto mais “dura” for a mola.Conclusão: Sabe-se que a constante elástica (k) é calculada pela expressão Fel = . quanto maior for a massa (F=m. que segundo esta. onde o sinal negativo significa que o vector força elástica possui um sentido oposto ao vector deformação. 9 . De acordo com os resultados obtidos podemos confirmar a lei de Hooke.

 Anexo 1 – Diagrama dos Corpos Livres  Anexo 2 – Formulário 10 .

Diagrama dos corpos livres Fel P Fel – força elástica P – Peso 11 .

g  Para o cálculo da constante elástica (K): F= -kx 12 .Formulário  Para o cálculo da média da massa: ∑  Para o cálculo da diferença entre o comprimento da mola com o peso e a mola normal Valor das medições da mola com o saco – comprimento inicial da mola  Para o cálculo da média da diferença entre o comprimento da mola com o peso e a mola normal: Comprimento inicial da mola – valor das medições da mola com o saco ∑   Aceleração considerada o valor da gravidade Para o cálculo do F: F = m.