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MANUAL DO MINISTRO

Como celebrar as cerimônias do dia-a dia de uma congregação

ÍNDICE
Cerimônia de casamento O batismo Recepção de novos membros A Santa Ceia Dedicação de crianças Ação de graças por aniversário de quinze anos Ministério aos en ermos O cu!to "nebre Dedicação de temp!o Apresentação de obreiros da igre#a !oca! Ordenação de ministros $odas de prata

$odas de ouro

CERIMÔNIA DE CASAMENTO O casamento é uma instituição civil e religiosa, estando, portanto, sujeito a regulamentos jurídicos. O pastor deve familiarizar-se com as leis do Estado e da Nação onde estiver celebrando esta cerim nia, pois s! assim manter" sua consci#ncia tran$%ila, sabendo $ue est" cumprindo os re$uisitos da lei. &lém disto, deve manter um registro no $ual far" constar os casamentos realizados em sua igreja, com todos os dados necess"rios, e a assinatura dos c njuges, das testemun'as e do ministro oficiante. & cerim nia pode ser celebrada no templo, ou em uma casa particular, mas sempre na presença de testemun'as. (onvém $ue o pastor e os c njuges ensaiem antecipadamente a ordem do programa da cerim nia para evitar confus)es. O pastor deve orientar e participar de um ensaio com as pessoas envolvidas, mostrando como se deve entrar e sair durante uma cerim nia nupcial. Nota: Em algumas cidades brasileiras, o pastor, antes de realizar a cerim nia religiosa, e*ige dos nubentes a certidão de casamento civil. +orém, em outras cidades, o pastor realiza o (asamento ,eligioso para Efeitos (ivis. Nesse -ltimo caso, antes de realizar a

Na semana seguinte / cerim nia. +astores $ue e*igem antecipadamente a apresentação da certidão de casamento civil estão. devidamente registrada.cerim nia. encamin'a ao cart!rio o 0ermo de (asamento . . .eligioso para Efeitos (ivis. o casal ou um de seus familiares. comprovando a realização da cerim nia religiosa. inadvertidamente e sem necessidade. o pastor realiza o (asamento .e posse desse documento. Essa certidão é re$uerida junto ao cart!rio do distrito de resid#ncia de um dos nubentes. o pastor e*ige dos noivos a certidão de 'abilitação para eles poderem se casar. colocando-se em uma posição inferior a da autoridade civil.eligioso para Efeitos (ivis. e solicitando a (ertidão de (asamento.

de !.CERIMÔNIA 1 Instituição do casamento Os noivos estarão juntos. para o compan'eirismo. 1O casamento foi ordenado para dar continuidade . o noivo " direita da noiva# Diri$indo%se " i$reja. e santificado pela presença de nosso 2en'or nas bodas de (ana da 3aliléia. isto é. o ministro dir&: 1Estamos reunidos na presença de .eus e destas testemun'as para solenizar diante do 0odo-poderoso o casamento deste 'omem e desta mul'er. o apoio e o consolo $ue os esposos devem proporcionar um ao outro en$uanto viverem. &s 2agradas Escrituras nos dizem $ue digno de 'onra entre todos é o casamento.eus. diante do ministro. considerando-se os fins para os $uais ele foi ordenado.eus. 1O casamento é um estado 'onroso estabelecido por . e o consagram como símbolo da união mística entre (risto e sua 4greja. 1O casamento deve ser contraído com rever#ncia e no temor de .

$ue assim como o 2en'or ?esus (risto esteve presente nas bodas de (ana da 3aliléia. a santidade e a verdade de geração em geração. +ode-se dizer $ue o casamento é o contrato jurídico de uma união espiritual. . 1& +alavra de .esde então os seres 'umanos o t#m praticado e. de modo $ue a lembrança desta 'ora santa os fortaleça e os console em meio a todas as provas e mudanças $ue o futuro l'es trou*er. $ue vão fazer um juramento solene diante de ti e destas testemun'as. o t#m legalizado.1 Oração 1Nosso +ai e ./ sagrada instituição da família. >altar" algo sublime em nossas 'oras mais felizes se tu não nos acompan'ares com tua b#nção. 2uplicamos-te. 1No jardim do 5den. pois. @ue a . 1+edimos $ue a b#nção de tua presença seja uma realidade na vida deste 'omem e desta mul'er. . &$ueles $ue se casam decidiram aceitar este estado 'onroso.mediante a boa ordem familiar -.eus instituiu essa união / partir do primeiro casal 'umano. nen'um dos nossos prazeres ser" perfeito se tu não o tomares completo. e para $ue os fil'os.eus e*pressa $ue o casamento deve ser 6digno de 'onra entre todos6 78ebreus 9:.eus. para dar-l'e consist#ncia. O casamento contribui também para o bem-estar da sociedade e para transmitir . a pureza. $ue são 'erança do 2en'or. durante esta cerim nia. assim também n!s possamos desfrutar do gozo de tua divina presença agora.eus. a fim de tornar feliz toda a 'umanidade.<=. sejam criados em retidão e respeito /s coisas de .

amai a vossas mul'eres. a +alavra de . pois. e para $ue voc#s ten'am luz em seu camin'o. como a seus pr!prios corpos. mas santa e irrepreensível.eus. ama-se a si mesmo. mantendo a fidelidade um para com o outro.plenitude de tua presença seja uma realidade em todas essas situaç)es. @uem ama a sua mul'er. nem ruga. maridos. nem coisa semel'ante. nunca ninguém odiou a sua . escrita para a instrução de voc#s. o teu amor e a tua direção neste casamento. para serem unidos diante de . até $ue a morte os separe.eus.1 'eitura ()(*ica Diri$indo%se aos noivos.eus. pela palavra. o ministro dir&: 1Aoc#s vieram a mim. a fim de apresent"-la a si mesmo igreja gloriosa. ministro de (risto. e a si mesmo se entregou por ela. para a santificar. como esposo e esposa. e compartil'arem tudo o $ue a vida d" e tudo o $ue ela tira. sejam elas de ri$ueza ou de pobreza. de alegria ou de tristeza. 1Ouçam. &mém. 4sto representa um passo sério e solene. onde um assume perante o outro o compromisso de enfrentar as circunstBncias $ue se l'es apresentarem. pelos santos laços do matrim nio. conforme o $ue foi ordenado por . &final de contas. purificando-a com a lavagem da "gua. &ssim devem os maridos amar a suas pr!prias mul'eres. sem m"cula. e manifesta a tua sabedoria.1 O ministro *era as se$uintes assa$ens ()(*icas: 1A!s. como também (risto amou a igreja. ! 2en'or. de sa-de ou de enfermidade.

eus e destas testemun'as. 14gualmente. 1A!s.e sorte $ue. mul'eres. e serão os dois uma s! carne. para $ue também.F=. e como sendo elas 'erdeiras convosco da graça da vida. +ois o marido é o cabeça da mul'er. como vaso mais fr"gil. v!s. conforme o $ue . submetei-vos a vossos maridos. sede submissas a vossos pr!prios maridos. pelo procedimento de suas mul'eres sejam gan'os sem palavra1 79 +edro :. antes a alimenta e sustenta. assim também as mul'eres o sejam em tudo a seus maridos1 7Efésios D. se alguns deles não obedecem / palavra.ED-::=. voc# promete. maridos. v!s. e a mul'er respeite a seu marido1 7Efésios D. e se unir" a sua mul'er. como também o 2en'or / igrejaC pois somos membros do seu corpo. mul'eres. receber GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva). &ssim também v!s. ame a sua pr!pria mul'er como a si mesmo. diante de .EE-E<=. para $ue não sejam impedidas as vossas oraç)es1 79 +edro :. o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo). sendo ele pr!prio o salvador do corpo. cada um em particular. +otos: Diri$indo%se ao noivo.9=. mas eu me refiro a (risto e / igreja. 12emel'antemente. 3rande é este mistério. dando 'onra / mul'er.pr!pria carne. assim como a igreja est" sujeita a (risto. como também (risto é o cabeça da igreja. como ao 2en'or. como sua legítima esposa para viver com ela. vivei com elas com entendimento. +or isso dei*ar" o 'omem a seu pai e a sua mãe. .

e manter-se fiel a ela en$uanto os dois viveremH1 O noivo res onder&: . ajud"-lo e cuidar dele na enfermidade ou na sa-de. e o ministro. na santa instituição do casamentoH +romete am"-lo. e manter-se fiel a ele en$uanto os dois viveremH1 A noiva res onder&: . 1Jsando esta aliança como símbolo de nossa união.eus. Diri$indo%se " noiva. o ministro dir& ao noivo: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo). segurando a aliança. $ue pen'or voc# dar" a GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da noiva) como testemun'o de suas promessasH1 O noivo por" a aliança sobre a Iíblia do ministro. voc# promete. Entre$a das a*ianças No caso da cerim. rometo#. consol"-la e proteg#-la na enfermidade ou na sa-de. diante de .-im. na santa instituição do casamentoH +romete am"-la. receber GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome do noivo) como seu legítimo esposo.-im. conforme o $ue foi ordenado por . na prosperidade ou na adversidade. 'onr"-lo.eus. na prosperidade ou na adversidade. unindo a ti o meu coração e a .eus e destas testemun'as. rometo#.nia inc*uir entre$a de a*ianças. 'onr"-la. dir" ao noivo $ue repita as seguintes palavras.foi ordenado por . eu me caso contigo. o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva). para viver com ele. respeit"-lo.

min'a vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.1 Entre$ando a a*iança ao noivo ara /ue e*e a co*o/ue no dedo anu*ar da noiva, o ministro dir& ao noivo: 1@ue esta aliança seja o símbolo puro e imut"vel do seu amor.1 Em se$uida, o ministro dir& " noiva: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva), $ue pen'or voc# dar" a GGGGGGGGGGGGGGGGGG {nome do noivo) como testemun'o de suas promessasH1 & noiva colocar" a aliança sobre a Iíblia do ministro, e este, segurando a aliança, dir" / noiva $ue repita as seguintes palavras; 1Jsando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a min'a vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.1 Entre$ando a a*iança " noiva ara /ue e*a a on0a no dedo anu*ar do noivo, o ministro dir& " noiva: 1@ue esta aliança seja o símbolo puro e imut"vel do seu amor.1 Oração Em se$uida os noivos se ajoe*0arão, e se o ministro ac0ar conveniente, e*e dir&:

1(omo sinal de fidelidade /s promessas $ue voc#s fizeram um ao outro, segurem agora a mão um do outro.1 O ministro co*ocar& a mão direita so(re as mãos unidas dos noivos e orar&, 1a2endo a Deus os se$uintes edidos: 1.eus eterno, (riador e (onsolador do g#nero 'umano, .oador de toda a graça espiritual, e &utor da vida eterna; &bençoa este 'omem e esta mul'er, a $uem abençoamos em 0eu nome, a fim de $ue eles vivam sempre em paz e em amor, conforme teus santos mandamentos, e conduzindo o lar e a vida deles de acordo com tua 2anta +alavra, através de nosso 2en'or ?esus (risto. 1,ogamos-te, ! .eus 0odo-poderoso, $ue continues a ser 2alvador e guia de suas almas imortais, para $ue, mediante a redenção de nosso 2en'or ?esus (risto, alcancem a gl!ria eterna. &mém.1 3ronunciamento Diri$indo%se " i$reja, o ministro dir&: 1Aisto $ue GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome dos noivos) consentiram ambos em ingressar no estado de matrim nio, diante de .eus e destas testemun'as, 'avendo ambos dado e empen'ado sua fé e palavra um ao outro, o $ue manifestaram pela união das mãos, eu os declaro marido e mul'er, casados em nome do +ai, do >il'o e do Espírito 2anto. &mém.1 1&$ueles aos $uais .eus uniu, nen'um 'omem os separe.1

45nção astora* O ministro co*ocar& a mão direita so(re as mãos dos noivos e dir&: 1@ue o .eus 0odo-poderoso, +ai, >il'o, e Espírito 2anto vos abençoe, vos guarde e vos manten'a firmes. @ue o 2en'or, em sua miseric!rdia, volte para v!s seus ol'os de 'armonia e vit!ria, e de tal maneira vos enc'a de sua graça e b#nçãos espirituais, $ue possais viver neste mundo em seu santo temor, e no mundo vindouro possais gozar da vida celestial e eterna. &mém.1 CERIMÔNIA 6 Instituição do casamento Diri$indo%se " i$reja, o ministro dir&: 1&mados irmãos e amigos, estamos reunidos na presença de. .eus e destas testemun'as para unir este 'omem e esta mul'er no santo matrim nio, $ue é um estado 'onroso, e portanto não deve ser contraído como se fosse algo sem muita significação, mas com rever#ncia, discrição e no temor de .eus. 1Este estado santo foi instituído por .eus $uando o 'omem ainda era inocente. .isse o 2en'or; 6Não é bom $ue o 'omem esteja s!, far-l'e-ei uma compan'eira $ue l'e seja id nea.6 .esta forma foram celebrados os primeiros laços deste sagrado pacto de matrim nio, pronunciando .eus estas palavras; 6+ortanto, dei*ar" o 'omem a seu pai e a sua mãe, e se unir" / sua mul'er, e ambos serão uma s! carne.6

com vaso mais fr"gil. realizando ali seu primeiro milagre. 1O ap!stolo +aulo nos faz ver o aspecto transcendental da união de um 'omem com uma mul'er $uando compara esse amor com o amor de (risto para com sua 4greja. o ministro dir&: 1Ouçam. . ama-se a si mesmo. como também (risto amou a igreja. vivei com elas com entendimento. a +alavra de . maridos. como a seus pr!prios corpos. e a si mesmo 2E entregou por ela. para a santificar. dando 'onra a mul'er.. nosso 2alvador. 6A!s. &s Iodas do (ordeiro. @uem ama a sua mul'er. escrita para a instrução de voc#s a respeito desse passo tão importante $ue voc#s estão para dar. pois.eus através de +aulo.1 'eitura ()(*ica Diri$indo%se aos noivos. ?oão nos faz ver $ue a 4greja é a noiva de (risto. amai a vossas mul'eres. 'onrou com sua presença e transformou com seu poder divino as bodas de (ana da 3aliléia.1(risto. a escol'ida entre todos os seres 'umanos. e como sendo elas 'erdeiras convosco da graça da vida. para $ue não sejam impedidas as vossas oraç)es.este modo ele realçou uma reunião terrena com uma manifestação sobrenatural. K4gualmente.. as bodas mais gloriosas $ue jamais foram vistas serão celebradas. 6 1+edro d" estas palavras de consel'o aos esposos. v!s maridos.L . O ap!stolo +aulo disse aos 6v6esposos. e $ue depois do arrebatamento da 4greja. &ssim devem os maridos amar a suas pr!prias mul'eres.

voc# arente res onder&: . como também (risto é o cabeça da igreja.a mesma forma. o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo). +otos Diri$indo%se ao noivo. 6A!s. o ministro er$untar&: 1@uem entrega esta mul'er para $ue ela se case com este 'omemH O ai da noiva ou outro . ouçam o $ue dizem as 2agradas Escrituras /s esposas.Eu a entre$o#. mul'eres. como o frisado de cabelos. sede submissas a AO22O2 pr!prios maridos & beleza das esposas não seja o enfeite e*terior. mas a beleza interior. mul'eres.61 Oração Entre$a da noiva Diri$indo%se " i$reja. submetei-vos a vossos maridos. no incorruptível traje de um espírito manso e tran$%ilo.e sorte $ue assim como a igreja est" sujeita a (risto. o uso de j!ias de ouro. assim também as mul'eres o sejam em tudo a seus maridos. como ao 2en'or +ois o marido é o cabeça da mul'er. $ue é precioso diante de .1. . ou o lu*o dos vestidos. v!s.eus...6 12emel'antemente.

rejeitando todos os demais 'omens. ser fiel a ela en$uanto os dois viveremH1 O noivo res onder&: . e. para viver com ela no santo estado do matrim nio. segundo o $ue foi ordenado por . rometo#. e repita cada um comigo.-im. em prosperidade . ser-l'e fiel en$uanto os dois viveremH A noiva res onder&: . Diri$indo%se " noiva. para viver com ele no santo estado do matrim nio. o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva). GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva). obedecer a ele e cuidar dele na enfermidade e na sa-de.recebe esta mul'er como sua legítima esposa. recebo voc#. o ministro dir&: 12egurem um na mão do outro. como min'a legítima esposa. deste dia em diante. segundo o $ue foi ordenado por . para $ue n!s dois sejamos um s!. em ri$ueza ou em pobreza. rejeitando todas as demais mul'eres. e. voc# recebe este 'omem como seu legítimo esposo.GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo). para os dias bons e para os dias maus. 'onr"-la e cuidar dela na enfermidade ou na sa-de.-im. rometo#.eusH Aoc# promete am"-la. Diri$indo%se aos dois. O noivo re etir& estas a*avras do ministro: 1Eu. 'onr"-lo.eusH +romete am"-lo.

para cuidar de voc# e l'e amar. /ue dir&: 1& Iíblia diz $ue $uando .61 1. 6E eu o verei para me lembrar da aliança eterna. em prosperidade ou em adversidade. GGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da noiva). até $ue a morte nos separe.1 .1 A noiva re etir& estas a*avras do ministro: 1Eu. como meu legítimo esposo. Aoc#s escol'eram estas alianças como sinal de seu matrim nio. recebo voc#. para cuidar de voc# e l'e amar.ou em adversidade.a mesma forma. para $ue os dois sejamos um s!. até $ue a morte nos separe. simbolizando a perpétua união de voc#s. para os dias bons e para os dias maus.eus fez um pacto com Noé. $ue representa os vínculos $ue unem esposos e esposas. 5 uma circunfer#ncia sem fim. é bom termos um sinal $ue nos lembre a realização deste solene ato nupcial. o ministro er$untar&: 1O $ue voc#s entregarão um ao outro como pen'or destes votosH O noivo dar& a a*iança ao ministro. deste dia em diante. em ri$ueza ou em pobreza. colocou no céu um arco-íris como sinal do pacto. GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo). e disse.1 Entre$a da a*iança Diri$indo%se aos dois. 1& aliança é feita de metal precioso.

Diri$indo%se ao noivo, o ministro dir&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo), tome esta aliança, colo$ue-a no dedo anular de sua noiva e repita comigo; 6(om esta aliança eu me caso com voc#, e l'e faço dona também dos meus bens terrenos, e por este ato declaro diante de .eus e das testemun'as $ue a recebo como min'a esposa, e $ue l'e serei fiel esposo.61 Diri$indo%se " noiva, o ministro edir& /ue e*a re ita as se$uintes a*avras: 1,ecebo esta aliança de suas mãos, e declaro, portanto, diante de .eus e destas testemun'as $ue l'e serei fiel tanto na alegria como na tristeza. 1(om esta aliança selamos duplamente nossos votos, e voc# partil'ar" comigo o símbolo de nosso casamento.1 Diri$indo%se aos dois, o ministro dir&: 1Aisto $ue voc#s j" declararam sinceramente o desejo de unirem-se em matrim nio, diante de .eus, e confirmaram o mesmo ao dar e receber as alianças, agora eu os declaro marido e mul'er em nome do +ai, e do >il'o, e do Espírito 2anto. &$ueles aos $uais .eus uniu, $ue nen'um 'omem os separe. 1Eu l'es e*orto a serem fiéis aos votos $ue voc#s fizeram a$ui. (om este casamento, voc#s iniciam uma vida nova com maiores responsabilidades. 2! encontrarão a verdadeira felicidade se cumprirem com as obrigaç)es $ue acabam de assumir.

1GGGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo), proteja esta mul'er $ue agora se submete ao seu cuidado, e esforce-se por viver no amor de .eus, de tal maneira $ue nen'uma ação ou palavra sua lance amargura sobre seu rosto, nem enc'am os seus ol'os de l"grimas. 1GGGGGGGGGG(nome da noiva), esforce-se por conservar com suas virtudes o coração $ue voc# con$uistou com sua graça. 1&os dois eu digo; 6Não permitam $ue na voz de voc#s se apaguem os tons ternos de carin'o, nem $ue os ol'os de voc#s percam o bril'o $ue os fazia resplandecer durante o noivado. +orém, e acima de tudo, esforcem-se para $ue .eus ocupe sempre o trono do lar $ue voc#s estão iniciando agora.1 45nção astora* O ministro dir& aos noivos /ue se ajoe*0em, e orar& assim: 1O 2en'or os abençoe e os guarde. O 2en'or faça resplandecer o seu rosto sobre voc#s e ten'a miseric!rdia de voc#s. O 2en'or sobre voc#s levante o seu rosto e l'es d# a paz.1 CERIMÔNIA 7 Instituição do casamento Diri$indo%se " i$reja, o ministro dir&:

1@uando ?esus foi c'amado com seus discípulos a uma festa de casamento, de boa vontade aceitou o convite, e ali deu início ao seu ministério e /s suas obras de poder. 5 por isso $ue também 'oje nos reunimos a$ui, como testemun'as perante .eus, das promessas $ue este 'omem e esta mul'er vão fazer um ao outro. Diri$indo%se aos noivos, o ministro dir&: 1Esta cerim nia matrimonial $ue est" sendo celebrada agora para unir voc#s com os sagrados laços religiosos, é a mais antiga cerim nia da 'ist!ria da 'umanidade. >oi celebrada no começo do mundo perante o pr!prio (riador como -nica testemun'a, convidado e ministro, e o $ue aconteceu antes est" acontecendo agora. O matrim nio nunca dei*ou de e*istir, pois sobreviveu no paraíso, e tem sido mantido pelo pr!prio .eus, para aliviar as dores e consolar as tristezas do nosso coração $uebrantado. &ssim ser" a cada um de voc#s, caso seus coraç)es abriguem o desejo de embelez"-lo e suaviz"-lo mediante o constante cuidado, mesmo nas mínimas coisas, mediante a paci#ncia e o sacrifício em favor do outro. 0udo isto colocamos diante de voc#s, e convocamos a$ui .eus como testemun'a, lembrando-l'es sempre $ue a oração constante l'es permitir" cumprir fielmente estas promessas. 2egurem agora a mão um do outro.1 +otos Diri$indo%se ao noivo, o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo), voc# aceita receber esta mul'er, cuja mão voc# est"

entrego-l'e esta aliança para $ue voc# a . 1Aoc# promete solenemente.segurando agora. aceito#. como sua legítima esposaH O noivo res onder&: .-im. Diri$indo%se " noiva.eus e destas testemun'as.eus e destas testemun'as. a $uem est" dando o seu nome e a $uem est" recebendo para cuidar dela e prover-l'e as necessidades. como seu legitimo esposoH1 A noiva res onder&: .-im.-im. diante de . o ministro dir&: assar a a*iança "s mãos 1Aisto $ue agora.eus l'e conceder vidaH1 O noivo res onder&: . rometo#. até $ue a morte os separeH1 A noiva res onder&: . unir-se a ele / fim de am"-lo e serl'e fiel durante toda a vida.-im. am"-la e defend#-la. aceito#. cuja mão voc# est" segurando agora. 1Aoc# promete solenemente. cuidar dela. e ser-l'e fiel en$uanto . como esposo. diante de . o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva). voc# aceita receber este 'omem. voc# é a cabeça da esposa. sob $ual$uer circunstBncia. Entre$a das a*ianças 3re arando%se ara do noivo. rometo#.

1 O ministro es erar& /ue o noivo co*o/ue a a*iança no dedo anu*ar da noiva.1 CERIMÔNIA 8 . em nome do +ai. completando ambos o círculo perfeito do dever $ue os torna uma s! pessoa. e do Espírito 2anto. e do >il'o. e dir&: 1&ssim.o +ai. como sinal de $ue a est" recebendo como esposa. a$uele Aarão de dores cujo ministério milagroso produziu grande regozijo na festa das bodas. o >il'o e o Espírito 2anto . &$ueles a $uem .sejam com voc#s para sempre. pode fazer do lar $ue voc#s estão iniciando uma morada de amor e paz . $ue nen'um 'omem os separe. e ronunciar& a se$uinte (5nção astora*: 1E agora.eus uniu. voc# cuidar" da sua esposa com a força de seu vigor e com seu amor protetor. 1Aoc#s usarão estas alianças como um vínculo de rever#ncia e fé profunda.colo$ue no dedo desta mul'er. pois.1 3ronunciamento 1Em nome de ?esus (risto e diante destas testemun'as.1 Oração e (5nção astora* O ministro edir& a Deus /ue a(ençoe o novo *ar. &mém. a$uele $ue vivendo no coração de voc#s. $ue a$uele $ue camin'ou em íntima comun'ão com o primeiro casal 'umano nos dias da inoc#ncia. eu os declaro marido e mul'er.

& instituição do casamento por . instituído por . a santidade e a verdade. Jns oram no princípio e também no final. Jns começam com a leitura de partes selecionadas das 2agradas Escrituras. outros com oração. +ortanto. o ministro deve verificar se os noivos j" cumpriram com os re$uisitos da lei civil. de acordo com o $ue os noivos preferirem. ele . 8" $uem omita tudo isso no princípio e o reserve para o final.& ordem do programa é dei*ada a critério do ministro. e ainda outros com reminisc#ncias oportunas de e*emplos bíblicos.eus foi uma concessão s"bia e benéfica para guardar a ordem social e transmitir -mediante a boa ordem familiar -. 1(risto aprovou o matrim nio $uando fez seu primeiro milagre. O 3ai Nosso 9o ciona*: Instituição do casamento Os noivos ermanecerão de testemun0as# 9o ! 0omem e a mu*0er: erante o ministro e as Diri$indo%se " i$reja. O mel'or é $ue cada ministro determine desde o princípio a forma de cerim nia $ue vai empregar. e santificou as bodas de (ana da 3aliléia com sua presença. antes $ue pecasse contra o seu (riador e fosse e*pulso do +araíso. +aulo afirma $ue o casamento é digno de 'onra entre todos. &ntes de realizar a cerim nia religiosa.eus $uando o 'omem ainda era inocente. a pureza. o ministro dir&: 1& Iíblia declara $ue o matrim nio é um estado 'onroso. de geração em geração.

1 Diri$indo%se " noiva. e cumprindo com todos os deveres de um esposo para com sua esposa. Diri$indo%se " noiva. como sua legítima esposaH +romete solenemente. voc# aceita este 'omem. voc# aceita esta mul'er. o ministro a rece(er& anteci adamente da mão do . diante de .eus e destas testemun'as am"-lo. 'onr"-la e consol"la. o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo).-im. en$uanto . mantendo-se fiel a ela.eus l'e conceder vidaH1 O noivo res onder&: .eus l'e conceder vidaH1 A noiva res onder&: .deve ser realizado com rever#ncia e no temor de . 'onr"-lo e consol"-lo. o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva).-im. en$uanto . mantendo-se fiel a ele e cumprindo com todos os deveres de uma esposa para com seu esposo. o ministro dir&: 1(omo sinal de sua união como esposo e esposa. cuja mão voc# est" segurando. cuja mão voc# est" segurando.eus. aceito e rometo#. aceito e rometo#. -e o noivo vai entre$ar uma a*iança " noiva.1 +otos Diri$indo%se aos noivos. como seu legítimo esposoH +romete solenemente diante de .eus e destas testemun'as. segurem na mão um do outro. am"-la.

eus e destas testemun'as. voc# aceita esta aliança da parte deGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome do noivo). da lembrança desta sagrada celebração e dos sacrossantos laços matrimoniais pelos $uais voc#s estão se unindo em matrim nio. e de $ue cumprir" fielmente os votos sagrados $ue voc# fez a eleH1 A noiva res onder&: . voc# entrega esta aliança a GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da noiva). e solenizado . como pen'or e prova de $ue a est" recebendo como sua legítima esposa. como prova e pen'or de amor verdadeiro. so*icitando /ue e*e a co*o/ue no dedo da noiva.noivo# Diri$indo%se a e*e. O ministro devo*ver& a a*iança ao noivo. até $ue a morte os separe.1 3ronunciamento 1Aisto $ue este 'omem e esta mul'er solenemente diante de . o ministro er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da noiva). o ministro *0e er$untar&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do noivo). e dir& aos dois: 12eja este o selo de sua fidelidade m-tua.-im#. t#m empen'ado sua fé e palavra um ao outro. Diri$indo%se " noiva.-im#. a $uem est" recebendo como seu legítimo esposo. como sinal de amor puro e sincero de $ue voc# a amara e cumprir" fielmente os votos sagrados $ue voc# fez a elaH6 O noivo res onder&: . do amor $ue voc#s sentem um pelo outro.

em sua miseric!rdia. e do >il'o e do Espírito 2anto. os guarde e os manten'a firmesC $ue o 2en'or. isso foi o seu nome. e . &mém. para ver como l'es c'amariaC e tudo o $ue o 'omem c'amou a todo ser vivente.eus o +ai. trou*e-os ao 'omem.eus uniu.esse compromisso com a união das mãos. 1. pois.1 3assa$ens ()(*icas O ministro selecionar" algumas das seguintes passagens para ler durante a cerim nia.oador de toda graça espiritual. (riador e 2oberano do g#nero 'umano. 8avendo.eus formado da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu. e $ue no mundo futuro voc#s possam desfrutar da vida eterna. volte para voc#s seu rosto a fim de abenço"-los rica e abundantemente. &ssim o . &juda-l'es a cumprirem e guardarem sempre os votos e promessas $ue fizeram neste memor"vel dia.eus o Espírito 2anto os abençoe. &mém.eus o >il'o. .eus eterno. &bençoa este 'omem e esta mul'er. &utor da vida eterna. &$ueles a $uem .isse o 2en'or . . >ar-l'e-ei uma adjutora $ue l'e corresponda.eus. e os enc'a do seu santo amor. de acordo com a ordem do programa.1 Oração e (5nção astora* O ministro dir& aos noivos /ue se ajoe*0em. estabelecida antecipadamente. e conc*uir& com a se$uinte oração e (5nção astora*: 1. Não é bom $ue o 'omem esteja s!. &juda-l'es dia ap!s dia a formarem o seu lar do $ual 0u ser"s o cabeça e o '!spede invisível. agora eu os declaro marido e mul'er em nome do +ai. 1@ue . $ue nen'um 'omem os separe. o 2en'or .

eus os julgar". e este adormeceuC tomou. 1A!s.1 7(olossenses :. levantando mãos santas. amai a vossas mul'eres. todos os dias de vida da tua vaidade. bem como o leito sem m"cula. os $uais . Então da costela $ue o 2en'or . pois.eus= com boas obras.1 7Eclesiastes P.9N-9P=. A!s. e unir-se-" / sua mul'er.9N-E<=. pois. sede submissas a vossos pr!prios maridos.igno de 'onra entre todos seja o matrim nio.1 79 0im!teo E. então. e serão os dois uma s! carne.Q-EFC 9E.EO. uma de suas costelas. 1. formou a mul'er.9<=. Outras passagens pertinentes +rovérbios F. /s aves do céu e a todos os animais do campo.9O:9 .9O-9E.1 73#nesis E. +ortanto dei*ar" o 'omem a seu pai e a sua mãe. pois do 'omem foi tomada.<C :9. Então o 2en'or . 13oza a vida com a mul'er $ue amas. não com trancas. @uero.. e fec'ou a carne em seu lugar. . com modéstia e sobriedade. mul'eres. mas 7como convém a mul'eres $ue fazem profissão de servir a .<=. $ue os 'omens orem em todo lugar.9<.isse o 'omem. as mul'eres se ataviem com traje decoroso.1 78ebreus 9:. 1@uero. $ue as mais novas se casem. Mas para o 'omem não se ac'ava adjutora $ue l'e correspondesse. e do teu trabal'o. pois aos devassos e ad-lteros . sejam boas donas de casa e não d#em ocasião ao advers"rio de maldizer. ou pérolas. e a trou*e ao 'omem. ou com ouro. e não as trateis asperamente.N-9OC D. maridos. sem ira nem contenda. +or$ue esta é a tua porção nesta vida.. Esta é agora osso dos meus ossos. e carne da min'a carneC ela ser" c'amada mul'er.eus fez cair um sono pesado sobre o 'omem. @uero $ue. do mesmo modo.E:C :9. $ue tu fazes debai*o do sol.eus tomou do 'omem.eus te deu debai*o do sol. ten'am fil'os.P=.'omem deu nome a todos os animais domésticos. todos os dias da tua vaidade. ou vestidos dispendiosos. como convém no 2en'or.

:O . Em virtude de seu car"ter sagrado. o contato direto $ue o (riador mantém com sua criatura. 0ambém são c'amadas ordenanças.eus. não estabelece um sistema rígido de culto. mas proporciona-l'e um espaço amplo. dentro da $ual ele possa render culto a .omanos F. O batismo por imersão est" de acordo com o significado simb!lico do . $ue é a 4greja.E-: 9 (oríntiosQ.Mateus 9P. 8". +ortanto.:-9E.EE. empregada na forma do batismo. e sim um relacionamento íntimo entre o ser 'umano e .99-9E E (oríntios Q.eus.9-F O BATISMO Os sacramentos O cristianismo neotestament"rio não é uma religião de ritos.N-P. porém. significa literalmente 1submergir1.9<-9N 0ito E. Esta interpretação est" confirmada por estudiosos do idioma grego e 'istoriadores eclesi"sticos.9Q 9 (oríntios F. o batismo e a 2anta (eia. através do Espírito 2anto. ou seja. por$ue são cerim nias ordenadas pelo 2en'or ?esus (risto.:-D 9 +edro :. estas cerim nias são descritas /s vezes como sacramentos. & palavra 1batizar1. j" $ue foram devidamente ordenadas. duas cerim nias $ue são essenciais.EP-:9 9 (oríntios 99. ou seja. coisas sagradas.

1Esta cerim nia de batismo nos lembra nossas obrigaç)es para com . O ministro ensinar" a estas pessoas as doutrinas cristãs. 1Mediante o sofrimento e*piat!rio do 2en'or ?esus (risto. &ntes da cerim nia. relacionamento $ue se c'ama novo pacto. @uando estiver convencido da conversão genuína destes candidatos. ele l'es instruir" sobre a necessidade do batismo em "gua. @uanto ao físico. &os $ue desejarem dar este importante passo.eus e para com os demais.batismo. @uanto ao espiritual. e assegurar deste modo a solenidade da cerim nia.9-9<=. para evitar batizar os $ue não deram ainda provas de verdadeira conversão. temos estabelecido um relacionamento com . morte. poder" pedir-l'es $ue assumam o seguinte compromisso $ue ele l'es lera. convém interrog"los $uanto /s suas convicç)es cristãs. . sepultamento e ressurreição 7. ou seja.omanos Q. Preparação dos candidatos 2! devem ser batizadas as pessoas $ue tiverem recon'ecido seu pecado. tiverem se arrependido e aceitado ?esus (risto como seu 2alvador pessoal. o ministro se reunir" com os candidatos aprovados a fim de prepar"-los física e espiritualmente para o batismo. segundo o $ual recebemos o perdão dos pecados e a vida eterna. acompan'ando o te*to bíblico com um manual de doutrinas cristãs. poder" mostrar aos candidatos como cruzar as mãos sobre o peito no momento antes da imersão na "gua.eus.

evitando a pecaminosidade e o $ue é reprov"vel. a criar os nossos fil'os no temor do 2en'or. e pelo amor as pessoas não-convertidas por $uem ?esus (risto também morreu.eus nos confiou. fiéis em nossos compromissos. a orar uns pelos outros. e e*emplares em nossa conduta. N!s nos comprometemos a evitar as murmuraç)es.+ortanto. e a ser fervorosos em nossos esforços por e*pandir o reino de nosso 2en'or e 2alvador ?esus (risto. para promover sua espiritualidade e para nos mantermos firmes em seu culto. 1@uanto ao nosso lar. n!s nos comprometemos a contribuir com alegria e regularmente para o sustento do ministério. e a buscar a salvação dos nossos entes $ueridos e de nossos con'ecidos. para os gastos da igreja. 1Em virtude de termos um s! 2en'or $ue nos une como irmãos em uma s! fé. as fofocas e a ira. n!s nos comprometemos a manter o culto doméstico e a oração em casa. para o au*ílio dos pobres e a e*pansão do evangel'o por todo o mundo. aproveitaremos a oportunidade para nos consagrar de novo e renovar nossas promessas. disciplina e doutrina. a nos ajudarmos em tempos de . N!s nos comprometemos a trabal'ar pelo progresso da igreja no con'ecimento e santidade. n!s nos comprometemos a velar uns pelos outros em amor fraternal. 1(omo administradores do $ue . n!s nos comprometemos a andar com prud#ncia e discrição diante do mundo. N!s nos comprometemos a ser justos em nosso relacionamento com os demais. 1Em virtude de nosso c'amado como crentes.

e e*a $raça de Deus o cum riremos#. é ideal e*plicar o plano da salvação e o significado maravil'oso do batismo em "gua. de modo $ue a força da corrente o ajude a levantar da "gua a pessoa batizada. procurar" estar de frente para o p-blico. 0anto perante crentes como não-crentes. n. para evitar $ue escorreguem ou tropecem. o ministro dever" batizar contra a corrente. a sermos corteses em nossa maneira de falar. 2e o culto for realizado em um lugar p-blico onde estarão reunidas pessoas não-convertidas. e a estarmos sempre dispostos a procurar reconciliação segundo os ensinamentos de nosso 2en'or. O ministro er$untar& aos candidatos: 1Aoc#s assumem este compromissoH1 Os candidatos em un)ssono res onderão: . o ministro descer" primeiro e ajudar" os candidatos a descerem.enfermidades e dificuldades. é proveitoso estabelecer a base bíblica do batismo. Em $ual$uer caso. a não ofendermos por nada. Instruções para o ministro 5 costume celebrar um breve culto devocional antes da cerim nia do batismo. mediante a leitura de uma das passagens $ue aparecem no final deste capítulo.-im. 2e o batismo é realizado em batistério. a fim de $ue todos possam ver o ato do batismo. 2e o batismo é realizado em um rio.s o assumimos. .

O ministro orar" pelos candidatos e. &mém. eu batizo GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do candidato) em nome do +ai. e com a outra o apoiar" debai*o da nuca a fim de levant"-lo com segurança da "gua. do >il'o e do Espírito 2anto. 14rmão7ã=GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do candidato). o >il'o de . os ir" batizando um por um. e o aceitado como seu 2alvador pessoal.eus e o seu 2alvador. a não ser $ue o batismo esteja sendo celebrado durante uma das partes preliminares do culto. do >il'o e do Espírito 2anto.iante de sua confissão de fé em ?esus (risto. evitando $ual$uer atitude $ue $uebre a solenidade ou provo$ue risos. &mém. eu o 7a= batizo em nome do +ai. e segundo sua profissão de fé no 2en'or ?esus (risto.1 1. / medida $ue tiver dado a cada um a oportunidade de testificar de sua fé no 2en'or ?esus (risto e de sua firme e fiel determinação de perseverar até o fim. 3assa$ens ()(*icas 1Na$ueles dias apareceu ?oão Iatista pregando . empregando uma das seguintes f!rmulas. o ministro orar" por eles e despedir" a igreja. devido ao fato de voc# j" ter crido no nosso 2en'or ?esus (risto. Em seguida o submergir" e o levantar".1 (om uma mão o ministro segurar" as mãos cruzadas do candidato.1 1Em obedi#ncia / grande comissão. do >il'o e do Espírito 2anto. &mém.epois $ue todos tiverem sido batizados. eu o 7a= batizo em nome do +ai. .

ao dizer. &ssim $ue ?esus foi batizado. Mas ap!s mim vem a$uele $ue é mais poderoso do $ue eu. e viu o Espírito de . (onfessando os seus pecados. Na mão ele tem a p". Eu preciso ser batizado por ti. eram batizados por ele no rio ?ordão. . &s vestes de ?oão eram feitas de p#los de camelo. E não penseis $ue basta dizer. e limpar" a sua eira.no deserto da ?udéia. 2eu alimento era gafan'otos e mel silvestre. e dizendo. preparai o camin'o do 2en'or. Então veio ?esus da 3aliléia ter com ?oão junto do ?ordão. cujas sand"lias não sou digno de levar. O mac'ado j" est" posto / raiz das "rvores. E uma voz dos céus disse. recol'endo o trigo no seu celeiro e $ueimando a pal'a com fogo $ue nunca se apagar". .aça de víborasR @uem vos ensinou a fugir da ira futuraH +roduzi frutos dignos de arrependimento.eus pode suscitar fil'os a &braão.1 7Mateus :. . saiu logo da "gua. Eu vos batizo com "gua. e ele trazia um cinto de couro na cintura. pois est" pr!*imo o reino dos céus. Este é a$uele de $uem o profeta 4saías falou. endireitai as suas veredas. Nesse instante abriram-se-l'e os céus. &rrependei-vos. dizendo. vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus. Eu vos digo $ue destas pedras . $ue vin'am ao batismo. Então iam ter com ele ?erusalém. 0emos por pai a &braão. Então ?oão consentiu. para arrependimento. em $uem me comprazo. Aoz do $ue clama no deserto. disse-l'es. Mas ?oão tentava dissuadi-lo. toda a ?udéia e toda a região circunvizin'a ao ?ordão. Este é o meu >il'o amado. para ser batizado por ele. e vens tu a mimH Mas ?esus l'e respondeu.ei*a por agora. ser" cortada e lançada ao fogo. e toda "rvore $ue não produz bom fruto.9-9F=.eus descendo como pomba e pousando sobre ele. Ele vos batizar" com o Espírito 2anto e com fogo. Mas. pois assim nos convém cumprir toda a justiça.

Na$ueles dias veio ?esus de Nazaré. até / consumação do século. em verdade. +reparai o camin'o do 2en'or. Eu. ?oão andava vestido de p#los de camelo. estando eles / mesa. confessando os seus pecados. endireitai as suas veredas. Sogo $ue saiu da "gua viu os céus abertos.1 7Mateus EN. 1('egando-se ?esus. Então ouviu-se esta voz dos céus. dizendo. ensinando-os a guardar todas as coisas $ue eu vos ten'o mandado. dizendo. 1Mais tarde ?esus apareceu aos onze. mas ele vos batizar" com o Espírito 2anto. falou-l'es. e lançou-l'es em rosto a incredulidade e dureza de coração. ide e fazei discípulos de todos os povos. como pomba. 5-me dado todo o poder no céu e na terra. por$ue não acreditaram nos $ue o . &p!s mim vem a$uele $ue é mais forte do $ue eu. E pregava. e o Espírito $ue. descia sobre ele.eus. na 3aliléia. o $ual preparar" o teu camin'o. do $ual não sou digno de. e pregando o batismo de arrependimento. Aoz do $ue clama no deserto. (omo est" escrito no profeta 4saías.9-99=. E certamente estou convosco todos os dias.1+rincípio do evangel'o de ?esus (risto. para remissão dos pecados. +ortanto. Eu envio o meu anjo diante da tua face. desatar a correia das suas sand"lias. abai*ando-me.1 7Marcos 9. >il'o de . 0oda a província da ?udéia e os de ?erusalém iam ter com ele e. &pareceu ?oão batizando no deserto. e foi batizado por ?oão no ?ordão. 0u és o meu >il'o amado em $uem me comprazo. batizando-os em nome do +ai e do >il'o e do Espírito 2anto. trazia um cinto de couro e comia gafan'otos e mel silvestre. vos batizei com "gua.9N-EO=. eram batizados por ele no rio ?ordão.

para $ue. dizendo.tin'am visto j" ressuscitado. para perdão dos pecados.ED-:<.omanos Q. 1Ou não sabeis $ue todos $uantos fomos batizados em (risto ?esus fomos batizados na sua morteH . como (risto ressurgiu dentre os mortos. mas $uem não crer ser" condenado. 4de por todo o mundo. & promessa diz respeito a v!s.. e a todos os $ue estão longe . a vossos fil'os. e os e*ortava. &rrependei-vos. na comun'ão. 2alvai-vos desta geração perversa.1 7(olossenses E.1 73"latas :. E disse-l'es.a tantos $uantos . vos revestistes de (risto. pela gl!ria do +ai.1 7. @uem crer e for batizado ser" salvo.isse-l'es +edro.:N-<E=. e pregai o evangel'o a toda a criatura. 1..eus nosso 2en'or c'amar.EQ-:P. E recebereis o dom do Espírito 2anto.tendo sido sepultados com ele no batismo.:-<=. e no partir do pão e nas oraç)es.. Os $ue de bom grado receberam a sua palavra foram batizados. 9O.9E=.. Aeja também &tos N. assim andemos em novidade de vida. E perseveravam na doutrina dos ap!stolos.9<-9Q=.1 7&tos E. 1. e cada um de v!s seja batizado em nome de ?esus (risto. . (om muitas outras palavras dava testemun'o.<<-<N e 9Q.pois todos v!s $ue fostes batizados em (risto.eus.e sorte $ue fomos sepultados com ele pelo batismo na morte. nele também ressurgistes pela fé no poder de . e na$uele dia agregaramse $uase tr#s mil almas. $ue o ressuscitou dentre os mortos.1 7Marcos 9Q. 1.EF=.

ao $ual seja a gl!ria para todo o sempre. rometemos#.eus o +ai.-im.eus da paz. o grande pastor das ovel'as.eus o Espírito 2anto os abençoe e os guarde agora e para sempre. voc#s j" fizeram profissão p-blica de sua fé em (risto. a ertando%*0es a mão direita. e contribuir para a paz. e conc*uir& com a se$uinte (5nção astora*: 1@ue . para fazerdes a sua vontade. e foram recomendados pelo corpo oficial da igreja para serem admitidos como membros. . .14rmãos. foram batizados no nome do +ai. vos aperfeiçoe em toda boa obra. a prosperidade e a unidade da igrejaH1 Os candidatos em un)ssono res onderão: . n!s os recebemos como membros desta igreja.1 1Ora.1 O ministro dar& as (oas%vindas a cada um dos novos mem(ros.EO-E9=.1 78ebreus 9:. O ministro dir&: 1Aisto $ue voc#s j" fizeram profissão de sua fé no 2en'or ?esus (risto.eus o >il'o e . o . operando em v!s o $ue perante ele é agrad"vel por meio de ?esus (risto. com os privilégios e deveres pr!prios de nossa família espiritual. Aoc#s prometem agora viver uma vida santa como fiéis seguidores de (risto. $ue pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a nosso 2en'or ?esus. &mém. e do >il'o e do Espírito 2anto. &mém.

voc#s j" fizeram profissão p-blica de sua fé em (risto. sendo fiéis / igreja e contribuindo para o sustento dela e suas atividades. foram batizados no nome do +ai. O plano de .RECEPÇÃO DE NOVOS MEMBROS Os candidatos se a resentarão diante da i$reja.1 Diri$indo%se aos candidatos. e do >il'o e do Espírito 2anto. e contribuir para a paz. $ue tem por cabeça e capitão a ?esus (risto. socorrendose mutuamente.eus consiste em ajuntar em um mesmo reban'o a todos os nascidos de novo. a . a fim de manter firmes os crentes e pregar o evangel'o aos $ue ainda não creram em (risto. " /ua* o ministro dir&: 1&mados irmãos. o ministro dir&: 14rmãos. e foram recomendados pelo corpo oficial da igreja para serem admitidos como membros.1 1E dever dos membros procurar a paz e a unidade da igreja. as Escrituras nos ensinam $ue a igreja é um corpo e um e*ército. Aoc#s prometem agora viver uma vida santa como fiéis seguidores de (risto. levando as cargas uns dos outros.

ao $ual seja a gl!ria para todo o sempre. o grande pastor das ovel'as. &mém.eus da paz. com os privilégios e deveres pr!prios de nossa família espiritual.eus o Espírito 2anto os abençoe e os guarde agora e para sempre. a ertando%*0es a mão direita.1 78ebreus 9:.eus o >il'o e .1 1Ora. $ue pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a nosso 2en'or ?esus. rometemos#.EO-E9=. o . O ministro dir&: 1Aisto $ue voc#s j" fizeram profissão de sua fé no 2en'or ?esus (risto.eus o +ai.prosperidade e a unidade da igrejaH1 Os candidatos em un)ssono res onderão: .1 O ministro dar& as (oas%vindas a cada um dos novos mem(ros. operando em v!s o $ue perante ele é agrad"vel por meio de ?esus (risto. para fazerdes a sua vontade.-im. e conc*uir& com a se$uinte (5nção astora*: 1@ue . . vos aperfeiçoe em toda boa obra. &mém. . n!s os recebemos como membros desta igreja.

EF-:E=. 5 importante $ue os membros entendam $ue s! deve ir / mesa do 2en'or a$uele $ue estiver com o coração limpo e sem pecado 79 (oríntios 99. . 3eralmente a 2anta (eia é celebrada no término do culto do dia do 2en'or. Em caso de 'aver rancores e desgostos entre alguns dos membros. +or isso todo o $ue desejar participar da (eia do 2en'or deve preparar o coração. pela man'ã ou / noite. e avisar aos nãoconvertidos acerca do perigo de tom"-la sem estarem devidamente preparados.eus. no primeiro domingo do m#s.A SANTA CEIA O pastor deve anunciar com a devida anteced#ncia o culto de 2anta (eia. O pastor também deve anunciar $ue tanto ele como os demais obreiros estão dispostos a ajudar espiritualmente a $uem l'es pedir. estes devem reconciliar-se antes de apro*imarem-se da mesa do 2en'or. e*ortar os crentes a atentarem para a preparação espiritual. O $ue tiver caído em pecado deve arrepender-se e procurar o perdão. .epois da e*ortação. convém $ue todos se entreguem / oração e / meditação diante de .

evido ao fato de esta cerim nia ser estritamente de car"ter espiritual e e*clusivamente para os crentes.epois $ue o ministro tiver se apro*imado da mesa e os seus au*iliares estiverem ao seu lado. pedir" aos di"conos ou /s pessoas designadas para esta solenidade. e não em um encontro comum de evangelização. Ela é um ato solene e deve-se esperar $ue os participantes recebam ricas b#nçãos da parte do Espírito 2anto ao permanecerem em sua presença durante a cerim nia. . deve ser celebrada de prefer#ncia em um culto $uando todos os irmãos estiverem reunidos. Em seguida. pedindo a sua b#nção sobre o pão e o vin'o.Não se deve apressar esta cerim nia. os irmãos $ue ali estão . o ministro apro*imar" da mesa preparada se antecipadamente. .este modo 'aver" maior liberdade para se entrar em íntima comun'ão com o 2en'or. O pastor deve e*plicar antecipadamente a ordem do culto /$ueles $ue o tiverem ajudando a repartir o pão e o vin'o. CERIMÔNIA 1 +ara dar início / celebração da 2anta (eia. O convite para participar da (eia deve ser e*tensivo a todos os presentes $ue forem membros em plena comun'ão de alguma igreja evangélica.eus uma oração. ele far" a . $ue ven'am juntar-se a ele diante da mesa. .

o ministro *era: 1+ois todas as vezes $ue comerdes este pão e beberdes este c"lice. até $ue ele ven'a.eus diz $ue depois $ue (risto e os . $ue o 2en'or ?esus. participando desta santa solenidade. 1& +alavra de . em mem!ria de mim. Antes de comer o ão. tomou o c"lice.s ter (e(ido o vin0o e ter tido um momento de meditação e adoração ao -en0or. depois de cear.E:-E<=.1 79 (oríntios 99. anunciais a morte do 2en'or. Este c"lice é a Nova &liança no meu sangueC fazei isto todas as vezes $ue beberdes. até $ue ele ven'a. 4sto é o meu corpo $ue é entregue por v!sC fazei isto em mem!ria de mim. o partiu e disse. tendo dado graças.EQ=. dizendo.1 79 (oríntios 99. entre as demais pessoas $ue ali estão reunidas. E dir&: 1Iebamos todos o vin'o. o ministro *era: 1+ois eu recebi do 2en'or o $ue também vos ensinei. e. na noite em $ue foi traído.1 Da mesma maneira *era: 12emel'antemente.ED-EQ=.designados para reparti-los distribuirão o pão.1 A . E dir&: 1(omamos todos o pão. e em seguida o vin'o. anunciais a morte do 2en'or.1 79 (oríntios 99. tomou o pão. +ois todas as vezes $ue comerdes este pão e beberdes este c"lice.

e cantaram um 'ino antes de retirar-se do aposento alto.EQ=. celebraram assim a primeira (eia do 2en'or. sobre a $ual colocaram o pão e o vin'o. o ministro lera outra vez os versículos $ue dizem respeito ao pão.EE-EDC Sucas EE.EQ-EPC Marcos 9<.9E-9F. $ue o distribuirão entre os participantes. e no final ser" cantado um 'ino ou corin'o de louvor a ?esus (risto. ser& cantado um 0ino ou um corin0o# Nota: &lgumas igrejas costumam recol'er uma oferta para as pessoas pobres no final da (eia. o partir" e o entregar" aos seus ajudantes. O ministro e os di"conos ou pessoas designadas se posicionarão diante da mesa. @uando todos j" tiverem sido servidos. 0odos unidos comerão em sil#ncio.9F-EO. CERIMÔNIA 6 &ntes dos participantes se apro*imarem do altar. o pastor servir" aos au*iliares.F-EO.epois de orar. 9 (oríntios 99. . o ministro lera uma das seguintes passagens. Nota: O pastor tem plena liberdade de pedir $ue . e finalmente um dos au*iliares o servir". dando prefer#ncia / primeira delas. 3ara 1ina*i2ar.E:-EQC Mateus EQ.:OC Marcos 9<. .seus discípulos comeram do pão e beberam do vin'o.a mesma maneira.1 7Mateus EQ. o vin'o ser" servido. Jm 'ino poder" ser cantado ou alguns corin'os durante a distribuição.

eus. e ter crido em ?esus (risto 7&tos N. não estão em condiç)es de cumprir esses dois re$uisitos. durante a $ual pedimos ao 2en'or $ue abençoe as crianças e a vida $ue elas terão pela frente. uma ação de graças e de fé. as Escrituras ensinam acerca da apresentação p-blica das crianças a .:F=. ou pode convocar a igreja para um momento de oração durante o culto. o candidato ao batismo deve ter se arrependido de seus pecados 7&tos E. estamos seguindo a pr"tica admitida pela 4greja de todos os tempos.cantem alguns 'inos ou corin'os. uma s-plica pela b#nção divina. &$ueles $ue ainda não podem fazer o uso completo da razão.:N=. conforme o Espírito 2anto o guiar. DEDICAÇÃO DE CRIANÇAS Nas 2agradas Escrituras não '" nen'um ensinamento Ou e*emplos $ue autorizem o batismo de crianças. e sim uma apresentação de crianças a . @uando assim procedemos. &s crianças estão nesta condição. (onforme ensinamento do Novo 0estamento. Não é o batismo em "gua. +or outro lado.eus. CERIMÔNIA 1 <ino ou corin0o Os ais trarão a criança " 1rente en/uanto se canta um 0ino ou um corin0o a ro riado# .

pois dos tais é o reino dos céus. e de toda a tua força. 0ambém as atar"s na tua mão por sinal. vendo isto. Estas palavras $ue 'oje te ordeno estarão no teu coração. 1Ouve.'eitura ()(*ica O ministro assa$ens: 1ar& a *eitura das se$uintes 10raziam-l'e crianças para $ue as tocasse.eus como criança. O 2en'or nosso .eus é o -nico 2en'or. partiu dali. e não os impeçais de vir a mim.ei*ai os pe$ueninos. &mar"s o 2en'or teu . porém.euteron mio Q. 10rou*eram-l'e então algumas crianças. ?esus. porém. Em verdade vos digo $ue $uem não receber o reino de .1 7Mateus 9N. as abençoou. . e orasse. pois das tais é o reino de . tendo-l'es imposto as mãos. . E tornando-as nos braços e impondo-l'es as mãos. e não as impeçais. para $ue l'es impusesse as mãos. e disse-l'es. disse. E as escrever"s nos umbrais da casa. ?esus.9:-9Q=.eus.1 7Marcos 9O. e delas falar"s assentado em tua casa. .ei*ai vir a mim as criancin'as. de toda a tua alma.9:-9D=. 0u as inculcar"s a teus fil'os.9<=. Mas os discípulos os repreendiam.eus de todo o teu coração. andando pelo camin'o. mas os discípulos os repreendiam. ! 4srael. deitando-te e levantando-te. de maneira nen'uma entrar" nele. E. e te serão por fai*a entre os teus ol'os. indignou-se.1 7Mateus 9P.<P=. 1&ssim também não é da vontade de vosso +ai $ue est" nos céus $ue um destes pe$ueninos se perca. e nas portas.1 7.

eus desde seus primeiros anos de vida.iante de . & Iíblia nos oferece muitos e*emplos disto. os pais t#m perante . em sua lei e em sua santa vontade. Maria levou seu fil'o ao templo para dedic"-lo a . as dedicamos a ele e suplicamos $ue ele as abençoe.eus e destas testemun'as.E=ortação " i$reja: Diri$indo%se " i$reja.amos testemun'o de $ue (risto é . 1Os pais deste menino 7ou desta menina= recon'ecem sua responsabilidade de educar. 1?o$uebede instruiu ao seu fil'o Moisés depois de t#-lo entregue ao 2en'or. Os fil'os são 'erança $ue o 2en'or tem confiado ao cuidado de seus pais. . en$uanto nos for possível. +ortanto. 10razemos / presença de . . ou estas crianças=.1 3acto O ministro edir& aos ais /ue assumam um com romisso com re*ação " criança. 1N!s nos comprometemos.ei e 2en'or sobre nossa vida e a vida de nossos fil'os. . 1a2endo%*0es as se$uintes er$untas: Ministro: 1. ensinar e e*ortar a esta criatura no temor e obedi#ncia da +alavra de . o ministro dir&: 1Meus amados irmãos e amigos.eus ordenou a família como uma instituição divina desde o começo da 'umanidade.eus as crianças $ue ele nos tem confiado. &na recon'eceu $ue seu fil'o 2amuel pertenceria a ?eov".eus e a sociedade a responsabilidade de velar pelos seus fil'os.eus. a instruir este menino 7ou esta menina.

prometemos.1 Ministro: 1Aoc#s apresentam este menino 7ou esta menina= em solene e sincera dedicação a . prometemos.1 Ministro: 1+rometem criar este menino 7ou esta menina= na pr"tica di"ria da oração. e ajudar-l'e a . além disto. dar a esta criatura um e*emplo s!lido e piedoso da vida cristãH1 Os pais. 12im.1 Ministro: Aoc#s prometem.1 Ministro: 1+rometem.eusH1 Os pais. en$uanto estiver sob o controle de voc#s. prometemos. 12im. 12im. 12im.1 Ministro: 1Aoc#s prometem instruí-la para $ue con'eça a (risto como seu 2alvador pessoalH1 Os pais. 12im. gui"-la diariamente no pleno con'ecimento do camin'o do 2en'orH1 Os pais. prometemos. prometemos.eusH1 Os pais.1 Ministro: 1Aoc#s prometem dedicar-se a criar este menino 7ou esta menina= na doutrina e nos ensinamentos da santa +alavra de .voc#s prometem criar esta criança no temor do 2en'orH1 Os pais responderão. apresentamos. 12im.

ao >il'o e ao Espírito 2anto. . em um ambiente de devoção a . @ue o 2en'or l'e fortaleça todos os dias de sua vida.1 Dedicação >omando a criança nos (raços 9se não 0ouver inconveniente: e co*ocando as mãos so(re e*a.ria 1&gora. em nome do +ai. N!s a dedicamos a tua 'onra e ao teu serviço.eus e desta congregação dedicar esta criança a . o ministro dir&: 1GGGGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da criança). +ai." aos seus pais sabedoria para $ue a criem em seus camin'os.1 Ministro: 1Iaseando-me no fato de voc#s terem prometido diante de . e a fazer tudo $ue estiver ao alcance de voc#s para cri"-lo em seu lar. n!s dedicamos voc# ao . 12im. e o terem afirmado com suas pr!prias palavras. @ue / medida $ue ela for crescendo em idade e estatura. prometemos. eu os e*orto a se dedicarem a esta sagrada obrigação com sabedoria.1 Oração dedicat.eus +ai. n!s te rogamos pelo bem-estar desta criança.eusH1 Os pais. perseverança e esforço.formar o car"ter cristão. e do >il'o e do Espírito 2anto.eus. cresça também na graça e no con'ecimento de nosso 2en'or e 2alvador ?esus (risto. (riador do céu e da terra. Sivra-a das cadeias do pecado e das enfermidades do corpo. &mém.1 .

e 1ar& a se$uinte *eitura ()(*ica: 1+assado algum tempo..1 79 2amuel 9. em 2ilo.. um 'ino ou corin'o apropriado ser" cantado. &na concebeu e deu / luz um fil'o. um 'ino ou um corin'o ser" cantado. 0en'o-o pedido ao 2en'or. Era o menino ainda muito criança.. E adoraram ali ao 2en'or. e o levou / casa do 2en'or. +elo $ue também agora eu o entrego ao 2en'or. os pais voltarão aos seus assentos e o ministro voltar" ao p-lpito para se despedir da congregação. . um efa de farin'a e um odre de vin'o. e nen'uma de todas as suas palavras dei*ou cair em terra. ('amou-o 2amuel. En$uanto a igreja canta. (rescia 2amuel.:. com um novil'o. +or todos os dias $ue viver pertencer" ao 2en'or. de tr#s anos.E<-EN.<ino ou corin0o 1ina* Jma vez $ue o ministro ten'a orado. CERIMÔNIA 6 <ino ou corin0o En$uanto os pais camin'am até a frente com o menino 7ou a menina=. tomou-o consigo... dizendo.9P=.EO. 'eitura ()(*ica O ministro descer& do ?* ito ara encontrar% se com os ais da criança.. e o 2en'or era com ele. 8avendo-o desmamado.

. 2en'or.9F.Q-F=.6 7. despede em paz o teu servo..Q=. &gora. E o menino crescia.. 8avia em ?erusalém um 'omem cujo nome era 2imeãoC este 'omem. pois os meus ol'os j" viram a tua salvação. e delas falar"s assentado em tua casa.9P=.::.isse o 2en'or. deitando-te e levantando-te. a fim de $ue o 2en'or faça vir sobre &braão o $ue acerca dele tem falado.6 7+rovérbios EE.Em se$uida comentar&: 1No Novo 0estamento lemos a respeito de (risto.. $ue.eus.eus. 1O &ntigo 0estamento também nos d" s"bios consel'os a respeito da educação de crianças.. justo e temente a . 64nstrui o menino no camin'o em $ue deve andar. o ministro dir&: . 6Estas palavras $ue 'oje te ordeno estarão no teu coração. enc'endo-se de sabedoriaC e a graça de . Ocultarei eu a &braão o $ue faço. e até $uando envel'ecer não se desviar" dele. e se fortalecia.61 7Sucas E.eus estava sobre ele. para $ue prati$uem a justiça e o juízo. e louvou a . O pai e a mãe do menino admiraram-se das coisas $ue dele se diziam.<O=. 0u as inculcar"s a teus fil'os... andando pelo camin'o. esperava a consolação de 4srael. dizendo. e o Espírito 2anto estava sobre ele.EE.. 6segundo a lei de Moisés. levaram-no a ?erusalém para o apresentar ao 2en'or.6 73#nesis 9N. ao completar oito dias de nascido.1 3acto Diri$indo%se aos ais. 6. para $ue guardem o camin'o do 2en'or..ED.H +ois eu o escol'i para $ue ordene a seus fil'os e a sua casa depois dele. ele então o tomou nos braços.EN-:O.. segundo a tua palavra.euteron mio Q.

. devem responder as seguintes perguntas.a mesma forma como Maria e &na nos tempos bíblicos.eus para dedic"-la solenemente ao serviço do 2en'orH1 .1 1. voc#s devem consagrar-se 'oje mesmoC para isto voc#s 'oje estão dedicando seu fil'o 7ou sua fil'a= a .e acordo com o prop!sito para o $ual voc#s vieram a$ui. .eus para sua vida. estamos a$ui reunidos neste momento solene e de muita felicidade. 1Neste empen'o. escol'a o bem sobre o mal e aceite a ?esus (risto como seu 2alvador e Mestre. a apreciar a responsabilidade de instruir a este menino 7ou a esta menina= nos camin'os do 2en'or. Encontrar este prop!sito e e*ecuta-4o significar" o #*itoC rejeit"-lo ou ignor"-lo significar" fracasso. para $ue $uando estiver fazendo uso da razão. . para $ue ele l'es d# uma nova mensagem referente / dignidade da vida e a responsabilidade da paternidade. voc#s trou*eram esta criança ao templo para apresent"-la a . 1O prop!sito deste ato é ajud"-los. não importa $uanto nos considere e aplauda o mundo. O mistério e a maravil'a desta nova vida os faz vir com temor reverente perante o +ai de toda a vida.1 Ministro: 1Aoc#s estão apresentando esta criança perante .ei*ai os pe$ueninos. E seu privilégio e dever guiar o seu fil'o 7ou sua fil'a= dentro da vontade perfeita de .eus tem um prop!sito para a vida desta criança. pois dos tais é o reino dos céus.eus.14rmãos. como pais.6 15 correto $ue voc#s tragam esta criança com poucos dias de nascida. Aoc#s j" con'ecem as palavras do Mestre.eus. e não os impeçais de vir a mim.

(riador dos céus e da terra. como pais desta criança.1 Oração dedicat. a instruí-la nos camin'os do 2en'orH1 Os pais. 12im. cresça também na graça e no . eu rogo-te pelo bem-estar deste menino 7ou desta menina=. ! +ai. 12im.ria 1&gora. e o t#m afirmado com suas pr!prias palavras. para $ue na idade apropriada ela aceite a ?esus (risto. participe da comun'ão dos crentes e realize serviços para a 4greja de nosso 2en'or ?esus (ristoH1 Os pais. 12im. tanto pela palavra como pelo e*emplo. mediante uma e*emplar conduta doméstica.eus e desta congregação dedicar esta criança a .1 Ministro: 1+rometem modelar até onde for possível a vida desta criança. Sivra-o 7a= das ciladas do pecado e das enfermidades do corpo.Os pais. 12im. eu os e*orto a se dedicarem a esta sagrada responsabilidade com sabedoria. e gui"-la no desenvolvimento de um car"ter cristãoH1 Os pais. @ue / medida $ue ele 7a= for crescendo em idade e em estatura.1 Ministro: 1Aisto $ue voc#s prometeram diante de .1 Ministro: 1Aoc#s se dedicarão. perseverança e santa devoção.1 Ministro: 1+rometem instruí-la nos ensinamentos de ?esus (risto.eus.

.1 <ino ou corin0o 1ina* Jma vez $ue o ministro ten'a terminado de pronunciar estas palavras. em nome do +ai. &mém. O 2en'or sobre ti levante o seu rosto.con'ecimento de nosso 2en'or e 2alvador ?esus (risto. (onceda sabedoria a seus pais para $ue a criem em seus camin'os. a igreja cantar" um 'ino ou um corin'o apropriado. dedicando esta criança a tua 'onra e ao teu serviço. e te d# a paz. e do >il'o e do Espírito 2anto.1 45nção astora* 1O 2en'or faça resplandecer o seu rosto sobre ti e ten'a miseric!rdia de ti.

AÇÃO DE GRAÇAS POR ANIVERSÁRIO DE QUINZE ANOS 5 muito importante para uma jovem c'egar / idade de $uinze anos. (ada uma das moças ter" uma flor na mão 7podem ser usados cravos ou açucenas=. Entrada da aniversariante . Essa idade proporciona / jovem. aos seus pais e / igreja uma incompar"vel oportunidade de testemun'ar de sua fé em (risto. Entrada do cortejo Jma m-sica instrumental suave ser" e*ecutada. T medida $ue forem entrando. & seguir desfilarão 9< pares de moças e rapazes. o rapaz de um lado e a moça de outro. ao longo da plataforma. alternadamente. (ada rapaz conduzir" uma moça pelo braço es$uerdo. e a dei*ar" em um dos lados da plataforma. e ali permanecer" de pé durante toda a cerim nia. os casais se posicionarão em ambos os lados da cadeira destinada a aniversariante. (ada fileira ter". Ele se situar" ao lado direito da cadeira colocada para a aniversariante. O ministro conduzir" pelo braço a mãe da aniversariante. 5 como se ela dissesse ao mundo $ue j" é uma mocin'a. um rapaz e uma moça.

&mém.1 Entre$a de 1*ores e *eitura ()(*ica Nesse momento outra m-sica de fundo ser" e*ecutada. (ada moça . em substituição. n!s te pedimos. e se sentar" na cadeira especialmente decorada para a ocasião. o braço de $uem ela escol'er=. 4mploramos-te $ue : teu 2anto Espírito continue a guard"-la e a proteja durante todos os dias de sua vida. (om grande alegria invocamos a presença de . Oremos.eus para este ato e sobre a vida desta jovem. & aniversariante entrar" segurando o braço de seu pai 7ou. n!s nos apro*imamos de ti neste momento para agradecer-te pela vida deGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da aniversariante). o ministro dir&: 1&mados irmãos e amigos. é para mim um privilégio dar-l'es as boas-vindas em nome de ?esus (risto por ocasião desta cerim nia de ação de graças pelos 9D anos de vida de GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da aniversariante=.amos-te graças por$ue tu a tens abençoado até esta formosa idade de 9D anos.Outra m-sica apropriada ser" e*ecutada. Em nome de ?esus (risto. .começando pela -ltima $ue entrou camin'ar" até a cadeira onde se encontra a .1 Oração 1+ai amado. fil'a de GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nomes e sobrenomes dos pais). camin'ar" lentamente até a plataforma. Diri$indo%se aos resentes.

l'e entregar" a flor e ler" para ela em uma Iíblia . no espírito. 7& primeira moça. com um coração puro. rever#ncia. Moça 3: 1Ninguém despreze a tua mocidade. Em tudo te d" por e*emplo de boas obras. na palavra. no amor. na tua juventude..1 7Eclesiastes 99.P=.na $ual estão marcados os 9< te*tos $ue não de ser lidos .1 79 0im!teo <. Moça 4: 1&legra-te.P=. &nda pelos camin'os do teu coração. a fé. e pela vista dos teus ol'os.eus a juízo.EE=. .9E=. e a segunda / terceira.Q. Moça 1: 1(omo purificar" o jovem o seu camin'oH Observando-o segundo a tua palavra.F=. e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade.1 70ito E. Moça 6: 1>oge também dos desejos da mocidadeC e segue a justiça.1 7E 0im!teo E. Moça 2: 1Sembra-te do teu (riador nos dias da tua mocidade. e c'eguem os anos dos $uais ven'as a dizer. Não ten'o neles contentamento. mas s# e*emplo dos fiéis. de modo $ue todos possam ouvir. antes $ue ven'am os maus dias. jovem. no trato. Na doutrina mostra integridade. e a paz com os $ue. o amor.1 7Eclesiastes 9E. mas sabe $ue por todas estas coisas te trar" .9=. a entregar" / segunda. e assim sucessivamente=. Moça 5: 1E*orta semel'antemente os moços a $ue sejam moderados.aniversariante. ap!s ler seu te*to.1 72almo 99P. $ue entrou com a Iíblia.. invocam o 2en'or.o te*to bíblico $ue l'e corresponde. na fé. na pureza.

mansidão.N=. longanimidade.1 70iago <.EE. Moça 11: 1Iem-aventurados os puros de coração. Iuscai o meu rostoC o meu coração te disse.eus. Moça 13: 1@uando disseste.9O=. 2en'or.1 72almo EF.1 7+rovérbios :9. O teu rosto. gozo. Moça 14: 1O mesmo .1 7Mateus D. $uem a ac'ar"H O seu valor muito e*cede o de rubis. Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte. Moça !: 1Mas o fruto do Espírito é. por$ue eles verão a . Moça 12: 1A!s sois a luz do mundo.1 79 0essalonicenses D. pois dele procedem as saídas da vida. Entre$a da 4)(*ia e coroação .1 73"latas D. guarda o teu coração.1 7Mateus D.E:=.F=.9<=. buscarei. sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso 2en'or ?esus (risto. domínio pr!prio.1 7+rovérbios <. Moça 1": 12obre tudo o $ue se deve guardar. bondade.Moça 7: 1Mul'er virtuosa. E todo o vosso espírito. comete pecado.eus de paz vos santifi$ue completamente.N=. alma e corpo. $ue sabe o bem $ue deve fazer e não o faz. paz. amor.E:=. (ontra estas coisas não '" lei. benignidade. fidelidade. Moça : 1&$uele.E:=. pois.

como um ramo de flores $ue nunca murc'ar". n!s te louvamos nesta 'ora. receber" no final a coroa da vida. lambem a mãe falar" alguns minutos acerca dela.eus. 7Jm dos dois poder" revelar os objetivos da aniversariante. Intervenção dos ais O pai da aniversariante falar" brevemente sobre algum fato destacado na vida de sua fil'a.= Oração O ministro convidar& toda a i$reja a co*ocar%se de !. 2e voc# seguir com fidelidade a vontade de . rece(er& a 4)(*ia das mãos da ?*tima moça. os s"bios consel'os $ue a +alavra de .@uando todas as moças tiverem entre$ado as 1*ores e *ido o te=to ()(*ico diante da aniversariante. e vez mais pedimos tua b#nção em favor .eus tem-l'e dado. e colocar" Cobre sua cabeça uma coroa $ue estava mantendo segura na outra mão. e orar& assim: uma 12oberano .1 Em seguida a pessoa $ue pronunciar estas palavras entregar" / aniversariante a Iíblia na $ual foram lidos O2 9< te*tos antecipadamente marcados.eus. se co*ocar& ao *ado da jovem e dir&: 1+ermita o 2en'or $ue voc# guarde em seu coração. entrar& o *)der dos jovens da i$reja ou a es osa do ministro.

seus líderes espirituais e aos irmãos da igreja. &mém. &ntes da oração do ministro. Nota: 2e não for possível formar 9< casais. poderão ser formados F . 2e ela desejar. . Os casais começarão a sair da plataforma para a porta. sair" a aniversariante. +or -ltimo.ou 9< moças sozin'as. Em nome de ?esus (risto n!s te pedimos.1 -a)da do cortejo e da aniversariante Jma m-sica suave e majestosa ser" e*ecutada nesse momento en$uanto os participantes se preparam para sair. na ordem inversa da $ue entraram. caso não 'aja suficientes rapazes para acompan'"-las.deGGGGGGGGGGG (nome da #ovem). >az com $ue tua +alavra sempre d# fruto abundante em sua vida. O importante é $ue o total das pessoas some 9D. a aniversariante poder" ter a oportunidade de dizer algumas palavras de recon'ecimento a seus pais. poder" cantar nesse momento.

0alvez . demonstrando-l'es compai*ão e oferecendo-l'es a ajuda espiritual de $ue necessitam.9N=.9NC 9<D.eus 72almos :<.eus procura l'e ensinar através da enfermidade.EO=.F-E9=. O serviço de . O ministro não deve censurar os enfermos de sua congregação $ue consultam os médicos. O ministro deve ajudar o enfermo a apro*imar-se de .9P-EN=. O pastor indiferente / dor al'eia não é digno representante da$uele $ue levou nossas enfermidades sobre si.eus é também o do ministro como embai*ador do grande . deve orar confiando $ue . mas deve sempre ensinar-l'es a confiar no Médico divino. os crentes esperam $ue seus pastores os visitem. e ol'a para n!s com compai*ão eterna 7?oão E9.9D-9FC 9 ?oão :.MINISTÉRIO AOS ENFERMOS @uando estão enfermos. . O ministro deve ajudar o enfermo a aprender a lição $ue .99-9QC <. & seguir. O 2en'or re$uer com amor $ue seus ministros visitem os enfermos.eus $ueira dar-l'e uma lição de disciplina ou mostrar-l'e sua fidelidade na prova 7?! E:.epois de instruir o enfermo e prepar"-lo para receber por fé a cura divina.ei 7E (oríntios D. ofereceremos dados e consel'os referentes a este importante ministério.9OC .aniel :.

1O 2en'or desviar" de ti toda enfermidade.euteron mio F. 0irarei do meio de v!s as enfermidades. e o 2en'or l'e mostrou uma "rvore. . Passagens sobre a cura divina 1Então Moisés clamou ao 2en'or..eus l'es deu estatutos e uma ordenança.eus o curar". e ler para eles passagens bíblicas $ue certamente o Espírito 2anto usar" para confort"-los e fortalec#-los.1 72almo 9O:. até $ue o enfermo se fortaleça na e*peri#ncia $ue teve.isse ele. Sançou-a Moisés nas "guas.. e sara todas as tuas enfermidades. 5 bom manter esse ambiente de fé depois da cura. 2e ouvires atentamente a voz do 2en'or teu . e fizeres o $ue é reto diante dos seus ol'os..eus dei*ou por escrito em sua +alavra. e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos.1 7U*odo 9D. .1 7U*odo E:. Ele não te afligir" com as terríveis doenças $ue con'eceste no Egito. Os passos seguintes são os mais claros e positivos dos muitos $ue .ED-EQ=.ED=.eus.. e ali os provou. & leitura da +alavra de . 5 conveniente $ue as pessoas de fé unam-se para orar pelos enfermos.1 7.eus. das $ue enviei sobre os egípcios.:=.9D=.. &li . e guardares todos os seus estatutos. e as "guas se tornaram doces. antes as por" sobre todos os $ue te odeiam. e ele abençoar" o vosso pão e a vossa "gua.EF=. 12ervireis ao 2en'or vosso . 1E ele $uem perdoa todas as tuas ini$%idades. nen'uma enfermidade vir" sobre ti.eus e os testemun'os de $uem foi curado pelo 2en'or aumentam a fé do enfermo e prepara o seu coração para a oração de fé $ue ser" feita em favor dele. O ministro deve visitar os enfermos e aflitos 70iago 9. pois eu sou o 2en'or $ue te sara.

1 72almo 9OF. 1Onde $uer $ue ele entrava. 4sto aconteceu para $ue se cumprisse o $ue fora dito por intermédio do profeta 4saías.1 7Mateus N.eus. e*pulsai os dem nios. colocavam os enfermos nas praças. 1(ura-me. e j" c'egavam /s portas da morte. aldeias ou campos.N=. e ele os livrou das suas afliç)es. de graça dai. ferido de . ! 2en'or. 1Aerdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades. Mas ele foi ferido pelas nossas transgress)es. e ele curou a todos. sabendo isso. Então clamaram ao 2en'or na sua ang-stia. 1?esus. e serei salvo. . e por causa das suas ini$%idades. limpai os leprosos. e moído pelas nossas ini$%idadesC o castigo $ue nos traz a paz estava sobre ele. e oprimido.9F-ED=. e as nossas dores levou sobre siC contudo. trou*eram-l'e muitos endemonin'ados. foram afligidos.#em graças ao 2en'or pelo seu constante amor.9<=.1 74saías D:. pois tu és o meu louvor. e pelas suas maravil'as para com os fil'os dos 'omens. & sua alma aborreceu toda a comida. ressuscitai os mortos. Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.ogavam-l'e $ue ao menos os dei*asse tocar na orla da .e graça recebestes. 1(urai os enfermos.1 7Mateus 9O. Enviou a sua palavra..9D=. retirou-se dali. e serei curadoC salva-me.. . e os sarouC livrou-os da destruição.1 7?eremias 9F. por causa do seu camin'o de rebeldia. e pelas suas pisaduras fomos sarados. e ele com sua palavra e*pulsou deles os espíritos e curou a todos os enfermos. &compan'ou-o uma grande multidão. em cidades. 1('egada a tarde.1Soucos.9Q9F=. .1 7Mateus 9E. n!s o consideramos como aflito.<-D=.

Em meu nome e*pulsarão dem niosC falarão novas línguasC pegarão em serpentesC e $uando beberem alguma coisa mortífera.1 7Sucas 9O. ac'ou o lugar onde estava escrito. entrou. e os curarão.9O=. devolveu-o ao assistente. segundo o seu costume. (urai os enfermos $ue nela 'ouver.9Q-E9=. Então começou a dizer-l'es. dizendo. eu o farei. matar e destruirC eu vim para $ue ten'am vida. E as far" maiores do $ue estas.1 7?oão 9O. E farei tudo o $ue pedirdes em meu nome. p r em liberdade os oprimidos. para $ue o +ai seja glorificado no >il'o. >ec'ando o livro.9E-9<=. >oi-l'e dado o livro do profeta 4saías.9F=. 1Em verdade. e dizei-l'es. dar vista aos cegos.1 7?oão 9<.sua veste. e assentou-se. &o abrir o livro. e anunciar o ano aceit"vel do 2en'or. 8oje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos. até os dem nios se nos submetem. 1('egando a Nazaré. Os ol'os de todos na sinagoga estavam fitos nele. onde fora criado.1 7Marcos Q. e a ten'am em abundBncia.DQ=. Aoltaram os setenta com alegria. 1Estes sinais 'ão de seguir os $ue crerem. . 5 c'egado a v!s o reino de . 2e me pedirdes alguma coisa em meu nome. em verdade vos digo $ue a$uele $ue cr# em mim também far" as obras $ue eu faço. e levantou-se para ler. não l'es far" mal algumC imporão as mãos sobre os enfermos. pelo $ue me ungiu para evangelizar aos pobres. por$ue eu vou para o +ai.eus.1 7Marcos 9Q. 1@uando entrardes numa cidade.1 7Sucas <. e vos receberem. e todos os $ue a tocavam saravam-se. comei do $ue vos oferecerem. O Espírito do 2en'or est" sobre mim. na sinagoga. 1O ladrão s! vem para roubar. Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos. num dia de s"bado.N-P. 2en'or. pelo teu nome.9F-9N=.

1Est" alguém entre v!s doenteH ('ame os presbíteros da igreja. por$ue .eus era com ele. e orem sobre ele. j" $ue /s vezes não é possível. &o se apro*imar do $uarto do enfermo. ser-l'e-ão perdoados. e orai uns pelos outros. Nos casos em $ue o paciente est" 'ospitalizado. . 2e 'ouver cometido pecados..:N=. ungindo-o com !leo em nome do 2en'or.como . o $ual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo. confessai os vossos pecados uns aos outros.eve fazer-l'e poucas perguntas. E a oração da fé salvar" o doenteC o 2en'or o levantar". para serdes curados.1. Os enfermos normalmente estão debilitados e não resistem a visitas demoradas.eus ungiu a ?esus de Nazaré com o Espírito 2anto e com poder.9<-9Q=. deve ser permitido $ue as faça. pois isso o ajudar" espiritual e fisicamente. 2e o enfermo desejar fazer perguntas. de acordo com as circunstBncias e com o critério do ministro.1 70iago D. O ministro não deve dizei nada $ue d# uma impressão negativa $uanto a condição física do enfermo. A visita & visita do ministro deve ser breve. O ministro manter" sempre uma atitude cordial e afetuosa para com o enfermo. +ortanto. . devido a assuntos relacionados com a enfermidade ou o enfermo. O prop!sito primordial da visita é estimular a fé do enfermo com a esperança $ue ?esus (risto traz ao coração. o ministro deve faz#-lo com muito cuidado e sil#ncio.1 7&tos 9O. o ministro deve averiguar no escrit!rio do 'ospital se é possível visitar o enfermo. com um sorriso e com palavras ternas e carin'osas.. & oração de um justo é poderosa e eficaz.

e ajudar" em tudo o $ue for possível. . ideal para se levar a um p-blico 'eterog#neo a mensagem de esperança e salvação no 2en'or ?esus (risto. no lar ou em uma capela mortu"ria. O culto f-nebre é uma oportunidade digna da maior consideração e meditação. evitar" a todo o custo $ue eles ten'am gastos e*cessivos. cantado em voz bai*a. O ministro averiguar" discretamente os planos da família para o sepultamento. e não como uma campan'a evangelística. Jm detal'e $ue deve ficar bem claro é o lugar e a 'ora do sepultamento. e se a cerim nia vai ser realizada na igreja. Mas isto deve ser feito com a sensibilidade $ue a ocasião re$uer. como acontecem com fre$%#ncia $uando as emoç)es intensas tomam conta do coração e dos sentidos. O CULTO FÚNEBRE Instruções para o ministro 0ão logo o ministro receba a notícia da morte de um membro de sua igreja.eus. em tom de voz suave. &lgumas vezes é muito proveitoso ao enfermo ouvir um 'ino ou corin'o apropriado. sempre com total cuidado em agir com tato e sensibilidade. +ode fazer $ual$uer sugestão $ue l'e pareça pertinente. dever" ir imediatamente ao lar do falecido para oferecer sua ajuda e consolo espiritual aos parentes. 2e o ministro con'ece bem a família.Ele lera ao enfermo uma breve passagem da +alavra de .

Cora$em ara viver e 1! ara morrer 1+ortanto.+ortanto. O ministro dever" ter preparado antecipadamente o programa do culto. Temas e textos para mensagens Das trevas ara a *u2 1+rocurai o $ue faz o 2ete-estrelo. o vosso trabal'o não é vão. Ancorados na roc0a . o ministro c'egar" na 'ora indicada. sempre abundantes na obra do 2en'or. a mensagem deve ser breve. e não começar" a cerim nia até receber autorização da família. meus amados irmãos.9:=.1 7&mos D. e escurece o dia como a noiteC o $ue c'ama as "guas do mar. >udo osso em Cristo 1+osso todas as coisas na$uele $ue me fortalece. e torna a sombra da noite em man'ã. para não se perder seu objetivo primordial. e o Orion. consolar a família do falecido.eus.1 7>ilipenses <. e as derrama sobre a terraC o 2en'or é o seu nome. +ara o culto em casa ou na igreja.N=.1 79 (oríntios 9D. sabendo $ue. e levar os assistentes a um momento de meditação sobre o futuro encontro com . simples e f"cil de ser compreendida. sede firmes e constantes. no 2en'or.DN=.

1+ois no dia da adversidade ele me esconder" no seu pavil'ãoC no oculto do seu tabern"culo me esconder". e logo se desvanece. os $ue estamos neste tabern"culo. para $ue o mortal seja absorvido pela vida. nos céus.1 72almo EF. o . por$ue.eus en*ugar" de seus ol'os toda a l"grima. mas revestidos.<=. não seremos ac'ados nus. nem clamor.1 7?oão 9.1 70iago <. não sabeis o $ue acontecer" aman'ã. O conso*o do Cristo 12abemos $ue. se a nossa casa terrestre deste tabern"culo se desfizer. eterna. estando vestidos. Não 'aver" mais morte. @ue ! a vidaA 1Ora. temos da parte de . $uem para isto mesmo nos preparou foi . uma casa não feita por mãos.D=. pois j" as primeiras coisas são passadas. desejando ser revestidos da nossa 'abitação.<=. Ne*e est& a vida 1Nele estava a vida. A terra rometida 1. O $ue é a vossa vidaH E um vapor $ue aparece por um pouco. $ue é do céu. nem pranto.1 7&pocalipse E9. e a vida era a luz dos 'omens. Ora. não por$ue $ueremos ser despidos.eus. E por isso também gememos. e p r-me-" sobre uma roc'a.eus um edifício. nem dor. +ois também n!s.9<=. gememos angustiados.

preferindo dei*ar este corpo e 'abitar com o 2en'or.E:=. o $ue é muito mel'or. A casa de meu 3ai 1Na casa de meu +ai '" muitas moradas.1 7>ilipenses 9.1 7E (oríntios D. temos confiança.1 7?oão 9<. tendo desejo de partir e estar com (risto. 2e não fosse assim.E=.9-N=. estamos ausentes do 2en'or. eu vo-lo teria dito.EQ=.1 79 (oríntios 9D. O ?*timo inimi$o 1Ora. e a ten'am em abundBncia. 7&ndamos por fé e não por vista=. sabendo $ue.$ual nos deu o pen'or do Espírito. . Escreve. +elo $ue estamos sempre de bom Bnimo.1 7?oão 9O. +ida em a(undBncia 1O ladrão s! vem para roubar. Aou preparar-vos lugar. O c!u ! muito me*0or 1Mas de ambos os lados estou em aperto.9O=. Mas. en$uanto estamos presentes no corpo. o -ltimo inimigo $ue '" de ser destruído é a morte. $ue dizia. Os mortos (em%aventurados 1Então ouvi uma voz do céu. matar e destruirC eu vim para $ue ten'am vida.

esde agora. guardei a fé. mel'or seria $ue pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moin'o. acabei a carreira. uma criança como esta.Iem-aventurados os mortos $ue desde agora morrem no 2en'or. de modo algum entrareis no reino dos céus. A des edida de 3au*o 1(ombati o bom combate.F-N=. a$uele $ue se tornar 'umilde como esta criança. +ortanto. Mas a$uele $ue escandalizar um destes pe$ueninos $ue cr#em em mim.1 7E 0im!teo <.9:=. descansarão dos seus trabal'os. esse é o maior no reino dos céus. mas também a todos os $ue amarem a sua vinda. 'eituras ()(*icas Para uma criança 1Na$uela mesma 'ora os discípulos se apro*imaram de ?esus. E todo a$uele $ue receber. Em verdade vos digo $ue se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças. . em meu nome. 2im. justo juiz. recebe a mim. e disse. colocoua no meio deles. me dar" na$uele diaC e não somente a mim. pois as suas obras os acompan'arão. @uem é o maior no reino dos céusH ?esus. a $ual o 2en'or. a coroa da justiça me est" guardada. @uando a morte ! estimada 1+reciosa é / vista do 2en'or a morte de seus santos. diz o Espírito.1 7&pocalipse 9<. perguntando. c'amando uma criança. e .9D=.1 72almo 99Q.

1(omo um pai se compadece de seus fil'os.9-Q. 1(onsolai. c'amando-as para si. e não os impeçais.eus est" sobre mim. Os discípulos.9:-9<=. não desprezeis a $ual$uer destes pe$ueninos.. para $ue ele as tocasse.eus.9O-9<=. repreendiam-nos. e espera no 2en'or.1 7Mateus D. vendo isto. assim o 2en'or se compadece da$ueles $ue o tememC pois ele con'ece a nossa estrutura.1 7Mateus 9N. disse.<=. Ele con'ece os $ue nele confiam.7. em verdade vos digo $ue maior prazer tem por a$uela do $ue pelas noventa e nove $ue não se desgarraram. 1O Espírito do 2en'or .ei*ai vir a mim os pe$ueninos. consolai o meu povo.9D-9Q=. 1O 2en'or é bom. e uma delas se e*traviar.9=.. pois dos tais é o reino de . @ue vos pareceH 2e um 'omem tiver cem ovel'as. Mas ?esus. O >il'o do 'omem veio salvar o $ue estava perdido. não dei*ar" ele as noventa e nove nos montes e ir" em busca da $ue se desgarrouH E se a ac'a.eus. por$ue o 2en'or me ungiu para pregar as boas novas aos pobres. 10raziam-l'e também as crianças. .1 74saías <O. uma fortaleza no dia da ang-stia. e se lembra de $ue somos p!. Consolo divino 1Iem-aventurados os $ue c'oram.F=.1 72almo EF.= Aede.1 7Naum 9. +ois eu vos digo $ue os seus anjos nos céus sempre v#em a face de meu +ai $ue est" nos céus.1 72almo 9O:.1 7Sucas 9N. por$ue eles serão consolados.9<=. 1Espera no 2en'orC s# forteC anima-te. &ssim também não é vontade de vosso +ai $ue est" nos céus $ue um destes pe$ueninos se perca. diz o vosso .se precipitasse na profundeza do mar. Enviou-me a restaurar os contritos de .

para $ue também possamos consolar os $ue estiverem em alguma tribulação. pois eu sou o teu . 1. plantação do 2en'or.coração. 1Não temas. Eles se c'amarão "rvores de justiça. serei e*altado sobre a terra. 1Iendito seja o . Eu te fortalecerei. @uem cr# em mim.eus.eus.1 74saías <9. 1&ssim também v!s agora. (r#s istoH1 7?oão 99.9O=.eus e +ai de nosso 2en'or ?esus (risto. pois eu sou contigoC não te assombres. a proclamar liberdade aos cativos. a consolar todos os tristes. nunca morrer".EF=.EE=.isse ?esus.:<=. com a consolação com $ue n!s mesmos somos consolados por . veste de louvor por espírito angustiado. a apregoar o ano aceit"vel do 2en'or.1 . $ue nos consola em toda a nossa tribulação. A soberania de Deus 1&$uietai-vos.1 74saías Q9. viver"C e todo a$uele $ue vive e cr# em mim. mas outra vez vos verei.1 7E (oríntios 9. o +ai das miseric!rdias e o . e ordenar acerca dos tristes de 2ião $ue se l'es d# ornamento por cinza. e te ajudareiC eu te sustentarei com a destra da min'a justiça. 1.1 7?oão 9Q. na verdade.1 7?oão 9<.ED-EQ=. nem se atemorize. e sabei $ue sou .eus. a min'a paz vos dou. ainda $ue esteja morto. Não se turbe o vosso coração.eusC serei e*altado entre as naç)es. e abertura de prisão aos presos. para $ue ele seja glorificado. e o vosso coração se alegrar".ei*o-vos a paz. Não vo-la dou como o mundo a d". Eu sou a ressurreição e a vida. e o dia da vingança do nosso . e a vossa alegria ninguém poder" tirar. !leo de alegria por tristeza.9-:=.eus de toda a consolação. tendes tristezas.

e l'e mostrasse o camin'o certo. e l'e ensinasse sabedoria. e l'e fizesse not!rio o camin'o do con'ecimentoH (ertamente as naç)es são consideradas por ele como a gota de um balde. e como o p! mi-do das balançasC ele pesa as il'as como se fossem fino p!.= Ele est" assentado sobre o círculo da terra. cujos moradores são para ele como gafan'otos.::-:Q=.1 7.:D=.1 7+rovérbios 9<. 1@ual dentre todas estas coisas não sabe $ue a mão do 2en'or fez istoH @ue est" na sua mão a alma de tudo o $ue vive. 1@uem guiou o Espírito do 2en'orH E $ue consel'eiro o ensinouH (om $uem tomou consel'o.EE=. a ele eternamente.= &$uém. e ser" um ref-gio seguro para os seus fil'os.9N. para $ue l'e seja recompensadoH +or$ue dele e por ele e para ele são todas as coisas. 1Não sabesH Não ouvisteH O 2en'or é o eterno .7.eusR @uão insond"veis são os seus juízos.9:-9D. @ue fazesH1 7. 1O profundidade das ri$uezas. pois. &mém. 10odos os moradores da terra são reputados em nadaC segundo a sua vontade ele opera no e*ército do céu e nos moradores da terra.. e os desenrola como tendas para neles 'abitar. Não '" $uem l'e possa deter a mão.. 1No temor do 2en'or '" firme confiança. e $uão inescrut"veis os seus camin'osR @uem compreendeu a mente do 2en'orH Ou $uem foi o seu consel'eiroH Ou $uem l'e deu primeiro a ele.P-9O=. fareis semel'ante a .EQ=..eusH (om $ue imagem o comparareisH 7.9O=.. pois. para $ue l'e desse entendimento.omanos 99.aniel <. 3l!ria.72almo <Q. Ele estende os céus como cortina. e o espírito de todo o g#nero 'umanoH1 7?! 9E.1 74saías <O. nem l'e dizer. tanto da sabedoria como da ci#ncia de .

Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira $ue alcancemos coração s"bio. &ntes $ue os montes nascessem. . ! fil'os dos 'omens.1 74saías <O. . e nos alegremos todos os nossos dias. o (riador dos fins da terra. para $ue nos regozijemos. e não '" $uem es$uadrin'e o seu entendimento." força ao cansado. & duração da nossa vida é de setenta anos. 0u reduzes o 'omem ao p!. ou $ue formasses a terra e o mundo. pois passam rapidamente. . &té os jovens se cansam e se fatigam. e / tarde corta-se e seca. e n!s voamos. 2acia-nos de man'ã com o teu constante amor.eus. c'egam a oitenta anos. 0odos os nossos dias vão passando na tua indignaçãoC acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro.EN-:9=. ! 2en'orR &té $uandoH0em compai*ão dos teus servos. dizendo. tu tens sido o nosso ref-gio de geração em geração. Ele não se cansa e nem se fatiga.. e os jovens tropeçam e caem. 0u os arrebatas no sono da morteC são como a erva $ue cresce de madrugada. e multiplica o poder ao $ue não tem nen'um vigor. +ois mil anos aos teus ol'os são como o dia de ontem $ue passou. de eternidade a eternidade. 2ubirão com asas como "guiasC correrão e não se cansarão. e os nossos pecados ocultos / luz do teu rosto. Aoltai ao p!.eus. e se alguns. camin'arão e não se fatigarão. 2omos consumidos pela tua ira. pela sua robustez. de madrugada cresce e floresce.iante de ti puseste as nossas ini$%idades. Aolta-te para n!s. o mel'or deles é canseira e enfado. @uem con'ece o poder da tua iraH +ois a tua c!lera é tão grande $uanto o temor $ue te é devido. e pelo teu furor somos angustiados. mas os $ue esperam no 2en'or renovarão as suas forças. e como a vigília da noite. tu és . A brevidade da vida 12en'or.

1 7?! N. e nossos dias sobre a terra são como a sombra. os seus dias são como a erva.9-E=. e pelos anos em $ue vimos o mal. para o reterC assim também ninguém tem poder sobre o dia da sua morte.eusC confirma sobre n!s a obra das nossas mãos. negociaremos e gan'aremos.1 72almo 9<<. 1+ois n!s somos de ontem. 1E agora.1 72almo PO=. e a tua gl!ria sobre seus fil'os. para $ue o con'eças. logo se vai. para $ue o estimesH O 'omem é semel'ante a um soproC os seus dias são como a sombra $ue passa. 2im. +assam como balsas de papiroC como "guia $ue se lança sobre a presa. 1O 'omem. (omo não '" altas em época de .1 72almo 9O:. e nada sabemos. devíeis dizer. e murc'aC como uma sombra passageira. nascido da mul'er. v!s $ue dizeis.1 7?! P. viveremos e faremos isto ou a$uilo.9:-9D=. Nasce como a flor. não permanece. e o seu lugar não se con'ece mais. 8oje ou aman'ã iremos a tal cidade. 2e o 2en'or $uiser. é de bem poucos dias e c'eio de dificuldade. e o fil'o do 'omem. e não v#em a alegria.1 70iago <. Em lugar disso.ED-EQ=.P=. e logo se desvanece.&legra-nos pelos dias $ue nos afligiste. e como a flor do campo. &pareça a tua obra aos teus servos. 1@uanto ao 'omem. não sabeis o $ue acontecer" aman'ã. 2eja sobre n!s a graça do 2en'or. assim floresceC passando por ela o vento. nosso . confirma a obra das nossas mãos. 1Os meus dias são mais velozes do $ue um correioC fogem. l" passaremos um ano.:-<=. 12en'or. 1Ninguém '" $ue ten'a domínio sobre o vento.1 7?! 9<.9D-9Q=. O $ue é a vossa vidaH 5 um vapor $ue aparece por um pouco. $ue é o 'omem. Ora.

a$ui estão outros cinco talentos $ue gan'ei com eles. e ser" o seu . e o pr!prio . com eles gan'ei outros dois. entregaste-me dois talentosC ol'a. &gora o tabern"culo de .eus. 2obre o pouco foste fiel.1 7Mateus ED. Entra no gozo do teu sen'or.isse-me mais. 2en'or.EO-E:=.N=. ('egando também o $ue tin'a recebido dois talentos. .isse-l'e o seu sen'or. nem dor. pois as suas obras os acompan'arão. Recompensas no céu 1Então ouvi uma voz do céu. o princípio e o fim. Eu sou o &lfa e o Omega. & $uem tiver sede. pois j" as primeiras coisas são passadas.9:=. 1E ouvi uma grande voz. . @uem vencer 'erdar" .eus est" com os 'omens. confias-te-me cinco talentos.1 7&pocalipse 9<. 2obre o pouco foste fiel. O seu sen'or l'e disse. Escreve. 1Então. vinda do trono. sobre o muito te colocarei. Iem est" servo bom e fiel. Iem est" bom e fiel servo. apro*imando-se o $ue recebera cinco talentos. Não 'aver" mais morte. de graça l'e darei da fonte da "gua da vida. $ue dizia. nem pranto. nem clamor. tampouco a impiedade libertar" os $ue a praticam. dizendo.guerra.eus estar" com eles. pois estas palavras são verdadeiras e fiéis.eus en*ugar" de seus ol'os toda a l"grima.eus 'abitar" com eles. E o $ue estava assentado no trono disse. . descansarão dos seus trabal'os. sobre o muito te colocarei.1 7Eclesiastes N. Iem-aventurados os mortos $ue desde agora morrem no 2en'or. e eles serão o seu povo. Ol'a. Escreve. Est" cumprido. disse. 2im. diz o Espírito. . E disse-me. entregou-l'e outros cinco talentos. 2en'or. Entra no gozo do teu sen'or. $ue dizia. >aço novas todas as coisas.

1 72almo P9. . nem a praga $ue destr!i ao meio-dia. e da peste perniciosa. Não temer"s o terror noturno. e ele ser" meu fil'o. (ertamente ele te livrar" do laço do passarin'eiro.:-F=.eus é o nosso ref-gio e fortaleza. e ainda $ue os montes se transportem para o meio dos maresC ainda $ue as "guas rujam e se perturbem. dez mil / tua direita. Ele é o meu ref-gio e a min'a fortaleza. Mil cairão ao teu lado.irei do 2en'or. ainda $ue os montes se abalem pela sua braveza. &li não 'aver" mais noite. e ver"s a recompensa dos ímpios. mas não me envergon'oC por$ue eu sei em $uem ten'o crido. em $uem confio. e estou certo de $ue ele é poderoso para guardar o meu dep!sito até a$uele dia. 1&$uele $ue 'abita no esconderijo do &ltíssimo. / sombra do Onipotente descansar". 1+or este motivo sofro também estas coisas. 1E verão a sua face.1 7&pocalipse EE. mas tu não ser"s atingido.9E=. 2omente com os teus ol'os contemplar"s. ainda $ue a terra se mude. pois o 2en'or .9-P=. nem da luz do sol.1 7E 0im!teo 9.1 7&pocalipse E9. nem peste $ue anda na escuridão.eus. e debai*o das suas asas estar"s seguroC a sua fidelidade ser" teu escudo e bro$uel. 2e fizeres do 2en'or o teu ref-gio.1 72almo <Q. +elo $ue não temeremos.<-D=. . e na sua testa estar" o seu nome. E reinarão para todo o sempre. e do &ltíssimo a tua 'abitação. o meu . 1O 2en'or é o meu pastorC nada me faltar". Ele te cobrir" com as suas penas. Não necessitarão de luz de lBmpada. e eu serei seu . socorro bem presente na ang-stia. Con iança 1.eus.eus os iluminar".todas as coisas. nem a seta $ue voa de dia.9-:=.

ED-EQ=.edentor vive. 1&inda $ue eu ande no meio da ang-stia. .1 7?! 9P. 1. 3uia-me pelas veredas da justiça. se a nossa casa terrestre deste tabern"culo se desfizer.eitar-me faz em verdes pastos. e 'abitarei na casa do 2en'or para sempre.1 72almo 9:N.omanos 9<. .espondeu Marta.= Mas temos confiança. @uem . &inda $ue eu andasse pelo vale da sombra da morte. e a tua destra me salvar". por amor do seu nome. +elo $ue estamos sempre de bom Bnimo.Q-N=. 0eu irmão ressurgir". para ser 2en'or tanto dos mortos $uanto dos vivos. en$uanto estamos presentes no corpo. e $ue por fim se levantar" sobre a terra. 1Eu sei $ue o meu . 7&ndamos por fé.P=. E depois de consumida a min'a pele. e não por vista. uma casa não feita por mãos. guia-me mansamente a "guas tran$%ilas. (ertamente $ue a bondade e o amor me seguirão todos os dias da min'a vida. Jnges a min'a cabeça com !leoC o meu c"lice transborda.. preferindo dei*ar este corpo e 'abitar com o 2en'or. refrigera a min'a alma. no -ltimo dia. +reparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos. tu preservar"s a min'a vidaC estender"s a tua mão contra a ira dos meus inimigos.1 72almo E:=.eus um edifício. Eu sei $ue ressurgir" na ressurreição. sabendo $ue.isse ?esus.eus. 12abemos $ue.9. ainda em min'a carne verei a .isse ?esus. por$ue tu est"s comigoC a tua vara e o teu cajado me consolam. nos céus. temos da parte de . estamos ausentes do 2en'or. eterna. Eu sou a ressurreição e a vida.1 7.F=.1 7E (oríntios D. não temeria mal algum. Ressurreição 1+ois para isto (risto morreu e tornou a viver.

porém.1 7?oão Q. E vi as almas da$ueles $ue foram degolados por causa do testemun'o de ?esus e pela palavra de . +ortanto. e assim estaremos para sempre com o 2en'or. e $ue não adoraram a . 1Mas a nossa p"tria est" nos céus. ainda $ue esteja morto. 1+ois a vontade de meu +ai é $ue todo a$uele $ue v# o fil'o e nele cr# ten'a a vida eterna. para $ue não vos entristeçais. viver"C e todo a$uele $ue vive e cr# em mim.<O=.eus. de onde esperamos o 2alvador.E:-EQ=. e aos $ue se assentaram sobre eles foi-l'es dado o poder de julgar. os $ue ficarmos vivos para a vinda do 2en'or.eus ressuscite os mortosH1 7&tos EQ. nunca morrer".epois n!s. segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas. os $ue ficarmos vivos. . ao som da trombeta de . e os $ue morreram em (risto ressurgirão primeiro.eus.9:-9N=.1 79 0essalonicenses <.eus os tornar" a trazer com ele. assim também cremos $ue aos $ue dormem em ?esus. 1+or $ue é $ue se julga coisa incrível entre v!s $ue . como os demais. (remos $ue ?esus morreu e ressurgiu. . para o encontro do 2en'or nos ares. consolai-vos uns aos outros com estas palavras.1 7>ilipenses :.izemo-vos isto pela palavra do 2en'or. $ue sejais ignorantes acerca dos $ue j" dormem. $ue não t#m esperança. 1Ai também tronos. $ue n!s. .EO-E9=. 1Não $uero. irmãos.cr# em mim. e eu o ressuscitarei no -ltimo dia. seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens. $ue transformar" o nosso corpo de 'umil'ação. para ser conforme o seu corpo glorioso. não precederemos os $ue dormem.N=. o 2en'or ?esus (risto. +ois o mesmo 2en'or descer" do céu com grande brado. / voz do arcanjo. (r#s istoH1 7?oão 99.

2obre estes não tem poder a segunda morte.besta. ele camin'ar" diante do féretro até o p-lpito. ou esper"-lo de pé diante do p-lpito. Iem-aventurado e santo a$uele $ue tem parte na primeira ressurreição. .1 7&pocalipse EO. o ministro deve sair para receber o féretro na porta do templo. CERIMÔNIA 1 !a resid"ncia ou no templo Cundo musica* Jma m-sica solene ser" tocada. O féretro ser" colocado diante do p-lpito. e reinarão com ele durante os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. e reinarão com (risto durante mil anos.<-Q=. pedir" $ue ele abençoe o culto $ue est" sendo celebrado. . e não receberam o sinal na testa e nem nas mãos. Mas os outros mortos não reviveram.eus. até $ue os mil anos se completassem.epois de receb#-lo na porta.eus e de (risto.eviveram. Camin0ada do ministro e des*ocamento do 1!retro ara diante do ?* ito 2e o culto est" sendo celebrado na igreja. Oração O ministro. nem a sua imagem. mas serão sacerdotes de . recon'ecendo a soberania de . .

+edir" ao 2en'or $ue console os familiares. e agradecer" a .stuma Jm ministro. esta mensagem poder" ser selecionada da seção intitulada $emas e te%tos para mensa&ens.'eitura de uma assa$em ()(*ica de adoração <ino ou corin0o cantado e*a i$reja 'eitura ()(*ica +oder" ser lida uma ou duas passagens. <omena$em . O 3ai Nosso Mensa$em .eus pela vida e*emplar da pessoa falecida. Oração O ministro recordar" nossa esperança de viver eternamente com (risto. <ino es ecia* Jm solista ou um grupo musical cantar" um 'ino. <ino . ou um parente. ou um amigo da pessoa falecida falar" alguns minutos em mem!ria dela. dando-l'es força e conforto durante a ang-stia e tristeza.e acordo com a ocasião. ou uma seleção de v"rias das passagens bíblicas $ue aparecem nas p"ginas anteriores.

pois.eus. 3l!ria.eus nos oferece. a ele eternamente. @uão insond"veis são os seus juízos.+oder" ser cantado um 'ino favorito da pessoa falecida. 'eitura ()(*ica . e $uão inescrut"veis os teus camin'os. e se dirigir" ao cemitério. tanto da sabedoria como da ci#ncia de . o ministro despedir" os presentes sem pronunciar a b#nção pastoral. para $ue l'e seja recompensadoH +or$ue dele e por ele e para ele são todas as coisas. o ministro acompan'ar os parentes da pessoa falecida até o cemitério. &ntes de sepult"-lo. bai*arão o féretro. com a esperança eterna $ue . &mém. @uem compreendeu a mente do 2en'orH Ou $uem foi o seu consel'eiroH Ou $uem l'e deu primeiro a ele. 45nção astora* 1O profundidade das ri$uezas. &o c'egar ao cemitério. ('egados ao sepulcro. um culto ser" realizado. Oração 2erão invocados o amor e a provid#ncia divinos. em muitas igrejas evangélicas.1 Des1i*e erante o 1!retro !o cemitério 5 costume. @uando o primeiro culto f-nebre for concluído. onde 'aver" um breve culto. o ministro camin'ar" / frente dos $ue conduzem o féretro. sendo seguido pelos familiares e amigos do7a= falecido7a=.

EN-EP=. ou criança. e os $ue praticaram o mal. cinza / cinza. separar deste mundo a alma deste irmão. e murc'aC como uma sombra passageira. para a ressurreição da condenação. 1Nu saí do ventre de min'a mãe. conforme for o caso=C portanto.1 7?o D.eus.9-E=. em sua infinita provid#ncia. e o espírito volte a . é de bem poucos dias e c'eio de dificuldade. não permanece. A entre$a do cor o " terra O ministro jo$ar& um un0ado de terra 9uma s.1 7Ec 9E. ve2: so(re o 1!retro. en/uanto ronuncia as se$uintes a*avras: 1+or$uanto aprouve a . 0erra / terra. e nu tornarei para l". nascido da mul'er.eus.1 7?! 9<.1 7?! 9. como o era. O 2en'or o deu e o 2en'or o tomouC bendito seja o nome do 2en'or. Nasce como a flor. p! ao p!. com a esperança e a certeza da ressurreição para a vida eterna de todos os $ue dormiram em (risto. Os $ue fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida. $ue o deu. 1E o p! volte / terra.F=.O ministro assa$ens: 1ar& a *eitura das se$uintes 1O 'omem.1 'eitura ()(*ica adiciona* 9o ciona*: 1Não vos maravil'eis disto. 7ou irmã.E9=. . pois vem a 'ora em $ue todos os $ue estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão. 0odo-poderoso. n!s entregamos o seu corpo / terra.

1+ois convém $ue isto $ue é corruptível se revista da incorruptibilidade. 2emeia-se em ignomínia. e isto $ue é mortal se revestir da imortalidade. é ressuscitado corpo espiritual.EO=. 2emeia-se em fra$ueza. d"-nos o amparo de tua miseric!rdia infinita. o teu aguil'ãoH Onde est". é ressuscitado em incorrupção. ! morte. agora e .1Mas de fato (risto ressurgiu dentre os mortos. Onde est". ! morte. 2emeia-se corpo animal. $ue de acordo com a tua miseric!rdia e a tua sabedoria puseste fim aos dias do teu servo 7serva ou criança. &mém. e foi feito as primícias dos $ue dormem. é ressuscitado em gl!ria. 2en'or nosso. 2emeia-se o corpo em corrupção. é ressuscitado em poder. '" também corpo espiritual.D:-DD=. E. 0ragada foi a morte na vit!ria. então se cumprir" a palavra $ue est" escrita. a tua vit!riaH1 79 (o 9D.1 79 (o 9D. 2e '" corpo animal. 1&ssim também é a ressurreição dos mortos. Oração 1Nosso +ai celestial. $uando isto $ue é corruptível se revestir da incorruptibilidade. para prosseguirmos nossa peregrinação terrenal e vencermos os sofrimentos. as tentaç)es e os perigos $ue nos esperam. e $ue isto $ue é mortal se revista da imortalidade.1 45nção astora* 1@ue a graça.1 79 (o 9D. conforme for o caso=.<E-<<=. e para finalmente c'egarmos ao porto seguro da sa-de e da vida eterna através de ?esus (risto. a miseric!rdia e a paz de nosso 2en'or ?esus (risto sejam com todos voc#s.

1 CERIMÔNIA 6 !a resid"ncia ou no templo 3assa$ens ()(*icas O ministro se osicionar& ao *ado do 1!retro e *era as se$uintes assa$ens: 1. e $ue por fim se levantar" sobre a terra.isse ?esus. nunca morrer".1 79 (o 9D. Ora. E depois de consumida a min'a pele.eus. 2e não fosse assim. na sua vinda. ainda $ue esteja morto.ED-EQ=.EQ=. eu vo-lo teria dito. viver"C e todo a$uele $ue vive e cr# em mim. Na casa de meu +ai '" muitas moradas. (risto as primícias. (redes em . @uem cr# em mim. 1Não se turbe o vosso coração. (r#s istoH1 7?o 99. assim também todos serão vivificados em (risto.9-E=. depois os $ue são de (risto. o -ltimo inimigo $ue '" de ser destruído é a morte. crede também em mim. Aou preparar-vos lugar. Mas cada um por sua ordem.EE-E:. Eu sou a ressurreição e a vida.1 7?o 9<. ainda em min'a carne verei a . Oração O 3ai Nosso <ino . &mém.1 7?! 9P.ED-EQ=.eus. 1Eu sei $ue o meu redentor vive.para sempre. 1+ois assim como todos morrem em &dão.

No sepulcro não '" obras. 6Eu sou a . p! ao p!. e procedamos esforçadamente na realização do m"*imo da$uilo $ue . >açamos o $ue é correto e bom. Mensa$em -e a essoa 1a*ecida era crente em Cristo Desus.eus. nem sabedoria. do seu trabal'o e de suas amizades na igreja. e a ele todos n!s iremos cedo ou tarde. nem tam ouco e=a$erar suas virtudes# -a*mo 1E7:17%1F. ser dito o se$uinte: oder& 1+or ter cessado sua e*ist#ncia terrena. O espírito. assim como de sua devoção a . >alar" do lugar de nascimento. 1(onfiemos na$uele $ue diz.eus. Ci*i enses 1:67 e -a*mo 6F:G o1erecem arBmetros a ro riados ara a mensa$em# -e a essoa 1a*ecida não era crente. 0erra / terra. .eus colocou em nossas mãos.eve ter por escrito todos esses dados confirmados pela família. o ministro re arar& uma mensa$em de con1orto e encorajamento (aseado na es erança do /ue morre em Cristo# Não deve 1a*ar dos de1eitos da essoa 1a*ecida. cinza / cinza.Dados so(re a essoa 1a*ecida e sua 1am)*ia O ministro far" um r"pido resumo da vida da pessoa falecida. entregaremos seu corpo / terra. 1+ortanto. de sua família. consagremo-nos 'oje mesmo a meditar sobre a eternidade. de onde ela veio. n!s o dei*amos na mão de . Este é o ponto final de uma vida. nem con'ecimento.

em sua infinita provid#ncia. viver". separar deste mundo a alma de nosso7a= falecido7a= irmão 7irmã=. $uando a 4greja de (risto ser" arrebatada. o amor de . @ue o 2en'or levante o seu rosto sobre n!s. @ue . conforme a . na segunda vinda do 2en'or. c'eio de poder e majestade. 0erra / terra.ressurreição e a vidaC a$uele $ue cr# em mim. E todo a$uele $ue vive e cr# em mim. en/uanto di2: 1+or ter sido da vontade do .61 45nção astora* @ue . e console os nossos coraç)es atribulados por essa tão grande perda. & terra e o mar entregarão seus mortos. o ministro es ar$ir& so(re e*e um un0ado de terra ou de !ta*as de rosas. e sua graça esteja sobre n!s.eus faça resplandecer o seu rosto sobre n!s. p! ao p!.1 !o cemitério Entre$a do cor o " terra Estando o 1!retro co*ocado so(re a a(ertura do se u*cro. e nos d# a paz. cinza / cinza. E $ue a graça do 2en'or ?esus (risto. n!s entregamos o seu corpo / terra.eus abençoe a todos n!s.eus e a comun'ão do Espírito 2anto sejam com todos n!s. Mas n!s esperamos a ressurreição universal do -ltimo dia. e os corpos corruptíveis dos $ue dormiram neles serão transformados e tornados semel'antes ao glorioso corpo de (risto. ainda $ue esteja morto.eus 0odo-poderoso. não morrer" eternamente. e os mortos em (risto ressuscitarão primeiro.

'eitura ()(*ica +oder" ser lida uma das passagens. diz o Espírito.eus e pedir" a sua b#nção sobre o culto $ue celebrar". e com todo seu povo. pois $ue descansarão de seus trabal'os.1 CERIMÔNIA 7 Esta cerim nia foi preparada para os casos em $ue s! '" um culto f-nebre programado. Dados so(re a essoa 1a*ecida e sua 1am)*ia . 1& graça do 2en'or ?esus (risto. o amor de . ou no cemitério. Oração O ministro recon'ecer" a soberania de . ou uma seleção das v"rias passagens $ue aparecem na seção de leituras bíblicas. &mém. & mensagem $ue foi incluída como modelo considera $ue o falecido era crente em ?esus. na igreja.poderosa obra pela $ual Ele p de sujeitar a si todas as coisas. 2im. seja ele na resid#ncia.eus e a comun'ão do Espírito 2anto seja com todos voc#s.1 45nção 3astora* 1Iem-aventurados a$ueles $ue morrem no 2en'or.

O ministro informar" sobre o lugar de nascimento da pessoa falecida. incluída a$ui como modelo. Oração O ministro agradecer" a . os lugares onde viveu. . <ino es ecia* Jm solista ou um grupo musical cantar" um 'ino. <omena$em . destaca as virtudes $ue caracterizavam a pessoa falecida. seus familiares. anime e console os presentes. ou a passagem bíblica favorita da pessoa falecida 7por e*emplo. o 2almo E:=. a$uelas $ue ficaram gravadas na mem!ria de seus amigos. e l'e pedir" $ue esta atue na vida dos seres mais $ueridos da pessoa falecida. & mensagem seguinte.stuma Jm dos membros da família $ue mel'or con'ecia a pessoa falecida falar" durante alguns minutos sobre as virtudes mais destacadas da pessoa. e os faça refletir sobre a vida e a morte. Mensa$em O ministro escol'er" nas 2agradas Escrituras um tema $ue encoraje.eus pelo fortalecimento e o consolo $ue a +alavra nos d". Estes e outros dados deverão ser confirmados antecipadamente pela família. 'eitura ()(*ica O ministro lera um salmo.

E. como e*pressa +rovérbios 9F. Era um7a= amigo7a= no sentido mais completo da palavra.9F. tanto no &ntigo como no Novo 0estamento. como também amigo7a= de todos os $ue tiveram a oportunidade de s#-lo. $ue 1Ele d" aos seus amados o sono. @ue significa paraGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida) o estar adormecidoH 1# -i$ni1ica ver a Deus Em &tos F. antes de adormecer. de seus sogros. . 5 uma verdade $ue se encontra na Iíblia. 1em todo tempo ama o amigo1. 7O ministro relatar" alguns epis!dios $ue ilustrem o fato da pessoa falecida ter sido um7a= amigo7a= e*emplar=. 5 uma realidade. por$ue era amigo7a= íntimo7a= de sua7seu= esposa7o=. de seus fil'os e de seus netos. Est#vão.DQ-QO. conseguimos envolver a todos os presentes.#!osso amigo$$$ dorme# 7?oão 99.1 &o nos referirmos aGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida) como ami$o9a:.99= Esta e*pressão bíblica é muito mais $ue uma força de e*pressão. Não é s! uma maneira de suavizar a dura realidade da morte. &ssim era GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida): &mava a todo mundo em todo tempo. +or $ue ?esus se referiu / morte como um 1sono1H +or$ue ele sabia $ue é certo o $ue o salmista diz no 2almo 9EF.

+aulo escreveu estas palavras de suprema esperança e incompar"vel consolo. seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens. 7# -i$ni1ica es erar reunir%se com seus ami$os no 1uturo Em sua primeira carta aos 0essalonicenses. . $ue n!s.avi no seu tempo servido conforme a vontade de . pois em Mateus D. e assim estaremos para sempre com o 2en'or. por$ue eles verão a .eus. caso estes o ten'am antecedido.N ?esus diz.eus.eus.:Q +aulo diz $ue 1tendo .eus os tornar" a trazer com ele.epois n!s. +ois o mesmo 2en'or descer" do céu com grande brado. capítulo <. . 6# -i$ni1ica reunir%se com ami$os /ue artiram antes de*e Em &tos 9:. 1(remos $ue ?esus morreu e ressurgiu. 1Iem-aventurados os puros de coração. dormiu e foi posto junto de seus pais1.izemo-vos isto pela palavra do 2en'or. GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida) adormeceu em paz com . Não e*iste sono mais agrad"vel do $ue este. ao som da trombeta de .eus +ai. assim também cremos $ue aos $ue dormem em ?esus. não precederemos os $ue dormem.eus1.viu o céu aberto e o >il'o do 'omem / direita de . os $ue ficarmos vivos. e os $ue morreram em (risto ressurgirão primeiro.GGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida) acabou de ter a oportunidade de reunir-se com seus amigos ou seus pais. os $ue ficarmos vivos para a vinda do 2en'or. para o encontro do 2en'or nos ares.eus. . versículos 9< a 9N. +ortanto. / voz do arcanjo.a mesma formaGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida) ver" a . consolai-vos uns aos outros com estas . .

e manter" a certeza de $ue iremos encontrar GGGGGGGGGGGGGGGG (nome da pessoa 'a(ecida) no céu. por longos dias1. Nessa confiança n!s nos reunimos a$ui para dei*ar a parte mortal de nosso7a= irmão7ã= neste lugar de descanso. certamente não muito distante.e maneira $ue agora s! falta a n!s.eus criou. .eus.palavras. ao pensar em nosso7a= amigo7a= GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da pessoa 'a(ecida). e estamos convictos de $ue teremos um lugar de descanso. e $ue isto significa $ue ele7a= despertar" para viver por toda a eternidade com (risto. Estamos rodeados da natureza maravil'osa $ue . e temos a certeza de $ue a vida se estende para além deste lugar. $ue seja ade$uado para a ocasião 7por e*emplo. <ino cantado e*a i$reja Jm 'ino solene ser" cantado ou um 'ino favorito da pessoa $ue faleceu. não feito por mãos 'umanas. lembramos $ue ele7a= adormeceu. Mas isso depender" de n!s.eus. avançando por toda a eternidade. 2eja nos preparamos devidamente. Entre$a do cor o " terra O ministro dir&: 1Estamos reunidos para tornar a lembrar o $ue é eternamente sagrado por ser um dom da parte de .1 4sto nos servir" de consolo e encorajamento. mas . em tempo muito pr!*imo. 2omos sustentados por uma fé mais poderosa $ue a morte.este modo. nos reunirmos a ele7a= para morarmos juntos 1na casa do 2en'or. n!s nos encontraremos com ele 7ou ela= um dia. e se nos mantivermos fiéis a . . 0antos como a areia da praia=.

1 45nção astora* 1&o $ue pode fazer muitíssimo mais $ue tudo o $ue pedimos ou imaginamos. O programa geral poder" incluir 'inos e corin'os apropriados. devem ser convidados os membros do ministério 7os obreiros da igreja=. pelos séculos dos séculosR &mém. $ue possam assistir o culto junto com outros líderes convidados. como uma s! voz.epois da mensagem. & parte principal da cerim nia normalmente consta de uma mensagem entregue por um líder da denominação. a leitura de uma das passagens bíblicas $ue aparecem a seguir. ou alguma outra pessoa escol'ida para este fim.eus eterno. 0ambém podem ser feitos an-ncios com respeito a obra de construção e de donativos para esta. a ele seja a gl!ria na 4greja e em (risto ?esus por todas a geraç)es. segundo o seu poder $ue atua em n!s. &compan'ados de trombetas.1 DEDICAHIO DE >EM3'O +ara a cerim nia de dedicação do templo. . e. cBnticos especiais. a apresentação do construtor do templo. ou corpo e*ecutivo. ergueram a voz em . Passagens b%blicas 1Os trombeteiros e os cantores juntaram-se em uníssono. caso seja possível.pelo pr!prio . címbalos e outros instrumentos. Eles se sentarão no p-lpito junto com o ministro da igreja. denominado também de presbitério. é celebrada a cerim nia de dedicação. para louvar ao 2en'or e render-l'e graças.

para darem graças ao nome do 2en'or.1 72almo 9OO.eus. +rosperem a$ueles $ue te amam. Ele é bom. buscarei o teu bem. e o seu amor dura para sempreC a sua fidelidade estende-se de geração a geração. o seu amor dura para sempre. Aamos / casa do 2en'or. por causa da nuvem. Entrai pelas portas dele com aç)es de graça. $ue nos fez povo seu e ovel'as do seu pasto. Os nossos pés estão dentro das tuas portas. Orai pela paz de ?erusalém. ?erusalém est" edificada como uma cidade compacta. direi. 8aja paz dentro de teus muros. +or$ue o 2en'or é bom. como estatuto de 4srael.9:-9<=. ! ?erusalém. e em seus "trios com louvorC rendei-l'e graças. >oi ele.nia de dedicação Diri$indo%se " con$re$ação. e louvai o seu nome.9-D=. 2ervi ao 2en'or com alegriaC apresentai-vos a ele com canto.louvor ao 2en'or e cantaram.1 7E (r nicas D. pois a gl!ria do 2en'or enc'eu a casa de . Cerim.eus. os tronos da casa de . 2abei $ue o 2en'or é .eus. e não n!s. o ministro dir&: .1 72almo 9EE. as tribos do 2en'or.9-P=. para onde sobem as tribos. e os sacerdotes não podiam ter-se em pé. Então a casa do 2en'or se enc'eu de uma nuvem. 1&legrei-me $uando me disseram. 1(elebrai com j-bilo ao 2en'or. nosso . todos os moradores da terra. para ministrar.avi. +or causa dos meus irmãos e amigos. e prosperidade dentro dos teus pal"cios. 8aja paz em ti. +ois ali estão os tronos do juízo. +or causa da casa do 2en'or.

1Neste templo ser" elevado ao 0odo-poderoso o incenso do louvor. . E agora. a fim de us"-lo para a gl!ria de seu nome. protegendo-os da ruína e do desespero. 15 nosso desejo $ue . Ministro: 1. para a 'onra de ?esus (risto seu >il'o. &$ui bril'ar" a toc'a divina da +alavra. de acordo com o prop!sito para o $ual estamos reunidos. e serão observadas as ordenanças sagradas da casa de .ogamos ao &ltíssimo $ue nen'uma nota discordante de disputa ou contenda seja ouvida neste lugar sagradoC $ue nen'um espírito de orgul'o ou mundanidade encontre espaço dentro destas paredes.eus.eus. até $ue eles alcancem a luz eterna do lar celestial. 1Este templo oferecer" ref-gio aos pecadores e aos aflitos.edicamos este templo /$uele de $uem procede toda boa d"diva e todo dom perfeito. o . Os crentes encontrarão a$ui um porto seguro onde possam descansar $uando estiverem sob o açoite do grande vendaval. 1. 1Neste empen'o devemos nos consagrar 'oje mesmoC para este fim dedicamos este templo a .eus nosso +ai. para guiar os peregrinos na noite da vida. e $ue Ele derrame suas ricas b#nçãos sobre todos os $ue estão participando desta dedicação.eus aceite a oferta deste templo como a e*pressão sincera de coraç)es agradecidos e mãos dispostas. devemos fazer as seguintes dedicaç)es. e para louvor do Espírito 12anto.13raças / prosperidade com $ue o 2en'or nos abençoou. nosso 2en'or e 2alvador. estamos 'oje reunidos perante sua santa presença para dedicarl'e este templo. e tendo completado a construção desta casa de adoração mediante sua graça e seu poder.

edicamos este santo lugar para a gl!ria de . e em todas as esferas da vida em (risto.eus o >il'o e .1 . a preparação dos jovens. dedicamos esta casa de oração.1 Ministro: 1+ara adoração de .edicamos este templo a . e para o santo cumprimento das ordenanças.eus o +ai. para $ue os pecadores se arrependam e para $ue os crentes sejam edificados no con'ecimento espiritual da verdade.eus. o consolo dos anciãos. dedicamos este santo lugar.edicamos este templo / pregação do evangel'o.edicamos esta casa de oração para a gl!ria de .1 )&re#a: 1.1 )&re#a: 1.eus o Espírito 2anto. e a evangelização do mundo inteiroC para ajudar os necessitadosC para promover a fraternidade no g#nero 'umanoC e finalmente.edicamos este templo / pregação do evangel'o. .1 Ministro: 1.1 )&re#a: 1.(onsolador.eus com cBnticos e oraç)es.1 Ministro: 1+ara as almas das regi)es mais remotas e dos lugares mais pr!*imosC para nossos fiéis mission"rios $ue t#m saído a fim de resgat"-lasC para a salvação das crianças. para a e*tensão do reino de .eus. fonte de luz e vida. para o ministério da +alavra.1 )&re#a: 1.eus.

eus e a e*pressarem sua gratidão a Ele mediante ofertas.eus 0odo-poderoso. o domínio e o poder pelos séculos dos séculos. Oração & oferta $ue foi recol'ida ser" dedicada ao 2en'or para $ue ele a abençoe. +or amor de . O1erta O ministro convidar" a todos a adorarem a . Aistam-se os teus sacerdotes de retidãoC alegrem-se os teus santos.avi. e consagrada / adoração no serviço do reino de .1 72almo 9:E. teu servo. declaro esta casa separada de todo uso profano. &mém. Em seguida ser" pronunciada a b#nção final. ! 2en'or.1 'eitura ()(*ica 1Sevanta-te. e do >il'o e do Espírito 2anto.N-9O=. . a $uem seja a gl!ria e a majestade.Ministro: 1Em nome do +ai. e vem para o teu repouso. tu e a arca da tua força. não faças virar o rosto do teu ungido.

líderes e professores de Escola . presidentes de grupos e cargos semel'antes estão incluídos neste tipo de cerim nia. Mensa$em .9N-9P=.DA E-CO'A DOMINICA' 'eitura ()(*ica O astor *era a se$uinte assa$em: 1('egando-se ?esus.APRESENTAÇÃO DE LÍDERES DA IGREJA LOCAL 5 essencial $ue os novos líderes e professores compreendam a importBncia e a seriedade de seu trabal'o. 5-me dado todo o poder no céu e na terra. ide e fazei discípulos de todos os povos. falou-l'es. Os di"conos.1 7Mateus EN. batizando-os em nome do +ai e do >il'o e do Espírito 2anto. é recomend"vel $ue a apresentação e a posse de seus cargos se realizem durante uma cerim nia p-blica.ominical. CERIMÔNIA 3ARA 'ÍDERE. +ortanto. +ara conseguir este fim. dizendo.

nos enc'eu do Espírito 2anto.-im. o astor os comissionar& com esta er$unta: 1Aoc#s aceitam de coração esta responsabilidade /ue t#m recebido do 2en'orH1 E*es res onderão: . cuidando de suas ovel'asC $ue os consideremos como nossa congregaçãoC e $ue possamos dizer. 6nen'um deles se perdeu6 7?oão 9F. @ue sejamos verdadeiros pastores. e tem feito brotar dentro de n!s o desejo de sermos b#nção para os demais. nos tem dado con'ecimento de sua +alavra. Jma oração ser" então elevada. nesta Escola . n.ria O ministro pedir" aos líderes $ue se ajoel'em diante do altar. Ele est" escol'endo voc#s para trabal'ar no lugar $ue Ele l'es tem designado.1 Comissão Ao conc*uir sua (reve mensa$em. não anjos. Oração dedicat.a mesma maneira. e para $ue eles se manten'am fiéis em cada tarefa.s a aceitamos#. e nos dado essa oportunidade.eus os dirija em seus deveres futuros. 1(onsiderem o $ue (risto espera de n!s. Ele nos salvou de um mundo de pecado.9E=. para $ue . @ue privilégioR 1(onsiderem o $ue (risto tem feito por n!s. .ominical. O 2en'or tem comissionado 'omens.1?esus escol'eu e confiou a outros o trabal'o $ue Ele 'avia começado. Em seguida. os líderes se colocarão de pé e se .

en$uanto os professores se apro*imam do altar. &o terminar a oração. sete 'omens de boa reputação. Estes -ltimos se ajoel'arão. &presentaram estes 'omens aos ap!stolos. 0imão. e sirvamos /s mesas.eus.eus. prosélito de &ntio$uia. 'ouve murmuração dos gregos contra os 'ebreus. orando. Escol'ei. e o pastor pedir" ao superintendente da Escola . 'omem c'eio de fé e do Espírito 2antoC também a >ilipe. . disseram. Estes. Não é razo"vel $ue n!s dei*emos a palavra de .eus. c'eios do Espírito 2anto e de sabedoria. dentre v!s. crescendo o n-mero dos discípulos. irmãos. e em ?erusalém se multiplicava .e sorte $ue crescia a palavra de . 'eitura ()(*ica @uando todos estiverem osicionados diante do ?* ito. convocando os discípulos. e l'es desejarão as mais ricas b#nçãos de .posicionarão em ambos os lados do pastor. Elegeram a Est#vão. +armenas e Nicolau. l'es impuseram as mãos. os líderes apertarão as mãos dos professores. o ministro *era a se$uinte assa$em: 1Na$ueles dias. Este parecer contentou a toda a multidão. Nicanor. +r!coro. por$ue as suas vi-vas eram desprezadas na distribuição di"ria de alimento. VWas n!s perseveraremos na oração e no ministério da palavra. CERIMÔNIA 3ARA DIJCONOOs novos di"conos virão / frente $uando o ministro ler seus nomes.ominical $ue ore por eles. aos $uais constituamos sobre este importante neg!cio. Então os doze.

Comissão Em se$uida o ministro dir&: 1Estes versículos demonstram $ue a 4greja nomeou di"conos no começo da era cristã.rapidamente o n-mero dos discípulos.eus repouse sobre voc#s en$uanto trabal'arem juntos para a e*pansão do reino de . Os di"conos sejam maridos de uma s! mul'er. @ue a b#nção de . segundo (risto ?esus. s!brias e fiéis em tudo. em respeito ao seu cargo. concordes e a uma voz.1 45nção 3astora* 1Ora.eus.9-F=. 10ambém recomendo a voc#s. sinceros. e grande parte dos sacerdotes obedecia / fé.1 79 0im!teo :. . conservando o mistério da fé com a consci#ncia pura. não cobiçosos de s!rdida ganBncia. e muita confiança na fé $ue '" em (risto ?esus.eus. 1.eus de paci#ncia e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros. .1 7&tos Q. $ue ajudem em tudo o $ue possam esses novos líderes. ad$uirirão para si uma boa posição. o . não maldizentes. +or$ue os $ue servirem bem como di"conos. e governem bem seus fil'os e suas pr!prias casas.N-9:=. 0ambém estes sejam primeiro provados. povo amado de . depois sirvam.a mesma forma os di"conos sejam respeit"veis. para $ue. não dados a muito vin'o. se forem irrepreensíveis. apoiando-os com suas oraç)es e 'onrando-os com alta estima.a mesma forma as mul'eres sejam respeit"veis. e para o progresso desta igreja.

D-Q=.glorifi$ueis ao .1 7.eus e +ai de nosso 2en'or ?esus (risto.omanos 9D. ORDENAÇÃO DE MINISTROS Cu*to de Ordenação 3re*?dio musica* Des1i*e dos candidatos Oração 'eitura de uma assa$em ()(*ica de adoração 'ouvor e adoração 'eitura ()(*ica 'ouvor e adoração Mensa$em A resentação dos candidatos Cerim&nia de ordenação 'eitura do mandato .

a -ltima das $uais geralmente é a comissão de Mateus EN. $ue o capacitarão para desempen'ar este ministério.eus o tem c'amado. . os candidatos " ordenação se ajoe*0arão# Em se$uida.eve ser lida de uma maneira solene. serão im ostas as mãos so(re cada um de*es.9P.O mandato é dirigido aos $ue serão ordenados. e assim se 1ar& com cada uma das essoas ordenadas# -anta Ceia 'ouvor e adoração Cina*i2ação 45nção astora* Passagens b%blicas .1 Em se$uida. de ois de *0es di2er o se$uinte: 14rmãoGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome e sobrenome do candidato). e pedimos ao 2en'or $ue colo$ue sobre voc# a graça e os dons do Espírito 2anto. um dos ministros 9ou outro o(reiro com etente: orar& or essa essoa em articu*ar. os ministros e demais obreiros presentes l'e impomos as mãos. separando-o para o ministério ao $ual . Ordenação De ois da *eitura do mandato. e se orar& or e*es. (onsta de passagens bíblicas $ue t#m a ver com os candidatos ao ministério.

1. disse o 2en'or a ?osué. fil'o de Num. Então far"s prosperar o teu camin'o. E correu a Eli.epois da morte de Moisés.1 7?osué 9. 2amuelR 2amuelR Ele respondeu. toda a terra dos 'eteus. Não te mandei euH Esforça-te. / terra $ue eu dou aos fil'os de 4srael. e disse. e ser"s bemsucedido. (uida em fazer conforme toda lei $ue meu servo Moisés te ordenouC dela não te desvies. 0odo lugar $ue pisar a planta de vosso pé. tu e todo este povo. torna a deitar-te. Não se aparte da tua boca o livro desta leiC medita nele dia e noite. Esforça-te. 1O 2en'or c'amou. vo-lo ten'o dado. ser" o vosso termo. é morto. o servo do 2en'or. meu servo. 0ão-somente esforça-te. Mas ele disse. e até o grande mar para o poente. pois me c'amaste. 2amuel ainda não con'ecia o 2en'or. foi a Eli. como prometi a Moisés. e l'e disse. passa este ?ordão. Não te c'amei. e . nem para a direita. meu fil'o. nem te espantes. o rio Eufrates. (omo fui com Moisés. Eis-me a$ui. e tem bom Bnimo. Mas Eli disse. e tem bom Bnimo. Sevanta-te agora.9-P=. pois me c'amaste. todos os dias de tua vida.esde o deserto e do Síbano. Moisés. . &ssim ele foi e se deitou.eus é contigo por onde $uer $ue andares. nem te desampararei. por$ue o 2en'or teu . para $ue sejas bem-sucedido por onde $uer $ue andares. até o grande rio. Eis-me a$ui. 2amuelR E 2amuel se levantou. não pasmes. nem para a es$uerda. assim serei contigoC não te dei*arei. 0ornou o 2en'or a c'amar. torna a deitar-te. por$ue tu far"s a este povo 'erdar a terra $ue jurei a seus pais l'es daria. Eisme a$ui. Ora. e s# muito corajoso. servidor de Moisés. para $ue ten'as cuidado de fazer conforme tudo o $ue nele est" escrito. Não te c'amei. Ninguém te poder" resistir.

e eu vos farei pescadores de 'omens. Estavam num barco em compan'ia de seu pai Xebedeu.eus. 1Eu fui feito seu ministro segundo a dispensação de . . os $uais lançavam as redes ao mar.F-N=. dir"s. pois o teu servo ouve. 12ervindo eles ao 2en'or. Aeio o 2en'or. e os despediram. >ala.<-9O=.1 7Efésios :. me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios. por meio do evangel'o.ainda não l'e tin'a sido manifestada a palavra do 2en'or. seu irmão. c'amando como das outras vezes. 2en'or. &partai-me a Iarnabé e a 2aulo para a obra a $ue os ten'o c'amado. e 2amuel se levantou. e ali esteve. puseram sobre eles as mãos. e se ele te c'amar. disse o Espírito 2anto. e ?oão. 2imão. segundo o dom da graça de . vinde ap!s mim. viu outros dois irmãos.1 7&tos 9:. 1>ui feito ministro deste evangel'o.eus. Então 2amuel foi e deitou-se no seu lugar. e eles. imediatamente o seguiram. $ue me foi dado segundo a operação do seu poder. para . consertando as redes. dei*ando o barco e seu pai. o menor de todos os santos.0iago. e disse. 2amuelR 2amuelR . fil'o de Xebedeu. pois me c'amaste. +elo $ue Eli disse a 2amuel. & mim. ?esus os c'amou. e &ndré. O 2en'or tornou a c'amar 2amuel pela terceira vez. c'amado +edro.E-:=. depois de jejuarem e orarem. pois eram pescadores.1 79 2amuel :. as ri$uezas insond"veis de (risto. viu dois irmãos.1 7Mateus J. 4ndo um pouco mais longe. Então. 1&ndando ?esus junto ao mar da 3aliléia. 4mediatamente eles dei*aram as redes e o seguiram. Então entendeu Eli $ue era o 2en'or $uem c'amava o menino. >ala. pois o teu servo ouve. 9N-EE=.espondeu 2amuel. $ue me foi concedida para convosco. Aai deitar-te. e jejuando.isse-l'es ?esus. foi a Eli. Eis-me a$ui.

mas segundo o seu pr!prio prop!sito e a graça $ue nos foi dada em (risto ?esus antes dos tempos eternos. mas de poder. do $ual fui constituído pregador.eus $uis fazer con'ecer $uais são as ri$uezas da gl!ria deste mistério entre os gentios. e trou*e / luz a vida e a imortalidade pelo evangel'o. admoestando a todo 'omem. e $ue agora se manifestou pelo aparecimento de nosso 2alvador (risto ?esus. e*orta. o $ual destruiu a morte. (onserva o modelo das sãs palavras $ue de mim tens ouvido. e $ue agora foi manifesto aos seus santos. +or$ue . diante de . repreende. +or esse motivo sofro também estas coisas. na fé e no amor $ue '" em (risto ?esus.ED-EP=. O mistério $ue esteve oculto durante séculos e geraç)es. não te envergon'es do testemun'o de nosso 2en'or.eus. +or$ue vir" tempo em $ue não .eus e de (risto ?esus. e c'amou com uma santa vocaçãoC não segundo as nossas obras. nem de mim.1 7E 0im!teo 9. esperança da gl!ria. de amor e de moderação. para $ue apresentemos todo 'omem perfeito em (risto.Q-9:=.cumprir a palavra de . 1+or este motivo eu te e*orto $ue despertes o dom de . $ue nos salvou. $ue é (risto em v!s.1 7(olossenses 9. 1(onjuro-te.eus. e estou certo de $ue ele é poderoso para guardar o meu dep!sito até a$uele dia.eus não nos deu o espírito de timidez.eus. $ue '" em ti pela imposição das min'as mãos. & eles . e ensinando a todo 'omem em toda a sabedoria. $ue sou prisioneiro seuC antes participa comigo das afliç)es do evangel'o segundo o poder de . & ele anunciamos. mas não me envergon'oC por$ue eu sei em $uem ten'o crido. com toda a longanimidade e ensino. e mestre. pois. $ue '" de julgar os vivos e os mortos. na sua vinda e no seu reinoC prega a palavra. admoesta. insta a tempo e fora de tempo. ap!stolo. +ortanto.

porém.9F . e o tempo da min'a partida est" pr!*imo.9-9O 9 0im!teo Q. Outras passagens pertinentes Sucas 9O. acabei a carreira. faze a obra de um evangelista. mas também a todos os $ue amarem a sua vinda.9<-9D 9 0essalonicenses E.9-N=.F-9O 9 0im!teo <. segundo as suas pr!prias cobiçasC e se recusarão a dar ouvidos / verdade.9D-9Q &tos EO. @uanto a mim.suportarão a sã doutrinaC mas.99. .9-9Q E (oríntios <. a $ual o 2en'or. tendo coceira nos ouvidos.9-E9 E (oríntios D.1 7E 0im!teo <. voltando /s f"bulas.9-9D 9 (oríntios :.esde agora.:-F E 0im!teo :.E< Efésios <. sofre as afliç)es.:-9E 9 (oríntios 9.9<-9N (olossenses<. guardei a fé. cercar-se-ão de mestres.99 -ED E (oríntios Q.EF-:O 9 0im!teo :.99-9E &tos EQ. s# s!brio em tudo. cumpre bem o teu ministério. me dar" na$uele diaC e não somente a mim.9-E 3"latas 9. j" estou sendo derramado como libação.omanos 9O. a coroa da justiça me est" guardada. 0u. justo juiz.9-9F .9N-EO E 0im!teo E. (ombati o bom combate.E:.

eus pelos casais vitoriosos. tendo empen'ado sua . voc#s t#m-se conservado fiéis em seus votos.isto são e*emplo digno de 'onra nosso irmão GGGGGGGGGGGGGGGGG 7 nome do esposo) e sua $uerida esposa GGGGGGGGGGGGGGGGGG 7nome da esposa). com os $uais n!s nos alegramos agora.BODAS DE PRATA A resentação dos es osos Diri$indo%se aos resentes. celebrando este anivers"rio de bodas de prata.1 Renovação de votos Diri$indo%se aos es osos.eus e destas testemun'as a fim de celebrar os votos de vinte e cinco anos de casamento de nossos irmãos GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nomes e sobrenomes dos esposos). o ministro dir&: 1. estamos reunidos na presença de . $ue t#m-se mantido fiéis a seus votos. 1Souvamos a . . E para mim uma grande 'onra dirigir a cerim nia de um anivers"rio tão glorioso e transcendental. o ministro dir&: 1@ueridos irmãos e amigos.urante vinte e cinco anos.

+ortanto. com a ajuda de .GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da esposa). e a vida tem-se mostrado agitada. uma vez mais. +ortanto. Aoc#s t#m sido açoitados por enfermidades. adversidades milR +orém.1 .irigindo-se / esposa. e prometo-l'e. ser fiel esposo até $ue a morte nos separe. e 'avendo dado bom e*emplo / nossa família. comprometo a min'a palavra e meu amor. neste dia de nossas bodas de prata. prometol'e. $ue esta aliança seja um símbolo de pureza. o ministro l'e dir" $ue repita estas palavras. diverg#ncias de opinião. continuar sendo fiel esposa.1 Entre$a de a*ianças Diri$indo%se ao es oso. o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1@uerida esposa. Os anos t#m transcorrido na infinita sucessão do tempo.eus. tendo a felicidade de celebrar nossas bodas de prata. o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1Eu.eus. com a ajuda de .palavra e seu amor.1 Diri$indo%se ao es oso. uma vez mais. 1Eu. problemas familiaresC enfim.1 . reafirmo-l'e min'a lealdade. com virtuosa sabedoria e paci#ncia. nada disto tem dobrado voc#sC pelo contr"rio.GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome do esposo). comprometo a min'a palavra e o meu amor. até $ue a morte nos separe. voc#s tem permanecido fiéis um ao outro. com os muitos acontecimentos do viver di"rio. fidelidade e perpetuidade de nosso sincero amor.

E para mim uma grande 'onra dirigir a cerim nia de um anivers"rio tão glorioso e transcendental.1 4ODA.isto são e*emplo digno de 'onra nosso irmãoGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome do esposo) e sua digna esposaGGGGGGGGGGGGGGGGGG 7nome da esposa). o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1@uerido esposo. o ministro dir&: .Diri$indo%se " es osa. .1 Renovação de votos Diri$indo%se aos es osos.eus e destas testemun'as a fim de celebrar os votos de cin$%enta anos de casamento de nossos irmãos GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG e GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG 7 nomes e sobrenomes dos esposos). entrego-l'e esta aliança. com os $uais n!s nos alegramos agora. celebrando este anivers"rio de bodas de ouro.DE OKRO A resentação dos es osos Diri$indo%se aos resentes. / sua esposa e / nossa família. símbolo de nosso amor insepar"vel e constante.eus pelos casais vitoriosos $ue t#m-se mantido fiéis a seus votos. em 'onra dos seus esforços e de sua fidelidade a . estamos reunidos na presença de . o ministro dir&: 1@ueridos irmãos e amigos.eus. 1Souvamos a .

com a ajuda de . com os muitos acontecimentos do viver di"rio. nos separe.1 Diri$indo%se ao es oso. GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG (nome do esposo). Aoc#s t#m sido açoitados por enfermidades.1 Entre$a de a*ianças . tendo empen'ado sua palavra e seu amor. problemas familiaresC enfim. com virtuosa sabedoria e paci#ncia. cumprir as promessas $ue l'e fiz '" cin$%enta anos. +ortanto.eus $ue não permita $ue nada. o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1Eu. adversidades milR +orém. reafirmo-l'e as promessas $ue fiz '" cin$%enta anos.GGGGGGGGGGGGGGGGGG(nome da esposa). o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1Eu. voc#s tem permanecido fiéis um ao outro.1 Diri$indo%se " es osa.1. a não ser a morte. e ser fiel esposa até a morte. $ue celebro com voc# estas bodas de ouro. Os anos t#m transcorrido na infinita sucessão do tempo.urante cin$%enta anos voc#s t#m-se conservado fiéis em seus votos. nada disto tem dobrado voc#sC pelo contr"rio. eu comprometo a min'a palavra e o meu amor.eus. +ortanto. e a vida tem-se mostrado agitada. uma vez mais. diverg#ncias de opinião. prometo-l'e. eu comprometo a min'a palavra e meu amor. nesta cerim nia comemorativa de nossas bodas de ouro. rogando a .

reafirmo-l'e min'as promessas e min'a fidelidade. e em 'onra dos seus esforços e de sua fidelidade a . o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1@uerido esposo. o ministro *0e dir& /ue re ita estas a*avras: 1@uerida esposa. com esta aliança eu declaro-l'e o meu amor e a min'a constBncia.1 Diri$indo%se " es osa. / sua esposa e / nossa família.1 . @ue ela seja o símbolo de pureza e perpetuidade de nossas promessas de fidelidade um para com o outro. com esta aliança reafirmo-l'e as promessas $ue l'e fiz.Diri$indo%se ao es oso.eus.