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LEI Nº 7.713, DE DEZEMBRO DE 1988.

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Art. 35. O sócio quotista, o acionista ou titular da empresa individual ficará sujeito ao imposto de renda na fonte, à alíquota de oito por cento, calculado com base no lucro líquido apurado pelas pessoas jurídicas na data do encerramento do períodobase. (Vide RSF nº 82, de 1996) § 1º Para efeito da incidência de que trata este artigo, o lucro líquido do períodobase apurado com observância da legislação comercial, será ajustado pela: a) adição do valor das provisões não dedutíveis na determinação do lucro real, exceto a provisão para o imposto de renda; b) adição do valor da reserva de reavaliação, baixado no curso do período-base, que não tenha sido computado no lucro líquido; c) exclusão do valor, corrigido monetariamente, das provisões adicionadas, na forma da alínea a, que tenham sido baixadas no curso do períodobase; c) exclusão do valor, corrigido monetariamente, das provisões adicionadas, na forma da alínea a, que tenham sido baixadas no curso do períodobase, utilizando-se a variação do BTN Fiscal. (Redação dada pela Lei nº 7.799, de 1989) d) compensação de prejuízos contábeis apurados em balanço de encerramento de período-base anterior, desde que tenham sido compensados contabilmente, ressalvado do disposto no § 2º deste artigo. e) exclusão do resultado positivo de avaliação de investimentos pelo valor de patrimônio líquido; (Incluída pela Lei nº 7.959, de 1989) f) exclusão dos lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo

custo de aquisição, que tenham sido computados como receita; (Incluída pela Lei nº 7.959, de 1989) g) adição do resultado negativo da avaliação de investimentos pelo valor de patrimônio líquido. (Incluída pela Lei nº 7.959, de 1989) § 2º Não poderão ser compensados os prejuízos: a) que absorverem lucros ou reservas que não tenham sido tributados na forma deste artigo; b) absorvidos na redução de capital que tenha sido aumentado com os benefícios do art. 63 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977. § 3º O disposto nas alíneas a e c do § 1º não se aplica em relação às provisões admitidas pela Comissão de Valores Mobiliários, Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados, quando contribuídas por pessoas jurídicas submetidas à orientação normativa dessas entidades. § 4º O imposto de que trata este artigo: a) será considerado devido exclusivamente na fonte, quando o beneficiário do lucro for pessoa física; b) poderá ser compensado, pela beneficiária pessoa jurídica, com o imposto incidente na fonte sobre o seu próprio lucro líquido; (Revogada pela Lei nº 7.759, de 1989) c) poderá ser compensado com o imposto incidente na fonte sobre a parcela dos lucros apurados pelas pessoas jurídicas, que corresponder à participação de beneficiário, pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliado no exterior. § 5º É dispensada a retenção na fonte do imposto a que se refere este artigo sobre a

parcela do lucro líquido que corresponder à participação de pessoa jurídica imune ou isenta do imposto de renda, fundos em condomínio e clubes de investimento. § 5º É dispensada a retenção na fonte do imposto a que se refere este artigo sobre a parcela do lucro líquido que corresponder à participação de pessoa jurídica imune ou isenta do imposto de renda. (Redação dada pela Lei 7.730, de 1989) § 6º O disposto neste artigo se aplica em relação ao lucro líquido apurado nos períodosbase encerrados a partir da data da vigência desta Lei.

LEI No 8.383, DE 30 DEZEMBRO DE 1991.

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Art. 32. Ressalvados os rendimentos de Fundos de Aplicação Financeira (FAF), que continuam tributados de acordo com o disposto no art. 21, § 4º, ficam sujeitos ao imposto de renda na fonte, à alíquota de quinze por cento, os rendimentos auferidos: (Redação dada pela Lei nº 8.849, de 1994) I - pelas entidades mencionadas nos arts. 1º e 2º do Decreto-Lei nº 2.285, de 23 de julho de 1986; II - pelas sociedades de investimentos a que se refere o art. 49 da Lei nº 4.728, de 1965, de que participem investidores estrangeiros; III - pelas carteiras de valores mobiliários, inclusive vinculadas à emissão, no exterior, de certificados representativos de ações, mantidas por investidores estrangeiros. § 1º Os ganhos de capital ficam excluídos da incidência do imposto de renda quando auferidos e distribuídos, sob qualquer forma e a qualquer título, inclusive em decorrência de liquidação parcial ou total do investimento pelos fundos,

II . Para fim de determinação da base de cálculo do imposto de renda e da CSLL. .541. conforme estabelece a legislação comercial e fiscal brasileira. 23 DE Art. bem como os resultados positivos auferidos em aplicações nos fundos e clubes de investimento de que trata o art. inclusive no levantamento dos balanços de suspensão e/ou redução do imposto de renda e da CSLL. no momento em que. de futuros e assemelhadas. 31. 20 e no art.juros e indenizações por lucros cessantes. 25. 46. síndico. § 5º O disposto neste artigo alcança. de mercadorias. § 1° Fica dispensada a soma dos rendimentos pagos no mês.158-35. inclusive aquela produzida por títulos de renda variável. Instrução Normativa SRF nº 213. avaliado pelo método da equivalência patrimonial. não tributados no transcorrer do anocalendário. assistente técnico. e do art. a pessoa jurídica: I . O imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos pagos em cumprimento de decisão judicial será retido na fonte pela pessoa física ou jurídica obrigada ao pagamento. poderá excluir o valor correspondente ao resultado positivo da equivalência patrimonial no 1 º . de 7 de outubro de 2002 Equivalência patrimonial Art. avaliador. fora de bolsa. exclusivamente. no caso de aplicações de renda fixa. para aplicação da alíquota correspondente. b. 21. II . 20. Art. bonificações em dinheiro e participações nos lucros. perito. sucursal. aos fundos em condomínio referidos no art. comissões. de 26 de dezembro de 1995. os resultados positivos auferidos: b. deverá ser registrada para apuração do lucro contábil da pessoa jurídica no Brasil. b) ganhos de capital.que estiver no regime de apuração trimestral. dividendos. as entidades que atenderem às normas e condições estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional. controlada ou coligada.remuneração pela prestação de serviços de engenheiro.optante pelo regime de tributação anual que levantar balanço e/ou balancete de suspensão e/ou redução poderá excluir o resultado positivo da equivalência patrimonial para fins de determinação do imposto de renda e da CSLL. 7 º A contrapartida do ajuste do valor do investimento no exterior em filial. 25 da Lei no 9. § 3º A base de cálculo do imposto de renda sobre os rendimentos auferidos pelas entidades de que trata este artigo será apurada: a) de acordo com os critérios previstos no § 3º do art. c) pelo valor do respectivo rendimento ou resultado positivo nos demais casos. consideram-se: a) rendimentos: quaisquer valores que constituam remuneração de capital aplicado. tais como juros.249. contador. § 2 º Os resultados negativos decorrentes da aplicação do método da equivalência patrimonial deverão ser adicionados para fins de determinação do lucro real trimestral ou anual e da base de cálculo da CSLL. DE DEZEMBRO DE 1992. leiloeiro. § 2º Para os efeitos deste artigo.sociedades ou carteiras referidos no caput deste artigo. § 4º Na apuração do imposto de que trata este artigo serão indedutíveis os prejuízos apurados em operações de renda fixa e de renda variável. III . III . nos casos de: I . 21 desta Medida Provisória. entretanto. 2 º e 3 ºtrimestres para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL. DE 24 DE AGOSTO DE 2001.2) nas operações com ouro. deságio. § 3 º Observado o disposto no § 1 º deste artigo. b) de acordo com o tratamento previsto no § 4º do art.1) nas operações realizadas em bolsas de valores. ágio. médico. nos termos do art. testamenteiro e liquidante.honorários advocatícios. no caso de rendimentos periódicos ou qualquer remuneração adicional não submetidos à incidência do imposto de renda na fonte. LEI Nº 8. 74. na forma do regulamento. de renda e da CSLL apurados sobre a base de cálculo estimada. intermediadas por instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. o rendimento se torne disponível para o beneficiário. deverão ser considerados no balanço levantado em 31 de dezembro do ano-calendário para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL. por qualquer forma. os lucros auferidos por controlada ou coligada no exterior serão considerados disponibilizados para a controladora ou coligada no Brasil na data do balanço no qual tiverem sido apurados. não se aplicando. ativo financeiro. prêmios. § 1 º Os valores relativos ao resultado positivo da equivalência patrimonial.que optar pelo regime de tributação anual não deverá considerar o resultado positivo da equivalência patrimonial para fins de determinação do imposto MEDIDA PROVISÓRIA No 2.

350.382. de 27 de dezembro de 1990. DE DEZEMBRO DE 1996. na esfera administrativa. que tiverem sido objeto de concessão de parcelamento. durante o período em que a pessoa física ou a pessoa jurídica relacionada com o agente dos aludidos crimes estiver incluída no parcelamento. de 2011). de 2010) Parágrafo único. aplicam-se § 6o As disposições contidas no caput do art. (Incluído pela Lei nº 12.382. 1o e 2o da Lei no 8.137. A representação fiscal para fins penais relativa aos crimes contra a ordem tributária previstos nos arts.382. aos processos administrativos e aos inquéritos e processos em curso.848. desde que o pedido de parcelamento tenha sido formalizado antes do recebimento da denúncia criminal. será encaminhada ao Ministério Público depois de proferida a decisão final. de 2011). e aos crimes contra a Previdência Social. inclusive acessórios. 34 da Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 12. sobre a exigência fiscal do crédito tributário correspondente. 34 da Lei no 9. de 2011). . (Incluído pela Lei nº 12. aplicam-se aos processos administrativos e aos inquéritos e processos em curso. § 1o Na hipótese de concessão de parcelamento do crédito tributário.249. 27 DE Art.382.382. As disposições contidas no caput do art. § 4o Extingue-se a punibilidade dos crimes referidos no caput quando a pessoa física ou a pessoa jurídica relacionada com o agente efetuar o pagamento integral dos débitos oriundos de tributos. de 2011). de 26 de dezembro de 1995. de 2011). 83. desde que não recebida a denúncia pelo juiz. de 2011). a representação fiscal para fins penais somente será encaminhada ao Ministério Público após a exclusão da pessoa física ou jurídica do parcelamento. (Renumerado do Parágrafo único pela Lei nº 12.430. (Incluído pela Lei nº 12. deverá ser utilizada a tabela vigente no mês de pagamento.§ 2° Quando se tratar de rendimento sujeito à aplicação da tabela progressiva. previstos nosarts. 168-A e 337-A do Decreto-Lei no 2. (Incluído pela Lei nº 12. § 2 É suspensa a pretensão punitiva do Estado referente aos crimes previstos no caput. o LEI Nº 9. § 5o O disposto nos §§ 1o a 4 não se aplica nas hipóteses de vedação legal de parcelamento.382. de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal). § 3o A prescrição criminal não corre durante o período de suspensão da pretensão o punitiva. de 26 de dezembro de 1995. desde que não recebida a denúncia pelo juiz.249. (Redação dada pela Lei nº 12.