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O Espiritismo reformará a

legislação humana ainda tão
frequentemente às lei:r

O IESPÓRDIA
IE
,
A POlDiDCA
Do que o ltillplrltll':ilJl.O prooicoa. ••.
........ PQLITICA - de   o
adJ.n.lo.h.+f:n\dores dignos qufl ruJ.o
mC'nospreum o &nçrificio
habilitados a <-r1n.r mais altos
do tarater para. ri. mente do povo:..
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3
( )
T I S V < l l l - O ' I . ' . l Y J O V S
. . : : : > J N n , ,
, ; Y . L S i l : l ; J V l S I N O I ; J [ 1 1 0 A 3 O ' i i ' I N ! 1 , .
· 1 : a n N V W W 3 - ' , , o p u n r u o p
D 5 U : 9 ; : 1 6 i l U & i j D A O U : D   O W l l J l µ ! d S J Q , ,
"UNIAO EVOLUCIONISTA CRISTA"
"UNEC"
Juizos de valôr
!.") Comunicação mediúnica recebida em !AO
PAULO pelo médium ARI CASAD10.
2. ") Carta d• PIETRO UBALDl proced<>nte d•
Gubbio - ITALIA.
3.º) Mensagem de EMMANUEL pelo médium
FRANCISCO CAi'1DIDO XAVIER.
4.") Editorilll de ""LA IDEA", revistll oficio! da
"COIJFEDERAÇAO ESPlRITlSTA ARGENTI·
NA".
S.º) Histórico da '"UNIAO EVOLUCIONISTA
CRiSTJí.'", fundadll em 29/3/1951 cm SAO
PAULO, na data de nascime>nlo do Dr. Adol·
fo BEZERRA DE MENEZES, o amado "médico
dos pobr9"", ex.vereador e deputcrdo pelo
Rio de faneira no BRASIL.
" " l i ! º " P O p l ' ! J ! 1 l I O O o w n • " ' - ) ! J k U O O m 1 J q m d " A n o q
o ' o g 5 m : 1 r = • " " ' " 1 1 1 u o 1 n a · o p
" " º º " " ° " ' ! O J o p 1 n n a 1 " " º " ' o p 1 1 C T a s ; , s s a N · 1 1 s o 1 r r
o u s n 1 1 1 1 d s a s o p 1 0 1 ; ; i . o s - 0 0 1 1 1 r c d º " ' ) r , , n d a p O p i ; l t n O )
I O I U " i º U O O t > u m t > / 1 9 " S a o a u l ; l ! Z U / 0 : 1 n r u ó ' ' l " "
e n h 1 o i o 1 o a p m a " " ' ! " é ' " " f O / n : 9 / C [ " . L f c , · s o l f
" S P 1 f a / U O T J s n n ; · o p
o t u s e w ! l i º " º l " º d o g s o p º P " l " : l o c p o 1 w a
O J ? " S n : > 1 a d a 1 m o o ' o = r 1 1 1 1 d s : i o p f O f : J O s a 0 ; 1 g u
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m o o ' I O ! J 9 / U J o p s o p u r A O t d s a r ? P s o 1 < 1 1 m ' f o f : d o : J
" P s o 1 1 i r d s a s a 1 u o 1 " o s u 1 d a 1 s o , ; r s s o 1 d x o s r p w s o p
o o l u a s 1 1 1 d ! > S ' O r a u 1 n u w o . o n r 9 1 q m a s s o o n o / U O : J
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a s o , , m b ! S d s o p n ) s : J a p o u
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O O I H Q J . S I H
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& S - n o z r r n ; ; 1 ' " o p . ; n o n p : i : a p n 1 r 1 ; d s : i : 0 1 n 1 1 1 s u 1 , .
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- & $ I I O . : > D 5 < > < ? 5 . o i o p / s t r o o s n I 1 n o ' " n b s r o n b n o s o n .
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- µ / d s a " o p r n q 1 1 1 s ; p a o p l l / D t 5 o . - , r n r t u ' º I O J a f w r l
· a ) U D Q " , . f ' ) S 1 : : J D ) S < / D ! : x J S D ) J / U f l , , n O U 1 U ! O U G i '
e $ a 1 r r a U I [ l l r : : , , u r u n b a p o p l ' ) u a o p " " ' " - ' f u ' d o s o 1 d
· p t r ! I < [ < > p o g 5 o ; o r : : > a a ' s o 1 n 1 0 1 s : i : s n p 0 1 0 [ 0 1 d 4 1 u o
o m 1 o q l l [ < > o g s s r r u o . : i l i n • n b a s u o D ' O ! [ / D C { D I J 0 4 T j
" " " º ' " ' s 9 d o ' s o p r n 6 o s s a s o r u < > 1 u o r n a · s o 1 1 1 1 d s "
s i µ i e p o p o w . r o J ' " ' I " º 1 o c I D p r p r o n s 1 0 1
" " " ' S D S > O : l S D p f D l l l ) l l U " ' " P ' º D o p r r r n 6 a s
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- n o o S ' ! ' " " > ' ' " f l - " ' " º " 1 J 6 U / J D o p n 1 u o D m o s ' n 1 u n o . r  
o p s s ; r z r o D o p . o r r o 9 u . , m o ' º f " " d O f ' S a p s a 9 3 D 1 0
· o B : S o   r u 3 · 0 1 s 1 1 o s o a 1 m n " S l l ) / I ! d s a O I J D n b
" " ' " ' º " " ' 0 1 [ / 0 ; ; J S . . l i · o p S i : r z r u - 0 6 1 0 D p D j f Í l O ; J o p
c , . . f o . l d - < > / t m l l l ' l l . w i o q n [ & e p w 1 ; " S & J < i . . u o d w o o
i
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· . :
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'
1
Evangelho, versctdo no complexo problema da
mediunidade. Presen!e se encontrava .o médium
ARY CASAD!O. O mesmo médium que acom-
panhára a '"Caravcn1CI da F'tlliernidade" do sul ao
norte do Brasil. Através desse niédium de ido-
neidade e valor comprovados. excelente mensa·
gem foi recebida, tendo sido a mC"s1na gravada,
no momento, polo confrade Cáosio P'1acie1, em
moderno gravador mogJJ6!lco. poss}bilitando a
todos a suo p<islerior audição.
A 14 de julho de 1951, nova reunião no local
das assembléias anteriores /o[ rcç:)izada. Nessa
oportunidade lol transmitida aos presentes o
mensagem mediúnico rcçebido que, cm virtude
de seus altos concellos, de;xou em todos o me-
lhor das impressões. Nessa reunião pr6via de
fundação, a assemb!éia !ornou   da
promissora marcha cm que se enconlra7a a en-
tidade. Infor1nados da reu!lião, a <>ia co:::ipare-
cerQm, no final, irmãos em dou!rinll do Rio de
Janairo, Minas Gerais, Estado do Rio, companhei-
ros d" expressão nacion<:J que receberam no
ocasião o on!e-p,-ojeto da "Ullião ScclQ//s!a Cri,,.
  Encerrando a sua tareia. a Coll'..ivódo co-
ordenadora intensilicou o seu trab::rllio anallron·
do QS" sugestões por !odas as vias recebidas e
enviou finalmente a todos uma circular, conv<>
1
,,
1
para delili&rarem, em cara!er d&finlti-
vo, a respeito da entidade em f<>rmaçi.ío.
II a 29 de agos!ô de 1951, dia de nascimento
do Dr. Adolfo BIIZERRA DE MENEZES - o ama-
do "médico dos pobres" - ex-vereador e deputa·
do no Rio de Janeiro, foi em São Panlo, à rua
BiochueJo. 275, próximo Cr Faculdade de Direito,
tundada a "UNIAO EVOLUClONlSTA CRISTA".
Em 22 de setembro seguinte. realizou-se a po.sse
da primeira Diretoria, no sali.ío da "Policlínica de
S&> Paulo", com ampla divulgação pela Impren-
sa e pelo R<Ídio. Houve represcntaçOes diretru:
bem como congratulações de autoridades religio-
  e políticas, inclusive do Palácio do Governo.
A séde social provisória da "Uniáo Evo)ucio-
Cristã" foi à Avenida SC!o João, 108. A de-
nominação vitoriosa da recém-fundada organiza-
ção cívica !oi sugerido: polo Dr. StRGlO V ALLE.
Em virtude do ampare> dou!rinório, moral e eco-
nômico prestado à "Unec", foi o Dr. Arthur LINS
DE VASCONCELOS. Lopes escolhido para presi-
cien!e de honra da "Uniiio Evolucionista C!istã".
Em 25 de março de 1$52. vieram à luz da pu-
h11eidade impressos ôS Estatutos, Declaração de
e Programa da "UNIAO
NISTA CRISTA". Milhares de cpúsculo.s foram
a espíritas e niio espíritas; a alia$
l > N 1 J : l ! I O p l l ! I C W S S l l : : > J a d t t l ' . o p i u m O J S ' a ] J t ! O m : o n o . 5
· ! I J : l : : > I l f · , , o H l : I 7 I S V H f I O A O d O V O l S : I J l N V W , ,
n < I S o O / n l : l á º ! ' S e p n s u a 1 d w r n 1 a d Z S ! I J I B Z
P n o Ó m > f , . ! ; ' I S / 1 ; J " l " ! " º ! " " l º " 3 º ! ' ! " f l , , " · o p S o p
- u n 1 n n s " P º ! ' ' 9 " ' " " ! " "
0
· 1 o o p u n 1 o w " " ' º . : J
· o p . o r : i r r r 1 a ; u a m " p f ! U ! n t {
O ' l " f ' I l " " n a s o u 1 1 n l i a s s o 1 d n t . o d . . ! ? I S ' ! ' ; ) n 1 s 1 a o p
· T I [ C M ; J 0 9 1 u n , , n t l W f / O J ) A 0 1 µ : > s i m ; 1 Z l ! l l ) O O ' ' " " ' '
. , , a o ' " P º P i f " " ' ' " ' ' ' ' " - " " P " P f / O p 1 o d r u ; " P " ° ' ª
· J O t l f I < Í s o 1 a d O p o 1 u < > 1 1 0 ' O J U ; f / ! W 0 1 r a o 1 a . i : o p 0 9 5
· " ' 1 1 ! " ' " n p . l o s 1 n o a 1 d     o p 0 1 1 9 u o r s s r r z r r u 1 1
a p O p U / 1 1 " d · , . o p r t n r u º " r r s o 1 g o p r n r : > 0 s a p 5 m : i i
a 1 u a u 1 ! l l ) ! ' a r a ; a 1 a s a n i i O t l o p n 1 a r q o s ' 0 : : > ; 1 9 J s ! ' l
0 1 a a m o m 1 o n 1 0 o p s a p o p ; s s a . : : > a u s o m o . o . o p u p p
· J c m z o o 0 1 1 a µ e d . o a s o u 1 a p o m s & z 1 1 1 a 1 1 p ; . o n s s o
' " " 1 1 " 1 " ! " ; n p " P º P ! / º ! " " Ó o r a ; - r m p v , . : . . Y l S I H ; )
V l S I , ' ! O I ; J f l ' I O A : I O Y I N f l . . " I ' O l ! C ! d i ! O < D t ! O / O t m u
. o z d a s W ! S ' S . O 0 1 q q i > ' ) a p o p n r r d s u r o " / G ' I l ! H f l
O H l : I I d a p 0 1 a a . o r r 9 1 1 o p D ! P " " º ' d ' - ' º f º " l " " f ' I
. o u a p " ' " " ' ! P U O d s a 1 1 0 : : > n m n n " q a o a . l , } ? I O ! l : : J . 0 1 s 1 r . <
. O ) : > r 1 / C M . ' 1 O ; > f U f l . , o ' i : 5 6 I " P o q u n ! a p Z ! " ' : I
· o p u n w o p s a s y o d
s o µ ? " o s o p o 1 . ; u a o p 1 s W ? J , , o i s 1 1 ; : : i o i s r u o r o n 1 0 , , : : i
0 9 r u n , , n p 0 9 3 1 n 1 r i s r r o o o p s & i n r d m a l < ; J · o . r p 9 ! [ o o
e o S " C r a . r d l l l / ' ? ' f O / : > O s o ; > 5 o n o s . o i 1 n o
e p n ! s 1 o u o r : ; i o u s o . : > 1 1 : r o d s o p i µ r x l
m o ! S / D d p r a n m s s 1 . o n p o 1 s s ' s r n 1 ; , p ; ; /
Assembléia l.egislaliva do Estado de São Paulo,
na palavra vibrante de um Deputado foi assina·
lado o aparecimento do "Unieia Evolucia11Lsta
Cris!Ci" na cenário da política nacional, !en,do o
"Maniiesta ao Povo Brasileiro" feito parle i11ta-
grante do expressivo discurso, publicado dia 12
ae setembro, páginas 32 e 33 do "Diário Oliciaf'.
No dia seguinte. nas seç<ies competentes, a
imprensa diáricr teceu slgnilica!ivos comentários
rel<>rcntes à "União Evolucionista Cristã", nasci-
da cm São Paulo, tendo om vista a missão his-
tórica do Brasil.
Pcrra inspirar confiança à família espirita bra-
sileira, fu;;ia-se necessário, se possível, o p;onnn-
ciarnenlo de EMP<fANUEL. E a 3 de ou!uill"o, dota
de nascimento de ALLAN KARDEC, na sess<io pú-
blica do Centro Espírita   L u i ~ Gonwga" em Pedro
Leopoldo, Estado do Mi:ias Gerais, presente o
Dr. EURiPEDES Dr: CASTRO, presidente da
"Uni<io Evolucioiústa Cristil" recebe através do
médium f'RllNCISCO CANDIDO XAVIER
abnegado missionário do Cristo nas ler,as do
Brasil - o pronunciamento de E:MMANUE:L. O
ex-senodor romano nos iempos de Jesus e hoje
Mentw credenciado do Espiritismo na Páiria do
c,uzeiro deixou bem clcrro que não há incompa>
tibllidade entre Evangelho e político; qu• aoa
e / X ) P O J f ' O / . r ; > I I ! . I l n o p 0 1 u a n m o . ! i 1 a p a d n o : o m d s o p
- O I " P º " ! l n l ' J S ! I O . ' . . l D O f l j . O D a o p 5 0 . r o q n 1 o : . i o o p
- u o 1 a d s a · s o p 1 q 9 . ' . > a 1 o p u p A e / a I 0 1 p > e p . r o i u e a r : o p
- u n u 0 1 d s o p m n ! i 1 0 = r r " " ª s o p o m o 1 a r o f a s o u n 1
- : r o d o o 6 ; n / o r 1 0 1 a ; r r a , , n s o . . ! ' l " J ' : ) , , 1 s 1 u o 1 o n i o " : l
o g r u n . o p O J J ? S I " " " ' º , > z o o p u o i o m a w o ; : ; i
· o : : i . t ] q \ l d a l [ o p e o p o µ ; 3 o p
' 0 1 d 1 o m n w o p s o 1 o p o d s o 1 o d o o ) l 9 1 d m o s o p o ; ; i o r
= o p = 0 9 1 s a , , ! ' I S ! l : ) : 0 1 s r u o r o n r o " - 3 o g r u n . , i : > p
o u s o p o z r u o o a 1 d D A ! J l ' 1 1 s r u 1 r u p o n r a p 1 0
a p s i : i p i n J p r t . o t d s o 1 1 i ; i 1 1 · s : o 1 0 1 0 1 ) p s n a s s o p 0 1 1
- o r o m o p 0 1 9 d o o o p r q a o a 1 o m s a m o º P " " I ' O / n D d
o g s a p o i r a ; a i d r o r . 1 0 o • o ) . S ! u o 1 o n r o " - : : i :
o g 1 u n . , o p ª P i ' " n n o J ! " ! " ' 0 1 o p 1 p r r r o o p ! J ! O o p
. u o n b ' o u n a 1 u a 1 r o o o p o ; r r a u : o / a p l Z " 1 P O N
· o p u n r u
o p . r o o 1 1 r 1 o d s a 1 0 1 " " s o s o p o 1 o p o g 5 n a ) O o 1 o m
· D ! p : t 1 p 9 ' l , , Y 1 S J ! : l ; J V . L S I N O I : J f l 1 0 1 \ 3 O Y / N f l , ,
o a n b o p u o m 1 o a p ' r o 1 1 0 1 1 p a o p r p w ; > [ d s a n o o r r q n d
' , , D i l f 1 U a 6 1 v D I S / ) [ l ) ' d s g ! I Ç l / O D l ' a p a [ I X O : ) , , o p / D P f f O
o p f u o ' . . V . ! " I G I 1 1 1 . , : t 1 p o . r q r u a . ; o n r u ; : r
· " r o u o p o n n o r i r 1 o d o p s 1 n 1 0 1 1 0
s o u o q r a f > n o . . < ; : r o p o p 5 n 1 n - o 1 d J ? w n 1 f > n s n o o a s
e j t r e W f o n J I J a n b S 0 1 ) ' 0 I f ! I l > d u r o o s o s s o r r s o p O A / A
" 1 " 1 1 f l t 0 1 a d s o z a o n r s s o i o . < , , p n u n = g o p u i : i l " t u
- 1 o ; ' l > ; > r [ q ; i d r : > p J A n p   r o 5 1 1 i . 1 a s r o r r o p 5
- n d ; : i n . m d e p e 1 1 e i 1 p o s q o o S ' O J ; > l . l ! µ õ
di;reçio110J da "Ulliáo EvolucionislCt Cristà", em·
boro já sCtibcr esso entidade que a perfeição não
e deste mundo.
A mensagem mediúniço recebida Sáo
Paulo e hoje publicada. !oi extraida da gravação
por serviço de tczquigraiia. Coube o B. GODOY
PAIVA conierí-1a com o original em vislo do seu
!alento no vernáculo o da sua idoneidada p<l:t-
soal.
Dondo pubJiçidade ao ligeiro histórico da
sua criaçcio, o "União Evolucionista C;islã" viso
despertar outros valiosos • a res-
peito do espírita e a política.
Em lace do Código Eleitoral vigente, a
'"União Evolucionista Cristã"' concorda, a titulo
experimental, com a tese defendida em 1947 pe-
lo DR. LUIZ MONTEIRO DE BARROS, om São
Paulo no Congresso Espirita, tese aliás que tem
sido a   do DR. IGNACIO FERREIRA e é o
pensamento de tantos outros espíritas no Brasil.
"Fonnar !ll!l partido político com os ideais
'\.spÍ[ita-cristãos, impedindo assim que os nossos
repre>l!ntantes nas Congressos se vejam cercea·
dos pela "disciplina partidário-" dos demo-is par-
tidos políticos que. sem exceção, jamais terão
nosso desprendimento, idealismo, compreensõo
real de = finalidades '" espírito de servir",
o   w a m o q . o ' , , o s o i . 6 r r a r w a r u o q , ,
o ' , J n 1 o r u r u o r u o q , , o · 9 s o p o 1 r u n y m a m o q o
· n A p a r o : > I l m / D o u n o 1 s n r : i u r a s a n b O : > ! J ! f o d o u z
- s r u o r o u a 1 s q n a p n 1 6 0 1 o : > r s d o s s ; ; i p o g 5 q o < L i u , o a p
o q µ > q n 1 1 O / a d , , ; > s a 1 t t ! S a p u D I D v , , n n i r r a o . - o : > n
o m r o o p u n 5 ; ; i t u o : > ' D : > ! J J f O d n p n i n o ; ; . I n m o 1 u r a q
a p S U . . W O ' f s o w o s r o a i d " O J U D j ! O d · o p n 1 a p D J U O : >
o p u m r . c o 1 " " ! l ! / O d n ; ; 1 s o s 1 o n 1 0 " º } l
· . . s u ; ; > U l o ' {
n w 1 0 1 0 1 D a s o w 1 6 n 1 s o p
o ' u r n m o o w u q o o p u o s r A • s n a u g p r s r i o s s a d I O d
s n p n 1 u u s u 1 < l n 1 ' s o p r n ) q s u o : > e i u a u r = r P ! ' " I ' S O A ! I
· : O ) : > O S S O n o S o 1 1 ; ; p 1 1 m d s a 9 b O Z ! U D 6 I O U ! O : > ' " " " ' " '
- a t o i d a p ' o o 5 n o p " s Q : > 1 b 9 1 o o p 1 s o p i q : ; i n C J ) U 0 1 P
- a t u ' S D ) O U ? / O S D s n p ô j a p S 1 ' 1 0 j / I l 0 ' S D ' f º s ô f ! I " º s o p
- < > J " P s a i o p r n ó a o " S " S ' ) Ó l / ª ' s D s o p o ) u p s o ; d o p o
m o o W / J " " ' 1 0 1 0 6 " ' ª   ' s < > 1 t t o ; s a ; o 1 d
' S 0 . 0 / / 9 J D O a p S < > ; a u 9 . 6 t 1 ô . J s o p n p r i u a m o o ' D J S f I J
o p º " ! ' l " º P D t l o p D 1 f d S ' U ! " < > l U < > W [ D U I ; ' . > ) D l f  
; i 1 r f i o ' O / A D P O I ' D p D W I O j U l / S S D o p 1 ; 1 o d o
· . . s 1 n 1 a p a 1 < > s 1 o n p D J S G s a 1 u o 1
a p s o u a z a p a s 1 o d 1 o r u n m s a 1 u o 1 u e s a ; d a 1
a p s n u a 1 u a o r r s o i 1 1 o a º ! " . " ' ' a p . .
• . . a J U < > U ! / O i l J D
' ? P 9 S 0 [ 1 ; ! 0 0 ' D U / 1 1 n o a D S S O U ' ? S O / l f ? l J I T O : > S O I D P ! P
- r r = 1 a õ a 1 a ' s o s s o u s o J D p ; p u o o U i o . : : > s o d o q o w w
o p t r D I O . . O . ' & p " ' l " " ! " ª A u o o i r r o o µ a o w 1 n d o s " G , ,
·homem politico" não são homens MparadN.
Para solucionarem todo.s esses problemas inter-
dependentes são collvocrtdos todo.s os homens de
hôa \TOnfade, orientados pelos valores do Bem,
do Scrgrado, do Belo, do Uti/, da Jusliça, do Amor
" da Verdade.
O Brasíl serei o berço de uma nova civi)±<o:·
ção em que os anlo:gonismos otuais precisam sa.r
.. volutlvo:mente ultrapassados. No: vida política.
cabe-lhe construir lima nova organizoçdo social
que "não admilirá - afirmo: PI<:TRO UBALDI -
nem inlelízes esfaimcrdos, nem escravísmo de Es-
tado". Os tempos são   de ""libertar o
homem do absolutismo estatal e cio injusliça eco·
nómica, atingindo-se a jusliça cronômica na li-
berdade Individuar·.
"Capilal o trabalho, córobro e músculos, que
atê aqui viveram em olrilos, tudo têm
a lucrar fazendo as pazes. Sob o égide bendita
do puro Cristianismo - afirma Vlfl/CIUS "m
cialismo cristão - devem-se innanar. vivendo .. m
perleila harmonia como fatorGs que siío do ,,.-o·
gresso material e moral da huinanidade".
Nesse sentido, tendo em vista a função so-
cial do Brasil no mundo, nesta tza de apocaliplle
mundial, fim de um ciclo histórico e início de ou-
· · · p q u o u m e p f ! S : O l l J o
' C J ! l / Z : . J o w e o O p l t D J O d B J d ' O ) U ! l f l W O l f " . : > . U > . L o p º " "
• U I D ' A f . > v p o 1 . m n u : o D D J o d S ' ! D f O O S " S J D ! l j j l ' ) d s e
~ o : : > ' z l . ' . > ! Ó 9 f 0 r < i o p S r l ! o . t O D   ~ d ' 0 ! 7 . ! 9 f . r . : > ' O l i
O ESPIRITA
E A
POLITICA
COMUNICAÇAO MEDJúNICA
RECEBIDA EM SAO PAULO (")
Antes de tecermos comentários em
torno do propósito que nos trouxe à vos-
sa presença. sinto em mim a satisfação
de dizer do encanto que Coll!:llato nesta
Instituição que nos serve de abrigo. nes-
te trabalho tão útil e tão agradável
t certo que temos acompanhado bem
de perto os vossos tro:balhoo, iniciativas,
esforços de toda ordem, mas nem sem-
pre encontramos oportunidade de tratar
mais diretamente ne(:Ja intimidade tão
evangélica. tão animadora, tão indispen-
(')   nnWrio,-cs o n'<'<li1'n> não
rn parte. S6 m'u' ucrde 'º' con,idado n pa1·ticip.tr <\a
• :Bvo!\1c;on1•\a Cti•tf1> Não • •   o
•   <lo Alto.
J::: .,,,.,., __
 
O &SPlRITA B A POLlTICA
'
i:áv&I para nó11 oulro11, de vez que esta·
mos perfeitamente identificados em qua·
lidade de trabalho. de propósito e de
ideais. Asshn, digo-vos com aleqria do
prazer que me vai no espírito por tratar
convosco, nesta noite. deste magnífico
ponto inicial de oulrm; tantas e interes-
santes realizações. Que o bom Mestre.
nosso patrono, nosso guia por excelên·
eia, continue deitando inspiro:cõe11 pe!as
vossas inteligências. animttndo os VOS·
sos propósitos. para qi:ie a ri:'petição des-
tes momentos dG F.vanqelho ttpllcttdo
possam se reproduzi! em oulros cantos
"do planela e. nesta conformidade, 011ta·
remos fttzendo vivo ttqucle Evanqnllio
que crté então !em sido aucnO's objeto de
comentários muitas vezes rápidos e ou·
tms tantas pw.;sageiros.
E aqora, meus irmáo3, v=os tro:f<n
'do objeto da nosso: visita.
Incumbidos fomos, pelos noo;;;os PO'·
rea espkiluais, de vir tralar convosco
desse ttssunto qi.1e no momento está po-
larizttndo as vosstts atenções e que diz
respeito à poliüca. t certo que vamOJI
m f l n l o p o } m a • a µ n d n p o 1 m a l D I S & e q
- J X ) D I I J J d s a º V l S O J ? U L I ! S O J D . : l s r . a w
, i , s o i l J ? U ! J l r . o p s o 1 r a 9 d
· O l d s n a s s o a S O . : l ! i ! J º d s o 1 1 s 9 d 0 J d s o
- u a a p n p J { ! C f ! J D d w o . : i u i D l l & . : l o w n J ? l a A D ! {
O ; ! N l . º ª ! í j { O d a p l D j n Q D j j l J d S a o J ? l a p o d
: c : g ; ; i : o b o l . l . > ! t I J 0 1 s a º ! º J l I ! a p a f l J n S
· o . : i 1 1 } { 0 d J o i a s a µ ; a e 1
- u a u w 1 s n ! ' ! • o i ; i 5 n J o . l l . a o n s D a o s s a J ó o J d
n a s o W . : l J D : ' . > U D O I D a p º P ! l l l i i t S o u ' S l l & U l O ! {
s o o m p e p o d o s 1 n d w 1 0 1 u n 1 e n b s a l
- 0 1 e s s o p w n : I · 0 1 u 0 w o w o p s e p n p J s s a : >
- a u s a p U D . I Õ s D m o o a 1 u ; r . : 1 p u o . : i s 1 o w ' l I X U :
s 1 1 : 1 w a p n 1 y n 1 : 1 w n J D W O I w a A a p e n b w a p
- u a e . l d W O . : i a n b e ' 1 1 1 0 1 . : i o s S l : l w a 1 q 0 . l d s n a s
s e m o . : i < s u a w o q s o p o u 1 1 s e p o u t o : : o s o p n ã
- n . : i o a J d a s o p o u o i s s a . i d u t ! s o : g u u J m a 1 s P ' a
I J !   D o u - n o . : i m p o U I ' D I D ! I D D j l l & D
l ) l ' D ! L L D P O l · 0 1 u n 1 D J D d o p D m d a . i d a 1 u a 1 q
· u m ' D P U ! D ' D ! D q e n b e p s a p ' U i a p .
. . i o n 1 s e p s o 1 u n B S D m a a i u a w D i a J ! P S ! I J W
m a m ; q a u a d n = d • s o p D A J e s a J $ ; ; t Z
. a A J O d U l l : > ; q s o w : e s ' D % & . 1 J l 1 D U D j s e p s o 1 u n s
- 1 1 0 a p o p u n 1 D l l a s w a • s a m d i ; o s s o t 1 s o e
' J ; l z a p n : : o 1 1 e p a p u m f > e p 0 1 u n s s p e p m 1 0 . 1 1
!,
22 O Em'!RI'rA li: A POL!TICJI.
onde se fu:er necessária a sua presença
para u1t1a finalidade útil, para uma flna·
lidade construtiva, para uma finalidada
edificante. Isto posto, pode e - não ape-
nas pode - dove o egpírita se infearar
nos movimentos políticos, levando.Jhes
um pouco do seu coração, um pOltCo do
sell Evnx>qe!ho e, f;na!menff!, educar, cor-
r'crir. disci,,,1;na:r, pos!u]ar tarefas que síio
do mais alto mérito e que para
cr sua consecucã:o, o maior espírito de re-
núncia, de abneqacão. E o eo;uíri!a m1a
s.'.l en".'mninhar para os prorósi!os polÍ!l·
cos nestes dia<; vai tomar - >:iode-l';e dl·
:wr - ,,ma cru<:   se11s O!Ópr;os om·
bros. R >:>o:ra cond11,,,:.!a a hoM tenno é
neeesl':ário 0110 f\O'nha como proqnnna
primf';ro, principal, Í>•n"lamcnla], o pró·
nr;o F:vC!nqolho do Cri'lfo. Arredar pé
d<Xl é oroo;.-;eq11imcnlo a eslcr;; f;>tces-
sões de fo:to«. de     ª"' proccd;mên-
tn<J crue lo:nlcr<; dific11ldad.,,o; P. pes«l'mi
t?m accrrela-:lo <ro a,\11.,.ro !:iu11'-o:1lo. Por-
f<'TTifo, a iorna:da :rio no-
Jítico, fçom de se? po--:11,l<>'da e pcntifí<',C:·
da nru lu:::es. nos conselhos e no<i prin-
" " ª o p ª P T I . l ! i l l D l ! ª l l r ! l d 0 1 s e D O j U D n b o p
· I A l ) P ! ! p ) W e . l p ) d o ; i u a n b ' O ! U D l l O d
" l D ! : )
· O S e p n p ! < l - ! I P n n s n u m a w o 1 1 o o s o . < 1 . 1 \ n t a I
s n 1 s i u o ; : : i n t 0 A a s o 1 r . i 9 d o ! d r : : o J D n \ i s w a q
n s a 1 u a p u a 1 • s a g : 5 n . l ! d s u ! s n r a n h n • s o l f l a s
- u o o s a r o n b ] ) S ] ) l t t l ! D s o u J n ; d n : : i m a p o d
e n b : a p D P ! ! D n \ ! J J d S a n p S D A ! l l . s : ; : , u . i R D : 5 J O J
S D m o o 0 1 q m ; i o ; r a 1 u 1 J a : : i a 1 a c p ; > ; s o 0 1 1 I a w
- e r o : a n b a l j e 0 1 a J J P S J D W w o p o d O . - ! b s a i
· a n b o s a 1 s a O Q S a n b . i o d ' D I J . I ) ' . d S < : i t l U ! ! \ n o p
D P P U ! W U J ! D j S O W D l Ó O J U ! a n b s a 1 a n b n p
O & I t t : > u o : i o 1 a 1 1 . ; _ : i : i u a d S ! f ! L ' ! y • a 1 1 . 1 1 a j a e s n m
1 X 9 ' 1 d n 1 s a o n b D l D d 3 · 0 1
· e u o r d a 1 s a D l D d ' I l p : o J a d s a O J ? ! • o ; _ i : S n m l O J
- s u n l j a p U D . 1 6 : o m 1 w a 1 u a w p t I ! f = s s o d
e n b • s o p n z t p > n 1 1 . l ! d s a s t i a m o t { o ; _ i : S n 1 u a
- µ o e p e o ; _ i : S a J ! p a p s o 1 s o d s o n m d . m A e J
D a 1 u a p u a 1 0 1 u a m 1 1 1 . o m m n ' º i I V o u J n b D
• o m s a w a s - n : S o q s 3 · s n ; J S ] ) l J o q s a p U D . t 6
e p s : o 1 p S O ! G O U a r a e t t ! D p D \ O U 1 D J O W O I ? 5 D ? ;
· J l O p l l l . ! i a p a p r r o . I f l a p S D ! P s a : s a u a 1 u a m D p
· D I O U • s o 1 u a m 1 : : i a 1 o r 1 1 o p s n p u o l f l a p ] ) O o d 9
o i s a u a 1 u a m n p : o 1 o t t ' s D : l ! I H º d S D J a J D ! S J ?
r o : : i 1 p a p a s   o e 1 u a m n 1 1 a µ a d a p o d
• o p u a p a : : i o l d u q s s v ' l l o : : i 1 1 9 D u n 1 1 . a s o 1 d ! Z J
O ES\'UUTA E ..\. l'OL!T.(C.A.
pírila. f:Ie deve, de fato, tomcu posição,
a posição reaL efetiva, que o possibilite
a agir, a conduzir, a orientar, a discipll·
nar os destinos humanoo.
No que diz respeito, meus caros Ir-
mãos, a prog-zamas. a princípios, a de-
claraçOOs, somos de parecer qu.e deve
provalecer o espírito da Wlificaçõ:o, que
há tanto temos defendid:>, com harmonia
e identidade de pontos de vista.
Assim posta a questão, todo plano
quo se fizer. que se efetivar, deve des-
vicu por completo qualquer ponto de
conflito, qucrl.quer ponlo de controvér·
sia.
A Eiluaçõo não é nada cômoda.
Trata-se de ado:picu o programa às ne-
cea'lidades da Doull:ina Espírita; adaptá·
lo sagundo Us necessidades peculiares à:
Nação. Que não chague aié oí. apenas,
o propósito: é prêciso situá-lo segundo as
necessidad.os do p16prio conjunto dc:m
Nações. Poxlanto, como se verifica, é de
grande interêsse e de grande respOI!Jila·
bilidada esta planificaçüo.
O ESrtP.ITA E A POL1TIC.ol. U
Entretanto, não deve estar em nós o
propósito de tco:lizo:r obra completa. per-
feita. no primeiro momento, no primeiro
lance do tral::alho, mas ó necessá-
rio que este princípio embricn6rio jÓ: te-
nho: em si os elementos qt-•.o nos facilitem
o descnvolvimenlo dos órqãos futuros,
presos por laços harmônicos, onde o con-
l11nlo se situo r.ierlcilarnente   perlet-
tamentc identificado com os mais eleva-
dos pron&<ito« evangélícos. Por i<;so. so-
- .
mos de opinião que lodos aqueles itens
e todas aquelas passagens q1te possam
suscitar nontos de conflil_o devem 1<er
conlnmo:do<: com oulra<; cxpr"'!'-"Õ"s, dei-
xo:nilo-<;"' aberlo o campo p<:r!o:
onol'fun\dade<!, par11 11ovo"l :nlcrn.<>«, m<>o;-
MO               se !'-Ontimc<1 o: n""'"'"'ss!do:de
de <:or>.i1•Nn:! ,..sfcrco':', d<> coroJcrr com a
unlvo:>rso:lidade dos ro_<'l<;'lO" r,ompctnhel-
ro<>. ê certo cri,e, n<:i:ro: eslahelecei:mog
nrolelo<;, estes de\•em conl"r a
tacão do: f'fl'ITI'_fle maiorirr. D<"vem con-
t<>r o PensamPnlc do:wiele:'! quP., em ro:-
:r:ão do seu tro:bo:lho, do :'le11 esforco, a!!·
sumiram no plano doufrinúr!o um ·plano
'
.,
'
26 O ESPllUTA E A l:'OL!TICA
de destaque. e estão. por conseguínle,
em condições de transmitir opinião, pa·
receres. Se lal não acontecer, se não
contornarmos esso:s situações de ínício,
Iremos crio:r possibilido:des de o:lrifo, me&-
mo dentro dos nossos azro:icris, mesmo
  e n l ~ o dc:s nosso:s ftonleiro:s. Não sere·
mos entendidos, compreendidos e acom-
panhados mesmo por aq-.teles que de·
viam permanecer ao nosso lado. Estare-
mos criando, porlo:nto. u.-na situação di-
vergen!e e não a situacão convergente,
que deve ser a: preocupáção máxima dos
nos<;os ideais, nesle momento das nossas
reali?.açõe,,; evangélicas.
É preci2o que tenhamos presente o
esnírito de admissão de concurso e não
de demissão de concun:os. Por isso, não
vamos entrar na particularidade, no
âmago do vosso lrobalho aue, em línhc:s
gerais. cons;rJ.eramos excelente, oporlu·
no e evangélico mas, dando uma visla
d'olhos na sua generalido:de, achamos
que os pontos de conflito devem ser afas--
to:dos: aqueles pontos que sejo:m co:pa-
zes de suscitar qualquer dó.vida, que se-
m D 1 J U S A O l i l S a m ? l D e m a q = d m o : : i o s o u
O J ? U B O J J D W ' O P D J T l l S O d a 1 s a p a : > D J m a • a n b
l ª A J S S O d w a q : J º S D . ' 1 ! 9 i U O l f S D S S O U B I > p o ; q
- u a p o m s a w • s o p I > l O ! I > : l l ) s a µ > q a p s o u m q u
- e i a n b r a A r s s o d m a q 9 1 I > ó n [ u o : : i O J T l : > U J A
o p O J ? 5 n t o s s 1 p : ç i 0 1 1 a d s a . T I > Õ J P a n b o ; > 5
- n n 1 1 s n m n P ' s o m m ; q u o : : i u a a s " D ! [ ! I D D J
' ? a 1 u a . T a j ' . ô I O J T l l ! d n : : > o s o m a u i m n x a a -
1 n u o J : > P u a p n 1 1 r d u r o 1 a 1 J D A a n b a 1 a n b : o
- n m a r q o l d a p u n . T f l u m • 0 1 d m a x a . T O d
' S o m a w o , T . · o ; i 5 1 s o d x a n s s o t I : o J o 1 1 1 a w
J D Z I J ' D ! l a t n w s o w n A ' J O ! l < : i d n s o i u a w n s
- u a d u m a p s o w ; q q u m a u i s a p s o u D l n d s a i
- u a s : : 1 l d 1 n b o s o w ô z n J s o a o w o : : o • 0 1 u n 1 a . 1 1
- u : : : r º J ' ! Õ n t s a 1 u a w n 1 1 a f l n d w a p o d a n b S O ]
· l l : l I ) l s q O s a r a n b n w a w o i u o : : o a s a n b O t l D S
- s a : i a a ? s o p D J P ? U I n a q a n d n
o s e n b O J . l l } S s a : : i a u ? • a 1 u a u m 1 u 1 1 s i p u 1 • s o p
- O l D D J t f U D d w o : : o D S S O U l ) J a Z D l l s o w n s s o d
e n b n . r n d " : J · a p u a 1 0 J d a s a n b o a 1 a n b
a s a n b o u m p a a a l d m o : : o     a p
· U l ) J Ó n n s D l l U l D I U J S o º ' ª ª l U ! A O m o s s o u
o p w o . m d 1 : i g l n d a n b s a 1 a n b n s o p o 1 a n b
o p o u t ! D l ê p ' S O D 1 1 t J ' ! S O . I D ' . l s n a n r  
a o u B O W D A º S D . T l l i l l j ' . S D : J J U I ? J o d a p I D ! : l ! U ' !
o : : i m m u m u . l ! l l l ! I B U O : : > a s a p s a : i : o d n : : o u m (
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%& O ESPlRITA E A POLll'!CA
a nos combater. Em face de um propÓ·
sito desta ordem, pede-nos o bom-senso.
pede-nos o ideal, que está: acima de to-
das as nossas falhas, que contornemos a
situação, especificando que à familia se
dará: todo o amparo ou, por outro lado.
encontrareis os recursos capazes de afi-
nar a situação com as necessidades jurí-
dicas e com as necessidades espirituais.
É es!e o nosso penscnncnto; ufustar
qualquer propÓsilo de choque.
Suponhamos um capítulo que venha
se referir à distribuição de bens em pé
de iqualdade para todos os indivíduos.
t necessário que sintamos que os bens,
de início, devem ser dislribuidos na pro-
porcionalidade dos valores humanos,
visto que o nosso planeta. na sua presen-
te evolução, não permite uma identida-
de cilsolu!a de distribuição de valores
por todas as criaturas. Esta marcho: é
gradativa e é progressiva. É a conquis-
ta do esJorço. t o sentido do trabalho.
É o progresso do Espúito. E a própria
llatweza nos mostra, através da diversi·
O l l ~ T     I     .E ..1.. POLITIC..I.. :1:11
iicação das raças, através do colorido
diversificado das criaturas, como os va·
!ores se graducun nas criaturas, umas rG-
cebendo mais. outras recebendo menos,
Entretanto, denb:o dos princípios do Es-
piritismo, vem em nosso socorro esta fa-
culdade de assistência e de amparo.
Asi>im. então, deve ser socorrido aquele
que é apoucado nos seus recursos e, SÕ·
mente depois que êle adquira uma ce:r-
ta capacidada realizadora. é que pode
parlicipar daquela equidade na dislri·
buição dos bens. t a marcha do pro-
gresso cristalli:uda pacientemente, ~ ­
severantemcnte, sàbiamcnte e, com mui·
ta propriedade, disciplinada pela Sabe·
doria Divina.
Em olhando uma cadeia de monta-
nhas. conquanto todos os picos tenham
os seus valores, é certo que uns estão em
planos superiores e outros eslã:o em pla-
nos mais reduzidos. Se nós olhann03
uma vegetação, verüicaremos a; existên-
cia; de gxcmdes arbustos, magníficos nos
seus portes, enquanto que outros sã:o
mais reduzidos. Se nós olharmos, 611.al·
1
3' O lCSP1IUTA l!; A l"OL!'rICA
mente, os rios que irriqam este maguÍ:li·
co planeta, verificaremos que eles estão
se dife;:enciandc no seu curso e no seu
volume de água. Do mesmo modo, os
valores humcnios variam em escala, em
possibilidades, em situações, e os bens
a serem disiribuidos aos homens devem
ser equitativos aos seus procedimentos,
o:os seus valores.
É a marcha de um socialismo disci-
plinado. É a marcha de wn socialismo
espiritualizado. É um socialismo que se
afi.qura no espírito do Evangelho do
Criskl. É este o socialismo que estamos
pretendendo, É este o socialismo para:
o qual está cwninhando o planeta Ter-
Em outros tempos era düícil di.:erem-
i;e estas coisas. Hoje, entretanto, elas
podem ser ditas.. elas podem ser expres-
sas, porque todos estão senlindo a gran-
de transJormaçUo que se vem operando
no planeia. trail3formaçã:o que vem ca-
minhando a p<ISSOS largos e qu.e só não
vêem &e aproximar aqueles qu.e teimam
em manter cerrados os iieus olhos. A
O ESi'lRITA E 1l i'OLITICA ~  
translonnação está ai. presente. São as
inquietudes sociais. t: o desassosseqo
públi.co. É o homem mais simples o mais
modeslo pressentindo que alguma coisa
diferente vai acontecer no seu orqcmismo
sociaL ti.e não sabe bem vislumbrar
qual seja o alcance dessa transformo:·
çêio; entretanto, os espkitas o sabem. por·
que de há muito têm recebido co?tsclhos.
têm recebido mensagens que têm sido
um trabalho preparatório ao advento
dessa grande lransfonnação. Ontem
eram as mensagens de André Luiz.. refe-
rindo-se a uma vida social ativa. perfeí·
ta. no plano da espirilt'alido:de - a equi·
dade de atribuições distribuidas entre os
Es:píritos. a harmonia dos seu.s procedi-
mentos e fa2endo sentir que nesta orqa·
nização social todos estavam L'lleqrados.
Quo:ndo eu diqo todos, refiro-me ao pla-
no de evolução; digo aqueles que inle·
gram outro piemo qual seja o doo EspÍrl·
los em grandes experiências, como se en·
centram no próprio lcrr, u que tão belct111
referências fez André Luiz; espíritos mer·
gulhados nas b:evas e nas duras provas.

'
'
t
'
'
'
i
     
..,
b O IilSI'tRITA E A I'OLITIC.A.
Mas, sobrepairondo esta coorte de Espí-
ritos em experiências purificadoras, está
aquela organização perfeita, onde os Es-
pÍrilos exercem precisamente este postu-
lado que os nossos Irmãos est5o pro·
curando agora, ou seicr. a política. por-
que a política h a clirecã:o: a política é a
orqani2'.ação. e essa po![tica pode ser per-
feitamente compreendida n(!'sse Lcrr que
nos apresen!ou }!.ndré Lt:i:i:, porque há
ali uma dislrihuicão de valores, espkilos
orientadores e, mesmo o:quL no plano
mais alio der vida, nós tema:; ers
atividerdos polítlcers,
O Mestre - o Alcandorado Mestre
- esse espírito de luies exlrerordinárias,
quem é senão o nas.so oricn!erdor! E lo-
do!! erqueles que   no seu Evan-
qelho, q11em s<lo senão or; seguidores der
sua palavra, da s11er ordem, do seu exem-
plo. da sua luz, da sua sabedoria:!
t cerlo que o rella-xo desser qrcr:nde
allvldade esplrl:Ual que se desencadeia
noa planos da espiritualidade deve al-
cançai: o canário terreno, onde 01


'
- a p e n b l i ' : . q < 1 . J a J U ! s o m a A a p e n h c ; i s o w n
- u a s e n b o · . w n = i a . < s o w a p o d o : g u a n b • a p
- : o p J A ! l l ) w a o p o r u p : > I a p w x i = i o 1 o = i s o u ' ! ! a l
- u a s a i : d   s o • s o . : o p : o = i i n u n s o 1
- u a m ! A O W s o a [ o q e n h . : o d • a 1 u a s a J d o u 9 p
e s o : g u o t t 1 S a w o • 0 1 u o 1 a J I U 3 - o p : o s s : o d o u
• a p n p a p d o l d n 1 1 n w W O ; J u m J < > Z ! J o ' m D J
- e p a = t o l d w r . i s : o a s • a n p D [ n = t j i J D S a p e D ! 4
- D J ( { : o z a i u a J J O : > : o m n u s a g : ) 1 n 1 ! l S t I ! s : o n : ; s : o
. 1 . D l ! I D ' m n f > j D o p o l . i l a p ' S D t ! J J d s a s o =
- e s j n b O J ? N   1 : 1 J J d 9 J d D U D p
- : 0 1 1 s o d a p D A D 1 s a a q 1 e n b a p : o p ! j ! q o s u o d
a p u o J f ) n p D S O J : l ' º ! : ! I J . l l U O ; J º I o d ' S a l
- U D ! O J : a 1 u a r u D p D S J A D S a p ! º J O ; ! U ' Z a J o
M i : • a D O ! i J j O d o : g : ! i D 1 u a j l O D p a = t D J m a O ! S ; J
- a . : i a p e p l l l ! i D m a n o : > O \ O : > a s a J d w a s
D l ! J . J d s e D f f i W P J a p u m f l D e n b o p o w J D I
e p e o ; u o d j D I g S O p D J ô J P J : : : U O ; J o : g i i
o : g u W D l f i » q m 1 a ; u a w i : l ) a J a r . : 0 s a J a n b D
a p u o • s : o p : o : ! i ! p J a d s a p o : g s s : o z a n b J J s a p
. l U ) . I . f ) s : o a p u o • o : g : J : ç z i . ' > . o u i w j P P • o s : o : > D
o p s D J q o o ; l s s µ > J : : m S s o 1 u a m 1 = i a 1 u o = i n s o
e p u o ' J O p : o q J n l l G d   o p
- D q t l O J P t u a w n u J a p u a J d w n x i a p a s s u a m 4
- o q s o e p u o • s o p : o q J n r u o : > O ; l ! S a s u a m o t j
1 1 0 e p u o • s o p n : > n : : : c q w a o : g 1 s a s u a u r o 1 1

  ·
1
! 1
L
'
'
.U O ESPmITA E A POLlTICA
vemos disciplinar: é que devemos cami-
nhar pelo mundo. O Evangelho está
dentro de nós. É indispensável é essen-
cial que o levemos aos outros, e levá-lo
00$ outros há de ser com 0:3 própricm
práticas evcmgéliccrs. levando coberta.
levando crlimento, levando a luz educa-
cional por todos os meios que nos sejam
próprios, que nos sejam dignos, que não
venham ferir a nossa dignidade evangé-
lica. Por isso mesmo é que deve ser acei-
ta essa incumbência com aquela respon-
sabilidade que frisámos, para que de-
pois, meus caros irmãos, não haja no
amanhã espíritos acabrunhados pelo
passo em falso que derem; para que de-
pois, no amcmhã, não haja finahnente o
comentário de que a voz do Cristo não
:o;e fez ouvida pelos seus seguidores ter-
renos. Por isso mesmo, para os espíritas
empxeenderem esta marcha. devem es-
tar perfeitamente armados; devem estar
perfeitamente integrados no espírito do
Evangelho do Senhor. E se, meus caros
irmãos. !em havido uma inquietação.
telll havido esie desejo de vossa parte. é

O l!l:SPIBITA E A l:>OL:ITICA. U
ncmuclmente porque fostes escolhidos
po:ra esta tarefa. É naturalmente porque
o Alto vos tem inspirado. É naturalmen-
te porque, de fato, quanto mais se pas·
sam os dias. mais es!:J:e!tas   ~ tornam as
relaÇÕils entre os Espírito:; encarnados e
os desenc:amados. Por isso mesmo, os
vossos propósitos são louváveis.
A nosoo opinião é de que o 'in.'õVi:
mento devo ser !ovado à fl'ente; que a
nozsa palavra seia tomada no seu espi-
rita, no seu ideal o mais alto possível e
não na sua letra e que, finalmente, meus
irmãos. os vossos propósitos sejam os
propósitos evangélicos porque, se eles
estiverem afinados com o Evangelho do
Cristo. serão, pofu, os do próprio Cristo,
quer vos encontreis na política. quer vos
encontreis no vosso domicilio ou em qu<ll-
quer ponto. porque o espírita deve ser
semp1e uma célula viva no grande Ol'ga-
nis!no universal. Por Isso mesmo, perse-
verai nesse einpreendimento, certos de
que eslamos convosco, certos de que o
vosso trabalho se aperfeiçoará no espa-
ço e no tempo; certos de que os vossos
program.crs de hoje não são o fim ma:;i
são apenas uma etapa: são apenas um
primeiro passo. A vida é movimento e
é transformação. A vida se faz tenden-
te ao progrssso. Encontrareis o progres-
so na medida dos vossos esforços. na me-
dida em que fordes adensando aqueles
que vos tenham que seguir; à medida em
que os vossos propósitos forem ganhan·
do os corações. forem dominando as
consciências porque, na verdade, no
amanhã todos deverão inlervir nesta
grande cuusa, que é a cuusa universal.
Por isso mesmo. levai avante os vcm-
11os propfuitos. tendo desde logo a certe-
za de que estamos convosco; tendo des-
de loqo a certeza de que os nossos pa-
res na espiritualidade apoiam moll'imen-
tos desta natureza: tendo desde logo a
cerlero de que os destinos do planeta
devem ser modificados e espiritualizad=
e, se existe quem possa levar a palavra
de vida elema àqueles que dela neces-
sitam. este alquém é o espírita. Porlan-
O lilSI'!RITJ. lll A PO!;.tTIQ.11. •
to, ao encetardes esta mlll'cha en:t. bUllca
da política. levai o propósito de f az&r
desta política uma exemplificação evan-
gélica.
São estes, finalmente, os nossos con·
ceitos a respeito desse vosso movimento
que se inicia agora, conceitos gerais. por-
quanto aquelas particularidades e minu-
dências surgirão com o tempo. em razão
do vosso esforço e da concordôncia de
pareceres de todos aqueles que contri·
buirem convosco.
Aqui fica a nossa mensagem. Fica
aqui, twnbém. o nosso abraço. o nosso
propÓsito amigo de que os vossos deli-
neamentos sejam os mais felizes possí-
veis, de que a inspiração do Alto esteja
sempre fluindo sobre as vossas inteli9ên-
cias; de que o Cristo seja o vosso verda-
deiro inamovível Ílll'oL e de que o Pai
vos abençoe. porque nesta aintonia de
princípios é certo que alcançaremos a
nossa maior finalidade. que é a de
transformar os sofredores de hoje nas
grandes criaturas redimidas de amanhã.
'
Que os nossos propósitos sejam fazer de
todws as c.icrtw-as homens felizes e não
m<lia homens amargurados. Vcuno.s tra-
balhar, embo1a tenhamos que chorar;
embora tenhamos que ver calejadas as
nossas mãos; embora tenhamos que sus-
tentar o duro combate. Muito embora
tenhamos que sentir muitas vezes o nos-
so rosto a queimar, não vamos nos dei-
Xtlf prender por desfalecimentos, porque
nenhuma grande iniciativa cobriu dis-
tâncias nos seus primeiros vagidos. To-
dos os grandes movimentos reformistas
do planeta: chegaram a!Eavés dos esler-
lores da dor. Assim, portanto, ao ponti-
ficardes neMe novo ideal, deveis ter pre-
sente que um grande combate vos espe·
ra; vos vai esperar. É aí que havereis 1
de terçar armas, e que muitas vezes as
vossas perno:s vão se sentir como que a
balouçar. Pcaecerá: que vos vai Jaltcu.
em baixo, o terreno mo:s, a despeito dis-
so tudo, tendes mais capacidade para
vencer. porque além, acima dos vossos
p.l'opÓsitos materiais, existem os vossos
pwpósitos espirituais; existe a prece que
O ESPIP.ITA E A POLITICA   ~
conforla, existe a convicçõ:o de que o
nosso trabalho é o da Imortalidade, exis-
te a certeza, finalmente, de que estamos
com o Cristo, de que eiotamos integrados
com o nosso Pai. Basta que olhemos pa-
ra esses propósitos para que cessem lo-
dos os nossos desfalecimentos e para que
tomemos novamente de nossa; charrua; e
voltemos ao nosso trabalho.
Mas também é certo que, muito em-
bora não possamos colher o resultado da
nossa farofa, tantas vezes espinhosa, as
novas gerações virão colher saboroso111
frutos do nosso trabalho.
Portanto, amanhece o dia. Estão aí
as claridades, Somos fortes e convictos
do Evangelho, da assistência do Alto.
•- Que mais haveremos de espercrr? Mais
nada, meus lnnãos. Vamos trabalhar!
Hoje é a época do trabalho vivificante.
Se encon!ra;mos arrimo nos nossos ce-
náculos, nos nossos temPIOS, que este
arrimo nos embalo a grandes realiia-
ções. Até agora trabalhámos tão sõ-
mente nas nossas atividades domésticas;
'
60 O ~   E A POL1TICA
enfrelanlo, já é tempo de sacudirmos a
consciência adonnecida do mundo.
Vamos, portanto. ao grande empre-
endimento. (! grande tarefa, porque em
tempo qualquer - eu vos digo e eu vos
afirmo - o Senhor esla:rá na vossa com·
panhia. E sentindo que Deus está em
nossa companhia, todos os nossoi; defei·
tos, todas as nossas dificuldades desapa·
recerão poxque, nos momentos mais pe·
riclitanles e diversificantes, nos inslan!es;
mais agudos, nos momentos de maiores
crises, virá a luz !l'lr ao nosso cmninho e
encontraremos a decisão, enconltaremos
a mela. encontraremos o norte, porque o
nôllSo desejo é o de acertar e não é abso-
lutamente o de atirar o patrimônio da
nossa Doutrina, o resultado do trabnlho
de lanlos, pelo baiico dos abismar;, Não!
A nossa posicão atual é a de quem vê o
mundo con!urhado. t de auem vê mas-
sas em movimentos verdadelramente
desajustados. A nossa siluação é esta
em que n6s sentimos em n6s mesmos as
dores alheias e em que precisamos to-

º D . u a i D j S W > J à o p D . I O p l X I
- m p e e D I O P ' 0 4 0 U a . t D l . j : J l D m D . A . O U D p S O i
- a e m n . q m i S Ç 4 s ; o s a n b J o d : o : : : g o . 1 1 . u o : i & J
- u e s & l d J n i s a e p J ? l { a J d W a s O J n f o s n b i o d
' 0 ! ? 5 D J u a ! l O D S J a l a ! E O J ; ! J ? S S a : i a u s o d m a 1
E O t l a • s o 1 1 s ç d 0 J d S O S S 0 4 s o ª I U D A D ! D A
- e ' I • 0 1 e J D ; ; i p m a 6 n s u a m n s s o u D ! D 1 1 a o n
' S O u : q s s p : I o q S O ; ? U L I J s n a w ' O ! U D J J O d
" n » q m n b a D . I D d ' J D l l f i d ! o l ! J p
D J D d • I J 6 p . i o : i n 1 D d o ~ 5   s o d º I D I a p m w
Gubbio. 12 de Junho d<! 1952
Zgrégio Snr. Dr. EUll!PEDES DE CASTRO
Rucr Marta Cândida, 154
SAO PAULO - BRASIL.
Recebi e li com muito o opÚ!lculo
do" Estatutos da "União Evolucionista Cristã", da
qi:ial o Sm. é Presidente.
Admirei a genialidada da iniciativa, as suaa
dire;iizes medemas, s a pcrleila concorddncia
com os       do atuo:l momento histórico,
"obretudo no quo se refere à iminente função so-
cial do Brasil no mundo.
Por enquanto, faço os meus molhem! To\OJr:
p<"lo futuro progresso da sua grande Terra e ale.
gro.:m.e por !oda contribuiçC:o que vejo :rur<fi;r 19%1-
dente a esta finalidada.
Com di.stlnta consideração,
PIETRO UBALD!.
Remetente: PffiTRO UBALDI
GUBBIO - Ititlla.
.


'

i 8 D . 1 H 0 1 q a l l d í l f . . o p J Ó ! i ! P o i e m = w : r e
ª " S O ! I I G ' l j -   ' ; o s a l d w a = f t l
- l ] l ! l l O S S u a m : r u n 1 º ! O l m i q ' 0 1 q a n d n s a p " " " " '
" ! = " ª " l l 0 1 µ i d s a D t r µ p o p " I a n b " ' ª " ! P T l < I O S D
J < I a a $ O p ; o l o d o 1 l " " l l I l " P 1 1 0 u n m m q s o 1 . .
' n D J • ! l ! l ! d s a T I O ! " U D d x a a p D U U O f " " ' l " S ' f A
- o u D I S < > a p s o 1 n i o 1 s ; . s o 1 u = . i ' . , s ! D d 1 e p
  = ! l J ! O d s a p n p J A J l ; : l D S D ! " " S D ! • ! l
- r l ! r l s e S O \ e p " ? ! O o d ! O J t m d D J e p     4
P " P l " " ' " ' " " D ! W ! P ! > l • O , . D º l " " ! P " " I ' J ! A l " " ? P D J O
" ° ' " " ° e p m 1 o ; i m o I " m o o , , D t l D J l s µ ; ) n 1 s f ! I
- o p t t j O A J : T I O ! " J ) , , " !   o q n p e n b ' O p 0 8 ' l d
0 1 9 ô f i o e p 6 ' 1 ; ! " ' O ! q : P d u o s e p O p D J S 3 " ' U 3
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
O W : S ! J : I l l l d S l . \ V : : > I l r l O d
V 1 . ,
lefio" qua el hombre moral. religioso, econ.6-
mico. político, no son hombres separados. "Esaa
fases se inlerpenelian en Iodas los contingenctas
de la vida". Por tonto se proponen aceptar la
coloboroción de entidades congéneres de cató-
licos, protestantes, espiritnalislas en general y
adepl0$ de Iodas las religiones, cultores do todru;
Ira< filo"ofias y las cioncias, en pr=a dei bion
común, el perfeccionamlen!o de los regimenes
y la reforma de los bombras, dejando senalado
que lo que sa pretende es contribuir o mejoror la
político a la luz de la doctrina espírita, y no !levar
lei políticci al espiritismo".
"Vemos en ollo reali•ado aquel ~ u   i i o de D.
Co.:!ne Mariií.o y esa pléyade de os!orzados crnn-
pe<ines do nuestra primera horcr, cuando en <rgOlt-
lo do 1895 echoban las bases del "Pcrrtido Dem6·
crata Lihc>ral".
"Apoya la "Unec" sua postu:ra en el crnnpo
político, diciendo terlucrlmente cn su exposici6n
de principias: "<il momento es de definicion...:.
El mundo está sufriendo. Una nueva civiliza-
ci6n está por surgir: civilizaci6n del Tercer Míle-
nlo (en este aspecto apoyan explfcitamen1e la te-
ois de Pietro Ubaldi). Civilizaci6n del espírttu.
Civili•acián del hombre con BGntimienlos mQ:o
e p O S ! r u o . t d m o o ! " 1 ' 0 J n l ! J 1 " 3 ' 1 1 1 \ 1 ' e p o t O ! l l : > J l - ! D
! " ' u a   J O S ' O O J \ : : > D l d . À l r o m e J S " I
' l l l l P O P ! ' . A ! l º º a p " 9 ! 0 I ' I n d a p u n n m . 6 a 1 r D m Q , ,
· , , o i r o r f i ' I " ' " o o i w
- t i & ! ' ) ' O O ! J 9 ! ! 0 I l J " " e p ' o q o a m p l " P ' º º ! ' t " . 9 "
. . , , , . , " " = J d s o 1 o o p o U ! I j q n s i : : i o i r r 9 1
i : : i m m p o p m > . m o O J d ' , , o a u n . , i : : i 1 a p l l O ! l ! ] o d U 9 J l >
- t l l l I E l ! J ' . O D J s e p n p n : o n 1 µ ! d s a E . . i o p o s i : : i i : i 1 1 s n f , , -
' , , [ ' > ! : > O s u 9 1 o n y 0 A a i : : i r a p 1 •
W 1 I . À o r r n l l p n : : l e p ( D n J ! I ! d s a 1 1 9 i : i n 1 0 " - ' > a p o [ o q
- D l l r e u e o o p o 1 r r o : i . n : u a d o o o 1 a p o d · s c p o : o i 1 I D . ó 1 0
e n b e p U J i o e 1 u a m a 1 r r e . t a t [ < ' O E . . e 1 u a p s u o o a . - c r a u ; i
' . l . . O l . { e p o p o q m r c r ° " o p u n m T " P a 1 < m t a ! ' \ m P I T
- J C [ D ' > U O d ! l a I D ! o p t I < l ! \ ! I ! " ' S t l ) S ! J . ! l ! d s a s c u w p o p n p
o m o o e n h n e p r r a d o . r d e n h i : : i 1 o " t { D [ e p D ! I Ó ! : m o . : >
D J " " n 1 o p m ; i m c f t t m ' t ! O l j : : > D \ c r o s a 1 d n s n p o o 1 q o 1
- 1 J e m n ( a p • . . m s ; > o l º P 9 a o n b 0 1 = ? O 0 1 Á f t O J a
e p " " e n b O J S ' O ! C T o o p u o p . . o m e r ! " u o o , ,
· . , s o p D l t t D J ! U O g
B e l q m o q " ° ! e o p o 1 ' e . r d u t a ! " o m r o E . . o q ' J O C O H l .
t l O ! J 9 ' " ' l ! I ' D O ! } J \ " " J O ' n o n r r o d ' D O r m ? U O O e ' D º ! P : - t n !
' ! O l O U I u ç i µ o A O U a t e p o ( o q n l : \ o ! l ' ! I 0 1 I I U ! e s a o m d , ,
' º P U 9 ! 0 ! P 0 1 s a 1 w m m ! I m l q \ A ' ª º I I ! " ' " " . t . , ' , , O A
- J Q O " P s e 0 1 n e m o m 1 3 : · n p i : : i 1 q m n h a s i ; i m o p n 1 ; 1 f i
- i l " ! " > ' D A ! J . O U l J S ! ! o . : > m ; i m P D I U ! l [ O A ' S O µ D \ ! ' J D m n q
'iU9 loa miembros dei p<trlido, <0locto• paro: 1m
cargo público, dêbon firmar su renuncia anticl·
pada ai puesto que desempeiien. Este documen-
to quedaría en los nrchivos de la organización
para ser utilizado en los casos do lalibilidad hu·
mona por parte de lc.s representantes oficio:la
&n el ejercicio de sus fm1cionos. Y como co1111&-
cuencia de esa honradez política presentan en •ll
carta orgánica un "C.:,mpromiso de Honra", por
•I cual cada uno de sus represenionles adquiere
la :responsablidad, con su firma, "eu pl&no: con·
ciencia y ante Dios de dedicarsa, 1robojar y lu·
citar por los elevados postulados qu& sustento; e1
qrupo activo que represento".
"8e puode observ<'.!r eu todo lo que nos dan
a la Nllexion los d<rlos que poseem°"' y m.ucltot1
oiros m.ó:s que seria lmgo enumerar, que uoa
hailomos frente a un prom.isor suceso de grand11:1
realizaciones. Corurlde:rando la Íucr:;:o; prosél.ita
Npírlla con que cuento: asa latitud geográfica,
la obra de caracter soci<'.11 reo:lizcrda por ello• y
vo:li0>10 recurso de hombres de occi6n y de múl-
tiples posibilidados, tanto econ6micas como in-
telGctuo:las con que cuenlan, es de esperar que
M proveo a ase movitnien!o de todos los nec<1.i-
aar10it del     N<> ba de e1capcri: <:1
" " ' l " " ' s e n d ' J 1 8 D . I H J < > p a o u n u u a q " º ! " " l o d s o p w
- & d r u : e n h s o m o 1 a d s e - 1 ' l m l l n ü . . ! < > q o 6
< > p < > µ n J " - D O J l ] j O d O [ i D n : > ' U 9 ] D M ! ! l f . J O O [ l l p
    • 9 m 9 0 J o p n i ; m = n ] l ] A s a p
e n h ' r u : > o o p ! A s n o n o 9 1 d s n i s a ' " " ' P " ' l s o 1 s 3 . ,
· u 9 1 : > : > 0 e p o u n 1 d ª \ " " u a o q n o
o º " ª l i < > • e n b " ' " l ' I s o m e o o u o o a 1 u a m l l \ ' m o o a n b
O [ u e - a q . r o l " o p o 1 u a - a u u o " ' a s " " 1 " " º " " !
D ' * ' " " ' S D [ D W e p a µ < m s " " " " P " I u o o ' : O \ q . q o o p
" ! e p s o p D J n 1 s o d • < > l I I f [ q n • J . s o m d " º ! • s o m 1 0 S O [
m p a 1 u a o u : o m d ' 0 1 u o 1 d n • u e 1 q J ; n m m 1 u " " " e n h
o i µ i d s e J U O W D J I 0 1 9 . r p u e 1 ' " ª P " P T I
- i q 1 s o d e p o u w 6 n p o µ o A s 9 m O J n p o i u e Á s e [ o q
- W D I I I f " n 1 a d : o a s e n b " " ! n s n m m u o a ' s a r o u o p
- u a A U O : > s a p o p 1 e A " " l ' U O ] O D W D J [ P º ' ' D ] u m t l ) D O
o r a p u o p m i ' . . s o w a m 0 0 1 D : > ! f f i s n ( u r r J < > , . e p ! "
s e < > p o ó 1 1 q o r s o o : o m a 1 J < > e p n o p o d m o o L > \ S a u 3
· u a p . m 0 1 1 0 l a n h ( D n h e p o 0 • 0 1 6 r r a x ' o : > p ; o 1 o µ o a
' O O J J ? • O I T T m " ' 1 a d l " P 0 1 1 u e p D Á u a . r r 6 e n b • s e i
- D J ê > O l l " " U 0 J O O • i m > 6 J o • i ; r m a p " º ! o q o o D " " " " I I
G n b 0 1 e n b D O f U O j " l o w s r m D J u o o s o i p n µ = s e r
m m o n b e p e n d o u e n h t . " ? r ; J l > > : ! U D 6 1 0 n u n e p a s
- O p t ! O ! D l l a m ; x 9 w ' D O ! l ] [ O d D p ! ! e s " I 1 o d º H S U l ? l l
! " D l ! " W l e n h o n p m J . o [ a 1 d w o o º l ' º l i ª a p U 9 ! 0
- 0 u n m n f i ( D 0 6 u a 1 e n h a i p n u e p D J
f' .. -00 O ESPlRJ'l' A E A POUTrCA
'
'
'
que no están solos 011 gu empresa, en cuanto al
nfuneto fi.ico r"5pecta, sino que detráz de ell<»<
es!aréi el mundo espacial con 5US preclarw; in\,..
ligencias espacializadas en ese arduo problema.
ineuflándoles la <>ncrgia. el valor, la inspiración
necesarias para que la coloso:l cxpcriencla lenga
.,1 éxíto que le co1responde, ya que la idca que
sustenta la "Unoc" llova en SUB alforjaa tal cfunu-
Io de nociones d., b;on, tal fuerzcr gonei:ativa de
nobles y grandcB acciones, que puostos en eS<I
tren de realizaciones, no ba do cederse ni um
ópice en el avance cierto, con•tructivo. firme, se-
fiero; impulsado por un consciente y puio amor
a DiO!! - el gran Padre - y por ende a los hijos
de éste que somos cada uno d" nosolros como
individuo. como pcrr=na y t o d o ~ como univarscr-
l   ~ hetmanos y oublime coloctividad".
"En cuanto la "Unión Evolucionista Cristia-
na" inici" su campafia, a peco que puodcr dar
ritmo firme a su marchcr, no dudamos qu ha da
concitar la atención de todos lo;; sectores políti·
cos del mundo, ansiosos por saber hasta dónde
puede \legar el hombre bien inspircrdo, aporlan·
do ai que hacer político .. 1 bagaje inmeno;o de
reali•aciones que ha de aportar el Espiritismo, a
toda cuanta actividad concierna ai hombre".
1
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m e ' 1 o n p µ 1 p ! I ! " \ ' . ' l : > P f U I \ o p 1 > J I 0 1 j [ a m o u • o o m < > 1 ; ; 1
o p u n . 6 a o ' O p u o 1 o q n 1 0 0 ' a n h z a A o p ' l " ! " ' " " " s " : 0 1 a m
i o d : O h J l ª l º " ' a p : o p J O ! f " f o m a p m n ó a n b " º " ! l º f . l
- f t l ! s : o m p o 1 1 0 A n o 1 s o u - a q : o ; ; i • o p n u a s a s s a N · m a q
o p D ! I 9 l ! " o p 1 0 A O J m a · o o p i : i u m : m a o o g = !
" º m o o ' a p D ) t l O A O e > q a p O A J I O m n u
' . D J . U > d o o ; ; i a p o a l d ! 1 : ! 8 $ J ? l O S ' 0 ; ; 1 $ 0 A ! I O O O p U D O ] l ! ! \ U .
- o o m " o s o o u n a n b S O ! l : ! O J ! P a l " l f
· Z J : > d D \ t n W ' s o ó i m o s n a w : . .
1 : : 1 f l N ' o ' W W . 1 : : I G V . L S O d S : : I H
G l 1 " " ' ! I o u ' • 0 1 µ
· J d • e " P J O ! ' J O S - c : > ! l ) ! O d   • " P o p o m o 1 " ! " " ! " '
- ! I O : > o l O l \ U o o u a o m ; ; 1 0 1 d a n b o r 1 9 u µ 1 n o p - o : . n A f ; ; I
$ p o p 1 1 u a ' . , ' \ f . L S I H : J V . L S I N O l ; ) f l ' l O A : = ! O Y i N f l . .
o p 0 1 ! < > < ' 1 0 0 1 D ' ! " A ! a < l o d " " ' O l A O j O d o m n
Z S S ! a p 0 1 q n 1 n o a p € ' o p 1 o d o a 1 º - ' P " d
' T . I í l N i ! ' W W : : I o p o i • · o d s < > H
' º ! : ' " " " " i ; i a 1 u a s a 1 d a 1 u a m 1 : 0 0 0
· f ! f l d ' O l U S i l : J : I a S 3 f f i l d J H f l 9 : • z a o p D j u n ó 1 a c t
H I D A V X O : J S I : J N V H J m n ! P ? W
, . o . 6 o w " ! ) z 1 n 1 . . O j ! ! J d s : I 0 1 1 u a ; : i
U O ESPmiTA E A l'OL1TICA
noasa tarefa de esclarecimento evangélico, d•v,..
  o ~ con!:ribuiI no engrandecimento do Todo.
Assim sendo, embora não seja licita a n6"
outros - os espíritos que vos precederrun na
grande viagem da verdade - a inlerferância in-
débita em vossas realizações no ordem política,
em razão do organismo público de administra·
ção exigir a livte manifestação do homClll d•
paasage:m = Crosta da Terra, admitimos qne
aos espirifu<to:s cristãos cabe o direito de participa-
ção nos serviços direcionais da vida pública, des-
de qne estejam cumprindo fielmente as obriga-
ções que lhes competem ó: frente da Doutrina,
esclarecendo, pois, qne só nos res10: exaltar o
trabalho do be:m ;nfinito, nos variados setores e:m
que se manifesta, com os nossos sinceros votog
pelo triunfo vivo dos n=os companheiros qna
atualmente se coneagrwn à plantação do Evan-
qalho nos arrakti.5 da política nacionol.
Atentos aOiS compromissos de cri3tiani=çõo
do homem. a partir de n°"5« própria renov«ç®
íntim<J, sob os podrões de fesus, pedimos o benção
do Altí.,,imo para que nó.s todM, acima da Indo.
po ... amOJ< buscar o nosso dever bem cwnpridou.
fMMANUEL.
~
"ENTRE DOIS MUNDOS"
COMUNICAÇÃO MEDiúN'ICA
RECEBIDA EM SAO PAULO -
"FEESP" - 1950
Se as..im é, deveráo «les - os espúila:e -
também, tomar parte na política. Mas que -
pécie de política? Essa política habitual d<>11
homens, que macula, que perturba, que e.scmvl-
~ a   que destrói? Não, absolutamente! O e11pí-
rita - como se disse - d"ve ir a toda pari" para
orientar e para doutrinar. NesB<lS condições, d&
ve Ingressar no campo político com e.ssa preocu-
paçáo. com o seu coraçáo a descoberto e com o
grande desejo de foze:i: com quo as criaturas ss
tomem mcis humanas, se tOinem mais meigas,
dêem maior atenção aos seus compromi.oS011,
preocupem..se com as grandes ncces.sidades hu-
manas. Se os espíritas, de um modo geral, se
retirarem da política, mais tarde lorão, lalve:, da
lamentar es.se procedimento, porque tiveram
oportunidade de trabalhar nu.i:i .,;._""U!o de qn:m-
des atividCidea e não o lizeo::r=. fc'h=do <mm
aquela deciaao, aquela e.nveri;aC;,:ri;; '<.,.. &n...
caracterizar os espirita.. 'i"" 5ão =-· • w
doo devei:N crlslãas.
04 O E::SPIRITA E A POLlTICA
Por isso. niío pctire mais essa dúvida no
penaamento do espirita; - se ele deve colabo-
rar na política, "" ele deve ter uma p<>3içiío ali.
Deve! E isto "" afirma sem receio de se afere·
cer qualquer ponto de discussão o quem quer
que seja. porque já se sabe, se afirma. se repete
que nós estamos evoluindo e. se es\amos de fato
evoluindo, é necessário que contribuamos paro
que se C<J!oquem os coisas nos seus verdadeirw
e roopeciivoo !"gores. Serão os cegas, serão os
coxas, serão os d<isequilibrados que devem CO!I·
duzir os sãos? Ou os sãos é que devem condu-
zir os cego.o, os co:<oz, os desequilibrados? Por
conseguinte. meus coros irmãos, o espírito deve
levantar o sua cabeça; deve erguer seus olhos,
deve abrir seu coração e se pôr em marcha para
que, de foto, o Evangelho se alastre p<>r todos os
rGOOnlos do mundo, penetre em todos os lares,
em todos os coraçóes, em todas os consciências.
E como é <f.le o espírito: podôrá fozôr ioso senão
penetrando decididamente em lodos o.o cenóJ:!o&
das atividades humana•?
Nilo ii preci>;o - nom mesmo justo - que
um núcleo ou gzupo espírito se deixe dominar
por interesses partidários e paS!!e a apontar &!lte
ou aquele para que o represente. ou para uma
eventual defesa do espiritismo. Niiol O espUi·
tismo niio precisa de defonso.- especial, porque
todos 05 espíritas siio defensores do espiritismo
e, 6& ele é uma doutrina de luz, se ele é uma dou-
trina de vida eterna, nao hó. força, por maio poa-
O ESP:IRl'J'A E -"- POLITICA
qu<> seja. que consiga esmagá-lo. Qu.an-
l<IB vezes se lcritou esmagar o cristianismo! En-
tretanto, o efeito fol s<>mp1c <00ntrário: quanto
mols se lutou <00ntra ele. tanto mais ele se avivcu,
tanto mais as lu:oes sa aconde:ram. As5im tam-
l>ém c>correrá em relação ao espõrit!omo. que ou-
tra coisa nCio é neniio a verdadeira confirmaçiio
do plÓprio Lvangelho do Cristo. PoI ic;so, nenhum
mo! o esmagorá; nenhum mal reduzirá a sua ca-
pacidade da expansão Elo reoll•ará
a sua grande tarefa, 11a medida dovicla dos co-
nhecimentos humanos; ele caminl1ará de acordo
com as lei.o que já <>stiio promulgadas e e!<1tiva-
das pela sabedoria div!na. A oua mrucha é umCl
complcmento<;iÍo exata daquilo que, naturalmen-
te, a grande sabedoria do Pai já estabclcc<>u.
Mas, se mo refiro, ein rela<:·áo am; núcleos,
aos grupos, aos organismos que tên1 W!!a função
definida, r.ão "'-" refiro em rclaç"1o oo espírita,
a po<sonolidade qne <leve cJe rnovimen!or
em V03SO mundo, cm todos oo setores, que dove
servlr definida e ef;cientcmente cm todo" os co.m-
pos das atividades soc1a'<S.
Se º" espir!tas coe5orem a tomar parte n<>
cen6rio de> atividades politicm;, Pero será, por
certe>, pare: defenderem ;"'o:es3o>g • "'ª"
sim os de todo o ''""'ª''.:'3«-'<>. de io<ioz º" cora-
cões de todas c
0
     


- . " . -- . - --·
tos, porque o aue ,._, r • e oi.:e o
espirita se ;'---"'     '°""
neçe2s1dades b==a.. Q-..e ::::-o;-o   '!"'•
M O S:l!PnuTA S: .4 POLtTICA.
produza Ollde se encon1rar, porque assim dev,.
proceder.
Estais agora caminhando no sentido da apli·
cação dos conhecimontos evangélicoe, adquiri-
dos no campo do mundo material. Se esses co-
nhecimen!M já estão no domlnio do nosso espí-
rito, se elos já nos animam e trazem encanto à
Vida, é necessário que sejam colocados ao ser.
viço de todos. Eis porque devem os espíritos
trabalhar nesse Seiltido. O que por vezes traz
certo pesar, e nos causa certa preocupação, se
bem que coruililua um facto muito natural. é qu<t
a política - de um modo geral - tem :rido cor-
rompida pelo homem. Teme--Ge, por isso, qua
aqueles que se encru:ninham para ela, em vez de
ievmem para o seu seio uma ação saneadora,
em vez de se constituirem em elema.'llOs cop<1•&11
de apurgá-la de todas as moldados virulontcs,
possam se contaminar e cair também. Mas,
meus caroa irmõ:oa, é preciso que saibais que
aqueles que para lá so encaminharem serão na·
turalmente os predestinados; se:iao aqueles que
já vieram à Terra incumbidos dessa mlsW:o, à ,---
qual nao devarem<>s <>pôr embmg<>s. Irão rano-
"""; Irão reorganizar; irão, finalmente, dar aos
homens um exemplo de senso, do auto-controle,
de e"P=<io fraterna al!omen!e humanizada, 9
' Í"80 que nós d...,ajmnos. Nõo há, obsoluta-
mante, inoompatibilidad<> entr<> a.s atividades po-
líticas e crs atividade.o erspirituali.stcrs.
  : · . 1 0 "
- - - • l 1 "   r _ - _ . -
< • e · _ , _ , ; ç . Q a : . i f • [ o " ' ' ' ' l o O l t ! 3 r . j 1 ) " - : Q : : >
º " " 0 0 : - ; < ' ' · ' - · ' " " ' " ) ) " - l C U D i l U T ) l l O O a n b
•   0 t , : : : ° ' O C P D ' 1 , C , _ - O r - , · 1 · · - : c J e l O b Z U O ! l ' . ! ô t {
· · c - p · : o : ' : · c 1 o : m > J p
' " º ' ' - · ' : ; o c ç n : 1 : i o o
" I n ) t t : > s . ' . > ! < Í O
: n r _ . ; a p   " D \ O > n b o D j u a ; e ; d o
O t ) U a p 0 1 d ! o c : 1 1 d a r a n ! J o o p m n 6
o i ; i : : t o r . b D < ; O J O O ' o p 1 ; . - , , _ , P o p n 1 o p u o ' c o q [ D l O '
i o p ; ; r : : r o : o o D U . n o p u t i \ U C p o p u : > Z D J · o o s i =
' " ! ' n ; ; u i u o p c r A n = ' o p · ; u o o r c l m o o o m n o p u o i
O J ? ) S < : l O P T T o p u c i r o , - f " g O J : ? \ ' : : O 0 9 u 0 1 r a m o q
• o · , , = 0 6 0 o p u a o a ; u o o n ' ? ' s o o w s a m o 3
e r p . o o s n ; ; i r < > l l i ! s o 1 0 c I  
' · C j t 1 C T 1 d : ' ' ' ' i o S D O ! I l 9 1 S < O U ! " " º 1 " '
o f n o ' O ' : i ; n o r . o d o i o n b o p s c p 0 1 1
- U O C U : > O D 0 I C j l I I C " 3 S D S C > p m o o 1 0 l [ \ ! I t l ! n o ' T [ q
• n 1 n o 9 m 1 D " ! º P m o o m o 1 _ 1 ; i o - J s a 0 u n j
• 1 ! 7 s - : i p 0 . 1 \ l l O O \ l a O D O l q U I O S S D S e p U T O O 1 D \ ' . j l l : 1 ' 1 0 0
m o s ' D f " O ' ? U I " " " l " P m o s
0 1 0 1 1 0 0 O l Y n o µ o d c : r o o ' " ' a n l > ' T i l
· U O l j ( l ! O j D r n 6 I j " " " : : ! · 0 1 o u 9 1 0 L > . - < > p u n p O ! < Í J O U : - ' d
o : o r o 1 1 s o p ; p 1 1 0 1 o p I < J S m a p o d o n b
- \ O U ! J C " º P º I u p o r o q " ! D U ! o n o p u o r ; ; p • o i e 5 0 1
- 1 m p o " " " º " a p o 0 1 ' a d s e 1 o s s o u a p 0 1 o p a : i - a r a w
' l ' . > m 6 1 ; n s = o   s n J 1 0 1 m o o a = n J i o d
  " " " l ' l " ' = l ! G ) I O d 1 D [ j ] ; ) U 0 ; ) o q n o s a n b ' l O J
l º - ' • ' i " ' l O U o p D l ' 1 5 ! f o m n e p 0 1 1 p q D > l o o p u n w
O s r o A o p U l V
, .
1
1
58 O ESl'1n.ITA Fl A POWTIÇA
agravado por uma de<Jeneração muito m l l   ~
acen1uada. D<ri, um reflexo profundamente do-
loro"", que irá atingir drietamente o mais intim"
do;; nossos intoresees espirituai", porque o
homem, quando caminl1a pma a barbárie, torno-
"" um ell!l<rn.decido, um ser furioso. Hoje ele de-
fende os sell5 interesses: omanhC., por certo, não
hesitará em o!ecrr fogo o cidades, em abater tem-
pJoo, em d<>molir instituiçõe•. em destruir fmní-
Iios. E, se isso acontecer, virá ferir-nos em nos·
so íntimo, virá tmzer. finalmente, um profundfl
abalo 6 noss(l consci,.,ncia cristii. É por s:sse mo-
tivo que precisamos fazer face o toda ospécie d&
desmandos, visto que. se oles e:<isiem, notural-
menle podem s ~ r colhidos ou polo menos n1odi-
fiom!os, pois. n&. não acred:lomos que todos os
UOSSO!l semelhantes, que todos os nossos irmãos
só tenhrun escclhldo um caminho o seguir: o do
perdição! Precisa:moc nos capacitar de que, se
formos alivô!! e perai!!tentes no noo;so trabalho de
e"""1!gelizar, no nosso trobalho do orientar, solva
remos todas as consciências, tiraremos o homem
do seu erro, do seu equívoco e o colocaremos na-
quelg atividade serena e espiritual em que el&
deve permanecer.
Caminhando para esea at!vidade, não leve
o eBpÍrita ''º seu e<iração a ideia da queda, do
tropeço, da infelicidade. de um insucesso, porque
aquel" que assim proceder estará renunciando
completamente ao s.;ntimento da fé."
' ............. -
-
DA ''UNIAO EVOLUCIONISTA CRISTA"
"Dando cr Dellil o que> é de D"11<! e q César o
que & de César", cidadãos a$pírilas, &antindo a
sua responsabilidade diante do mundo conturba-
do de hoje, unem-•e. concienle e coerentemente.
<rllm de, organizados, poderem cooperar com to·
dos no trabalho de evolução espiritual de cadc:
um e no trabalho de evolução social.
O momento é do delini96es.
Eis porque, inspirando«e nos seus dev<0res
para com Deus e para com a humanidade, to·
mam posição leal, clmcr e decidida a respeito dos
problemas humanos, espirituais e materiais, na-
ciCllais e mundiais.
Propo11do.-se a novel e11tidode Cl\.'1e<r organi-
zar espíritos, orientand0-0s noo seus sagrados d&-
veres para com a Pátria, não crie: nenhuma fór-
ma de sectarismo político, doutrinário ou religio-
so, sugere, apenas, uma nova e diferente manei-
ra de agir malli de acôrdo com a ncrture:.a huma-
na e com cr crdem natural das coisas.
O Espiritismo está acima e além dê todos os
partidos politicos. O espirita, porém, tem o de·
ver de votar e o direito de ser votado. O gover-
no é uma necessidade social.
Assim sendo. a Uniõ.o Evolucionista Cn..tõ.
sem conccçóes oportunistas nem subalternas con-
veniências. apresenta lealmente o seu modo es-
pecial d" Vfil <> tratar os problemas da vida.
"NO-o só de pão vive o homem". A sua fe-
licidade depende do oonlorto da alma e do corpo.
--
Ao util dovem aliar.se o 1agrado, o bem, o
belo, o justiçq, o amor e a ver<l.ode.
Qualquer atitude individual ou coletivo deve
bcmear·H nessea valor"" eJ1telmes de< 'rido humo-
na. Pretender ignorar ou despre::ar algum d.,...
ees problem<lll do Homem, problemas malerio:is e
upirtu<tl$. p:roblem<111 distintos porém insepara-
vele, é diminuir, é atrofiar, é defonnar o Homem.
Os motivos d<111 ações hum(IIl(I.$ sao multi-
plos e não unilaterais. Nm; decisõe.o políticas
Influem explícito Ou implícitmnente os concep-
ções do Vida sendo, em nossM dias. um do•
móveis da: indiscipliD.a pcrrtidiirio.
No afinnoção dos entendidos do política: na:·
cionol "por enqucmto o política br<l!lileira revei<!e
um estado ca:Ólico, in:Eonne, sem diretrize•. •em
princípios. sem n<>nhum dos linecrmentos que fa-
•em da:s ncrções conjuntos o<ganicos. Os parti-
dos estéro pi:rtenleando obundontemante que nao
existem senao como ficções juridicas e legendas
legalmente registrodas num tribunal. Nao e:ds-
le, porém, o grupo coeso, socio-psicologicmnenta
definido 001S quais se acolhem mossas humcm<111.
psi.quicmnente afins com a""" natureza".
Socio-psioológicamente definida e em condi·
ções subjetivos e objetivos paro o empreendimen-
to, n<111ceu no Brasil o União Evnlucionisto Cristã,
em que "o homem físico estarii unido <r0 homem
espiritual poro a Buo marcho gloriosa no Ilimlta-
do". Nela os espirttas, unidos pela conclência
• untiw.ento, nnlem-se 110Cial, político G upirl-
-
' " e p n p J u = t n H
> ; > e s n a a n l o U J V e p 0 1 d m s 1 o m o o · 0 ! ? 1 l i r r e 1
n o e p c p r r o u o p o n · o x a a ' ! : 0 0 1 ' o p n m d • o o s n p a p
" " l ! " º " ° " " . I d m a s ' s o p n 1 1 . . d • a I . w • o O J F I > n n 1 1 n o o
" " I S ? e S D I J I ) d s 3 S O ; q l l < > é ) s o p S I J u n q µ t s n n s n n o 1
  s o s n p O J J A e 0 1 ? 1 e s m i s s o 9 S , ,
· " º P ! A o p S D J O l l l J l • r r n : : > ; r r . > S I J s o p o 1 m e D " l l _
- 9 1 d m e D J · ' f - ' . ! O ! O º e p O Ó . r o J l l a e D J ! l ! d s : : I o u µ i n o a -
o p 0 # 0 6 o d o 1 d e 0 ! ? 5 º ! " " º º ' o p r q s a 0 1 e d " " l ! l ! d " "
" ' ! • s o m ' S O O ! I J ! O d 0 1 ? 9 a u b s o ; q u e ; : i " ° " l m ) . ! D l l
- . . u o m a p 9 0 9 u , . o a u n . . o p s a 1 u a u o d m o o a o p " ! D l
· U a l I W p l l n j . . . . . . . . . . p s o p m n S ' f O d ' D ! l l j P ] I I D d D O ! I J {
. 0 0 > ; > s e 1 u e 1 e i e 1 s a 9 1 s a n b . m p r o q n º P ! C f ! r u d e 1 u a m
- a 1 n n u 1 = e 1 ' " ' ! \ · o p u a s ' O l ! I J d " l n u µ 1 n o a ' ? O A ! l D J
- . 1 o i u n ç o o a p ' a 1 n a = " " 1 ' . m µ ) ; q 9 1 e < 1 . a p ' O ! l l j > l l 1 1 !
- n o p l & j i l I O O O A ! l f f i ( " X a a p s a # D l l ] l I D f i I O S D l j T I O . .
. . 0 1 1 u e : ; i s o u a i u a ! I l ! X l l J q l ) d ' º l " J o p n o u b ' , , - ! ! l B f l : J
D l " l " º ! " " l º " 3 º ! ? ! " ! ! . . o p & ! < W U o d m o o º "
' , , l l l \ D . I D l l " " l l I W L ! l I O O 1 ' 9 \ u < J f i µ
- ! P . . u e a r o d < I O l ! " O D ' ! ! í l S O J l l d r u o s e n 1 " " " ! ! J l o d e p
s o n e o o . I d . r o d o p o u 1 T I W J l l o : > a m [ : o q a s ' 0 9 u n o I l i
0 9 q e p ª l " ª l I I Z ! l ª l " ! a n b o o ; q u a : J s o m o a m " " " " " P
I X l ! l ! ! o d D l l l l ! I B l · 0 µ 9 1 1 n o : > O D a & - \ I M ' • D i J I J ' Í B 3
l ! I O I ) l l ' Y . ) s o o D : ) ! ) I T O d n a s - : r n o . a 1 a p o v , .
' " O U l " ' ! µ i < Í S 3 0 D D O I J ; q o d D . I O A 9 J o ; 1 l l •
D \ ! l ! d " l D l I \ l j l I O ( J D p Z r t j f 1 U l í " { t ! l l l j D O I J ; ! ! o d D l D I
- < i q [ & n I o m d ' i n < I ! 4 " º º ª P " " ' " ' d a s e n b o . .
• O B ! D J : O d m n e i a m o I < l O J . < l l ' I O ' f i B l l l o p u n m m n r o d
• 1 n 1 r : u o q m e ' o n r o : > m i s s o · s u a m o q < > P D P 1 I l J ! 1 $ t l O O
• n h r o d n i 1 e µ a d < > 1 1 5 0 Z [ l l l l f i 1 0 o m n ' " " " \ D J . i ; u e a
' D A ! l & J O O e p n p f A ! I D n n s e p O J ! l & t l l l l @ > A O I < l r .
w q y e u t o l l f i q D e p t u g o m o o ' e p n 1 u O A 9 •
U I V o u r r o . I V a T J , U i l d l l i l l O
UNIAO
"Orgqnisn::o regido por uma: conciência
coletiva própria que é a fusão de Al-
mas".
EVOLUCIONISTA
"Evol11çõ:o quer dizer conquista da
conciência, de liberdade, de feli-
cidade".
CRISTÃ
"Ao Evangelho, todavia, nó:o se
pode chegar senão por suces-
sivas aproximações".
De "A Grande Síntese".
· - - · · · · · · · · s o p u n m ~   O P " > 1 1 u a
. . , . . . . . . . . , , . . . . . . f P ! l X / f l O I ) O l < l O p l : l \ I D : J
- · · · · · · · 0 0 µ 9 1 s J H
J : : > I G N I
--:'I"
Gróllca Lillofy-pe
~ ' ' '   "'°'qu!<a U!to
ll- >JF.M DE SA, !.,,
T<l 32-,340 - S. P.,uto
E s p í rita:
procure conhecer os
ESTATUTOS - DECLARAÇAO DE PRIN-
CIPIOS - PROGRAMA DA
"UNIAO EVOLUCIONISTA CRISTA".
***
ntstribuiÇ:lo gratulta.
Pedidos a
DR. EURlPEDES DE CASTRO
Presidente da "União Evolucionista Cristã"
Rua Maria Cândida, 154 (Fones: 3-8753 e ~ 1 4 5  
SÃO PAULO - BRASil.
•••
Dê o 8(111 amparo doutrinário, moral. econô-
mico e social à "UNIAO EVOLUCIONISTA ,
CRlSTA" para que ela possa cumprir a tarefa
que lhe 101 confiada.
***
--
Presidência de Honra:
Dr. Arthur LINS DE VASCONCELOS Lopes.