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PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA

CURSO DE TREINAMENTO PARA PRESBÍTEROS, DIÁCONOS E LÍDERES

Módulo IV TEOLOGIA BÍBLICA DO CULTO
SUMÁRIO Perspectivas bíblicas sobre o culto. Elementos e formas litúrgicas biblicamente
construídas. Cultura e liturgia.

Celebra

!es do povo de "eus.

#ompet$ncias a serem #onstruídas
"epois de reali%ar este estudo& voc$ dever' ter construído as seguintes compet$ncias( Competência c!a"e( montar& dirigir e avaliar cultos comunit'rios. Competência# #ec$n%&'ia#(

) Con*ecer as perspectivas bíblicas sobre o culto. + Descrever os elementos e formas litúrgicas , - Elaborar celebra
biblicamente construídas. Analisar cultura e liturgia. !es para o povo de "eus.

E(ANGELI)A*+O , ADORA*+O , COMUN-+O , DISCIPULADO , SER(I*O

1

ADORA*+O . ( )lderi *ou%a de +atos. 1 proposta é6 "Deixem as pessoas fazerem como elas entendem!" 8 resultado parece ter sido a introdu"ão do conceito de diversão e satisfa"ão do adorador quanto ao modo de adora"ão. *ola *criptura: ) centralidade da . 4sto significa que é totalmente poss(vel produ irmos uma teologia !(!lica do culto. algumas perguntas come"am a surgir6 Como o povo de Deus pode adorá#78 segundo os princ(pios tanto do 1ntigo quanto do 3ovo 2estamento9 'egundo o te0logo :erard Van :roningen. todos t<m que concordar que /á uma necessidade de /onrar a Deus e adorá#7o com um servi"o religioso %liturgia& cuja forma deve ser esta!elecida pelo pr0prio Deus. 1 adora"ão deve ser o princ(pio !ásico do culto.org. ou renovada na liturgia. anos. Eles não querem seguir os costumes como o uso de togas@ ou ajoel/ar#se.br/teologia/1istoria223da2234gre5a/6e7orma8. E em se tratando do povo de Deus que se declara como servo. atualmente.es corporais tais como palmas. :roningen não se refere ao movimento dos neopuritanos que /oje come"am a tomar espa"o. iremos encontrar tr<s <nfases !ásicas6 %. = Ele se refere aos c(rculos de te0logos reformados. Entretanto. E(ANGELI)A*+O . COMUN-+O . %B& Cá uma terceira posi"ão.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA Int'o%$. que é a daqueles que querem conservar a liturgia tradicional reformada. Esta é a <nfase tanto do 1ntigo quanto do 3ovo 2estamento. tendo do outro lado as igrejas /ist0ricas com uma ordem de culto mais pendente para o racional e rejeitando as e$press. o l(der cristão precisar de instru"ão da )alavra de Deus para condu ir a igreja a uma adora"ão que agrade a Deus. a igreja moderna estaria vivendo um caos c*ltico. SER(I*O 2 .ipb. palavras gritadas. as Escrituras enfati am que a adora"ão é a dispensa"ão da li!erdade.& Há uma ênfase reformada. verificamos que esse pro!lema se restringia . O Culto no Antigo Testamento.íblia na e-peri. 'e analisarmos apenas os *ltimos +. 'e uma <nfase di 6 ?Vamos fa er o que a 4greja fe tradicionalmente?@ a outra di 6 ?7i!erdadeA 7i!erdade dos tempos do 3ovo 2estamento@ vamos ter o Esp(rito 'anto dirigindo?. que estão copiando padr. Esta não é uma realidade apenas no Brasil. tanto o 12 quanto o 32 são ricos de princ(pios e determina". numa época onde os modelos do culto a Deus perderam seus parâmetros. Eesmo recon/ecendo que a teologia do culto divino não se restringe a uma e$pressão de coletividade.'tm>. tanto nos Estados >nidos como no Canadá. o foco desse estudo está voltado para o culto coletivo da igreja. DISCIPULADO .es que orientam o culto a Deus. Cristãos de várias igrejas não se entendem quando o assunto é forma de se adorar a Deus. Caso as 'agradas Escrituras não se pronunciassem so!re esse assunto./o Vivemos. Cru ar os !ra"os.es corporais e emocionais durante o culto. 'endo o assunto pertinente e relevante. O movimento do neopuritanismo procura reviver as práticas dos te logos puritanos dos s!culos 1" e 1#$ na grande maioria das ve%es desconsiderando a cultura atual e restaurando a cultura e as práticas por a&ueles 'omens praticadas. levantar as mãos etc.proposta das igrejas pentecostais que aceitavam algumas e$press.mac0en%ie. e que ao mesmo tempo 8 glorifica e edifica a igreja. quando ol/amos para a sociedade.br>. é algo que está acontecendo no mundo inteiro. D um apelo . aceitar qualquer proposta ou colocar#se como e$clusivista são alternativas que já come"am a marcar as liturgias %o servi"o a Deus&. por parte dos cultuadores@ • 1 administra"ão correta daquele que é indicado como o l(der no culto. Disponível em: <www.ncia protestante Disponível em: <'ttp://www. 5 medida que nos aprofundamos no estudo desse assunto.com. %=& 1 segunda <nfase é uma rea"ão contra a idéia anterior. 1 2 Gerard Van Groningen.es da 4greja 1nglicana antiga.tradi"ão puritana original. como os anglicanos. pois querem cultuar como os puritanos fi eram no passado. )ara Van :roningen. mas tal li!erdade é controlada por quatro princ(pios espec(ficos6 • 1 centralidade de Cristo e da )alavra@B • 8 Deus 2ri*no@ • 1 necessidade de ordem.

1li lemos que M0 sacrificava pelos pecados dos seus fil/os. Estes !uscam !ase para isso tam!ém no 3ovo 2estamento %culto nas casas&. 4maginem. podendo ser c/amado de adora"ão doméstica. 3ele estava a 1rca.H 1s perguntas mais antigas so!re o /omem di em respeito . é preciso fa er uma a!ordagem no 1ntigo e 3ovo 2estamentos. !& Desde Eoisés. Cumanamente falando. Deus e o povo se encontravam e nele eram feitos sacrif(cios. D e$atamente so!re este prisma que o culto a Deus deve ser oferecido. )ortanto. 1final foi para isto que Deus o criou. DISCIPULADO .O. Desco!rimos que desde :<nesis . a& De 1dão ao J$odo 3este per(odo o culto estava centrali ado na fam(lia. pois o seu prop0sito supremo é viver para a gl0ria de Deus. em!ora não sai!amos que tipo de altar eles constru(ram. Eas acreditamos que eles eram condu idos pelo Esp(rito. 3o 2a!ernáculo tam!ém /avia a mesa da propicia"ão. até J$odo .=K&. é fundamental que a fé cristã d< uma resposta a este /omem angustiado em !usca de si. saindo do 'eu E(ANGELI)A*+O . Eas o fato é que o culto centrali ado na fam(lia era anterior ao J$odo.&. 1 resposta para o prop0sito de nossa e$ist<ncia é simples. contudo e$tremamente elucidativa so!re a questão6 G8 /omem e$iste para glorificar o CriadorH. D preciso repetir que Deus era e é o Iei. 3oé sacrificou depois de ter sa(do da 1rca %:n N. em <$odo . 1 Ieforma )rotestante deu um passo marcante para resolver a questão do significado do /omem ao respond<#la de acordo com as 'agradas Escrituras. responde6 G8 fim supremo e principal do /omem é glorificar a Deus.sua origem e ao e$ato porqu< de sua e$ist<ncia. COMUN-+O .es do povo que eram levadas a Deus. na resposta da sua primeira questão quanto ao prop0sito principal do ser /umano. o Iei@ do lado de fora /avia o altar. sa!emos com certe a que o dia!o estava ativo lá.=O&. 8 que encontramos são relatos de adora"ão a Deus. ADORA*+O . Entretanto /á o registro de que Enoque andou com Deus %:n +. então.O não /á qualquer especifica"ão so!re como deveria ser o culto. antes da entrada. no seu artigo O Culto no Antigo Testamento. Cá alguns que gostariam de re#editar aquele per(odo de 1dão com um culto familiar. 2am!ém /avia sacrif(cios de gratidão. Deus. ele era um verdadeiro palácio portátil. representando o Esp(rito de Deus que produ lu @ /avia o local de incenso. e ai daquele que não 8 /onrasse como tal %'l =K&. Encontramos tam!ém naquela época os sacrif(cios de e$pia"ão de pecados %M0 . 1 partir disto. falando da provisão maravil/osa de Deus para o 'eu povo@ /avia o candela!ro com sete lâmpadas. Ele reinava no meio do seu povo. )ara entendermos o ensino !(!lico que regulava a ordem do culto. mas não sa!emos e$atamente o que fi eram ou se tin/am que fa er como foi descrito.es eles rece!eram para cultuar a Deus.=#+& e. porém seu significado está muito acima de tal conceito. 3o altar. 3o que di respeito ao 12. o altar doméstico era central. 1s cele!ra". até 4 'amuel Este foi o per(odo do 2a!ernáculo. SER(I*O ( . Loi no conte$to daquela liturgia doméstica que o primeiro /omic(dio aconteceu. e go á#lo para sempre. n0s sa!emos o que eles fi eram. 01 Pe'#pecti"a# B234ica# #o3'e o C$4to 8 Catecismo Eaior de Festminster. é poss(vel verificar na B(!lia a maneira como este /omem deve proceder em todas as áreas de sua vida. Caim e 1!el ofereceram sacrif(cios %:n K. lan"aremos mão da e$celente a!ordagem de cinco épocas feita por Van :roningen.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA D so!re esses tril/os que vamos estudar a teologia do culto destacando quatro a!ordagens6 )erspectivas !(!licas so!re o culto@ Elementos e formas lit*rgicas !i!licamente constru(das@ Cultura e liturgia@ e finalmente. 8 2a!ernáculo era uma grande tenda que sim!oli ava a /a!ita"ão de Deus. o Iei. 1!raão andou com Deus. representando as ora". mas não nos é dito que instru". o lugar do trono de Deus.es do povo de Deus.

os sacerdotes tin/am outra tarefa6 eram eles que tin/am que tra er a )alavra de Deus.es a respeito dos corais e grupos instrumentais. 'eu relacionamento com o povo. o servi"o sacerdotal. >ma das grandes evid<ncias da guarda do pacto no 1ntigo 2estamento era a o!servância do sá!ado. mas tam!ém tin/a a grande tarefa de intercessão@ ele tin/a que tra er perante Deus as preocupa". )or que Deus deu as festas. pois estavam rou!ando o tempo de Deus. os cuidados. o povo tin/a que se purificar e$ternamente@ o sacerdote que representava o povo tin/a que comparecer perante Deus totalmente purificado e limpo. E os sacerdotes não eram apenas responsáveis pelo tra!al/o de intercessão6 tin/am tam!ém que tra!al/ar. 8s puritanos o fi eram. infeli mente. perante o povo. encontramos mais de vinte tipos de sacrif(cios que deviam ser tra idos@ se fi ermos um estudo desses sacrif(cios vamos ver que cada aspecto da nossa vida. o candela!ro e o altar do incenso@ então /avia um lugar onde o sacerdote operava com a !acia e o altar. 1s festas e sá!ados tam!ém foram prescritos. e as alegrias do povo. Eles não tin/am mais que se preocupar em carregar aquele palácio portátil. Eas. os sacrif(cios tin/am que ser e$ternamente limpos. era o mediador entre Deus e o /omem. nen/uma impure a e$terna era aceita. Ele tin/a que tra er os sacrif(cios que o povo l/e dava.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA trono e postando#'e . um lugar um pouco maior que o ?lugar santo?. em!ora em lin/a diferente. /avia a !acia. assim envolvidos socialmente. 8utra mudan"a relevante tin/a a ver com o lugar de adora"ão. o 2a!ernáculo tin/a o lugar ?santo dos santos?. Deus e$igia pure a. antes que o sacerdote pudesse c/egar ao altar. limpe a. )or que o sá!ado9 Deus quer que o povo ten/a tempo para Ele. 8 sacerdote tin/a que se lavar. portanto. de alegria. no 2a!ernáculo. e. os cuidados. de uma maneira ou de outra. SER(I*O 9 . o lugar onde o pecado era removido pelo derramamento de sangue. o sá!ado e as festas continuaram. aqueles que violavam o sá!ado eram apedrejados. avan"ando do 2a!ernáculo para o sacerd0cio. ali junto ao altar@ e ao sacerdote. mas. Euitas tarefas lev(ticas foram mudadas. Eles tin/am apenas que manter a )alavra. prestar servi"o social. mas o ideal é manter um equil(!rio. está neles representada. 1lém disso. o cora"ão era purificado. 1ssim. onde s0 os /omens eram admitidos. como voc< gasta o seu domingo9 3o 1ntigo 2estamento. um elemento de cele!ra"ão e alegria passou a fa er parte do culto e$igido por Deus. )ergunte a voc< mesmo. Deus quer o nosso tempo. antes que o cora"ão fosse purificado. E. é que todas as coisas utili adas no culto e$pressavam a )essoa de Deus. Eas o templo tam!ém inclu(a o ?pátio das E(ANGELI)A*+O . ali era onde a purifica"ão e$terna tin/a que acontecer. e deu r(gidas prescri". para a mesa. e amor toma tempo. Eles se encontravam no altar de adora"ão. lugar onde o povo rece!ia a seguran"a da !<n"ão divina. de consagra"ão. Com o esta!elecimento das festas. a grande tragédia no mundo /oje é que o tempo de Deus é o nosso tempo. lugar de intera"ão amorosa. eles podiam interceder mel/or. e depois o ?átrio (ntimo?. cada uma de suas dimens. 1 primeira prescri"ão que temos para adora"ão.es. COMUN-+O . 3o 2a!ernáculo. /avia o lugar santo dos santos onde estava a arca@ /avia tam!ém o lugar santo. Davi deu prescri". D verdade que não podemos a!soluti ar tanto isso. DISCIPULADO . o sacerdote tin/a um papel muito importante. 'ua presen"a. Então. e como o povo respondia a Deus.es. 8rdenado por Deus. mas os sacrif(cios. representando o povo que ficava do outro lado. mas ainda da lin/agem de 1rão.es a respeito delas9 )orque Ele quer que ten/amos alegria ao lem!rar aquilo que fe por n0s. mas no cora"ão do festival estava o sacrif(cio. local onde somente eles eram admitidos. 'eus atri!utos. cuidar para que as leis sociais e sanitárias fossem mantidas etc. santidadeA 3o altar. e os sacrif(cios que eles tra iam eram mais significativos. 2in/am a tarefa de fa er com que as Escrituras fossem repetidamente lidas perante o povo. 2odo festival tin/a o seu am!iente de pra er. mas o sacerd0cio continuou a funcionar.entrada do 2a!ernáculo. 3o 1ntigo 2estamento.es. para a leitura. ADORA*+O . quer que o povo 8 ame. Loi esta!elecida a adora"ão de um povo como um todo. rece!er as apreens. c& De Davi até o E$(lio Essa foi a época do templo e a maior mudan"a foi a centralidade do culto. Couve outras mudan"as. inscritas nas duas pedras. mas tin/am que fa er o tra!al/o de manuten"ão do templo de Deus.

K. mas /á sempre o papel do l(der@ %B& Cá presen"a da m*sica. os religiosos se dei$aram levar por motivos que não a verdadeira adora"ão.. como a aramaica. D por isso que os 'almos cantavam6 G3a".PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA mul/eres? e. Má no 3ovo 2estamento encontramos Mesus participando tanto do culto no templo %Ec .P#. as na". SER(I*O < .es da B(!lia come"aram a ser feitas. temos alguns trec/os que nos revelam alguns princ(pios. Cá trec/os que alguns di em serem cânticos. portanto. Contudo. além disso. o templo era para todas as pessoas e na !es . que os grupos fiéis se reuniram em grupos no e$(lio e come"aram o que depois ficou con/ecido como sinagoga. )orém. d& 1 Era do E$(lio Ba!ilQnico 3essa época não /avia templo.. mas onde a 2ora/ era lida e e$plicada.=.es.BB@ . e não era apenas para os /omens.= S Cá a descri"ão de um lugar e de uma reunião de adora"ão a Deus.R.=P@ . a 2ora/ é sempre central@ %+& 8 lugar da ora"ão é inegociável. portanto.K. algumas quest.es poderiam entrar pela porta.. Eateus =R. !. e. 4 Cor(ntios .e#se. Deus enviou profetas. conforme di o 'almo NP. com 3eemias e Esdras 1 partir da restaura"ão do templo. 7amentavelmente. 4 Cor(ntios . Cavia cânticos. não /avia sacrif(cio.se$ tamb!m$ o dualismo entre coisas sagrados e coisas pro7anas.# Cá a preocupa"ão com a forma como a ceia do 'en/or era cele!rada. desde que se tornassem parte do povo de Deus. 'a!ei que pertenceis a este lugar porque Deus é vosso e v0s sois de DeusH.+K&.R@ Md =K#=+&.es ficam sem resposta6 Tue tipo de instrumentos /avia na igreja do 3ovo 2estamento9 Eles se reuniam nas casas e nos lugares escondidos por ordem e$pressa dos ap0stolos ou porque a situa"ão de persegui"ão l/es impun/a tal prática9 3a verdade. Eas a <nfase é colocada so!re a 2ora/. e . 2am!ém é nessa época que se sup. %K& 1 palavra de Deus. o culto cristão s0 come"ou a tomar forma institucionali ada quando a persegui"ão do 4mpério Iomano foi a!randada. 3a análise de Van :roningen.. Como eram os cultos nos dias do 3ovo 2estamento9 Cremos não /aver uma forma definida. mas /avia tam!ém uma divisão de pessoas em grupos diferentes. nem e$emplos claros de cultosA )orém. :riou.=R # Dá#nos uma idéia do que poderia acontecer numa reunião da igreja. ADORA*+O . f. De acordo com as prescri".atividade e os sacrif(cios passaram a ser novamente tra idos. e& 1 Era )0s#E$(lica.O#. louvai a Deus. /avia o ?pátio dos gentios?. como E equiel e Daniel.+& nem dos s(m!olos do culto que apontavam para o Cristo. a 7ei de Deus que era lida perante o povo %3E N. 'up. S 3ecessidade de /aver ordem e dec<ncia no culto. mas não definem tudo. encontramos mudan"as ao longo do tempo.#O&. sinagogas onde /omens e mul/eres sempre foram mantidos separados. COMUN-+O ..B+& quanto na sinagoga %Et .e que outras tradu". o clero foi institu(do K e o povo passou apenas a assistir o culto. Cá registro de diferentes práticas lit*rgicas nas sinagogas. Dessas considera". 2m B. E(ANGELI)A*+O . entretanto e$tra(mos cinco aspectos em comum no 126 %.es !(!licas.K..es. 1tos =.. afinal o Eessias c/egou. d.B. Cultuar. c. 4 Cor(ntios . S Cá o registro de que Mesus cantou um /ino com os disc(pulos. mas não /á evid<ncias muito claras %Im . 1 adora"ão deve ser prestada a Deus. " um ato de o#ediência$ " tra#al%ar para Deus$ " 9 O conceito de clero surgiu no s!culo 444 e criou duas classes de pessoas: )s pessoas espirituais 7ormadas pelos religiosos da igre5a$ e as demais 7ormando a classe dos cristãos comuns. em volta. Ele reivindica e espera isso de 'eu povo. os sacerdotes voltaram . 2odavia. não /avia sacerd0cio.& Cá sempre um lugar de adora"ão@ %=& Cá mudan"as na lideran"a.B. o culto deve ser centrali ado em Deus e isso não foi mudado no 3ovo 2estamento. a. DISCIPULADO . não /avia mais lugar para sacrif(cios %C! O. 1s sinagogas foram esta!elecidas em vários lugares. não podemos afirmar que o culto cristão a!sorveu todos os elementos do culto do 12.

. Ele é tam!ém majestoso.'tm. ao invés de elevarem#se ao n(vel santo de Deus.. 1s ora". COMUN-+O .K e 1t =.. 8 'almo OB di que Ele está revestido de majestade. como princ(pio maior.. puro@ e. como espiritual que é. 1dora"ão que primeiro procede de um cora"ão sincero. estaremos limitando o Deus infinito.. como Gsanta convoca"ãoH %7v =B. !. Ele é espiritual. majestade e su!limidade. 1 cele!ra"ão de festas que marcavam interven".es. foram tra idas da Europa e dos Estados >nidos. f.K. 'e limitarmos o culto -s nossas idéias.#K&.+ )ode parecer que as e$peri<ncias é que determinaram ou governaram o tipo de liturgia que nos foi tra ida.=R@ Cl B. Deus não é apenas santo. 3ão utili ar qualquer tipo de vestimenta para apresentar culto a Deus %E$ .B. disposto a recon/ecer < =o>o ). 7iturgia vem da palavra grega ?leitos? que significa p*!lico e ?ergon? que significa o!ra. e.. posl*dio& palmas etc. 1 liturgia /oje apresenta muitas formas de reuni.com/cemetre/estudos/a223musica.KR@ 'l KP. %c& 1 liturgia pentecostal tradicional6 dois /inos. na sua maioria.B#+&.+. 'omos n0s que devemos !uscar a santidade para oferecermos o que agrada a Deus.P#. 8 que mais uma ve se destaca é a centralidade de Deus na adora"ão. 1 utili a"ão de todos os instrumentos %'l . pois Deus é 'anto.....K@ 'l .es poderosas de Deus. é lindo. fica claro que Deus tem pra er na cele!ra"ão alegre do seu povo %'l .#KK&.. coral...@ 3m =. Deus é glorioso.K&. Mesus disse que devemos adorá#7o em esp(rito %Mo K. por isso.=N#+K@ 44 Cr B.=@ Ec . SER(I*O @ . /. 3em sempre elas eram praticadas no templo.. Eis a seguir alguns e$emplos6 a. fimA %d& Costume de come"ar e terminar uma reunião com sil<ncio %prel*dio.. Diversidade com ordem na participa"ão da igreja no culto %4 Co . apelo. 1ssim. é su!lime.es de uma pessoa em favor de todos %4 Ie N.O#.O.. 8 uso de diversos e novos cânticos como louvor %E$ . o culto deve ser prestado da forma que agrada a Deus.. 8 princ(pio que deve ser o!edecido na liturgia de adora"ão é o de adorar em esp(rito e em verdade.=@ 4 Cr R. 4sa(as ficou impressionado quando estava no templo e viu a Deus. Essa é a ra ão pela qual podemos falar do servi"o de culto. as quais. e não da reunião de culto@ a menos que voc< esteja enfati ando o encontro do povo com Deus. da forma como ele mesmo esta!eleceu.=R@ Ef +. 4lustra"ão6 o costume de terminar com o )ai 3osso ou com a !<n"ão apost0lica.&. Vejamos alguns e$emplos6 %a& 1 liturgia cat0lica ou a anglicana@ %!& a liturgia metodista6 ficou a estrutura.@ OR. ADORA*+O . E(ANGELI)A*+O .=K&. testemun/os.=. Disponível em 'ttp://www. 1dorar a Deus por causa de Deus significa que /onramos o 'eu caráter..=P&. d. 3uma visão panorâmica das páginas do 12 e do 32 encontramos diversas formas que Deus ordena como adora"ão.R&. A Música no Culto a Deus. 8 uso de dan"as como adora"ão %E$ . Ele não está limitado -s e$peri<ncias /umanas %4s R. e.=#K&.=. e isto reflete sempre os atri!utos do caráter dEle. 51 E4emento# e 6o'ma# Lit7'8ica# Bi34icamente Con#t'$2%a# Como já identificamos. 8 uso de palmas como cele!ra"ão por atos maravil/osos de Deus %'l KP.+. Devemos adorá#7o no 'eu esplendor e na 'ua !ele a. liturgia cristã significa &ervi o do povo a Deus. servo o!ediente . 2am!ém por isso a ordem para não fa er (dolos ou qualquer representa"ão f(sica de Deus %E$ =. g.&.@ 44 'm R.K@ =N.metodista.K. adoraremos a Deus da forma como Ele deve ser adorado.P@ 4 Is .. é inverter toda a doutrina !(!lica. Tuerer tra er Deus ao n(vel dos seres /umanos para adorá#lo como se fosse um de n0s. 'e mantivermos a nossa adora"ão nesse conte$to pr0prio de !ele a.@ .+. Entretanto. separado do que é material.+. c.P@ RO. prega"ão. DISCIPULADO .B=@ 3e ... 3ão devemos confundir um culto modelado para agradar os que dele participam com o fato do cristão ser fam(lia de Deus.. de *ou%a ?il'o.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA servi o.O&.)alavra de Deus que cele!ra tal pertencimento. porém sa!emos que o local não é o fator determinante para a aceita"ão de nossa adora"ão.. apenas.6=+&..

mas as conseqV<ncias. 3o caso das igrejas pres!iterianas. 4bid. por conseguinte. Má a posi"ão de Calvino é mais restrita e advogava que apenas as formas esta#elecidas pelas )scrituras poderiam ser utili adas na adora"ão a Deus. então somente as ordenan"as !(!licas seriam aceitáveis a Deus. COMUN-+O . Tue tipo de dan"a agrada a Deus9 !. uma *nica forma de e$pressar o corpo.#B&. Cremos que os princ(pios da B(!lia são plenamente suficientes para instruir e regular o nosso culto.HP )or causa disto. o princ(pio permanece inalterado6 1 )alavra de Deus é central no culto a Deus. A Teologia do Culto Reformado. são imensas. em termos do uso da cultura..freqV<ncia.. Calvino s0 iria aceitar o que a B(!lia especificamente autori ava. 2udo o que ele requeria era que os ritos da 4greja não deveriam conflitar com a orienta"ão das 'agradas Escrituras. quais os detal/es dessa cele!ra"ão9 d. 91 C$4t$'a e Lit$'8ia 1 partir do quarto século até a reforma protestante no século UV4. com a Ieforma. podemos perguntar6 a. a separa"ão do clero tam!ém separou a liturgia de toda e qualquer participa"ão do povo. e isto ficou demonstrado nos dois itens anteriores.es a!ra"adas por 7utero e por Calvino. é preciso registrar que isto foi utili ado no passado.K&. ou mesmo de seqV<ncia de liturgia pré# esta!elecida. D certo que no século U4 o papa :reg0rio V44 introdu iu o canto gregoriano na liturgia.es corporais.R Em outras palavras6 G1 diferen"a real entre a reforma luterana e calvinista no culto pode ser disposta como o seguinte6 7utero ficaria com o que não era especificamente condenado nas Escrituras enquanto Calvino iria ficar apenas com o que era ordenado por Deus nas Escrituras. E(ANGELI)A*+O .N&.es. duas lin/as teol0gicas se destacaram e até produ iram os dois ramos mais caracter(sticos de liturgias praticadas. 4sto estava !aseada na advert<ncia de )aulo para considerar o irmão mais fraco %Im . 7utero defendia que toda e qualquer manifesta"ão cultural que n'o se(a proi#ida pelas )scrituras pode ser utili ada na adora"ão a Deus. devemos ficar com o que as Escrituras prescrevem. quem deve distri!uir o pão e o vin/o. não é preciso esta!elecer regras r(gidas de e$press. SER(I*O " . orientando#nos a não nos fa er pecar levando Gfogo estran/oH como adora"ão a Deus %7v . ADORA*+O . DISCIPULADO . Disponível em: <www. )aulo pede que os /omens de Deus levantem as mãos em ora"ão em todo lugar %44 2m =.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA seus erros e o!edecer. 8 que di a B(!lia acerca da Ceia do 'en/or quanto . 'e a B(!lia era a vontade revelada de Deus. e outras poucas modifica". afirmava Calvino.e# %o Po"o %e De$# @ " )utor descon'ecido.es que o culto sempre deve usar9 )ara sermos /onestos. formal e praticamente intacta. 2ratam#se das posi". estilo de m*sica ou instrumentos. Tual a seqV<ncia de a".com>. ser de todo a!#rogadas. 5 !em da verdade.. mantendo#a ritualista. 1di".monergismo.es ritual(sticas foram introdu idas. a!ra"amos a posi"ão que Deus deve ser adorado segundo o seu caráter e$igir. E as mul/eres tam!ém podem9 c. contudo. :1 Ce4e3'a. as igrejas /ist0rias mantiveram uma das duas posi". Tuem pode dirigir a liturgia na igreja9 e. D dele e apenas por ela que podemos julgar o que agrada ou não agrada a Ele.es /umanas deveriam. Entretanto. Entretanto.. isto não significa padroni ar um jeito cultural. porque Deus fe con/ecer sua vontade nas Escrituras. 2odavia. 4nquestionavelmente. um ritmo musical. )ara isso. não /á uma ordem ou orienta"ão e$pl(cita nas Escrituras so!re essas e várias outras perguntas de liturgia. 1 diferen"a pode ser pequena.

1 questão agora não consistia apenas em quais cânticos se deveria fa er uso na igreja. não são as pessoas da comunidade que ajudam . assim. ADORA*+O . Da sinagoga judaica. COMUN-+O .comunidade de cristãos que se encontre com Ele no culto. muitas ve es as leituras !(!licas eram intercaladas pelo canto de salmos. mas de toda a comunidade e de cada uma das pessoas dessa comunidade. 3esses encontros. compreensão e desenvolvimento do culto.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA )ara estudarmos as cele!ra". 1ssim.=.es do povo de Deus. o l(der do canto cantava as estrofes. 8 que fe dos jovens presas fáceis dessa investida foram a fraca E(ANGELI)A*+O . Deus não coloca lugares inacess(veis e /orários imposs(veis para esse encontro@ pelo contrário. mas qual deveria ser a <nfase nos encontros cristãos ou que ato lit*rgico deveria ter proemin<ncia. nos dá li!erdade se colocando ao nosso lado. mas é a lideran"a que ajuda e condu a comunidade no evento de cele!ra"ão. 1 presen"a de Deus no culto é que tra /onra e dignidade ao ajuntamento do povo. refei"ão comunitária %o ágape&. Como conseqV<ncia. mas /á. essa e$pressão passou a ser largamente utili ada nos cultos. 8 que se o!servou foi a adesão imediata dos jovens das denomina". isto é. :rande parte das igrejas /ist0ricas partiu para a ado"ão da <nfase no louvor nos seus cultos. 3esses encontros a palavra louvor passou a ser a c/ave definidora de uma nova concep"ão. 8 c/oque de gera". devemos considerar os seguintes pontos6 a. mesmo sendo *teis. nas cele!ra". DISCIPULADO . interpreta"ão e ora"ão intercess0ria. 8 culto acontece por vontade e iniciativa de Deus.disposi"ão para cele!rar@ d. Eodernamente. a maneira de orar ou de cele!rar a Ceia do 'en/or.maneira ou ao estilo de se reali ar a cele!ra"ão. para não perder os jovens para as comunidades carismáticas. 3as cele!ra". Desse modo. esse encontro no culto s0 se torna poss(vel porque Deus o permite e ordenou.es..sua autopreserva"ão. possui duas vertentes6 a sinagoga e a comunidade primitiva. )orém. /á elementos imprescind(veis. partes que podem dei$ar de ser incorporadas em alguns encontros. isto é. cele!rar culto é o!edecer a uma ordem de Mesus %4 Co . e$iste li!erdade quanto . devemos nos reunir com Deus no /orário e no local esta!elecido pela 4greja. que possu(a a seguinte estrutura6 leituras !(!licas. 1lém disso. 1lém disso.=K#=+&. tam!ém.. como os cânticos e a coreografia.es. 8 entusiasmo montado nesses am!ientes contagiava a juventude que voltava para suas igrejas desejosa de implantar mudan"as com a mesma <nfase. 8 culto cristão. temos o que é c/amado de Liturgia da Palavra. Da primeira comunidade cristã. 3as cele!ra". com respons0rio. precisamos tornar re#enfati ar que o culto é o encontro da comunidade %E2 . 8 lugar onde será reali ada a cele!ra"ão@ c.lideran"a a cele!rar o culto. 8 motivo da cele!ra"ão@ !.. que não apenas residiu na produ"ão e dissemina"ão de um grande n*mero de cânticos.es %pois o culto é um diálogo&.es foi inevitável. )or outro lado. /istoricamente. 8 encontro de Deus com sua igreja não é opcional para o verdadeiro cristão. 1 ministra"ão da )alavra fica.es cristãs. ora".es /ist0ricas aos encontros promovidos pelas comunidades carismáticas. que surgiu na década de . que surgiu no )entecostes. enquanto a comunidade respondia com um estri!il/o %ant(fona&..& com Deus e liturgia é o conjunto de elementos e formas através dos quais se realiza esse encontro .ON. 3a verdade. em lugar secundário. SER(I*O # . o culto não é responsa!ilidade *nica da lideran"a espiritual. temos uma anomalia notada em algumas comunidades. que nunca podem faltar como a mensagem e as ora". mas uma responsa!ilidade como fil/o ou fil/a do )ai celeste %C! .N.disposi"ão.es. 1s pessoas que irão participar da cele!ra"ão. Como as ant(fonas geralmente contin/am a e$clama"ão G1leluiaAH %louvai o 'en/orA&. n0s. mas é Deus que se coloca . como Deus ordenou .. salmos e /inos.+&. visando . como mem!ros responsáveis dessa mesma comunidade. )or e$emplo. rece!emos a Celebração da Eucaristia6 ora"ão de louvor. a cele!ra"ão da Ceia do 'en/or com prega"ão. não é a comunidade que convida ou convoca Deus para o evento c*ltico. mas num novo conceito lit*rgico6 o louvorz'o.. 8 tempo que se tem .

produ desequil(!rio.esH são fortemente emocionais.esH.escol/a do adorador. 3os Glouvor . Descon/ece#se que é a )alavra que desafia a 4greja.=@ . do que foi e$posto.PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA consci<ncia doutrinária e a mesmice dos cultos das suas igrejas. mas Deus não está sendo ouvido com a intensidade merecida.es do cotidiano das pessoas e da comunidade são desconsiderados. Eles são.+. 8 elemento racional não acompan/a de perto o seu compan/eiro inseparável. em algumas igrejas.es6 uma ou mais ora". 8 adorador é mais importante que a forma. )or outro lado. ano novo etc. pois mudar por mudar não é um argumento sensato. 8ra". 1 palavra pregada quase está desaparecida nesses encontros. 1lém disso. não podemos tomar como agradável a Deus adorá#lo pelo Emmanuel. tam!ém. já vimos anteriormente que a mesma B(!lia nos ensina que Deus ordenou ao povo de 4srael reservar certas datas que l/es serviriam de memorial dos grandes feitos divinos no meio do seu povo.. isto precisa ser motivo de adora"ão e cele!ra"ão do povo de Deus. como defendem os neopuritanos.es. 4sto não significa que a igreja está privada de outras cele!ra".es da )alavra. Eensagem6 rápida e superficial. despre am#se as proclama". assim cada ve que o poderoso agir de Deus se fi er notável no meio da igreja. ADORA*+O .es são proferidas. que condenam culto de cele!ra"ão de natal. quase todo conjunto de cânticos que entoamos é conce!ido pelas comunidades carismáticas e.#. como não nos fa er lem!rar do sacrif(cio que 'en/or Mesus fe por n0s9 Como não adorar a Deus pela vit0ria de Mesus so!re a morte e a nossa li!erta"ão do poder do pecado. DISCIPULADO . d. 1tualmente. sem qualquer avalia"ão cr(tica daquilo que se rece!e e se canta. onde os pro!lemas e as situa". por que não dever(amos nos alegrar e agradecer por mais um ano que a mão !ondosa do 'en/or nos permitiu viver9 De acordo com )aulo o nosso culto é a nossa pr0pria vida %Im . procura#se apenas dirigir sempre as pessoas ao trono de Deus que está no céu. refletido na aus<ncia de rumo lit*rgico definido para a reunião. 2anto os corin/os como as ora". muito mais que a m*sica.es.es estimulam os gestos e$pressivos. o 'alvador do mundo que veio até n0s em forma /umana a partir de uma crian"a nascida na cidade de Belém9 'e Deus ordena que devemos adorá#los pelos seus grandes feitos %'l . quase sempre com conota"ão emocional. 2odavia. 8s Glouvor . as lágrimas e as interjei". o emocional.. ressurrei"ão.&. entretanto.=&.. e$trair sete itens de conclusão acerca da teologia do culto6 E(ANGELI)A*+O . muitas ve es. Essas cele!ra". Conc4$#/o 8 culto a Deus é a a"ão natural do ser /umano fiel ao seu criador.es ver!ais.es de G7ouvor ãoH o padrão de culto é composto pelos seguintes elementos6 a. 4sso. seguindo o princ(pio de adorar de acordo com o que )alavra de Deus nos prescreve. 2alve voc< pudesse argumentar que a B(!lia não ordena e$plicitamente essas e outras cele!ra". 8ra. 7ouvor6 entoa"ão de cânticos que demandam a maior parte do tempo da reunião. SER(I*O A . 8!serva#se que muita gente está falando a Deus. 3as Ieuni. notadamente de caráter testemun/al. podemos. considerando o culto como louvor acima de tudo. mas nunca os cânticos. mas um diálogo. todas as igrejas locais t<m o seu per(odo de louvor nos cultos. Cânticos6 novamente apresentados para encerramento.K+. apenas encontramos a ministra"ão da Ceia do 'en/or como cele!ra"ão ordenada para a igreja. anunciando pa na terra.=. e que o culto não é um mon0logo. Eesmo. !. verticais. a forma não é uma op"ão .es mais aprofundadas.es necessitam ser avaliadas. COMUN-+O . pertinente e carente de avalia". 1 proclama"ão da )alavra pode até ser dispensada nesses encontros. 3eles.. pelo menos uma ve a cada ano9 'e os anjos cele!raram com tanta alegria a vinda do Eessias. recon/ecendo que o assunto é amplo. c.

PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE CASA CAIADA %. .utores( S/rgio 01ra e Rubem 2imenes.org.com[. 'ão )aulo6 Vida 3ova. ADORA*+O .p/p9idZ.musica.RXjunX.!r[.ip!vf.es corporais podem fa er parte do culto. 1cesso em .P[. DISCIPULADO . A Teologia do Culto !eformado. 1 adora"ão dos servos de Deus não 7/e é oferecida com parte do seu ser. Este princ(pio permite que a cultura seja avaliada pela )alavra. 8ltima revis9o( ):4564+557. porém não devem c/amar a aten"ão para elas mesmas. e qualquer ato contrário -s Escrituras deve ser rejeitado.!rXteologiaXCistoria]=. Dispon(vel em6 W/ttp6XXYYY. 4sto não significa render#se -s emo".4grejaXIeforma)./tm. de.K=[. " culto no Antigo Testamento. Dispon(vel em6 WYYY.com. 1ssim. E128'. .& %=& %B& %K& %+& 8 culto é sempre teoc<ntricoA '0 e apenas Deus pode ser adorado e todos os atos de culto devem levar os adoradores a Deus. Dispon(vel em6 WYYY. :erard Van.ONK.comXcemetreXestudosXa]=. #ola scri$tura6 a centralidade da B(!lia na e$peri<ncia protestante. Moão 1. alegria. A m%sica no culto a Deus Dispon(vel em6 W/ttp6XXYYY. adorar e se alegrar no 'en/or. C14I3'. 1s e$press. 8 pr0prio Deus revelou. Earle E. :I8343:E3. '8>^1 L47C8.da ]=.mac\en ie. 3laborado em( ))4564+557.ip!.monergismo. a ordem e a dec<ncia no culto. são atitudes inegociáveis./tm[. E(ANGELI)A*+O .metodista.org. a rever<ncia. em sua santa )alavra. 1 cele!ra"ão é a manifesta"ão festiva do povo de Deus pelos grandes e maravil/osos atos de Deus na /ist0ria. 8 culto coletivo do povo de Deus é a e$pressão do que agrada a Ele e não simplesmente do que Gpovo quer ou gosta de fa erH. tam!ém se alegra por ser alvo do amor e !<n"ãos. %R& %P& Bi34io8'a<ia A Teologia do Culto Dispon(vel em6 W/ttp6XXYYY. 1o mesmo tempo em que o povo recon/ece e proclama o agir poderoso e so!erano do 'en/or. mas recon/ec<#las como manifesta"ão de su!missão. mas sempre devem produ ir mais adora"ão a Deus.es. justo e perfeito o povo que 8 adora deve procurar imitar o 'eu caráter.!rXinde$. " cristianismo através dos séculos. 2odos os atos de adora"ão devem refletir em si a santidade individual e coletiva do povo que adora a Deus. 1lderi 'ou a de. os princ(pios que regulam a forma como quer ser adorado. arrependimento ou gratidão a Deus. Cele!rar é tam!ém esta!elecer marcos memoriais que fa"am cada nova gera"ão lem!rar. COMUN-+O . 'endo Deus santo. SER(I*O 13 . mas com todo o seu ser.