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Aula 11 – Direito de Família - aspectos não patrimoniais: casamento, união estável, filiação, guarda, dissolução da sociedade conjugal e extinção

do casamento.

Relações Pessoais do Direito de Família

Parentesco Conceito: É a relação vinculatória existente não só entre pessoas que descendem uma das outras ou de um mesmo tronco comum, mas também entre um cônjuge ou companheiro e os parentes do outro, entre adotante e adotado e entre pai institucional e filho socioafetivo. Espécies: • Natural ou consan !íneo art. !."#$ e !."#" %%& ' v(nculo entre pessoas descendentes de um mesmo tronco ancestral, portanto ligadas umas as outras pelo mesmo sangue. )x.* pai e filho, dois irmãos, dois primos, etc. a& lin"a reta ' pessoas ligadas umas as outras por v(nculo de ascend+ncia ou descend+ncia. b& lin"a colateral ' pessoas provindas de um tronco comum, não descendem umas das outras. c& #atrimonial ' parentesco oriundo do casamento d& E$tramatrimonial ' parentesco oriundo de relaç,es fora do casamento união est-vel, relaç,es sexuais eventuais, etc.& e& duplo ou simples ' conforme derive dos dois genitores ou somente de um deles. )x. .rmão /ermanos ' nascidos dos mesmos pais. .rmãos 0nilaterais ' que são de um só deles pai ou mãe& e podem ser* 1 0terinos ' filhos da mesma mãe e pais diversos. 1 %onsang2(neos ' filhos do mesmo pai e de mães diferentes. • A%im art. !."#" 33 !4 e 54 e !."5! %%& ' estabelece por determinação legal, sendo o liame jur(dico entre um consorte, companheiro e os parentes

"#! e !. até encontrar o outro parente art.es existentes entre o genitor e o gerado."#<. e descendo.es art."#5 $ !. subindo.. enteada e padrasto.es. !8 e $8 do decreto19ei n8 $. b& 2in"a Colateral art. nos limites estabelecidos em lei. ou seja. provindas de tronco comum. gerando relação paterno1filial."#$. apesar não haver v(nculo biológico entre o filho e o marido de sua mãe. !@ parte&.– vide rats."#5 %%&.5:: de !#. que permite o casamento de parentes colaterais de terceiro grau. &'s: Art( 1()*1+ . sogra e genro. 7osso ordenamento jur(dico limita o parentesco em linha colateral até o <4 grau. !. ."#$ %%& ' refere1se a =doção. depois. porém. Conta em de 1rau – Parentesco • Parentesco Consan !íneo: a& 2in"a Reta art.o art. Cantos serão os graus quantas forem as geraç. !@ parte %%& Conceito: Aão as pessoas que estão ligadas umas -s outras por um v(nculo de ascend+ncia e descend+ncia art. 6 parentesco afim gera impedimento matrimonial na linha reta. !. %ada geração representa um grau. !. Cambém se conta pelo nBmero das geraç. que anuiu na reprodução assistida.<!. 7a linha colateral. de relaç."#$ e !. cessa a afinidade com o óbito do cônjuge ou companheiro. !.consang2(neos e civis do outro. !. desde que haja matrimônio v-lido ou união est-vel. em hipótese alguma. não descendem umas das outras art. • • Ci.es.il art."#! %%& É contado pelo nBmero de geraç."#" 33 !4 e 54 %%&. !. ? %%& ' relação entre o pai institucional e o filho advindo de inseminação artificial heteróloga. !."#>. 5@ parte&. !. 5@ parte& Conceito: Aão as pessoas que.:<. de um dos parentes até o ascendente comum."#<. estabelece v(nculo entre o =dotante e o =dotado. que estende1se aos parentes de um e de outro. assim não podem casar sogro e nora."#<. 6 concubinato impuro e o casamento putativo segundo alguns autores& não gera tal afinidade é controverso&. mantendo certa analogia com o parentesco consang2(neo no que concerne a determinação das linhas e graus art. /imetria entre a%inidade e parentesco natural A%inidade – Conceito: 9iame jur(dico que se estabelece entre cada consorte ou companheiro e os parentes do outro. !. enteado e madrasta. /0cioa%eti.

!. !. !.previsto no ordenamento jur(dico p-trio.er de indeni3ar n8o decorre do rompimento por si s07 .er5 de.er de indeni3ar( Como e$iste em 6ual6uer caso7 & de.nstituição à regulamentação estatal integral à normas de ordem pBblica.  Porém+ "a. 7ão est. Características do Casamento a& =fetividadeH b& AolenidadeH d& Iiversidade de sexosH e& )xclusividadeH f& Iissolubilidade. É um fato social à noivado. g& .• • 9inha Deta ' não se extingue com o fim da união art."#" 3 !4.endo pr5tica de ato ilícito "a. %%&.:> ' reforço F idéia da natureGa negocial."#" 3 54 %%& 9inha %olateral ' limite até o 54 grau. Espensais     Jromessa de casamento à esponsais. Eanifestação de vontade dos nubentes. 9ei !<<!. É a promessa de futuras nBpcias. 5@ parte& Casamento Nature3a 4urídica do Casamento 7egocial à %ontrato.sonomia entre os cônjuges art."!!. )xtingue1se com o fim da união art. .

 =rt. . %asados por :! ano."L:. Dequisitos. !!5<. 3 54. Iivórcio conversão à art. visitação. %lausulas* /uarda.!5<1= .<<!. do %%. ao acordo quanto F retomada pelo cônjuge de seu nome de solteiro ou F manutenção do nome adotado quando se deu o casamento(  )menda %onstitucional n4 KK. caput. %%&.0rcio E$tra9udiciais  9ei !!. /eparaç8o e Di.<<!. ainda. da qual constarão as disposiç.5:>>. =limentos e bens.5:!:. Aeparação judicial litigiosa com atribuição de culpa art( 1():*+ caput. !. = do %J%. = lei !!. . Di. /eparaç8o 4udicial 2iti iosa     %%&. 6 art. %%. poderão ser realiGados por escritura pBblica.es relativas F descrição e F partilha dos bens comuns e F pensão aliment(cia e. !. Iivórcio direto à art.nterpretação do art( 1():< do %%. = discussão de culpa na doutrina brasileira.0rcio 4udicial     Iivórcio consensual. Iivórcio litigioso. !"L:. Aeparação judicial litigiosa sem atribuição de culpa art( 1():*+ == 1>+ *> e <> .:>. = separação consensual e o divórcio consensual./eparaç8o 4udicial e E$tra9udicial Consensual     Dequerimento pelos cônjuges à art( 1():. %%. não havendo filhos menores ou incapaGes do casal e observados os requisitos legais quanto aos praGos.

é reconhecida a união est-vel entre o homem e a mulher como entidade familiar. %%&. Iiferença com o concubinato impuro art.>5>.  )feitos do divórcio. . %onversão em casamento art.& 3 $4 ' Jara efeito da proteção do )stado. devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. =ção de Deconhecimento e dissolução..>5K.el a& diversidade de sexosNN b& qualificação dos parceirosNN c& publicidadeH d& coabitaçãoH e& estabilidade da conviv+nciaH f& continuidadeH g& finalidade.el  %D. 0nião homoafetiva.parceria civil( Conceito de Bni8o Est5. Emenda Constitucional n> ??@*A1A Bni8o Est5. %%&. !.el      %aracter(sticas.LL* Art( **? ' . !. configurada na conviv+ncia pBblica. Características da Bni8o Est5. cont(nua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de fam(liaM.. Art( 1(:*< do CC: CÉ reconhecida como entidade familiar a união est-vel entre o homem e a mulher.

Pipóteses art.es discriminatórias relativas F filiação. Crata1se de presunção relativa que admite prova em contr-rio. .es de paternidade.sonomia*  %D.Filiaç8o( Recon"ecimento #aternidade( dos Fil"os( . ou por adoção. !.K:! atribui legitimidade ao marido de contestar a paternidade dos filhos nascidos de sua mulher.es. A Presunç8o de Paternidade DPater Is Est)   Jresunç. 9eg(timos à proteção jur(dica. . terão os mesmos direitos e qualificaç.n.  =li-s."#K ' 6s filhos. A Filiaç8o so' a 0tica Ci. . bem como art.leg(timos à sem proteção jur(dica. 55>. havidos ou não da relação do casamento. 3 K4 ' 6s filhos. )volução histórica* Aistema antes da %O. proibidas quaisquer designaç. terão os mesmos direitos e qualificaç. proibidas quaisquer designaç. .es discriminatórias relativas F filiação. . !. .es. o art."#L expressamente admite Qprova em contr-rioM. .LL* =rt.esti aç8o de Paternidade e        O i l i a ç ã o.il – Constitucional   %onstituição Oederal* . !. ressaltando que tal ação é imprescrit(vel. ou por adoção. . !.LL* 6 filhos eram classificados à conforme situação jur(dica à pais* %asados à leg(timos 7ão casados à ileg(timos. havidos ou não da relação de casamento. ."#>&.  7orma repetida pelo novo %ódigo %ivil*  =rt.

%ontudo. = /uarda é um instituto destinado F proteção dos menores de idade. Aç8o de .K!: ' 6 reconhecimento não pode ser revogado. !. ou F emancipação. ?isa atender a criança que esteja em estado de abandono ou tenha sofrido abuso dos pais..e o art.  =rt. 1uarda D1()?< CCE %onforme disp. = recusa ao exame de I7= e a ABmula $:! do ACR. passiva e a legitimidade do Einistério JBblico.  )m ação investigatória. do %%. ela não suprime o poder familiar dos pais biológicos. Conceito: = /uarda destinar1se1. nos quatro anos que se seguirem F maioridade. moral e educacional ao menor. !.  =rt.K!< ' 6 filho maior não pode ser reconhecido sem o seu consentimento. 5L do )%= determina ser a /uarda forma de colocação do menor em fam(lia substituta.n.& Recon"ecimento -olunt5rio dos Fil"os  =rt. não importando prévia suspensão ou destituição do poder familiar.F prestação de assist+ncia material.K!$ ' Aão ineficaGes a condição e o termo apostos ao ato de reconhecimento do filho. Jrovas.esti aç8o de Paternidade ou #aternidade     9egitimidade ativa. Ooro competente para a propositura da ação. nem mesmo quando feito em testamento. !. !. . 6 art.K$<. sendo modalidade mais simples de colocação em fam(lia substituta. a recusa do suposto pai a submeter1se ao exame de I7= induG presunção júris tantum de paternidade. a /uarda é um dos efeitos do exerc(cio do poder familiar. e o menor pode impugnar o reconhecimento. .

moral. )m relação ao direito de visita. da mediação e a orientação d equipe interdisciplinar. = /uarda poder. que a /uarda de fato pode ser reputada como consolidada diante da estabilidade da conviv+ncia familiar entre a criança ou o adolescente e o terceiro guardião. o )nunciado $$" da . nos procedimentos de tutela e adoção. Rornada de Iireito %ivil do ACR. = /uarda obriga a prestação de assist+ncia material. . em seu )nunciado $$<. que pode anteceder a adoção e a tutela. conferindo a seu detentor o direito de opor1se a terceiros.es peculiares ou suprir a eventual falta dos pais ou respons-vel art. a . a fim de atender situaç. inclusive os pais. 7ecess-ria se faG.deferida a quem demonstrar melhores condiç. exceto no de adoção por estrangeiros.? Rornada de Iireito %ivil do ACR afirma que ela deve ser estimulada. Suanto a /uarda %ompartilhada. podendo ser deferida. utiliGando1se sempre que poss(vel.6 art. desde que atenda ao princ(pio do melhor interesse.visit-1los e t+1los em sua companhia. %onforme determina o art. 6 )nunciado !:! da . excepcionalmente.? Rornada de Iireito %ivil do ACR definiu que poder.deferida. além de fiscaliGar sua manutenção e educação. 7o que concerne F an-lise do 3 Bnico do art. divórcio ou dissolução de união est-vel. portanto. de est-gio de colocação em fam(lia substituta. aplicando1se também tal dispositivo do %% aos filhos advindos de qualquer forma de fam(lia. ela ser.es acerca de sua vida. 3 54 )%=&. Rornada de Iireito %ivil do ACR defende a possibilidade do deferimento da /uarda unilateral ou compartilhada."L# %%.es para exerc+1la. poder. o pai ou a mãe. $$. %ontudo. ser. desde que seja observado o melhor interesse do menor. !.ser* a& Bnilateral ou Comum ' que é atribu(da a um dos genitores após a dissolução do casamento ou da união est-velH b& Alternada ' onde a criança ou adolescente se alterna entre o domic(lio da mãe e do paiH c& Compartil"ada ' em que ambos os genitores dividem. em cuja guarda não estejam os filhos. de forma igualit-ria.? Rornada de Iireito %ivil do ACR definiu. liminar ou incidentalmente. o )nunciado $$$ da . educacional F criança ou adolescente. neste caso. segundo o que for acordado com o outro cônjuge ou fixado pelo RuiG. 3 !4 do )%= determina que a /uarda destina1se a regulariGar a posse de fato. atendendo ao seu melhor interesse. a an-lise do )nunciado !:5 da . na hipótese de separação judicial. fora dos casos de tutela e adoção. a guarda do menor."L< do %%. = /uarda dos filhos menores. Crata1se. tomando conjuntamente todas as decis.tal direito ser estendido aos avós e as pessoas com as quais a criança e o adolescente mantenha v(nculo afetivo. !. $$.

= =doção implica na perda do poder familiar pelos pais biológicos. $# do )statuto. !. <". enquanto a Adoç8o é permanente+ de%initi. Adoç8o Conceitos: !& É ato jur(dico solene pelo qual alguém estabelece.sto porque o %ódigo %ivil cuida da =doção de maiores de deGoito anos enquanto que o )statuto se refere a =doção dos menores de deGoito anos. = =ção de =doção é ação que confere ao adotado a posição de filho.e o art. 3 54 do )%=&. 6 pai ou a mãe que contrair novas nBpcias não perde o direito de ter consigo os filhos. . a =doção depende do consentimento dos pais ou dos representante legais de quem se deseja adotar. um v(nculo fict(cio de filiação. irrevog-vel e independentemente de qualquer relação de parentesco consang2(neo ou afim. concebida no casamento. sem notar1se a diferença entre que é filho biológico e quem é filho adotivo.el( )m regra. o consentimento dos .o 5. 7esse sentido. tratando1se de ação de estado. a relação jur(dica de paternidade. não somente se aproxima estreitamente daquela da prole biológica.nfTncia e da Ruventude. os procedimentos relativos F menores tramitarão nos RuiGados da . pessoa que geralmente lhe é estranha. onde houver. Ie fato. como disp.a e irre.nas ?aras de Oam(lias. Jor isso mesmo é importante frisar que a /uarda e a Cutela são institutos tempor-rios. $& %onforme sustentam os civilistas cl-ssicos. sendo expressamente proibida a =doção por Jrocuração.:5 e >.$!". e a =doção de maiores de deGoito anos se processar.%umpre ressaltar a exist+ncia dos Jrojetos de 9ei n4 K. )xcepcionalmente.$!5. traGendo para sua fam(lia. na condição de filho. Crata1se de ato civil pelo qual alguém aceita um estranho na qualidade de filho. 6 %ódigo %ivil de 5::5 traG disposiç. mas com ela se mescla e se confunde paulatinamente. além da concordTncia do adotado. se estiver com mais de doGe anos de idade art.:5 acerca da /uarda %ompartilhada. a =doção é uma ficção legal que cria uma constituição de liames entre pai e filho."LL %%&. 5& = =doção é um ato jur(dico bilateral que gera laços de paternidade e filiação entre as pessoas para as quais tal relação não existe naturalmente. que se cria. no dia após dia.es sobre a =doção e não revogou o )statuto da %riança e do =dolescente )%=&. independente do fato natural da procriação. salvo se provado que não são tratados convenientemente art.

venha falecer no curso do procedimento. Cal situação excepcional visa a estabilidade do menor que j. 3 $4 do )%=. e tenha sido comprovada a estabilidade da fam(lia. inclusive sucessórios.estivesse convivendo com o casal antes da dissolução conjugal. 3 !4 do )%=&.dispensado. com os mesmos direitos e deveres. não restabelecendo o v(nculo origin-rio com seus pais naturais a morte dos adotantes ou do adotado.o 5. Adoç8o P0stuma 6 3 "4 do art. singela diferença de idade não pode ser óbice F =doção. após inequ(voca manifestação de vontade. %ontudo. <L do )%=. . desde que um deles tenha completado deGoito anos de idade. a Adoç8o é irre. <! )%=&. 3 54 do )%=. se ela é fundamental para a preservação dos laços de fam(lia e a adotante cuida do adotando desde que este tem tenra idade. desligando1o de qualquer v(nculo com os pais e parentes. Di%erença de idade entre Adotando e Adotado = diferença de idade entre o adotante e o adotado severa ser de. = =doção atribui a condição de filho ao adotado. de acordo com o art. 3 <4 do )%=. 6 RuiG dever-. Jelo disposto no art. e que o est-gio de conviv+ncia tenha sido iniciado na constTncia da sociedade conjugal. pois. = =doção por ambos os cônjuges ou companheiros pode ser formaliGada. <5. pelo disposto no art. se forem desconhecidos ou tenham sido destitu(dos do poder familiar. verificar a conviv+ncia e a situação dos cônjuges ou companheiros adotantes.mpedimentos para Adoç8o 6s ascendentes e os colaterais de 54 grau do adotado são expressamente proibidos de adot-1lo art. /entença da Adoç8o = sentença de =doção é constitutiva e promove a extinção do poder familiar. de .el . <5. <5 do )%= permite que a =doção seja deferida ao adotante que. pelo menos deGesseis anos. antes de prolatada a sentença. <5. desde que concordem sobre a /uarda e o regime de visitas. conforme orientação do art. salvo os impedimentos matrimoniais art. <5.pais ser. 6s divorciados e os judicialmente separados poderão adotar conjuntamente.

ainda que com autoriGação judicial. aqueles que habitarem longe do lugar onde de haja de exercer a Cutela.>$< %% Futela .>$: e !. !. Espécies: Futela Festament5ria ' art. 6 art.><! e !.. 7esse caso. as pessoas do art. !. que não se acha sob o poder familiar.e a . e !.es conferidos pela 9ei a um terceiro. os impossibilitados por enfermidade. dever. que estabeleceu a 9ei 7acional da =doção. de acordo com o art. 6 tutor responder.a ' art. desde que autoriGado pelo RuiG. !.. !. 7o art.>"" %%. aqueles que j. Futela Conceito: = Cutela é um complexo de direitos e obrigaç. por sua culpa. 6 RuiG. !.e sobre os impedimentos do tutor. para que proteja a pessoa de um menor. Joderão escusar1se da Cutela as mulheres casadas. os maiores de sessenta anos de idade. !. além do Jrojeto de 9ei n4 K. aqueles que tiverem sob sua autoridade mais de tr+s filhos.>"K de 5::$.nternacional. causar ao tutelado.es do tutor.ser adotado novamente.pelos preju(Gos que.>$$ %% Futela 2e ítima ' art. da %Tmara.acordo com o art. !.exerçam a Cutela ou %uratela e os militares em serviço.>5L do %%..>$5.><# %% disp. É mister salientar a exist+ncia do Jrojeto de 9ei n4 !.>$! %% Futela Dati.>5#. e administre seus bens. que visa F alteração do )%= sobre a =doção . e . . !.><:. !. 6s deveres do tutor encontram1se elencados nos arts. !.>$" %%. 7ão poderão ser tutores e serão exonerados da Cutela caso a exerçam. .><L %% estão elencadas as obrigaç. desde que se observe a legislação em vigor.555 de 5::". !. <# do )%=. com base no art.verificar se o tutor administrou regularmente os bens do pupilo. o menor poder.rre ular ' tutela de fato ' não gera efeitos jur(dicos ' mera gestão de negócios. ou dolo. = prestação de contas é um dever que se imp.. do Aenado. 6s filhos menores são postos em Cutela.><> do %%. co o falecimento dos pais ou sendo estes julgados ausentes ou na hipótese de os pais deca(rem do poder familiar.

)sta se d.pelo término do praGo da Cutela. !5>. presentes no art. quando este atingir a maioridade ou for emancipado. pelo fato de sobrevir ao tutor algum motivo de incapacidade para o exerc(cio da Cutela.>KK %%. =s mesmas que justificam a não nomeação art. para reger e defender a pessoa e administrar os bens de maiores.. = Cutela cessar. .nas hipóteses do art. 7as hipóteses de destituição do tutor.>K# %%. !.todos os que gerem bens alheios. ou pelo Einistério JBblico. %% e 9ei <. por si sós. ?ariadas raG.es de faG+1lo.>K<. em raGão de enfermidade ou defici+ncia mental.es podem justificar a remoção ou exoneração do tutor. = superveni+ncia de incapacidade civil do tutor é caso de remoção. por lei. caput da %O&. = %uratela é determinada judicialmente através de procedimento de interdição.>$K e !. %ontudo.em relação ao pupilo. nomear1se1.>5K$. Curatela Conceito: É encargo pBblico. cometido.>$" %%&. !. por falta de Gelo ou de exação do nomeado. !. eis que ao mesmo tempo declara uma situação excepcional existente e cria a novo estado de incapacidade do curatelado.. a alguém. que significa cuidar. pela escusa leg(tima arts.$>". não de destituição. e . realiGando prestação de contas do tutor destitu(do. R.>KL %%. cessar. !. bem como. !. .em relação ao tutor.>$" e !. . !. conforme art. pelo cônjuge ou por qualquer parente. )le tem função institucional a defesa de interesses sociais e individuais indispon(veis art. %%& ou pela remoção art.>KK %%. !. se falecer.a interdição nos casos do art. art.outro para substitu(1lo. !.>K<. sua legitimação é subsidi-ria. !. .. = remoção do tutor é destituição.>KL. %% não impetrarem a ação de interdição. a fim de que se torne efetiva a responsabilidade pela administração dos haveres que lhes foram confiados. podem vir a autoriGar a remoção. com a superveni+ncia de poder familiar ou pelo serviço militar art. somente se justificando se os legitimados do art. que. !. 6 termo Q%uratelaM se origina da palavra latina curare. quem exerce a %uratela cuida dos interesses das pessoas arroladas no art. = interdição deve ser promovida pelos pais ou tutores. não estão em condiç. %%&. >$&. Jortanto.>K> do %%.K<. Dessalte1se que o Einistério JBblico só promover. bem como outras identificadas no caso espec(fico de que se tratar.. cujo efeito da sentença é declaratório e constitutivo.

existindo.>L5 %%& o privar.?&. dependendo a cessação da %uratela da cessação do motivo que lhes deu causa.>>5 %%. portanto. Ae o curatelado for deficiente mental e praticar ato jur(dico antes da sentença de interdição. neste caso. além dos poderes e deveres do curador.>L: %%. contra ele. como se percebe na intelig+ncia do art. 6 objetivo da sentença de interdição é a proteção do curatelado. desde que exista comprovação judicial da insanidade no momento da pr-tica do ato sendo. 7a sentença de interdição deverão constar os limites da %uratela. que trabalha com grupos de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. pelo disposto no art. que não possui discernimento suficiente para a pr-tica dos atos da vida civil. caber. = %uratela do enfermo ou portador de defici+ncia f(sica encontra1se prevista no art. corrente doutrin-ria que defenda que ela é tão1somente uma sentença constitutiva. após três meses de namoro. 7a falta do cônjuge ou companheiro.ao RuiG a escolha do curador.curador o pai ou a mãe e.deferida a %uratela ao nascituro. malbarata e desperdiça o que é seu. na falta destes. ser. Passados quatro meses da celebraç o do casamento. Jródigo é aquele que dissipa. casou-se. !. de acordo com a redação do art. !. 6 cônjuge ou companheiro. 6 pródigo é considerado incapaG relativamente a certos atos ou a maneira de os exercer %% <4. de direito.de praticar atos que importem em alienação de bens. Aer. não separado judicialmente ou de fato. o efeito da sentença ex tunc. de alguém que o represente ou assista.>>" %%. %umpre observar que a interdição dom pródigo art.>># %%. Caso concreto Mariana. o descendente que se demonstrar mais apto. conforme seja ele absolutamente ou relativamente incapaG.nulo ou anulado. !. é. ele ser. !. nada perturbava a vida harmoniosa do casal. . duas . !. pois. se o pai falecer e a mulher estiver gr-vida e sem o poder familiar.es do curador são os mesmos do tutor.6s atos praticados pelo curatelado após a sentença de interdição serão nulos ou anulados. 7a falta das pessoas supracitadas. curador do outro. 6s deveres e obrigaç. necessitando. com pessoa que conhecera na faculdade. )m regra o efeito da sentença de interdição é ex nunc. até que Mariana soube que seu marido !" havia sido condenado por les#es corporais graves causadas a uma antiga namorada bem como tramitavam.

respectivamente. desde que prestadas as suas contas. $m ra% o desse fato.om relaç o ao instituto do casamento. por seu tutor ou curador. / 0 respeito da adoç o. 2 . mediante contrato particular. 2 / Para adotar é preciso ter +( anos completos.3 homem. com base no erro essencial quanto ' pessoa do c&n!uge. ou por interposta pessoa.6anto o c&n!uge quanto o companheiro poder" adotar o filho do outro. assinale a opç o incorreta. da tutela e da curatela. . 0 . . destacando n o só o direito material aplic"vel ' espécie como também o meio adequado de encaminhamento do pedido a ser reali%ado. nos termos do art. Gabarito: Mariana pode solicitar a separaç o de corpos com base no art. Gabarito: etra !"# $art. assinale a opç o incorreta. %. 5 . do .3 casamento celebrado no 2rasil prova-se pela certid o do registro. . Mariana pretende p&r fim a seu casamento. 5 .aç#es penais em que era acusado da pr"tica de estupro e atentado violento ao pudor contra a mesma pessoa. ao casar. . ()*+ do . . indique a soluç o !urídica adequada ' pretens o de Mariana.&'%. mesmo com autori%aç o !udicial. 0 .6anto o tutelado quanto o curatelado podem ser adotados. () CC* .. Questões objetivas: .. bens móveis ou imóveis pertencentes ao tutelado. pode acrescer o sobrenome da mulher. n o pode adquirir por si. / . . e em seguida pedir a anulaç o do casamento.1 anul"vel o casamento de menor em idade n4bil.3 tutor. porém sem a autori%aç o dos pais..1 lícito o casamento entre irm os germanos... $m face dessa situaç o hipotética. ())-.

.' do -C"* .Gabarito: etra !+# $art.