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Administração pública em Portugal

A administração pública em Portugal é definida como organizações e instituições portuguesas que dependem directamente do estado. As suas funções são diversas mas no essencial, devem servir o estado e o cidadão português. Uma pessoa que trabalhe na administração pública é designada de funcionário público.

Índice
     

1 Organização 2 Ética da administração pública o 2.1 Princípios de Actuação 3 Peso da função pública na Europa 4 Referências 5 Ligações externas 6 Ver também

Organização
A Administração Pública Portuguesa pode ser categorizada em 3 grandes grupos, de acordo com a sua relação com o Governo:
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Administração directa do Estado Administração indirecta do Estado Administração Autónoma.

O grupo Administração directa do Estado reúne todos os órgãos, serviços e agentes do Estado que visam a satisfação das necessidades colectivas. Este grupo pode ser divido em:
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Serviços centrais - Serviços com competência em todo o território nacional, como é o caso da Direcção Geral de Viação Serviços periféricos - Serviços regionais com zona de acção limitada, como por exemplo as Direcções Regionais de Educação ou os Governos Civis

O segundo grupo Administração indirecta do Estado reúne as entidades públicas, dotadas de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira. Por prosseguir objectivos do Estado entram na categoria de Administração Pública, mas por serem conseguidos por entidades distintas do Estado diz-se que é Administração indirecta. Cada uma das entidades deste grupo está associada a um ministério, que se designa por ministério de tutela. Este grupo pode ser subdividido nos seguintes grupos:

Serviços personalizados - Pessoas colectivas de natureza institucional dotadas de personalidade jurídica. Exemplos são o Instituto Nacional de Estatística e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil

devem colaborar com os cidadãos. Princípio da Proporcionalidade . com natureza patrimonial.Copia a organização da Administração Directa e Indirecta do Estado.Pessoas colectivas de natureza empresarial. prevalecendo sempre o interesse público sobre os interesses particulares ou de grupo. convicções políticas. devem tratar de forma justa e imparcial todos os cidadãos.Copia a organização da Administração Directa e Indirecta do Estado. Exemplos são as Ordens Profissionais. actuando segundo rigorosos princípios de neutralidade.Os funcionários actuam em conformidade com os princípios constitucionais e de acordo com a lei e o direito. raça. situação económica ou condição social.1 2 os seus funcionários encontram-se ao serviço exclusivo da comunidade e dos cidadãos. Ética da administração pública Segundo a carta ética da administração pública. segundo o princípio da Boa Fé. Princípio da Colaboração e da Boa Fé .Os funcionários. ideológicas ou religiosas. Princípios de Actuação       Princípio do Serviço Público .Pessoas colectivas de direito público. tendo em vista a realização do interesse da comunidade e fomentar a sua participação na realização da actividade administrativa. que visam a prestação de bens ou serviços de interesse público. Exemplos são o Hospital de Santa Maria e Hospital Geral de Santo António. Princípio da Justiça e da Imparcialidade . Princípio da Igualdade . língua. no exercício da sua actividade. .Os funcionários não podem beneficiar ou prejudicar qualquer cidadão em função da sua ascendência. com total capital do Estado. Exemplos são as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira Administração Local (autónoma) . prevalecendo sempre o interesse público sobre os interesses particulares ou de grupo.Os funcionários. só podem exigir aos cidadãos o indispensável à realização da actividade administrativa.Os funcionários. com fim lucrativo. Estas entidades podem se subdividir três categorias:    Administração Regional (autónoma) .Pessoas colectivas de natureza associativa.  Fundos personalizados . no exercício da sua actividade. no exercício da sua actividade. Exemplos incluem Serviços Sociais das forças de segurança. sexo. O terceiro e último grupo Administração autónoma reúne as entidades que prosseguem interesses próprios das pessoas que as constituem e que definem autonomamente e com independência a sua orientação e actividade. aplicando-a a um nível local. Princípio da Legalidade .Os funcionários encontram-se ao serviço exclusivo da comunidade e dos cidadãos. aplicando-a a uma região autónoma. Associações públicas . instituídas por acto do poder público. criadas pelo poder público para assegurar a prossecução dos interesses não lucrativos pertencentes a um grupo de pessoas que se organizam para a sua prossecução. Entidades públicas empresariais .

Princípio da Integridade . devem agir de forma leal. dedicada e crítica. Princípio da Lealdade .    Princípio da Informação e da Qualidade . empenhando-se na valorização profissional. Princípio da Competência e Responsabilidade . .Os funcionários regem-se segundo critérios de honestidade pessoal e de integridade de carácter. solidária e cooperante. cortês e rápida.Os funcionários. simples.Os funcionários agem de forma responsável e competente.Os funcionários devem prestar informações e/ou esclarecimentos de forma clara. no exercício da sua actividade.