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O ano de 2013 será de grande importância para o PT pavimentar o caminho rumo à reeleição de Dilma Presidenta em 2014.

Teremos ainda, em 2014, eleições para os Governos Estaduais e do Distrito Federal, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Em novembro deste ano, em todo o Brasil, estaremos realizando o PED (Processo de Eleição Direta), que renovará as instâncias partidárias do PT: Diretório Nacional, Diretórios Estaduais e Municipais, além de eleger delegados para o 5º Congresso Nacional do Partido onde discutiremos a política que nos norteará, definiremos as alianças, de forma unitária, e as condições para a reeleição de Dilma Presidenta. Em 2006, dado o grande apoio de Sérgio Cabral à reeleição de Lula, o Diretório Estadual, por ampla maioria, decidiu participar de seu governo. Em 2010, repetimos a estratégia apoiando, desde o primeiro turno, a reeleição de Cabral. Afirmamos que esta estratégia foi correta, pois, para nós, o que estava em jogo, era o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro ao Governo Lula e à eleição da Presidenta Dilma. Além disso, o Estado do Rio de Janeiro havia saídodo isolamento político com a participação do PT no governo estadual. No entanto, se nossos objetivos foram alcançados, essa estratégia – sem candidatura própria - diminuiu a visibilidade do PT junto à opinião pública e a não se apropriar de suas gestões frente às secretária que estão sobre as nossas administrações, com reflexos no resultado eleitoral e na mobilização da militância. É tempo, portanto, de retomar o protagonismo. 2014: O ANO DO PT Em 2014, um novo ciclo se abre. Com o fim dos 8 anos de governo Cabral, a sucessão ocorrerá em um novo quadro, onde consideramos que o PT tem a tarefa de apresentar uma candidatura que possa implantar um novo ciclo de desenvolvimento e, ao mesmo tempo, combater a desigualdade social e ampliar a democracia. Consideramos que o nome mais capaz de assumir este desafio é o do senador Lindbergh Farias, liderança reconhecida, cujo mandato arrojado tem se destacado no Congresso Nacional. Lindbergh reúne, ao mesmo tempo, juventude e experiência administrativa. Tem origem nos movimentos sociais, coragem para enfrentar as dificuldades e um potencial eleitoral fartamente comprovado. Sua candidatura atende aos anseios da militância petista e é capaz de manter coeso o amplo campo político de sustentação do governo Dilma. UM PARTIDO À ALTURA DOS DESAFIOS Para que este objetivo possa se concretizar com sucesso, o PEDde novembro de 2013 terá como sua principal função eleger uma direção estadual capaz de unificar o partido, e um presidente com capacidade de dialogar com todos os setores do PT, com outros partidos políticos e manter um diálogo franco e fraterno com o atual governador. É tarefa da próxima gestão do PT radicalizar a democracia interna, aprofundar o debate político, organizar a militância, elaborar um bom plano de governo e conduzir a intervenção eleitoral do PT em 2014. O PT não pode retroceder a um período recente de decisões de cúpula, burocratização e descolamento das lutas sociais e do pensamento crítico e renovador. A nova direção, além disso, não poderá em hipótese alguma ser submissa. Compromisso com o projeto nacional não é sinônimo de falta de altivez ou abandono do protagonismo; muito pelo contrário, é preciso demonstrar força e unidade, garantindo melhores condições para a disputa a ser travada no Rio de Janeiro. JORGE FLORÊNCIO: PRESIDENTE DO PT-RJ/2013 O histórico do diretório do PT estadual, pelo menos nesses últimos anos, tem sido de o diretório substituir o Partido, a executiva substituir o diretório e o presidente do Partido substituir a todos: partido, diretório e executiva. Com a chegada de Jorge Florêncio à presidência do PT em 2012, esse padrão mudou radicalmente. À frente do PT nas eleições municipais, Jorge Florêncio unificou o partido; descentralizou as tarefas políticas; criou coordenação de campanha com representatividade da diversidade interna; unificou e democratizou a agenda eleitoral, aproximando os candidatos federais e estaduais dos candidatos que disputaram as prefeituras e câmaras municipais. O PT-RJ deu um suporte inédito às campanhas municipais, inclusive incentivando e produzindo material gráfico de candidaturas de jovens e mulheres. No decorrer de 2012, sob a Presidência de Florêncio, o DE/PT

. realizou vários eventos. informatizou. Queremos contribuir e eleger Dilma Presidenta e. Jorge Florêncio tem liderança. quase 100% dos diretórios municipais do Estado. organizou vários cursos de formação. via sistema de filiação (Sisfil).fundou oito novos diretórios municipais. aniversário do PT. para isso. firmeza. reuniões ampliadas do DE/RJ. a plenária das mulheres. a caravana da cidadania. com o pretexto da necessidade do Rio de Janeiro contribuir para a construção da aliança nacional. disposição e independência política para que o Partido não seja usado como moeda de troca pelo Diretório Nacional. como tem sido a praxe em anos recentes. deu amplo apoio à Secretaria dos Movimentos Populares e à Secretaria Estadual da Juventude. como o seminário de políticas públicas. animando a militância e dialogando com o amplo campo político e social de sustentação do governo federal. nada melhor que lançarmos Lindbergh Governador. Além disso. organizou o site estadual do PT e dinamizou toda a sua comunicação social.