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ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. CLASSIFICAÇÃO DA CRIAÇÃO QUANTO A SUA FINALIDADE . 3. CLASSIFICAÇÃO DA PISCICULTURA QUANTO AO SISTEMA DE CRIAÇÃO 3.1 Piscicultura extensiva 3.

2 Piscicultura semi-intensiva 3.3 Piscicultura intensiva 4. QUANTIDADE DE ÁGUA NECESSÁRIA DE ACORDO COM O SISTEMA DE PRODUÇÃO 5. CONSTRUÇÃO DE TANQUES E VIVEIROS 5.1 CONDICIONANTES LOCACIONAIS 5.1.1 Topog !"#! 5.1.2 So$o 5.1.3 Ág%! 5.1.3.1 P op #&'!'&( )%!$#*!*#+!( '! ,g%! 5.1.3.2 P op #&'!'&( )%!-*#*!*#+!( '! ,g%! 5.1.4 D&*& .#-!-*&( G& !#( 5.1.4.1 T#po( '& *!-)%&( & +#+&# o( 5.1.4.2 Fo .! & '#.&-(/&( 'o( +#+&# o( 5.1.4.3 O%* !( 0! !0*& 1(*#0!( #.po *!-*&( -! 0o-(* %23o 'o( +#+&# o( 5.1.4.4 E-* !'! '& ,g%! & 0!-!$ '& !4!(*&0#.&-*o 5.1.4.5 S!1'! '& ,g%! & 0!-!$ '& '&(,g5& 5.1.4.6 T!-)%& '& '&0!-*!23o o% &(*!4#$#7!23o 6. ESP8CIES CULTIVADAS NO 9RASIL :. ESCOL;A DAS ESP8CIES PARA OS CULTIVOS <. MANE=O PRODUTIVO <.1 FLU>OGRAMA DO PROCESSO PRODUTIVO <.2 DESCRIÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO <.2.1 PREPARAÇÃO DOS VIVEIROS <.2.1.1 CALAGEM E ADU9AÇÃO DOS VIVEIROS <.1.1.2 ESCOL;A DOS ALEVINOS E O POVOAMENTO <.1.1.3 ALIMENTAÇÃO E TRATAMENTO <.1.1.4 DESPESCA <.1.1.5 SELEÇÃO E PESAGEM ?. QUALIDADE DE ÁGUA ?.1 C! !0*& 1(*#0!( "1(#0!( '! ,g%! ?.2 C! !0*& 1(*#0!( )%1.#0!( '! ,g%! 1@. MORFOLOGIA E FISIOLOGIA 9ÁSICA DOS PEI>ES 1@.1 MORFOLOGIA E>TERNA 1@.2 ANATOMIA INTERNA 11. ENFERMIDADES 11.1 P &+&-23o 11.2 P #-0#p!#( 'o&-2!( -! p#(0#0%$*% ! 11.2.1 9!0*A #!( 11.2.2 F%-go( 11.2.3 P o*o7o, #o( 11.2.4 T &.,*o'o( 11.2.5 C %(*,0&o( 11.2.6 V& .&( 11.3 Fo .!( '& * !*!.&-*o 11.3.1 P o'%*o( Q%1.#0o( 11.4 D#!g-B(*#0o( & T !*!.&-*o 12. REFERCNCIA 9I9LIOGRÁFICA

1. INTRODUÇÃO A piscicultura é um tipo de exploração animal que vem se tornando cada vez mais importante como fonte de proteína para o consumo humano, principalmente pela redução dos estoques pesqueiros que, em 1991 (produção de 1 .!"#.#9" ton.$ em cativeiro aumentou em %,&' em relação a 199( e 1((' nos )ltimos % anos* +utros fatores que estão favorecendo o desenvolvimento atual da piscicultura são as modificaç,es dr-sticas do h-.itat, como/ poluição* desmatamento e represamentos* a mudança do h-.ito alimentar das pessoas* o aparecimento de novos produtos mais pr-ticos para o consumo* e, a utilização para lazer e esporte. A piscicultura é uma atividade em ascensão dentro do setor a0ropecu-rio. 1eus altos índices produtivos v2m atraindo cada vez investidores na -rea. 3orém, como qualquer outra atividade que envolve uma cadeia produtiva ela.orada, é necess-rio que antes de implantada, o pro4eto deve ser .em plane4ado e avaliado, 0arantindo assim, se0urança ao sistema de produção* caso contraio, a atividade ao invés de prosperar, pode vir a apresentar pre4uízos, e por conseq52ncia, levar ao desestímulo e até mesmo, ao a.andono da atividade. + 6stado de 7oi-s possui um enorme potencial hídrico e clim-tico para o cultivo de peixes e outros or0anismos aqu-ticos. 8efer2ncia disso é o crescimento positivo da atividade. 3orém, a car2ncia de técnicos, repasse de tecnolo0ia, desestruturação da cadeia produtiva e falta de uma política p).lica .em ela.orada, faz com que ainda a atividade caminhe de forma desor0anizada. 1a.e9se que o custo de implantação de uma unidade produtiva em viveiros escavados é muito elevado, por isso, é necess-rio a ela.oração de pro4etos com uma en0enharia moderna, .aseada em informaç,es cientificas, ecol:0icas e tecnol:0icas confi-veis. ;este modo, se conse0ue otimizar os custos de implantação e melhorar a produtividade. + plane4amento da atividade dar- confiança ao produtor, mostrando se o empreendimento é ou não, vi-vel economicamente. <ontudo, não .asta somente que o pro4eto de implantação se4a aplicado de forma correta. = necess-rio tam.ém que o produtor adote .oas pr-ticas de mane4o, que esta.eleçam procedimentos adequados como/ densidade de estoca0em* uma .oa qualidade de -0ua* .oa pratica de mane4o alimentar* utilização de ração de .oa qualidade* aplicação de fertilizantes químicos ou or0>nicos de forma correta* medidas preventivas contra doenças* e, técnicas de despescas que minimizem o aporte de efluente ao meio am.iente.

2. CLASSIFICAÇÃO DA CRIAÇÃO QUANTO A SUA FINALIDADE Cria u !r "u#$ "e alevin s% • • 6xploração em que peixes (alevinos$ são passados a terceiros para serem recriados ou usados em povoamentos e repovoamentos de -0uas p).licas ou particulares. = considerada a fase mais lucrativa* entretanto, exi0e demanda favor-vel por alevinos na re0ião, maior dedicação por parte do produtor, maior ocupação de mão9de9o.ra especializada e instalaç,es de equipamentos mais complexos. &ecria' en( r"a u !r "u#$ "e !esca" % • • 6xplora9se a capacidade de 0anho de peso e crescimento dos animais, en0lo.ando a fase de alevina0em até o a.ate. ?enos lucrativa que a anterior* entretanto, caracterizam9se por exi0ir menor dedicação do piscicultor, necessitar de menor ocupação de mão9de9o.ra, menor qualificação, necessitar de instalaç,es e equipamentos menos complexos* pode ser realizada em represas rurais, arrozais inundados, represas ou viveiros com ou sem inte0ração com outras exploraç,es a0ropecu-rias. 6sta fase é dependente da oferta de alevinos, demanda e preço de pescado na re0ião. Ex!l ra#$ mista "e cria e recria% • 3roduz alevinos para uso pr:prio ou para terceiros.

Outr s ti! s "e ex!l ra#$ % • • 3ara fins de lazer (povoamento de represa, pesque9pa0ue ou cultivo de peixes ornamentais$. 3ara fins sanit-rios (controlar a proliferação de insetos ou animais vetores de doenças$. 3. CLASSIFICAÇÃO DA PISCICULTURA QUANTO AO SISTEMA DE CRIAÇÃO + peixe, diferentemente de al0uns animais terrestres, pode ser criado de v-rias maneiras diferentes. Adequando @s condiç,es da propriedade, tipo de alimento, espécie considerada e aceitação de mercado. = possível dividir, didaticamente, o sistema de criação em 6xtensivo, 1emi9extensivo e Antensivo. 3.1 Piscicultura extensiva • 6xploração em que o homem interfere o mínimo possível nos fatores de produtividade (apenas realiza o povoamento inicial do corpo dB0ua$. • <aracteriza9se pela impossi.ilidade de
Figura 1- Modelo de piscicultura extensiva.

esvaziamento total do criadouro, impossi.ilidade de despesca, aus2ncia de

ilidade de despesca. podendo ultrapassar 9( C0DmHDano. <aracteriza9se pela possi. (Ei0ura F$. . manutenção de uma densidade populacional correta durante o período de cultivo. 3. uma alimentação artificial @ . Figura 3.produtos re0ionais. etc. (Ei0ura F$. opcionalmente.ase de su. cala0em e.ran0er ainda consorciaç. alimentação artificial exclusivamente @ . caracteriza9se por apresentar densidade populacional elevada de peixes por volume dB-0ua.3 Piscicultura intensiva • 1istema de exploração em que os fatores de produção são controlados pelo homem. pelo sistema racional de custo elevado.es com suínos.ação. possi. arroz.Modelo de piscicultura semi-intensiva.ação. presença de pr-tica de adu. cala0em e alimentação.aixa.ilidade de esvaziamento total do criadouro. aus2ncia ou controle da predação.2 Piscicultura semi-intensiva • 1istema de exploração em que o homem interfere em al0uns fatores de produtividade.Modelo de piscicultura intensiva. presença de peixes e aves predadoras.es . necessidade de alto fluxo de -0ua ou uma recirculação forçada por causa da alta densidade populacional. (Ei0ura &$ Figura 2. pela produtividade elevada.controle da reprodução dos animais estocados. aves.ase de raç. controle da reprodução dos animais estocados. produtividade que pode che0ar a 1( ton. 1istema racional e econGmico de produção recomendado para criação de peixes tropicais e por a.ra especializada e alto nível de mecanização e tecnolo0ia. aus2ncia de pr-ticas de adu. 3.alanceadas. dificilmente ultrapassa #(( C0DhaDano. com mão9de9o.DhaDano. A alimentação é 0arantida apenas da produtividade natural e pela produtividade .

uscar um melhor posicionamento dos custos vari-veis. em parte.servar a dist>ncia e a cota (diferença de nível$. deve ser suficiente para repor as perdas por evaporação e por infiltração e.1 CONDICIONANTES LOCACIONAIS A via. até o n)mero de viveiros possíveis de serem construídos. Quadro 1. portanto. <om o o. (estimada no período seco$* 9 o nível de oxi0enação deve ser maior ou i0ual a ! m0DI* 9 a estoca0em pode ser de 1 C0 de peixeD mJ. = ela que determina o volume de terra a ser movimentado na construção das instalaç.1 Topog !"#! A topo0rafia é em 0rande escala. est. A movimentação de terra é um dos principais itens dos investimentos fixos do empreendimento.astecimento dos viveiros (principalmente nos meses de estia0em$* e as funç. por quest.es determinantes 0erais do ne0:cio. satisfazer. as necessidades de oxi02nio dos peixes. deve9 se o.lemas na produção e sa)de dos peixes$. QUANTIDADE DE ÁGUA NECESSÁRIA DE ACORDO COM O SISTEMA DE PRODUÇÃO A quantidade mínima de -0ua que se deve dispor depende de v-rios fatores. a demarcadora do volume do investimento financeiro.4etivo de se .es.Comparação dos parâmetros nos sistemas semi-intensivo e intensivo.condicionada a uma an-lise mais detalhada dos aspectos locacionais mais importantes. a forma. entre o ponto de captação de -0ua. e a localização dos viveiros de modo que. CONSTRUÇÃO DE TANQUES 5.4. (Kuantidades maiores podem causar pro./ truta$* 9 vazão de F(( a !(( IDsDha* 9 nível de oxi02nio entre ! e 1( m0DI (dependendo da espécie$* 9 uma densidade de !( a (( peixesDmH é permitida (6x/ til-pias em 0aiola podem produzir de !( a &(( C0DmHDsafra$. a captação este4a numa cota mais elevada do que o ponto m-ximo do nível de -0ua dos viveiros. como de qualquer outro ne0:cio. Semi-intensiv 9 a renovação de -0ua pode variar de ! a &(' por dia* 9 a vazão pode variar de 1( a !( IDsDha.1. Lo caso específico da piscicultura.vias referentes aos custos de implantação e manutenção do empreendimento* o tipo de solo onde se plane4a a sua execução* a an-lise quantitativa e qualitativa da -0ua disponível para a.oa escolha são aqueles que levam em consideração/ a topo0rafia do terreno. os fatores determinantes de uma . 5. A topo0rafia condiciona ainda/ o tipo.ilidade da implantação de uma unidade de piscicultura. a cota do manancial (riacho$. a superfície* e. 3ara a drena0em. .es :. 5. Intensiv 9 renovação de -0ua varia entre 1(( a F((' por dia (6x.

= recomend-vel que a declividade do terreno se4a inferior a &'. <onsiderando9se as 0randes diferenças entre os índices de acidez encontrados. As ar0ilas são compostas por 0rãos extremamente finos. tam.es dos viveiros. ha4a assist2ncia técnica de um top:0rafo para a demarcação ideal das -reas. evitando 0randes movimentaç.astecimento e drena0em de -0ua se4a feito por 0ravidade. Perreno muito arenoso não possui . M 1eu Nosé quer sa. é utilizado o calc-rio.oa retenção de -0ua. G !-%$o.tam. uma an-lise de solo para possíveis correç. de (' de areia. a fim de ser mantido com um pQ em torno de ". = extremamente recomend-vel que na etapa de ela. além de não possuir afloramento rochoso.es.ém. no m-ximo.ém dever. favorecendo as infiltraç.estar em cota inferior @ cota do sistema de drena0em do viveiro. é necess-rio que se faça tam.ém favorece ao aparecimento de rachaduras quando esvaziado.&* #! +s solos para piscicultura devem. ou raízes de 0randes -rvores que dificultem o processo de escavação. (& .es de viveiros são/ impermea.er qual a porcenta0em de declividade em um terreno de onde as extremidades mede 1(( metros e o desnível entre essas extremidades é de 1 metroO 1((m (dist>ncia$ 1m (desnível$ desnível % de declividade = x 100 distância 5.ilidade* . demandando um maior volume de entrada de -0ua.oração do pro4eto e construção dos viveiros. a fim de que todo o processo de a.es desta acidez. '& 1E + tipo de solo mais apropriado para a construção de viveiros é aquele cu4a composição tenha #(' de ar0ila e (' de areia.es de terra nas construç.1. 3ara tanto. Perreno muito ar0iloso é desaconselh-vel. e conseq5entemente. de prefer2ncia. pelo menos &!' de ar0ila e. pois além de ser mais difícil de ser escavado. apresentarem maior porcenta0em de ar0ila e silte. Exem!l "e c)lcul "e "eclivi"a"e% = levado em consideração a distancia horizontal em relação ao desnível entre os pontos. 1uas principais características que interessam nas construç.2 So$o  = 1 x 100 100  = 1% LogoD ! '&0$#+#'!'& )%& S&% =o(A &-0o-* ! .&.

indica %ue o solo pode apresentar boas características para a construção de viveiros.erem quantidades de -0uas em quantidades proporcionais.&!4#$#'!'& A permea. a -0ua tem maior dificuldade de infiltração e. coesão. Asso pode apresentar sérios pro. o solo possui muita %uantidade de areia. fazendo uma bola compacta.plasticidade* e. P& . arremessa-la de uma altura de aproximadamente ! cm do solo. ela se torna pl-stica. #. = medida em função da velocidade do fluxo de -0ua durante um determinado período de tempo. menos -0ua ser. Co.ilização do aterro. Kuando essas características são atendidas. 1e rece.perdida.lemas com a desesta. A permea. (utro método consiste em coletar uma amostra de solo e fazer um rolin&o e )untar as pontas formando uma *ros%uin&a+.ilidade é a característica que o solo possui de permitir o escoamento da -0ua ou ar através dele. A(p&0*o & 0o-(#(*F-0#! A 3lasticidade é a capacidade que o solo possui de se deixar moldar em diferentes formas sem variação de seu volume. possi.os.ilitando sua molda0em. <om o tempo. ocorre sedimentação de uma película de ar0ila que praticamente impermea. "e nesse processo a amostra não se partir. Rma massa de ar0ila seca se torna dura e não mold-vel. "e ela se manter coesa #firme$.Método prático para verificar a qualidade do solo argiloso para implantação de pisciculturas.iliza o fundo do viveiro.p!0*!23o . 'aso se esfarelar. + movimento de -0ua dentro do solo vai carre0ando as partículas de ar0ila até um momento que se formam vazios em formas de tu.ilidade pode variar com a temperatura ou a quantidade de material ar0iloso ou arenoso no solo. Uma maneira prática de verificar se o solo apresenta características aceitáveis para a construção de viveiros é coletar uma amostra de solo e comprimi-la nas mãos. = normal que em viveiros novos as perdas por infiltração se4am maiores. Logo. indica %ue &á grandes c&ances de possuir %uantidades de argilas suficientes para a construção de viveiros.igura -$ Figura 4. por conseq52ncia.

o oxi02nio dissolvido.ono (<+F$. +s meses de chuva podem impossi. a redução da vazão nos locais de captação pode ser insuficiente para atender as exi02ncias mínimas de quantidade de -0ua no sistema de produção. o nitrito. deve9se tomar cuidados adicionais com as medicaç. 3ara isso são necess-rios que se usem maquin-rios apropriados para fazer a compactação do solo.es do 6stado de 7oi-s a -0ua é o fator crucial no plane4amento da atividade. As características químicas.3 Ág%! 6m muitas re0i. . temos a temperatura. eDou melhorar o nível de oxi0enação.es * e 4G no caso de utilização de esterco animal para a fertilização dos viveiros e para a alimentação dos peixes. .ilitar o tra. dentre outros.iol:0icas da -0ua. a realização de uma .3.= importante que na construção dos viveiros.ilidade do cultivo e sanidade dos peixes. a entrada de -0ua nos mesmos. a transpar2ncia e o s:lidos em suspensão. 5. utilizados em plantaç.1.entre as propriedades qualitativas da -0ua podemos citar/ as físicas. <ontudo. a alcalinidade. no mínimo.em firme. temos a qualidade e densidade de microor0anismos. 3or isso. a amGnia.1 P op #&'!'&( )%!$#*!*#+!( '! . dificultando o transporte e a compactação. ou de resíduos a0rot:xicos.as propriedades . onde. Asso se explica pela sazonalidade dos períodos de chuva e de seca. Lo 6stado de 7oi-s esse detalhe deve ser considerado com muito cuidado.em como.es/ recuperar as perdas com infiltraç. N. o. = comum dizer que para cada dia chuvoso são necess-rios. as químicas* e as . aos quais podem ser transferidos aos peixes. dois dias de tempo . para uma .iol:0icas. é importante conhecer a ori0em da -0ua* vazão mínima* e.alho eficiente das m-quinas. Kuando se trata de piscicultura. a -0ua a ser utilizada deve atender par>metros de qualidade e a quantidade suficiente para 0arantir a via.ente as características físicas.eve9se ter o cuidado para que esse teor de umidade não se4a elevado de mais. o di:xido de car. e do produto final. 5. .ioquímicas de oxi02nio (.oa compactação é fundamental um teor de umidade apropriado. a tur. das propriedades físico9químicas e .es.es dados a estes animais. . recompor o volume evaporado.S+$. o odor. a demanda . é essencial a o.servação de determinadas normas . a dureza. deve atender exclusivamente a tr2s situaç.es necess-rias para o cultivo de peixes. como por exemplo/ !G localizar o empreendimento lon0e de fontes poluentes como mananciais su4eitos a despe4os de ind)strias químicas.servando se essas características proporcionam condiç. se4a feita uma compactação .ada a natureza do pro4eto. no período de seca. . citamos o pQ. espécies e quantidades de parasitas.oa compactação do solo.g%!H .-sicas de hi0iene e fitosanit-rias mínimas para implantação do empreendimento.1. Ap:s o enchimento dos viveiros. o nitrato. a fim de evitar o m-ximo de perdas por infiltração.idez.om para que o solo volte a uma umidade adequada.iol:0icas.

em mane4ados. + volume de -0ua dever. pelo menos. .$ % 6ste método consiste em coletar toda a -0ua através de uma tu.1.es em pelo menos nesses períodos distintos. que até podem che0ar a valores si0nificativos no verão. é necess-rio que o volume do recipiente se4a proporcional.ode ser expresso pela f/rmula0 1 2 3olume 4 tempo.ulação em um recipiente de volume conhecido. . a vazão de -0ua deve variar em torno de ! a 1(IDsDha da -rea ala0ada. para que a -0ua caia por 0ravidade. .ordado mais adiante. 8ecomenda9se que se repita a medição pelo menos & vezes e se faça uma média dessas mediç.3. <onsidera9se que o tempo necess-rio para enchimento de um viveiro de 1 hectare (1(( m x 1(( m x 1. devido a sazonalidade do período de chuvas.1er.a.g%!H A quantidade de -0ua necess-ria para a atividade de piscicultura depende de v-rios fatores como/ espécie cultivada* sistema de cultivo* clima* altitude* e.ser suficiente para repor as perdas por infiltração.aixa e em períodos de chuva a vazão pode ser alta demais.astecimento.este modo é necess-rio que se conheçam as vaz. &( cm acima do nível m-ximo de -0ua dos viveiros de produção. Los períodos de seca a vazão pode ser muito . através de um canal de derivação e a. tem9se a vazão em litrosDse0undo (IDs$. para que se possa plane4ar e dimensionar com se0urança a atividade. 19"!$ é de ! se0undo. esse cuidado deve ser ainda maior.es de vaz. para o 6stado de 7oi-s. podemos . 6ntão de acordo com a quantidade de -0ua que se dese4a medir. + tempo mínimo de acordo com (<hiossi. mediç.2 P op #&'!'&( )%!-*#*!*#+!( '! . <omo 4. As fontes de -0ua mais utilizadas são nascentes ou pequenos riachos (c:rre0os$. é recomend-vel fazer um açude9reservat:rio fora do curso dT-0ua para a captação da -0ua. = importante que este reservat:rio se4a construído de modo que o nível de -0ua de operação este4a. a renovação de -0ua se torna praticamente irris:ria no melhoramento da qualidade.este modo.es de até & IDs.eterminando9se o tempo necess-rio para encher todo o recipiente em um determinado tempo.F m$ é aproximadamente de 1! a F( dias.es. as propriedades qualitativas da -0ua. 6m al0uns sistemas de cultivo. M&'#'!( '& +!73o = fundamental conhecer a vazão das fontes de onde vai se captar a -0ua para o cultivo. . *+t " "iret !ara me"i"a "e va. com mais detalhe. quando . precisando apenas repor9la -0ua por perdas por infiltração e evaporação. 5.comentado acima. V!73o ( conceito de vazão é a razão do volume de lí%uido #água$ em um determinado tempo. pr-ticas de mane4o. por evaporação e renovação da qualidade de -0ua. ou se4a. Kuando a captação for de pequenos c:rre0os.

utilizar um .1 T#po( '& *!-)%&( & +#+&# o( • V#+&# o( '& *& ! I&(0!+!'o(JH +s viveiros feitos de terra apresentam condiç.ordas 0ramadas para evitar desmoronamentos. verificamos %ue0 "e em0 1( se0undos 9 1( litros & (( se0undos 9 U litros U litros V 1( litros x & (( se0undo V & (( litro por hora.om estado de conservação* relativa proximidade dos mercados consumidores* e. verificamos %ue0 "e em0 1( se0undos 9 1( litros 1 se0undo 9 U litros U litros V 1( litros x 1 se0undo 1( se0undos V 1 litro por se0undo. 1uas paredes devem apresentar inclinação m-xima de #! 0raus e ter suas .alde de F(I.or exemplo0 5oão mede. 9gora 5oão %uis saber %ual a vazão por &ora %ue sairá da man%ueira. teremos que utilizar uma caixa de pelo menos %( a 1(( litros. condiç. a %uantidade de água %ue sai de uma mangueira. 9plicando novamente a regra de tr:s. 9contece %ue 5oão ficou curioso e %uis saber %uantos litros por segundo saiu da mangueira.e uma maneira 0eral. . 1( se0undos 5. . mas necessitam de manutenção e reparos constantes. existem os se0uintes tipos de tanques/ 5.es clim-ticas minimamente favor-veis.es menos onerosas.1. 1ão construç. 1e a vazão é de até 1( litros.1. A construção de tanques e viveiros de uma maneira adequada é de fundamental import>ncia para o mane4o dos peixes. .es pr:ximas @s naturais dos peixes. 8sto significa %ue a vazão foi de 7! L 4 7! s. com um balde. são/ exist2ncia de uma infra9estrutura mínima de rede de ener0ia elétrica* estradas em . 6le verifica com um rel/gio %ue em 7! segundos o balde enc&eu 7! litro de água.4. "e aplicarmos uma regra de tr:s.#-!-*&( G& !#( +utros fatores que devem ser levados em consideração para a escolha do local de instalação de uma piscicultura.4 D&*& .

enfim* tornando o terreno mais est-vel e evitando pro.! & '#.1.ra de vidro. (Ei0ura !$ +s viveiros retan0ulares são os que apresentam melhor forma.2 Fo .$. de prefer2ncia.4. • O%* o(H 3odem ser construídos de concreto. etc.!( metro.po *!-*&( -! 0o-(* %23o 'o( +#+&# o( + local escolhido para a construção deve ser totalmente limpo. erosão e infiltração (se necess-rio construir n)cleos de ar0ila nas paredes para maior se0urança e dura. fi.es dos viveiros variam de acordo com a espécie criada. exi0indo menos reparos. lona pl-stica. Wiveiros muito pequenos (menor que #(( mF$ aumentam os custos e viveiros muito 0randes (acima de ((( mF$ invia.3 O%* !( 0! !0*& 1(*#0!( #.ilidade de -0ua. disponi. Figura 6 .&-(/&( 'o( +#+&# o( A forma e dimens.lemas de infiltração.!' em direção ao sistema de escoamento.em9estar dos peixes. 0alhos. criação.ri0at:ria para evitar desmoronamentos.ilizam um . retirando9se toda a matéria or0>nica (restos de raízes. folhas.1.Vista aérea de uma piscicultura.ilidade$* o fundo deve ter uma inclinação (declividade$ de no mínimo 1. +s viveiros devem ser construídos. etc. A profundidade pode variar de (. 5.4. escavados ou com levantamento de diques aproveitando o m-ximo da topo0rafia existente.%( a 1. tanto para o mane4o como para o .Ilustração das caracter sticas gerais dos taludes de piscicultura. A compactação de fundo e das paredes é pr-tica o.• V#+&# o( '& !$+&-! #!H +s tanques de alvenaria possuem paredes revestidas de ti4olos com fundo de terra. cimento9amianto. pedras. tipo de exploração e criação.om mane4o de Figura 5. topo0rafia e formato do terreno. 5. T!$%'&( . mas são caros.

repetindo estes passos até completar a altura total do talude. 1/F e 1/&$.1.es e eros. 5.nos solos com . 6m qualquer caso o ponto mais alto do talude deve ficar !( cm acima do nível da -0ua (.lemas como trans.lemas com o esta.ilidade e impedir infiltraç. F#g% ! < 9 Paludes com mesma altura e lar0ura de crista.!m$. exi0indo maior atenção quanto a proteção desta -rea.es.es de despesca.aixo teor de ar0ila. a inclinação deve ser mais suave para não ocorrer drena0em da -0ua infiltrada so.em construídos para 0arantir dura. onde Q representa a altura do talude (entre (. +s taludes construídos com solos muito ar0ilosos podem apresentar uma inclinação mais acentuada nos taludes externos. Figura 7 . molhando e compactando.es (1/1. lo0o o talude pode ser mais estreito.asta um trator para a despesca.Ilustração das caracter sticas gerais dos taludes de piscicultura. 1e os viveiros forem muito 0randes.orda livre. a crista do talude deve ter # m para suportar movimento de caminh.orda livre$ para evitar pro. A lar0ura da crista do talude depende muito do tipo de empreendimento e do tamanho dos viveiros. 1e os viveiros forem pequenos.serve que a suavização do talude aumenta o volume de terra no corpo do dique e o percentual de -reas mais rasas no viveiro. La construção do mesmo. + perfil de um talude ideal é mostrado na Ei0ura ". Wiveiros com taludes muito suaves tam. . porém com diferentes inclinaç. N. 6stes valores são refer2ncias para o tipo de solo pr:prio para viveiros de terra (ar0iloso$. Pam.4.ém aumenta a -rea da . Lote as linhas de capilaridade (linhas trace4adas X solo com . +.ordamentos.ém podem apresentar pro.aixo teor de ar0ila* linhas contínuas X solo com maior percentual de ar0ila$.4 E-* !'! '& Ág%! & C!-!$ '& A4!(*&0#. na faixa dos F m.re o talude. colocando F( cm de terra.%m e 1.+s taludes de um viveiro de terra devem ser . o ideal é construir em camadas. A movimentação de terra e o custo de construção ficam maiores quanto mais suaves for a inclinação dos taludes.elecimento de al0as e plantas aqu-ticas nas -reas pr:ximas as suas mar0ens.&-*o .

ase de concreto ou alvenaria.astecimento 0eral dos viveiros.aixa do viveiro.es do tanque. para evitar danos de erosão e ressuspensão de material ar0iloso. apresentando as características físico9 químicas que atenda a espécie cultivada.ação e principalmente a desinfecção feita pelo sol.astecer um viveiro com a -0ua de outro viveiro em operação.astecimento individualizado. Iem. se possível. Lunca a. para a.aixos de oxi02nio. visando a despesca. A -0ua de captação dever ser de . fazer a -0ua cair de uma altura de aproximadamente !( cm. + canal de des-05e pode ser feito similar ao canal de a.astecimento do viveiro. !J E(* %*% !H O KCo*o+&$o o% =o&$LoM = a estrutura mais . Amportante. <ada viveiro deve ter seu a.5 S!1'! '& Ág%! & C!-!$ '& D&(.+ a. utilizando calhas e os tu. níveis .rar de colocar pedras na re0ião onde a -0ua atin0e o fundo do viveiro. existem al0umas alternativas para se alterar. que levam a -0ua até o tanque de decantação ou esta. 1eu volume deve ser suficiente para atender as renovaç. 6xistem dois tipos/ os fixos ou m:veis/ 9 F#No . o nível da -0ua de um viveiro ou açude.aixas qualidades.astecimento dos viveiros pode ser feito com cano 3W< e re0istro para re0ular a vazão. essas deverão estar localizadas na parte mais .arata.ilização.o de 3W< para a. = importante a retirada de -0ua do fundo dos viveiros. 7eralmente.g5& Rm dos fatores importantes no cultivo de peixes é poder es0otar totalmente um açude ou viveiro. sendo muito utilizada atualmente para tanques ou açudes com menos de F ha. o que a4uda na oxi0enação.es di-rias (! a 1( IDsDhectare$.oa qualidade. 3ara isso são propostos mon0es ou tu.ulaç. 6ssas estruturas são de 3W< rí0ido (canos$ e fixadas em uma . ou manilhas de concreto. (Ei0ura 9$. é construído um canal em concreto.es que utilizam sistema de sifonamento. adu. variando de tamanho conforme as dimens.astecimento. para não Figura 9 ! "etal#es do a$astecimento com cal#as e tu$o de %VC. uma vez que essa -0ua apresenta menor qualidade e.os de 3W<.1. 3ara isso. 5. para que o mesmo possa ser totalmente drenado. 3ara cada viveiro se constr:i uma caixa de derivação. quando for necess-rio. comprometer os peixes com -0ua de . Kuaisquer que se4am as estruturas de saída de -0ua implantadas. para então derivar a -0ua por um tu. manutenção.4.

o de 3W<$ para um lado ou para o outro.olo e concreto &á$uas de controle de n vel &ela de proteção +erragem fina Figura 11 ! "etal#es da drenagem feita por monge de concreto. . 9 MB+&$ An-lo0o @ estrutura anterior quanto @ sua implantação. para se evitar a fu0a dos mesmos (Ei0ura 1($. 6ssa estrutura é construída na saída de -0ua dos viveiros.arata e mais adotada atualmente em todo o Srasil. na sua parte mais . é a mais cara e mais complexa.A estrutura de 3W< rí0ido é fixada em um muro de concreto ou cimento. 0J E(* %*% !H Mo-g& = a melhor estrutura desenvolvida para a saída de -0ua de um tanque. é a mais . podendo ser utilizada para qualquer dimensão de viveiros ou açude. +s níveis da -0ua podem ser alterados. La parte superior do tu. onde serão inseridas pequenas t-. La sua porção interna. . e por ser considerada de primeira qualidade. pode apresentar de duas a tr2s ranhuras. . A diferença é que essa estrutura não apresenta se0mentaç.o por onde é drenada a -0ua. Caixa de &i.aixando9se a estrutura (tu.aixa (Ei0ura 11$.ém em 3W<$ existentes. 3orém. &u$o de %VC de '*(mm ) vel da água &u$o de %VC segmentado de '((mm Figura 10 ! "etal#es da drenagem feita por sistema de sifonamento com canos de %VC. retirando9se os diferentes tu. por meio de um molde em madeira e que tem a forma de letra YRY.iques.os se0mentados (tam. serra0em e telas de proteção. + mon0e é uma estrutura feita de concreto armado. coloca9se uma tela de malha condizente com o tamanho dos peixes em cultivo.as existentes.es e o nível da -0ua é alterado. que irão impedir a fu0a dos peixes de cultivo.uas ou ta.

faltam ainda conhecimentos so.iaractus mesopotamicus.! peixesD mH (tanque convencional$.re a propa0ação natural ou artificial de muitas espécies. isto é.1. Q-. e tam. +xi02nio dissolvido mínimo/ F m0DI..ito alimentar/ +nívoro.:litos em excesso.6 T!-)%& '& '&0!-*!23o o% &(*!4#$#7!23o + tanque de decantação ou esta. Sacia do 3aran. Iimite de temperatura/ 1% a &(Z<.ilização é recomend-vel para melhorar a qualidade de -0ua depois de utilizada na piscicultura. 'olossoma P!0% T!.ensidade de estoca0em/ 1 peixeD mH (tanque convencional$. providos de restos de raç. As características deste tanque são as mesmas de um viveiro de produção. e assim devolve9la ao meio am. pQ ideal da -0ua/ a %.poucos estudos so. principalmente porque h.4!)%# P#!% . etc. no 3aís.4!)%# #. = exi0ida uma -rea de 1(' da soma da -rea total ala0ada dos viveiros de cultivo. cultivam9se espécies nativas e ex:ticas* como/ N!*#+!(H P!0%D T!.ensidade de estoca0em/ 1 a 1. pQ ideal da -0ua/ a %.4. . Q-.5. macropomum$ +ri0em/ Srasil.! m0DI.e do 3rata.es. Pem a finalidade de reciclar os nutrientes e meta. 6. +xi02nio dissolvido mínimo/ 1. .ito alimentar/ +nívoro.ém decantar os materiais em suspensão.alhadas. Qo4e. 1istema de cultivo/ ?onocultivo e policultivo. excretas dos peixes.iolo0ia de in)meras de nossas espécies. Iimite de temperatura/ F( a &(Z<. ESP8CIES CULTIVADAS NO 9RASIL 6xistem no Srasil centenas de espécies de peixes de -0ua doce que poderiam ser tranq5ilamente tra. P#!%D P#!%2%D P#!p! ! #Leporinus sp$ +ri0em/ Srasil.re . 1istema de cultivo/ ?onocultivo e policultivo. ?as isso não ocorre.iente.

.r<con sp$ +ri0em/ Srasil.a.% a 1 peixeD mH (tanque convencional$.% a 1 peixeD mH (tanque convencional$. Iimite de temperatura/ F( a &(Z<.! m0DI. Q-. Q-. +xi02nio dissolvido mínimo/ [ &.ensidade de estoca0em/ (.roc&ilodus scrofa$ +ri0em/ Srasil. . +xi02nio dissolvido mínimo/ [ #. 1ão Eranscisco e 3araí. M!* #-0L3D P# !p%*!-g! (. 1istema de cultivo/ ?onocultivo. P#-*!'oD S% %4#. pQ ideal da -0ua/ a %. +xi02nio dissolvido mínimo/ F m0DI. 1istema de cultivo/ 3olicultivo. .4! (. Iimite de temperatura/ 1 a &(Z<.ensidade de estoca0em/ 1 peixeD mH (tanque convencional$. pQ ideal da -0ua/ a %.ito alimentar/ <arnívoro.ensidade de estoca0em/ (. pQ ideal da -0ua/ a %.ito alimentar/ Qer. Iimite de temperatura/ 1% a &(Z<. ('tenop&ar<ngodon idella$ +ri0em/ <hina e sudeste da ]sia.seudoplat<stoma coruscan$ +ri0em/ Srasil. Iimite de temperatura/ 1 a &(Z<.ito alimentar/ \ooplanct:fa0a.ito alimentar/ Ali:fa0a. Iimite de temperatura/ [ FFZ<.ívora.C% #. Ex-ticas% C! p! 0!4&2! g !-'& (9ristic&t&<s nobilis$ +ri0em/ <hina. +xi02nio dissolvido mínimo/ 1. Q-.ensidade de estoca0em/ 1 peixeD mH (tanque convencional$. (. Sacia AmazGnica. 1istema de cultivo/ ?onocultivo e policultivo.ito alimentar/ +nívoro. Q-. . Q-.4! M!* #-0L3 P#-*!'o C! p! 0!4&2! g !-'& C! p! 0!p#.( m0DI. 1istema de cultivo/ 3olicultivo.!*3 o% 0% #.( m0DI. pQ ideal da -0ua/ a %. C% #. .

ependendo de maiores estudos.eça 0rande.p#! :. Iimite de temperatura/ 1 a &(Z<.% a 1 peixeD mH (tanque convencional$.ito alimentar/ Eitoplanct:fa0a. poderemos contar com as carpas chinesas/ capim. . Sacia do Lilo. de prefer2ncia. ESCOL. (9ristic&t&<s nobilis$* /. As espécies citadas no item MaO atendem a esta necessidade* . ('tenop&ar<ngodon idella$* prateada.( m0DI. T#$. como opção. . +xi02nio dissolvido mínimo/ [ #. Se.p#! ((reoc&romis niloticus$ +ri0em/ ]frica. 1istema de cultivo/ ?onocultivo e policultivo.am-se naturalmente em cativeir . . & peixesDmH (intensivo$. Q-. +xi02nio dissolvido mínimo/ [ 1. Q-.% a 1 peixeD mH (tanque convencional$. ('<prinus carpio$* macho da til-pia do Lilo. ou se4am passíveis de se o. 9 Lo primeiro caso.iaractus mesopotamicus$.ter a propa0ação artificial (hipofisação$. 1istema de cultivo/ 3olicultivo.rido de til-pias ((reoc&romis &ornorum > (. Asto acontece com todas as espécies citadas no item a* c.ito alimentar/ +nívoro. C! p! p !*&!'! T#$. +xi02nio dissolvido mínimo/ [ #. niloticus $* e pac) (. brac&<pomum$* carpa comum. ((reoc&romis niloticus$* hí. estão as til-pias e a carpa comum.pQ ideal da -0ua/ a %. 1istema de cultivo/ 3olicultivo. As demais s: se propa0am em cativeiro através da hipofisação* ". . pQ ideal da -0ua/ a %. pQ ideal da -0ua/ a %.am a"a!ta"as a clima "a re(i$ 9 para o <entro9oeste temos.ensidade de estoca0em/ (. tam. ('olossoma macropomum$ pirapitin0a. C! p! 0!p#. A!resentem cresciment r)!i" 9 = necess-rio que atin4a peso comercial antes de 1 ano de cultivo. ('.( m0DI.A DAS ESP8CIES PARA OS CULTIVOS As espécies de peixes para os cultivos intensivos e semi9intensivos. 1!( peixesDmH (tanque9rede$. C! p! p !*&!'! (=<pop&t&almic&t&<s molitrix$ +ri0em/ <hina. devem apresentar as se0uintes características/ !.aqui. Iimite de temperatura/ F a F%Z<.ensidade de estoca0em/ (.( m0DI. &e!r "u. (=<pop&t&almic&t<s molitrix$* e ca. Aceitem aliment s arti0iciais c m / m 1n"ice "e c nvers$ alimentar .ensidade de estoca0em/ F peixesD mH (semi9intensivo$.

0. pirapitin0a.am resistentes a manusei e as en0ermi"a"es . <. este aspecto.am "e / a aceita#$ c mercial 9 Asto acontece com todas as espécies citadas no item MaO. MANE=O PRODUTIVO <. Se.1 PREPARAÇÃO DOS VIVEIROS A preparação dos viveiros consiste .1 FLU>OGRAMA DO PROCESSO PRODUTIVO <. <.aç.aqui.2.asicamente na/ preparação dos viveiros* escolha alevinos e o povoamento* alimentação e tratamento* acompanhamento da evolução do crescimento* e.es do terreno. 9 1o. despesca.atíveis.2. as til-pias são tam.asicamente na cala0em e nas adu. vindo em se0uida tam.2 DESCRIÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO + processo de en0orda de peixes é relativamente simples consistindo . 9 1o.1 CALAGEM E ADU9AÇÃO DE VIVEIROS Cala(em " s viveir s % . <. vindo em se0uida tam. seleção e pesa0em.aqui. pirapitin0a e carpa comum. Su! rtem eleva"as "ensi"a"es "e est ca(em. Se.ém im. carpa comum* e (. este aspecto as til-pias são im.1.atíveis.e.

+s terrenos arenosos 0eralmente exi0em uma cala0em mais leve do que terrenos ar0ilosos. 6m média. esses produtos são mais caros$. suínos e outros.r>nquias$* e ^ ?enores taxas de fertilização e so. A"u/a#$ r(2nica +s adu.reviv2ncia de larvas e alevinos. aproximando o pQ @ ".os utilizados para a piscicultura são os estercos de aves. tendo a mesma finalidade que na a0ricultura. t2m9se condiç. de .oa cala0em deve ser realizada tr2s meses antes de se colocar -0ua no tanque (tempo necess-rio para o calc-rio rea0ir com o solo$. nas quantidades/ 9 F((0DmJ de calc-rio dolomítico.4etivo controlar a acidez do solo. ou* 9 1((0DmJ de cal vir0em ou cal hidratada. A'%4!23o o gO-#0! 'o (o$o T#po '& &(*& 0o Sovinos Q%!-*#'!'& #(( 9 (( (0DmF$ .( (com a an-lise de solos. 6sse tempo pode ser menor caso o calc-rio tenha uma textura mais fina ou se utilize cal vir0em (diminui o tempo para #! dias* entretanto. + calc-rio tem que ser incorporado no solo (pelo menos no fundo$ a uma profundidade de 1! a F( cm (usar enxada ou 0rade$.ilidade dos peixes @s doenças (muco e . +s terrenos turfosos (presentes em locais .ação dos viveiros pode ser or0>nica ou inor0>nica (química$.A cala0em é a primeira coisa a ser feita e depende da an-lise de solo do viveiro.ovinos.ela F. cal vir0em ou cal hidratada (<a+$ em p:. Pem como o. ( p= baixo causa0 ^ ?enor produtividade do viveiros* ^ Ampede a recicla0em de nutrientes (reduz a atividade de decomposição da matéria9or0>nica$* ^ ?aior vulnera. Rma .aixos e com coloração escura$ necessitam de uma cala0em mais pesada (de ! a " tonDha$ por serem muito -cidos (pQ entre # e !$.es de atin0ir esse valor$. As quantidades recomendadas estão na Pa. aumentando deste modo a produtividade final. Tabela 2 ! &ipo de adu$os orgânicos recomendado com respectivas quantidades em gramas. A"u/a#$ " s viveir s % A Adu. = feita para aumentar a produção prim-ria da -0ua de cultivo. são utilizados/ calc-rio (<a<+&$* eDou.

estiver povoado. A"u/a#$ 4u1mica 1ão utilizados adu. Aplicar o esterco espalhando9o em sua superfície uniformemente. • • <olocar uma l>mina de -0ua de F( cm no viveiro.:ie. nas proporç. <.realizada. O3S% = importante que a adu. O3S% 6vite a adu.os químicos empre0ados normalmente na a0ricultura. a forma de superfosfato simples ou triplo.ação em dias nu.eixar descansar por 1 a F horas Aplicar o fertilizante espalhando na superfície do viveiro.os a . As quantidades recomendadas estão na Pa. Lunca 4o0ar diretamente na -0ua principalmente os adu. 4o0ar uma camada de terra entre F a & cm para que o esterco não . . a aplicação deve ser a lanço no fundo do viveiro.eve9se espalhar principalmente no fundo e. momento este em que as al0as estão em alta atividade fotossintética. so. ap:s o peixamento.os previamente em -0ua. f:sforo e pot-ssio (L3_$.2 ESCOL. pois o solo os retém com facilidade.Mo'o '& !p$#0!23o 'o !'%4o o gO-#0o.( X F. de prefer2ncia na presença de sol.ases de nitro02nio.( 0DmJ Mo'o '& !p$#0!23o 'o !'%4o )%1. Wiveiro seco. se estiver muito seco. A quantidade aplicada deve ser proporcional ao n)mero de dias em que a mesma ser. contendo .ação.#0o • • • • <olocar uma l>mina dT-0ua de F( cm no viveiro* .es de #D%DF.( 0DmJ (.evem9se dissolver os adu.ela & Tabela 3 ! &ipo de fertili-ante q micos recomendado com respectivas quantidades em gramas.ase de f:sforo. A'%4!23o )%1. .o para 1( ou F( partes de -0ua$ .! X 1.1. Aconselhamos a aplicar unicamente o f:sforo.1.issolver o fertilizante (1 parte de adu.lados e monitore a qualidade da -0ua quando o viveiro 4.#0! T#po '& "& *#$#7!-*& 1uper 1impleD1 Priplo <loreto de 3ot-ssio Q%!-*#'!'& ". se4a feita em tr2s dias consecutivos.A DOS ALEVINOS E O POVOAMENTO .

((( metros quadrados. com uma altura média de 1. fareladas ou 0ranuladas. . se i0ualar @ temperatura da -0ua do viveiro.e prefer2ncia no início da manhã e no final da tarde.ser feito na relação de (1 (um$ alevino por metro quadrado de l>mina de -0ua. o alimento deve ser administrado duas vezes por dia. = importante lem.ém diferenciada.1.29los.itos alimentares diferenciados.xig/ncias de porcentagem de prote na $ruta e taman#o do pellet de raç0es comercias para algumas espécies de peixe.alanceadas. La hip:tese de cultivo semi9intensivo..ruta na ração.es artificial por intermédio de raç.eve9se evitar tocar os alevinos com as mãos. . + saco pl-stico que transporta os alevinos devem ser colocado em contato com a -0ua que ir. devem ser colocados !. <onsiderando um viveiro de !. . maior a porcenta0em de proteína .+ povoamento dos viveiros dever.3 ALIMENTAÇÃO E TRATAMENTO A en0orda de peixes em escala comercial. determinam alimentaç. A melhor hora para soltar os alevinos nos viveiros é pela manhã ou ao entardecer. <. nos dias nu. a fim de não retirar a fina camada MmucoO que os prote0em. Kuanto mais carnívoros forem os peixes cultivados. +utro cuidado importante é com a temperatura da -0ua. +s alevinos devem ser colocados nos viveiros com muito cuidado para que não se4am machucados. os filhotes podem então ser soltos aos poucos e deva0ar. +s peixes para o povoamento dos viveiros deverão ser adquiridos de estaç.es de piscicultura especializadas. em períodos fixos.1. para sustentar um povoamento de 1 (hum$ peixe por metro quadrado. complementadas por outros nutrientes. (Pa.rar que a maioria dos peixes possui h-. Kuando a temperatura da -0ua do saco pl-stico.es .lados a qualquer hora.((( (cinco mil alevinos$ alevinos. conseq5entemente uma exi02ncia nutricional tam. ou ainda.ela #$ Tabela 4 . com tecnolo0ia de alimento @ .rece.ase de ração.! metro.

iomassa dos viveiros. P#!%2% 45E PB 4@E 1D: . 2<E 6 G < . 2<E 4 G 6 . 4@E 6 G < . 36E 2 G 4 . 36E 2 G 4 .elas. Nuvenis consomem de a & '. 2<E 6 G < . +s alevinos de F! a 1(( 0ramas. 2<E 6 G < . consomem aproximadamente ' de ração em relação @ ...iomassa existente no viveiro de acordo com a idade dos peixes.. vezes o n)mero de peixes estimados no viveiro.. .p#! 45E PB 4@E 1D: . isto é. 36E 4 G 6 .. sempre dividido na quantidade de vezes que os peixes serão alimentados ao dia..iomassa corporal.. A metodolo0ia mais utilizada para a determinação da quantidade de ração a ser lançada nos viveiros..iomassa corporal ao dia.. 2<E 6 G < .. 2<E 6 G < .. 36E 4 G 6 . 4@E 2 G 4 ..... 6m se0undo lu0ar os peixes são então pesados para um acompanhamento de seu crescimento evolutivo. 22E 14 G 2@ .. 4@E 2 G 4 . Alevinos. 22E 14 G 2@ .. 2<E 6 G < . 2<E 4 G 6 . 22E 14 G 2@ . quantidade total de peixes vezes seu peso médio. pre4udicando a respiração e o meta. 2<E 6 G < ... 32E 6 G < .! a F! 0ramas. + c-lculo dessa . 4@E 6 G < ..iomassa corporal ao dia.. 2<E 4 G 6 . A quantidade e hor-rios de alimentação dependem de v-rios fatores. e então realizar o c-lculo de seu peso médio necess-rio para a estimativa da . é a que 0uarda uma relação da ração com a . no de (. 2<E 6 G < . por isso é v-lido se . M!* #-N3 45E PB 4@E 1D: . 2<E 6 G < . che0am a consumir 1(' de ração em relação @ . 4@E 14 G 2@ ...asear em ta. e consiste em/ primeiro.. é i0ual ao peso médio dos peixes coletados na amostra. !*A 5 g 5 G 25g 25 G 5@g 5@ G 1@@g 1@@ G 2@@g 2@@ G 5@@g 5@@ G :5@g :5@ G 1@@@g 1@@@ G 15@@g 15@@ G 2@@@g !0#.. 36E 2 G 4 . 36E 2 G 4 .esta forma.. G R&'o-'o( 45E PB 4@E 1D: . 2<E 4 G 6 .olismo dos peixes....! 2@@@g A idade dos peixes influencia diretamente na quantidade de ração consumida.iomassa deve ser feito de 1! em 1! dias. 4@E 4 G 6 .. 2<E 6 G < . a . 22E 14 G 2@ . +s peixes deveram ser alimentados exclusivamente durante o dia.. 2<E 6 G < ....Peso vivo T#$. coletar uma amostra aleat:ria de peixes com rede ou tarrafa.. 3eixes adultos consumem de & a F ' de ração em relação @ ... Kuanto menor a idade dos peixes.iomassa do viveiro. 2<E 6 G < ..iomassa. 4@E 6 G < .iomassa corporal ao dia. 2<E 6 G < .... 4@E 14 G 2@ . 22E 14 G 2@ .rusca na quantidade de oxi02nio da -0ua.. 2<E 6 G < .. 2<E 6 G < .om senso.... P#-*!'o 45E PB 4@E 1D: . A alimentação no período noturno pode acarretar queda . 36E 4 G 6 . <ontudo. 4@E 14 G 2@ . 2<E 6 G < . A quantidade de ração a ser lançada por dia deve corresponder ao índice de ' da . . 2<E 6 G < ... maior a quantidade de ração fornecida em relação @ . sempre usando o . 22E 14 G 2@ ..

om equilí. 7eralmente eles alimentam9se nas primeiras horas do dia ou então. temperatura e oxi0enação da -0ua. mortalidades e poluição am. = importante verificar alteração de cor eDou cheiro da ração.@! m. + armazenamento da ração deve ser de acordo com o fa.es deve ser sempre nos mesmos hor-rios. ou quando por al0um motivo os peixes não apresentarem crescimento uniforme. poder.A freq52ncia de arraçoamento é o n)mero de vezes que os peixes devem ser alimentados por dia* isso varia com/ a temperatura* a espécie* o tamanho ou a idade dos peixes* e. + excesso de ração provoca desperdício. 6 o fornecimento das raç. <aso se confirme uma média de peso dentro das expectativas.ricante/ local seco* fresco* are4ado* apoiados so.4 DESPESCA A despesca é a atividade de retirada dos peixes dos viveiros ap:s determinado período predeterminado.lemas de qualidade da mesma. A despesca deve ser precedida de um 4e4um de F# a #% horas e de um posterior esvaziamento de "(' da -0ua do viveiro. = mais se0uro errar por falta do que por excesso de ração. 1emanalmente deve ser feitos testes para apurar os níveis de acidez./rmula para cálculo de ração diária 2 nEmero de peixes F peso F proporção utilizada 7!! total 2 7!!! px F !. é passado uma .rio do ecossistema e assim 0arantir os índices de efici2ncia técnica do empreendimento. <.ser adotado a despesca parcial. utilizaremos A Gg pela man&ã e essa mesma %uantidade J tarde.1. A falta de ração apenas retarda o crescimento. 'alcular a %uantidade de ração por dia e em cada alimentação . acarretando doenças e até mortalidade. medidas imediatas de correção devem ser tomadas para manter o .@ Gg F AB 2 H. Kuando o mercado assim o determinar. Cuas alimentaçDes diárias. a não ser que a falta se4a si0nificativa. a total e a parcial.iental. que pode indicar pro.dois tipos de despesca. e caso se4am encontrados par>metros fora dos aceit-veis. Q. se for o caso. adotando a proporção de AB de ração. Ap:s o esvaziamento.ser feito de forma 0radativa.re estrado* sem contato direto com o chão e prote0ido contra animais oportunistas (ratos e p-ssaros$.! Ig de ração 4 dia 7!! Logo.uscarem o alimento nessas horas. a qualidade da -0ua. quando estes atin0em o peso e conversão alimentar ideal. E5E*PLO% . tendo uma população de 7!!! peixes com peso de @!! gramas cada. que tem dever. deve9se iniciar o processo de esvaziamento do viveiro. suspender o arraçoamento. ao entardecer. + primeiro passo para a realização da despesca é a retirada de uma amostra de peixes para pesa0em e medição.ara um viveiro com área de 7!!! m? e profundidade media de 7.1. em relação ao peso vivo da população. para condicionar os peixes a .

lemas no talude. 6xistem empresas especializadas na construção de redes especialmente pro4etadas para despesca. inor0>nica. + formato se0ue a lar0ura do viveiro com uma fol0a de &('. se ficar poças de -0ua.eixar secar o viveiro vazio ao sol até rachar o solo.eração de -0ua de .rede de malha que pode variar entre F! e #( mm entre os n:s.ação or0>nica ou produção prim-ria (3l>nctons$. 6ste procedimento evitar. . aplicar cal 6liminar pra0as e doenças e aumentar a vir0em.5 SELEÇÃO E PESAGEM 6sta etapa caminha de acordo com os compromissos com o mercado.(( m ou mais (Ei0ura 1F$. porém.iente. Quadro 2 ! + nteses das atividades no ciclo de cultivo TE*PO 1! dias ATI6IDADE O37ETI6O . fazer adu. é possível construir redes artesanalmente.erando em se0uida e 0radativamente. para a coleta dos peixes que inicialmente vão para reservat:rios menores com -0ua.epois.ate destinado ao consumo direto (mercado consumidor$ e aqueles que se0uirão em tonéis com -0ua e oxi02nio com destino aos 3esque9pa0ues. verificação de vazamentos e crescimento de macr:fitas (plantas aqu-ticas$. <.a li. os peixes são selecionados entre aqueles que vão para o a. F 9 # dias 1 hora 9 % meses F# 9 #% horas F# horas Aclimatar os alevinos no viveiro conforme 6vitar mortalidade em massa por choque de protocolo pr:prio.epois de retirado os peixes. deve9se esperar a decantação dos s:lidos e da matéria or0>nica em suspensão. para ocorrer a morte por choque térmico. a -0ua para o tanque de decantação. 6vitar pro. A altura da rede deve ser de F. e a se0uir para o processamento o quanto antes. li.espesca . <olocar -0ua nos viveiros aos poucos.1. qualidade da -0ua <iclo propriamente dito Ne4um pré9despesca 6svaziamento de "(' da -0ua do viveiro 6n0orda para com comercialização ?elhorar qualidade do pescado . o pescado deve ir para o 0elo o mais .reve possível. pouco a0ressivo @s escamas dos peixes.aixa qualidade ao meio am. Fm Iar0ura do viveiro ` &(' Figura 12 ! "imens0es de uma rede de despesca. Ap:s a despesca. .1. A rede de despesca deve ser feita com um fio macio.

ilidade de 0ases.ém podem interferir no desenvolvimento dos peixes tropicais. aquela que mais intervém na cultura do peixe. deve9se escolher um local . .oa produção . incluem9se características físicas. onde possa tirar o maior rendimento dos dois.entre F( a &(a<. Pemperaturas inferiores a F(a< normalmente afetam o meta. e que é o.1 C! !0*& 1(*#0!( "1(#0!( '! . Pemperaturas superiores a &#a<.es químicas.g%! T&. mas é invi-vel economicamente.p& !*% ! A temperatura interfere diretamente na solu. tam. Lo estudo de Iimnolo0ia.relacionada com o material em suspensão. mas sim a -0ua dos tanques onde os peixes vivem. ao se construir um tanque. a qual pode ser considerada como a parte final das m)ltiplas transformaç. ?. + controle de temperatura pode ser feito por meios artificiais com o uso de aquecedores. na velocidade de reaç. A faixa ideal das espécies tropicais est. Rma transpar2ncia ideal da -0ua de um tanque medida pelo disco de 1ecchi est. menor a transpar2ncia. no meta. 3or isso. químicas e . Kuanto mais pl>ncton (microor0anismos que vivem na coluna da -0ua$. a cada 1(a< que a temperatura aumenta. A temperatura letal é muito vari-vel entre espécies. A temperatura que convém considerar não é a da -0ua de alimentação do tanque. entre todos os fatores. T !-(p! F-0#! A transpar2ncia est.espesca e conservação no 0elo O37ETI6O <onservação e comercialização ? QUALIDADE DE ÁGUA A -0ua é. o efeito das su. acarretando diminuição de apetite e das taxas de crescimento.em exposto ao sol e ao vento.olismo dos peixes tropicais.iol:0ica nos viveiros.4eto de uma ci2ncia denominada Iimnolo0ia.st>ncias t:xicas duplicam.olismo dos peixes. 1(a< para as til-pias e 1!a< para tam. indicando uma .iol:0icas.aqui e pacu.TE*PO # horas ATI6IDADE . A Ei0ura 1& ilustra a medição da transpar2ncia através do uso do disco de 1ecchi.es que se processam nesse meio. sendo de !a< para as carpas.em torno de &( e #( cm. tanto mineral como or0>nico. + disco de 1ecchi é o equipamento usado para medir esse par>metro. sendo o nível :timo para a maioria entre F! e F%a<. na circulação de -0ua. etc.

g%! Figura 13 ! Medição da transpar/ncia da água com o disco de +ecc#i. é necessário a calibração constante do aparel&oL outro problema é o custo elevado do mesmo.g%!J + pQ reflete o 0rau de acidez ou de alcalinidade da -0ua. %ue apresentam os resultados com precisão.st>ncias do solo.ém função de numerosos fatores químicos e . basta coletar uma amostra de água do viveiro. + valor piscícola de uma -0ua depende essencialmente da natureza do terreno com o qual a -0ua est. mais comumente utilizado na piscicultura para medição do p= é um Git colorimétrico. cu4a quantidade varia não somente com o local. C m me"ir !8 "a )(ua9 9 medição do grau de acidez da água pode ser feita por aparel&os eletrKnicos c&amados p=metros digitais. a amostra apresentará uma coloração característica. 6la dissolve os 0ases.J 1em o oxi02nio dissolvido na -0ua. . são -cidas e impr:prias para culturas de peixes. os sais minerais e su. adicionar algumas gotas do indicador de p= e agitar. As amareladas ou acastanhadas. provenientes de p>ntanos. 6sses valores não devem ser inferiores a #. tornando9se uma suspensão mineral ou or0>nica. e tam.oas. 6xistem diversos modelos de p=metros no mercado. pQ entre " e %. A escala de pQ varia de ( (zero$ a 1# (quatorze$. ?. A -0ua é o solvente universal encontrado na natureza.st>ncias or0>nicas.#0!( '! . etc.em contato.! 9 !. 6m todo o tra4eto.As -0uas de cor esverdeada ou azulada são 0eralmente .reviver. uma vez %ue.ém as estaç. ON#gF-#o '#((o$+#'o IO. os peixes de cultivo e todos os outros or0anismos aqu-ticos não podem so.es do ano. produto da condensação do vapor de -0ua no ar (chuva$.ora existam espécies ictiol:0icas e planctGnicas que os preferem.D. a -0ua arrasta no seu caminho partículas não9sol)veis. col:ides e partículas maiores. cloretos.2 C! !0*& 1(*#0!( )%1.orém. Poda -0ua na natureza deriva da precipitação atmosférica. Ce acordo com o grau de acidez da água. e contém v-rios compostos nitro0enados. nem superiores a %.st>ncias dissolvidas. ( problema de trabal&ar com este método é %ue necessita de uma mão-de-obra mais especializada. sulfatos. que a tornam uma solução mais ou menos diluída de sais minerais e compostos or0>nicos.. como mas tam. Meste método. a -0ua dissolve numerosas su. Podos esses 0ases são de fundamental import>ncia para a piscicultura.iol:0icos. isto é. A melhor -0ua para a cultura do peixe é a que possui uma reação li0eiramente alcalina. p. I!0#'&7 '! . . em. Além dessas su.

em como a solu. tam. A solu.rar que existem espécies que toleram com mais facilidade a falta de +. 1em a presença de luz solar. acionar o sistema de aeração até que o quadro se reverta. colocar a sonda na -0ua e re0istrar em m0DI o valor de +. provocada pela ação dos ventos.ilidade de +. 6nquanto o car. D#BN#'o '& C! 4o-o ICO2J . Lesse caso.produção de +. é a principal fonte de o. A concentração do oxi02nio na -0ua varia com a sua temperatura (relação concentraçãoDtemperatura est. em -0uas turvas e com ..diminuída ou até mesmo parada.uindo e muito para a oxi0enação da -0ua..eração de oxi02nio na -0ua..intimamente li0ada$. 7eralmente este equipamento possui um termGmetro anexo.Gnico (<+F$ é a. diminui com a redução da pressão atmosférica e com o aumento da altitude.servada pela presença de peixes na superfície. por correntes naturais de massas hí. em um sistema de cultivo de peixes.. que o processo fotossintético dos or0anismos clorofilados estão limitados @s camadas superficiais de -0ua. a produção fotossintética est....sorvida.es causadas pela topo0rafia do terreno.. da -0ua..rar o aparelho @ salinidade da -0ua. contri.urante o processo fotossintético pelos :r0ãos clorofilados dos ve0etais. altitude do corpo dT-0ua em relação ao nível do mar* lo0o. não h.aixa transpar2ncia.ridas e a0itaç. 6xistem duas fontes naturais de obtenção de oxig:nio0 !J D#"%(3o '# &*! Figura 14 ! 1x metro digital. em especial$. + +F da atmosfera entra na -0ua principalmente por mistura mec>nica.ilidade do oxi02nio na -0ua diminui @ medida que a temperatura aumenta. A solu.onatos.ono e car.ém pode ser o. 6m temperatura alta. ... Sasta cali.. podendo ocorrer mortalidade por asfixia. o oxi02nio é expelido.A falta de +.. 4J P o0&((o '& "o*o((1-*&(& A li. a ação da luz solar. deve9se suspender o fornecimento de ração. o 0-s car. = importante lem. aumentar ao m-ximo a renovação da -0ua e se possível.. é feito com um equipamento chamado +xímetro di0ital (Ei0ura 1#$.. portanto. onde a maior parte da luz é a. + monitoramento do +. . os peixes lo0o utilizam o +. na -0ua. por isso.tenção do +.ono (<$ é utilizado para a síntese de hidratos de car.ilidade desse 0-s depende ainda da pressão atmosférica. Através do contato e penetração direta do ar atmosférico na -0ua. pelas al0as e sim o consumo. 3ode9se notar.sorvido so.. mediante processo fotossintético pelo fitopl>ncton (al0as.

+ pQ varia e a produtividade é pequena pQ varia entre pequenos limites e a produtividade é :tima SB$#'o( (%(p&-(o( +s s:lidos suspensos correspondem a partículas de alimento não consumidos. +s níveis su.aixa. comprometendo a respiração dos animais* I-'# &*! G pela diminuição da penetração de luz na -0ua. fezes ou matéria inor0>nica (ar0ila$ em suspensão na coluna dB-0ua.onatos (<a<+& e <a(Q<+&$F$ e na -0ua e @ capacidade do meio em resistir @s mudanças de pQ para valores mais -cidos. etc.g '& C!CO3PLJ ( ! 9 F( F( 9 1(( 1(( 9 F!( S#g-#"#0!'o -o . + Eiltro mec>nico simples pode diminuir os mesmos. + <+ F pode ser removido com a aeração. A -0ua su4a pre4udica o peixe de duas formas/ D# &*! G pelos ferimentos ou ac)mulos nas .r>nquias.onatos e os .&(m de altura.9( m de lar0ura filtra um canal de alimentação com descar0a de & IDs. La maioria das -0uas.onatos que precipitam. A$0!$#-#'!'& I. deve9se corri0ir com compostos calc-rios.letais estão entre 1F a !( m0DI e letais de !( a ( m0DI.ases de car. pelo aumento de pQ. Alcalinidade muito . saída da -0ua no fundo. +s altos teores de <+F podem ser encontrados quando usa9se -0ua su.aixo mostra a alcalinidade (m0 <a<+ & DI$ e seu si0nificado no viveiro. pelo controle fitopl>ncton e pela construção correta dos viveiros (entrada de -0ua oposta @ saída.+ 0-s car.icar.g%! '& 0%$*#+o ]0ua extremamente -cida. os car. Peores de 1( 0DI são suportados por espécies tropicais. encontra9se na -0ua em solução inst-vel* e.terr>nea.onato. reduzindo a produtividade natural do viveiro. sendo que um filtro de (.icar. Kuando ocorre um aumento de <+ F. A ta. na forma de -cido fraco ou de . . @s vezes. so.F( m de comprimento e (.ela a.onatos são as .re a forma de car.ém pode ocorrer.$. o pQ varia muito e a -0ua não é muito produtiva.ases predominantes. Tabela 52 +ignificado da 3lcalinidade 4mg CaC15 678 no viveiro.icar. A$0!$#-#'!'& A alcalinidade refere9se @ concentração de . (.onatos e . o pQ diminui* o contr-rio tam. sendo o nível ideal de F 0DI.Gnico se4a. no estado livre.&! m de camada filtrante (cascalho de " mm$. 1.

os dinofla0elados.ina @ hemo0lo. por exemplo. as al0as verdes. = de fundamental import>ncia o monitoramento do pl>ncton..ados9 e freq:/ncia de análise. o nitrito é muito t:xico. além das condiç.aixo. rotíferos. + nível de nitrito no meio não deve exceder a (.ina (m. G Qoop$O-0*o-H fração animal composta por microcrust-ceos. ori0inando a meta9hemo0lo. A presença de íons de cloro pode diminuir a toxidez do nitrito.1! m0DI.es . 1ua locomoção por conta pr:pria é muito pequena. que confere coloração amarronzada ao san0ue. pois se com. <oncentraç. etc. <lassificação/ G F#*op$O-0*o-H fração ve0etal composta de al0as microsc:picas.es . ?.iol:0icas do meio.transportadora de oxi02nio$. incapazes de vencerem correntes. matando o peixe por asfixia. não deixa de constituir um sistema ecol:0ico que deve ser estudado.. elevadas podem ocorrer em conseq52ncia de poluição or0>nica ou teor de +. pois todas as outras modalidades sofrem influ2ncia das condiç. apesar de ser um am. como.iol:0ica da amGnia a nitrato (nitrificação$.ina no san0ue. copépodos. Tabela 6 ! %rincipais parâmetros de qualidade de água com valores médio alme.es citadas nos t:picos anteriores.iente total ou parcialmente controlado. 3ara os peixes. al0umas espécies locomovem9se na vertical.3 C! !0*& 1(*#0!( 4#o$Bg#0!( Rm tanque de criação de peixes. etc. Pl2nct n : são todos os or0anismos aqu-ticos presentes na coluna de -0ua. .N#* #*o + nitrito é um produto intermedi-rio na oxidação .

om.!go é a víscera respons-vel por parte da di0estão dos alimentos* O I-*&(*#-o é a víscera respons-vel pela a.ém pela produção de hormGnios* O E(*R. 1@. desintoxicação de toxinas químicas produzidas pelo or0anismo e desintoxicação de toxinas químicas externas ao or0anismo. ou se4a. fazer a síntese das proteínas plasm-ticas. é o :r0ão respons-vel pela filtração do san0ue e excreção* GR-!'! é a 0l>ndula sexual respons-vel pela produção de 0ametas masculinos ou femininos e tam.2 ANATOMIA INTERNA A. dos seus portadores. pelo qual se expelem os 0ametas* O F1g!'o é respons-vel por armazenar e meta.sorção dos nutrientes ap:s di0eridos no estGma0o* O S-%( é o orifício na extremidade terminal do intestino. e a -0ua* A 4&N#g! -!*!*B #! é um :r0ão que auxilia os peixes a manterem9se a determinada profundidade através do controle da sua densidade em relação @ da -0ua* R#.es e representados na Ei0ura 1 . . é nelas que ocorrem as trocas 0asosas entre o san0ue ou linfa.eia o san0ue de forma a que circule no corpo de todo o animal* A( 4 O-)%#!( ou 0uelras (termo vern-culo$ são os :r0ãos da respiração.aixo.1@ 1@. O 0o !23o é o :r0ão que .1 MORFOLOGIA E FISIOLOGIA 9ÁSICA DOS PEI>ES MORFOLOGIA E>TERNA Figura 15 ! Morfologia externa de um peixe.olizar as vitaminas. estão relacionados al0uns :r0ãos internos e suas funç. pelo qual se expelem os excrementos* O Po o g&-#*!$ é o orifício na extremidade terminal das 0Gnadas.

usar filtra0em de areia* ^ alevin s<re!r "ut res "e utr l cal 9 adquirir alevinos de fornecedores idGneos. maior o consumo de oxi02nio* b . maior o consumo de oxi02nio* b Arra# ament / quanto mais so. +s principais fatores que afetam o oxi02nio dissolvido são/ b Tem!eratura "a )(ua/ quanto maior a temperatura menor o oxi02nio dissolvido* b 3i massa/ quanto maior a . 3ara isso .Figura 16 ! 3natomia interna de um peixe. principalmente o oxi02nio dissolvido. maior o consumo de oxi02nio durante a noite* +utro fator que 0eralmente pode causar pro. +utras fontes de enfermidades e controle/ ^ )(ua " a/asteciment X se possível. usar uma rede para cada viveiro* .it !l2nct n/ quanto mais al0as microsc:picas na -0ua (-0ua verde$.ras de ração. que deve ser de . entrada e saída de -0ua dos viveiros independentes entre si* ^ !ess as 4ue circulam em v)rias !isciculturas X permitir acesso aos tanques somente com as roupas pr:prias da piscicultura ou impedir acesso* ^ !eixes . conforme o peixe e suas necessidades.oa proced2ncia e do tipo certo. 11 11.iomassa.asta se0uir todas as recomendaç.1 ENFERMIDADES P &+&-23o A melhor maneira de lidar com enfermidades é evit-9las na medida do possível.es do sistema de mane4o descrito nesse material e consultar um profissional da -rea.) en0erm s X retirar do tanque e enterrar o mais .lemas é a ração.reve possível lon0e dos viveiros* ^ re"e "e "es!esca X se possível. + par>metro mais importante para a sa)de dos peixes é a qualidade da -0ua.

nutrição.. como é popularmente conhecida. .es circulares ou irre0ulares do tipo )lceras pelo corpo. hemorra0ia nas .qualidade da -0ua ou mau manuseio. hemorra0ia nos :r0ãos internos como o fí0ado. ocorre de peixe para peixe facilitada com o aumento da densidade de estoca0em. olhos saltados de aspecto opaco e hemorr-0ico. + uso de produtos químicos e as dosa0ens devem ser indicadas por um técnico respons-vel ap:s identificação do pro.am. Pransporte e mane4o de espécies tropicais como as til-pias. As larvas e alevinos são mais sensíveis a produtos químicos que peixes adultos.^ !re"a" res em (eral X espantar* ^ cicl s anteri res X desinfetar o viveiro antes de cada ciclo* 11.igura '< ! %eixe coloni-ado com fungos9 que dão aspectos contonosos.Aer m nas =>"r !=ila e Pseu" m nas 0lu rescens Panques com alta car0a de material or0>nico e com -0ua de m. .es e na .aixa .lema. A. esta .2. apresenta natação va0arosa e tende a se posicionar nas -reas mais rasas do tanque* apresenta erosão nas nadadeiras.ase das nadadeiras. 11.2 P #-0#p!#( 'o&-2!( -! p#(0#0%$*% ! 6xistem al0umas doenças que pertur. a. A transmissão ataque por $actérias.lexi/acter c lumnaris <ausadora da <olumnariose ou doença da .2. . Lutrição inadequada e in4)rias físicas propiciam a infestação. fluído amarelado ou san0uinolento no intestino. ou por m.aquis e tucunarés.ita os sistemas aqu-ticos. + peixe perde o apetite.oca de al0odão ou da cauda comida.es de . 11. pois existem diferenças de toler>ncia de doses entre as espécies.actéria coa.ranco ou cinza claro com aspecto de al0odão causadores da infecção. .aço e rins* fí0ado de coloração p-lida ou li0eiramente esverdeada e pontos hemorr-0icos na parede interna da cavidade a. ou por m.dominal. hiperplasia (aumento do tamanho$ de :r0ãos como o fí0ado.qualidade facilitam sua ocorr2ncia que pode aumentar nos períodos de primavera e outono. so.es .dGmen distendido e presença de fluído opaco ou li0eiramente san0uinolento na cavidade a. entre outras. até ao momento em que. ela se manifesta instalando9se em les. o cultivo de peixes.dominal.2 F%-go( "aprolegnia parasítica é um dos fun0os .igura '< ! 3s manc#as mais claras mostram o causadas por ferimentos ou por parasitas. pacus.1 9!0*A #!( .rio.eve ser evitado o uso indiscriminado desses produtos. reduz a atividade. da temperatura e das in4urias físicas.remodo.ordas das les. condiç. normalmente em equilí. tam. les. so.aixo são descritas al0umas enfermidades e seus respectivos tratamentos.

rancos visíveis a olho nu. a 9mbip&t<a.0&o( + 9rgulus (Ei0ura 1"$ é comumente conhecido como M3iolho de 3eixeO.strato.es. +utros protozo-rios parasitas como. a excreção nitro0enada e a osmorre0ulação dos peixes.oença conhecida como M. + 6rgasilus sp. Amportantes vetores de doenças virais e . #o( . o 6pist<lis.3 P o*o7o. 11. Lormalmente encontrado no corpo.eça do parasita que penetra na musculatura do peixe e deixando a . tam. podem aparecer na parte interna da . como o fí0ado. condiç. nadadeiras. é outro microcrust-ceo freq5entemente encontrado nas . se fixam na pele e nas nadadeiras através de ventosas e se alimentam dos fluidos dos peixes.ém se fixam ao peixe na pele. + parasita normalmente se instala nas . e nos olhos dos peixes. + peixe apresenta excessiva produção de muco e fica se raspando no su.2.5 C %(*.re as nadadeiras.temperatura de inverno e de início de primavera podem favorecer as infestaç.oca dos peixes. a Nric&odinas e o Nric&op&r<a. :r0ãos internos. +casionalmente . 11. em plantas e outros o.oença dos 3ontos SrancosO ou Actio.igura '= ! 7ernaea fixada na $ase da nadadeira dorsal ca$eça do peixe. Apresentam corpo achatado e oval.4etos presentes nos tanques.Ic=t=> !=t=irius muti0ilis .r>nquias e se alimentam filtrando o material or0>nico na -0ua. Kuanto maior o ac)mulo de resíduos or0>nicos nos tanques de produção. normalmente encontrados na forma de cistos na pele. nadadeiras e . se caracteriza pela presença de pontos .r>nquias dificultando a respiração.i02neos possuem aspectos similares a pequenos vermes. 11.igura '< ! 3rgulus fixado na ca$eça do peixe. maior a população destes parasitos. As Lernaea. . 3eixes mortos devem ser retirados dos tanques. nas .2.acterianas. espalhados pelo corpo. se fixa ao peixe com auxílio de 0anchos especiais com formato de >ncora localizados na ca. +s peixes podem apresentar sintomas de asfixia mesmo so.r>nquias dos peixes. principalmente so.4 T &.2.r>nquias dos peixes.. A doença se manifesta inicialmente com despi0mentação de -reas na pele dos peixes se0uida da multiplicação e elon0ação das hifas (filamentos$ formando os típicos Mtufos de al0odãoO.es de oxi02nio dissolvido adequadas.*o'o( +s trematodos mono02nicos fixam9se ao hospedeiro através de aparelhos de fixação (haptores$ com 0anchos ou ventosas. +s Prematodos .

1 P o'%*o( Q%1. 11.#0o(H 1. al0uns protozo-rios e crust-ceos parasitos e fun0os.re0ião caudal para fora com o formato de um verme.%.i:ticos em peixes de 0rande valor. Lematoda (vermes arredondados$ e Acantocephala (vermes de ca.6 V& .astante inflamado. In. columnares. P& . . neste caso com soluç. apresentando uma lesão avermelhada e escurecida. .es secund-rias por fun0os..actericida e parasiticida.es t:picas.actérias externas. . podem representar risco @ sa)de humana.astante se0uro no tratamento de al0uns parasitos e .&( Wermes parasitos incluem in)meros representantes das classes <estoda (lom. peixes ornamentais.((#o ITM-O4J/ este produto é .metidos a uma . + sal pode ser usado sem maior cuidado ou restrição no tratamento de peixes destinados ao consumo humano.H o sal é um produto . Lormalmente estes vermes usam os peixes como hospedeiros intermedi-rios.3 Fo . 11. 3. etc.2. <ausam severa anemia e mortandade aos alevinos e não raro a peixes adultos.astante empre0ada em tanques e viveiros de maiores dimens. S!$ Co. + peixe desenvolve uma forte reação @ penetração do parasita o que lhe confere mau aspecto. 1e in0eridos crus.!-g!-!*o '& Po*.astante eficaz no controle de .em como da classe Qirundinea (san0uessu0as$.r>nquias. 3ode ser usado no controle de protozo-rios e fun0os.aixa concentração terap2utica por tempo indeterminado. 11.arato e .es.&-*o As formas de tratamento mais empre0adas são/ T-!ic % aplicação do terap2utico diretamente nos locais de infecção* evite contato direto dos produtos com as . 2. A7%$ '& M&*#$&-oH é um corante com ação .actérias e vírus se desenvolvem provocando a morte massiva de peixes.aixa concentração do terap2utico por períodos mais lon0os (minutos a horas$ Tratament ! r tem! in"e0ini" % os peixes ficam expostos a uma .e#$ % principalmente de anti. &a#$ *e"ica"a% 0eralmente com anti. como reprodutores.actérias externas como a .i:ticos 3an= s &)!i" s% consiste na exposição dos peixes a uma elevada concentração do terap2utico porém de curta duração (se0undos a minutos$ 3an= s !r l n(a" s u 0lux c nt1nu % os peixes são su.eça espinhosa$.ri0as$.!( '& T !*!. 6sta forma de tratamento é . . onde infecç.3.

F! 0 AADmH 1 X F. Lo entanto o sulfato de co.&-*o Sanhos ! min Sanhos &(9 ( min Sanhos F(9&( min Co-0&-* !23o &( 0DI F91(0DI 1(0DmH (ppm$ F0DmH (ppm$ 1olução 1' F9& 0DmH (ppm$ 1!(9F!(mIDmH F!9&( mIDmH ((mIDmH 1!9F! mIDmH PAD1((V0 DmH (. Prematodos mono02nicos e san0uessu0as.4.re é . fun0os e .ungos e >actérias. 6xternas 3arasitosDSact. 6xternas 3arasitosDSact.em como. no entanto seu uso é importante no controle do Actio e no controle de fun0os como a "aprolegnia. 6r0asilus An0ulus e Priclorfom Sanhos 3rolon0ados Sanhos de 1 a & min La 8ação 1( a 1# dias +xitetraciclina ou <lorohidrato de Petraciclina Sanhos 3rolon0ados Andefinido Werde ?alaquita Sanho de &(9 ( min P:pico Sactérias 6xternas 1ist2micas e Eun0osD3arasDSactérias Eun0osD3arasDSactérias Eun0os .!$#-! I4@E Fo .astante utilizado no controle de crust-ceos parasitos (Lernaea. 6xternos 3erman0anato de 3ot-ssio Azul de ?etileno Andefinido P:pico Andefinido Sanhos de &(9 ( min Eormalina Sanhos de F# hr Sanho ovos F( min Andefinido Eun0os 6xternos e 3arasitos 1ulfato de <o. principalmente em dosa0ens acima de (. A aplicação pode causar a redução dos níveis de oxi02nio dissolvido na -0ua de tanques e viveiros.aixo de &( m0 de <a<+ &DI. 6xternas Eun0os Eun0osD3aras. menor de &( m0 de <a<+ &DI. T #0$o "o-H este inseticida é . 9ngulus e 6rgasilus$. 6.5. .o A$+o 3arasitosDSact.2OJ/ pode ser usado no controle de protozo-rios.!. :. na erradicação de ninfas e insetos aqu-ticos. refri0eração ou con0elamento. Fo .re Andefinido Andefinido 3arasitos 6xternos Iernaea. + produto não deve ser aplicado em -0uas com pQ acima de %. principalmente em -0uas com .! 0 AADmH 1( 0 AADI F!( a 1%(( 0Dton F( 0DmH (.re a ser aplicada é calculada dividindo a alcalinidade total por 1((.eram o tratamento podem apresentar filé com coloração esverdeada ap:s armazenamento so. A dose de sulfato de co. S%$"!*o '& Co4 & IC%SO4. Lão é recomendada a aplicação em -0uas com alcalinidade a.!$'&#'oJH é um terap2utico .F!0DmH.aixa alcalinidade total. Tabela 7 .astante usado no controle de fun0os e protozo-rios. 5.astante eficaz no controle de muitos pat:0enos e parasitos. P o'%*o( 1al <omum (La<l$ T !*!. V& '& M!$!)%#*!H este produto é .aixa alcalinidade total. 3ode ser t:xico em -0ua com . trematodos mono02neos.1( m0DI (ppm$ 19F m0DI (ppm$ 1olução 1' O g!-#(.actérias externas.%rodutos e &ratamentos usados na %revenção e Controle de %arasitos9 .1& a (. 3eixes que rece.astante t:xico aos peixes.

@9 J. G'' p.apar2ncia que pode causar.d. 12 REFERCNCIA 9I9LIOGRÁFICA C1. .C..7.E >1. Produção de peixes em al a de!sidade em a!"ues-rede de pe"ue!o #olume$ &radução de . .9 <<p.E @I>.>@3.%.)+HI9 3. M1@. +... porém podem pre4udicar a comercialização do produto pela m.o que fazer a não ser despescar imediatamente.E V3@C3+97. mas depende do tipo da doença e da sa)de prévia dos mesmos antes da instalação da enfermidade. 7eralmente.@M3))9+. 6m al0uns casos muito raros os peixes podem se recuperar.A@&3"19 B. as doenças de peixes não afetam a sa)de dos consumidores. Campinas2 Mogiana 3limentos +. VitLria9 'DDD. 5G p.11. Pis%i%ul ura& uma al er!a i#a re! '#el$ Cua $a2 3gropecuária9 'DD*. Fu!dame! os da (")i%ul ura$ Canoas2 .I@39?.duardo 1no.@.etos. KK9 %I+CICA7&A@39 +érie %erfil de pro.@.M.&-*o Lo caso de uma doença conta0iosa se instalar no tanque não h. . Pis%i%ul ura& *u!dame! os e +%!i%as de ma!e. '=( p.I@19@.3.7?19 +.C. 1+&@. A7>@39 G(('.o$ Cua $a2 3gropecuária9 'DD=.E FIMM. G((p.4 D#!g-B(*#0o( & T !*!.