ESTATUTO DE

AMIGOS DO BEM INSTITUIÇÃO NACIONAL CONTRA A FOME E A MISÉRIA - OSCIP
05 108 918 0001 - 72
CAPÍTULO PRIMEIRO
- NOME E NATUREZA JURÍDICA
Artigo 1º - Denomina-se AMIGOS DO BEM, INSTITUIÇÃO NACIONAL CONTRA A FOME E A MISÉRIA - OSCIP - doravante designada
simplesmente por “AMIGOS DO BEM” - a pessoa jurídica de direito privado, juridicamente constituída como associação civil, sem fins
lucrativos, apartidária, de caráter assistencial, social e educacional, em 17 de abril de 2002, por tempo indeterminado, regida por este
estatuto e pelas normas legais pertinentes.
CAPÍTULO SEGUNDO
- DA SEDE
Artigo 2º - Os AMIGOS DO BEM, têm foro e sede à Avenida Pacaembu, 808, Pacaembu, nesta Cidade de São Paulo - SP , CEP
01234000, e podem abrir filiais, unidades e escritórios, nesta e em outras cidades ou unidades da Federação, bem como no exterior.
CAPÍTULO TERCEIRO
- DOS OBJETIVOS
Artigo 3º Os AMIGOS DO BEM têm por finalidade realizar ações para a melhoria da situação alimentar e nutricional de famílias em
situação de pobreza nas Regiões Norte e Nordeste do país, como prioridade, além de outros projetos sociais de auxílio à população em
situação de risco social e aos excluídos.
Parágrafo Primeiro - Para a consecução de suas finalidades, é permitido aos AMIGOS DO BEM, sem exclusão de outras iniciativas
com o mesmo fim:
I - sugerir, promover, administrar e/ou executar quaisquer ações e projetos, ou colaborar com eles, no campo da Assistência Social e
Educacional às minorias e aos excluídos e/ou do desenvolvimento econômico e combate à fome e à miséria;
II - de conformidade com o artigo 30 e parágrafos Primeiro, Segundo e Terceiro deste Estatuto, receber em doação ou adquirir imóveis,
no território nacional, para a execução de seus projetos, inclusive os sociais agrícolas, denominados “Vilas Agrícolas do Bem”;
III - na promoção da Assistência Social e Educacional, conforme inciso I do artigo 3º deste Estatuto, instalar unidades Educacionais,
Assistenciais de Saúde, Culturais, Esportivas, e de Lazer, dentro dos Projetos Sociais Agrícolas, com o objetivo de melhorar a situação
individual e social dos assistidos e componentes dos referidos Projetos Sociais Agrícolas; bem como promover sistemas de formação e
outros métodos de capacitação para o trabalho de pessoas em situação de risco social;
IV - instalar núcleos residenciais, ao lado dos núcleos sociais, conforme Inciso III, nas “Vilas Agrícolas do Bem”, como complemento aos
Projetos Sociais Agrícolas;
V - criar “Núcleos Produtivos”, nos “Projetos Sociais Agrícolas”, para o desenvolvimento da Caprinocultura, Apicultura, Mandiocultura,
Milhocultura, Horticultura, Fruticultura, em especial Cajucultura, da cultura do feijão e outras culturas e criações para consumo interno;
bem como desenvolver empreendimentos geradores de trabalho e renda;
VI - na execução dos Projetos Sociais Agrícolas, instituir normas complementares por meio de regulamentos, contratos, circulares ou
outras formas e medidas disciplinares reguladoras, entre os seus assistidos e componentes;
VII - negociar com terceiros o excedente da produção agrícola das plantações desenvolvidas nos Projetos Sociais, ou existentes
nos imóveis adquiridos ou doados. Os resultados serão integralmente aplicados na manutenção e desenvolvimento dos objetivos
institucionais no território nacional, conforme artigo 34 do presente Estatuto;
VIII - buscar recursos para os projetos mediante a negociação de camisetas e outros produtos destinados à divulgação da Instituição,
cujos resultados serão integralmente revertidos para a realização de novos projetos e/ou continuação dos já existentes.
Parágrafo Segundo - A participação nas atividades acima previstas ocorrerá sob a forma de execução direta de projetos, programas,
ações correlatas, por meio da doação de recursos físicos, humanos e financeiros, ou ainda pela prestação de serviços intermediários
de apoio por outras organizações sem fins lucrativos e por órgãos do setor público que atuem em áreas afins.
Artigo 4º - No desenvolvimento de suas atividades, os AMIGOS DO BEM observarão os princípios da legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade, economicidade, eficiência e não farão quaisquer discriminação de raça, cor, política, gênero ou religião em
suas atividades e objetivos sociais.
CAPÍTULO QUARTO
- DOS SÓCIOS, SEUS DIREITOS E DEVERES
Artigo 5º - A Instituição AMIGOS DO BEM é constituída por número ilimitado de sócios das seguintes categorias: Efetivos, Colaboradores
e Beneméritos.
Artigo 6º - São sócios efetivos as pessoas físicas ou jurídicas, sem impedimento legal, que assinaram os atos constitutivos da entidade
e outros que venham a ser admitidos nos termos do artigo 9º, parágrafo único, do presente estatuto.
Artigo 7º - São sócios colaboradores pessoas físicas ou jurídicas, sem impedimento legal, que venham a contribuir regularmente na
execução de projetos e na realização dos objetivos dos AMIGOS DO BEM.
Artigo 8º - São considerados sócios beneméritos pessoas ou instituições que se destacarem por trabalhos que se coadunem com os
objetivos desta Associação.
Artigo 9º - Os associados, qualquer que seja sua categoria, não respondem individual, solidária ou subsidiariamente pelas obrigações
dos AMIGOS DO BEM, nem pelas praticadas pelo presidente ou demais diretores.
Parágrafo Único - A admissão de novos sócios , de qualquer categoria, será decidida pela Assembléia Geral, mediante proposta de
sócios efetivos ou da diretoria. Somente os sócios efetivos poderão votar e ser votado para cargos de direção da Instituição.
Artigo 10º - São direitos dos Associados:
I - Votar e ser votado para os cargos eletivos;
II - Participar de todas as atividades associativas e das Assembléias Gerais;
III - Propor a criação e tomar parte em comissões e grupos de trabalho, quando designados para estas funções;
IV - Apresentar propostas, programas e projetos de ação para os AMIGOS DO BEM, INSTITUIÇÃO NACIONAL CONTRA À FOME E
À MISÉRIA;
Parágrafo Único - Os direitos sociais previstos neste estatuto são pessoais e intransferíveis.
Artigo 11 - São deveres dos Associados:
I - Observar o estatuto , regulamentos, regimentos, deliberações e resoluções dos órgãos da sociedade;
II - Cooperar para o desenvolvimento e maior prestígio dos AMIGOS DO BEM e difundir seus objetivos e ações;
Artigo 12 - Considera-se falta grave, passível de exclusão , provocar ou causar prejuízo moral ou material para os AMIGOS DO BEM.
CAPÍTULO QUINTO
- DA ADMINISTRAÇÃO
Artigo 13 - A Instituição AMIGOS DO BEM será administrada pelos seguintes órgãos:
I - Assembléia Geral;
II - Diretoria;
III - Conselho Fiscal.
Parágrafo Único - Os AMIGOS DO BEM não distribuem, a qualquer título ou pretexto, entre seus sócios ou associados, conselheiros,
diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações, nem
parcelas do seu patrimônio, obtidos mediante o exercício de suas atividades. Tais recursos são integralmente aplicados na consecução
do objetivo social da Instituição.
Artigo 14 - A Assembléia Geral, órgão soberano da Associação, constituir-se-á dos sócios em pleno gozo de seus direitos estatutários.
Artigo 15 - Compete à Assembléia Geral:
I - Eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal;
II - Decidir sobre reformas do estatuto, na forma do artigo 40;
III - Decidir sobre a extinção da Associação, nos termos do artigo 35;
IV - Decidir sobre a conveniência de alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens patrimoniais;
V - Destituir os Administradores
Artigo 16 - A Assembléia Geral realizar-se-á, ordinariamente, uma vez por ano, para:
I - Aprovar a proposta de programação anual da Associação, submetida pela Diretoria;
II - Apreciar o relatório anual da Diretoria;
III - Discutir e homologar as contas e o balanço aprovados pelo Conselho Fiscal;
Artigo 17 - A Assembléia Geral realizar-se á, ordinariamente, a cada quatro (4) anos, para:
I - Eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal.
Artigo 18 - A Assembléia Geral realizar-se-á, extraordinariamente, quando convocada:
I - Pela Diretoria;
II - Pelo Conselho Fiscal;
III - Por requerimento de 1/5 (um quinto) dos sócios quites com as obrigações sociais.
Artigo 19 - A convocação da Assembléia Geral será feita por meio de edital afixado na sede da Associação e/ou publicado na imprensa
local, por circulares ou outros meios convenientes, com antecedência de oito (8) dias.
Parágrafo Único - Qualquer Assembléia instalar-se-á, em primeira convocação, com a maioria dos sócios e, em segunda convocação,
com qualquer número.
Artigo 20 - A Diretoria será constituída por um Presidente, um Vice-Presidente, Primeiro e Segundo-
Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiros.
Parágrafo Único - O mandato dos membros da Diretoria e do Conselho Fiscal será de quatro (4) anos, com possibilidade de reeleição.
Artigo 21 - Compete à Diretoria:
I - Elaborar e submeter à Assembléia Geral a proposta de programação anual da Associação;
II - Executar a programação anual de atividades da Associação;
III - Elaborar e apresentar à Assembléia Geral o relatório anual;
IV - Reunir-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum;
V - Contratar e demitir funcionários;
VI - Regulamentar as ordens normativas da Assembléia Geral e emitir ordens executivas para disciplinar o funcionamento interno da
Associação;
Artigo 22 - A Diretoria reunir-se-á no mínimo uma vez por mês.
Artigo 23 - Compete ao Presidente:
I - Representar os AMIGOS DO BEM, em juízo ou fora dele, ativa e passivamente, bem como perante terceiros em geral;
II - Nomear procuradores em nome da Associação, com poderes específicos e mandato com prazo determinado, o qual nunca
ultrapassará a data da extinção do mandato do Presidente que outorgou a procuração.
III - Cumprir e fazer cumprir este estatuto e o regimento interno;
IV - Presidir a Assembléia Geral;
V - Convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
VI - Coordenar e dirigir as atividades gerais e específicas dos AMIGOS DO BEM;
VII - Celebrar convênios e realizar a filiação dos AMIGOS DO BEM a instituições ou organizações congêneres:
VIII - Representar os AMIGOS DO BEM em eventos, campanhas, reuniões e demais atividades do interesse da Associação;
Artigo 24 - Compete ao Vice-Presidente:
I - Substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos;
II - Assumir o mandato em caso de vacância, até o seu término;
III - Prestar, de modo geral, sua colaboração ao Presidente.
Artigo 25 - Compete ao Primeiro-Secretário:
I - Secretariar as reuniões da Diretoria e da Assembléia Geral e redigir as atas;
II - Publicar todas as notícias das atividades da Associação.
Artigo 26 - Compete ao Segundo-Secretário:
I - Substituir o Primeiro-Secretário em suas faltas ou impedimentos;
II - Assumir o mandato em caso de vacância, até o seu término;
III -Prestar, de modo geral, a sua colaboração ao Primeiro-Secretário.
Artigo 27 - Compete ao Primeiro-
Tesoureiro:
I - Arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração da
Associação;
II - Pagar as contas autorizadas pelo Presidente;
III - Apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados;
IV - Apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração da Associação, incluindo os relatórios de desempenho financeiro e contábil e as
operações patrimoniais realizadas;
V - Conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria;
VI - Manter todo o numerário em estabelecimento de crédito.
Artigo 28 - Compete ao Segundo - Tesoureiro:
I - Substituir o Primeiro-Tesoureiro;
II - Assumir o mandato deste último em caso de vacância, até o seu término;
III - Prestar, de modo geral, sua colaboração ao Primeiro-Tesoureiro.
Artigo 29 - O Conselho fiscal será constituído por três (3) membros e seus respectivos suplentes, eleitos pela Assembléia Geral.
Parágrafo Primeiro - O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria;
Parágrafo Segundo - Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até o seu término.
Compete ao Conselho Fiscal:
I - Examinar os livros de escrituração da Associação;
II - Opinar sobre os balanços e relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo
pareceres para os organismos superiores da Associação;
III - Requisitar ao Primeiro-Tesoureiro, a qualquer tempo, documentação comprobatória das operações econômico-financeiras realizadas
pela Associação;
IV - Acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes.
V - Convocar extraordinariamente a Assembléia Geral.
Parágrafo Terceiro - O Conselho Fiscal reunir-se-á, ordinariamente, a cada doze (12) meses e, extraordinariamente, sempre que
necessário.
Parágrafo Quarto - A prestação de contas da Instituição observará no mínimo:
I - Os princípios fundamentais de contabilidade e as normas brasileiras de contabilidade;
II - No caso da aplicação de eventuais recursos de origem pública:
a) - A prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos será feita, conforme determina o parágrafo único
do artigo 70 da Constituição Federal.
b) - A realização de auditorias, inclusive por auditores externos independentes, se for o caso.
III - A publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, do relatório de atividades e das demonstrações
financeiras da entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para o exame
de qualquer cidadão;
CAPÍTULO SEXTO
- DO PATRIMÔNIO
Artigo 30 - O patrimônio dos AMIGOS DO BEM será constituído por doações, de pessoas físicas e/ou jurídicas, de direito público ou
privado, nacionais e estrangeiras.
Parágrafo Primeiro - O seu patrimônio será também constituído de bens móveis, imóveis, veículos, ações e títulos da dívida pública.
Parágrafo Segundo - Os AMIGOS DO BEM poderão também obter recursos financeiros necessários à manutenção de seus objetivos
sociais, por meio de : convênios e contratos firmados com o poder público para financiamento de projetos na sua área de atuação;
contratos e acordos firmados com empresas e agências nacionais e internacionais; doações, legados e heranças; rendimentos de
aplicação de seus ativos financeiros e outros pertinentes ao patrimônio sob sua administração; recebimento de direitos autorais; eventos
artísticos, culturais; cessão de direitos vinculados a sua imagem pública, bem como outros resultados operacionais, inclusive pelas
negociações de que trata o artigo 3º,§1º, “VII”e “VIII” e outros que não contrariarem o presente estatuto. Todos os bens e recursos serão
obrigatoriamente aplicados no País para as finalidades as quais a Instituição se destina.
Parágrafo Terceiro - Nenhuma doação ou subvenção destinada aos AMIGOS DO BEM compromete sua independência e autonomia
perante os eventuais doadores.
CAPÍTULO SÉTIMO
- DO REGIME FINANCEIRO
Artigo 31 - O exercício financeiro dos AMIGOS DO BEM encerrar-se-á no dia 31 de dezembro de cada ano;
Artigo 32 - As demonstrações contábeis anuais serão encaminhadas à Assembléia Geral, para análise e aprovação, dentro dos primeiros
sessenta (60) dias do ano seguinte.
CAPÍTULO OITAVO
- DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Artigo 33 - Os AMIGOS DO BEM adotarão práticas de gestão administrativa, necessárias e suficientes a coibir a obtenção de forma
individual ou coletiva, de benefícios e vantagens pessoais, em decorrência da participação nos processos decisórios.
Artigo 34 - Os AMIGOS DO BEM aplicarão integralmente suas rendas, recursos e eventual resultado operacional na manutenção e
desenvolvimento dos objetivos institucionais no território nacional.
Artigo 35 - Os AMIGOS DO BEM, no caso de sua dissolução, aprovada a extinção pela Assembléia Geral Extraordinária, convocada
especialmente para esse fim, nos termos do artigo 15, item III, procederão ao levantamento do seu patrimônio, que obrigatoriamente
será destinado a outras associações legalmente constituídas, qualificadas como e sem fins lucrativos, que tenham objetivos sociais
semelhantes e que sejam registradas no C.N.A.S.
Parágrafo Único – Na hipótese de obtenção e, posterior perda da qualificação, instituída pela lei 9790/99 (OSCIP), o acervo patrimonial
disponível, adquirido com recursos públicos durante o período que perdurou a qualificação , será contabilmente apurado e transferido a
outra pessoa jurídica qualificada, nos termos da Lei, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social.
Artigo 36 - Os AMIGOS DO BEM aplicarão as subvenções e doações recebidas nas finalidades a que estejam vinculadas.
Artigo 37 - Os AMIGOS DO BEM não concederão aos Diretores, Conselheiros, Sócios, Instituidores, Benfeitores ou equivalentes,
remuneração, vantagens ou benefícios, direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título, em razão das competências, funções ou
atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos constitutivos.
Artigo 38 - Os AMIGOS DO BEM não constituem patrimônio de indivíduo ou de sociedade sem caráter beneficente de Assistência
Social.
Artigo 39 - Os AMIGOS DO BEM prestarão serviços gratuitos, permanentes e sem qualquer discriminação de clientela.
Artigo 40 - Os AMIGOS DO BEM poderão reformar o presente estatuto a qualquer tempo , por decisão da maioria absoluta de seus
sócios, em Assembléia Geral Extraordinária, convocada especialmente para esse fim, nos termos do artigo 15, item II, e entrará em
vigor na data de seu registro em cartório.
Artigo 41 - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia Geral.
Artigo 42 - É vedado aos AMIGOS DO BEM participar de campanhas de interesse político-partidário ou eleitoral sob quaisquer meios
ou formas.
Artigo 43 - É expressamente proibido o uso da denominação social e atos que envolvam os AMIGOS DO BEM em obrigações relativas
a negócios estranhos ao seu objetivo social, especialmente a prestação de avais, endossos, fianças e caução de favor.
São Paulo, 12 de Abril de 2006
ALCIONE DE ALBANESI
PRESIDENTE
Dra. Natália Tomazini Galão
OAB-SP n.º 116.803
Sergio Gonçalves
Secretário da Assembléia Geral
AMIGOS DO BEM INSTITUIÇÃO NACIONAL CONTRA A FOME E A MISÉRIA - OSCIP
05 108 918 0001 - 72
Relação dos Membros da Diretoria e do Conselho Fiscal , contemplando as deliberações da Assembléia Geral Extraordinária,
por votação realizada em 17 Fevereiro de 2006, cujo mandato, irá encerrar-se em 17/02/2010.
Diretoria:
Presidente: Alcione de Albanesi,
Vice-Presidente : Arnaldo de Albanesi,
Primeiro-Secretário : Sergio Gonçalves,
Segundo-Secretário : Alceu Caldeira de Oliveira Filho,
Primeiro-Tesoureiro : Rosário Delmando Neto,
Segundo-Tesoureiro : Luiz Tadeu Valêncio,
Membros Efetivos - Conselho Fiscal:
Ademir Matheus,
Rodolfo Candia Alba Junior,
Luiz Menegazzo,
Membros Suplentes - Conselho Fiscal:
Wagner Professiori,
(continuação da relação dos Membros da Diretoria e do Conselho Fiscal de AMIGOS DO BEM INSTITUIÇÃO NACIONAL
CONTRA A FOME E A MISÉRIA – OSCIP - cnpj 05 108 918 0001 – 72)
Mônica Tomazini Galão,
Ubiratan Reis Ribeiro,