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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA (PR

)

VARA CÍVEL DA CIDADE

PEDE PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO DA AÇÃO – AUTOR DA AÇÃO PORTADOR DE DOENÇA GRAVE e IDADE SUPERIOR A 65 ANOS (art. 1211-A do P !

DISTRIBUIÇÃO DE URGÊNCIA
PROCEDIMENTO CIRÚRGICO NEGADO

"OS# DAS $UANTAS, brasileiro !asa"o i#"$s%ri&rio resi"e#%e e "o'i!ilia"o #a R$a Xis%a #() *** + Ci"a"e (PR) EP %&. 1122''-((( ,e' !o' o "e,i"o res-ei%o . -rese#/a "e Vossa E0!el1#!ia i#%er'e"ia"o -or se$ -a%ro#o + instrumento procuratório acostado 22 !a$s3"i!o es%e i#s!ri%o #a Or"e' "os A",o4a"os "o 5rasil Se/6o "o
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Para#& sob o #() 778899 !o' e#"ere/o -ro:issio#al si%o #o i#s%r$'e#%o -ro!$ra%;rio ora a!os%a"o o#"e e' a%e#"i'e#%o aos "i%a'es "o ar%) 7< i#!) I "a Le4isla/6o A"=e%i,a Ci,il i#"i!a2o -ara i#%i'a/>es #e!ess&rias -ara a=$i?ar a -rese#%e

AÇÃO COMINATÓRIA C/C PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA,
!o#%ra P)ANO DE SA*DE +ETA -essoa =$r3"i!a "e "irei%o -ri,a"o -oss$i"ora "o CNPJ(M@) #() AA)BBB)CCCD***92EE es%abele!i"a #a A,) "a saF"e #( **** e' Na%al (RN) EP ''(((-555 e' ra?6o "as =$s%i:i!a%i,as "e or"e' :&%i!a e "e "irei%o abai0o e,i"e#!ia"as) INI IA)MENTE 1! PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO DESTE PRO EDIMENTO "UDI IA) O A$%or e' :a!e "o G$e "is->e o C;"i4o "e Pro!esso Ci,il asse,era G$e H ,ortador de doe%-a .ra/e + documento comprobatório anexo 22 0a1e%do 2345 ,orta%to5 6 ,r7or7dade %a tra87ta-9o do ,re4e%te ,ro:e44o 5 o ;3e de <o.o a4478 o re;3er. (do:. =1! Por o$%ro I#4$lo ai#"a e' !o#so#I#!ia ao G$e "is->e o 'es'o ar%i4o "o C;"i4o "e Pro!esso Ci,il asse,era G$e > %a4:7do e8 23<?o do a%o de 1@(( +
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el :ora .3a< o3 43.r7or7dade %a tra87ta-9o do .i"e#!ia"os o A$%or %ra? .ortadora de doe%-a .documento comprobatório anexo 22 0a1e%do 2345 .7:a 78ed7ata -ara re.or 8a74 e4te 8ot7/o5 6 . =2!) ADIGO DE PRO ESSO IVI) Ar%) 9)8992A + Os -ro!e"i'e#%os =$"i!iais e' G$e :i4$re !o'o -ar%e o$ i#%eressa"o -essoa !o' 7dade 7.008/09 ) A)BGERAS ONSIDERAÇCES DETI AS O Pro'o. 12.ro:e44o(do:. ='F=()) O A$%or so:rera a!i"e#%e a$%o'obil3s%i!o #o "ia **D99D**** .re4e%te .orta%to5 . !ola/6o e0a'es ob%i"os =$#%o ao Hos-i%al X e #o Labora%.3#!$lo !o#%ra%$al "e assis%1#!ia "e saF"e !o' a RH "es"e o "ia ** "e 'ar/o "e **** !$=o !o#%ra%o e !ar%eira "e !o#. =5F=6)) 20 OM URGGN IA5 de :orre-9o :7rHr.ra/e %er6o -riori"a"e "e %ra'i%a/6o e' %o"as as i#s%I#!ias) ( com redação da Lei nº.es seG$elas "o al$"i"o si#is%ro) Hos-i%ali?a"o o 'es'o #e!essi%a o!asio#a"o -ela r$-%$ra "e osso :e'$ral) A !orroborar os ar4$'e#%os s$-ra e.er7or a 6= ( 4e44e%ta ! a%o4 o$ .e#%e 'a#%H' .rio J os G$ais rela%a' sobre%$"o !o'-ro'e%i'e#%o !l3#i!o "o -a!ie#%e ora A$%or ( do:4.i#"o a so:rer 4ra.arar $'a "e s$as -er#as) Esse :a%o la'e#%&.1#io se4$e' a#e0os (do:4.

%ese :e'$ral) Ao !Ke4ar .e"a#"o a !o#!ess6o "e -r.aloresL 20 .ro:ed78e%to :7rHr. . (.ra/e e re:<a8a .e#/6o !irFr4i!a e 'ais $'a prótese total coxo femural tipo ( do:.i"a e0is%ia !l&$s$la e0-ressa .7:o de 78ed7ato) Dia#%e "is%o o A$%or -ro!$ro$ a RH -ara a$%ori?ar o -ro!e"i'e#%o !irFr4i!o !o' o :or#e!i'e#%o "ia#%e "a soli!i%a/6o -rH.%ese) AG$i e e0-ressa'os !o' -ro:$#"o -esar es%a'os "ia#%e "e "ois . ! ( destacamos ) Co'o se -er!ebe a 47t3a-9o :<J%7:a do A3tor > .%ese o Dr.H& o$%rossi' "e!lara/6o e0-ressa "e se$ 'H"i!o2!ir$r4i6o #a Ki-. 7:ra%o de ta< (CRMDPR #( ****) reG$isi%a#"o a -ro#%a i#%er. =I)) No !aso e0-resso$ o !ir$r4i6o #a "e!lara/6o s$-ra G$eL ! "olicito# prótese total coxo femural $ustificati%a# &aciente %'tima de acidente necessitando de reparação do osso femural( rompido em acidente automobil'stico. ).ia "o 'H"i!o2!ir$r4i6o "a -r.ara 74to5 G$a#"o #o e#%e#"i'e#%o "a Pro'o. E'-resa X ora RH o -lei%o "e :or#e!i'e#%o "o 'a%erial s$-ra al$"i"o :ora i#"e:eri"o sob o ar4$'e#%o -3:io "e G$e %9o ?a/er7a :oKert3ra :o%trat3a< . .

<a%o de 4aHde. DO DIREITO A re!$sa "a RH H ali!er/a"a #o G$e e0-ressa a :<L343<a M. M abs$r"o e . =')L N )EUSU)A M – ONDIÇCES NÃO ONERTAS PE)O ONTRATO O)9) Es%6o e0!l$3"as "a !ober%$ra "es%e -la#o %e#Ka o$ #6o Ka.I "o !o#%ra%o e' re:er1#!ia G$e assi' re?a (do:.i"e#!ia la'e#%a.ro:ed78e%to :7rHr.ual.el'e#%e "o G$a"ro :&%i!o e#!o#%ra"o #es%a e0or"ial) HOC IPSUM EST.uer nature-a.erar2se isso 'as H o G$e se e. N (#6o e0is%e' os "es%aG$es #o %e0%o ori4i#al) Mas %al !o#"$%a #6o %e' abri4o le4al E0!el1#!ia) 20 .1.1.i"o i#%er#a/6o Kos-i%alar as "es-esas "e!orre#%es "eL 8.o /a<or da /7da e8 deKate d7a%te do4 :34to4 de 38 .7:o5 o35 e8 H<t78a a%L<74e5 o <3:ro do .*) +ornecimento de próteses( órteses e seus acessórios( de .er4o#Koso asse.

elacionados com a "a3de( da <r=ani-ação >undial de "a3de( respeitadas as exi=1ncias m'nimas estabelecidas no art.A -r. órteses e seus acessórios não ligados ao ato cirúrgicoA (.a"os "e saF"eL .o Nra47<e7ro de De0e4a do o%4387dor :o8e%tado .ro2etoP o#"e e0%rai2se a se4$i#%e li/6oL 20 .edação dada pela >edida &ro%isória nº 2. !ola/6o #o -la#o "a "o$%ri#a a obra P Pd7.656F@M (art.uando necess7ria a internação 5ospitalar( das doenças listadas na 8lassificação 9stat'stica :nternacional de oenças e &roblemas ..ada4 ao ato :7rHr.edação dada pela >edida &ro%isória nº 2.) @:: 0 fornecimento de próteses.<a%te de .%ese re!la'a"a #6o -o"eria ser #e4a"a -ela RH $'a . 1=5 VII!5 G$e "is->e sobre os -la#os e se4$ros -ri.rPte4e45 Prte4e4 e 4e34 a:e44Pr7o45 <7.1**0??( de 2001) (. 10. 12 desta Lei( exceto# (.art7r da )e7 @. / institu'do o plano0refer1ncia de assist1ncia 2 sa3de( com cobertura assistencial m4dico0ambulatorial e 5ospitalar( compreendendo partos e tratamentos( reali-ados exclusi%amente no 6rasil( com padrão de enfermaria( centro de terapia intensi%a( ou similar( .rt.e<o4 a3tore4 do a%te.7:o5 a:?a-4e /edada a .e? G$e a eO:<349o da :oKert3ra do 78.1**0??( de 2001) Des%a!a#"o2se G$e a !l&$s$la H "Fbia %ra?e'os ..

"O código exige que a redação das cláusulas contratuais seja feita de modo a facilitar sua compreensão pelo consumidor para que a obrigação por ele assumida para com o fornecedor possa ser exigível. 6 7omentários de 8elson 8er9 /:nior ao artigo . pp.. .eria #o%. 2+**. *+." &Código Brasileiro de Defesa do Consumidor comentado pelos autores do anteprojeto . -d. !e outra parte.<a%o de 4aHde ora Pro'o. não )averá exigibilidade do comando emergente dessa cláusula. desonerando se da obrigação o consumidor.' "( preciso tamb%m que o sentido das cláusulas seja claro e de fácil compreensão. cuja lógica facilita sobremodo sua compreensão. deve se evitar.rio !o#:ro#%o & "is-li#a "a C. express$es t%cnicas não usuais e palavras em outros idiomas. tanto quanto possível..<'.a #o !o#%ra%o #a 'e"i"a G$e #es%e !aso Ka. O cuidado que se deve ter na redação das cláusulas contratuais. &. !ober%$ra -re. especialmente das cláusulas contratuais gerais que precedem futuro contrato de adesão.i"a ao #e4ar o "irei%o . !o contrário.%ese #o -a!ie#%e es%& i#%ri#se!a'e#%e li4a"a ao a%o !irFr4i!o de/e 4er :o%47derada aK347/a a :o%d3ta do . Sabe#"o2se G$e a i'-la#%a/6o "a -r.i"as !o'o "i%o K& e0%re'a"a "$bie"a"e #a mens le=is contratualis G$e se ob=e%i. a utili"ação de termos ling#ísticos muito elevados. compreende a necessidade de desenvolver se a redação na linguagem direta. 334 335.is%a #o !o#%ra%o !elebra"o e#%re as -ar%es ora li%i4a#%es) Se' so'bra "e "F."i4o Co#s$'eris%aL 20 .io de /aneiro0 1orense.

.CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Art.. na ure/a e con e0do do con ra o( o interesse d#s %#rtes e outr#s circunst6nci#s %ecu+i#res #o c#so." -Art. -Art...As c+áusu+#s contr#tu#is serão in er!re adas de maneira mais fa"or#"el ao consumidor.! 3 1º .! II " res rin%e direi os ou o$ri%aç&es fundamen ais ineren es .! III " # informação adequada e clara sobre os di$erentes %rodutos e ser&i'os( com es%eci$ic#'ão corret# de )u#ntid#de( c#r#cter*stic#s( com%osi'ão( )u#+id#de e %re'o( bem como sobre os riscos )ue #%resentem... . 01 " São nulas de !leno direi o( entre outr#s( #s c+áusu+#s contr#tu#is re+#ti&#s #o $ornecimento de %rodutos e ser&i'os )ue: .! I2 " es a$eleçam o$ri%aç&es consideradas in'quas( a$usi"as( que coloquem o consumidor em des"an a%em e)a%erada( ou se*am incom!a '"eis com a $oa+f. 6º .... ou a eq-idade./ . - 20 .Presume-se e4#5er#d#( entre outros c#sos( # &#nt#5em )ue: .São direitos básicos do consumidor: .

o de De0e4a do o%4387dor "e sor%e a al!a#/ar os :i#s so!iais -re!o#i?a"os #a Co#s%i%$i/6o @e"eral) Por a-ro-ria"o "es%a!a'os G$e o !o#%ra%o e' li/a res%a alber4a"o -ela i#%er-re%a/6o "o C.M !o#sabi"o G$e a4 :<L343<a4 :o%trat3a74 at7%e%te4 ao4 . Contratos no Código de Defesa do Consumidor: o novo regime das relações contratuais. quando essencial para garantir a sa:de e.4*GCAH. Iin. . em algumas ve"es. *+25 *+2G' 20 <L3d7a )78a Mar. Súmula nº 469 . Kuarta Burma. a vida do segurado. De bo' al. j. rel. -d.KL-A. de relevDncia social e individual. 7omo ensina o AB/0 6= exclusão de cobertura de determinando procedimento m%dicoC)ospitalar. pela colisão de direitos fundamentais. pp."i4o "e De:esa "o Co#s$'i"orL STJ.<a%o4 de 4aHde de/e8 4er 7%ter. !/e *FC*+C2++5'.i%re "es%a!ar o 'a4is%Hrio "e G$a#"o -ro:essa %o!a#%e ao ass$#%o s$-ra2abor"a"o G$eL 6= evolução da jurisprud>ncia culminou com a consolidação jurisprudencial de que este contrato possui uma função social muito específica. Aa:de % direito constitucionalmente assegurado.3e4 . Aão Haulo0 .-sp *5F.E &I=.A%+ic#-se o C7di5o de 8e$es# do Consumidor #os contr#tos de %+#no de s#9de. 7láudia Jima.o47-Qe4 do Pd7.B. que leva a optar pelo direito ? vida e ? sa:de e não aos interesses econ@micos em jogo. *5C+GC2++5. daí ser sua elaboração limitada pela função.retada4 e8 :o%23%to :o8 a4 d74.E &. 2+**. toca diretamente direitos fundamentais. vulnera a finalidade básica do contrato. <. Juis 1elipe Aalomão..

o#%a"e e . 1:6."i4o Ci.e#!io#is'o !a"a .e? 'aior #as rela/>es !o#%ra%$ais "e.a e a :$#/6o so!ial "o !o#%ra%o) A be' "a .a e a :$#/6o so!ial "o ser.r7%:J.s -rerro4a%i.rPte4e e8 ra19o do 0ator . A s#9de .a "e !olo!a/6o "a -r.ersa o art. III) o#"e #6o se -o"e :a?er a re"$/6o "o Ko'e' .i"a "a -essoa K$'a#a) AG$i es%a'os "ia#%e "e $' %r3-li!e !e#&rio o$ se=aL !o#!er#e#%es .i/o -res%a"o #os %er'os "o C. .a%do o 0or%e:78e%to de .as !o#s%i%$!io#ais "o !i"a"6o a li'i%a/6o "a a$%o#o'ia "e . direito de todos e de&er do Est#do( 5#r#ntido medi#nte %o+*tic#s soci#is e econ<mic#s )ue &isem = redu'ão do risco de doen'# e de 20 .il a lei .%ese a%e#%aria !o#%ra a boa2:H ob=e%i.e' -ara li'i%ar a a$%o#o'ia "e . 1&5 7%:.e#era/6o "os "irei%os "a -erso#ali"a"e) A"e'ais .a"o e' !o#si"era/6o o -ri#!3-io "a boa2:H ob=e%i.er"a"e 3#!li%o Ma4is%ra"o a R>5 ao to8ar e4ta 8ed7da de re:34a aK347/a e od7o4a5 %e.Por essas ra?>es e#%e#"e'os G$e a #e4a%i.o#%a"e %e#"o o Es%a"o $' -a-el "e i#%er. !o#"i/6o "e 'ero ob=e%o "o Es%a"o "e %er!eiros) Ve"a2se !o'o "i%o a !oisi:i!a/6o "a -essoa o$ se=a a .e#"o ser le.re-o 5 :o74707:o3 a /7da :o8o oK2eto) A #ossa Car%a Pol3%i!a e0al%a o . 1@6 da o%4t7t37-9o Dedera< G$eL CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art.7o da d7.il e "a "i4#i"a"e "a -essoa K$'a#a -ri#!3-ios :$#"a'e#%ais "a C@DOO) De a!or"o !o' o C."i4o Ci.%7dade ?38a%a( D5 art.

saF"e e -or !o#se4$i#%e o "irei%o & -r. DU LO DESVIO A DESAFIAR CONDENAÇÃO TANTO ARTE DA ORTO LAN.ode 07:ar 6 8er:R de 8ero4 7%tere44e4 e:o%S87:o4-07%a%:e7ro45 de :3%?o <3:rat7/o. COMO LA(ORARAM EM OR IM LANTAÇÃO DE MODELO DIVERSO DO AD)UIRIDO. A ELAÇ!ES C"VEIS.-ria . DE R%TESE R%TESE. DANO MATERIAL CONFI$URADO.i"a !o' G$ali"a"e e "i4#i"a"e !o#s$bs%a#!ia "irei%o :$#"a'e#%al i#ere#%e a %o"o ser K$'a#o "e sor%e G$e %9o . OR ARTE DA UNIMED. INADMISSI(ILIDADE. O e#%e#"i'e#%o =$ris-r$"e#!ial soli"i:i!a"o H $#3sso#o e' a!o'o"ar2se . -re%e#s6o ora %ra?i"a -elo A$%or se#6o . ELO IM ORTADA IM RESCIND"VEL CIR#R$ICA CO(ERTA COM RA EFETIVADA LANO DE SA#DE. FORNECIMENTO ARA O &'ITO DA INTERVENÇÃO LANO.e=a'osL CIVIL E CONSUMIDOR. DIREITO DE RESSARCIMENTO DOS VALORES $ASTOS INDEVIDAMENTE OR 20 . ROCEDIMENTO CIR#R$ICO.outros #5r#&os e #o #cesso uni&ers#+ e i5u#+itário =s #'>es e ser&i'os %#r# su# %romo'ão( %rote'ão e recu%er#'ão. Co' e:ei%o e0%rai2se "a lei%$ra "o %e0%o a!i'a G$e o "irei%o . AS )UAIS ERRO. RECUSA INICIAL DE ELO CONTRATANTE. A(USIVIDADE MANIFESTA DA CL*USULA RESTRITIVA DE DIREITOS. DE UM TI O ES ECIAL.

sito e tra! como consequAncia o fracasso do tratamento cir4r-ico reali!ado. RES ECTIVAMENTE. MATERIAL CONTRATADO DIVERSO DO IM LANTADO.&&*oito mil e quin!e reais/. AM(AS DO STJ. A LICAÇÃO DAS S#MULAS Nº +4 E Nº 4. o material importado recusado pelo apelado.&11. em que o paciente teve 20 . . não se 7ustificando fosse exclu do de cobertura contratual. B.. MAJORAÇÃO. 2recedentes. 1.6.010(1))% *#ei dos 2lanos e 3e-uros de 3a4de/. JUROS DE MORA E CORREÇÃO A FLUIREM A ARTIR DO EVENTO DA DATA DO DESEM(OLSO.6n casu. AM(OS DO STJ. DANOS MORAIS RECON-ECIDOS.di-o de . FI'AÇÃO DE S#MULA Nº . não obstante a cláusula que estabelece ficar exclu do da cobertura assistencial o fornecimento de materiais e medicamentos importados não nacionali!ados.CONTA DA RECUSA. JUROS DE MORA E CORREÇÃO A FLUIREM ARTIR DO RECON-ECIMENTO NESTA DECISÃO. era imprescind vel para o sucesso do procedimento médico a ser reali!ado no recorrente. de forma que é de . deve ser interpretado " lu! da #ei n$ %.O contrato de prestação de serviços médicos e hospitalares firmado entre as partes.@ finalidade primordial do contrato de adesão celebrado é -arantir a sa4de do beneficiário. de <ortale!a em =>%. . A LICAÇÃO DA RECEDENTES.rtese diversa da adquirida.efesa do +onsumidor/ e da #ei n$ ).ano 8aterial a ser suportado pela 9:68..tese(.levando em consideração as peculiaridades do caso. 3ituação a-ravada diante da contratação do material requisitado e fornecimento e implante de pr. V"TIMA )UE SITUAÇÃO A$RAVADA A ODE TER TIDO A ELA DEMORA )UANTO AO RECE(IMENTO DO TRATAMENTO RESCRITO./ DO C C. 5. E -ONOR*RIOS (ASEADA NO ART. ?.bvia compreensão que a exclusão de produto necessário ao tratamento cir4r-ico viola esse prop.&'%(1))& *+.

-ico. @ssim. 1'(&1(5&1?D 2á-. A(USIVIDADE CONFI$URADA. para se desestimular novas condutas ofensivas.tese estará. o -rau de culpa e a -ravidade da ofensa.O . REV& R%TESE.J+. ma7oração para => ?.+6.Os honorários advocat cios estipulados no presente processo obedeceram aos parFmetros estabelecidos no arti-o 5& do +2+. 2=OI6.urval @ires <ilhoD . por esse motivo. DECISÃO DE IM ROCED&NCIA.O.#O +O:G. cumpre a ma7oração do valor estipulado pelo 7u !o a quo => 1.5&&0. para => 11. e em =>1. ATO INTERNAÇÃO.es.:H.&&&. em situaçCes diversasD a capacidade econEmica dos apelados. =ecurso provido.&&&1D 3étima +Fmara + velD =el. CONTRA CIR#R$ICO E LANO RIMEIRO $RAU. muito embora não sendo capa! de compensar o dano sofrido.&& *trAs mil reais/.&0. 0. 1. . *TJCE .&&&.%. 2revisão contratual restritiva de direito que não se aplica ao caso presente.implantado pr. também a pr. diante dos transtornos pelos quais passou o autor( recorrente. na medida em que é indispensável para o sucesso da cirur-ia. necessária a implantação de pr. 2@=+6@#8.&& *cinco mil reais.&&&.@2. pois. 0?/ AÇÃO COMINAT%RIA DE SA#DE. porém terá o caráter sancionador e peda-. por atender aos fins a que se destina.&&&.&&&. o qual reputo como ra!oável. com inversão dos Enus da 20 . merecendo. para a eficácia do procedimento cir4r-ico. divididos em =>1&.&& *quin!e mil reais/.&&*de! mil reais/ " 9nimed.&& *cinco mil reais/ " empresa Ortoplan. . se o procedimento estava coberto pelo convAnio. EM CO(ERTURA RO OSTA AO OR CONSUMIDOR. CL*USULA )UE RESTRITA NE$ATIVA DE CO(ERTURA DE E'CLUSÃO.tese diversa da contratada.tese.@+ &&&B?B%15. 3entença reformada.

%. 0. 1. 8ostra-se abusiva a cláusula restritiva de direito que prevA o não custeio de pr.sucumbAncia. FORNECIMENTO DE R%TESE NO SA#DE. CL*USULA A(USIVA.dson #ui! de Kueir.5&&). . 5. . respeitando-se. 0'15'''D 3ão 2auloD Kuinta +Fmara de . exorbitam a normalidade. o que apenas pode ser dito pelo médico que acompanha toda a evolução do quadro cl nico. ELO M1DICO.&&&&D @c.ireito 2rivadoD =el.!D Jul-. 1.J. ?. B. redu!indo-a quando necessário.32 1'(&1(5&1?/ A ELAÇÃO C"VEL. a ra!oabilidade e a proporcionalidade.rio.@2# )5&1%01-0). *TJS . quanto " fixação do valor arbitrado.tese. @ 7urisprudAncia pátria é assente no sentido de que se aplicam aos planos de sa4de os ditames do +. 5B(&B(5&1?D . AÇÃO DE O(RI$AÇÃO DE FA0ER COM INDENI0AÇÃO MODELO INDICADO INCID&NCIA. C%DI$O DE DEFESA DO CONSUMIDOR. @streintes 20 desproporcional ao tempo de inadimplAncia e ao valor indeni!at.+.50. DANOS CARACTERI0ADOS. Os transtornos ocasionados " pessoa que se encontra fra-ili!ada em face da doença que a atin-e. 6ndeni!ação por danos morais que se mostra poss vel e necessária. dessa forma. NE$ATIVA MORAIS ARCIAL DO EDIDO DE LANO E DE OR DANOS MORAIS. 2orém. imprescind vel para o Axito do procedimento cir4r-ico coberto pelo plano. DEVER INDENI0AR. . que o paciente fique impedido de receber o tratamento mais indicado pelo seu médico por força de cláusula limitativa. não confi-urando meros dissabores ou incEmodos da vida cotidiana.es. :ão é ra!oável. Os planos de sa4de não estão habilitados a apontar as alternativas mais indicadas ao restabelecimento da sa4de dos pacientes. MULTA COMINAT%RIA REDU0IDA.

6ndeni!ação devida.tese importada. .5&1&.+. Jul-amento antecipado da lide que não confi-ura cerceamento de defesa.efesa do +onsumidor.@p+iv 1&&B1'1-1D 3ertan. *TJMA . *TJ R .8@ 10(&1(5&1?/ A ELAÇÃO C"VEL. 8a-istrado destinatário da prova.di-o de .&&&&D @c. +láusula restritiva sem destaque.=ec &&115B5-1B.J. 2rescrição médica espec fica que reitera a necessidade daquele material.rio adequado conforme parFmetros orientadores desta cFmara recurso de apelação desprovido. inexistindo similar nacional. +erceamento de defesa inexistente. Operadora do plano de sa4de que se limitou a afirmar a existAncia de material nacional similar e de i-ual eficácia.%.1&. 15)&B'(5&1?D Herceira +Fmara + velD =el. +.ano moral confi-urado. Kuantum indeni!at. 1%%/ Dessar%e #6o H ra?o&. do +. . L B$.es. @plicação do arti-o B' do +. Jui! +onv. &)(&1(5&1?D . 3ér-io #ui! 2atitucciD .+. @busividade frente ao arti-o 1B.polisD :ona +Fmara + velD =el. :e-ativa de cobertura que confi-ura descumprimento do ob7etivo principal do contrato. #iberação do procedimento devida ile-alidade da ne-ativa. :e-ativa de cobertura de procedimento cir4r-ico com utili!ação de pr. #ourival de Jesus 3ere7o 3ousaD Jul-.el a"'i%ir G$e a RH ao "is-o#ibili?ar $' -ro!e"i'e#%o !irFr4i!o !ober%o -elo -la#o "e saF"e -ossa res%ri#4i2lo "e :or'a a !olo!ar e' ris!o o 10i%o "o -ro!e"i'e#%o a"o%a"o e "e%er'i#a"o -elo 'H"i!o) 20 . @ção de obri-ação de fa!er c(c indeni!ação por danos morais.J2= 10(&1(5&1?D 2á-.@pelação parcialmente provida.

20 . 28* do 8&8).e<o 8>d7:o do Re.e o J$i? i'-or $'a '$l%a "i&ria -ara G$e #6o Ka=a -or -ar%e "o -res%a"or "F. 8? 0 Ba ação .conceder7 a tutela espec'fica da obri=ação ou determinar7 pro%id1ncias . D 2E 0 .is%a %ra%ar2se "e .ue ten5a por obCeto o cumprimento da obri=ação de fa-er ou não fa-er( o Cui. con%ersão da obri=ação em perdas e danos somente ser7 admiss'%el se por elas optar o autor ou se imposs'%el a tutela espec'fica ou a obtenção do resultado pr7tico correspondente.rt. indeni-ação por perdas e danos se far7 sem preCu'-o da multa (art.i"as e' !$'-rir i'e"ia%a'e#%e o "esi4#o =$"i!ialL .DO PEDIDO DE TUTE)A ANTE IPADA Dia#%e "os :a%os #arra"os Ke8 :ara:ter71ada a 3r. D 1E 0 .ui%alente ao do adimplemento.3747tado .a se#6o reG$erer . a#%e!i-a/6o "a %$%ela -re!o#i?a"a #a lei) O ar%) OA "a lei !o#s$'eris%a a$%ori?a o =$i? a !o#!e"er a a#%e!i-a/6o "e %$%ela e 'ais N"endo rele%ante o fundamento da demanda Q "e.R%:7a da rea<71a-9o do ato :7rHr.7:o re.ue asse=urem o resultado pr7tico e.3ere%te !re"e#!ia"o =$#%o ao Pla#o "e SaF"e X es-e!ial'e#%e %e#"o e' .a:7e%te :o8 r74:o e' :a!e "o 'a%erial #e4a"o #6o res%a o$%ra al%er#a%i.

poder7( na 5ipótese do D FE ou na sentença( impor multa di7ria ao r4u( independentemente de pedido do autor( se for suficiente ou compat'%el com a obri=ação( fixando pra-o ra-o7%el para o cumprimento do preceito. 2*F 0 < Cui."i4o "e Pro!esso Ci..u'%oca( se con%ença da %erossimil5ança da ale=ação e# : 0 5aCa fundado receio de dano irrepar7%el ou de dif'cil reparaçãoA ou :: 0 .ue couber e conforme sua nature-a( as normas pre%istas nos arts.. D 1E 0 Ba decisão . D FE .indicar7( de modo claro e preciso( as ra-Hes do seu con%encimento.poder7( a re.rt.determinar as medidas necess7rias( tais como busca e apreensão( remoção de coisas e pessoas( desfa-imento de obra( impedimento de ati%idade noci%a( al4m de re..D FE 0 "endo rele%ante o fundamento da demanda e 5a%endo Custificado receio de inefic7cia do pro%imento final( 4 l'cito ao Cui.ue( existindo pro%a ine.uisição de força policial.uerimento da parte( antecipar( total ou parcialmente( os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial( desde . D 2E 0 Bão se conceder7 a antecipação da tutela . D ?E 0 < Cui.ue antecipar a tutela( o Cui. G88( ?I1( DD ?E e GE( e ?I10.u'%ocaQL .il %a'bH' a$%ori?a o J$i? a !o#!e"er a a#%e!i-a/6o "e %$%ela Nexistindo pro%a ine. N6o bas%asse o !o'a#"o e'a#a"o "o C.conceder a tutela liminarmente ou após Custificação pr4%ia( citado o r4u."i4o "e De:esa "o Co#s$'i"or o C. D GE 0 &ara a tutela espec'fica ou para a obtenção do resultado pr7tico e.ui%alente( poder7 o Cui. efeti%ação da tutela antecipada obser%ar7( no .uando 5ou%er peri=o de irre%ersibilidade do pro%imento antecipado. 20 .

erossi'ilKa#/a "as ale4a/>es "o reG$ere#%e e o ris!o "e "a#o irre-ar&.o e e0%ir-a/6o "o 4ra. ReG$eri"a G$e e.ia'e#%e !a$sar "a#o irre-ar&.i"e#!ia o !ar&%er i#"is-e#s&.el o$ "e "i:3!il re-ara/6o 'or'e#%e #o %o!a#%e .el a#%e a #a%$re?a "o be' =$r3"i!o G$e se -re%e#"e -reser. #e!essi"a"e "e o reG$ere#%e %er o a'-aro "o -la#o "e saF"e !o#%ra%a"o) O fumus boni júris !ara!%eri?a2se -ela -r.No G$e !o#!er#e .i"a) R l$? "o ar%) 8E7 I "o CPC a a#%e!i-a/6o "os e:ei%os "a %$%ela "e.-ria reG$isi/6o "o e0a'e -res!ri%o e:e%$a"a -or 'H"i!o !a"as%ra"o =$#%o .erossi'ilKa#/a "as ale4a/>es alH' "e :$#"a"o re!eio "e "a#o irre-ar&.el a 20 .el o$ "e "i:3!il re-ara/6o) Nes%e "ia-as6o 'os%ra2se i#G$es%io#&.el "a !ir$r4ia s$a #e!essi"a"e e $r41#!ia -ara -ossibili%ar a ob%e#/6o "e res$l%a"o -osi%i.ar 2 a saF"e e e' Fl%i'a a#&lise a .a'e "a saF"e "o A$%or) E.i"e#!ia"o i4$al'e#%e es%& o periculum in mora eis G$e a "e'ora #a !o#se!$/6o "o a%o !irFr4i!o ob=e%o "a li"e !er%a'e#%e a!arre%ar& a -ossibili"a"e "e a4ra.e ser !o#!e"i"a se es%i.ere' -rese#%es a .a i#eG$3. a#%e!i-a/6o "e %$%ela es-e!ial'e#%e -ara G$e a reG$eri"a se=a !o'-eli"a a a$%ori?ar a reali?a/6o "o a%o !irFr4i!o b$s!a"o e ar!ar !o' as s$as "es-esas =$s%i:i!a2se a -re%e#s6o -elo princ'pio da necessidade) No -rese#%e !aso es%6o -rese#%es os reG$isi%os e -ress$-os%os -ara a !o#!ess6o "a %$%ela reG$eri"a e0is%i#"o -ro.a'e#%o "o G$a"ro !l3#i!o "o A$%or e G$e a sol$/6o %ar"ia "a 'olHs%ia -o"e ob.o!a e .

-ria) DIANTE DISTO5 RE$UER-SE5 AUTORI+E O PRO EDIMENTO OMO MEDIDA DE TUTE)A OM O ANTE IPADA5 INAUDITA ALT !A "A!#5 NO SENTIDO DE DETERMINAR $UE A R# IR*RGI O ORA RE )AMADO PE)O AUTOR5 DORNE IMENTO IMEDIATO DA PRATESE OTO DEMURA) TIPO D5 SON PENA DE MU)TA DIERIA DE RU 1.%ese) Co'o se obser.i"e#%e $'a .eis) Is%o .e' %or#a#"o o Pro'o.e#!e"ora #a li"e -o"er& ressar!ir2se "os 4as%os G$e e:e%$o$ 'e"ia#%e a/6o -r.a "e :or#e!i'e#%o "a -r.e#%e e0%re'a'e#%e #er.oso !o' s$a si%$a/6o "e 4ra.e ser !o#"e#a"a a re-arar os "a#os so:ri"os -elo A$%or) O 'es'o %o'o$2se "e a#4$s%ia ao saber G$e s$a !ir$r4ia #6o seria reali?a"a e' :a!e "a abs$r"a #e4a%i.e? G$e a reG$eri"a se .a -elo la$"o :or#e!i"o -elo 'H"i!o o -a!ie#%e(ora A$%or) e#!o#%ra2se !o' re!la'a/6o "e "ores i#s$-or%&.===5==(MI) REAIS!5 DETERMINANDO-SE5 OUTROSSIM5 $UE O MEIRINVO UMPRA O PRESENTE MANDADO EM ARETER DE URGGN IA ) DA REPARAÇÃO DE DANOS A RH "e o$%ro !o#%e0%o "e.i"a %$"o -or !o#%a "a abs$r"a e #e4li4e#%e re!$sa) 20 .!o#!ess6o "a %$%ela -ara -ossibili%ar a !o#se!$/6o "o e0a'e -res!ri%o -elo 'H"i!o #a 'e"i"a e' G$e o se4$ra"o !o#%i#$a e0-eri'e#%a#"o :or%es "ores #o !or-o e so:re#"o "es'aios re-e#%i#os) A re/er47K7<7dade da 8ed7da %a'bH' H e.e ris!o "e .

m comete #to i+*cito o titu+#r de um direito )ue( #o e4erc@-+o( e4cede m#ni$est#mente os +imites im%ostos %e+o seu $im econ<mico ou soci#+( %e+# bo#-$.3er-4e 4e2a rat707:ada5 %a 4e%te%-a5 e8 todo4 o4 4e34 ter8o45 o . ou %e+os bons costumes.e%a4 da re/e<7aW K! re.ed7do4 0or83<ado4 %e4ta de8a%da5 .a-9o da re.is%a o G$e #es%e !o#%e0%o "is!i-li#a o C.ra1o <e.ara tor%ar de07%7t7/a a a%te:7.a<5 .ed7do de t3te<a a%te:7.ada ora 0or83<adoW :! 4e2a8 "U)GADOS PRO EDENTES todo4 o4 .re4e%te 0e7to5 4oK a4 .3ere%do5 %o .3er7da e8 :34tear eFo3 20 .ilL CÓDIGO CI1I2 Art.e44oa de 4e3 re.ara5 .re4e%ta%te <e.a-9o de t3te<a :o%:ed7da e de:<arar a oKr7. 1?/ " T#mb."i4o Ci.3er7da5 %a .a<5 :o%te4tar o . PEDIDOS e RE$UERIMENTOS Dia#%e "o G$e :oi e0-os%o -lei%eia o A$%or G$e Vossa E0!el1#!ia "e:ira os se4$i#%es -e"i"osL a! a :7ta-9o da re.N6o -er!a'os "e .

a8e%to de :34ta4 .re4e%ta%te <e.alor es%i'a%i.a.rod3-9o de .ede5 8a745 a :o%de%a-9o da 8e48a 7%de%71a-9o .o D5 de4:o%4t7t37%do-4e a :<L343<a :o%trat3a< .re/e2a a eO:<349o do 0or%e:78e%to de .<eta t7.e-a 7%7:7a<5 Ke8 :o8o o 0or%e:78e%to da .rPte4e4 e Prte4e45 :o8 a :o%de%a-9o da Pro8o/7da ao .o44307:7R%:7a do A3tor 0re%te 6 Re.3er7da5 %o4 ter8o4 do art7.rote4ta e re.3e . 1M6 :F: art.7:o de4:r7to %e4ta .a< da re.o4a"o 2 OA5(PR) 998877 Beltrano de tal 20 .o 7/7<W e! :o8 a 7%/er49o do S%34 da .rPte4e :oOo 0e83ra< :o8.ro/a4 ad8744J/e74 6 e4.3erer.o 6& 7%:74o VIII do D 5 .3er7da e de te4te83%?a45 Ke8 :o8o .ro:e443a74 e ?o%orLr7o4 ad/o:atJ:7o45 e4te4 a 4ere8 arK7trado4 e.ro/a5 0a:e 6 ?7.a3tor71ar a rea<71a-9o do ato :7rHr.or da%o4 8ora745 %a 0or8a do art.37tat7/a8e%te .3er a .>:7e 5 e8 e4. D&2se .erJ:7a5 4e o :a4o a4478 o re. !a$sa o .e:7a< a o7t7/a do re.o "e RS 9** **(!e' reais)) Res-ei%osa'e#%e -e"e "e:eri'e#%o) Ci"a"e (PR) ** "e 'aio "o a#o "e ****) A". 1MI do Pd7.or Vo44a EO:e<R%:7aW d! .

20 .