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Lucas Pigarri Abreu Brenda Barros Lopes

DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA DO AGREGADO MIÚDO NBR-NM 248:2003

Palmas 2013
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2 Lucas Pigarri Abreu Brenda Barros Lopes DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA DO AGREGADO MIÚDO NBR-NM 248:2003 Relatório apresentado como requisito parcial da disciplina de Tecnologia do Concreto do Curso de Engenharia Civil sob orientação Da Professora Gabriela Coelho Pedreira Palmas 2013 2 .

....................................................................................... 5 3..........12 3 ...........................................................0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......................... 8 4...............................0 CONCLUSÃO .............. 9 5.................1 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ............................. 6 3........ 7 3..........................................................................3 SUMÁRIO 1.................. 4 2........... 6 3..3 OBSERVAÇÕES..........0 OBIJETIVO...............................2 PROCEDIMENTO..............................................0 RESULTADOS E DISCUSSÕES................................................................................0 INTRODUÇÃO...................10 6.......................................................................................................................................................11 7.................................................0 METODOLOGIA.0 ANEXOS...............................................................

0 INTRODUÇÃO Segundo bauer “agregado é o material particulado. constituido de misturas de particulas cobrindo extença gama de tamanhos”.75mm) e graúdo (britas e pedregulhos partículas que não passam pelapeneira #4. incoesivo. Os agregados são formados por uma gama de tamahos chamada de graduação. de atividade quimica praticamente nula.4 1. Os agregados seguem diversas classificações de acordocom a origem.partículas que passam pela peneira #4. dimensões da partícula e peso específico aparente.75 mm e passam pela peneira #152 mm). Sabendo a massa de agregado de cada diâmetro presente em uma amostra ten-se então a distribuição granulométrica desse agregado. De a c o r d o c o m a s d i m e n s õ e s d a p a r t í c u l a p o d e m s e r c l a s s i f i c a d o s e m agregado miúdo (areias . 4 .

requerendo boa pasta de aglomerante.5 2. A finalidade primordial dos estudos granulométricos é encontrar a composição granulométrica que dê a maior compacidade possível.0 OBIJETIVO Este ensaio tem como objetivo determinar a composição granulométrica do agregado miúdo. 5 . tais como a determinação do Módulo de Finura que indicará possíveis variações de superfície nos agregados. As especificações fixam limites de granulométrica entre os quais deve estar compreendida a composição granulométrica de um agregado a ser empregado em concreto. Através dos resultados da composição granulométrica iremos classificar as partículas de uma amostra pelos respectivos tamanhos e medir as frações correspondentes a cada tamanho extraindo valores que auxiliarão nos estudos das argamassas e dosagem do concreto. acarretando economia e aumento da resistência dos concretos e argamassas. e da Dimensão Máxima Característica que permitirá selecionar o agregado miúdo adequando segundo as necessidades das peças a serem concretadas.

1 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS      Balança com precisão de 0. pequena. Algumas bacias de alumínio.0 METODOLOGIA 3. Agitador mecânico de peneiras Agregado miúdo 6 .1g: Série normal de peneiras com tampa e fundo.6 3.

Pegou a primeira porção e colocou sobe as peneiras de série normal que estavam no agitador mecanico. Primeira mente foi recolhido duas porções de 500g de agregado miúdo em dois recipientes metálico no qual estavam em temperatura ambiente. 7 . Depois de concluido estes processos repetiu-os com a outra porção e esecultou os calculos pertinentes.7 3.1g. Apos a agitação de 60s de peneiramento levou-se os resultados de cada material retido e os pesou utilisando aproximação de 0.2 PROCEDIMENTO.

O somatório de todas as massas não deve mais de 0.3% da massa seca da amostra. para amostras da mesma origem.3 OBSERVAÇÃO Ao fim do ensaio deve-se determinar a massa total de material retido em cada uma das peneiras e no fundo do conjunto.8 3. Determinar o modulo de finura com aproximação de 0. Os modulos de finura não devem variar mais do que 0. Inicialmente introduzida no conjunto de peneiras. As porcentagens retidas individualmente não devem ser mais de que 4%.2 para o material de uma mesma origem.01. 8 .

9 .9 4.0 RESULTADOS E DISCUSSÕES Após a elaboração do ensaio cujo foi esecutado conforme a norma adiquiriu-se os seguintes resultados: MÓDULO DE FINURA: 3.51% DIMENÇÃO MÁXIMA: 4.8mm As informações recolhidas deram resultado aos resultados que determinam a qualidade do agregado trabalhado.

10 . Por outro lado o módolo de finura não coicidiu com o especificado pela norma.3 da massa inicial.2 de diferença de uma amóstra para outra sendo de mesma origem. O somatorio de todas as massas introdusidas no conjunto de peneiras não diferiu mais que 0.10 5. verificou-se a composição granulométrica do agregado miúdo no qual o teve resultados que não coedizem com o esperado. As porcentagens retidas individualmente não deiferiu de 4% para a outra amostra.0 CONCLUSÃO A partir do processo experimental no qual foram executados processos pré-determinados e orientado. cujo modolo de finura não deveria ultrapassar 0.

Falcão.ed.aspx?ID=9257...br/norma. 5. LTC.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAUER. Materiais de construção Vol.1. Rio de Janeiro.abntcatalog. Concreto: estrutura. LTC. 2000.ed. 0. 1999.ed.ed. A. Propriedades do concreto. Adam M. 1994. L. 0. http://www.. Propriedades e materiais. 5. 2. A. MEHTA.11 6. L. Sao Paulo:. Sao Paulo:. 0.com. 11 . 0... Pini.. Materiais de construção Vol. Pavindar Kumar. 1. 1997. Falcão..2. BAUER. Rio de Janeiro.. NEVILLE.. Pini.

12 7.0 ANEXOS FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 12 .

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