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;<. A PNDR em 2 tempos: A experiência apreendida e o olhar pós 2010.

*rasília$ D6= ;inistério da <ntegração /acional 1;<4$ 8ecretaria de Desenvolvimento 7egional$ >?@?.  A QUESTÃO REGIONAL NO BRASIL E O CONTEXTO ATUAL

 A questão regional não é reflexo de um problema econômico ou de um problema político apenas. Deve-se levar em consideração os processos de integração físico-territorial e de integração econômica foram conduzidos no país ao longo de sua ist!ria recente.  A fr"gil integração físico‐territorial e o pacto velado em torno da manutenção da unidade territorial do país tiveram reflexo no processo de integração da economia nacional. Até o século ## as economias regionais relacionavam ‐se mais com outros países$ por meio do comércio externo$ do que entre si$ configurando assim a c amada %economia de arquipélago&. 'ssa din(mica foi alterada com o processo de industrialização.  )" algum tempo o *rasil vem desenvolvendo e aprimorando suas políticas regionais. +corre que essas políticas t,m priorizado os aspectos econômicos e negligenciado os aspectos políticos envolvidos na questão.  A GÊNESE DA QUESTÃO REGIONAL E O PAPEL DO NORDESTE

 A inefici,ncia das políticas ídricas abriu espaço para a emerg,ncia do que ficou con ecido como -ind.stria da seca-. + /ordeste$ segundo maior eleitorado do país$ tornou‐se alvo de interesses político‐partid"rios que privilegiaram empreender aç0es direcionadas para os efeitos$ e não para as causas$ da seca e da miséria econômica que assolavam a região.  A elaboração do Relatório do Grupo de Tra al!o para o De"e#$ol$i%e#to do Norde"te 123D/4$ coordenado pelo economista 5elso 6urtado$ mostrou que o problema do /ordeste não se limitava ao problema da seca. 5om base no 7elat!rio$ propôs-se a criação da 8uperintend,ncia de Desenvolvimento para o /ordeste 18udene4 e$ a partir daí$ requalificou o desen o das políticas regionais brasileiras.  A proposta contida no 23D/ não se referia 9 medidas paliativas$ pelo contr"rio$ desen ava um pro:eto de desenvolvimento para o /ordeste vinculado ao pro:eto de desenvolvimento do pr!prio país.

li"e" da di#-%i.  A#.e#te  Ao longo do período >??>‐>??F$ a din(mica produtiva brasileira$ expressa pela variação do A<* microrregional em termos constantes$ demonstra que taxas significativas de crescimento da produção ocorreram principalmente na Amazônia Gegal e em "reas pontuais no 8udeste$ no 5entro ‐+este e no /ordeste.  A partir de meados da década de @BB?$ com certa estabilidade monet"ria e o controle da inflação que assolou o *rasil anos atr"s$ o desafio dos governos t.s premissas consideradas fundamentais 9 retomada firme e consistente da questão regional no país= a4 promoção e integraçãoDarticulação das instituiç0es de governo para o esforço de redução das desigualdades regionaisE b) adoção de estratégias de ação em m. As desigualdades intrarregionais se acentuaram$ revelando que os benefícios do crescimento econômico e da modernização produtiva não foram absorvidos pela maioria da população nordestina.ltiplas escalas geogr"ficas 1em contraposição ao modelo tradicional de ol ar para as macrorregi0es do país$ sobretudo /orte$ /ordeste e 5entro‐+este4E c4 consolidação da A/D7 como política de 'stado 1e não apenas de governo$ o que não garante sustentabilidade ao processo4.  + documento original da A/D7 apresentou tr. A valorização da democracia e a inserção do país numa economia cada vez mais globalizada constituem ‐se em elementos de parametrização indispens"veis.  A RETO+ADA DA QUESTÃO REGIONAL BRASILEIRA E O PAPEL DA PNDR  A Aolítica /acional de Desenvolvimento 7egional 1A/D74$ cu:a proposta original foi elaborada no final de >??C pela equipe da 8ecretaria de Aolíticas de Desenvolvimento 7egional do . A dimensão política da questão regional começa$ então$ a adquirir visibilidade. 2rande parte das regi0es com taxas de crescimento expressivas$ .inistério da <ntegração /acional constituiu passo significativo para arrefecer as acentuadas desigualdades regionais. POL&TICAS REGIONAIS' A(AN)OS E DESA*IOS  Apesar dos avanços econômicos atingidos$ tais iniciativas$ como$ os Alanos /acionais de Desenvolvimento e os 6undos 6iscais de <nvestimento não foram suficientes para promover mudanças na estrutura social da região.a produti$a re/io#al ra"ileira re.m sido o de atribuir novos par(metros ao plane:amento governamental e$ de alguma forma$ 9s políticas regionais.

+ ob:etivo é a criação de emprego e a desconcentração da renda por meio da inclusão socioprodutiva$ do empoderamento de atores nos territ!rios e do incentivo a modos de produção ambientalmente sustent"veis como mecanismos de redução de desigualdades regionais.s grandes programas que possuem iniciativas voltadas para a reversão do quadro de desigualdade e de exclusão das regi0es brasileiras e de suas populaç0es= o Arograma de Aromoção da 8ustentabilidade de 'spaços 8ub‐regionais 1Aromeso4$ o Arograma de Desenvolvimento <ntegrado e 8ustent"vel do 8emi"rido 15onviver4 e o Arograma de Aromoção do Desenvolvimento da 6aixa de 6ronteira 1AD664.  A an"lise do dinamismo econômico das microrregi0es brasileiras em período mais recente$ >??>‐>??F$ demonstra que as regi0es de Alta 7enda obtiveram taxa de crescimento anual abaixo da média nacional$ o que levou a um pequeno decréscimo de sua participação na formação do A<* do país. 'm contrapartida$ as regi0es din(micas não conseguiram manter ritmo acelerado de crescimento 1média de F$H?I ao ano4.< implementa tr.entretanto$ não tem participação substancial na formação do A<* nacional$ pois se localizam em "reas onde a produção ainda não é relevante para o total da economia brasileira.inistério da <ntegração /acional. +s dados indicam leve tend.esorregi0es Diferenciadas$ a A/D7 enumera "reas especiais$ elevadas 9 condição de territ!rios priorit"rios$ a exemplo do 8emi"rido e da 6aixa de 6ronteira$ espaços esses refletidos$ de forma específica$ na estrutura program"tica que orienta as aç0es do . 3anto as regi0es estagnadas quanto as de *aixa 7enda registraram a mesma taxa geométrica de crescimento anual do A<* 1J$@LI4$ um pouco acima da média do *rasil$ o que representou discreto acréscimo da participação dessas regi0es na formação do A<* nacional. .ncia positiva quanto 9 redução das disparidades regionais$ mas em ritmo modesto.  A I+PLE+ENTA)ÃO DA POL&TICA  A !era#0a da *a"e I' pro/ra%a" e a01e" "o /o$er#a#0a do +I Além das .ncia traduz$ entretanto$ alguns aspectos relevantes$ tais como= significativa interiorização do crescimento econômico brasileiroE leve declínio de regi0es especializadas na produção de commoditiesE e a contínua estagnação econômica de territ!rios espal ados em todo o país. Aara possibilitar o desempen o de suas atribuiç0es$ o .ncia na produção de petr!leo$ além de ampliar a extração de g"s natural$ fatores que explicam o resultado altamente positivo referente a taxas anuais de crescimento do A<* em diversas microrregi0es. 'ntretanto$ elevou‐se a participação dessas regi0es em relação ao A<* total brasileiro para o nível de J$@KI$ representando aumento de @C$JCI. 'ssa tend. + *rasil alcançou recentemente a autossufici.

 + Aromeso busca a redução das desigualdades sociais e regionais a partir da potencialização dos ativos end!genos tangíveis e intangíveis de .+s Arogramas atuais t.esorregi0es Diferenciadas.ncia de Arograma específico para tal fim.'8+$ as 7egi0es <ntegradas de Desenvolvimento 17ides4$ dada 9 inexist.m o +rçamento 2eral da Mnião como fonte b"sica de recursos$ os quais são alocados em localizadores territoriais específicos em aç0es orçament"rias pr!prias$ dirigidas para= organização socialE capacitaç0es diretamente associadas aos processos produtivos locais ou 9 formação de agentes de desenvolvimentoE dinamização de arran:os produtivos locaisE e provimento de infraestrutura social e econômica de pequeno porte$ desde que indispens"vel 9 viabilização dos processos produtivos apoiados. Regiões Integradas de Desenvolvimento (Rides):  Abrigado pelo A7+.  As 7ides t. PROMESO:  + Arograma de Aromoção da 8ustentabilidade de 'spaços 8ub‐regionais 1Aromeso4 incentiva a interface entre as diversas aç0es do governo em espaços específicos$ as .m por ob:etivo articular e armonizar as aç0es administrativas da Mnião$ dos estados e dos municípios para a promoção de pro:etos que visem 9 sua dinamização econômica integrada$ sendo expressas em seu aparato legal e normativo as seguintes "reas de interesse$ com prioridade na alocação dos respectivos recursos p.  7esultado da regionalização preconizada pelo artigo JC da 5onstituição de @BHH$ as 7ides são espaços que também envolvem mais de uma unidade da federação$ com escopo$ portanto$ mais amplo que o previsto para as 7egi0es .blicas e privadas.esorregi0es Diferenciadas$ as quais envolvem regi0es de um ou mais estados$ regi0es essas que compartil am características comuns em aspectos culturais$ socioeconômicos$ políticos e ambientais.etropolitanas$ em que a Mnião deve exercer sua articulação$ com vistas ao desenvolvimento regional e 9 redução das desigualdades$ de forma coerente e alin ada com os ob:etivos do Arograma.blicos .  3em como ob:etivos induzir a atuação integrada do 2overno 6ederal em novas escalas espaciais$ preferencialmente em sub‐regi0esE promover a identificação de demandas e soluç0es 9 questão regional com a participação efetiva da sociedade civil$ que$ para tanto$ deve estar organizada e legitimamente representadaE e buscar a superação dos desequilíbrios com base no fomento a todas as regi0es que apresentem potencialidades e ativos de capital umano e social$ parcerias$ capacidade de construir planos e pactos$ redes de cooperação entre agentes econômicos e entre instituiç0es p.blicos= sistema vi"rio$ transporteE serviços p.

blica federal das .ncia das políticas p.  + Arograma de Aromoção do Desenvolvimento da 6aixa de 6ronteira 1AD664 tem como orientação a mudança no padrão de intervenção p. Programa de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Semiárido (Conviver)  + Arograma de Desenvolvimento <ntegrado e 8ustent"vel do 8emi"rido 15onviver4 busca a sustentabilidade econômica da região e a integração das aç0es do 2overno 6ederal direcionadas para essa que é recon ecida nacionalmente como umas das regi0es brasileiras mais carentes de intervenção estatal.  + Arograma tem como ob:etivo principal promover o desenvolvimento da 6aixa de 6ronteira por meio de sua estruturação física$ social e econômica$ com .blica.  + Arograma 5onviver tem como ob:etivo aumentar a autonomia e sustentabilidade das atividades econômicas do 8emi"rido$ reduzindo as vulnerabilidades socioeconômicas dos espaços sub‐regionais com maior incid.ncia socialE educação e culturaE produção agropecu"ria e abastecimento alimentarE abitação popularE combate a causas de pobreza e fatores de marginalizaçãoE serviços de telecomunicaç0esE turismo e segurança p.blicas setoriais$ em territ!rios específicos$ para o enfrentamento das desigualdades intra e inter ‐ regionais$ considerando a diversidade socioeconômica e cultural do 8emi"rido.nfase na ativação das potencialidades locais e na articulação com outros países da América do 8ul. .ltimas décadas na região$ cu:os principais desafios são= <4 definição de estratégias de desenvolvimento regional respeitando a diversidade da regiãoE <<4 fortalecimento das condiç0es de cidadania para a população local e organização da sociedade civilE <<4 articulação do programa com os demais instrumentos e mecanismos da A/D7E e <N4 associação da soberania com uma perspectiva de desenvolvimento e integração com a América do 8ul.  + 5onviver ob:etiva ainda incentivar o fortalecimento da base social na região$ organizando a sociedade civil e promovendo a coordenação e a cooperação entre os atores locais.ncia de secas$ promovendo a inserção produtiva de sua população$ por meio da organização social e do aproveitamento dos potenciais end!genos da região. Programa de Promoção do Desenvolvimento da ai!a de ronteira (PD )  + desenvolvimento da 6aixa de 6ronteira configura‐se como importante diretriz da política regional brasileira$ até porque o referido territ!rio é uma "rea estratégica para a integração sul‐americana.comunsE geração de empregos e capacitação profissionalE saneamento b"sicoE uso$ parcelamento e ocupação do soloE proteção ao meio ‐ambienteE aproveitamento de recursos ídricos e mineraisE sa. *usca promover a converg.de e assist.

ltima inst(ncia$ devem orientar o desenvolvimento das regi0es.  .ncias de bacias$ !rgãos gestores de recursos ídricos e entidades representativas da sociedade civil e dos usu"rios.2i. 'sse arcabouço é composto por consel os$ comit.ncia do Aro:eto 8ão 6rancisco ou$ ainda$ o do Arquipélago do .ncia das políticas p.ais do que rodovias$ essas artérias formam estruturas que viabilizam fluxos e fazem parte da estratégia de desenvolvimento do país$ pela incorporação de novas porç0es do territ!rio nacional aos processos produtivos que passavam ao largo dessas regi0es. *usca a promoção da converg.ara:!.  A construção dessas infraestruturas responde 9s crescentes demandas reprimidas$ configurando$ sobretudo$ importantes ativos garantidores de círculos virtuosos para as regi0es onde se localizam.ia" !idro/r.  + AD66 ob:etiva$ ainda$ estimular a implementação das potencialidades end!genas$ em diversas escalas espaciais$ tendo por intento a inserção social e econômica das populaç0es locais.s$ ag. "estão de #lanos regionais +s planos regionais são instrumentos que possibilitam coordenar políticas p.blicas setoriais$ procurando convergir aç0es e resultados que$ em .2i. /o (mbito do con:unto legal que institui a A/D7$ destacam ‐se os planos macrorregionais do /orte$ /ordeste e do 5entro ‐oeste$ além de outros planos em escala sub‐regionais como o do 8emi"rido$ da Orea de <nflu.  A" re/i1e" !idro/r.  'ntre os instrumentos de gestão com maior interface no processo de configuração do territ!rio destacam‐se os planos de recursos ídricos$ os quais .JCCDBL estabeleceu o arcabouço institucional e criou os instrumentos para essa gestão.a .o%o $etor de de"e#$ol$i%e#to re/io#al  Mm dos principais con:untos de aç0es levadas a cabo pelo 2overno 6ederal no processo de integração e desenvolvimento regional traduz‐se no esforço de incorporar "reas tradicionalmente isoladas do país ao restante do territ!rio e se d" principalmente pela expansão da mal a rodovi"ria.  O de"a2io da i#2rae"trutura lo/3"ti.a" e a" a. 8ão$ sobretudo$ referenciais estratégicos e operacionais dos processos de desenvolvimento das regi0es$ em escalas diferenciadas.a"  A Gei nP B.blicas setoriais na 6aixa de 6ronteira para o enfrentamento das desigualdades intra e inter ‐regionais$ considerando a diversidade socioeconômica e cultural da região$ e articulando a questão da soberania nacional com o desenvolvimento regional$ em suas dimens0es econômica$ social$ institucional e cultural.

 *u#do" re/io#ai" +s 6undos 5onstitucionais de 6inanciamento 16/+$ 6/' e 65+4$ instrumentos exclusivos para as regi0es do /orte$ /ordeste e 5entro‐+este do país$ são$ atualmente$ os principais instrumentos de incentivo para o financiamento das atividades produtivas desenvolvidas nessas regi0es.definem a agenda de uso dos recursos ídricos de uma região$ de uma bacia$ do estado e do país$ identificando aç0es de gestão$ planos$ pro:etos$ obras e investimentos priorit"rios. Aossuem condiç0es de prazo e taxa de :uros favorecidas$ com benefício adicional aos empreendimentos localizados no 8emi"rido /ordestino e . +s 6undos 5onstitucionais emprestam recursos aos diversos setores da economia e a tomadores de todos os portes$ desde o agricultor familiar e a microempresa até o grande produtor e os grandes pro:etos estruturantes. . *INANCIA+ENTO E OS INSTRU+ENTOS DA POL&TICA  O" i#"tru%e#to" atuai" A Aolítica /acional de Desenvolvimento 7egional requer suporte financeiro adequado 9s diversas escalas de ação propostas. + fomento ao desenvolvimento regional no *rasil conta atualmente com fontes de recursos e instrumentos diversos$ a exemplo do +rçamento 2eral da Mnião 1+2M4E dos 6undos 5onstitucionais de 6inanciamento do /orte 16/+4$ /ordeste 16/'4 e 5entro‐+este 165+4E dos 6undos de Desenvolvimento da Amazônia 16DA4 e do /ordeste 16D/'4E e dos incentivos fiscais para a Amazônia e para o /ordeste.nfase no atendimento aos pequenos produtores e empreendedores.

e#ti$o" 2i". O +ODELO DE GO(ERNAN)A  O de"a2io da . R fato que um dos grandes problemas .io#alidade"  Ao se estabelecer$ por meio da construção de uma Aolítica 7egional$ um novo modelo para o desenvolvimento 1regional4 do país$ com novas premissas e requisitos de empoderamento$ controle social$ participação de atores no territ!rio$ mister se faz considerar$ simultaneamente$ o protagonismo das novas institucionalidades que atuam regionalmente$ bem como da inclusão territorial ao esforço nacional de desenvolvimento. I#.oopera04o 2ederati$a' o papel da" #o$a" i#"titu.ai"  Quanto aos incentivos fiscais$ esses são concedidos para empresas instaladas nas "reas de atuação da 8udam e 8udene$ em diversas modalidades$ com destaque$ em termos de valor$ para o incentivo de redução do imposto sobre a renda e adicionais não restituíveis$ concedido aos empreendimentos que se instalarem$ ampliarem$ modernizarem ou diversificarem setores considerados priorit"rios para o desenvolvimento regional.

3ambém se vislumbra a possibilidade de incrementar políticas p. 5om a edição da Gei nP @@. +utra inst(ncia participativa sob coordenação do . 3rata‐se de um foro de governança que dialoga com os atores do territ!rio$ observando as orientaç0es do Arograma e dos compromissos pactuados entre 2overno e sociedade civil.esorregi0es Diferenciadas$ formados por representantes do 2overno 6ederal$ 'stadual$ . +s arran:os institucionais que se prop0em a tratar do desenvolvimento regional$ direta ou indiretamente$ podem se constituir em importantes instrumentos com vistas ao aperfeiçoamento de problemas relacionados 9s disputas sobre= :urisdição constitucional$ compartil amento de receita$ o poder federal de gastos$ as políticas de desenvolvimento regional$ o controle dos recursos naturais$ ou ainda pela articulação intergovernamental$ evitando aç0es unilaterais.ncia total ou parcial de encargos$ serviços$ pessoal e bens.       da gestão p. A ideia é promover a articulação para definição de diretrizes e estratégias com vistas 9 elevação das condiç0es sociais b"sicas e da redução das disparidades socioeconômicas inter e intra‐regionais.blicos.blicas executadas em parceria por diferentes entes governamentais$ a exemplo daquelas relacionadas ao desenvolvimento regional. +s cons!rcios são muito eficazes na construção de alianças estratégicas representativas dos interesses comuns$ como em bacias idrogr"ficas ou polos regionais de desenvolvimento$ ampliando assim a capacidade de articulação dos municípios com as demais esferas de governo. +s 5olegiados 3erritoriais$ vinculados ao Arograma 3errit!rios da 5idadania$ representam mais um ambiente institucional participativo com atuação voltada ao desenvolvimento regional.ncia é de que eles se:am impulsionados e ampliem cada vez mais suas "reas de atuação.blico como agente plane:ador$ regulador e fiscalizador de serviços p.blicos estão previstos no artigo >J@ da 5onstituição 6ederal para gestão associada de serviços$ bem como para a transfer. +s 6!runs são espaços criados para que a mesorregião defina seus pro:etos priorit"rios visando a atender 9 política governamental de criação de espaços de debate para a implementação de políticas p. /esse sentido$ a criação de arran:os de apoio 9s municipalidades é uma necessidade urgente para reforçar a cooperação e coordenação federativa.unicipal e pela sociedade civil$ representada por associaç0es e instituiç0es que atuam na região e con ecem de perto seus problemas e necessidades.@?L$ de F de abril de >??K$ regulamentada pelo Decreto nP F. + que se dese:a com esse arran:o é a instituição de um mecanismo de coordenação federativa adequado 9s diversas escalas de atuação territorial$ bem como o fortalecimento do papel do ente p.blica do *rasil é a fragilidade institucional da base municipal.?@L$ de @L de :aneiro de >??L$ garantiram‐se regras claras e segurança :urídica para os cons!rcios e a tend. +s cons!rcios p.inistério da <ntegração /acional são os 6!runs das .blicas de desenvolvimento regional. .