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Resumo de Ecossistemas Marinhos: - PLATAFORMA CONTINENTAL: .

Primeira região de margem continental onde ocorre o primeiro elo entre o continente e o oceano. . Litoral = encontro do oceano com o continente. . A região costeira é toda a região que sofre interferência das ondas e das marés. É um lugar extremamente dinâmico e sujeito a modificaç es !ruscas originadas naturalmente ou pelo "omem. . #a região costeira$ em direção ao mar a!erto$ segue%se a plataforma continental$ normalmente entre a lin"a da costa e do talude.

. Processos de origem da Plataforma& relacionados aos processos de glaciação e desglaciação. A nossa plataforma continental j' este(e exposta. A plataforma é erodida pelo (ento. É um am!iente tra!al"ado do ponto de (ista geol)gico. . *s am!ientes mais encontrados so!re a plataforma continental do +io de ,aneiro são corais$ rodolitos -formados por algas de calc'rios.$ macroalgas$ il"as$ /aias e enseadas. . 0ânions 1 representam as cal"as de rios pretéritos que atra(essaram a plataforma. . 2o3 do Para4!a do sul% modifica o am!iente pela quantidade de material que é descarregado na plataforma. . * que determina a plataforma morfologicamente5 6ipo de margem continental que pode ser passi(a -!rasileira.$ por não ser uma 3ona de contato entre placas tect7nica$ ou ati(a. 2en7menos eust'quicos -ele(ação e diminuição do n4(el do mar. relacionados com glaciação e desglaciação 1 transgreção e regreção do n4(el do mar 1 ciclos de aquecimento do planeta. 6ipo$ origem$ transporte e deposição de sedimentos 1 reflexo do que existe no continente. 0orrentes marin"as 8arés 1 erodem a plataforma Produti(idade primaria Latitude . 9efinição da Plataforma 0ontinental -decli(idade :&:;;;. . A 0"ina é o pais que possui maior plataforma continental do mundo. . * /rasil possui a segunda maior plataforma continental. Acima de 0a!o 2rio -tr)picos. ela é mais estreita que a!aixo -su!%tr)picos.. . As plataformas representam <= dos oceanos. . >ariaç es 0lim'ticas de longa duração& 6eoria para os processos de ?laciação 8ilan@o(ic" A periodicidade dos ciclos glaciais e interglaciais é explicada pelas (ariaç es c4clicas da quantidade de radiação solar rece!ida pela terra. 8udanças relacionadas a )r!ita e ao pr)prio eixo da terra -excentricidade da )r!ita que muda a cada :;;;;; anos.. ?lacial 1 n4(el do mar mais !aixo % regreç es das lin"as de costa. Anclinação do eixo de rotação -ciclo de B;.;;; anos.. Processão or!ital % mo(imento el4ptico em torno do seu pr)prio eixo 1 ciclo de C;.;;; anos. Dxcentricidade E inclinação E processão -relacionados com o aumento e diminuição do n4(el do mar.

A quantidade de radiação solar que c"ega ao "emisfério norte durante os (er es é c"a(e no processo de aumento e diminuição das calotas de gelo polar. #as 'reas norte e central a intrusão de 'guas oceânicas ricas em nutrientes determina as caracter4sticas dos ecossistemas. * acréscimo e decréscimo das calotas polares promo(e oscilaç es do n4(el do mar.. . A influência da 0orrente do /rasil -0/. +egi es da Plataforma continental /rasileira 1 +egião #orte 1 Fofre influência da pluma estuarina do rio Ama3onas. Projeto +emac 1 recon"ecimento da costa !rasileira -margem continental.. +egião 0entral 1 0aracter4sticas "idrogr'ficas semel"antes Ms da +egião #ordeste$ porém com maior (ariação sa3onal da 6o0. .Ful e Gfrica ocorreu na Dra 8eso3)ica -H:B. #a costa predominam praias arenosas interrompidas por estu'rios e !a4as margeadas por mangue3ais. mil"as % tem direito mas não so!erania. +egião Ful 1 As +egi es Fudeste%Ful a!rigam "a!itats marin"os di(ersos$ sujeitos a forte (aria!ilidade sa3onal da 6o0 e da salinidade decorrente do afastamento ou da aproximação da 0/ das 'reas costeiras. +egião #ordeste 1 La!itats marin"os caracteri3ados pela grande di(ersidade !iol)gica$ t4pica de 'reas tropicais$ com a!undância de recifes de coral e de algas calc'rias. Programa Leplac -Le(antamento da Plataforma continental /rasilieira. A forma do delta pode ser alterada por marés$ ondas e deposição flu(ial. 0on(enção das naç es unidas % con"ecer a plataforma Plataforma jur4dica = mar territorial 1 :C mil"as da costa KDD 1 C. *rigem da Plataforma continental !rasileira& separação entre Am. .. #a costa predominam praias arenosas interrompidas por falésias e arrecifes de arenito. A redução no fornecimento de sedimento para um delta pode resultar na sua erosão e su!sidência$ M medida que os sedimentos são compactados. : 1 Plataforma #ote ou Dquatorial % #a margem do rio ama3onas a nossa plataforma é grande de(ido a desem!ocadura do rio -grande aporte de sedimento. . C 1 Plataforma leste % Plataforma estreitaI 6alude mais rasoI Pequeno aporte sedimentarI 2ormação de dep)sitos car!on'ticos e /ancos e 8ontes Fu!marinos.. . #a costa são encontrados mangue3ais$ praias arenosas e lagoas costeiras de médio e grande porte.$ frente -front. R medida que o sedimento se acumula$ o delta expande%se mar adentro$ e seus dep)sitos em seção (ão se so!repondo. . e prodelta. . Fão frequentes os pequenos sistemas estuarino%lagunares margeados por mangue3ais. A contri!uição flu(ial ao longo das costa !rasileira é !astante (ari'(el e consequentemente$ a presença de deltas tam!ém é (ari'(elO 9DL6A % 9efinição& acPmulo de sedimento depositado na desem!ocadura de um rio M medida que este des'gua no mar. Qm delta su!di(ide%se em < 'reas& plan4cie -plain. Per4odo glaciais = n4(el do mar !aixo = regress es das lin"as de costa. 8a.. < 1 Plataforma Ful % 9ecli(e acentuado entre 'rea emersa e oceânicaI Dspesso pacote sedimentar e Plataforma larga cJtransição sua(e para o talude. A ele(ada carga de 8PF oriunda da /acia Ama37nica e dos sistemas estuarinos do 8aran"ão origina fundos ricos em 8*$ o que oferece !oas condiç es de alimento para peixes de fundo e camar es.$ quente e oligotr)fica é dominante na maior parte da região$ principalmente de(ido M pequena largura da plataforma continental em toda a sua extensão$ M exceção do /anco de A!rol"os e +oNal 0"arlotte. #a parte sul$ a (aria!ilidade é acentuada de(ido M proximidade da confluência entre 0/ e 0orrente das 8al(inas e da drenagem continental oriunda da Lagoa dos patos e do rio da Prata. 8udanças na or!ita do planeta ocasiona(am mudanças na isolação que condu3iram a alternância dos ciclos glaciais e interglaciais. Per4odos interglaciais = n4(el do mar alto = transgress es das lin"as de costa. .

9istri!uição fasciol)gica -co!ertura sedimentar. * /rasil pela sua grande quantidade de rios possui dom4nios lamosos -nas pontas onde a plataforma é maior. e no +io da Plata -sul. . e qu4micos -oxigênio dissol(ido$ p"$ silica reati(a$ fosfato$ nitrato. . Dnergia das correntes$ marés e ondas. Domínio Lamoso – predom4nio na plataforma média e nas 3onas de ressurgência.. *s sedimentos (ão sendo distri!u4dos ao longo da costa de acordo com as correntes. *s sedimentos depositados na plataforma são principalmente de origem continental. /acias sedimentares !rasileiras 1 produção de petr)leo. . Produti(idade !iol)gica >ariação do n4(el do mar ao longo dos anos. 2atores que influenciam a distri!uição dos tipos de sedimentos encontrados na Plataforma 0ontinental& 2ontes de sedimento -composição mineral ou orgânica.. . .!orda de plataforma. P+*>A A co!ertura sedimentar do /rasil é um grande mosaico.#idro$o%ia& 'roduti(idade e eco$o%ia tr)*ica da P$ata*orma Continenta$: ..$ f4sicos -Dstrutura termo"alina$ circulação$ massas de 'gua$ correntes$ ()rtices e ressurgências. Dm função de todos estes fatores agindo de forma diferenciada$ de um local para outro$ a distri!uição dos tipos de sedimento de fundo o!edece a uma organi3ação discreta. Aparece ao lardo do +io doce na !orda de plataforma e na fo3 do Ama3onas e se estende pela plataforma interna e média. " Qma (e3 que a produção nacional de )leo est' concentrada em am!iente marin"o$ o con"ecimento das condiç es oceanogr'ficas passou a ser um o!jeti(o a ser alcançado. Domínio Arenoso . . . 0lassificação dos fundos& % regulares& plataforma$ talude e oceânico. * cinturão tropical marca a região dos corais no mundo. 2atores que determinam a produti(idade !iol)gica em sistemas costeiros e oceânicos& Processos climatol)gicos -Dl #iSo$ Lã #iSa$ pressão atmosférica$ precipitação$ (entos. 9essa forma$ pre(er a complexa circulação nas /acias de 0ampos e Fantos significa mel"orar considera(elmente a capacidade de minimi3ação de impactos am!ientais$ seja pelo con"ecimento pré(io das 'reas atingidas em e(entuais (a3amentos de )leo e do tempo para isto ocorrer$ seja pelo planejamento mais eficiente dos esforços de contenção eJou recol"imento do )leo.I car!on'ticos e arenosos. . A partir de ecossondas se pode o!ser(ar o fundo da plataforma$ tipo de sedimento e profundidade. . % irregulares& coral4neos$ poc@ mar@s e canais de (ales. Fa!e% se que a trajet)ria do )leo no mar é controlada essencialmente pela corrente superficial. >)rtices são causados por correntes de retorno. . Dxistem dois tipos& um de conc"as de moluscos$ mais representati(o na região Ful e outro car!on'tico alg'lico e recifal com ocorrência M partir do 0a!o 2rio para o norte. Dxistem dois grandes cones de deposição de sedimentos$ no +io Ama3onas -norte. Domínio Car on!tico . 0adeias de montes su!marinos 1 Fão afiladas.Plataforma interna associado Ms desem!ocadoras atuais e pretéritas de grandes rios. * cânion para ser (erdadeiro precisa c"egar ao talude se não é apenas uma cal"a.

Fo!re o talude$ os meandramentos da 0orrente do /rasil$ causados pela mudança na direção da lin"a de costa$ pr)ximo a região do 0a!o 2rio$ pro(ocam a formação de ()rtices$ que forçam a su!ida da A0AF.ml. . +essuspende uma coluna aT'gua de até C. 8eandros 1 trajet)ria da corrente superficial formando sinuosidades$ possi(elmente como resultado de (ariaç es na profundidade da coluna dT'gua. >entos 1 (ão exercer uma grande influencia para misturar as camadas mais superficiais do oceano$ sendo importantes para a mistura dT'gua na plataforma que não é tão funda. Dm per4odos de (entos de #D$ notadamente no (erão e na prima(era$ surgem condiç es fa(or'(eis para que a A0AF atinja a 3ona euf)tica$ o que contri!ui para um aumento consider'(el da !iomassa de fitoplâncton na camada de mistura. separada por uma forte termoclina da camada superficial de mistura da A6. A 'gua costeira é residual$ mistura a 'gua de correntes com rios e etc P+*9Q6A>A9A9D& A caracter4stica oceanogr'fica mais marcante é a presença sa3onal$ durante o (erão$ da A0AF so!re a plataforma continental interna -:. 9iferentes feiç es oceanogr'ficas podem ser identificadas no fluxo da 0orrente do /rasil ao largo da costa& 2rentes % regi es que apresentam grande a!undancia !iol)gica de(ido a produti(idade local ou por acumulo mecânico de(ido a processos f4sicos& 8ateriais em suspensão que se acumulam ao longo de uma faixa formando uma faixa de produti(idade.. Apresentam contornos delimitados por intensos gradientes de propriedades f4sicas. A penetração esti(al da A0AF na região costeira determina um aumento de produção prim'ria. Dx& que!ra de plataforma$ ressurgência$ frentes de(ido a plumas de rios. A corrente do /rasil ocorre na margem da plataforma continental. A alta produção prim'ria e a esta!ilidade na coluna de 'gua fa(orecem a so!re(i(ência de lar(as planct7nicas$ de modo que a grande maioria da megafauna !ent7nica e dos peixes tem sua reprodução concentrada nesta época do ano. >)rtices 1 fluxos fec"ados e aproximadamente circulares onde as part4culas giram em torno de um ponto$ ainda que este se desloque no espaço.. a U. A ressuspensão de matéria larga um ()rtice. #a plataforma externa ocorre$ durante todo o ano$ a presença de uma estratificação (ertical de(ido M presença da A0AF. m de profundidade.' durante o in(erno$ a A0AF se retrai e a coluna de 'gua na plataforma interna e média adquire caracter4sticas quase "omogêneas$ com o desaparecimento da termoclina. Fão fen7menos importantes para a circulação oceânica$ uma (e3 que indu3em a mistura das 'guas oceânicas em (irtude do mo(imento tur!ulento que l"es esta associado. .

e est' associada a ele(ada a!undância e !iodi(ersidade de peixes e importantes pescarias. 0adeia !ent7nica depende do alimento produ3ido em superf4cie -ne(e marin"a. pelo encontro das 'guas da 0orrente do /rasil e da 0orrente das 8al(inasI Dssa confluência desloca%se sa3onalmente entre as latitudes de BVoF -(erão. A deso(a é o!ser(ada em 'reas e per4odos mais produti(os. /aixo "idrodinamismo -a grande distância da fonte terr4gena de nutrientes limita a produção. AAA. Dles se encontram mais perto do produtor prim'rio. . #o /rasil$ é o ecossistema oceânico t4pico da região sul$ local de formação da Ggua 0entral do Atlântico Ful -A0AF. *s pequenos pel'gicos são os peixes mais a!undantes do oceano.Dsquema da distri!uição (ertical das massas de 'gua no /rasil& A!re(iaturas& AF6P& Ggua Fu!tropical de PlataformaI A6& Ggua 6ropicalI A0AF& Ggua 0entral do Atlântico FulI AAA& Ggua Antermedi'ria Ant'rtica. +egião costeira 1 8aior teor de nutrientes por causa da presença de rios$ estu'rios$ (entos e marés. +egião ao sul 1 (erão -'guas tropicais se expandem. Produção pesqueira maior que em regi es oceânicas. AA.I in(erno -correntes das 8al(inas empurram a 'gua tropical e in(adem a costa. * fitodetrito depositado é posteriormente consumido e retra!al"ado pela fauna !êntica.. * peixe mais a!undante da costa é a sardin"a que tem as 'reas de ressurgencia e ()rtices como sua principal 'rea de deso(a. e <. 0onseqWências da ressurgencia& anomalia térmicaI aumenta da concentração de nutrientesI aumento da produti(idade prim'riaI aumento da produção pesqueira -animais com ciclo de (ida curto. A distri!uição de nutrientes no oceano (ai até 'reas mais profundas de(ido a ausência de material em suspensão -tur!ide3. 0on(ergência Fu!tropical -0F. As cadeias alimentares se modificam conforme o n4(el de concentração de nutrientes nas regi es.I 0aracteri3a%se por fortes gradientes "ori3ontais de 6 e FI +epresenta uma região de ele(ada produti(idade$ com fauna t4pica$ geralmente de distri!uição circunglo!al$ além de representar importante !arreira !iogeogr'fica. 8aior nPmero de n4(eis tr)ficos e produtores menores. P+*>A +D?AX* 0*F6DA+A Y +D?AX* *0DA#A0A A. .. . +egião de ressurgência 1 8aior produti(idade$ menores n4(eis de cadeias tr)ficas$ maior eficiência da cadeia alimentar pois possui menores n4(eis tr)ficos$ maior produção pesqueira. . Alta tur!ide3 que pode limitar a produção... +egião oceânica 1 8enor teor de nutrientes. e su!tropicais -ao norte. .oF -in(erno. . 6aman"o maior do produtor$ que se agrega em fita fa3endo com que o nPmero de n4(eis tr)ficos seja menor. . % 2eição frontal do "emisfério sul onde ocorre o encontro de 'guas su!ant'rticas -ao sul. 8aior "idrodinamismo& nutrientes pro(enientes dos continentes ou ressuspensos do fundo aumentam a produção.I presença de espécies t4picas de 'guas friasI termoclina presente em profundidades mais rasasI aumento da di(ersidade local. As ati(idades da megafauna atra(és do consumo direto do fitodetrito$ além do re(ol(imento .

. Dssa troca é extremamente complexa e depende de fatores como a estrutura da comunidade$ (elocidade de corrente$ profundidade$ etc. m. A a!undância de peixes pequenos pel'gicos -que depende do am!iente. #as 'reas costeiras CU= do sedimento da superf4cie c"ega ao fundo e no oceano apenas := c"ega. A camada superficial depende de nutrientes e a !ent7nica do que cai ao longo da coluna d T'gua. A entrada de 8* para o sedimento depende da produção !iol)gica que ocorre na 3ona f)tica e depende do grau de sucesso com que células fitoplanct7nicas e pelotas fecais atingem o fundo...$ a qual delimita a 3ona superior das fossas mais profundas..%V. . .m$ onde a penetração de lu3 é extremamente redu3ida$ ou ausente e não suporta a produção fotossintética. A fauna primaria do oceano profundo é diferente da costeira.. 0ontrole [top%do]n\ % controle pelos predadores. m.. .%B.m. m.. 6op%do]n [trop"ic cascades\ % a remoção de predadores de topo de cadeia resulta em mudanças fundamentais ao longo da cadeia tr)fica$ atingindo o plâncton. e a 3ona "adopel'gica -^V. As espécies 0osteiras não conseguem (i(er !ioquimicamente em am!iente profundo. Dssa troca é con"ecida como [acoplamento !ento% pel'gico\ -!ent"ic%pelagic coupling. *s processos !iogeoqu4micos transformam o material depositado e promo(em o retorno de nutrientes M coluna dZ'gua...%:.. 0ontrole []asp%]aist\ % controle pelas espécies dominantes dos n4(eis intermedi'rios.OCEANO PROF+NDO: Gguas profundas$ ou simplesmente [mar profundo\$ são 'reas do am!iente pelagial$ ou do su!strato que encontram%se permanentemente a!aixo de C...I 3ona a!issopel'gica -B...causado pela locomoção dos indi(4duos são cruciais para as taxas de reminerali3ação e influenciam na ciclagem dos nutrientes. .$ onde a lu3 solar gradualmente desaparece$ dependendo da região$ tur!ide3$ época do anoI 3ona !atipel'gica -:.. Fistema Pel'gico x Fistema !ent7nico& *corre troca de elementos (i(os e não%(i(os entre os C sistemas -coluna dZ'gua e sedimento. 6ipos de fluxo de energia nos ecossistemas marin"os& 0ontrole [!ottom%up\ % controle pelos produtores prim'rios ou pelo aporte de nutrientes limitantes... controla a a!undância dos seus predadores e tam!ém dos produtores prim'rios. 9esde o ponto de (ista !iol)gico$ as 'guas profundas além do limite da 3ona epipel'gica compreende a 3ona mesopel'gica ou [t]ilig"t 3one\ -C..

. atm nas regi es mais profundas -fossas.%:.. Assim a presão no oceano profundo (aria de C. atm na que!ra da plataforma ate ^ :. Falinidade& #o oceano profundo ela é constante. * g's é transferido para 3onas mais profundas atra(és de mo(imentos descendentes de massas de 'gua superficiais. A exceção são localidades com fontes "idrotermais su!marinas que aquecem a região. . Por isso$ muitos peixes !atiais e a!issais aumentam o comprimento da sua rete mira!ile. Alta pressão ini!e a secreção de gases... 1 A decomposição de matéria orgânica por !actérias utili3a todo o oxigênio formando essas 3onas. Pode desen(ol(er%se em diferentes situaç es& !acia oceânica com redu3ida troca de 'gua % resultado de estratificação de densidade ou salinidade % alto aporte de 8* terrestre$ cuja degradação utili3a *C.. Andepende da produti(idade prim'ria. -exceção 8editerrâneo e >ermel"o. Por isso muitos organismos do oceano profundo alteraram a cinética e a m'quina en3im'tica tornando as en3imas insenss4(eis a pressão. #as regi es de latitudes médias isso muda sa3onalmente. a cada :. A pressão afeta a fisiologia dos organismos$ no que se refere a secreção de g's. >'rios elementos qu4micos surgem junto com a 'gua aquecida.m a tendência da temperatura é se manter [constante\. 6emperatura& Dm !aixas latitudes a diferença de aquecimento da superf4cie para o fundo é muito alta e em altas latitudes é pequena... . * !aixo teor de *C na 'gua de fundo é o resultado de circulação lenta ou estagnação das massas de 'gua. Dm altas profundidades a (ariação da temperatura diminui. * sangue que sai do coração aquece um pouco o que c"ega no coração. 9epois dos _. 9ead 3ones -Kona de m4nimo oxigênio.U Pascal.m. *correm em profundidades entre C.. 9epois das 3onas de oxigênio m4nimo a decomposição j' atuou então o oxigênio aumenta$ tam!ém de(ido a menor temperatura e maior pressão que fixam mel"or o oxigênio na 'gua. Pressão& A pressão aumenta de : atmosfera -:. As (ariaç es de pressão tam!ém afetam a performance das prote4nas -en3imas. As principais 3onas de oxigênio m4nimo estão associadas a 'reas com alta produti(idade$ ressurgencia -!looms fitoplanct7nicos$ que afundam e consomem *C. e lip4deos -mem!ranas. . que é uma rede de (asos para manter o calor interno do peixe. *xigênio dissol(ido& * oxigênio penetra no oceano atra(és da interação deste com a atmosfera e como su!%produto da fotoss4ntese na 3ona f)tica..*s peixes a!issais e !atiais possuem um aumento da rete -mira!ile.. m.. Dssas adaptaç es entretanto tem um custo& elas não funcionam em regi es mais rasas ..

*nde a disponi!ilidade de alimento aumento$ ou se torna mais est'(el por algum moti(o$ como nas proximidades dos montes su!marinos e em outras feiç es do su!strato$ os organismos podem se agregar em maior nPmero$ formando comunidades di(ersificadas$ denominados ["otspots\ de di(ersidade como aquelas existentes ao redor dos recifes de corais profundos.m as !acias oceânicas possuem algum endemismo. e componentes orgânicos -c"u(a de matéria orgânica. A forma das !acias oceânicas e sua conexão determinam as conex es ou descontinuidades das faunas. Asso é particularmente ('lido para a megafauna$ macrofauna$ e meiofauna. *utra caracteristica da fauna do oceano profundo é seu ele(ado grau de endemismo. .. +esumidamente$ pode%se di3er que a a!undancia das populaç es te de a diminuir com a profundidade e a dfistancia da costa.. A!aixo de <. .. Fe mais de <.$ com taxas de acumulação muito redu3idas -. o sedimento no dom4nio a!issal é constitu4do primariamente de argila (ermel"a -red claN. A profundidade ir' determinar e modificar esse padrão$ assim como as taxas de consumo e degradação durante o decaimento das part4culas. É determinado pelos n4(eis de profundidade local. #as 3onas Af)ticas a fauna possui luminescência e !ioluminescencia e a (isão ser' adaptada.m. 0om o aumento da profundidade$ a taxa de dissolução da s4lica e do car!onato de c'lcio aumenta$ mas em uma certa profundidade o car!onato se dissol(e mais rapidamente.. Konas Duf)ticaI 9isf)tica e Af)tica -:.$ os esqueletos de car!onato irão se dissol(er totalmente$ e não c"egam M atingir o fundo..$U mmJano. = do (olume do sedimento é constitu4do por carapaças$ então ele é c"amado de (a3a !iol)gica.. Adaptaç es relacionadas a am!ientes profundos& A maior parte dos organismos encontrados nas 3onas profundas dos oceanos se mantém do imput de alimento e nutrientes produ3idos pela fotoss4ntese na 3ona epipel'gica. Fe o local é de grande profundidade -^<. *nde a produti(idade local é alta$ a taxa de esqueletos de silica e car!onato é alta. Assoal"o *ceânico& * (olume e as dimens es das particulas diminuem com a distância dos continentes.m. dos organismos do oceano profundo pode ser o!er(ada glo!almente. 9e(ido parte as ./iogeografia& *s padr es de distri!uição das espécies ainda não são completamente con"ecidos para o contexto do oceano profundo. `uanto maior a profundidade$ maior tempo de decaimento até atingir o fundo e conseqWentemente maior a perda durante o processo de sedimentação. . Possui um fundo lamoso de origem mineral -argila (ermel"a.. As !acias encontram%se relati(amente isoladas por seus contornos de profundidade e pelos sistemas de cordil"eiras meso%oceânicas.$ a produti(idade local e a profundidade controlam a composição local do sedimento. Penetração de lu3& As faixas de lu3 não c"egam a altas profundidades. 9e(ido ao efeito de uma maior produti(idade o!ser(ada na região costeira$ associada a um menor tempo de decaimento$ e altas taxas de matéria orgânica carreadas pelos rios$ uma generali3ação so!re a diminuição da a!undancia -!iomassaJarea$ ou nPmeros.. * !alanço entre as fontes de part4culas -terr4genas ou !iogênicas. . >ariação da a!undância& * padrão geral de distri!uição da !iomassa dos organismos do assoal"o oceânico parece ser determinado pelo menos em parte pela produti(idade local..

Dles possuem um crescimento muito lento e uma expectati(a de (ida alta.m. Por possu4rem uma topografia complexa e interagirem de forma dinâmica com as correntes ao seu redor$ eles possuem uma (ariedade de condiç es de (ida e micro%"a!itats que a!rigam comunidades ricas e di(ersificadas em espécies. Qma grande ameaça ao coral de fundo são as pescas de arrasto. A pesca profunda pode causar danos ainda descon"ecidos pois normalmente nessas 'reas de pesca coexistem corais. Dlas a!rigam fauna Pnica de micr)!ios$ in(erte!rados e peixes. Fer(em de refugio para ju(enis de espécies economicamente importantes. Co$d . Fão encontrados em lugares geologicamente modificados e com muita matéria em suspensão. Acredita%se que esse seja um dos am!ientes mais antigos da terra$ de onde a (ida pode ter se originado. Qm dos locais de maior concentração de fontes se encontra no Atlântico$ ao redor dos Açores. *s corais de 'gua profunda não apresentam sim!iose com algas. Dm algumas 'reas$ a. 0rescimento lento$ alta longe(idadeI amadurecimento sexual tardioI !aixa fecundidade. P+*>A . ressurgências. As espécies podem possuir taman"os muito grandes e ciclos de (ida enormes. #ão são encontrados apenas nas margens ati(as com a!alos s4smicos. = das espécies são endêmicas. Dssa di(ersidade geomorfol)gica do talude continental$ com!inada com condiç es oceanogr'ficas fa(or'(eis de disponi!ilidade de alimento e nutrientes -e.%_.. *!s& /ancos possuem uma 'rea maior que montes.g. Am ientes de corais 'ro*undos 1 Podem a!rigar mil"ares de espécies de animais marin"os. 0omunidades inteiras de organismos independentes da lu3 se desen(ol(em nesses am!ientes$ com !ase em relaç es sim!i)ticas com !actérias quimioautotr)ficas.. L*6FP*6F 9D /A*9A>D+FA9A9D& Ta$ude Continenta$ % 9i(ersos ["otspots\ de di(ersidade marin"a são encontrados so!re o talude continental$ como os recifes de 'guas profundas ou seus ecossistemas associados com o talude -canions$ montes su!marinos$ cold seeps.m. Fontes #idrotermais 1 Fão encontrados ao longo das cadeias meso%oceânicas e so!re plan4cies a!issais -CU. Possui uma alta (ariação de temperatura. e gases de metano e enxofre são exudados em grandes quantidades.$ criam um arranjo de condiç es fa(or'(eis para a grande a!undancia e (ariedade de formas de (ida. 9i(ersos elementos polimet'licos -co!re$ ferro$ 3inco$ prata. Possuem muitas espécies endêmicas. Montes su marinos 1 são montan"as su!marinas de origem tect7nica eJou (ulcânica$ sempre -mas não exclusi(amente. A presença de 0orais de 'guas frias na /acias de 0ampos se de(e ao fluxo de 'gua Ant'rtica Antermediaria$ entre V. encontrados nas margens das placas tect7nicas das cadeias meso% oceânicas. Dm contato com a 'gua fria do oceano$ os minerais na superaquecidos -^B. 0. Dstão associados a regi es de que!ra de plataforma ou !ancos e montes su!marinos.unto ao 6alude ou plataforma continental.. #ão emitem temperaturas de fluidos maiores que a do am!iente diferente das fontes "idrotermais.. . se precipitam e formam as fumarolas em forma de c"aminé$ as quais podem crescer até <. +ifitias são (ermes caracter4sticos desses am!ientes que possuem uma "emoglo!ina capa3 de transportar alem de *C$ 0LC e F*C. Adaptaç es relacionadas a pouca disponi!ilidade de alimento. *s organismos se mantém por sim!iose com !actérias qumiossinteti3antes.ee's % Grea do assoal"o do oceano onde elementos como o metano$ sulfetos de L e outros fluidos deri(ados de "idrocar!onetos. cmJdia e atingir cerca de V.suas condiç es unicas de "a!itats encontrados no am!iente profundo$ e suas distâncias ou !arreiras qu4micas ou f4sicas que separam e isolam esses am!ientes. ... . m de altura.

.. /aixa temperatura % formação da 'gua profunda ocorre em regi es polares. 9iminuição da predação -maior em 'reas rasas. 0erca de <JB da matéria orgânica que afunda em direção ao fundo são consumidas e ou recicladas nos primeiros U. Ausência de lu3 % produção de lu3 pr)pria % luminescência produ3ida por fot)foros % ol"os tu!ulares com uma retina secundaria permitindo a (isão lateral além da superior.Carca-as de .. 0omposição da fauna de 2ontes Lidrotermais$ 0old Feeps e 0arcaças& Dxistem espécies endêmicas desses am!ientes entre esses am!ientes. atinge o assoal"o das !acias oceânicas. Dscasse3 de alimento % capacidade de aumentar o estomago e mand4!ulas projet'(eis$ dentes articulados e desen(ol(imento de mecanismos raptores$ distensão de mand4!ulas para comer presas maiores que o seu taman"o. *rganismos de meso a !atipel'gicos.. Com'osi-/o Faunística: Primeira faixa -até C. <. .. m superficiais. % "olotPrias % (i(em em sedimentos ricos em matéria orgânica e comem dep)sitos. . a :.$. 8udança na estratégia alimentar das estrelas do mar$ de acordo com profundidade. % estrelas do mar 6erceira faixa -b. Dsses dados sugerem a existência de um ele(ado grau de endemismo$ em!ora no(as exploraç es possam alterar esse cen'rio.. A fêmea exala constantemente ferorm7nio. m. A maior parte do leito oceânico apresenta menos de . A região cef'lica se fusiona com a fêmea. A degradação anaer)!ica desses li4deos por microrganismos produ3 sulfetos que podem ser utili3ados por !actérias quimioautotr)ficas e permitem a coloni3ação por fauna t4pica. * n4(el de similaridade especifica é muito redu3ido$ sendo encontradas apenas b espécies comuns entre os < am!ientes. Dst'gio oportunista 1 crust'ceos e poliquetas. com a profundidade.%b. #ão se pode perder a oportunidade de não ocorrer esse encontro no(amente.. Greas enormes % ocorrem em !aixas densidades % os mac"os são parasitas do corpo da fêmea. . . e aumento de espécies omn4(oras e detrit4(oras -deposit feeders. 2onte de alimento para oceano profundo % alguns animais fa3em mo(imento migrat)rio (ertical$ pela coluna dT'gua. Apenas uma pequena parte do material orgânico produ3ido na superf4cie c"ega a altas profundidades em forma de ne(e. * sol cai e eles so!em.m... % Principais Adaptaç es de am!ientes profundos& Alta pressão % transporte de *C$ !exiga natat)ria preenc"ida com g's$ musculatura frouxa e ossos macios. . Dstagio quimioautotr)fico 1 *ssos de !aleias são ricos em lip4dios.m. Fegunda faixa -C. C. Assim como o plâncton a!issal$ a !iomassa do !entos declina rapidamente com a profundidade$ principalmente se o gradiente de profundidade coincide com distâncias crescentes da costa.m.a$eias 1 Fão consideradas um dos am!ientes tipicamente redutores$ ou seja$ neles (ão se desen(ol(er faunas associadas a quimiossintese. P+*>A& .. . . #e(e marin"a % agregados !iol)gicos % formado pelo mo(imento !ro]niano % Pelotas fecais$ restos de esqueletos e carapaças. :.U unidades.. Dm média$ apenas := -. A composição da fauna se modifica conforme a profundidade. . *s peixes são escassamente representados a!aixo de V... 9e outro lado$ a proporção dos esqueletos de carapaças e conc"as aumenta em maiores profundidades.$U peso Pmido m%C de organismo (i(os. 2ase necr)faga 1 consumido por necr)fagos mo(eis. % esponjas do mar predominam.

... Para sua formação é necess'ria a atuação conjunta de uma infinidade de seres$ formando uma complexa teia de associação e e(entos em sucessão. m. Dcossistemas marin"os mais estruturalmente complexos e di(ersificado taxonomicamente. . Pelo menos :J< da costa !rasileira.=. +ecifes de corais apenas existem nos tr)pico pois é a sua 'rea de distri!uição de corais formadores de recife.. ou aren4ticos$ recifes artificiais % -naufr'gios$ piers. Amportância farmacol)gica e criadouros de peixes. . . .$ esponjas-<V=. 9efinição /iol)gica& formaç es criadas pela ação de comunidades de organismos % ccoraisc estrutura !'sica % acumulo de esqueleto desses animais. #orteJ #ordeste % recife !iol)gico. Am!ientes importantes para manutenção da !iodi(ersidade. . . Grea recifal /rasil& . . . 9efinição ?eomorfol)gica& Dstrutura roc"osa$ r4gida$ resistente M ação das ondas e correntes e constitu4do por organismos marin"os portadores de esqueleto calc'rio. . Amportância& Dstruturas massi(as$ il"as$ arquipélagos. .d0. Alto endemismo de corais -B. A maioria se encontra no indo % pacifico.$U= da 'rea recifal Atlântica. FulJFudeste % recife roc"oso. Dxistem corais em todas as latitudes. . Protegem as regi es costeiras da ação do mar. +ecifes de coral % -rasos e de 'guas quentes. e peixes -:U%C. Fe locali3am entre a isotérmica de C. .$B da 'rea recifal glo!al. 9i(isão dos organismos mesopel'gicos -C. +ecifes !iol)gicos& estrutura de organismos (i(os.. Am!ientes mais produti(os do am!iente marin"o. . +ecifes de coral x 2loresta 6ropical +ique3a$ complexidade$ am!ientes tridimensionais. . :J< das espécies de peixes do mar. +ecifes não !iol)gicos& recifes roc"osos -cost es. Am!ientes recifais = maior !iodi(ersidade entre os am!ientes marin"os. .. %:.=. 0orais aermat4picos não formam recifes e distri!uem%se mudialmente. Fão corais "ermat4picos.& " Reci*es: Dstrutura s)lida ou consolidada$ que garante tridimensionalidade no am!iente marin"o.

Lagoa central e os corais em (olta. +egi es 6ropicais sem mistura dT'gua de(ido a termoclina e são oligotr)ficas. * coral fornece a!rigo e lu3 para as 3ooxantelas que fornecem *C e nutrientes. Dx& Pernam!uco C % /arreira Feparado da costa por uma lagoa$ mas pr)ximo a lin"a da costa. . 2ormas de corais % 6a!ularI AncrustantesI solit'rioI colunarI maci(oI foli'ceo. `uando o sedimento car!on'tico é mantido o recife se esta!elece. #ão ocorrem em 'guas rasas... . % Ação moderada de ondas % crelação custo !eneficioc % reno(a a comunidade 3ooplantonica$ limpa part4culas$ alto teor de *C. A isoterma na Gfrica é menor de(ido a corrente de /enguela. Fe desen(ol(em pr)ximo a costa. +ecife em franja do mar (ermel"o$ linearmente o maior do mundo. As 3ooxantelas são encontradas na ?astroderme destes organismos. #ão pode ocorrer alteraç es sa3onais ao longo do ano -regi es temperadas. . A pouca ocorrência se de(e a deposição do Ama3onas$ ausência de !ases roc"osas. < % Atol *corre em 'rea oceânica. Grea grande na Austr'lia -conjunto de recifes. . 64pica de A!rol"os. #o indo % pacifico ocorrem muitas il"as e pouco aporte de rios. Asso le(a a restrição de corais para oeste do Atlântico. . A reprodução pode ser assexuada -fragmentação.. B % 0"apeirão Parte de profundidades de aproximadamente :Vm. A maioria ocorre no indo%pacifico. As il"as associadas são produtos dos Atois. % Dxposição ao arJ amplitude maré % geralmente per4odo m'ximo de :" e C"$ sem sofrer desidratação dos mucos dos corais.." Fatores 0ue e1'$icam a distri ui-/o dos corais: % 6emperatura& média anual ^ :_d0 % Falinidade CU%<U % não se desen(ol(em perto de rios. *corre o crescimento em uma il"a que so!re su!sidência que passa a ser representada pela lagoa. . . % Produti(idadeJlu3 e U. . 0rescimento do recife& Preenc"imento parcial dos espaços por sedimento car!on'tico.Ti'os de Forma-/o reci*a$: : % 2ranja 8ais simples e mais comum. . . Porém pode ocorrer perda de !iomassa se for alto. A il"a se originou pela roc"a (ulcânica. Dstruturas maciças formadas por mil" es de p)lipos.%b. #ão são encontrados perto de rios. Dm marés muito alta as algas calc'rias dominam condiç es& 'gua rasa$ clara e quente.J preferencial eCU 3ooxantelas -sim!iontes. 9urante o dia os tent'culos ficam retra4dos e durante a noite distendidos em resposta a migração de 3ooplâncton na coluna dT'gua. Fão os mais (ulner'(eis de(ido a descarga de sedimentos e salinidade. ou sexuada -deso(a maciça sincroni3ada. 9ispersão por lar(a. % 6ur!ide3J sedimentação % interferem na respiração e alimentação. Anteparo entre o mar a!erto e a praia.

. 2atores que mantém as algas so!re ni(eis )timos -controlam. *corre uma ciclagem de nutrientes muito grande de(ido a quantidade de interaç es que ocorrem em uma cadeia tr)fica muito complexa. Anfecção !acteriana. Porém recruta no(os 3ooxantelas da coluna d T'gua. * que pode le(ar ao des(io de fase do coral com uma co!ertura densa de macroalgas$ redu3indo o su!strato para no(os assentamentos e diminuição da so!re(i(ência ap)s o assentamento.. Ameaças aos recifes de corais Pertur!aç es naturais e ameaças antr)picas. Adultos e ju(enis migram para 'reas pr)ximas a reser(as. /ranqueamento de corais % sem 3ooxantelas. Pesca Peixes "er!4(oros$ carn4(oros e limpadores.& Ler!i(oriaI nutrientesI pertur!aç es f4sicasI tipo de su!stratoI espaço dispon4(el e recrutamento de alga. +esiliência % el'stico. . 6em uma alta capacidade de regeneração porém demorada. ^ !iomassa$ a!undância$ nPmero de espécies e taman"o -maneira de garantir que os peixes j' reprodu3iram e deixaram descendentes. * !ranqueamento é relacionado ao stress térmico. Algumas espécies são mais tolerantes e conseguem se recuperar ap)s o !raqueamento. 8enos de := dos oceanos estão protegidos por A8PTs. *utras espécies não se recuperam. Para a manutenção eficiente da resisliência é importante o sucesso do recrutamento$ reprodução e assentamento por disponi!ilidade de su!strato consolidado$ disponi!ilidade de lar(as e pouca co!ertura de macroalgas. 0ian)fita causa ]"ite !and diseaseI !lac@ !and disease. * /rasil possui muitas espécies porém poucas endêmicas. +eguladores& #o indo % pacifico são os peixes que regulam e no 0ari!e são os equinodermas. . 9oenças de corais % relacionadas ao stress principalmente antr)pico. .P+*>A . *s nutrientes que ocorrem são utili3ados de forma eficiente. Dssa perda ocorre naturalmente porém em pequeno grau. *s corais sofrem com a exploração da pesca de(ido a ocorrência de espécies economicamente importantes. ^ produti(idade e resiliência dos ecossistemas. Ajudando a pesca desde que seja sustent'(el. A repopulação de 'reas impactadas é muito mais dif4cil ou lenta sem iniciati(as diretas. . . *s n4(eis inferiores passam a ter (alor de mercado de(ido a so!re pesca dos grandes predadores. 0aracter4stica de um am!iente coral. Dlas ingerem mais 3ooplâncton para suprir a falta. " Im'ort2ncia do esta e$ecimento de !reas marinhas 'rote%idas: Proteger agregaç es reproduti(as da pesca que ocorrem em recifes. . . . .