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DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES

ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS AULA DEMONSTRATIVA

APRESENTAÇÃO Prezados candidatos, futuros analistas do seguro social do INSS. É um prazer estar aqui com vocês novamente nos cursos online do site do Ponto dos Concursos. Sejam bem vindos. ! partir desse momento nosso objetivo em comum " a busca da t#o son$ada vaga no servi%o p&blico, mais especificamente no Instituto Nacional do Seguro Social INSS. 'staremos juntos nessa camin$ada, sintam se a vontade para tirarem suas d&vidas. !ntes de iniciarmos nossas aulas, farei uma breve e(posi%#o da min$a e(periência profissional, principalmente como professor e sobre o curso oferecido. Sou o professor Paulo )oberto *agundes, ministro aulas para concursos p&blicos em cursos presenciais desde +,-,, em .eresina, no Piau/, onde sou domiciliado e e(er%o fun%0es p&blicas. .en$o muito orgul$o em atuar no 'stado campe#o de aprova%0es em
1 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br

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concursos p&blicos 1vestibulares e cargos p&blicos2. !qui temos a escola que sempre fica entre as mel$ores do 3rasil, o Instituto 4om 3arreto e tamb"m uma das mel$ores faculdades de direito do pa/s, a 5*PI. Na min$a trajet6ria de concursando fui aprovado para v7rios cargos p&blicos8 banco do 3rasil9 *or%a !"rea 3rasileira9 professor de direito da 5*PI9 oficial de justi%a avaliador 1atual e(ecu%#o de mandados2 do .)* +: )egi#o9 oficial de justi%a avaliador do .). da ;;: )egi#o 1PI29 assessor jur/dico do .C'<PI9 delegado da Pol/cia *ederal9 procurador do 3anco Central9 procurador do INSS9 auditor fiscal da Previdência Social, dentre outros. !tualmente, e(er%o o cargo de auditor fiscal da )eceita *ederal do 3rasil 1+,,-2, professor efetivo do Curso de Ciências =ur/dicas da 5niversidade *ederal do Piau/ 1+,,>2, professor de p6s gradua%#o em 4ireito P&blico na 'scola Superior da ?agistratura do 'stado do Piau/ @ 'S?'PI, na 'scola Superior de !dvocacia do 'stado do Piau/ 'S!PI, na 'scola de 4efensoria P&blica do 'stado do Piau/ @ 'S4'PI, al"m de professor de curso preparat6rio para concursos. A 4ireito Previdenci7rio sempre fez parte da min$a rotina profissional como professor e servidor p&blico. ?inistro esta disciplina na 5niversidade *ederal e nos cursos preparat6rios para concursos. Buando e(erci o cargo de !uditor *iscal do INSS fui Instrutor de Cegisla%#o Previdenci7ria dos servidores do INSS e para o p&blico e(terno 1advogados, contadores, prefeitos2. N#o " por acaso que esta mat"ria foi o tema do meu trabal$o final de mestrado pela 5niversidade *ederal de Pernambuco @ 5*P', em ;>>D. Caros alunos, o grande desafio deste curso online " apro(imar se de um curso presencial. Para isso tentarei ser bem objetivo e pessoal, a fim de orient7 los quanto ao conte&do program7tico do concurso, E banca e(aminadora, e sobre os assuntos mais cobrados, dentre outros temas relevantes. Para que este objetivo seja alcan%ado tamb"m " necess7rio que todos participem efetivamente das aulas, n#o $esitem em tirar suas d&vidas atrav"s dos f6runs, tendo em vista que este " um grande diferencial em rela%#o ao material apenas escrito. 'ste curso destina se de forma mais espec/fica a todos aqueles que pretendem disputar uma vaga no cargo de analista do seguro so ial do INSS, por"m, em raz#o do seu conte&do program7tico, " compat/vel com v7rios outros concursos.
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A ORGANI!ADORA E O EDITAL DO CONCURSO 'm ;>>- $ouve concurso de analista do seguro social para diversas 7reas, organizado pela Cespe<5N3. 'ntretanto, A &ltimo concurso para o cargo de analista do seguro social foi organizado pela *unrio e realizado em ;>>,, e(clusivamente para candidatos com forma%#o em servi%o social, oferecendo ,>> vagas. ! "unrio #oi es ol$ida no%a&ente o&o organi'adora desse on urso que vai oferecer D>> vagas para o cargo de analista do seguro social cuja remunera%#o " de )F G.+HG,+;. A Instituto Nacional do Seguro Social 1INSS2 j7 definiu as 7reas de forma%#o para os candidatos com n/vel superior de todo o pa/s. 4e acordo com nota oficial as vagas ser#o distribu/das entre as seguintes forma%0es8 !dministra%#o, Ciências !tuariais, Ciências Cont7beis, 4ireito, 'ngen$aria Civil, 'ngen$aria ?ecInica, 'ngen$aria 'l"trica, 'ngen$aria de .elecomunica%0es, 'ngen$aria com especializa%#o em Seguran%a do .rabal$o, !rquitetura, .ecnologia da Informa%#o, .erapia Acupacional, Pedagogia, Psicologia, Comunica%#o Social 1=ornalismo2, Comunica%#o Social 1Publicidade e Propaganda2, *isioterapia e Cetras 1C/ngua Portuguesa2. !gora que o edital j7 foi publicado, " o momento de intensificar os estudos em rela%#o Es mat"rias b7sicas e tamb"m as espec/ficas, principalmente, o 4ireito Previdenci7rio que " a mat"ria mais importante para esse concurso. ?uitos candidatos lamentam a ine(istência de vagas para qualquer 7rea de forma%#o cuja e(igência seria apenas de curso superior. 'sse desapontamento de muitos deve servir como est/mulo de tantos outros, tendo em vista que esse fator diminui bastante a concorrência e aumenta as c$ances daqueles que poder#o fazer o concurso.

METODOLOGIA E CRONOGRAMA DO CURSO !s aulas ser#o apresentadas na seguinte ordem8 parte te6rica, quest0es da *5N)IA, *CC, C'SP' e de outras organizadoras comentadas, quest0es sem coment7rios e os gabaritos. A curso completo " composto de >G 1sete2 aulas, com e(ce%#o da aula demonstrativa, que ser#o disponibilizadas semanalmente. ! libera%#o das aulas ocorrer7 de acordo com o cronograma divulgado pela coordena%#o do Ponto.
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194. No 3rasil a evolu%#o da prote%#o social.. * Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br .disciplina o Sistema de Seguridade Social. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade.-. sendo l$e atribu/da a tarefa de garantir a todos um m/nimo de bem estar nas situa%0es geradoras de necessidade social. no . face ao e(posto. ap6s pelo mutualismo de car7ter privado e facultativo. permitindo a cria%#o da seguridade social como elemento de relevIncia nuclear para o desenvolvimento e a manuten%#o da dignidade da pessoa $umana.H./tulo KIII. que propiciou uma integra%#o mais efetiva entre o 'stado e a sociedade.H. atrav"s da institui%#o de pol/ticas de inclus#o social. caros alunos. a atua%#o da seguridade social est7 restrita as a%0es de sa/de0 1re%id2n ia so ial e assist2n ia so ial. e em face das preocupantes convuls0es que afetavam a sociedade. verificamos que.da C".DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES SEGURIDADE SOCIAL( CONCEITUAÇÃO( ORGANI!AÇÃO E PRINC)PIOS CONSTITUCIONAIS( CONCEITO DE SEGURIDADE SOCIAL *artigo +. Portanto. e consiste em uma t"cnica de prote%#o social aos indiv/duos contra contingências que os impe%am de prover as suas necessidades pessoais b7sicas e de suas fam/lias. !tualmente.define a seguridade social da seguinte forma8 Art. Cap/tulo II. as quais geraram obriga%0es jur/dicas para o 'stado no atendimento aos mais necessitados.-. depois pelo seguro social. C*. destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde. o 'stado abandonou a postura de defensor apenas dos direitos individuais e mero espectador da atividade econJmica e social. assegurando de forma universal o bem estar e a justi%a social. !p6s uma lenta evolu%#o do sentimento de responsabilidade social pelo infort&nio al$eio. a Constitui%#o *ederal de cinco de outubro de +. com o objetivo de restabelecer um equil/brio m/nimo nas rela%0es sociais. de acordo com o artigo +. A artigo +. Surgiu o estado de bem estar social ou welfare state. à previdência e à assistência social. primeiramente passou pela simples caridade. da Constitui%#o *ederal de +.

e(istem outros previstos no artigo MN. Sobre esse tema " fundamental entendermos que a seguridade social n#o se vincula a um conjunto de a%0es independentes e + Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . E alimenta%#o. al"m da sa&de. ao trabal$o. a iniciativa n5o 3 e6 lusi%a dos 1oderes 1/7li os. no conte(to da seguridade social. embora a seguridade social fa%a parte dos direitos sociais da C*. da C*. ! iniciativa das a:. ela n#o os esgota. Portanto. ! seguridade so ial 3 o g2nero do qual s#o es13 ies 1partes. ao lazer. caso contr7rio n#o vamos atingir o nosso objetivo. o direito E educa%#o. mas Instituto Nacional do Seguro Social.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES !ten%#o futuros analistas do seguro social. como por e(emplo. embora seja uma das 7reas da seguridade social. E moradia.: gera%#o2. autarquia gestora da Pre%id2n ia So ial 1)LPS2. organi ar a seguridade social. de acordo com o par7grafo &nico do artigo +. compete ao Poder Público. &as n5o de #or&a e6 lusi%a ou e6austi%a0 porque n#o abrange todos os direitos sociais previstos no artigo MN da C*. que n5o est5o o&1reendidos entre os 7ens 8ur9di os tutelados 1ela Seguridade So ial. !s quest0es sempre tentam confundir os candidatos trocando o gênero pelas esp"cies. !qui tamb"m " necess7rio que estejam atentos E 1egadin$a que " muito utilizada nos concursos. entretanto as a:. ! moderna Seguridade Social est4 inserida no rol dos direitos so iais fundamentais da Constitui%#o 1. Autro detal$e importante deve ser observado nas provas dos concursos. previdência social e assistência social2. E seguran%a.H da C*. por essa raz#o a sigla INSS 1autarquia federal2 n#o significa Instituto Nacional da Seguridade Social como muitos pensam. uidado com as pegadin$as nas provas dos concursos. Por e(emplo8 previdência social n#o se confunde com seguridade social. nos termos da lei. previdência e assistência. que consiste em inserir outros direitos sociais.es da seguridade so ial 3 do 1oder 1/7li o e da so iedade de #or&a integrada0 portanto. ORGANI!AÇÃO DA SEGURIDADE SOCIAL É bastante recorrente as quest0es de concursos sobre as caracter/sticas de cada uma das 7reas que comp0em a seguridade social 1sa&de. 7reas ou subsistemas28 a sa/de0 a 1re%id2n ia so ial e a assist2n ia so ial. Conforme analisamos no par7grafo anterior. a organi'a:5o " de competência privativa do poder p&blico. Por"m.es s#o de iniciativa do poder p&blico e da sociedade de forma integrada.

da lei -. Igualmente a sa&de. 4e acordo com par7grafo &nico do artigo . E maternidade. as atividades de sa&de s#o de relevIncia p&blica e sua organiza%#o obedecer7 aos seguintes princ/pios e diretrizes8 a2 acesso universal e igualit7rio9 b2 provimento das a%0es e servi%os atrav"s de rede regionalizada e $ierarquizada. ! assistência social surge da ideia de que o 'stado deve proporcionar aos incapacitados condi%0es m/nimas de sobrevivência. n#o e(ige dos seus benefici7rios a e(igência do custeio. ! sa&de p&blica n#o e(ige contribui%#o pr"via. integrados em sistema &nico9 c2 descentraliza%#o. sendo devidas suas presta%0es a todos aqueles que se encontrem em situa%#o de indigência. suas presta%0es estendem se a toda a popula%#o. E vel$ice e E pessoa portadora de deficiência. E adolescência. garantido mediante pol/ticas sociais e econJmicas que visem E redu%#o do risco de doen%a e de outros agravos e ao acesso universal e igualit7rio Es a%0es e servi%os para sua promo%#o. E infIncia. com prioridade para as atividades preventivas9 e2 participa%#o da comunidade na gest#o.+. com dire%#o &nica em cada esfera de governo9 d2 atendimento integral. prote%#o e recupera%#o. as suas diversas 7reas de%e& atuar de #or&a arti ulada e integrada0 e&7ora 1ossua& autono&ia e ertas 1e uliaridades.<.+.N. SA<DE ! sa&de " um direito de todos e um dever do 'stado. independentemente de contribui%#o E Seguridade Social por parte daqueles que comprovem a efetiva necessidade econJmica e social na forma da lei. . ASSIST=NCIA SOCIAL ! assistência social " uma pol/tica social que se traduz pelo atendimento Es necessidades b7sicas em rela%#o E fam/lia. previdência e assistência social. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . obedecidos os preceitos constitucionais. fiscaliza%#o e acompan$amento das a%0es e servi%os de sa&de9 f2 participa%#o da iniciativa privada na assistência E sa&de. pelo contr7rio. dei(ando de estar condicionadas ao cumprimento de obriga%0es precedentes.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES estanques na 7rea de sa&de.

desde que ten$a contribu/do antecipadamente.>+. par.<. . apesar de vinculadas ao sistema de seguridade social.+28 a2 universalidade de participa%#o nos planos previdenci7rios. n#o inferior ao do sal7rio m/nimo9 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . ser7 prestada a quem dela necessitar. a previdência social ser7 organizada sob a forma de regime geral. sendo qualquer pessoa necessitada por ela amparada. 4esta forma. onde o indiv/duo diante de certas circunstIncias ter7 direito a percep%#o de benef/cios. lei -. PREVID=NCIA SOCIAL Conforme estabelece o art. a previdência social funciona como um sistema de seguro social. invalidez. tais como doen%a. de car7ter contributivo e de filia%#o obrigat6ria. Nos termos da lei. pois tem por objetivo tamb"m proporcionar meios indispens7veis de subsistência ao segurado e E sua fam/lia. continuam atreladas ao custeio pr"vio. concedendo diversos benef/cios e n#o apenas aposentadoria. a Previdência Social deve atender aos nela inscritos. DN.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES Nos termos da C*. significando ver antecipadamente fato ou situa%#o que poder7 ocorrer no futuro.+. maternidade e outros. quando ocorrer certas contingências previstas em lei. j7 que as presta%0es de Previdência Social. ! palavra previdência tem origem em OpreverP 1do latim8 pre videre2. &nico. mediante contribui%#o9 b2 valor da renda mensal dos benef/cios. observados crit"rios que preservem o equil/brio financeiro e atuarial. n#o sendo necess7rio que o benefici7rio esteja filiado ao regime geral de previdência social. substitutos do sal7rio de contribui%#o ou do rendimento do trabal$o do segurado. morte. da C*. desde que cumpra os requisitos legais e obedecer7 Es seguintes diretrizes8 a2 descentraliza%#o pol/tico administrativa9 b2 participa%#o da popula%#o na formula%#o e controle das a%0es em todos os n/veis. ! organiza%#o da Previdência Social obedecer7 aos seguintes princ/pios e diretrizes 1art.

os benefici7rios s#o. esses princ/pios constitucionais s#o o alicerce de todo o sistema jur/dico da seguridade social. No tocante E previdência. os trabal$adores que e(er%am atividade remunerada.-0 1ar4gra#o /ni o. qualquer pessoa pode ter acesso Es presta%0es da sa&de p&blica. uma crian%a carente. 'm s/ntese. como por e(emplo. . mesmo que ten$a condi%0es financeiras de pagar atendimento privado de sa&de. I&1ortante@ dentre as 7reas da seguridade social. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . um feirante. corrigidos monetariamente9 d2 preserva%#o do valor real dos benef/cios9 e2 previdência contribui%#o adicional. 'm termos estat/sticos. inclusive um rico empres7rio. Isto se e(plica pelo fato de ser um tema que possibilita E banca organizadora do concurso muitas op%0es na elabora%#o das quest0es te6ricas ou pr7ticas. o que demonstra a importIncia do tema. em regra. esse 3 u& dos assuntos &ais a7ordados dentro do direito 1re%iden i4rio e& on ursos 1/7li os. PRINC)PIOS DA SEGURIDADE SOCIAL *art( +. complementar facultativa. independentemente de possuir v/nculo empregat/cio. a &nica que e(ige contribui%#o compuls6ria dos pr6prios benefici7rios " a previdência social.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES c2 c7lculo dos benef/cios considerando se contribui%#o. 'm rela%#o E assistência social a clientela protegida est7 restrita aos necessitados. Sobre esse tema podemos afirmar que " essencial a distin%#o entre as finalidades espec/ficas de cada uma das 7reas que integram a seguridade social. como por e(emplo. !l"m do mais. desde que comprovada na forma da lei. os sal7rios de custeada por >ENE"ICI?RIOS Buest#o muito cobrada tamb"m nos concursos " quanto aos destinat7rios das a%0es da seguridade social.

'sta tamb"m " a justificativa para a contribui%#o do aposentado pelo )LPS que volta a e(ercer atividade / Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br .:2 dos sete incisos do artigo +. tendo em vista que a uniformidade " um princ/pio e(presso no inciso II que se refere Es popula%0es urbanas e rurais. com o intuito de confundir os candidatos. quando o correto seria uni%ersalidade da cobertura e do atendimento. Seu fundamento reside no fato de que todas as pessoas devem prestar assistência m&tua para finalidade e bem comum. da C*. trocando palavras ou e(press0es retiradas de outros princ/pios. um da seguridade como sendo espec/fico da previdência. . Passaremos agora a an7lise dos diversos princ/pios. os incisos K e KI dizem respeito ao custeio 1financiamento2 da seguridade.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES !ntes de analisarmos cada um dos princ/pios. os princ/pios do artigo +. em seu primeiro dia de trabal$o. os quatro primeiros 1incisos I a IK2 referem se as presta%0es 1benef/cios e servi%os2 da seguridade social. e o &ltimo 1inciso KII2 est7 relacionado a gest#o administrativa da seguridade. Por e(emplo8 uni#or&idade da cobertura e do atendimento 1inciso I2. na medida em que representa um dos aspectos mais caracter/sticos do sistema de prote%#o coletiva. D:2 " bastante usual a organizadora modificar o significado te(tual dos princ/pios. vamos analisar algumas dicas essenciais sobre o assunto8 +:2 com e(ce%#o da solidariedade que n#o est7 e(presso no te(to constitucional. Cuidado com as invers0es propositais 1pegadin$a2 nas provas do concurso. aposentar se por invalidez caso ven$a a ser v/tima de um acidente de trabal$o. Abservem que cada uma das 7reas possuem princ/pios espec/ficos inseridos em cap/tulo pr6prio da C*. n#o sendo e(clusivos da sa&de. É comum a organizadora do concurso colocar na quest#o um princ/pio espec/fico da previdência como se fosse um princ/pio geral da seguridade social ou o inverso. Como e(emplo de sua aplica%#o. observa se a possibilidade de uma pessoa.H. referem se E seguridade social.H da Constitui%#o *ederal. abrangendo todas as suas 7reas. da previdência ou da assistência social.H. SOLIDARIEDADE 'mbora n#o esteja e(presso no artigo +. " um princ/pio de e(trema relevIncia. ! solidariedade constitui importante princ/pio da previdência social.

acidentes. ! universalidade da cobertura 1universalidade objetiva2 tem como objetivo compreender todos os fatos e situa%0es que geram as necessidades b7sicas das pessoas. doen%a. vel$ice.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES remunerada. reclus#o e morte. ou seja. no qual as contribui%0es s#o capitalizadas em contas individualizadas ou coletivas para a forma%#o de uma reserva que na ocasi#o da aposentadoria ser7 transformada em benef/cio. adotando o )egime de )eparti%#o Simples que funciona em regime de cai(a. Consiste na entrega das a%0es. 'ste princ/pio veda o )egime de Capitaliza%#o na Previdência. Portanto. presta%0es e servi%os de seguridade social a todos os que necessitem. mesmo que n#o ten$am capacidade econJmica. a fim de manter a subsistência de quem dela necessite. UNIVERSALIDADE DA CO>ERTURA E DO ATENDIMENTO Significa que todas as pessoas e em todas as situa%0es necess7rias devem estar amparadas pelo sistema. pelo pacto intergera%0es a contribui%#o do segurado n#o tem car7ter individual. Na solidariedade a sociedade c$ama para si a responsabilidade de prover os meios necess7rios para uma efetiva prote%#o social. invalidez. UNI"ORMIDADE E EAUIVAL=NCIA DOS >ENE")CIOS SERVIÇOS BS POPULAÇCES UR>ANAS E RURAIS E 10 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . porque a prote%#o social deve alcan%ar todos os eventos cuja repara%#o seja premente. tais como maternidade. o amparo a todos. fazendo com que suas contribui%0es sejam utilizadas para o pagamento de benef/cios dos j7 aposentados. ! universalidade do atendimento 1universalidade subjetiva2 consiste na abrangência de todas as pessoas indistintamente. !lgumas quest0es afirmam corretamente que a universalidade de atendimento da Seguridade Social na Sa&de como Odireito de todos gratuitamenteP apresenta se de forma distinta 1mais ampla2 da universalidade de atendimento prevista para a Previdência Social 1somente aos segurados2 ou para a !ssistência Social 1restrita aos necessitados2. destinando se ao financiamento de todo o sistema protetivo.

se $omem e QQ anos de idade. corrigindo uma injusti%a social $ist6rica. o sal7rio fam/lia. ! seletividade compreende uma gradua%#o das a%0es de seguridade social. impondo l$e que. como. assim como para o trabal$ador que se encontre incapaz temporariamente para o trabal$o.raduz a isonomia entre trabal$adores rurais e urbanos nos aspectos qualitativo e valorativo das presta%0es. Na aposentadoria por idade no regime geral de previdência social. Pelo princ/pio da distributividade. que somente " previsto aos segurados que ten$am renda mensal at" certo limite. mas au(/lio doen%a. para um trabal$ador que n#o possua dependentes. as a%0es devem ser planejadas a fim de alcan%ar o maior n&mero de pessoas poss/veis. o benef/cio sal7rio fam/lia n#o ser7 concedido. se mul$er2.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES . na conforma%#o legal dos planos de benef/cios e servi%os. por motivo de doen%a. 'm decorrência do seu car7ter social visa E distribui%#o da renda 1benef/cios assistenciais2 prioritariamente as 11 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . Permite a escol$a pelo legislador das presta%0es mais necess7rias e dos seus destinat7rios. ou seja. por e(emplo. SELETIVIDADE E DISTRI>UTIVIDADE NA PRESTAÇÃO DOS >ENE")CIOS E SERVIÇOS É princ/pio que se dirige precipuamente ao legislador. por e(emplo. aplica se o redutor apenas para o trabal$ador rural 1M> anos de idade. No geral. elas devem ser priorizadas conforme a maior utilidade do benef/cio. de acordo com esse princ/pio. 'ste princ/pio resulta do fato de que costumeiramente os trabal$adores rurais eram discriminados e prevê a concess#o dos mesmos benef/cios de igual valor econJmico e de servi%os da mesma qualidade Es popula%0es urbanas e rurais. n#o ser7 concedida a aposentadoria por invalidez. . permite certas distin%0es desde que n#o sejam discriminat6rias. Com esse princ/pio. os riscos sociais que merecem prote%#o s#o selecionados e depois distribu/dos conforme a necessidade de cada qual. !pesar do princ/pio determinar um tratamento isonJmico. a atual Constitui%#o buscou unificar essas duas popula%0es. priorize as maiores necessidades sociais. buscando uma efetiva redistribui%#o de renda. !final isonomia tamb"m " tratar de forma desigual Equeles que n#o se encontrem em situa%#o equivalente. Pela mesma raz#o. alguns benef/cios s#o pagos somente aos mais carentes.raduz o car7ter solid7rio do sistema. Por este princ/pio.

*2. as pessoas devem contribuir para com a Previdência de acordo com as suas possibilidades. tudo vai depender do enunciado da quest#o. as presta%0es devem manter o seu valor original e n#o podem sofrer desvaloriza%#o 1valor nominal @ S. A Princ/pio da equidade na forma de participa%#o no custeio representa a justi%a no aspecto contributivo. S6 deve contribuir efetivamente quem possui condi%0es econJmicas e na medida da sua capacidade contributiva. )elativamente E irredutibilidade. ! corte constitucional entendeu que a garantia do %alor real 1perda de poder aquisitivo em decorrência da infla%#o2 dos benef/cios previdenci7rios est7 inserida em outro princ/pio. em car7ter permanente.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES pessoas mais necessitadas e de regi0es mais carentes. IRREDUTI>ILIDADE DO VALOR DOS >ENE")CIOS 4e acordo com esse princ/pio. !penas aqueles que estiverem em iguais condi%0es contributivas " que ter#o que contribuir da mesma forma. ou seja. o valor real. busca uma justa participa%#o no custeio da Seguridade Social. EAUIDADE NA "ORMA DE PARTICIPAÇÃO NO CUSTEIO 'ste princ/pio est7 diretamente relacionado ao da isonomia ou igualdade em mat"ria tribut7ria. 5ma das aplica%0es do princ/pio da equidade na forma de participa%#o do custeio " a possibilidade de a base de c7lculo das contribui%0es previdenci7rias dos segurados empregados ser distinta 1( Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . geralmente os candidatos continuam fazendo confus#o acerca do tema. Esse entendi&ento0 deri%ado do 1osi iona&ento do ST" so7re a &at3ria0 84 a1are eu in/&eras %e'es e& 1ro%as de on ursos. " importante lembrar que o S. em detrimento daqueles que n#o precisam de uma prote%#o social mais efetiva. Portanto. R HN.>+. reduzindo a desigualdade social.* recon$eceu que esse princ/pio da seguridade social garante apenas o %alor no&inal ou original 1redu%#o objetiva2 dos benef/cios previdenci7rios. conforme crit"rios definidos em lei 1artigo . es1e 9#i o da 1re%id2n ia so ial0 que assegura o reajustamento dos benef/cios para preservar l$es. da C*2. portanto muito cuidado.

incidindo sobre8 fol$a de sal7rios. de forma direta e indireta. mediante recursos provenientes dos or%amentos da 5ni#o. receita ou faturamento e lucro9 !s contribui%0es dos trabal$adores e demais segurados da previdência social9 ! receita proveniente de concursos de progn6sticos 1loteria29 ! do importador ou equiparado. determinando que o financiamento da seguridade deva buscar v7rias fontes de custeio. e das contribui%0es sociais previstas ou institu/das nos termos da Constitui%#o.es de on ursos de %4rias organi'adoras di#erentes( Outros e6e&1los de a1li a:5o desse 1rin 91io Due se&1re s5o o7rados nos on ursos8 o caso da progressividade das al/quotas das contribui%0es dos empregados 1-T. DIVERSIDADE DA >ASE DE "INANCIAMENTO !qui o legislador constituinte demonstrou a sua preocupa%#o com a origem dos recursos necess7rios a manuten%#o do sistema securit7rio brasileiro.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES da base de c7lculo dos empregadores. e a isen%#o para as entidades beneficentes de assistência social 1sem fins lucrativos2 que atenderem Es e(igências estabelecidas em lei. sob pena de esgot7 la. CAR?TER DEMOCR?TICO E DESCENTRALI!ADO DA ADMINISTRAÇÃO0 MEDIANTE GESTÃO AUADRIPARTITE0 COM 1) Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . Essa a#ir&ati%a 84 #oi o78eto de di%ersas Duest. do 4istrito *ederal e dos ?unic/pios. o que n#o implica em transgress#o ao princ/pio da eqSidade na forma de participa%#o no custeio. . É refle(o do princ/pio da diversidade da base de financiamento da seguridade social a previs#o constitucional segundo a qual a seguridade social ser7 financiada por toda a sociedade.T ou ++T2. dos 'stados. vedando a aquisi%#o de recursos atrav"s de fonte &nica. o tratamento privilegiado dispensado Es microempresas e Es empresas de pequeno porte 1SI?PC'S2. sendo as principais receitas8 As or%amentos p&blicos9 !s contribui%0es dos empregadores e empresas. em decorrência da sua comple(idade. nos termos da lei.

'(emplo da aplica%#o desse princ/pio " o Consel$o Nacional da Previdência Social @ CNPS. divididos entre três representantes dos trabal$adores na ativa. atrav"s de representantes indicados pelos e&1regadores. descentralizada. 6rg#o colegiado respons7vel pelas diretrizes da previdência social. 1* Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . e três representantes dos empregadores. !l"m do 1oder 1/7li o. a administra%#o da seguridade social deve ter car7ter democr7tico. de acordo com esse princ/pio. sendo seis re1resentantes do 1oder 1/7li o e no%e da so iedade i%il. pelos tra7al$adores e pelos a1osentados 1car7ter democr7tico e gest#o quadripartite2. cabe E sociedade civil participar da administra%#o da Seguridade Social. a gest#o administrativa deve ser democr7tica. 'm resumo. composto por +Q membros. colegiada e quadripartite 1esse de%e ser o 1rin 91io &ais o7rado nos on ursos2. buscando com isso a participa%#o efetiva da sociedade no gerenciamento da Seguridade Social.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES PARTICIPAÇÃO DOS TRA>ALEADORES0 DOS EMPREGADORES0 DOS APOSENTADOS E DO GOVERNO NOS FRGÃOS COLEGIADOS( Conforme estabelece esse princ/pio. três representantes dos aposentados e pensionistas.

C. integrados em sistema &nico. a Sa&de " direito de todos e dever do 'stado. com prioridade para as atividades preventivas. integrados em sistema &nico9 c2 descentraliza%#o.+.. Co&ent4rios 4e acordo com o artigo . com prioridade para as atividades preventivas9 e2 participa%#o da comunidade na gest#o.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES AUESTCES COMENTADAS G+( *analista do seguro so ial H ser%i:o so ial INSS "UNRIO IGG.<. Provimento das a%0es e servi%os atrav"s de rede nacional e $ierarquizada. garantido mediante pol/ticas sociais e econJmicas que visem E redu%#o do risco de doen%a e de outros agravos e ao acesso universal e igualit7rio Es a%0es e servi%os para sua promo%#o.N da lei -. fiscaliza%#o e acompan$amento das a%0es e servi%os de sa&de9 f2 participa%#o da iniciativa privada na assistência E sa&de. Participa%#o da comunidade na gest#o. com dire%#o &nica em cada esfera de governo9 d2 atendimento integral. E. obedecidos os preceitos constitucionais. prote%#o e recupera%#o. as atividades de sa&de s#o de relevIncia p&blica e sua organiza%#o obedecer7 aos seguintes princ/pios e diretrizes8 a2 acesso universal e igualit7rio9 b2 provimento das a%0es e servi%os atrav"s de rede regionalizada e $ierarquizada.+. Com base nesse dispositivo podemos concluir que8 ! alternativa O!P est7 correta9 1+ Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . D.+( Assinale a alternati%a orreta no Due se re#ere a esses 1rin 91ios e diretri'es( A. A sa/de 3 de rele%Jn ia 1/7li a e sua organi'a:5o o7ede er4 a 1rin 91ios e diretri'es0 na #or&a da Lei nK LI+IM. >. Participa%#o da iniciativa privada na assistência E sa&de. Centraliza%#o. obedecidos os preceitos constitucionais. Conforme o par7grafo &nico. no acompan$amento e n#o na fiscaliza%#o das a%0es e servi%os de sa&de. !tendimento seletivo e parcial. com dire%#o &nica na esfera do Loverno *ederal.

jamais seletivo e parcial. como tal. isso implica que.es e&anadas do direito 1re%iden i4rio0 8ulgue o ite& a7ai6o( >. al"m do poder p&blico.es do direito 1re%iden i4rio( >D =orge " s6cio gerente de sociedade limitada e recebe remunera%#o em decorrência dessa fun%#o e do trabal$o que desempen$a. KII. da C*. +. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . Co& 7ase nas dis1osi:. pelos tra7al$adores e pelos a1osentados( Ga7arito@ errado *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT+G Ces1e IG+N. =orge " considerado contribuinte individual da previdência social. Co&ent4rios 'm decorrência do art.H. n#o faz jus ao benef/cio denominado sal7rio fam/lia. a 1arti i1a:5o da so iedade i%il 3 o 7 r i g a t O r i a . atrav"s de representantes indicados pelos e&1regadores.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES ! alternativa O3P est7 incorreta porque a sa&de p&blica " descentralizada9 ! alternativa OCP est7 incorreta porque a participa%#o da comunidade tamb"m ocorre na fiscaliza%#o da sa&de p&blica9 ! alternativa O4P est7 incorreta porque as a%0es da sa&de p&blica ocorrem atrav"s de rede regionalizada e n#o nacional9 ! alternativa O'P est7 incorreta porque o atendimento deve ser integral. Ga7arito@ A *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT+G Ces1e IG+N. Nessa situa%#o. A princ/pio do car7ter democr7tico da administra%#o da seguridade social preconiza que sua gest#o ser7 quadripartite. dos munic/pios e do 4istrito *ederal. O ite& a seguir a1resenta u&a situa:5o $i1ot3ti a0 seguida de u&a asserti%a a ser 8ulgada o& 7ase nas dis1osi:. em observIncia ao princ/pio da distributividade que rege a seguridade social. com a participa%#o da 5ni#o. 1. e. dos estados. ! gest#o administrativa quadripartite da seguridade social tem car7ter democr7tico.

no 3rasil. a previdência social e a assistência social s#o subsistemas do sistema de seguridade social. suas presta%0es estendem se a toda a popula%#o.es da Ces1e so7re esse te&a tenta& on#undir os andidatos tro ando o g2nero 1elas es13 ies *1egadin$a. Igualmente a sa&de. em detrimento daqueles que n#o precisam de uma prote%#o social mais efetiva. sendo devidas suas presta%0es a todos aqueles que se encontrem em situa%#o de indigência. A sal7rio fam/lia " um e(emplo da aplica%#o desse princ/pio. com e(clus#o de outras 1contribuintes individuais2. ! sa&de p&blica n#o e(ige contribui%#o pr"via. Ga7arito@ erto *AGU CESPE IG+I. buscando uma efetiva redistribui%#o de renda. o segurado s6 ter7 direito a percep%#o de benef/cios. juntamente com a seletividade. Por e(emplo8 previdência social n#o se confunde com seguridade social. Con#or&e alertei na 1arte teOri a do nosso &aterial0 algu&as Duest. reduzindo a desigualdade social.. n#o sendo necess7rio que o benefici7rio esteja filiado ao regime geral de previdência social. " garantido apenas aos segurados de um dos regimes previdenci7rios previstos em lei. . o indiv/duo que n#o contribui para nen$um desses regimes n#o faz jus E referida prote%#o. de regra.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES Co&ent4rios ! distributividade est7 relacionada com a isonomia e estabelece o grau de prote%#o dos benefici7rios do sistema de seguridade social.raduz o car7ter solid7rio do sistema. Co& 7ase na 8uris1rud2n ia do ST"0 8ulgue o ite& a seguir0 a er a da seguridade so ial( >H Como o direito E prote%#o da seguridade social. dei(ando de estar condicionadas ao cumprimento de obriga%0es precedentes. a assistência social n#o e(ige dos seus benefici7rios a e(igência do custeio. sendo devido apenas a algumas categorias de segurados 1empregados e avulsos2. !penas em rela%#o E previdência social " que. embora seja uma das 7reas integrantes da seguridade social. Co&ent4rios ! sa&de. desde que 1Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . 'm decorrência do seu car7ter social visa E distribui%#o da renda prioritariamente as pessoas mais necessitadas e de regi0es mais carentes.

III. previdência social e assistência social2 como gênero9 ! letra O4P est7 errada porque a teor do art. DN. 1C2 promover pol/ticas sociais que visem E redu%#o da doen%a.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES ten$a contribu/do antecipadamente. apesar de vinculadas ao sistema de seguridade social. A Seguridade So ial en ontraQse inserida no t9tulo da Orde& So ial da Constitui:5o "ederal e te& entre seus o78eti%os@ 1!2 mel$orar o atendimento da popula%#o. preceitua que um dos objetivos 1princ/pios2 da seguridade social " a uni%ersalidade da cobertura e do atendi&ento( Isto significa que o sistema securit7rio deve conferir ampla prote%#o social em rela%#o a todos os riscos e a todas as 1essoas ne essitadas. 1'2 universalizar o atendimento da popula%#o. a redu%#o das desigualdades regionais " um dos objetivos fundamentais da )ep&blica *ederativa do 3rasil. da C*. previdência social e assistência social2 aqueles que estiverem filiados E previdência social.H. par7grafo &nico. par7grafo &nico. da C*. 1. portanto n#o se trata de objetivo espec/fico da seguridade social9 ! letra OCP est7 errada porque este " um objetivo espec/fico da sa&de p&blica. inciso I. Ga7arito@ errado GP( *t3 ni o do seguro so ial INSS "CC IG+I. da C*. continuam atreladas ao custeio pr"vio. +. +. j7 que as presta%0es de Previdência Social. 142 uniformizar o atendimento nacional. previsto no art. +. de acordo com o art. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . Abservem que a quest#o afirma que s6 podem gozar de prote%#o da seguridade so ial 1sa&de. 132 promover o desenvolvimento regional. A atendimento na seguridade social est7 atrelado ao princ/pio da universalidade. Co&ent4rios ! letra O!P est7 errada porque a mel$oria de atendimento da popula%#o em sentido amplo " um princ/pio geral da administra%#o p&blica relacionado com a eficiência. ! letra O'P est7 erta porque o art.M da C* e n#o da seguridade social 1sa&de. conforme disp0e o art.H. a uniformidade refere se aos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais. inciso II. DG da C*9 ! letra O3P est7 errada porque.

1'2 a Cultura. embora a seguridade social fa%a parte dos direitos sociais da C*. S orreto a#ir&ar Due a Seguridade So ial o&1reende 1!2 a !ssistência Social. 1C2 tem car7ter complementar e autJnomo. ao trabal$o. Portanto.: gera%#o2. como por e(emplo. a Previdência Social e a Sa&de. 142 a 'duca%#o. de car7ter facultativo. Ga7arito@ A GT( *t3 ni o do seguro so ial INSS "CC IG+I. E alimenta%#o.ribut7rio. a Sa&de e a Previdência Social. No to ante U Pre%id2n ia So ial0 3 orreto a#ir&ar Due 1!2 " organizada sob a forma de regime especial e observa crit"rios que preservem o equil/brio financeiro. E seguran%a. 1C2 o Sistema . 1/ Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . Co&ent4rios ! letra O!P est7 orreta porque a atua%#o da seguridade social est7 restrita as a%0es de sa/de0 1re%id2n ia so ial e assist2n ia so ial e insereQse no rol dos direitos so iais fundamentais da Constitui%#o 1. o direito E educa%#o. a Previdência Social e a !ssistência Social. o Cazer e a Previdência Social. 132 a !ssistência Social. ela n#o os esgota9 ! letra O3P est7 in orreta porque o trabal$o n#o faz parte da seguridade social9 ! letra OCP est7 in orreta porque o sistema tribut7rio e o lazer n#o s#o partes integrantes da seguridade social9 ! letra O4P est7 in orreta porque a educa%#o n#o est7 inserida na seguridade social9 ! letra O'P est7 in orreta porque a cultura n#o " uma 7rea da seguridade social. &as n5o de #or&a e6 lusi%a ou e6austi%a0 porque outros direitos sociais previstos no artigo MN da C* est#o fora do seu alcance. 142 baseia se na constitui%#o de reservas que garantam o benef/cio contratado. o . ao lazer.rabal$o e a Sa&de. 132 " descentralizada.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES Ga7arito@ E GR( *t3 ni o do seguro so ial INSS "CC IG+I. E moradia.

No )egime Leral de Previdência Social @ )LPS.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES 1'2 " contributiva. . seu v/nculo com o segurado " estabelecido em lei e n#o de forma contratual como ocorre com a previdência privada9 ! letra OCP est7 in orreta porque o car7ter complementar e autJnomo em rela%#o aos regimes b7sicos de previdência 1regime geral e regimes pr6prios2 est7 restrito E previdência privada9 ! letra O4P est7 in orreta porque o contrato " uma caracter/stica da previdência privada. portanto independe da vontade do trabal$ador. 1C2 c7lculo dos benef/cios considerando se os sal7rios de contribui%#o corrigidos monetariamente. de car7ter obrigat6rio. 142 provimento das a%0es e servi%os atrav"s de rede regionalizada e $ierarquizada.>+. surge com o simples e(erc/cio de uma atividade remunerada. conforme o disposto no art. (0 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . . da C*. da C*. 132 seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios. Co&ent4rios ! letra O!P est7 in orreta porque a previdência social " organizada sob a forma de regi&e geral Q RGPS.>. de ar4ter ontri7uti%o e de #ilia:5o o7rigatOria. que tem como consequência a contribui%#o compuls6ria. Ga7arito@ E GL( *1erito &3di o do INSS "CC IG+I. custeada por contribui%#o adicional. 1'2 previdência complementar facultativa. o v/nculo jur/dico e(istente entre o segurado e a previdência 1filia%#o2. integrados em sistema &nico. ! letra O'P est7 orreta porque de acordo com o art.. a previdência social deve ser organizada sob a forma de regime geral. acess/vel a todos9 ! letra O3P est7 in orreta porque o regime geral de previdência social " de car7ter obrigat6rio. Nos ter&os da legisla:5o es1e 9#i a so7re o te&a NÃO s5o onsiderados 1rin 91ios e o78eti%os da Pre%id2n ia So ial@ 1!2 uniformidade e equivalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais.

132 equidade na forma de participa%#o no custeio. .H. +.>+. 142 unicidade da base de financiamento.H. III. ..N. C* e o art. R DN. C*29 ! letra O3P est7 errada porque a equidade no custeio integra os princ/pios da seguridade social e visa promover a justi%a no aspecto contributivo 1art.H.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES Co&ent4rios ! letra O!P est7 errada porque em se tratando de um princ/pio geral da seguridade social. conforme o art.+. .N.-. da Cei -.N. abrange a previdência social. . da Cei -. . A Constitui:5o "ederal 7rasileira atri7ui ao Poder P/7li o a organi'a:5o da Seguridade So ial o& 7ase e& o78eti%os Due a doutrina entende o&o %erdadeiros 1rin 91ios( NÃO #a'e& 1arte destes o78eti%os ou 1rin 91ios@ 1!2 universalidade da cobertura e do atendimento. I... da Cei -. II. conforme o disposto no art.+9 ! letra O4P est7 erta porque esse princ/pio " espec/fico da sa&de.N. de acordo com o disposto no art. da C* e no art. K. +. Co&ent4rios ! letra O!P est7 errada porque a universalidade integra os princ/pios da seguridade social. +.+D<. +. da C*9 ! letra O'P est7 errada porque diz respeito a um princ/pio espec/fico da previdência privada. IK. da Cei -. 1C2 irredutibilidade do valor dos benef/cios.H. a teor do art. Ga7arito@ D G. 1'2 uniformidade e equivalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais. II. KII. da C* e no art..( *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT RV Regi5o "CC IG+I. C*29 (1 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . sendo seu objetivo tornar a prote%#o securit7ria a mais ampla poss/vel 1art.>.+9 ! letra OCP est7 errada porque esse " um princ/pio espec/fico da previdência social.+D<. +. III..+D<. . conforme previs#o no art.+D<. C* e do art.+ 13enef/cios29 ! letra O3P est7 errada porque tamb"m " um princ/pio da seguridade social e por consequência da previdência social. n#o se aplicando a previdência social.

Portanto. 132 as a%0es e servi%os p&blicos de sa&de integram uma rede regionalizada e $ierarquizada e constituem um sistema &nico. +. 1C2 as institui%0es privadas n#o poder#o participar.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES ! letra OCP est7 errada porque a irredutibilidade dos benef/cios integra os princ/pios da seguridade social. E& rela:5o U sa/de e U assist2n ia so ial0 est4 1re%isto na Constitui:5o "ederal 7rasileira Due 1!2 a assistência social ser7 prestada a quem dela necessitar. a sa&de p&blica deve ser prestada atrav"s de um sistema &nico @ S5S. II. sendo vedada a destina%#o de recursos do or%amento da seguridade social para tais fins. 'stados e 4istrito *ederal. da C*2. com atendimento integral e participa%#o da comunidade 1art. como ocorre com a previdência social9 ! letra O3P est7 erta porque conforme disposi%#o e(pressa na Constitui%#o *ederal. +. IK. da C* preconiza a diversidade no financiamento. tendo como objetivo a manuten%#o do valor do benef/cio concedido. KI. 142 as a%0es governamentais na 7rea da assistência social ser#o realizadas com recursos do tesouro nacional. C*29 (( Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . mantendo rela%#o direta com a contribui%#o E seguridade social. +. cuja finalidade " impedir a manuten%#o da seguridade social atrav"s de fonte &nica 1unicidade29 ! letra O'P est7 errada porque a uniformidade e equivalência integram os princ/pios da seguridade social com a fun%#o de corrigir uma injusti%a $ist6rica entre as popula%0es urbanas e rurais 1art. mediante reajuste peri6dicos 1art. do sistema &nico de sa&de.H. Ga7arito@ D +G( *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT RV Regi5o "CC IG+I.-.H. +. ainda que de forma complementar. 1'2 $7 vincula%#o de receita m/nima anual para a%0es e servi%os p&blicos de sa&de apenas para 5ni#o. de forma descentralizada. C*29 ! letra O4P est7 erta porque o art. Co&ent4rios ! letra O!P est7 errada porque a assistência social " prestada independentemente de contribui%#o E Seguridade Social por parte daqueles que comprovem a efetiva necessidade econJmica e social na forma da lei.H. n#o e(ige dos seus benefici7rios uma rela%#o direta de custeio.

previdência e assistência social. os direitos relativos a sa&de. previdência e assistência social. previdência e assistência social. Ga7arito@ > ++( *8ui' do tra7al$o TRT +V Regi5o "CC IG+I. destinadas a assegurar os direitos relativos a sa&de. previdência e assistência social. destinadas a assegurar os direitos relativos a sa&de. Co&ent4rios ! letra O!P est7 errada porque a iniciativa das a%0es da seguridade social " dos poderes p&blicos e da sociedade9 ! letra O3P est7 errada porque a iniciativa das a%0es da seguridade social tamb"m " da sociedade. al"m de n#o estar previsto e(pressamente a reserva do poss/vel. destinadas a prover.es 1!2 de iniciativa da sociedade. destinadas a prover. reguladas pelos Poderes P&blicos. quando materialmente poss/vel. como princ/pio constitucional9 ! letra OCP est7 errada porque a iniciativa das a%0es da seguridade social tamb"m " da sociedade9 () Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . desde que seja de forma complementar. al"m de outras fontes9 ! letra O'P est7 errada porque a vincula%#o referente E aplica%#o de recursos m/nimos em a%0es e servi%os p&blicos de sa&de tamb"m se aplica aos ?unic/pios. previdência e assistência social. de acordo com as diretrizes do pr6prio S5S9 ! letra O4P est7 errada porque as a%0es p&blicas de assistência social ser#o financiadas mediante recursos do or%amento da seguridade social. destinadas a assegurar os direitos relativos a sa&de. os direitos relativos a sa&de. quando materialmente poss/vel. A seguridade so ial o&1reende u& on8unto integrado de a:.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES ! letra OCP est7 errada porque as institui%0es privadas podem participar do sistema &nico de sa&de. 142 de iniciativa dos Poderes P&blicos e da sociedade. 1C2 e(clusivas dos Poderes P&blicos. 1'2 de iniciativa dos Poderes P&blicos e da sociedade. 132 e(clusivas dos Poderes P&blicos.

mediante gest#o quadripartite. Ga7arito@ D +I( *8ui' do tra7al$o TRT +V Regi5o "CC IG+I. dos aposentados e do Loverno nos 6rg#os colegiados. A seguridade so ial0 Due o&1reende u& on8unto integrado de a:. com participa%#o dos trabal$adores. A car7ter democr7tico e quadripartite na gest#o (* Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . +. da C*. dos empregadores. em rela%#o a todas as pessoas e a distributividade refere se a prioridade aos mais necessitados9 ! letra O3P est7 errada porque tamb"m s#o objetivos da seguridade social.H. ! universalidade dirigi se a todas as necessidades. mediante gest#o quadripartite. Kale acrescentar. Co&ent4rios ! letra O!P est7 errada porque ambos s#o objetivos da seguridade social. da C*9 ! letra O'P est7 errada porque o princ/pio da reserva do materialmente poss/vel n#o est7 previsto na defini%#o de seguridade social. que a equidade diz respeito a justi%a contributiva. +. com participa%#o dos trabal$adores. 132 a seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios e servi%os e a equidade na forma de participa%#o no custeio. dos aposentados e do Loverno nos 6rg#os colegiados. ! diversidade veda a e(istência de fonte &nica de financiamento. dos empregadores. 142 a equidade na forma de participa%#o no custeio e a diversidade da base de financiamento. 1'2 a universalidade da cobertura e do atendimento e o car7ter democr7tico e centralizado da administra%#o.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES ! letra O4P est7 erta porque est7 literalmente de acordo com a defini%#o e(pressa de seguridade social prevista no art. 1C2 a diversidade da base de financiamento e o car7ter democr7tico e descentralizado da administra%#o. em rela%#o ao coment7rio anterior. com base na capacidade econJmica9 ! letra OCP est7 errada porque ambos s#o princ/pios da seguridade social. conforme o estabelecido no art.H.es de ini iati%a dos Poderes P/7li os e da so iedade0 destinadas a assegurar os direitos relati%os U sa/de0 U 1re%id2n ia e U assist2n ia so ial0 NÃO te& o&o o78eti%o 1!2 a universalidade da cobertura e do atendimento e a seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios e servi%os.

d2 irredutibilidade do valor dos benef/cios. principalmente na previdência social. c2 seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios e servi%os. do art. conforme previs#o do art. da C*9 ! letra ObP est7 in orreta porque o inciso II.H. Co&ent4rios@ ! letra OaP est7 orreta porque representa o ideal securit7rio de que todos os riscos sociais em rela%#o a todas as pessoas devem estar cobertos pelo sistema de seguridade social. j7 comentados nas alternativas anteriores9 ! letra O'P est7 erta porque embora a universalidade integre os princ/pios da seguridade social. de modo. Isso permite que de forma eventual $aja (+ Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . 'ste princ/pio traduz a isonomia entre essas popula%0es no Imbito da seguridade social que n#o e(istia at" o advento da atual carta constitucional.H. e2 equidade na forma de participa%#o no custeio. É importante observar que a isonomia tamb"m significa trata&ento desigual Duando os 7ene#i i4rios n5o esti%ere& e& situa:5o eDui%alente. a gest#o administrativa deve ter o car7ter democr7tico e des entrali'ado.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES administrativa e(ige a participa%#o da sociedade civil nos 6rg#os colegiados que estabelecem as diretrizes da seguridade social9 ! letra O4P est7 errada porque tanto a equidade como a diversidade s#o princ/pios da seguridade social e(pressos na Constitui%#o *ederal. Ga7arito@ E +NQ *analista tri7ut4rio da Re eita "ederal ESA" IG+I. previdência e assistência social. Assinale a o1:5o in orreta( Co&1ete ao Poder P/7li o0 nos ter&os da lei0 organi'ar a seguridade so ial0 o& 7ase nos seguintes o78eti%os@ a2 universalidade da cobertura e do atendimento. da C* preceitua de forma literal que $aja uni#or&idade e eDui%al2n ia Es popula%0es urbanas e rurais. atrav"s das a%0es de sa&de. onde os rurais estavam e(clu/dos do )egime Leral de previdência dos demais trabal$adores. +. inciso I. +. b2 prevalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es rurais.

do art. C*2 porque imp0e a escol$a pelo legislador das presta%0es mais necess7rias ao sistema de seguridade social9 (. do art. proporcional a capacidade contributiva de cada pessoa. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . da C*.es n5o 1e uni4rias. III. Por"m devemos ter muito cuidado com dois aspectos nas provas dos concursos8 a irredutibilidade refere se a1enas aos 7ene#9 ios0 n5o in lui os ser%i:os Due s5o as 1resta:. al"m de priorizar aos mais carentes9 ! letra OdP est7 orreta porque a irredutibilidade est7 relacionada no inciso IK. +. b2 Somente a op%#o III est7 correta. Ga7arito@ > +-Q *analista t3 ni o de 1ol9ti as so iais 4rea@ 1re%id2n ia ESA" IG+I.H.odas as op%0es est#o corretas.H. do art. Segundo a Constitui:5o "ederal0 s5o 1rin 91ios e diretri'es da Seguridade So ial@ I( Seleti%idade na 1resta:5o dos 7ene#9 iosW II( Di%ersidade da 7ase de #inan ia&entoW III( SolidariedadeW IV( Uni%ersalidade do usteio( A res1eito das asserti%as0 3 orreto a#ir&ar@ a2 . Co&ent4rios@ ! op%#o OIP est7 orreta 1art. e tamb"m " importante lembrar que s6 alcan%a o %alor no&inal dos 7ene#9 ios se& 1roteger o %alor real0 u8a 1rote:5o insereQse e& 1rin 91io es1e 9#i o da 1re%id2n ia so ial9 ! letra OeP est7 orreta porque o objetivo do princ/pio da equidade no custeio insculpido no inciso K. +.H. +. c2 Somente a op%#o I est7 correta. +.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES um tratamento favorecido E popula%#o rural nos termos da lei. e2 Somente a op%#o IK est7 incorreta. da C* revelam a inten%#o do legislador constituinte de impor ao legislador ordin7rio a escol$a das presta%0es mais necess7rias ao sistema de seguridade social.H. mas jamais uma prevalência como princ/pio geral9 ! letra OcP est7 orreta porque os princ/pios da seletividade e distributividade previstos no inciso III. d2 !s op%0es I e IK est#o corretas e as op%0es II e III est#o incorretas. da C* " o de estabelecer E justi%a na participa%#o do financiamento da seguridade social.

da C*29 A item OIIP est7 orreto 1art. C*2 n5o 3 no usteio0 esse princ/pio est7 relacionado Es presta%0es. d2 três.H. I.es. e2 quatro. sob pena de esgot7 la9 ! op%#o OIIIP est7 orreta porque embora esse princ/pio n#o esteja e(presso no artigo +.H da Constitui%#o *ederal " de e(trema relevIncia. Seu fundamento reside no fato de que todas as pessoas devem prestar assistência m&tua para finalidade e bem comum. Co&ent4rios@ A item OIP est7 orreto 1art. KI. +. Ga7arito@ E +PQ *1ro urador da "a'enda Na ional ESA" IG+I.es da ESA" Due onsiste e& tro ar os 1rin 91ios das 1resta:. que se dividem em benef/cios e servi%os.es *7ene#9 ios e ser%i:os. C*2 porque significa que o financiamento da seguridade social n#o pode depender de uma &nica fonte de custeio. os incisos K e KI referem se ao usteio 1financiamento2 e o inciso KII refere se E gest5o ad&inistrati%a.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES ! op%#o OIIP est7 orreta 1art. b2 um. c2 dois. +. B lu' dos o78eti%os da Seguridade So ial0 de#inidos na Constitui:5o "ederal0 8ulgue os itens a7ai6o( I( Uni%ersalidade do atendi&ento( II( Di%ersidade da 7ase de #inan ia&ento( III( Car4ter de&o r4ti o da ad&inistra:5o( IV( Reduti7ilidade do %alor dos 7ene#9 ios( O n/&ero de itens orretos 3 a2 zero. da C*29 (Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br .H referem se Es 1resta:. 1elos 1rin 91ios do usteio. Na solidariedade a sociedade c$ama para si a responsabilidade de prover os meios necess7rios para uma efetiva prote%#o social9 ! op%#o OIKP est7 in orreta porque a universalidade 1art. C$a&o a aten:5o 1ara essas 1egadin$as &uito #reDuentes nas Duest.H. +.H. +. As incisos I a IK do art. representando um dos aspectos mais caracter/sticos do sistema de prote%#o coletiva.H.+. KI. I.

vedada a aquisi%#o de recursos atrav"s de fonte &nica. disp0e sobre o princ/pio da I))'45. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br .DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES A item OIIIP est7 orreto 1art. Ga7arito@ D *1erito &3di o INSS CESPE IG+G. do 4istrito *ederal e dos ?unic/pios. sob pena de esgot7 la. dos 'stados.I3ICI4!4' que %eda a redu:5o do %alor dos 7ene#9 ios. par7grafo &nico. KII. e das contribui%0es sociais previstas ou institu/das nos termos da Constitui%#o.H. da C*29 A item OIKP est7 in orreto porque o art. IK.H. previsto no artigo +. A er a da estrutura dada 1ela C" e 1elas nor&as in#ra onstitu ionais U seguridade so ial0 8ulgue o ite& seguinte( +M É perfeitamente admiss/vel que se estabele%a uma base &nica de financiamento para a seguridade social. +. de forma direta e indireta. inciso KI. !trav"s desse princ/pio o legislador constituinte demonstra a sua preocupa%#o com a origem dos recursos necess7rios a manuten%#o do sistema securit7rio brasileiro. Ga7arito@ errado *analista do seguro so ial INSS CESPE IGGL.H. desde que a administra%#o do sistema se manten$a democr7tica e descentralizada. da Constitui%#o *ederal. da C*. nos termos da lei. determina que o legislador infraconstitucional deva buscar v7rias fontes de custeio. E& rela:5o U seguridade so ial 7rasileira0 sua organi'a:5o e seus 1rin 91ios0 8ulgue os seguintes itens( (. mediante recursos provenientes dos or%amentos da 5ni#o. Co&ent4rios A princ/pio da diversidade da base de financiamento. É refle(o do princ/pio da diversidade da base de financiamento da seguridade social a previs#o constitucional segundo a qual a seguridade social ser7 financiada por toda a sociedade. +. em decorrência da sua comple(idade.

tem acesso a sa&de p&blica.da C*. organizado de acordo com as diretrizes de descentraliza%#o. assim disp0e8 ! lei poder7 instituir outras #ontes destinadas a garantir a manuten%#o ou e(pans#o da seguridade social. cabendo a sociedade o papel de fiscaliza%#o das suas a%0es. atendimento integral e participa%#o da comunidade. o acesso " universal e igualit7rio. tendo em vista que qualquer pessoa. +. !s a%0es e servi%os p&blicos de sa&de integram uma rede regionalizada e $ierarquizada. 'stados. Ga7arito@ erto (/ Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . C*. que constitui um sistema &nico. e na sa&de. 4* e ?unic/pios. A amplo alcance na sa&de em rela%#o Es demais 7reas 1previdência social e assistência social2 est7 relacionado ao princ/pio da universalidade de cobertura e atendimento. As servi%os de sa&de p&blica s#o prestados de forma integral e descentralizada pela 5ni#o.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES +G ! importIncia da prote%#o social justifica a ampla diversidade da base de financiamento da seguridade social. Co&ent4rios A fundamento da organiza%#o da sa&de p&blica encontra se no art. Com o objetivo de e(pandir ou de garantir a seguridade social. a lei poder7 instituir outras fontes de financiamento. +. Co&ent4rios *ace ao e(traordin7rio volume de recursos necess7rios para o custeio da seguridade social.A princ/pio da distributividade na presta%#o de benef/cios e servi%os tem sua e(press#o maior na 7rea de sa&de. independente de sua condi%#o social ou econJmica. a princ/pio. Co&ent4rios A princ/pio da distributividade tem o objetivo de priorizar os mais necessitados.Q. Ga7arito@ erto +. R HN. Ga7arito@ errado +. +QH.. dado o amplo alcance conferido pela intensa utiliza%#o do Sistema Unico de Sa&de. I 1lei complementar2. o art. obedecido o disposto no art. de acordo com o te(to constitucional.

DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES . aplica se o redutor apenas para o trabal$ador rural 1RG anos de idade0 se $o&e& e PP anos de idade0 se &ul$er2. por e(emplo. permite certas distin%0es desde que n#o sejam detrimentosas. !final isonomia tamb"m " tratar de forma desigual Equeles que n#o se encontrem em situa%#o equivalente. Na aposentadoria por idade. ou M> anos de idade. uma das condi%0es para a aposentadoria por idade do trabal$ador rural " a e(igência de que atinja MQ anos de idade. se mul$er.> 4e acordo com o princ/pio da uniformidade e equivalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais. se $omem. Co&ent4rios !pesar desse princ/pio determinar um tratamento isonJmico. Ga7arito@ errado )0 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br .

+( Assinale a alternati%a orreta no Due se re#ere a esses 1rin 91ios e diretri'es( !2 Participa%#o da iniciativa privada na assistência E sa&de. O ite& a seguir a1resenta u&a situa:5o $i1ot3ti a0 seguida de u&a asserti%a a ser 8ulgada o& 7ase nas dis1osi:. Co& 7ase na 8uris1rud2n ia do ST"0 8ulgue o ite& a seguir0 a er a da seguridade so ial( )1 Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . C2 Participa%#o da comunidade na gest#o.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES AUESTCES SEM COMENT?RIOS G+( *analista do seguro so ial H ser%i:o so ial INSS "UNRIO IGG. no acompan$amento e n#o na fiscaliza%#o das a%0es e servi%os de sa&de. integrados em sistema &nico. 32 Centraliza%#o. dos munic/pios e do 4istrito *ederal.. *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT+G Ces1e IG+N. com dire%#o &nica na esfera do Loverno *ederal.es e&anadas do direito 1re%iden i4rio0 8ulgue o ite& a7ai6o( >. em observIncia ao princ/pio da distributividade que rege a seguridade social. A sa/de 3 de rele%Jn ia 1/7li a e sua organi'a:5o o7ede er4 a 1rin 91ios e diretri'es0 na #or&a da Lei nK LI+IM. Nessa situa%#o. A princ/pio do car7ter democr7tico da administra%#o da seguridade social preconiza que sua gest#o ser7 quadripartite. Co& 7ase nas dis1osi:. e. n#o faz jus ao benef/cio denominado sal7rio fam/lia. 42 Provimento das a%0es e servi%os atrav"s de rede nacional e $ierarquizada. com prioridade para as atividades preventivas. dos estados. obedecidos os preceitos constitucionais.es do direito 1re%iden i4rio( >D =orge " s6cio gerente de sociedade limitada e recebe remunera%#o em decorrência dessa fun%#o e do trabal$o que desempen$a. *AGU CESPE IG+I. com a participa%#o da 5ni#o. =orge " considerado contribuinte individual da previdência social. '2 !tendimento seletivo e parcial. *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT+G Ces1e IG+N. como tal.

de car7ter facultativo. no 3rasil. a Previdência Social e a Sa&de. orreto GT( *t3 ni o do seguro so ial INSS "CC IG+I. 132 promover o desenvolvimento regional. No to ante U Pre%id2n ia So ial0 3 orreto a#ir&ar Due 1!2 " organizada sob a forma de regime especial e observa crit"rios que preservem o equil/brio financeiro. 1C2 promover pol/ticas sociais que visem E redu%#o da doen%a. 1'2 universalizar o atendimento da popula%#o. GR( *t3 ni o do seguro so ial INSS "CC IG+I. 132 seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios. o . 142 baseia se na constitui%#o de reservas que garantam o benef/cio contratado. 132 a !ssistência Social. GP( *t3 ni o do seguro so ial INSS "CC IG+I. 1C2 c7lculo dos benef/cios considerando se os sal7rios de contribui%#o corrigidos monetariamente.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES >H Como o direito E prote%#o da seguridade social. )( Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . 142 uniformizar o atendimento nacional.rabal$o e a Sa&de. integrados em sistema &nico. A Seguridade So ial en ontraQse inserida no t9tulo da Orde& So ial da Constitui:5o "ederal e te& entre seus o78eti%os@ 1!2 mel$orar o atendimento da popula%#o. GL( *1erito &3di o do INSS "CC IG+I. a Previdência Social e a !ssistência Social. 132 " descentralizada. o indiv/duo que n#o contribui para nen$um desses regimes n#o faz jus E referida prote%#o. o Cazer e a Previdência Social. a Sa&de e a Previdência Social. 1'2 a Cultura.ribut7rio. de car7ter obrigat6rio. 1C2 o Sistema . 142 a 'duca%#o. 1C2 tem car7ter complementar e autJnomo. Nos ter&os da legisla:5o es1e 9#i a so7re o te&a NÃO s5o onsiderados 1rin 91ios e o78eti%os da Pre%id2n ia So ial@ 1!2 uniformidade e equivalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais. S a#ir&ar Due a Seguridade So ial o&1reende 1!2 a !ssistência Social. 1'2 " contributiva. " garantido apenas aos segurados de um dos regimes previdenci7rios previstos em lei. 142 provimento das a%0es e servi%os atrav"s de rede regionalizada e $ierarquizada.

destinadas a assegurar os direitos relativos a sa&de. A Constitui:5o "ederal 7rasileira atri7ui ao Poder P/7li o a organi'a:5o da Seguridade So ial o& 7ase e& o78eti%os Due a doutrina entende o&o %erdadeiros 1rin 91ios( NÃO #a'e& 1arte destes o78eti%os ou 1rin 91ios@ 1!2 universalidade da cobertura e do atendimento.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES 1'2 previdência complementar facultativa. G. os direitos relativos a sa&de. custeada por contribui%#o adicional. sendo vedada a destina%#o de recursos do or%amento da seguridade social para tais fins. 132 e(clusivas dos Poderes P&blicos. quando materialmente poss/vel. 1C2 irredutibilidade do valor dos benef/cios. A seguridade so ial o&1reende u& on8unto integrado de a:. previdência e assistência social. 1'2 $7 vincula%#o de receita m/nima anual para a%0es e servi%os p&blicos de sa&de apenas para 5ni#o. 132 equidade na forma de participa%#o no custeio. mantendo rela%#o direta com a contribui%#o E seguridade social. previdência e assistência social. 142 as a%0es governamentais na 7rea da assistência social ser#o realizadas com recursos do tesouro nacional. destinadas a assegurar os direitos relativos a sa&de. 1C2 as institui%0es privadas n#o poder#o participar. +G( *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT RV Regi5o "CC IG+I. reguladas pelos Poderes P&blicos. ++( *8ui' do tra7al$o TRT +V Regi5o "CC IG+I.es 1!2 de iniciativa da sociedade. previdência e assistência social. )) Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . 'stados e 4istrito *ederal. ainda que de forma complementar. do sistema &nico de sa&de. 1'2 uniformidade e equivalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais. 142 unicidade da base de financiamento. destinadas a prover. E& rela:5o U sa/de e U assist2n ia so ial0 est4 1re%isto na Constitui:5o "ederal 7rasileira Due 1!2 a assistência social ser7 prestada a quem dela necessitar. 132 as a%0es e servi%os p&blicos de sa&de integram uma rede regionalizada e $ierarquizada e constituem um sistema &nico. 1C2 e(clusivas dos Poderes P&blicos.( *analista 8udi i4rio 4rea 8udi i4ria TRT RV Regi5o "CC IG+I.

de modo. +-Q *analista t3 ni o de 1ol9ti as so iais 4rea@ 1re%id2n ia ESA" IG+I. +NQ *analista tri7ut4rio da Re eita "ederal ESA" IG+I. dos empregadores. Assinale a o1:5o in orreta( Co&1ete ao Poder P/7li o0 nos ter&os da lei0 organi'ar a seguridade so ial0 o& 7ase nos seguintes o78eti%os@ a2 universalidade da cobertura e do atendimento. 1C2 a diversidade da base de financiamento e o car7ter democr7tico e descentralizado da administra%#o. mediante gest#o quadripartite. mediante gest#o quadripartite. destinadas a assegurar os direitos relativos a sa&de. destinadas a prover. dos aposentados e do Loverno nos 6rg#os colegiados. 1'2 de iniciativa dos Poderes P&blicos e da sociedade.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES 142 de iniciativa dos Poderes P&blicos e da sociedade. quando materialmente poss/vel. c2 seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios e servi%os. d2 irredutibilidade do valor dos benef/cios. +I( *8ui' do tra7al$o TRT +V Regi5o "CC IG+I. com participa%#o dos trabal$adores.es de ini iati%a dos Poderes P/7li os e da so iedade0 destinadas a assegurar os direitos relati%os U sa/de0 U 1re%id2n ia e U assist2n ia so ial0 NÃO te& o&o o78eti%o 1!2 a universalidade da cobertura e do atendimento e a seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios e servi%os. A seguridade so ial0 Due o&1reende u& on8unto integrado de a:. dos empregadores. Seletividade na presta%#o dos benef/cios9 II. 132 a seletividade e distributividade na presta%#o dos benef/cios e servi%os e a equidade na forma de participa%#o no custeio. 142 a equidade na forma de participa%#o no custeio e a diversidade da base de financiamento. Segundo a Constitui:5o "ederal0 s5o 1rin 91ios e diretri'es da Seguridade So ial@ I. b2 prevalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es rurais. com participa%#o dos trabal$adores. 4iversidade da base de financiamento9 )* Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . os direitos relativos a sa&de. previdência e assistência social. dos aposentados e do Loverno nos 6rg#os colegiados. previdência e assistência social. e2 equidade na forma de participa%#o no custeio. 1'2 a universalidade da cobertura e do atendimento e o car7ter democr7tico e centralizado da administra%#o.

" correto afirmar8 a2 . 5niversalidade do custeio. e2 Somente a op%#o IK est7 incorreta. c2 Somente a op%#o I est7 correta. e2 quatro. IK. b2 um. c2 dois. d2 três. b2 Somente a op%#o III est7 correta. *analista do seguro so ial INSS CESPE IGGL. A er a da estrutura dada 1ela C" e 1elas nor&as in#ra onstitu ionais U seguridade so ial0 8ulgue o ite& seguinte( +M É perfeitamente admiss/vel que se estabele%a uma base &nica de financiamento para a seguridade social. +PQ *1ro urador da "a'enda Na ional ESA" IG+I. )edutibilidade do valor dos benef/cios. d2 !s op%0es I e IK est#o corretas e as op%0es II e III est#o incorretas. Com o objetivo de e(pandir ou de garantir a seguridade social. 4iversidade da base de financiamento.odas as op%0es est#o corretas. A n&mero de itens corretos " a2 zero. Solidariedade9 IK. a lei poder7 instituir outras fontes de financiamento.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES III. III. desde que a administra%#o do sistema se manten$a democr7tica e descentralizada. )+ Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . ! respeito das assertivas. de acordo com o te(to constitucional. 5niversalidade do atendimento. Car7ter democr7tico da administra%#o. E& rela:5o U seguridade so ial 7rasileira0 sua organi'a:5o e seus 1rin 91ios0 8ulgue os seguintes itens( +G ! importIncia da prote%#o social justifica a ampla diversidade da base de financiamento da seguridade social. II. B lu' dos o78eti%os da Seguridade So ial0 de#inidos na Constitui:5o "ederal0 8ulgue os itens a7ai6o( I. *1erito &3di o INSS CESPE IG+G.

que constitui um sistema &nico.A princ/pio da distributividade na presta%#o de benef/cios e servi%os tem sua e(press#o maior na 7rea de sa&de.DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES +.> 4e acordo com o princ/pio da uniformidade e equivalência dos benef/cios e servi%os Es popula%0es urbanas e rurais. uma das condi%0es para a aposentadoria por idade do trabal$ador rural " a e(igência de que atinja MQ anos de idade. se mul$er. . atendimento integral e participa%#o da comunidade. organizado de acordo com as diretrizes de descentraliza%#o. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . se $omem. dado o amplo alcance conferido pela intensa utiliza%#o do Sistema Unico de Sa&de. ). ou M> anos de idade. +. !s a%0es e servi%os p&blicos de sa&de integram uma rede regionalizada e $ierarquizada.

DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES GA>ARITO >+ @ ! >.@ 4 >. @ errado >D @ certo >H @ errado >Q @ ' >M @ ! >G @ ' >. @ ' +D @ 3 +H @ ' )Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br . @ 4 +> @ 3 ++ @ 4 +.

@ errado +. Professor: Paulo Roberto Fa u!"es ###$%o!to"os&o!&ursos$&o'$br .> @ errado At3 a 1rO6i&a aula e 7ons estudos a todos( ). @ certo .DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA ANALISTA DO SEGURO SOCIAL DO INSS PROFESSOR PAULO ROBERTO FAGUNDES +Q 4 +M @ errado +G @ certo +.